
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
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“A agenda da extrema-direita tem influenciado muito a direita democrática”
Partindo do elogio ao projecto político que foi a construção da União Europeia, Miguel Sousa Tavares nota que ela acabou vitima dos seus próprios sucessos e dos diferentes alargamentos que acrescentaram diversidade, mas também dificuldade em gerar consensos. Saiba mais sobre a opinião do cronista do Expresso com o podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lisboa: "cada vez mais" cidade de turistas e a longa espera das diligências no caso das gêmeas
"Nenhum Governo tem coragem para enfrentar o lobby turístico" , esta é a conclusão de Miguel Sousa Tavares que não vê respostas para o turismo de massas que invadiu Portugal, em especial Lisboa. Não faltam criticas a Carlos Moedas: "não lhe conheço uma única melhoria", por comparação com Medina. Esta semana não passamos ao lado das buscas das autoridades por causa do processo das gêmeas luso-brasileiras que receberam tratamento em Lisboa: "Não faz sentido que tenham estado 6 meses à espera para fazer essas diligências"See omnystudio.com/listener for privacy information.

"Estamos a assistir à maior barbárie do século XXI" - palavras "duras e obrigatórias" sobre o Médio Oriente
Miguel Sousa Tavares comenta a guerra no Médio Oriente com pesadas críticas a Israel e à população israelita, acusada de "trair a memória" do Holocausto. O cronista lamenta a indiferença de quem assiste passivamente aos acontecimentos e acusa Israel de estar a criar uma nova geração de terroristas em Gaza. Sobre a visita de Zelensky à Europa, Sousa Tavares considera que foi bem-sucedida. Em relação à campanha portuguesa para as europeias, destaca dois nomes pela positiva, um à esquerda e outro à direita. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O acordo sem Mário Nogueira: “faz parte do problema”, a liberdade de expressão que “não compromete” Aguiar-Branco e o IRC
Esta semana falamos do acordo alcançado pelo Governo com os sindicatos da Educação para a recuperação do tempo de serviço. Miguel Sousa Tavares considera que "era a única maneira" de resolver o conflito e critica Mário Nogueira pelo facto de a FENPROF por ter ficado de fora, mas diz não ter ficado surpreendido: "jamais estará de acordo com qualquer proposta do ministério". Falamos ainda da polémica em torno da liberdade de expressão na AR e do papel de Aguiar-Branco . O cronista comenta o estudo sobre os efeitos da descida do IRC que "ajuda a comentar planos do Governo" e os avanços e recuos da Operação Marquês. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Montenegro começa (finalmente) a dar “sinais” de governar e a “barbaridade inacreditável” contra os imigrantes
Miguel Sousa Tavares comenta as decisões anunciadas pelo Governo e conclui, que "acabando com a lamúria", Montenegro começou, finalmente, a governar. Sobre o aeroporto, o cronista entende que o PM não tinha alternativa a não ser seguir as indicações da comissão técnica, caso contrário estaria "liquidado" politicamente. Falamos ainda do pacote de habitação que Sousa Tavares diz assentar em "melhores ideias" do que o anterior. Em relação aos problemas dos imigrantes na AIMA, o cronista não poupa nas criticas e defende que a extinção do SEF foi um "erro tremendo". Também não passamos ao lado do atual momento na Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Governo que “não estava preparado”, “a política demagógica” do PS e o lugar “para queimar” na Santa Casa
Miguel Sousa Tavares diz que a entrada em cena do Governo foi "muito má" e que a desculpa com a herança do Governo anterior é uma confissão de impotência. Sobram ainda criticas para Miranda Sarmento: "terá unhas para tocar a guitarra?", mas também para Pedro Nuno Santos que o cronista entende estar a alinhar com aumentos de despesa que podem conduzir a uma "situação ingovernável". Sobre o futuro da Santa Casa da Misericórdia, Sousa Tavares entende que quem for escolhido para provedor vai ocupar um lugar "para queimar" e critica a ministra do Trabalho pela decisão de exonerar Ana Jorge, nos "termos grosseiros" em que o fez.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os “casos de saneamento” e a desconfiança profunda dos portugueses em relação aos políticos
Nos 50 anos de Abril, Miguel Sousa Tavares avalia o pensamento dos portugueses sobre o estado da Democracia para concluir que a desconfiança sobre a classe política é geral e que são muitos os responsáveis por esse cenário. O cronista concorda com a ida da PGR à AR, como propôs Aguiar-Branco, para prestar contas sem discutir casos concretos. Sobre a exoneração de Ana Jorge ou a saída de Fernando Araújo, Sousa Tavares vê sinais "preocupantes" e não hesita em considerar que estaremos perante "evidentes casos de saneamento político".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os 50 nomes de Abril, a “despromoção” de Assis e a escolha de Bugalho: “é uma pena”
Na semana que celebra os 50 anos do 25 de Abril, Miguel Sousa Tavares elabora, no Expresso, uma lista de A a Z. No podcast explica o critério de escolha e algumas opções: porque Cavaco Silva, por exemplo, ficou de fora e a razão que o leva a optar por Jardel em vez de Ronaldo. E ainda porque só nove são mulheres. Sobre os cabeças de lista escolhidos pelo PS e pela AD para as europeias, sobram críticas para Marta Temido e a "surpresa" de ver Francisco Assis em segundo lugar. Sobre Sebastião Bugalho, o cronista lamenta "a perda" de uma personalidade "bem preparada" no mundo da comunicação.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A “provocação” de Israel e o “enxovalho” a Lucília Gago
Miguel Sousa Tavares escreve esta semana no Expresso sobre a investida iraniana em Israel. Para o cronista, foi uma resposta à "provocação" israelita contra a embaixada do Irão na Síria e acaba por corresponder ao que Israel estava à espera. O Governo de Netanyahu tem assim, diz Sousa Tavares, um pretexto para dar agora outro tipo de resposta militar e atingir, por exemplo, as instalações de urânio enriquecido do Irão, com o apoio dos aliados. Sobre as decisões da Justiça caseira, em análise o recurso do MP rejeitado na Operação Influencer. Não faltam criticas à PGR: "se tivesse um pingo de vergonha" demitia-se. O presidente da República também não escapa às criticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Faz-me impressão que Passos Coelho se tenha encostado àquilo”: está criada “uma guerra civil ideológica”
Miguel Sousa Tavares diz que se cavou "um fosso" no país, "uma espécie de guerra ideológica", numa altura em que se pede convergência entre projetos políticos. O cronista fala da apresentação do livro "identidade e família", feita pelo ex-primeiro-ministro. Considera que se reuniu uma "assembleia de gente das catacumbas", mas que Montenegro até pode vir a beneficiar do que aconteceu. Para o atual primeiro-ministro, sobram elogios pela forma como liderou o debate do Programa do Governo e por não ter abdicado das bandeira do programa eleitoral , mas também Pedro Nuno Santos merece nota positiva pela entrevista que deu esta semana. See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Fatalmente, vamos estar em campanha eleitoral permanente”, porque “é muito difícil imaginar que haja vida para o governo depois do orçamento”
A partir do discurso da posse do novo governo e da reacção do líder socialista, Miguel Sousa Tavares de Viva Voz antecipa os próximos passos de cada um dos principais protagonistas políticos e mostra-se convencido que “este governo possa sobreviver para além da votação do orçamento, em novembro”. Até porque “governo e oposição já definiram o seu caminho”. No segundo momento deste episódio, a propósito dos 75 anos da NATO, o cronista defende que seria bom se pudéssemos começar uma discussão séria sobre um assunto sério. Como improviso deste episódio, falamos do país da cunha, olhando para o relatório da Inspeção-Geral da Saúde sobre o tratamento com medicamento para a atrofia muscular espinal aponta irregularidades na intervenção de todos os visados. See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Já chega de Chega”: o condicionamento em relação ao partido de Ventura “tem de acabar”
Miguel Sousa Tavares comenta os desenvolvimentos políticos dos últimos dias e faz uma análise sobre o perfil dos eleitores que votaram no Chega e sobre o papel que os restantes partidos devem ter face a esses eleitores. O cronista do Expresso considera que "não são recuperáveis para o espaço democrático" e que os restantes partidos não devem tentar reconquistá-los. Sousa Tavares diz que o essencial é resolver os problemas do país e que o condicionamento em relação ao partido de Ventura "tem de acabar". Criticas ainda para o PS que "devia ter viabilizado Aguiar-Branco desde o início".See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Marcelo sabia que ia soltar a besta da demagogia” e o “entusiasmo” de Pedro Nuno Santos com a derrota
Miguel Sousa Tavares comenta os resultados das eleições sem poupar criticas ao PR, que responsabiliza pelo cenário de ingovernabilidade do país. O cronista considera que, ao recusar a proposta de substituir Costa por Centeno, Marcelo contribuiu para a instabilidade e para o crescimento do Chega. Falamos ainda do peso do partido de Ventura no Algarve, do "desespero" da esquerda e do excesso de "entusiasmo" com que Pedro Nuno passou à oposição. E ainda dos perigos à espreita para o jornalismo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Se a PGR se recandidatasse, “era uma anedota”; o “desgaste de ideias” na campanha e o prognóstico sobre Pedro Nuno
Miguel Sousa Tavares critica os discursos que saíram do Congresso do Magistrados do MP, por não terem em conta as criticas que têm sido feitas sobre o trabalho dos procuradores. Sousa Tavares fala numa "elite" que não aceita críticas, sob o comando de uma Procuradora que "teve um mínimo de bom senso" ao afastar uma recandidatura. Para o cronista, é grave que não se conheçam desenvolvimentos sobre as investigações que envolvem o PM: "está em causa a honra de um país e de um homem". Sobre a campanha eleitoral, Sousa Tavares corrige a sua própria aposta ao apontar para uma possível vitória de Pedro Nuno Santos: "tem sido uma desilusão" e destaca uma campanha "sem interesse".See omnystudio.com/listener for privacy information.

A nossa incapacidade de projetar o futuro, o "fogo amigo" contra Montenegro e a "campanha passiva" do PS
Andámos "ao contrário do futuro" em Portugal, diz Miguel Sousa Tavares, que traça o retrato de um país que nunca teria sobrevivido sem os fundos europeus. O cronista analisa o atual momento da campanha para criticar Pedro Nuno Santos por estar concentrado "apenas no que a AD diz" e regista a falta de sorte de Montenegro que vê, "quase todos os dias", a campanha comprometida. Analisamos ainda a proposta de Macron que admite o envio de tropas ocidentais para a Ucrânia: "representaria o princípio da terceira guerra mundial".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Putin é “o autor moral da morte de Navalny”, o herói patriota que quis humilhar o líder russo
Miguel Sousa Tavares comenta o choque e indignação do mundo perante a morte de Alexei Navalny. Diz que se trata do pior golpe de sempre para a imagem do líder russo, com efeitos - internos e externos - que nem o Kremlin conseguiu prever. Putin, sublinha, responde agora por "uma morte política". O cronista do Expresso não antevê mudanças no regime russo que passem por qualquer solução democrática porque considera que Putin só cairá "por dentro", talvez através de um golpe militar. Falamos ainda da entrevista ao Expresso de Isabel dos Santos e da campanha em Portugal onde se sairá melhor, diz Sousa Tavares, quem se afastar das "tricas".See omnystudio.com/listener for privacy information.

"Quem convidaria para jantar?" - a receita para votar num político e a pobreza do debate nas TV que ignora as guerras
Sousa Tavares comenta a entrevista que Putin deu ao ex-pivot da Fox News para criticar a falta de reação perante a hipótese de negociações de paz: "Sem saída militar, porque não há uma saída política?" e classifica de "penosa" a disputa eleitoral americana. O cronista critica a falta de uma visão internacional nos "esclarecedores" debates pré-campanha na TV e diz que os candidatos perderam a cabeça nas promessas. Em análise ainda, a decisão do juiz sobre os detidos na Madeira, "uma lição para o MP, mas também para a imprensa". Por fim, o método secreto para avaliar a confiança num político. See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Declaro-me estupefacto com a facilidade com que toda a gente aderiu às reivindicações da polícia, o poder caiu à rua”
Miguel Sousa Tavares considera que os mais recentes protestos dos agentes da polícia não são a forma correta de se conduzir uma luta e um processo de reivindicações e contrariam os códigos de conduta dos agentes da autoridade. No podcast desta semana fala numa "indisciplina generalizada" e deixa críticas aos comandantes nacionais que deixaram a situação chegar até este ponto. Sousa Tavares diz mesmo que se tem assistido a uma forma de revolta contra o Estado de Direito. As eleições nos Açores não passam ao lado da análise, com o cronista a admitir uma "nova dinâmica" em torno de Montenegro e a deixar criticas a Pedro Nuno Santos que "não foi capaz de dizer a única coisa decente": a confirmação da viabilização do Governo minoritário da AD.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“No lugar de Sócrates, se eu estivesse inocente, queria ser julgado em tribunal” e o “jogo para crianças” na Madeira
Miguel Sousa Tavares passou a pente fino todos os procedimentos da Operação Marquês e conclui que os avanços e recuos parecem "as decisões do VAR e do árbitro no futebol". O cronista do Expresso critica as decisões recentes das juízas do Tribunal da Relação e considera que José Sócrates vai ser obrigado a ir a julgamento por um crime diferente do que estava na acusação. Faz ainda a defesa de Ivo Rosa, um "belíssimo jurista". Sobre o recurso anunciado de José Sócrates, diz que o pior que lhe pode acontecer é não ser julgado por causa de questões processuais: "jamais o nome dele ficará limpo se não conseguir um julgamento onde lhe digam que está inocente". No improviso, voltamos a olhar a crise política na Madeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

"A ignorância triunfante" que faz subir a extrema-direita: a posição "cómoda e egoísta" da esquerda portuguesa e a falta de sorte de Montenegro
O crescimento imparável da extrema-direita merece esta semana a análise de Miguel Sousa Tavares que fala de um mundo comandado nas redes sociais por uma espécie de "big brother na sombra". No caso português, o cronista critica a esquerda e o PS por deixarem a direita sozinha no combate com o Chega. As eleições americanas também merecem reflexão, com Sousa Tavares a defender: "Biden, está na hora de ires dormir. Trump, está na hora de ires ver um psiquiatra". Falamos da investigação na Madeira e da recusa de Miguel Albuquerque em demitir-se: "uma questão de consciência" e ainda da falta de sorte de Montenegro, "quando está a recuperar o palco aparece qualquer coisa para o tirar de lá de cima".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ventura é “um demagogo populista, mais perigoso que um fascista” (e ainda a “falta de lucidez” de um homem que só sairá “à força” da presidência do FC Porto)
Miguel Sousa Tavares fala esta semana de André Ventura e do Chega e conclui que não se encaixa no perfil do tradicional fascista ("falta-lhe substrato intelectual e convicções"), tratando-se, isso sim, de um populista demagogo, cujo discurso é importante desmontar e desconstruir e que esse deve ser o objetivo dos outros partidos, em particular do PSD. No improviso do podcast semanal, Sousa Tavares fala ainda do anúncio de candidatura de André Villas Boas, um esforço que "não é inglório", mas não acredita que a mudança chegue já ao FC Porto e que Pinto da Costa e "a sua gente" abandonem o cargo pacificamente. "Acabou-se a unidade dentro do FC Porto", acrescenta.See omnystudio.com/listener for privacy information.

PSD “não tem ideias”, acha que as eleições são o “jogo do Toninho e do Manelinho” e trouxe um “artista de variedades” chamado Câmara Pereira
Miguel Sousa Tavares acredita que na corrida ao lugar vagado por António Costa, Pedro Nuno Santos parte em vantagem sobre Luís Montenegro. Porque o líder apenas critica e não apresenta um plano para Portugal e porque decidiu recriar uma Aliança Democrática que viverá na sombra da original. “Em vinte minutos”, o secretário-geral do PS relevou muito mais ideias, diz Sousa Tavares.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Episódio ao vivo: “O maior desafio de Marcelo em 2024 será Pedro Nuno Santos”
bonusMiguel Sousa Tavares analisa o atual cenário político com legislativas em março. O cronista do Expresso considera que o PS sairá vencedor e critica o PSD por considerar que ainda não conseguiu criar uma estratégia política. Numa edição especial do podcast falou-se ainda da guerra na Ucrânia e no Médio Oriente onde, sublinhou, "estamos a assistir a um genocídio e ninguém faz nada".See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Do ponto de vista económico, os Estados Unidos não têm interesse em parar a guerra”
Miguel Sousa Tavares coloca a paz no topo dos desejos para 2024 mas sabe que, num mundo que não houve nem o Papa nem o Secretário-geral da ONU, não há razões para grandes optimismos. O colunista do Expresso lembra que a guerra é um excelente negócio para os vendedores de armas. Por cá, com a previsível instabilidade política, a sugestão de Sousa Tavares para 2024 é que o novo governo se concentre a resolver o inadiável.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os civis que “pagam a fatura” das guerras, a Ucrânia “em dificuldades militares” e “o momento mais negro” da história de Israel
Miguel Sousa Tavares regressa ao terreno da guerra na Ucrânia e em Gaza para apontar as atuais dificuldades de Zelensky e as vantagens de Putin e criticar Israel que considera ter entrado "num beco sem saída". Para o cronista, "este é o momento mais negro da história de Israel", que "nunca mais será visto da mesma maneira". Falamos da geopolítica internacional e também à escala portuguesa, com a eleição de Pedro Nuno Santos. Sousa Tavares diz que a estratégica dos líderes políticos é clara: conquistar mais de um milhão de eleitores que estão ao centro. See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Vamos para pior” depois de Costa, o “mau começo” do PSD no aeroporto e o “injustiçado” Rui Rio
Miguel Sousa Tavares leu a entrevista do ex-presidente do PSD e subscreve todas as críticas sobre o papel do Ministério Público na Operação Influencer, além de considerar que Rio foi mal interpretado quando defendeu alterações na fiscalização do MP. Sousa Tavares acompanhou a entrevista de António Costa esta semana e não tem dúvidas de que é o melhor preparado para estar à frente do Governo, por comparação com qualquer dos candidatos à liderança do PS ou com o líder do PSD. Em relação a Montenegro, critica a constituição de um grupo de trabalho para analisar a decisão da comissão técnica sobre o aeroporto, em vez de aceitar as conclusões como estava previsto e estranha que a solução Alcochete mereça tanta desconfiança por parte dos sociais democratas. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O "impreparado" Pedro Nuno Santos, a surpresa causada por Cavaco e a "infeliz conferência" que fragiliza Marcelo
Miguel Sousa Tavares traça um retrato crítico do percurso político de Pedro Nuno Santos. Considera que se trata de um político "hábil" embora "sem experiência de vida no mundo real" e "sem respeito pelo dinheiro dos contribuintes". Na semana marcada pelo artigo de opinião de Cavaco Silva onde o Governo foi acusado de utilizar a ideia das contas certas para desviar as atenções para o que corria mal na governação, o cronista do Expresso confessa-se "pasmado" e critica o ex-Presidente (pessoa de responsabilidade acrescida) por misturar "argumentos de campanha" com questões de ciência financeira. Sobre as explicações do PR em relação ao tratamento das gémeas luso-brasileiras, Sousa Tavares diz que Marcelo "meteu os pés pelas mãos" e fica fragilizado "na sua autoridade moral e política".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os políticos “sem coragem” para mexer do estatuto do MP e as “cambalhotas políticas” de Assis e Álvaro Beleza
Miguel Sousa Tavares destaca esta semana o "fechamento corporativo" do Ministério Público onde, por contraste com o que acontece noutros países, não há controlo externo e critica a classe política que não quis acompanhar ("por falta de coragem") o ex-líder do PSD, Rui Rio, que propôs a revisão do estatuto do MP. O cronista aponta baterias para o funcionamento do DCIAP e para a PGR. Entende que as explicações de Lucília Gago sobre o comunicado que antecedeu a demissão de Costa "não colhem". Também não poupa nas criticas a dois nomes do PS que apoiam Pedro Nuno Santos - Assis e Beleza -"uma trapalhada imensa". Na antecipação da COP, Sousa Tavares admite que as expectativas são poucas. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A “bebedeira sanguinária” da guerra, as falhas de uma Europa ausente e a perda de prestígio de um Conselho de Estado
Miguel Sousa Tavares lamenta que não haja quem esteja disponível para defender uma solução pacífica para o atual conflito no Médio Oriente e considera que a Europa tem um papel crucial, que não tem vindo a desempenhar, na resolução do diferendo e na exigência de uma solução para o pós-guerra. O cronista passa ainda em revista os acontecimentos em torno do que se passou na reunião do Conselho de Estado, que antecedeu a convocação das legislativas antecipadas. Sousa Tavares critica a "promiscuidade de valores" dos conselheiros "ao serviço das suas convicções partidárias", o que contribui, na sua opinião, para a perda de prestígio das instituições.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A “leviandade” da PGR a quem só resta “ir-se embora”, os procuradores em “roda-livre” e um Presidente que se precipitou
Uma semana depois da demissão do PM e conhecidas as medidas de coação do Juiz de Instrução no processo Influencer, Miguel Sousa Tavares não hesita nas críticas ao trabalho do Ministério Público e à atuação da PGR e também não poupa o Presidente da República. À luz das informações mais recentes, o cronista considera que Marcelo devia ter convidado o PS a indicar outra pessoa para formar Governo e acha que Costa "também não esteve bem" ao sugerir uma lista de nomes sem consulta prévia ao partido. Sousa Tavares critica a autonomia funcional total dos procuradores nas investigações, sem controlo de qualquer superior hierárquico e defende que sejam introduzidas mudanças. Mas não vê pressões do poder político sobre a Justiça, de António Costa ou Santos SilvaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As conclusões do caso que levou à demissão de Costa podem ser “absolutamente sinistras” e a “sorte grande” que saiu a alguns protagonistas
Miguel Sousa Tavares comenta o terramoto político da semana que levou à queda do PM. Considera que, "seria absolutamente insustentável" que, perante a acusação, Costa ficasse em funções. E mesmo se não existisse o inquérito autónomo, seria difícil não optar pela saída. Sobre as conclusões que vierem a ser apuradas, o cronista entende que poderão vir a ser de "uma gravidade extrema" para o poder político ou judicial. Sousa Tavares considera (antes da decisão anunciada pelo PR) que a convocação de eleições antecipadas é a mais adequada "para limpar a situação política" e entende que há quem beneficie dos acontecimentos: Montenegro, Pedro Nuno Santos, o Chega e o próprio Marcelo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Costa deve “calçar patins” a Galamba pela “piada infantil” a Marcelo, os cursos caríssimos dos médicos pagos pelo Estado e a PJ incompetente
Miguel Sousa Tavares ouviu o que foi dito no Parlamento por João Galamba e achou que o ministro saíra do “país das maravilhas”, além de apontar o remoque ao Presidente da República. Além disso, neste episódio, há chamadas de atenção aos médicos, que “não têm razão em tudo”, à Polícia Judiciária, no âmbito do caso Maddie, um apelo ao bom-senso na guerra Israel-Hamas, uma crítica à FIFA e um elogio a um governante: José Luís Carneiro. Um menu vasto e variado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O discurso “inatacável” de Guterres, que Israel interpretou como quis e que acaba por sabotar as hipóteses da ONU mediar do conflito
Miguel Sousa Tavares considera que Guterres não foi mal interpretado nas palavras que usou para caracterizar a situação no Médio Oriente, mas deixa a dúvida sobre se terá sido oportuno do ponto de vista diplomático. As consequências de uma declaração que considera "inatacável", foram o afastamento entre a ONU e Israel, questão que desvaloriza por considerar que só os EUA conseguem, de facto, ser mediadores de "alguma contenção". A guerra no Médio Oriente está em destaque no podcast, que não passa ao lado da decisão do BCE: "um esboço de tréguas, finalmente" e de mais uma condecoração, "no domínio dos caprichos pessoais" do PR.See omnystudio.com/listener for privacy information.

As opiniões “formadas nas redes” que bipolarizam a guerra, o papel notável da diplomacia dos EUA e o “fim da linha” para Montenegro
A guerra avança no Médio Oriente e acentuam-se as clivagens entre os lados das trincheiras e entre as opiniões públicas. Miguel Sousa Tavares considera que é o resultado da forma deficitária como se formam as opiniões nas redes sociais, "avessas a um pensamento estruturado e informado". Sobre a guerra no terreno, o cronista sublinha o papel "importante" de Joe Biden, por contraste com as deslocações de Sunak e Macron, à procura de serem popularidade caseira. Destaque ainda para o OE e para Montenegro que Sousa Tavares duvida "que alguma vez chegue a PM", a não ser que o adversário se chame Pedro Nuno Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Perante o horror, não há maneira de pôr virgulas na condenação”, o OE “demasiado otimista” e o 25 de novembro: “Soares estaria aos saltos”
Miguel Sousa Tavares não poupa nas palavras para condenar o que está a passar em Israel e teme que se transforme num conflito regional, embora acredite que os EUA estão a "fazer pressão para segurar Israel". Na edição do podcast, fazemos ainda a leitura de um Orçamento que merece nota positiva para o cronista que sublinha, porém, o facto de não prever as dificuldades de uma nova guerra. As críticas vão para o PSD e para a reação "patética" de Montenegro. Em relação à polémica sobre a celebração do 25 de novembro, Sousa Tavares relembra a história para considerar que se trata de uma data indissociável do 25 de abril e que é "uma data do PS de Soares e da esquerda democrática", o que torna menos compreensível a "posição de sonambulismo" de Santos Silva.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Aplaudo e subscrevo as ações dos ativistas” num país governado por um “capitão capaz”, com uma tripulação de “notórios incompetentes”
Miguel Sousa Tavares traça o retrato de um país marcado por um pessimismo estrutural onde não faltam sinais de crise na Justiça, Habitação, Saúde e Educação. O cronista está do lado do Governo na contagem do tempo dos professores e critica a mudança de opinião no PSD que "cavalga a onda conforme o vento". Elogia o PM, apesar de criticar o desempenho do Governo "constituído por notórios incompetentes e que, todavia, mantêm-se em funções". E sobre as ações dos ativistas pelo clima, não tem qualquer dúvida: "estou do lado dos que aplaudem!". Sousa Tavares diz-se "farto da hipocrisia política sobre o ambiente".See omnystudio.com/listener for privacy information.

O manual de instruções “banal” e “ridículo” de Cavaco, as “absolutas patetices” de Albuquerque e Montenegro e três piiis numa Tempestade
Miguel Sousa Tavares seguiu o conselho de Durão Barroso e foi ler antes de comentar o livro de Cavaco Silva: deu-lhe “zero estrelinhas”. E também olhou para as eleições da Madeira, em que políticos “brincaram à política”, e escutou umas escutas transcritas da Tempestade Perfeita para chegar a uma conclusão sobre a profissão mais antiga do mundo. E ainda aterrou na TAP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“A única maneira que tem de chamar a atenção é demitir-se”: Guterres e a cegueira de uma “nave de loucos, a caminhar para o abismo”
A falta de convergência dos líderes mundiais para a necessidade de uma resposta perante a gravidade das alterações climáticas, levam Miguel Sousa Tavares a considerar que o secretário-geral da ONU está cada vez mais isolado num cenário marcado por um retrocesso em todas as metas estabelecidas. O cronista diz que, depois dos apelos que "ninguém quer ouvir", não há muito que Guterres possa fazer, a não ser colocar o seu próprio cargo em causa. A análise da semana faz-se ainda do drama dos migrantes para o qual a Europa não tem respostas e que devia motivar soluções de política comum, como no processo da vacinação anti-covid. Sobre a venda da TAP, Sousa Tavares regista o "ziguezague" de Costa e do PS.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A “birra institucional” entre Marcelo e Costa: um “jogo de tabuleiro político” que o PM tem estado a ganhar
Miguel Sousa Tavares considera que a estratégia do PM, ao optar pelo silêncio no Conselho do Estado, foi a resposta adequada perante uma sentença já traçada. O cronista do Expresso diz que Costa "tem sabido jogar com os ímpetos de Marcelo", mas reconhece que a querela não beneficia ninguém, nem o país. No podcast desta semana, levanta ainda dúvidas sobre o papel de aconselhamento do órgão de consulta do PR. Falamos também dos avisos de Centeno, "a ter em conta", e do primeiro passo do Governo para combater "a fuga" dos jovens portugueses. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O pré-candidato Marques Mendes que "há 10 anos não pensa noutra coisa" e o "alarido" de um beijo que se tornou uma causa
Miguel Sousa Tavares entende que a disponibilidade manifestada por Luís Marques Mendes na SIC corresponde à vontade de marcar terreno e tentar afastar outros potenciais candidatos e admite que Mendes possa ter avançado sem concertar posição com Montenegro. A esta distância, o cronista do Expresso antevê umas presidenciais cheias de candidatos dispersos e até lança outros nomes para a discussão. No podcast desta semana, Sousa Tavares critica o "comportamento pouco recomendável" do presidente da federação espanhola de Futebol, mas contesta a importância do caso que se transformou numa causa europeia. Falamos ainda do "real berbicacho" político em Espanha.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Marcelo e Costa: “um duelo infanto-institucional”
Miguel Sousa Tavares vê a coabitação política transformada num jogo de ping-pong em que a impulsividade de Marcelo Rebelo de Sousa é contrariada pela ponderação estratégica de António Costa. A vida política dominada por um "duelo infanto-institucional", nas palavras do cronista, o que garante são dois anos e meio de instabilidade. Entre o veto político, conhecido no fim das férias do Presidente, e a visita à Polónia, onde Marcelo foi apanhar um comboio para Kiev, a semana volta a ficar marcada pelo que se passa naquela zona do Globo. O líder do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, seguia a bordo de um jato que se despenhou nos arredores de Moscovo, mesmo sendo um desfecho esperado faz o improviso deste episódio do podcast "Miguel Sousa Tavares de Viva Voz".See omnystudio.com/listener for privacy information.

“A rentrée política é um ritual nostálgico e ridículo, como as músicas e os filmes de Natal que são sempre os mesmos”
Alguns partidos interromperam as férias e rumaram ao Algarve para fazer propostas que o Presidente, no areal de Monte Gordo, considerou que se destinavam a captar votos no ano eleitoral que se aproxima. Miguel Sousa Tavares olha para “estas iniciativas de verão” como sendo definidoras daquilo em que se transformou Portugal, numa “indisfarçável nostalgia sobre o que podíamos ter sido e todos sabemos que nunca iremos ser”. Sobre a proposta do PSD para baixar o IRS, Miguel Sousa Tavares diz que “sabe a pouco”, mas considera que a resposta do PS foi “nervosa, desastrosa e reveladora”. Ouça Miguel Sousa Tavares de Viva Voz. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A liderança do Papa Francisco e os outros, todos os outros
O Papa Francisco esteve em Portugal cinco dias e não deixou ninguém indiferente. A Jornada Mundial da Juventude foi um sucesso, trouxe até Lisboa centenas de milhares de peregrinos dos quatro cantos do mundo, muita gente contribuiu para que tudo corresse bem, mas, escreve Miguel Sousa Tavares, “foi uma festa linda, que Francisco inspirou e Francisco mereceu”. O cronista do Expresso faz das palavras e da acção do Papa o tema principal do texto com que regressa de férias. Ouça o podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz para saber mais. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 50A histórica cimeira da NATO, os riscos da adesão da Ucrânia e o “ressuscitado” Pedro Nuno Santos
Miguel Sousa Tavares analisa as conclusões da cimeira na Lituânia e destaca a importância do veto americano que impediu a entrada imediata da Ucrânia na organização, que poderia antecipar "uma terceira guerra mundial". Para o cronista, a Ucrânia "esgotou os stocks de armamento" da NATO e por isso entram em cena das bombas de fragmentação. Falamos ainda do regresso à AR de Pedro Nuno Santos: "que aproveite o colo" deste momento, do Estado "salteador" em matéria de impostos e do Algarve que "começa a patinar" quando chega o verão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A "manifestação de ódio racista da polícia" em França, as redes que "conduzem à violência" e as comissões que são "uma espécie de lavandaria"
Miguel Sousa Tavares não poupa nas palavras para condenar os tumultos em França, depois de um jovem de 17 anos ter sido baleado e morto pela polícia. O cronista fala mesmo em "execução". A critica estende-se à violência nas ruas, justificada pela conjugação do descontentamento de jovens de origem argelina com franceses movidos pelas redes sociais, que fomentam "ódio e insulto". Na edição do podcast falamos ainda da recondução de Stoltenberg na NATO e do relatório preliminar da comissão da TAP. Sousa Tavares guarda reflexões finais para a versão definitiva, mas já vislumbra algumas falhas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A fragilização do novo Czar Putin e a desordem perigosa na potência com mais poder nuclear do planeta
Falamos da Rússia e da revolta do Grupo Wagner. Miguel Sousa Tavares analisa a história que pode explicar o que não sabemos sobre os acontecimentos liderados pelo grupo. E do que sabemos, admite que o líder russo "sai fragilizado" do golpe que estava em marcha. Evitou-se, considera o cronista, um mal maior: "uma desordem gerada internamente numa autocracia", no país com maior número de ogivas nucleares. Deixa críticas a quem se animou com a ideia de que o importante seria derrubar Putin, sem pensar nas consequências e sem considerar que o grupo Wagner ("um bando de assassinos") é ainda mais perigoso que o líder russo. Sobre o futuro de Prigozhin diz que depende da forma como negociou a rendição. Se não estiver defendido, é mais um "candidato a saltar da janela".See omnystudio.com/listener for privacy information.

A falta de explicações convincentes para a escala de Costa, a razão de Galamba e o trabalho desumano dos ilegais
Miguel Sousa Tavares destaca dois temas principais na crónica semanal e no podcast: a polémica do "secretismo" em torno da ida de António Costa à final da Liga Europa em Budapeste e o facto do ministro João Galamba ter praticamente riscado do mapa do aeroporto a localização de Santarém. Recados para o PM, que devia "dar uma explicação plausível, cara a cara" e elogios para Galamba que se limitou "a dar os factos". Não faltam críticas ao PSD, que se deixa "arrastar" para uma oposição "bota-abaixo", ao drama dos trabalhadores ilegais que pode dar origem a uma "revolta" e ainda uma referência à conferência onde se decidiu que a reconstrução da Ucrânia vai ser feita com dinheiro russo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O 10 de junho do Presidente Marcelfie, a “falta de solidariedade” perante os insultos a Costa e as “beliscadelas” trocadas com o Governo
Miguel Sousa Tavares considera que já é tempo de virar a página dos discursos do 10 de junho que remetem para um passado de glória. O recado serve a Marcelo Rebelo de Sousa que o cronista gostaria de ouvir falar de questões importantes, que estão para além do próximo ciclo eleitoral. Sobre os "ramos mortos" e a troca de recados entre PR e Governo, considera que o presidente não resiste à "beliscadela" que depois é devolvida. Sousa Tavares esperava mais solidariedade e sensibilidade para com o PM, alvo de cartazes insultuosos, porque "em causa está a dignidade de quem foi eleito". No improviso, falamos das mudanças nos Certificados de Aforro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“A Fenprof é o inimigo número um da escola pública”, a “rolha apertada” de Mendonça Mendes e a JMJ “tem francamente tudo para correr mal”
Miguel Sousa Tavares assume não nutrir simpatia pelas greves dos professores, considera o assunto do SIS e do portátil uma perda de tempo e assume dúvidas quanto à exequibilidade da Jornada Mundial da Juventude.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Velhos hábitos: o "vazamento" de informação que desvirtua a Justiça, a vitória de Erdogan e a "cartada" de Sánchez
A operação tutti frutti e os casos de "flagrante violação" do segredo de justiça merecem a condenação de Sousa Tavares, que fala numa banalização do tema e aponta o dedo a quem não responsabiliza os autores das fugas de informação. A vitória de Erdogan na Turquia também merece análise, com o cronista a considerar que um dos trunfos foi capitalizar a humilhação sentida quando a UE "fechou a porta" na cara aos turcos. A "cruzada" do ocidente contra quem pensa de maneira diferente e a falta de discussão em Portugal sobre o apoio à guerra, também têm destaque. A antecipação das legislativas em Espanha e a série sensação dos Açores que acaba de perder um espectador, são ainda temas que marcam esta edição. Ouça o podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz. See omnystudio.com/listener for privacy information.