
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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A posse de Lula: gestos, símbolos e contradições
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi empossado neste domingo, 1º de janeiro, em um evento grandioso, com presença de autoridades e momentos simbólicos para a democracia brasileira. Um deles foi a subida da rampa do Planalto de mãos dadas com pessoas representativas do povo, que também fizeram a passagem da faixa presidencial, já que o ex-presidente Jair Bolsonaro viajou para os Estados Unidos. O dia foi marcado também por uma segurança restritiva no evento, após a prisão de bolsonarista por planejar atentado com explosivos próximo ao aeroporto de Brasília na semana passada. Mesmo assim, Lula desfilou sem colete a prova de balas no famoso Rolls Royce conversível presidencial. Foi acompanhado da primeira dama Janja, do vice Geraldo Alckmin e sua esposa, Lu Alckmin. Na cerimônia do Congresso para assinatura do termo de posse, Lula fez um discurso de conciliação com as Casas Legislativas, mas com fortes críticas ao governo antecessor. E prometeu não agir com revanchismos, porém afirmou que quem errou irá pagar na Justiça. Com a faixa no peito, Lula se dirigiu às pessoas presentes na Praça dos Três Poderes em seu segundo discurso. Se comprometeu em governar para todos e reafirmou que vai trabalhar para acabar com a desigualdade no Brasil. Afinal, que avaliação podemos fazer deste abre-alas do terceiro governo Lula? Para analisar este tema convidamos para este episódio do ‘Estadão Notícias’, o cientista político Bruno Silva, diretor de projetos do Movimento Voto Consciente. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Aline Fernandes Sonorização/Montagem: Vitor dos Reis.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #253: #Start Eldorado: Retrospectiva tech 2022 - parte 2
Alguns dos principais temas da transformação digital da sociedade e dos negócios, levados ao ar no Start Eldorado, na segunda parte da retrospectiva 2022. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Christian Dunker: 'Brasil precisa resgatar sua capacidade de sonhar'
A última edição do ‘Estadão Notícias’ em 2022 traz uma entrevista com o psicanalista e professor titular do Departamento de Psicologia da USP, Christian Dunker. Sua entrada no debate público se tornou ainda mais pop depois que criou o canal no Youtube ‘Falando Nisso’, em que traz reflexões sobre os mais diversos temas, tendo a psicanálise como uma espécie de linha mestra.Nessa conversa com o podcast, Dunker falou sobre política, religião, polarização, saúde mental no pós-pandemia, auto-estima do Brasil e expectativa para um novo governo que se inicia. “A moderação não está em alta”, analisa como saldo do processo eleitoral brasileiro. “A esquerda veio para o centro e a direita se vendeu para esse discurso de arquibancada”, complementa. A entrada de um segmento religioso na política tende a agravar o problema e amplificar discursos mais extremados. “A gente não lidou com isso no tempo adequado, agora temos que lidar com o fundamentalismo religioso, que é novo no Brasil”, diz Dunker. O especialista ainda traçou um pouco do perfil de Jair Bolsonaro, abatido pela perda do poder: “Bolsonaro não é um perverso sociopata, mas um homem de masculinidade frágil”. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O adeus ao Rei Pelé
Após meses de luta contra o câncer, chega ao fim a história de uma lenda do futebol, Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé. Ele morreu nesta quinta-feira, 29. Seus feitos estão eternizados na história da humanidade e nos corações de todos os apaixonados por futebol. Antes do Rei a camisa 10 era só mais uma dentro do campo. A paradinha na cobrança de pênalti, a comemoração com soco no ar, tudo, invenção do craque, que modificou o futebol e abriu caminho para que o esporte seja o que é hoje. Até pouco tempo, Pelé era o jogador mais jovem a disputar uma Copa do Mundo, em 58 na Suécia. No entanto, permanece sendo o mais jovem a conquistar a taça. Sendo o único atleta a conquistar um tricampeonato mundial com uma seleção nacional. Neste episódio especial do ‘Estadão Notícias’, relembramos a história de Edson Arantes, desde Três Corações, em Minas Gerais, seus momentos de glória no futebol, até a aposentadoria. Este programa também serve de homenagem ao Rei que trouxe alegria tantas vezes ao seu País e se coloca como um dos maiores brasileiros na história. Contamos com relatos do jornalista Milton Neves, também do professor e pesquisador da história do Santos, Guilherme Nascimento, e do editor de Esportes do Estadão, Robson Morelli. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A reinserção do Brasil no cenário global
“O Brasil está de volta”. Foi com essa frase que o presidente eleito, Lula (PT), descreveu como será a relação do País com outras nações daqui pra frente. Durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), o que se viu foi um total isolamento do Brasil, especialmente por divergências ideológicas e pelo rápido alinhamento com Trump nos EUA. Mas é com a América do Sul que o Brasil deve fazer as pazes, a partir de agora. A ascensão da esquerda no bloco regional contribui para essa aproximação e retomada da liderança do Brasil. Lula pretende fortalecer os organismos como o Mercosul, os Brics, a Celac e a Unasul. Parceiros comerciais importantes do Brasil passam por momentos delicados em suas democracias. A China enfrenta uma série de protestos por causa do aumento das restrições por causa da Covid-19. Os Estados Unidos atravessam uma divisão entre democratas e republicanos. A Câmara dos Deputados será controlada pela oposição, enquanto o Senado estará com Joe Biden. Fora isso, Lula terá que lidar com tensões internacionais como a Guerra na Ucrânia, e os protestos que tomaram conta do Irã, contra a repressão religiosa, principalmente, na vestimenta das mulheres do país. Afinal, que papel está reservado ao Brasil nas relações exteriores? E qual balanço é possível fazer sobre este ano 2022 no cenário global? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com a chefe de reportagem de Internacional do Estadão, Fernanda Simas, e o repórter do Estadão, em Brasília, Felipe Frazão. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A reconstrução de uma política ambiental
Em seu primeiro evento internacional como presidente eleito do Brasil, na COP-27, Lula mostrou uma grande preocupação em recuperar as políticas ambientais abandonadas por Jair Bolsonaro. Em 2021, o desmatamento na Amazônia atingiu mais de 13 mil quilômetros quadrados, um aumento de 22% em relação a 2020. No entanto, Lula tem cobrado os outros países de que a proteção da Amazônia seja uma responsabilidade mundial, e pediu a ampliação do Fundo da Amazônia para incluir novos países doadores, pelo menos no primeiro ano do mandato. O Brasil recebeu também propostas e demonstrações concretas de interesse por parte de mega empresários e de fundações privadas para integrar o grupo. De acordo com o Greenpeace, ONG de proteção ambiental, pelo segundo ano consecutivo, não há recursos previstos para Monitoramento da Cobertura da Terra e do Risco de Queimadas e Incêndios Florestais, realizado pelo Instituto Nacional de Políticas Espaciais (INPE). Com a retomada do fundo da Amazônia, será possível conter o desmatamento da região? E como lidar com os crimes ambientais cometidos no local? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com a especialista sênior em políticas públicas do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama, Sueli Araujo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Desmonte do SUS, vacinação em queda: os desafios de Lula na Saúde
O Brasil enfrenta um apagão financeiro na área da saúde, que o próximo governo terá que enfrentar em meio a uma nova onda de contágios da covid-19. A equipe de transição identificou ainda não haver recursos reservados para despesas regulares do Ministério da Saúde no valor de 10 bilhões de reais, o que inclui compra de medicamentos. O Programa Nacional de Imunizações também perdeu recursos, medida que o grupo de transição tenta reverter para ter condições de colocar em prática a promessa de ampliar as campanhas de vacinação em 2023. Em um relatório, o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou para a ausência de indicadores sobre a cobertura vacinal contra a Covid-19. No mesmo relatório, o TCU apresentou um diagnóstico sobre o SUS. Segundo o documento, o atual modelo de gestão da saúde pública no país tem "indícios de insustentabilidade". Afinal, como lidar com um quadro de crise financeira em meio a uma pandemia? Como voltar a fortalecer o SUS? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com a repórter especial do Estadão, Fabiana Cambricoli. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma reflexão sobre a era Bolsonaro
O governo Jair Bolsonaro facilmente entra no rol dos mais polêmicos e turbulentos desde a redemocratização do Brasil. Antes um deputado do baixo clero, que frequentava programas de TV de cunho duvidoso, o capitão do exército ganhou notoriedade e subiu a rampa do Palácio do Planalto. Bolsonaro deixa um Brasil mais armado, desmatado e com cortes recorde de recursos na saúde e educação. Na pandemia, perdurou o negacionismo de medidas sanitárias, o que prejudicou o controle da doença. Foi na gestão Bolsonaro que o Ministério da Educação ficou no centro de vários escândalos, entre eles, o do ex-ministro Milton Ribeiro que afirmou em áudio que priorizava a liberação de verbas a prefeituras ligadas a dois pastores. Para se ter uma ideia, foram 5 ministros da educação em apenas 4 anos de governo. Bolsonaro teve que se render aos encantos do Centrão para ter o mínimo de governabilidade. No Congresso Nacional, o grupo formou a base do governo, principalmente após o deputado Arthur Lira ter sido eleito presidente da Câmara. E o toma lá dá cá aconteceu em diversas formas, principalmente no chamado Orçamento Secreto, descoberto e revelado pelo Estadão. Afinal, Como podemos classificar os 4 anos de seu governo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Luiz Bueno, Professor de Filosofia da FAAP, Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #252: #Start Eldorado: Retrospectiva tech 2022 - parte 1
Alguns dos principais temas da transformação digital da sociedade e dos negócios, com destaque para o #5G, levados ao ar no Start Eldorado, na primeira parte da retrospectiva 2022. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Economia: o risco da volta da heterodoxia no governo Lula
Se tem uma área em que Lula (PT) não pode errar é a economia. Sempre com o olhar desconfiado do mercado, o petista não tem tido vida fácil nos seus anúncios para a área. O nome de Fernando Haddad (PT-SP) para assumir a pasta não agradou num primeiro momento. Além disso, a quebra do teto de gastos, garantido pela PEC da Transição, aprovada pelo Congresso Nacional, também foi mal recebida por agentes econômicos A liberação de R$145 bilhões fora do freio fiscal foi vista como uma forma de desequilibrar as contas públicas. Fato é que Lula tem o desafio de equalizar a responsabilidade fiscal com a responsabilidade social. Em 2021, faltou dinheiro para comprar alimento, em algum momento do ano, para 36% dos brasileiros, o maior patamar da série histórica. Tudo isso diante de um cenário de recessão econômica mundial. Os EUA sofrerão com a alta de juros, a Europa com a falta de gás e a China com sua desaceleração estrutural. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que o PIB mundial em 2,7%, mas alerta que “mais de um terço da economia global vai se contrair em 2023”. Diante deste cenário, como equilibrar finanças com as questões sociais? Qual deve ser o caminho econômico traçado por Lula no próximo ano? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos analisar este cenário com o economista da Tendências Consultoria, Silvio Campos Neto. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': Quais devem ser as prioridades do novo governo na saúde?
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o médico Claudio Lotemberg, presidente do Conselho Deliberativo da Sociedade Beneficente Albert Einstein. Ele analisa os desafios que o novo governo Lula terá na área da saúde a partir de 2023, fala sobre o futuro do SUS e destaca a importância da telemedicina na atualidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O protagonismo político de Janja no governo Lula
Rosângela da Silva, mais conhecida como Janja, assume o papel de primeira-dama do Brasil, a partir de 1º de janeiro de 2023. A socióloga foi fundamental na campanha de Lula (PT), quando promoveu eventos e reuniões para fortalecer a candidatura do petista. Janja disse que quer ressignificar o papel de primeira-dama no próximo governo. A socióloga já disse que pretende reafirmar sua luta contra a insegurança alimentar e a violência doméstica contra a mulher. Como exemplo, há a atuação de mulheres que foram importantes para o social do País. Um caso recente foi o de Ruth Cardoso, falecida esposa de Fernando Henrique Cardoso. Pesquisadora reconhecida no mundo acadêmico, a antropóloga trabalhou e dialogou com empresários, ativistas, políticos, artistas, jovens, homens e mulheres, e teve um papel social fundamental nos 8 anos de governo do seu marido. No entanto, a intenção de Janja em ter um papel ativo no governo vem incomodando aliados e membros do PT. Afinal, por que a atuação política de Janja desperta tanto incômodo? Seria um traço evidente do machismo na política brasileira? Que tipo de papel ela pode ter no governo Lula? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Hannah Maruci, cientista política e Diretora d'A Tenda das Candidatas, organização social que capacita mulheres líderes para o jogo eleitoral O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Camilo Santana no MEC, Izolda preterida e o futuro da educação
Camilo Santana (PT), ex-governador do Ceará e senador eleito pelo Estado, deve assumir uma das pastas que mais sofreram no governo de Jair Bolsonaro (PL): a Educação. O petista é reconhecido, junto com a atual governadora, Izolda Cela, como os grandes responsáveis pelo sucesso no ensino público do Ceará. Mas os desafios são enormes no Ministério da Educação (MEC). A equipe de transição apontou que falta dinheiro para o orçamento da pasta, a partir de 2023, e que mudanças profundas precisam ser feitas na estrutura do MEC. A educação básica (0 a 17 anos) deve ser a área mais importante no novo governo, após déficit de aprendizagem das crianças durante a pandemia e paralisação de programas pelo governo de Jair Bolsonaro. As universidades e institutos federais também vêm sofrendo com constantes cortes e bloqueios nos seus orçamentos. Agora no final de novembro, a União bloqueou cerca de R$ 466 milhões dessas instituições, inclusive de bolsas de pesquisas. Afinal, Lula conseguirá reestruturar a educação em um governo que já começa com o orçamento totalmente comprometido? É possível recuperar a educação em apenas 4 anos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter especial do Estadão, Renata Cafardo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: O protagonismo brasileiro na COP-27
O Estadão Blue Studio e o Grupo Ambipar realizaram um bate papo para falar sobre as reais consequências da COP-27, que aconteceu esse ano, no Egito.Na conversa, foi debatido o protagonismo brasileiro em sustentabilidade, como os projetos de descarbonização podem impulsionar a economia do país e qual a contribuição das empresas nesse desafio. A conversa foi mediada pela jornalista Michelle Trombelli, e contou com o diretor de sustentabilidade do Grupo Ambipar, Rafael Tello, e a líder de relações institucionais da Biofílica Ambipar Environment, Annie Groth. Ouça agora!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Simone Tebet: dentro ou fora do novo governo?
Simone Tebet (MDB-MS) pode acabar ficando sem nenhum ministério do futuro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os petistas têm rejeitado o nome da senadora para assumir pastas ligadas a área social, que é um desejo da congressista para se fortalecer para as próximas eleições. A ideia de Lula e do PT era que Tebet aceitasse a pasta da Agricultura, pela sua ligação com o agronegócio, principalmente, do Centro-Oeste do País. No entanto, a senadora, que tem apoio do seu partido MDB, gostaria de um ministério com importância e força popular. Essa disputa interna tem desgastado a relação dos petistas com Simone Tebet. O MDB já reclamou para o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), sobre a sede do PT por ministérios, que está inviabilizando uma frente ampla dentro do novo governo. Alckmin garantiu que a senadora será ministra, só não cravou em que pasta. Afinal, qual será o futuro de Simone Tebet no novo governo? Quem perde mais caso se confirme sua ausência na Esplanada dos Ministérios? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a cientista política, e professora de pós- graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e pesquisadora da PUC-SP, Tathiana Chicarino. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A batalha final da PEC da Transição e o plano B do PT
Depois de uma dose de otimismo, a PEC da Transição pode estar com seus dias contados. Nesta terça-feira (20), o texto, que foi aprovado pelo Senado, será votado na Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), está pessimista sobre atingir a quantidade de votos necessários para essa aprovação. Em paralelo, existe uma negociação política em relação ao apoio à PEC e a distribuição de cargos no primeiro escalão do novo governo. Apurações dão conta que o Centrão quer pastas importantes, como Saúde e Minas e Energia. Em sessão da Câmara, Lira negou que esteja fazendo “barganha” por votos. O relator-geral do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI), disse que, se a Câmara não aprovar a PEC, o País vai “parar” já no 1º mês de governo do presidente eleito, Lula. O PT tem um plano B para, pelo menos, garantir o pagamento do Bolsa-Família de 600 reais no ano que vem: editar uma Medida Provisória (MP). Afinal, Lula vai conseguir aprovar a PEC? O que acontece se o texto não avançar na Câmara dos Deputados? No “Estadão Notícias” de hoje, vamos conversar sobre os bastidores dessa negociação com a colunista do Estadão, em Brasília, Vera Rosa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo com apoio: Queijo artesanal mineiro busca reconhecimento da Unesco
O queijo artesanal mineiro pretende seguir os passos da baguete francesa e entrar para o rol de alimentos que são Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade reconhecido pela Unesco. Um comitê formado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) do Governo de Minas Gerais, junto de representantes do Governo Federal e de produtores locais esteve presente na cerimônia e levou na bagagem algumas dezenas de queijos artesanais para já começar a impressionar os conselheiros e apresentar a candidatura. Para saber como será essa candidatura e as expectativas para a conquista, a jornalista Renata Mesquita conversou com o superintendente de abastecimento e cooperativismo da Seapa, Gilson de Assis Sales. Ouça o Podcast!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #251: #Start Eldorado: garantindo a identificação segura
No Start Eldorado desta semana, os desafios da identificação segura e precisa e as tecnologias utilizadas na área e em sistemas de integração de dados dos cidadãos em prol de serviços nas áreas privada e pública, com todos os pontos que envolvem essas jornadas. Henrique Mattiello, gerente de negócios para atendimento do mercado privado no Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados, a maior empresa pública de tecnologia da informação do mundo) é nosso convidado. Levar a inteligência de dados para promover serviços aderentes a cada perfil, as questões de privacidade das informações e a preparação para uma era também estão entre os desafios da empresa, que vem se reposicionando no mercado. O Start Eldorado vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaristas na mira da Justiça e a briga por ministérios
Nesta quinta-feira, a Polícia Federal realizou uma operação que cumpriu 103 mandados de busca e apreensão contra pessoas ligadas a atos antidemocráticos em todo o País, entre eles os bloqueios de estradas promovidos por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) inconformados com a vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas. As ordens foram expedidas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A ofensiva foi aberta três dias após bolsonaristas tentarem invadir a sede da Polícia Federal em Brasília, além de atearem fogo a carros e ônibus na capital federal. Enquanto isso, o Supremo Tribunal Federal (STF) decide a constitucionalidade do orçamento secreto. A presidente, ministra Rosa Weber, defendeu, durante julgamento que contesta o mecanismo, a derrubada das emendas do relator. Em duro voto, a magistrada apontou 'verdadeiro regime de exceção ao orçamento da União, em burla à transparência e a distribuição isonômica de recursos públicos'. Mas esse não é o único assunto que preocupa o Congresso. Parlamentares querem espaço no novo governo para aprovar a PEC da Transição. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), negocia alguns ministérios com o futuro presidente Lula para garantir, pelo menos, 150 parlamentares na base do governo. Por falar em novo governo, Lula (PT) tenta retomar relações internacionais que foram ignoradas pelo atual governo. O futuro ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que o presidente eleito pediu para o Brasil retomar relações com a Venezuela. Estes são alguns dos assuntos que guiam o ‘Poder em Pauta’, nossa conversa semanal com os repórteres do Estadão que cobrem o dia a dia da política. Participam desta edição Felipe Frazão, de Brasília, e Pedro Venceslau, de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo com apoio: MG é referência na produção de azeite e vinho
Em Minas Gerais, há cerca de duas décadas, a colheita dos vinhos tradicionais era feita no verão, período de muita chuva. As uvas tinham problemas de fungo e de contaminação e o resultado final era um vinho de baixa qualidade. Para mudar esse cenário, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) desenvolveu na região a tecnologia de dupla poda da videira. Com os produtores de azeite tem ocorrido processo semelhante. A primeira extração no Brasil de um extra-virgem foi feita pela Epamig há 14 anos. Para falar mais sobre o assunto, a jornalista Renata Mesquita conversou com o pesquisador e diretor de operações técnicas da Epamig, Trazilbo de Paula. Ouça o Podcast!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mercadante no BNDES: Lula promove 'revival' da era Dilma?
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou Aloizio Mercadante para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e o mercado não reagiu bem à escolha. O petista foi um dos homens fortes do governo de Dilma Rousseff (PT), que foi marcado por atitudes consideradas irresponsáveis do ponto de vista fiscal. Mas, para assumir o cargo, Mercadante não poderia ter trabalhado na campanha de Lula, já que a lei das estatais exige uma quarentena de 36 meses para assumir qualquer posto nas estatais brasileiras. No entanto, a Câmara dos Deputados, de forma meteórica, aprovou uma mudança na regra, que passou para 30 dias. O texto segue para o Senado. Em nota, a assessoria do futuro presidente do BNDES negou que o caso dele se enquadraria na atual lei das estatais. “Mercadante não exerceu qualquer função remunerada na campanha vitoriosa do Presidente Lula, não tendo sido vinculado a qualquer atividade de organização, estruturação ou realização da campanha”, afirma. Nos governos petistas, a instituição foi muito utilizada para direcionar crédito com juros abaixo do mercado, por meio do forte endividamento do governo. Essa medida provocava distorções no mercado de crédito, pois enquanto o Banco Central tentava controlar a inflação subindo os juros, o BNDES continuava fornecendo crédito com juro baixo, estimulando o consumo na ponta final. Afinal, o caráter intervencionista de Mercadante pode prejudicar o BNDES? Podemos caminhar para o que aconteceu no governo Dilma? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com o economista e ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Quem vai parar o golpismo que espalhou o terror em Brasília?
Manifestantes bolsonaristas promoveram uma noite de terror, na última segunda-feira (12), em Brasília, ao protestar contra a prisão do líder indígena José Acácio Serere Xavante, apoiador de Bolsonaro. Um grupo de pessoas tentou invadir a sede da Polícia Federal para onde ele foi levado. No caminho, deixaram um rastro de destruição com ônibus e carros queimados. Parte dos manifestantes tentou chegar próximo do hotel onde estão hospedados o presidente eleito Lula (PT) e o vice, Geraldo Alckmin (PSB). A segurança teve que ser reforçada por agentes federais e policiais militares do distrito federal. O secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Júlio Danilo, afirmou que os culpados serão identificados e presos. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, chamou de "absurdo" os atos de vandalismo na região central de Brasília. Já o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, defendeu as manifestações pacíficas e condenou a violência ocorrida na capital federal. Afinal, até quando o atual governo vai permitir o escalonamento dessa tensão? Por que as instituições estão coniventes com os manifestantes? Qual o perigo para o futuro presidente? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com o jornalista e colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Felipe Moura Brasil. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Armas e politização das polícias: os desafios de Lula na segurança
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega ao seu terceiro mandato com novos desafios na área da Segurança Pública. Nos seus dois últimos governos, apesar de dobrar os investimentos na área, entre 2002 e 2010, o número de mortes por 100 mil habitantes não diminuiu, chegando a média de 26 por ano. Mas esse é apenas um dos problemas a serem enfrentados. A politização da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) tem preocupado o novo governo. Durante o segundo turno, operações feitas nas estradas pela PRF, dirigida pelo bolsonarista Silvinei Vasquez, foram apontadas como uma clara interferência no processo eleitoral. A questão do aumento da circulação e acesso às armas de fogo, por causa dos decretos do atual governo, também preocupa. Dados da Polícia Federal e do Exército mostram que, desde 2019, mais de um milhão de novas armas foram registradas. Para isso, o novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), defende um “revogaço” dessas medidas, e um plano de desarmamento da população. Afinal, Lula vai conseguir implantar uma política mais efetiva na área da segurança pública em comparação aos seus dois primeiros mandatos (2003 - 2010)? Quais são os principais desafios a serem enfrentados? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com a socióloga Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': Zeina Latif e as perspectivas econômicas para o Brasil em 2023
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe a economista Zeina Latif. Ela analisa o atual cenário econômico do Brasil, fala sobre os desafios do País a partir de 2023 e comenta o aspecto global do setor nos próximos anos. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Haddad na Fazenda e as dúvidas sobre a política fiscal
Após conseguir aprovar a PEC da Transição no Senado, e de ter uma expectativa positiva de que passará também pela Câmara dos Deputados nesta semana, o futuro governo Lula (PT) precisa cumprir, até agosto, um pedido dos parlamentares sobre o desenho da nova âncora fiscal, que vai substituir o atual teto de gastos. O vice-presidente da República eleito Geraldo Alckmin chegou a defender que fosse definido, “se possível este ano”, o novo modelo para substituir o atual, mas reconheceu que é preciso ter calma para apresentar a proposta que será levada ao Congresso Nacional. Com Lula confirmando Fernando Haddad (PT) como novo ministro da Fazenda, caberá ao novo titular da pasta fazer essa proposta e negociar com os parlamentares uma espécie de teto de gastos mais flexível e que não cause um desarranjo fiscal. Afinal, se o teto cair, ou for substituído, qual vai entrar no seu lugar? A confirmação de Haddad na condução da economia dá sinais de estabilidade ou traz de volta o pesadelo do desenvolvimentismo petista? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a economista Juliana Inhasz, professora e coordenadora de graduação em economia do Insper. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes,Vinicius Novais e Lais Gottardo. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #250: #Start Eldorado: onboard de dados une mundos físico e digital
Desafios do onboarding de dados e questões de segurança na leitura e captura de dados em pauta no Start Eldorado, que traz o terceiro e último programa com as principais informações do Smarter Cities and Digital ID Forum. Quem fala sobre o tema é Daniel Aragão, head of Cybersecurity Business Line, da NEC. Ele conta mais sobre as principais táticas criminosas de ataque, o ponto da proteção dos dispositivos e sistemas e as principais tecnologias para garantir segurança a todo o processo. O Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O primeiros ministros de Lula e os rumos da PEC na Câmara
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá anunciar alguns futuros ministros nesta sexta-feira. A expectativa é que, entre os anunciados, estejam os ministros da Fazenda, Fernando Haddad (PT), da Defesa, José Múcio Monteiro, e da Justiça, Flávio Dino (PSB). O novo governo, ainda na sua fase de transição, já conseguiu sua primeira vitória no Congresso Nacional. Os senadores aprovaram em duas votações a chamada PEC da Transição, que abre um espaço fora do teto de gastos de R$ 145 bilhões, mais R$ 23 bilhões para recompor o orçamento deste ano. No entanto, a fase mais difícil começa agora, quando o texto vai para a Câmara dos Deputados, e pode ser modificado, ou até rejeitado. A tendência é que Lula consiga o número de parlamentares para a aprovação. Mas os deputados têm condicionado essa aprovação a um outro tema: orçamento secreto. Nesta semana, começou no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento sobre a constitucionalidade da medida. Em um entendimento anterior, os ministros já suspenderam o instrumento pela falta de transparência. Os parlamentares se defendem e dizem que já tomaram medidas para tornar o orçamento menos secreto. A agitação acontece também com países vizinhos. No Peru, após uma tentativa fracassada de destituir a Câmara dos Deputados, o presidente Pedro Castillo foi deposto e preso. O líder peruano tentava se salvar de um processo de impeachment por parte dos parlamentares. Estes são alguns dos assuntos que guiam o ‘Poder em Pauta’, nossa conversa semanal com os repórteres do Estadão que cobrem o dia a dia da política. Participam desta edição Felipe Frazão, de Brasília, e Pedro Venceslau, de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O afastamento de Tarcísio de Bolsonaro e do bolsonarismo
O governador eleito de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), homem forte do governo de Jair Bolsonaro, e principal candidato do atual presidente nas eleições de 2022, têm deixado os bolsonaristas chateados com suas declarações. Em entrevista à CNN, o ex-ministro disse que nunca foi “bolsonarista-raiz”, e criticou a guerra cultural e ideológica no País. Mas essa foi apenas uma das declarações que causaram polêmica. Para quem esperava que Tarcísio iria embarcar na onda de contestar o resultado das eleições, se enganou. Não apenas isso, defendeu o diálogo com o STF e com o presidente eleito, Lula (PT). Para os bolsonaristas, Tarcísio começou a se descolar de Jair Bolsonaro com a intenção de liderar a direita moderada daqui pra frente. Sob a tutela de nomes do centrão, como o presidente do PSD, Gilberto Kassab, o novo governador de São Paulo poderia ser um nome mais palatável por quem se incomodou com o “jeito” de Bolsonaro. A questão é: existe força na direita sem os bolsonaristas? A derrota de Bolsonaro mostrou que é preciso encontrar uma liderança mais moderada? Tarcisio desponta como um nome possível? No 'Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e coordenador do blog Legis -Ativo do Estadão, Humberto Dantas. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

STF vai dar fim ao orçamento secreto?
O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, nesta quarta-feira (07), as ações dos partidos Verde, PSOL, PSB e Cidadania, sobre a suposta inconstitucionalidade do orçamento secreto, que são verbas federais destinadas pelo relator do Orçamento da União a parlamentares. Para esses partidos que foram ao STF, a liberação de recursos pelo orçamento secreto prejudica a moralidade, a legalidade, a transparência, a publicidade e o controle social das contas públicas. O governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) coloca suas fichas nesta decisão do tribunal para conseguir cumprir a promessa de campanha de acabar com o instrumento, revelado pelo Estadão, e usado pelo atual presidente Jair Bolsonaro para barganhar apoio no Congresso Nacional. No entanto, os congressistas não estão vendo com bons olhos esse julgamento. Para eles, a decisão sobre o orçamento secreto deve partir do Legislativo, e não do Judiciário. Mas os parlamentares reconhecem que terão que implantar novas regras para tornar as emendas do relator mais transparentes. Afinal, o quanto o STF vai mexer nesse vespeiro? Será o fim do orçamento secreto? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Oscar Vilhena, professor da FGV Direito SP O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': A importância do DNA dpara a medicina de precisão
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe a professora, pesquisadora e doutora em genética humana Lygia da Veiga Pereira. Ela fala sobre a importância de se decifrar o DNA do brasileiro para o desenvolvimento da medicina de precisão com a criação de um banco de genomas “abrasileirado”, de uma sociedade que resultou da miscigenação de europeus, indígenas e africanos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A revolução das mulheres no Irã e as chances do regime colapsar
Autoridades iranianas resolveram dissolver a chamada “polícia moral”, após a onda de protestos que tomaram conta do país durante 3 meses por conta da morte de Mahsa Amini, de 22 anos, que foi detida por "uso inadequado" do hijab, que é o véu islâmico, obrigatório no Irã. Após o caso, eclodiram manifestações por todas as partes do Irã, que foram reprimidas com violência pelo governo do país. Segundo a Iran Human Rights Watch, a principal organização de monitoramento das manifestações, mais de 350 pessoas morreram durante os protestos. As críticas também tomaram conta dos parlamentos europeus, e chegou à Copa do Mundo do Catar. Agora, o novo procurador-geral do Irã, Mohammad Jafar Montazari anunciou que o governo está analisando a questão da obrigatoriedade do véu, mas não antecipou se a lei será modificada. O resultado dessa análise, por parte do governo, deve ser divulgado em 15 dias. Afinal, o que significa esse recuo do governo ultraconservador do Irã? Como fica o poder religioso no país, após essa onda de protestos? Há espaço para uma democratização do Irã? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Danielle Ayres, coordenadora da pós-graduação de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e vice-presidente da ABED (Associação Brasileira de Estudos de Defesa). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

PL está preparado para ser oposição no governo Lula?
O PL prometeu ser oposição ao longo dos 4 anos do governo Lula (PT) e quer que Jair Bolsonaro, que saiu derrotado nas eleições, lidere esse grupo dentro e fora do Congresso Nacional. Inclusive, o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, ofereceu moradia, em Brasília, e um salário para que Bolsonaro tenha vida política ativa dentro da sigla. O problema é que o presidente não tem se mostrado disposto a ser uma voz de liderança da oposição. Recluso desde a derrota, ele tem sido cobrado por apoiadores a falar com manifestantes bolsonaristas que estão na porta de quartéis do Exército, pelo País. Mas o clima no PL é de racha, já que uma parte dos integrantes da legenda querem isolar os deputados mais radicais, como é o caso de Carla Zambelli (PL-SP). No entendimento desses políticos, o caminho da radicalização só irá isolar a sigla dentro do Congresso. O PL vai conseguir se manter homogêneo durante o governo Lula? A legenda está preparada para ser oposição ou passará a integrar o Centrão? Sobre esse assunto, vamos conversar com Rodrigo Prando, Cientista Político da Universidade Presbiteriana Mackenzie. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #249: #Start Eldorado: os últimos avanços em biometria digital
As tecnologias aplicadas aos sistemas de última geração de identificação de pessoas, nas cidades e muito além em destaque no Start Eldorado. Além de digitais, leitura de íris e reconhecimento facial, a indústria já pesquisa até mesmo o uso da biometria por meio do canal auditivo - técnica pela qual é emitido um som e o eco, único para cada pessoa, é lido - além de meios de realizar a identificação até mesmo de recém-nascidos. Tudo para garantir um 'onboard' seguro dos dados e evitar fraudes. Além de um futuro sem senhas, esses sistemas garantem um melhor planejamento de políticas públicas e podem ser integrados globalmente, inclusive a bancos de dadoa do setor privado. O apresentador Daniel Gonzales recebe Adriano Finamore, Biometrics Subject Matter Expert da NEC. O Start vai ao ar na Eldorado FM 107,3 - SP todas as quartas-feiras, às 21h.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A volta de Lula a Brasília, a disputa por cargos e Haddad na Fazenda
Com a volta do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, à Brasília, as articulações para a montagem do futuro governo se intensificaram. E nomes importantes do próprio PT ficarão de fora da Esplanada dos Ministérios. É o caso da deputada Gleisi Hoffmann (PR), que seguirá à frente do comando nacional da sigla, além de cumprir seu mandato na Câmara. Especula-se que Aloizio Mercadante também pode ficar sem ministério. Aliás, a escolha por nomes que podem compor as pastas não têm sido tarefa fácil para Lula. O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, deve ser o escolhido para o Ministério da Fazenda, mesmo sem ter convencido o mercado sobre a sua capacidade para tocar a área. Outro nome que está definido é o do ex-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múcio Monteiro, para a Defesa. O nome foi bem recebido dentro das Forças Armadas. Enquanto isso, Lula segue em negociações intensas com o Congresso Nacional para aprovar a PEC da Transição, que prevê um “fura teto” para pagar benefícios sociais. Além disso, a equipe do novo governo trabalha em uma série de medidas para garantir um socorro financeiro para as áreas da Educação, Saúde e Segurança Pública. Estes são alguns dos assuntos que guiam o ‘Poder em Pauta’, nossa conversa semanal com os repórteres do Estadão que cobrem o dia a dia da política e das eleições. Participam desta edição Felipe Frazão e Pedro Venceslau. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': O futuro do meio ambiente no Brasil
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Roberto Klabin, criador do Instituto SOS Pantanal e um dos fundadores do SOS Mata Atlântica. Ele analisa o futuro do Brasil e do mundo em relação ao meio ambiente e fala sobre as responsabilidades do novo governo Lula em relação ao assunto.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A aliança entre Lula e Lira e a reação de Bolsonaro
Arthur Lira (PP-AL) ganhou um importante aliado na sua candidatura à reeleição para presidência da Câmara dos Deputados: Lula (PT) e de todos os parlamentares eleitos na coligação do presidente eleito. O anúncio foi feito nesta terça-feira (29) pelos petistas, durante o encontro da equipe de transição. A atitude de Lula mostra uma preocupação em garantir a governabilidade para seu governo. A ideia é formar um bloco de parlamentares na Câmara suficiente para aprovar projetos e colocar apoiadores no controle das principais comissões da Casa, como a de Constituição e Justiça. No entanto, para esse acordo se manter, o petista terá que descumprir uma de suas promessas de campanha: a de acabar com o orçamento secreto. Isso porque, Lira já deixou claro que não pretende acabar com esse instrumento, que lhe dá ainda mais poder sobre os parlamentares. Jair Bolsonaro não gostou nada dessa aproximação e mandou suspender o pagamento das emendas do orçamento secreto. Na prática, a medida deixa o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sem capacidade de honrar os acordos feitos para bancar sua reeleição ao comando da Casa. Afinal, esse acordo com Lira é fundamental para que Lula garanta governabilidade para seu governo? Lira tem perfil confiável, mesmo sendo um dos herdeiros do governo Bolsonaro? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Carlos Pereira, colunista do Estadão, professor titular da FGV EBAPE e Professor Visitante da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A relação entre massacres em escolas e a cultura do ódio
O caso de Aracruz, no Espirito Santos, quando um adolescente invadiu 2 escolas armado e matou 4 pessoas e feriu outras 12, acendeu um alerta sobre a recorrência desses casos nos últimos anos. Coincidentemente, com a facilitação do acesso às armas no Brasil, durante o governo Bolsonaro, houve um aumento desse tipo de crime no País. Além disso, o crescente ódio na sociedade brasileira, que não aceita o contraditório, pode ter influenciado nesses casos. O pai do atirador de Aracruz tinha postagens no Instagram de apoio ao atual presidente e de ódio à esquerda. Ele, que é policial militar, postou também uma imagem do livro “Mein Kampf”, que traz a ideologia nazista. Em entrevista exclusiva ao Estadão, ele negou que seja nazista, ou que tenha incentivado o filho a cometer o crime. Segundo ele, o filho sofria bullying na escola, e que esse pode ser o problema que serviu como gatilho para fazer o que fez. O policial militar, no entanto, admite que errou ao deixar suas armas desprotegidas. Afinal, como podemos resolver esse problema de ataques nas escolas? Como o discurso de ódio influencia na mente de jovens em formação? O que explica o aumento vertiginoso deles nos últimos anos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Telma Vinha, pedagoga, doutora em educação e professora da Faculdade de Educação da Unicamp. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O derretimento das Big Techs e como isso afeta o Brasil
Apesar de vivermos em uma era promissora para empresas que atuam com tecnologia, em que os recursos digitais são cada vez mais exigidos, as chamadas Big Techs, que englobam as maiores companhias do segmento, passam por um crise sem precedentes, com falta de investimentos e tendo que diminuir seus quadros de funcionários. A Meta, que comanda o Facebook, Instagram e WhatsApp, demitiu 13% da força de trabalho. Já a Amazon, iniciou os cortes de 10 mil funcionários, cerca de 3% da companhia americana, e planeja mais uma rodada em 2023. Outras demissões ocorreram também na Netflix e no Snapchat nos últimos meses. O caso que mais tem chamado a atenção nos últimos meses é o do Twitter, que foi adquirido, após um imbróglio jurídico, pelo bilionário sul-africano, Elon Musk. Com as dívidas adquiridas por causa do negócio, e com a queda de anunciantes na plataforma, a companhia fez cortes e fechou escritórios pelo mundo. Afinal, o que está acontecendo com as Big Techs? Por que empresas que contam com um número gigantesco de clientes estão sofrendo financeiramente? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com Junior Borneli, CEO da escola internacional de negócios StartSE, e com Lucas Dezordi, professor do curso de Economia da PUC-PR. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A missão de Lula para ‘desbolsonarizar’ as Forças Armadas
Uma das questões que mais tem preocupado a equipe de transição do presidente eleito Lula (PT) é a relação com as Forças Armadas, principalmente com os seus comandantes. A escolha do próximo ministro da Defesa entra nesse bojo. A tendência é que a pasta volte a ser chefiada por um civil.A dificuldade de interlocução com integrantes das Forças se explica, em grande medida, pelo aparelhamento de militares no governo Bolsonaro, além da própria contaminação política da caserna. Não à toa, as Forças Armadas foram usadas para questionar a confiabilidade das urnas eletrônicas. E, agora, bolsonaristas têm se plantado em frente às portas de quartéis pelo País para contestar o resultado do pleito. Por tudo isso, se viu com estranheza a decisão das Forças Armadas de permitirem que Lula escolhesse os novos comandantes da Marinha, Aeronáutica e Exército já em dezembro, antes mesmo de dar posse ao novo ministro da Defesa. A equipe de transição viu a decisão como uma forma dos atuais chefes das Forças Armadas não quererem se submeter, mesmo que por alguns dias, ao comando de Lula. Afinal, o que levaria a essa troca repentina e precoce no comando das Forças Armadas? Como será a relação do futuro governo Lula com os militares? Qual deve ser o perfil ideal do novo Ministro da Defesa? Para falar sobre esses temas, a edição de hoje do podcast conversa com o repórter especial do Estadão, Marcelo Godoy. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #248: #Start Eldorado: proteção de dados nas smart cities
Segurança e proteção de dados no ambiente de uma cidade conectada e inteligente hoje no Start Eldorado. Vamos receber Daniel Aragão, head of Cybersecurity Business Line, da NEC, para falar sobre o tema, e ouvir alguns destaques do primeiro dia do Smarter Cities & Digital ID Forum, em uma cobertura especial sobre o evento. O Start vai ao ar às 21h, todas as quartas-feiras, na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Moraes implacável com golpismo de Bolsonaro
O PL insistiu na sua cruzada golpista para deslegitimar parte das urnas usadas nas eleições de outubro. Mesmo que especialistas digam que o problema apresentado não influencia na contagem de votos, o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, por pressão de Jair Bolsonaro, continuou com a tese de que o seu candidato foi prejudicado. A resposta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi dura. O ministro Alexandre de Moraes não aceitou as argumentações, aplicou uma multa de R$ 22,9 milhões ao PL, bloqueou o fundo eleitoral até o pagamento do valor, e enviou o nome de Valdemar Costa Neto para o inquérito das milícias digitais Enquanto isso, Lula, que foi declarado o vencedor do pleito, continua tendo dificuldades na articulação política dentro da equipe de transição. O problema está na relação do grupo com o Congresso Nacional, principalmente em relação a aprovação da PEC da Transição, que garantiria um valor de cerca de R$ 200 bilhões para o pagamento do Bolsa Família. Após a reclamação de bolsonaristas sobre a falta de espaço em um futuro governo de Tarcísio de Freitas, em São Paulo, o governador eleito nomeou vários apoiadores de Jair Bolsonaro para sua equipe de transição. Entre eles estão: negacionistas, evangélicos e membros de partidos aliados, como Republicanos, PL e PSC. Estes são alguns dos assuntos que guiam o ‘Poder em Pauta’, nossa conversa semanal com os repórteres do Estadão que cobrem o dia a dia da política e das eleições. Participam desta edição Felipe Frazão e Pedro Venceslau. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Como o bolsonarismo contribuiu para onda neonazista no Brasil
Nos dois últimos anos, o Brasil começou a perceber um aumento de grupos neonazistas em território nacional. De acordo com o Observatório Judaico dos Direitos Humanos no Brasil, foram mais de 100 casos entre 2019 e junho de 2022. Um desses episódios, nesta semana, levou à prisão de oito pessoas em uma célula neonazista em Santa Catarina. Aliás, o Estado é o que tem registrado o maior número de casos desse tipo. Até por isso, um grupo foi criado pelo Ministério Público para investigar essas células no Estado. O procurador-geral da República, Augusto Aras, já manifestou preocupação com grupos neonazistas de Santa Catarina durante uma conversa com o governador eleito, o senador Jorginho Mello (PL). De acordo com a antropóloga e pesquisadora do tema, Adriana Dias, entre 2019 e 2021, houve um aumento de 258% no número de pessoas que passaram a integrar grupos neonazistas. São cerca de 10 mil novos militantes nos 52 grupos organizados em 530 células, que estão distribuídas nas cinco regiões do Brasil. Afinal, a que se deve a expansão desses grupos no Brasil? De que maneira o bolsonarismo contribui para a ascensão desse tipo de ideologia? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o assunto com a doutora em Antropologia Social pela Unicamp e pesquisadora dos movimentos neonazistas no Brasil, Adriana Dias. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O futuro do orçamento secreto no governo Lula
Orçamento secreto. Essa expressão passou a ser conhecida pelos brasileiros após uma reportagem exclusiva do Estadão mostrar o uso desenfreado e político das chamadas emendas do relator. O instrumento, fortalecido ao longo do governo Bolsonaro como uma forma de ter apoio no Congresso, foi duramente criticado durante a campanha eleitoral dos presidenciáveis. Mas, para quem achou que o vencedor do pleito, no caso Lula (PT), iria acabar com o orçamento secreto, já dá pra saber que essa não será uma tarefa fácil, praticamente impossível. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), já disse que as emendas vão continuar, e já condicionou o apoio dos parlamentares à manutenção do instrumento. Para garantir que Lula não mexa com o orçamento secreto, deputados e senadores querem incluir o dispositivo dentro da PEC da Transição, que visa garantir cerca de R$ 200 bilhões fora do teto de gastos para custear programas sociais, como o Bolsa Família de R$ 600 para os brasileiros mais pobres. Afinal, é possível acabar com o orçamento secreto? Existe a possibilidade de torná-lo mais transparente? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a colunista do Estadão, Vera Rosa. O podcast de hoje ainda traz uma análise sobre a importância de Erasmo Carlos para a música. O cantor e compositor morreu nesta terça-feira, 22, aos 81 anos. Para o repórter e crítico musical do ‘Caderno 2’, Julio Maria, Erasmo não pode ser visto à sombra de seu principal parceiro, Roberto Carlos. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que revela e esconde o silêncio de Bolsonaro
Jair Bolsonaro está encastelado no Palácio do Alvorada desde a derrota para Lula nas eleições de outubro. Alguns aliados dizem que esse comportamento é de inconformismo com o resultado do pleito, mas também um certo medo de que, sem o foro privilegiado, ele possa acabar preso. Há também a informação de que Bolsonaro está com uma grave inflamação na perna provocada por uma doença dermatológica chamada erisipela, que tem o deixado com dificuldades de caminhar e de vestir calças. O ex-ministro da Defesa, Braga Netto, disse a apoiadores que o presidente deve reaparecer em breve. A questão é que esse silêncio tem sido entendido pelos bolsonaristas como um recado de que ele apoia os atos golpistas nos quartéis, e que estaria planejando uma virada de mesa para impedir a posse de Lula. Inclusive, vídeos publicados nas redes sociais do presidente também têm sido entendidos como recados de que algo vai acontecer. Afinal, o que o silêncio de Bolsonaro representa? O inconformismo da derrota ou o planejamento de um golpe contra as eleições? Sobre esse assunto, vamos conversar com o repórter do Estadão em Brasília, Vinicius Valfré, e com o cientista político Bruno Silva, diretor de Projetos do Movimento Voto Consciente. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Quem é o mercado? De fato, ele é mais reativo a Lula?
A falta de indicações mais concretas de como o novo governo vai atuar na sua política fiscal contribui para um cenário de incertezas e, por consequência, de um mercado “mais sensível”. Para piorar, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem dado declarações que geram ainda mais dúvidas sobre o nível de compromisso que sua gestão terá com os gastos públicos. Lula criticou diretamente o teto de gastos - que já prometeu revogar - e tem colocado em lados opostos a responsabilidade social e a responsabilidade fiscal, como se essa última fosse a grande vilã. Na COP-27, o petista classificou preconceituosamente o mercado. “Se eu falar isso, vai cair a bolsa, vai aumentar o dólar. Porque o dólar não aumenta e a bolsa cai por conta das pessoas sérias, mas por conta dos especuladores que vivem especulando todo santo dia”.O mais curioso é que Lula já ocupou a cadeira de presidente por dois mandatos e, em tese, deveria conhecer profundamente a dinâmica e funcionamento do mercado.Afinal, quem é esse mercado e por que ele é tão reativo às falas do presidente? Um governo de esquerda precisa dar mais garantias ao mercado do que um governo de direita ou de centro? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a economista e consultora econômica, Zeina Latif. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #247: #Start Eldorado: Rio caminha para se tornar smart city
Integração de dados vindos de sensores, dispositivos de IoT, monitoramento, aplicativos - e a inovação no gerenciamento das questões urbanas de uma grande cidade, aplicando inteligência ao trânsito, mobilidade no transporte público, segurança pública e atendimento a emergências como alagamentos e acidentes. Para compartilhar experiências de uma smart city e as tecnologias envolvidas, o Start Eldorado recebe Alexandre Caderman, chefe-executivo do COR - Centro de Operações do Rio de Janeiro. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O imbróglio da PEC da Transição e Lula na COP-27
Lula (PT) foi a principal atração da COP-27, e fez um discurso de união e de cobrança. O presidente eleito propôs uma aliança global para combater a fome em todo o mundo. Ele também cobrou dos países ricos o cumprimento da promessa de recursos para enfrentamento dos efeitos das mudanças climáticas nos países mais pobres. No Brasil, o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) entregou ao Congresso Nacional o texto da chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Transição, que propõe deixar o Bolsa Família de fora do teto de gastos durante tempo indeterminado. Estimativas apontam que a proposta deve custar cerca de R$ 200 bilhões por ano. Em meio às reações no Congresso Nacional sobre a PEC, onde deverá ser desidratada, a equipe de transição liderada por Alckmin foi surpreendida pelo pedido de renúncia de Guido Mantega, escalado para atuar no grupo técnico de planejamento, orçamento e gestão. Na sua justificativa, entre outras razões, o ex-ministro da Fazenda disse que “adversários estão interessados em tumultuar a transição e criar dificuldades para o novo governo.” Ao mesmo tempo, o governo de transição tem encontrado dificuldades em encontrar pessoas que possam dialogar com as atuais cúpulas do Ministério da Defesa e das Forças Armadas, que foram “bolsonarizadas” nos últimos 4 anos. Estes são alguns dos assuntos que guia o ‘Poder em Pauta’, nossa conversa semanal com os repórteres do Estadão que cobrem o dia a dia da política e das eleições. Participam desta edição Felipe Frazão e Beatriz Bulla. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pedidos de intervenção militar: crime ou liberdade de expressão?
Extremistas de direita têm ocupado as portas dos quartéis das Forças Armadas pelo Brasil para pedir intervenção militar após a vitória de Lula (PT) nas eleições de outubro. Na pauta, um falso combate ao fantasma do comunismo que, segundo eles, será implantado no País com o governo do petista. As polícias federal, militar e civil já identificaram diversas lideranças e patrocinadores desses atos antidemocráticos. Eles poderão ser enquadrados no crime de incitar a animosidade entre as Forças Armadas, ou delas contra os poderes constitucionais, as instituições civis ou a sociedade. Essas manifestações golpistas ganharam musculatura após uma nota dos comandantes das três forças, Marinha, Aeronáutica e Exército, que condenaram os excessos, mas defenderam o direito das pessoas se manifestarem, mesmo que o pedido seja por intervenção militar. Mas afinal, é legítimo pedir intervenção militar no Brasil? Esses manifestantes estão cometendo crime? Sobre esse assunto, vamos conversar com Oscar Vilhena Vieira, professor da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV Direito). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Com Lula, Brasil pode ter protagonismo no cenário internacional?
Durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), o Brasil experimentou uma condição que até então ainda não havia sentido: a de ser pária internacional. Com um histórico de sempre manter boas relações com outras nações, o País acabou isolado e sem condições de cumprir um papel de destaque ou protagonismo. Em larga medida, pelo tipo de radicalização ideológica assumida pelo atual presidente. Com a eleição de Lula (PT), houve uma espécie de alívio por parte de alguns líderes globais, como o presidente da França, Emmanuel Macron, que já no dia seguinte ligou para parabenizar o presidente eleito. A mesma rapidez em reconhecer a vitória do petista aconteceu por parte do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Na América do Sul, a vitória de Lula também foi muito comemorada. O presidente argentino, Alberto Fernandez, que nunca veio ao Brasil durante o governo Bolsonaro, fez questão de cumprimentar o petista pessoalmente. Chile, Peru, Bolívia e Colômbia também esperam uma relação mais amistosa com o novo governo. Afinal, o que podemos esperar da política externa do governo Lula-3? O alinhamento com autocracias de esquerda, como a da Venezuela, pode trazer complicações? A pauta ambiental é o que pode recolocar o Brasil numa posição de destaque na geopolítica global?No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Rubens Barbosa, presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior e ex-embaixador do Brasil em Londres, na Inglaterra, e em Washington, nos EUA. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Gabriel Tassi Lara Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Reforma tributária sairá do papel no governo Lula?
Membros do próximo governo Lula (PT) querem acelerar a discussão e a tramitação da reforma tributária para o ano que vem. A medida é vista como essencial para, entre outras coisas, abrir mais espaço no engessado orçamento que a gestão do petista terá em 2023. Entre os pontos a serem discutidos está a criação de um Impostos sobre Valor Agregado (IVA), no lugar do ICMS, PIS/Cofins e ISS. Outra promessa de campanha de Lula é a isenção na tabela do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. Além disso, existe a possibilidade de avançar com a proposta de taxação das grandes fortunas, e sobre lucros e dividendos. Os entusiastas dessa reforma são o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), e a senadora Simone Tebet (MDB-MS). A medida também deve ter amplo apoio no Congresso Nacional, já que Lula tem costurado alianças antes mesmo de assumir o cargo. Afinal, quais são as chances da reforma tributária prosperar? Se aprovada, ela terá impacto imediato e positivo sobre a economia brasileira? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Gabriel Quintanilha, professor convidado da FGV Direito Rio. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Gabriel Tassi Lara Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.