
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
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A insuportável futilidade da política: a CPI que desgasta a Democracia e o falso ânimo que Cavaco, e não Montenegro, deu ao PSD
Miguel Sousa Tavares regressa à CPI da TAP para criticar a valorização de um debate em torno de incidentes que “não interessam ao país”, nem ao próprio comentador que assume não “aguentar mais” continuar a ouvir falar de um assunto que lhe causa “vómito”. O cronista do Expresso diz que gostaria de ter uma oposição que questionasse e fiscalizasse a governação e que assim desgastam-se todos: Governo, oposição e a Democracia. Não faltam críticas à intervenção de Cavaco Silva que, em vez de falar para o país, refugiou-se no “ciclo partidário de onde veio”. O PSD conseguiu ganhar algum “falso ânimo”, uma vez que a iniciativa não veio do líder, Luis Montenegro “chega a ser penoso”. A investigação na Operação Tutti Frutti, que deixa os visados sem defesa, também merece nota negativa. A gravidade do racismo no futebol em Espanha, diz Sousa Tavares, devia resultar numa condenação pesada: “eu expulsava o clube do futebol por vários anos”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A "telenovela" que não é suficiente para derrubar o ministro, a "aldrabice" do adjunto e os que "perderam a vergonha"
Miguel Sousa Tavares critica a atuação da CPI da TAP em mais uma semana de importantes audições. Considera que a intenção dos deputados, ao desviarem-se do tema, é enfraquecer o Governo. Não poupa o depoimento de Frederico Pinheiro, que acusa de "falta de credibilidade" e de "pressa" em ir buscar o computador. Sobre Galamba, Sousa Tavares questiona a competência para os dossiers importantes, mas não as condições para permanecer em funções. Em relação ao desempenho da Economia, não faltam críticas ao Estado e à "arrogância" da banca.See omnystudio.com/listener for privacy information.

As coisas importantes: “estamos sentados à espera que chova” e o “fascismo higiénico” das alterações à Lei do tabaco
Miguel Sousa Tavares critica a falta de resposta de Portugal para um problema estrutural que vários países já procuram atacar: a seca que se agrava, ano após ano. Não basta "deitar dinheiro para cima dos problemas", através de subsídios. O cronista defende uma fusão da pasta da Agricultura com a do Ambiente e lamenta que o tema não esteja a ser discutido. Critico do rumo da CPI da TAP, Sousa Tavares lamenta que esteja dominado por "jogos florais" entre partidos e pelas “Galambadas”. O podcast não passa ao lado das alterações à lei do tabaco que, para o autor, são uma “hipocrisia” e significam “ceder ao que é moda”. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O "desestabilizador" Marcelo, os "disparates do Governo" e o "incapaz" Galamba. E a importância do adjunto Pinheiro
"Altamente crítico" da atuação do Presidente da República, Miguel Sousa Tavares considera que Marcelo Rebelo de Sousa se transformou, neste segundo mandato, num "grande fator de instabilidade". O cronista esteve atento ao discurso do Chefe do Estado e concluí que "não acrescentou absolutamente nada" e que é "impossível ainda ser mais vigilante e interventivo". A crer na veracidade das palavras do PM (ideia sublinhada), Sousa Tavares elogia a decisão de Costa no caso Galamba. Para o ministro sobram palavras duras, tal como para o PSD que, de acordo com o cronista, "não existe". Ouça o podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A "falta de espírito democrático" do Chega: "feios, arruaceiros e maus" e a pergunta a Marcelo sobre a Ordem da Liberdade
Uma reflexão sobre a jovem Democracia portuguesa nos 49 anos do 25 de abril e um olhar crítico para o Chega na cerimónia de boas-vindas a Lula da Silva. Segue por aqui o artigo e o podcast de Miguel Sousa Tavares. O cronista entende que o protesto dos deputados do Chega apenas envergonhou os próprios e que o Presidente do Brasil "desarmou os arruaceiros". Falamos ainda do papel de Santos Silva em toda a polémica. Sousa Tavares analisa a responsabilidade do Ministério Público ("andou aos papéis") nos adiamentos do processo de José Sócrates. E acabamos a refletir sobre as condecorações de Marcelo a que nem a primeira-dama de Lula escapou, num processo de banalização das condecorações. Miguel Sousa Tavares deixa ainda uma pergunta a Marcelo sobre a atribuição da Ordem da Liberdade a Fernando Tordo e Paulo de Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

"Eu, se fosse a si, Lula, não vinha a Portugal" e as consequências de pensar que se pode dar lições de política externa ao Brasil
"Uma trapalhada". É assim que Miguel Sousa Tavares classifica toda em discussão em torno da visita de Lula da Silva a Portugal. Por coincidir com o 25 de abril e pela polémica provocada pelas recentes declarações de Lula sobre o papel dos EUA e da UE em relação à guerra na Ucrânia. O cronista do Expresso diz que o Presidente do Brasil não disse mais do que o Papa e acredita até que possa vir a ser mediador do conflito. Sousa Tavares aponta para a gravidade das declarações de políticos portugueses que não admitem que o Brasil possa ter uma política externa diferente da nossa. Sobre os protestos previstos na AR, entende que Lula da Silva não tem de se sujeitar a ser ofendido pelos deputados do CHEGA e defende que, "cautelarmente", se devia ter escolhido outra data para a receção ao político que "restaurou a democracia" no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O lavar de roupa suja na TAP com o Zé Povinho de um lado e o Zé Povão do outro e a história de um manguito
Miguel Sousa Tavares escreve esta semana sobre "o manguito", para se referir às formas de descontentamento da sociedade que se refletem, por exemplo, nas redes sociais e que coexistem com os "deslumbrados" que fazem vida a partir das carreiras partidárias. Falamos da TAP e da comissão parlamentar onde "ninguém se portou bem" e onde o desgoverno de Pedro Nuno Santos e Hugo Mendes "era total". No podcast, o autor diz que não acredita que haja mais consequências políticas, apesar de João Galamba estar em "péssimos lençóis". A fuga de informações do Pentágono ficou reservada para o improviso, com Miguel Sousa Tavares a apontar uma quebra de confiança entre os EUA e a ONU. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pobre Europa adormecida, desgraçada Ucrânia! A Nato está feliz porque, através da Finlândia, ganhou mais 1300 km de fronteira com a Rússia. Para quê?
A poucos dias de uma visita à China determinante para as relações entre o gigante asiático e a UE, onde chegou acompanhada pelo Presidente francês, Ursula von der Leyen, a presidente da Comissão Europeia, resolveu fazer, mais do que um discurso, uma intervenção de fundo que estabeleceu desde logo não apenas a agenda da visita como também todo o futuro das relações sino-europeias. Ursula von der Leyen é a nova Dama de Ferro. É uma vantagem para a Europa? E o que disse ela sobre a China? Entretanto, é essencial continuar com a guerra na Ucrânia, até à derrota final da Rússia ou até... à eternidade. Que pode ser em 2024, ou mesmo 25, ou até 26, como alguns defensores da ordem liberal internacional e da guerra até ao último ucraniano defendem. See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Um problema para a democracia” chamado Chega, outras “desgraças” e um oásis no meio do mar: “Para não dizerem que não falei de flores”
Miguel Sousa Tavares diz que as declarações de Ventura sobre os acontecimentos que levaram à morte de duas mulheres da comunidade ismaelita resolve "um dilema" a Luís Montenegro que passou a perceber que "o Chega não é frequentável". No podcast desta semana, o cronista do Expresso comenta também os efeitos da descida do IVA nos bens alimentares, que merecem uma "enorme desconfiança". Falamos das entrelinhas dos resultados da TAP, da descida do défice num "país que empobreceu" e da "ofensiva" sobre o AL (com declaração de interesses) num país "perigoso" que muda regras a meio do jogo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Direito - o nosso e o do outros: a decisão do TPI , a crise da habitação num país onde “não faltam casas” e o Presidente que “se intromete demasiado” nas questões do Governo
A atuação do TPI e o mandado de captura contra Putin são o ponto de partida para uma conversa sobre um mundo em mudança "contra os interesses do ocidente" e com "enfraquecimento da posição da Europa". Em relação à deslocação de Xi Ji Ping a Moscovo, Sousa Tavares diz que as críticas revelam "ingenuidade ou má-fé". Para o cronista do Expresso, a crise da habitação só existe em Lisboa e do Porto, num país "desequilibrado" há décadas. Sousa Tavares não passa ao lado da tensão entre Marcelo e Costa e deixa a nota: o PR "anda a intrometer-se demasiado nas questões do Governo"See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mistérios que o capital tece: "o aventureirismo" sem limites dos banqueiros e a "pior geração de políticos europeus" em cem anos
O fantasma da crise na banca voltou e deixou à vista perigos que se julgava estarem ultrapassados. O tema está em destaque no podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz onde não faltam criticas ao gestores bancários, aos supervisores e aos Governos, "sempre dois passos atrás da banca". O cronista diz que os problemas se agravam numa Europa de más lideranças que "só tem olhos para a guerra". Um olhar crítico ainda para os milionários líderes das tecnológicas, "fora de qualquer escrutínio" e uma reflexão sobre as Forças Armadas num país "sem capacidade" para desempenhar as funções traçadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lições de Impunidade: a “leviandade absoluta” da gestão da TAP e os bispos que contribuem para “enterrar a instituição”
As conclusões do relatório da Inspeção de Finanças sobre o processo que levou ao pagamento da indemnização à ex-administradora da TAP Alexandra Reis estão em destaque no podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz. O cronista diz que há lições fundamentais a tirar de um caso gerido de uma forma "leviana e irresponsável". Miguel Sousa Tavares também não poupa nas críticas à hierarquia da Igreja Católica por causa da reação ("desprestigiante") ao relatório sobre os abusos sexuais de crianças e defende que o Estado "tem de intervir". A falta de médicos e a fiscalização que "nunca parece ser suficiente" nos lares portugueses concluem a lista de temas em análise.See omnystudio.com/listener for privacy information.

CP: Comboios Parados - a greve “contra os trabalhadores” numa empresa que é uma “vergonha nacional”
Nada foi feito para resolver os problemas na CP durante décadas, escreve Miguel Sousa Tavares no Expresso, e agora temos "uma guerra civil do país que quer trabalhar contra uma dúzia de sindicatos e uma administração de uma empresa que não serve para nada". O diagnóstico, que o autor estende ao podcast semanal, leva à sugestão de que a empresa seja encerrada e que se avance para uma nova exploração. Sobre a guerra na Ucrânia, o cronista considera que Guterres está inativo "há tempo demais". No improviso, falamos do MNE ("sem queda para o lugar") e da polémica sobre o 25 de abril que "pode vir a ter repercussões" nas relações entre Portugal e o Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Um ano de estupidez humana”. A guerra de que Putin nunca aceitará sair “com o rabo entre as pernas”
Miguel Sousa Tavares faz o balanço de um ano de guerra na Ucrânia. Para o cronista do Expresso, estamos perante uma guerra que se tende a prolongar indefinidamente. No podcast semanal, Sousa Tavares comenta os discursos de Biden e Putin e não passa ao lado das declarações - "irrealistas" - de António Costa que alega que a paz só será possível com a derrota da Rússia. Sobre o novo pacote de habitação, Sousa Tavares destaca pontos positivos, mas aponta críticas: "tudo isto é vago, uma nebulosa absoluta". No que toca às rendas anteriores a 1990, sem atualização, o cronista diz que é tudo "uma anedota". No improviso, confira as (poucas) expectativas sobre a nova Comissão Parlamentar de Inquérito à gestão da TAP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A absoluta infâmia: “estávamos perante uma manhã submersa, a pedofilia é o pior crime que eu conheço”
Os números "chocantes e tenebrosos" do relatório da Comissão Independente sobre os abusos sexuais de menores na Igreja estão em destaque na crónica desta semana de Miguel Sousa Tavares. Perante os dados "muito além da capacidade de perdão", o autor defende no podcast que o Estado tem a obrigação de intervir. Falamos ainda da matriz europeia da Ucrânia que procura aderir à União Europeia, do Novo Banco e do parecer da PGR sobre a greve ("feia") do STOP. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O fim do Estado. O problema de cultura de uma máquina burocrática e a "boa fé" de que a construção em Portugal cumpra as regras em caso de terramoto
Miguel Sousa Tavares escreve esta semana no Expresso sobre os problemas registados em importantes sectores públicos, como a CP, "para desgraça dos utentes e contribuintes", e noutras áreas onde se registam falhas do Estado, como é o caso da aplicação das verbas do PRR. No podcast que acompanha o artigo, falamos ainda da decisão de manter os exames no secundário, "um mal menor". O improviso passa pela discussão sobre as condições do país em caso de sismo. Há legislação que nos protege, mas não fiscalizamos: "depois é Pai nosso e água benta". See omnystudio.com/listener for privacy information.

É oficial, estamos em guerra. O saldo de um ano de Governo e a eventual “confissão de falhanço” da escola pública
A falta de discussão pública em torno da intenção manifestada pelo Governo em enviar tanques Leopard para a Ucrânia deixa Miguel Sousa Tavares indignado. É o tema em destaque na crónica no Expresso e neste podcast semanal. Na análise de um ano de maioria absoluta, a critica: o Governo "arrastou-se a gerir crises internas" e "encostou-se ao investimento do PRR". Sobre o futuro dos exames nacionais no secundário, acabar com a avaliação será, na opinião do comentador, uma forma de "decretar o falhanço da escola pública". E há mais para ouvir no podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Assim, o Brasil não vai dar certo. A falta de ética na política portuguesa e o “abuso do dinheiro dos portugueses” nas Jornadas da Juventude
Miguel Sousa Tavares escreve esta semana sobre a tensão no Brasil, por força da instabilidade das Forças Armadas: "pessoas muito marcadas pela extrema-direita". No podcast, que acompanha a crónica, não passamos ao lado das polémicas recentes da política portuguesa e do caso "extremamente grave" de Pedro Nuno Santos bem como do jogo de "malabarismo das palavras" de Gomes Cravinho. No improviso, a interrogação crítica do autor: "mas porque é que organizamos as Jornadas da Juventude? será que não aprendemos?".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Montenegro vai ferido de asa. A engenhosa greve dos professores e a audição da presidente da TAP
Miguel Sousa Tavares escreve esta semana sobre as consequências - no PSD e para a liderança - da investigação na Operação Vórtex que envolve um ex-autarca do partido. Considera que Luís Montenegro "não está morto politicamente", mas "perdeu autoridade moral". No podcast que acompanha a crónica, admite que "há razões indiscutíveis" no protesto dos professores mas alerta para as consequências e, no improviso, analisa as declarações da presidente da TAP no Parlamento.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Que gente é esta? Os casos e os políticos que “sabem ao que vão,” mas “estão a corroer a democracia”
Miguel Sousa Tavares considera que António Costa começa finalmente a assumir a gravidade dos problemas que levam às saídas no Governo. No artigo desta semana no Expresso e no podcast, o autor analisa o atual momento político e a responsabilidade individual e coletiva dos políticos envolvidos: "no princípio e no fim está a consciência" de cada um. Antecipamos ainda as questões que se colocam sobre a TAP e analisamos os dias difíceis que se vivem no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Viver habitualmente. O diagnóstico de “um Governo que parece uma nave a meter água por todos os lados”
Miguel Sousa Tavares considera que António Costa perdeu uma oportunidade, com a remodelação do Governo, de mostrar "mais qualquer coisa". Na crónica semanal do Expresso e no podcast que a acompanha, o autor fala do PM como "um comandante que está a perder o controlo do navio" e lembra a herança de Pedro Nuno Santos para considerar que o ex-ministro não deixa obra feita, mas apenas promessas. Em destaque ainda, o discurso de Lula, Presidente. No improviso, falamos do novo contrato de Cristiano Ronaldo, "um balúrdio de dinheiro".See omnystudio.com/listener for privacy information.

A gozar com o pagode: a crise em que António Costa parece ter perdido o controlo do Governo e deve explicações
A crise política que envolve o Governo está em destaque no artigo de opinião no Expresso e no podcast de Miguel Sousa Tavares esta semana. O cronista considera que Pedro Nuno Santos demorou demasiado tempo a demitir-se e só o fez porque a pressão se tornou "insustentável". Com o rol de demissões, há um descontrolo no Governo, que leva o autor a responsabilizar o primeiro-ministro e a exigir explicações. Falamos ainda no atual momento da CP, "a mais ruinosa empresa pública do país" e deixamos para o improviso o melhor e pior de 2022, bem como os desafios para o ano que vem, na leitura de Miguel Sousa Tavares.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Não se habituem. A má educação política e cívica de Costa e a 'pop star' Zelensky
A entrevista do PM à Visão e outras atitudes de António Costa estão em análise no podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz. O autor da crónica semanal no Expresso entende que Costa atua com arrogância e com tiques de quem "tem o rei na barriga". Sousa Tavares esteve atento à inesperada deslocação de Zelensky aos EUA, mas não embarca na ideia de que estamos perante um herói, será - sublinha - mais uma "pop star", embora admita que o Presidente ucraniano sai reforçado de Washington. No improviso, a surpresa do cronista do Expresso com as declarações de Costa nos cumprimentos a Marcelo em BelémSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Bonita, ingénua, bem intencionada: a Europa envolta em suspeitas de suborno. E o caso que devia levar à demissão do ministro Gomes Cravinho
Miguel Sousa Tavares destaca o caso "sem precedentes" e "altamente perturbante" que levou à detenção da vice-presidente do Parlamento Europeu. No podcast que acompanha o artigo no Expresso, o autor avalia ainda os efeitos das intempéries em Portugal para dizer que o IPMA e a Proteção Civil falharam. Sobre o processo que levou à detenção do ex-diretor-geral de recurso da Defesa Nacional por suspeitas de corrupção, Sousa Tavares fala em irresponsabilidade por parte do ex-ministro (e atual MNE) por ter desvalorizado os relatórios que apontam culpas ao alto quadro do ministério e diz que só há uma saída para Gomes Cravinho: demitir-se.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ensaios sobre a lucidez. A “desnecessária” revisão constitucional e o “ato de coragem” de Fernando Santos
Vem aí uma revisão constitucional e Miguel Sousa Tavares avalia a proposta de criminalizar o abandono de animais para sublinhar a prioridade de se penalizar o abandono de pessoas. No podcast que acompanha o artigo no Expresso, o autor destaca a importância de uma entrevista de um dissidente russo a viver nos EUA e analisa os jogos da seleção no Catar. Deixamos a crise nas urgências para o improviso: "é preciso não entrar toda a gente em pânico". Sem passar ao lado da "falta de clareza" do mais recente parecer do Conselho Nacional de Ética e Ciências da Vida.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Um impasse chamado Portugal. E o Mundial. Os treinadores que estão "a matar o futebol" e o elogio a Bruno Fernandes
Miguel Sousa Tavares escreve esta semana no Expresso sobre a estagnação de Portugal, prestes a ser ultrapassado pela Roménia no PIB per capita. No podcast que acompanha o artigo, o autor faz o retrato de um país afetado por uma espécie de "conferencite aguda", que perdeu estratégia numa tendência que se está "a agravar cada vez mais". Sobre o Mundial, Sousa Tavares fala dos treinadores que "fogem" do futebol de que o público gosta e avalia o desempenho da seleção portuguesa. No improviso, destaque para a Eutanásia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

E o Catar aqui tão perto! Os "novos escravos" que fingimos não ver por cá e a justificação "coxa e hipócrita" de Marcelo
Miguel Sousa Tavares escreve esta semana no Expresso sobre a exploração de trabalhadores migrantes nos campos agrícolas em Portugal. No podcast que acompanha o artigo, o autor critica os empresários que "fingem que não sabem de nada", o que considera "uma hipocrisia" e elogia a ação do DIAP e da PJ que permitiu desmantelar uma rede, que reflete "o Catar entre nós". Marcelo Rebelo de Sousa foi assistir ao jogo da seleção no Mundial. Fica-lhe "muito mal", diz Miguel Sousa Tavares. No improviso, destaque para a vitória portuguesa frente ao Gana. O que saltou à vista, na análise do cronista, foi uma equipa em campo com "medo da própria sombra", o que "não é aceitável" numa seleção com um plantel tão forte.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma pausa na loucura (da guerra)? O desfile “saloio” dos políticos no Catar “sentados em estádios que são cemitérios” e a “atitude intriguista” de Carlos Costa
Miguel Sousa Tavares sobre a queda do míssil do lado da fronteira polaca. No podcast, o cronista elogia a cautela com que Biden lidou com o assunto e entende que está criada uma boa oportunidade para se negociar a paz. Sinais positivos também são os que sobram do encontro entre Biden/XI Jinping. Já sobre o Mundial do Catar, nota negativa para as três maiores figuras do Estado que se preparam para assistir aos jogos da seleção: "isto não é a festa do costume". No improviso, a crítica ao livro do ex-governador do Banco de Portugal. Para Miguel Sousa Tavares, as acusações que Carlos Costa faz revelam um comportamento "muito feio".See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Do caos ao delírio: o Cairo”. A COP27 com o mundo a “caminhar para o inferno” e as eleições nos EUA onde os republicanos vão “cavar uma divisão”
O retrato decadente de uma capital antiga e "ingovernável" e o "mistério absoluto" em torno da nova cidade de luxo construída para 7 milhões de habitantes. Miguel Sousa Tavares fala do caos no Egipto, sem perder de vista os trabalhos da COP27 em Sharm El-Sheik, onde considera que os graves problemas ambientais não se resolvem com "discursos de circunstância". Seguimos por aqui no podcast semanal que reserva ainda a análise das intercalares americanas para o improviso final. Para o cronista, mesmo sem ter havido uma onda vermelha do partido republicano, a potencial recandidatura de Trump não ficou enfraquecida.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O futebol é lindo, este mundial é uma vergonha. Falamos do Catar e ainda dos desafios de Ronaldo e Fernando Santos
No mês em que arranca o mundial no Catar, Miguel Sousa Tavares escreve no Expresso sobre uma competição que, em vez de ser uma festa, é um “mundial da vergonha”. No podcast que acompanha o texto, Sousa Tavares lembra que a prova fica marcada pelo sangue dos 6500 trabalhadores que perderam a vida a construir os estádios, fala da violação dos direitos humanos no país e faz uma confissão: “continuo a adorar futebol, mas já não vou aos estádios há 5 anos”. No improviso do podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz, analisamos os desafios da seleção nacional, onde não deve haver “lugares cativos”, mesmo que o jogador se chame... Cristiano Ronaldo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Entre todas as tempestades. O acordo da energia por esclarecer, a CGTP “apanhada com as calças na mão” e o “benefício” do OE da maioria absoluta
Há muito por esclarecer sobre o acordo energético alcançado entre Portugal, Espanha e França. Miguel Sousa Tavares escreve esta semana no Expresso que "é demasiado importante" para que não seja bem explicado. No podcast que acompanha o texto, o autor fala ainda do acordo com a Função Pública que deixou a CGTP de fora, do atual momento na TAP e na ANA e do impasse na guerra. Sem esquecer as eleições no Brasil. No improviso, falamos do OE "de tempos de guerra" que acaba de ser aprovado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Queriam um museu da escravatura? Está no Rossio”. Montenegro e “uma ideia de oportunismo” e “o saco de vento” Liz Truss
Miguel Sousa Tavares escreve esta semana sobre o “negócio de semi-escravidão” que envolve jovens timorenses que se encontram a trabalhar em Portugal perante o silêncio de todos. No Podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz, o cronista analisa o mais recente discurso do presidente do PSD para considerar que “há um desnorte” e que “o PSD não consegue encontrar uma linha de conduta” para ser oposição. No improviso falamos da demissão de Liz Truss. “Não tinha uma ideia na cabeça”, diz Sousa Tavares que, noutros artigos, já antevia este desfecho. E acrescenta: “a coerência pode não fazer manchetes nos jornais, mas a prazo pode render mais”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

"Não lhes perdoeis, Senhor pois eles sabem o que fizeram". Os abusos num "mundo submerso e sinistro" e as desculpas de Marcelo
Miguel Sousa Tavares escreve esta semana no Expresso sobre a polémica em torno dos abusos sexuais na Igreja portuguesa. Uma realidade "sinistra e submersa" durante décadas ocultada por homens “com responsabilidades que não têm perdão”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Bolsonaro, a criatura de Lula” e a responsabilidade de quem ajudou Bolsonaro a passar do estatuto de troglodita ao de Presidente
No podcast que acompanha o artigo semanal no Expresso, Miguel Sousa Tavares analisa a primeira volta das presidenciais no Brasil e conclui que Lula da Silva devia ter tido a humildade de sair de cena e dar oportunidade a outro candidato para enfrentar Bolsonaro. Sousa Tavares acredita que, ao candidatar-se, Lula aumentou as hipóteses de Bolsonaro ganhar. Falamos ainda do futuro aeroporto e de vir a ser estudada a localização em Santarém, "até parece que queremos gastar mais tempo e dinheiro". Sobre a sabotagem dos gasodutos Nordstream, fica a pergunta: "Putin será assim tão estúpido?". E na semana em que revelamos que o Algarve só tem água para mais um ano, voltamos a falar dos erros dos especialistas que já não se reuniam há demasiado tempo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

E "viva la muerte". Os "senhores da guerra" que não dão hipótese à paz e o problema "gravíssimo" nos rios portugueses
No podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz, regressamos à guerra na Ucrânia, onde "já se passou o ponto em que a paz parecia possível" com o autor a responsabilizar diretamente importantes dirigentes mundiais. No podcast que acompanha a crónica semanal no Expresso, Sousa Tavares analisa o corte de água do lado espanhol no Douro e acredita que vai ter resposta do lado português, "não podemos ficar de braços cruzados". No improviso falamos de uma deputada do PS que "perdeu uma excelente oportunidade" de continuar desconhecida.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O “suicídio” do planeta e a guerra que “não corre bem” a Putin
O retrato de um planeta em sofrimento é o tema do artigo de opinião de Miguel Sousa Tavares esta semana no Expresso. Com a desculpa da guerra, regressaram as indústrias poluentes e regista-se uma “súbita aceleração dos indicadores do desastre”, perante a “passividade dos jovens”. No improviso, na parte final do podcast, Sousa Tavares fala do discurso de Putin e da potencial ameaça nuclear que “espera não acreditar que aconteça”. O cronista do Expresso acrescenta: “acho que ele não terá perdido o juízo completamente”. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A Rainha e os súbditos. Uma notável gestão do silêncio e a primeira-ministra “catavento”
Num tempo marcado pelo excesso de informação, Miguel Sousa Tavares lembra o peso e o impacto das escassas palavras proferidas por Isabel II ao longo da história. No podcast que acompanha o artigo no Expresso, o autor fala de um reinado que começou com Churchill como primeiro-ministro e acabou com Liz Truss. Uma líder que “mudou de opinião e de campo várias vezes” na política. Miguel Sousa Tavares fala ainda da guerra e de um exército russo que “dá ideia que não é profissional”. No improviso não esquece as mudanças na Saúde: “Os portugueses deviam acender uma velinha para o Dr. Fernando Araújo”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

200 anos de fado tropical. O Brasil e a "indecorosa fantochada" a que Marcelo se prestou
No podcast que acompanha a crónica no Expresso, Miguel Sousa Tavares fala de um país que viveu sucessivos ciclos de riqueza, mas que acaba por ser um projeto falhado. Não passa ao lado da presença do Presidente da República na tribuna com Bolsonaro no bicentenário da independência: “Portugal não esteve ali representado, esteve Marcelo Rebelo de Sousa.” O autor fala do importante pedido de desculpas a propósito do massacre de Wiryamu. No improviso, comenta a polémica sobre as novidades anunciadas para as pensões, “um truque contabilístico do Governo.” See omnystudio.com/listener for privacy information.

O último dos líderes que conseguiu mudar o mundo e a herança “absolutamente lastimável” de Marta Temido
No podcast desta semana, Miguel Sousa Tavares recorda o papel de Mikhail Gorbachev que pôs fim à guerra fria e a solidão que o líder soviético veio a enfrentar porque “o ocidente não esteve à altura”. Incontornável a análise ao tema que marcou a atualidade esta semana, a demissão da ministra da Saúde, Marta Temido. Diz Sousa Tavares: “já devia ter ido embora há muito tempo.” No improviso, falamos de uma tentativa de censura a jornalistas no futebol, um mundo “povoado pelos piores juristas.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

A Era da Estupidez: “Estamos entretidos com jogos de guerra num planeta que dá sinais de exaustão”
No regresso do podcast de Miguel Sousa Tavares, que acompanha a crónica publicada na edição semanal do Expresso, o autor lamenta que seis meses depois do início da guerra na Ucrânia nenhuma das partes se mostre disponível para abrir negociações que possam conduzir à paz. Fala ainda da "imensa oportunidade perdida em Angola", assumindo que João Lourenço o dececionou. No improviso, deixa um recado a Marcelo Rebelo de Sousa ao admitir que teme "o pior" quando o Presidente for ao Brasil para as cerimónias do bicentenário da independênciaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

“A rendição” de Kissinger e o problema do pensamento único
Neste episódio do podcast que acompanha a crónica semana de Miguel Sousa Tavares no Expresso, falamos do dito por não dito de Henry Kissinger e dos efeitos, para as democracias, da guerra na Ucrânia. E ainda do papel de Guterres em todo o processo. No improviso que reservamos para o fim, Sousa Tavares traça o seu diagnóstico do Estado da Nação: “Um ciclo de cansaço”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Porque continuamos a viver o terror dos incêndios? Uma reflexão sobre o país que temos
Miguel Sousa Tavares traça o retrato de um país "eternamente adiado" e a questão dos incêndios é o ponto de partida para uma conversa sobre a falta de rumo e de estratégia nacional. O podcast em torno do artigo publicado esta semana no Expresso não se esgota nos temas da escrita. A nova liderança do PSD não escapa ao improviso final: "estou um bocado confuso em relação ao Luís Montenegro"See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pedro Nuno Santos: episódio de sobrevivência no poder. A estreia de Miguel Sousa Tavares em podcast
Miguel Sousa Tavares de viva voz. O Expresso tem um novo podcast que reflete o artigo de opinião assinado por Miguel Sousa Tavares na edição semanal do jornal. Esta semana, o cronista fala de "políticos que não são gente como nós" para apontar baterias a episódios recentes que envolveram o Presidente da República, o ministro Pedro Nuno Santos ou Boris Johnson. Uma discussão em torno de formas de "sobrevivência no poder" e "enxovalhos". Com um tema extra para descobrir na parte finalSee omnystudio.com/listener for privacy information.