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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão Analisa com Carlos Andreazza

3,316 episodes — Page 34 of 67

Conteúdo patrocinado: As soft skills e o mercado de trabalho

O que consta no seu currículo? Com o que você se preocupa na hora de montar uma apresentação? Formação, experiências, qualificações...? Talvez o que mais se aproxime do nosso assunto de hoje são as habilidades, mas nem todos incluem e mesmo assim eu não estou falando de habilidades visíveis aos olhos. Hoje o nosso assunto são “soft skills”, ou seja, habilidades socioemocionais. Aquelas subjetivas, difíceis de medir se a gente tem ou não tem, mas que vocês vão ver como são importantes nos dias de hoje. Para falar sobre o assunto, a jornalista Bárbara Guerra conversou com duas gigantes do empreendedorismo: Dani Graicar, CEO da agência PROS e criadora do Movimento Aladas, e a Dani Junco, CEO da B2Mamy. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 12, 202137 min

Impeachment no Chile: impacto nas eleições e os respingos no Brasil

Nesta terça-feira, a Câmara dos Deputados do Chile aprovou o impeachment do presidente Sebastián Piñera por suspeitas de corrupção durante seu mandato. O mandatário do País estaria ligado à venda de uma empresa mineradora, a Dominga, nas Ilhas Virgens, um paraíso fiscal. O caso foi revelado pelas reportagens do Pandora Papers. O negócio ocorreu em 2010, quando Piñera estava em seu primeiro mandato como presidente. O Ministério Público abriu uma investigação para apurar se houve pagamento de propina e violações tributárias na transação. Para o impeachment de Piñera ser aprovado pelo Senado chileno, ele precisa de dois terços dos votos da casa, que tem 43 congressistas. A votação deverá ocorrer no próximo dia 16 de novembro. Se a acusação for aprovada, o presidente será retirado do cargo e ficará impossibilitado de exercer funções públicas por cinco anos. Tudo isso acontece às vésperas das eleições no Chile, marcadas para 21 de novembro. As pesquisas mais recentes mostram o advogado de extrema direita José Antonio Kast, de 55 anos à frente. O favorito para ir ao segundo turno com Kast é o candidato da centro-esquerda Gabriel Boric, ex-líder estudantil de 35 anos. No episódio de hoje, vamos discutir o futuro político no Chile e como o impeachment de Sebastián Piñera, e as eleições presidenciais no País podem impactar aqui no Brasil com o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Roberto Goulart Menezes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Isabela Moya. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 12, 202124 min

A batalha da PEC dos Precatórios no Senado

Com 323 votos a favor e 172 contra, a PEC dos Precatórios foi aprovada em segundo turno na Câmara dos Deputados, na noite desta terça-feira, 9. A proposta permite ao governo adiar parte do pagamento dos precatórios, que são dívidas judiciais da União com pessoas físicas ou jurídicas que a Justiça determinou que o governo deve pagar, não cabendo mais recurso. Por isso, o valor de R$89,1 bilhões entraria como gasto obrigatório no orçamento de 2022 do governo. Além de permitir que apenas R$44,5 bilhões do total sejam pagos no próximo ano, a aprovação da PEC também muda o cálculo do teto de gastos, regra que impede que as despesas cresçam em ritmo superior à inflação. Essa mudança libera mais R$47 bilhões no orçamento, totalizando R$90 bilhões extras para outras despesas, como o programa Auxílio Brasil, que pagará um auxílio de R$400 reais, segundo promessas do governo. Mas para ser promulgada, a PEC dos Precatórios ainda precisa passar pelo Senado Federal, também em dois turnos, onde a resistência entre os senadores pode ser um desafio para Bolsonaro e Paulo Guedes. Em paralelo, o Senado aprovou uma PEC que inclui a renda básica para pessoas de baixa renda como direito social. Se o texto, que ainda irá passar pelo Câmara, for aprovado, programas como o Auxílio Brasil se tornarão política de Estado, não mais de governo, e não poderão ser extintos. Sobre esses assuntos, o Estadão Notícias conversou no episódio desta quinta-feira, 11, com o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e com a repórter Adriana Fernandes, que explica os próximos passos envolvendo a PEC dos Precatórios. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Isabela Moya. Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 11, 202126 min

Bolsonaro e o casamento com o PL de Valdemar Costa Neto

O presidente nacional do Partido Liberal (PL) Valdemar Costa Neto anunciou nesta terça-feira, 9, que o presidente Jair Bolsonaro escolheu o partido como sua nova casa para tentar a reeleição em 2022. Segundo Costa Neto, Bolsonaro já comunicou a decisão ao ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e irá oficializar a filiação ainda em novembro. A ideia seria realizar a cerimônia no dia 22, mesmo número do PL nas urnas. Após dois anos da saída do Partido Social Liberal (PSL) e ainda sem filiação, o presidente vai integrar o nono partido de sua carreira política, que começou em 1988. Apesar da escolha pelo PL, Bolsonaro não deixou de estreitar relações com outros partidos, como Progressistas e Republicanos, visando apoio político para se reeleger. Quinze deputados federais apoiadores do presidente devem acompanhá-lo na filiação ao PL. A escolha do partido, porém, contradiz falas do próprio Bolsonaro, que em sua campanha de 2018 criticou Costa Neto por ter sido condenado pelo mensalão e citado na Lava Jato, e disse que não cederia à política do ‘toma lá, dá cá’, nem negociaria com presidentes de partidos visando futuros cargos. Valdemar Costa Neto foi deputado federal em seis mandatos, mas renunciou ao cargo em dois deles, após envolvimento em esquemas de corrupção. Em 2012, inclusive, foi preso e condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O político, contudo, é o líder do oitavo partido que mais recebeu dinheiro do fundo eleitoral em 2020 e que conta com 46 deputados federais, 4 senadores, um governador e 345 prefeitos no país. Para entender o movimento de Bolsonaro rumo ao PL e como isso mexe na corrida eleitoral, o ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira (10) conversa com o cientista político da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Isabela Moya. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 10, 202127 min

Conteúdo Patrocinado: Conexão – Transformação Digital com Pedro Doria

Poucas indústrias estão sendo tão afetadas pela transformação digital quanto a da Saúde. Assim como poucas foram tão impactadas pela pandemia. Ninguém conta melhor essa história do que Edvaldo Vieira, CEO da Amil. É uma história que inspira — de resiliência empresarial e gana de mudar. Edvaldo Vieira conta nessa conversa com Pedro Doria e Fábio Costa, general manager da Salesforce no Brasil, a indústria muda porque estamos todos nos transformando de muitas maneiras. Pelo cansaço que o baque dos últimos anos traz — saúde mental está se tornando mais importante. Também pela praticidade que o digital impõe. Consultas via apps vão ficar cada vez mais comuns. E, do jeito que Vieira conta, essa não é só uma história de gestão. É, também, a história de todos nós. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 9, 202129 min

‘Bolsolão’: o elo entre o governo e o Centrão

Em uma série de reportagens publicadas desde janeiro deste ano, o Estadão tem revelado a existência de um orçamento secreto no governo Bolsonaro como forma de garantir apoio parlamentar. Tudo começou com a eleição para a presidência das Casas Legislativas, que resultou nas vitórias de Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e seguiu em outras votações consideradas estratégicas. O fluxo das emendas em 2021 prova isso, como agora na PEC dos Precatórios, onde mais de um bilhão de reais foi distribuído a deputados Por causa disso, a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu os pagamentos feitos pelo governo de Jair Bolsonaro feitos por meio do orçamento secreto. Hoje, através do plenário virtual, os ministros do STF vão votar sobre a licitude da distribuição desses recursos por parte do governo federal. Nas redes sociais e no Parlamento brasileiro cresce a pressão para a criação de uma CPI do “Bolsolão”, para investigar a liberação de emendas para deputados na votação da PEC dos Precatórios. Uma espécie de “mensalão” do Bolsonaro. Mas, como fica a situação política de Bolsonaro e Arthur Lira diante dessa situação? Qual impacto terá se as emendas de relator forem definitivamente suspensas pelo STF?  No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos analisar essas questões com o repórter Breno Pires, autor dessa série de apurações sobre o orçamento secreto. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Leonardo Leão. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 9, 202130 min

A hora e a vez de Sergio Moro no combo da 3ª via

Desde a sua saída do Ministério da Justiça, Moro se tornou mais um oposicionista do governo Bolsonaro. Após período de trabalho na iniciativa privada nos Estados Unidos, o ex-magistrado está de volta ao Brasil. Um retorno cercado de expectativas, já que Moro acaba de anunciar sua filiação ao Podemos, com pretensões de ser o candidato do partido à disputa presidencial de 2022. A filiação de Moro será no dia 10 de novembro, às 9h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O slogan da campanha de filiação de Moro será “Juntos, Podemos construir um Brasil justo para todos”. Lideranças do PSL, antigo partido de Bolsonaro, e do DEM, que vão se fundir e chamar União Brasil, estarão presentes na cerimônia, o que demonstra que um apoio deve ser firmado. Em sua coluna no Estadão, o repórter especial Marcelo Godoy, informou que a filiação de Sergio Moro no Podemos, despertou a atenção dos militares. O ex-juiz é quase uma unanimidade na caserna, não só por ter colocado Lula atrás das grades, mas também por simbolizar as ideias do salvacionismo e do combate à corrupção. Sergio Moro sempre disse que não tinha o desejo de ser candidato à Presidência da República. Por isso, o Podemos trabalha com uma outra opção. Lançar Sergio Moro para uma vaga no Senado. Em 2022, os brasileiros irão escolher um congressista que ficará por lá durante 8 anos. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, vamos conversar sobre a filiação de Sergio Moro ao Podemos e a possibilidade dele concorrer à Presidência, com o senador do partido, Allvaro Dias (PR). Para analisar o cenário político e as perspectivas para a eleição do ano que vem também vamos falar com o repórter especial do Estadão, Marcelo de Moraes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Leonardo Leão. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 8, 202129 min

Tecnologia #192: #Start Eldorado: A nuvem nos negócios - Parte 3

A migração para a nuvem das corporações e a cloud assumindo um papel central na transformação dos negócios são os temas do Start Eldorado. Você ouve a terceira de três partes do debate “Cloudification: A nuvem para a eficiência do negócio”, gravado na Japan House São Paulo, sobre as motivações, benefícios e desafios na jornada para a nuvem, a abordagem híbrida e a importância da infraestrutura segura, eficiente e confiável para a circulação dos dados e a orquestração de todas as tecnologias envolvidas. Participam Marcos Siqueira, COO da Ascenty, Edson Tavares, CTO da Via e Roberto Murakami, CTO Latam da NEC. Com a apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 6, 202122 min

A ‘PEC do calote’ e o depoimento de Bolsonaro à PF

O governo de Jair Bolsonaro obteve uma importante mas apertada vitória em relação à PEC dos Precatórios. A Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto que dá ao governo espaço extra no teto de gastos para bancar o Auxílio Brasil de 400 reais. A medida é criticada por alguns economistas por considerar um artifício que pode trazer consequências para as contas públicas nos próximos anos. Essa votação contou com algumas surpresas, como a posição do PDT de votar junto com o governo. A decisão desagradou o principal nome do partido, Ciro Gomes, que anunciou a suspensão da sua pré-candidatura até que a legenda reveja os votos a favor da PEC dos Precatórios. Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento, na noite desta quarta-feira, 3, no âmbito do inquérito que investiga suposta tentativa de interferência política do chefe do Executivo na Polícia Federal. Em oitiva realizada no Palácio do Planalto, Bolsonaro disse que “jamais teve qualquer intenção” de interferir na PF quando “pediu” ao ex-ministro Sérgio Moro as mudanças na diretoria-geral e nas superintendências da corporação, e que pediu a substituição do delegado Maurício Valeixo “em razão da falta de interlocução”. Já no exterior, o presidente Jair Bolsonaro participou da cúpula do G20, em Roma. No entanto, o que se viu foi um líder isolado, com poucas reuniões bilaterais, e tendo como seu encontro mais importante o do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom. Além disso, os seguranças do presidente protagonizaram cenas de violência contra jornalistas nas ruas da capital italiana. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 5, 202133 min

Os embates políticos que cercam 'Marighella'

Depois de muita polêmica e tentativas de censura, chega aos cinemas brasileiros o filme Marighella, que conta a história do baiano que foi um dos principais organizadores da luta armada contra a ditadura militar brasileira. O filme escrito e dirigido por Wagner Moura é baseado no livro de Mário Magalhães, que tem o título Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo. Além da dificuldade na liberação do filme aqui no Brasil, o longa sofreu ataques no IMDb, site especializado em análises e notas para as produções cinematográficas, por motivo político. Usuários começaram a “bombardear” o título com nota mínima para prejudicar o longa.  A data de lançamento do filme não foi escolhida por coincidência, neste 4 de novembro, mas no ano de 1969, Carlos Marighella foi morto em uma emboscada na alameda Casa Branca, na cidade de São Paulo, por agentes do DOPS, em uma ação coordenada pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar sobre a dualidade política que envolve o filme de Marighella, com o professor e cientista político da USP, José Álvaro Moisés. Sobre esse período, também vamos falar com o ex-senador e ex-ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, que integrou junto de Carlos Marighella a Aliança Libertadora Nacional. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 4, 202134 min

A ascensão de Eduardo Leite como o presidenciável do PSDB

A disputa pela chamada terceira via das eleições presidenciais do ano que vem é constantemente alvo de debate. Antes, a candidatura de João Doria à presidência pelo PSDB era dada como certa, mas outro player surgiu dentro do partido e pode tirar a condição de favorito do paulista. Trata-se de Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul. As prévias do partido estão marcadas para ocorrer entre os dias 21 e 28 de novembro, com um clima tenso entre os pré-candidatos. Eduardo, de 36 anos, anuncia que pretende ser o polo “pacificador” de uma eleição que, segundo ele, vive dois extremos com Lula e Bolsonaro. Já Dória, tem toda a campanha de vacinação e da Coronavac a seu favor nessa disputa. Nesse embate, existe um outro candidato que corre por fora nas prévias do PSDB. Trata-se do ex-senador Arthur Virgílio, de 75 anos. Ele já foi deputado federal, senador da República e prefeito da cidade de Manaus, capital do Amazonas, além de ter sido ministro do Governo Fernando Henrique Cardoso. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta, a repórter Adriana Ferraz ouviu o que cada um dos candidatos pensa sobre temas como o Auxílio Brasil e a pandemia. Além disso, conversamos com o repórter especial do Estadão, Marcelo de Moraes sobre o que esperar dessas prévias do PSDB. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 3, 202129 min

Chegou a hora de vacinar as crianças?

Enquanto a vacinação avança no mundo e no Brasil, em especial nos maiores de 18 anos, as discussões sobre vacinar ou não adolescentes seguem a toda. No Brasil, o Ministério da Saúde já teve dois posicionamentos em relação ao tema.  Primeiro, no dia 16 de setembro, a pasta se manifestou contra a vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos que não apresentem algum fator de risco. Seis dias depois, o ministério voltou atrás e passou a recomendar a vacinação desses jovens contra a covid-19, incluindo os sem comorbidade.  Na Europa e Estados Unidos, já estão vacinando essa faixa-etária. A China foi mais radical e anunciou que crianças de 3 a 11 anos vão começar a receber vacinas contra a covid-19.A vacinação do público infantil ainda não foi liberada no Brasil, mas a Pfizer já anunciou que vai pedir neste mês a autorização junto à Anvisa. Qual é a importância de iniciar a imunização deste público? No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira, conversamos com o pediatra, infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 2, 202120 min

Bolsonaro na mira: sai CPI da Covid, entra CPMI das Fake News

Com o fim da CPI da Covid, outra comissão começa a entrar no radar: a das Fake News. Seu principal escopo é investigar a propagação de informações falsas com fins políticos. Das mais de 60 pessoas que foram indiciadas no relatório final do senador Renan Calheiros, 15 já eram alvo da CPI Mista das Fake News. O próprio Bolsonaro faz parte dessa lista. Criada em dezembro de 2019, a comissão foi interrompida em março do ano passado por causa da pandemia, mas deve ser retomada em fevereiro de 2022. Em seu pouco tempo de investigação, a comissão teve como principal foco a atuação do chamado “gabinete do ódio”, grupo ligado ao vereador Carlos Bolsonaro, que alimenta a militância mais radical do bolsonarismo nas redes sociais. Além disso, no paralelo, a Câmara dos Deputados começa a discutir o Projeto de Lei das Fake News, já aprovado no Senado Federal. Segundo o relator Orlando Silva (PCdoB-SP), a intenção é definir regras para serviços de mensagens. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, conversamos com a relatora da CPMI das Fake News, a deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA), e com o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio), Fabro Steibel. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 1, 202132 min

Tecnologia #191: #Start Eldorado: A nuvem nos negócios - Parte 2

A migração para a nuvem das corporações e a cloud assumindo um papel central na transformação dos negócios são os temas do Start Eldorado. Você ouve a segunda de três partes do debate “Cloudification: A nuvem para a eficiência do negócio”, gravado na Japan House São Paulo, sobre as motivações, benefícios e desafios na jornada para a nuvem, a abordagem híbrida e a importância da infraestrutura segura, eficiente e confiável para a circulação dos dados e a orquestração de todas as tecnologias envolvidas. Participam Marcos Siqueira, COO da Ascenty, Edson Tavares, CTO da Via e Roberto Murakami, CTO Latam da NEC. Com a apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 30, 202125 min

COP-26: O papel do Brasil e os desafios globais

Inicia neste domingo, 31, em Glasgow, na Escócia, mais uma edição da Conferência do Clima (COP-26), evento organizado pelas Nações Unidas sobre mudanças climáticas. Sob o olhar de desconfiança, a delegação brasileira participa deste que é um dos encontros mais esperados, pois vai discutir a primeira grande revisão e atualização dos compromissos assumidos no Acordo de Paris, assinado em 2015.  A ideia é limitar o aumento da temperatura média do planeta a 1,5 grau celsius até 2050 e disponibilizar recursos para essa meta. A delegação brasileira, com cerca de 100 pessoas, será a segunda maior enviada por uma nação, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (EUA). No entanto, não contará com nomes importantes da área ambiental como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e até mesmo o das Relações Exteriores, Carlos França. Isso sem contar na ausência do próprio presidente Jair Bolsonaro. O Brasil chega ao COP 26 com a imagem desgastada com aumentos nos níveis de desmatamento no País.  No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta sexta-feira, vamos abordar os desafios diplomáticos para o Brasil com o repórter Felipe Frazão, que cobre o Itamaraty. E para entender mais sobre os grandes temas que devem guiar a COP-26, convidamos o Secretário Executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 29, 202131 min

A escalada dos juros: quais efeitos para economia?

Na reunião desta quarta-feira, 27, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) resolveu elevar a taxa básica de juros em 1,5%. Agora, a Selic está em 7,75% ao ano, o maior patamar em quatro anos. Em outubro de 2017, os juros estavam em 8,25%. Nos dois últimos encontros, a elevação dos juros foi de um ponto percentual. Porém, depois das incertezas causadas pelas declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, que afirmou que irá "furar" o teto de gastos para bancar o programa Auxílio Brasil, o mercado começou a prever uma elevação maior. Aumentar a taxa Selic é a forma que o Banco Central utiliza para conter a alta de preços e segurar a inflação, já de olho na meta do ano que vem. Porém essa conjuntura de incertezas tem causado revisões também nas projeções de PIB e IPCA para 2021 e 2022. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quinta-feira, vamos falar sobre o cenário macroeconômico para o País depois da decisão do Copom. Conversamos com o economista Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio da Tendências Consultoria. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 28, 202122 min

Especial Eleições: centro segue congestionado e à espera de respostas

Ainda distantes de qualquer consenso que resulte em uma candidatura única nas eleições de 2022, os partidos do chamado centro democrático optam, por enquanto, por um movimento contrário à almejada terceira via. A um ano da definição do próximo presidente da República, 11 pré-candidatos se apresentam para a disputa com alguma possibilidade de liderarem ou completarem uma chapa presidencial. somados o atual presidente, Jair Bolsonaro, e o ex-presidente Lula. Com exceção dos dois, os candidatos a candidato ao Planalto se espremem num centro congestionado e à espera de respostas. Três delas são consideradas fundamentais para que uma terceira via possa se tornar real: Quem vencerá as prévias tucanas? Sérgio Moro será candidato? E, Bolsonaro, conseguirá estancar sua queda de popularidade? Neste podcast especial, você vai conhecer os nomes na fila da eleição e as movimentações de cada um deles. Esse podcast tem a apresentação e roteiro de Adriana Ferraz, produção de Ana Paula Niederauer e reportagem de Cassia Miranda, Caio Sartori, Luiz Vassalo, Mariana Caetano, Pedro Venceslau e Renato Vasconcelos. A montagem é de Carlos Amaral. O diretor do núcleo de podcasts do Estadão é o Emanuel Bomfim e o editor-coordenador de Política, o Eduardo Kattah. O diretor de jornalismo do Grupo o Estado é o João Caminoto.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 27, 202137 min

Privatização da Petrobras: oportunismo ou solução?

Na última terça (25), a Petrobras anunciou mais um aumento no preço dos combustíveis. O Diesel passou de R$ 3,06 para R$ 3,34 o litro. Já a gasolina passou de R$ 2,98 para R$ 3,19. Os aumentos consecutivos nos últimos anos sempre colocam a empresa no centro do debate da agenda de privatizações. O ministro da Economia, Paulo Guedes, é favorável à privatização. Segundo ele, “se daqui a 10 ou 20 anos, o mundo inteiro migra para hidrogênio e energia nuclear. A Petrobras vai valer zero daqui a 30 anos”. Hoje, a empresa estatal de economia mista opera em 14 países, no segmento de energia nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados.  No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, vamos conversar sobre essas possíveis mudanças na Petrobrás e no setor energético com o professor do Instituto de Economia da Unicamp e pesquisador do núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia, Marco Antônio Rocha. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 27, 202124 min

Conteúdo patrocinado: A importância do networking

Nosso podcast continua a inspirar mulheres empreendedoras e, por isso, hoje o assunto é uma ferramenta que pode alavancar os seus negócios, se for bem usada, é claro: o networking. Networking é, basicamente, o bom relacionamento e contatos com outros profissionais do mercado. Mas será que qualquer contato? Como, de verdade, o networking pode agregar no seu negócio e quais são os segredos para manter contatos que vão te ajudar a alavancar? Para responder todas essas perguntas, a jornalista Bárbara Guerra conversou com duas mulheres PhD no assunto, a CEO do IAB Brasil, Cristiane Camargo, e a CEO da B2Mamy, Dani Junco. Acompanhe!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 26, 202140 min

A entrada de Rodrigo Pacheco na corrida eleitoral

A cada dia novos possíveis candidatos aparecem como terceira via para as eleições presidenciais de 2022. O grupo que tenta se distanciar da polarização de Lula e Bolsonaro deve ser o maior no pleito do ano que vem. O último nome anunciado foi o do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que saiu do DEM, futuro União Brasil, para o PSD de Gilberto Kassab. A candidatura de Pacheco foi anunciada durante evento do partido na cidade do Rio de Janeiro. Na ocasião, Pacheco foi o último a falar e não disse se aceitava o convite para sair candidato. Mas apresentou os pilares do discurso que deve adotar na campanha. O ato oficial de filiação de Rodrigo Pacheco ao PSD tem todo um simbolismo por trás. Apesar de ser rondoniense de nascimento, o senador fez sua carreira política em Minas Gerais. Por isso a ideia é atrelar o nome dele a de outro mineiro muito importante para o Brasil: Juscelino Kubitschek.  No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, conversamos sobre as eleições de 2022, diretamente com o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Para contribuir nas reflexões sobre as reais chances da terceira via em 2022, ouvimos Christopher Garman, cientista político da Eurásia. E diretamente de Brasília, também vamos conversar sobre este contexto político com o repórter do Estadão, Felipe Frazão. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 26, 202128 min

Aras vai enterrar trabalho da CPI da Covid?

Mais de um semestre de trabalho, dezenas de reuniões, centenas de requerimentos e quebras de sigilos. Na última quarta-feira, 20, chegaram ao fim as atividades da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigava irregularidades na atuação do governo federal durante a pandemia. O relatório final, com 1.180 páginas, lido pelo relator Renan Calheiros, pediu o indiciamento de 66 pessoas e duas empresas. O documento ainda recomenda que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado e responsabilizado por nove crimes, que podem resultar no seu afastamento do cargo e também em prisão.  No fim da sessão, o vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues, informou que o relatório deve ser entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR) nesta quarta-feira, 27, caso seja aprovado. Assim, o documento chegará às mãos do procurador-geral, Augusto Aras - autoridade que pode apresentar denúncia criminal contra o presidente junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). A análise de Aras ocorrerá sob a desconfiança de alguns membros da Comissão de Inquérito de que a PGR pode arquivar as denúncias contra Bolsonaro e seus aliados, diante da proximidade do procurador com o presidente. Há ainda um longo caminho de análise a percorrer. São diversas as irregularidades apontadas no relatório, indicando que, durante o enfrentamento à pandemia, Bolsonaro teria cometido os crimes comuns de epidemia, charlatanismo, incitação ao crime, falsificação de documentos, além do uso irregular de verbas públicas, prevaricação e violação do direito social. Imputações similares já foram apreciadas pela Procuradoria ao longo do ano, durante análise de representações feitas por cidadãos comuns e políticos.  Além das denúncias contra Bolsonaro, Aras deverá também analisar as acusações contra os ministros Onyx Lorenzoni, Walter Braga Netto e Marcelo Queiroga, e contra os deputados Ricardo Barros e Osmar Terra. Os casos dos filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro e o vereador do Rio, Carlos Bolsonaro, também serão avaliados. O relatório também identificou crime de responsabilidade nos atos do presidente, cujos indícios serão encaminhados à Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Arthur Lira, deve analisar o documento, avaliando uma possível abertura de pedido de impeachment, que se somará às centenas de pedidos já existentes neste sentido. Conforme os senadores, o documento será também enviado ao Tribunal Penal Internacional, em Haia (Holanda), onde Bolsonaro deve responder também por crimes contra a humanidade. Nesta segunda, o episódio do Estadão Notícias, vai colocar em foco o cenário complexo dos desdobramentos da CPI, após sua conclusão, trazendo a análise da jurista Helena Regina Lobo da Costa, professora de Direito Penal da Universidade de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Shagaly Ferreira e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 25, 202125 min

Tecnologia #190: #Start Eldorado: A nuvem nos negócios - Parte 1

A migração para a nuvem das corporações e a cloud assumindo um papel central na transformação dos negócios são os temas do Start Eldorado. Você ouve a primeira de três partes do debate “Cloudification: A nuvem para a eficiência do negócio”, gravado na Japan House São Paulo, sobre as motivações, benefícios e desafios na jornada para a nuvem, a abordagem híbrida e a importância da infraestrutura segura, eficiente e confiável para a circulação dos dados e a orquestração de todas as tecnologias envolvidas. Participam Marcos Siqueira, COO da Ascenty, Edson Tavares, CTO da Via e Roberto Murakami, CTO Latam da NEC. Com a apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 23, 202120 min

Guedes à mercê do populismo de Bolsonaro e o desfecho da CPI

Uma debandada aconteceu, nesta quinta-feira, no Ministério da Economia. Insatisfeitos com as mudanças no teto de gastos para “patrocinar” o programa Auxilio Brasil, que dará 400 reais mensais a famílias carentes, nomes da área técnica pediram demissão da pasta nesta quinta-feira (21). A insatisfação da equipe econômica era crescente diante das manobras da ala política do governo para burlar o mecanismo e abrir espaço no Orçamento para bancar o “Bolsa Família turbinado”.Qual é o limite para a gastança do governo? Vale tudo em nome da reeleição? O principal adversário de Jair Bolsonaro (sem partido), o ex-presidente Lula, ao invés de criticar a irresponsabilidade fiscal, trucou: disse que o “povo merece” um benefício no valor de 600 reais. E quem (e como) vai pagar essa conta? A agenda negativa para o governo nessa semana não ficou restrita apenas ao populismo fiscal. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, apresentou o relatório final que imputa 9 crimes ao presidente Jair Bolsonaro pela sua atuação durante a pandemia. O mandatário foi indiciado por charlatanismo, mau emprego de verba pública, crimes contra a humanidade, entre outros. Além do presidente, estão no relatório seus filhos, o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o atual titular da pasta Marcelo Queiroga, membros do “gabinete paralelo”, e empresários, apoiadores e parlamentares da base do governo. Duas empresas também são citadas no documento. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Marcelo de Moraes e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 22, 202131 min

Barrados na fronteira: o drama dos brasileiros nos EUA

A chegada de imigrantes brasileiros aos EUA ilegalmente começou a crescer a partir de 2015. O grande pico nas apreensões pela patrulha fronteiriça aconteceu em 2019, quando passou de 1,6 mil casos no ano anterior para 18 mil, segundo os registros do país. Diferente de outros imigrantes, os brasileiros evitam a travessia pela barragem de Morelos, no Texas, onde a maioria que chega vem da América Central. Desde outubro de 2020, mais de 37 mil famílias brasileiras foram detidas nos Estados Unidos, de um total de 50 mil brasileiros que chegaram ilegalmente pelo México. Parte desses brasileiros chega de avião na Cidade do México, onde pega um outro voo para Mexicali, que fica próxima à fronteira com os Estados Unidos, e é uma das principais rotas de tráfico de drogas. E é daí que começa a jornada mais difícil dessas pessoas. Dali, os imigrantes seguem de carro até Los Algodones para a travessia a pé até Yuma. Alguns brasileiros chegam a pagar cerca de 15 mil dólares a coiotes para atravessar a fronteira, o que dá mais de R$ 80 mil pela viagem. Com voos rasantes, helicópteros dos EUA tentam encontrar os criminosos que conduzem os imigrantes. A maioria dos imigrantes que consegue cruzar a pé a fronteira comemora ao ver os agentes americanos, pois além de receber água e comida, é uma chance de conseguir asilo no país. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos ouvir áudios exclusivos captados na fronteira entre México e EUA e destes imigrantes que tentam entrar no país. Também vamos conversar com quem viajou até o local e fez esses registros, a repórter correspondente do Estadão nos Estados Unidos, Beatriz Bulla. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 21, 202129 min

Indústria e agro sem matéria-prima: e agora?

O Brasil atravessa um momento de crise ainda pouco percebido pela maioria da população, mas com efeitos visíveis quando o consumidor precisa adquirir um automóvel ou algum produto do setor agrícola. A escassez de matérias-primas e de bens intermediários vem impactando de forma significativa toda a estrutura produtiva até o comprador final.  No caso da agricultura, produtores brasileiros têm enfrentado um cenário desfavorável para conseguir fertilizantes. A crise energética da China, principal país exportador dos insumos, afeta também a cadeia mundial de suprimentos, elevando a demanda e influenciando, consequentemente, o aumento do preço das plantações, que deve ser repassado ao consumidor. Já nas fábricas automobilísticas e de produtos eletrônicos o drama em torno da falta de insumos está ligado à escassez de chips eletrônicos. Esses componentes são fornecidos pela Ásia, onde há grande dificuldade na aquisição de cobre e de materiais plásticos. O resultado da crise se reflete nos números: segundo sondagem divulgada pela pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), 12% dos fabricantes do setor tiveram que suspender parte da produção, no mês passado, dada a carência de componentes eletrônicos. A falta de chips semicondutores é um exemplo disso. Sentindo os efeitos da escassez, a Honda suspendeu parte de sua produção de veículos nos Estados Unidos e Canadá. Já no Brasil, a Volkswagen anunciou que irá decretar férias coletivas para cerca de 800 trabalhadores, no interior de São Paulo. A companhia alega que a medida será aplicada “pela falta de componentes, principalmente de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos”. Além da escassez de insumos, o Brasil enfrenta também a falta generalizada de contêineres nos portos brasileiros, situação que tem atrasado, em vários dias, a exportação da indústria e do agronegócio. Segundo especialistas, a situação deverá ser normalizada apenas no segundo semestre de 2022. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, a crise dos insumos será tema das análises do gerente de Análise Econômica da Confederação Nacional das Indústrias, Marcelo Azevedo, e do professor de economia do Cedeplar-UFMG e coordenador do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas e Desenvolvimento (GPPD), João Romero. Já a discussão sobre a crise nos portos brasileiros fica por conta do repórter do Estadão em Brasília, André Borges. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Shagaly Ferreira. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 20, 202128 min

Divergências na CPI: Bolsonaro pode responder por homicídio doloso?

Conforme o Estadão publicou com exclusividade neste domingo, o relatório final da CPI conclui que o governo de Jair Bolsonaro agiu de forma dolosa, ou seja, intencional, na condução da pandemia e, por isso, é responsável pela morte de milhares de pessoas. O termo doloso tem causado divergências na cúpula da CPI da Covid, e acabou adiando a leitura do relatório final que deveria acontecer nesta terça-feira, 19.Um dos pontos que levaram ao adiamento, é exatamente essa decisão do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), de indiciar Bolsonaro por homicídio qualificado, revelada pelo Estadão. Jair Bolsonaro teria reclamado com Omar Aziz (PSD-AM) dessa intenção de Renan. O senador, no entanto, negou a existência de qualquer conversa com Bolsonaro sobre o relatório. Segundo Omar, a decisão pelo adiamento foi tomada em conjunto entre ele e o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Os dois avaliaram que o prazo para a votação do relatório, marcada inicialmente para apenas um dia após a leitura, poderia gerar questionamentos e prejudicar o resultado final da comissão. O documento será encaminhado aos órgãos de controle, que poderão abrir processos sobre os supostos crimes apontados. Isso ocorre porque a CPI tem poderes de investigação, mas não de punição. O relatório traz também propostas de mudanças na legislação, como a criminalização da criação e divulgação de fake news.  No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos debater esses assuntos com o jurista Walter Maierovitch. E para entender melhor os entraves políticos e o andamento do relatório, vamos conversar com a repórter do Estadão em Brasília, Julia Affonso, que teve acesso ao relatório que seria apresentado pelo relator Renan Calheiros. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 19, 202131 min

Legalizar jogos de azar: solução ou problema para o Brasil?

Até 1946 os jogos de azar eram liberados no Brasil. O presidente Eurico Gaspar Dutra (1883 - 1974), sob o argumento de que o jogo era degradante para o ser humano, resolveu revogar a licença das casas de apostas. Arquivos da época mostram que havia no País cerca de 71 cassinos que empregavam cerca de 60 mil pessoas em empregos diretos e indiretos. Os bingos voltaram a funcionar legalmente nos anos 90, mas, em 2004, um escândalo envolvendo Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, colocou um fim à atividade. Diniz foi acusado de extorquir dinheiro de empresários donos de bingos para arrecadar fundos para o Partido dos Trabalhadores. Atualmente, alguns setores da sociedade brasileira defendem a legalização dos jogos de azar, argumentando que os cassinos gerariam empregos e a tributação deles ajudaria na arrecadação federal. No entanto, há diversos fatores negativos que devem ser considerados, na esfera criminal e de saúde pública. Após várias tentativas nos últimos anos, a bandeira da legalização volta a ganhar força no Congresso Nacional, mas não sem causar rachaduras na base de apoio do governo. De um lado, o Centrão age para aprovar a liberação de uma proposta ampla, que inclui até jogo do bicho, sob a justificativa de que vai alavancar a economia e o turismo. Do outro, a bancada evangélica afirma que o vício nos jogos prejudica as famílias e corrompe valores religiosos defendidos por eles. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, ouvimos o relator do projeto, o deputado federal, Felipe Carreras (PSB-PE), e o psiquiatra  Hermano Tavares, professor do Departamento de Psiquiatria da USP e fundador coordenador do Amjo - Ambulatório do Jogo Patológico. E sobre a queda de braço no Congresso, conversamos com o repórter do Estadão em Brasília, Lauriberto Pompeu.  O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 18, 202133 min

Tecnologia #189: #Start Eldorado: O futuro digital da sociedade

Nesta edição do Start Eldorado, grandes nomes globais da tecnologia falam sobre temas como 5G, redes de arquitetura aberta (Open RAN) e suas aplicações, as transformações digitais na retomada do setor aéreo, inovação aberta, cidades inteligentes, biometria e inteligência artificial, em um programa especial sobre o evento "Visionary Week", da NEC, diretamente do Japão. O Start vai ao ar a partir de 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 16, 202121 min

Natal sem peru: a escassez de produtos e mão de obra no Reino Unido

Em janeiro deste ano, o Reino Unido concluiu o chamado Brexit, ou seja, sua saída do bloco conhecido como União Europeia. Depois de anos de negociação, países como Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales, voltam a ter regras próprias como, por exemplo, a questão da imigração. Entretanto, os primeiros meses de “liberdade” da Grã-Bretanha tem sido de dificuldades, com a escassez de combustível e alimentos. As estimativas oficiais apontam que mais de um milhão de estrangeiros teriam deixado o Reino Unido em 2020 e, entre os que ficaram, muitos não regularizaram sua situação.  Por causa disso, estima-se que, agora, faltam 100 mil motoristas no Reino Unido, onde 90% das cargas são entregues por via rodoviária. O governo britânico tem tomado algumas medidas pontuais para tentar amenizar os problemas. A validade de milhares de vistos temporários de trabalho para estrangeiros poderem trabalhar no Reino Unido foi prolongada até os primeiros meses do próximo ano. No episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, vamos entender a conjuntura de fatores que levaram o Reino Unido a atravessar esse momento delicado, com o professor dos cursos de Relações Internacionais e Economia da FAAP, Vinícius Rodrigues Vieira. E ainda, o depoimento de brasileiros que moram na Inglaterra sobre como estão vivendo essa realidade. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 15, 202123 min

Impeachment de Bolsonaro: STF pode obrigar Lira a analisar?

Aliado de Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), está sentado sobre mais de 130 pedidos de impeachment do presidente da República. Inclusive, um “superpedido'' que reuniu deputados de diferentes linhas ideológicas e ex-apoiadores de Bolsonaro, como Joice Hasselmann e Alexandre Frota (ambos, PSDB-SP). O documento é assinado principalmente por movimentos sociais e partidos de esquerda e centro esquerda como PT, PDT, Rede, PSB, PSTU e PSOL, além do Cidadania. Porém, nomes associados à direita também se somaram ao superpedido, incluindo o deputado Kim Kataguiri do Movimento Brasil Livre (MBL). Por causa dessa atitude do presidente da Câmara em segurar as denúncias, o PDT entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar Arthur Lira a desengavetar o impeachment contra o presidente. A Advocacia-Geral da União também já se manifestou e disse ao Supremo Tribunal Federal que o impeachment é um processo de natureza política e, por isso, não é papel da Corte definir prazo para sua análise. O tema do impeachment também chegou à CPI da Covid, que deve ter o seu relatório divulgado na semana que vem. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI, disse que o documento final da comissão deve conter uma proposta estabelecendo prazo para o presidente da Câmara se manifestar sobre processos de impeachment contra presidentes da República. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos entender melhor a obrigação do presidente da câmara em pautar os pedidos de impeachment com Luiz Fernando Amaral, professor de Direito da FAAP. Sobre o aspecto político, e o que está por trás da análise desses pedidos de impeachment, vamos falar com com Graziela Testa, cientista política da FGV. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 14, 202122 min

Ciro Gomes: “Minha relação com o lulopetismo está encerrada”

Entre os nomes apontados como possíveis candidatos da chamada “terceira via”, um dos mais polêmicos, até pelas discussões acaloradas nas redes sociais, é o de Ciro Gomes, do PDT. O pedetista é visto pela esquerda vinculada ao PT como uma espécie de “traidor” por não ter apoiado Fernando Haddad no segundo turno das eleições de 2018. Além disso, Ciro Gomes, que já foi ministro de Lula, é um grande crítico da possível candidatura do ex-presidente em 2022. Esse racha na esquerda ficou evidente nas últimas manifestações que pediam o impeachment de Jair Bolsonaro. Ao subir no caminhão de som para discursar, na Avenida Paulista, em São Paulo, Ciro Gomes foi vaiado por parte dos presentes. Já de olho em 2022, Ciro Gomes contratou o ex-marqueteiro de Lula, João Santana, para comandar sua campanha presidencial. O pedetista tem sido também o primeiro a costurar alianças e tentar formar uma chapa para 2022. No começo de outubro, o pedetista jantou com José Luiz Datena para conversar sobre a possibilidade do apresentador ser o seu vice nas próximas eleições. O núcleo empresarial brasileiro, que vai se descolando de Jair Bolsonaro, tem olhado atentamente o desempenho dos nomes da “terceira via”, para apoiar um candidato que possa fazer frente à disputa entre o atual presidente e Lula. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, recebemos o próprio Ciro Gomes para falar, entre outros assuntos, sobre eleições, a sua relação com o PT e a possibilidade de impeachment de Jair Bolsonaro. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Victor Farias. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 13, 202134 min

Reabrindo as cortinas: a retomada das atividades culturais no país

O segmento dos eventos culturais e do entretenimento foi um dos mais afetados pela pandemia. Apesar da crise no setor, aos poucos, essas atividades estão voltando à “normalidade” aqui no Brasil.  No Estado de São Paulo, os eventos culturais voltaram a ser liberados desde meados de agosto, com a recomendação do uso de máscara e restrição a aglomerações. Já os shows com o público em pé devem voltar somente em novembro.  No Rio de Janeiro, os eventos em espaços abertos com até 500 pessoas foram liberados no meio de setembro. A cidade exige um “passaporte da vacina” para circulação, mas a questão segue em embate jurídico.  Já o carnaval, a maior festa do ano no Brasil, ainda não foi confirmado. As três cidades com as maiores folias, Rio, São Paulo e Salvador já se organizam para a realização do evento do próximo ano. Essa retomada à normalidade é gradual, mas nem todos artistas e profissionais que trabalham no setor conseguiram voltar com segurança ou se reerguer do tombo causado pela pandemia. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos falar sobre os prejuízos para o setor e como está sendo organizada esta retomada com Doreni Caramori Júnior, presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos. E para comentar sobre as ações programadas para este período de transição da pandemia, convidamos o secretário estadual de Cultura de São Paulo, Sérgio Sá Leitão. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 12, 202129 min

Existe saída para baixar o preço dos combustíveis?

O preço do combustível está cada vez mais caro no País. Em alguns estados, o valor já ultrapassa a marca de R$ 6,00 por litro. Para piorar, a Petrobras anunciou na sexta-feira passada, 8, um aumento de 7% na gasolina e no gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diz que a culpa dos preços cada vez maiores é dos governadores e pede a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).  Aliado de Bolsonaro, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), articula em favor de uma proposta que altera o valor sobre o qual é calculado o ICMS sobre os combustíveis. Segundo Lira, a proposição, prevista para ser votada na quarta-feira, 13, pode baratear o preço da gasolina em até 8%. A proposta, no entanto, enfrenta rejeição de Estados e municípios que alegam que não houve alteração no imposto, e que os sucessivos aumentos são culpa da política de preços praticados pela Petrobras. O preço da gasolina é formado pela fatia da Petrobras, 33,43%; pelos tributos federais Cide e PIS/Pasep e Cofins, de 11,6%; pelo ICMS, cobrado pelos Estados, de 28%; pelo custo do etanol anidro, de 16,3%; e pela fatia dos distribuidores e revendedores, de 11%. Além das discussões sobre tributação, também é preciso olhar para fora do País para entender o aumento nos preços dos combustíveis. Desde 2016, a Petrobras se orienta pelo Preço de Paridade Internacional, que leva em consideração a cotação do barril de petróleo e a variação cambial. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, vamos conversar com a repórter do Broadcast, Fernanda Nunes, para entender o que acontece na Petrobrás. Também vamos conversar com o advogado tributarista  Fernando Zilveti, para analisar as questões relativas ao preço do combustível. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Victor Farias. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 11, 202121 min

Tecnologia #188: #Start Eldorado: IA e dados nas comunicações

O apresentador Daniel Gonzales recebe Luiz Eduardo Medici, VP de Dados e Inteligência Artificial da Vivo, para uma conversa sobre as inovações, o uso de tecnologia de análise de dados e inteligência artificial para entender os clientes e suas necessidades, ao mesmo tempo em que a operadora que se prepara para um novo cenário de negócios com a chegada do 5G e a possibilidade de desenvolver e oferecer novos tipos de serviços e integrações. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 9, 202123 min

A fritura de Guedes e a nova relação entre Bolsonaro e o STF

O presidente Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que pretende depor presencialmente no inquérito que apura suposta interferência política na Polícia Federal. Até então, Bolsonaro queria se manifestar apenas por escrito. Com isso, o STF adiou novamente o julgamento que definiria se Bolsonaro poderia, ou não, prestar depoimento por escrito nesse caso. Esse inquérito foi aberto a partir de denúncias feitas pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, em 2019. Adversário de Bolsonaro em 2022, Lula está em Brasília onde tenta angariar apoio a sua candidatura. O petista se reuniu com a bancada da legenda na Câmara e no Senado, além de se reunir com outras lideranças partidárias do MDB, PSD e PSB. Esta é a terceira vez que Lula vai à capital federal desde que saiu da prisão. Enquanto isso, têm legendas que resolveram se fundir. Em convenções realizadas, em Brasília, DEM e PSL resolveram virar um só com o nome de União Brasil, que passará a ter o número 44. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda precisa aprovar a nova sigla. Se for dado o “ok” pelo TSE, o novo partido terá 82 deputados federais, se tornando a maior bancada da Câmara dos Deputados. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Marcelo de Moraes e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 8, 202132 min

Haitianos: da esperança no Brasil à caçados nos EUA

O Brasil vem registrando com o passar dos anos uma diminuição no número de imigrantes haitianos em seu território. Enquanto isso, o número de haitianos apreendidos nos EUA passou de 5 mil, entre outubro de 2019 e setembro de 2020, para 30 mil, entre outubro de 2020 e agosto de 2021. Os haitianos que deixam o Brasil usam na maioria das vezes a rota que um dia fizeram para chegar ao País. Muitos vão até Roraima, de onde cruzam por Amazonas e Mato Grosso, passando para Bolívia e Chile, de onde partem para a América Central até o destino final. Para aqueles que chegam à fronteira dos EUA, o desafio é ficar no país. Usando uma regulação sanitária aplicada ainda durante o governo de Donald Trump, Washington iniciou as deportações para o Haiti. Desde o dia 19 de setembro, mais de 5 mil haitianos foram deportados. Imagens de milhares de haitianos acampados embaixo de uma ponte no Texas e alguns sendo “caçados” por agentes a cavalo levaram a uma série de críticas às políticas migratórias americanas. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar com quem acompanha esse movimento de saída dos haitianos do Brasil, os repórteres da editoria de internacional do Estadão, Fernanda Simas e Renato Vasconcelos. Também falamos com um dos líderes das ações de acolhimento de imigrantes no Brasil, padre Júlio Lancelotti, da Pastoral do Povo da Rua de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 7, 202127 min

Nuvem de poeira: o que está por trás desse fenômeno e os seus riscos

Nas últimas semanas, uma série de cidades brasileiras foi atingida por tempestades de areia semelhantes às que aparecem em ficções, como a aventura distópica Mad Max. No filme, lançado em 1981, os personagens vivem em um futuro seco, onde a água é escassa, o que torna fenômenos como esse mais frequentes. Tempestades de areia são registrados no Brasil anualmente de forma pontual em períodos de seca, mas casos recentes, como os da região de Franca e Ribeirão Preto, chamam atenção pela proporção, força e frequência. Além das duas cidades paulistas, municípios de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Maranhão também sofreram com o problema. A incidência do fenômeno tem relação tanto com fatores locais quanto de âmbito mais amplo. Uma das principais variáveis é a devastação recorde da Amazônia, cuja evapotranspiração (umidade liberada no ambiente pelas árvores) regula o regime de chuvas de outras partes do País, como a região sudeste. O fenômeno também tem impacto na agricultura. As rajadas de vento afetam ainda mais o solo já castigado pela seca, ao remover as camadas mais superficiais, onde está a maior riqueza de nutrientes (inclusive os agrícolas) e microorganismos. Além do meio ambiente, as nuvens de poeira podem trazer sérios problemas à nossa saúde. O fenômeno pode ser prejudicial para crianças, idosos e quem já sofre com problemas respiratórios, como doença pulmonar obstrutiva crônica, asma e rinite ou sinusite. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos conversar com a pesquisadora  Mercedes Bustamante, professora de Ecologia da Universidade de Brasília (UnB), e uma das participantes do grupo de trabalho do IPCC da ONU. Ela vai explicar o fenômeno, suas causas e consequências. Também convidados o médico pneumologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Gustavo Prado, para entender quais as consequências que nuvens de poeiras como as que atingiram Franca tem para a saúde. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Victor Farias Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 6, 202127 min

A queda das redes sociais: um dia sem Whats, Face e Instagram

Internautas do mundo todo ficaram sem poder utilizar os aplicativos do WhatsApp, Facebook e Instagram por conta de uma instabilidade nas plataformas. Os próprios funcionários do Facebook foram vítimas da situação, segundo o jornal The New York Times. O acesso ao prédio da empresa é feito pelo login da rede social, ou seja, teve gente que ficou pra fora. No Twitter, única rede social que continuou funcionando, os perfis do Facebook e do WhatsApp postaram: "Estamos cientes de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o WhatsApp no momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização assim que possível". Porém a queda dos serviços acabou prejudicando muitas pessoas que trabalham pelas plataformas, como pequenos empreendedores que vendem seus produtos e serviços pelo WhatsApp e Instagram. O Facebook, dona das três redes, também sentiu, economicamente, na pele a queda de seus serviços. As ações da empresa chegaram a cair mais de 5% na bolsa de Nova York e da eletrônica Nasdaq. Em fóruns que reúnem especialistas em tecnologia, corre a especulação de que parte dos problemas frequentes tem sido causados pelo plano de integração dessas redes, que foi anunciado em janeiro de 2019 e que teve início em 30 de setembro de 2020 com a integração do Facebook Messenger e Instagram.  Também foram relatadas instabilidades em outros aplicativos concorrentes, como Telegram e Tik Tok, e aplicativos dos principais bancos do Brasil. A conta oficial do Nubank informou que foi identificada uma oscilação nos pagamentos de boletos, mas a empresa estava trabalhando para normalizar a situação. Em meio à pane das redes, usuários afirmaram que as operadoras de telefonia móvel do Brasil estão apresentando falhas, com as ligações e a conectividade móvel. Ao Estadão, Vivo, Claro e TIM negaram que houve problemas e declaram que as linhas funcionavam normalmente. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos conversar com o editor do Link do Estadão, Bruno Romani, para tentar entender o que aconteceu com as plataformas. E para falar sobre essa dependência das redes sociais e da falta que sentimos delas, convidamos  a psicóloga, Dra. Paula Vicentini. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 5, 202126 min

Como está o tabuleiro eleitoral a um ano do pleito?

As eleições de 2022 são daqui a um ano, mas as movimentações dos partidos e dos possíveis candidatos já estão a todo vapor. Na última pesquisa do Ipec, de 22 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro lideram as intenções de votos com 48% e 23%, respectivamente. Com a alta popularidade dos dois melhores colocados nas pesquisas recentes, a chamada "terceira via" tenta se viabilizar e mostrar que pode ser, além de competitiva, uma alternativa à polarização tóxica que tomou o País nos últimos anos. Os tucanos João Doria, Eduardo Leite e Arthur Virgílio Neto disputam às prévias do PSDB, enquanto que Ciro Gomes é o nome mais cotado para disputar o Palácio do Planalto pelo PDT.  Os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Sérgio Moro também são nomes que circulam como possíveis presidenciáveis, mas ainda não disseram sim às candidaturas. Para nos ajudar a entender melhor os caminhos que levam ao próximo pleito, batemos um papo com o editor da Coluna do Estadão, e colunista da Rádio Eldorado, Alberto Bombig, e com o cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas, Carlos Pereira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 4, 202130 min

Tecnologia #187: #Start Eldorado: energia digital

As soluções tecnológicas no presente e no futuro do setor energético em pauta no Start Eldorado, com a apresentação de Daniel Gonzales. Ao mesmo tempo em que o setor já emprega em campo inovações como câmeras térmicas e análise de vídeo em tempo real e intensa análise preditiva de dados para evitar falhas e manter a rede funcionando de forma estável, se prepara para a chegada de inovações como o 5G e a internet das coisas, que vai abrir as portas para as redes inteligentes (smart grids) e a entrada de fontes renováveis no sistema, pelas quais o próprio consumidor poderá colocar seu excedente de energia na rede, além da mobilidade elétrica em cidades e estradas. Ouça a entrevista com Rafael Moya, gerente de inovação do grupo CPFL. O Start vai ao ar toda quarta-feira às 21h na Eldorado FM 107,3.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 2, 202125 min

Ossos e pés de galinha: a realidade do Brasil que passa fome

A chegada da pandemia no País marcou o aumento de 27% do número de brasileiros enfrentando a fome, em comparação com o ano de 2018, totalizando 19 milhões de pessoas, o que corresponde a 9% da população brasileira. Entre as famílias que enfrentam a insegurança alimentar, 74% são de lares chefiados por mulheres e 66,8% por pessoas pretas. A insegurança alimentar também é maior nas residências habitadas por crianças e adolescentes, e mais frequente nos domicílios do Nordeste e Norte do país. Nesta quarta-feira, um episódio ocorrido na cidade do Rio de Janeiro, chamou a atenção para a tristeza e a gravidade do problema. Um caminhão com restos de carne e ossos virou ponto de distribuição para moradores que têm fome e não possuem dinheiro suficiente para comprar alimento. Dois fatores contribuem para essa situação revoltante: aumento do desemprego e da inflação. Em conjunto, esses fatores reduzem o poder de compra da população, sobretudo entre os mais pobres. Para falar sobre as ações de enfrentamento à fome, no episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, vamos conversar com o presidente nacional da Central Única das Favelas (CUFA), Preto Zezé. Também vamos debater o assunto com o diretor executivo da Ação da Cidadania, Rodrigo “Kiko” Afonso. E para discutir as perspectivas econômicas para a inflação no País e de que forma ela continuará impactando os mais necessitados, ouvimos a análise da  economista Juliana Inhasz, coordenadora do curso de graduação de Economia do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 1, 202130 min

Quais as chances do TSE cassar a chapa Bolsonaro-Mourão?

O conflito entre o presidente Jair Bolsonaro e o Judiciário deve ganhar um novo capítulo em breve. Está em via de ser liberado para julgamento no plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido de cassação da chapa de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. A um ano da realização das eleições de 2022, o TSE vai avaliar as denúncias contra a chapa por impulsionamento ilegal de mensagens em massa pelo WhatsApp durante a campanha eleitoral de 2018.  O processo recebeu documentos compartilhados pelo ministro Alexandre de Moraes, coletados pelo inquérito das “fake news” e da investigação sobre atos antidemocráticos, que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Também está sendo investigado o financiamento empresarial ilegal, via caixa 2, dessas redes de desinformação. Nos autos do processo constam indícios de que o uso de sistemas automatizados para envio massivo de mensagens foi bancado por apoiadores do presidente. Essa prática é proibida pela legislação eleitoral. Pagamentos feitos por empresários em favor de um candidato devem ser declarados, caso contrário podem ser considerados crime de caixa dois. Se a ação for a plenário em até um mês e o colegiado formar maioria para condenar a chapa por abuso de poder, Bolsonaro e Mourão ficam inelegíveis por oito anos. E assim, não poderão disputar o pleito de 2022. No episódio desta quinta-feira vamos conversar com Alberto Rollo, advogado especializado em direito eleitoral, para entender os motivos da possível cassação da chapa do presidente. E também vamos debater as consequências políticas da denúncia para Bolsonaro, com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael NascimentoMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 30, 202130 min

Mulheres e negros: nova regra eleitoral vai ampliar a representação?

Uma nova regra eleitoral promulgada ontem (27) já fez com que os partidos comecem a buscar mais mulheres e negros como candidatos para as eleições de 2022. O texto aprovado pelo Congresso dá um “bônus” financeiro para as legendas que mais conseguirem votos em candidatos desses dois grupos. Atualmente, os votos recebidos na eleição para a Câmara servem como base para o cálculo de quanto os partidos vão ganhar no chamado fundão eleitoral. Legendas com resultados melhores nas campanhas para deputado federal ganham mais, só que com essa nova regra, os votos em mulheres e negros tem peso dois, o que dobrará também o cálculo sobre a distribuição dessa verba. Hoje, já existem as cotas obrigatórias para que os partidos tenham uma porcentagem maior de mulheres e negros candidatos, mas o Congresso resolveu reforçar ainda mais essa diversidade. Para se ter uma ideia, se essa medida já estivesse em vigor, PSOL, PT, PSL, PCdoB e Avante seriam os que mais ganhariam, de acordo com levantamento da consultoria Neocortex e do Instituto Millenium com dados do Tribunal Superior Eleitoral. Por outro lado, PSD, PP, DEM, MDB e PSB, sairiam perdendo. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, vamos conversar sobre essa novidade na disputa eleitoral com o repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman. E para debater a importância da iniciativa para o aumento da diversidade na política convidamos a deputada estadual de São Paulo e integrante da bancada ativista, Mônica Seixas (PSOL), e a deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ). Quem também fala conosco é a diretora do Instituto Alziras, Michelle Ferreti. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafael Nascimento. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 29, 202129 min

O fim da era Merkel e a sucessão de poder na Alemanha

Depois de 16 anos, Angela Merkel, uma das figuras políticas há mais tempo no poder, está de malas prontas para deixar o cargo de chanceler da Alemanha. Nas eleições gerais deste domingo, 26, o Partido Social-Democrata foi o que teve mais votos, com 25,7% do total. A União Cristã Democrata, o partido de Angela Merkel, ficou em segundo, com 24,1%. Merkel chegou ao poder aos 51 anos, numa época de crescimento econômico global, mas também de dificuldades na economia alemã, que tentava se modernizar por meio de reformas estruturais. As reformas feitas pela chanceler criaram, em médio e longo prazo, condições para uma queda sistemática do desemprego no país.  Conhecida pelo seu pragmatismo, conseguiu dialogar com adversários e se adaptar a situações adversas, inclusive governando com adversários. Na Europa, continente que ela acabou informalmente liderando, Merkel deixou uma imagem positiva. No entanto, Merkel vinha perdendo apoio dentro da Alemanha com o passar dos anos. Em abril de 2021, uma pesquisa da Deutschland trend mostrou que apenas 35% dos alemães apoiavam a atuação da chanceler. Essa queda foi observada principalmente por causa da crise imigratória no país.  A política alemã entra agora em uma nova fase, a das negociações. As próximas semanas serão de longas conversas entre as lideranças. Após anos de coalizões entre dois partidos, o Social-Democrata e o União Cristã Democrata, há indícios de que serão necessárias três legendas para formar uma maioria desta vez. O nome mais cotado é o de Olaf Scholz que é o líder do Partido Social-Democrata, o grande vencedor das eleições. Para analisar esse cenário pós-Merkel, convidamos para o episódio do Estadão Notícias desta terça-feira a doutora em relações internacionais pela London School of Economics e professora da ESPM, Carolina Pavese. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer, Rafael Nascimento e Julia Corá Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 28, 202124 min

Marcelo Queiroga: da ciência ao bolsonarismo

O ministro da saúde, Marcelo Queiroga, contraiu covid-19 durante sua participação na Assembleia-Geral da ONU, em Nova Iorque. Ele deve permanecer por mais duas semanas de quarentena na cidade, um gasto de aproximadamente 30 mil reais aos cofres públicos. Além disso, sua passagem pelos Estados Unidos foi cercada de polêmicas, o ministro chegou a mostrar o dedo do meio a manifestantes que protestavam contra o governo de Jair Bolsonaro. O gesto obsceno pode até ser investigado pela Comissão de Ética da Presidência por conduta inapropriada, segundo especialistas ouvidos pelo Estadão.  Porém essas não foram as primeiras, e provavelmente não serão as últimas polêmicas dele. Queiroga é o quarto ministro à frente da pasta da saúde no governo de Bolsonaro. Desde que substituiu o general Eduardo Pazuello, no dia 15 de março deste ano, o médico cardiologista que era visto como moderado, e a favor da ciência, foi aos poucos alterando seu discurso para uma linha mais bolsonarista, ao estilo do seu líder. Ainda em junho, o ministro foi a favor da realização da Copa América. Queiroga também acatou pedido de Bolsonaro para estudar a desobrigação do uso de máscaras, contrariando os especialistas.  O ministro também vem trocando farpas com governadores e prefeitos, mais especificamente João Doria, governador de São Paulo.  Afinal, Queiroga se rendeu ao bolsonarismo? Diante de tantas idas e vindas, existe clima para que o médico continue a frente da pasta? No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos conversar sobre esse assunto com quem estava à frente da saúde no governo Bolsonaro no surgimento da pandemia, o médico e ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 27, 202130 min

Tecnologia #186: #Start Eldorado: trânsito digital

O apresentador Daniel Gonzales recebe Cleber Chinelato, superintendente de Tecnologia da CCR S.A., para uma conversa sobre estradas inteligentes e inovações tecnológicas na gestão do trânsito, dentro do conceito de Smart Cities. Uso de sensores, tecnologia de análise de vídeo em tempo real, edge computing para acelerar processos como uso de tags e contagem de eixos em cobranças, 'free flow' em pedágios, drones para monitoramento das rodovias já são realidade - e ganharão grande aceleração com a consolidação do 5G em breve. O Start Eldorado vai ao ar às 21h, toda quarta-feira, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 25, 202122 min

Reta final da CPI, o vexame do Brasil na ONU e a reforma eleitoral

O Brasil foi motivo de chacota internacional com a ida da comitiva do País à Nova York, onde o presidente Jair Bolsonaro discursou na Assembleia-Geral da ONU. Além de dados infundados apresentados pelo líder brasileiro, a viagem foi marcada pelo constrangimento no encontro com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, ao afirmar que não se vacinou, e que culminou com o teste positivo para covid-19 do ministro da saúde, Marcelo Queiroga. No Brasil, os senadores aprovaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral. No entanto, os congressistas modificaram um item muito importante do texto que veio da Câmara dos Deputados que permitia a volta das coligações partidárias. Além disso, o Senado manteve a mudança na data da posse de governadores e presidente a partir de 2026, para o dia 5 de janeiro, e o “peso dois” aos votos dados a mulheres e negros para a Câmara dos Deputados. A CPI da Covid também deu o que falar essa semana. Durante o depoimento do ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, para falar sobre os contratos com a Covaxin, o representante da CGU ofendeu a senadora Simone Tebet (MDB-MS) ao chamá-la de “descontrolada”, o que gerou revolta dos outros senadores da comissão. Teve também o depoimento do diretor da Prevent Senior Pedro Batista Júnior, sobre um provável estudo “secreto” que utilizou o chamado “kit covid” com medicamentos sem eficácia comprovada, sem o consentimento dos pacientes. Na comissão, ele negou que havia essa orientação, mas admitiu que o CID para covid-19 era modificado dentro do hospital para outra doença. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Marcelo de Moraes e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 24, 202132 min

As atrocidades do caso Prevent Senior e seus elos com governo

O diretor da Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior, foi convocado pela CPI da Covid para depor nesta quarta-feira, 22. A empresa está no centro de uma polêmica por conta de um suposto estudo que realizou utilizando medicamentos do chamado “kit covid”, sem conhecimento dos pacientes e seus familiares. A empresa foi denunciada por ter subnotificado o número de mortes que ocorreram em suas unidades devido a esse experimento com a medicação e coagido médicos a adotarem o “tratamento precoce”. No documento enviado à CPI da Covid médicos e ex-médicos da Prevent denunciam irregularidades do estudo e informam que a disseminação da cloroquina e outras medicações foi resultado de um acordo entre o governo Bolsonaro e a empresa. Esse dossiê de posse da CPI da Covid afirma que a Prevent Senior usou pacientes como cobaias. Segundo o documento, a empresa omitiu sete mortes de pessoas tratadas com hidroxicloroquina. O material é assinado por 15 médicos da operadora de planos de saúde. De acordo com os profissionais, a hidroxicloroquina foi administrada sem avisar pacientes ou parentes. O estudo foi realizado em São Paulo. O presidente Jair Bolsonaro e seus filhos têm histórico de defesa do tratamento precoce contra covid, inclusive com divulgação de supostos resultados de pesquisas da Prevent. Na CPI, o diretor da Prevent Senior negou que atestados de óbito foram adulterados para que não trouxessem a covid como fator da morte. No entanto, confirmou que a operadora orientou médicos a modificarem, após algumas semanas de internação, o código de diagnóstico dos pacientes, o chamado CID, de Covid-19 para outra doença. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar com quem acompanhou esse caso envolvendo a Prevent Senior, a repórter do Estadão em Brasília, Julia Affonso. Também convidamos o advogado e professor de direito Salo de Carvalho, da Universidade Federal do Rio, e membro do Observatório da Corrupção da Saúde da Unilasalle/RS, para esclarecer os desdobramentos jurídicos e penais do caso para empresa e os envolvidos. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Julia Corá Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 23, 202130 min

Mentiras e negacionismo: a viagem da trupe bolsonarista à NY

A viagem da comitiva brasileira aos Estados Unidos e a participação do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Geral das Nações Unidas foi marcada por protestos em Nova York. Antes mesmo do evento, no domingo, o presidente teve que entrar pelos fundos do hotel para evitar uma manifestação contra ele que ocorria na rua. Outro situação que chamou a atenção foram algumas imagens do presidente e sua equipe comendo pizza nas calçadas da cidade. Sem comprovante de vacinação contra a Covid-19, Bolsonaro não pode frequentar lugares fechados, como restaurantes, cinemas, teatros e academias em Nova York. O fato do presidente não ter se vacinado causou situações constrangedoras para ele e para a imagem do País.  Em seu discurso na Assembleia-Geral da ONU, que durou cerca de 13 minutos, Bolsonaro atacou governadores e prefeitos, políticas de lockdown, defendeu o tratamento precoce contra covid-19 e ainda se colocou contrário ao "passaporte de vacinação". Na viagem, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, testou positivo para Covid-19, e ficará 14 dias em quarentena no hotel em Nova York. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira vamos analisar o impacto do discurso do presidente Bolsonaro na ONU e também do presidente americano, Joe Biden. Para isso convidamos o pesquisador e coordenador do curso de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, Felipe Loureiro. A correspondente do Estadão nos Estados Unidos, Beatriz Bulla, traz os bastidores da comitiva brasileira em Nova York. Além disso, vamos conversar também com Alessandra Monnerat, repórter do “Estadão Verifica”, ferramenta de checagem do Estadão que analisou as declarações do discurso de Bolsonaro na ONU. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 22, 202131 min

Conteúdo Patrocinado: O pontapé das redes sociais no empreendedorismo

Empreender não é fácil, demanda tempo, estudo, paciência e recursos. Agora, se empreender já não é fácil, você imagina quando a empreendedora decide que não quer ter somente um negócio, mas sim dois, ou três, ou quatro... Praticamente uma empreendedora “polvo”! Será que é possível abraçar tudo? Como conseguir administrar tudo isso? Existe aquela frase clichê, mas que se encaixa muito bem aqui: conseguir é fácil, o difícil é manter. Nós vamos saber mais desse assunto e como as redes sociais são uma alavanca para os negócios na conversa da jornalista Bárbara Guerra com a Claudia Aloia, empreendedora e influenciadora digital.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 21, 202124 min