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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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Gesto de desespero? O aumento do IOF de olho na reeleição

Desde a campanha, o presidente Jair Bolsonaro rechaçou a possibilidade de aumento de impostos durante seu governo. Porém, na semana passada, o governo decidiu aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras, ou IOF, que incide sobre operações de crédito. As novas alíquotas já começaram a valer desde ontem para pessoas físicas e jurídicas e serão aplicadas até 31 de dezembro de 2021. Para as pessoas físicas o aumento foi de 3% ao ano para 4,08%. Já para as pessoas jurídicas, a alíquota anual passa de 1,5% para 2,04%. De acordo com o Ministério da Economia, os valores arrecadados serão utilizados para custear o Auxílio Brasil, programa do governo que deve substituir o Bolsa Família. Segundo a pasta, os gastos com o novo programa terão um acréscimo de um bilhão e 600 milhões de reais na despesa obrigatória de caráter continuado do governo federal. Além disso, a Lei de Responsabilidade Fiscal determina que é necessário indicar a fonte para custear o aumento dessa despesa. Para o próximo ano, esse dinheiro, segundo o governo, virá da recriação do imposto de renda sobre lucros e dividendos, que está em discussão no Senado. Entre as operações de crédito que passarão a cobrar mais imposto estão o cheque especial, o cartão de crédito, o crédito pessoal e os empréstimos para empresas. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira, vamos entender mais sobre os bastidores desse movimento de aumento do IOF feito pelo governo federal com editora do Estadão/Broadcast e colunista da Rádio Eldorado, Silvia Araújo. E para falar sobre o impacto do aumento do IOF nas contas dos brasileiros, vamos conversar com a pesquisadora de finanças públicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Juliana Damasceno. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 21, 202124 min

Quais acusações Bolsonaro enfrentará no relatório da CPI da Covid?

Desde o mês de abril, quando foi oficialmente instalada no Senado Federal, a CPI da Pandemia prendeu a atenção da população com atualizações diárias sobre a condução da pandemia pelo governo federal. Após quase cinco meses de trabalho, o relatório final deve ser entregue até o final da semana. A investigação foi prorrogada por mais três meses no dia 14 de julho, e pode ser finalizada até o dia 5 de novembro. Segundo o senador Renan Calheiros, relator da comissão, o grupo pretende entregar o documento na quinta ou sexta-feira desta semana. A pedido da CPI, um grupo de juristas analisou depoimentos e toda a documentação da CPI e entregou, na última semana, um relatório com os possíveis crimes cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro na condução da pandemia. Este deve ser um dos capítulos do relatório. O parecer também aponta outros crimes que teriam sido cometidos por Bolsonaro, como infração de medida sanitária preventiva, charlatanismo; incitação ao crime; prevaricação e crime contra a humanidade. Autor do pedido para os juristas, o senador Alessandro Vieira, garantiu que há elementos suficientes para um pedido de impeachment do presidente. Quem nos traz mais detalhes sobre o relatório da CPI da Covid é a repórter do Estadão, em Brasília, Julia Affonso. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos conversar sobre o impacto do relatório final da CPI e as consequências políticas para Bolsonaro com Leandro Consentino, cientista político do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 20, 202128 min

Tecnologia #185: #Start Eldorado: Tecnologia nos bancos para entender o momento do cliente

A jornada digital do cliente, com produtos personalizados e oferecidos por meio de inteligência artificial, baseada em uma intensa análise dos dados para entender o que cada pessoa realmente precisa e tornar as relações com as instituições bancárias mais produtivas, dependendo de cada momento da vida. O head do BTG+, Rodrigo Cury, é o convidado desta noite do Start Eldorado, em mais uma entrevista da "Start Infra Week". Com ele e com Luciano Moizio, diretor de tecnologia da NEC, falaremos ainda de proteção dos dados e os próximos desafios do Open Banking. O Start Eldorado vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 18, 202126 min

Conteúdo Patrocinado: Conexão – Transformação Digital com Pedro Doria

Estamos ainda em tempo de pandemia, e quem não quer saber como vamos ficar quando tudo isso passar? O trabalho presencial volta? Ficamos no semipresencial? Vamos ficar em casa todos? Os convidados de Pedro Doria nessa edição são Fabio Costa, general manager no Brasil da Salesforce, e Denise Santos, CEO da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, que tem uma tese bastante interessante sobre estas questões. E não só, aqui falamos também de transformação digital, saúde mental e que tipo de profissional está mais preparado para revolucionar uma empresa. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 17, 202125 min

Quarentena eleitoral: o freio imposto a militares e membros do Judiciário

A Câmara dos Deputados decidiu reinserir no Código Eleitoral uma quarentena de quatro anos para juízes, membros do Ministério Público, militares e policiais que queiram se candidatar a partir de 2026. Uma ação que pode atingir parte da base de apoio ao presidente Jair Bolsonaro no Congresso. Com isso, militares da União, policiais civis e militares, membros do MP e guardas municipais, terão de se afastar do cargo pelo menos quatro anos antes de disputar a eleição. Para alguns, a medida visa afastar figuras que faziam parte da Lava Jato do pleito, como o ex-juiz Sérgio Moro, tido como eventual presidenciável. Especialistas em segurança pública veem com bons olhos a medida para coibir a politização dentro das Polícias Militares, como aconteceu no caso do coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo Aleksander Lacerda, afastado por desrespeitar o regulamento da corporação e postar publicamente ataques ao STF. Parlamentares contrários à medida chamaram de “manobra regimental” a retomada do afastamento obrigatório no texto, que havia sido retirado na semana passada. Essa medida faz parte do novo código eleitoral que está sendo discutido na câmara. Para que as mudanças passem a valer nas próximas eleições, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e sancionado até o início de outubro. No Estadão Notícias desta sexta-feira, vamos conversar sobre a aprovação dessa medida com a repórter do Estadão, em Brasília, Camila Turtelli. E também vamos falar dos impactos desta mudança para base bolsonarista com o cientista político da Unesp de Araraquara, Bruno Silva. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 17, 202126 min

Indicação de André Mendonça ao STF subiu no telhado?

O ex-ministro da Justiça, André Mendonça, ainda aguarda a sabatina a ser realizada no Senado. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado recebeu a indicação do ex-ministro da Justiça para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, no dia 18 de agosto, e desde então, nada aconteceu. O presidente Jair Bolsonaro indicou seu ministro terrivelmente evangélico, mas o nome não é o mais cotado pelos senadores. Para ser aprovado, André Mendonça precisa passar por sabatina, ter o seu nome aprovado na comissão e no plenário da Casa. Além disso, o episódio ocorrido no dia 7 de setembro em que o presidente atacou o STF e os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso dificultaram ainda mais a vida do ex-AGU.  Parlamentares que apoiam o ex-ministro para a vaga no STF estão colocando em dúvida se o governo está realmente empenhado em ter Mendonça em uma cadeira da Corte. Com todos esses problemas, existe uma pressão para que o presidente Jair Bolsonaro troque o nome do indicado para o STF. Afinal, qual o recado que o senado quer passar ao segurar a indicação de André Mendonça para o STF? Sobre o assunto, vamos conversar no episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, com Eduardo Grin, cientista político da FGV. Também vamos falar com o repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 16, 202126 min

A falta de vacinas para 2ª dose e a mistura de imunizantes

Desde a semana passada, pelo menos seis Estados relataram que estão sem a vacina da AstraZeneca para fazer a aplicação. O governo paulista resolveu administrar o imunizante da Pfizer para não atrasar o cronograma de quem tomou a primeira dose da vacina da Oxford. O Ministério da Saúde afirmou que entregou todas as doses e que o problema foi a utilização de AstraZeneca destinada à segunda dose para imunizar as populações mais jovens nos Estados. Já o Supremo Tribunal Federal formou maioria para confirmar a decisão do ministro Ricardo Lewandowski que obrigou o Ministério da Saúde a assegurar o envio de vacinas suficientes ao Estado de São Paulo para a aplicação da segunda dose, seja da Pfizer ou da Astrazeneca. Além de São Paulo, cinco estados estão sem vacinas da AstraZeneca para a segunda dose: Rio Grande do Norte, Rondônia, Tocantins, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, onde também está prevista a troca pela vacina da Pfizer. A intercambialidade de diferentes imunizantes já é uma realidade em alguns públicos da campanha de vacinação. É o caso das gestantes, que tomaram a primeira dose da Astrazeneca e devem receber a segunda da Pfizer, e dos idosos com mais de 70 anos, que tiveram acesso a duas doses da CoronaVac, e agora poderão levar uma terceira aplicação de Pfizer, Astrazeneca ou Janssen. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, vamos conversar sobre essa mistura de imunizantes com a infectologista Mônica Levi, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações. E para entender um pouco mais sobre essa queda de braço entre Estados e o governo federal, vamos falar com a repórter do Estadão, Mariana Hallal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 15, 202126 min

O fracasso dos atos contra Bolsonaro e o que eles sinalizam para 22

Manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro ocorreram em pelo menos em 15 capitais neste último domingo (12). Os protestos foram organizados por grupos de centro-direita como MBL, Vem Pra Rua e Livres. Porém, os atos tiveram baixa adesão, em larga medida, porque não conseguiram atrair setores da esquerda. Partidos como o PT e PSOL não aderiram à manifestação, já o PDT de São Paulo e algumas centrais sindicais anunciaram apoio.  A Avenida Paulista, em São Paulo, reuniu o maior público com cerca de 6 mil pessoas, número bem menor do que os 125 mil registrados nas manifestações pró-governo do feriado de 7 de setembro No local, pré-candidatos à Presidência discursaram. Entre eles, o governador de São Paulo, João Doria, do PSDB; Ciro Gomes, do PDT; o ex-ministro, Luiz Henrique Mandetta, do DEM; o senador Alessandro Vieira, do Cidadania, e a senadora Simone Tebet, do MDB. Os conflitos entre partidos de esquerda, centro e direita dificultam a criação de uma frente ampla e diversa em defesa do impeachment.  Para entender como foi o clima das manifestações e o que pode surgir daqui para frente, vamos conversar com Pedro Venceslau, repórter de política do Estadão que acompanhou o protesto na Avenida Paulista. E para debater a viabilidade de uma frente ampla contra Bolsonaro e como os atos de domingo impactam na corrida eleitoral de 2022, convidamos Roberto Gondo, professor de comunicação política da Universidade Mackenzie. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia CoráMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 14, 202125 min

Inflação, desemprego e múltiplas crises: economia vai afundar?

Na última semana, pressionado pelos efeitos das manifestações do 7 de Setembro, o presidente Jair Bolsonaro adotou momentaneamente um discurso mais moderado, sem os tradicionais ataques que faz a outros Poderes, especialmente ao Supremo Tribunal Federal (STF). Essa metamorfose ficou cristalizada na nota intitulada “Declaração à Nação”. O documento é dividido em 10 pontos e parece ser uma carta de desculpas pelas ameaças proferidas no feriado, quando participou dos atos em São Paulo e Brasília. A inflexão comportamental não foi obra única de Bolsonaro, já que ele precisou das digitais do ex-presidente Michel Temer para redigir o texto. Outro episódio que evidenciou a mudança de postura de Bolsonaro foi o áudio em que o presidente pedia para os caminhoneiros que não paralisassem as rodovias. Muitos motoristas não acreditaram no conteúdo. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, teve que gravar um vídeo para confirmar a autenticidade do áudio de Bolsonaro. O recuo na retórica hostil de Bolsonaro empolgou o mercado de ações. Agentes celebraram a trégua entre os Poderes, porém a duração da postura pacificadora do presidente é vista por especialistas com ceticismo. Além disso, os “problemas reais”, como a inflação em alta, continuam preocupando economistas. O ambiente econômico pode melhorar com os novos sinais emitidos por Bolsonaro? O que é preciso ser feito para melhorar as condições de vida da população? Conversamos sobre o tema numa entrevista com o economista e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola. E o que restou da agenda econômica do governo que pode prosperar no Congresso? Quem nos conta é a repórter do Estadão/Broadcast em Brasília, Idiana Tomazelli. Apresentação: Emanuel BonfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 13, 202128 min

Tecnologia #184: #Start Eldorado: Inteligência e jornada digital na saúde - Parte 2

Digitalização da saúde, com o uso intenso de inteligência de dados em toda a jornada do paciente, do primeiro atendimento ao tratamento. Dispositivos capturando informações revertidas em ganhos para o desempenho dos sistemas hospitalares. As preocupações com a segurança das informações nestes ambientes. Em mais um programa da série "Infra Week", o Start Eldorado recebe EIiezer Silva, diretor de Medicina Diagnóstica e Ambulatorial do Hospital Israelita Albert Einstein e responsável por Transformação Digital na instituição, e Luciano Moizio, diretor de tecnologia da NEC, para a segunda parte da conversa sobre esses temas. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 11, 202117 min

Dentro de Guantánamo: uma viagem à herança americana da Guerra ao Terror

A prisão de Guantánamo, criada por George W. Bush após os atentados de 2001 para trancafiar terroristas, atravessa governos americanos como uma herança incômoda da guerra ao terror. Os Estados Unidos chegam ao aniversário de 20 anos dos ataques com a prisão de Guantánamo ainda aberta, presos sem acusação formal e julgamentos intermináveis à margem da lei americana. Não há respostas legais aos acusados pela arquitetura do ataque às Torres Gêmeas, nem responsabilizações pelos atos de tortura do próprio governo. Obama fracassou em fechá-la. Trump nem tentou. Joe Biden promete acabar com o presídio que virou símbolo de tortura e violações, mas enfrentará resistências.   Neste episódio especial do 'Estadão Notícias', a repórter Beatriz Bulla, correspondente do Estadão em Washington, viaja até Guantánamo para contar qual é a situação atual da prisão e as curiosidades dessa base naval americana. Cerca de 780 presos já passaram pela prisão, mas a maioria foi transferida para outros países ainda nos governos Bush e Obama. Hoje, são 39. Só dois dos detentos que continuam na base foram condenados pelas comissões militares.  A maior parte nunca foi sequer acusada. Dez já podem ser transferidos para outros países; 17 têm casos que devem ser revisados e outros dez estão à espera da sua vez nas comissões militares. Entre eles os cinco acusados de arquitetar o 11 de setembro. A saída dos EUA do Afeganistão pressiona Biden a resolver esse imbróglio.  A reportagem do Estadão passou quatro dias em Guantánamo para acompanhar sessões das comissões militares, uma espécie de julgamento dos poucos detentos que foram acusados de terrorismo e crimes de guerra. E contamos tudo aqui.   Apresentação, roteiro e reportagem: Beatriz BullaProdução: Julia Corá.Montagem: Carlos Amaral. Editor do núcleo de áudio do Estadão: Emanuel BomfimSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 10, 202121 min

ESPECIAL: 20 anos do atentado de 11 de setembro

Há 20 anos, no dia 11 de setembro, um atentado terrorista em solo americano mudou definitivamente a história. Um grupo de terroristas ligados à Al-Qaeda sequestrou quatro aviões comerciais e, como se fossem mísseis, os lançaram em direção às Torres Gêmeas e ao Pentágono, matando cerca de 3 mil pessoas. Além de chocar o mundo, o atentado marcou o início da “Guerra ao Terror”, liderada pelos Estados Unidos. Como resposta aos ataques do 11 de setembro, o presidente George W. Bush invadiu o Afeganistão para derrubar o Taleban, que na época controlava o país. O grupo ainda tinha alianças com a própria Al-Qaeda. Havia suspeita de que Bin Laden estivesse em território afegão, acobertado pelos extremistas. Outros países entraram na guerra em apoio aos americanos, como a França, a Alemanha e o Reino Unido. Essa coalizão conseguiu estabelecer na capital, Cabul, um governo apoiado pelo Ocidente. O grupo porém não desapareceu por completo, seguiu com atentados e expandiu sua influência política. Este ano, após quase duas décadas de disputas, os EUA anunciaram a retirada das tropas do país e o grupo extremista islâmico retomou o poder em Cabul, no último dia 15 de agosto. Estima-se que mais de 242 mil vidas foram perdidas, entre civis e militares, durante o conflito. No episódio do 'Estadão Notícias' desta sexta-feira que antecede o 11 de setembro, vamos conversar com quem acompanhou a notícia de perto naquele 2001: o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, que na época era Editor Executivo, e Paulo Sotero, que era correspondente do Estadão em Washington. E para entender o futuro das relações entre os países nesta “era pós guerra ao terror” vamos conversar com o doutor em Relações Internacionais e professor da FAAP, Carlos Gustavo Poggio. Quem também participa da entrevista é o editor de Internacional, Luiz Raatz. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia CoráMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 10, 202136 min

As reações ao golpismo de Bolsonaro e a chance de impeachment

As manifestações de 7 de Setembro aumentaram consideravelmente a tensão entre os Poderes em Brasília. As declarações antidemocráticas do presidente Jair Bolsonaro, em seus discursos em São Paulo e em Brasília, geraram uma série de reações institucionais ao longo desta quarta-feira, 8. Um dos pontos mais contestados do discurso de Bolsonaro foi quando disse que não acatarria mais decisões judiciais do ministro do STF, Alexandre de Moraes, a quem chamou de “canalha”. Ele ainda cobrou que o presidente da Corte enquadrasse o magistrado, que é responsável pelos inquéritos que apuram possíveis crimes de Bolsonaro.  O presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, respondeu às críticas na sessão plenária desta quarta-feira, afirmando que as atitudes do chefe do Executivo representam um “atentado à democracia”. E que as ameaças de Bolsonaro, se levadas adiante, configuram “crime de responsabilidade”, o que pode levá-lo ao impeachment.Com menos contundência do que Fux, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também se posicionou contra a postura de Bolsonaro, apesar de não citá-lo nominalmente. Lira é quem pode autorizar abertura de processo de impeachment contra o presidente. Partidos como PSDB já se mobilizam mais intensamente nessa direção, após os protestos. As diferentes reações do Judiciário, do Legislativo e da classe política é o que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio desta quinta-feira do ‘Estadão Notícias’, Felipe Frazão e Marcelo de Moraes. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 9, 202130 min

Atos fortalecem intenções golpistas de Bolsonaro?

O feriado de 7 de Setembro foi marcado por diversos atos contra e a favor do presidente Jair Bolsonaro. Foi um longo dia de tensão e ameaças, parte delas feitas pelo próprio presidente, que a cada discurso atacava, mesmo que indiretamente, ministros do Supremo Tribunal Federal. Já na madrugada de segunda-feira, 6, um grupo de apoiadores do presidente furou o bloqueio de segurança e conseguiu entrar com carros e caminhões na Esplanada dos Ministérios em Brasília. Ao contrário do anunciado pela Polícia Militar do Distrito Federal, não houve um cordão de revista na chegada dos manifestantes bolsonaristas ao local.  Pela manhã, Bolsonaro participou do hasteamento da bandeira, andou de helicóptero sob o local e desfilou no tradicional Rolls-Royce até a Praça das Bandeiras com a condução do ex-piloto de Fórmula 1, Nelson Piquet. Quando discursou, o presidente atacou o STF e falou que pretende se reunir com o “Conselho da República”. Em São Paulo, no protesto da Avenida Paulista, Bolsonaro voltou a falar sobre a urna eletrônica e exigiu voto impresso e auditável e desta vez direcionou suas críticas ao ministro Alexandre de Moraes. Os ataques do presidente Jair Bolsonaro nas manifestações também mobilizaram PSDB, PSD, Solidariedade e MDB a discutirem um novo pedido de impeachment contra o chefe do Executivo. No episódio desta quarta-feira do Estadão Notícias vamos ouvir o relato dos repórteres do Estadão que participaram da cobertura dos protestos. Em São Paulo, o repórter Tulio Kruse, e de Brasília a repórter Camila Turtelli.  Para fazer uma análise de como será o contexto político daqui para frente convidamos a colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Eliane Cantanhêde, e também o cientista político da Consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia CoráMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 8, 202132 min

Crise de energia: como superar dependência das hidrelétricas?

O Brasil se destaca por sua matriz energética renovável. A chamada energia limpa é toda a produção que não emite substâncias poluidoras, como a energia solar, eólica, geotérmica, hidráulica, biomassa e maremotriz. No Brasil, 62% da energia é gerada pelas hidrelétricas, uma fonte renovável. Essa porcentagem vem diminuindo nos últimos anos, dando lugar a outras fontes de geração de energia. Mesmo assim, o setor está saturado e não consegue dar conta da demanda do país, crise agravada por causa do clima e da falta de chuvas que esvazia reservatórios das hidrelétricas. Uma das alternativas foi importar energia de países vizinhos e acionar mais usinas termelétricas, uma produção não renovável que além de causar mais impactos ambientais com a queima de combustíveis fósseis, encarece a conta de luz.  O custo elevado da energia impacta também na inflação dos produtos e no setor produtivo, dos serviços até a indústria e a construção civil. Para que o País não passe por essa situação novamente é necessário buscar soluções inovadoras a médio e longo prazo, como a diversificação da nossa matriz energética. No episódio desta terça-feira do ‘Estadão Notícias’, vamos conversar sobre o futuro energético do país com o professor de Ciências Ambientais da UNIFESP, Décio Semensatto. E para conhecer mais as potencialidades da energia solar, uma das alternativas para a crise, entrevistamos Markus Vlasits, coordenador de armazenamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica. Apresentação: Emanuel BonfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 7, 202128 min

O teste de resistência da democracia no 7 de Setembro

As manifestações do dia 7 de setembro ainda nem aconteceram, mas já vem movimentando o cenário político e institucional brasileiro há algum tempo. O que preocupa autoridades e especialistas é o teor antidemocrático da mobilização, que ameaça ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e opositores ao governo de Jair Bolsonaro. O próprio presidente já confirmou sua presença nos eventos de Brasília e São Paulo e há algumas semanas vem convocando apoiadores para as manifestações. Na internet, os bolsonaristas dominam a discussão sobre o feriado. De acordo com levantamento da Bites, das 100 mensagens sobre o dia com mais recirculação no Twitter, 97 são publicações a favor dos protestos. Entretanto, a maior preocupação das autoridades está sendo a participação de policiais militares da ativa, ato que é considerado ilegal. O Estadão apurou que policiais militares têm ajudado a impulsionar as manifestações em pelo menos seis Estados.  Em Sorocaba, interior de São Paulo, o coronel Aleksander Lacerda, à frente do Comando de Policiamento do Interior, convocou ‘amigos’ em redes sociais para ato bolsonarista, além de fazer ataques ao STF em sua conta. Após a reportagem, ele foi desligado do posto por indisciplina. Ao menos 16 Estados já têm manifestações programadas. Além de policiais, o 7 de Setembro deve também mobilizar outros grupos do ‘bolsonarismo raiz’. Organizadores dizem que irão propagar ideias do campo bolsonarista. Inclusive temas já superados pelo Congresso, como o voto impresso e o pedido de impeachment de ministros do Supremo. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, vamos conversar sobre o perfil destes manifestantes com o repórter do Estadão em Brasília, Felipe Frazão. E para entender as consequências destes protestos para a democracia brasileira, convidamos para o debate o cientista político e professor da FGV, Claudio Couto. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia CoráMontagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 6, 202128 min

Tecnologia #183: #Start Eldorado: Inteligência e jornada digital na saúde - Parte 1

Digitalização da saúde, com o uso intenso de inteligência de dados em toda a jornada do paciente, do primeiro atendimento ao tratamento. Dispositivos capturando informações revertidas em ganhos para o desempenho dos sistemas hospitalares. As preocupações com a segurança das informações nestes ambientes. Em mais um programa da série "InfraWeek", o Start Eldorado recebe EIiezer Silva, diretor de Medicina Diagnóstica e Ambulatorial do Hospital Israelita Albert Einstein e responsável por Transformação Digital na instituição, e Luciano Moizio, diretor de tecnologia da NEC, para a primeira parte da conversa sobre esses temas. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 4, 202122 min

Ainda há tempo para a construção de uma terceira via?

O tempo está passando e cada vez fica mais difícil viabilizar um representante que se lance como alternativa à polarização entre Lula e Bolsonaro. Nessa corrida pela terceira via, muitos nomes foram colocados, seja da política tradicional ou fora dela, como o de Ciro Gomes, João Doria, José Luiz Datena, o do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e até do apresentador Luciano Huck, que já desistiu da candidatura para substituir o Faustão nos domingos da Rede Globo. Por conta da CPI da Covid, novos nomes do Senado também começam a surgir como possíveis concorrentes à Presidência. É o caso do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), de Simone Tebet (MDB-MS) e, mais recentemente, de Alessandro Vieira (Cidadania-SE). São candidaturas com perfil semelhante, buscam um caminho mais moderado, apoiados pelo centro e com bandeiras como combate à corrupção. Na pesquisa eleitoral recente divulgada pela Genial/Quaest, o ex-presidente Lula segue com quase a metade dos votos em um cenário de primeiro turno e iria para o segundo turno com Bolsonaro, onde venceria a disputa.  Além do alto percentual de eleitores sem candidato, o levantamento diz que   25% dos entrevistados, quando oferecida a opção, preferem alguém que não seja nem Lula, nem Bolsonaro. Em agosto, essa fração era de 28%, o número está em queda e segundo especialistas é necessário um nome concreto para conquistar os eleitores.  No episódio desta sexta-feira do 'Estadão Notícias', vamos conversar sobre a viabilidade de uma candidatura de terceira via à Presidência com a cientista política e pesquisadora na Fundação Getulio Vargas (FGV), Lara Mesquita.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 3, 202125 min

PIB fraco e economia sem tração: vamos sair da lama?

O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos na economia em um período, voltou a cair, 0,1% em relação ao primeiro trimestre de 2021. O resultado negativo veio após três altas consecutivas e ficou abaixo das estimativas dos economistas. No início do ano, a retomada da economia brasileira foi puxada por atividades como a agropecuária e a indústria extrativa, voltadas para a exportação. Já neste segundo trimestre, o comportamento da economia foi mais parecido com o “normal”. O setor de serviços, que responde por pouco mais de 70% da economia, voltou a aquecer. Os dados recentes do setor correspondem a um aumento de 0,7% sobre o primeiro trimestre. No lado da demanda, o consumo das famílias, que tem um peso de cerca de 60% no total do PIB, ficou estável. A desorganização geral das cadeias globais de produção da indústria, com encarecimento do frete e falta de insumos básicos, puxou a retração de 0,2% no PIB da indústria, na comparação com o início do ano.  A agropecuária, que tinha sido um dos motores de crescimento no primeiro trimestre com safra recorde de soja, também recuou 2,8% no segundo trimestre. O vilão do setor foi a falta de chuvas que afetou o centro-sul do país. No episódio desta quinta-feira do ‘Estadão Notícias’, vamos analisar essa queda nos indicadores e as perspectivas para o futuro da economia no País com o economista Claudio Considera, Coordenador do Monitor do PIB e pesquisador associado do FGV IBRE. E para discutir as perspectivas políticas deste cenário de retração do PIB, vamos conversar com a colunista do Estadão, Adriana Fernandes. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 2, 202124 min

Indígenas em vigília: o debate sobre o 'marco temporal'

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar nesta quarta-feira, 1º, o julgamento do “marco temporal” que pode mudar o destino de centenas de processos de demarcações de terras indígenas em andamento na Justiça brasileira. Na semana passada, mais de 6 mil indígenas se mobilizaram e acamparam na Esplanada dos Ministérios - cerca de mil continuam no local para acompanhar a decisão.   O processo analisado pelo STF vai determinar se cabe ou não aplicar sobre as demarcações novas, ou em andamento, essa linha de corte a partir da data da promulgação da Constituição. Ou seja, uma terra indígena só poderia ser demarcada se for comprovado que os indígenas estavam sobre a terra no dia 5 de outubro de 1988. Quem estivesse fora da área nesta data ou chegasse depois deste dia, não teria direito a pedir sua demarcação. Especialistas apontam que o marco pode inviabilizar a demarcação de terras ainda não regularizadas, assim como pode abrir a possibilidade de questionamentos sobre terras já demarcadas. No episódio desta quarta-feira do Estadão Notícias, vamos conversar sobre as questões legais que envolvem a demarcação de terras com o procurador da República Julio José Araujo Junior e autor do livro: "Direitos territoriais indígenas: uma interpretação intercultural". Também vamos ouvir o indígena Maurício Ye'kwana, Diretor da Hutukara Associação Yanomami, e o repórter de política do Estadão em Brasília, André Shalders. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 1, 202125 min

Conteúdo Patrocinado: Conexão – Transformação Digital com Pedro Doria

O que uma empresa de pagamentos tem a aprender com a Disney? A pista está em como o digital muda o comportamento do consumidor, contam Augusto Lins, presidente e sócio da Stone, e Fabio Costa, general manager da Salesforce no Brasil, ao jornalista Pedro Doria  neste podcast produzido pelo Estadão Blue Studio com patrocínio da Salesforce. E isto é chave: quem usa um produto tem acesso a muita informação sobre a concorrência. O que a Disney faz é encantar clientes, deixá-los em permanente estado de satisfação. É, também, a lição da Zappos, varejista online de sapatos, nos EUA. Justamente os dois modelos da Stone de como tratar seu público. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 31, 202127 min

Lula e a 'regulação da mídia': autoritarismo à la Bolsonaro?

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já começou sua jornada em busca de apoio e alianças pelo País, tendo em vista a campanha eleitoral de 2022. Em um de seus discursos Lula trouxe à tona um tema que permeou o seu governo: a “regulação dos meios de comunicação”.  O ex-presidente afirmou que o assunto voltará a ser discutido se assumir novamente a liderança do País. Na semana passada, em entrevista a uma rádio em Salvador, afirmou que alguns setores da imprensa não querem que ele retorne ao poder, porque, em suas palavras, “irá regular os meios de comunicação”. A equipe de sua pré-campanha conta com o apoio do jornalista e ex-ministro Franklin Martins. Ele foi titular da Secretaria de Comunicação Social, entre 2007 e 2010, um dos responsáveis por um polêmico projeto que criava um marco regulatório na comunicação eletrônica do País, a chamada Lei de Comunicação Eletrônica, que não chegou a ser encaminhada para o Congresso e acabou engavetada na gestão de Dilma Rousseff.  Entre os pontos polêmicos considerados na época estava a criação de uma agência reguladora única para a comunicação social. A intenção do PT é formular um novo projeto em caso de vitória em 2022. Faz sentido Lula propor “regulação da mídia”? O que está por trás desse controverso projeto? Conversamos sobre o tema com o jornalista e colunista do Estadão, Pedro Doria. As declarações do ex-presidente desagradaram várias frentes do espectro político brasileiro, conforme vai nos contar neste episódio Alberto Bombig, editor da 'Coluna do Estadão'.  Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 31, 202125 min

O desafio de combater as fake news nas próximas eleições

As fake news já fazem parte das mídias sociais e do contexto político brasileiro há algum tempo. A desinformação ocorre muitas vezes por contas automatizadas, com características de ‘robôs’, que espalham mensagens rapidamente. Na semana passada, especialistas ouvidos pelo Estadão, no evento “Debate eleições e fake news: política e desinformação” apontam que o cenário nas redes para a disputa em 2022 também será intenso. O ano eleitoral terá grande volume de conteúdos enganosos e fará com que o Tribunal Superior Eleitoral passe por seu maior teste na democracia brasileira.  Desde o início da pandemia do coronavírus, o Brasil enfrenta também uma infodemia de Covid-19. O novo termo é utilizado para descrever o aumento excessivo no volume de informações, verdadeiras ou não, relacionadas a um determinado assunto. O que acaba atrapalhando a tarefa de encontrar fontes e orientações confiáveis. O assunto das fake news também foi incluído pela CPI da Covid no Senado como uma das linhas de investigação dos parlamentares. O núcleo que apura o negacionismo na pandemia elencou principais fake news da covid e identificou sites, pessoas físicas, influenciadores e políticos que disseminaram conteúdo falso. Também foram feitas quebras de sigilo bancário de ao menos oito sites que propagaram notícias falsas. No Supremo Tribunal Federal outro inquérito, o das “Fake News”, investiga o tema desde 2019. Além de apurar originalmente ameaças contra ministros do STF e atos antidemocráticos, a investigação revelou uma rede de produção de notícias falsas. O que desencadeou uma série de operações de busca e apreensão e até a prisão de apoiadores do presidente Bolsonaro. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos conversar sobre o tema com os dois mediadores do evento realizado pelo Estadão sobre fake news: a repórter de ‘Política’, Adriana Ferraz, e o editor do “Estadão Verifica”, Daniel Bramatti. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 30, 202125 min

Conteúdo Patrocinado: Caminhos da Energia - Armazenamento de energia no Brasil

Cresce o interesse pelo armazenamento de energia no Brasil. Em meio a crise energética por aqui e mudanças climáticas em todo o mundo, armazenar energia parece ser o caminho mais seguro para integrar novas fontes renováveis e driblar as intermitências do sistema.Vários países estão mergulhando no desenvolvimento e nas aplicações das diferentes maneiras para guardar energia (sejam baterias ou usinas reversíveis) e não depender das termelétricas poluentes. No Brasil, o setor privado e os cientistas buscam sistemas capazes de atender essa necessidade.No terceiro episódio da série, especialistas ajudam a entender o armazenamento e a tendência mundial. "Por conta da transição energética e do esforço da meta da descarbonização, as matrizes elétricas vão ter de aumentar a participação de fontes renováveis, deixando de lado gás, petróleo, carvão e colocando eólica, solar, biomassa e hidrogênio", diz Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).Também estão neste episódio Markus Vlasits, coordenador de armazenamento da Associação Brasileira de EnergiaSolar Fotovoltaica (Absolar) e Rodolfo Meyer, CEO do Portal Solar.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 29, 202116 min

Tecnologia #182: #Start Eldorado: Mobilidade do futuro é digital

Tecnologia na base da mobilidade do futuro, com uso intenso de dados, produtos muito mais inteligentes, mudanças na matriz energética rumo à eletricidade como combustível, a conectividade baseando carros autônomos em meio ao ecossistema de coisas como sensores em vias e semáforos, celulares, a integração do automóvel como ‘hub’ de serviços na smart city. O Start Eldorado recebe, nesta quarta-feira, Hermann Mahnke, diretor executivo de marketing da General Motors na América do Sul, que compartilha a sua visão de um tempo no qual as montadoras deixarão de ser só produtoras de veículos, mas se tornarão empresas de tecnologia e soluções que também produzem carros, numa jornada em direção a um tempo “zero emissões”. É às 21h, na Eldorado FM (107,3 - SP) e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 28, 202124 min

Conteúdo Patrocinado: Cuidados e avanços sobre o câncer de próstata

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, o INCA, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil e dados do Instituto ainda apontam para 65.840 novos casos de câncer de próstata a cada ano, entre 2020 e 2022. Mas quando é preciso se preocupar com esse assunto que ainda assombra muitos homens? Fazer exames, procurar um médico? Existe uma data, idade, suspeita? Aliás, como suspeitar de qualquer problema? Para responder essas perguntas, a jornalista Bárbara Guerra conversou com Camila Mosci, médica especialista em medicina nuclear, e Miguel Srougi, urologista e maior especialista em câncer de próstata do Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 27, 202138 min

Tensão elevada para o 7 de setembro e os atentados em Cabul

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), rejeitou abertura de processo de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Segundo ele, Bolsonaro não apresentou elementos mínimos para justificar a medida. No texto, Bolsonaro argumentava que o Poder Judiciário passou a agir como um ator político. Por isso, deveria tolerar ataques similares aos que ele diz sofrer enquanto presidente. O presidente Jair Bolsonaro agora aposta nas manifestações de 7 de setembro para demonstrar força perante o Parlamento. No Planalto, a data é vista como um “divisor de águas”, com expectativa de recorde de bolsonaristas nas ruas.  E ainda, um duplo atentado suicida no Aeroporto Hamid Karzai, em Cabul, no Afeganistão, matou ao menos 12 militares americanos e 60 civis afegãos nesta quinta-feira, 26. A filial afegã do Estado Islâmico, conhecida como Isis-K e rival do Taleban, reivindicou as explosões. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. E sobre os atentados terroristas no Afeganistão, participa o editor de Internacional, Luiz Raatz.  O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 27, 202131 min

Quem ganha com a recondução de Augusto Aras à PGR?

Após uma gestão de muitas críticas, o procurador-geral da República, Augusto Aras, foi reconduzido pelo Senado ao cargo de chefe do Ministério Público Federal por mais dois anos. Antes mesmo dessa votação em plenário, Aras fez um aceno para os senadores ao reiterar o compromisso contrário à “criminalização da política”, uma posição popular no Congresso Nacional. Desde que tomou posse, em 2019, Aras reduziu a quantidade de denúncias apresentadas pelo MPF contra políticos com foro no Supremo e no Superior Tribunal de Justiça. O procurador-geral chegou ao cargo por escolha do presidente Jair Bolsonaro. Apesar de popular entre os políticos, Aras é acusado por colegas na PGR de ser conivente com as falhas do governo na condução da pandemia de covid-19 e com as ações antidemocráticas de Bolsonaro e seus aliados. O seu primeiro mandato ficou marcado pelas duras críticas à Operação Lava Jato, e é considerado responsável por colocar um fim no grupo. No ano passado, as críticas contra o PGR se intensificaram em razão de apurações que não tiveram andamento, parte delas referentes à omissão do governo federal no combate à Covid-19. No episódio do Estadão Notícias de hoje, convidamos para analisar essa recondução de Augusto Aras ao cargo de procurador-geral da República, o Dr. Roberto Livianu, procurador do Ministério Público do Estado de São Paulo e presidente do Instituto Não Aceito Corrupção.  E para entender o contexto político do PGR e o que ele representa para o governo Bolsonaro, também vamos conversar com o sociólogo e cientista político da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Rodrigo Prando. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 26, 202126 min

A exigência do passaporte da vacina: o que dizem especialistas?

O chamado “passaporte da vacinação” passa a ser uma realidade após o anúncio da prefeitura de São Paulo de que vai exigir esse certificado para a entrada em congressos, feiras de negócios, jogos de futebol e outros tipos de eventos. O estabelecimento que estiver com pessoas que não receberam nenhuma dose do imunizante contra a covid-19 será multado. Em entrevista à Rádio Eldorado, o diretor da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo, Rodrigo Goulart, disse que o setor continuará seguindo os protocolos exigidos pelo governo, mesmo sem a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacinação. A criação de um certificado nacional também está sendo debatido em Brasília. Um projeto de lei aprovado no Senado que aguarda análise da Câmara dos Deputados pretende criar um Passaporte Nacional de Imunização e Segurança Sanitária. Em uma conversa com apoiadores, o  presidente Jair Bolsonaro prometeu vetar a proposta, caso seja aprovada nas duas casas Já na Europa, o “passaporte da vacinação” é uma realidade na vida das pessoas. Mais de 300 milhões de certificados já foram emitidos em toda a União Europeia, 13 milhões só na  Espanha. Pelo menos 21 países do continente exigem o comprovante para o acesso a shows, espetáculos, eventos esportivos, casamentos, bares ou piscinas. Do ponto de vista legal, é possível exigir um documento que comprove que as pessoas se vacinaram para frequentar um espaço público e privado? No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos analisar esse cenário e convidamos para o debate a advogada especialista em direito sanitário e doutora em saúde coletiva pela Universidade Estadual de Campinas, Lenir Santos. Também vamos discutir de que forma a medida é vista pelos epidemiologistas, para isso, conversamos com a ex-coordenadora do Plano Nacional de Imunização, a epidemiologista Carla Domingues. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 25, 202125 min

PMs podem aderir a movimento golpista de bolsonaristas?

O País novamente volta a discutir o risco de golpe contra as instituições democráticas por parte do presidente, após membros da Polícia Militar convocarem a população para os atos pró-Bolsonaro no dia 7 de setembro. O comandante da Polícia Militar de São Paulo, coronel Aleksander Lacerda, usou sua conta no Facebook para convocar seus “amigos” para a manifestação em Brasília, assim como outros militares do Estado. %CODE2% As manifestações do coronel são o mais forte episódio de contaminação do bolsonarismo na PM paulista, pois envolvem um comandante da ativa. Em sua manifestação, Aleksander ainda afirma que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), é “covarde”, que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), é uma “cepa indiana” e o deputado Rodrigo Maia é qualificado como beneficiário de um esquema “mafioso”. Como resposta a esse ato do coronel da ativa da PM, o governador de São Paulo, João Doria, determinou o afastamento de Aleksander Lacerda. Outras medidas disciplinares também devem ser tomadas contra o militar. Mas este está longe de ser um caso isolado. Ao contrário dos integrantes da ativa, os homens da reserva podem participar de manifestações. O temor é que Bolsonaro use as Polícias Militares para tentar uma ruptura, caso perca as eleições de 2022. Os ataques do presidente Jair Bolsonaro à democracia e a ameaça de não aceitar as eleições de 2022 levaram cinco ex-presidente da República a procurar contatos com militares para saber a disposição dos quartéis. Eles ouviram de generais da reserva e da ativa a garantia de que as eleições vão acontecer e de que o vencedor – seja quem for – tomará posse. No episódio de hoje, vamos conversar sobre essa tensão de ruptura democrática que agora envolve as Polícias Militares, com o pesquisador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e professor de gestão pública da FGV, Rafael Alcadipani. E também convidamos o repórter especial do Estadão, Marcelo Godoy, que revelou as postagens do coronel Aleksander Lacerda para analisar o caso envolvendo a Polícia Militar de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 24, 202126 min

Lula e Bolsonaro disputam um lugar no coração do Centrão

Na busca por apoio para as eleições de 2022, Lula e Bolsonaro começam suas articulações com o chamado Centrão. Nas últimas semanas, o ex-presidente Lula fez uma caravana pelo Nordeste, onde passou por mais de 6 estados. Na viagem, tem fechado acordos para sua candidatura ao Palácio do Planalto com aliados do governo federal. Na prática, o Centrão está com Bolsonaro no Congresso Nacional, mas o grupo não tem fidelidade a ele fora da Praça dos Três Poderes. Principal partido do Centrão, o Progressistas (PP) do presidente da Câmara, Arthur Lira (AL), e do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, já rachou. Na Bahia, por exemplo, o vice-governador João Leão também é do PP e se movimenta para a continuidade da união com os petistas. No Recife, Lula conseguiu selar a paz com o PSB em Pernambuco para pavimentar aliança nacional entre as duas siglas em 2022. Em Teresina, no Piauí, Lula se encontrou com dirigentes de MDB, PSD, PC do B, PL, PTB, PSB, Solidariedade, Cidadania e PDT. Porém, a grande figura do Centrão e que será crucial para 2022 é o atual ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira. Principal articulador do governo junto ao Congresso, Ciro tem o sonho de ser governador do Piauí, estado onde Lula é mais forte que Bolsonaro. Os principais aliados de Ciro Nogueira no PP, os deputados Dudu da Fonte e André Fufuca, apoiam Lula. Para tentar amenizar esse risco de perder o Centrão para 2022, Jair Bolsonaro, cogita se filiar ao PP de Ciro Nogueira, legenda que daria capilaridade nacional para o pleito do ano que vem. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, convidamos a colunista do Estadão, em Brasília, Vera Rosa, para analisar e trazer as informações sobre essa aliança paralela de Lula com o Centrão. E também vamos conversar sobre essa postura do Centrão, e o que devemos esperar para 2022, com o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 23, 202129 min

Conteúdo Patrocinado: A diferença entre um hospital geral e um cancer center

O câncer é uma doença que, para ser combatida, precisa que diagnóstico precoce, tratamento, tecnologia e pesquisa estejam integrados. Descobrir o tumor o quanto antes é essencial, mas não só. O paciente oncológico precisa ser assistido rapidamente e se tiver acesso ao que há de mais moderno em terapias e medicamentos, aumentam suas chances de vencer a doença e de ter uma boa qualidade de vida.  Para conversar sobre a importância da sinergia entre medicina, tecnologia, pesquisa e condutas terapêuticas baseadas em evidências científicas no tratamento dos vários tipos de cânceres. Neste podcast, com patrocínio de A. C. Camargo Cancer Center, Rita Lisauskas conversa com  o CEO do A. C. Camargo Cancer Center, Victor Piana, que fala sobre a diferença de se tratar o câncer em um um hospital geral e um cancer center.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 22, 202119 min

Tecnologia #181: #Start Eldorado: 5G na mira das empresas brasileiras

Com os avanços da tecnologia e a guinada impulsionada pela pandemia, a implementação do 5G se torna cada vez mais próxima da realidade. Consequentemente, as empresas estão se voltando ainda mais para a conectividade sem fio de última geração, para manter funcionários, máquinas e clientes conectados, com planos de aumentar os investimentos na área assim que a covid-19 estiver mais controlada. O nível de maturidade e a disposição das organizações brasileiras em investir nas novas redes de alta velocidade é surpreendente, mas os desafios para implementá-las de fato no dia a dia do negócio ainda são altos - passam por preocupações com segurança, aplicações, possíveis trocas de fornecedores, etc. Para falar sobre este tema e os dados de recente pesquisa feita pela Deloitte, o Start Eldorado recebe Tiago Novais, gerente da área de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da consultoria. O Start vai ao ar às 21h, às quartas-feiras na Eldorado FM 107,3, com Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 21, 202122 min

Por que segregar alunos com deficiência, como quer Milton Ribeiro, é um erro

O Ministro da Educação, Milton Ribeiro, durante entrevista ao programa "Sem Censura", da TV Brasil, falou que crianças com deficiência “atrapalhavam o aprendizado dos outros”, para se referir ao ato de incluir crianças com e sem deficiências em um mesmo ambiente de aprendizado. O Ministro defendeu a criação de turmas e escolas especializadas, que atendam apenas estudantes com deficiência. O senador Romário, que é pai de Ivy, uma menina de 16 anos que tem síndrome de Down, reagiu nas redes sociais. O ex-jogador classificou as falas de Milton Ribeiro como vindas de uma pessoa "imbecil" e afirmou que não era de se esperar que um ministro da Educação tivesse a postura apresentada por ele. A Comissão Externa de Acompanhamento do Ministério da Educação, formada por deputados federais, concordou com as críticas de Romário ao ministro. O grupo disse em nota oficial, que a fala do ministro é "segregadora e vai contra as leis e as normas constitucionais brasileiras que promovem a inclusão aos estudantes com deficiência” Foi nessa mesma entrevista que o Ministro da Educação disse que a  “universidade deveria ser para poucos, nesse sentido de ser útil à sociedade”. O ministro também voltou a defender o retorno do ensino presencial nas escolas, mesmo sem o programa vacinal estar completo. Além disso, o pastor e professor afirmou que essas atividades devem ser classificadas como essenciais, com a aprovação de projeto de lei que tramita no Senado. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a repórter de ‘Política’ do Estadão, Adriana Ferraz. Ela é mãe de um filho autista e conta como já é difícil, no atual cenário, encontrar escolas realmente inclusivas. Sobre a importância desse tema, ainda ouvimos a psicanalista e doutora em educação, Ilana Katz. Já a repórter especial do Estadão, Renata Cafardo, faz um balanço da gestão Milton Ribeiro até aqui.  O episódio também traz relatos em uma reportagem do produtor do podcast, Jefferson Perleberg, que conversou com representantes de duas escolas que aplicam políticas inclusivas nas salas de aulas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 20, 202135 min

Conteúdo Patrocinado: A importância da rede de apoio na jornada contra o câncer

Receber o diagnóstico de câncer afeta não só o paciente oncológico, mas todo o seu entorno.  Por isso, vencer o câncer tem muitos significados. Em um primeiro momento, pode parecer que a vitória é apenas a cura ou a remissão da doença. Mas, a verdade é que, durante a jornada do paciente, há diversos momentos que merecem ser celebrados. Para alguns, é sair do consultório, após uma consulta, com a notícia da doença controlada. Para outros, é ter a possibilidade de realizar seu tratamento em casa. Ou mesmo ter mais tempo para aproveitar a vida com qualidade. É buscar a felicidade no dia a dia, em cada atitude e a cada passo dado. Essa jornada pode parecer solitária. Mas não se caminha sozinho. Há muitas pessoas e instituições ao redor do paciente que são importantes, focadas em proporcionar suporte, acolhimento e cuidado humanizado que fazem a diferença nesta trajetória. Essa rede é formada por familiares, profissionais da saúde, amigos, grupos de apoio, associações, sociedades médicas. Neste podcast com patrocínio de Janssen, Rita Lisauskas conversa sobre a importância da rede de apoio no tratamento com Mariléia Pinheiro e Roberto Gouveia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 19, 202116 min

A disputa entre bolsonaristas e oposição pelo 7 de setembro

O presidente Jair Bolsonaro convocou seus apoiadores para um ato no dia 7 de setembro, quando se comemora a independência do Brasil. A pauta da manifestação passa pela defesa do voto impresso, projeto já derrubado na semana passada pela Câmara dos Deputados, e inclui o pedido de impeachment de ministros do STF. A maior manifestação está prevista para acontecer na Avenida Paulista, em São Paulo, com forte divulgação nas redes sociais bolsonaristas.  No entanto, essa manifestação pode não ocorrer porque grupos antibolsonaristas, como Acredito, Povo Sem Medo, Central de Movimentos Populares, sindicatos e partidos de esquerda, entraram com uma ação no Ministério Público para contestar e tentar impedir a realização do ato. Com o aumento das manifestações contra e a favor do governo, a Polícia Militar faz uma espécie de rodízio para organizar os atos e evitar que os grupos se encontrem e marquem protestos na mesma data. Organizadores do “Fora, Bolsonaro” alegam ser a vez deles no “rodízio” de atos marcados para a mesma data acertado com a Polícia Militar. Segundo a PM, no dia 24 de julho, houve um conflito de agenda, e que naquela data a preferência teria sido dada aos grupos associados à esquerda. Deste modo, quem poderia ir às ruas em 7 de setembro seriam os bolsonaristas. No entanto, a “Coluna do Estadão” não localizou convocação de atos da direita bolsonarista e da esquerda para 24 de julho. A questão é que esse conflito tem preocupado as forças de segurança do Estado de São Paulo. O medo é de desrespeito ao rodízio e consequente conflito. No episódio de hoje, vamos conversar com quem apurou essa situação, e conta pra gente o que está acontecendo, o editor da “Coluna do Estadão”, e colunista da Rádio Eldorado, Alberto Bombig. O episódio do Estadão Notícias também traz relatos exclusivos para o podcast da deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), que pertence ao movimento de apoio ao presidente “Nas Ruas”, e de Marco Martins, líder estadual do “Movimento Acredito”, umas das organizações pró-impeachment do presidente. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 19, 202121 min

Terceira dose da vacina será inevitável?

O Ministério da Saúde admitiu a possibilidade de indicar a terceira dose da vacina contra a covid-19 em alguns casos, conforme declaração feita pela secretária de Enfrentamento à Covid-19 da pasta, Rosana Leite Melo. O assunto já estava em discussão no planejamento de aplicação da vacina em alguns estados que solicitaram o aval do ministério para a dose de reforço em idosos.  Os casos de internação e morte de idosos com esquema vacinal completo reacenderam o debate sobre a necessidade de mais uma dose, como já ocorre em países como Israel e Chile. Um estudo da Fiocruz projetou aumento de internações de idosos com mais de 80 anos nos Estados de São Paulo e do Rio, como ocorreu com o ator Tarcísio Meira, que mesmo vacinado, faleceu no dia 12 de agosto. As ocorrências de infecções não indicam que as vacinas não funcionam, mas podem significar que há redução da proteção ao longo do tempo em idosos. Nos Estados Unidos foi autorizado o uso emergencial das vacinas Pfizer/BioNTech e Moderna na aplicação de uma terceira dose dos imunizantes, válida somente para indivíduos imunossuprimidos, como pessoas que receberam órgãos transplantados ou que tenham doenças que prejudiquem seu sistema imune. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enviou um ofício ao laboratório Pfizer pedindo informações sobre os estudos de 3ª dose de sua vacina contra a covid-19. O laboratório AstraZeneca é outro que também está avaliando a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da sua vacina.  O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 18, 202132 min

Taleban: a volta do terror no Afeganistão

Após 20 anos, o Taleban reconquistou o poder no Afeganistão.  Na última semana, o presidente americano Joe Biden ordenou a retirada das tropas norte-americanas do país. Foi então que o grupo rapidamente começou a tomar cidade por cidade no Afeganistão até chegar à capital Cabul. O presidente afegão, Ashraf Ghani, ainda buscava uma solução com os invasores, porém teve que abandonar o território. Ghani disse em publicação no Facebook que decidiu sair para "evitar um banho de sangue" e que "inúmeros patriotas teriam sido martirizados e Cabul seria destruída" caso ele não entregasse o poder. O grupo prometeu a livre saída para quem quiser deixar a cidade, o que já está acontecendo. Vídeos publicados nas redes sociais mostram cidadãos correndo para os aeroportos na esperança de deixar o país. Militantes do grupo já afirmaram que estão determinados a impor sua versão da sharia, a lei islâmica, que inclui apedrejamento por adultério, amputação de membros por roubo e proibição de meninas com mais de 12 anos de ir à escola. No episódio desta terça-feira do Estadão Notícias, vamos falar sobre a repercussão nos Estados Unidos com a mudança de governo no Afeganistão e a resposta das autoridades, com a correspondente do Estadão em Washington, Beatriz Bulla. Também vamos conversar com a jornalista Adriana Carranca, que esteve no país em diversas coberturas. Ela é autora dos livros "O Afeganistão depois do Talibã" e "Malala, a menina que queria ir para escola".  E para discutir sobre o poderio militar do grupo extremista e a possibilidade de uma nova ofensiva militar contra o Taleban, convidamos o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, especialista em armamento bélico. Ainda ouvimos a análise do professor da Universidade de Stanford, Robert Crews. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 17, 202137 min

Inflação disparada: até onde ela pode chegar?

Apesar da retomada gradual dos serviços, a saúde econômica do Brasil não está tão bem assim. Os números de julho mostram um avanço de 0,96% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA, que mede a nossa inflação, um acumulado de 4,76% nesses primeiros sete meses de 2021, quase 9% nos últimos 12 meses. O aumento dos alimentos e da energia são os principais responsáveis pelo índice elevado. As ondas de frio intenso, geada e neve prejudicaram pastagens e plantações e devem trazer mais prejuízos aos agricultores. A seca que atinge o Centro-Sul do Brasil gerou a maior crise hídrica dos últimos 90 anos, o que reduziu o nível dos reservatórios das hidrelétricas, responsável por 70% da produção de energia. Situação que obrigou o País a acionar termelétricas, encarecendo a produção de energia. A bandeira vermelha patamar 2 nas tarifas de energia elétrica contribuiu para um avanço de 7,9% na conta de luz em julho.  A situação também é delicada no preço dos combustíveis, a Petrobrás aumentou o preço médio por litro do combustível vendido às distribuidoras de R$ 2,69 para R$ 2,78. Só neste ano a gasolina acumula uma alta de 51%.  Em uma de suas lives semanais, o presidente Jair Bolsonaro se eximiu da responsabilidade do aumento da inflação, culpou a pandemia e disse que o governo federal “não irá resolver tudo”.  No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre esses indicadores e as perspectivas para o país, com a economista-chefe da A.C. Pastore & Associados, Paula Magalhães. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 16, 202121 min

Conteúdo Patrocinado: O empreendedorismo que encorajou uma refugiada

Ser mulher e empreender são situações desafiadoras. Mas o nível aumenta quando a mulher que decide empreender é uma refugiada. De acordo com dados do Observatório das Migrações Internacionais, de 2011 a 2019 mais de 1 milhão de imigrantes foram registrados no Brasil. Muitos desses imigrantes refugiados, e até mesmo brasileiros retornados, buscam ser inseridos no mercado de trabalho. E muitos deles veem no empreendedorismo a única alternativa. De tão importante que é o assunto, o tema do podcast de hoje traz uma conversa entre a jornalista Bárbara Guerra e a refugiada e apaixonada pela gastronomia, Liliana Patrícia Bariga.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 15, 202121 min

Tecnologia #180: #Start Eldorado: Open Banking entra na segunda fase

O Start Eldorado recebe Ivo Mósca, líder do grupo de trabalho de Open Banking na Febraban. A segunda fase do modelo que vai abrir a possibilidade de as instituições brasileiras oferecerem novos produtos e serviços ancorados em alta tecnologia e intensa análise de dados começou em 13 de agosto e permite que as instituições compartilhem informações financeiras dos clientes entre si - apenas com a autorização expressa destes. A expectativa é que o Open Banking incentive a competição e a inovação, trazendo benefícios aos clientes e ao setor. O Start vai ao ar às 21h, com a apresentação de Daniel Gonzales, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 14, 202120 min

Barros confronta CPI e Congresso acelera reforma eleitoral

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid recebeu nesta quinta-feira, 12, o líder do governo Bolsonaro na Câmara, deputado Ricardo Barros (Progressistas-PR), suspeito de envolvimento na compra da vacina indiana Covaxin. Barros afirmou que a CPI  da Covid "produziu efeito negativo" e "afastou empresas interessadas em vender vacinas" ao país, o que provocou reação dos senadores e fez com que Omar Aziz novamente suspendesse a sessão. A comissão da CPI chegou a decidir por não retomar o depoimento nesta quinta-feira, mas voltou atrás, somente para que o senador Omar Aziz encerrasse a sessão assim que foi retomada.  Ainda nesta semana, o Centrão não aderiu por completo à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do voto impresso na Câmara, rachou e ajudou a emplacar, na terça-feira, 10, uma importante derrota política para o presidente desde o início do seu mandato. Lira trabalhou pessoalmente para que a proposta fosse sepultada. Ele dizia a pessoas próximas que era necessário tirar esse assunto de cena para que propostas importantes possam ser apreciadas. Líderes de partidos contaram, sob reserva, que receberam telefonemas dele pedindo votos contrários à matéria. Ainda sobre processo eleitoral, a Câmara aprovou nesta quarta-feira, 11, o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) com uma nova reforma eleitoral. A principal mudança traz de volta as coligações entre partidos, extintas em 2017, nas eleições para deputados e vereadores. O “distritão”, que até então era o mote da proposta, foi derrotado após um acordo com os partidos de oposição. Se a mudança for confirmada pelo Senado, as eleições municipais de 2020 terão sido as únicas realizadas sem as coligações proporcionais. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 13, 202129 min

A volta das coligações e o fim do distritão

Após a Câmara dos Deputados ter enterrado a proposta de voto impresso, o Congresso Nacional se debruça sobre outras alterações para as próximas eleições. Na noite desta quarta-feira, o plenário da Câmara dos Deputados derrubou a proposta do distritão que havia passado na comissão especial. Mas, como parte do acordo para derrubar o distritão, o plenário manteve a volta das coligações para eleições proporcionais, ou seja, nas vagas para vereadores, deputados estaduais e federais.  As alianças podem aumentar as chances de eleição no Legislativo, pois a quantidade de votos de cada um dos candidatos de um mesmo grupo de legendas é somada e dividida pelo quociente eleitoral. Essas coligações partidárias foram extintas em 2017, por meio de emenda constitucional. Diretamente de dentro da Câmara dos Deputados, o repórter do Estadão em Brasília, André Shalders, conta para o podcast como foi costurado o acordo. E para analisar o impacto das mudanças na dinâmica do nosso sistema político eleitoral, convidamos o cientista político da Unesp de Araraquara, Bruno Silva. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 12, 202118 min

Conteúdo Patrocinado: A importância da Reforma Administrativa

A Reforma Administrativa, um conjunto de iniciativas que o Congresso Nacional está avaliando para tornar os serviços públicos mais eficientes e, ao mesmo tempo, menos onerosos para os cofres do país, tem sido muito discutida e foi tema de debate numa edição do Fórum Estadão Think realizada em parceria com a CNI, Confederação Nacional da Indústria. Hoje, o Brasil gasta 12,9% do seu Produto Interno Bruto com o funcionalismo público. É o sétimo maior percentual do mundo. Infelizmente, como todos nós vivenciamos no dia a dia, esses investimentos nem sempre  têm resultado em serviços públicos de alta qualidade. Diante desse quadro, a Reforma Administrativa se torna não apenas necessária, mas urgente. A jornalista Bárbara Guerra destacou os melhores momentos do evento nesse podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 11, 202119 min

Ponto final? A rejeição da Câmara ao voto impresso

A Câmara dos Deputados enterrou de vez a tentativa do presidente e de seus aliados de implantar o chamado voto impresso nas eleições brasileiras. Após ser rejeitado em uma comissão especial, o parecer do deputado bolsonarista Filipe Barros, a favor do tema, foi colocado em votação no plenário da Casa, nesta terça-feira. A defesa dessa proposta tem feito o presidente Jair Bolsonaro lançar reiteradas ameaças golpistas ao dizer que não haverá eleições em 2022 se não houver mudança no sistema eleitoral. Na manhã que antecedeu a votação da proposta, houve um desfile de blindados da Marinha, em Brasília, que foi visto como uma forma de intimidação pelos parlamentares. O presidente da Câmara, Arthur Lira, classificou o episódio como “coincidência trágica”. Durante a CPI da Covid, o presidente da comissão, senador Omar Aziz, fez duras críticas ao ato que chamou de “arroubo golpista”. Em paralelo, o Tribunal Superior Eleitoral  apresentou ao Supremo Tribunal Federal uma notícia-crime contra o presidente Jair Bolsonaro pelo vazamento do inquérito sigiloso da Polícia Federal que apura um ataque ao sistema interno da Corte ocorrido em 2018. O inquérito divulgado por Bolsonaro nas redes sociais foi aberto pela Polícia Federal dez dias após o segundo turno das eleições de 2018 para apurar uma denúncia de invasão do sistema interno do TSE. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos discutir os dois assuntos, para debater sobre a legalidade e o simbolismo desse ato ocorrido na Esplanada dos Ministérios, conversamos com o repórter especial do Estadão, especialista em Forças Armadas, Roberto Godoy. E sobre a decisão da Câmara e o que esperar da aceitação do presidente Bolsonaro sobre o resultado, vamos falar com a colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Eliane Cantanhêde. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 11, 202127 min

A Terra vai ficar mais quente: o alerta da ONU sobre o clima

As altas temperaturas, nunca antes registradas em diversos países, mostram uma mudança climática extrema no planeta. Nesta segunda-feira, 09, o aquecimento da Terra foi um dos principais temas tratados pelo Painel Intergovernamental sobre o Clima da ONU. O planeta está esquentando mais rápido do que era previsto e se prepara para atingir 1,5ºC acima do nível pré-industrial já na década de 2030, dez anos antes do que era esperado. Com isso, haverá eventos climáticos extremos em maior frequência, como enchentes e ondas de calor, secas severas, tornados, incêndios florestais e a tendência de aumento do nível do mar. No Brasil, um dos exemplos mais claros foi o aumento das queimadas no Pantanal. Mais de 22% do bioma queimou, impulsionado pelas condições de seca causadas pelas mudanças climáticas. Além disso, as recentes enchentes na Amazônia e a seca no sudeste, que pode comprometer a geração de energia, também preocupam as autoridades ambientais. A redução sustentada nas emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa, no entanto, ainda pode limitar as ameaças dessas mudanças climáticas. Caso contrário, alguns dos efeitos diretos para países como o Brasil serão secas mais frequentes e a queda na capacidade de produção de alimentos. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira vamos conversar com a pesquisadora Mercedes Bustamante, professora de Ecologia da Universidade de Brasília, e uma das participantes do grupo de trabalho do IPCC da ONU. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 10, 202123 min

A omissão do Congresso no freio a Bolsonaro

Algumas falas recentes do presidente Jair Bolsonaro causaram forte reação no poder Judiciário. O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, afirmou que Bolsonaro não cumpre a própria palavra e anunciou o cancelamento da reunião entre os chefes dos três Poderes que havia convocado.  Diante da escalada de tensão entre o presidente e ministros do STF, com ameaças ao estado democrático, o Congresso Nacional resolveu se calar. O presidente da Câmara, Arthur Lira, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, indicaram a aliados que não querem se envolver na briga. Essa tensão tende aumentar após a comissão especial montada na Câmara dos Deputados para analisar a adoção do voto impresso ter rejeitado o parecer do deputado bolsonarista Filipe Barros a favor do sistema. Agora, resta saber se a principal bandeira de Bolsonaro vai prosperar no plenário da Casa. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre a tensão entre os poderes em Brasília e a rejeição do voto impresso na comissão especial da Câmara. Para a discussão, convidamos o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes e o cientista político, Humberto Dantas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 9, 202128 min

Conteúdo patrocinado: Conexão – Transformação Digital com Pedro Doria

O digital faz parecer que é tudo um caso de ter o computador certo, a melhor plataforma, smartphones, clouds, machine learning e mais todas as novidades tecnológicas. Mas não é nada disso. O pulo do gato é fazer a descoberta que o Banco Carrefour fez, é repensar o papel das pessoas, dos clientes, da equipe. Neste episódio, Pedro Doria conversa com Carlos Mauad, CEO do Banco Carrefour, e Fabio Costa, general manager da Salesforce no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 8, 202126 min

Tecnologia #179: #Start Eldorado: sanções da LGPD passam a valer; ainda há dúvidas

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) já está em pleno vigor desde o último dia 1, gerando multas para as empresas que descumprirem as avançadas normas de segurança de dados. Muitas ainda estão atrasadas na implementação do mapeamento de informações em sua posse e dispositivos/sistemas tecnológicos de controle, além de não terem estabelecido canais efetivos de comunicação com os donos dos dados - os clientes/consumidores, que podem requerer tais informações a qualquer momento. São muitos os desafios e a jornada não acabou: mais sobre este cenário, uma análise do momento da LGPD e seu futuro são os destaques do Start Eldorado, que recebe Patrícia Peck Pinheiro, uma das maiores especialistas do País em Direito Digital e PhD em direito internacional e propriedade intelectual. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, todas as quartas-feiras, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 7, 202124 min

ESPECIAL TÓQUIO 2021: Brasil bate o recorde de medalhas em olimpíadas

Rebeca Andrade conquistou sua segunda medalha em Tóquio. Além da prata no individual geral, saiu o tão esperado ouro no salto da ginástica artística fazendo história na modalidade. A conquista do ouro inédito na maratona aquática por Ana Marcela Cunha, marca também o primeiro título olímpico de uma nadadora brasileira na história. Já a coleção de medalhas da família Grael aumentou nos jogos de Tóquio, com o bicampeonato de Martine Grael. Ela e Kahena Kunze repetiram a performance de ouro dos jogos do Rio. Mas nem todos os resultados foram como o esperado. No vôlei de praia o Brasil teve as quatro duplas eliminadas. A seleção masculina do vôlei de quadra também perdeu na semifinal para o comitê olímpico russo, e agora vai competir pelo bronze contra a Argentina. Até a gravação deste podcast o Brasil já tinha garantido 20 medalhas. O número ultrapassa os pódios obtidos pelo país nas Olimpíadas do Rio em 2016. Neste segundo episódio do especial olímpico do Estadão Notícias, vamos falar sobre as primeiras medalhas e as próximas competições com os repórteres do Estadão diretamente de Tóquio, Raphael Ramos e Paulo Favero. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes e Jefferson Perleberg Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Julia Corá e Jessica Brasil. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 6, 202120 min