
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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O cerco que o STF pretende fazer contra os golpistas
O início dos trabalhos no Supremo Tribunal Federal (STF), em 2023, foi marcado pela defesa da democracia e a promessa de que todos os envolvidos nos atos golpistas em 8 de janeiro serão investigados e punidos com o rigor da lei, após o plenário da Corte, que foi reconstruído, ser vandalizado por bolsonaristas. Após quatro anos de uma relação quase bélica com Jair Bolsonaro (PL), a relação com o presidente Lula (PT) deve ser pacífica e respeitosa. O petista chegou a afirmar em seu discurso que essa relação entre o Executivo Federal e o Poder Judiciário terá como alicerce o respeito institucional. Com um início de ano turbulento, a presidente do STF, Rosa Weber, preferiu elaborar uma pauta para o primeiro semestre sem temas polêmicos. Ações sobre o marco temporal para demarcação de terras indígenas, a descriminalização do aborto, e o juiz de garantias ficaram de fora da lista, pelo menos até junho. O único tema “quente” que deve ser analisado pelo colegiado, será a decisão de colocar os acusados pela depredação de prédios públicos, em Brasília, no banco dos réus. 479 investigados foram denunciados por crimes como associação criminosa e incitação ao crime equiparada pela animosidade das Forças Armadas contra os Poderes Constitucionais. Afinal, como deve ser essa nova fase da relação entre judiciário, legislativo e executivo? O STF deve ter um papel mais discreto? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Eloísa Machado, professora da FGV Direito-SP. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #258: #Start Eldorado: A segurança física da nuvem - parte 1
Proteger dados e informações importantes para os negócios requer não só o forte investimento que as companhias vêm fazendo nas camadas lógicas, adotando sistemas robustos de cibersegurança, mas também a proteção dos perímetros físicos de locais onde estão instalados data centers e sistemas de dados - a nuvem. A importância de se pensar essa política híbrida de forma integrada é tema do Start Eldorado, que leva ao ar a primeira parte do painel que ocorreu em mais um evento da série “Conexões JHSP” - A segurança física dos ambientes lógicos: como as tecnologias expandem a proteção de dados. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tentativa de golpe? A trama envolvendo Marcos do Val e Jair Bolsonaro
Aliado de Jair Bolsonaro, o senador Marcos do Val (Podemos-ES) trouxe uma história, nesta quinta-feira (02), que envolve o ex-presidente, o ex-deputado federal, Daniel Silveira, e o planejamento de um golpe. De acordo com o congressista, ele foi chamado para uma reunião no Palácio do Planalto com o objetivo de gravar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e tirar algo que o pudesse comprometer. A intenção, segundo o senador, era desmoralizar Moraes e até mesmo provocar sua prisão, o que impediria a diplomação de Lula como presidente. Bolsonaro teria, inclusive, afirmado que o plano já estava acertado com o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que seria responsável por esta escuta. No entanto, após conversar com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, Marcos do Val, alterou a história e disse que Jair Bolsonaro não se manifestou quando ouviu a proposta de Daniel Silveira, que foi detido nesta quinta-feira, a mando de Alexandre de Moraes, por descumprir as regras da sua prisão domiciliar. Afinal, o que há de verdade nessa história do senador Marcos do Val? Ela tem potencial para implicar Jair Bolsonaro? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o repórter de política do Estadão, em Brasília, e colunista da Rádio Eldorado, Felipe Frazão. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': A importância da educação ambiental
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Suzana Pádua, presidente do IPÊ, Instituto de Pesquisas Ecológicas. Ela fala sobre a importância da educação ambiental em todos os setores da sociedade para mostrar o potencial econômico da nossa biodiversidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A formação do novo congresso e sua relação com Lula
O novo Congresso Nacional tomou posse, nesta quarta-feira (01), com um perfil diferente e com diversos desafios pela frente. Com mais deputados reeleitos, e menos outsiders do que 2018, a taxa de renovação da Câmara foi de 39%. No Senado, o cenário foi um pouco diferente. Dos 13 senadores que tentaram a reeleição, apenas 5 conseguiram se eleger.. O pleito de outubro do ano passado transformou o parlamento brasileiro em um espaço mais conservador e de direita. Mas, isso não quer dizer, na prática, que Lula terá dificuldades em governar. Boa parte dos parlamentares pertencem ao chamado Centrão que, geralmente, acabam se tornando governistas. Entre os desafios que se apresentam está a urgência de uma modernização tributária decorrente dos resultados negativos do país nos indicadores de desemprego, insegurança alimentar, pobreza e crescimento econômico. Outra prioridade é a aprovação de um novo arcabouço fiscal, incluindo alguma âncora que substitua o teto de gastos. Mas não para por aí, existem questões sobre reduzir os decretos que facilitaram o porte de armas, medidas para tornar mais dura as punições de quem comete crime contra a democracia, e as questões sociais, como o aumento permanente do Bolsa-Família para pessoas de baixa renda. Afinal, Lula conseguirá a tão sonhada governabilidade com este novo congresso? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O escândalo do ministro das Comunicações e o silêncio de Lula
Mal começou seu governo e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já tem que lidar com polêmicas sobre suas escolhas para os ministérios em nome da chamada governabilidade. Para se eleger, em uma disputa muito acirrada, o petista compôs uma grande coalizão, com partidos não só da esquerda, mas também do centro e da centro-direita. E, justamente por isso, “precisou” abrigar vários indicados dos partidos aliados na Esplanada dos Ministérios. Nesta semana, o Estadão revelou que o novo ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União Brasil-MA), direcionou 5 milhões de reais do orçamento secreto para asfaltar uma estrada de terra que passa em frente a sua fazenda, em Vitorino Freire, no Maranhão. Para piorar a sua situação, Juscelino Filho, apresentou à Justiça Eleitoral (TSE) informações falsas para pagar com dinheiro público 23 supostas viagens de helicóptero feitas durante sua campanha a deputado federal, no ano passado. Juscelino Filho entrou na cota de indicações do União Brasil, que, além dele, indicou Daniela do Waguinho para o Turismo e Waldez Góes, da Integração e Desenvolvimento Regional. Em troca de apoio ao seu governo, Lula ofereceu nove ministérios ao MDB, PSD e União Brasil. Afinal, vale tudo pela governabilidade? Lula não poderia ter exigido que os partidos indicassem pessoas sem problemas éticos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Rodrigo Prando, Cientista Político da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e com o repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A disputa pelas presidências da Câmara e do Senado
Nesta quarta-feira, deputados e senadores vão escolher os presidentes das duas Casas Legislativas para os próximos dois anos. Na Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não deve ter dificuldades em confirmar a sua reeleição, já que conta com amplo apoio de partidos governistas e de oposição, como nos casos de PT e PL. Já no Senado, a disputa tende a ser mais apertada. O atual presidente, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), é o favorito, e conta com o apoio do governo e de partidos do chamado Centrão. No entanto, seu adversário, Rogério Marinho (PL-MG), que foi ex-ministro de Jair Bolsonaro, tem conseguido angariar apoio de um número expressivo de partidos, como o PP e o Republicanos. É importante lembrar que o novo Congresso Nacional que toma posse também neste dia 1º de fevereiro, está mais conservador e à direita, mas existe o temor por parte de alguns parlamentares de se alinharem com o chamado bolsonarismo. Por isso, a disputa no Senado deve ser voto a voto. Afinal, de que maneira o resultado da eleição legislativa pode mexer com os rumos do governo Lula? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Bruno Silva, cientista político e diretor de projetos do Movimento Voto Consciente. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Gestão petista na Petrobras: intervencionismo ou modernização energética?
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou o nome de Jean Paul Prates (PT) para presidir a companhia. O petista é alinhado com a visão crítica de Lula em relação à política de preços adotada pela companhia. O PT, inclusive, já tem feito pressão para que haja uma mudança nessa formulação. Historicamente, a Petrobras sofre com tentativas de interferências políticas em suas estratégias e, desde 2016, conseguiu certa autonomia para adotar uma política de preços que segue indicadores internacionais. Após grandes prejuízos por subsidiar preços de combustíveis a mando de governos passados, o estatuto da Petrobras passou nos últimos anos a prever condições para que a companhia possa ter suas atividades orientadas pela União. Na era PT, nos governos de Lula e Dilma Rousseff, a companhia acumulou perdas que chegaram a 100 bilhões de reais. Foi durante a gestão petista que foi descoberto o esquema do “Petrolão”, que envolvia cobrança de propina de empreiteiras, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e superfaturamento de obras. Afinal, a intenção petista de interferir novamente na Petrobras pode trazer novos prejuízos à companhia? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #257: #Start Eldorado: programa vivo de proteção de dados
Manter um programa de proteção de dados vivo e eficiente é a preocupação número 1 entre os executivos de muitas áreas de negócios. Mais sobre os desafios, as tecnologias associadas, as expectativas para o futuro e sobre como a LGPD impacta a realidade das empresas em termos de privacidade, além de sua relação com os clientes, quase dois anos e meio depois de entrar em vigor, no Start Eldorado desta semana, que recebe duas DPOs (data protection officer, ou encarregadas de dados) de duas grandes empresas brasileiras: Samanta Oliveira, DPO do Mercado Livre no Brasil e Paula Zanona, DPO da Neoway. O Start Eldorado é apresentado por Daniel Gonzales e vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Picanha, Nutella e Rivotril: a farra com o cartão corporativo
Setenta e cinco milhões de reais. Esse foi o gasto de Jair Bolsonaro (PL) durante os seus 4 anos à frente da presidência da República. Na fatura do ex-presidente tem de tudo: picanha, caviar, filé mignon, camarão, leite condensado e Nutella. Fora isso, o instrumento foi utilizado para bancar viagens de servidores que acompanhavam seus filhos e a ex-primeira dama, Michelle. O cartão corporativo foi criado durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, para facilitar as transações financeiras emergenciais do governo. Pela lei, qualquer servidor público de órgãos ou departamentos do governo poderá utilizar o instrumento desde que seja apresentado justificativa e comprovação da necessidade de seu uso. Mas o uso indiscriminado do cartão corporativo não é uma particularidade de Jair Bolsonaro. No seu primeiro mandato, Lula consumiu, em valores corrigidos pela inflação, R$ 59 milhões entre 2003 e 2006. No segundo mandato do petista foram mais R$ 47 milhões. Entre 2011 e 2014, Dilma Rousseff gastou R$ 42 milhões. Afinal, como acabar com a farra dos cartões corporativos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Jean Menezes de Aguiar, advogado e professor da pós-graduação da FGV. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Repressão estatal e mortes: o agravamento da crise no Peru
As manifestações que ocorrem no Peru, desde a prisão do ex-presidente Pedro Castillo, estão cada vez mais violentas. Desde dezembro, os confrontos entre os grupos e as forças de segurança deixaram mais de 50 mortos. Além da renúncia da atual presidente, Dina Boluarte, os manifestantes querem o fechamento do Congresso, uma nova Constituição e a libertação de Castillo. Os manifestantes bloquearam rodovias, incendiaram prédios e invadiram aeroportos. O sul do Peru, onde se concentram várias manifestações, abriga destinos turísticos economicamente e culturalmente importantes, como Cusco e Puno. Até por isso, o governo peruano fechou a entrada a Machu Picchu por tempo indeterminado. Grupos de direitos humanos acusam as autoridades de usar armas de fogo contra os manifestantes e de usar helicópteros para jogar bombas de fumaça. Em 10 de janeiro, a Procuradoria do Peru afirmou que começou a investigar Boluarte e pessoas do governo dela por “genocídio, homicídio qualificado e ferimentos sérios” relacionados à reação aos protestos. Afinal, qual será o futuro político do Peru diante dessas manifestações? O Brasil pode cumprir algum papel nesse momento de crise aguda? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, ouvimos o depoimento da peruana Jhomelin Bordais, doutoranda em Políticas Públicas, que nos atendeu diretamente de Lima, capital do país. E também conversamos sobre o assunto com Ricardo Leães, cientista político e professor de Relações Internacionais da ESPM de Porto Alegre. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Moeda comum com a Argentina é bom negócio?
Brasil e Argentina começaram a desenhar uma proposta para a criação de uma moeda única, que levaria o nome de “Sur” para facilitar o comércio e as transações financeiras entre os países. Lula deixou claro que o objetivo inicial não é fazer com que os países deixem de usar suas próprias moedas. No entanto, existiria a possibilidade dos países adotarem essa moeda internamente, substituindo a atual utilizada. A implantação da moeda comum sul-americana não seria para agora, mas sim para daqui a alguns anos e, por enquanto, envolveria apenas Brasil e Argentina. O instrumento único para transações no bloco não é uma ideia nova e já foi defendida inclusive pelo ex-ministro da Economia Paulo Guedes. O ex-presidente Jair Bolsonaro também chegou a cogitar a criação do “peso real” durante uma visita a Argentina em 2019. Afinal, a adoção de uma moeda única na América do Sul poderia fortalecer a economia da região? Quais são os prós e contras da proposta? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

As digitais de Bolsonaro na tragédia com os Yanomami
Nas últimas semanas, o Brasil voltou a ser confrontado com a trágica realidade do garimpo ilegal nas terras dos povos Yanomamis, em Roraima e no Amazonas. Imagens de indígenas desnutridos e doentes rodaram os noticiários, mostrando o total descaso e abandono a que os Yanomamis estão expostos. Por causa da contaminação promovida pelos garimpeiros ilegais, que utilizam o mercúrio na extração de ouro, o solo e os rios acabam contaminados, o que gera uma crise de saúde para os indígenas. O Ministério dos Povos Indígenas divulgou que 99 crianças do povo Yanomami morreram devido ao avanço do garimpo ilegal na região. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que que o estado dos povos Yanomamis na gestão de Jair Bolsonaro (PL) é “um crime premeditado” e um “genocídio”. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, já informou que pedirá a abertura de um inquérito para apurar eventuais responsabilidades. O ex-presidente Jair Bolsonaro rebateu as acusações de Lula, que atribuiu a ele a culpa pela crise humanitária dos povos Yanomamis. No entanto, cartas de Jair Bolsonaro a entidades internacionais que denunciavam a situação dos Yanomamis ao governo brasileiro mostram que o ex-presidente garantiu que o povo indigena estava sendo atendido em programas de saúde. Afinal, quem são os culpados por esta grave crise em terras Yanomamis? Quais devem ser as ações primordiais para que este quadro não se repita? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador de reportagem da sucursal do Estadão em Brasília, Leonêncio Nossa. Ele é autor do livro “O Rio, uma viagem pela Alma da Amazônia”. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Por que Lula não quer a criação da CPI dos Atos Antidemocráticos?
Após os atos de vandalismo no dia 8 de janeiro, em Brasília, senadores que apoiam Lula (PT), e até aqueles que se colocam contra os bolsonaristas, correram para colher assinaturas para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis responsabilidades de pessoas da sociedade civil e também políticos. No entanto, em entrevista ao canal GloboNews, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva diz ser contra a instalação da CPI. A justificativa do petista é que esse trabalho já está sendo realizado pelos órgãos competentes. Inclusive, afirmou que aconselharia deputados e senadores da sua base a não instalarem a comissão. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), chegou a classificar a instalação da CPI como "muito pertinente" e "adequada". No entanto, essa CPI só deve ser instalada em fevereiro, após a volta do recesso parlamentar. Já o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), já disse que a Casa deve priorizar ações consensuais antes de tocar uma eventual instalação de CPI. Mas, por que Lula não quer apoiar a criação de mais um instrumento que possa culpabilizar os responsáveis pelos atos de vandalismo? A instalação de uma CPI para apurar os atos antidemocráticos de 8 de janeiro, ajudaria ou atrapalharia as investigações em andamento? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Lucas Pereira Rezende, cientista político e professor do Departamento de Ciência Política da UFMG. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #256: #Start Eldorado: inovação digital no streaming
O mercado de streaming de vídeo no Brasil passa por uma transformação que tem tudo a ver com inovações digitais presentes em muitas áreas de negócios. As empresas do setor investem em análise de dados e algoritmos para melhorar suas ofertas e conhecer seus clientes, em parcerias com o mercado de ISPs - o avanço dos provedores regionais de internet no Brasil, em inteligência artificial para assegurar a qualidade dos serviços, ao mesmo tempo em que têm grandes expectativas em torno da chegada de redes 5G de alto desempenho. Um cenário sobre o setor nesta edição do Start Eldorado, que recebe André Romanon, country manager da Roku Brasil, executivo que possui mais de 20 anos de experiência no segmento de tecnologia e televisão. O programa vai ao ar às 21h na rádio Eldorado FM (107,3 - SP) e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O papel dos sindicatos e a revisão da reforma trabalhista no governo Lula
Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou com, ao menos, 10 representantes de centrais sindicais do País. Na conversa, ouviu o desejo de fortalecer o Ministério do Trabalho, que tem Luiz Marinho (PT) à sua frente. Além disso, houve pedidos para que o governo reveja pontos da reforma trabalhista feita em 2017. Lula já anunciou a criação de três grupos de trabalho para propor mudanças na regra de reajuste do salário mínimo e na legislação trabalhista. Dois desses grupos, que devem ser compostos nos próximos 30 dias, e que terá a participação de empresários, vão discutir essas mudanças. O outro grupo de trabalho que foi criado é o que vai discutir o novo modelo de reajuste anual do salário mínimo. Os sindicalistas propõem um cálculo de aumento real dos salários com a recuperação da inflação, mais a média do PIB brasileiros dos últimos dois anos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a decisão sobre o aumento do salário mínimo cabe ao governo e será tomada após negociações com as centrais sindicais. Afinal, a reforma trabalhista precisa ser revista, de fato? Qual o impacto que isso pode gerar nas relações trabalhistas e de emprego? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Marco Antônio Teixeira, coordenador do Mestrado em Gestão e Políticas Públicas da FGV EAESP. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': O mercado publicitário e a transformação do comportamento do consumidor
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe publicitário Luiz Lara, chairman do Grupo TBWA e Presidente do CENP - Conselho Executivo das Normas Padrão.Ele fala sobre a transformação do comportamento do consumidor e explica o conceito de Economia da Atenção aplicado à publicidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A desmilitarização da política promovida por Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já começou o processo de desmilitarizar o governo e a praça dos Três Poderes. Na última semana, mais de 40 militares que trabalhavam na administração do Palácio do Planalto foram dispensados pelo atual governo. Em conversa com jornalistas, Lula deixou clara a desconfiança com a segurança e com fardados que estão no governo. O presidente disse estar "convencido" de que gente de dentro do palácio deixou golpistas entrarem no dia da invasão ao Planalto, incluindo militares. No entanto, a avaliação política é a de que essa retirada em massa passaria uma mensagem de que os militares estão sendo desprestigiados, o que, estrategicamente, não é interessante para o petista num momento em que ele mesmo tenta pacificar a relação com as Forças Armadas. A questão que se põe agora é como tratar o racha e os radicais, em particular, dentro do Exército? Como desbolsonarizar as Forças Armadas sem causar grandes cisões? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a professora do curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Adriana Marques. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que esperar da reaproximação de Brasil e Venezuela?
O Brasil reabriu a embaixada da Venezuela como forma de se reaproximar do vizinho sul-americano, após o governo de Jair Bolsonaro não reconhecer Nicolás Maduro como líder do país, e sim, o autoproclamado presidente, Juan Guaidó. Inclusive, em Brasília, havia uma representante da oposição como representante diplomático do país. Desde que venceu as eleições, Lula já havia dito que retornaria esses laços entre as duas nações. A medida já tinha sido anunciada também pelo novo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O governo Maduro apresentou o ex-cônsul-geral venezuelano em São Paulo Manuel Vicente Vadell como futuro embaixador no País. Nos últimos vinte anos, as relações econômicas entre Brasil e Venezuela foram estruturadas em torno do comércio bilateral, do financiamento à exportação de bens e serviços de engenharia, dos investimentos em infraestrutura e da parceria energética entre os dois países. Afinal, o que o Brasil ganha ao se aliar novamente ao governo ditatorial de Nicolás Maduro? O que esse relacionamento pode trazer de benefícios aos países? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador do DSI - Grupo de Análise de Estratégia Internacional (USP), Alberto Pfeifer. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os superpoderes de Alexandre de Moraes
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, assumiu um papel de defensor da democracia. Mas é claro, que nem todos aceitam essa denominação. Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) dizem que o magistrado age como um censor desta ala ideológica. Ao longo dos últimos anos, o ministro do STF mandou prender, acionou a Polícia Federal (PF) para fazer buscas e apreensões na casa de políticos e civis, derrubou perfis em redes sociais, e enquadrou diversos deles nos inquéritos dos atos antidemocráticos e das fake news. Após os ataques à praça dos Três Poderes, em Brasília, as decisões monocráticas do magistrado ficaram mais evidentes. Em um de seus discursos depois do ocorrido, Alexandre de Moraes prometeu o rigor da lei contra os golpistas que atentaram contra o estado democrático de direito. Afinal, as decisões do magistrado são necessárias para proteger a democracia ou são exageradas e criam precedentes perigosos para situações futuras? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem Anistia: o cerco ao ex-presidente Jair Bolsonaro
O Grupo Prerrogativas vai montar uma ofensiva para levar o ex-presidente Jair Bolsonaro a responder por ações de seu governo na Justiça. A estratégia do grupo, que reúne advogados e juristas ligados ao PT, será traçada com o objetivo de tornar Bolsonaro inelegível. Entre as acusações que pairam sobre Jair Bolsonaro estão: a condução na pandemia da Covid-19; a interferência na Polícia Federal ao trocar a chefia da instituição para proteger os filhos; O vazamento de uma investigação sigilosa da PF sobre um suposto ataque hacker ao TSE e por divulgar notícias falsas sobre o processo eleitoral. O movimento “Sem Anistia” já começa a ganhar corpo entre políticos de esquerda e nas redes sociais. Mas, alas moderadas da coalizão formada em torno de Lula temem transmitir uma ideia de revanchismo ou de "caça às bruxas" com o apoio formal às investigações e a adesão ao movimento. Afinal, o cerco sobre Bolsonaro pode acirrar a polarização no País? Qual seria o futuro do bolsonarismo com Bolsonaro inelegível? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas, Eduardo Grin. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Aline Fernandes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #255: #Start Eldorado: indústria 4.0, conectada e inteligente
Transformação digital nas cadeias produtivas, desde a fábrica até a distribuição dos produtos, com análise de dados para otimização das linhas e conexão aos pontos de venda - sem se esquecer da integração dos consumidores ao ecossistema do negócio, que se vale também de inovações trazidas pelas startups. A nova era da indústria é a 4.0, e você vai ouvir os cases de uma das maiores fabricantes de bebidas do mundo, a brasileira Ambev. O apresentador Daniel Gonzales recebe Eduardo Horai, CTO e VP de Tecnologia da empresa. O Start vai ao ar às 21h todas as quartas-feiras na Eldorado FM 107,3 - SP, aplicativo, site e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Privatizações: Lula mudará seu pensamento em relação às empresas estatais?
O governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tentar convencê-lo da importância de privatizar o maior porto da América Latina: o Porto de Santos, no litoral paulista. O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, afirmou que está aberto ao diálogo, porém, voltou a descartar a privatização da autoridade portuária em Santos. Após vencer as eleições, o presidente Lula disse que as privatizações iam acabar no Brasil durante seu governo. Logo no segundo dia de mandato, o novo chefe do executivo revogou atos que davam andamento à privatização de sete empresas públicas, entre elas a Petrobras. Diante das reações negativas, coube ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, colocar panos quentes na situação. O novo chefe da economia defendeu fortemente as parcerias público privadas no lugar das privatizações. Em uma PPP, a empresa normalmente fica responsável pelo projeto, assim como seu financiamento, execução e operação. Afinal, Lula erra ao demonizar as privatizações? As parcerias Público-Privadas seriam uma alternativa? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a economista e advogada, Elena Landau. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Parlamentares que atuaram nos atos golpistas podem ser cassados?
Nos atos golpistas praticados em Brasília, o que se viu foi a presença de inúmeros parlamentares. Deputados federais, estaduais e vereadores foram identificados em vídeos publicados nas redes sociais, durante a invasão de prédios públicos. Não apenas isso, diversos parlamentares também fizeram postagens de apoio ao ato, e alguns incitaram a população à barbárie na capital federal. Nas imagens é possível ver um grande número de políticos do Partido Liberal, sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesta terça-feira, o líder do PT na Câmara dos Deputados, Reginaldo Lopes, e o líder eleito para a próxima legislatura, Zeca Dirceu, entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo a responsabilização criminal de 3 parlamentares e uma suplente de deputado federal que endossaram o golpismo na capital federal. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), decidiu discutir mais para frente outras ações, como tornar inelegíveis aqueles que participarem de atos golpistas, em Brasília. Afinal, o que pode, de fato, acontecer a esses parlamentares? Eles poderão ser detidos após as investigações? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o advogado especialista em direito eleitoral, Alberto Rollo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula sai fortalecido dos ataques terroristas em Brasília?
Os ataques terroristas no domingo (08) tinham a intenção de depor o governo eleito e implantar uma ditadura militar. A questão é que o tiro saiu pela culatra, e o que vemos agora é uma espécie de fortalecimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Essa força foi demonstrada na última segunda-feira (09), quando os governadores de todos os estados, inclusive os que apoiaram Jair Bolsonaro (PL), se reuniram com o chefe do executivo em uma reunião de solidariedade ao que aconteceu na Praça dos Três Poderes. Um levantamento feito pelo Instituto Quaest, mostra que a população também condenou os ataques. 90% dos internautas reprovaram os atos terroristas que tiveram como alvo as sedes do executivo, legislativo e judiciário. O apoio veio ainda de deputados e senadores, que aprovaram em tempo recorde, a manutenção da intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal. O aceno veio também das Forças Armadas, que condenaram os atos e defenderam a manutenção da democracia. Afinal, Lula sai maior desse episódio? A oposição ficará acanhada após os ataques em Brasília? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Glauco Peres, professor associado de Ciência Política da Universidade de São Paulo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O cerco a extrema-direita no Brasil
Após um dia de terror em Brasília com a invasão dos prédios dos três poderes por bolsonaristas radicais, a meta do governo federal e das forças de segurança é identificar e deter aqueles que participaram do ato terrorista no coração do País. Após uma reunião entre os chefes dos Três Poderes, foi divulgada uma nota em que dizem “rejeitar” os “atos de terrorismo, vandalismo, criminosos e golpistas” e pedem à população a “defesa da paz e da democracia”. O Ministério da Justiça, a Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios criaram canais para receber denúncias e informações sobre os invasores e depredadores dos prédios públicos. As instituições pedem que sejam encaminhados vídeos, fotos ou prints de redes sociais que possam ajudar a identificar os responsáveis pelos atos golpistas e de depredação no [email protected]. No final da noite, o presidente Lula fez uma reunião com todos os governadores de estado, ministros e representantes do judiciário para discutir ações que impeçam que atos como o de domingo se repitam. Afinal, esse ataque aos Três Poderes pode ser um divisor de águas em como a sociedade, e até os políticos passarão a enxergar a extrema-direita? De que forma o governo federal, junto com o legislativo e o judiciário, deve agir para desarticular esses movimentos radicais? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a cientista política e doutora em ciência política pela USP, Camila Rocha. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Invasão dos Três Poderes: o ápice da radicalização do bolsonarismo
A democracia brasileira viveu um dos seus piores ataques desde a redemocratização do País. Bolsonaristas radicais invadiram a Praça dos Três Poderes, e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF). A Polícia Militar do Distrito Federal não só fez vista grossa como facilitou o acesso à maioria dos acessos vicinais livres, o que permitiu a chegada dos extremistas sem dificuldade até o gramado da Esplanada. Com isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou uma intervenção federal na segurança pública em Brasília até o dia 31 de janeiro. Segundo o governador do DF, Ibaneis Rocha, mais de 400 pessoas já foram presas pelos atos terroristas em Brasília. Esses extremistas apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro podem responder por diversos crimes, incluindo dano qualificado, atentado contra o estado democrático de direito e terrorismo. Os atos terroristas foram condenados também pelo presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco e pela presidente do STF, ministra Rosa Weber. Mais de seis horas após o início dos ataques terroristas às sedes dos Três Poderes em Brasília, o ex-presidente Jair Bolsonaro publicou, em Orlando, nos Estados Unidos, três tuítes em que afirma que depredações e invasões “fogem à regra”. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Laís Gottardo. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #254: #Start Eldorado: indústria em busca do carbono zero
No primeiro #Start Eldorado de 2023, falamos de um assunto que vem ganhando enorme relevância nos negócios, na temática ESG e na sociedade: desenvolvimento e inovação aliados à redução nas emissões de carbono. Os impactos da indústria no meio ambiente, a importância de adequar linhas de produção e produtos à pegada “Zero Carbon”, as iniciativas e as tecnologias associadas foram temas do painel “A indústria a caminho de um futuro sem emissões”, que reuniu Roberto Braun, diretor de assuntos governamentais e regulamentação da Toyota; Sergei Epof, vice-presidente de Aplliance da Panasonic; Anicia Pio, gerente do Departamento de Desenvolvimento Sustentável da Fiesp; e Alex Borges, sócio-líder de risco estratégico e regulatório e porta-voz de ESG da Deloitte. O Start Eldorado vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas aas quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo Lula flerta com autoritarismo ao tentar barrar fake news?
O governo Lula anunciou a criação da Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia. O órgão, que estará vinculado à Advocacia-Geral da União, ainda é uma incógnita. O que se sabe, até agora, é que sua função será a de enfrentar a desinformação sobre políticas públicas. No entanto, o conceito ainda é vago. No documento sobre a criação da Procuradoria, não há explicação sobre os critérios que serão utilizados pela área para a definição do que seria uma informação legítima ou “fake news”. Sua estrutura ainda será definida através de uma regulamentação do decreto que criou a Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia. Políticos da oposição ao governo Lula usaram seus perfis para questionar a criação da Procuradoria Nacional da Defesa da Democracia. O presidente Lula sempre foi um entusiasta da ideia de regulação das mídias digitais com o objetivo de tentar evitar a disseminação de fake news na internet. Afinal, a criação de um órgão para o combate às fake news é necessário ou perigoso? Existe o risco de perseguição política e ideológica? A maneira como está estruturado juridicamente está equivocada? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Roberto Dias, advogado e professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Aline Fernandes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A federalização do caso Marielle sob o governo Lula
A noite de 14 de março de 2018 marcou para sempre a história da política brasileira. A vereadora Marielle Franco, e o motorista dela, Anderson Gomes, foram executados a tiros, em uma emboscada. O policial reformado Ronnie Lessa foi apontado como atirador e o ex-policial militar Élcio de Queiroz como o motorista na perseguição. Ambos estão presos e vão a júri popular. Passados quase cinco anos, a alegação é que o mandante do atentado não foi encontrado. A motivação do assassinato também é desconhecida. Além disso, a arma usada nunca foi encontrada. Em 2020, a Justiça negou um pedido para transferir a investigação para a esfera federal. O caso agora volta à tona. Flávio Dino, ao assumir o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública, se comprometeu a solucionar os assassinatos. A irmã de Marielle, Anielle Franco, compõe o governo como ministra da Igualdade Racial. Para entender o que muda com a possibilidade de federalização do caso, convidamos para este episódio o professor de Departamento de Direito Penal e Criminologia da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Mauricio Stegemann Dieter. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim.Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Aline Fernandes.Sonorização/Montagem: Vitor Reis.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A resiliência do bolsonarismo sem a figura de Bolsonaro
As manifestações em frente aos quartéis pedindo intervenção militar estão praticamente esvaziadas. Após dois meses sem aceitar o resultado da eleição, bolsonaristas ainda tinham esperança de um golpe de Bolsonaro ou dos militares, mas a posse de Lula transcorreu dentro da normalidade e o novo governo já está trabalhando. Desde a derrota no segundo turno, bolsonaristas inconformados se mobilizaram em busca de mudar o resultado democrático. Trancaram rodovias causando atrasos, tumultos e prejuízos. Também houve vandalismo e confrontos com a polícia, tudo isso, em vão. Nos últimos dias do ano, a saída de Bolsonaro para os EUA, o pronunciamento de Hamilton Mourão, afirmando a alternância de poder com um pedido de desmobilização, fez com que o movimento perdesse ainda mais força. O fim dessas concentrações era um desejo de Lula confidenciado a parlamentares, como revelou o Estadão. Ela também vem sendo defendida, ainda que seja necessária uma remoção forçada, por ministros como Flávio Dino, da Justiça. Porém qual será o futuro dos movimentos que ainda restaram? E como fica a direita sem Bolsonaro no poder? No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, 04, conversamos sobre esse e outros assuntos com o escritor e historiador João Cezar de Castro Rocha, autor do livro “Guerra cultural e retórica do ódio”. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg e Aline FernandesSonorização/Montagem: Vitor ReisSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O desânimo com Haddad e as incertezas na área econômica
Nesta segunda-feira, 02, foram publicados os decretos com as primeiras ações de Lula como chefe do Executivo. Entre eles, o que mantém a desoneração dos combustíveis, por 60 dias; a medida provisória para manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600 - que volta a se chamar Bolsa Família e a solicitação aos ministros para encaminhar propostas que retirem do processo de privatização empresas como Petrobras, Correios e EBC. As medidas, somadas ao discurso do dia anterior, quando o teto de gastos foi chamado de “estupidez”, soaram mal para os investidores. No primeiro dia útil de 2023, o Ibovespa, índice da B3, operou em forte queda, influenciado pelo desempenho das ações das estatais. No discurso inicial como ministro da Fazenda, Fernando Haddad declarou que vai trabalhar para organizar as contas públicas. Mas a tarefa não será fácil, já que o quadro é de desaceleração econômica, recuo do crédito, juros elevados e risco de nova alta da inflação. Mesmo assim, ele reafirmou o compromisso de enviar ao Congresso, ainda no primeiro semestre, a proposta de um novo arcabouço fiscal, em substituição ao teto de gastos. Quais são as expectativas na economia para os 100 primeiros dias de governo? Para analisar este cenário, convidamos para este episódio do 'Estadão Notícias' a colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Adriana Fernandes. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Aline Fernandes Sonorização/Montagem: Vitor dos ReisSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A posse de Lula: gestos, símbolos e contradições
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi empossado neste domingo, 1º de janeiro, em um evento grandioso, com presença de autoridades e momentos simbólicos para a democracia brasileira. Um deles foi a subida da rampa do Planalto de mãos dadas com pessoas representativas do povo, que também fizeram a passagem da faixa presidencial, já que o ex-presidente Jair Bolsonaro viajou para os Estados Unidos. O dia foi marcado também por uma segurança restritiva no evento, após a prisão de bolsonarista por planejar atentado com explosivos próximo ao aeroporto de Brasília na semana passada. Mesmo assim, Lula desfilou sem colete a prova de balas no famoso Rolls Royce conversível presidencial. Foi acompanhado da primeira dama Janja, do vice Geraldo Alckmin e sua esposa, Lu Alckmin. Na cerimônia do Congresso para assinatura do termo de posse, Lula fez um discurso de conciliação com as Casas Legislativas, mas com fortes críticas ao governo antecessor. E prometeu não agir com revanchismos, porém afirmou que quem errou irá pagar na Justiça. Com a faixa no peito, Lula se dirigiu às pessoas presentes na Praça dos Três Poderes em seu segundo discurso. Se comprometeu em governar para todos e reafirmou que vai trabalhar para acabar com a desigualdade no Brasil. Afinal, que avaliação podemos fazer deste abre-alas do terceiro governo Lula? Para analisar este tema convidamos para este episódio do ‘Estadão Notícias’, o cientista político Bruno Silva, diretor de projetos do Movimento Voto Consciente. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Aline Fernandes Sonorização/Montagem: Vitor dos Reis.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #253: #Start Eldorado: Retrospectiva tech 2022 - parte 2
Alguns dos principais temas da transformação digital da sociedade e dos negócios, levados ao ar no Start Eldorado, na segunda parte da retrospectiva 2022. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Christian Dunker: 'Brasil precisa resgatar sua capacidade de sonhar'
A última edição do ‘Estadão Notícias’ em 2022 traz uma entrevista com o psicanalista e professor titular do Departamento de Psicologia da USP, Christian Dunker. Sua entrada no debate público se tornou ainda mais pop depois que criou o canal no Youtube ‘Falando Nisso’, em que traz reflexões sobre os mais diversos temas, tendo a psicanálise como uma espécie de linha mestra.Nessa conversa com o podcast, Dunker falou sobre política, religião, polarização, saúde mental no pós-pandemia, auto-estima do Brasil e expectativa para um novo governo que se inicia. “A moderação não está em alta”, analisa como saldo do processo eleitoral brasileiro. “A esquerda veio para o centro e a direita se vendeu para esse discurso de arquibancada”, complementa. A entrada de um segmento religioso na política tende a agravar o problema e amplificar discursos mais extremados. “A gente não lidou com isso no tempo adequado, agora temos que lidar com o fundamentalismo religioso, que é novo no Brasil”, diz Dunker. O especialista ainda traçou um pouco do perfil de Jair Bolsonaro, abatido pela perda do poder: “Bolsonaro não é um perverso sociopata, mas um homem de masculinidade frágil”. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O adeus ao Rei Pelé
Após meses de luta contra o câncer, chega ao fim a história de uma lenda do futebol, Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé. Ele morreu nesta quinta-feira, 29. Seus feitos estão eternizados na história da humanidade e nos corações de todos os apaixonados por futebol. Antes do Rei a camisa 10 era só mais uma dentro do campo. A paradinha na cobrança de pênalti, a comemoração com soco no ar, tudo, invenção do craque, que modificou o futebol e abriu caminho para que o esporte seja o que é hoje. Até pouco tempo, Pelé era o jogador mais jovem a disputar uma Copa do Mundo, em 58 na Suécia. No entanto, permanece sendo o mais jovem a conquistar a taça. Sendo o único atleta a conquistar um tricampeonato mundial com uma seleção nacional. Neste episódio especial do ‘Estadão Notícias’, relembramos a história de Edson Arantes, desde Três Corações, em Minas Gerais, seus momentos de glória no futebol, até a aposentadoria. Este programa também serve de homenagem ao Rei que trouxe alegria tantas vezes ao seu País e se coloca como um dos maiores brasileiros na história. Contamos com relatos do jornalista Milton Neves, também do professor e pesquisador da história do Santos, Guilherme Nascimento, e do editor de Esportes do Estadão, Robson Morelli. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A reinserção do Brasil no cenário global
“O Brasil está de volta”. Foi com essa frase que o presidente eleito, Lula (PT), descreveu como será a relação do País com outras nações daqui pra frente. Durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), o que se viu foi um total isolamento do Brasil, especialmente por divergências ideológicas e pelo rápido alinhamento com Trump nos EUA. Mas é com a América do Sul que o Brasil deve fazer as pazes, a partir de agora. A ascensão da esquerda no bloco regional contribui para essa aproximação e retomada da liderança do Brasil. Lula pretende fortalecer os organismos como o Mercosul, os Brics, a Celac e a Unasul. Parceiros comerciais importantes do Brasil passam por momentos delicados em suas democracias. A China enfrenta uma série de protestos por causa do aumento das restrições por causa da Covid-19. Os Estados Unidos atravessam uma divisão entre democratas e republicanos. A Câmara dos Deputados será controlada pela oposição, enquanto o Senado estará com Joe Biden. Fora isso, Lula terá que lidar com tensões internacionais como a Guerra na Ucrânia, e os protestos que tomaram conta do Irã, contra a repressão religiosa, principalmente, na vestimenta das mulheres do país. Afinal, que papel está reservado ao Brasil nas relações exteriores? E qual balanço é possível fazer sobre este ano 2022 no cenário global? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com a chefe de reportagem de Internacional do Estadão, Fernanda Simas, e o repórter do Estadão, em Brasília, Felipe Frazão. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A reconstrução de uma política ambiental
Em seu primeiro evento internacional como presidente eleito do Brasil, na COP-27, Lula mostrou uma grande preocupação em recuperar as políticas ambientais abandonadas por Jair Bolsonaro. Em 2021, o desmatamento na Amazônia atingiu mais de 13 mil quilômetros quadrados, um aumento de 22% em relação a 2020. No entanto, Lula tem cobrado os outros países de que a proteção da Amazônia seja uma responsabilidade mundial, e pediu a ampliação do Fundo da Amazônia para incluir novos países doadores, pelo menos no primeiro ano do mandato. O Brasil recebeu também propostas e demonstrações concretas de interesse por parte de mega empresários e de fundações privadas para integrar o grupo. De acordo com o Greenpeace, ONG de proteção ambiental, pelo segundo ano consecutivo, não há recursos previstos para Monitoramento da Cobertura da Terra e do Risco de Queimadas e Incêndios Florestais, realizado pelo Instituto Nacional de Políticas Espaciais (INPE). Com a retomada do fundo da Amazônia, será possível conter o desmatamento da região? E como lidar com os crimes ambientais cometidos no local? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com a especialista sênior em políticas públicas do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama, Sueli Araujo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Desmonte do SUS, vacinação em queda: os desafios de Lula na Saúde
O Brasil enfrenta um apagão financeiro na área da saúde, que o próximo governo terá que enfrentar em meio a uma nova onda de contágios da covid-19. A equipe de transição identificou ainda não haver recursos reservados para despesas regulares do Ministério da Saúde no valor de 10 bilhões de reais, o que inclui compra de medicamentos. O Programa Nacional de Imunizações também perdeu recursos, medida que o grupo de transição tenta reverter para ter condições de colocar em prática a promessa de ampliar as campanhas de vacinação em 2023. Em um relatório, o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou para a ausência de indicadores sobre a cobertura vacinal contra a Covid-19. No mesmo relatório, o TCU apresentou um diagnóstico sobre o SUS. Segundo o documento, o atual modelo de gestão da saúde pública no país tem "indícios de insustentabilidade". Afinal, como lidar com um quadro de crise financeira em meio a uma pandemia? Como voltar a fortalecer o SUS? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com a repórter especial do Estadão, Fabiana Cambricoli. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma reflexão sobre a era Bolsonaro
O governo Jair Bolsonaro facilmente entra no rol dos mais polêmicos e turbulentos desde a redemocratização do Brasil. Antes um deputado do baixo clero, que frequentava programas de TV de cunho duvidoso, o capitão do exército ganhou notoriedade e subiu a rampa do Palácio do Planalto. Bolsonaro deixa um Brasil mais armado, desmatado e com cortes recorde de recursos na saúde e educação. Na pandemia, perdurou o negacionismo de medidas sanitárias, o que prejudicou o controle da doença. Foi na gestão Bolsonaro que o Ministério da Educação ficou no centro de vários escândalos, entre eles, o do ex-ministro Milton Ribeiro que afirmou em áudio que priorizava a liberação de verbas a prefeituras ligadas a dois pastores. Para se ter uma ideia, foram 5 ministros da educação em apenas 4 anos de governo. Bolsonaro teve que se render aos encantos do Centrão para ter o mínimo de governabilidade. No Congresso Nacional, o grupo formou a base do governo, principalmente após o deputado Arthur Lira ter sido eleito presidente da Câmara. E o toma lá dá cá aconteceu em diversas formas, principalmente no chamado Orçamento Secreto, descoberto e revelado pelo Estadão. Afinal, Como podemos classificar os 4 anos de seu governo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Luiz Bueno, Professor de Filosofia da FAAP, Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #252: #Start Eldorado: Retrospectiva tech 2022 - parte 1
Alguns dos principais temas da transformação digital da sociedade e dos negócios, com destaque para o #5G, levados ao ar no Start Eldorado, na primeira parte da retrospectiva 2022. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Economia: o risco da volta da heterodoxia no governo Lula
Se tem uma área em que Lula (PT) não pode errar é a economia. Sempre com o olhar desconfiado do mercado, o petista não tem tido vida fácil nos seus anúncios para a área. O nome de Fernando Haddad (PT-SP) para assumir a pasta não agradou num primeiro momento. Além disso, a quebra do teto de gastos, garantido pela PEC da Transição, aprovada pelo Congresso Nacional, também foi mal recebida por agentes econômicos A liberação de R$145 bilhões fora do freio fiscal foi vista como uma forma de desequilibrar as contas públicas. Fato é que Lula tem o desafio de equalizar a responsabilidade fiscal com a responsabilidade social. Em 2021, faltou dinheiro para comprar alimento, em algum momento do ano, para 36% dos brasileiros, o maior patamar da série histórica. Tudo isso diante de um cenário de recessão econômica mundial. Os EUA sofrerão com a alta de juros, a Europa com a falta de gás e a China com sua desaceleração estrutural. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que o PIB mundial em 2,7%, mas alerta que “mais de um terço da economia global vai se contrair em 2023”. Diante deste cenário, como equilibrar finanças com as questões sociais? Qual deve ser o caminho econômico traçado por Lula no próximo ano? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos analisar este cenário com o economista da Tendências Consultoria, Silvio Campos Neto. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': Quais devem ser as prioridades do novo governo na saúde?
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o médico Claudio Lotemberg, presidente do Conselho Deliberativo da Sociedade Beneficente Albert Einstein. Ele analisa os desafios que o novo governo Lula terá na área da saúde a partir de 2023, fala sobre o futuro do SUS e destaca a importância da telemedicina na atualidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O protagonismo político de Janja no governo Lula
Rosângela da Silva, mais conhecida como Janja, assume o papel de primeira-dama do Brasil, a partir de 1º de janeiro de 2023. A socióloga foi fundamental na campanha de Lula (PT), quando promoveu eventos e reuniões para fortalecer a candidatura do petista. Janja disse que quer ressignificar o papel de primeira-dama no próximo governo. A socióloga já disse que pretende reafirmar sua luta contra a insegurança alimentar e a violência doméstica contra a mulher. Como exemplo, há a atuação de mulheres que foram importantes para o social do País. Um caso recente foi o de Ruth Cardoso, falecida esposa de Fernando Henrique Cardoso. Pesquisadora reconhecida no mundo acadêmico, a antropóloga trabalhou e dialogou com empresários, ativistas, políticos, artistas, jovens, homens e mulheres, e teve um papel social fundamental nos 8 anos de governo do seu marido. No entanto, a intenção de Janja em ter um papel ativo no governo vem incomodando aliados e membros do PT. Afinal, por que a atuação política de Janja desperta tanto incômodo? Seria um traço evidente do machismo na política brasileira? Que tipo de papel ela pode ter no governo Lula? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Hannah Maruci, cientista política e Diretora d'A Tenda das Candidatas, organização social que capacita mulheres líderes para o jogo eleitoral O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Camilo Santana no MEC, Izolda preterida e o futuro da educação
Camilo Santana (PT), ex-governador do Ceará e senador eleito pelo Estado, deve assumir uma das pastas que mais sofreram no governo de Jair Bolsonaro (PL): a Educação. O petista é reconhecido, junto com a atual governadora, Izolda Cela, como os grandes responsáveis pelo sucesso no ensino público do Ceará. Mas os desafios são enormes no Ministério da Educação (MEC). A equipe de transição apontou que falta dinheiro para o orçamento da pasta, a partir de 2023, e que mudanças profundas precisam ser feitas na estrutura do MEC. A educação básica (0 a 17 anos) deve ser a área mais importante no novo governo, após déficit de aprendizagem das crianças durante a pandemia e paralisação de programas pelo governo de Jair Bolsonaro. As universidades e institutos federais também vêm sofrendo com constantes cortes e bloqueios nos seus orçamentos. Agora no final de novembro, a União bloqueou cerca de R$ 466 milhões dessas instituições, inclusive de bolsas de pesquisas. Afinal, Lula conseguirá reestruturar a educação em um governo que já começa com o orçamento totalmente comprometido? É possível recuperar a educação em apenas 4 anos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter especial do Estadão, Renata Cafardo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: O protagonismo brasileiro na COP-27
O Estadão Blue Studio e o Grupo Ambipar realizaram um bate papo para falar sobre as reais consequências da COP-27, que aconteceu esse ano, no Egito.Na conversa, foi debatido o protagonismo brasileiro em sustentabilidade, como os projetos de descarbonização podem impulsionar a economia do país e qual a contribuição das empresas nesse desafio. A conversa foi mediada pela jornalista Michelle Trombelli, e contou com o diretor de sustentabilidade do Grupo Ambipar, Rafael Tello, e a líder de relações institucionais da Biofílica Ambipar Environment, Annie Groth. Ouça agora!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Simone Tebet: dentro ou fora do novo governo?
Simone Tebet (MDB-MS) pode acabar ficando sem nenhum ministério do futuro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os petistas têm rejeitado o nome da senadora para assumir pastas ligadas a área social, que é um desejo da congressista para se fortalecer para as próximas eleições. A ideia de Lula e do PT era que Tebet aceitasse a pasta da Agricultura, pela sua ligação com o agronegócio, principalmente, do Centro-Oeste do País. No entanto, a senadora, que tem apoio do seu partido MDB, gostaria de um ministério com importância e força popular. Essa disputa interna tem desgastado a relação dos petistas com Simone Tebet. O MDB já reclamou para o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), sobre a sede do PT por ministérios, que está inviabilizando uma frente ampla dentro do novo governo. Alckmin garantiu que a senadora será ministra, só não cravou em que pasta. Afinal, qual será o futuro de Simone Tebet no novo governo? Quem perde mais caso se confirme sua ausência na Esplanada dos Ministérios? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a cientista política, e professora de pós- graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e pesquisadora da PUC-SP, Tathiana Chicarino. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A batalha final da PEC da Transição e o plano B do PT
Depois de uma dose de otimismo, a PEC da Transição pode estar com seus dias contados. Nesta terça-feira (20), o texto, que foi aprovado pelo Senado, será votado na Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), está pessimista sobre atingir a quantidade de votos necessários para essa aprovação. Em paralelo, existe uma negociação política em relação ao apoio à PEC e a distribuição de cargos no primeiro escalão do novo governo. Apurações dão conta que o Centrão quer pastas importantes, como Saúde e Minas e Energia. Em sessão da Câmara, Lira negou que esteja fazendo “barganha” por votos. O relator-geral do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI), disse que, se a Câmara não aprovar a PEC, o País vai “parar” já no 1º mês de governo do presidente eleito, Lula. O PT tem um plano B para, pelo menos, garantir o pagamento do Bolsa-Família de 600 reais no ano que vem: editar uma Medida Provisória (MP). Afinal, Lula vai conseguir aprovar a PEC? O que acontece se o texto não avançar na Câmara dos Deputados? No “Estadão Notícias” de hoje, vamos conversar sobre os bastidores dessa negociação com a colunista do Estadão, em Brasília, Vera Rosa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo com apoio: Queijo artesanal mineiro busca reconhecimento da Unesco
O queijo artesanal mineiro pretende seguir os passos da baguete francesa e entrar para o rol de alimentos que são Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade reconhecido pela Unesco. Um comitê formado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) do Governo de Minas Gerais, junto de representantes do Governo Federal e de produtores locais esteve presente na cerimônia e levou na bagagem algumas dezenas de queijos artesanais para já começar a impressionar os conselheiros e apresentar a candidatura. Para saber como será essa candidatura e as expectativas para a conquista, a jornalista Renata Mesquita conversou com o superintendente de abastecimento e cooperativismo da Seapa, Gilson de Assis Sales. Ouça o Podcast!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #251: #Start Eldorado: garantindo a identificação segura
No Start Eldorado desta semana, os desafios da identificação segura e precisa e as tecnologias utilizadas na área e em sistemas de integração de dados dos cidadãos em prol de serviços nas áreas privada e pública, com todos os pontos que envolvem essas jornadas. Henrique Mattiello, gerente de negócios para atendimento do mercado privado no Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados, a maior empresa pública de tecnologia da informação do mundo) é nosso convidado. Levar a inteligência de dados para promover serviços aderentes a cada perfil, as questões de privacidade das informações e a preparação para uma era também estão entre os desafios da empresa, que vem se reposicionando no mercado. O Start Eldorado vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.