
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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Lula erra ao mexer na privatização da Eletrobras?
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ingressou com uma ação, via Advocacia-Geral da União, para contestar pontos da privatização da Eletrobras no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação, porém, não reivindica a reestatização da empresa, objetivo de outras ações que tramitam na Justiça no momento. O governo questiona as partes da lei da desestatização que tratam sobre o poder de voto dos acionistas. O poder público tem, hoje, 42% das ações ordinárias da Eletrobras. Mas, com a lei da desestatização da Eletrobras, a proporção de votos do governo foi limitada a 10%. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse em entrevista à CNN, em Nova York, que preocupa a intenção do governo de rever a privatização da Eletrobras. Segundo ele, o projeto que permitiu o processo de capitalização da Eletrobras, em 2022, foi profundamente debatido no Congresso, e traz ganhos para a empresa e para o país. Afinal, quais os problemas que o governo pode causar por querer rever a privatização da Eletrobras? Essa ação pode resultar em mais um racha nas relações com o Congresso? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista André Perfeito. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Falta de articulação do governo coloca em risco arcabouço fiscal?
O governo federal vem acumulando sucessivas derrotas em votações no Congresso Nacional. O placar de votação do projeto que derrubou trechos de decretos de Lula, editados para alterar o marco do saneamento, escancarou o racha na base aliada e o fogo amigo cada vez mais alto nas fileiras petistas. O revés ocorreu um dia após o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ter adiado a votação do projeto de lei que regulamenta as redes sociais, o chamado PL das Fake News, a pedido do deputado Orlando Silva (PC do B-SP), relator da proposta. O Planalto não conseguiu reverter a aliança entre big techs, como Google e Tik Tok, bancada evangélica e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Além disso, houve divergências sobre propostas dentro do PT e do governo. Como mostrou o Estadão, Lira conversou com Lula antes de adiar a votação do PL das Fake News. Disse, mais uma vez, que o governo não tinha base sólida na Câmara e reclamou da falta de entendimento entre os responsáveis pela articulação política com o Congresso. O que fica evidente é que existe uma espécie de queda de braço entre Lira e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. A leitura no Planalto é a de que o presidente da Câmara cria empecilhos porque quer ter de volta o controle do Orçamento. Afinal, o governo tem falhado na articulação com o Congresso? Existe uma chance de paralisia das propostas que estão no Parlamento? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a colunista do Estadão, em Brasília, Vera Rosa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #271: #Start Eldorado: IA e dados nos supermercados
Em um mundo que privilegia a jornada do consumidor, aperfeiçoar seus processos para obter a excelência é primordial para manter a vantagem competitiva - e cada vez mais o varejo recorre à soluções de tecnologia. Para falar sobre o tema, o Start recebe Eliane de Souza Nascimento, diretora de IA da cadeia de supermercados St Marche e Bento Ribeiro, diretor da Infracommerce. Conversamos sobre inteligência artificial para gestão de estoques, inteligência de consumo com previsão de demanda, prevenção de perdas, automação e muitas outras oportunidades na área. O Start Eldorado é apresentado por Daniel Gonzales a partir das 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e também nos canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A coroação de Charles III: significados e desafios do novo rei
Nesta sábado (6), Charles III, de 74 anos, será coroado rei do Reino Unido, diante de mais de dois mil convidados na Abadia de Westminster. Logo depois, ele desfilará pelas ruas de Londres em um espetáculo promovido pelo governo britânico. O evento, de caráter religioso, imbui o rei e sua mulher, a agora rainha Camilla, de legitimidade. Esta é a primeira vez que uma coroação acontece em um fim de semana desde 1902, quando Eduardo VII foi coroado. Os britânicos desfrutarão de um fim de semana prolongado de quatro dias, que incluirá shows de música, festas de rua, chás da tarde e o consumo de um grande número de cerveja. Mais de 2 mil convites foram enviados, segundo o palácio. A Casa Branca informou que o presidente americano, Joe Biden, não estará presente, mas a primeira-dama Jill Biden comparecerá em nome do presidente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve comparecer à coroação. O evento ocorre em um momento delicado para a família real, envolta em polêmicas após a renúncia do príncipe Harry a sua posição na monarquia. Além disso, Charles tem baixa popularidade entre os britânicos. Uma pesquisa realizada pelo instituto YouGov, entre 14 e 17 de abril, com cerca de 5 mil britânicos mostra que 45% das pessoas acreditam que o rei não consegue se conectar com o resto da população. Afinal, o que devemos esperar do reinado de Charles III? O rei conseguirá apagar o incêndio causado pelas brigas da família real? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Carolina Pavese, professora de Relações Internacionais da ESPM. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fraude no cartão de vacinação e as implicações para Bolsonaro
Nesta quarta-feira (03), o ex-presidente Jair Bolsonaro acordou com a Polícia Federal (PF) na porta da sua casa, em Brasília. Os agentes fizeram buscas em sua residência no âmbito de uma operação sobre a inserção de dados falsos de vacinação da covid-19 no sistema do Ministério da Saúde. Durante as diligências na residência do ex-presidente, em Brasília, os investigadores apreenderam o celular de Bolsonaro. Ao deixar sua casa na manhã desta quarta-feira, 3, o ex-presidente reforçou que nem ele, nem sua filha Laura foram vacinados contra a covid-19. Ele se disse 'surpreso' com a ofensiva e alegou 'não existe adulteração de sua parte' e 'que nunca lhe foi pedido cartão de vacina em lugar nenhum'. Um dos alvos da ofensiva, Mauro Cid é um dos aliados mais próximos do ex-presidente. O tenente-coronel, que foi preso na operação, é investigado no Supremo Tribunal Federal, na maior parte delas, junto do ex-presidente - como no caso da apuração sobre o caso das joias, revelado pelo Estadão. Os outros mandados de prisão preventiva atingiram o secretário de Governo de Duque de Caxias (RJ) João Carlos Brecha, o sargento Luís Marcos dos Reis e o advogado Ailton Gonçalves Moraes Barros, que foi candidato a deputado estadual no Rio pelo PL em 2022. Afinal, esse caso pode complicar a vida de Bolsonaro com a Justiça? Se comprovada a fraude, qual deve ser o destino do ex-presidente? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o repórter do Estadão, em Brasília, Felipe Frazão. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A busca de Lula por protagonismo na AL: Brasil ganha ou perde?
O Brasil começa a assumir o seu papel de líder da América do Sul, encabeçando questões sobre a integração dos países do bloco, e até mesmo negociando acordos com outros grupos, como é o caso da União Europeia. Em sua viagem a Portugal, Lula defendeu o livre comércio entre o Mercosul e o bloco europeu. Além disso, o Brasil é o responsável por ressuscitar a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), que tem como objetivo criar um espaço de "integração e união no âmbito cultural, social, econômico e político" entre seus países-membros. Para isso, no final de maio, um encontro entre os chefes de todos os países do bloco deve ser realizado, em Brasília. Mas, essa tentativa de se colocar como protagonista da América do Sul já começa a cobrar um preço salgado do Brasil. A Argentina espera que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ajude a custear melhorias e obras no país. Já o Paraguai, que tem novo presidente, quer rever o acordo de venda de energia da Itaipu Binacional para o Brasil. Afinal, o preço que será cobrado do Brasil por ser o protagonista da América do Sul será muito alto? É possível formar uma coalizão com nossos vizinhos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Eduardo Grin. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

PL das Fake News: o que muda na internet do Brasil?
Deputados federais estarão reunidos, nesta terça-feira (2), no plenário da Câmara para discutir e votar o polêmico Projeto de Lei das Fake News. A oposição, pressionada pelas big techs, tentou adiar a discussão, mas sem sucesso. A proposta tem como relator o governista Orlando Silva (PC do B-SP). Um dos pontos mais polêmicos do texto era a criação de uma autarquia especial para fiscalizar a aplicação dessas regras, que foi retirada do texto final. Plataformas digitais, como as redes sociais, poderão ser multadas caso não cumpram decisão judicial de retirada de conteúdo criminoso e ser responsabilizadas na Justiça por danos causados por conteúdos distribuídos. O texto prevê também que a divulgação e promoção de desinformação seja punida com até três anos de prisão. Os parlamentares e políticos aliados a Jair Bolsonaro passaram a se referir ao texto como “PL da Censura”, como uma forma de defender que a proposta cercearia a liberdade dos usuários nas redes sociais. Do outro lado, onze entidades que representam o setor de comunicação do País e organizações jornalísticas defenderam o PL das Fake News, como uma forma de valorização do jornalismo “como antídoto aos efeitos dramáticos da desinformação e do discurso de ódio na internet”. Afinal, o texto do PL está maduro o suficiente para ser aprovado? Quais são as principais controvérsias e riscos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio), Carlos Affonso Souza. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #270: #Start Eldorado: soluções digitais e conectividade nos negócios
O Start Eldorado fala sobre redes, infraestrutura digital de fibra, datacenters, conectividade ponta a ponta e futuro dos projetos com Tatiana Fonseca, vice-presidente executiva da Cirion Technologies Brasil. A correlação clara entre a conectividade e os negócios, os projetos de relacionamento com as últimas tecnologias e inovações, passando por temas como ESG e segurança e a criação de novas arquiteturas que viabilizem a orquestração mais aderente com as necessidades dos clientes são alguns dos temas da conversa da executiva com o apresentador Daniel Gonzales. O Start Eldorado vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Universidade não tem idade
O mercado de trabalho cada vez mais exige que os profissionais se mantenham em um processo constante de formação e aprendizado. Atualmente, o conceito do longlife learning, que se traduz em aprendizado ao longo da vida, vem ganhando espaço e criando possibilidades para que pessoas, em qualquer fase da vida, possam aprimorar seus conhecimentos, independentemente da sua idade. Recentemente o etarismo, que é o preconceito contra pessoas por conta da idade, também vem se tornando um tema a ser combatido. Infelizmente, a sociedade muitas vezes reforça o esse tipo de preconceito através de atitudes e práticas discriminatórias. Mas afinal, existe idade para estudar ou parar de estudar? Essa e outras perguntas são respondidas no bate papo entre a jornalista Bárbara Guerra e o coordenador no Grupo Educação Superior no Futuro do Senac São Paulo, do Senac SP, Ricardo Felix. Ouça!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo x oposição: o que esperar da CPI dos atos golpistas
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos golpistas foi criada, nesta quarta-feira (26), após leitura do requerimento feita pelo presidente do Congresso Nacional e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Depois de meses de protelação, por parte do governo, a CPMI entra na sua fase de composição. A pauta polariza a Casa em dois extremos: os apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscam procurar responsáveis pela omissão que levou aos atos vândalos do 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Já a oposição afirma que o governo teria sido negligente ao não tomar medidas de proteção em relação aos prédios. Há uma disputa intensa entre governo e oposição pela presidência e relatoria. O acordo estabelecido definiu que a Câmara ficará com o presidente e o Senado com o relator. Há dois nomes mais cotados para o presidir a CPMI: Arthur Maia (União-BA) e o líder do PP na Casa, André Fufuca (PP-MA). Afinal, o que devemos esperar dessa CPMI? Ela será benéfica para o governo ou para a oposição? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os desafios de Biden para reeleição nos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou sua candidatura à reeleição pelo Partido Democrata no pleito presidencial de 2024 em um vídeo postado online na manhã de terça-feira, 25, instando os eleitores a deixá-lo “terminar este trabalho” e revivendo a possibilidade de um novo duelo com o ex-presidente Donald Trump. Aos 80 anos, Biden é o presidente mais velho da história americana, e as pesquisas sugerem que a maioria dos democratas está preocupada em reeleger um comandante que completaria 86 anos no final de seu segundo mandato. Atualmente, segundo pesquisa do instituto de opinião Gallup, o atual presidente tem 40% de aprovação. No vídeo de três minutos e quatro segundos, Biden diz que passou seus primeiros anos no cargo lutando pela democracia e pela liberdade. E adverte que “extremistas em todo o país ameaçam essas liberdades”. Ao começar a intensificar sua campanha, ele espera demonstrar que a escolha dos eleitores é entre um presidente competente e um retorno ao caos que Trump abraçou. Afinal, quais os desafios de Joe Biden para uma eventual reeleição? Em que cenário de disputa contra um republicano, qual deles Biden tem mais chances de vencer? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o especialista em relações internacionais, e professor da Universidade de Denver, nos Estados Unidos, Rafael Ioris. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Legítima ou excessiva? A influência de Janja no governo
Da taxação de compras em sites chineses à demissão do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Gonçalves Dias, a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, tem sido uma voz forte dentro do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Diferentemente de suas antecessoras, a socióloga busca uma posição mais ativa na gestão petista. Entretanto, esse protagonismo tem causado uma série de ruídos entre os aliados de Lula. Além de participar ativamente em decisões estratégicas nas mais diversas áreas, Janja tem enfrentado alguns ministros, como no caso da Comunicação, pasta de Paulo Pimenta (PT). Sua influência junto ao presidente também seria responsável pelo afastamento de Lula de amigos petistas de longa data. Fora isso, Janja já tem sido usada pela oposição como forma de criticar o governo. Após uma visita a uma loja de grife em Portugal, durante uma ida de Lula ao país, parlamentares contrários ao presidente passaram a questionar o que eles chamam de “Mãe dos Pobres”. Afinal, qual o ruído que o protagonismo de Janja pode causar dentro do governo? O espaço de poder ocupado por ela é legítimo ou indevido? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Flávia Biroli, professora de Ciência Política da Universidade de Brasília. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi Tags: Janja da Silva, primeira-dama, Lula, governo, comunicaçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Entenda o conflito no Sudão e seus desdobramentos
Uma escalada de violência no Sudão, país ao norte da África, tem feito diversos países retirarem seus cidadãos do local. Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Espanha retiraram todos os funcionários do governo, nesta segunda-feira (24). A França decidiu fechar sua Embaixada no Sudão. Até agora, mais de 400 pessoas morreram e cerca de 3.700 ficaram feridas, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Os confrontos acontecem essencialmente em Cartum, a capital do país, e na região de Darfur, no oeste do Sudão. A violência no País do nordeste africano, de cerca de 45 milhões de pessoas, eclodiu em 15 de abril entre o exército do general Abdel Fatah al-Burhan, governante de fato do Sudão desde o golpe de 2021, e seu rival, o general Mohamed Hamdane Dagalo, líder das Forças de Apoio Rápido (FAR). Para entender melhor este conflito, no ‘Estadão Notícias’ de hoje, nós convidamos para um bate papo sobre o assunto o professor da Escola de Relações Internacionais da FGV, Daniel Rio Tinto. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O ‘pacote verde’ de Haddad e os desafios para sua implementação
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende lançar em maio o que está sendo chamado de “pacote verde”. O programa vai incluir incentivos para o mercado de crédito de carbono, produção de painéis solares e ampliação da participação de produtos da floresta nas exportações. Não é de hoje que o presidente Lula quer fazer do Brasil uma vitrine sustentável aos olhos do mundo. Aliás, essa foi uma promessa do petista à ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. Ela cobrou e tem dito que a agenda ambiental deve ser tratada de forma transversal por toda a Esplanada. A intenção é que o anúncio oficial seja feito no mês que vem porque o Brasil sediará um evento de conselho de fundos climáticos em junho, com previsão de discurso do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o País quer mostrar ao mundo que está atuando em várias frentes sustentáveis. Afinal, de que forma esse “pacote verde” pode impactar na nossa economia? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Natalie Unterstell, presidente do Instituto Talanoa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #269: #Start Eldorado: A jornada das smart cities - parte 4
As tecnologias que promovem o desenvolvimento das smart cities e sua aplicação prática, buscando proporcionar um ambiente mais seguro e inteligente para todos, incentivando o desenvolvimento e a atividade econômica e colocando a cidade na jornada do futuro: o Start Eldorado recebe gestores e especialistas que compartilham visões e experiências sobre o tema - Anderson Farias, prefeito de São José dos Campos; Daniel Córdoba e Aurílio Caiado, respectivamente secretários municipais de São Caetano do Sul e Campinas; Márcia Ogawa, líder da Deloitte; e Elias Reis, Smart Cities Business Development Manager na NEC Brasil - na quarta parte do painel “Smart Cities: Tendências e inovações tecnológicas para os desafios das cidades brasileiras”. A apresentação é de Daniel Gonzales. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O arcabouço fiscal no Congresso e a 1ª queda de ministro no governo
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL) declarou que o texto sobre o novo arcabouço fiscal pode ser votado na Casa até o dia 10 de maio. A declaração do parlamentar foi feita no Palácio do Planalto, ao lado do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e do líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE). O titular da economia afirmou que deseja ter o projeto aprovado pelo Senado ainda no primeiro semestre deste ano para avançar nas discussões sobre a reforma tributária e elaborar o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano que vem. Como mostrou o Estadão, os principais parlamentares cotados para relatar o texto na Câmara são os deputados Fernando Monteiro (PE) e Arthur Fufuca (MA), ambos do PP, partido de Lira. O texto do novo marco fiscal contém sete páginas e dez artigos com os limites da margem de crescimento das despesas acima da inflação, entre 0,6% (piso) e 2,5% por ano. O projeto também estabelece limites individualizados para o crescimento das despesas dos Poderes Executivo, Judiciário e Ministério Público, Tribunal de Contas da União e Defensoria Pública. Este é um dos temas que guiam o ‘Poder em Pauta’, segmento do ‘Estadão Notícias’ que analisa os principais fatos da semana. Nesta edição, os repórteres de Política do Estadão, Daniel Weterman e Beatriz Bulla, ainda analisam dois recuos de Lula: a taxação de compras de até US$ 50 em sites chineses e o alinhamento com Rússia e China sobre a invasão à Ucrânia. Além disso, falam sobre a demissão do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Gonçalves Dias, e a mudança de ideia do governo sobre a implantação da CPMI dos atos golpistas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Golpistas no banco dos réus e a competência do STF
Nesta semana, mais de 100 presos que participaram ativamente ou não dos atos contra os prédios dos Três Poderes, em Brasília, devem ser colocados no banco dos réus. As denúncias foram oferecidas pela Procuradoria-Geral da República em dois inquéritos abertos para identificar os autores intelectuais, incitadores e executores dos crimes. Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm até o dia 24 para inserirem seus votos no plenário virtual da Corte. Com a ação penal aberta, novas provas serão reunidas, como a tomada de depoimentos de testemunhas de defesa e de acusação, além dos interrogatórios dos réus. Os advogados dos acusados defendem a rejeição das denúncias sob argumento de que a Procuradoria não conseguiu individualizar as condutas dos acusados nos atos golpistas. No entanto, esse caso está bem longe do fim. Nesta terça-feira, a Polícia Federal fez buscas em imóveis e cumpriu mandato de prisão de 16 suspeitos de envolvimento nos atos golpistas do dia 8 de janeiro. Os mandados foram cumpridos no Distrito Federal e em sete estados: Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. Afinal, quais devem ser as consequências desse julgamento? Ele será um marco no combate ao golpismo? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com o advogado criminalista e professor da FAAP, Francisco Bernardes. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula alinhado com Rússia e China: é o fim da neutralidade do Brasil?
A ida de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à China trouxe uma série de acordos para o Brasil com o seu principal parceiro comercial no mundo, mas não foi apenas isso. Os discursos e atitudes do petista em território chinês mostraram que, além de tudo, existe um alinhamento de pensamentos entre as nações. O presidente adoçou os ouvidos chineses ao dar algumas declarações sobre a invasão russa à Ucrânia. Diferentemente de outras potências mundiais, o Brasil usou o mesmo argumento de Xi Jinping e culpou os dois países, na mesma proporção, pelo conflito. Não parou por aí. Lula ainda defendeu ainda que transações comerciais não sejam feitas mais em dólar, e sim nas moedas locais dos países. No caso de Brasil e China, com o real e o yuan. Esse é um desejo antigo dos chineses para desbancar a força da moeda americana. Afinal, o que o Brasil ganha com o alinhamento com a China? Por que deixar sua posição de neutralidade e comprar briga com outras potências do mundo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre este assunto com a colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Eliane Cantanhêde. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A formação do 'Superbloco' na Câmara e seu impacto para o governo
Desde a semana passada, a Câmara dos Deputados ganhou uma nova composição com a formação de um “superbloco” de partidos políticos que juntou esquerda e direita em um objetivo comum. o grupo reúne os partidos do União Brasil, PP, PSB, PDT, federação PSDB-Cidadania, Avante, Patriota e Solidariedade. Com 173 parlamentares, o bloco capitaneado pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), terá influência sobre a governabilidade e as comissões da Câmara. Historicamente, o tamanho das bancadas e dos blocos está diretamente ligado à influência dentro da Casa. O deputado Felipe Carreras, líder do maior bloco partidário da Câmara, disse que o grupo ainda não tem uma afinidade completa com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mais do que mostrar força diante do governo federal, o grupo foi criado para dar uma espécie de “troco” ao bloco recentemente criado por Republicanos, MDB, PSD, Podemos e PSC, e que reúne 142 deputados. Afinal, de que lado estará esse “superbloco”? O poder de Arthur Lira cresce com a formação do grupo? No 'Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #268: #Start Eldorado: A jornada das smart cities - parte 3
As tecnologias que promovem o desenvolvimento das smart cities e sua aplicação prática, buscando proporcionar um ambiente mais seguro e inteligente para todos, incentivando o desenvolvimento e a atividade econômica e colocando a cidade na jornada do futuro: o Start Eldorado recebe gestores e especialistas que compartilham visões e experiências sobre o tema - Anderson Farias, prefeito de São José dos Campos; Daniel Córdoba e Aurílio Caiado, respectivamente secretários municipais de São Caetano do Sul e Campinas; Márcia Ogawa, líder da Deloitte; e Elias Reis, Smart Cities Business Development Manager na NEC Brasil - na terceira parte do painel “Smart Cities: Tendências e inovações tecnológicas para os desafios das cidades brasileiras”. A apresentação é de Daniel Gonzales. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

As provocações econômicas de Lula na China
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou nesta quinta-feira (12) sua terceira visita de Estado à China. O objetivo do governo brasileiro é retomar as relações com o país asiático, que desde 2009 é o principal parceiro comercial do Brasil, mas que no governo de Jair Bolsonaro foi alvo de críticas. Em seu primeiro discurso em território asiático, o mandatário defendeu o combate à pobreza e as reformas de organismos multilaterais, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. Mas o presidente foi além, questionando o motivo pelo qual os países precisam do dólar para fazer seus negócios. Lula participou da posse de sua aliada, Dilma Rousseff (PT), no novo Banco de Desenvolvimento, o banco dos Brics. A petista voltou a ocupar um cargo público sete anos depois de ter sido afastada da Presidência em contexto político de perda de governabilidade do Executivo. Este é um dos temas que guiam o ‘Poder em Pauta’, segmento do ‘Estadão Notícias’ que analisa os principais fatos da semana. Nesta edição, os repórteres de Política do Estadão, Felipe Frazão e Pedro Venceslau, ainda analisam o pedido do Ministério Público Eleitoral de tornar Jair Bolsonaro (PL) inelegível; a convocação de militares do antigo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para prestar esclarecimentos sobre o 8 de janeiro a Polícia Federal; e o papel de Geraldo Alckmin (PSB) à frente da Presidência enquanto Lula viaja. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': A escolha dos novos ministros do STF
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto. Ele fala sobre o atual momento da Corte e destaca a importância de acompanhar com atenção a escolha de novos ministros este ano.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ameaças a escolas: o pânico nas famílias e o papel das redes sociais
Uma série de mensagens sobre ataques em instituições de ensino ligaram o sinal de alerta das secretarias de segurança pública dos Estados e também do Ministério da Justiça. Pais e alunos relatam medo diante do conteúdo recebido em redes sociais. Escolas e faculdades particulares divulgaram comunicados nesta semana, com a intenção de acalmar a população e comunicar medidas de segurança. Ainda que os os avisos que circulam sejam falsos, especialistas e autoridades orientam que toda ameaça seja denunciada à Polícia Civil e nos canais criados pelo Ministério da Justiça para que seja investigada. Quem produz e até mesmo quem compartilha essas mensagens podem responder por contravenção. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou que empresas de tecnologia e plataformas de redes sociais poderão ser responsabilizadas pela falta de monitoramento e bloqueio de mensagens e perfis que incitem ataques em escolas. No entanto, representantes do Twitter no Brasil causaram mal estar neste encontro, ao defender, dentre outras coisas, que um perfil com fotos de assassinos envolvidos em massacres em escolas não fere a política de uso da rede. Afinal, como pais e alunos devem agir diante de uma ameaça de ataques a instituições de ensino? Como o medo pode alterar a rotina dessas pessoas? Sobre o assunto, vamos conversar com o psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do hospital das clínicas e colunista do Estadão, Daniel Martins de Barros. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Novo esquema do tráfico nos aeroportos: passageiros estão vulneráveis?
O caso envolvendo as brasileiras presas na Alemanha abriu um debate sobre o nível de vulnerabilidade dos aeroportos no Brasil e as novas investidas de traficantes para o transporte de drogas para outros países. No dia 5 de março, duas brasileiras, Jeanne Paolline e Kátyna Baía, embarcaram em uma viagem de 20 dias pela Europa. Na Alemanha, o que era um sonho, acabou virando um pesadelo. A polícia do país apreendeu no bagageiro do avião duas malas com 20kg de cocaína cada, etiquetadas com os nomes de Jeanne e Kátyna. Desde então, as goianas ficaram detidas no país e só foram soltas nesta terça-feira (11), após pedido do Ministério Público da Alemanha. A base para a liberação delas foram as imagens que mostram as bagagens sendo trocadas durante uma escala no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. O programa Fantástico, da Rede Globo, revelou em reportagem no último domingo (09). A própria Polícia Federal revelou que, um dia antes do embarque das duas brasileiras, outra goiana teve a etiqueta da mala trocada por bagagem com drogas ao viajar para Paris, na França. Esse caso levantou inúmeras questões: afinal, estamos descobertos quando o assunto são nossas bagagens nos aeroportos? Quais garantias o passageiro tem de que não será vítima de troca de bagagens? Como estão as brasileiras neste momento? O que o governo brasileiro pretende fazer sobre esta nova modalidade de tráfico? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre esses assuntos com o Secretário Nacional de Justiça, Augusto de Arruda Botelho; com a advogada que cuidou do caso das brasileiras, na Alemanha, Chayane Kuss; e com o consultor de segurança da Inteligência em Segurança da Aviação Civil (InAVSEC), Jefferson Barbosa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Branda ou ferrenha? A oposição no governo Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem tido mais problemas com a oposição do que se imaginava no início de seu governo. Com a distribuição de cargos para diversos partidos, o Partido dos Trabalhadores (PT) imaginava um cenário mais tranquilo, e isolamento dos bolsonaristas. Mas, o que tem se visto é uma articulação, mesmo que tímida, para constranger o governo no Congresso Nacional. Parlamentares desse grupo têm lutado para implantar a CPMI dos atos de 8 de janeiro. A ideia é convocar integrantes do governo a fim de desmoralizá-los. Em parte, a oposição conseguiu levar alguns ministros para darem explicações, sobre diversos assuntos, em comissões da Câmara. Um dos alvos é o ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), que proporcionou uma série de embates com os bolsonaristas na Casa. A oposição tem cumprido as metas traçadas para a legislatura de reuniões para a definição de pautas e até palavras de ordem. Os parlamentares têm feito reuniões semanais para contrapor os discursos do governo Lula e coordenar as críticas ao Palácio do Planalto. Afinal, a oposição conseguirá atrapalhar o governo no Congresso Nacional? É possível uma coordenação entre bolsonaristas e o centrão? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com o vice-líder da oposição na Câmara, o deputado Marcel Van Hattem (Novo), e com o cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Eduardo Grin. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O caos argentino a seis meses da eleição presidencial
A decisão do ex-presidente da Argentina, Mauricio Macri, de não disputar as eleições presidenciais do país, em outubro, mostra que o pleito deve ser marcado por surpresas e terá um resultado imprevisível. Macri disse que sua saída servirá para fortalecer seu grupo político “Juntos por el Cambio”, de escolher um nome forte para a eleição. Entre eles, Horacio Larreta, prefeito de Buenos Aires, e Patricia Bullrich, ex-ministra da Defesa no governo Macri. Esse movimento mexe também com seus principais adversários. A Frente de Todos é o grupo que hoje governa a Argentina. Entre os possíveis candidatos constam o presidente da República, Alberto Fernández, a vice-presidente, Cristina Kirchner, e o atual ministro da Economia, Sergio Massa. Mas, com uma economia cada vez mais problemática, que levou mais de 40% da população argentina para a linha da pobreza, existe a possibilidade do povo radicalizar no seu voto, e escolher um “Bolsonaro” para o país. Neste caso, trata-se do deputado Javier Milei, um parlamentar que adora polemizar em seus discursos. Afinal, como a situação econômica da Argentina vai refletir nas eleições de outubro? Existe a chance do país eleger alguém com o perfil de Jair Bolsonaro como represália? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o pesquisador associado do FGV Ibre, Fábio Giambiagi. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #267: #Start Eldorado: A jornada das smart cities - parte 2
As tecnologias que promovem o desenvolvimento das smart cities e sua aplicação prática, buscando proporcionar um ambiente mais seguro e inteligente para todos, incentivando o desenvolvimento e a atividade econômica e colocando a cidade na jornada do futuro: o Start Eldorado recebe gestores e especialistas que compartilham visões e experiências sobre o tema - Anderson Farias, prefeito de São José dos Campos; Daniel Córdoba e Aurílio Caiado, respectivamente secretários municipais de São Caetano do Sul e Campinas; Márcia Ogawa, líder da Deloitte; e Elias Reis, Smart Cities Business Development Manager na NEC Brasil - na primeira parte do painel “Smart Cities: Tendências e inovações tecnológicas para os desafios das cidades brasileiras”. A apresentação é de Daniel Gonzales. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mais um caso de violência em escola: poder público vai reagir?
Na manhã desta quarta-feira, 4 crianças, entre 4 e 7 anos, foram mortas dentro da creche em que estavam, quando um homem invadiu o local e as atacou com uma machadinha. Após o crime, o assassino se apresentou a uma delegacia de polícia, onde se entregou. Segundo os bombeiros, havia 40 crianças na creche nesta manhã e o agressor teria pulado o muro e atingido as vítimas de forma aleatória. Quatro crianças – duas meninas de 5 anos e dois meninos de 5 e 3 anos – foram levadas para o Hospital Santo Antônio – passaram por cirurgia e têm quadro estável. A prefeitura de Blumenau vai decretar luto de 30 dias. O governo do Estado decretou luto de três dias pelas mortes na creche. As aulas nas redes municipal e estadual foram suspensas na cidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou em rede social e classificou o ataque de “monstruosidade”. Este é um dos temas que guiam o ‘Poder em Pauta’, segmento do ‘Estadão Notícias’ que analisa os principais fatos da semana. Nesta edição, os repórteres de Política do Estadão, Beatriz Bulla e Pedro Venceslau, ainda analisam o vazamento do vídeo em que o apresentador José Luiz Datena sugere uma chapa com Guilherme Boulos pela prefeitura de São Paulo; a escolha do substituto de Ricardo Lewandowski no Supremo Tribunal Federal (STF); e a esquerda querendo barrar os acordos de leniência de empresas envolvidas na Lava Jato. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que é o novo ensino médio e por que querem revogá-lo
O ministro da Educação, Camilo Santana, confirmou nesta terça (04) que vai suspender o cronograma de implementação do novo ensino médio no País. A reforma foi aprovada durante o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB),em 2017. O novo modelo prevê aumento gradual no número de horas cursadas no ensino médio. Além disso, essa reforma estabelece que os estudantes façam uma formação básica e depois optem por um "itinerário formativo", que deve ser relacionado a uma das cinco áreas seguintes: Matemática, Linguagens, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e formação profissional. Profissionais da área da educação e entidades estudantis vinham pressionando o governo pela revogação do novo ensino médio, com o argumento que o modelo vai intensificar as desigualdades educacionais. No entanto, os Estados estão reticentes em rever a implementação da reforma. Afinal, o novo ensino médio precisa ser revogado, ou dá para alterar o que foi proposto? O que ele vai significar para os estudantes brasileiros? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter especial do Estadão, Renata Cafardo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A alta do aluguel e suas razões
Quem paga aluguel tem se assustado com os valores dos reajustes que os proprietários estão pedindo para os inquilinos. Com a disparada dos juros básicos da economia e, por consequência, das taxas dos financiamentos imobiliários, provocou um aumento na procura por locação residencial e um salto nos preços dos aluguéis. Segundo o Índice FipeZap, o aumento foi de 1,61% em fevereiro. Em 12 meses, a alta acumulada é de 17,05%. A volta ao trabalho presencial por causa do arrefecimento da pandemia também é outro fator que tem impulsionado a demanda por locação de casas e apartamentos e ajudado na escalada de preços dos aluguéis residenciais. Cada vez mais pessoas querem morar próximas de suas empresas. Outro motivo que puxou para cima os aluguéis foi a defasagem da correção que houve durante a pandemia. No auge da crise sanitária, os aluguéis foram mantidos em muitos casos porque a prioridade dos proprietários era ter o imóvel ocupado. Afinal, o que dizem os economistas sobre os aluguéis para os próximos meses? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista e coordenador do IPC Brasil do FGV Ibre, Paulo Picchetti. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

ChatGPT: é ele quem vai tirar seu emprego?
Na semana passada, o bilionário Elon Musk e mais de mil de especialistas mundiais assinaram um manifesto para pedir uma pausa de seis meses nas pesquisas sobre inteligências artificiais (IA) mais poderosas que o ChatGPT 4, o novo “cérebro” do ChatGPT lançado pela OpenAI lançado este mês. Nesta petição, eles pedem um prazo até que sejam estabelecidos sistemas de segurança com novas autoridades reguladoras, vigilância de sistemas de IA, técnicas que ajudem a distinguir entre o real e o artificial e instituições capazes de fazer frente aos riscos nas econômicas e políticas (especialmente para a democracia) que a IA irá causar. Entre os riscos dos novos modelos de IA estão o desemprego em massa e a criação de fake news - no último final de semana, uma imagem do Papa Francisco gerada por IA viralizou nas redes sociais e levantou dúvidas sobre sua veracidade. Afinal, as novas inteligências artificiais podem produzir uma espécie de armageddon na sociedade? É preciso que os governos discutam uma regulamentação específica sobre essas ferramentas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o pesquisador Sênior do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio), João Victor Archegas. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi Nós perguntamos ao ChatGPT quais serão os possíveis empregos que ele vai roubar. Confira aqui a resposta: Desculpe, mas eu não sou programado para sugerir ou incentivar qualquer tipo de comportamento criminoso ou ilegal, incluindo o roubo de empregos. Como um assistente virtual, minha principal função é fornecer informações precisas e úteis para ajudar a responder a perguntas de maneira ética e legal. Como modelo de linguagem, minha principal função é fornecer informações e conhecimento sobre diferentes tópicos. Portanto, posso ajudar a fornecer informações sobre as melhores práticas, tendências e tecnologias atuais que são relevantes para cada profissão, a fim de ajudar as pessoas a realizar seu trabalho de maneira mais eficiente e eficaz. Por exemplo, posso fornecer informações sobre softwares e ferramentas específicas que são usados na profissão, ou técnicas e estratégias que podem ajudar a otimizar o tempo e recursos. Além disso, posso ajudar a responder perguntas específicas sobre a profissão, tais como como resolver um problema específico que possa surgir no trabalho, ou fornecer exemplos de casos reais e soluções práticas. No entanto, é importante lembrar que, como modelo de linguagem, não tenho a capacidade de executar tarefas práticas ou oferecer serviços específicos. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #266: #Start Eldorado: A jornada das smart cities - parte 1
As tecnologias que promovem o desenvolvimento das smart cities e sua aplicação prática, buscando proporcionar um ambiente mais seguro e inteligente para todos, incentivando o desenvolvimento e a atividade econômica e colocando a cidade na jornada do futuro: o Start Eldorado recebe gestores e especialistas que compartilham visões e experiências sobre o tema - Anderson Farias, prefeito de São José dos Campos; Daniel Córdoba e Aurílio Caiado, respectivamente secretários municipais de São Caetano do Sul e Campinas; Márcia Ogawa, líder da Deloitte; e Elias Reis, Smart Cities Business Development Manager na NEC Brasil - na primeira parte do painel “Smart Cities: Tendências e inovações tecnológicas para os desafios das cidades brasileiras”. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Poder em Pauta: Mais joias das arábias e o novo arcabouço fiscal
A Polícia Federal (PF) marcou para a próxima quinta-feira, 5 de abril, o depoimento de Jair Bolsonaro (PL) sobre as joias que recebeu dos governos dos Emirados Árabes Unidos e da Arábia Saudita e que não foram declaradas à Receita Federal. Outro integrante do governo que será ouvido é o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid. Nesta semana, o Estadão revelou um terceiro pacote de joias que foi entregue ao ex-presidente, em 2019. Entre os produtos que estavam na caixa, havia um relógio rolex, de ouro branco, cravejado de diamantes. No total, todos os objetos estão avaliados em cerca de R$ 500 mil. Neste caso, Bolsonaro voltou com o conjunto de joias para o Brasil e deu ordens para que os itens fossem levados a seu acervo privado. O Estadão apurou que algumas caixas foram despachadas para uma propriedade do ex-piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet, que fica no Lago Sul, uma das regiões mais nobres de Brasília. Nesta edição especial do ‘Poder em Pauta’, ouvimos os autores desta série de reportagens sobre as joias das arábias: Adriana Fernandes e André Borges. Os dois ainda abordam as novas regras do arcabouço fiscal apresentadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e os bastidores da volta de Jair Bolsonaro para o Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O retorno de Jair Bolsonaro e o mistério sobre seu futuro político
A volta de Jair Bolsonaro (PL) ao Brasil traz mais dúvidas do que respostas sobre o futuro do ex-presidente na política do País. Enquanto existe a sombra da inelegibilidade, seu partido espera que Bolsonaro seja uma liderança da direita, já pensando nas eleições municipais de 2024. O ex-presidente deve assumir o cargo de presidente de honra do PL. A sigla, inclusive, já encomendou uma pesquisa para ajustar o discurso de Bolsonaro nas viagens pelo Brasil. Valdemar Costa Neto, presidente do (PL) acredita que Bolsonaro será determinante no sucesso eleitoral do partido não apenas nas capitais, mas também nas cidades menores. No entanto, Jair Bolsonaro também terá que lidar com inquéritos na Justiça sobre atitudes que foram tomadas enquanto ainda era presidente. Um dos exemplos, são os casos das joias entregues por governos estrangeiros, que entraram ilegalmente no Brasil, e foram reveladas por reportagens do Estadão. Afinal, o que representa a volta de Bolsonaro ao Brasil? O ex-presidente vai conseguir liderar a direita brasileira? No Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre esse retorno de Bolsonaro com o cientista político Miguel Lago, diretor do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS). Miguel também leciona em Harvard (EUA). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela ForteSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': João Doria analisa o futuro econômico do Brasil
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe João Doria, que analisa o futuro econômico do Brasil. Vice-chairman do Lide, ele também fala sobre suas passagens pela prefeitura e pelo governo de São Paulo, destaca os aprendizados que teve no setor público e conta detalhes da sua volta à iniciativa privada.See omnystudio.com/listener for privacy information.

França e Israel em convulsão social
Nos últimos dias, a população de dois países se organizaram e estão se manifestando contra duas reformas propostas pelos seus governos. Em Israel, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu que diminuir o poder do judiciário, dando ao parlamento a prerrogativa de derrubar decisões dos magistrados. Já na França, o presidente Emmanuel Macron quer implementar uma reforma previdenciária, que aumentará a idade mínima para se aposentar, além de acabar com alguns benefícios para os servidores públicos. No início desta semana, manifestantes impediram que turistas entrassem no Museu do Louvre, como forma de protesto. Como resultado dessas manifestações, o governo de Israel adiou a decisão de colocar o novo projeto em prática, mas não descartou a sua implantação. O executivo francês propôs uma série de reuniões com grupos parlamentares, partidos políticos, sindicatos e associações com o objetivo de "apaziguar o país". Afinal, o que essas manifestações podem mudar na vida política desses países? Há mais elementos em jogo do que apenas a discussão em torno das reformas? Existe uma insatisfação mais ampla? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre esse momento conturbado que vivem os dois países com o professor de relações internacionais da ESPM, Roberto Uebel. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O domínio de Arthur Lira sobre o governo e o Congresso
O clima no Congresso Nacional não está dos melhores após o embate que se criou entre o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), por causa da ideia de retomar as comissões mistas, que envolvem as duas Casas, para dar celeridade às Medidas Provisórias (MPs) enviadas pelo Executivo. Lira tem ameaçado paralisar as atividades no Parlamento, caso a sua vontade não seja feita. Já Pacheco diz que está respeitando o que diz a Constituição Federal. A questão é que o governo terá que mediar a guerra fria que se tornou a relação dos seus dois aliados no Congresso. A verdade é que Arthur Lira conquistou um grande poder nestes últimos anos, e tem feito o governo se alinhar aos seus desejos em troca de governabilidade. Até por isso, Lula e seus ministros têm evitado enfrentar o presidente da Câmara por receio de que isso trave as pautas do governo no parlamento. Afinal, qual o tamanho do poder de Arthur Lira? Como o crescimento do presidente da Câmara pode atrapalhar os planos do governo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com o cientista político e coordenador do blog Legis -Ativo do Estadão, Humberto Dantas. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela ForteSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O que explica o fracasso histórico no combate ao PCC?
Na semana passada, os noticiários foram tomados pela operação da Polícia Federal que prendeu membros de uma facção criminosa que planejavam assassinar, extorquir e sequestrar agentes públicos, como políticos e promotores de Justiça. Entre eles, o senador e ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro. Foram encontrados com os detidos planilhas de custos e armamentos que seriam usados nessas ações. O plano seria colocado em prática no segundo turno das eleições presidenciais do ano passado, e seria executado por Janeferson Aparecido Mariano, apontado pela Polícia Federal como cabeça do núcleo do PCC. A investigação mostrou a organização e a capilaridade da facção criminosa, que nasceu em 1993, e ao longo dos anos, tem espalhado terror pelo Brasil e no exterior. Estima-se que o grupo tenha mais de 20 mil afiliados e uma receita que ultrapassa R$1 bilhão. Afinal, por que os governos não conseguem combater essas facções criminosas? Qual é o poder que elas têm hoje na vida pública? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o crescimento e a organização do PCC com o jornalista Bruno Paes Manso, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP. Manso é autor dos livros: A República das Milícias, Dos Esquadrões da Morte a Era Bolsonaro (2020) e A Guerra: a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil (2018), ambos lançados pela editora Todavia. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #265: #Start Eldorado: data centers, proteção e mais conectividade
Alguns dos temas que foram discutidos na segunda edição do Latam Telco Vision Fórum em destaque nesta edição do Start Eldorado, com a apresentação de Daniel Gonzales. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Empresas Mais: Mercado de Panificação
No podcast de hoje, o jornalista Roberto de Lira conversa com a diretora de marketing da Puratos na América Latina, Evelyn González, sobre o mercado de panificação e tendências para 2023. Um setor que fatura pouco mais de 100 bilhões ao ano está passando por transformações e tem, atualmente, um cenário de invenção. Ouça!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Poder em Pauta: Lula x Moro e os recados amargos do BC
Nesta quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que as suspeitas de que uma quadrilha ligada ao PCC pretendia atacar o senador Sérgio Moro (União Brasil), são uma “armação” do ex-juiz federal. “Quero ser cauteloso. Vou descobrir o que aconteceu. É visível que é uma armação do Moro.”, disse Lula durante visita ao Complexo Naval de Itaguaí, no Rio de Janeiro. A Polícia Federal (PF) abriu na quarta-feira uma operação batizada ‘Sequaz’ contra uma quadrilha ligada a facção criminosa que pretendia atacar servidores públicos e autoridades, planejando assassinatos e extorsão mediante sequestro em quatro Estados e no Distrito Federal. Até o momento, nove investigados foram presos. Moro era um dos alvos da facção. Antes desta declaração de Lula, em entrevista à Rádio Eldorado, o senador Sérgio Moro pediu que o presidente apoie o seu projeto de lei para punir quem planeja atentados contra autoridades como uma forma de “se redimir” após sua declaração, em que afirmou que o seu pensamento enquanto preso era que só ficaria bem “após foder” com o ex-juiz da Lava Jato. Ainda nessa edição, os repórteres de ‘Política’ do Estadão Beatriz Bulla e Pedro Venceslau abordam a viagem de Lula para a China; a crise gerada pela decisão do Banco Central de manter a atual taxa de juros; e a convocação de ministros do atual governo para explicações em comissões do Congresso Nacional O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que esperar da visita de Lula à China?
Nesta sexta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai para sua primeira visita oficial à China e com vários desafios pela frente. O primeiro deles é ampliar as oportunidades de negócios com seu maior parceiro comercial. Desde 2009, a relação econômica entre os dois países têm proporcionado ganhos para as duas economias. Um grupo de mais de 240 empresários deve acompanhar a viagem de Lula à China. Somente o Ministério da Agricultura vai levar mais de 100 integrantes do agronegócio. O governo brasileiro já informou que não vai custear as despesas deste grupo. Mas assuntos espinhosos também farão parte do encontro entre o presidente brasileiro e o líder chinês, Xi Jinping. Mesmo mantendo uma posição de neutralidade na guerra entre Rússia e Ucrânia, Lula quer que a China use a sua influência sobre os russos para tentar uma solução diplomática para o conflito. Afinal, o que essa viagem para a China pode trazer de benefícios para o Brasil? Lula conseguirá resolver as cascas de ferida com seu principal parceiro comercial? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Marcus Vinícius De Freitas, professor visitante da Universidade de Relações Exteriores da China. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

EXTRA: A manutenção da taxa Selic e seus significados
Mesmo com as pressões do governo federal pela queda dos juros, o Banco Central manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano pela quinta vez seguida. A manutenção pelo Comitê de Política Monetária (Copom) era consenso no mercado financeiro diante da estratégia anunciada pelo órgão de estabilidade da taxa por um período “suficientemente prolongado”. Além das reiteradas críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do PT à condução da política monetária sob o comando de Roberto Campos Neto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, atacou o que chamou de o “maior juro real do mundo”. Na chamada “Super Quarta”, o Fed, banco central dos Estados Unidos, anunciou uma alta de 0,25 ponto percentual em sua taxa de juros, que passou de 4,75% para 5% ao ano. O movimento de alta ocorre após o colapso do Silicon Valley Bank e do Signature Bank, no Vale do Silício, e da compra do Credit Suisse pelo rival suíço UBS. Afinal, o que significa a manutenção da taxa de juros no Brasil? Qual a influência no Brasil da taxa de juros maior nos Estados Unidos? Na edição extra do ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Silvio Campos Neto, economista e sócio da Tendências Consultoria: O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os desafios para emplacar nova versão do Mais Médicos
Nesta segunda-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) relançou o programa Mais Médicos, que teve a sua primeira versão durante o governo de Dilma Rousseff (PT). Agora, a promessa é de empregar profissionais brasileiros nos editais, mas estrangeiros poderão participar também. Aliás, trazer médicos de outros países foi motivo de críticas em 2013, quando cubanos foram chamados para suprir a falta de profissionais na saúde pública do País, principalmente, em regiões afastadas e periferias. O problema foi a forma de contratação desses médicos, que tinham 60% dos seus ganhos retidos pelo governo de Cuba. Algumas entidades médicas dizem que o novo programa não resolve problemas estruturais da saúde pública brasileira. Segundo o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul, o fato do Mais Médicos não exigir a revalidação do diploma para estrangeiros, compromete a qualidade do atendimento à população. Afinal, o programa de 2023 é melhor do que o de 2013? As regras informadas são boas, ou existem problemas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, quem nos explica mais sobre o novo programa é a repórter de Saúde do Estadão, Fabiana Cambricoli. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Força de Trump sob teste: o caso da prisão e seus efeitos
No sábado (18), o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, em pronunciamento na plataforma Truth Social, que pode ser preso na próxima terça-feira (21) em uma ação judicial movida pela procuradoria distrital de Manhattan. Sem apresentar provas, o ex-presidente afirmou que vazamentos do gabinete do procurador indicavam que ele seria preso. O gabinete do procurador distrital de Manhattan, Alvin Bragg, começou a apresentar evidências a um júri que investiga o pagamento de US$ 130 mil à estrela pornô Stormy Daniels, com quem Trump supostamente teve relações, nos últimos dias da campanha do republicano em 2016. O caso lembra o mesmo momento vivido pelo ex-presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que tem evitado voltar ao País, por causa dos inquéritos criminais que investigam sua participação e responsabilidade nos episódios dos atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro, e da atuação na pandemia da covid-19. Tanto nos Estados Unidos como no Brasil existe o receio de que a prisão desses dois líderes da direita levem a uma eclosão de manifestações. Um dos porta-vozes da presidência dos Estados Unidos, John Kirby, disse que o governo monitora possíveis protestos caso Trump seja detido, inclusive, nesta semana. Afinal, o que pode acontecer no Brasil e nos Estados Unidos com a prisão dessas duas lideranças? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos abordar o assunto com a professora de relações internacionais da ESPM, Denilde Holzhacker. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': O futuro do setor energético no Brasil
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Nicola Cotugno, presidente da Enel Brasil. Ele fala sobre o futuro das energias renováveis no País e revela, entre outras ações, o plano da Enel para instalar oito milhões de medidores digitais na cidade de São Paulo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O novo arcabouço fiscal e sua importância para economia
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), apresentou na semana passada para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a proposta do novo arcabouço fiscal. A medida vai substituir o teto de gastos, que é a regra que limita o crescimento de grande parte das despesas da União diante da inflação. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, que foi aprovada em dezembro de 2022, determinou que o governo apresente, via projeto de lei complementar, até 31 de agosto deste ano, uma nova regra fiscal para substituir o teto de gastos. Sem dar prazos, Lula sinalizou aos jornalistas que a divulgação deve ser feita antes de sua ida à China, prevista para o fim deste mês e que deverá contar com a presença de Fernando Haddad. Para o ministro, o novo marco também pode ajudar na condução da política monetária feita pelo Banco Central a reduzir a taxa básica de juros, a Selic. Afinal, o que esse novo arcabouço fiscal tem que contemplar? A definição de uma regra pode ajudar a economia? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista e professor convidado dos MBAs da FGV, Anderson Pellegrino. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #264: #Start Eldorado: 5G e a evolução do Open RAN
Alguns dos temas que foram discutidos na segunda edição do Latam Telco Vision Fórum em destaque nesta edição do Start Eldorado, com a apresentação de Daniel Gonzales. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Poder em Pauta: Orçamento secreto 2.0 e a volta de Bolsonaro
Em dezembro de 2022, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a inconstitucionalidade do orçamento secreto, esquema de distribuição de recursos para parlamentares sem a devida transparência sobre o que era feito desse dinheiro, descoberto e revelado pelo Estadão. Agora, está surgindo o chamado “orçamento secreto 2.0”. As ministras do Planejamento, Simone Tebet, da Gestão, Esther Dweck, e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, assinaram uma portaria definindo o novo processo de liberação de emendas parlamentares pelo Palácio do Planalto. No entanto, o documento não estabelece qualquer mecanismo objetivo que assegure a transparência sobre os dados dessas transferências, como determinou o STF. Pela portaria, o dinheiro vai cair direto na conta do estado ou município indicado pelos parlamentares. A nova versão do orçamento secreto expõe o nível de dependência do governo Lula perante o Congresso? Este é um dos temas analisados no ‘Poder em Pauta’ segmento do ‘Estadão Notícias’ que debate os assuntos que marcaram a semana. Ainda nessa edição, os repórteres de ‘Política’ do Estadão Felipe Frazão e Pedro Venceslau abordam a devolução das jóias das arábias; a volta de Jair Bolsonaro (PL) ao Brasil; e a nova composição da Assembléia Legislativa de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A retomada de vistos para estrangeiros e os impactos no turismo
A partir de 1º de outubro, o governo brasileiro vai voltar a exigir que os cidadãos dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão tenham visto para que possam vir ao País, seja a trabalho ou a passeio. Um decreto de 2019 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) havia retirado a exigência do processo para estas nações como forma de incentivar o turismo. No entanto, o atual governo entende que para que a medida continuasse valendo, era necessário uma medida igual de reciprocidade destes países com os cidadãos brasileiros. O Ministério das Relações Exteriores diz que o canal ainda está aberto para que a exigência do visto não volte. A decisão do Brasil passou a preocupar o setor de turismo, que mesmo com a pandemia, viu um crescimento de turistas destes países pela facilidade de entrar em território nacional. A expectativa é que, sem a pandemia, o número deve crescer ainda mais. Afinal, essa medida vai ter um impacto muito grande no turismo? E como fica a relação do Brasil com estas nações? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o tema com o presidente da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo, Roberto Haro Nedelciu; e com o professor de Relações Internacionais da FGV e da FAAP, Vinícius Vieira. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.