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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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Conteúdo patrocinado: A importância do networking

Nosso podcast continua a inspirar mulheres empreendedoras e, por isso, hoje o assunto é uma ferramenta que pode alavancar os seus negócios, se for bem usada, é claro: o networking. Networking é, basicamente, o bom relacionamento e contatos com outros profissionais do mercado. Mas será que qualquer contato? Como, de verdade, o networking pode agregar no seu negócio e quais são os segredos para manter contatos que vão te ajudar a alavancar? Para responder todas essas perguntas, a jornalista Bárbara Guerra conversou com duas mulheres PhD no assunto, a CEO do IAB Brasil, Cristiane Camargo, e a CEO da B2Mamy, Dani Junco. Acompanhe!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 26, 202140 min

A entrada de Rodrigo Pacheco na corrida eleitoral

A cada dia novos possíveis candidatos aparecem como terceira via para as eleições presidenciais de 2022. O grupo que tenta se distanciar da polarização de Lula e Bolsonaro deve ser o maior no pleito do ano que vem. O último nome anunciado foi o do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que saiu do DEM, futuro União Brasil, para o PSD de Gilberto Kassab. A candidatura de Pacheco foi anunciada durante evento do partido na cidade do Rio de Janeiro. Na ocasião, Pacheco foi o último a falar e não disse se aceitava o convite para sair candidato. Mas apresentou os pilares do discurso que deve adotar na campanha. O ato oficial de filiação de Rodrigo Pacheco ao PSD tem todo um simbolismo por trás. Apesar de ser rondoniense de nascimento, o senador fez sua carreira política em Minas Gerais. Por isso a ideia é atrelar o nome dele a de outro mineiro muito importante para o Brasil: Juscelino Kubitschek.  No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, conversamos sobre as eleições de 2022, diretamente com o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Para contribuir nas reflexões sobre as reais chances da terceira via em 2022, ouvimos Christopher Garman, cientista político da Eurásia. E diretamente de Brasília, também vamos conversar sobre este contexto político com o repórter do Estadão, Felipe Frazão. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 26, 202128 min

Aras vai enterrar trabalho da CPI da Covid?

Mais de um semestre de trabalho, dezenas de reuniões, centenas de requerimentos e quebras de sigilos. Na última quarta-feira, 20, chegaram ao fim as atividades da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigava irregularidades na atuação do governo federal durante a pandemia. O relatório final, com 1.180 páginas, lido pelo relator Renan Calheiros, pediu o indiciamento de 66 pessoas e duas empresas. O documento ainda recomenda que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado e responsabilizado por nove crimes, que podem resultar no seu afastamento do cargo e também em prisão.  No fim da sessão, o vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues, informou que o relatório deve ser entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR) nesta quarta-feira, 27, caso seja aprovado. Assim, o documento chegará às mãos do procurador-geral, Augusto Aras - autoridade que pode apresentar denúncia criminal contra o presidente junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). A análise de Aras ocorrerá sob a desconfiança de alguns membros da Comissão de Inquérito de que a PGR pode arquivar as denúncias contra Bolsonaro e seus aliados, diante da proximidade do procurador com o presidente. Há ainda um longo caminho de análise a percorrer. São diversas as irregularidades apontadas no relatório, indicando que, durante o enfrentamento à pandemia, Bolsonaro teria cometido os crimes comuns de epidemia, charlatanismo, incitação ao crime, falsificação de documentos, além do uso irregular de verbas públicas, prevaricação e violação do direito social. Imputações similares já foram apreciadas pela Procuradoria ao longo do ano, durante análise de representações feitas por cidadãos comuns e políticos.  Além das denúncias contra Bolsonaro, Aras deverá também analisar as acusações contra os ministros Onyx Lorenzoni, Walter Braga Netto e Marcelo Queiroga, e contra os deputados Ricardo Barros e Osmar Terra. Os casos dos filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro e o vereador do Rio, Carlos Bolsonaro, também serão avaliados. O relatório também identificou crime de responsabilidade nos atos do presidente, cujos indícios serão encaminhados à Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Arthur Lira, deve analisar o documento, avaliando uma possível abertura de pedido de impeachment, que se somará às centenas de pedidos já existentes neste sentido. Conforme os senadores, o documento será também enviado ao Tribunal Penal Internacional, em Haia (Holanda), onde Bolsonaro deve responder também por crimes contra a humanidade. Nesta segunda, o episódio do Estadão Notícias, vai colocar em foco o cenário complexo dos desdobramentos da CPI, após sua conclusão, trazendo a análise da jurista Helena Regina Lobo da Costa, professora de Direito Penal da Universidade de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Shagaly Ferreira e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 25, 202125 min

Tecnologia #190: #Start Eldorado: A nuvem nos negócios - Parte 1

A migração para a nuvem das corporações e a cloud assumindo um papel central na transformação dos negócios são os temas do Start Eldorado. Você ouve a primeira de três partes do debate “Cloudification: A nuvem para a eficiência do negócio”, gravado na Japan House São Paulo, sobre as motivações, benefícios e desafios na jornada para a nuvem, a abordagem híbrida e a importância da infraestrutura segura, eficiente e confiável para a circulação dos dados e a orquestração de todas as tecnologias envolvidas. Participam Marcos Siqueira, COO da Ascenty, Edson Tavares, CTO da Via e Roberto Murakami, CTO Latam da NEC. Com a apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 23, 202120 min

Guedes à mercê do populismo de Bolsonaro e o desfecho da CPI

Uma debandada aconteceu, nesta quinta-feira, no Ministério da Economia. Insatisfeitos com as mudanças no teto de gastos para “patrocinar” o programa Auxilio Brasil, que dará 400 reais mensais a famílias carentes, nomes da área técnica pediram demissão da pasta nesta quinta-feira (21). A insatisfação da equipe econômica era crescente diante das manobras da ala política do governo para burlar o mecanismo e abrir espaço no Orçamento para bancar o “Bolsa Família turbinado”.Qual é o limite para a gastança do governo? Vale tudo em nome da reeleição? O principal adversário de Jair Bolsonaro (sem partido), o ex-presidente Lula, ao invés de criticar a irresponsabilidade fiscal, trucou: disse que o “povo merece” um benefício no valor de 600 reais. E quem (e como) vai pagar essa conta? A agenda negativa para o governo nessa semana não ficou restrita apenas ao populismo fiscal. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, apresentou o relatório final que imputa 9 crimes ao presidente Jair Bolsonaro pela sua atuação durante a pandemia. O mandatário foi indiciado por charlatanismo, mau emprego de verba pública, crimes contra a humanidade, entre outros. Além do presidente, estão no relatório seus filhos, o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o atual titular da pasta Marcelo Queiroga, membros do “gabinete paralelo”, e empresários, apoiadores e parlamentares da base do governo. Duas empresas também são citadas no documento. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Marcelo de Moraes e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 22, 202131 min

Barrados na fronteira: o drama dos brasileiros nos EUA

A chegada de imigrantes brasileiros aos EUA ilegalmente começou a crescer a partir de 2015. O grande pico nas apreensões pela patrulha fronteiriça aconteceu em 2019, quando passou de 1,6 mil casos no ano anterior para 18 mil, segundo os registros do país. Diferente de outros imigrantes, os brasileiros evitam a travessia pela barragem de Morelos, no Texas, onde a maioria que chega vem da América Central. Desde outubro de 2020, mais de 37 mil famílias brasileiras foram detidas nos Estados Unidos, de um total de 50 mil brasileiros que chegaram ilegalmente pelo México. Parte desses brasileiros chega de avião na Cidade do México, onde pega um outro voo para Mexicali, que fica próxima à fronteira com os Estados Unidos, e é uma das principais rotas de tráfico de drogas. E é daí que começa a jornada mais difícil dessas pessoas. Dali, os imigrantes seguem de carro até Los Algodones para a travessia a pé até Yuma. Alguns brasileiros chegam a pagar cerca de 15 mil dólares a coiotes para atravessar a fronteira, o que dá mais de R$ 80 mil pela viagem. Com voos rasantes, helicópteros dos EUA tentam encontrar os criminosos que conduzem os imigrantes. A maioria dos imigrantes que consegue cruzar a pé a fronteira comemora ao ver os agentes americanos, pois além de receber água e comida, é uma chance de conseguir asilo no país. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos ouvir áudios exclusivos captados na fronteira entre México e EUA e destes imigrantes que tentam entrar no país. Também vamos conversar com quem viajou até o local e fez esses registros, a repórter correspondente do Estadão nos Estados Unidos, Beatriz Bulla. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 21, 202129 min

Indústria e agro sem matéria-prima: e agora?

O Brasil atravessa um momento de crise ainda pouco percebido pela maioria da população, mas com efeitos visíveis quando o consumidor precisa adquirir um automóvel ou algum produto do setor agrícola. A escassez de matérias-primas e de bens intermediários vem impactando de forma significativa toda a estrutura produtiva até o comprador final.  No caso da agricultura, produtores brasileiros têm enfrentado um cenário desfavorável para conseguir fertilizantes. A crise energética da China, principal país exportador dos insumos, afeta também a cadeia mundial de suprimentos, elevando a demanda e influenciando, consequentemente, o aumento do preço das plantações, que deve ser repassado ao consumidor. Já nas fábricas automobilísticas e de produtos eletrônicos o drama em torno da falta de insumos está ligado à escassez de chips eletrônicos. Esses componentes são fornecidos pela Ásia, onde há grande dificuldade na aquisição de cobre e de materiais plásticos. O resultado da crise se reflete nos números: segundo sondagem divulgada pela pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), 12% dos fabricantes do setor tiveram que suspender parte da produção, no mês passado, dada a carência de componentes eletrônicos. A falta de chips semicondutores é um exemplo disso. Sentindo os efeitos da escassez, a Honda suspendeu parte de sua produção de veículos nos Estados Unidos e Canadá. Já no Brasil, a Volkswagen anunciou que irá decretar férias coletivas para cerca de 800 trabalhadores, no interior de São Paulo. A companhia alega que a medida será aplicada “pela falta de componentes, principalmente de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos”. Além da escassez de insumos, o Brasil enfrenta também a falta generalizada de contêineres nos portos brasileiros, situação que tem atrasado, em vários dias, a exportação da indústria e do agronegócio. Segundo especialistas, a situação deverá ser normalizada apenas no segundo semestre de 2022. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, a crise dos insumos será tema das análises do gerente de Análise Econômica da Confederação Nacional das Indústrias, Marcelo Azevedo, e do professor de economia do Cedeplar-UFMG e coordenador do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas e Desenvolvimento (GPPD), João Romero. Já a discussão sobre a crise nos portos brasileiros fica por conta do repórter do Estadão em Brasília, André Borges. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Shagaly Ferreira. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 20, 202128 min

Divergências na CPI: Bolsonaro pode responder por homicídio doloso?

Conforme o Estadão publicou com exclusividade neste domingo, o relatório final da CPI conclui que o governo de Jair Bolsonaro agiu de forma dolosa, ou seja, intencional, na condução da pandemia e, por isso, é responsável pela morte de milhares de pessoas. O termo doloso tem causado divergências na cúpula da CPI da Covid, e acabou adiando a leitura do relatório final que deveria acontecer nesta terça-feira, 19.Um dos pontos que levaram ao adiamento, é exatamente essa decisão do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), de indiciar Bolsonaro por homicídio qualificado, revelada pelo Estadão. Jair Bolsonaro teria reclamado com Omar Aziz (PSD-AM) dessa intenção de Renan. O senador, no entanto, negou a existência de qualquer conversa com Bolsonaro sobre o relatório. Segundo Omar, a decisão pelo adiamento foi tomada em conjunto entre ele e o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Os dois avaliaram que o prazo para a votação do relatório, marcada inicialmente para apenas um dia após a leitura, poderia gerar questionamentos e prejudicar o resultado final da comissão. O documento será encaminhado aos órgãos de controle, que poderão abrir processos sobre os supostos crimes apontados. Isso ocorre porque a CPI tem poderes de investigação, mas não de punição. O relatório traz também propostas de mudanças na legislação, como a criminalização da criação e divulgação de fake news.  No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos debater esses assuntos com o jurista Walter Maierovitch. E para entender melhor os entraves políticos e o andamento do relatório, vamos conversar com a repórter do Estadão em Brasília, Julia Affonso, que teve acesso ao relatório que seria apresentado pelo relator Renan Calheiros. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 19, 202131 min

Legalizar jogos de azar: solução ou problema para o Brasil?

Até 1946 os jogos de azar eram liberados no Brasil. O presidente Eurico Gaspar Dutra (1883 - 1974), sob o argumento de que o jogo era degradante para o ser humano, resolveu revogar a licença das casas de apostas. Arquivos da época mostram que havia no País cerca de 71 cassinos que empregavam cerca de 60 mil pessoas em empregos diretos e indiretos. Os bingos voltaram a funcionar legalmente nos anos 90, mas, em 2004, um escândalo envolvendo Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, colocou um fim à atividade. Diniz foi acusado de extorquir dinheiro de empresários donos de bingos para arrecadar fundos para o Partido dos Trabalhadores. Atualmente, alguns setores da sociedade brasileira defendem a legalização dos jogos de azar, argumentando que os cassinos gerariam empregos e a tributação deles ajudaria na arrecadação federal. No entanto, há diversos fatores negativos que devem ser considerados, na esfera criminal e de saúde pública. Após várias tentativas nos últimos anos, a bandeira da legalização volta a ganhar força no Congresso Nacional, mas não sem causar rachaduras na base de apoio do governo. De um lado, o Centrão age para aprovar a liberação de uma proposta ampla, que inclui até jogo do bicho, sob a justificativa de que vai alavancar a economia e o turismo. Do outro, a bancada evangélica afirma que o vício nos jogos prejudica as famílias e corrompe valores religiosos defendidos por eles. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, ouvimos o relator do projeto, o deputado federal, Felipe Carreras (PSB-PE), e o psiquiatra  Hermano Tavares, professor do Departamento de Psiquiatria da USP e fundador coordenador do Amjo - Ambulatório do Jogo Patológico. E sobre a queda de braço no Congresso, conversamos com o repórter do Estadão em Brasília, Lauriberto Pompeu.  O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 18, 202133 min

Tecnologia #189: #Start Eldorado: O futuro digital da sociedade

Nesta edição do Start Eldorado, grandes nomes globais da tecnologia falam sobre temas como 5G, redes de arquitetura aberta (Open RAN) e suas aplicações, as transformações digitais na retomada do setor aéreo, inovação aberta, cidades inteligentes, biometria e inteligência artificial, em um programa especial sobre o evento "Visionary Week", da NEC, diretamente do Japão. O Start vai ao ar a partir de 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 16, 202121 min

Natal sem peru: a escassez de produtos e mão de obra no Reino Unido

Em janeiro deste ano, o Reino Unido concluiu o chamado Brexit, ou seja, sua saída do bloco conhecido como União Europeia. Depois de anos de negociação, países como Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales, voltam a ter regras próprias como, por exemplo, a questão da imigração. Entretanto, os primeiros meses de “liberdade” da Grã-Bretanha tem sido de dificuldades, com a escassez de combustível e alimentos. As estimativas oficiais apontam que mais de um milhão de estrangeiros teriam deixado o Reino Unido em 2020 e, entre os que ficaram, muitos não regularizaram sua situação.  Por causa disso, estima-se que, agora, faltam 100 mil motoristas no Reino Unido, onde 90% das cargas são entregues por via rodoviária. O governo britânico tem tomado algumas medidas pontuais para tentar amenizar os problemas. A validade de milhares de vistos temporários de trabalho para estrangeiros poderem trabalhar no Reino Unido foi prolongada até os primeiros meses do próximo ano. No episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, vamos entender a conjuntura de fatores que levaram o Reino Unido a atravessar esse momento delicado, com o professor dos cursos de Relações Internacionais e Economia da FAAP, Vinícius Rodrigues Vieira. E ainda, o depoimento de brasileiros que moram na Inglaterra sobre como estão vivendo essa realidade. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 15, 202123 min

Impeachment de Bolsonaro: STF pode obrigar Lira a analisar?

Aliado de Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), está sentado sobre mais de 130 pedidos de impeachment do presidente da República. Inclusive, um “superpedido'' que reuniu deputados de diferentes linhas ideológicas e ex-apoiadores de Bolsonaro, como Joice Hasselmann e Alexandre Frota (ambos, PSDB-SP). O documento é assinado principalmente por movimentos sociais e partidos de esquerda e centro esquerda como PT, PDT, Rede, PSB, PSTU e PSOL, além do Cidadania. Porém, nomes associados à direita também se somaram ao superpedido, incluindo o deputado Kim Kataguiri do Movimento Brasil Livre (MBL). Por causa dessa atitude do presidente da Câmara em segurar as denúncias, o PDT entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar Arthur Lira a desengavetar o impeachment contra o presidente. A Advocacia-Geral da União também já se manifestou e disse ao Supremo Tribunal Federal que o impeachment é um processo de natureza política e, por isso, não é papel da Corte definir prazo para sua análise. O tema do impeachment também chegou à CPI da Covid, que deve ter o seu relatório divulgado na semana que vem. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI, disse que o documento final da comissão deve conter uma proposta estabelecendo prazo para o presidente da Câmara se manifestar sobre processos de impeachment contra presidentes da República. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos entender melhor a obrigação do presidente da câmara em pautar os pedidos de impeachment com Luiz Fernando Amaral, professor de Direito da FAAP. Sobre o aspecto político, e o que está por trás da análise desses pedidos de impeachment, vamos falar com com Graziela Testa, cientista política da FGV. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 14, 202122 min

Ciro Gomes: “Minha relação com o lulopetismo está encerrada”

Entre os nomes apontados como possíveis candidatos da chamada “terceira via”, um dos mais polêmicos, até pelas discussões acaloradas nas redes sociais, é o de Ciro Gomes, do PDT. O pedetista é visto pela esquerda vinculada ao PT como uma espécie de “traidor” por não ter apoiado Fernando Haddad no segundo turno das eleições de 2018. Além disso, Ciro Gomes, que já foi ministro de Lula, é um grande crítico da possível candidatura do ex-presidente em 2022. Esse racha na esquerda ficou evidente nas últimas manifestações que pediam o impeachment de Jair Bolsonaro. Ao subir no caminhão de som para discursar, na Avenida Paulista, em São Paulo, Ciro Gomes foi vaiado por parte dos presentes. Já de olho em 2022, Ciro Gomes contratou o ex-marqueteiro de Lula, João Santana, para comandar sua campanha presidencial. O pedetista tem sido também o primeiro a costurar alianças e tentar formar uma chapa para 2022. No começo de outubro, o pedetista jantou com José Luiz Datena para conversar sobre a possibilidade do apresentador ser o seu vice nas próximas eleições. O núcleo empresarial brasileiro, que vai se descolando de Jair Bolsonaro, tem olhado atentamente o desempenho dos nomes da “terceira via”, para apoiar um candidato que possa fazer frente à disputa entre o atual presidente e Lula. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, recebemos o próprio Ciro Gomes para falar, entre outros assuntos, sobre eleições, a sua relação com o PT e a possibilidade de impeachment de Jair Bolsonaro. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Victor Farias. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 13, 202134 min

Reabrindo as cortinas: a retomada das atividades culturais no país

O segmento dos eventos culturais e do entretenimento foi um dos mais afetados pela pandemia. Apesar da crise no setor, aos poucos, essas atividades estão voltando à “normalidade” aqui no Brasil.  No Estado de São Paulo, os eventos culturais voltaram a ser liberados desde meados de agosto, com a recomendação do uso de máscara e restrição a aglomerações. Já os shows com o público em pé devem voltar somente em novembro.  No Rio de Janeiro, os eventos em espaços abertos com até 500 pessoas foram liberados no meio de setembro. A cidade exige um “passaporte da vacina” para circulação, mas a questão segue em embate jurídico.  Já o carnaval, a maior festa do ano no Brasil, ainda não foi confirmado. As três cidades com as maiores folias, Rio, São Paulo e Salvador já se organizam para a realização do evento do próximo ano. Essa retomada à normalidade é gradual, mas nem todos artistas e profissionais que trabalham no setor conseguiram voltar com segurança ou se reerguer do tombo causado pela pandemia. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos falar sobre os prejuízos para o setor e como está sendo organizada esta retomada com Doreni Caramori Júnior, presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos. E para comentar sobre as ações programadas para este período de transição da pandemia, convidamos o secretário estadual de Cultura de São Paulo, Sérgio Sá Leitão. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 12, 202129 min

Existe saída para baixar o preço dos combustíveis?

O preço do combustível está cada vez mais caro no País. Em alguns estados, o valor já ultrapassa a marca de R$ 6,00 por litro. Para piorar, a Petrobras anunciou na sexta-feira passada, 8, um aumento de 7% na gasolina e no gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diz que a culpa dos preços cada vez maiores é dos governadores e pede a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).  Aliado de Bolsonaro, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), articula em favor de uma proposta que altera o valor sobre o qual é calculado o ICMS sobre os combustíveis. Segundo Lira, a proposição, prevista para ser votada na quarta-feira, 13, pode baratear o preço da gasolina em até 8%. A proposta, no entanto, enfrenta rejeição de Estados e municípios que alegam que não houve alteração no imposto, e que os sucessivos aumentos são culpa da política de preços praticados pela Petrobras. O preço da gasolina é formado pela fatia da Petrobras, 33,43%; pelos tributos federais Cide e PIS/Pasep e Cofins, de 11,6%; pelo ICMS, cobrado pelos Estados, de 28%; pelo custo do etanol anidro, de 16,3%; e pela fatia dos distribuidores e revendedores, de 11%. Além das discussões sobre tributação, também é preciso olhar para fora do País para entender o aumento nos preços dos combustíveis. Desde 2016, a Petrobras se orienta pelo Preço de Paridade Internacional, que leva em consideração a cotação do barril de petróleo e a variação cambial. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, vamos conversar com a repórter do Broadcast, Fernanda Nunes, para entender o que acontece na Petrobrás. Também vamos conversar com o advogado tributarista  Fernando Zilveti, para analisar as questões relativas ao preço do combustível. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Victor Farias. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 11, 202121 min

Tecnologia #188: #Start Eldorado: IA e dados nas comunicações

O apresentador Daniel Gonzales recebe Luiz Eduardo Medici, VP de Dados e Inteligência Artificial da Vivo, para uma conversa sobre as inovações, o uso de tecnologia de análise de dados e inteligência artificial para entender os clientes e suas necessidades, ao mesmo tempo em que a operadora que se prepara para um novo cenário de negócios com a chegada do 5G e a possibilidade de desenvolver e oferecer novos tipos de serviços e integrações. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 9, 202123 min

A fritura de Guedes e a nova relação entre Bolsonaro e o STF

O presidente Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que pretende depor presencialmente no inquérito que apura suposta interferência política na Polícia Federal. Até então, Bolsonaro queria se manifestar apenas por escrito. Com isso, o STF adiou novamente o julgamento que definiria se Bolsonaro poderia, ou não, prestar depoimento por escrito nesse caso. Esse inquérito foi aberto a partir de denúncias feitas pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, em 2019. Adversário de Bolsonaro em 2022, Lula está em Brasília onde tenta angariar apoio a sua candidatura. O petista se reuniu com a bancada da legenda na Câmara e no Senado, além de se reunir com outras lideranças partidárias do MDB, PSD e PSB. Esta é a terceira vez que Lula vai à capital federal desde que saiu da prisão. Enquanto isso, têm legendas que resolveram se fundir. Em convenções realizadas, em Brasília, DEM e PSL resolveram virar um só com o nome de União Brasil, que passará a ter o número 44. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda precisa aprovar a nova sigla. Se for dado o “ok” pelo TSE, o novo partido terá 82 deputados federais, se tornando a maior bancada da Câmara dos Deputados. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Marcelo de Moraes e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 8, 202132 min

Haitianos: da esperança no Brasil à caçados nos EUA

O Brasil vem registrando com o passar dos anos uma diminuição no número de imigrantes haitianos em seu território. Enquanto isso, o número de haitianos apreendidos nos EUA passou de 5 mil, entre outubro de 2019 e setembro de 2020, para 30 mil, entre outubro de 2020 e agosto de 2021. Os haitianos que deixam o Brasil usam na maioria das vezes a rota que um dia fizeram para chegar ao País. Muitos vão até Roraima, de onde cruzam por Amazonas e Mato Grosso, passando para Bolívia e Chile, de onde partem para a América Central até o destino final. Para aqueles que chegam à fronteira dos EUA, o desafio é ficar no país. Usando uma regulação sanitária aplicada ainda durante o governo de Donald Trump, Washington iniciou as deportações para o Haiti. Desde o dia 19 de setembro, mais de 5 mil haitianos foram deportados. Imagens de milhares de haitianos acampados embaixo de uma ponte no Texas e alguns sendo “caçados” por agentes a cavalo levaram a uma série de críticas às políticas migratórias americanas. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar com quem acompanha esse movimento de saída dos haitianos do Brasil, os repórteres da editoria de internacional do Estadão, Fernanda Simas e Renato Vasconcelos. Também falamos com um dos líderes das ações de acolhimento de imigrantes no Brasil, padre Júlio Lancelotti, da Pastoral do Povo da Rua de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 7, 202127 min

Nuvem de poeira: o que está por trás desse fenômeno e os seus riscos

Nas últimas semanas, uma série de cidades brasileiras foi atingida por tempestades de areia semelhantes às que aparecem em ficções, como a aventura distópica Mad Max. No filme, lançado em 1981, os personagens vivem em um futuro seco, onde a água é escassa, o que torna fenômenos como esse mais frequentes. Tempestades de areia são registrados no Brasil anualmente de forma pontual em períodos de seca, mas casos recentes, como os da região de Franca e Ribeirão Preto, chamam atenção pela proporção, força e frequência. Além das duas cidades paulistas, municípios de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Maranhão também sofreram com o problema. A incidência do fenômeno tem relação tanto com fatores locais quanto de âmbito mais amplo. Uma das principais variáveis é a devastação recorde da Amazônia, cuja evapotranspiração (umidade liberada no ambiente pelas árvores) regula o regime de chuvas de outras partes do País, como a região sudeste. O fenômeno também tem impacto na agricultura. As rajadas de vento afetam ainda mais o solo já castigado pela seca, ao remover as camadas mais superficiais, onde está a maior riqueza de nutrientes (inclusive os agrícolas) e microorganismos. Além do meio ambiente, as nuvens de poeira podem trazer sérios problemas à nossa saúde. O fenômeno pode ser prejudicial para crianças, idosos e quem já sofre com problemas respiratórios, como doença pulmonar obstrutiva crônica, asma e rinite ou sinusite. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos conversar com a pesquisadora  Mercedes Bustamante, professora de Ecologia da Universidade de Brasília (UnB), e uma das participantes do grupo de trabalho do IPCC da ONU. Ela vai explicar o fenômeno, suas causas e consequências. Também convidados o médico pneumologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Gustavo Prado, para entender quais as consequências que nuvens de poeiras como as que atingiram Franca tem para a saúde. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Victor Farias Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 6, 202127 min

A queda das redes sociais: um dia sem Whats, Face e Instagram

Internautas do mundo todo ficaram sem poder utilizar os aplicativos do WhatsApp, Facebook e Instagram por conta de uma instabilidade nas plataformas. Os próprios funcionários do Facebook foram vítimas da situação, segundo o jornal The New York Times. O acesso ao prédio da empresa é feito pelo login da rede social, ou seja, teve gente que ficou pra fora. No Twitter, única rede social que continuou funcionando, os perfis do Facebook e do WhatsApp postaram: "Estamos cientes de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o WhatsApp no momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização assim que possível". Porém a queda dos serviços acabou prejudicando muitas pessoas que trabalham pelas plataformas, como pequenos empreendedores que vendem seus produtos e serviços pelo WhatsApp e Instagram. O Facebook, dona das três redes, também sentiu, economicamente, na pele a queda de seus serviços. As ações da empresa chegaram a cair mais de 5% na bolsa de Nova York e da eletrônica Nasdaq. Em fóruns que reúnem especialistas em tecnologia, corre a especulação de que parte dos problemas frequentes tem sido causados pelo plano de integração dessas redes, que foi anunciado em janeiro de 2019 e que teve início em 30 de setembro de 2020 com a integração do Facebook Messenger e Instagram.  Também foram relatadas instabilidades em outros aplicativos concorrentes, como Telegram e Tik Tok, e aplicativos dos principais bancos do Brasil. A conta oficial do Nubank informou que foi identificada uma oscilação nos pagamentos de boletos, mas a empresa estava trabalhando para normalizar a situação. Em meio à pane das redes, usuários afirmaram que as operadoras de telefonia móvel do Brasil estão apresentando falhas, com as ligações e a conectividade móvel. Ao Estadão, Vivo, Claro e TIM negaram que houve problemas e declaram que as linhas funcionavam normalmente. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos conversar com o editor do Link do Estadão, Bruno Romani, para tentar entender o que aconteceu com as plataformas. E para falar sobre essa dependência das redes sociais e da falta que sentimos delas, convidamos  a psicóloga, Dra. Paula Vicentini. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 5, 202126 min

Como está o tabuleiro eleitoral a um ano do pleito?

As eleições de 2022 são daqui a um ano, mas as movimentações dos partidos e dos possíveis candidatos já estão a todo vapor. Na última pesquisa do Ipec, de 22 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro lideram as intenções de votos com 48% e 23%, respectivamente. Com a alta popularidade dos dois melhores colocados nas pesquisas recentes, a chamada "terceira via" tenta se viabilizar e mostrar que pode ser, além de competitiva, uma alternativa à polarização tóxica que tomou o País nos últimos anos. Os tucanos João Doria, Eduardo Leite e Arthur Virgílio Neto disputam às prévias do PSDB, enquanto que Ciro Gomes é o nome mais cotado para disputar o Palácio do Planalto pelo PDT.  Os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Sérgio Moro também são nomes que circulam como possíveis presidenciáveis, mas ainda não disseram sim às candidaturas. Para nos ajudar a entender melhor os caminhos que levam ao próximo pleito, batemos um papo com o editor da Coluna do Estadão, e colunista da Rádio Eldorado, Alberto Bombig, e com o cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas, Carlos Pereira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 4, 202130 min

Tecnologia #187: #Start Eldorado: energia digital

As soluções tecnológicas no presente e no futuro do setor energético em pauta no Start Eldorado, com a apresentação de Daniel Gonzales. Ao mesmo tempo em que o setor já emprega em campo inovações como câmeras térmicas e análise de vídeo em tempo real e intensa análise preditiva de dados para evitar falhas e manter a rede funcionando de forma estável, se prepara para a chegada de inovações como o 5G e a internet das coisas, que vai abrir as portas para as redes inteligentes (smart grids) e a entrada de fontes renováveis no sistema, pelas quais o próprio consumidor poderá colocar seu excedente de energia na rede, além da mobilidade elétrica em cidades e estradas. Ouça a entrevista com Rafael Moya, gerente de inovação do grupo CPFL. O Start vai ao ar toda quarta-feira às 21h na Eldorado FM 107,3.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 2, 202125 min

Ossos e pés de galinha: a realidade do Brasil que passa fome

A chegada da pandemia no País marcou o aumento de 27% do número de brasileiros enfrentando a fome, em comparação com o ano de 2018, totalizando 19 milhões de pessoas, o que corresponde a 9% da população brasileira. Entre as famílias que enfrentam a insegurança alimentar, 74% são de lares chefiados por mulheres e 66,8% por pessoas pretas. A insegurança alimentar também é maior nas residências habitadas por crianças e adolescentes, e mais frequente nos domicílios do Nordeste e Norte do país. Nesta quarta-feira, um episódio ocorrido na cidade do Rio de Janeiro, chamou a atenção para a tristeza e a gravidade do problema. Um caminhão com restos de carne e ossos virou ponto de distribuição para moradores que têm fome e não possuem dinheiro suficiente para comprar alimento. Dois fatores contribuem para essa situação revoltante: aumento do desemprego e da inflação. Em conjunto, esses fatores reduzem o poder de compra da população, sobretudo entre os mais pobres. Para falar sobre as ações de enfrentamento à fome, no episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, vamos conversar com o presidente nacional da Central Única das Favelas (CUFA), Preto Zezé. Também vamos debater o assunto com o diretor executivo da Ação da Cidadania, Rodrigo “Kiko” Afonso. E para discutir as perspectivas econômicas para a inflação no País e de que forma ela continuará impactando os mais necessitados, ouvimos a análise da  economista Juliana Inhasz, coordenadora do curso de graduação de Economia do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 1, 202130 min

Quais as chances do TSE cassar a chapa Bolsonaro-Mourão?

O conflito entre o presidente Jair Bolsonaro e o Judiciário deve ganhar um novo capítulo em breve. Está em via de ser liberado para julgamento no plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido de cassação da chapa de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. A um ano da realização das eleições de 2022, o TSE vai avaliar as denúncias contra a chapa por impulsionamento ilegal de mensagens em massa pelo WhatsApp durante a campanha eleitoral de 2018.  O processo recebeu documentos compartilhados pelo ministro Alexandre de Moraes, coletados pelo inquérito das “fake news” e da investigação sobre atos antidemocráticos, que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Também está sendo investigado o financiamento empresarial ilegal, via caixa 2, dessas redes de desinformação. Nos autos do processo constam indícios de que o uso de sistemas automatizados para envio massivo de mensagens foi bancado por apoiadores do presidente. Essa prática é proibida pela legislação eleitoral. Pagamentos feitos por empresários em favor de um candidato devem ser declarados, caso contrário podem ser considerados crime de caixa dois. Se a ação for a plenário em até um mês e o colegiado formar maioria para condenar a chapa por abuso de poder, Bolsonaro e Mourão ficam inelegíveis por oito anos. E assim, não poderão disputar o pleito de 2022. No episódio desta quinta-feira vamos conversar com Alberto Rollo, advogado especializado em direito eleitoral, para entender os motivos da possível cassação da chapa do presidente. E também vamos debater as consequências políticas da denúncia para Bolsonaro, com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael NascimentoMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 30, 202130 min

Mulheres e negros: nova regra eleitoral vai ampliar a representação?

Uma nova regra eleitoral promulgada ontem (27) já fez com que os partidos comecem a buscar mais mulheres e negros como candidatos para as eleições de 2022. O texto aprovado pelo Congresso dá um “bônus” financeiro para as legendas que mais conseguirem votos em candidatos desses dois grupos. Atualmente, os votos recebidos na eleição para a Câmara servem como base para o cálculo de quanto os partidos vão ganhar no chamado fundão eleitoral. Legendas com resultados melhores nas campanhas para deputado federal ganham mais, só que com essa nova regra, os votos em mulheres e negros tem peso dois, o que dobrará também o cálculo sobre a distribuição dessa verba. Hoje, já existem as cotas obrigatórias para que os partidos tenham uma porcentagem maior de mulheres e negros candidatos, mas o Congresso resolveu reforçar ainda mais essa diversidade. Para se ter uma ideia, se essa medida já estivesse em vigor, PSOL, PT, PSL, PCdoB e Avante seriam os que mais ganhariam, de acordo com levantamento da consultoria Neocortex e do Instituto Millenium com dados do Tribunal Superior Eleitoral. Por outro lado, PSD, PP, DEM, MDB e PSB, sairiam perdendo. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, vamos conversar sobre essa novidade na disputa eleitoral com o repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman. E para debater a importância da iniciativa para o aumento da diversidade na política convidamos a deputada estadual de São Paulo e integrante da bancada ativista, Mônica Seixas (PSOL), e a deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ). Quem também fala conosco é a diretora do Instituto Alziras, Michelle Ferreti. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 29, 202129 min

O fim da era Merkel e a sucessão de poder na Alemanha

Depois de 16 anos, Angela Merkel, uma das figuras políticas há mais tempo no poder, está de malas prontas para deixar o cargo de chanceler da Alemanha. Nas eleições gerais deste domingo, 26, o Partido Social-Democrata foi o que teve mais votos, com 25,7% do total. A União Cristã Democrata, o partido de Angela Merkel, ficou em segundo, com 24,1%. Merkel chegou ao poder aos 51 anos, numa época de crescimento econômico global, mas também de dificuldades na economia alemã, que tentava se modernizar por meio de reformas estruturais. As reformas feitas pela chanceler criaram, em médio e longo prazo, condições para uma queda sistemática do desemprego no país.  Conhecida pelo seu pragmatismo, conseguiu dialogar com adversários e se adaptar a situações adversas, inclusive governando com adversários. Na Europa, continente que ela acabou informalmente liderando, Merkel deixou uma imagem positiva. No entanto, Merkel vinha perdendo apoio dentro da Alemanha com o passar dos anos. Em abril de 2021, uma pesquisa da Deutschland trend mostrou que apenas 35% dos alemães apoiavam a atuação da chanceler. Essa queda foi observada principalmente por causa da crise imigratória no país.  A política alemã entra agora em uma nova fase, a das negociações. As próximas semanas serão de longas conversas entre as lideranças. Após anos de coalizões entre dois partidos, o Social-Democrata e o União Cristã Democrata, há indícios de que serão necessárias três legendas para formar uma maioria desta vez. O nome mais cotado é o de Olaf Scholz que é o líder do Partido Social-Democrata, o grande vencedor das eleições. Para analisar esse cenário pós-Merkel, convidamos para o episódio do Estadão Notícias desta terça-feira a doutora em relações internacionais pela London School of Economics e professora da ESPM, Carolina Pavese. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer, Rafael Nascimento e Julia Corá Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 28, 202124 min

Marcelo Queiroga: da ciência ao bolsonarismo

O ministro da saúde, Marcelo Queiroga, contraiu covid-19 durante sua participação na Assembleia-Geral da ONU, em Nova Iorque. Ele deve permanecer por mais duas semanas de quarentena na cidade, um gasto de aproximadamente 30 mil reais aos cofres públicos. Além disso, sua passagem pelos Estados Unidos foi cercada de polêmicas, o ministro chegou a mostrar o dedo do meio a manifestantes que protestavam contra o governo de Jair Bolsonaro. O gesto obsceno pode até ser investigado pela Comissão de Ética da Presidência por conduta inapropriada, segundo especialistas ouvidos pelo Estadão.  Porém essas não foram as primeiras, e provavelmente não serão as últimas polêmicas dele. Queiroga é o quarto ministro à frente da pasta da saúde no governo de Bolsonaro. Desde que substituiu o general Eduardo Pazuello, no dia 15 de março deste ano, o médico cardiologista que era visto como moderado, e a favor da ciência, foi aos poucos alterando seu discurso para uma linha mais bolsonarista, ao estilo do seu líder. Ainda em junho, o ministro foi a favor da realização da Copa América. Queiroga também acatou pedido de Bolsonaro para estudar a desobrigação do uso de máscaras, contrariando os especialistas.  O ministro também vem trocando farpas com governadores e prefeitos, mais especificamente João Doria, governador de São Paulo.  Afinal, Queiroga se rendeu ao bolsonarismo? Diante de tantas idas e vindas, existe clima para que o médico continue a frente da pasta? No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos conversar sobre esse assunto com quem estava à frente da saúde no governo Bolsonaro no surgimento da pandemia, o médico e ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 27, 202130 min

Tecnologia #186: #Start Eldorado: trânsito digital

O apresentador Daniel Gonzales recebe Cleber Chinelato, superintendente de Tecnologia da CCR S.A., para uma conversa sobre estradas inteligentes e inovações tecnológicas na gestão do trânsito, dentro do conceito de Smart Cities. Uso de sensores, tecnologia de análise de vídeo em tempo real, edge computing para acelerar processos como uso de tags e contagem de eixos em cobranças, 'free flow' em pedágios, drones para monitoramento das rodovias já são realidade - e ganharão grande aceleração com a consolidação do 5G em breve. O Start Eldorado vai ao ar às 21h, toda quarta-feira, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 25, 202122 min

Reta final da CPI, o vexame do Brasil na ONU e a reforma eleitoral

O Brasil foi motivo de chacota internacional com a ida da comitiva do País à Nova York, onde o presidente Jair Bolsonaro discursou na Assembleia-Geral da ONU. Além de dados infundados apresentados pelo líder brasileiro, a viagem foi marcada pelo constrangimento no encontro com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, ao afirmar que não se vacinou, e que culminou com o teste positivo para covid-19 do ministro da saúde, Marcelo Queiroga. No Brasil, os senadores aprovaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral. No entanto, os congressistas modificaram um item muito importante do texto que veio da Câmara dos Deputados que permitia a volta das coligações partidárias. Além disso, o Senado manteve a mudança na data da posse de governadores e presidente a partir de 2026, para o dia 5 de janeiro, e o “peso dois” aos votos dados a mulheres e negros para a Câmara dos Deputados. A CPI da Covid também deu o que falar essa semana. Durante o depoimento do ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, para falar sobre os contratos com a Covaxin, o representante da CGU ofendeu a senadora Simone Tebet (MDB-MS) ao chamá-la de “descontrolada”, o que gerou revolta dos outros senadores da comissão. Teve também o depoimento do diretor da Prevent Senior Pedro Batista Júnior, sobre um provável estudo “secreto” que utilizou o chamado “kit covid” com medicamentos sem eficácia comprovada, sem o consentimento dos pacientes. Na comissão, ele negou que havia essa orientação, mas admitiu que o CID para covid-19 era modificado dentro do hospital para outra doença. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Marcelo de Moraes e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 24, 202132 min

As atrocidades do caso Prevent Senior e seus elos com governo

O diretor da Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior, foi convocado pela CPI da Covid para depor nesta quarta-feira, 22. A empresa está no centro de uma polêmica por conta de um suposto estudo que realizou utilizando medicamentos do chamado “kit covid”, sem conhecimento dos pacientes e seus familiares. A empresa foi denunciada por ter subnotificado o número de mortes que ocorreram em suas unidades devido a esse experimento com a medicação e coagido médicos a adotarem o “tratamento precoce”. No documento enviado à CPI da Covid médicos e ex-médicos da Prevent denunciam irregularidades do estudo e informam que a disseminação da cloroquina e outras medicações foi resultado de um acordo entre o governo Bolsonaro e a empresa. Esse dossiê de posse da CPI da Covid afirma que a Prevent Senior usou pacientes como cobaias. Segundo o documento, a empresa omitiu sete mortes de pessoas tratadas com hidroxicloroquina. O material é assinado por 15 médicos da operadora de planos de saúde. De acordo com os profissionais, a hidroxicloroquina foi administrada sem avisar pacientes ou parentes. O estudo foi realizado em São Paulo. O presidente Jair Bolsonaro e seus filhos têm histórico de defesa do tratamento precoce contra covid, inclusive com divulgação de supostos resultados de pesquisas da Prevent. Na CPI, o diretor da Prevent Senior negou que atestados de óbito foram adulterados para que não trouxessem a covid como fator da morte. No entanto, confirmou que a operadora orientou médicos a modificarem, após algumas semanas de internação, o código de diagnóstico dos pacientes, o chamado CID, de Covid-19 para outra doença. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar com quem acompanhou esse caso envolvendo a Prevent Senior, a repórter do Estadão em Brasília, Julia Affonso. Também convidamos o advogado e professor de direito Salo de Carvalho, da Universidade Federal do Rio, e membro do Observatório da Corrupção da Saúde da Unilasalle/RS, para esclarecer os desdobramentos jurídicos e penais do caso para empresa e os envolvidos. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 23, 202130 min

Mentiras e negacionismo: a viagem da trupe bolsonarista à NY

A viagem da comitiva brasileira aos Estados Unidos e a participação do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Geral das Nações Unidas foi marcada por protestos em Nova York. Antes mesmo do evento, no domingo, o presidente teve que entrar pelos fundos do hotel para evitar uma manifestação contra ele que ocorria na rua. Outro situação que chamou a atenção foram algumas imagens do presidente e sua equipe comendo pizza nas calçadas da cidade. Sem comprovante de vacinação contra a Covid-19, Bolsonaro não pode frequentar lugares fechados, como restaurantes, cinemas, teatros e academias em Nova York. O fato do presidente não ter se vacinado causou situações constrangedoras para ele e para a imagem do País.  Em seu discurso na Assembleia-Geral da ONU, que durou cerca de 13 minutos, Bolsonaro atacou governadores e prefeitos, políticas de lockdown, defendeu o tratamento precoce contra covid-19 e ainda se colocou contrário ao "passaporte de vacinação". Na viagem, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, testou positivo para Covid-19, e ficará 14 dias em quarentena no hotel em Nova York. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira vamos analisar o impacto do discurso do presidente Bolsonaro na ONU e também do presidente americano, Joe Biden. Para isso convidamos o pesquisador e coordenador do curso de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, Felipe Loureiro. A correspondente do Estadão nos Estados Unidos, Beatriz Bulla, traz os bastidores da comitiva brasileira em Nova York. Além disso, vamos conversar também com Alessandra Monnerat, repórter do “Estadão Verifica”, ferramenta de checagem do Estadão que analisou as declarações do discurso de Bolsonaro na ONU. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 22, 202131 min

Conteúdo Patrocinado: O pontapé das redes sociais no empreendedorismo

Empreender não é fácil, demanda tempo, estudo, paciência e recursos. Agora, se empreender já não é fácil, você imagina quando a empreendedora decide que não quer ter somente um negócio, mas sim dois, ou três, ou quatro... Praticamente uma empreendedora “polvo”! Será que é possível abraçar tudo? Como conseguir administrar tudo isso? Existe aquela frase clichê, mas que se encaixa muito bem aqui: conseguir é fácil, o difícil é manter. Nós vamos saber mais desse assunto e como as redes sociais são uma alavanca para os negócios na conversa da jornalista Bárbara Guerra com a Claudia Aloia, empreendedora e influenciadora digital.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 21, 202124 min

Gesto de desespero? O aumento do IOF de olho na reeleição

Desde a campanha, o presidente Jair Bolsonaro rechaçou a possibilidade de aumento de impostos durante seu governo. Porém, na semana passada, o governo decidiu aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras, ou IOF, que incide sobre operações de crédito. As novas alíquotas já começaram a valer desde ontem para pessoas físicas e jurídicas e serão aplicadas até 31 de dezembro de 2021. Para as pessoas físicas o aumento foi de 3% ao ano para 4,08%. Já para as pessoas jurídicas, a alíquota anual passa de 1,5% para 2,04%. De acordo com o Ministério da Economia, os valores arrecadados serão utilizados para custear o Auxílio Brasil, programa do governo que deve substituir o Bolsa Família. Segundo a pasta, os gastos com o novo programa terão um acréscimo de um bilhão e 600 milhões de reais na despesa obrigatória de caráter continuado do governo federal. Além disso, a Lei de Responsabilidade Fiscal determina que é necessário indicar a fonte para custear o aumento dessa despesa. Para o próximo ano, esse dinheiro, segundo o governo, virá da recriação do imposto de renda sobre lucros e dividendos, que está em discussão no Senado. Entre as operações de crédito que passarão a cobrar mais imposto estão o cheque especial, o cartão de crédito, o crédito pessoal e os empréstimos para empresas. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira, vamos entender mais sobre os bastidores desse movimento de aumento do IOF feito pelo governo federal com editora do Estadão/Broadcast e colunista da Rádio Eldorado, Silvia Araújo. E para falar sobre o impacto do aumento do IOF nas contas dos brasileiros, vamos conversar com a pesquisadora de finanças públicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Juliana Damasceno. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 21, 202124 min

Quais acusações Bolsonaro enfrentará no relatório da CPI da Covid?

Desde o mês de abril, quando foi oficialmente instalada no Senado Federal, a CPI da Pandemia prendeu a atenção da população com atualizações diárias sobre a condução da pandemia pelo governo federal. Após quase cinco meses de trabalho, o relatório final deve ser entregue até o final da semana. A investigação foi prorrogada por mais três meses no dia 14 de julho, e pode ser finalizada até o dia 5 de novembro. Segundo o senador Renan Calheiros, relator da comissão, o grupo pretende entregar o documento na quinta ou sexta-feira desta semana. A pedido da CPI, um grupo de juristas analisou depoimentos e toda a documentação da CPI e entregou, na última semana, um relatório com os possíveis crimes cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro na condução da pandemia. Este deve ser um dos capítulos do relatório. O parecer também aponta outros crimes que teriam sido cometidos por Bolsonaro, como infração de medida sanitária preventiva, charlatanismo; incitação ao crime; prevaricação e crime contra a humanidade. Autor do pedido para os juristas, o senador Alessandro Vieira, garantiu que há elementos suficientes para um pedido de impeachment do presidente. Quem nos traz mais detalhes sobre o relatório da CPI da Covid é a repórter do Estadão, em Brasília, Julia Affonso. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos conversar sobre o impacto do relatório final da CPI e as consequências políticas para Bolsonaro com Leandro Consentino, cientista político do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 20, 202128 min

Tecnologia #185: #Start Eldorado: Tecnologia nos bancos para entender o momento do cliente

A jornada digital do cliente, com produtos personalizados e oferecidos por meio de inteligência artificial, baseada em uma intensa análise dos dados para entender o que cada pessoa realmente precisa e tornar as relações com as instituições bancárias mais produtivas, dependendo de cada momento da vida. O head do BTG+, Rodrigo Cury, é o convidado desta noite do Start Eldorado, em mais uma entrevista da "Start Infra Week". Com ele e com Luciano Moizio, diretor de tecnologia da NEC, falaremos ainda de proteção dos dados e os próximos desafios do Open Banking. O Start Eldorado vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 18, 202126 min

Conteúdo Patrocinado: Conexão – Transformação Digital com Pedro Doria

Estamos ainda em tempo de pandemia, e quem não quer saber como vamos ficar quando tudo isso passar? O trabalho presencial volta? Ficamos no semipresencial? Vamos ficar em casa todos? Os convidados de Pedro Doria nessa edição são Fabio Costa, general manager no Brasil da Salesforce, e Denise Santos, CEO da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, que tem uma tese bastante interessante sobre estas questões. E não só, aqui falamos também de transformação digital, saúde mental e que tipo de profissional está mais preparado para revolucionar uma empresa. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 17, 202125 min

Quarentena eleitoral: o freio imposto a militares e membros do Judiciário

A Câmara dos Deputados decidiu reinserir no Código Eleitoral uma quarentena de quatro anos para juízes, membros do Ministério Público, militares e policiais que queiram se candidatar a partir de 2026. Uma ação que pode atingir parte da base de apoio ao presidente Jair Bolsonaro no Congresso. Com isso, militares da União, policiais civis e militares, membros do MP e guardas municipais, terão de se afastar do cargo pelo menos quatro anos antes de disputar a eleição. Para alguns, a medida visa afastar figuras que faziam parte da Lava Jato do pleito, como o ex-juiz Sérgio Moro, tido como eventual presidenciável. Especialistas em segurança pública veem com bons olhos a medida para coibir a politização dentro das Polícias Militares, como aconteceu no caso do coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo Aleksander Lacerda, afastado por desrespeitar o regulamento da corporação e postar publicamente ataques ao STF. Parlamentares contrários à medida chamaram de “manobra regimental” a retomada do afastamento obrigatório no texto, que havia sido retirado na semana passada. Essa medida faz parte do novo código eleitoral que está sendo discutido na câmara. Para que as mudanças passem a valer nas próximas eleições, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e sancionado até o início de outubro. No Estadão Notícias desta sexta-feira, vamos conversar sobre a aprovação dessa medida com a repórter do Estadão, em Brasília, Camila Turtelli. E também vamos falar dos impactos desta mudança para base bolsonarista com o cientista político da Unesp de Araraquara, Bruno Silva. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 17, 202126 min

Indicação de André Mendonça ao STF subiu no telhado?

O ex-ministro da Justiça, André Mendonça, ainda aguarda a sabatina a ser realizada no Senado. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado recebeu a indicação do ex-ministro da Justiça para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, no dia 18 de agosto, e desde então, nada aconteceu. O presidente Jair Bolsonaro indicou seu ministro terrivelmente evangélico, mas o nome não é o mais cotado pelos senadores. Para ser aprovado, André Mendonça precisa passar por sabatina, ter o seu nome aprovado na comissão e no plenário da Casa. Além disso, o episódio ocorrido no dia 7 de setembro em que o presidente atacou o STF e os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso dificultaram ainda mais a vida do ex-AGU.  Parlamentares que apoiam o ex-ministro para a vaga no STF estão colocando em dúvida se o governo está realmente empenhado em ter Mendonça em uma cadeira da Corte. Com todos esses problemas, existe uma pressão para que o presidente Jair Bolsonaro troque o nome do indicado para o STF. Afinal, qual o recado que o senado quer passar ao segurar a indicação de André Mendonça para o STF? Sobre o assunto, vamos conversar no episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, com Eduardo Grin, cientista político da FGV. Também vamos falar com o repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 16, 202126 min

A falta de vacinas para 2ª dose e a mistura de imunizantes

Desde a semana passada, pelo menos seis Estados relataram que estão sem a vacina da AstraZeneca para fazer a aplicação. O governo paulista resolveu administrar o imunizante da Pfizer para não atrasar o cronograma de quem tomou a primeira dose da vacina da Oxford. O Ministério da Saúde afirmou que entregou todas as doses e que o problema foi a utilização de AstraZeneca destinada à segunda dose para imunizar as populações mais jovens nos Estados. Já o Supremo Tribunal Federal formou maioria para confirmar a decisão do ministro Ricardo Lewandowski que obrigou o Ministério da Saúde a assegurar o envio de vacinas suficientes ao Estado de São Paulo para a aplicação da segunda dose, seja da Pfizer ou da Astrazeneca. Além de São Paulo, cinco estados estão sem vacinas da AstraZeneca para a segunda dose: Rio Grande do Norte, Rondônia, Tocantins, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, onde também está prevista a troca pela vacina da Pfizer. A intercambialidade de diferentes imunizantes já é uma realidade em alguns públicos da campanha de vacinação. É o caso das gestantes, que tomaram a primeira dose da Astrazeneca e devem receber a segunda da Pfizer, e dos idosos com mais de 70 anos, que tiveram acesso a duas doses da CoronaVac, e agora poderão levar uma terceira aplicação de Pfizer, Astrazeneca ou Janssen. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, vamos conversar sobre essa mistura de imunizantes com a infectologista Mônica Levi, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações. E para entender um pouco mais sobre essa queda de braço entre Estados e o governo federal, vamos falar com a repórter do Estadão, Mariana Hallal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 15, 202126 min

O fracasso dos atos contra Bolsonaro e o que eles sinalizam para 22

Manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro ocorreram em pelo menos em 15 capitais neste último domingo (12). Os protestos foram organizados por grupos de centro-direita como MBL, Vem Pra Rua e Livres. Porém, os atos tiveram baixa adesão, em larga medida, porque não conseguiram atrair setores da esquerda. Partidos como o PT e PSOL não aderiram à manifestação, já o PDT de São Paulo e algumas centrais sindicais anunciaram apoio.  A Avenida Paulista, em São Paulo, reuniu o maior público com cerca de 6 mil pessoas, número bem menor do que os 125 mil registrados nas manifestações pró-governo do feriado de 7 de setembro No local, pré-candidatos à Presidência discursaram. Entre eles, o governador de São Paulo, João Doria, do PSDB; Ciro Gomes, do PDT; o ex-ministro, Luiz Henrique Mandetta, do DEM; o senador Alessandro Vieira, do Cidadania, e a senadora Simone Tebet, do MDB. Os conflitos entre partidos de esquerda, centro e direita dificultam a criação de uma frente ampla e diversa em defesa do impeachment.  Para entender como foi o clima das manifestações e o que pode surgir daqui para frente, vamos conversar com Pedro Venceslau, repórter de política do Estadão que acompanhou o protesto na Avenida Paulista. E para debater a viabilidade de uma frente ampla contra Bolsonaro e como os atos de domingo impactam na corrida eleitoral de 2022, convidamos Roberto Gondo, professor de comunicação política da Universidade Mackenzie. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia CoráMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 14, 202125 min

Inflação, desemprego e múltiplas crises: economia vai afundar?

Na última semana, pressionado pelos efeitos das manifestações do 7 de Setembro, o presidente Jair Bolsonaro adotou momentaneamente um discurso mais moderado, sem os tradicionais ataques que faz a outros Poderes, especialmente ao Supremo Tribunal Federal (STF). Essa metamorfose ficou cristalizada na nota intitulada “Declaração à Nação”. O documento é dividido em 10 pontos e parece ser uma carta de desculpas pelas ameaças proferidas no feriado, quando participou dos atos em São Paulo e Brasília. A inflexão comportamental não foi obra única de Bolsonaro, já que ele precisou das digitais do ex-presidente Michel Temer para redigir o texto. Outro episódio que evidenciou a mudança de postura de Bolsonaro foi o áudio em que o presidente pedia para os caminhoneiros que não paralisassem as rodovias. Muitos motoristas não acreditaram no conteúdo. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, teve que gravar um vídeo para confirmar a autenticidade do áudio de Bolsonaro. O recuo na retórica hostil de Bolsonaro empolgou o mercado de ações. Agentes celebraram a trégua entre os Poderes, porém a duração da postura pacificadora do presidente é vista por especialistas com ceticismo. Além disso, os “problemas reais”, como a inflação em alta, continuam preocupando economistas. O ambiente econômico pode melhorar com os novos sinais emitidos por Bolsonaro? O que é preciso ser feito para melhorar as condições de vida da população? Conversamos sobre o tema numa entrevista com o economista e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola. E o que restou da agenda econômica do governo que pode prosperar no Congresso? Quem nos conta é a repórter do Estadão/Broadcast em Brasília, Idiana Tomazelli. Apresentação: Emanuel BonfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 13, 202128 min

Tecnologia #184: #Start Eldorado: Inteligência e jornada digital na saúde - Parte 2

Digitalização da saúde, com o uso intenso de inteligência de dados em toda a jornada do paciente, do primeiro atendimento ao tratamento. Dispositivos capturando informações revertidas em ganhos para o desempenho dos sistemas hospitalares. As preocupações com a segurança das informações nestes ambientes. Em mais um programa da série "Infra Week", o Start Eldorado recebe EIiezer Silva, diretor de Medicina Diagnóstica e Ambulatorial do Hospital Israelita Albert Einstein e responsável por Transformação Digital na instituição, e Luciano Moizio, diretor de tecnologia da NEC, para a segunda parte da conversa sobre esses temas. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 11, 202117 min

Dentro de Guantánamo: uma viagem à herança americana da Guerra ao Terror

A prisão de Guantánamo, criada por George W. Bush após os atentados de 2001 para trancafiar terroristas, atravessa governos americanos como uma herança incômoda da guerra ao terror. Os Estados Unidos chegam ao aniversário de 20 anos dos ataques com a prisão de Guantánamo ainda aberta, presos sem acusação formal e julgamentos intermináveis à margem da lei americana. Não há respostas legais aos acusados pela arquitetura do ataque às Torres Gêmeas, nem responsabilizações pelos atos de tortura do próprio governo. Obama fracassou em fechá-la. Trump nem tentou. Joe Biden promete acabar com o presídio que virou símbolo de tortura e violações, mas enfrentará resistências.   Neste episódio especial do 'Estadão Notícias', a repórter Beatriz Bulla, correspondente do Estadão em Washington, viaja até Guantánamo para contar qual é a situação atual da prisão e as curiosidades dessa base naval americana. Cerca de 780 presos já passaram pela prisão, mas a maioria foi transferida para outros países ainda nos governos Bush e Obama. Hoje, são 39. Só dois dos detentos que continuam na base foram condenados pelas comissões militares.  A maior parte nunca foi sequer acusada. Dez já podem ser transferidos para outros países; 17 têm casos que devem ser revisados e outros dez estão à espera da sua vez nas comissões militares. Entre eles os cinco acusados de arquitetar o 11 de setembro. A saída dos EUA do Afeganistão pressiona Biden a resolver esse imbróglio.  A reportagem do Estadão passou quatro dias em Guantánamo para acompanhar sessões das comissões militares, uma espécie de julgamento dos poucos detentos que foram acusados de terrorismo e crimes de guerra. E contamos tudo aqui.   Apresentação, roteiro e reportagem: Beatriz BullaProdução: Julia Corá.Montagem: Carlos Amaral. Editor do núcleo de áudio do Estadão: Emanuel BomfimSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 10, 202121 min

ESPECIAL: 20 anos do atentado de 11 de setembro

Há 20 anos, no dia 11 de setembro, um atentado terrorista em solo americano mudou definitivamente a história. Um grupo de terroristas ligados à Al-Qaeda sequestrou quatro aviões comerciais e, como se fossem mísseis, os lançaram em direção às Torres Gêmeas e ao Pentágono, matando cerca de 3 mil pessoas. Além de chocar o mundo, o atentado marcou o início da “Guerra ao Terror”, liderada pelos Estados Unidos. Como resposta aos ataques do 11 de setembro, o presidente George W. Bush invadiu o Afeganistão para derrubar o Taleban, que na época controlava o país. O grupo ainda tinha alianças com a própria Al-Qaeda. Havia suspeita de que Bin Laden estivesse em território afegão, acobertado pelos extremistas. Outros países entraram na guerra em apoio aos americanos, como a França, a Alemanha e o Reino Unido. Essa coalizão conseguiu estabelecer na capital, Cabul, um governo apoiado pelo Ocidente. O grupo porém não desapareceu por completo, seguiu com atentados e expandiu sua influência política. Este ano, após quase duas décadas de disputas, os EUA anunciaram a retirada das tropas do país e o grupo extremista islâmico retomou o poder em Cabul, no último dia 15 de agosto. Estima-se que mais de 242 mil vidas foram perdidas, entre civis e militares, durante o conflito. No episódio do 'Estadão Notícias' desta sexta-feira que antecede o 11 de setembro, vamos conversar com quem acompanhou a notícia de perto naquele 2001: o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, que na época era Editor Executivo, e Paulo Sotero, que era correspondente do Estadão em Washington. E para entender o futuro das relações entre os países nesta “era pós guerra ao terror” vamos conversar com o doutor em Relações Internacionais e professor da FAAP, Carlos Gustavo Poggio. Quem também participa da entrevista é o editor de Internacional, Luiz Raatz. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia CoráMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 10, 202136 min

As reações ao golpismo de Bolsonaro e a chance de impeachment

As manifestações de 7 de Setembro aumentaram consideravelmente a tensão entre os Poderes em Brasília. As declarações antidemocráticas do presidente Jair Bolsonaro, em seus discursos em São Paulo e em Brasília, geraram uma série de reações institucionais ao longo desta quarta-feira, 8. Um dos pontos mais contestados do discurso de Bolsonaro foi quando disse que não acatarria mais decisões judiciais do ministro do STF, Alexandre de Moraes, a quem chamou de “canalha”. Ele ainda cobrou que o presidente da Corte enquadrasse o magistrado, que é responsável pelos inquéritos que apuram possíveis crimes de Bolsonaro.  O presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, respondeu às críticas na sessão plenária desta quarta-feira, afirmando que as atitudes do chefe do Executivo representam um “atentado à democracia”. E que as ameaças de Bolsonaro, se levadas adiante, configuram “crime de responsabilidade”, o que pode levá-lo ao impeachment.Com menos contundência do que Fux, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também se posicionou contra a postura de Bolsonaro, apesar de não citá-lo nominalmente. Lira é quem pode autorizar abertura de processo de impeachment contra o presidente. Partidos como PSDB já se mobilizam mais intensamente nessa direção, após os protestos. As diferentes reações do Judiciário, do Legislativo e da classe política é o que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio desta quinta-feira do ‘Estadão Notícias’, Felipe Frazão e Marcelo de Moraes. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 9, 202130 min

Atos fortalecem intenções golpistas de Bolsonaro?

O feriado de 7 de Setembro foi marcado por diversos atos contra e a favor do presidente Jair Bolsonaro. Foi um longo dia de tensão e ameaças, parte delas feitas pelo próprio presidente, que a cada discurso atacava, mesmo que indiretamente, ministros do Supremo Tribunal Federal. Já na madrugada de segunda-feira, 6, um grupo de apoiadores do presidente furou o bloqueio de segurança e conseguiu entrar com carros e caminhões na Esplanada dos Ministérios em Brasília. Ao contrário do anunciado pela Polícia Militar do Distrito Federal, não houve um cordão de revista na chegada dos manifestantes bolsonaristas ao local.  Pela manhã, Bolsonaro participou do hasteamento da bandeira, andou de helicóptero sob o local e desfilou no tradicional Rolls-Royce até a Praça das Bandeiras com a condução do ex-piloto de Fórmula 1, Nelson Piquet. Quando discursou, o presidente atacou o STF e falou que pretende se reunir com o “Conselho da República”. Em São Paulo, no protesto da Avenida Paulista, Bolsonaro voltou a falar sobre a urna eletrônica e exigiu voto impresso e auditável e desta vez direcionou suas críticas ao ministro Alexandre de Moraes. Os ataques do presidente Jair Bolsonaro nas manifestações também mobilizaram PSDB, PSD, Solidariedade e MDB a discutirem um novo pedido de impeachment contra o chefe do Executivo. No episódio desta quarta-feira do Estadão Notícias vamos ouvir o relato dos repórteres do Estadão que participaram da cobertura dos protestos. Em São Paulo, o repórter Tulio Kruse, e de Brasília a repórter Camila Turtelli.  Para fazer uma análise de como será o contexto político daqui para frente convidamos a colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Eliane Cantanhêde, e também o cientista político da Consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia CoráMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 8, 202132 min

Crise de energia: como superar dependência das hidrelétricas?

O Brasil se destaca por sua matriz energética renovável. A chamada energia limpa é toda a produção que não emite substâncias poluidoras, como a energia solar, eólica, geotérmica, hidráulica, biomassa e maremotriz. No Brasil, 62% da energia é gerada pelas hidrelétricas, uma fonte renovável. Essa porcentagem vem diminuindo nos últimos anos, dando lugar a outras fontes de geração de energia. Mesmo assim, o setor está saturado e não consegue dar conta da demanda do país, crise agravada por causa do clima e da falta de chuvas que esvazia reservatórios das hidrelétricas. Uma das alternativas foi importar energia de países vizinhos e acionar mais usinas termelétricas, uma produção não renovável que além de causar mais impactos ambientais com a queima de combustíveis fósseis, encarece a conta de luz.  O custo elevado da energia impacta também na inflação dos produtos e no setor produtivo, dos serviços até a indústria e a construção civil. Para que o País não passe por essa situação novamente é necessário buscar soluções inovadoras a médio e longo prazo, como a diversificação da nossa matriz energética. No episódio desta terça-feira do ‘Estadão Notícias’, vamos conversar sobre o futuro energético do país com o professor de Ciências Ambientais da UNIFESP, Décio Semensatto. E para conhecer mais as potencialidades da energia solar, uma das alternativas para a crise, entrevistamos Markus Vlasits, coordenador de armazenamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica. Apresentação: Emanuel BonfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá.Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 7, 202128 min

O teste de resistência da democracia no 7 de Setembro

As manifestações do dia 7 de setembro ainda nem aconteceram, mas já vem movimentando o cenário político e institucional brasileiro há algum tempo. O que preocupa autoridades e especialistas é o teor antidemocrático da mobilização, que ameaça ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e opositores ao governo de Jair Bolsonaro. O próprio presidente já confirmou sua presença nos eventos de Brasília e São Paulo e há algumas semanas vem convocando apoiadores para as manifestações. Na internet, os bolsonaristas dominam a discussão sobre o feriado. De acordo com levantamento da Bites, das 100 mensagens sobre o dia com mais recirculação no Twitter, 97 são publicações a favor dos protestos. Entretanto, a maior preocupação das autoridades está sendo a participação de policiais militares da ativa, ato que é considerado ilegal. O Estadão apurou que policiais militares têm ajudado a impulsionar as manifestações em pelo menos seis Estados.  Em Sorocaba, interior de São Paulo, o coronel Aleksander Lacerda, à frente do Comando de Policiamento do Interior, convocou ‘amigos’ em redes sociais para ato bolsonarista, além de fazer ataques ao STF em sua conta. Após a reportagem, ele foi desligado do posto por indisciplina. Ao menos 16 Estados já têm manifestações programadas. Além de policiais, o 7 de Setembro deve também mobilizar outros grupos do ‘bolsonarismo raiz’. Organizadores dizem que irão propagar ideias do campo bolsonarista. Inclusive temas já superados pelo Congresso, como o voto impresso e o pedido de impeachment de ministros do Supremo. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, vamos conversar sobre o perfil destes manifestantes com o repórter do Estadão em Brasília, Felipe Frazão. E para entender as consequências destes protestos para a democracia brasileira, convidamos para o debate o cientista político e professor da FGV, Claudio Couto. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia CoráMontagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 6, 202128 min

Tecnologia #183: #Start Eldorado: Inteligência e jornada digital na saúde - Parte 1

Digitalização da saúde, com o uso intenso de inteligência de dados em toda a jornada do paciente, do primeiro atendimento ao tratamento. Dispositivos capturando informações revertidas em ganhos para o desempenho dos sistemas hospitalares. As preocupações com a segurança das informações nestes ambientes. Em mais um programa da série "InfraWeek", o Start Eldorado recebe EIiezer Silva, diretor de Medicina Diagnóstica e Ambulatorial do Hospital Israelita Albert Einstein e responsável por Transformação Digital na instituição, e Luciano Moizio, diretor de tecnologia da NEC, para a primeira parte da conversa sobre esses temas. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 4, 202122 min

Ainda há tempo para a construção de uma terceira via?

O tempo está passando e cada vez fica mais difícil viabilizar um representante que se lance como alternativa à polarização entre Lula e Bolsonaro. Nessa corrida pela terceira via, muitos nomes foram colocados, seja da política tradicional ou fora dela, como o de Ciro Gomes, João Doria, José Luiz Datena, o do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e até do apresentador Luciano Huck, que já desistiu da candidatura para substituir o Faustão nos domingos da Rede Globo. Por conta da CPI da Covid, novos nomes do Senado também começam a surgir como possíveis concorrentes à Presidência. É o caso do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), de Simone Tebet (MDB-MS) e, mais recentemente, de Alessandro Vieira (Cidadania-SE). São candidaturas com perfil semelhante, buscam um caminho mais moderado, apoiados pelo centro e com bandeiras como combate à corrupção. Na pesquisa eleitoral recente divulgada pela Genial/Quaest, o ex-presidente Lula segue com quase a metade dos votos em um cenário de primeiro turno e iria para o segundo turno com Bolsonaro, onde venceria a disputa.  Além do alto percentual de eleitores sem candidato, o levantamento diz que   25% dos entrevistados, quando oferecida a opção, preferem alguém que não seja nem Lula, nem Bolsonaro. Em agosto, essa fração era de 28%, o número está em queda e segundo especialistas é necessário um nome concreto para conquistar os eleitores.  No episódio desta sexta-feira do 'Estadão Notícias', vamos conversar sobre a viabilidade de uma candidatura de terceira via à Presidência com a cientista política e pesquisadora na Fundação Getulio Vargas (FGV), Lara Mesquita.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 3, 202125 min