
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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90 anos do voto feminino: o que mudou de lá para cá?
Há 90 anos o Brasil passava por um momento importante para a história da democracia, em 24 de fevereiro, às mulheres conquistaram a igualdade do voto e puderam pela primeira vez ter garantido o direito de escolher seus representantes. Através de um decreto do então presidente Getúlio Vargas que instituiu o Código Eleitoral, as mulheres puderam exercer sua cidadania. Porém essa luta começou muito antes de 1932, pelos registros históricos, essa reivindicação despontou no Brasil no final do século 19. Em 1880, a Lei Saraiva permitia que todo brasileiro com título científico pudesse votar e, aproveitando-se disso, a cientista Isabel de Souza Mattos exigiu na Justiça o direito ao voto. Mas as mulheres puderam votar pela primeira vez somente em 1933, quando houve a eleição para a Assembleia Nacional Constituinte. E foi essa constituinte que elaborou a Constituição de 1934, que consolidou o direito da mulher ao voto. Hoje, as mulheres compõe a maioria do eleitorado brasileiro. São 52,6% de eleitores, segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral. Mas essa superioridade não se reflete na ocupação de cargos públicos, principalmente, no legislativo. Neste episódio especial do Estadão Notícias sobre os 90 anos do voto feminino, vamos ouvir o relato das historiadoras Teresa Cristina de Novaes Marques, Mônica Karawejczyk e Liz Batista. Além de conversarmos com a cientista política da FGV, Graziella Testa, com a vereadora de São Paulo do PSOL, Erika Hilton, com a deputada federal do PSB, Tabata Amaral e com a senadora Simone Tebet, do MDB. E com a primeira senadora, Eunice Michilles, que esteve no Congresso Nacional entre 1979 e 1987. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Adriana Ferraz Reportagem: Adriana Ferraz e Natália Santos Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As faces do conflito entre Rússia e Ucrânia
O conflito envolvendo Rússia e Ucrânia se intensificou, após o presidente Vladimir Putin reconhecer as duas regiões separatistas de Luhansk e Donetsk, como independentes. Além disso, o país despachou forças de paz russas para duas regiões separatistas. Segundo os Estados Unidos, já são cerca de 190 mil soldados no local. O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, acusou a Rússia de "violação da soberania e integridade territorial" de seu país. A reação dos países do Ocidente foi imediata. As principais potências do mundo condenaram o reconhecimento e disseram que a medida seria ilegal e acabaria com as negociações de paz de longa data. A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou que o presidente Joe Biden vai proibir novos investimentos, comércio e financiamento dos EUA nas regiões separatistas. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que o ato é “uma violação flagrante do direito internacional, da integridade territorial da Ucrânia e dos acordos de Minsk” e que o bloco e seus parceiros vão “reagir com firmeza. A crise já tem afetado também os mercados econômicos, e as bolsas de valores mundiais estão sentindo o duro golpe do iminente conflito No episódio do podcast desta quarta-feira, 23, vamos falar sobre esse conflito, e suas consequências com o professor de Relações Internacionais da UNB, Roberto Goulart Menezes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O fim da pandemia está próximo?
No final de 2021, havia uma certeza de que em 2022 a pandemia estaria perto do fim, por isso medidas restritivas foram flexibilizadas. Porém o aumento de casos e mortes no mundo por causa da variante Ômicron reacendeu o sinal de alerta, e algumas medidas restritivas tiveram que ser novamente implantadas. A situação só não foi pior, pois a vacinação vai avançando no mundo, em alguns lugares mais rapidamente do que em outros. No Brasil, mais de 70% da população adulta já tomou pelo menos duas doses do imunizante, enquanto que em crianças acima de 5 anos a porcentagem já ultrapassa 76%. No entanto, para que a pandemia vire uma endemia, ou seja, uma situação de saúde pública menos grave, é preciso que três condições aconteçam: as vacinas, o surgimento de cepas mais leves e o grande volume de imunização natural, provocada em pessoas que tiveram a doença. Mesmo que seja decretado o fim da pandemia em 2022, não podemos nos esquecer da gravidade da doença que matou quase seis milhões de pessoas no mundo, e aprendermos com os erros e acertos no combate à covid-19. No episódio do podcast desta terça-feira, 22, convidamos para falar sobre esse assunto, o patologista e professor da Faculdade de Medicina da USP, Paulo Saldiva. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Terceira via pode ser ‘salva’ por um novo nome?
O tal nome da terceira via, que conseguiria fazer frente à polarização entre Lula e Bolsonaro, parece não vingar. Dos nomes que já estão colocados, os que mais se aproximam da casa dos dois dígitos nas intenções de voto são Sergio Moro, do Podemos, e Ciro Gomes, do PDT. Alguns partidos já começam a se movimentar em busca de um “salvador” da terceira via, e ele pode estar dentro ou fora da política. O PSD, por exemplo, já estuda substituir Rodrigo Pacheco pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Outro nome que está dando sopa, e preencheria a vaga de um “outsider”, é o do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. O magistrado, que ganhou fama ao relatar o Mensalão na Corte e levar diversos políticos para cadeia, anunciou, neste mês, sua desfiliação do PSB. Seu destino deve ser o União Brasil, que é a junção de DEM e PSL. Outro fator que anima os partidos que tentam emplacar uma terceira via é o alto índice de rejeição dos dois primeiros colocados nos levantamentos. Cerca de 37% dos entrevistados dizem não votar de jeito nenhum em Lula, enquanto aproximadamente 55% não querem a reeleição de Bolsonaro. Afinal, a terceira via ainda pode virar uma realidade ou a polarização entre Lula e Bolsonaro deve se manter na eleição? Para nos ajudar a responder essas questões, convidamos para o episódio do podcast desta segunda-feira, 21, o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #207: #Start Eldorado: Redes de celular particulares
Redes LTE privadas cobrem grandes distâncias, com o core baseado em nuvem, sendo ideais para conexão de milhares de dispositivos em ambientes como o campo ou mesmo nas cidades, conectando equipamentos da indústria, saneamento e energia. No Brasil, a NEC e a Furukawa Electric vêm trabalhando com sucesso em uma solução fim a fim neste sentido, que além da conectividade oferece computação em borda em inteligência. No Start Eldorado, Daniel Gonzales recebe Leandro Galante, head de OpenRan e 5G da NEC, e Daniel Blanco, gerente de inovação da Furukawa, para uma conversa sobre a jornada dessa tecnologia. O programa vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O saldo da viagem de Bolsonaro ao leste europeu
O presidente Jair Bolsonaro (PL) está em viagem pelo leste europeu, onde se encontrou com o presidente russo, Vladimir Putin, em meio às tensões do país com a Ucrânia. Durante o encontro, Bolsonaro disse que a Rússia deseja a paz. No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passa por mudanças na presidência. Luís Roberto Barroso entrega a presidência para Edson Fachin, que entregará o cargo em agosto para Alexandre de Moraes. Em um de seus últimos discursos à frente da Corte, Barroso diz que as atitudes antidemocráticas de Bolsonaro são uma espécie de “repetição mambembe” do que fez Donald Trump nos EUA. E por falar em eleições, Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) voltam as suas atenções ao voto evangélico. O petista escolheu o pastor Paulo Marcelo Schallenberger, líder da Assembleia de Deus do Ministério do Belém, para ser o seu porta-voz. Já o atual presidente marcou um café com 100 líderes evangélicos para reforçar o apoio. Enquanto isso, o presidente Gilberto Kassab segue seu périplo para definir o rumo do PSD nas eleições. Vai de candidato próprio ou vai embarcar no projeto lulista? Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi. Tags: Jair Bolsonaro, eleições 22, Lula, Rússia, Vladimir Putin, Edson Fachin, TSE, Alexandre de MoraesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fachin e Moraes à frente do TSE: o que esperar?
Este ano o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será naturalmente muito demandado, mas não apenas pelo processo formal da eleição em si, mas por tudo que envolve o período de campanha e pré-campanha, Entram nessa conta as críticas ao sistema eletrônico de votação e a tendência de mais ‘fake news’. O atual presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, tem demonstrado uma grande preocupação em relação à disseminação de notícias falsas. Inclusive, o magistrado disse que pode suspender o aplicativo Telegram, já que o aplicativo não tem colaborado com a Justiça brasileira. No entanto, Barroso não estará na cadeira de presidente do TSE durante o período eleitoral. No próximo dia 22, quem assume essa posição é o ministro Edson Fachin, que terá uma espécie de mandato relâmpago, pois entrega o cargo, em agosto, para o colega Alexandre de Moraes. Tanto Edson Fachin como Alexandre de Moraes estão alinhados com a avaliação de que é preciso rigidez na questão do disparo em massa de notícias falsas e dos ataques às instituições democráticas. Além destes desafios, o TSE também terá que fiscalizar as mudanças nas regras eleitorais para este ano e deve se deparar com os rearranjos das chamadas federações partidárias. No episódio do podcast desta quinta-feira, 17, vamos falar sobre essa troca de comando na presidência do Tribunal Superior Eleitoral com o repórter do Estadão em Brasília, Breno Pires. E sobre as mudanças enfrentadas pelo TSE neste ano eleitoral vamos conversar com Alberto Rollo, advogado especializado em direito eleitoral. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Congresso consegue segurar preço dos combustíveis?
O preço dos combustíveis ainda tem impactado o bolso dos motoristas. O valor do etanol, diesel e da gasolina não afeta apenas aqueles que têm um veículo, mas também quem usa aplicativos de transporte e até usuários do transporte público vêem o preço da passagem de ônibus, em alguns municípios, disparar. Por isso, governo e Congresso Nacional têm se debruçado para tentar conter a alta dos combustíveis no País. O Senado poderá votar, hoje, dois projetos que buscam a redução do preço da gasolina, etanol e diesel. O primeiro "congela" o ICMS, que é o imposto estadual sobre os combustíveis, e que tem gerado muita reclamação por parte dos governadores. E o segundo projeto cria um fundo de compensação para segurar aumentos, que seria custeado por um imposto sobre exportação do petróleo bruto e pelo lucro extraordinário da Petrobras com o aumento do preço do barril de petróleo. Entretanto, estamos em ano eleitoral e essas medidas podem ser entendidas como eleitoreiras. Por isso, o advogado-geral da União, Bruno Bianco, o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, e os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, se reuniram com ministros do Tribunal Superior Eleitoral. No episódio do podcast desta quarta-feira, 16, quem nos traz os detalhes dessa negociação e a programação para votar esses projetos no Congresso Nacional, é o repórter do Estadão, em Brasília, Daniel Weterman. E para debater sobre o conteúdo das propostas, nós convidamos o economista Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal e colunista do Estadão. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A retórica do ódio bolsonarista e seu papel nas eleições
Nos últimos dias, integrantes da ala mais radical e à direita da gestão Bolsonaro têm protagonizado ataques contra críticos do governo. Além disso, membros da Secretaria Especial da Cultura estão sendo investigados sobre gastos de mais 39 mil reais em uma viagem para os Estados Unidos. Por causa dessa situação, o titular da pasta, Mario Frias, teve sua viagem para Rússia, Hungria e Polônia cancelada. O escritor Paulo Coelho comemorou a notícia nas redes sociais, e foi chamado de “maconheiro” e “idiota” pelo secretário nacional de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria Especial de Cultura, André Porciuncula: Ao mesmo tempo, outro integrante do governo Bolsonaro resolveu dar as caras e proferir agressões no Twitter. A vítima foi o congolês Moïse Kabagambe, brutalmente assassinado em um quiosque no Rio de Janeiro, quando foi cobrar salários atrasados. O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, fez uma postagem em que diz que o jovem foi um "vagabundo morto por vagabundos mais fortes." Como essas últimas declarações de membros do governo têm repercutido dentro do Palácio do Planalto e no mundo político? Que tipo de estratégia Bolsonaro vai adotar até as eleições? Conversamos sobre o assunto com o repórter do Estadão em Brasília, Vinícius Valfré. E que peso terá a extrema direita nas eleições? Vamos conversar com a antropóloga Isabela Kalil, professora da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e coordenadora do Observatório da Extrema Direita. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Congresso empoderado e o fim do presidencialismo
De tempos em tempos, o modelo presidencialista de governo é contestado no Brasil. Como se a simples troca dele fosse suficiente para cessar as constantes crises políticas e tornar a gestão do País mais eficiente. Na semana passada, o presidente da Câmara, Arthur Lira, voltou a colocar em pauta a possibilidade de mudança: a ideia é, a partir de março, debater em conjunto com as duas Casas Legislativas a adoção do sistema semipresidencialista. A votação, porém, ficaria apenas para 2023, por um novo Congresso eleito. E, se aprovado, entraria em vigor a partir de 2030. No modelo semipresidencialista, o presidente continua sendo eleito por voto popular, mas a chefia de governo é exercida pelo primeiro-ministro, eleito pelo Parlamento, ou seja, o poder do Congresso aumentaria ainda mais. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, classificou como "perfeitamente possível" o debate por meio de um grupo de trabalho no Congresso. E ainda defendeu outra medida para a reforma política, o fim da reeleição. A sugestão seria a troca da possibilidade de dois mandatos seguidos por um de cinco anos no Executivo. No episódio de hoje do podcast vamos falar sobre como este debate está sendo tratado no Congresso com a repórter de política do Estadão, Camila Turtelli. E para debater a viabilidade do semipresidencialismo na realidade política brasileira, vamos conversar com o cientista político Carlos Pereira, colunista do Estadão e professor da FGV EBAPE. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #206: #Start Eldorado: o diferencial do 5G na indústria
O Start Eldorado fala sobre o diferencial competitivo do 5G na indústria: redes privadas de quinta geração suportando a alta conectividade em aplicações como robótica, sensores, automação, realidade virtual, internet das coisas e inteligência artificial no chão de fábrica; operação remota de máquinas e equipamentos integrando cadeias logísticas. O apresentador Daniel Gonzales recebe Júlio Monteiro, diretor industrial da Bosch. Edições inéditas do programa vão ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O purgatório da terceira via
O cenário eleitoral para a chamada terceira via - esse bloco de candidatos que tenta rivalizar com a disputa entre Lula e Bolsonaro - não está nada fácil. As últimas pesquisas de intenção de voto mostram esses pré-candidatos estacionados, ainda sem atingir os almejados dois dígitos. Não bastasse o desempenho frustrante, esses presidenciáveis estão sofrendo pressões internas nos respectivos partidos em função da distribuição de recursos do Fundo Eleitoral. Parlamentares cobram fatias maiores para a eleição proporcional. Ciro Gomes (PDT), Sergio Moro (Podemos), João Doria (PSDB) e Simone Tebet (MDB) já enfrentam resistências, “fogo amigo” e questionamentos sobre o potencial de se chegar ao segundo turno. O caso de Doria é mais o agudo atualmente. Dirigentes tucanos articulam para desembarcar da sua candidatura, enquanto Lula investe na aproximação com nomes históricos do partido. O afunilamento das candidaturas da terceira via será um processo natural? Quem vai resistir até outubro? Analisamos o tema na edição desta sexta-feira (11) do podcast com o cientista político e coordenador do blog e podcast Legis-Ativo, Humberto Dantas. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Julia Corá, Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As reflexões necessárias sobre o caso Monark
No início desta semana, um dos episódio do Flow Podcast, programa de entrevistas, ganhou ampla repercussão por conta de uma fala com apologia ao nazismo de um dos apresentadores, Bruno Aiub, o “Monark”. No debate, estavam como convidados os deputados federais Tabata Amaral (PSB-SP) e Kim Kataguiri (DEM-SP). Eles falavam sobre liberdade de expressão quando Monark defendeu a formalização do partido nazista junto à Justiça Eleitoral, contrariando a Constituição brasileira. A deputada Tabata Amaral rebateu as afirmações do apresentador classificando-as como “esdrúxulas” e citando o holocausto na Alemanha nazista, período marcado pelo extermínio de mais de 6 milhões de judeus. O deputado Kim Kataguiri endossou a fala de Monark, indicando que a criminalização do nazismo na Alemanha foi um erro. Kataguiri ainda comparou o partido nazista aos defensores do comunismo, ponderando a existência do PCdoB e do PCB. O conteúdo rapidamente viralizou, causando indignação nas redes sociais, a ponto da embaixada da Alemanha no Brasil dizer que "defender o nazismo não é liberdade de expressão”. Patrocinadores cancelaram contratos com o podcast e a produtora acabou por demitir o apresentador. Já a Procuradoria Geral da República e o Ministério Público de São Paulo abriram inquérito para apurar crime de apologia ao nazismo. No episódio do 'Estadão Notícias' desta quinta-feira, 10, vamos falar sobre antissemitismo e intolerância com Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil. E para tratar das questões da liberdade individual e de expressão, entrevistamos a advogada especialista em Direito Público, Vera Chemim. O programa ainda ouviu a deputada federal Tabata Amaral, que explica o motivo de ter ficado até o fim no debate, e o Diretor Executivo do Museu Judaico de SP, Felipe Arruda. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O vitimismo de Paulo Guedes e os rumos da economia
Há três anos à frente do ministério da Economia, Paulo Guedes não mudou em nada sua defesa pelo liberalismo. Ao menos na retórica, já que, na prática, o governo Bolsonaro dificilmente seria enquadrado como um representante desta escola nas suas políticas econômicas.Em entrevista exclusiva ao Estadão, aos repórteres Adriana Fernandes e José Fucs, o ministro culpou a pandemia pelo fracasso na aprovação de reformas e pela atual situação da economia brasileira. Guedes reclamou da “falta de apoio” para implementar a sua agenda liberal. O ano eleitoral o pressiona ainda mais, já que as chances de aprovar reformas estruturantes ou privatizações no Congresso são muito reduzidas. Para piorar, a tentação pela gastança como forma de atrair apoio é enorme. O que resta a Guedes em 2022? No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, 09, apresentamos alguns dos principais trechos dessa entrevista e fazemos um balanço de sua gestão numa conversa com o economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem 'timing': a ida de Bolsonaro à Rússia
A visita do presidente Jair Bolsonaro à Rússia, prevista para a próxima semana, se dá num contexto de grande tensão diplomática e militar. Mais de 100 mil soldados russos estão concentrados perto da fronteira com a Ucrânia e podem invadir o país a qualquer momento.A crise envolve outros importantes atores na geopolítica global, como os Estados Unidos, a Otan e a China. O receio da presença do presidente brasileiro na Rússia é o impacto diplomático e econômico que a visita oficial possa causar. Em entrevista ao podcast ‘Estadão Notícias’, o diplomata e ex-ministro Rubens Ricupero, afirma que a visita é inoportuna e sem relevância para a política internacional brasileira. “É um péssimo instante para uma visita presidencial a Moscou. Ela será mal interpretada pelo mundo inteiro, como apoio a um governo autoritário que desafia a paz mundial”, declarou. O conflito entre Rússia e Ucrânia se intensificou quando o governo russo anexou a península da Crimeia em 2014. O Kremlim quer que o Ocidente prometa que a Ucrânia não fará parte da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). A agenda de Bolsonaro na Rússia será curta e deverá incluir um encontro formal com Vladimir Putin, um evento empresarial e tentativas de manter aberto o fluxo de exportação de fertilizantes para o agronegócio brasileiro. No Brasil, até ministros da chamada "ala política" do governo federal atuam nos bastidores para convencer o presidente a desistir ou adiar a visita para março, segundo apurou o Estadão. No episódio desta terça (07) do podcast, analisamos a viagem fora de hora de Bolsonaro com Rubens Ricupero, que foi embaixador do Brasil em Washington e subsecretário-geral da ONU. E para falar sobre a iminência de um conflito no Leste Europeu e o poderio militar envolvido, conversamos com o repórter especial do Estadão, especialista em segurança, Roberto Godoy. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Vacinação infantil: por que a fila não anda?
A vacinação infantil contra a covid-19 começou de forma muito lenta no Brasil. O atraso para o início da imunização, mesmo com a vacina já aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a falta de imunizantes e a desinformação e desincentivo por parte do governo e do presidente Bolsonaro à vacinação das crianças, só agravam este cenário. Em um levantamento feito pelo Estadão junto aos governos estaduais mostra que, no início da semana passada, cerca de 1,9 milhão de crianças tinham sido vacinadas no Brasil, o que equivale a apenas 10% do público-alvo. Até a última terça-feira, o governo federal tinha distribuído 8 milhões de doses para imunizar as 20 milhões de crianças brasileiras. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o SUS teria capacidade de vacinar 2,4 milhões de pessoas por dia e este número foi atingido diversas vezes durante a campanha de imunização de adultos contra a covid-19. Em 15 dias de campanha, o país teria capacidade de imunizar 75% do público alvo, mas fez só 10%. Nesse ritmo a campanha levará seis meses. No episódio do podcast desta segunda-feira, 07, vamos conversar sobre os dados da vacinação infantil no país, numa apuração exclusiva do Estadão, com a repórter de Infografia, Mariana Hallal. O episódio ainda contém depoimentos com a opinião de especialistas sobre o assunto. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá, Gabriela Forte e Mariana HallalMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #205: #Start Eldorado: Inovações e possibilidades do 5G
No Start Eldorado, você ouve a segunda parte da conversa com Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, sobre o cenário da quinta geração no País. Ele conversa com o apresentador Daniel Gonzales sobre temas como network slicing, redes privadas de alta velocidade e seus impactos no modelo de negócios da operadora e fala sobre o modelo de arquitetura aberta (Open RAN) que, para ele, vai se tornar o padrão na expansão do 5G em alguns anos. O Start vai ao ar às 21h, nos 107,3 da Eldorado FM para toda Grande São Paulo, aplicativos e canais digitais, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alckmin como 'vice ativo' e a disputa pelo voto evangélico
Nos últimos dias a chapa ainda não confirmada de Lula e Alckmin está trabalhando para melhorar a imagem do ex-presidente com o agronegócio. O ex-governador paulista quer ser atuante dentro do possível governo e, por isso, Lula já teria lhe oferecido o Ministério da Agricultura. O ex-presidente também mira o PSD de Gilberto Kassab. A ideia em negociação é reconduzir Rodrigo Pacheco à presidência do Senado, ao invés de lançá-lo ao Executivo, em troca do apoio à chapa do PT nas eleições. Os pré-candidatos à presidência ainda disputam o voto dos evangélicos que ainda é uma incógnita. O ex-juiz Moro, filiado ao Podemos, já fez sua carta de intenções que agrada em cheio os fiéis, o atual presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula também buscam espaço no campo da fé. Esses são alguns dos temas eleitorais que vão guiar o nosso debate quinzenal do ‘Poder em Pauta’, com os repórteres diretamente de Brasília, Vera Rosa e Felipe Frazão. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson PerlebergSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Até onde deve ir o cerco a não imunizados?
À medida que a nova variante Ômicron se espalha pelo País e pelo mundo, com recordes de casos de covid-19, a ampliação da cobertura vacinal se faz cada vez mais necessária. Aproximadamente 70% da população vacinável no Brasil já está imunizada. Isso mostra que, ao menos aqui, o discurso anti-vacina não teve a mesma força como em outros países. Apesar da não obrigatoriedade do imunizante, muitos gestores passaram a exigir o passaporte vacinal. A prática foi adotada na maioria das capitais, mas também gera discussões acaloradas, nas quais o próprio presidente Jair Bolsonaro tem se posicionado contra. Os governos europeus estão começando a suspender rapidamente restrições relativas à covid, mas vacinar o máximo possível de pessoas é visto como um elemento crucial para o retorno à normalidade. Aqui no Brasil, um projeto de Lei apresentado prevê que quem não se vacinar contra Covid terá de pagar o próprio tratamento. A proposta é do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), e tramita na Câmara dos Deputados. Pelo texto, cidadãos têm o direito de escolher se vacinar ou não. Mas aqueles que não se vacinarem e contraírem a doença posteriormente terão de arcar com custos hospitalares no SUS. Adotar medidas drásticas é fundamental para fechar o cerco contra não-imunizados? No episódio do podcast desta quinta-feira, 03, discutimos o assunto com o epidemiologista da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal. A repórter especial de Educação do Estadão, Renata Cafardo, conta como as escolas têm lidado com o tema. E também vamos ouvir o relato de como anda a imunização nos Estados Unidos diretamente com a correspondente do Estadão no país, Beatriz Bulla. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As mortes evitáveis nas tragédias pelas chuvas
No último fim de semana, o Estado de São Paulo foi atingido por fortes chuvas que causaram enchentes e deslizamentos em mais de dez municípios. Desde dezembro do ano passado, centenas de municípios da Bahia e de Minas Gerais também foram afetados e decretaram estado de emergência. Porém, o clima não é o único responsável pelos desastres. Os desmoronamentos e inundações demonstram a falta de estrutura e investimento na contenção deste tipo de tragédia. Os temporais do fim de semana levaram a cidade de São Paulo superar a média histórica de chuvas esperadas para todo o mês de janeiro: foram 284 milímetros até a tarde de domingo. No Estado, já são 24 mortes confirmadas em oito municípios paulistas e cerca de 1.546 famílias desalojadas ou desabrigadas. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, as chuvas foram causadas pela zona de convergência do Atlântico Sul somadas a um ciclone subtropical, o que provocou as primeiras enchentes e deslizamentos de terra na Bahia. A gestão do governador Doria gastou menos da metade do orçamento previsto para obras de infraestrutura antienchente em todo estado de São Paulo em 2021, apenas 45% do total disponibilizado pelos deputados estaduais. E no ano anterior, o gasto foi menor ainda, apenas 18%. As tragédias deveriam servir de alerta para prevenir novas ocorrências, mas historicamente não é o que se verifica, segundo o arquiteto e urbanista Kazuo Nakano, professor do Instituto das Cidades da Universidade Federal de SP. “A gente não extrai aprendizagens preventivas com as tragédias, sempre operamos no atendimento a emergências e improviso”, afirma ao podcast. A cada ano novos deslizamentos ocorrem sem que haja uma política de prevenção destas catástrofes, garante Nakano. Ele ainda afirma que o planejamento urbano também deve levar em conta as zonas periféricas e as peculiaridades das grandes metrópoles. “É necessário lidar com os reais problemas coletivos, ou a gente vai ficar chorando, aprendendo e desaprendendo a cada nova tragédia”, conclui. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Banco Central segura a onda da inflação?
Esta semana o Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, se reúne para definir e fixar a taxa de juros básica da economia. A expectativa do mercado é que a taxa Selic chegue aos dois dígitos e passe de 9,25% para 10,75%. Este ciclo de alta na taxa de juros começou ainda em março de 2021, quando a Selic subiu de 2% para 2,75% ao ano. Desde lá, foram 7 subidas seguidas até o atual patamar, que é o maior dos últimos 4 anos. O Banco Central tem elevado os juros para combater a inflação, que atingiu 10,06% ao ano em 2021. A instituição atua com base no sistema de metas de inflação. Entre as previsões do mercado financeiro está que a taxa suba para 11,75% ao ano, no próximo mês de março, e que volte a cair somente no começo de 2023. O aumento da Selic é consequência de uma série de fatores como a pandemia e a crise hídrica, que geraram aumento nos preços da energia elétrica e dos alimentos. A falta de insumos para produção, em razão da pandemia, também ajudou na alta dos preços. Para a consultora econômica, Zeina Latif, a desorganização fiscal do governo influenciou no aumento da inflação. “Não existe ação do ministro da Economia para o compromisso com a disciplina fiscal. Cada vez mais a política econômica sai das mãos do governo e fica com o Congresso e isso atrapalha o trabalho do Banco Central”, afirma a economista ao podcast. O controle da inflação poderia auxiliar para a redução da taxa Selic novamente. Porém especialistas dizem que essa redução deve ficar somente para 2023. E está condicionada às decisões do governo eleito este ano, como uma política de credibilidade para as contas públicas e reformas econômicas. No episódio do podcast desta terça-feira, 01, vamos falar sobre o aumento na taxa de juros e as consequências para economia com a consultora econômica, Zeina Latif. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O fator Dilma Rousseff na campanha de Lula
A campanha eleitoral ainda nem começou oficialmente, mas os pré-candidatos já trabalham intensamente suas imagens e as agendas públicas. Quem lidera as pesquisas é o ex-presidente Lula, que tem chance de vencer ainda no primeiro turno a corrida presidencial, segundo as pesquisas. Para sustentar essa liderança, o PT deve até mesmo excluir a ex-presidente Dilma Rousseff, com intuito de afastar o atual candidato dos equívocos do último governo petista. Em recente entrevista, Lula deu a entender que a ex-presidente não fará parte de um eventual novo governo petista e afirmou que Dilma falhou ao não ter “jogo de cintura” e “paciência que a política exige”. Em entrevista ao episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, o cientista político Vítor Oliveira afirmou que é natural que ela fique de fora da campanha. “É uma combinação desfavorável ao ex-presidente. O PT entende que ela é uma vidraça, um ponto fraco que pode ser atacado muito facilmente.” Ainda no ano passado, um jantar promovido pelo Prerrogativas reuniu o ex-presidente Lula, o ex-governador Geraldo Alckmin e políticos de diversas legendas, inclusive do MDB, que apoiou o impeachment de Dilma. A ex-presidente não foi convidada. O partido tentou minimizar o fato, justificando como uma falha de comunicação. Entretanto, o vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, declarou que Dilma não tem mais relevância eleitoral. No episódio desta segunda-feira, 31, analisamos o fator Dilma e como ele mexe nas eleições numa entrevista com o cientista político e consultor da Pulso Público, Vitor Oliveira. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #204: #Start Eldorado: Nos caminhos do 5G
Sentir a demanda dos consumidores por 5G, sejam os negócios ou as pessoas físicas, realizando uma implementação robusta das redes mixando as diversas frequências - 2,3 GHz, 3,5 GHz ou 26 GHz - conforme o perfil do uso, fazendo com que se complementem e ofereçam conectividade de alto desempenho. A TIM, uma das principais operadoras do País, adquiriu lotes em todas as faixas e já trabalha em modelos de negócios baseados em fatiamento de rede e redes 5G privadas, além de formatar estratégias para oferecer a consumidores individuais acesso a smartphones de última geração. No Start Eldorado, você ouve a primeira parte da conversa com Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, sobre o cenário da quinta geração. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar às 21h, nos 107,3 da Eldorado FM para toda Grande São Paulo, aplicativos e canais digitais, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Apostas do mercado imobiliário para crescer em 2022
2022 começou e as nossas expectativas foram renovadas. A gente vem encarando meses difíceis nos últimos dois anos e tudo o que todo mundo pensa é na retomada, na melhoria do convívio, torcemos pelo fim da pandemia, só pensamentos positivos! Falando em retomada, nós também podemos falar de tendências. Tendência de como será a retomada do trabalho, por exemplo. Será que vai aumentar a demanda por espaços profissionais mais flexíveis? As pessoas estão procurando imóveis residenciais mais próximas ao seu trabalho ou estão procurando lares que proporcionem um trabalho home office mais aconchegante? O fato é que o movimento no mercado imobiliário está acontecendo. Pra falar mais sobre o assunto, a jornalista Bárbara Guerra conversou com Jardel Cardoso da Rocha, vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Loft.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fazer parte da OCDE é bom negócio para o Brasil?
O Brasil foi convidado nesta última semana a fazer parte da OCDE, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Ter o carimbo da organização pode facilitar acordos comerciais e a entrada de recursos de origem estrangeira, mesmo que a adesão efetiva possa demorar alguns anos. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, o convite foi efetivado após o País cumprir dois requisitos que faltavam: a Lei Cambial e o comprometimento da Receita Federal em reduzir o IOF sobre as operações financeiras. Também foram convidados outros dois países sul-americanos, Argentina e Peru, e outros três europeus, Bulgária, Croácia e Romênia. Além disso, o convite não garante o ingresso do País ao grupo. São mais de 20 comitês técnicos que deverão avaliar a situação de cada nação. Para serem aprovados pelo grupo é preciso que haja consenso. O Brasil já está na dianteira aderiu a 104 parâmetros normativos da OCDE, sendo 38 deles no governo Bolsonaro. A última adesão foi para o tema “Crianças no ambiente digital”, nesta quinta-feira, 27. No episódio do podcast desta sexta-feira, 28, vamos entender como funciona a organização e os pré-requisitos necessários para ingressar neste grupo com a repórter especial do Broadcast em Brasília, Celia Froufe. E para falar sobre as reais chances do Brasil e os benefícios econômicos de fazer parte da OCDE, vamos conversar com a economista Vera Thorstensen, professora da FGV de São Paulo, Coordenadora do Centro do Comércio Global e Investimento e titular da Cátedra OMC no Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

TCU põe candidatura de Moro em risco?
Desde que anunciou a pré-candidatura pelo Podemos à presidência, o ex-juiz Sérgio Moro vem sendo cobrado por sua atuação na iniciativa privada. Após deixar o governo, Moro ingressou, em novembro de 2020, como diretor no setor de disputas e investigações na consultoria Alvarez & Marsal. Esse movimento foi alvo de apuração no Tribunal de Contas da União, já que a Alvarez & Marsal era a administradora da recuperação judicial da Odebrecht desde junho de 2019. Moro encerrou seu contrato com a Alvarez & Marsal em outubro, e os termos da rescisão também passaram a ser alvo de investigação no Tribunal de Contas da União. Por ordem do ministro Bruno Dantas, o TCU abriu procedimento para apurar eventual conflito de interesses na atuação de Moro junto à consultoria. Esta semana, o Ministério Público junto ao TCU encaminhou pedido para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) seja acionado e ajude a quebrar o sigilo que impede a divulgação do salário do ex-juiz nos Estados Unidos. Outro apontamento a Moro seria pela prática do revolving door, que é quando um servidor público migra para o setor privado na mesma área em que atuava, levando consigo benefícios à empresa, como acesso a informações privilegiadas. E também do lawfare, que é o uso estratégico do sistema jurídico em benefício próprio. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar sobre as implicações na esfera jurídica das ações de Moro durante seu período na iniciativa privada com o advogado Mauro Menezes, ex-conselheiro da Comissão de Ética Pública da Presidência da República. E para entender as implicações políticas para o pré-candidato vamos falar com a cientista política da FGV, Graziella Testa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Por que o Telegram está na mira do TSE?
O Tribunal Superior Eleitoral tem uma preocupação a mais para a eleição de 2022, redes como o Telegram que não tem escritório representativo no Brasil. A plataforma tem sido a alternativa para aqueles que querem compartilhar conteúdos que desinformam, mas sem representação no país, como controlar e até mesmo punir essa desinformação? O Telegram é um aplicativo de mensagens de rápido crescimento no Brasil, estando presente em 53% de todos smartphones ativos disponíveis no país. O presidente Jair Bolsonaro, que tem 1 milhão de inscritos no Telegram, e seus aliados passaram a usar mais a plataforma após serem alvo de bloqueios e interrupções de uso de outros aplicativos. Diferentemente de outras plataformas do tipo, o Telegram permite grupos de até 200 mil pessoas e canais sem limite de usuários, além de não moderar conteúdos. Em 16 de dezembro passado, o atual presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, enviou um ofício ao diretor executivo do aplicativo, Pavel Durov, pedindo uma reunião para discutir formas de combate às chamadas fake news. Entretanto, o TSE ainda não obteve respostas ao pedido de reunião, por isso o tribunal avisou que deverá discutir na volta do recesso, em fevereiro, providências a serem tomadas sobre o caso. A corte eleitoral não descarta, inclusive, a medida drástica de determinar o bloqueio da plataforma no Brasil. No episódio do podcast desta quarta-feira, 26, vamos falar sobre essa questão envolvendo o Telegram, com o professor de Gestão de Políticas Públicas da USP e pesquisador do Monitor do Debate Público no Meio Digital, Pablo Ortellado. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Rússia X Ucrânia: o mundo à beira de uma guerra?
Durante os últimos meses, a Ucrânia, país que pertence ao leste europeu, voltou a fazer parte dos noticiários, por causa de uma iminente guerra com a Rússia. As tensões se agravaram com o conflito no leste da Ucrânia, que deixou mais de 13 mil mortos até agora, e onde a Rússia é acusada de apoiar separatistas. Em 10 de novembro, os Estados Unidos pediram explicações à Rússia após detectar movimentos de tropas “incomuns” na fronteira com a Ucrânia. Em abril, Moscou já havia concentrado cerca de 100 mil soldados na fronteira, alimentando os primeiros temores de invasão. A Otan, a União Europeia, a França e a Alemanha alertam a Rússia contra qualquer nova ação “agressiva”. O presidente russo, Vladimir Putin, acusa os ocidentais de exacerbar as tensões ao entregar armamento moderno à Ucrânia e realizar “exercícios militares provocativos” no Mar Negro e perto de suas fronteiras. Em entrevista ao podcast desta terça-feira, 25, o professor de relações internacionais da ESPM, Gunther Rudzit, falou sobre a tensão entre os países e o principal interesse da Rússia no território. “São alguns interesses, o principal deles é a retomada de influência nos países que faziam parte da União Soviética”, afirma o especialista. Apesar do tensionamento do conflito, para Gunther Rudzit, ainda existe possibilidade de negociações sem um contato bélico. “Enquanto houver esse esforço de manter o diálogo, é um bom sinal”, disse Rudzit ao podcast. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Federação partidária: o que muda no jogo eleitoral?
Neste ano, a federação partidária fará parte pela primeira vez do cenário eleitoral. A união de partidos em federações foi instituída pelo Congresso Nacional na reforma eleitoral de 2021 com o objetivo de permitir às legendas atuarem de forma unificada em todo o país, como um teste para eventual fusão ou incorporação. Os partidos poderão se unir para apoiar qualquer cargo, desde que assim permaneçam durante todo o mandato a ser conquistado, diferente das coligações que não tinham essa obrigação. A federação de partidos vale para eleições majoritárias, e também para as proporcionais, como deputados federais e estaduais. Por terem que permanecer unidos por 4 anos, o ideal é que as federações sejam firmadas entre partidos com afinidade programática. A medida diminui o risco de o eleitor ajudar a eleger um candidato de ideologia oposta à sua, como ocorria muitas vezes nas coligações em eleições proporcionais. As punições que se aplicam aos partidos políticos também são cabíveis às federações. Se algum partido deixar o grupo antes do prazo mínimo, estará sujeito a diversas sanções, como por exemplo, a proibição da utilização dos recursos do Fundo Partidário durante o período restante do mandato. Porém, antes de colocar o modelo das federações em prática, os partidos políticos precisam se entender entre si. Diferenças regionais, como disputas para indicar candidatos a governador e divergência sobre apoio na corrida presidencial se tornaram obstáculos para que as alianças sejam fechadas. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos entender melhor como funcionará na prática a federação partidária com o cientista político da Unesp de Araraquara, Bruno Silva. E para falar sobre os entraves entre os partidos e as perspectivas de federações para as próximas eleições, conversamos com o repórter do Estadão, em Brasília, Lauriberto Pompeu. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #203: #Start Eldorado: Cloud na estratégia dos negócios
Estamos vivendo a segunda onda de transformação digital após a adoção massiva de soluções em nuvem para suportar o trabalho remoto/híbrido, o e-commerce, a telemedicina, a educação online e até o entretenimento à distância. Para falar da nuvem e de suas tecnologias associadas, como a inteligência artificial, nessa aceleração da digitalização e no cenário da inovação, e também as perspectivas para 2022 e futuro, o Start Eldorado recebe a diretora de Azure da Microsoft, Mariana Hatsumura. O programa vai ao ar na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira, às 21h, com a apresentação de Daniel GonzalesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: São Bernardo vem crescendo em investimentos
Hoje o nosso assunto é investimento e sobre uma cidade que está passando por uma transformação econômica. São Bernardo do Campo é sede de importantes montadoras de veículos e um dos principais polos industriais do Brasil. A cidade que tem os menores impostos da Grande São Paulo realizou, em dezembro de 2021, o evento Investe São Bernardo. Para falar mais sobre o crescimento da cidade, a jornalista Bárbara Guerra conversou com o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando. Acompanhe no podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eleições 2022: PT e PSB juntos? Bolsonaro emplaca seus candidatos?
O presidente do PSB, Carlos Siqueira, e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, se encontraram nesta quinta-feira (20), em Brasília, para discutir ajustes em palanques estaduais em troca de apoio formal à chapa do ex-presidente Lula à Presidência da República. Mesmo sem a resposta de Geraldo Alckmin sobre a filiação ao partido, o PSB quer o apoio do PT nos palanques estaduais, principalmente, em São Paulo, Espírito Santo e Pernambuco. Mas os petistas já lançaram pré-candidatos nestes locais: Fernando Haddad (SP), Humberto Costa (PE) e Fabiano Contarato (ES). Enquanto isso, um dos embates mais aguardados, já começou. Os pré-candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Sérgio Moro (Podemos) subiram o tom na troca de ataques por meio de declarações e publicações em rede social. Chamado de “canalha” pelo ex-presidente petista, Moro respondeu: “Canalha é quem roubou o povo brasileiro durante anos e usou o dinheiro para financiar ditaduras”. Quem também começa a se movimentar, é o presidente Jair Bolsonaro. Depois de anunciar o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que vai concorrer ao governo de São Paulo, o chefe do Executivo afirmou que gostaria de indicar a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) para concorrer ao Senado também por São Paulo. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Combate às fake news: novo recurso do Twitter vai funcionar?
Por causa das inúmeras reclamações de usuários brasileiros, o Twitter anunciou, nesta semana, que a plataforma no Brasil receberá o recurso para denúncia de desinformação, ainda em fase de testes. De acordo com a empresa, a eleição de 2022 pesou para que o país fosse integrado ao experimento. Testado nos Estados Unidos, Austrália e Coreia do Sul, o recurso já recebeu quase 4 milhões de denúncias referentes a dois milhões de diferentes tuítes publicados por 64 mil contas distintas, segundo a plataforma. A pressão para que o Twitter tomasse medidas mais restritivas contra publicações contendo desinformação sobre a covid-19, vinha se intensificando. Na primeira semana do ano, a plataforma afirmou que acompanhava a discussão e “avaliava revisões” em suas políticas. A política de exigir a remoção de um conteúdo foi aplicada recentemente contra o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Ele teve de excluir uma publicação na qual descrevia a vacinação de crianças contra a covid como “infanticídio”. Naquela ocasião, usuários usaram a hashtag “DerrubaMalafaia” para pedir que o Twitter fosse além e banisse o pastor da plataforma. Para o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio), Fabro Steibel, a medida sozinha pode não ser o suficiente. “É uma ótima notícia, ela é eficaz, mas é ineficiente sozinha”, disse o executivo ao podcast. Ele também explica que o processo de denúncia deve vir acompanhado de uma série de verificações de conteúdo feita por profissionais da checagem. Fabro também falou sobre o debate em torno da liberdade de expressão e do conteúdo massivo difundido por desinformadores profissionais. “Não é a liberdade de expressão que está em jogo, é um modelo de negócio que produz esse conteúdo falso”, afirmou o especialista. No episódio do podcast desta quinta-feira, 20, você encontra a entrevista completa com o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio), Fabro Steibel. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Reforma tributária será aprovada? Quem se beneficia com a medida?
O Senado Federal promete dar prioridade à discussão da reforma tributária na volta aos trabalhos do Congresso Nacional. O senador Davi Alcolumbre, presidente da Comissão de Constituição e Justiça, disse que a proposta será pautada na primeira reunião da CCJ após o recesso parlamentar. O relatório do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) deve ser lido na comissão no começo de fevereiro, e a intenção é encaminhá-la ao Plenário do Senado ainda em fevereiro, junto com um pedido de urgência. A proposta determina a “unificação da base tributária do consumo”, com a criação de um imposto sobre valor agregado dual: um para a União e outro para estados e municípios. O IVA para a União seria chamado de Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e teria origem na unificação de IPI, PIS e Cofins. A CBS teria uma alíquota única de 12%, aplicável a diversos setores — com exceção dos serviços financeiros, que seriam tributados à alíquota de 5,8%. Já o IVA para estados e municípios seria chamado de Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e teria origem na unificação de ICMS e ISS. A princípio, estados e municípios teriam autonomia para fixar suas alíquotas. O repórter do Estadão, em Brasília, Daniel Weterman destaca que não existe consenso no texto a ser debatido. “Ainda não há acordo firmado sobre o texto final da reforma tributária. Há uma pressão de estados e municípios que temem queda de arrecadação”, destaca o repórter. Mesmo assim, há urgência na votação da reforma. Para Bernard Appy, Diretor do Centro de Cidadania Fiscal, a mudança tributária pode trazer importantes benefícios para o crescimento econômico. “Corrigida essas distorções, há um efeito muito positivo sobre o crescimento do país. Não é de curto prazo, num horizonte de 10, 15, 20 anos é a agenda mais importante para aumentar o potencial de crescimento do país”, afirma o economista ao podcast. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O retorno às aulas presenciais em meio a Ômicron
Os estudantes de escolas públicas e privadas saíram de férias com a certeza de que voltariam às aulas presenciais em 2022. Porém este retorno ainda não é certo, por conta da variante Ômicron, que resultou em um aumento de infectados no mundo e causou o aumento de internações na maioria das cidades do País. O atraso no início da vacinação das crianças também contribui para este cenário incerto. Apenas na semana passada, municípios receberam a dose pediátrica do imunizante da Pfizer. Por causa disso, existe alerta, por parte dos especialistas, para o aumento de transmissão das crianças em sala de aula pela capacidade de reprodução da variante Ômicron. Algumas dessas crianças podem acabar voltando às aulas sem nenhuma dose da vacina, pois pelo calendário, não há garantias que todas terão se imunizado até o início do ano letivo. “ Quem deveria definir sobre o assunto são as autoridades sanitárias, infelizmente não há diretrizes do Ministério da Educação, em conjunto com a Saúde, sobre a questão”, afirma a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas (FGV), Cláudia Costin. Por parte do governo federal, ainda não houve nenhuma manifestação do ministro da Educação, Milton Ribeiro sobre essa situação. No país, apesar de governadores e prefeitos ainda não falarem em cancelar o retorno presencial dos alunos, a medida já começa a ser pensada. No episódio do podcast desta terça-feira, 18, vamos conversar sobre esse assunto com Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas (FGV). O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Paulo Guedes: de superministro a tutelado pelo Centrão?
O ministro Paulo Guedes chegou ao governo Bolsonaro como um dos principais nomes do presidente para salvar a economia do país. Após 3 anos de governo, o superministro tornou- se uma figura quase que decorativa na administração federal. Até mesmo a gestão orçamento público, responsabilidade da pasta de Guedes, terá que ter aval do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira. Esse movimento de Jair Bolsonaro para empoderar o Centrão às vésperas da campanha eleitoral é parte de uma estratégia para não perder apoio no congresso e tentar se reeleger. O ato representa uma mudança em relação aos últimos 25 anos em que a equipe econômica sempre deu a última palavra em relação ao Orçamento. “ Você tem um ministro que não apita, perdeu a credibilidade, e mesmo com acenos feitos para o Centrão, o bloco continua avançando dentro do governo”, destaca Breno Pires, repórter do Estadão, em Brasília. No entanto, este só é mais um capítulo da derrocada de Paulo Guedes dentro do governo de Jair Bolsonaro. As tão esperadas respostas para a economia e prometidas por Guedes, tais como as reformas administrativa e tributária e privatizações de grandes estatais, não vieram, e muitos acusam o governo de não se empenhar nas causas. No episódio do podcast desta segunda-feira, 17, vamos conversar sobre os aspectos políticos dessas mudanças no governo Bolsonaro com o repórter do Estadão, em Brasília, Breno Pires. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #202: #Start Eldorado: Agricultura digital
Técnicas avançadas de data analytics, internet das coisas, aprendizado de máquinas, análise de imagens com inteligência para identificar padrões de solo, culturas, pragas, drones e máquinas conectadas são algumas das muitas inovações a serviço dos produtores do agronegócio. A agricultura 4.0, digital e inteligente, abre espaço não só para o aumento da capacidade de produção, mas também contribui decisivamente para a economia de recursos como insumos para as plantações, defensivos e água, sendo importante ambientalmente e muito mais viável comercialmente. Com a chegada do 5G, essas inovações ganharão ainda mais impulso. O Start Eldorado recebe Almir Araújo Silva, diretor da área de digital e novos negócios da BASF. O programa vai ao ar nos 107,3 da Rádio Eldorado FM, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro x Militares: a relação azedou?
O ano mal começou e o governo Bolsonaro voltou a ter atritos com sua ala militar. Desta vez quem reagiu ao presidente e suas acusações levianas contra a Anvisa, foi o almirante da Marinha, Antonio Barra Torres, também Diretor-presidente da agência. Ele cobrou retratação de Bolsonaro após questionamento público do presidente sobre qual seria o 'interesse' do órgão ao liberar vacina da covid para crianças. O auge do enfrentamento aconteceu no dia 8 de janeiro, quando Torres divulgou nota cobrando de Bolsonaro uma retratação por declarações do presidente que questionavam supostos ‘interesses’ de integrantes da Anvisa em aprovar a vacinação de crianças contra covid-19. “Eu ouvi militares dizendo que Bolsonaro não deixou alternativa, ele insinuou que tem corrupção na Anvisa, ele (Barra Torres) não poderia deixar de responder”, destaca Eliane Cantanhêde, colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, que participa hoje do podcast. Já o presidente Bolsonaro afirmou que ficou ‘surpreendido’ com a carta dele e que a considerou ‘agressiva’. Embora promova um enfrentamento público contra a Anvisa, hoje liderada pelo militar da reserva, Bolsonaro não pode demiti-lo antes de 2025, de acordo com a legislação vigente. E parece que até os militares estão perdendo a paciência com o presidente, já que é visto que o Exército emite diretrizes em perfeita discordância com o que o Bolsonaro prega o tempo todo na pandemia. O comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, condicionou o retorno dos militares ao trabalho presencial à vacinação contra a Covid-19. “Neste momento, a questão dos militares não é ideológica, é uma questão de que estão espantados com as obsessões pessoais do presidente”, conclui Eliane Cantanhêde. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

“Revogaço”: o plano econômico de Lula e do PT
Com Lula liderando as pesquisas eleitorais, é comum que passemos a analisar quais são suas propostas, caso se eleja presidente, em outubro. Algumas indicações já foram dadas, e tem causado discussões acaloradas entre especialistas, principalmente, na área econômica. Em postagem nas redes sociais, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, defendeu a revogação da reforma trabalhista, que está em vigor no Brasil desde 2017. O assunto também foi abordado por Lula, ele ainda citou o exemplo da Espanha que derrubou a reforma trabalhista feita no país em 2012, e que serviu de base para a nossa, implantada durante o governo Temer. “Tem um jogo político grande de plano de fundo nessa proposta do ‘revogaço’, mas é interessante que a gente tem um debate feito neste momento, não depois que o governo ganhou a eleição”, afirma o repórter especial do Estadão, Marcelo de Moraes. A discussão provocou reações contrárias. O deputado licenciado Rodrigo Maia, que presidiu a Câmara durante a votação da reforma trabalhista, avaliou que o ponto que gera esse interesse de rever a medida está na discussão sobre a volta de financiamento dos sindicatos, que historicamente formam a base de apoio do PT. “Se você quer abrir o arco de alianças e ao mesmo tempo você fecha o discurso econômico em torno de uma questão muito radical, como revogação de teto de gastos e privatizações, você fecha a porta para essa turma”, destaca Marcelo de Moraes Mas a pretensão de uma ala petista é de não parar por aí, e promover um “revogaço” de outras medidas, como por exemplo, a autonomia do Banco Central, aprovada no ano passado. Frear o programa de desestatizações e acabar com o teto de gastos também são temas consensuais dentro da campanha do petista. Na questão do teto de gastos, a discussão também está bastante avançada. Até porque o atual governo já avançou nessa regra no ano passado ao mudar a forma de cálculo, abrindo margem para poder gastar mais neste ano. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, 13, vamos analisar do ponto de vista político e eleitoral esse plano do ex-presidente Lula, junto do repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Protestos no Cazaquistão e o avanço da Rússia na região
Desde o começo de 2022, manifestações eclodiram no Cazaquistão, após o governo dobrar o preço do gás GLP e de outros combustíveis no primeiro dia do ano. O país é uma ex-república soviética localizada no leste europeu e atravessa um dos momentos mais turbulentos de sua história. Os protestos também refletem as insatisfações da população com o governo. As pautas se ampliaram, como a mudança do regime político, a eleição direta dos governos locais, o fim das prisões arbitrárias e a redução da desigualdade. O país tem uma parte da população de classe média e uma elite ultra rica, mas o grosso do povo enfrenta dificuldades financeiras. A média da remuneração dos trabalhadores é de menos de 3 mil reais, o sistema bancário passa por uma crise que piorou por uma alta taxa de inadimplência. Na última sexta-feira, o presidente do país, Kassym Jomart Tokayev, autorizou as forças da segurança a abrirem fogo "sem aviso prévio" para pôr fim às manifestações. Dezenas de manifestantes e membros das forças de segurança já morreram nos confrontos.”Essa repressão é permanente, então é preciso contar com a ajuda de outros grupos que atentem para a grave violação dos direitos humanos no País”, afirma o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Roberto Goulart Menezes. Em meio a esses distúrbios, a Rússia enviou ao país uma "força de paz" que inclui mais de 2 mil militares de Armenia, Belarus, Quirguistão e Tadjiquistão, países que integram a Organização do Tratado de Segurança Coleta junto com o Cazaquistão. Para analisar o quadro no Cazaquistão e na região, vamos conversar no episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, 12, com o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Roberto Goulart Menezes. Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O apagão de testes de covid na rede pública e nas farmácias
O aumento de casos de covid-19 e de pacientes com sintomas gripais, após as festas de final de ano, tem levado a uma corrida por testes para detectar o coronavírus. Filas em farmácias e falta de testes também foram registrados em diferentes cidades do Brasil. Dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias apontam que 284 mil testagens foram feitas entre 27 de dezembro e 2 de janeiro: 50% superior ao de 20 a 26 de dezembro. “A gente conseguiu reforçar os estoques, mas continua difícil porque a demanda ainda é muito grande'', afirma o CEO da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto. Já o volume de resultados positivos para covid pulou de 22 mil para 94,5 mil. A epidemia de influenza em vários Estados e o espalhamento da variante Ômicron do coronavírus, mais contagiosa, são os principais motivos para a aceleração da procura. Ouvido pelo podcast, o neurocientista da Universidade de Duke, Miguel Nicolelis falou que muitas decisões tomadas no ano passado foram antecipadas e causaram o atual cenário de maior transmissão da variante ômicron. “Foi plenamente imatura as previsões de que a pandemia iria acabar em dezembro de 2021, ainda temos um longo caminho”, diz o neurocientista. Para o especialista, o país desperdiçou a chance de se preparar para a variante Ômicron que avançava na Europa antes de chegar aqui. “Desde o início da pandemia o que faltou foi planejamento e agora, com essa nova variante, foi a cereja do bolo da desorganização”, afirma Nicolelis. Ainda destaca ao podcast que a proteção das vacinas é clara, tanto para adultos como para crianças, e que sem imunização a quantidade de casos graves da variante seria muito maior. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, 11, vamos ouvir o CEO da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, para entender como esses estabelecimentos estão lidando com o aumento de testagem e se há risco de desabastecimento generalizado de testes. Para falar sobre o problema da falta de testes, devido a alta demanda, vamos conversar com Miguel Nicolelis, neurocientista da Universidade de Duke. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Procurador vê união perversa no Congresso contra o combate à corrupção
O combate a corrupção no Brasil tem sofrido duros golpes com o enfraquecimento de leis, e sufocamento de operações que visam investigar recursos dos cofres públicos. Mesmo com um discurso anticorrupção, o presidente Jair Bolsonaro agiu no sentido contrário para defender familiares e aliados, tentando interferir na autonomia de instituições e fazendo uma aliança com um grupo de políticos que antes condenava. Em entrevista ao podcast, o procurador Roberto Livianu afirmou que o presidente não é o único com este objetivo, seus aliados do Centrão e também adversários do PT trabalham para enfraquecer cada vez mais o combate à corrupção. “Há uma união perversa entre governo e oposição contra o combate à corrupção”, disse o procurador. Uma das decisões de Bolsonaro que mais enfraqueceu o combate à corrupção foi a escolha de Augusto Aras como Procurador-Geral da República. Crítico à atuação da Lava Jato, Aras travou diversas quedas de braço com os procuradores de Curitiba, até que, em fevereiro do ano passado, a força-tarefa da capital paranaense foi dissolvida. O partido dos trabalhadores teve também protagonismo em outras mudanças legislativas que tendem a enfraquecer a anticorrupção no País. Podemos citar aqui a Lei da Improbidade e da proposta de emenda à Constituição que muda a composição do Conselho Nacional do Ministério Público, e amplia a influência do Legislativo no órgão. Deputados do PT propuseram também uma série de mudanças na Lei das Organizações Criminosas, criando regras rígidas para os acordos de delação premiada e a exclusão da possibilidade de prisão preventiva para garantia da ordem pública e econômica – justificativa que motivou inúmeras ordens de custódia na Lava Jato. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 10, convidamos o procurador de Justiça Roberto Livianu, presidente do Instituto Não Aceito Corrupção. E para falar sobre como governo e partidos de oposição tem agido para enfraquecer o combate à corrupção, vamos conversar com a repórter do Estadão, em Brasília, Julia Affonso. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #201: #Start Eldorado -Retrospectiva 2021: parte 2
Na segunda parte da retrospectiva do ano passado, o Start Eldorado relembra os principais temas levados ao ar em 2021. Do cloud ao 5G, do varejo ao agronegócio, exploramos as ramificações e impactos da transformação digital em diversas áreas de nosso cotidiano. O que eles nos mostram sobre os próximos desafios do futuro? O programa vai ao ar às 21h, na Eldorado FM, 107,3 FM, aplicativos e canais digitais, toda quarta-feira, com a apresentação de Daniel Gonzales. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Racha bolsonarista: a disputa de poder na base do presidente
O presidente Jair Bolsonaro iniciou o último ano do seu primeiro mandato como chefe do executivo com um grupo de apoiadores inferior se comparado ao início do governo. Muitos nomes que fizeram campanha para o presidente, como Joice Hasselmann, Alexandre Frota e integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), o abandonaram ao longo do governo. Para Carlos Melo, professor do Insper, no ano eleitoral é um movimento natural o abandono de parlamentares do Centrão ao governo. “Pulam de uma barca para outra, conforme as pesquisas, isso é normal no Brasil”, afirma o cientista político. Muitos destes parlamentares ex-bolsonaristas se tornaram críticos da gestão do atual presidente. Paulo Marinho, suplente de Flávio Bolsonaro no Senado, foi outro que rompeu com Bolsonaro ainda em 2020. O empresário foi um dos nomes fortes da campanha do presidente, em 2018, ao ceder sua mansão no bairro do Jardim Botânico, no Rio, para as reuniões de planejamento. No mês passado foi a vez daquele que é chamado “guru do bolsonarismo”, Olavo de Carvalho dividir opiniões entre os apoiadores do governo. Em uma live no YouTube, o astrólogo afirmou que o presidente Jair Bolsonaro o usou como “poster boy” com o objetivo de “se promover e se eleger”. Sobre o pleito de 2022, Olavo disse que a eleição já está perdida. As últimas pesquisas eleitorais divulgadas ainda no fim de 2021, mostraram uma grande rejeição ao governo e cenários não favoráveis ao presidente Bolsonaro. “Por mais que eles neguem as pesquisas, elas criam um calor e aflição para estes grupos que estão ‘perdendo’ e aí começa a se buscar culpados para esses resultados, gerando os conflitos”, disse Carlos Melo ao podcast. Afinal, o que tem feito a base do presidente ruir, porque bolsonaristas passaram a se estranhar nas redes sociais? Qual o peso desse racha para as eleições? No episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, 07, vamos debater estes e outros questionamentos com o professor e cientista do Insper, Carlos Melo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Anúncio da vacinação de crianças foi um show de desestímulo, afirma especialista
Depois de muita demora, polêmicas e trocas de farpas, o Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira, 05, as regras para vacinação de crianças entre 5 e 11 anos. A imunização desse grupo já havia sido autorizada pela Anvisa em 16 de dezembro, mas o ministro Marcelo Queiroga afirmou diversas vezes que a autorização da agência não era suficiente para iniciar a vacinação. “Não houve uma palavra de estímulo a campanha de vacinação de crianças”, afirma o infecto pediatra Renato Kfouri, representante da Sociedade Brasileira de Imunizações, e que foi entrevistado pelo Estadão Notícias A pasta da saúde aguardava consulta pública para liberação do imunizante às crianças. A maioria das pessoas e entidades ouvidas se opôs à necessidade de receita médica para imunização dessa faixa etária. O imunizante que será utilizado é o da Pfizer. Segundo a farmacêutica, a vacina é segura e garante mais de 90,7% de eficácia na prevenção de infecções em crianças de 5 a 11 anos. O estudo acompanhou 2.268 crianças que receberam duas doses da vacina, com três semanas de intervalo. “O risco de miocardite em crianças é desprezível, inclusive menor do que em adolescentes”, destaca o infectologista Renato Kfouri. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, antecipou que cerca de 4 milhões de doses pediátricas da Pfizer chegarão ao Brasil na segunda quinzena deste mês. No Brasil tem aproximadamente 20 milhões de crianças nesta faixa etária, que estão aptas a serem imunizadas O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O Brasil que o próximo presidente vai herdar na economia
Desemprego em alta, inflação na casa dos dois dígitos, recessão técnica com pequena queda do PIB. O cenário não parece muito animador para o Brasil de 2022. Com os efeitos da pandemia, a projeção dos economistas não é muito animadora. Para este ano, o mercado financeiro subiu de 5% para 5,02% a estimativa de inflação. Já para o governo, a meta central de inflação para 2022 é de 3,50%. O mercado reduziu também a previsão de alta do PIB de 0,58% para 0,51%, para este ano. No entanto, o Ministério da Economia insistiu em manter a previsão de crescimento do PIB, acima de 2%. Para controlar a inflação, que tem impacto direto no preço de produtos e serviços, o Comitê de Política Monetária deve subir a taxa Selic para os dois dígitos, chegando a 11,25%. Soma-se a isso, o início do pagamento de um novo auxílio de 400 reais para os mais pobres, que foi o estopim para a aprovação da chamada PEC dos Precatórios, que abriu um espaço fiscal, acima do teto de gastos, de mais de 80 bilhões de reais. Para a economista Elena Landau, ouvida pelo podcast, um dos maiores responsáveis pela situação do País é o atual presidente que, segundo ela, não deve se reeleger. “Eu tenho certeza absoluta que Bolsonaro não vai se reeleger. Temos que olhar para 2022 preparando o Brasil para se curar dessa doença, organizar a sociedade, recuperar a imagem do País na comunidade internacional”, afirma a economista. No episódio do Estadão Notícias vamos projetar o futuro da nossa economia e os desafios para este ano com a colunista do Estadão, Adriana Fernandes, e também com a economista Elena Landau. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Dá para recuperar o tempo perdido na educação?
Uma das áreas mais afetadas pela pandemia no Brasil e que tem um enorme desafio pela frente em 2022, é a educação. O vácuo entre estudantes de baixa e alta renda ficou evidente. Enquanto uns migraram para as aulas online com suporte e apoio das instituições de ensino, outros tiveram que se contentar com atividades remotas de pouca qualidade. Soma-se a isso, a guerra ideológica travada dentro da pasta no governo Bolsonaro, o que gerou uma série de problemas envolvendo funcionários de órgãos importantíssimos para a educação brasileira, como o caso do Inep, responsável por organizar e aplicar o Exame Nacional do Ensino Médio. Um levantamento do Todos Pela Educação, revelou que cerca de 244 mil estudantes de 6 a 14 anos estavam fora das escolas brasileiras no segundo trimestre de 2021. Para Priscila Cruz, a presidente-executiva do Todos Pela Educação, um dos maiores equívocos dos governos foi o fechamento completo das escolas por tanto tempo. “O Brasil foi um país com descontrole da pandemia, o que justifica um fechamento das escolas, mas não como foi feito, o tempo inteiro desde março do ano passado”, afirmou Cruz em entrevista ao podcast. O descaso na vacinação dos professores pelo governo federal também contribuiu para o atraso nessa reabertura das instituições. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, 04, vamos conversar sobre os desafios da pandemia na educação brasileira e como será este cenário daqui para frente, com a presidente-executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, e com a repórter especial do Estadão, Renata Cafardo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Como o Estadão se prepara para as eleições
Não é de hoje que o brasileiro tem que conviver com uma enxurrada de informações falsas vindas de tudo quanto é canto. No próximo ano, em que teremos as eleições presidenciais, um dos grandes desafios da cobertura jornalística é desmentir uma parcela dessas “fake news”. Mas esse é apenas um dos pontos que farão parte da vida dos repórteres em 2022. Com um ambiente cada vez mais polarizado, as paixões estão exaltadas, o que torna o trabalho da imprensa cada vez mais difícil. Além disso, esse promete ser um pleito bem pulverizado, com diversos candidatos ao posto mais importante do País. Ou seja, muito antes da campanha começar, as apurações e checagens podem mudar o rumo das eleições. Para conversar conosco sobre esse assunto, trouxemos o editor de Política do Estadão, Eduardo Kattah, que nos fala sobre o planejamento dessa cobertura pelo Brasil inteiro. Quem participa também é o editor do Estadão Verifica, Daniel Bramatti, que tem o desafio, junto com a sua equipe, de verificar a autenticidade das informações que chegam para os eleitores: O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #200: #Start Eldorado: 200 semanas falando de transformação digital
O #StartEldorado completa 200 edições consecutivas falando de tecnologia e transformação digital no rádio. André Eletério, Marketing & Public Relations Director for Latin America & Brazil da NEC, conversa conosco e compartilha insights sobre o mercado, evolução da tecnologia e integrações que serão feitas nos próximos anos para construir um ambiente conectado. Junte-se a nós às 21h, na Eldorado FM, 107,3 FM, canais digitais e seu aplicativo de preferência, toda quarta-feira. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A pandemia, de fato, nos fez melhores?
O último dia do ano chegou. E não dá para desconectar 2021 da pandemia: ela determinou a dinâmica da vida em sociedade em todos os aspectos. A boa nova é que a vacinação, ainda que implementada com atrasos, possibilitou novos horizontes e a retomada para uma certa “normalidade”.Com a pandemia, ganhou força a ideia de que um evento como esse permitiria uma espécie de upgrade moral e intelectual na humanidade. Sairíamos melhor dessa. Mas isso realmente é verdade? O nosso convidado de hoje do podcast ‘Estadão Notícias’ é um tanto cético em relação a isso. “Não tem nenhum elemento que garanta que a pandemia é um momento de inflexão na história da humanidade”, destaca o filósofo Luiz Felipe Pondé. Além de falar sobre os efeitos da pandemia no comportamento, Pondé ainda falou sobre sobre a morte e a vida, e as perspectivas para o próximo ano e para a eleição. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.