
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
A opinião do colunista do Expresso Miguel Sousa Tavares
Expresso · joana beleza
Show overview
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz has been publishing since 2022, and across the 4 years since has built a catalogue of 192 episodes, alongside 2 trailers or bonus episodes. That works out to roughly 70 hours of audio in total. Releases follow a weekly cadence.
Episodes typically run twenty to thirty-five minutes — most land between 18 min and 23 min — and the run-time is fairly consistent across the catalogue. It is catalogued as a PT-language News show.
The show is actively publishing — the most recent episode landed 2 weeks ago, with 27 episodes already out so far this year. Published by joana beleza.
From the publisher
Da edição semanal do Expresso para o formato podcast. A opinião de Miguel Sousa Tavares, de viva voz, todas as sextas-feiras à tarde. Com um tema extra, improvisado, para descobrir na parte final de cada episódio
Latest Episodes
View all 192 episodesSugestão de Verão: Pedro Bingre do Amaral e as verdadeiras causas dos incêndios florestais
Comissão Política. Sherlock Montenegro confia ou desconfia de Luís Neves?
Montenegro “tem todas as razões” para manter a confiança em Luís Neves, as consequências que a CPI pode ter na PJ e as dúvidas no negócio das fragatas: “Porquê a pressa”?
Comissão Política: “Luís Neves contribuiu com o seu silêncio para esta fogueira” (e os livros das nossas férias)
As criticas à seleção “endeusada” e a Ronaldo, “é triste vê-lo acabar assim” e a reação com dois ministros sob fogo: “Vai parecer que sou defensor do Governo”
A “entrada a pés juntos” de Bugalho, o caso das Lajes pelo qual “os EUA têm de responder” e a contaminação das pastagens, “uma coisa de anedota”
“A guerra foi completamente estúpida e a única coisa boa é que aparentemente durou quatro meses”
Novo podcast Expresso: A eleição de Trump em 2016 e o início de uma nova direita
À Direita: o novo podcast do Expresso que analisa o que une e divide as novas direitas
“Posso chocar muita gente, mas estou de acordo com a proposta do Governo sobre o trabalho social da PSU” e as intervenções de Pedro “passou-se” Coelho
O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
“Trump ordena, baixamos a cabeça e cumprimos” e a pausa na guerra em que “o Irão é claramente vencedor”

O superávite português e a “a lição de 2008” que está entranhada: “O país não pode viver eternamente com o Estado endividar-se”
A situação orçamental portuguesa é vista já com uma possível crise económica no horizonte, resultante da guerra no Médio Oriente. Apesar do panorama positivo, Miguel Sousa Tavares gostaria de ver resultados decorrentes de maior contenção do Estado e não de receitas fiscais recorde. O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou na quinta-feira o segundo maior excedente orçamental em democracia, de 0,7%, muito acima das previsões de 0,3% do Governo. “Absolutamente histórico”, disse o ministro das Finanças, e “positivo”, considera Miguel Sousa Tavares no seu podcast De Viva Voz, feito a partir da sua mais recente crónica no semanário.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Trump é incrivelmente inculto, não sei se terá lido um livro sem ser de autoajuda e é altamente ignorante. Estamos confrontados com um louco à solta”
Miguel Sousa Tavares comenta os dias da guerra no Médio Oriente, o impacto "brutal" para Portugal e para a Europa que "começa finalmente a acordar" e sublinha que "o maior inimigo da Europa está nos EUA". Falamos ainda do impasse da eleição para órgãos de soberania na AR. O cronista deixa uma proposta e um desafio a Seguro See omnystudio.com/listener for privacy information.

A solidão de Marcelo “em busca de afeto”, o ataque lançado “sem saberem bem ao que iam” e o “monumental” processo de Sócrates
Miguel Sousa Tavares recorda um Presidente que, "quando estava no meio da multidão, não estava só". É à luz desta ideia que interpreta o "estilo" que Marcelo Rebelo de Sousa impôs em Belém, a que juntou o "vício da informação que o levou a tentar sempre ser notícia". Sobre a guerra, o cronista entende que não há saídas fáceis para os EUA perante o conflito. Em relação ao processo Marquês, sobram criticas para o Ministério Público e para os magistrados que criaram os mega processos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A guerra e a reação “prejudicial aos interesses nacionais”, o ministro que “nos envergonha” e o escritor que “revolucionou a prosa”
Miguel Sousa Tavares comenta os dias de conflito no Médio Oriente: "a guerra vai abranger o mundo inteiro, com reflexos na economia mundial e vai ser trágica para países mais pobres". Sublinha ainda as diferenças para outras guerra com "o uso da IA no planeamento e na execução das operações militares". Sobram ainda criticas duras para Paulo Rangel por causa das Lajes e não só: "Os EUA estão a utilizar a base à revelia das condições que o governo português impôs e o Governo aceita". O cronista deixa elogios à politica externa de Espanha da qual confessa sentir "inveja", lança uma questão a José Luís Carneiro e conclui o podcast a lembrar a obra de António Lobo Antunes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A guerra “mais estúpida de sempre” e “a coragem” de Luís Neves ao “não recuar perante os desafios”
Quatro anos depois do início da “guerra de desgaste” na Ucrânia, Miguel Sousa Tavares faz o balanço da investida e da resistência dos dois lados da fronteira. No podcast, falamos ainda da Regionalização e da “atração” autárquica entre PSD e Chega. E não deixamos de lado a nomeação do novo MAI. O cronista, que se assume como amigo do ex-diretor da PJ, elogia a coragem de Luís Neves e contesta as críticas que diz não perceber, como é o caso das palavras de Passos Coelho, “a pitonisa do Governo nestas alturas”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Coitados dos autarcas se houver Regionalização” e uma pergunta: um país regionalizado teria respondido melhor à calamidade?
Sousa Tavares comenta o regresso da discussão em torno da Regionalização, depois das tempestades. Admite que o país beneficiaria de uma descentralização de poderes, mas recusa que deva dividir-se em regiões, o que levaria a "substrair competências às autarquias". O cronista também contesta que uma Regionalização tivesse trazido melhores respostas face às intempéries. E se o país avançar nesse caminho, sem novo referendo, Sousa Tavares considera tratar-se de "uma golpada democrática". E espera para ver "como o novo PR vai evoluir nessa matéria"See omnystudio.com/listener for privacy information.