
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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Tecnologia #235: #Start Eldorado: seguros inteligentes
Inovação e transformações digitais em prol de produtos mais inteligentes e personalizados, atendimento mais suave e clientes mais fidelizados e satisfeitos. As seguradoras investem forte em inteligência de dados, inclusive na atenção a sinistros, para entender o perfil do público e dos serviços mais demandados e também no ponto de empoderamento digital dos corretores. O Start Eldorado recebe Adilson Lavrador, diretor-executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales. No rádio, o programa vai ao ar às 21h, toda quarta-feira, na Eldorado FM 107,3 - SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O céu e o inferno na campanha de Bolsonaro
Jair Bolsonaro (PL) teve motivos para sorrir, nesta quinta-feira, com a notícia de que o PIB brasileiro cresceu 1,2% no segundo trimestre do ano, acima dos 0,9% que eram previstos pelos especialistas. O crescimento aconteceu em praticamente todos os segmentos, com destaque para a indústria e o setor de serviços. Mas, nem tudo são flores. O atual presidente teve que lidar com uma apuração do portal UOL, que revelou que ele e sua família adquiriram, em três décadas, 51 imóveis com dinheiro vivo. Apesar de não ser ilegal, os órgãos de controle dizem que essa forma de pagamento torna difícil ou até impossível rastrear se a origem é lícita. E o debate na Band TV continua rendendo louros para Simone Tebet (MDB). Com um bom desempenho, a senadora foi a que mais conquistou seguidores nas redes sociais após o encontro. No entanto, precisa lidar com alguns esqueletos. Crítica do orçamento secreto, Tebet precisou lidar com a informação de que a sua vice, Mara Gabrilli (PSDB), recebeu 19 milhões através do dispositivo. Quem também teve que lidar com um momento de “sincericídio”, nesta semana, foi Ciro Gomes (PDT). Em um evento com empresários, no Rio de Janeiro, o pedetista disse que aquele era "comício para gente preparada" e disse que seria um "serviço pesado" falar sobre os mesmos temas na favela. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Como se destacar no mercado de trabalho
Todo mundo já teve um momento na carreira profissional em que foi necessário atualizar seu currículo. Talvez esse seja até um momento tenso, afinal como potencializar o seu perfil profissional e se tornar mais atraente para as empresas? Esse é o assunto do podcast que hoje. A jornalista, Bárbara Guerra, conversou com a CEO do Infojobs, Ana Paula Prado, sobre dicas e orientações práticas para quem está à procura de uma oportunidade. Ouça agora!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tema da corrupção vai ‘virar voto’ nas eleições?
Mensalão, Petrolão, Rachadinhas, Pastores do MEC, pagamento de imóveis com dinheiro vivo e orçamento secreto. Esses escândalos, diretamente ligados à corrupção, devem ficar cada vez mais frequentes nas campanhas eleitorais. Uma amostra disso foi o debate realizado no último domingo, 28, em um pool da Rede Bandeirantes, TV Cultura, portal UOL e o jornal Folha de S. Paulo. Jair Bolsonaro (PL) já adotou essa estratégia, ao relembrar os crimes cometidos contra o dinheiro público nas gestões petistas. O objetivo é um só: tentar minar a superioridade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas. A ideia é instaurar o clima do antipetismo que foi o ingrediente principal para a eleição do atual presidente em 2018. Fato é que os dois mais bem posicionados nas pesquisas eleitorais tem teto de vidro, e isso é constantemente relembrado pelos outros candidatos. Nesta semana, uma reportagem do UOL mostrou que quase metade do patrimônio em imóveis do presidente Bolsonaro e de seus familiares mais próximos foi construída nas últimas três décadas com uso de dinheiro em espécie. Até o momento Lula tem sido bastante cobrado pela corrupção ocorrida em gestões petistas. Já Bolsonaro, quase não tem sido interpelado em sabatinas sobre o mau uso do dinheiro público. Afinal, quem tem mais a perder com o assunto corrupção? Como as campanhas devem explorar o tema, sem que ele se volte contra o seu candidato? Episódio de hoje do Estadão Notícias, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político, Antônio Lavareda. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fim do rol taxativo da ANS: quem ganha, quem perde
O Senado aprovou na última segunda-feira, 29, o projeto de lei que obriga planos de saúde a cobrir tratamentos que estão fora da lista obrigatória de procedimentos estabelecida pela Agência Nacional de Saúde (ANS), o chamado rol taxativo. Agora, com a decisão do Senado, entra em cena o rol exemplificativo, que é mais amplo e permite a entrada de novos tratamentos. O Congresso Nacional se debruçou sobre o tema após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir, em junho deste ano, restringir os procedimentos oferecidos pelas operadoras de planos de saúde no País. A ANS se posicionou favorável, assim como o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. A avaliação do STJ causou reação contrária entre entidades de defesa de pacientes e grupos de pais de crianças com deficiência. Celebridades e influenciadores digitais como Luísa Sonza e Pabllo Vittar aderiram a campanha contra a mudança na lista de procedimentos obrigatórios. A mobilização ainda foi encabeçada pelo apresentador Marcos Mion, que é pai de um jovem autista. As operadoras de planos de saúde já reagiram à última decisão, segundo representantes da categoria, o projeto abre o acesso a terapias sem comprovação de segurança, ainda argumentam que a mudança pode levar a um aumento no valor das mensalidades e migração de beneficiários para o Sistema Único de Saúde (SUS). Episódio de hoje do Estadão Notícias debate o assunto numa conversa com o professor da FGV Direito Rio, Gustavo Kloh. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Protagonismo feminino pode mudar a eleição?
O primeiro debate entre presidenciáveis foi realizado no último domingo, 28, em um pool da Rede Bandeirantes, TV Cultura, portal UOL e o jornal Folha de S. Paulo. Além dos embates entre o atual presidente Jair Bolsonaro, PL, e do ex-presidente Lula, PT, uma resposta de Bolsonaro à jornalista Vera Magalhães repercutiu pelo teor misógino. Na ocasião, apenas as candidatas mulheres foram solidárias à jornalista após a agressão. As duas candidatas à presidência não fugiram dos enfrentamentos, Tebet bateu na tecla da má gestão do atual governo e lembrou das corrupções das administrações petistas. Soraya, se posicionou em relação à misoginia e disse que defende as mulheres em todas as situações de adversidades. Outra questão abordada no debate foi sobre a formação de um Ministério com paridade em relação aos homens. Lula não quis assumir um compromisso em ter 50% de mulheres à frente das pastas, caso seja eleito. Já Tebet assumiu o compromisso. Na França este assunto já é debatido, no atual governo de Emmanuel Macron, 13 mulheres ocupam os cargos mais altos do governo, ante 14 homens. A paridade entre homens e mulheres no primeiro escalão do governo seria fundamental para a melhoria da nossa democracia? Como um presidente pode ser indutor de políticas para mulher? E de que maneira o debate mexe com as estratégias das campanhas a partir de agora? Episódio de hoje do Estadão Notícias debate o assunto com Ana Claudia Farranha, Professora Associada de Direito da Universidade de Brasília, Doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP, e pesquisadora visitante da Universidade de Oklahoma. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O apelo da agenda ambiental nessas eleições
A busca por fontes de energia mais limpa, o combate ao desmatamento, a redução da emissão de gases de efeito estufa e a fiscalização de crimes ambientais. Essas pautas são importantes para o País, mas o que será que os candidatos à Presidência da República realmente estão planejando em seus planos de governo? A agenda ambiental vai ganhar o protagonismo que merece? A retórica pode até iludir, especialmente em período de campanha, mas o retrato do governo Bolsonaro na área ambiental é o pior possível. Os recordes de desmatamento na Amazônia e no Cerrado, o afrouxamento na fiscalização, o desmonte de órgãos que atuam na área são alguns pontos que tendem a fragilizar o discurso do presidente. Ainda assim, seu plano de governo traz algumas linhas sobre política ambiental e promete conciliar a preservação com o desenvolvimento econômico.Já o candidato mais bem colocado nas pesquisas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dá ênfase a “defender a Amazônia da política de devastação posta em prática pelo atual governo”. O candidato do PDT, Ciro Gomes, aposta na transformação da Petrobras em uma empresa de desenvolvimento de energia limpa entre suas metas. A candidata Simonet Tebet (MDB) diz que em seu governo o Brasil lideraria a geopolítica mundial com base na sustentabilidade e na economia verde. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 29, vamos falar sobre as prioridades ambientais do País e os temas que devem ser levados em conta pelos candidatos numa conversa com a jornalista de meio-ambiente e ciência, autora do podcast Tempo Quente (Rádio Novelo), Giovana Girardi. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #234: #Start Eldorado: Agro open, inteligente e conectado
As inovações no campo com a hiperconectividade sustentando a transformação digital neste setor que representa mais de 25% do PIB brasileiro. Grandes empresas investem na importância de se trabalhar com parcerias - incorporando soluções digitais das agtechs para fomentar esse movimento em direção ao Agro 4.0 e o aumento da produção. O Start Eldorado desta semana fala sobre isso e sobre as expectativas da chegada da conectividade 5G ao campo com o especialista em agricultura digital e gerente de Inovação Digital da BASF, Eduardo Menezes Barbosa. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A campanha na TV e o rescaldo da operação contra empresários
O horário eleitoral gratuito das eleições vai iniciar nesta sexta-feira, 26, no rádio e na televisão. Ele tem duração até o dia 29 de setembro. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem o maior tempo diário dentre todos os candidatos, por ter a maior coligação. Serão 3 minutos e 39 segundos de fala, com 287 inserções. Apesar da ampliação do alcance das redes sociais, a TV e o rádio ainda são considerados por especialistas, políticos e marqueteiros de todas as campanhas os instrumentos mais poderosos do processo eleitoral, e por isso estão no centro das estratégias. E talvez essa seja a única forma de saber como o candidato pensa. O primeiro debate entre os presidenciáveis, que deve acontecer neste domingo (28), pode não ter a presença dos dois mais bem colocados nas pesquisas eleitorais. Lula já confirmou sua presença. Jair Bolsonaro sinalizou que pode ir. O atual presidente e o petista também não confirmaram, ainda, a presença no debate do SBT/Estadão no dia 24 de setembro, e nem nas sabatinas realizadas pelo jornal a partir de 16 de setembro. Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) já informaram que vão comparecer em todos os eventos. Ainda nesta semana, uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, colocou mais combustível na “quentura”das eleições. O magistrado determinou que a Polícia Federal cumprisse mandados de busca e apreensão em endereços de oito empresários bolsonaristas que compartilharam mensagens golpistas em um grupo de mensagens virtuais. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': Sustentabilidade na pecuária, agricultura e produção de ovos
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o presidente do Grupo Mantiqueira, Leandro Pinto. O empresário fala sobre a trajetória de 35 anos da sua empresa, maior produtora de ovos da América Latina, e da urgência de práticas sustentáveis para os negócios e o planeta.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uso maior de plebiscitos qualificaria nossa democracia?
A maioria das mudanças em nosso País é decidida via Congresso Nacional, por meio de leis e emendas propostas e votadas pelos deputados e senadores. Entretanto, existem dois mecanismos de consulta popular para saber a opinião do povo sobre algum assunto: o referendo e o plebiscito. No caso de um referendo, o Congresso Nacional apresenta à população um projeto pronto, e cabe aos eleitores acatar ou rejeitar a proposta. Em 2005, por exemplo, a população teve que decidir sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munição em todo o território nacional, a maioria votou não. O plebiscito é uma forma de consulta popular em que os cidadãos são provocados antes de uma lei ser constituída. Em 1993, a jovem democracia brasileira teve que passar por essa escolha sobre a forma de governo do País. O Brasil escolheu a república presidencialista, que é o nosso atual sistema de governo. Essa questão da consulta popular foi trazida pelo candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, em entrevista ao Jornal Nacional. O ex-ministro defendeu a adoção de um “plebiscito programático” para solucionar os problemas políticos de difícil definição. Afinal, a maior participação popular nas decisões qualificaria nossa democracia? Ou há o risco de enfraquecer o Congresso Nacional? No episódio desta quinta-feira, 25, vamos analisar essa questão numa conversa com Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tite: “Seleção brasileira é um patrimônio cultural, não partidário”
Neste ano, o brasileiro se prepara para um evento importante, daqueles que mexem com o sentimento e a paixão do povo. Calma! Não estamos falando das eleições presidenciais, e sim, da Copa do Mundo, que este ano ocorre no mês de novembro, no Qatar. A expectativa é enorme para que o País conquiste a sexta estrela e volte a dominar o futebol de seleções no mundo. Esta será também a última oportunidade do técnico Tite conquistar a tão sonhada taça. “Hoje, temos 80% a 85% da lista para a Copa do Mundo definida”, destaca Tite, que deixa o comando do Brasil depois da Copa. E a trajetória que trouxe Tite até aqui não foi das mais fáceis. Eliminado nas quartas de final na Copa do Mundo da Rússia, em 2018, a pressão sobre o gaúcho aumentou para a conquista do hexa, que sem medo de cravar diz: “A seleção brasileira é Neymardependente”. O Estadão Notícias, hoje, traz uma entrevista exclusiva com o técnico da Seleção Brasileira, Tite. No bate papo, ele falou sobre as expectativas para o mundial, e também analisou o momento político do País. “Minha resposta continua a mesma: não vou à Brasília se ganhar a Copa do Mundo”, conclui. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Cara de 2º turno? O potencial de votos de Lula e Bolsonaro
O conjunto recente de pesquisas eleitorais mostra um cenário estabilizado na disputa presidencial, com um leve crescimento do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas intenções de voto. O ex-presidente Lula (PT), porém, não tem perdido pontos e mantido um patamar que lhe possibilita sonhar com uma vitória ainda no primeiro turno. O estreitamento se dá no campo fora da polarização, que já arregimentou cerca de 30% das preferências e, hoje, mal chega a 10%. Isso é sinal de que o primeiro turno terá, de fato, cara de segundo?A última pesquisa realizada por telefone BTG Pactual/Instituto FSB pesquisas, mostra Lula na liderança com 45%, na pesquisa estimulada. O percentual do petista é o mesmo registrado pelo instituto na sondagem da semana passada. Em segundo lugar, oscilando positivamente dois pontos, está o presidente Jair Bolsonaro, com 36%. A pesquisa também mostrou o efeito do Auxílio Brasil “turbinado”. Bolsonaro tem 31% das intenções de voto entre os beneficiários do Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família. No levantamento anterior, ele tinha 24% neste grupo. Lula segue à frente nas intenções de voto desse segmento, com 52%. Mas já chegou a ter 73%. O espaço para grandes mudanças está cada vez menor nesta campanha presidencial? Teremos, de fato, um segundo turno já no primeiro? Que papel podem cumprir candidatos como Ciro Gomes e Simone Tebet? No episódio do podcast desta terça-feira, 23, vamos falar sobre o que deve acontecer nas próximas semanas com o início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, para isso convidamos Tathiana Chicarino, Cientista Política e professora da Fundação Escola de Sociologia e Política de SP. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A pauta identitária nas eleições e o aumento de candidatos pretos
Segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral, a eleição deste ano deverá ser a mais representativa da democracia. Este será o pleito em que há mais negros se candidatando do que brancos, 49,6% do total de concorrentes se autodeclararam pretos ou pardos e 48,8%, brancos. Das 27.667 candidaturas registradas, 13.732 são de pessoas negras, 558 a mais que há quatro anos atrás. Os números estão longe de serem os ideais, já que 56,2% dos brasileiros se declararam como pretos ou pardos, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2019. Mas o que será que pode estar provocando essa mudança de perfil? O ponto chave foi a decisão do TSE, no final do ano passado, que estabeleceu novas regras de distribuição dos recursos do fundo eleitoral. Agora, as legendas precisam distribuir o dinheiro do fundo para financiamento de campanha e o tempo de TV para propaganda de forma proporcional para candidatos negros e brancos. Se uma legenda tem 50% dos postulantes que se identificam dessa forma, por exemplo, metade dos recursos deve ser direcionada a essas candidaturas. Além disso, a partir deste ano os votos dados a candidatas mulheres ou a candidatos negros para a Câmara dos Deputados serão contados em dobro na definição dos valores do fundo partidário e do fundo eleitoral distribuídos aos partidos políticos. A medida será válida até 2030. Só que na prática nem tudo vem ocorrendo da forma como devia. O Estadão apurou que um grupo de 33 deputados candidatos à reeleição mudou de cor ao disputar a eleição deste ano. Em 2018, eles se declararam brancos e, em 2022, se apresentaram à Justiça Eleitoral como pardos. De que maneira a pauta identitária se coloca nessas eleições? O aumento de candidatos pretos e pardos significa, necessariamente, uma transformação de um ambiente político majoritariamente branco e masculino? Sobre estes temas vamos conversar com a professora da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo Baiano), pesquisadora dos temas das desigualdades de gênero, raça, classe e feminismo negro, Angela Figueiredo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #233: #Start Eldorado: tecnologia na área jurídica
Nesta edição, o Start Eldorado destaca a tecnologia e seus impactos no setor jurídico, com a aplicação de análise de dados e inteligência artificial e seus ganhos na área de "Legal". A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O destempero de Bolsonaro e a exploração da fé nas campanhas
As campanhas eleitorais deram o pontapé inicial e foram para as ruas divulgar seus candidatos, nesta semana. Os dois principais nomes desta disputa focaram em núcleos diferentes para conquistar votos para as eleições de outubro. O ex-presidente Lula (PT) tenta diminuir a vantagem de Bolsonaro no segmento evangélico. Hoje, de acordo com a pesquisa Genial/Quaest, 52% deste eleitorado declara voto no atual presidente, enquanto 28% estão com o petista. Jair Bolsonaro (PL) tenta reverter uma desvantagem que tem na região Sudeste, onde em 2018 ele ganhou de Fernando Haddad (PT). Segundo a mesma pesquisa, Lula vence Bolsonaro em São Paulo (43% x 31%), em Minas Gerais (42% x 29%), e no Rio de Janeiro (41% x 37%). Por falar em Bolsonaro, o presidente teve um entrevero com um youtuber, nesta quinta-feira, na saída do Palácio da Alvorada. Ao ser chamado de “tchutchuca do Centrão”, Bolsonaro tentou tomar o celular do rapaz, que foi contido pela segurança da presidência. O fato terminou em uma conversa pacífica entre os dois. Também nesta semana, Bolsonaro participou da posse do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, e teve que ouvir calado as palavras de defesa do magistrado ao sistema eleitoral brasileiro. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Combate às fake news: o que mudou de 2018 para cá?
O ministro Alexandre de Moraes é o novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Durante seu discurso de posse, o magistrado destacou o papel da Justiça Eleitoral na garantia do exercício da democracia no Brasil e a importância do combate à desinformação para assegurar a liberdade dos eleitores diante das urnas. Desde 2018, medidas mais duras foram adotadas e conteúdos passaram a ser removidos e usuários bloqueados nas redes para minimizar o impacto das fake news. Para as eleições deste ano, o tribunal também assinou um acordo com as redes sociais para incentivar medidas de checagem e retirada de conteúdo falso. E o próprio presidente da corte, ministro Alexandre de Moraes, já afirmou que registros de candidaturas poderão ser cassados no caso de algum candidato promover fake news. As redes sociais também passaram a criar regras para combater as notícias falsas. O YouTube, por exemplo, passou a proibir em sua plataforma vídeos que alegam fraudes na eleição de 2014 e 2018. O Facebook informou que irá banir posts políticos pagos que contestam a legitimidade da eleição. Já o Twitter exige que os candidatos tenham um perfil próprio da candidatura e, com isso, pretende ampliar a possibilidade de denúncia de desinformação por parte dos usuários. Nos aplicativos de mensagens, o Whatsapp vem dificultando o disparo de mensagens em massa, com o alerta de "conteúdo encaminhado com frequência". O Telegram passou a contar com parceria de agências de checagens e a marcar alguns conteúdos desinformativos. No episódio desta quinta-feira, 18, vamos debater a importância dessas ações para o combate da desinformação com Caio Machado, Diretor executivo e cofundador do instituto VERO. E para saber das novidades da ferramenta de checagem do Estadão conversamos com o editor do Estadão Verifica, Daniel Bramatti. Para conferir mais sobre a ferramenta de checagem do Estadão acesse: - Estadão Verifica - Telegram - E-mail: [email protected] Recebeu algum conteúdo suspeito pelo WhatsApp? Por favor, encaminhe para nosso número, (11) 97683-7490. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Por que alimentos continuam caros mesmo com deflação?
Enquanto o governo comemora a queda da inflação no País, a população ainda se depara com altos preços dos alimentos no mercado. O litro do leite, por exemplo, está 14% mais caro que o litro da gasolina, que vem caindo devido a queda no preço do barril do petróleo e a redução de impostos. Em alguns estados, o preço do leite chega a mais de 6 reais, e tem feito com que famílias parem de consumir o produto. O leite é só um dos exemplos. Dentre os 13 itens da cesta básica, 12 tiveram alta na janela de 12 meses do indicador de preços medido pelo IBGE. A batata subiu mais de 66%, o café 58%, o feijão 28% e a farinha quase 20%. Mas o que explica a deflação de 0,68% em julho, e mesmo assim o preço dos alimentos continuarem subindo? Primeiro, precisamos lembrar que houve sucessivos aumentos da inflação antes dessa queda. Por isso, o acumulado do ano ainda está em 10%. Segundo, a deflação em julho é explicada principalmente pelo recuo dos preços dos combustíveis e energia. No entanto, além dos alimentos, outros grupos também tiveram alta no índice de preços, como é o caso dos vestuários e da saúde e cuidados pessoais. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, a deflação deve continuar em agosto. Nesta semana, a Petrobras anunciou mais uma queda de 4,8% no preço da gasolina em suas distribuidoras. Uma redução de 18 centavos para o consumidor. Essa nova redução aconteceu porque os preços do petróleo chegaram a cair mais de US$ 5 por barril, devido a temores de queda da demanda, já que dados econômicos decepcionantes da China renovaram as preocupações com uma recessão global. No episódio desta quarta-feira, 17, vamos falar mais sobre a deflação e as razões para os preços exorbitantes dos alimentos, junto da editora do broadcast/Estadão, Sílvia Araújo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Como criar mais de 1 milhão de empreendimentos digitais
Nesta conversa com Pedro Doria e Fabio Costa, country manager da Salesforce no Brasil, Agenor Leão, vice-presidente de Negócios da Natura, conta como percebeu que estava promovendo aquele que é, possivelmente, o maior case de transformação digital do Brasil. Ele é e sua força de vendas é composta por 1 milhão de vendedoras que migraram da revista de papel para um aplicativo. No processo, o executivo descobriu que elas já eram influencers bem antes de as pessoas conhecerem a palavra no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Agora pode pedir voto: o início da campanha eleitoral
Começa hoje, oficialmente, a campanha eleitoral de 2022, incluindo divulgação na internet, caminhadas, carreatas ou passeatas. O período da propaganda termina em 1º de outubro, véspera do primeiro turno das eleições. Porém nem tudo é liberado durante a campanha, a legislação eleitoral proíbe, desde 2006, a distribuição de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao candidato. Também não poderá haver propaganda que divulgue ou compartilhe fatos sabidamente inverídicos que atinjam a integridade do processo eleitoral: as chamadas fake news. E estão proibidos o oferecimento de dinheiro, dádiva, rifa, sorteio ou vantagem de qualquer natureza em troca do voto. É vedada ainda propaganda eleitoral em outdoors, inclusive eletrônicos, para divulgar um candidato. As campanhas dos candidatos já traçaram também os primeiros passos que serão dados pelos presidenciáveis. E é claro, que esses rumos podem mudar ao longo desse período. O primeiro colocado nas pesquisas, Lula terá como foco a economia e como ela tem atingido os mais pobres. Com o crescimento de Bolsonaro na região sudeste, a campanha do ex-presidente deve se concentrar nessa região, que possui 42% do eleitorado de todo País. Ciro Gomes, terceiro colocado nas pesquisas, deve manter o seus ataques a Lula e Bolsonaro. A quarta colocada nas pesquisas, Simone Tebet, deve reforçar a identidade de “terceira via” e se colocar como a melhor opção para acabar com a polarização do País. No episódio do podcast desta terça-feira, 16, vamos falar sobre as estratégias políticas que devem ser utilizadas pelos candidatos este ano, com a ajuda do cientista político e consultor da Fundação Espaço Democrático, Rubens Figueiredo, especialista em marketing político. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Inimigo do bolsonarismo? Alexandre de Moraes assume o TSE
Nesta terça-feira, 16, Alexandre de Moraes assume, oficialmente, a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O magistrado é considerado o mais combativo entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) quando o assunto é a defesa do processo eleitoral brasileiro. E deve enfrentar diversos desafios durante sua gestão, que vão de militares até rusgas com o presidente Jair Bolsonaro. Um dos principais focos de Moraes será amenizar a crise entre o tribunal e as Forças Armadas. O mal-estar tem se intensificado desde maio, após o TSE rejeitar sugestões dos militares para alterar o processo eleitoral deste ano. No episódio mais recente, um coronel foi excluído do grupo de fiscalização do processo eleitoral por divulgar fake news sobre as urnas eletrônicas. O ministro Alexandre de Moraes dá sinais de que pretende apaziguar os ânimos, e pode aceitar algumas sugestões dos militares. A primeira delas será a publicação inédita de arquivos de dados dos boletins de urna, com os votos registrados e apurados em cada máquina. Porém, Alexandre de Moraes também promete combater com firmeza as fake news, inclusive, com cassação de candidatura. Em decisões que tomou quando assumiu interinamente a presidência do TSE, entre 2 e 17 de julho, foi rígido em relação a casos desse tipo. No episódio desta segunda-feira, 15, vamos falar com o repórter do Estadão em Brasília, Weslley Galzo, sobre o que esperar de Alexandre de Moraes à frente do TSE e como deve ser a posse do ministro. E para analisar como deve ser este período eleitoral, com a presidência de Moraes na corte, convidamos o cientista político Creomar de Souza, CEO da Consultoria de Risco Político Dharma Politics. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Educação na Floresta #02: Aulas no rio Negro e o verdadeiro ensino para a sustentabilidade
O podcast especial 'Educação na Floresta' mostra como a escola é peça fundamental na preservação da Amazônia. No segundo e último episódio, a repórter especial e colunista de educação do Estadão Renata Cafardo participa de aulas com crianças indígenas dentro do rio Negro. Conhece uma escola modelo na periferia pobre de Manaus, que acolhe imigrantes e tem um projeto inovador. E ainda conta a história da família Garrido, cuja vida do pai, ex-madeireiro, se transformou depois que o filho estudou empreendedorismo. Reportagem, roteiro e apresentação: Renata CafardoProdução: Jefferson Perleberg, Leonardo CattoMixagem: Moacir BiazziSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #232: #Start Eldorado: datacenters e a 'nova computação'
No Start Eldorado, a importância da estrutura de datacenters no futuro "edge" da computação - na era das redes de alta velocidade, trazer e processar os dados mais perto dos usuários traz benefícios em velocidade e latência das aplicações. Saiba mais, também, sobre a proteção dessas estruturas, sobre a questão do consumo de energia e fique por dentro dos planos de expansão e projetos da Elea, uma das maiores empresas brasileiras do setor, que opera cinco datacenters hoje, próximos de grandes capitais. Quem conversa com o apresentador Daniel Gonzales é Alessandro Lombardi, CEO da Piemonte Holding e presidente da Elea Digital, ecossistema da data centers do grupo. O Start vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais online, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Educação na Floresta #01: O ensino pode salvar a Amazônia?
O podcast especial 'Educação na Floresta' mostra como a escola é peça fundamental na preservação da Amazônia. No primeiro episódio, a repórter especial e colunista de educação do Estadão Renata Cafardo viajou para o Pará e Amazonas para conhecer os desafios de um ensino de qualidade na região. Percorreu estradas esburacadas e horas de barco para chegar a famílias quilombolas e mostrar os efeitos da pandemia na educação da Amazônia profunda. Conversou com adolescentes que vivem em Belém e não sabem dizer onde está a maior floresta tropical do mundo. E conversou com professores e especialistas sobre a importância de uma educação significativa na Amazônia, que considera o território, a cultura e os saberes da população local. Reportagem, roteiro e apresentação: Renata CafardoProdução: Jefferson Perleberg e Leonardo CattoMixagem: Moacir BiazziSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Michelle como ‘trunfo religioso’ na campanha de Bolsonaro
Uma postagem da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, no Instagram, reacendeu a discussão sobre intolerância religiosa e seu uso nas eleições. A esposa do presidente compartilhou um vídeo em que Lula aparece com lideranças de religiões de matriz africana dizendo que o petista “entregou sua alma para vencer essa eleição”. As religiões de matriz africana, como umbanda e o candomblé, são as que mais sofreram preconceito por intolerância religiosa em 2022. Só neste ano, o País teve cerca de 550 denúncias contra esse tipo de crime, que passível de multa e prisão A primeira-dama tem recorrido com frequência a discursos religiosos durante esses eventos, como aconteceu na convenção do PL. Não é a primeira vez que Michelle Bolsonaro faz uso político da religião. Durante culto da Igreja Batista Lagoinha, em Minas Gerais, a primeira-dama disse que o Palácio do Planalto era “consagrado aos demônios”. Os homens evangélicos, dão larga vantagem a Bolsonaro na preferência eleitoral: 48% contra 28% de Lula, segundo a última pesquisa Datafolha. No entanto, as mulheres evangélicas se mostram mais indecisas: 29% dizem apoiar o atual presidente, enquanto 25% estão com o petista. Entre os católicos, Lula tem uma boa vantagem sobre Bolsonaro, cerca de 52% indicaram seu voto no petista. A campanha de Jair Bolsonaro vai investir pesado para contar com o apoio do eleitorado cristão. Nos últimos meses, Bolsonaro tem ido a eventos evangélicos com frequência quase semanal. Em 2018, os quase 70% dos votos evangélicos que recebeu no segundo turno, foram apontados como decisivos para sua vitória. No episódio desta quinta-feira, 11, vamos debater estes dados e o papel de Michelle Bolsonaro na campanha de reeleição do presidente com o colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Felipe Moura Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os atos pela democracia e seus impactos eleitorais
Nesta quinta-feira, 11 de agosto, estão programados uma série de atos para a divulgação e leitura daquela que ficou conhecida como “Carta Pela Democracia”. O documento produzido por um grupo de ex-alunos da Faculdade de Direito da USP, em defesa da democracia, já conta com mais de 800 mil assinaturas, inclusive de presidenciáveis. O texto é crítico às acusações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro de fraude nas urnas eletrônicas. Um trecho menciona “ataques infundados e desacompanhados de provas que questionam a lisura do processo eleitoral”. O documento afirma também que “ameaças aos Poderes, incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional são intoleráveis”. Atos também estão previstos para ocorrer em outras capitais, como Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza e Recife. Outro manifesto a favor da democracia é articulado por entidades empresariais, como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Este segundo documento deverá ser publicado também no dia 11 de agosto. Para tentar contrapor o movimento, Jair Bolsonaro tem convocado seus apoiadores a saírem às ruas no dia 7 de setembro, quando celebramos os 200 anos da Independência do Brasil. Segundo o presidente, esta seria uma demonstração de que os brasileiros querem a sua liberdade respeitada. No episódio desta quarta-feira, 10, vamos debater o impacto político-eleitoral das cartas pela democracia e as possíveis reações nas manifestações do 7 de setembro. Para isso, convidamos o cientista político e diretor-executivo do Instituto FHC, Sergio Fausto, autor do livro “Difícil Democracia”. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': Os desafios do mercado consumidor de alta renda
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o presidente do conselho de administração da JHSF, José Auriemo Neto. Ele conta como a empresa conquistou o segmento de altíssima renda com incorporadora, restaurantes e até um aeroporto executivo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula x Bolsonaro: quem se deu melhor na formação de alianças?
Após o fim das convenções partidárias, foram definidos os desenhos das coligações que os candidatos à presidência terão em suas campanhas. Agora, as legendas terão até 15 de agosto para prosseguir com o registro das candidaturas aprovadas nas reuniões dos diretórios nacionais partidários. O ex-presidente Lula, candidato pelo PT, foi o que conseguiu reunir o maior número de partidos em torno do seu nome. Ao todo, serão 10 legendas (PT, PSB, Solidariedade, PSOL, Rede, Avante, Agir, PROS, PCdoB e PV). Lula terá o maior tempo de propaganda eleitoral no rádio e na TV estimado em 3 minutos e 20 segundos. Já o atual presidente, Jair Bolsonaro, que tenta a reeleição, conseguiu o apoio de somente 3 partidos, PL, Progressistas e Republicanos. O apoio dessas legendas dará ao presidente 2 minutos e 40 segundos na propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na TV, além de 6 inserções diárias. Na terceira via, a senadora Simone Tebet, do MDB, também conseguiu o apoio de 3 partidos: MDB, PSDB e Cidadania. Ciro Gomes, do PDT, e que hoje está em terceiro lugar nas pesquisas, tem apenas o apoio do seu partido. Por causa disso, entre os principais candidatos à presidência, é o que terá o menor tempo de rádio e TV: 50 segundos. A propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio para primeiro turno começa no dia 26 de agosto de 2022, uma sexta-feira. As inserções seguem até o dia 29 de setembro de 2022. Afinal, qual é o peso dessas coligações para conquistar votos nas eleições? O eleitor leva em consideração essas alianças? No episódio desta terça-feira, 09, vamos falar sobre o assunto com o cientista político, coordenador do blog e podcast Legis-Ativo, Humberto Dantas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Mundo em perigo? A escalada de tensão entre EUA e China
Na última semana, exercícios militares chineses no Estreito de Taiwan preocuparam autoridades mundiais com a possibilidade de mais um conflito armado entre países. Os projéteis caíram a menos de 40 quilômetros da costa sul e leste da ilha, segundo o ministério da Defesa da região. Esta foi a ação mais agressiva da China em décadas. Com munição real, o governo chinês quis dar um recado para a pequena ilha de Taiwan, mas também para os Estados Unidos. Na semana passada, Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, visitou Taiwan, o que soou como provocação à China. Em meio a já deteriorada relação EUA e China, a ação enfureceu líderes chineses, que alegaram violação dos seus direitos territoriais. Em resposta, as autoridades do país anunciaram exercícios militares em seis áreas ao redor de Taiwan, considerado pelo país o equivalente a um “bloqueio marítimo e aéreo”. A visita de Pelosi também não agradou o próprio presidente americano, Joe Biden, que disse que os militares americanos não recomendavam a ida da parlamentar à ilha. Analistas americanos deixam claro que as capacidades militares da China cresceram a ponto de deixar de ser garantida uma vitória dos EUA em defesa de Taiwan, já que a China agora tem a maior marinha do mundo. No episódio do podcast desta segunda-feira, vamos falar sobre o contexto histórico deste conflito geopolítico entre China e Taiwan com ajuda do professor convidado de relações internacionais da Universidade da China, Marcus Vinícius de Freitas. Também vamos debater sobre o poderio militar dos chineses, com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, especialista em defesa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #231: #Start Eldorado: biometria e identificação digital
O Start Eldorado fala de tecnologia na identificação contando mais da experiência do primeiro estado brasileiro a emitir o novo RG Digital, o Rio Grande do Sul. Recebemos André Assis, CIO e chefe da Divisão de Tecnologia da Informação do Instituto Geral de Perícias (IGP/RS). Ele fala sobre os ótimos resultados no uso de dados biométricos para solução de crimes e planejamento de políticas públicas, por meio de algoritmos de cruzamento de informações, e a criação de redes de inteligência no RS, para troca de informações entre secretarias e outras esferas de governo e o uso futuro de inteligência artificial a favor do cidadão. O Start começa às 21h, com apresentação de Daniel Gonzales, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A reação de Bolsonaro nas pesquisas e o vexame dos militares
O Ministério da Defesa passou por um momento, no mínimo, delicado, nesta semana, ao enviar um ofício “urgentíssimo” ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ter acesso ao código-fonte das urnas eletrônicas, como parte da fiscalização do sistema. No entanto, a pasta não contava que esse acesso já havia sido liberado em outubro do ano passado. Ou seja, desde essa data, as Forças Armadas não enviaram especialistas para fazer esse trabalho. Passado o vexame, os militares começaram a inspecionar o sistema das urnas, nesta quarta-feira. Enquanto isso, Jair Bolsonaro (PL) continua atacando a “Carta em Defesa da Democracia”, que já tem mais de 700 mil signatários entre empresários, políticos, juristas e membros da sociedade civil. Em entrevista à Rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul, o presidente chamou o documento de “cara de pau” e “sem caráter”. Mas nem só de ataques vive o presidente, que teve uma boa notícia trazida pela pesquisa Genial/Quaest, que mostrou a diferença de Lula diminuir de 14 para 12 pontos. Além disso, caiu a porcentagem de quem avalia negativamente o seu governo. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A crise que nasce do racha entre PT e Freixo no Rio
O anúncio do PT de retirar o apoio à candidatura de Marcelo Freixo, do PSB, ao governo do Rio de Janeiro, repercutiu entre apoiadores de Lula. O diretório do partido no Estado aprovou uma resolução para que os petistas não subam no palanque do deputado federal. Essa decisão ainda precisa ser avaliada pela diretiva nacional, que já vem sofrendo pressão para rever essa posição. O motivo, segundo o presidente estadual do partido, João Maurício de Freitas, foi a insistência do PSB em lançar Alessandro Molon candidato ao Senado. De acordo com ele, havia um pacto da coligação para que os partidos tivessem uma candidatura única para senador, de André Ceciliano do PT. Pesquisas para a vaga carioca no Senado mostram que Molon vai melhor que o petista nas intenções de voto. De acordo com levantamento do Ipec de 21 de julho, o candidato do PSB aparece em terceiro lugar com 9% e André Ceciliano está em sexto, com 4%. A reação foi grande nas redes sociais e envolveu até celebridades como a cantora Anitta e o influenciador Felipe Neto. O movimento se deu também pelo fato da disputa pelo governo do Rio de Janeiro estar acirrada entre Freixo e Cláudio Castro, apoiado por Jair Bolsonaro: No episódio desta quinta-feira, 04, vamos falar sobre o peso dessa decisão do PT regional no cenário nacional e na candidatura de Lula. Para conversar conosco sobre esse assunto, convidamos o cientista político da FGV Eduardo Grin. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As causas e consequências da crise na Argentina
A Argentina atravessa uma das maiores crises econômicas da sua história. Com a inflação nas alturas, 4 em cada 10 cidadãos se encontram abaixo da linha da pobreza. Já os preços dos alimentos foram os que mais subiram e no acumulado dos últimos 12 meses, a inflação passou dos 60%. Para tentar conter este avanço inflacionário, o Banco Central argentino já aumentou a taxa básica de juros para mais de 50% ao ano. O agravamento da crise tem levado cada vez mais pessoas às ruas para protestar. Milhares de argentinos marcharam até a Casa Rosada, sede do governo, contra a pobreza que vem aumentando no país. Essa crise tem origem política também, o presidente Alberto Fernández e a vice Cristina Kirchner não se entendem sobre a condução da política econômica do país, o que agrava o cenário. O aumento de gastos, defendido por Cristina, levou o ministro da Economia a renunciar e a substituta dele também. Para tentar salvar a economia fragilizada do país, o governo aposta em um superministro da Economia: Sergio Massa. O ministro disse que não tem um plano, e sim objetivos e planos de voo: recuperar reservas para o BC, estabilizar a inflação e recuperar a confiança do mercado. O novo titular da pasta é conservador e representante de um peronismo de centro-direita, o que destoa da centro-esquerda do presidente Alberto Fernandez. No episódio desta quarta-feira, 03, vamos falar sobre a situação econômica da Argentina e seus efeitos para a América do Sul, com o economista Fábio Giambiagi, pesquisador do FGV IBRE. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': #45: Experiências de empreendedorismo sustentável
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe , Oskar Metsavath, fundador e diretor criativo da Osklen. Ele conta detalhes sobre a criação do Instituto-e, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público que tem o objetivo de multiplicar experiências de empreendedorismo sustentável.See omnystudio.com/listener for privacy information.

2 meses das eleições: o que vem pela frente?
Daqui a dois meses, em 2 de outubro, o País vai às urnas no primeiro turno das eleições. A partir de agora, neste mês de agosto, há o início das campanhas eleitorais e, portanto, uma intensificação do tema no debate público nacional. Pelo calendário do Tribunal Superior Eleitoral, as legendas têm até essa sexta-feira, 5, para realizar suas convenções partidárias. São nesses eventos que há o lançamento dos nomes que pleiteiam um dos cargos eletivos em outubro. No entanto, o registro dos nomes que vão disputar uma vaga nas eleições junto ao TSE ocorre até o dia 15 de agosto. Até lá, os partidos e os candidatos podem desistir de uma eventual candidatura, como foi o caso do presidenciável do União Brasil, Luciano Bivar. Um dia depois dessa data limite para os registros, começa, oficialmente, a campanha eleitoral. Até 30 de setembro, estão autorizadas propagandas pagas, na internet e em jornais impressos, com limite de 10 anúncios para cada candidato por veículo, já comícios até o dia 29. Os debates também são parte importante da campanha, entretanto os dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas disseram que só vão participar se houver menos datas para a realização dos debates. O momento do País também influencia na hora do voto. Neste ano, temas relacionados à economia do Brasil devem tomar conta dos debates, assim como a pandemia da covid-19. No episódio do podcast desta terça-feira, 02, vamos abordar os temas que terão impacto no pleito deste ano com Glauco Peres da Silva, professor associado do departamento de ciência política da USP. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A elite brasileira vai romper com o Bolsonaro?
Após críticas do presidente Jair Bolsonaro ao sistema eleitoral brasileiro, a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo divulgou uma carta em favor da democracia. O fato foi ironizado pelo presidente, que chamou o manifesto de “cartinha”, mas o que ele não esperava era que a mobilização atingisse mais de 400 mil pessoas. Além de docentes da USP, entre os adeptos do manifesto estão artistas, intelectuais e empresários de todo o Brasil. Nomes vinculados a todos os grandes bancos do País, exceto Caixa e Banco do Brasil, assinaram a carta. Bolsonaro alega revanchismo na atitude dos banqueiros, dizendo que a assinatura mostra um descontentamento por conta da criação do Pix. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por sua vez, também organiza um manifesto de encontro à carta divulgada pela USP. O documento está intitulado como “Em Defesa da Democracia e da Justiça”. Além dos ofícios, uma manifestação em apoio aos tribunais superiores e da Justiça Eleitoral está marcada para o próximo dia 11 de agosto em São Paulo. O evento surge em contraponto aos atos que estão sendo organizados por apoiadores de Bolsonaro para o dia 7 de setembro. Agora, a reflexão que fica é se o presidente está perdendo apoiadores da faixa de maior poder econômico. Afinal, as falas antidemocráticas de Bolsonaro podem afastar as elites do seu palanque? O que ele perde sem o apoio desse grupo? Para falar sobre essas medidas, conversamos com Marcela Tanaka , doutoranda em Ciência Política e pesquisadora associada ao centro de estudos de opinião pública da Unicamp. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #230: #Start Eldorado: avanço digital na administração pública
Uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet (CGI.br) traz indicadores inéditos sobre privacidade e proteção de dados pessoais e novas tecnologias sendo adotadas ou planejadas pelos governos e órgãos públicos brasileiros. Mais de 5.000 foram ouvidos. O Start Eldorado conversa com Manuella Ribeiro, coordenadora do estudo, sobre o avanço da cloud na administração pública e questões relacionadas à identificação, segurança de dados, dos cidadãos, cenário e perspectivas. O programa vai ao ar às 21h, toda quarta-feira, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A cura do HIV está próxima?
Nesta semana, um grupo de médicos anunciou que um homem de 66 anos se curou do HIV após 40 anos de convívio com o vírus. O caso, o quarto registrado até então, traz esperança para as mais de 37 milhões de pessoas que vivem com a doença em todo o mundo, segundo a Unaids, Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids. A pessoa curada foi submetida a um transplante de medula óssea para tratar de uma leucemia. Seu doador era resistente ao vírus, o que tornou os níveis de HIV do portador transplantado indetectáveis. Ao todo, exames foram feitos durante 17 meses, o que comprovaram a cura fundamentada do homem. Ele agora é conhecido como City of Hope (Cidade da Esperança), nome do hospital em que foi tratado em Duarte, na Califórnia. Em 2011, na Alemanha, Timothy Brown se tornou o primeiro portador do vírus a se curar. Recentemente, os casos de uma argentina e uma norte-americana que, sem uso de coquetel ou medicamentos, também conseguiram controlar o vírus, chamam a atenção da comunidade. Para entender melhor esses casos de cura, e a perspectiva em torno de um tratamento contra a Aids, convidamos o infectologista David Uip, secretário de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde do Estado de São Paulo, para o Estadão Notícias desta sexta-feira, dia 29. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O que explica o crescimento de Bolsonaro nas pesquisas?
Em pesquisa divulgada pelo Instituto Ipespe na última segunda-feira, 25, a distância entre Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) caiu para nove pontos percentuais. Os dados sinalizam uma tendência de recuperação do atual presidente após aprovação da PEC dos Benefícios. A pesquisa, que consultou dois mil eleitores, apontou que a diferença entre os candidatos diminuiu de 24% para 14%. Em colégios eleitorais em que Lula lidera, como no nordeste, a vantagem do petista também caiu. Foram 16 pontos de queda para o ex-presidente. No sudeste, o cenário também sinaliza uma recuperação de Bolsonaro. Entre março e julho, no Estado de São Paulo, a diferença entre os dois candidatos foi de 14 para cinco pontos, ainda de acordo com o Instituto Quaest. Apesar do respiro nas intenções de voto, Jair Bolsonaro ainda tem que lidar com a alta rejeição entre os jovens. De acordo com a pesquisa do Datafolha divulgada ontem, dia 27, entre pessoas de 16 a 29 anos, 67% disseram rejeitar o atual presidente, enquanto somente 32% disseram não votar em Lula. A partir dos dados, indagamos, essa tendência de queda na diferença entre Lula e Bolsonaro deve se manter até as eleições? Qual deve ser o fiel da balança para tornar o atual presidente competitivo no pleito de outubro? Para analisar esses dados, convidamos o cientista político, Vitor Oliveira, diretor da Consultoria Pulso Público. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

CPI da Covid vai acabar em pizza com pedido de arquivamento?
A Procuradoria Geral da República pediu o arquivamento de uma série de denúncias contra o presidente Jair Bolsonaro e aliados. A medida foi tomada pela vice-procuradora-geral, Lindôra Araújo, na última segunda-feira, 25. Com um total de 68 indiciamentos, a CPI da covid ficou marcada pelas discussões acaloradas e apelo midiático. “Exauridas as investigações preliminares, constata-se que os fatos em apuração não ensejam a instauração de inquérito, tampouco contêm elementos informativos capazes de justificar, per si, o oferecimento de denúncia em face do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro e dos demais requeridos, estando ausente justa causa”, diz Araújo no manifesto. Ao todo, foram identificados no relatório da CPI nove crimes praticados pelo presidente, como charlatanismo, prevaricação e emprego irregular de verbas ou rendas públicas. O arquivamento das denúncias virou alvo de críticas por parte de membros da CPI. O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (REDE-AP), enxerga oportunismo eleitoral na decisão. Após a decisão da vice-procuradora-geral, sete senadores envolvidos na CPI, incluindo Randolfe, solicitaram a abertura de um inquérito para investigar a ação. Em pedido enviado ao Supremo Tribunal Federal, os parlamentares alegam prevaricação por parte de Lindôra Araújo. Nos bastidores, a pergunta que fica é: toda a investigação produzida pela CPI da covid pode acabar em pizza? Para falar sobre o tema, o Estadão Notícias desta quarta-feira recebe o repórter do Estadão em Brasília Lauriberto Pompeu, e a advogada criminalista Raquel Lima Scalcon, professora da FGV Direito SP. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Varíola dos macacos: aumento dos casos e o perigo do estigma
A Organização Mundial da Saúde reconheceu neste sábado, 23, que o surto de monkeypox, a varíola dos macacos, configura uma emergência global de saúde. Em todo o mundo, já foram registrados mais de 16 mil casos da doença. No Brasil, a crescente de infectados traz alerta ao sistema de saúde. No País, até então, já são 696 infecções. A maior parte dos casos se concentra em São Paulo: são 538 pessoas confirmadas com a doença, segundo o último boletim da Secretaria Estadual de Saúde. A alta no número de casos em um curto período de tempo preocupa especialistas. Mas esse não é o único alerta em torno do tema. Segundo a OMS, cerca de 98% dos casos da doença envolvem “homens que se relacionam com homens” (HSH). No entanto, os indícios são de que a doença não se restringe a esse grupo. Ainda não há conclusão da comunidade médica sobre o motivo da maior incidência entre homens gays e bissexuais. A associação da doença a pessoas LGBT traz preocupações. Restringir o alerta e campanhas de prevenção somente a um segmento é visto pela comunidade como uma estigmatização comparável à ocorrida no início da epidemia do HIV, no século passado. O que já sabemos e o que a ciência ainda precisa descobrir sobre a varíola dos macacos? Quais os perigos da estigmatização da comunidade LGBT em relação à doença? Para falar sobre o assunto, o Estadão Notícias desta terça-feira, 25, conversou com o médico infectologista Hélio Bacha, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo em parceria: Astronauta do oceano profundo
Um dos poucos mergulhadores de grandes profundidades no mundo, o biólogo brasileiro Luiz Rocha (um dos Laureados dos Prêmios Rolex de Empreendedorismo de 2021) fala com o jornalista Eduardo Geraque sobre a expedição que lidera nas Maldivas, no Oceano Índico. Na pauta, a busca por novas espécies de peixes e pela preservação dos corais. A conversa faz parte do hub Defensores da Terra, um projeto do Estadão em parceria com a Rolex e sua iniciativa Perpetual Planet. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eleições: Centrão pode influenciar na hora do voto?
Durante a campanha de 2018, Jair Bolsonaro afirmou que não negociaria com o Centrão. Após o início do mandato, a história foi diferente. O presidente logo teve que estreitar seus laços com essa ala política, o que se mostrou eficaz. Com o amplo apoio no Congresso, Bolsonaro teve vitórias significativas, como a aprovação do Auxílio Brasil e a privatização da Eletrobras. Como em qualquer grupo político, as negociações com o Centrão devem ser constantes. No momento, os ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral desagradam parte desses parlamentares. Além disso, a escolha por Braga Netto como vice da chapa também é vista com desconfiança, justamente porque o general não parece atrair mais votos ao presidente. O Centrão, na verdade, é muito diverso, com deputados e senadores de inúmeros partidos e localidades. Em comum, esses parlamentares estão em busca de benefícios a seus territórios eleitorais e a eles próprios. Para governar, a força dessa ala nas casas legislativas têm influência inegável. Mas, e durante as eleições? O apoio desse grupo tem o mesmo efeito? O Estadão Notícias desta segunda-feira (25) conversou sobre o assunto com Graziella Testa, doutora em ciência política e professora da FGV. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Lucas de Amorim Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #229: #Start Eldorado: inovação e novos negócios nas operadoras
A chegada das redes de alta velocidade, o aumento da demanda por conexão trazido pela pandemia e um universo de clientes cada vez mais exigentes abrem caminho para uma nova era de serviços digitais criativos e disruptivos, desenvolvidos em parceria, para as operadoras de telecomunicações. Esse ambiente de inovação e o planejamento a longo prazo destas soluções são os temas da conversa que o Start leva ao ar com o diretor de inovação e novos negócios da Vivo, Rodrigo Gruner. No rádio, o Start é todas as quarta-ferias, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os ataques de Bolsonaro e as convenções partidárias
O ministro Luiz Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que Jair Bolsonaro (PL) se manifeste, em cinco dias, sobre as acusações feitas em relação à lisura do processo eleitoral brasileiro em um encontro com embaixadores, na última segunda-feira. Políticos, entidades e representantes do Poder Judiciário já haviam se manifestado a favor das urnas eletrônicas e contra as acusações do chefe do executivo. O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que a segurança das urnas e a lisura do processo eleitoral não podem mais ser "colocadas em dúvida". Enquanto isso, os principais adversários de Jair Bolsonaro nas eleições de outubro começam a oficializar suas candidaturas. Na quarta-feira, o PDT endossou o nome de Ciro Gomes. Em seu discurso, o ex-ministro disse que quer romper a polarização entre Lula e Bolsonaro. Na quinta-feira, foi a vez do PT oficializar o nome do ex-presidente Lula em um evento que não contou com a presença do candidato que estava em viagem para o nordeste. O petista vai disputar sua sexta eleição para Presidência. Já a candidatura de Simone Tebet (MDB-MS) está ameaçada. Ao menos um terço dos diretórios do partido defende apoiar a candidatura de Lula já no primeiro turno. No entanto, o presidente da legenda, Baleia Rossi (MDB-SP), garante que o nome da senadora será confirmado no próximo dia 27. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Barbara Rubira e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Evento com embaixadores: Bolsonaro cometeu crimes eleitorais?
Jair Bolsonaro (PL) voltou a duvidar da integridade das urnas eletrônicas. O Presidente brasileiro reuniu cerca de 70 diplomatas para prejudicar a confiança internacional no sistema de votação do País. Como o Estadão antecipou, o governo Biden respondeu ao encontro. “As eleições brasileiras conduzidas e testadas ao longo do tempo pelo sistema eleitoral e instituições democráticas servem como modelo para as nações do hemisfério e do mundo”, dizia a nota divulgada pelos EUA. Ao contrário do que alega Bolsonaro, ao longo da história, nenhuma fraude nas urnas eletrônicas foi comprovada. Desde março de 2019, mais de 130 pedidos de impeachment contra Bolsonaro já foram protocolados. Agora, com os ataques do Presidente à legitimidade das eleições, novas cobranças podem acontecer por parte de seus opositores. Além das acusações de abuso de poder, o que já o tornaria inelegível, Bolsonaro teria cometido outras irregularidades, segundo a oposição. Uma delas seria, por exemplo, o descumprimento do Art. 4º da Lei do Impeachment, que fala de atos contra o exercício de direitos políticos, individuais e sociais. Resta saber se um processo de Impeachment contra o Presidente aconteceria em tempo hábil, antes das eleições de outubro. A favor de Bolsonaro ainda existe o fato de que seu aliado Arthur Lira (PP-AL) permanece na presidência da Câmara. Então, quais as chances de uma queda da gestão de Bolsonaro? Quais as possíveis consequências disso? No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira (21), vamos conversar sobre o sistema eleitoral brasileiro com o advogado e especialista em direito eleitoral Alberto Rollo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Lucas de Amorim Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

De resort a jatinho: A farra dos partidos com dinheiro público
O Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, popularmente conhecido como Fundo Partidário, voltou às manchetes depois da prestação de contas apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além do que foi gasto, o destino dado a essas quantias milionárias também chamou a atenção. Mais de R$3 milhões, por exemplo, foram gastos em fretamento de aeronaves e jatinhos. Em viagens e hospedagens, muitas em resorts e hotéis de luxo, foram gastos R$18 milhões. Até 2014, quando a doação de empresas para campanhas ainda era permitida, o valor destinado ao Fundão não ultrapassava de R$500 milhões. No ano passado, o valor chegou a R$939 milhões. Já em 2022, até o mês de junho, já foram R$509 milhões em repasses e multas. Do total de gastos, mais de dois milhões vieram das campanhas dos deputados Arthur Lira e Baleia Rossi à presidência da Câmara, por exemplo. O Fundo Partidário, criado em 1965, tem como objetivo custear o funcionamento dos partidos, distribuindo recursos públicos a partir da quantidade de cadeiras que cada um tem na Câmara. Mas, hoje, os gastos vão desde contas caras em churrascarias, hamburguerias e padarias até compra de carros de luxo e camionetes. Quem deve regular esses gastos? Por que o valor repassado não para de crescer apesar desses gastos? No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira (20), vamos conversar com o advogado e cientista político Marcelo Issa, diretor do Transparência Partidária. O movimento busca combater ilegalidades cometidas por partidos por meio da promoção de novas lideranças, oxigenação do sistema e melhorias na governança. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Lucas de Amorim Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O descontrole no desmatamento dos biomas brasileiros
De acordo com o Relatório Anual de Desmatamento no Brasil, produzido pelo MapBiomas em 2021, a área desmatada no Brasil aumentou em 20% no período de um ano, totalizando 16,5 mil km². Durante a produção do estudo foram analisados e confirmados 69,7 mil alertas de desmatamento emitidos por instituições como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Desses alertas, cerca de 66,8% aconteceram na Amazônia. O bioma teve 977 mil hectares desmatados, representando cerca de 59% de toda a área desmatada no Brasil no ano. Agropecuária, mineração, garimpo e expansão urbana são os principais fatores que contribuem para o aumento constante do desmatamento no bioma. Espera-se que este seja um tema amplamente debatido nas eleições presidenciais deste ano, visto que a Amazônia tem sido o ‘calcanhar de Aquiles’ do atual Governo. Segundo pesquisa do Datafolha, a cada dez brasileiros, quatro acreditam que a gestão de Bolsonaro incentiva ilegalidades na floresta amazônica. Para estes brasileiros, o presidente minimiza as ações de caçadores e pescadores irregulares no local. Como a perda de vegetação nativa está atrelada às mudanças nas condições climáticas no mundo inteiro? E qual a importância do período eleitoral para o incentivo de políticas de preservação? No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira (19), vamos conversar com cientista climático Carlos Nobre, pesquisador sênior do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) e um dos principais pesquisadores da floresta amazônica. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Lucas de Amorim e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O desinteresse pelo voto em deputados e senadores
Em pesquisa recente realizada pela Quaest, a pedido do RenovaBR, 86% dos eleitores avaliaram positivamente ter uma “alta renovação” no Congresso Nacional nessas próximas eleições. Fenômeno este que já ocorreu com essa atual legislatura, com índice de 47% de renovação na Câmara e de 87% no Senado - foi a maior da história desde a redemocratização. Apesar das intensas mudanças nos quadros, a percepção sobre o desempenho do Parlamento seguiu negativa.Neste mesmo levantamento, que ouviu 1.544 pessoas em cinco regiões do País, dois em cada três eleitores declararam não lembrar em quem votou para deputado federal nas últimas eleições. A maioria (66%) também afirmou que não sabe o que faz um congressista na Casa. O frágil elo de representatividade e o desconhecimento sobre o que se passa nas Casas Legislativas contrastam com a conjuntura política atual, em que o Congresso tem manobrado o destino do País ao sabor de seus interesses. Especialmente por meio do orçamento secreto, esquema revelado pelo Estadão.O que explica esse distanciamento da sociedade em relação a seus congressistas? Por que o voto em deputados e senadores é levado “menos a sério” do que o voto nos cargos Executivos, como presidente e governador? E por que a alta taxa de renovação não resultou num Congresso mais virtuoso e bem avaliado? No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira (18), vamos analisar esses assuntos com a cientista política e diretora de operações da Transparência Brasil, Juliana Sakai. Ouvimos também o diretor de Operações do RenovaBR, Rodrigo Cobra. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Leonardo Catto e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #228: #Start Eldorado: os primeiros passos do 5G
O Start repercute a chegada do 5G ao Brasil no ambiente dos negócios. Ouça entrevistas e declarações de vários líderes da indústria e operadoras, com suas primeiras impressões sobre as redes standalone, que estrearam por Brasília e ainda neste mês chegam a Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre e João Pessoa. No podcast do Start, você ouve o mesmo programa que foi ao ar na quarta-feira na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.