
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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Tecnologia #211: #Start Eldorado: inteligência em cloud nos bancos
A aplicação prática das tecnologias de cloud na área financeira - usando o poder dos dados para conhecer o cliente, entender o seu momento de vida para assim formatar ofertas e produtos personalizados com base em inteligência - é o ponto-chave do trabalho das instituições que querem se diferenciar no mercado. A nuvem como habilitadora de inovação, desenvolvimento e aplicações tem papel fundamental na estratégia de um dos maiores bancos do Brasil, o BV, com atuação reconhecida na área de crédito, e que acaba de firmar uma parceria com o Google Cloud. O Start Eldorado recebe, para falar do tema, Milena Leal, diretora de negócios de Google Cloud no Brasil, e Adriana Gomes, diretora executiva de Clientes do BV. As executivas ainda analisam a presença feminina em cargos de tecnologia, já que março é o Mês Internacional da Mulher. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Petrobrás joga gasolina na fogueira eleitoral
Jair Bolsonaro foi aconselhado pelos seus principais ministros a manter o general Joaquim Silva e Luna à frente da Petrobras, mas é questão de tempo a queda do general, que o presidente colocou há um ano no comando da Petrobras acreditando que iria resolver o problema da alta dos combustíveis na marra. Já naquele momento, o presidente era alvo das críticas de apoiadores pela alta dos preços. A quinze dias do prazo final para que ministros-candidatos deixem os cargos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) avisará a equipe de sua intenção de escalar substitutos “tampões” para o lugar de quem for disputar as eleições de outubro. O “plano A” do presidente é entregar os ministérios a secretários-executivos das pastas, embora o Centrão também esteja de olho nas cadeiras que ficarão vazias. Ainda no campo eleitoral, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), disse que ainda tem tempo para tomar a decisão e que é preciso apoio político para sua eventual candidatura. O caminho no PSD ficou livre para o gaúcho após o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), anunciar que não vai disputar a Presidência em outubro. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Carlos Valério.See omnystudio.com/listener for privacy information.

China: os riscos para uma economia entre a guerra e a covid
A China é, sem dúvidas, a maior aliada da Rússia em termos de cooperação internacional e relacionamento externo. No entanto, a guerra na Ucrânia tem colocado em xeque essa amizade. Por enquanto, a China se mantém neutra em relação ao conflito. Mas, nos bastidores, Xi Jinping teme que as sanções impostas para a Rússia possam atingir também o território chinês. O maior receio da China ao apoiar Moscou é prejudicar seus laços econômicos com a Europa e os Estados Unidos. Embora a China e a Rússia estejam alinhadas contra a estrutura da Otan, o relacionamento sofreu abalos desde a invasão da Ucrânia por Vladimir Putin. Até por isso, o governo chines é cotado para intermediar um acordo de paz entre russos e ucranianos. Agora, um outro componente começa a atrapalhar a economia chinesa. Quase 30 milhões de pessoas foram confinadas no país, essa semana, depois do registro do maior surto de Covid-19 em dois anos. No episódio desta quinta-feira, 17, vamos falar sobre os impactos da guerra e da covid na China, e como isso pode afetar a economia mundial, com Livio Ribeiro, pesquisador do Ibre/FGV e sócio da consultoria BRCG. E vamos conversar sobre a nova onda na China e o surgimento da Deltacron, com Renato Kfouri, infectologista e membro do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta do combustível inviabiliza transporte por app?
O aumento no preço da gasolina vem impactando toda a população, mas especialmente os que trabalham dirigindo, os motoristas de aplicativos. Por conta disso, as principais empresas do país nesse segmento, como a Uber e a 99, resolveram reajustar suas tarifas. A 99 explicou que o objetivo da nova política de preços é “anular” a nova escalada da gasolina. Por isso, a companhia reajustou em 5% o valor do km rodado no ganho dos motoristas de todo o país. Já a Uber elevou em 6,5% o valor das corridas pelo aplicativo. A empresa explicou que o aumento no valor do serviço para os usuários é temporário. Desde que essa sucessão de aumentos no preço dos combustíveis começou, o usuário passou a enfrentar problemas em conseguir uma corrida. A recusa é explicada pelo valor dos trajetos. Os cancelamentos são provocados por conta dos altos custos que os motoristas dos aplicativos precisam arcar, o que os fazem priorizar corridas maiores. No episódio do podcast desta quarta-feira, vamos falar sobre essa dificuldade enfrentada pelos motoristas de aplicativos com Eduardo Lima, presidente da Associação dos Motoristas de Aplicativos de São Paulo. E sobre esse mercado de trabalho, vamos conversar com o economista Daniel Duque, pesquisador associado do Ibre-FGV. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O que está mais próximo: a paz ou a 3ª Guerra Mundial?
O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, despertou a esperança de que um acordo para o término da guerra esteja próximo. A agência de notícias russa Interfax citou um representante russo, que relatou que as conversas haviam alcançado progressos substanciais. Apesar desse breve clima de otimismo, há o receio de países ocidentais, principalmente da Europa, de que a Rússia possa ampliar suas ações militares e atingir outras nações. Neste domingo, um ataque aéreo atingiu uma área militar na região de Lviv, a cerca de 25 km da fronteira com a Polônia. Segundo a administração regional militar, ao menos 35 pessoas morreram e 134 ficaram feridas. Para os ucranianos, o ataque é uma confirmação de que toda a Europa estaria sob a mira dos russos, já que nessa base trabalhavam instrutores militares vindos de vários países. A Polônia é um dos membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A fronteira do país com a Ucrânia tem sido um ponto de passagem de material bélico para auxiliar a resistência ucraniana. No episódio desta terça-feira, 15, do Estadão Notícias, analisamos um possível escalonamento da guerra, que poderia atingir níveis mundiais, numa entrevista com Carolina Pavese, professora de Relações Internacionais da ESPM-SP e doutora pela London School of Economics. E para abordar o aspecto bélico, convidamos o repórter especial do Estadão, e especialista em defesa, Roberto Godoy. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula X Bolsonaro: vantagem em queda
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem buscando evitar o clima de ‘já ganhou' que tomou conta em parte dos apoiadores e simpatizantes do líder petista. Todo esse cuidado aumentou com o resultado dos últimos levantamentos com as intenções de voto para presidência da República. A vantagem para Bolsonaro está diminuindo. No último levantamento XP/Ipespe, divulgado na sexta-feira, Lula aparece com 15 pontos à frente de Jair Bolsonaro no primeiro turno, com 43% das intenções de voto, ante 28% do chefe do Executivo. Em fevereiro, a pesquisa do mesmo instituto mostrava vantagem de 18 pontos para o petista (43% contra 25%). Mesmo sem ter lançado oficialmente sua pré-candidatura, uma das propostas já apresentadas pelo petistas é a revogação da reforma trabalhista. Essa declaração começou a afastar liberais, decepcionados com Bolsonaro, e que estavam inclinados a dar seu voto no petista. Inclusive, essa proposta não agrada o provável vice na chapa de Lula, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Soma-se a estas declarações, o fato de Jair Bolsonaro ter “maneirado” suas declarações em relação às medidas de combate a covid-19, como a vacina. Além disso, o presidente tenta colher frutos eleitorais de medidas populares como o novo bolsa-família. No episódio do podcast desta segunda-feira, 14, vamos falar sobre essa vantagem de Lula e a possibilidade de crescimento de Bolsonaro até a eleição com o cientista político da FGV e colunista do Estadão, Carlos Pereira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #210: #Start Eldorado: guerra cibernética repercute globalmente
Guerra cibernética e seus impactos globais e no Brasil são os destaques do Start Eldorado. O apresentador Daniel Gonzales recebe Leidivino Natal da Silva, CEO da Stefanini Rafael, Fabio Soto, CEO da Agility Networks e Robson Borges, especialista em engenharia da Trend Micro, para falar do conflito digital que vem repercutindo na Europa juntamente com as operações bélicas na Ucrânia, e como o mundo deve se preocupar com temas como cibersegurança, os principais tipos de ataques contra empresas e governos e seus objetivos, medidas e investimentos em proteção e o cenário futuro. O Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: Conexão – Transformação Digital com Pedro Doria
Você já ouviu falar em empresas que constroem sua história através do contato com o cliente? Esse é o caso da Porto Seguro, que teve que se reinventar na pandemia para que, mesmo virtual, quem utiliza seus produtos se sentisse acolhido pelos funcionários da companhia. Nesta conversa entre o jornalista Pedro Doria e Fabio Costa, General Manager da Salesforce no Brasil, Roberto Santos, CEO da Porto Seguro, conta como enfrentou o desafio de transformar a empresa diante da atual realidade do distanciamento social.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Escândalo continua: orçamento cada vez mais secreto
O Congresso realizou uma audiência na quarta-feira que deveria servir para apresentar o novo modelo de cadastro das emendas de relator-geral do orçamento, o popular orçamento secreto. Porém o encontro trouxe mais dúvidas e não trouxe a transparência que era esperada para o modelo e ao orçamento público. O orçamento secreto foi criado pelo governo Bolsonaro e pelo Congresso para multiplicar as verbas públicas que deputados e senadores podem destinar para onde quiserem, em troca de apoio em votações estratégicas, sem a menor transparência e sem critérios técnicos. O escândalo foi revelado pelo Estadão em maio do ano passado e tem sido objeto da cobertura minuciosa dos repórteres de Brasília desde então. Este episódio do podcast traz os desdobramentos desta audiência realizada no Congresso e as incertezas do novo modelo de registro das emendas de relator-geral. Para analisar e debater essa questão, convidamos o Diretor do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Luciano Santos. O episódio tem roteiro e apresentação do repórter em Brasília, Breno Pires. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação/Roteiro: Breno Pires Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

‘Russofobia’: as sanções travestidas de preconceito
À medida que a guerra na Ucrânia avança, os países do Ocidente vão ampliando suas sanções contra a Rússia. O presidente norte-americano, Joe Biden, proibiu as importações de petróleo e gás natural da Rússia, apesar do cessar-fogo momentâneo para um corredor humanitário no país. E o Reino Unido foi na mesma linha e decidiu encerrar até o final do ano a importação de petróleo russo. Muitas das sanções devem impactar não só o governo russo, mas também a população. As operadoras de cartão de crédito Visa e Mastercard suspenderam as operações na Rússia. A Visa informou, através de nota, que cartões desta bandeira no país vão deixar de operar fora da Federação Russa: O problema é que essas sanções trouxe à tona um outro problema grave que já está sendo chamado de “russofobia”, ou preconceito contra os russos. O Festival de Cannes informou que não vai aceitar a presença de delegações oficiais da Rússia. Os teatros cancelaram concertos que são regidos por músicos russos. E até a gastronomia entrou na história. O bar “Dona Onça”, em São Paulo, chegou a retirar o strogonoff do cardápio. No episódio do podcast desta quinta-feira, 10, discutimos as novas sanções à Rússia com Hussein Kalout, professor de Relações Internacionais, conselheiro internacional do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) e professor em Harvard. E sobre os impactos culturais para o mundo com os inúmeros “cancelamentos” do legado russo, convidamos para uma conversa o jornalista, tradutor, autor do livro “Como Ler os Russos” (editora Todavia), Irineu Franco Perpétuo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A crise do petróleo e o preço dos combustíveis no Brasil
Os preços do petróleo vêm subindo à medida que as tensões na Ucrânia aumentam. No domingo, o barril bateu o nível mais alto desde 2008. Na segunda, o valor chegou próximo à casa dos US$ 140. Por isso, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) começa a discutir, inclusive com o Congresso, o congelamento temporário do preço dos combustíveis pela Petrobras. O custo de não repassar a alta do petróleo no mercado internacional seria bancado pela empresa e, em última instância, pelos seus acionistas. Um dos argumentos que ganha força no governo é o de que a Petrobrás tem custo em real e pode segurar o reajuste nesse período de instabilidade da guerra. Esse movimento de Bolsonaro tem a ver também com o movimento feito pelos presidenciáveis Lula (PT) e Ciro Gomes (PDT), de criticar a política de preços da Petrobras com propostas de mudanças, caso sejam eleitos. Com toda essa discussão de mexer nos preços, a Petrobras já perdeu R$ 29 bilhões de valor de mercado desde a sexta-feira passada. Para que o congelamento saia do papel, a proposta terá de ser, antes, aprovada pelo conselho de administração da empresa. No episódio do podcast desta quarta-feira, 09, quem nos conta mais sobre essa tentativa do governo em interferir nos preços da Petrobras é a repórter de economia, e colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Adriana Fernandes. E vamos falar sobre os impactos de uma possível mudança na política da estatal com o economista Gabriel Galípolo, membro do conselho de economia da Federação da Indústria de São Paulo (Fiesp). O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Será o fim do MBL?
Um áudio do deputado estadual de São Paulo, Arthur do Val, mais conhecido como Mamãe Falei, com teor sexista sobre as refugiadas ucranianas gerou uma onda de protestos nas redes sociais e atingiu em cheio o grupo político MBL. O parlamentar estava no país, segundo ele, com o intuito de promover ações humanitárias em prol dos civis que estão sofrendo por causa da guerra com a Rússia, quando o áudio foi enviado a um grupo de amigos. Como consequência imediata dessa atitude, Arthur do Val retirou sua candidatura como pré-candidato ao governo de São Paulo pelo Podemos. Também aliados políticos se afastaram do seu nome, como é o caso do candidato à presidência, Sérgio Moro, que declinou do apoio dado por Arthur do Val a sua candidatura. Além disso, cerca de 15 deputados protocolaram uma representação no Conselho de Ética do legislativo paulista pedindo a cassação de Arthur do Val por quebra de decoro parlamentar. Citado no áudio de Arthur do Val, o também líder do MBL, Renan Santos, que acompanhou o deputado na viagem à Ucrânia, não reagiu bem às críticas de opositores. O MBL, que surgiu com força nos protestos que culminaram com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, parece estar em declínio. Recentemente, outro membro fundador do grupo, o deputado federal Kim Kataguiri, também se envolveu em uma polêmica. Durante um episódio de um podcast Kim concordou com a opinião do youtuber Monark que defendeu a criação de um partido nazista no Brasil. Diante da recente perda de apoio do grupo, e das polêmicas envolvendo seus membros, a pergunta que fica é: o MBL terá forças para continuar na política? No episódio do podcast desta terça-feira, 08, vamos falar sobre este assunto com o cientista político e diretor da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os refugiados da guerra e a onda de solidariedade
A guerra na Ucrânia provocou uma série de consequências para os países. Para a Rússia, as sanções econômicas tendem a isolar o país do restante do mundo. Do lado ucraniano, as perdas são inúmeras, nas mais diversas frentes. De imediato, e mais grave, os milhares de civis mortos. Independentemente do desfecho do conflito, a guerra já desencadeou uma nova onda migratória na Europa. Pelo menos 1 milhão de pessoas, principalmente mulheres, crianças e idosos fugiram do território ucraniano para países vizinhos. A maioria foi para o oeste nos primeiros dias da invasão pela Rússia, segundo a agência de refugiados das Nações Unidas, que reuniu estatísticas registradas pelas autoridades nacionais de imigração. Autoridades da ONU estimam que a guerra pode produzir até 4 milhões de refugiados. Nas fronteiras uma outra situação ficou mais evidente: o racismo com imigrantes africanos. Mas em meio ao caos, organizações mundiais têm se mobilizado para acudir os desabrigados. As iniciativas de solidariedade se multiplicam mundo afora neste momento. Em meio a uma guerra, há lições de humanidade que se contrapõem ao terror do conflito armado e da falta de uma solução negociada. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 07, vamos falar sobre os impactos que esse êxodo em massa produz aos países envolvidos com Manuel Furriela, professor de Relações Internacionais da FMU e fundador da Comissão da OAB do Direito do Refugiado. E também vamos conhecer uma dessas histórias de solidariedade durante a guerra numa conversa com a colunista do Paladar e da Rádio Eldorado, Patricia Ferraz. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #209: #Start Eldorado: Tecnologia na PM de SP - parte 2
Segunda parte: A tecnologia como forte aliada da segurança pública: o apresentador Daniel Gonzales recebe Francisco Alves Cangerana Neto, coronel da polícia militar de São Paulo, diretor de tecnologia da informação e comunicação da PM-SP, no Strt Eldorado, para uma conversa sobre o presente e o futuro da transformação digital da corporação. O Start Eldorado vai ao ar na Eldorado FM 107,3 - SP, todas as quartas-feiras, às 21h.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os desencontros de Bolsonaro e Itamaraty sobre Rússia
O conflito entre Rússia e Ucrânia causou um ruído na comunicação do governo brasileiro sobre o conflito. Enquanto Jair Bolsonaro (PL) defende uma posição de neutralidade, principalmente, por causa do comércio de fertilizantes com os russos, os representantes do País na ONU passaram a adotar um tom mais crítico ao governo de Vladimir Putin. Mas não é apenas essa posição do presidente que preocupa os seus aliados. A questão da vacinação contra a covid-19 no Brasil também entrou na pauta. Pessoas próximas de Bolsonaro, inclusive seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), acreditam que as falas do chefe do executivo sobre a imunização tem repercutido mal diante da opinião pública, e pedem para ele reduzir os ataques. No campo eleitoral, os adversários de Bolsonaro vão tentando construir alianças para as eleições deste ano. Lula busca o apoio do MDB, que tem como principal apoiador o senador Renan Calheiros (MDB-AL). No entanto, além do partido já ter uma pré-candidata, a senadora Simone Tebet (MDB-MS), parte dos integrantes da legenda defendeu a neutralidade ou até o apoio ao atual presidente. Neste xadrez, mais uma peça pode entrar nos próximos dias: Eduardo Leite (PSDB-RS). O governador do Rio Grande do Sul deve disputar a presidência pelo PSD. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Carlos Valério.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: Programa Empreendedor do Ano Brasil
O talento empreendedor brasileiro continua em evidência mesmo num mundo complexo. Promovido pela EY, uma das maiores empresas de consultoria e auditoria do mundo, o programa Empreendedor do Ano é uma síntese disso. A 24ª edição brasileira teve os representantes das cinco categorias anunciados no dia 16 de fevereiro, em evento produzido pela EY Brasil e transmitido pelo Estadão Blue Studio. Neste podcast, a jornalista Michelle Trombelli, que também foi comentarista do evento, conversa com Raquel Teixeira, sócia de EY Private e líder dos programas Empreendedor do Ano e Winning Women Brasil, sobre os maiores desafios de empreender no País.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os impactos das sanções contra a Rússia
O governo russo vem sofrendo duras sanções desde o dia em que decidiu começar uma guerra contra a Ucrânia. Estados Unidos, países da União Europeia, como a Alemanha, o Reino Unido e o Japão são algumas das nações que impuseram restrições ao país, como embargos econômicos, barreiras no mercado financeiro e até o fechamento do espaço aéreo para voos da Rússia. Uma das medidas diz respeito à remoção de vários bancos russos do Swift, que é uma plataforma essencial da finança e do comércio internacional. O corte dessas instituições financeiras irá impedi-las de realizar a maioria de suas transações pelo mundo. Putin também sofrerá com os efeitos das sanções. Os Estados Unidos, a União Europeia e o Reino Unido anunciaram que adotarão restrições contra o presidente da Rússia. Ativos dele, sob jurisdição dos países, serão congelados, assim como o de Oligarcas e Bilionários russos. O problema é que essas sanções começam a ter impacto também no Ocidente e no Brasil. Os preços de petróleo, trigo, milho, soja e das carnes estão subindo. Rússia e Ucrânia vendem 30% do trigo no mercado mundial, e 20% do milho. Esses produtos já estão sendo negociados com alta de 5%, além do risco de desabastecimento: No episódio do podcast desta quinta-feira, 03, ouvimos o colunista da Rádio Eldorado, José Luiz Tejon, sobre esse impacto no agronegócio brasileiro. E para falar sobre essas sanções e sua efetividade, conversamos com o professor visitante da Universidade de Relações Exteriores da China e Sênior do Centro de Políticas Públicas para o Novo Sul, do Marrocos, Marcus Vinícius De Freitas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A ‘desistência’ de Doria e o que ela diz sobre a 3ª via
Na semana passada, o governador de São Paulo João Doria admitiu, pela primeira vez, que pode desistir da candidatura à presidência por uma união da terceira via em torno de um nome. Porém essa desistência só ocorreria para apoiar um candidato da terceira via. Um aceno a Lula ou a Bolsonaro está completamente descartado pelo próprio presidente do partido, Bruno Araújo. Na semana passada, Eduardo Leite confirmou estar estudando o convite para entrar no PSD de Gilberto Kassab como candidato ao Planalto. No entanto, a ideia de o PSDB se aliar ao PSD para apoiar Leite é vista com reservas por tucanos. Outros atores da chamada terceira via também já se manifestaram sobre a unificação em torno de um candidato. O ex-juiz Sergio Moro, do Podemos, destacou que as pesquisas mostram que ele seria o representante do grupo com mais chance de vencer as eleições. Portanto, por ora, descarta desistir da disputa. No episódio do podcast desta quarta-feira, 02, vamos entender essa situação que ocorre dentro do PSDB e os rumos do partido e da terceira via nessas eleições com o cientista político e professor do Insper, Carlos Melo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Pesquisas eleitorais: qual o impacto no pleito de 2022?
Desde o ano passado, é perceptível um aumento expressivo no número de pesquisas eleitorais para a corrida presidencial deste ano. Por causa dessa quantidade de dados, há quem reclame do caráter negativo que elas podem trazer. No ano passado, a Câmara dos Deputados elegeu esses levantamentos como um dos inimigos a serem atacados pelo Novo Código Eleitoral. Com a nova regra, pesquisas poderão ser divulgadas até a antevéspera, ou seja, até a última sexta-feira antes do dia da votação. Anteriormente, os institutos poderiam publicar pesquisas de intenção de voto até mesmo no dia da própria eleição. Além disso, o texto determina que os institutos que fazem esses levantamentos informem um percentual de acertos das pesquisas realizadas pela entidade ou empresa nas últimas cinco eleições. Uma espécie de média de acerto. Para captar as tendências de voto é necessário seguir critérios técnicos e metodológicos bastante rigorosos. É preciso, por exemplo, haver uma distribuição de sexo, faixa etária, nível socio-econômico, localização geográfica, que possam ser uma representação fidedigna da população em geral. No episódio do podcast desta terça-feira, 01, vamos conversar sobre a importância das pesquisas para o cenário eleitoral com o jornalista de dados e editor da ferramenta de checagem, o ‘Estadão Verifica’, Daniel Bramatti. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Emanuel Bomfim, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Liberar FGTS é estímulo econômico ou medida eleitoreira?
O ministro da economia, Paulo Guedes, em recente declaração, afirmou que estuda autorizar novos saques de recursos que estão no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o FGTS. A decisão será tomada em parte por pressão do presidente Jair Bolsonaro, já que o ano é eleitoral e este é um dos instrumentos utilizados por quem está no poder para ganhar apoio popular, a liberação de dinheiro. Nos últimos anos, o FGTS tem sido buscado como fonte de recursos para programas de sustentação do consumo, sempre que as projeções apontam para uma atividade econômica em declínio. Foi assim na saída da crise de 2015 e 2016, quando o ex-presidente Michel Temer editou uma medida provisória que liberou R$ 44 bilhões das contas inativas do fundo ao longo de 2017. Em 2019, o governo Bolsonaro expandiu a medida e autorizou o saque imediato também de recursos de contas ativas, o que injetou mais de 27 bilhões até março de 2020. Medidas que acontecem em um momento em que se discute a eficiência do FGTS. Ao mesmo tempo que o governo quer “lucrar” politicamente com o fundo, a gestão Bolsonaro já defendeu mudanças em questões que envolvem essa multa e o seguro-desemprego. No episódio do podcast desta segunda-feira, vamos analisar a medida proposta por Guedes com Sérgio Vale, economista-chefe da consultoria MB associados. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #208: #Start Eldorado: PM na rota da transformação digital
A tecnologia como forte aliada da segurança pública: o apresentador Daniel Gonzales recebe Francisco Alves Cangerana Neto, coronel da polícia militar de São Paulo, diretor de tecnologia da informação e comunicação da PM-SP, no Start Eldorado, para uma conversa sobre o presente e o futuro da transformação digital da corporação. Ele fala de temas como o novo app 190 da PM, inteligência de dados, rede LTE privada, os testes de uma nova tecnologia de vídeo analítico e internet das coisas com policiais e nas viaturas. O Start Eldorado vai ao ar na Eldorado FM 107,3 - SP, todas as quartas-feiras, às 21h.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Do coração de Kiev, repórter relata o drama da guerra
Já passava das 11 horas da noite desta quarta-feira (23), no Brasil, quando o presidente Vladimir Putin, ordenou uma ação militar na Ucrânia. A medida gerou fortes reações do Ocidente que acusaram o líder russo de iniciar uma guerra sem ter sido provocado por outras nações. A questão é que as primeiras bombas, e as rajadas de tiros, passaram a fazer parte do cenário da Ucrânia a partir daí. O clima de aparente normalidade no país se transformou em medo e incertezas diante do futuro. Quem acompanha tudo de perto é o enviado especial do Estadão à Ucrânia, Eduardo Gayer, que nos relatou o clima em meio ao ataque russo, e os desafios da reportagem em um país tomado pelo temor. No Estadão Notícias desta sexta-feira, além dessa conversa, vamos ouvir o jogador brasileiro de futebol, Bill, que atua há mais de um ano no Dnipro, e sua tentativa de deixar o país. O repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, especialista em armamento militar, falou sobre a estrutura de guerra dos países. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

90 anos do voto feminino: o que mudou de lá para cá?
Há 90 anos o Brasil passava por um momento importante para a história da democracia, em 24 de fevereiro, às mulheres conquistaram a igualdade do voto e puderam pela primeira vez ter garantido o direito de escolher seus representantes. Através de um decreto do então presidente Getúlio Vargas que instituiu o Código Eleitoral, as mulheres puderam exercer sua cidadania. Porém essa luta começou muito antes de 1932, pelos registros históricos, essa reivindicação despontou no Brasil no final do século 19. Em 1880, a Lei Saraiva permitia que todo brasileiro com título científico pudesse votar e, aproveitando-se disso, a cientista Isabel de Souza Mattos exigiu na Justiça o direito ao voto. Mas as mulheres puderam votar pela primeira vez somente em 1933, quando houve a eleição para a Assembleia Nacional Constituinte. E foi essa constituinte que elaborou a Constituição de 1934, que consolidou o direito da mulher ao voto. Hoje, as mulheres compõe a maioria do eleitorado brasileiro. São 52,6% de eleitores, segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral. Mas essa superioridade não se reflete na ocupação de cargos públicos, principalmente, no legislativo. Neste episódio especial do Estadão Notícias sobre os 90 anos do voto feminino, vamos ouvir o relato das historiadoras Teresa Cristina de Novaes Marques, Mônica Karawejczyk e Liz Batista. Além de conversarmos com a cientista política da FGV, Graziella Testa, com a vereadora de São Paulo do PSOL, Erika Hilton, com a deputada federal do PSB, Tabata Amaral e com a senadora Simone Tebet, do MDB. E com a primeira senadora, Eunice Michilles, que esteve no Congresso Nacional entre 1979 e 1987. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Adriana Ferraz Reportagem: Adriana Ferraz e Natália Santos Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As faces do conflito entre Rússia e Ucrânia
O conflito envolvendo Rússia e Ucrânia se intensificou, após o presidente Vladimir Putin reconhecer as duas regiões separatistas de Luhansk e Donetsk, como independentes. Além disso, o país despachou forças de paz russas para duas regiões separatistas. Segundo os Estados Unidos, já são cerca de 190 mil soldados no local. O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, acusou a Rússia de "violação da soberania e integridade territorial" de seu país. A reação dos países do Ocidente foi imediata. As principais potências do mundo condenaram o reconhecimento e disseram que a medida seria ilegal e acabaria com as negociações de paz de longa data. A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou que o presidente Joe Biden vai proibir novos investimentos, comércio e financiamento dos EUA nas regiões separatistas. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que o ato é “uma violação flagrante do direito internacional, da integridade territorial da Ucrânia e dos acordos de Minsk” e que o bloco e seus parceiros vão “reagir com firmeza. A crise já tem afetado também os mercados econômicos, e as bolsas de valores mundiais estão sentindo o duro golpe do iminente conflito No episódio do podcast desta quarta-feira, 23, vamos falar sobre esse conflito, e suas consequências com o professor de Relações Internacionais da UNB, Roberto Goulart Menezes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O fim da pandemia está próximo?
No final de 2021, havia uma certeza de que em 2022 a pandemia estaria perto do fim, por isso medidas restritivas foram flexibilizadas. Porém o aumento de casos e mortes no mundo por causa da variante Ômicron reacendeu o sinal de alerta, e algumas medidas restritivas tiveram que ser novamente implantadas. A situação só não foi pior, pois a vacinação vai avançando no mundo, em alguns lugares mais rapidamente do que em outros. No Brasil, mais de 70% da população adulta já tomou pelo menos duas doses do imunizante, enquanto que em crianças acima de 5 anos a porcentagem já ultrapassa 76%. No entanto, para que a pandemia vire uma endemia, ou seja, uma situação de saúde pública menos grave, é preciso que três condições aconteçam: as vacinas, o surgimento de cepas mais leves e o grande volume de imunização natural, provocada em pessoas que tiveram a doença. Mesmo que seja decretado o fim da pandemia em 2022, não podemos nos esquecer da gravidade da doença que matou quase seis milhões de pessoas no mundo, e aprendermos com os erros e acertos no combate à covid-19. No episódio do podcast desta terça-feira, 22, convidamos para falar sobre esse assunto, o patologista e professor da Faculdade de Medicina da USP, Paulo Saldiva. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Terceira via pode ser ‘salva’ por um novo nome?
O tal nome da terceira via, que conseguiria fazer frente à polarização entre Lula e Bolsonaro, parece não vingar. Dos nomes que já estão colocados, os que mais se aproximam da casa dos dois dígitos nas intenções de voto são Sergio Moro, do Podemos, e Ciro Gomes, do PDT. Alguns partidos já começam a se movimentar em busca de um “salvador” da terceira via, e ele pode estar dentro ou fora da política. O PSD, por exemplo, já estuda substituir Rodrigo Pacheco pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Outro nome que está dando sopa, e preencheria a vaga de um “outsider”, é o do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. O magistrado, que ganhou fama ao relatar o Mensalão na Corte e levar diversos políticos para cadeia, anunciou, neste mês, sua desfiliação do PSB. Seu destino deve ser o União Brasil, que é a junção de DEM e PSL. Outro fator que anima os partidos que tentam emplacar uma terceira via é o alto índice de rejeição dos dois primeiros colocados nos levantamentos. Cerca de 37% dos entrevistados dizem não votar de jeito nenhum em Lula, enquanto aproximadamente 55% não querem a reeleição de Bolsonaro. Afinal, a terceira via ainda pode virar uma realidade ou a polarização entre Lula e Bolsonaro deve se manter na eleição? Para nos ajudar a responder essas questões, convidamos para o episódio do podcast desta segunda-feira, 21, o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #207: #Start Eldorado: Redes de celular particulares
Redes LTE privadas cobrem grandes distâncias, com o core baseado em nuvem, sendo ideais para conexão de milhares de dispositivos em ambientes como o campo ou mesmo nas cidades, conectando equipamentos da indústria, saneamento e energia. No Brasil, a NEC e a Furukawa Electric vêm trabalhando com sucesso em uma solução fim a fim neste sentido, que além da conectividade oferece computação em borda em inteligência. No Start Eldorado, Daniel Gonzales recebe Leandro Galante, head de OpenRan e 5G da NEC, e Daniel Blanco, gerente de inovação da Furukawa, para uma conversa sobre a jornada dessa tecnologia. O programa vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O saldo da viagem de Bolsonaro ao leste europeu
O presidente Jair Bolsonaro (PL) está em viagem pelo leste europeu, onde se encontrou com o presidente russo, Vladimir Putin, em meio às tensões do país com a Ucrânia. Durante o encontro, Bolsonaro disse que a Rússia deseja a paz. No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passa por mudanças na presidência. Luís Roberto Barroso entrega a presidência para Edson Fachin, que entregará o cargo em agosto para Alexandre de Moraes. Em um de seus últimos discursos à frente da Corte, Barroso diz que as atitudes antidemocráticas de Bolsonaro são uma espécie de “repetição mambembe” do que fez Donald Trump nos EUA. E por falar em eleições, Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) voltam as suas atenções ao voto evangélico. O petista escolheu o pastor Paulo Marcelo Schallenberger, líder da Assembleia de Deus do Ministério do Belém, para ser o seu porta-voz. Já o atual presidente marcou um café com 100 líderes evangélicos para reforçar o apoio. Enquanto isso, o presidente Gilberto Kassab segue seu périplo para definir o rumo do PSD nas eleições. Vai de candidato próprio ou vai embarcar no projeto lulista? Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi. Tags: Jair Bolsonaro, eleições 22, Lula, Rússia, Vladimir Putin, Edson Fachin, TSE, Alexandre de MoraesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fachin e Moraes à frente do TSE: o que esperar?
Este ano o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será naturalmente muito demandado, mas não apenas pelo processo formal da eleição em si, mas por tudo que envolve o período de campanha e pré-campanha, Entram nessa conta as críticas ao sistema eletrônico de votação e a tendência de mais ‘fake news’. O atual presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, tem demonstrado uma grande preocupação em relação à disseminação de notícias falsas. Inclusive, o magistrado disse que pode suspender o aplicativo Telegram, já que o aplicativo não tem colaborado com a Justiça brasileira. No entanto, Barroso não estará na cadeira de presidente do TSE durante o período eleitoral. No próximo dia 22, quem assume essa posição é o ministro Edson Fachin, que terá uma espécie de mandato relâmpago, pois entrega o cargo, em agosto, para o colega Alexandre de Moraes. Tanto Edson Fachin como Alexandre de Moraes estão alinhados com a avaliação de que é preciso rigidez na questão do disparo em massa de notícias falsas e dos ataques às instituições democráticas. Além destes desafios, o TSE também terá que fiscalizar as mudanças nas regras eleitorais para este ano e deve se deparar com os rearranjos das chamadas federações partidárias. No episódio do podcast desta quinta-feira, 17, vamos falar sobre essa troca de comando na presidência do Tribunal Superior Eleitoral com o repórter do Estadão em Brasília, Breno Pires. E sobre as mudanças enfrentadas pelo TSE neste ano eleitoral vamos conversar com Alberto Rollo, advogado especializado em direito eleitoral. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Congresso consegue segurar preço dos combustíveis?
O preço dos combustíveis ainda tem impactado o bolso dos motoristas. O valor do etanol, diesel e da gasolina não afeta apenas aqueles que têm um veículo, mas também quem usa aplicativos de transporte e até usuários do transporte público vêem o preço da passagem de ônibus, em alguns municípios, disparar. Por isso, governo e Congresso Nacional têm se debruçado para tentar conter a alta dos combustíveis no País. O Senado poderá votar, hoje, dois projetos que buscam a redução do preço da gasolina, etanol e diesel. O primeiro "congela" o ICMS, que é o imposto estadual sobre os combustíveis, e que tem gerado muita reclamação por parte dos governadores. E o segundo projeto cria um fundo de compensação para segurar aumentos, que seria custeado por um imposto sobre exportação do petróleo bruto e pelo lucro extraordinário da Petrobras com o aumento do preço do barril de petróleo. Entretanto, estamos em ano eleitoral e essas medidas podem ser entendidas como eleitoreiras. Por isso, o advogado-geral da União, Bruno Bianco, o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, e os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, se reuniram com ministros do Tribunal Superior Eleitoral. No episódio do podcast desta quarta-feira, 16, quem nos traz os detalhes dessa negociação e a programação para votar esses projetos no Congresso Nacional, é o repórter do Estadão, em Brasília, Daniel Weterman. E para debater sobre o conteúdo das propostas, nós convidamos o economista Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal e colunista do Estadão. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A retórica do ódio bolsonarista e seu papel nas eleições
Nos últimos dias, integrantes da ala mais radical e à direita da gestão Bolsonaro têm protagonizado ataques contra críticos do governo. Além disso, membros da Secretaria Especial da Cultura estão sendo investigados sobre gastos de mais 39 mil reais em uma viagem para os Estados Unidos. Por causa dessa situação, o titular da pasta, Mario Frias, teve sua viagem para Rússia, Hungria e Polônia cancelada. O escritor Paulo Coelho comemorou a notícia nas redes sociais, e foi chamado de “maconheiro” e “idiota” pelo secretário nacional de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria Especial de Cultura, André Porciuncula: Ao mesmo tempo, outro integrante do governo Bolsonaro resolveu dar as caras e proferir agressões no Twitter. A vítima foi o congolês Moïse Kabagambe, brutalmente assassinado em um quiosque no Rio de Janeiro, quando foi cobrar salários atrasados. O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, fez uma postagem em que diz que o jovem foi um "vagabundo morto por vagabundos mais fortes." Como essas últimas declarações de membros do governo têm repercutido dentro do Palácio do Planalto e no mundo político? Que tipo de estratégia Bolsonaro vai adotar até as eleições? Conversamos sobre o assunto com o repórter do Estadão em Brasília, Vinícius Valfré. E que peso terá a extrema direita nas eleições? Vamos conversar com a antropóloga Isabela Kalil, professora da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e coordenadora do Observatório da Extrema Direita. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Congresso empoderado e o fim do presidencialismo
De tempos em tempos, o modelo presidencialista de governo é contestado no Brasil. Como se a simples troca dele fosse suficiente para cessar as constantes crises políticas e tornar a gestão do País mais eficiente. Na semana passada, o presidente da Câmara, Arthur Lira, voltou a colocar em pauta a possibilidade de mudança: a ideia é, a partir de março, debater em conjunto com as duas Casas Legislativas a adoção do sistema semipresidencialista. A votação, porém, ficaria apenas para 2023, por um novo Congresso eleito. E, se aprovado, entraria em vigor a partir de 2030. No modelo semipresidencialista, o presidente continua sendo eleito por voto popular, mas a chefia de governo é exercida pelo primeiro-ministro, eleito pelo Parlamento, ou seja, o poder do Congresso aumentaria ainda mais. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, classificou como "perfeitamente possível" o debate por meio de um grupo de trabalho no Congresso. E ainda defendeu outra medida para a reforma política, o fim da reeleição. A sugestão seria a troca da possibilidade de dois mandatos seguidos por um de cinco anos no Executivo. No episódio de hoje do podcast vamos falar sobre como este debate está sendo tratado no Congresso com a repórter de política do Estadão, Camila Turtelli. E para debater a viabilidade do semipresidencialismo na realidade política brasileira, vamos conversar com o cientista político Carlos Pereira, colunista do Estadão e professor da FGV EBAPE. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #206: #Start Eldorado: o diferencial do 5G na indústria
O Start Eldorado fala sobre o diferencial competitivo do 5G na indústria: redes privadas de quinta geração suportando a alta conectividade em aplicações como robótica, sensores, automação, realidade virtual, internet das coisas e inteligência artificial no chão de fábrica; operação remota de máquinas e equipamentos integrando cadeias logísticas. O apresentador Daniel Gonzales recebe Júlio Monteiro, diretor industrial da Bosch. Edições inéditas do programa vão ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O purgatório da terceira via
O cenário eleitoral para a chamada terceira via - esse bloco de candidatos que tenta rivalizar com a disputa entre Lula e Bolsonaro - não está nada fácil. As últimas pesquisas de intenção de voto mostram esses pré-candidatos estacionados, ainda sem atingir os almejados dois dígitos. Não bastasse o desempenho frustrante, esses presidenciáveis estão sofrendo pressões internas nos respectivos partidos em função da distribuição de recursos do Fundo Eleitoral. Parlamentares cobram fatias maiores para a eleição proporcional. Ciro Gomes (PDT), Sergio Moro (Podemos), João Doria (PSDB) e Simone Tebet (MDB) já enfrentam resistências, “fogo amigo” e questionamentos sobre o potencial de se chegar ao segundo turno. O caso de Doria é mais o agudo atualmente. Dirigentes tucanos articulam para desembarcar da sua candidatura, enquanto Lula investe na aproximação com nomes históricos do partido. O afunilamento das candidaturas da terceira via será um processo natural? Quem vai resistir até outubro? Analisamos o tema na edição desta sexta-feira (11) do podcast com o cientista político e coordenador do blog e podcast Legis-Ativo, Humberto Dantas. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Julia Corá, Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As reflexões necessárias sobre o caso Monark
No início desta semana, um dos episódio do Flow Podcast, programa de entrevistas, ganhou ampla repercussão por conta de uma fala com apologia ao nazismo de um dos apresentadores, Bruno Aiub, o “Monark”. No debate, estavam como convidados os deputados federais Tabata Amaral (PSB-SP) e Kim Kataguiri (DEM-SP). Eles falavam sobre liberdade de expressão quando Monark defendeu a formalização do partido nazista junto à Justiça Eleitoral, contrariando a Constituição brasileira. A deputada Tabata Amaral rebateu as afirmações do apresentador classificando-as como “esdrúxulas” e citando o holocausto na Alemanha nazista, período marcado pelo extermínio de mais de 6 milhões de judeus. O deputado Kim Kataguiri endossou a fala de Monark, indicando que a criminalização do nazismo na Alemanha foi um erro. Kataguiri ainda comparou o partido nazista aos defensores do comunismo, ponderando a existência do PCdoB e do PCB. O conteúdo rapidamente viralizou, causando indignação nas redes sociais, a ponto da embaixada da Alemanha no Brasil dizer que "defender o nazismo não é liberdade de expressão”. Patrocinadores cancelaram contratos com o podcast e a produtora acabou por demitir o apresentador. Já a Procuradoria Geral da República e o Ministério Público de São Paulo abriram inquérito para apurar crime de apologia ao nazismo. No episódio do 'Estadão Notícias' desta quinta-feira, 10, vamos falar sobre antissemitismo e intolerância com Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil. E para tratar das questões da liberdade individual e de expressão, entrevistamos a advogada especialista em Direito Público, Vera Chemim. O programa ainda ouviu a deputada federal Tabata Amaral, que explica o motivo de ter ficado até o fim no debate, e o Diretor Executivo do Museu Judaico de SP, Felipe Arruda. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O vitimismo de Paulo Guedes e os rumos da economia
Há três anos à frente do ministério da Economia, Paulo Guedes não mudou em nada sua defesa pelo liberalismo. Ao menos na retórica, já que, na prática, o governo Bolsonaro dificilmente seria enquadrado como um representante desta escola nas suas políticas econômicas.Em entrevista exclusiva ao Estadão, aos repórteres Adriana Fernandes e José Fucs, o ministro culpou a pandemia pelo fracasso na aprovação de reformas e pela atual situação da economia brasileira. Guedes reclamou da “falta de apoio” para implementar a sua agenda liberal. O ano eleitoral o pressiona ainda mais, já que as chances de aprovar reformas estruturantes ou privatizações no Congresso são muito reduzidas. Para piorar, a tentação pela gastança como forma de atrair apoio é enorme. O que resta a Guedes em 2022? No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, 09, apresentamos alguns dos principais trechos dessa entrevista e fazemos um balanço de sua gestão numa conversa com o economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem 'timing': a ida de Bolsonaro à Rússia
A visita do presidente Jair Bolsonaro à Rússia, prevista para a próxima semana, se dá num contexto de grande tensão diplomática e militar. Mais de 100 mil soldados russos estão concentrados perto da fronteira com a Ucrânia e podem invadir o país a qualquer momento.A crise envolve outros importantes atores na geopolítica global, como os Estados Unidos, a Otan e a China. O receio da presença do presidente brasileiro na Rússia é o impacto diplomático e econômico que a visita oficial possa causar. Em entrevista ao podcast ‘Estadão Notícias’, o diplomata e ex-ministro Rubens Ricupero, afirma que a visita é inoportuna e sem relevância para a política internacional brasileira. “É um péssimo instante para uma visita presidencial a Moscou. Ela será mal interpretada pelo mundo inteiro, como apoio a um governo autoritário que desafia a paz mundial”, declarou. O conflito entre Rússia e Ucrânia se intensificou quando o governo russo anexou a península da Crimeia em 2014. O Kremlim quer que o Ocidente prometa que a Ucrânia não fará parte da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). A agenda de Bolsonaro na Rússia será curta e deverá incluir um encontro formal com Vladimir Putin, um evento empresarial e tentativas de manter aberto o fluxo de exportação de fertilizantes para o agronegócio brasileiro. No Brasil, até ministros da chamada "ala política" do governo federal atuam nos bastidores para convencer o presidente a desistir ou adiar a visita para março, segundo apurou o Estadão. No episódio desta terça (07) do podcast, analisamos a viagem fora de hora de Bolsonaro com Rubens Ricupero, que foi embaixador do Brasil em Washington e subsecretário-geral da ONU. E para falar sobre a iminência de um conflito no Leste Europeu e o poderio militar envolvido, conversamos com o repórter especial do Estadão, especialista em segurança, Roberto Godoy. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Vacinação infantil: por que a fila não anda?
A vacinação infantil contra a covid-19 começou de forma muito lenta no Brasil. O atraso para o início da imunização, mesmo com a vacina já aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a falta de imunizantes e a desinformação e desincentivo por parte do governo e do presidente Bolsonaro à vacinação das crianças, só agravam este cenário. Em um levantamento feito pelo Estadão junto aos governos estaduais mostra que, no início da semana passada, cerca de 1,9 milhão de crianças tinham sido vacinadas no Brasil, o que equivale a apenas 10% do público-alvo. Até a última terça-feira, o governo federal tinha distribuído 8 milhões de doses para imunizar as 20 milhões de crianças brasileiras. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o SUS teria capacidade de vacinar 2,4 milhões de pessoas por dia e este número foi atingido diversas vezes durante a campanha de imunização de adultos contra a covid-19. Em 15 dias de campanha, o país teria capacidade de imunizar 75% do público alvo, mas fez só 10%. Nesse ritmo a campanha levará seis meses. No episódio do podcast desta segunda-feira, 07, vamos conversar sobre os dados da vacinação infantil no país, numa apuração exclusiva do Estadão, com a repórter de Infografia, Mariana Hallal. O episódio ainda contém depoimentos com a opinião de especialistas sobre o assunto. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá, Gabriela Forte e Mariana HallalMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #205: #Start Eldorado: Inovações e possibilidades do 5G
No Start Eldorado, você ouve a segunda parte da conversa com Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, sobre o cenário da quinta geração no País. Ele conversa com o apresentador Daniel Gonzales sobre temas como network slicing, redes privadas de alta velocidade e seus impactos no modelo de negócios da operadora e fala sobre o modelo de arquitetura aberta (Open RAN) que, para ele, vai se tornar o padrão na expansão do 5G em alguns anos. O Start vai ao ar às 21h, nos 107,3 da Eldorado FM para toda Grande São Paulo, aplicativos e canais digitais, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alckmin como 'vice ativo' e a disputa pelo voto evangélico
Nos últimos dias a chapa ainda não confirmada de Lula e Alckmin está trabalhando para melhorar a imagem do ex-presidente com o agronegócio. O ex-governador paulista quer ser atuante dentro do possível governo e, por isso, Lula já teria lhe oferecido o Ministério da Agricultura. O ex-presidente também mira o PSD de Gilberto Kassab. A ideia em negociação é reconduzir Rodrigo Pacheco à presidência do Senado, ao invés de lançá-lo ao Executivo, em troca do apoio à chapa do PT nas eleições. Os pré-candidatos à presidência ainda disputam o voto dos evangélicos que ainda é uma incógnita. O ex-juiz Moro, filiado ao Podemos, já fez sua carta de intenções que agrada em cheio os fiéis, o atual presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula também buscam espaço no campo da fé. Esses são alguns dos temas eleitorais que vão guiar o nosso debate quinzenal do ‘Poder em Pauta’, com os repórteres diretamente de Brasília, Vera Rosa e Felipe Frazão. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson PerlebergSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Até onde deve ir o cerco a não imunizados?
À medida que a nova variante Ômicron se espalha pelo País e pelo mundo, com recordes de casos de covid-19, a ampliação da cobertura vacinal se faz cada vez mais necessária. Aproximadamente 70% da população vacinável no Brasil já está imunizada. Isso mostra que, ao menos aqui, o discurso anti-vacina não teve a mesma força como em outros países. Apesar da não obrigatoriedade do imunizante, muitos gestores passaram a exigir o passaporte vacinal. A prática foi adotada na maioria das capitais, mas também gera discussões acaloradas, nas quais o próprio presidente Jair Bolsonaro tem se posicionado contra. Os governos europeus estão começando a suspender rapidamente restrições relativas à covid, mas vacinar o máximo possível de pessoas é visto como um elemento crucial para o retorno à normalidade. Aqui no Brasil, um projeto de Lei apresentado prevê que quem não se vacinar contra Covid terá de pagar o próprio tratamento. A proposta é do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), e tramita na Câmara dos Deputados. Pelo texto, cidadãos têm o direito de escolher se vacinar ou não. Mas aqueles que não se vacinarem e contraírem a doença posteriormente terão de arcar com custos hospitalares no SUS. Adotar medidas drásticas é fundamental para fechar o cerco contra não-imunizados? No episódio do podcast desta quinta-feira, 03, discutimos o assunto com o epidemiologista da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal. A repórter especial de Educação do Estadão, Renata Cafardo, conta como as escolas têm lidado com o tema. E também vamos ouvir o relato de como anda a imunização nos Estados Unidos diretamente com a correspondente do Estadão no país, Beatriz Bulla. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As mortes evitáveis nas tragédias pelas chuvas
No último fim de semana, o Estado de São Paulo foi atingido por fortes chuvas que causaram enchentes e deslizamentos em mais de dez municípios. Desde dezembro do ano passado, centenas de municípios da Bahia e de Minas Gerais também foram afetados e decretaram estado de emergência. Porém, o clima não é o único responsável pelos desastres. Os desmoronamentos e inundações demonstram a falta de estrutura e investimento na contenção deste tipo de tragédia. Os temporais do fim de semana levaram a cidade de São Paulo superar a média histórica de chuvas esperadas para todo o mês de janeiro: foram 284 milímetros até a tarde de domingo. No Estado, já são 24 mortes confirmadas em oito municípios paulistas e cerca de 1.546 famílias desalojadas ou desabrigadas. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, as chuvas foram causadas pela zona de convergência do Atlântico Sul somadas a um ciclone subtropical, o que provocou as primeiras enchentes e deslizamentos de terra na Bahia. A gestão do governador Doria gastou menos da metade do orçamento previsto para obras de infraestrutura antienchente em todo estado de São Paulo em 2021, apenas 45% do total disponibilizado pelos deputados estaduais. E no ano anterior, o gasto foi menor ainda, apenas 18%. As tragédias deveriam servir de alerta para prevenir novas ocorrências, mas historicamente não é o que se verifica, segundo o arquiteto e urbanista Kazuo Nakano, professor do Instituto das Cidades da Universidade Federal de SP. “A gente não extrai aprendizagens preventivas com as tragédias, sempre operamos no atendimento a emergências e improviso”, afirma ao podcast. A cada ano novos deslizamentos ocorrem sem que haja uma política de prevenção destas catástrofes, garante Nakano. Ele ainda afirma que o planejamento urbano também deve levar em conta as zonas periféricas e as peculiaridades das grandes metrópoles. “É necessário lidar com os reais problemas coletivos, ou a gente vai ficar chorando, aprendendo e desaprendendo a cada nova tragédia”, conclui. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Banco Central segura a onda da inflação?
Esta semana o Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, se reúne para definir e fixar a taxa de juros básica da economia. A expectativa do mercado é que a taxa Selic chegue aos dois dígitos e passe de 9,25% para 10,75%. Este ciclo de alta na taxa de juros começou ainda em março de 2021, quando a Selic subiu de 2% para 2,75% ao ano. Desde lá, foram 7 subidas seguidas até o atual patamar, que é o maior dos últimos 4 anos. O Banco Central tem elevado os juros para combater a inflação, que atingiu 10,06% ao ano em 2021. A instituição atua com base no sistema de metas de inflação. Entre as previsões do mercado financeiro está que a taxa suba para 11,75% ao ano, no próximo mês de março, e que volte a cair somente no começo de 2023. O aumento da Selic é consequência de uma série de fatores como a pandemia e a crise hídrica, que geraram aumento nos preços da energia elétrica e dos alimentos. A falta de insumos para produção, em razão da pandemia, também ajudou na alta dos preços. Para a consultora econômica, Zeina Latif, a desorganização fiscal do governo influenciou no aumento da inflação. “Não existe ação do ministro da Economia para o compromisso com a disciplina fiscal. Cada vez mais a política econômica sai das mãos do governo e fica com o Congresso e isso atrapalha o trabalho do Banco Central”, afirma a economista ao podcast. O controle da inflação poderia auxiliar para a redução da taxa Selic novamente. Porém especialistas dizem que essa redução deve ficar somente para 2023. E está condicionada às decisões do governo eleito este ano, como uma política de credibilidade para as contas públicas e reformas econômicas. No episódio do podcast desta terça-feira, 01, vamos falar sobre o aumento na taxa de juros e as consequências para economia com a consultora econômica, Zeina Latif. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O fator Dilma Rousseff na campanha de Lula
A campanha eleitoral ainda nem começou oficialmente, mas os pré-candidatos já trabalham intensamente suas imagens e as agendas públicas. Quem lidera as pesquisas é o ex-presidente Lula, que tem chance de vencer ainda no primeiro turno a corrida presidencial, segundo as pesquisas. Para sustentar essa liderança, o PT deve até mesmo excluir a ex-presidente Dilma Rousseff, com intuito de afastar o atual candidato dos equívocos do último governo petista. Em recente entrevista, Lula deu a entender que a ex-presidente não fará parte de um eventual novo governo petista e afirmou que Dilma falhou ao não ter “jogo de cintura” e “paciência que a política exige”. Em entrevista ao episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, o cientista político Vítor Oliveira afirmou que é natural que ela fique de fora da campanha. “É uma combinação desfavorável ao ex-presidente. O PT entende que ela é uma vidraça, um ponto fraco que pode ser atacado muito facilmente.” Ainda no ano passado, um jantar promovido pelo Prerrogativas reuniu o ex-presidente Lula, o ex-governador Geraldo Alckmin e políticos de diversas legendas, inclusive do MDB, que apoiou o impeachment de Dilma. A ex-presidente não foi convidada. O partido tentou minimizar o fato, justificando como uma falha de comunicação. Entretanto, o vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, declarou que Dilma não tem mais relevância eleitoral. No episódio desta segunda-feira, 31, analisamos o fator Dilma e como ele mexe nas eleições numa entrevista com o cientista político e consultor da Pulso Público, Vitor Oliveira. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #204: #Start Eldorado: Nos caminhos do 5G
Sentir a demanda dos consumidores por 5G, sejam os negócios ou as pessoas físicas, realizando uma implementação robusta das redes mixando as diversas frequências - 2,3 GHz, 3,5 GHz ou 26 GHz - conforme o perfil do uso, fazendo com que se complementem e ofereçam conectividade de alto desempenho. A TIM, uma das principais operadoras do País, adquiriu lotes em todas as faixas e já trabalha em modelos de negócios baseados em fatiamento de rede e redes 5G privadas, além de formatar estratégias para oferecer a consumidores individuais acesso a smartphones de última geração. No Start Eldorado, você ouve a primeira parte da conversa com Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, sobre o cenário da quinta geração. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar às 21h, nos 107,3 da Eldorado FM para toda Grande São Paulo, aplicativos e canais digitais, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Apostas do mercado imobiliário para crescer em 2022
2022 começou e as nossas expectativas foram renovadas. A gente vem encarando meses difíceis nos últimos dois anos e tudo o que todo mundo pensa é na retomada, na melhoria do convívio, torcemos pelo fim da pandemia, só pensamentos positivos! Falando em retomada, nós também podemos falar de tendências. Tendência de como será a retomada do trabalho, por exemplo. Será que vai aumentar a demanda por espaços profissionais mais flexíveis? As pessoas estão procurando imóveis residenciais mais próximas ao seu trabalho ou estão procurando lares que proporcionem um trabalho home office mais aconchegante? O fato é que o movimento no mercado imobiliário está acontecendo. Pra falar mais sobre o assunto, a jornalista Bárbara Guerra conversou com Jardel Cardoso da Rocha, vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Loft.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fazer parte da OCDE é bom negócio para o Brasil?
O Brasil foi convidado nesta última semana a fazer parte da OCDE, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Ter o carimbo da organização pode facilitar acordos comerciais e a entrada de recursos de origem estrangeira, mesmo que a adesão efetiva possa demorar alguns anos. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, o convite foi efetivado após o País cumprir dois requisitos que faltavam: a Lei Cambial e o comprometimento da Receita Federal em reduzir o IOF sobre as operações financeiras. Também foram convidados outros dois países sul-americanos, Argentina e Peru, e outros três europeus, Bulgária, Croácia e Romênia. Além disso, o convite não garante o ingresso do País ao grupo. São mais de 20 comitês técnicos que deverão avaliar a situação de cada nação. Para serem aprovados pelo grupo é preciso que haja consenso. O Brasil já está na dianteira aderiu a 104 parâmetros normativos da OCDE, sendo 38 deles no governo Bolsonaro. A última adesão foi para o tema “Crianças no ambiente digital”, nesta quinta-feira, 27. No episódio do podcast desta sexta-feira, 28, vamos entender como funciona a organização e os pré-requisitos necessários para ingressar neste grupo com a repórter especial do Broadcast em Brasília, Celia Froufe. E para falar sobre as reais chances do Brasil e os benefícios econômicos de fazer parte da OCDE, vamos conversar com a economista Vera Thorstensen, professora da FGV de São Paulo, Coordenadora do Centro do Comércio Global e Investimento e titular da Cátedra OMC no Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

TCU põe candidatura de Moro em risco?
Desde que anunciou a pré-candidatura pelo Podemos à presidência, o ex-juiz Sérgio Moro vem sendo cobrado por sua atuação na iniciativa privada. Após deixar o governo, Moro ingressou, em novembro de 2020, como diretor no setor de disputas e investigações na consultoria Alvarez & Marsal. Esse movimento foi alvo de apuração no Tribunal de Contas da União, já que a Alvarez & Marsal era a administradora da recuperação judicial da Odebrecht desde junho de 2019. Moro encerrou seu contrato com a Alvarez & Marsal em outubro, e os termos da rescisão também passaram a ser alvo de investigação no Tribunal de Contas da União. Por ordem do ministro Bruno Dantas, o TCU abriu procedimento para apurar eventual conflito de interesses na atuação de Moro junto à consultoria. Esta semana, o Ministério Público junto ao TCU encaminhou pedido para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) seja acionado e ajude a quebrar o sigilo que impede a divulgação do salário do ex-juiz nos Estados Unidos. Outro apontamento a Moro seria pela prática do revolving door, que é quando um servidor público migra para o setor privado na mesma área em que atuava, levando consigo benefícios à empresa, como acesso a informações privilegiadas. E também do lawfare, que é o uso estratégico do sistema jurídico em benefício próprio. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar sobre as implicações na esfera jurídica das ações de Moro durante seu período na iniciativa privada com o advogado Mauro Menezes, ex-conselheiro da Comissão de Ética Pública da Presidência da República. E para entender as implicações políticas para o pré-candidato vamos falar com a cientista política da FGV, Graziella Testa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Julia Corá e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Por que o Telegram está na mira do TSE?
O Tribunal Superior Eleitoral tem uma preocupação a mais para a eleição de 2022, redes como o Telegram que não tem escritório representativo no Brasil. A plataforma tem sido a alternativa para aqueles que querem compartilhar conteúdos que desinformam, mas sem representação no país, como controlar e até mesmo punir essa desinformação? O Telegram é um aplicativo de mensagens de rápido crescimento no Brasil, estando presente em 53% de todos smartphones ativos disponíveis no país. O presidente Jair Bolsonaro, que tem 1 milhão de inscritos no Telegram, e seus aliados passaram a usar mais a plataforma após serem alvo de bloqueios e interrupções de uso de outros aplicativos. Diferentemente de outras plataformas do tipo, o Telegram permite grupos de até 200 mil pessoas e canais sem limite de usuários, além de não moderar conteúdos. Em 16 de dezembro passado, o atual presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, enviou um ofício ao diretor executivo do aplicativo, Pavel Durov, pedindo uma reunião para discutir formas de combate às chamadas fake news. Entretanto, o TSE ainda não obteve respostas ao pedido de reunião, por isso o tribunal avisou que deverá discutir na volta do recesso, em fevereiro, providências a serem tomadas sobre o caso. A corte eleitoral não descarta, inclusive, a medida drástica de determinar o bloqueio da plataforma no Brasil. No episódio do podcast desta quarta-feira, 26, vamos falar sobre essa questão envolvendo o Telegram, com o professor de Gestão de Políticas Públicas da USP e pesquisador do Monitor do Debate Público no Meio Digital, Pablo Ortellado. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Rússia X Ucrânia: o mundo à beira de uma guerra?
Durante os últimos meses, a Ucrânia, país que pertence ao leste europeu, voltou a fazer parte dos noticiários, por causa de uma iminente guerra com a Rússia. As tensões se agravaram com o conflito no leste da Ucrânia, que deixou mais de 13 mil mortos até agora, e onde a Rússia é acusada de apoiar separatistas. Em 10 de novembro, os Estados Unidos pediram explicações à Rússia após detectar movimentos de tropas “incomuns” na fronteira com a Ucrânia. Em abril, Moscou já havia concentrado cerca de 100 mil soldados na fronteira, alimentando os primeiros temores de invasão. A Otan, a União Europeia, a França e a Alemanha alertam a Rússia contra qualquer nova ação “agressiva”. O presidente russo, Vladimir Putin, acusa os ocidentais de exacerbar as tensões ao entregar armamento moderno à Ucrânia e realizar “exercícios militares provocativos” no Mar Negro e perto de suas fronteiras. Em entrevista ao podcast desta terça-feira, 25, o professor de relações internacionais da ESPM, Gunther Rudzit, falou sobre a tensão entre os países e o principal interesse da Rússia no território. “São alguns interesses, o principal deles é a retomada de influência nos países que faziam parte da União Soviética”, afirma o especialista. Apesar do tensionamento do conflito, para Gunther Rudzit, ainda existe possibilidade de negociações sem um contato bélico. “Enquanto houver esse esforço de manter o diálogo, é um bom sinal”, disse Rudzit ao podcast. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.