
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
3,316 episodes — Page 29 of 67

As causas e consequências da crise na Argentina
A Argentina atravessa uma das maiores crises econômicas da sua história. Com a inflação nas alturas, 4 em cada 10 cidadãos se encontram abaixo da linha da pobreza. Já os preços dos alimentos foram os que mais subiram e no acumulado dos últimos 12 meses, a inflação passou dos 60%. Para tentar conter este avanço inflacionário, o Banco Central argentino já aumentou a taxa básica de juros para mais de 50% ao ano. O agravamento da crise tem levado cada vez mais pessoas às ruas para protestar. Milhares de argentinos marcharam até a Casa Rosada, sede do governo, contra a pobreza que vem aumentando no país. Essa crise tem origem política também, o presidente Alberto Fernández e a vice Cristina Kirchner não se entendem sobre a condução da política econômica do país, o que agrava o cenário. O aumento de gastos, defendido por Cristina, levou o ministro da Economia a renunciar e a substituta dele também. Para tentar salvar a economia fragilizada do país, o governo aposta em um superministro da Economia: Sergio Massa. O ministro disse que não tem um plano, e sim objetivos e planos de voo: recuperar reservas para o BC, estabilizar a inflação e recuperar a confiança do mercado. O novo titular da pasta é conservador e representante de um peronismo de centro-direita, o que destoa da centro-esquerda do presidente Alberto Fernandez. No episódio desta quarta-feira, 03, vamos falar sobre a situação econômica da Argentina e seus efeitos para a América do Sul, com o economista Fábio Giambiagi, pesquisador do FGV IBRE. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': #45: Experiências de empreendedorismo sustentável
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe , Oskar Metsavath, fundador e diretor criativo da Osklen. Ele conta detalhes sobre a criação do Instituto-e, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público que tem o objetivo de multiplicar experiências de empreendedorismo sustentável.See omnystudio.com/listener for privacy information.

2 meses das eleições: o que vem pela frente?
Daqui a dois meses, em 2 de outubro, o País vai às urnas no primeiro turno das eleições. A partir de agora, neste mês de agosto, há o início das campanhas eleitorais e, portanto, uma intensificação do tema no debate público nacional. Pelo calendário do Tribunal Superior Eleitoral, as legendas têm até essa sexta-feira, 5, para realizar suas convenções partidárias. São nesses eventos que há o lançamento dos nomes que pleiteiam um dos cargos eletivos em outubro. No entanto, o registro dos nomes que vão disputar uma vaga nas eleições junto ao TSE ocorre até o dia 15 de agosto. Até lá, os partidos e os candidatos podem desistir de uma eventual candidatura, como foi o caso do presidenciável do União Brasil, Luciano Bivar. Um dia depois dessa data limite para os registros, começa, oficialmente, a campanha eleitoral. Até 30 de setembro, estão autorizadas propagandas pagas, na internet e em jornais impressos, com limite de 10 anúncios para cada candidato por veículo, já comícios até o dia 29. Os debates também são parte importante da campanha, entretanto os dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas disseram que só vão participar se houver menos datas para a realização dos debates. O momento do País também influencia na hora do voto. Neste ano, temas relacionados à economia do Brasil devem tomar conta dos debates, assim como a pandemia da covid-19. No episódio do podcast desta terça-feira, 02, vamos abordar os temas que terão impacto no pleito deste ano com Glauco Peres da Silva, professor associado do departamento de ciência política da USP. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A elite brasileira vai romper com o Bolsonaro?
Após críticas do presidente Jair Bolsonaro ao sistema eleitoral brasileiro, a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo divulgou uma carta em favor da democracia. O fato foi ironizado pelo presidente, que chamou o manifesto de “cartinha”, mas o que ele não esperava era que a mobilização atingisse mais de 400 mil pessoas. Além de docentes da USP, entre os adeptos do manifesto estão artistas, intelectuais e empresários de todo o Brasil. Nomes vinculados a todos os grandes bancos do País, exceto Caixa e Banco do Brasil, assinaram a carta. Bolsonaro alega revanchismo na atitude dos banqueiros, dizendo que a assinatura mostra um descontentamento por conta da criação do Pix. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por sua vez, também organiza um manifesto de encontro à carta divulgada pela USP. O documento está intitulado como “Em Defesa da Democracia e da Justiça”. Além dos ofícios, uma manifestação em apoio aos tribunais superiores e da Justiça Eleitoral está marcada para o próximo dia 11 de agosto em São Paulo. O evento surge em contraponto aos atos que estão sendo organizados por apoiadores de Bolsonaro para o dia 7 de setembro. Agora, a reflexão que fica é se o presidente está perdendo apoiadores da faixa de maior poder econômico. Afinal, as falas antidemocráticas de Bolsonaro podem afastar as elites do seu palanque? O que ele perde sem o apoio desse grupo? Para falar sobre essas medidas, conversamos com Marcela Tanaka , doutoranda em Ciência Política e pesquisadora associada ao centro de estudos de opinião pública da Unicamp. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #230: #Start Eldorado: avanço digital na administração pública
Uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet (CGI.br) traz indicadores inéditos sobre privacidade e proteção de dados pessoais e novas tecnologias sendo adotadas ou planejadas pelos governos e órgãos públicos brasileiros. Mais de 5.000 foram ouvidos. O Start Eldorado conversa com Manuella Ribeiro, coordenadora do estudo, sobre o avanço da cloud na administração pública e questões relacionadas à identificação, segurança de dados, dos cidadãos, cenário e perspectivas. O programa vai ao ar às 21h, toda quarta-feira, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A cura do HIV está próxima?
Nesta semana, um grupo de médicos anunciou que um homem de 66 anos se curou do HIV após 40 anos de convívio com o vírus. O caso, o quarto registrado até então, traz esperança para as mais de 37 milhões de pessoas que vivem com a doença em todo o mundo, segundo a Unaids, Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids. A pessoa curada foi submetida a um transplante de medula óssea para tratar de uma leucemia. Seu doador era resistente ao vírus, o que tornou os níveis de HIV do portador transplantado indetectáveis. Ao todo, exames foram feitos durante 17 meses, o que comprovaram a cura fundamentada do homem. Ele agora é conhecido como City of Hope (Cidade da Esperança), nome do hospital em que foi tratado em Duarte, na Califórnia. Em 2011, na Alemanha, Timothy Brown se tornou o primeiro portador do vírus a se curar. Recentemente, os casos de uma argentina e uma norte-americana que, sem uso de coquetel ou medicamentos, também conseguiram controlar o vírus, chamam a atenção da comunidade. Para entender melhor esses casos de cura, e a perspectiva em torno de um tratamento contra a Aids, convidamos o infectologista David Uip, secretário de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde do Estado de São Paulo, para o Estadão Notícias desta sexta-feira, dia 29. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O que explica o crescimento de Bolsonaro nas pesquisas?
Em pesquisa divulgada pelo Instituto Ipespe na última segunda-feira, 25, a distância entre Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) caiu para nove pontos percentuais. Os dados sinalizam uma tendência de recuperação do atual presidente após aprovação da PEC dos Benefícios. A pesquisa, que consultou dois mil eleitores, apontou que a diferença entre os candidatos diminuiu de 24% para 14%. Em colégios eleitorais em que Lula lidera, como no nordeste, a vantagem do petista também caiu. Foram 16 pontos de queda para o ex-presidente. No sudeste, o cenário também sinaliza uma recuperação de Bolsonaro. Entre março e julho, no Estado de São Paulo, a diferença entre os dois candidatos foi de 14 para cinco pontos, ainda de acordo com o Instituto Quaest. Apesar do respiro nas intenções de voto, Jair Bolsonaro ainda tem que lidar com a alta rejeição entre os jovens. De acordo com a pesquisa do Datafolha divulgada ontem, dia 27, entre pessoas de 16 a 29 anos, 67% disseram rejeitar o atual presidente, enquanto somente 32% disseram não votar em Lula. A partir dos dados, indagamos, essa tendência de queda na diferença entre Lula e Bolsonaro deve se manter até as eleições? Qual deve ser o fiel da balança para tornar o atual presidente competitivo no pleito de outubro? Para analisar esses dados, convidamos o cientista político, Vitor Oliveira, diretor da Consultoria Pulso Público. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

CPI da Covid vai acabar em pizza com pedido de arquivamento?
A Procuradoria Geral da República pediu o arquivamento de uma série de denúncias contra o presidente Jair Bolsonaro e aliados. A medida foi tomada pela vice-procuradora-geral, Lindôra Araújo, na última segunda-feira, 25. Com um total de 68 indiciamentos, a CPI da covid ficou marcada pelas discussões acaloradas e apelo midiático. “Exauridas as investigações preliminares, constata-se que os fatos em apuração não ensejam a instauração de inquérito, tampouco contêm elementos informativos capazes de justificar, per si, o oferecimento de denúncia em face do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro e dos demais requeridos, estando ausente justa causa”, diz Araújo no manifesto. Ao todo, foram identificados no relatório da CPI nove crimes praticados pelo presidente, como charlatanismo, prevaricação e emprego irregular de verbas ou rendas públicas. O arquivamento das denúncias virou alvo de críticas por parte de membros da CPI. O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (REDE-AP), enxerga oportunismo eleitoral na decisão. Após a decisão da vice-procuradora-geral, sete senadores envolvidos na CPI, incluindo Randolfe, solicitaram a abertura de um inquérito para investigar a ação. Em pedido enviado ao Supremo Tribunal Federal, os parlamentares alegam prevaricação por parte de Lindôra Araújo. Nos bastidores, a pergunta que fica é: toda a investigação produzida pela CPI da covid pode acabar em pizza? Para falar sobre o tema, o Estadão Notícias desta quarta-feira recebe o repórter do Estadão em Brasília Lauriberto Pompeu, e a advogada criminalista Raquel Lima Scalcon, professora da FGV Direito SP. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Varíola dos macacos: aumento dos casos e o perigo do estigma
A Organização Mundial da Saúde reconheceu neste sábado, 23, que o surto de monkeypox, a varíola dos macacos, configura uma emergência global de saúde. Em todo o mundo, já foram registrados mais de 16 mil casos da doença. No Brasil, a crescente de infectados traz alerta ao sistema de saúde. No País, até então, já são 696 infecções. A maior parte dos casos se concentra em São Paulo: são 538 pessoas confirmadas com a doença, segundo o último boletim da Secretaria Estadual de Saúde. A alta no número de casos em um curto período de tempo preocupa especialistas. Mas esse não é o único alerta em torno do tema. Segundo a OMS, cerca de 98% dos casos da doença envolvem “homens que se relacionam com homens” (HSH). No entanto, os indícios são de que a doença não se restringe a esse grupo. Ainda não há conclusão da comunidade médica sobre o motivo da maior incidência entre homens gays e bissexuais. A associação da doença a pessoas LGBT traz preocupações. Restringir o alerta e campanhas de prevenção somente a um segmento é visto pela comunidade como uma estigmatização comparável à ocorrida no início da epidemia do HIV, no século passado. O que já sabemos e o que a ciência ainda precisa descobrir sobre a varíola dos macacos? Quais os perigos da estigmatização da comunidade LGBT em relação à doença? Para falar sobre o assunto, o Estadão Notícias desta terça-feira, 25, conversou com o médico infectologista Hélio Bacha, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo em parceria: Astronauta do oceano profundo
Um dos poucos mergulhadores de grandes profundidades no mundo, o biólogo brasileiro Luiz Rocha (um dos Laureados dos Prêmios Rolex de Empreendedorismo de 2021) fala com o jornalista Eduardo Geraque sobre a expedição que lidera nas Maldivas, no Oceano Índico. Na pauta, a busca por novas espécies de peixes e pela preservação dos corais. A conversa faz parte do hub Defensores da Terra, um projeto do Estadão em parceria com a Rolex e sua iniciativa Perpetual Planet. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eleições: Centrão pode influenciar na hora do voto?
Durante a campanha de 2018, Jair Bolsonaro afirmou que não negociaria com o Centrão. Após o início do mandato, a história foi diferente. O presidente logo teve que estreitar seus laços com essa ala política, o que se mostrou eficaz. Com o amplo apoio no Congresso, Bolsonaro teve vitórias significativas, como a aprovação do Auxílio Brasil e a privatização da Eletrobras. Como em qualquer grupo político, as negociações com o Centrão devem ser constantes. No momento, os ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral desagradam parte desses parlamentares. Além disso, a escolha por Braga Netto como vice da chapa também é vista com desconfiança, justamente porque o general não parece atrair mais votos ao presidente. O Centrão, na verdade, é muito diverso, com deputados e senadores de inúmeros partidos e localidades. Em comum, esses parlamentares estão em busca de benefícios a seus territórios eleitorais e a eles próprios. Para governar, a força dessa ala nas casas legislativas têm influência inegável. Mas, e durante as eleições? O apoio desse grupo tem o mesmo efeito? O Estadão Notícias desta segunda-feira (25) conversou sobre o assunto com Graziella Testa, doutora em ciência política e professora da FGV. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Lucas de Amorim Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #229: #Start Eldorado: inovação e novos negócios nas operadoras
A chegada das redes de alta velocidade, o aumento da demanda por conexão trazido pela pandemia e um universo de clientes cada vez mais exigentes abrem caminho para uma nova era de serviços digitais criativos e disruptivos, desenvolvidos em parceria, para as operadoras de telecomunicações. Esse ambiente de inovação e o planejamento a longo prazo destas soluções são os temas da conversa que o Start leva ao ar com o diretor de inovação e novos negócios da Vivo, Rodrigo Gruner. No rádio, o Start é todas as quarta-ferias, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os ataques de Bolsonaro e as convenções partidárias
O ministro Luiz Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que Jair Bolsonaro (PL) se manifeste, em cinco dias, sobre as acusações feitas em relação à lisura do processo eleitoral brasileiro em um encontro com embaixadores, na última segunda-feira. Políticos, entidades e representantes do Poder Judiciário já haviam se manifestado a favor das urnas eletrônicas e contra as acusações do chefe do executivo. O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que a segurança das urnas e a lisura do processo eleitoral não podem mais ser "colocadas em dúvida". Enquanto isso, os principais adversários de Jair Bolsonaro nas eleições de outubro começam a oficializar suas candidaturas. Na quarta-feira, o PDT endossou o nome de Ciro Gomes. Em seu discurso, o ex-ministro disse que quer romper a polarização entre Lula e Bolsonaro. Na quinta-feira, foi a vez do PT oficializar o nome do ex-presidente Lula em um evento que não contou com a presença do candidato que estava em viagem para o nordeste. O petista vai disputar sua sexta eleição para Presidência. Já a candidatura de Simone Tebet (MDB-MS) está ameaçada. Ao menos um terço dos diretórios do partido defende apoiar a candidatura de Lula já no primeiro turno. No entanto, o presidente da legenda, Baleia Rossi (MDB-SP), garante que o nome da senadora será confirmado no próximo dia 27. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Barbara Rubira e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Evento com embaixadores: Bolsonaro cometeu crimes eleitorais?
Jair Bolsonaro (PL) voltou a duvidar da integridade das urnas eletrônicas. O Presidente brasileiro reuniu cerca de 70 diplomatas para prejudicar a confiança internacional no sistema de votação do País. Como o Estadão antecipou, o governo Biden respondeu ao encontro. “As eleições brasileiras conduzidas e testadas ao longo do tempo pelo sistema eleitoral e instituições democráticas servem como modelo para as nações do hemisfério e do mundo”, dizia a nota divulgada pelos EUA. Ao contrário do que alega Bolsonaro, ao longo da história, nenhuma fraude nas urnas eletrônicas foi comprovada. Desde março de 2019, mais de 130 pedidos de impeachment contra Bolsonaro já foram protocolados. Agora, com os ataques do Presidente à legitimidade das eleições, novas cobranças podem acontecer por parte de seus opositores. Além das acusações de abuso de poder, o que já o tornaria inelegível, Bolsonaro teria cometido outras irregularidades, segundo a oposição. Uma delas seria, por exemplo, o descumprimento do Art. 4º da Lei do Impeachment, que fala de atos contra o exercício de direitos políticos, individuais e sociais. Resta saber se um processo de Impeachment contra o Presidente aconteceria em tempo hábil, antes das eleições de outubro. A favor de Bolsonaro ainda existe o fato de que seu aliado Arthur Lira (PP-AL) permanece na presidência da Câmara. Então, quais as chances de uma queda da gestão de Bolsonaro? Quais as possíveis consequências disso? No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira (21), vamos conversar sobre o sistema eleitoral brasileiro com o advogado e especialista em direito eleitoral Alberto Rollo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Lucas de Amorim Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

De resort a jatinho: A farra dos partidos com dinheiro público
O Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, popularmente conhecido como Fundo Partidário, voltou às manchetes depois da prestação de contas apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além do que foi gasto, o destino dado a essas quantias milionárias também chamou a atenção. Mais de R$3 milhões, por exemplo, foram gastos em fretamento de aeronaves e jatinhos. Em viagens e hospedagens, muitas em resorts e hotéis de luxo, foram gastos R$18 milhões. Até 2014, quando a doação de empresas para campanhas ainda era permitida, o valor destinado ao Fundão não ultrapassava de R$500 milhões. No ano passado, o valor chegou a R$939 milhões. Já em 2022, até o mês de junho, já foram R$509 milhões em repasses e multas. Do total de gastos, mais de dois milhões vieram das campanhas dos deputados Arthur Lira e Baleia Rossi à presidência da Câmara, por exemplo. O Fundo Partidário, criado em 1965, tem como objetivo custear o funcionamento dos partidos, distribuindo recursos públicos a partir da quantidade de cadeiras que cada um tem na Câmara. Mas, hoje, os gastos vão desde contas caras em churrascarias, hamburguerias e padarias até compra de carros de luxo e camionetes. Quem deve regular esses gastos? Por que o valor repassado não para de crescer apesar desses gastos? No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira (20), vamos conversar com o advogado e cientista político Marcelo Issa, diretor do Transparência Partidária. O movimento busca combater ilegalidades cometidas por partidos por meio da promoção de novas lideranças, oxigenação do sistema e melhorias na governança. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Lucas de Amorim Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O descontrole no desmatamento dos biomas brasileiros
De acordo com o Relatório Anual de Desmatamento no Brasil, produzido pelo MapBiomas em 2021, a área desmatada no Brasil aumentou em 20% no período de um ano, totalizando 16,5 mil km². Durante a produção do estudo foram analisados e confirmados 69,7 mil alertas de desmatamento emitidos por instituições como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Desses alertas, cerca de 66,8% aconteceram na Amazônia. O bioma teve 977 mil hectares desmatados, representando cerca de 59% de toda a área desmatada no Brasil no ano. Agropecuária, mineração, garimpo e expansão urbana são os principais fatores que contribuem para o aumento constante do desmatamento no bioma. Espera-se que este seja um tema amplamente debatido nas eleições presidenciais deste ano, visto que a Amazônia tem sido o ‘calcanhar de Aquiles’ do atual Governo. Segundo pesquisa do Datafolha, a cada dez brasileiros, quatro acreditam que a gestão de Bolsonaro incentiva ilegalidades na floresta amazônica. Para estes brasileiros, o presidente minimiza as ações de caçadores e pescadores irregulares no local. Como a perda de vegetação nativa está atrelada às mudanças nas condições climáticas no mundo inteiro? E qual a importância do período eleitoral para o incentivo de políticas de preservação? No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira (19), vamos conversar com cientista climático Carlos Nobre, pesquisador sênior do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) e um dos principais pesquisadores da floresta amazônica. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Lucas de Amorim e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O desinteresse pelo voto em deputados e senadores
Em pesquisa recente realizada pela Quaest, a pedido do RenovaBR, 86% dos eleitores avaliaram positivamente ter uma “alta renovação” no Congresso Nacional nessas próximas eleições. Fenômeno este que já ocorreu com essa atual legislatura, com índice de 47% de renovação na Câmara e de 87% no Senado - foi a maior da história desde a redemocratização. Apesar das intensas mudanças nos quadros, a percepção sobre o desempenho do Parlamento seguiu negativa.Neste mesmo levantamento, que ouviu 1.544 pessoas em cinco regiões do País, dois em cada três eleitores declararam não lembrar em quem votou para deputado federal nas últimas eleições. A maioria (66%) também afirmou que não sabe o que faz um congressista na Casa. O frágil elo de representatividade e o desconhecimento sobre o que se passa nas Casas Legislativas contrastam com a conjuntura política atual, em que o Congresso tem manobrado o destino do País ao sabor de seus interesses. Especialmente por meio do orçamento secreto, esquema revelado pelo Estadão.O que explica esse distanciamento da sociedade em relação a seus congressistas? Por que o voto em deputados e senadores é levado “menos a sério” do que o voto nos cargos Executivos, como presidente e governador? E por que a alta taxa de renovação não resultou num Congresso mais virtuoso e bem avaliado? No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira (18), vamos analisar esses assuntos com a cientista política e diretora de operações da Transparência Brasil, Juliana Sakai. Ouvimos também o diretor de Operações do RenovaBR, Rodrigo Cobra. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Leonardo Catto e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #228: #Start Eldorado: os primeiros passos do 5G
O Start repercute a chegada do 5G ao Brasil no ambiente dos negócios. Ouça entrevistas e declarações de vários líderes da indústria e operadoras, com suas primeiras impressões sobre as redes standalone, que estrearam por Brasília e ainda neste mês chegam a Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre e João Pessoa. No podcast do Start, você ouve o mesmo programa que foi ao ar na quarta-feira na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Avacalhado sob Bolsonaro, teto de gastos tem futuro?
O teto de gastos das contas públicas brasileiras foi implantado em 2016 com o objetivo de ser uma âncora fiscal para o aumento da dívida do País em relação ao seu crescimento. Antes, alguns governos chegaram a gastar mais do que arrecadavam, o que fez o Brasil mergulhar em constantes crises econômicas. Agora, o governo de Jair Bolsonaro (PL), que prometia respeitar a medida, furou esse teto pela 5ª vez com a aprovação da chamada “PEC Kamikaze”, que turbinou benefícios à população em ano eleitoral. A proposta adicionou mais de R$ 41 bilhões de gastos para a gestão federal até dezembro. No total, juntando todas as furadas de teto feitas pelo presidente e pelo Congresso Nacional, o País já conta com mais de 200 bilhões de gastos acima daquilo que se poderia usar, segundo um monitoramento da Instituição Fiscal Independente, atrelado ao Senado Federal. Principal adversário de Jair Bolsonaro nas eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já disse que pretende acabar com o teto de gastos. Uma das ideias é autorizar o aumento da dívida pública desde que ela seja menor que o ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto, o PIB. Afinal, por que é importante preservar o teto de gastos? De que maneira a irresponsabilidade fiscal impacta no bolso da população? No Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos analisar o atual cenário com quem criou a medida: o economista e ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Leonardo Catto e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A influência de estrelas como Anitta numa eleição
A polarização entre Jair Bolsonaro e Lula movimentou a classe artística após Anitta anunciar seu voto no petista. Uma das cantoras brasileiras de maior sucesso no mundo conta com mais de 100 milhões de seguidores nas redes sociais, e pode ajudar a angariar votos, principalmente, com o público mais jovem. Do outro lado, o atual presidente tem o núcleo sertanejo no seu palanque. A principal figura representativa desse grupo é o cantor Gusttavo Lima, que possui mais de 75 milhões de fãs em suas páginas pessoais na internet. No entanto, nunca houve um anúncio público sobre o seu voto como fez Anitta. Históricamente, artistas são mais ligados a partidos de esquerda do que de direita, portanto, é natural um apoio maior a Lula. E isso se intensificou no governo Bolsonaro, após sua gestão atacar essa classe e programas que subsidiam a cultura no País, como a Lei Rouanet. Afinal, o apoio público de um artista pode influenciar no voto de um fã? Qual o poder de convencimento uma estrela pode causar no seu público? De que forma as campanhas podem se utilizar dessa influência? No Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos bater um papo sobre esse tema com o professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP), Pablo Ortellado. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Militares querem ‘tutelar’ as eleições?
O presidente Jair Bolsonaro ganhou um importante aliado na sua batalha contra as urnas eletrônicas: o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Em mais de uma oportunidade, o titular da pasta tem dito que as Forças Armadas vão participar do pleito de outubro com uma função fiscalizadora. O Ministério da Defesa montou uma equipe de oficiais do Exército, da Marinha e da Aeronáutica com a missão específica de elaborar o roteiro inédito de atuação dos militares no pleito. O plano vai além das sugestões de segurança das urnas eletrônicas encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os militares solicitaram uma lista de informações técnicas ao TSE. São, ao todo, 12 pontos, que vão desde documentos relacionados às eleições passadas, de 2014 e 2018, como boletins de urna, relatórios de equipamentos substituídos, comparecimento e abstenção em cada seção eleitoral, até detalhes sobre o programa que seleciona, por sorteio, as seções eleitorais em que urnas eletrônicas serão submetidas aos testes de integridade e autenticidade. Apesar de afirmarem que estão atuando dentro da legalidade, as Forças Armadas estão extrapolando sua competência e sendo instrumentalizadas pelas teses de Bolsonaro que colocam em xeque a lisura do processo eleitoral brasileiro? No Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos entender melhor esta nova cartada do Ministério da Defesa em relação ao processo eleitoral com o repórter do Estadão, em Brasília, Felipe Frazão, que apurou os bastidores desse conflito entre TSE e Forças Armadas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

‘Cenários com Sonia Racy’: A importância da medicina preventiva
Neste episódio da série ‘Cenários’, Sonia Ray recebe a CEO do Grupo Fleury, Jeane Tsutsui. A cardiologista destaca a importância da medicina preventiva, fala sobre os avanços da tecnologia na área e detalha a expansão da rede Fleury, que cresceu 30% em 2021, com foco em diferentes áreas da medicina e parcerias estratégicas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Economia circular no Summit ESG 2022
Durante o Summit ESG 2022, promovido pelo Estadão, a Ambipar, apresentou um painel para falar sobre a economia circular de baixo carbono. No bate papo estiveram com a jornalista Rita Lisauskas, o CEO da Bumera Ambipar, Guilherme Brammer, e o diretor de sustentabilidade da Ambipar, Rafael Téllo. Durante a conversa eles falar sobre como a economia circular está transformando o dia a dia das empresas; quais projetos estão dando bons resultados; e sobre a conexão da circularidade das cadeias produtivas e a economia de baixo carbono. Se você perdeu e quer assistir ao Summit ESG na íntegra, ele está disponível em estadaobluestudioplay.com.br.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A escalada de violência política e os riscos para os candidatos
Um crime ocorrido na madrugada de sábado acendeu o alerta para o perigo que a polarização entre petistas e bolsonaristas tem se tornado para a democracia brasileira. Em Foz do Iguaçu, no Paraná, o guarda municipal Marcelo Aloizio de Arruda foi morto ao comemorar seu aniversário com uma temática exaltando Lula. O assassino é o policial penal federal Jorge José da Rocha Guaranho, apoiador de Jair Bolsonaro. O crime aumentou ainda mais a tensão que tem se espalhado pelo País entre os dois grupos ideológicos. Só neste ano, vários episódios ocorridos em eventos dos presidenciáveis mostram que, infelizmente, a violência entrou na disputa eleitoral. Na Cinelândia, no Rio de Janeiro, por exemplo, um homem atirou um artefato explosivo com fezes em apoiadores de Lula, durante um evento promovido pelo PT. Por causa disso, a segurança dos presidenciáveis tem aumentado o alerta máximo das equipes, tanto que os dois líderes da pesquisa estão usando coletes à prova de balas em locais abertos. O Tribunal Superior Eleitoral já se mostrou preocupado com o crescimento da tensão entre os apoiadores de Lula e Bolsonaro, e teme que os candidatos continuem insuflando as massas, gerando assim, mais instabilidades para as eleições de outubro. No Estadão Notícias desta terça-feira, vamos analisar esse clima de polarização do País com o cientista político da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e colunista do Estadão, Carlos Pereira. Quem participa também deste episódio é o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, que vai nos explicar o complexo desafio que terá a Polícia Federal para garantir a segurança dos candidatos em ano eleitoral. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Forte ou fraco? Como chega o discurso liberal nas eleições
Em 2018, a plataforma liberal encontrou reverberação entre eleitores e contribuiu para a vitória de Jair Bolsonaro. Esse discurso estava personificado em Paulo Guedes, o “Chicago Boy”. Além de servir como oposição às gestões petistas na economia, as ideias de um Estado mínimo, mais eficiente e menos intervencionista tiveram um papel central no convencimento do mercado, do empresariado e de parte da sociedade brasileira. Mas como chega essa agenda liberal em 2022?A PEC que libera mais de R$ 40 bilhões para benefícios sociais ilustra como a política econômica liberal defendida pelo governo federal não foi tão liberal assim. A proposta foi aprovada no Senado e deve ser apreciada nesta terça-feira, 12, na Câmara de Deputados. Essa é apenas mais uma iniciativa de Jair Bolsonaro que contraria sua principal promessa de campanha no campo econômico. O desrespeito ao teto de gastos e a baixa eficiência nas privatizações são outros sinais de como o populismo se sobrepôs ao longo do mandato do presidente. Com o fracasso do liberalismo de Guedes, essa agenda perde força e espaço nas eleições de 2022? A tendência é que o Brasil volte a experimentar uma linha mais heterodoxa na economia? Ou ainda há espaço para plataformas liberais? No Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos falar sobre o debate econômico na próxima campanha. Conversamos com o economista da Tendências Consultoria, Silvio Campos Neto, sobre o assunto. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Ramiro Brites Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #227: #Start Eldorado: Jornada digital dos bancos - parte 3
Em meio a uma era de intensa transformação de seus produtos financeiros, os bancos vêm realizando grandes investimentos em suas infraestruturas digitais para adequá-las à oferta de soluções cada vez mais ágeis, seguras e personalizadas aos clientes físicos e empresariais. Análise de dados com intenso emprego de inteligência artificial, investimentos em alto poder de processamento, integração total com a nuvem, sistemas biométricos de identificação e cibersegurança colocam as instituições no caminho do “smart banking”. Ouça a terceira parte do debate sobre o assunto, reunindo executivos de grandes instituições como Bradesco, Banco BV e Banco Inter. A apresentação do Start é de Daniel Gonzales e o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No Reino Unido, Johnson pede o boné; no Brasil, Congresso passa o chapéu
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, renunciou ao cargo de líder do Partido Conservador, abrindo caminho para a escolha de um novo premiê. O anúncio foi feito em meio à grave crise política que levou à demissão de mais de 50 integrantes do governo nas últimas 48 horas. No Brasil, a polêmica fica por conta da instalação da CPI do MEC, que pretende investigar atos de corrupção passiva sob a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já disse que a comissão só vai começar após as eleições, mas a oposição quer que as investigações comecem em agosto, e prometem ir ao Supremo Tribunal Federal (STF). Por falar no STF, parlamentares contrários ao presidente Jair Bolsonaro prometem contestar a aprovação, em tempo recorde, de um pacote de bondades, que inclui o aumento do Auxílio-Brasil, por ter sido feito em período eleitoral, o que pode caracterizar inconstitucionalidade da medida. A tentativa dos aliados do presidente é conseguir conquistar os votos dos mais pobres que hoje estão com Lula (PT). Isso fica claro na última pesquisa Genial/Quaest, que mostra estabilidade dos candidatos: Lula com 45% e Bolsonaro com 31%. No sentido de aumentar seus palanques estaduais, tanto o petista como o presidente tentam fechar acordos para as eleições de governadores e senadores. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fim da ‘era de ouro’? A onda de demissões nas startups
As demissões em massa têm ofuscado o brilho dos unicórnios, apelido dado a startups que atingem mais de um bilhão em valor de mercado. Empreendimentos promissores como Loft, QuintoAndar e Ebanx entraram, desde abril, em uma onda de desligamento e levantaram questionamentos sobre a sustentabilidade de negócios reconhecidamente inovadores. O caráter experimental das startups, que são empresas em busca de um modelo de operação definido, é o que possibilitou, nos últimos anos, o crescimento exponencial desses empreendimentos. Mas, essa celeridade também é responsável pela queda abrupta deste mercado. A queda dos quadros funcionais está tão expressiva que o período é chamado de “inverno” para investimentos em startups. Líderes do segmento reconhecem o momento difícil e relacionam à crise macroeconômica mundial, influenciado pela pandemia da covid-19 e pela guerra da Ucrânia. No entanto, ainda é cedo para terra arrasada, segundo especialistas. Os investimentos ainda estão em patamar superior ao período anterior à pandemia. No Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos falar sobre como a crise econômica mundial tem refletido na demissão de funcionários de startups. O podcast também aborda quais caminhos esses negócios podem percorrer para se reinventar, além das perspectivas para o setor com o sócio da Sirius, presidente da Associação Brasileira de Startups e colunista do ‘Link/Estadão’, Felipe Matos. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Ramiro Brites Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Por que as abstenções vem crescendo nas eleições?
As campanhas de Lula e Jair Bolsonaro estão preocupadas com algo que tem sido tendência nas últimas eleições: o alto índice de abstenção do eleitorado. Desde 2006, esse número só vem crescendo, e chegou à marca de 30 milhões de pessoas que não foram às urnas votar no atual presidente ou no seu adversário na época, Fernando Haddad (PT), em 2018. Um levantamento do Instituto Votorantim, obtido com exclusividade pelo Estadão/Broadcast, mostra que o desinteresse do brasileiro pelo voto cresce de forma lenta, gradual e consistente, sobretudo no Sudeste e nas maiores cidades do País. A taxa de eleitores que não foram às urnas nesta região passou de 17,2% para 21,6% no período entre 2006 e 2018. Diante desse cenário, instituições de defesa do voto, artistas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tem se engajado em campanhas para incentivar a politização das pessoas e mostrar a importância de escolher um representante nas urnas. O TSE, recentemente, lançou uma peça publicitária para atrair os jovens de 16 e 17 anos a tirar o título de eleitor. No Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos falar sobre como as abstenções mexem com as eleições brasileiras, e o desafio das campanhas eleitorais em conquistar esses eleitores, com o cientista político Bruno Silva, pesquisador do Laboratório de Política e Governo da Unesp e diretor do Voto Consciente. Ouvimos também a organização Politize! e o projeto Meu, seu, nosso voto, cocriado pelo Instituto Aurora, Instituto Nossa Causa e Escola da Política. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Ramiro Brites Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': Como resolver a falta de mão de obra no mercado de tecnologia?
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil. Ela fala sobre o déficit de um milhão de profissionais de tecnologia no Brasil projetado para 2025 e como resolver o problema. Outros assuntos debatidos são o pequeno número de mulheres atuando no setor e a 'quarta revolução industrial' que já está em curso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

CPI do MEC: O jogo de forças entre oposição e governo
Foi dada a largada para a instalação da CPI do MEC, que vai investigar acusações de corrupção passiva, entre outros crimes, dentro da pasta na gestão de Milton Ribeiro. Conforme revelado pelo Estadão, os pastores Gilmar Santos e Ailton Moura, intermediavam a negociação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) em troca das mais variadas propinas. A abertura dessa comissão, que já tinha sido enterrada, ganhou força com a prisão do ex-ministro e dos religiosos. Com o número mínimo de assinaturas necessárias conquistadas, a oposição pressiona o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a autorizar a CPI já neste mês de julho. Diante da iminente instalação da CPI do MEC, o governo tenta adiar a comissão para depois das eleições presidenciais. Apoiadores de Jair Bolsonaro e a oposição lutam para garantir a maioria dos membros que vão investigar o Ministério da Educação. O temor dos governistas é que essa comissão tenha o mesmo impacto da CPI da Covid na opinião pública. No Estadão Notícias desta terça-feira, vamos entender esses bastidores da CPI do MEC, com o repórter do Broadcast do Estadão, em Brasília, Daniel Weterman. Sobre o quanto essa comissão pode mexer com as eleições presidenciais, principalmente, para Jair Bolsonaro, vamos conversar com o doutor em ciências políticas pela USP e sócio da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

‘PEC Kamikaze’ pode afundar recuperação econômica?
Após passar por momentos turbulentos, a economia brasileira dá seus primeiros sinais de melhora e o indicador mais claro disso é o recuo do desemprego. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, o índice de pessoas não ocupadas passou de 10,5% para 9,8% no final de maio. Atualmente, o país tem 10,6 milhões de desempregados. No entanto, mesmo com a melhora, a economia brasileira ainda tem perspectiva de baixo crescimento por conta da inflação e taxas de juros em alta. O Banco Central admitiu na última semana que descumprirá a meta de inflação pelo segundo ano consecutivo em 2022. De acordo com relatório da instituição, o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) deve ficar em 8,8%, baixar para 4% em 2023 e fechar em 2,7% em 2024. Já a taxa básica de juros (Selic) foi elevada para 13,25% ao ano. Outro fator que preocupa especialistas é a aprovação da “PEC Kamikaze”, aprovada às vésperas das eleições presidenciais e com aval também da oposição, que prevê injeção de R$ 41 bilhões em benefícios sociais. De acordo com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, a emenda é um risco para as contas públicas e o mercado já reagiu à mesma, com a cotação do dólar batendo R$ 5,33 nesta sexta-feira (1), o maior valor desde 4 de fevereiro. Como podemos analisar a retomada da economia brasileira? O crescimento será atrapalhado pela inflação, juros e a nova PEC? E como está o cenário macroeconômico de forma geral? O ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, 04, conversa com o economista e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #226: #Start Eldorado: Jornada digital dos bancos - parte 2
Em meio a uma era de intensa transformação de seus produtos financeiros, os bancos vêm realizando grandes investimentos em suas infraestruturas digitais para adequá-las à oferta de soluções cada vez mais ágeis, seguras e personalizadas aos clientes físicos e empresariais. Análise de dados com intenso emprego de inteligência artificial, investimentos em alto poder de processamento, integração total com a nuvem, sistemas biométricos de identificação e cibersegurança colocam as instituições no caminho do “smart banking”. Ouça a segunda parte do debate sobre o assunto, reunindo executivos de grandes instituições como Bradesco, Banco BV e Banco Inter. A apresentação do Start é de Daniel Gonzales e o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3.See omnystudio.com/listener for privacy information.

EUA: Trump investigado, Biden enfraquecido e polarização em alta
O governo de Joe Biden e do Partido Democrata passam por um momento delicado nos Estados Unidos. Recentes pesquisas revelaram queda na aprovação do atual presidente e, com o cenário político americano cada vez mais polarizado, surgem especulações sobre as próximas eleições no país. O principal debate neste momento é sobre o potencial eleitoral de Donald Trump, ainda muito popular e influente no Partido Republicano. Alvo de investigação em comissão na Câmara dos Deputados, o ex-presidente vê sua imagem ficar arranhada pela sua participação decisiva no episódio da invasão ao Capitólio em janeiro de 2021. Teria ele condições de ser o próximo candidato republicano à presidência? O momento do atual presidente, Joe Biden, também não é nada positivo: enfrenta a maior inflação dos últimos 40 anos e corre sérios riscos de ter que lidar com uma recessão econômica. Há pouco mais de três meses das chamadas eleições de “meio de mandato” - que definem Câmara de Deputados e Senado - o governo vigente parece não ter estratégia clara para contornar a fraca popularidade. Os republicanos comemoram, enquanto os democratas temem perda de espaço. O que o atual cenário da política norte-americana representa para as duas principais alas ideológicas do país? Os republicanos podem voltar com força total nas próximas eleições? O risco de nova contestação de Trump aos resultados de 2024 é real? Para analisar todas essas questões, o ‘Estadão Notícias’ desta sexta-feira, 1º, conversa com Tanguy Baghdadi, professor de Relações Internacionais e criador do podcast Petit Journal. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: A transição do turismo para o novo
O turismo de São Paulo está se recuperando e, apesar da pandemia ainda ativa, o controle do vírus com a vacinação traz uma certa tranquilidade à população para, aos poucos, retomar sua rotina de passeios e viagens. Mesmo com transformações e adaptações, o setor tem se aquecido e prova disso são os festejos juninos, que já estão acontecendo. Para falar mais sobre os atrativos do estado para moradores, turistas e investidores, a jornalista Bárbara Guerra conversou com o secretário de turismo e viagens do Estado de SP, Vinicius Lummertz. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A queda de Pedro Guimarães e o debate sobre assédio sexual
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, foi centro de escândalo na última quarta-feira (29) ao ser acusado por cinco funcionárias do banco de assédio sexual, caso esse revelado pelo portal Metrópoles. Após o assunto vir à tona, Guimarães pediu demissão do cargo e publicou uma carta na qual se defende das denúncias. Um levantamento produzido pela empresa de gestão de recursos humanos Mindsight no ano passado questionou 5 mil mulheres sobre assédios sofridos no trabalho. Dentre as entrevistadas, 76% disseram que já foram vítimas e 97% dessas revelaram não ter denunciado o crime. Com a acusação ao presidente da Caixa, o assunto voltou às manchetes da imprensa. Em relatos à TV Globo, as funcionárias disseram que Pedro Guimarães teria passado as mãos em partes íntimas dos corpos delas e pedido abraços “constrangedores”. Além disso, disseram que os assédios aconteceriam tanto dentro quanto fora da instituição. Guimarães ocupava o cargo mais alto na Caixa desde 2019 e será substituído por Daniella Marques, considerada braço direito do atual Ministro da Economia, Paulo Guedes. De acordo com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a movimentação foi feita para que a repercussão não atinja o presidente Jair Bolsonaro (PL). A denúncia é um golpe para o líder do Executivo, que tenta aumentar sua aprovação entre o público feminino para as eleições de 2022. Qual o impacto das acusações a Guimarães no governo de Bolsonaro? Como as políticas, sejam na esfera pública ou da iniciativa privada, podem ser trabalhadas para combater o assédio às mulheres no ambiente de trabalho? O ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira (30) entrevista a Promotora de Justiça do MP-SP, Gabriela Manssur, que trabalha há 20 anos na defesa dos direitos femininos. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Impactos econômicos da pandemia no turismo de SP
A retomada do turismo em São Paulo depende da continuidade do processo de vacinação. Mas aos poucos o setor vai voltando às suas atividades, com toda a transformação necessária. Por enquanto, o turismo vai caminhando com as viagens de lazer. Os eventos demoram um pouco mais, porque a ideia ainda é evitar a aglomeração, mas o que é possível fazer em espaços abertos já começa a acontecer. Como as festas juninas no mês de São João. Para falar mais sobre os pontos turísticos de São Paulo e sobre como esses locais estão se preparando para voltar a receber os turistas, a jornalista Bárbara Guerra conversa com o presidente executivo do Visite São Paulo, Toni Sando.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O uso político da Advocacia-Geral da União
Criada em 1993 para representar judicialmente e prestar consultoria jurídica aos órgãos e entidades do Governo Federal, a Advocacia-Geral da União (AGU) teve seu poder aumentado durante a gestão de Jair Bolsonaro. Recentemente, o presidente do Brasil autorizou a entidade a julgar se as ações governamentais ferem ou não a legislação eleitoral. As polêmicas a respeito do uso da AGU pelo poder executivo começaram em 2020. Após aliados de Bolsonaro terem contas bloqueadas nas redes sociais por ordem do Supremo Tribunal Federal - acusados de espalhar fake news - a AGU entrou com ação contra a derrubada desses perfis, o que gerou críticas por parte de partidos de oposição. Em maio de 2022, a entidade assumiu a defesa de Walderice Santos da Conceição, conhecida como Wal do Açaí - apontada como funcionária fantasma de Bolsonaro em sua época de deputado - ato que foi julgado como ilegal pelo Ministério Público, já que tanto ela quanto o presidente foram acusados de improbidade administrativa. Afinal, qual é a função da AGU no governo federal? O poder executivo tem usado o órgão de forma indevida? O ‘Estadão Notícias’ de 29 de junho responde essas perguntas e analisa a atuação da entidade em entrevista com o professor de direito eleitoral da Unicuritiba e membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), Roosevelt Arraes. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky Montagem: Moacir Biasi Editor do Núcleo de Áudio: Emanuel BomfimSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Eleitores convictos e a escolha por Braga Netto como vice
Na última pesquisa Datafolha, divulgada na semana passada, 70% dos eleitores declararam estar “totalmente decididos” em relação a quem vão votar. Os números surpreendem ainda mais quando são aplicados aos líderes do levantamento, o ex-presidente Lula (PT) e o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL). Entre os entrevistados que manifestaram adesão ao petista, 79% declaram que estão totalmente decididos a votar nele. No caso dos eleitores do atual mandatário, 78% estão convictos de seu voto. O que explica tamanha convicção antes do início da campanha propriamente dita? Como esse índice mexe com as estratégias dos candidatos daqui para frente? Edição desta terça-feira do ‘Estadão Notícias’ trata do assunto, assim como aborda, também neste campo eleitoral, a escolha do candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro.Após especulações que envolveram nomes como Tereza Cristina (Progressistas), antiga ministra da Agricultura, o nome escolhido pelo chefe do Executivo foi o de Walter Braga Netto, antigo ministro da Casa Civil. O militar se filiou recentemente ao partido do presidente e deixou a pasta no prazo exigido pela legislação eleitoral. O movimento é visto como “seguro” para Bolsonaro, já que diminuiria a possibilidade de um impeachment no segundo mandato, por Braga Netto ser da base do governo. Apesar disso, a escolha foi criticada pelo Centrão, que apoiava o nome de Tereza Cristina também como forma de atrair parte do eleitorado feminino, onde Jair perde com significativa vantagem para Lula, seu principal rival na eleição, de acordo com pesquisa Datafolha. No episódio desta terça-feira (28), o ‘Estadão Notícias’ conversa com o cientista político e sociólogo Antonio Lavareda, presidente científico do Instituto Ipespe, para analisar a alta (e antecipada) convicção do eleitorado e como fica o cenário político com a escolha de Braga Netto para a chapa de Bolsonaro. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo em parceria: Mapa dos sonhos
O engenheiro florestal Laury Cullen (um dos Laureados dos Prêmios Rolex de Empreendedorismo de 2004) fala com o jornalista Eduardo Geraque sobre o projeto que vem ajudando a Mata Atlântica a redobrar o seu fôlego – dados do programa mostram a restauração de 100.000 hectares de floresta e o plantio de 4 milhões de árvores. A conversa faz parte do hub Defensores da Terra, um projeto do Estadão em parceria com a Rolex e sua iniciativa Perpetual Planet.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Auxílio Brasil turbinado: qual o peso para economia e eleição?
A cerca de três meses da eleição presidencial e estacionado nas pesquisas, Jair Bolsonaro tenta, a todo custo, emplacar uma agenda positiva junto aos mais pobres. Após os escândalos de corrupção no Ministério da Educação (MEC), o presidente coloca todas as suas fichas no Auxílio Brasil, o antigo Bolsa Família, para conquistar eleitores e diminuir a diferença de intenções de voto para o ex-presidente Lula. A promessa é aumentar o valor do benefício social de R$ 400 para R$ 600. Porém, a concretização do plano não é tão simples assim. Para começar, há problemas na atual gestão do Auxílio Brasil. Cerca de 5,3 milhões de pessoas que têm o direito de receber o benefício não estão conseguindo acessá-lo. Além disso, a conjuntura econômica, tomada por inflação e desemprego, tem levado mais gente para a pobreza. Isso se reflete em índices como o da insegurança alimentar, que mostrou que cerca de 33 milhões de brasileiros não têm o que comer. O aumento no valor do Auxílio, além de seu caráter eleitoreiro, também encontra empecilhos jurídicos, visto que a legislação eleitoral, no ano em que se realizam as eleições, proíbe a distribuição gratuita de bens ou benefícios pela administração pública. O líder do governo no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ), afirmou que a ideia é incluir o aumento do Auxílio Brasil na PEC dos Combustíveis. Para tentar fechar a conta, a compensação a Estados que reduzissem o ICMS sobre o diesel e o gás de cozinha seria retirada da proposta. Para piorar, o reajuste no Auxílio deve extrapolar o já furado teto de gastos. No episódio desta segunda-feira, 27, do ‘Estadão Notícias’, conversa com a repórter de Economia do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Adriana Fernandes, e com o advogado e cientista político Marcelo Issa, diretor do Transparência Partidária, para entender qual é o preço econômico e político- eleitoral do Auxílio Brasil para o governo Bolsonaro. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Vila Nova Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #225: #Start Eldorado: Jornada digital dos bancos - parte 1
Em meio a uma era de intensa transformação de seus produtos financeiros, os bancos vêm realizando grandes investimentos em suas infraestruturas digitais para adequá-las à oferta de soluções cada vez mais ágeis, seguras e personalizadas aos clientes físicos e empresariais. Análise de dados com intenso emprego de inteligência artificial, investimentos em alto poder de processamento, integração total com a nuvem, sistemas biométricos de identificação e cibersegurança colocam as instituições no caminho do “smart banking”. Ouça a primeira parte do debate sobre o assunto, reunindo executivos de grandes instituições como Bradesco, Banco BV e Banco Inter. A apresentação do Start é de Daniel Gonzales e o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro imerso em crises e os recuos no programa do PT
Após o escândalo que culminou na prisão do ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, por suspeita de corrupção passiva, aliados do presidente Jair Bolsonaro começam a adotar estratégias para tentar desvincular o capitão das ações do ex-titular da pasta. As ações vão desde isolar Ribeiro, e dizer que ele agiu sozinho junto com os pastores, até a de transformar a decisão do juiz em algo político, dizendo que este é “petista” por já ter obrigado Bolsonaro a usar máscara em eventos públicos durante a pandemia. Mas esse é apenas um dos problemas enfrentados pelo presidente. A crise dos combustíveis fez com que o governo começasse a pensar em estratégias para não perder o apoio dos caminhoneiros. A solução seria a de um voucher no valor de até 1000 reais para a categoria. Do outro lado, Lula e o PT vão avançando em suas ideias de olho nas eleições. O partido lançou seu programa de governo com alguns recuos, como a de derrubar a reforma trabalhista. Agora, a legenda fala em rever apenas alguns pontos da proposta. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Beatriz Bulla, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: A importância de manter a vacinação da pólio em dia
Manter a imunização das crianças em dia contra a poliomielite é essencial para evitar um temido retorno dessa doença tão grave. No podcast de hoje, a jornalista Rita Lisauskas conversa com a pediatra e infectologista, Luiza Helena Falleiros Arlant, para falar sobre os motivos da hesitação vacinal e quais são os caminhos para a erradicação dessa doença no mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Prisão de Ribeiro e seu potencial explosivo para Bolsonaro
A manhã desta quarta-feira não foi a melhor para o presidente Jair Bolsonaro. A prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, decorrente da investigação da Polícia Federal sobre o ‘gabinete paralelo’ instalado na pasta, atinge um dos cernes do discurso político bolsonarista – o combate à corrupção. Bolsonaro, que já havia dito que colocaria “a cara no fogo” por Ribeiro, agora se vê próximo a mais um esquema de corrupção orquestrado por aliados. O caso do ‘gabinete paralelo’ do MEC foi revelado pelo Estadão em março. Um grupo de pastores, que não tinham cargo público ou qualquer relação com o setor da educação, controlavam a agenda do então ministro da Educação, influenciando o repasse de recursos e as ações da pasta. Além de Ribeiro, os pastores Gilmar dos Santos e Arilton Moura, tidos como líderes do grupo, também foram alvos da operação policial. Essa não é a primeira polêmica de Milton Ribeiro. Também em março, o Estadão noticiou que o ex-ministro havia autorizado a produção e distribuição de Bíblias para um evento de cunho religioso. O artigo, no entanto, chegou a ser distribuído em evento oficial do MEC. O ex-titular da pasta também foi acusado de tentar interferir na montagem do Enem e chegou a dizer que a universidade deveria ser um ambiente para poucos. O presidente já tratou de se afastar de Ribeiro, afirmando que a Polícia Federal “teve um motivo” para realizar a operação e que o ex-ministro deve responder pelos seus atos. Com a eleição presidencial se aproximando, no entanto, o preço político do escândalo pode ser alto para Bolsonaro. No Senado, a oposição voltou a falar sobre uma possível instauração da CPI do MEC. No episódio desta quinta-feira, 22, do ‘Estadão Notícias’, ouvimos o doutor em Ciência Política pela USP e sócio da Ponteio Política, Jairo Pimentel, que comentou como a prisão do ex-ministro pode afetar o futuro de Bolsonaro e as eleições presidenciais de 2022. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Daniel Vila Nova Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A brutalidade da Justiça que nega aborto às vítimas de estupro
Uma juíza de Santa Catarina negou o direito ao aborto a uma vítima de estupro de apenas 11 anos. Em audiência virtual realizada em maio, a magistrada Joana Ribeiro Zimmer, da 1ª Vara Cível de Tijucas, sugeriu que a garota continuasse a gravidez para que o parto fosse realizado e o bebê colocado para adoção. Áudios da fala da juíza foram divulgados pelo site The Intercept Brasil em conjunto com o portal Catarinas. Ao saber da gestação, a família da vítima fez exames médicos no Hospital Universitário da UFSC, em Florianópolis, e pediu autorização judicial para interromper a gravidez. O caso foi então para a Justiça, onde encontrou a juíza Joana Ribeiro Zimmer. O Código Penal brasileiro garante o direito ao aborto quando a gravidez é fruto de um estupro, mas Zimmer argumentou que devido a gestação já ter mais de 22 semanas o procedimento não poderia ocorrer. Apesar da legislação brasileira não impor limite de tempo para que uma gestação resultante de estupro seja interrompida, a lei não foi seguida. A magistrada ainda determinou que a criança permanecesse em um abrigo, buscando afastá-la do possível autor da agressão sexual e impedir que a gravidez fosse interrompida. A divulgação do ocorrido gerou comoção nacional e ontem Joana Ribeiro Zimmer deixou o caso. Esse, no entanto, está longe de ser a única vez em que esse tipo de situação ocorre no Brasil. No episódio desta quarta-feira, 22, do ‘Estadão Notícias’, conversamos com Luciana Temer, advogada, doutora em direito pela PUC-SP e diretora presidente do Instituto Liberta. Na entrevista, a especialista afirma que não há cabimento na discussão que envolve uma menina de 11 anos de idade e sua gravidez. “A gente tá falando de uma criança grávida em decorrência de uma violência, não tem discussão”, ela afirma. Para Temer, as ações da juíza e da promotora não são um caso de despreparo. “Há uma questão ideológica que sobrepôs a questão legal. Isto é inadmissível". Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Daniel Vila NovaMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nova era? O trunfo da esquerda na América Latina
Pela primeira vez na história, a Colômbia elegeu um presidente de esquerda. Gustavo Petro, 62, venceu o pleito no domingo, dia 19, com 50,46% dos votos. Candidato da coalização política Pacto Histórico, o economista derrotou o populista de direita Rodolfo Hernández em uma disputa marcada pela polarização da sociedade colombiana. Petro já havia se candidatado ao cargo de presidente outras duas vezes e, antes disso, serviu como senador, prefeito de Bogotá e em sua juventude fez parte da guerrilha M-19, quando foi preso e exilado do país. O novo presidente parece seguir a guinada à esquerda que ocorre em boa parte da América Latina – México, Bolívia, Peru, Honduras, Cuba, Venezuela, Chile e Argentina, todos governados por partidos de esquerda. Em seu discurso, Petro prometeu realizar mudanças profundas na sociedade Colombiana, citando a paz e a segurança como um de seus principais objetivos. Apesar da vitória, ele não terá maioria no legislativo, que é controlado pela centro-direita tradicional do país, e dependerá de alianças para governar. A escolha por Petro, no entanto, não foi a única eleição histórica da noite. Pela primeira vez, uma mulher afrocolombiana foi eleita para a vice-presidência do país. A líder social Francia Márquez mobilizou jovens, mulheres, movimentos sociais e os indígenas e tem como destaque o seu discurso ambientalista. Em suas redes sociais, o ex-presidente Lula parabenizou a eleição de Petro e celebrou mais uma vitória da esquerda na região. Já o clã Bolsonaro se mostrou preocupado com a mudança de direção política da América Latina, e tratou de usar o fato para defender que o Brasil permaneça como o último refúgio da direita no continente. No episódio desta terça-feira, 21, do ‘Estadão Notícias’, ouvimos a enviada especial do Estadão, Fernanda Simas, que acompanhou diretamente de Bogotá a vitória de Petro. Para falar sobre como as eleições colombianas podem afetar o Brasil, conversamos com Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Daniel Vila Nova Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O plano Tebet para sair dos 2% das pesquisas
O cenário nas pesquisas eleitorais, até aqui, não tem sido o mais animador para a pré-candidata Simone Tebet (MDB-MS). Apesar da ampla expectativa gerada com a consolidação da chamada “3ª via”, a senadora tem marcado entre 1% e 3% das intenções de voto nos levantamentos. O que indica que precisará de uma estratégia no mínimo arrebatadora para conseguir furar a disputa entre Lula (PT) e Bolsonaro (PL).Encontrar o tom da mensagem junto ao eleitorado não é o único dos obstáculos a serem enfrentados por Tebet. As históricas divisões internas de seu partido, o MDB, bem como as de seu partido aliado, o PSDB, tendem a diminuir as chances de multiplicar os palanques regionais. Ela mesmo admite essa dificuldade em entrevista exclusiva a este podcast. “Isso faz parte do processo eleitoral, nós temos que entender. Até porque um partido não tem como objetivo principal somente eleger um presidente da República, também quer fazer uma maior bancada de senadores, deputados federais e também de governadores e de deputados estaduais.”A seu favor, Tebet pode contar com apoio na sociedade de parte dos setores empresarial, acadêmico e intelectual. Nomes importantes deste segmento já manifestaram apoio público a sua candidatura como forma de evitar a polarização entre Lula e Bolsonaro. O fato de ser a única mulher entre os candidatos também pode significar um trunfo no convencimento da população que vota.Nessa complexa tarefa de engenharia política, como Simone Tebet pretende se projetar nacionalmente? Ela tem chances de chegar ao segundo turno? No episódio desta segunda-feira, 20, do ‘Estadão Notícias’, ouvimos, além da própria senadora, o repórter de ‘Política’ do Estadão, Pedro Venceslau, que detalha mais as estratégias da equipe de campanha de Tebet no processo eleitoral. E para analisar os desafios que ela vai enfrentar, conversamos com o cientista político da FGV Eduardo Grin. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Gabriela MeirelesMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #224: #Start Eldorado: uma rede, várias operadoras
O Start Eldorado fala sobre infraestrutura wireless e de fibras conectando tecnologias e com a possibilidade de uso compartilhado por vários operadores. Recebemos Farès Nassar, head Latam da IHS (holding que controla a IHS Towers e a I-Systems), multinacional especializada na oferta de fibra e pontos wireless para redes móveis, que detém e opera mais de 30 mil torres no mundo. Com a expansão da demanda por conectividade e a chegada do 5G, o mercado está superaquecido e surgem várias novas possibilidades de ofertas de serviços, fazendo com que as empresas expandam a estrutura em grande velocidade. O Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que o caso Nakamura revela sobre o processo de adoção
No fim de maio, o assunto da adoção voltou à tona a partir de uma situação divulgada pela atriz e apresentadora Carol Nakamura. Em uma série de stories em seu perfil no Instagram, a atriz detalhou a trajetória de um menino de 12 anos chamado de “filho” por ela e seu marido, finalizando com o retorno da criança à sua família biológica, por escolha própria. O casal teria conhecido a criança em um trabalho social na região do lixão do Jardim Gramacho, região metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo Nakamura, a ida do menino para sua casa tinha a intenção de estimular uma vida escolar, além de ter sido combinada diretamente com a avó do garoto. Ao explicar os motivos por trás da ausência do “filho” em suas redes sociais, antes recheadas de postagens com a criança, a atriz recebeu diversas críticas. Entre os assuntos aflorados, estão a exposição do menino em seus relatos, a responsabilização do menor pelo acontecido e o fato do acolhimento ter acontecido fora dos trâmites legais da adoção. Mas afinal, como casos semelhantes podem ser evitados? Quais as alternativas para quem deseja adotar no Brasil? Para falar sobre o tema, episódio desta sexta-feira, 17, do 'Estadão Notícias' conversa com presidente da Comissão Nacional de Adoção do Instituto Brasileiro de Direito de Família, Dra. Silvana do Monte Moreira. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Gabriela MeirelesMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.