
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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O fator Tebet e o debate sobre a violência policial
O ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB-SP), anunciou a desistência da sua candidatura à Presidência da República. Em seu discurso, o tucano afirmou que não era a escolha da cúpula da legenda para o pleito de outubro, e que saia de “coração partido''. Quem se beneficiou dessa desistência foi a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que foi confirmada como pré-candidata pelo MDB, e deve contar com apoio dos partidos da terceira via para ser cabeça de chapa nas eleições. Agora, a discussão é para saber quem ocupará o lugar de vice ao lado da congressista. Do outro lado, Jair Bolsonaro (PL) permanece na sua tentativa de diminuir o preço dos combustíveis, interferindo diretamente na Petrobrás. A vítima da vez foi o presidente José Mauro Ferreira Coelho, que foi substituído por Caio Mário Paes de Andrade. Tudo isso acontece enquanto o governo federal enfrenta mais uma denúncia de mau uso do dinheiro público na compra de caminhões de lixo. Conforme revelado pelo Estadão, veículos com preços superfaturados foram adquiridos, principalmente, para aliados políticos do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (Progressistas-PI), e do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL). Dois casos policiais passaram também a fazer parte dos discursos políticos de governo e oposição. Na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, mais de 25 pessoas morreram em uma ação da polícia militar e federal. Já no Sergipe, um homem com esquizofrenia foi sufocado no porta malas de uma viatura da Polícia Rodoviária Federal. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Beatriz Bulla e Adriana Ferraz, diretamente de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A cobrança de mensalidade em universidade pública
A cobrança de mensalidade no ensino superior público voltou ao centro do debate após uma PEC (Projeto de Emenda Constitucional) que discute o tema entrar na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. A admissibilidade pode ser votada na semana que vem e tem relatoria do deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP). A PEC 206 prevê alterar um trecho da Constituição para estabelecer que as universidades públicas passem a cobrar mensalidades, mas garanta a gratuidade para estudantes que não tiverem recursos suficientes. O corte de renda será definido pelo Poder Executivo e caberá a uma comissão da própria universidade a análise das gratuidades, e os valores a serem cobrados. De autoria do deputado federal General Peternelli (União Brasil-SP), a ideia da PEC é que as instituições usem os recursos captados para despesas de de custeio, como água e luz, e que a gratuidade seja mantida para alunos que não tenham condições socioeconômicas de arcar com os custos. Atualmente, a gratuidade das universidades públicas é garantida pelo artigo 206 da Constituição Federal. Se for validada pela CCJ, uma comissão especial será criada e ficará responsável por debater o mérito da proposta, podendo fazer alterações no texto. Depois disso, ela terá que ser votada no plenário da Câmara em dois turnos e, caso seja aprovada, segue para o Senado. No episódio de hoje, 26, vamos nos aprofundar pelo mérito da questão numa entrevista com o autor da PEC, deputado federal General Peternelli, e com um dos principais pesquisadores do assunto aqui no Brasil, Paulo Meyer Nascimento, do Ipea e da FGV. Link para o estudo: https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=34867 O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Surto de varíola dos macacos: motivo para pânico?
Enquanto a covid-19 continua sendo controlada no País, uma nova doença começa a preocupar autoridades sanitárias pelo mundo: a varíola dos macacos. Mais de 12 países, entre europeus, Estados Unidos, Canadá e Austrália, já registraram casos da doença. O habitat natural desse vírus são os animais selvagens, em geral roedores, mas começou a aparecer também em macacos de laboratório. A causa da disseminação ainda está sendo estudada, mas cogita-se que, de alguma forma, humanos nas florestas tropicais da África Ocidental e Central entraram em contato com uma criatura infectada e o vírus foi transmitido entre as espécies. Agora, o vírus luta para se espalhar, por isso precisa de contato próximo prolongado para continuar sobrevivendo. O vírus causa febre, dores no corpo e mal-estar. A pele infectada, então, irrompe em uma erupção cutânea, que forma bolhas e depois se transforma em crostas. A varíola dos macacos é uma doença infecciosa que geralmente é leve e endêmica. É espalhada por contato próximo, e pode ser contida com relativa facilidade por meio de medidas como isolamento e higiene. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que espera identificar mais casos de varíola dos macacos à medida que expande a vigilância em países onde a doença normalmente não é encontrada. No episódio de hoje, 25, vamos falar mais sobre esta doença com Julio Croda, Médico Infectologista, Professor da UFMS e da Yale School of Public Health e Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Mais um escândalo: saiba tudo sobre o ‘bolsolão do lixo’
Durante dois meses, a equipe do Estadão analisou mais de mil documentos referentes à aquisição de caminhões de lixo com verbas do orçamento federal. Nas mãos do Congresso e do governo, a compra e distribuição desses veículos para pequenas cidades saltaram de 85 para 488 veículos de 2019 para 2021. A distribuição de caminhões compactadores de lixo é usada por senadores, deputados e prefeitos para ganhar a simpatia e o voto dos eleitores de cidades pequenas. Por exemplo, tem cidade do interior de Alagoas que possui menos lixo do que caminhões para recolhê-lo. Outro dado duvidoso é a diferença de R$114 mil no preço de veículos iguais, comprados no espaço de apenas um mês. Nos documentos analisados, um município de 8 mil habitantes ganhou três caminhões compactadores num período de um ano e três meses, enquanto cidades próximas não têm nenhum. O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (Progressistas-PI), é outro que entrou no ramo de caminhões de lixo, e destinou R$ 240 mil para a compra de um veículo fornecido pela empresa de uma amiga que frequenta o seu gabinete. Pertencente à empresária Carla Morgana Denardin, o Grupo Mônaco Diesel Caminhões, Ônibus e Tratores Ltda conseguiu um contrato no valor de quase R$ 12 milhões com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) do Piauí, reduto eleitoral do ministro. A disparada na compra de caminhões de lixo pelo governo Jair Bolsonaro (PL) com preços inflados, ganhou a hashtag ‘Bolsolão do Lixo’, neste domingo, e se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter. Foram 7.977 tuítes sobre o assunto em apenas uma hora. No episódio desta terça-feira, 24, vamos conversar sobre esses gastos com dinheiro público sem qualquer planejamento com o repórter do Estadão, em Brasília, André Shalders. E para falar dos impactos de investimentos sem planejamento com o orçamento público, convidamos Gustavo Fernandes, economista e professor do Departamento de Gestão Pública da Fundação Getulio Vargas (FGV). O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Por que é importante ter observadores internacionais na eleição?
Depois de um período sem falar das urnas eletrônicas, o presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar o sistema de apuração brasileiro, desta vez envolvendo também as Forças Armadas. Essa investida começa a levantar suspeitas de que o chefe do Executivo poderia tentar algum tipo de golpe, caso seja derrotado nas eleições. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Edson Fachin, subiu o tom em defesa das eleições e do processo eleitoral. Durante a visita à sala do Teste Público de Segurança das eleições, em Brasília, o magistrado disse que: “no Brasil de hoje, quem duvida, quem põe em dúvida o processo eleitoral é porque não confia na democracia”. Sobre a participação das Forças Armadas nas eleições, Fachin disse que a “Justiça Eleitoral está aberta a ouvir, mas jamais estará aberta a se dobrar a quem quer que seja e tomar as rédeas do processo eleitoral”. O Brasil deve receber 100 observadores internacionais para acompanhar as eleições de outubro deste ano, o maior número de autoridades estrangeiras para executar esse tipo de atividade desde as eleições de 2010. No episódio de hoje, 23, vamos entender como funciona a participação de entidades internacionais nas eleições brasileiras. Para isso, convidamos a coordenadora-geral da Transparência Eleitoral Brasil, Ana Cláudia Santano. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #220: #Start Eldorado: internet e a nova era dos provedores
Conectar-se deixou de ser opção e virou necessidade, o que ficou ainda mais evidente na pandemia, consolidando uma nova realidade para os provedores de internet (Internet Service Providers, ou ISPs). A Vero Internet é um dos maiores provedores regionais do Brasil, com forte atuação em mais de 180 cidades de MG, PR, RS e SC. Vem realizando investimentos para ampliar sua rede de mais de 28.000 km de fibras, com alguns desafios de infraestrutura, enquanto investe em inteligência artificial na relação com os clientes e análise preditiva da malha, usa redes neutras para atuar em algumas cidades e planeja um futuro no qual o 5G e a fibra atuarão lado a lado em diversos novos modelos de conectividade para a sociedade. O Start Eldorado recebe Fabiano Ferreira, CEO da Vero Internet, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales. O programa vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A alternativa Temer e a 3ª via em frangalhos
Depois de anunciar que a terceira via tinha chegado a um acordo sobre uma candidatura única, com a senadora Simone Tebet (MDB-MS) sendo a cabeça de chapa nas eleições presidenciais, o discurso dos presidentes de MDB, PSDB e Cidadania, agora, é de esperar até a semana que vem para apresentar esse nome. Para que este acordo seja firmado é preciso aprovação da maioria nas executivas nacionais das legendas, e é aí que mora o perigo. João Doria (PSDB), que sonha com este lugar, já começou a trabalhar nos bastidores para “melar” o anúncio da congressista como a escolhida do grupo. Agora, surge o nome do ex-presidente Michel Temer (MDB-SP), tido por apoiadores como alguém capaz de enfrentar a polarização entre Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL). Do ponto de vista econômico, Temer passou a faixa presidencial ao atual presidente com uma inflação de 3,75% e juros em 6,5%. Hoje, a inflação está em 12,13% e os juros em 12,75%. No entanto, ele ficou conhecido como o presidente mais impopular da história recente do País. No seu último mês de mandato, o emedebista foi considerado ruim ou péssimo por 62% dos entrevistados, regular para 29% e bom ou ótimo para apenas 7%, segundo o Datafolha. No episódio do podcast desta sexta-feira, 20, vamos avaliar a viabilidade de Michel Temer para essas eleições e as “cabeçadas” da terceira via com o cientista político da FGV e colunista do Estadão, Carlos Pereira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O custo da interferência de Bolsonaro na Petrobras
Jair Bolsonaro resolveu comprar de vez uma briga com a Petrobrás, e passou a promover várias mudanças na empresa. Depois de demitir o presidente da companhia, almirante Silva e Luna, o presidente mudou o comando do ministério de Minas e Energia, e colocou Adolfo Sachsida, que já apresentou um plano de privatização da estatal. Soma-se a isso as declarações públicas de Bolsonaro que demonstram o total descontentamento com a política de preço dos combustíveis feita pela Petrobrás. Para corroborar a sua justificativa de mudanças em cargos estratégicos da companhia, Bolsonaro criticou os lucros da empresa e disse que a companhia quer ser "campeã do mundo" em ganhos. O problema é que mesmo com o lucro, a defasagem entre os preços da gasolina no mercado interno em relação ao mercado internacional chega a 20%. No caso do diesel, o aumento de 8,9% no dia 9 de maio passado atenuou a defasagem e reduziu o risco de desabastecimento do produto no mercado brasileiro, que depende de cerca de 25% das importações. A ideia do atual presidente vai ao encontro de seu principal adversário nas eleições presidenciais. O ex-presidente Lula também tem dito que a Petrobrás precisa mudar a sua forma de colocar o preço dos combustíveis para não prejudicar a população. No episódio do podcast de hoje, 19, vamos falar sobre esse embate entre Bolsonaro e a Petrobras com Sílvia Araújo, editora do Broadcast/Estadão, em Brasília. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os ‘nem-nem’ no eleitorado brasileiro
De acordo com a pesquisa do Instituto DataSenado, realizada com quase 6 mil pessoas no final do ano passado 21% dos eleitores se declaram de direita e 11% de esquerda no Brasil. No entanto, o maior grupo de entrevistados 55% segue sem se identificar com nenhum dos lados da polarização, tampouco com o centro. Aliás, esse é o grupo que mais cresceu, 5% a mais em relação à última pesquisa. A tendência de queda dos eleitores que se diziam de direita se estabilizou. Em 2019, 29% se consideravam de direita; agora, são 21%. Já os que declaram ter posicionamento de esquerda permanecem em redução. Eram 18% em 2019, 15% em 2021 e, agora, somam 11%. O menor grupo, segundo o levantamento, é daqueles que se consideram de centro, com 9%. Entre os entrevistados, a ampla maioria dos brasileiro, 82% diz que a religião é muito importante na própria vida, mas dá mais peso à família na formação das escolhas políticas do que à religião. Mas, apesar da maioria do eleitorado se dizer de direita, a percepção majoritária da população se choca com ideias defendidas pelo presidente e adotadas pelo governo, em assuntos sociais. Para 69%, facilitar o acesso a armas de fogo não vai aumentar a segurança das pessoas e 72% discordam que o meio ambiente seja bem protegido no Brasil. Um dos quesitos que registraram mais mudança foi o que envolve aborto. O porcentual de pessoas que não concordam que as mulheres devem ter o direito de interromper a gravidez, caso queiram, passou de 52% para 58%. No episódio do podcast de hoje, 18, vamos debater sobre este perfil do eleitorado brasileiro apontado pela pesquisa do Senado, com Glauco Peres, cientista político, professor associado do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Finlândia e Suécia na Otan: guerra pode escalonar?
O mesmo motivo que, segundo a Rússia, desencadeou o conflito em território ucraniano, pode se estender a outros países. Segundo Vladimir Putin, a tentativa da Ucrânia em integrar a Otan colocaria sua nação em risco, e este teria sido o estopim para a invasão de seu exército. Agora, a Finlândia, que faz fronteira com a Rússia, decidiu solicitar a adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte. O anúncio foi feito pelo presidente e a primeira-ministra do país e oficializa o que ambos vinham afirmando desde a semana passada, apesar das ameaças russas de retaliação. Essa decisão encerra uma neutralidade militar histórica da Finlândia, que compartilha uma fronteira de 1.300 quilômetros com a Rússia. Por causa dessa movimentação, Putin disse ao presidente finlandês Sauli Niinisto que acabar com a neutralidade seria um erro que poderia prejudicar as relações entre os dois países. O governo russo descreveu esse movimento como ‘ameaça à segurança’ e disse que pode retaliar. A Suécia é outro país que também confirmou que vai pedir a adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte, encerrando mais de 200 anos de neutralidade e não alinhamento militar. Porém, o debate dentro do Partido Social-Democrata, que está no poder, é um pouco mais dividido sobre a questão. Desde o ano passado, Moscou tem aumentado a presença militar e exercícios de suas tropas no mar Báltico, para onde boa parte do território sueco e a costa oeste da Finlândia e da Rússia têm saída. No episódio desta terça-feira, 17, vamos falar da entrada de Finlândia e Suécia, e o que isso pode ocasionar em relação à Rússia e aos rumos da guerra na Ucrânia, com Roberto Uebel, Professor de Relações Internacionais da ESPM e Senior Fellow do ISAPE (Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia). O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Quais temas terão mais peso na hora do voto?
Na pesquisa mais recente divulgada pela Genial/Quest publicada na semana passada, o ex-presidente Lula (PT) e o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), continuam na dianteira, com 46% e 31%, respectivamente. Já outros candidatos somados, totalizaram 13%, brancos e nulos 7% e indecisos 3%. Os dados mostram novamente a dificuldade de inserção de outros nomes fora da polarização bolso-lulista. Durante um evento no Paraná, o presidente Bolsonaro, que segue 15 pontos percentuais atrás do petista, diz que não “teme resultado de eleições limpas”. Ele também afirmou que a forma como foi recebido na Expoingá e em outros eventos pelo País representa a verdadeira pesquisa popular. A estabilidade da porcentagem do ex-presidente Lula também surpreende, já que o petista teve um mês de declarações polêmicas, como a fala em que defendeu a legalização do aborto. O assunto entrou inclusive na pesquisa realizada pela Genial/Quaest, onde 50% dos eleitores disseram que uma posição favorável ao aborto de um candidato afeta negativamente a chance de voto nele; 40% disse que não altera. Os dados da pesquisa também devem preocupar Bolsonaro, já que Lula é favorecido quando o assunto é economia. Para 50% dos entrevistados, a economia é o principal problema enfrentado pelo país neste momento, 13% citam a saúde e a pandemia, 11% questões sociais e 9% corrupção. Para os eleitores parece que o atual presidente não está conseguindo controlar essa situação. Não é por acaso que 58% dos brasileiros acham que Bolsonaro não merece um segundo mandato como presidente, enquanto 53% acham que Lula merece voltar a ocupar o Executivo federal. No episódio desta segunda-feira, 16, vamos analisar o cenário eleitoral e avaliar o desempenho dos pré-candidatos até o momento com o cientista político e pesquisador do Laboratório de Política e Governo da Unesp, Bruno Silva. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #219: #Start Eldorado: movimento busca acelerar leis de antenas para o 5G
A data para que todas as 27 capitais brasileiras estejam cobertas por redes 5G está se aproximando: fim de junho deste ano. Ao mesmo tempo, apenas 11 destas cidades já fizeram totalmente o "dever de casa" de adaptar suas legislações municipais para a instalação mais rápida de equipamentos e antenas, que serão requeridos em maior número por conta da frequência mais alta das redes de quinta geração. Entre os demais municípios brasileiros, 400 cidades já se encontram com seus projetos de antenas em tramitação. Ainda há, porém, grande burocracia, o que pode fazer com que o 5G demore mais para chegar a áreas como o campo. O Start Eldorado conversa com Luciano Stutz, presidente da Abrintel (Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações) e porta-voz do movimento "Antene-se" (antenese.org.br), que reúne operadoras, CNI e outras entidades, que atuam em prol do fortalecimento urgente da infraestrutura. O programa vai ao ar na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O incentivo precoce do ‘voto útil’ e as eleições ‘desarmadas’
Em uma nova rodada de pesquisas realizada pela Genial/Quaest, o ex-presidente Lula (PT) mantém uma larga vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL): 46% dos entrevistados dizem que vão votar no petista, enquanto 29% estão com o atual presidente. Mais do que isso, no cenário sem o candidato do PDT, Ciro Gomes, Lula venceria no primeiro turno. Enquanto isso, a terceira via tenta sobreviver ao pleito de outubro. Os presidentes do PSDB, do MDB e do Cidadania deram uma sobrevida ao projeto de unificar os partidos em torno de um nome que irá liderar a chapa na disputa pelo Palácio do Planalto. Essa escolha será definida a partir da análise conjunta de pesquisas quantitativas e qualitativas de opinião encomendadas pelas legendas. Do outro lado, Jair Bolsonaro (PL) continua seus ataques contra as urnas eletrônicas, e agora tem a companhia das Forças Armadas. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) , ministro Edson Fachin, disse nesta quinta-feira, que as eleições “dizem respeito à população civil”, e que quem trata do tema “são forças desarmadas”. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O escândalo do ‘Centrãoduto’ e sua conexão com Bolsonaro
O Centrão opera dentro do Congresso Nacional para aprovar um projeto para a construção de gasodutos pelo País no valor de 100 bilhões de reais. Apesar do Brasil necessitar de vias de distribuição de gás, inclusive para geração de energia, a proposta deve beneficiar apenas um empresário: Carlos Suarez, conhecido como “rei do gás”. O empresário e seus sócios são os únicos com autorização para distribuir o produto em oito estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O valor se aproxima a tudo o que o governo tem para despesas com investimentos e custeio da máquina pública em 2022. Desde 2015, já houve ao menos dez tentativas de criar o fundo para bancar a rede de gasodutos, conhecido como Brasduto, por meio de projetos de lei e medidas provisórias, porém nenhuma teve êxito. Desta vez, com lugar de destaque no governo de Jair Bolsonaro, o Centrão acredita que tem voto suficiente para concretizar o plano apelidado no meio político de “Centrãoduto”. O objetivo do projeto é levar tubos de aço até áreas isoladas de grandes centros do País e, assim, viabilizar a construção de usinas movidas a gás nestas regiões. O setor elétrico questiona a estratégia, porque, via de regra, não faz sentido levar gás para uma área remota, se a energia que será produzida com a queima desse insumo será redirecionada a grandes áreas urbanas, por meio de linhas de transmissão. A estratégia em andamento, porém, vai ao encontro de tudo que almeja o conglomerado criado pelo empresário Carlos Suarez, em parceria com seus sócios, a Gaspetro da Petrobras e os governos do Distrito Federal, Amazonas, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí, Rondônia e Goiás. No episódio desta quinta-feira, 12, vamos conversar sobre esse projeto bilionário que o Congresso Nacional quer aprovar, com o repórter do Estadão, em Brasília, André Borges. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As cartadas do governo para tentar frear a inflação
O governo federal tenta de todas as formas frear a alta da inflação no País. No começo do mês, o mercado elevou pela 16ª semana consecutiva a previsão para a inflação deste ano, agora para 7,89%, segundo o Relatório Focus do Banco Central, mais que o dobro da meta prevista em 3,5%. Para conter essa tendência de aumento, o governo pretende zerar a alíquota do Imposto de Importação de 11 produtos, entre eles, o aço. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, o corte deve ser anunciado ainda esta semana e inclui produtos da cesta básica e da construção civil. Também neste dia, o governo pode anunciar uma nova redução geral de 10% na Tarifa Externa Comum do Mercosul, o que incidiria sobre quase todas as importações brasileiras. Com essas medidas o governo quer tentar reduzir o custo de importação de vários itens, o que contribuiria para forçar os preços da indústria nacional para baixo. A avaliação é que a redução do tributo para importados pode ser feita sem prejudicar a indústria nacional, já que decreto do presidente Jair Bolsonaro ampliou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 25% para 35%. Porém, a redução do imposto de importação dos 11 itens tem que passar pela Câmara de Comércio Exterior, grupo que reúne representantes de vários ministérios, além da Presidência. No episódio de hoje, 11, vamos conversar sobre as tentativas do governo em tentar frear o aumento da inflação, com a economista Karina Bugarin, autora de um dos capítulos do livro " Reconstrução – o Brasil nos anos 20”: O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Vice decorativo? O papel de Alckmin na campanha de Lula
No sábado (06), o Partido dos Trabalhadores (PT), lançou a chapa Lula/Alckmin para as eleições presidenciais de 2022. No evento, quem roubou a cena foi o ex-tucano que, em pouco mais de 15 minutos, fez um discurso contundente e pregando a união contra Jair Bolsonaro. Geraldo Alckmin (PSB) já deixou claro que não será um vice decorativo, e quer estar à frente não apenas de um futuro governo, mas também da campanha presidencial. O ex-governador diz estar aberto à tarefa de fazer a interlocução com o agronegócio, mas deseja contribuir também na área econômica. Além disso, nas viagens pelo Brasil, ao longo da campanha, o ex-tucano espera ter direito a parte do holofote e deve manter uma agenda paralela individual, em especial nas regiões em que Lula tem menor intenção de votos, como Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Com esse movimento, Alckmin pode conquistar algo que o seu desafeto político, João Doria (PSDB), quer muito: um lugar no Palácio do Planalto. As pesquisas eleitorais mostram que essa espécie de renascimento do ex-governador na política pode estar próximo de acontecer. No episódio de hoje do Estadão Notícias convidamos o cientista político, coordenador da pós-graduação em Ciência Política da FESP-SP, Humberto Dantas, para analisar o papel de Geraldo Alckmin na chapa de Lula. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Maioria no eleitorado, minoria na política: o peso do voto feminino
As mulheres são a maioria do eleitorado brasileiro. São quase 9 milhões de eleitoras a mais do que homens, o que representa 53% dos votantes do País, segundo o Tribunal Superior Eleitoral. E essa diferença tem crescido a cada 4 anos, quando ocorrem as eleições presidenciais. Apesar de serem maioria entre os eleitores, as mulheres não traduzem essa tendência em termos de participação política. No Estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país, as mulheres representam 53% do eleitorado. Elas também são a maioria entre pessoas na faixa dos 16 a 18 anos. Dos mais de 96 mil novos títulos emitidos neste ano, 52 mil foram de pessoas do gênero feminino. Em 2018, apenas uma mulher se elegeu governadora entre as 27 unidades da federação. Foi a ex-senadora Fátima Bezerra (PT), no Rio Grande do Norte. Ainda em 2018, apenas seis candidatas foram eleitas para as 54 vagas no Senado. Para a Câmara dos Deputados, foram eleitas 77 deputadas federais, o que dá cerca de de 15% do total de eleitos. Atualmente, há políticas públicas de incentivo à participação feminina na política. Dois exemplos são a cota de 30% de candidatas mulheres e, mais recente, a cota do fundo eleitoral. Com a emenda promulgada em abril de 2022 pelo Congresso Nacional, os partidos são obrigados a destinar 30% dos recursos para as candidatas. No episódio do podcast desta segunda-feira, 09, vamos conversar sobre esse assunto com a cientista política da Universidade de Brasília, Noemi Araujo, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental e Co-idealizadora da Representativa, que capacita mulheres para a política. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #218: #Start Eldorado: digitalização do comércio internacional
Muitos são os impactos da tecnologia no comércio global, como o uso de dados e a adoção de transformações digitais, que vêm mudando profundamente a forma como ocorrem diversos tipos de operações. Internet das coisas, Blockchain, Big Data, tecnologias cognitivas associadas que muito em breve serão ainda mais potencializadas pelo uso mais intenso do 5G. O Start Eldorado recebe Gabriela Dorlhiac, diretora executiva da ICC Brasil - Câmara de Comércio Internacional, maior organização empresarial mundial, que está bastante atenta a tudo que envolve a transformação digital. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start vai ao ar toda quarta-feira, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

‘Língua solta’: a crise na campanha de Lula
Algumas falas recentes do ex-presidente Lula em eventos e entrevistas que tem participado geraram polêmicas. Em seu discurso, Lula disse que o aborto deveria ser legal no País e também se expressou mal e falou que Bolsonaro “não gosta de gente, só de policial”. O petista reconheceu seu equívoco e durante sua fala no ato das centrais sindicais no 1º de Maio, se viu obrigado a pedir desculpas aos policiais. Lula explicou que ao invés de policial, queria dizer miliciano. Nesta semana, em uma entrevista para a revista Time, dos Estados Unidos, Lula afirmou que Vladimir Putin e Volodymyr Zelenski são igualmente responsáveis pela guerra que acontece em território ucraniano. A opinião do petista repercutiu negativamente na mídia e sofreu críticas até de outros pré-candidatos como João Doria e Ciro Gomes. Outra fala criticada, aconteceu em um encontro no dia 4 de abril na sede da CUT, onde Lula declarou que os trabalhadores e movimentos sindicais deveriam ir a essas residências com um grupo de 50 pessoas, para "incomodar" a "tranquilidade" de deputados e senadores. Essas declarações estão sendo comemoradas pelo presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. A cúpula que coordena a campanha do atual mandatário pretende usar essas falas para ganhar votos do público conservador. No episódio de hoje, 06, vamos debater o quanto as declarações de Lula podem influenciar na sua perda de votos, com Marco Antônio Carvalho Teixeira, Cientista Político e Professor da FGV. Já sobre a inauguração da campanha de Lula prevista para este sábado, vamos conversar com a repórter Beatriz Bulla, que acompanhará o evento. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Militares estão com Bolsonaro no front contra as urnas?
Durante um evento no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu uma contagem de votos paralela pelos militares durante as eleições deste ano. O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) disse não ter cabimento levantar dúvidas sobre o processo eleitoral. E o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, afirmou que o processo eleitoral brasileiro é uma referência. No entanto, o clima entre o governo federal e o judiciário, principalmente o Tribunal Superior Eleitoral, está abalado novamente, e dessa vez envolve também as Forças Armadas. Após a fala de Jair Bolsonaro, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, afirmou que a Justiça Eleitoral não vai aceitar “intervenção” das Forças Armadas nas eleições. Para apaziguar os ânimos, o ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal, recebeu, nesta semana, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Congresso Nacional e do Senado. Fux também se encontrou com o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Além disso, as Forças Armadas enviaram 88 questionamentos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nos últimos oito meses sobre supostos riscos e fragilidades que, na visão dos militares, podem expor a vulnerabilidade do processo eleitoral. Em resposta, a Corte diz que já garantiu segurança do sistema eleitoral No episódio do podcast, vamos conversar sobre a relação dos militares com a Justiça Eleitoral brasileira com o repórter do Estadão, Weslley Galzo. Para falar sobre os conflitos institucionais e as mudanças que podem acontecer até as eleições deste ano, convidamos o cientista político da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Doença misteriosa: o que se sabe da hepatite aguda em crianças
Uma nova doença surgida na Indonésia e no Reino Unido tem preocupado infectologistas e pediatras pelo mundo. Trata-se de uma hepatite aguda misteriosa, que ainda não tem a sua origem conhecida. A Organização Mundial da Saúde afirmou que o aumento das infecções é uma questão "muito urgente" à qual está sendo dada "prioridade absoluta". A infecção também foi registrada na Espanha, em Israel, na Dinamarca, na Itália, nos Estados Unidos e na Bélgica. Em Wisconsin, nos Estados Unidos, também é investigada uma morte que pode ter sido causada pela doença misteriosa. Até 21 de abril, eram mais 169 casos no mundo, segundo último boletim divulgado pela OMS. A idade dos pacientes varia de um mês a 16 anos, sendo que, na maioria dos casos, não apresentam febre e nem vestígios dos vírus associados às hepatites A, B, C, D e E. Em cerca de 10% dos casos foi preciso fazer um transplante de fígado. O Centro Europeu de Controle e Prevenção de Doenças pediu às autoridades de saúde para efetuarem vigilância dos casos de hepatite aguda em crianças. Para os especialistas, a doença pode ser causada por um adenovírus transmitido por contato ou pelo ar, o F41, ou uma variante mais agressiva. O adenovírus tipo 41 geralmente se apresenta como diarreia, vômito e febre, muitas vezes acompanhados de sintomas respiratórios. No episódio desta quarta-feira do podcast vamos saber quais as chances desta doença chegar ao Brasil e o risco para as crianças. Para isso, vamos conversar com o infecto-pediatra, e diretor do departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

1º de maio: por que Lula e Bolsonaro não atraíram multidões?
O Dia do Trabalhador, comemorado no último domingo, marcou a volta dos atos políticos após o relaxamento das medidas restritivas por causa da covid-19. Em todo o Brasil, foram convocadas manifestações em favor do ex-presidente Lula e do atual presidente Jair Bolsonaro. Mesmo orientado por aliados a não comparecer na manifestação, em Brasília, que entre as pautas pedia o impeachment de ministros do STF, Bolsonaro resolveu fazer uma rápida aparição. Porém, o evento foi esvaziado e ocupou apenas uma quadra da Esplanada dos Ministérios. Além dos ataques ao judiciário, os atos pró-Bolsonaro também focaram em Lula e na chamada pauta de costumes, como aborto e drogas. O ato no Rio de Janeiro contou com a participação do deputado Daniel Silveira, condenado pelo STF por ameaças ao ministro Alexandre de Moraes, e alvo de polêmicas, como o indulto proferido pelo presidente. Do outro lado da linha estava Lula, junto com as centrais sindicais, que usaram os eventos de comemoração ao Dia do Trabalhador como palanque para o petista. Para uma plateia esvaziada, o ex-presidente atacou Bolsonaro e o chamou mais uma vez de “genocida”. O petista discursou por apenas 15 minutos, e alertou os participantes que não podia falar de eleição e que estava lá para discutir os problemas dos trabalhadores. No episódio desta terça-feira, 03, vamos conversar sobre a razão para atos ‘esvaziados’ no Dia do Trabalhador, com Tathiana Chicarino, cientista política e professora da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O que explica o prolongamento da guerra na Ucrânia?
A aposta de que a guerra na Ucrânia poderia acabar rapidamente não se concretizou. Nas últimas semanas os tons se elevaram e o risco do conflito virar uma disputa mundial, aumentou. Líderes mundiais já trabalham com a hipótese da batalha que se instalou no leste europeu durar anos. A guerra já deixou milhares de civis e soldados mortos, além de um fluxo de refugiados que já passa dos 5 milhões, o maior da história. As sanções impostas a indivíduos e à economia russa já afetam os suprimentos de comida e combustível no mundo todo e alguns países enfrentam aumento da instabilidade política. A Rússia alertou que irá suspender o fornecimento de gás natural a todos os países que não efetuarem o pagamento dos contratos em rublos, moeda russa. A Polônia e a Bulgária já sofrem com a sanção. O produto é usado pelos russos para pressionar os países a parar de ajudar a Ucrânia. Esse corte de combustível da Rússia ocorreu um dia depois de os Estados Unidos e de pelo menos 40 países se comprometerem a armar o país “em longo prazo”. No episódio do podcast desta segunda-feira, 02, vamos falar sobre o quão longa pode se tornar a guerra na Ucrânia em uma conversa com o Roberto Goulart Menezes, professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UNB). Sobre questões técnicas de tropas e armamentos para manter uma guerra por tanto tempo, vamos bater um papo com o jornalista Roberto Godoy, especialista em questões militares. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #217: #Start Eldorado: oportunidades abertas com o 5G
A chegada do 5G ao Brasil abre um mercado potencial de mais de R$ 100 bilhões para empresas brasileiras interessadas em desenvolver software para basear aplicações nas redes de quinta geração ou vinculados à cadeia das redes de padrão aberto (OpenRAN). Em paralelo, haverá um benefício potencial de R$ 590 bilhões com o 5G no País, incluindo ganhos de produtividade e redução de custos. Um estudo, que foi entregue ao Ministério da Economia, mapeou todos estes detalhes, sugerindo uma lista de políticas públicas para o desenvolvimento do ecossistema 5G no Brasil. Sobre ele, o apresentador Daniel Gonzales conversa, nesta edição do Start Eldorado, com a líder de tecnologia, mídia e telecomunicações na Deloitte, Marcia Ogawa. O Start vai ao ar às quartas-feiras, na Eldorado FM 107,3 - SP, às 21h.See omnystudio.com/listener for privacy information.

3ª via na UTI e Bolsonaro em guerra contra STF e urnas eletrônicas
Jair Bolsonaro resolveu polemizar novamente sobre o voto eletrônico ao dizer, em evento no Palácio do Planalto, que as Forças Armadas sugeriram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que militares façam uma contagem paralela dos votos nas eleições. O presidente afirmou que uma das propostas dos militares ao TSE é um computador próprio para receber os votos com o intuito de fazer uma apuração própria. Quem não gostou nada da declaração foi o presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que escreveu em sua conta no Twitter que não tem "cabimento" duvidar da legitimidade do processo eleitoral no país. Ainda sobre polêmicas envolvendo o presidente e seus aliados, deputados avisaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que Daniel Silveira, que havia sido escolhido como membro titular da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara, não fará parte do colegiado. A indicação foi interpretada como uma afronta ao STF, que condenou o deputado a mais de 8 anos de prisão por ameaçar o ministro Alexandre de Moraes. A CCJ é responsável por analisar casos de perda de mandatos parlamentares, onde se inclui o bolsonarista. E ainda, o União Brasil sinalizou que deve deixar as negociações de uma candidatura única da terceira via para as eleições presidenciais de outubro. Com isso, a legenda deverá ter como candidato próprio, o presidente da legenda, deputado Luciano Bivar. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A disputa entre Congresso e STF sobre a cassação de mandatos
O julgamento no Supremo Tribunal Federal que condenou o deputado bolsonarista Daniel Silveira a mais de 8 anos de prisão terá mais uma batalha entre poderes. Além do polêmico indulto concedido pelo presidente Jair Bolsonaro ao parlamentar, agora se discute se os ministros do STF também podem cassar o mandato de um deputado. O ministro Alexandre de Moraes entende que o indulto não interfere na inelegibilidade de Daniel Silveira. Já os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, defendem que a cassação é uma prerrogativa das Casas Legislativas. Por se tratar de condenação em órgão colegiado, o deputado não poderia se candidatar, de acordo com a Lei da Ficha Limpa. No entanto, o STF defende que a Câmara precisa cumprir a decisão da Corte, e cassar o mandato do deputado. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), já disse que não concorda com a decisão, e recorreu ao próprio Supremo Tribunal Federal para que o Poder Legislativo tenha a palavra final em casos de cassação de parlamentares. A Constituição prevê, no artigo 55, que a cassação de deputados e senadores deve ser decidida em uma votação no Legislativo, sendo exigida maioria absoluta de votos dos parlamentares. No entanto, existem casos precedentes, em que a Mesa Diretora da Câmara, por ordem do STF, apenas declarou a perda de mandato. No episódio do podcast desta quinta-feira, 28, vamos falar sobre a legalidade do indulto do presidente e se o STF pode mesmo definir a cassação do deputado Daniel Silveira, em uma conversa com o Oscar Vilhena, professor da FGV Direito, mestre em Direito pela Universidade Columbia (EUA) e doutor em Ciência Política pela USP. Já para falar sobre este novo embate entre os poderes Legislativo e Judiciário, conversamos com o repórter do Estadão, em Brasília, Eduardo Gayer. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Musk à frente do Twitter: revolução ou retrocesso?
Uma das redes sociais mais populares e influentes do mundo tem um novo dono desde o início desta semana: o bilionário sul-africano Elon Musk comprou 100% do Twitter após semanas de negociações. O valor total pago pela aquisição da empresa foi de 44 bilhões de dólares (cerca de R$ 214 bilhões). Segundo Musk, a aquisição da rede social não está relacionada à dinheiro, mas sim com a criação de uma plataforma que seja uma "arena de livre discurso". O empresário vinha questionando se a rede social estava fazendo o suficiente para proteger a liberdade de expressão de seus usuários. Musk foi além e disse que o Twitter não deve regular o conteúdo além do que é exigido pelas leis dos países em que opera. A partir dessas declarações, especialistas estão preocupados de que a rede social vire uma arena de batalha, onde tudo é aceito. Todas as redes sociais tem suas políticas de moderação de conteúdo que são pensadas como formas de tentar coibir desinformação e barrar discursos de ódio. Com receio do que pode vir pela frente, o Ministério Público Federal avalia o envio de um ofício à equipe que cuida do Twitter no Brasil para questionar se a chegada de Musk ao comando da empresa vai afetar as políticas de combate à desinformação na rede social, que também tem um acordo contra fake news com o Tribunal Superior Eleitoral para as eleições de 2022. No episódio de hoje, 27, vamos conversar sobre as possíveis mudanças na plataforma, após a compra de Elon Musk, com o jornalista e colunista do Link Estadão, Pedro Doria. Ele também é autor de livros como “Manual para a internet”. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo em parceria: Amazônia e a bioeconomia
Como o manejo do pirarucu está transformando a vida dos moradores da floresta. Neste podcast, o jornalista Eduardo Geraque conversa com o biólogo João Campos-Silva, um dos laureados dos Prêmios Rolex de Empreendedorismo de 2019, sobre o projeto que está ajudando a construir um futuro sustentável para as comunidades das várzeas amazônicas. A conversa faz parte do hub de conteúdo interativo Defensores da Terra, um projeto do Estadão em parceria com Rolex. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eleição francesa é um 'esquenta' para o pleito no Brasil?
Neste domingo, 24, a França reelegeu Emmanuel Macron com 58% dos votos válidos. A candidata da extrema-direita, Marine Le Pen, obteve 41% dos votos, a maior votação desse grupo na história moderna da França. Em seu discurso de vitória, Macron afirmou que quer governar para todos, inclusive para aqueles que preferiam Le Pen. Macron defende uma Europa mais forte na economia e quer um governo mais reformista e liberal, com a proposta de adiar a idade de aposentadoria de 62 para 65 anos. Já Le Pen propunha inscrever na Constituição a "prioridade nacional", a fim de excluir os estrangeiros dos auxílios sociais, e defendia o abandono da Otan e a redução dos poderes da União Europeia. Apesar da vitória, o desempenho de Macron foi pior se comparado com o de 2017, quando teve 66% dos votos. Com isso, a extrema-direita foca suas forças, agora, nas eleições legislativas, que ocorrem daqui a 2 meses. No episódio de hoje, 26, vamos entender os significados da vitória de Macron e o avanço da extrema-direita na Europa e a relação disso com o Brasil. Para isso, conversamos com a professora de Relações Internacionais da ESPM, Carolina Pavese. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Inflação alta: regredimos à era pré-real?
O Banco Central (BC) tem feito o possível para segurar os choques inflacionários que seguem atingindo a economia brasileira. A principal ferramenta é o aumento da Selic (a taxa básica de juros da economia), que continua em ritmo de alta e deve ter novo ajuste para cima na reunião que ocorre nesta semana. Mas o ciclo de aperto vai surtir efeito desejado e trazer a inflação para o centro da meta? Somente no mês de março, o aumento da inflação foi de 1,62%, a maior marca para o mês em 28 anos. Na soma dos últimos 12 meses chegou a 11,30%. A situação vem se deteriorando desde a pandemia e, agora, ainda sofre com os efeitos da Guerra na Ucrânia. Tudo isso casado com diversos problemas domésticos, como o descontrole fiscal e os impactos de um ano eleitoral.Fato é que este processo vem corroendo o poder de compra do brasileiro, que não vê seu salário recomposto de acordo com os aumentos inflacionários. Isso faz com que grande parte da população tenha que repensar as prioridades do orçamento doméstico, em especial na compra dos alimentos, o grupo mais atingido pela inflação. Até o pesadelo da era pré-real volta a assombrar a vida de muitas famílias.Nos últimos meses, 73,1% dos consumidores deixaram de comprar carne, quase 10% cortaram iogurte, queijo, laticínios e bebidas alcoólicas e perto de 6% não levaram para a casa biscoito e feijão, alimento básico. Esses são dados de uma pesquisa do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sincovaga), feita pela JFP Consultoria e obtida pelo Estadão. No episódio desta segunda, 25, do podcast, conversamos com a repórter de economia, Márcia de Chiara, que destrinchou os dados dessa pesquisa e foi a campo identificar personagens atingidos por uma inflação permanente. E para analisar o cenário macroeconômico, entrevistamos Guilherme Moreira, Coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fipe. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #216: #Start Eldorado: marcas e metaverso
O Start Eldorado recebe Cintia Gonçalves, estrategista com foco em comportamentos e inteligência de dados e sócia-fundadora da Wiz&Watcher Cultural Strategy. Ela fala sobre metaverso: as possibilidades e desafios para as marcas, muitas ainda entendendo como se posicionar nesse novo mundo da tecnologia, as experiências "phigital", o uso de big data para detectar preferências e assim expandir os negócios e também o desenvolvimento de novos produtos e serviços, a inovação e a construção de experiências encantadoras para os consumidores. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

As formulações econômicas na corrida presidencial
A capacidade de dar respostas na área econômica é sempre um ativo elementar para qualquer campanha presidencial. Neste ano, em especial, o tema deve ganhar ainda mais relevância. E não à toa: o País vive um ciclo de baixo crescimento, agravado pela pandemia e refletido em índices como desemprego e inflação.Em 2018, Bolsonaro apostou todas as suas fichas na agenda liberal de Paulo Guedes, o “posto Ipiranga”. Agora, na busca pela reeleição, é difícil imaginar que essa cartilha tenha o mesmo efeito, basta ver a gastança em benesses assistenciais, como o Auxílio Brasil, e em incentivos tributários, como a redução do IPI.O PT, que tende a apelar para a nostalgia da era Lula na comunicação com o eleitor, tem o desafio de apagar da memória recente do País o desastre econômico da era Dilma. A composição com o centro, representada pela figura de Geraldo Alckmin (PSB) na provável chapa, traz desafios extras para o projeto petista. As últimas sinalizações não têm sido no caminho da moderação, basta ver a recente defesa pela revogação da reforma trabalhista.E no caso de Ciro Gomes (PDT) e dos demais nomes da chamada terceira via: o que está sendo formulado em torno das propostas econômicas? Para falar sobre o cenário que o próximo presidente vai herdar e o que está sendo desenhado sobre as estratégias econômicas das candidaturas, o episódio desta sexta-feira, 22, do podcast Estadão Notícias conversa com a repórter e colunista de ‘Economia’ do Estadão, Adriana Fernandes. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ciro Gomes vai se juntar à terceira via?
Essa semana o pré-candidato à presidência Ciro Gomes (PDT) inicia uma nova etapa de sua campanha nas redes sociais. Ciro se coloca como alternativa à polarização entre o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), mas o ex-ministro encontra dificuldades para chegar aos dois dígitos nas pesquisas. Ciro aparece em terceiro lugar, mas com apenas 9%, segundo última pesquisa XP/Ipespe divulgada no início do mês. Apesar de não tão expressiva nas pesquisas, a chamada terceira via segue se articulando. E até mesmo Ciro afirmou estar disposto a conversar. O pedetista fez um aceno ao MDB, União Brasil, PSDB e Cidadania – que decidiram anunciar um candidato de consenso no dia 18 de maio – e disse que a saída do ex-juiz Sérgio Moro da disputa abre caminho para as negociações. Ciro também afirmou que vai procurar outros partidos e espera se mostrar competitivo até julho na disputa contra Lula e Bolsonaro. O ex-ministro repetiu que é o único pré-candidato com “proposta consistente” contra o sistema econômico em vigor no País e elogiou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. No episódio do podcast desta quarta-feira, 20, vamos debater se Ciro consegue viabilizar sua candidatura e crescer nas pesquisas sem apoio da terceira via. Para isso, conversamos com o cientista político Rafael Cortez. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Carlos Valério See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os riscos em decretar o fim da emergência da covid
No último domingo, 17, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional da covid-19 no País. A decisão marca o fim de medidas impostas ainda no início da pandemia, mas não o fim da pandemia em si, essa é de responsabilidade da Organização Mundial da Saúde (OMS). O ministro atribuiu a decisão à queda nos índices da doença e à vacinação no País, que alcançou 73% da população. O estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional da covid-19 foi instaurado em fevereiro de 2020. Desde então, foram publicadas mais de 2000 normas em todo País sobre a pandemia, que autorizam por exemplo a possibilidade de comprar medicamentos e insumos médicos sem licitação. A pasta deve editar um ato regulamentando a decisão ainda esta semana e também deverá estabelecer um prazo de 30 dias de transição para que os órgãos públicos se adaptem. Outra mudança anunciada por Queiroga é em relação ao uso da vacina Coronavac, que deverá ser restrito somente a crianças e adolescentes de 5 a 18 anos. No episódio do podcast desta terça-feira, vamos falar sobre estas mudanças no status do país em relação ao combate a pandemia com a epidemiologista Ethel Maciel, Professora da Universidade Federal do Espírito Santo, com pós-doutorado pela universidade Johns Hopkins. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A disputa entre Lula e Bolsonaro nos Estados
A polarização entre Lula e Bolsonaro não está somente na eleição presidencial. Os dois pré-candidatos disputam eleitores nos pleitos estaduais também. Ter uma candidatura forte nas unidades da Federação significa também ter palanques fortes na disputa presidencial. Dos 16 governadores que tentarão se reeleger em 2022, oito têm afinidade com o presidente Jair Bolsonaro. Entre eles, importantes colégios eleitorais como Rio de Janeiro, com Cláudio Castro, e Minas Gerais, com Romeu Zema. O presidente Jair Bolsonaro tem apostado suas fichas em São Paulo e Rio Grande do Sul, para demonstrar força nas eleições de outubro. Para isso, lançou os ministros Tarcísio de Freitas e Onyx Lorenzoni para tentar a eleição nestes importantes colégios eleitorais. Já do outro lado, Lula ainda costura suas alianças nos estados e, por enquanto, tem apoio de 3 candidatos a reeleição: Helder Barbalho, no Pará, Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte e João Azevedo, na Paraíba. A grande aposta do PT é nas candidaturas de novos nomes para as disputas estaduais, como a do senador Fabiano Contarato no Espírito Santo. Mas, a disputa deve se intensificar nos três maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Para isso, os petistas lançaram o nome do ex-prefeito Fernando Haddad para o Palácio dos Bandeirantes. No episódio do podcast desta segunda-feira, 18, vamos falar sobre a importância das campanhas estaduais para os candidatos à presidência com o repórter de política do Estadão, Pedro Venceslau. Apresentação:Gustavo LopesProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #215: #Start Eldorado: inteligência artificial na saúde - parte 3
Ouça a terceira parte do debate "Inteligência Artificial na Saúde", com a presença de profissionais de ponta na área. Atuando como ferramenta de suporte, a tecnologia de análise de dados com a ajuda de algoritmos e alto poder computacional auxilia o profissional possibilitando um diagnóstico precoce, detectando condições que os olhos humanos não conseguem enxergar e fornecendo informações para a tomada de decisões mais rápidas e assertivas. No evento "Conexões", estiveram presentes Felipe Veiga, diretor Médico de TI e Imagens Médicas e da área de Inteligência de Dados do Hospital Sírio-Libanês; Edgar Rizzatti, diretor executivo Médico, Técnico e de Negócios B2B do Grupo Fleury; Marcelo Tsuji, diretor-executivo do Hospital Santa Cruz; e Cristiano Blanez, diretor de Inovação da NEC Brasil. O Start vai ao ar a partir de 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eleições: Bolsonaro fortalecido e 3ª via sem direção
O ex-presidente Michel Temer (MDB) foi escalado para mediar um acordo entre o ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB-SP) e a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que desponta como o nome mais "estável" no consórcio político formado entre o PSDB, o MDB e o União Brasil, por uma candidatura única do bloco. Enquanto isso, Bruno Araújo, presidente do PSDB, disse que o acordo entre os partidos está acima das prévias tucanas, vencidas por Doria. As três legendas determinaram o dia 18 de maio como data-limite para o anúncio do palanque único da chamada "terceira via". Enquanto este bloco do centro patina em suas definições, a disputa na prateleira superior está cada vez mais acirrada. Lula segue à frente nas pesquisas, mas o atual presidente, Jair Bolsonaro, vem ganhando espaço e popularidade. Apesar do crescimento, Bolsonaro pode ter de lidar com novos obstáculos à frente, como a instalação de uma CPI para investigar os escândalos no Ministério da Educação, revelados pelo Estadão em série de reportagens. Em São Paulo, o Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Estado decidiu, por unanimidade, acatar o relatório que pede a cassação do mandato do deputado estadual Arthur do Val (União Brasil), como resultado de áudios machistas em que depreciava a condição de refugiadas ucranianas. O parecer agora segue ao plenário. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Adriana Ferraz, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

CPI do MEC: a batalha entre governo e oposição
A série de denúncias feitas pelo Estadão sobre como o Ministério da Educação tem sido usado para atender interesses pessoais de integrantes do governo e aliados pode terminar em uma CPI no Senado. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) tenta recolher as 26 assinaturas necessárias para que a comissão seja aberta, já o governo articula para que CPI não saia do papel em ano eleitoral. Um dos focos da CPI atinge diretamente os religiosos, pois irá investigar a atuação dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, acusados por prefeitos de cobrar propina em troca de facilitar a liberação de verbas do Ministério da Educação. Por isso integrantes da bancada evangélica no Congresso não querem o andamento da comissão. Além da bancada evangélica, o governo também montou uma força-tarefa para tentar minar qualquer tentativa de instalar uma CPI do MEC. O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, convocou integrantes do governo e aliados para convencer os senadores a não aderirem a criação da comissão. O ministro é parte diretamente interessada nesta questão, já que seu nome está envolvido em algumas suspeitas de irregularidades no MEC. No episódio do podcast de hoje, 13, vamos conversar sobre quais são as chances de abertura de nova CPI no Senado com o repórter do Broadcast Político em Brasília, Daniel Weterman. Já sobre os impactos eleitorais da comissão para o presidente, vamos analisar com o cientista político da FGV e colunista do Estadão, Carlos Pereira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A disputa pelo jovem eleitor
O Tribunal Superior Eleitoral iniciou em março a campanha Semana do Jovem Eleitor para incentivar os adolescentes de 16 a 18 anos a tirarem o título de eleitor para votar nas eleições deste ano. O prazo de cadastramento vai até 4 de maio e pode ser feito todo online no site do TSE. Diversos artistas, atores e cantores, como Anitta, pegaram carona na ação do tribunal, mas sob o argumento de tirar Bolsonaro do poder. Segundo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Edson Fachin, a campanha já vem dando resultado. Mais de 400 mil jovens com idade entre 15 e 18 anos emitiram o seu título de eleitor só no mês de março, sendo que o trimestre registrou um recorde de cadastramento para o período. Entretanto, comparado a outros anos, o número continua baixo. Em 2012 houve mais de 4 milhões de pedidos de emissão do título entre os 15 e 18 anos. Em 2020, ano da última eleição, foram 1,36 milhão de solicitações. Com a aproximação do fim do prazo para a emissão de novos títulos eleitorais, influenciadores e políticos bolsonaristas criaram a campanha “Sou Jovem, Sou Bolsonaro”. Foi uma reação a ações pelo alistamento eleitoral e o voto contra o presidente de personalidades e artistas identificados com a esquerda. No episódio desta terça-feira, 12, vamos falar sobre o peso do voto facultativo dos jovens na eleição deste ano, bem como a politização deste público, com o cientista político Márcio Black, coordenador do Programa de Democracia e Cidadania Ativa da Fundação Tide Setubal. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula NiederauerMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Candidatura única é a tábua de salvação da 3ª via?
A cada nova pesquisa fica mais evidente que a eleição será polarizada entre Lula e Bolsonaro, novamente com a chamada terceira via como coadjuvante. Se somarmos a porcentagem de votos dos candidatos que ainda resistem em manter suas disputas ao pleito presidencial, o número não chega nem perto de Jair Bolsonaro, segundo colocado nos levantamentos. Por causa desse fraco desempenho, alguns nomes já desistiram de concorrer nas eleições, como é o caso do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Com a troca de partido, o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) não disse, com precisão, se desiste ou não da sua candidatura. Já João Doria (PSDB-SP) até ensaiou uma desistência, mas no final, resolveu manter a sua candidatura à presidência. No entanto, mesmo com a desistência de Moro, os candidatos da terceira via não conseguiram subir degraus nas pesquisas. Por causa disso, a turma que tenta emplacar uma candidatura forte para bater de frente com Bolsonaro e Lula, começa a discutir a possibilidade de indicar um nome em consenso. MDB, União Brasil, Cidadania e PSDB prometeram anunciar um pré-candidato único à presidência da República no dia 18 de maio. Essa decisão foi tomada após reunião dos dirigentes dos partidos em Brasília. No episódio do podcast desta segunda-feira, 11, vamos falar sobre as eleições e o destino da terceira via com a cientista política e professora da FGV, Graziella Testa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #214: #Start Eldorado: inteligência artificial na saúde - parte 2
Ouça a segunda parte do debate "Inteligência Artificial na Saúde", com a presença de profissionais de ponta na área. Atuando como ferramenta de suporte, a tecnologia de análise de dados com a ajuda de algoritmos e alto poder computacional auxilia o profissional possibilitando um diagnóstico precoce, detectando condições que os olhos humanos não conseguem enxergar e fornecendo informações para a tomada de decisões mais rápidas e assertivas. No evento "Conexões", estiveram presentes Felipe Veiga, diretor Médico de TI e Imagens Médicas e da área de Inteligência de Dados do Hospital Sírio-Libanês; Edgar Rizzatti, diretor executivo Médico, Técnico e de Negócios B2B do Grupo Fleury; Marcelo Tsuji, diretor-executivo do Hospital Santa Cruz; e Cristiano Blanez, diretor de Inovação da NEC Brasil. O Start vai ao ar a partir de 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fora do tom: as declarações Lula e seus impactos
Declarações recentes do ex-presidente Lula geraram forte repercussão entre deputados bolsonaristas e apoiadores do presidente, o que voltou a acender o embate entre os dois pólos da política brasileira. Um das falas de Lula foi em defesa da legalização do aborto e outra sugeriu a manifestantes da CUT que fossem até a casa de deputados cobrarem pautas e votações dos parlamentares. A fala desencadeou uma onda de publicações contrárias à sugestão de Lula nas redes sociais. O deputado Junio Amaral (PL-MG) publicou um vídeo empunhando um revólver e disse, ironicamente, que iria aguardar a “turma” do petista chegar em sua casa. Por causa da ameaça, o PT entrou com uma representação no Conselho de Ética da Câmara contra o parlamentar. A representação do PT afirma que a reação de Amaral foi “desproporcional, autoritária, odiosa, totalmente incompatível com o que se espera de um deputado federal”. Já sobre a declaração da legalização do aborto, a ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves (Republicanos-DF) disse que a “pauta do ex-presidente sempre foi a cultura da morte". Deputados federais evangélicos também ampliaram o coro contra o ex-presidente, como é o caso de Marco Feliciano (PL-SP) que condenou a ação nas redes sociais. No episódio do podcast vamos falar sobre o enfrentamento entre lulistas e bolsonaristas e o impacto das declarações do ex-presidente Lula para as eleições com o cientista político e professor da FGV, Eduardo Grin. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Dólar em baixa terá vida longa?
Depois de um período de alta, o dólar começou a cair, em meio a crise que tomou conta do mundo por causa da guerra na Ucrânia. Nesta semana, a moeda americana chegou na casa dos R$ 4,60, menor patamar em 2 anos. Enquanto o dólar caiu mais de 17% para os brasileiros, ele subiu 12% para os russos, 8% para os argentinos e 3% para os europeus. Com a guerra na Ucrânia, a América Latina passou a receber investimentos estrangeiros em dólar, principalmente nos produtos primários que esses países exportam. E quando o investidor coloca mais dólares na economia brasileira, o volume da moeda aqui cresce, baixando o preço frente ao real. Esse recuo do dólar frente ao real em 2022 também tem sido favorecido pela disparada nos preços das commodities e dos juros que estão em patamares mais elevados no Brasil. Com a taxa selic em 11,75% ao ano, o Brasil possui atualmente a segunda maior taxa de juros reais no mundo, atrás somente da Rússia. Juros mais altos no Brasil tornaram o real mais interessante para investidores que buscam rendimento em ativos mais arriscados. No episódio desta quinta-feira, 07, vamos falar sobre a inflação, taxa de juros e o futuro da moeda brasileira perante o dólar com o economista André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor do FGV-IBRE. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Mais um: o caso dos ônibus superfaturados do governo federal
O Ministério da Educação e o governo se veem envolvidos novamente em um outro escândalo revelado pelo Estadão, mas que dessa vez tem a ver com transporte de alunos. Uma licitação bilionária previa a compra dos ônibus escolares com preços inflados. Segundo documentos obtidos pelo Estadão, o governo aceitou pagar até 480 mil reais por um veículo que, de acordo com o setor técnico, deveria custar no máximo 270 mil. Nesta terça, dia que aconteceria o pregão, o ministro Walton Alencar, do Tribunal de Contas da União, barrou a conclusão da licitação por suspeitas de superfaturamento. A decisão é cautelar, Walton determinou que a licitação só poderá ser concluída quando houver o julgamento do mérito do caso, ou seja, quando houver uma decisão final. Para tentar salvar o leilão, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, responsável pela licitação, recuou e reduziu o preço máximo para compra dos ônibus escolares. O FDNE, de onde vem a verba para a compra dos ônibus, é presidido por Marcelo Ponte, que chegou ao cargo por indicação do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, de quem foi chefe de gabinete. No episódio do podcast vamos conversar com um dos repórteres do Estadão que investiga esse caso, André Shalders. Sobre como esse assunto pode impactar o próprio presidente Jair Bolsonaro e sua campanha à reeleição, vamos conversar com Marco Antônio Carvalho Teixeira, Cientista Político da FGV. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os paralelos entre Orbán e Bolsonaro; e as eleições na França
Este ano, assim como no Brasil, vários países da Europa passam por um processo eleitoral. Neste fim de semana, a Hungria reafirmou seu desejo de um governo ultraconservador e deu ao primeiro-ministro Viktor Orbán o seu quarto mandato consecutivo. Havia a expectativa de que a oposição conseguisse mais cadeiras, o que permitiria mudar a Constituição do país e diversas leis. No entanto, com os resultados, Orbán segue tendo uma maioria larga. Expoentes da direita ultranacionalista na Europa fizeram questão de cumprimentar Viktor Orban pela vitória. É o caso do italiano Matteo Salvini que usou as redes sociais para felicitar o líder hungaro. Marine Le Pen, candidata a presidente na França, também usou suas redes para parabenizar Orbán pela vitória. Ela disputa as eleições no próximo domingo, podendo ampliar o poder nacionalista no continente. A pesquisa de intenção de voto mais recente, do instituto Ifop, aponta um segundo turno entre o atual presidente Emmanuel Macron e Le Pen, que tem trabalhado nos últimos anos para melhorar a imagem do partido dela, que era visto como racista e xenofóbico, e tem evitado defender, como no passado, a saída da França da União Europeia. No episódio do podcast desta terça-feira, 05, vamos falar sobre este cenário político europeu recente com Carolina Pavese, professora de Relações Internacionais da ESPM-SP e doutora pela London School of Economics. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Jefferson Perleberg Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Governismo em alta: a vitória de Bolsonaro após janela partidária
Na última sexta-feira terminou a chamada janela partidária, que é o intervalo de 30 dias que a justiça eleitoral dá, seis meses antes da eleição, para que deputados federais, estaduais e vereadores troquem de partido, sem o risco de perder o mandato. Importantes mudanças ocorreram até os últimos minutos do prazo da janela. O partido que ganhou mais filiações foi o PL do presidente Jair Bolsonaro. A bancada do partido cresceu 71%, de 42 para mais de 70 deputados. A maior parte dos novos filiados do PL vieram do antigo partido de Bolsonaro, o PSL, que se fundiu ao DEM e formou o União Brasil. Após a fusão, a legenda passou a ser a maior em número de deputados na Câmara com 81 parlamentares. Mas, com a janela partidária, o União Brasil perdeu deputados e diminuiu quase pela metade, cerca de 40 baixas. Depois do PL, Republicanos e PP foram os partidos que mais conquistaram deputados. Algumas “contratações” prometem reforçar partidos e mexer no xadrez eleitoral deste ano. É o caso do ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que deixou o União Brasil e se filiou ao PSDB. E o ex-juiz Sergio Moro trocou o Podemos pelo União Brasil e ainda define se terá candidatura presidencial. Todas essas migrações partidárias dão um novo tom à Câmara dos Deputados apenas 6 meses antes das eleições, e podem fortalecer os palanques eleitorais dos principais candidatos à presidência. No episódio do podcast de hoje, 04, vamos falar sobre essa nova composição do Legislativo, e como isso impacta nas eleições de outubro, com o cientista político Bruno Silva, pesquisador do Laboratório de Política e Governo da Unesp Araraquara. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #213: #Start Eldorado: inteligência artificial na saúde - parte 1
Ouça a primeira parte do debate "Inteligência Artificial na Saúde", com a presença de profissionais de ponta na área. Atuando como ferramenta de suporte, a tecnologia de análise de dados com a ajuda de algoritmos e alto poder computacional auxilia o profissional possibilitando um diagnóstico precoce, detectando condições que os olhos humanos não conseguem enxergar e fornecendo informações para a tomada de decisões mais rápidas e assertivas. No evento "Conexões", estiveram presentes Felipe Veiga, diretor Médico de TI e Imagens Médicas e da área de Inteligência de Dados do Hospital Sírio-Libanês; Edgar Rizzatti, diretor executivo Médico, Técnico e de Negócios B2B do Grupo Fleury; Marcelo Tsuji, diretor-executivo do Hospital Santa Cruz; e Cristiano Blanez, diretor de Inovação da NEC Brasil. O Start vai ao ar a partir de 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bluecast: O crescimento do mercado de podcast
Conectar-se à conteúdos de qualidade nunca saiu de moda. Mas as formas para que isso ocorra foram se moldando com o passar do tempo. O formato áudio, por exemplo, tem ganhado cada vez mais força. Segundo o Ibope, o Brasil é o 5º no ranking mundial de crescimento na produção de podcasts. 28 milhões de brasileiros declararam ouvir podcasts. Sobre esse assunto e as perspectivas para o mercado, o apresentador da Rádio Eldorado e do podcast 'Estadão Notícias', Emanuel Bomfim, conversou com o diretor de projetos especiais do Estadão, Luiz Fernando Bovo, e a CEO na NZN, Tayara Simões, na estreia do vodcast, o pdocast ao vivo do Estadão. Acompanhe agora!See omnystudio.com/listener for privacy information.

3ª via ‘on fire’: O vai e vem de Doria e a desistência de Moro
O jogo eleitoral foi movimentado, nesta quinta-feira, pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ao anunciar que permanece na disputa ao Palácio do Planalto. Antes, o tucano havia comunicado a aliados que iria desistir de concorrer ao cargo de presidente da República. Quem deixou a disputa foi o ex-ministro Sérgio Moro, que saiu do Podemos para se filiar ao União Brasil, onde será candidato a deputado federal. Apesar de ter aliados no partido, alguns caciques da legenda, como ACM Neto, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, não querem tê-lo como candidato a presidente. Ainda no campo eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro (PL) exonerou nove ministros dos seus cargos do governo para a disputa eleitoral de 2022. Com isso, o líder do executivo deu posse aos chamados ministros-tampões, que vão comandar as pastas até o final do ano. Um dos exonerados é o ministro da Defesa, general Walter Braga Neto, que deve ser confirmado, nas próximas semanas, como candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Hoje, um programa que faz uma conexão São Paulo-Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ a repórter de Política, Adriana Ferraz, e editora da ‘Coluna do Estadão’, Camila Turtelli. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Carlos Valério.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A pressão do governo para decretar o fim da pandemia
Após dois anos de pandemia, com boa parte da população brasileira imunizada, o Ministério da Saúde pode divulgar, nas próximas semanas, uma portaria que decreta o fim das restrições no país. Bolsonaro tem pressionado o ministro Marcelo Queiroga para tomar essa decisão. O titular da pasta já confirmou que medidas restritivas serão ainda mais relaxadas, mas está reticente em decretar o fim da pandemia. As medidas que serão canceladas fazem parte de uma relação de 200 portarias que estão sendo revistas pela equipe do ministério. Entre elas, a que prevê acabar com a obrigatoriedade de uso de máscaras em ambientes fechados. A entrada e saída do País também serão relaxadas. A suspensão de exigência de testes de Covid para quem desembarca no Brasil por via aérea e marítima seria uma dessas medidas. Se a decisão do governo se confirmar, a covid-19 seria rebaixada para o status de endemia, que é quando uma doença, mesmo tendo uma frequência acima do esperado em determinada região, convive com a população de forma contínua. Ao classificar a covid dessa maneira, o governo indica que tem meios suficientes para controlar a doença e abre brecha para eliminar uma série de medidas restritivas. No episódio do podcast desta quinta-feira, 31, vamos falar sobre essas possíveis mudanças no status de pandemia no País com o médico sanitarista e ex-presidente da Anvisa, Gonzalo Vecina. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Montagem: Carlos ValérioSee omnystudio.com/listener for privacy information.