
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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O que esperar de Rishi Sunak, o novo premiê britânico
O Reino Unido anunciou seu terceiro primeiro-ministro, neste ano. Trata-se de Rishi Sunak, que substitui a também conservadora Liz Truss, que perdeu apoio no parlamento após propor medidas, como o corte de impostos, para solucionar o problema econômico do país. Sunak terá pela frente um cenário de muita preocupação por parte dos ingleses, que atravessam um período de baixo crescimento, e inflação acima dos 10%. Ao contrário da sua antecessora, o novo primeiro-ministro diz que não vai cortar impostos e que pretende tomar medidas para reduzir o buraco orçamentário do país. Além da questão econômica, cabe a Sunak acalmar os ruídos políticos dentro do Partido Conservador. Apesar de estar relacionado à ala mais à direita, o primeiro-ministro não se encaixa totalmente em nenhuma das facções sectárias. Por isso, já disse que vai abrir diálogo e conquistar apoios em setores de centro e mais liberais do partido. Afinal, o que se pode esperar do governo de Sunak no Reino Unido? Qual deve ser a relação com o novo governo brasileiro? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Carolina Pavese, professora de Relações Internacionais da ESPM. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Alex Braga Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Native ganha certificado com agricultura regenerativa
A forma com que o brasileiro tem se alimentado vem mudando constantemente. Entre as opções saudáveis estão os orgânicos, por exemplo. E para a produção dos produtos orgânicos existe uma lista de exigências que faz com que a qualidade seja garantida. Foi com essa qualidade, somada à credibilidade, que a Native, empresa referência em orgânicos, conquistou a certificação internacional Regenerative Organic Certified, conhecida pela sigla ROC, em Agricultura Orgânica Regenerativa. Para falar mais sobre o assunto, a jornalista Bárbara Guerra conversou com Leontino Balbo Jr., diretor agrícola e vice-presidente executivo da Native.See omnystudio.com/listener for privacy information.

As granadas lançadas por ‘Bob Jeff’ na campanha de Bolsonaro
A campanha de Jair Bolsonaro (PL) tem uma bomba para tentar desarmar a menos de uma semana das eleições do segundo turno. Roberto Jefferson, apoiador do presidente, atirou contra policiais federais, que foram até a sua residência para cumprir um mandado de prisão, expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por ter descumprido as regras da prisão domiciliar. O primeiro passo foi gravar um vídeo em que o presidente diz que não tem amizade com o ex-deputado, e se referiu ao aliado como “bandido”. Além disso, a equipe do candidato do PL tenta associar Roberto Jefferson ao ex-presidente Lula (PT). Os dois foram aliados durante o governo do PT, até que o ex-deputado denunciou o esquema do Mensalão, do qual fazia parte. Bolsonaro foi criticado ainda por mandar o ministro da Justiça, Alexandre Torres, ao Rio de Janeiro para acompanhar de perto a rendição de Roberto Jefferson. A atitude foi mal vista entre os agentes de segurança e o meio político. Por ter atirado em agentes da Polícia Federal (PF), o ex-deputado foi indiciado por 4 tentativas de homicídio. Afinal, qual o impacto que esse fato terá na última semana de campanha antes das eleições do segundo turno? O caso pode inviabilizar a já difícil reeleição de Bolsonaro? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e professor da FGV, Fernando Abrucio. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Alex Braga Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Chegou a hora final: as últimas cartadas de Lula e Bolsonaro
Chegamos a última semana de campanha antes do segundo turno das eleições, que acontece no dia 30 de outubro. Os candidatos têm apenas alguns dias para tentar convencer os indecisos, ou aqueles que vão votar branco e nulo, a mudar de ideia. Segundo as pesquisas eleitorais, de 6% a 7% dos entrevistados ainda se encaixam nesse grupo. Para isso, as campanhas prometem ir com tudo nas críticas a seus adversários. A equipe de Lula (PT) vai levar ao ar peças publicitárias ligando Jair Bolsonaro (PL) à pedofilia. Para isso, vão relembrar um episódio em que o presidente homenageou o ex-ditador paraguaio Alfredo Stroessner, acusado de ser pedófilo. Já o candidato do PL vai apostar em aumentar a rejeição do seu adversário através do antipetismo, relembrando as corrupções em governos petistas. Além disso, a campanha vai trabalhar para dar a entender que o presidente e seus apoiadores são vítimas de censura, após decisões recentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terem removido conteúdos de Bolsonaro. Afinal, intensificar o ataque ao adversário pode conquistar votos dos indecisos? O que podemos esperar dessa última semana de campanha? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Vitor Oliveira, cientista político da consultoria Pulso Público. Conversamos também com a repórter Renata Cafardo sobre as estratégias que as candidaturas vão utilizar nas redes sociais nesta reta final de campanha. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Jennifer Neves Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #242: #Start Eldorado: inteligência de dados na indústria
Inteligencia computacional nas indústrias de base, com aplicações de internet das coisas, automação e análise de dados, enlaçadas por redes de alta velocidade. Na indústria 4.0, essas transformações ganham força em áreas como siderurgia, mineração e logística, no gerenciamento inteligente de frotas e máquinas pesadas, permitindo melhorar a sua operação e, consequentemente, o fluxo da produção, com grande economia e melhor aproveitamento dos equipamentos, que valem milhões de reais. Vamos detalhar como funcionam essas aplicações na conversa com Vinícius Callegari, co-fundador e diretor da GaussFleet, empresa que tem entre seus clientes pesos-pesados como CSN, Vale, ArcelorMittal e Usiminas. O Start Eldorado vai ao ar toda quarta-feira, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A guerra do TSE contra fake news e a subida de Bolsonaro
Após a polêmica envolvendo o episódio do “pintou um clima” com meninas venezuelanas, a campanha de Jair Bolsonaro (PL) teve uma boa notícia na reta final do segundo turno. As últimas pesquisas mostram uma queda na diferença entre o presidente e o candidato do PT, Lula. No Datafolha, a distância é de 4 pontos, na Quaest é de 6%. Em alguns Estados, principalmente no Nordeste, a disputa deve ser acirrada também. Na Bahia, Jerônimo (PT) ultrapassou ACM Neto (União Brasil) nos levantamentos do segundo turno. Em Pernambuco, a candidata do PSDB, Raquel Lyra também está à frente de Marília Arraes (Solidariedade) Com receio de um aumento exponencial de fake news, na última semana de campanha, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução que amplia os poderes do colegiado para determinar a remoção de notícias falsas e acelera o prazo para que a ordem seja cumprida. Estes são alguns dos temas presentes nessa edição do Poder em Pauta, nossa conversa semanal com os repórteres que cobrem a política e as eleições dentro do podcast ‘Estadão Notícias’. Participam desta edição Felipe Frazão, de Brasília, e Pedro Venceslau, de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Combater a desigualdade social está no radar dos presidenciáveis?
A desigualdade social no Brasil vem crescendo a passos largos. Enquanto os 10% mais ricos possuem 80% das riquezas privadas do País (investimentos e imóveis, por exemplo), 33 milhões de pessoas vivem com insegurança alimentar, quando não conseguem realizar todas as refeições do dia. Essa desigualdade vem desde que o Brasil foi descoberto. Com a chegada dos portugueses, aqueles que eram ligados a monarquia tinham educação, saúde e riquezas, enquanto a maioria da população nativa vivia em condições análogas à escravidão. Os presidenciáveis prometem reduzir essa desigualdade, seja pelo pagamento de benefícios ou pela geração de empregos. Lula (PT) promete taxar grandes fortunas e reverter os valores para programas sociais. Jair Bolsonaro (PL) aposta no Auxílio-Brasil de 600 reais para reduzir a desigualdade. Afinal, quais são os principais desafios para diminuir a desigualdade social? O que deve estar na pauta do próximo presidente? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre esse assunto com Carla Beni, economista e professora do MBA da FGV. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Jennifer Neves Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Católicos no alvo das campanhas e a carta aos evangélicos
O fator econômico era apontado como o principal tema de debate nas eleições presidenciais deste ano. Mas, o que tem tomado a frente dos embates entre os candidatos são os assuntos ligados à uma agenda religiosa, como o aborto. Lula (PT) já foi acusado de querer fechar igrejas. Jair Bolsonaro (PL) foi acusado de satanismo por causa de um encontro com maçons. No centro disso tudo está a tentativa de conquistar os votos daqueles que têm alguma crença. Pesquisa DataFolha mostra que para 60% dos eleitores a religião importa na hora do voto. Por isso, as campanhas estão investindo cada vez mais neste segmento. Enquanto Bolsonaro é preferido entre os evangélicos, Lula tem a maioria dos católicos. Mas, algumas entidades religiosas têm se posicionado contra o uso político da religião. A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou, em nota, que a união da fé com política “desvirtua valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que precisam ser debatidos e enfrentados no País”. Afinal, arrastar o debate religioso para as eleições têm um efeito prático? Qual o perigo da radicalização religiosa no embate político? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter de ‘Política’ do Estadão, Beatriz Bulla, e com a historiadora Tayná Louise de Maria, do Programa de Pós-Graduação em História Comparada da UFRJ. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Jennifer Neves Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A reaproximação de Moro e Bolsonaro
A dobradinha Jair Bolsonaro (PL) e Sergio Moro (União Brasil) está de volta. Depois de alguns anos rompidos pelas acusações do ex-juiz de que o presidente estaria interferindo na Polícia Federal, quando ele era ministro da Justiça e Segurança Pública, os dois resolveram fazer as pazes com o intuito de derrotar Lula (PT). Essa aproximação já se deu no primeiro turno, quando, de olho no voto bolsonarista para o Senado no Paraná, Moro declarou seu voto no candidato do PL. Não que esse voto seja surpresa, já que o ex-juiz e o petista travaram um embate de narrativas, a ponto de Moro ser considerado parcial nos julgamentos que levaram à condenação e prisão de Lula. Mas, o que não se acreditava, é que neste segundo turno Sergio Moro iria ter um papel tão ativo na campanha de Bolsonaro. No primeiro debate entre os presidenciáveis depois das eleições, na Band TV, o ex-juiz assumiu papel de assessor do presidente, dando orientações nos intervalos do evento. Afinal, qual a força de Sergio Moro como cabo eleitoral? O ex-juiz consegue atrair votos para Bolsonaro? No ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira, 18, vamos conversar com o cientista político Silvio Cascione, colunista do Estadão e diretor da consultoria Eurasia. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Erick Souza. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os obstáculos de Lula e Bolsonaro até o dia 30
A vitória de Lula (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) no primeiro turno foi com uma margem de pouco mais de 5%. Essa diferença dá ao petista um certo favoritismo no pleito do próximo dia 30. Mas a campanha do atual presidente acredita que seja possível ultrapassar Lula no segundo turno. O desafio é grande, já que, desde a redemocratização, nunca o segundo colocado no primeiro turno conseguiu reverter a vantagem do primeiro. No entanto, um outro dado pode animar a campanha de Bolsonaro: todos os presidentes que tentaram a reeleição, venceram as eleições. Mas, para isso, é preciso ultrapassar alguns obstáculos. No caso do atual presidente, diminuir a diferença em Minas Gerais é vital, além de ganhar votos na região Nordeste. Já Lula, traça uma estratégia de ganhar votos em São Paulo e Rio de Janeiro para consolidar sua vitória. Afinal, qual o tamanho do desafio que tem Bolsonaro diante da diferença aberta por Lula no primeiro turno? E Lula? Como manter uma boa vantagem sobre o atual presidente? No Estadão Notícias de Hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político Bruno Silva, diretor de Projetos do Movimento Voto Consciente. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Erick Souza. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #241: #Start Eldorado: saúde digital e conectada
Saúde digitalizada e medicina de ponta, transformadas profundamente pela tecnologia. No Start Eldorado, recebemos Lilian Quintal Hoffmann, diretora de Tecnologia e Inovação de um dos principais centros hospitalares de São Paulo, a Beneficência Portuguesa, para uma conversa sobre uso de dados e predição dos atendimentos, internet das coisas, 5G e inovação, além dos projetos em andamento no dia a dia da instituição. O programa vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A exploração da fé e um giro pelas eleições estaduais
O uso da religião como “arma” eleitoral deu o que falar no último dia 12. No Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, no interior de São Paulo, Jair Bolsonaro (PL) teve que ouvir do Arcebispo da cidade, Dom Orlando Brandes, um sermão sobre misturar eleição com a fé das pessoas. No mesmo dia, apoiadores de Bolsonaro vaiaram um padre que falava sobre fome, e agrediram duas equipes de televisão que faziam a cobertura da comemoração. Os funcionários eram da TV Vanguarda, afiliada da TV Globo, no interior do Estado, e da TV Aparecida, que transmitia sua programação direto do santuário. Enquanto isso, o presidente tem guardado as sete chaves o relatório produzido pelas Forças Armadas sobre a fiscalização das urnas eletrônicas no primeiro turno. Jornalistas apuraram que o documento não detectou nenhuma fraude, o que teria irritado Bolsonaro. Nas eleições estaduais, o clima é de indefinição em vários entes da federação. O pleito promete ser apertado, e definido voto por voto, na Bahia e em Pernambuco. Já em São Paulo, as pesquisas registram uma diferença de 5% entre Tarcísio de Freitas (Rep) e Fernando Haddad (PT). Estes são alguns dos assuntos que guia o ‘Poder em Pauta’, nossa conversa semanal com os repórteres do Estadão que cobrem o dia a dia da política e das eleições. Participam desta edição Felipe Frazão e Pedro Venceslau. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O vazio de propostas na área econômica de Lula e Bolsonaro
Os candidatos à presidência da República têm sido pressionados a divulgar um plano de governo mais detalhado para os próximos quatro anos. No caso de Lula (PT), a pressão é maior na área econômica, após o petista dar alguns indicativos preocupantes ao mercado financeiro, como a derrubada do teto de gastos. Devido ao ruído, a campanha de Lula tenta contornar a situação, principalmente, com economistas respeitados no meio político. O escolhido para mostrar que Lula será moderado na área foi Henrique Meirelles, que pode vir a ser o futuro ministro da Economia em um governo petista. O apoio dos “pais” do Plano Real, também serviu para acalmar o mercado. No entanto, a mesma cobrança não é feita para Jair Bolsonaro (PL), que ainda não decidiu se Paulo Guedes continua no governo em caso de uma reeleição. O atual presidente tem sido vago também sobre a questão do teto de gastos, que foi implodido em sua gestão. Por que planos de governo não são levados a sério? Quais serão as âncoras fiscais de Lula e Bolsonaro? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a repórter e colunista de Economia do Estadão, Adriana Fernandes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Erick Souza. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Famílias brasileiras endividadas: qual a solução?
As famílias brasileiras nunca tiveram tão endividadas como em 2022. 80% delas relataram que possuem alguma pendência no cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, entre outros, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. E quem sofre mais com isso são as mulheres, que passaram a ser maioria nas chefias de famílias. Apesar do número preocupante, ele vem desacelerando. No entanto, a inadimplência, que é quando o devedor deixa de pagar, vem crescendo no País, principalmente, pelo aumento da taxa de juros, que encarece as linhas de crédito. O tema já faz parte das campanhas presidenciais de segundo turno. Lula propôs uma renegociação por meio dos bancos públicos, além de aderir a proposta de Ciro Gomes (PDT) de zerar os débitos no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Já Bolsonaro, aposta no programa da Caixa Econômica Federal que pretende perdoar 90% das dívidas dos clientes. Afinal, as propostas apresentadas para diminuir o endividamento das famílias são factíveis? Como reverter esse quadro no País? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Viviane Seda, coordenadora das Sondagens do FGV IBRE. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Erick Souza. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': Michel Temer defende que a pacificação é fundamental para reconstruir o País
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o ex-presidente Michel Temer, que avalia os desafios a serem enfrentados nos próximos quatro anos no Brasil. Temer lembra que “um presidente, no primeiro ano, tem um poder enorme” e destaca que a tarefa prática mais urgente “é continuar a agenda de reformas”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A ampliação de vagas no STF: Brasil vai virar Venezuela?
Jair Bolsonaro (PL) já sinalizou que, caso seja reeleito, pode analisar uma proposta de aumentar o número de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O intuito seria ter mais 5 indicações, além das duas que o próximo presidente poderá fazer por causa da aposentadoria de magistrados da Corte. No entanto, especialistas dizem que essa proposta é uma tentativa de Bolsonaro de controlar o Judiciário, com quem ele tem travado algumas batalhas nos últimos anos. Inclusive, o próprio candidato do PL já disse que pode desistir da ideia caso o STF abaixe a temperatura em relação ao Executivo, e deixe de praticar o que ele chama de “ativismo judicial”. Essa medida não é inédita, e já foi tomada no período da Ditadura Militar quando o Ato Institucional Nº 02, aumentou o número de ministros na Corte, e limitou os poderes que os magistrados tinham em relação a atitudes tomadas pelo governo federal. Por outro lado, o STF trabalha para barrar qualquer tentativa de tutela do Judiciário por parte de Bolsonaro. A intenção dos magistrados é conversar com o Congresso Nacional para que eles garantam a autonomia entre os poderes, sem qualquer interferência de um sobre o outro. Mas afinal, o que está por trás dessa proposta? Tentar controlar o STF é uma forma de governo autoritário? Sobre o assunto, vamos conversar com o analista político e professor de Relações Internacionais da FGV, Oliver Stuenkel. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Erick Souza. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Guerra de fake news: o medo como estratégia de campanha
Jair Bolsonaro é satanista? Lula vai fechar igrejas? Essas foram algumas das fake news que circularam nas redes sociais logo após o fim do primeiro turno das eleições presidenciais. E elas têm se intensificado conforme as campanhas de segundo turno vão avançando. A campanha de Jair Bolsonaro (PL) tenta contornar o surgimento de um vídeo onde o atual presidente participa de um evento em uma loja maçônica. A publicação gerou polêmica entre os eleitores religiosos, que veem os maçons como uma seita demoníaca. Pelo lado do PT, a equipe de Lula vem traçando estratégias para desmentir informações que dizem que o petista irá perseguir cristãos e fechar igrejas pelo Brasil. A ideia é mostrar que nos oito anos de seu governo, uma série de medidas a favor das igrejas evangélicas foram tomadas. Essas mentiras que tiram o foco do debate programático, tem o objetivo de levar o medo para o eleitor. No Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre o efeito psicológico dessas fake news com o psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do hospital das clínicas e colunista do Estadão, Daniel Martins de Barros. Sobre essa onda de informações falsas, vamos bater um papo com a editora do Estadão Verifica, Alessandra Monnerat, O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Milena Félix. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #240: #Start Eldorado: Inteligência artificial em nossas mãos
Muito se fala sobre a Inteligência Artificial e como a tecnologia está transformando indústrias e a vida das pessoas. Mas na prática, o que realmente muda? Um dos devices que mais usamos hoje em dia, o smartphone, é um grande exemplo de IA aplicada no cotidiano. No Start Eldorado, saiba mais sobre como a indústria de processadores vem desenvolvendo IA embarcada para aplicações de saúde, segurança, conectividade e entretenimento, preparando um futuro de interação com cidades e carros inteligentes, medicina conectada, identificação biométrica, etc, na conversa com Hélio Oyama, diretor de produtos da Qualcomm. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales, todas as quarta-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A disputa ‘diabólica’ nas campanhas de 2º turno
Apesar da onda de descrença, as pesquisas eleitorais começam a divulgar seus levantamentos para o segundo turno, nesta semana. De acordo com o Ipec, Lula (PT) tem 55% dos votos válidos, contra 45% de Jair Bolsonaro (PL). Na Quaest, o cenário foi bem parecido. O petista tem 54% dos votos válidos, enquanto o atual presidente tem 46%. No entanto, esses números podem sofrer alterações até o dia 30 de outubro, já que os presidenciáveis começaram a reunir apoios para esta fase da eleição. O atual presidente conseguiu reunir um grande número de governadores eleitos em primeiro turno, caso de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná. Já o petista, tem no seu palanque os ex-candidatos Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB), além de figuras históricas, como Fernando Henrique Cardoso. Agora, as campanhas traçam estratégias para tentar reduzir a rejeição de seus candidatos em algumas localidades. Enquanto Lula intensifica os comícios no Sul e no Sudeste, Bolsonaro pretende investir mais no Nordeste. Além disso, os dois candidatos “brigam” pelo espólio de eleitores deixados por Ciro Gomes e Simone Tebet. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pesquisas em descrédito e os desafios dos Institutos para o 2° turno
Após a apuração e totalização dos votos no primeiro turno, neste domingo, uma coisa ficou clara: as pesquisas de intenção de voto erraram ao não captar o contingente que votaria em Jair Bolsonaro (PL). Alguns institutos, como Ipec e Datafolha, deram uma diferença de mais de 10 pontos entre o atual presidente e Lula. O que se viu foi uma diferença de apenas 5%, pouco mais de 6 milhões de votos. Mas não parou por aí: os levantamentos não conseguiram captar os movimentos dentro dos Estados, nas eleições para governador e senador. No caso de São Paulo, as pesquisas davam o petista Fernando Haddad à frente de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Nas urnas, o candidato de Bolsonaro teve pouco mais de 6% a mais que o ex-prefeito. As diferenças entre os levantamentos e a conclusão da apuração das urnas também apareceram na disputa pelo Senado. Enquanto os institutos davam Márcio França (PSB) bem à frente do astronauta Marcos Pontes (PL), o pleito deu a vitória para o candidato do atual presidente. Essas incongruências foram observadas em diversas federações da República. Afinal, o que aconteceu para as pesquisas não captarem o desejo do eleitor? Vai ser preciso rever a metodologia? No podcast 'Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o advogado, geógrafo e CEO da Geocracia, Luiz Ugeda. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Milena Félix. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os apoios de Lula e Bolsonaro para o 2º turno
Passado o primeiro turno, os dois candidatos à presidência começam a negociar apoios e reunir figuras importantes em seus palanques de olho no eleitorado que ficou órfão após o último domingo. O candidato do PT, Lula, conseguiu trazer para o seu lado alguém que parecia impossível: Ciro Gomes. E ele não veio sozinho, seu partido, o PDT, também vai apoiar o petista. Ainda na onda de apoio, Lula contará com o Cidadania no seu palanque e, provavelmente, o da terceira colocada nas eleições presidenciais, Simone Tebet (MDB). Apesar de ainda não ter feito o anúncio oficialmente, a senadora deixou nas entrelinhas que deve seguir com o petista, no próximo dia 30. Jair Bolsonaro (PL), também reuniu importantes apoios para o segundo turno. Os governadores eleitos em Minas Gerais e Rio de Janeiro, Romeu Zema (Novo) e Cláudio Castro (PL), respectivamente, anunciaram que estarão com o atual presidente, após reunião no Palácio do Planalto. Mas não parou por aí, o governador de São Paulo, que saiu derrotado nas urnas, Rodrigo Garcia, disse que vai apoiar "incondicionalmente" Bolsonaro, e seu candidato no Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos) em encontro no aeroporto de Congonhas, na capital paulista. Afinal, o quanto esses apoios são revertidos em votos? Qual a importância de ter esses políticos no palanque? No Estadão Notícias de hoje, vamos analisar esse assunto com o cientista político da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Eduardo Grin. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Milena Félix. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': A reindustrialização do Brasil no pós-pandemia
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira. Ele fala sobre a necessidade de reindustrialização do País pós-pandemia de covid-19 e analisa o impacto da guerra na Ucrânia para se manter um autonomia econômica.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mais conservador e radical: o perfil do Congresso eleito
A direita conservadora e mais radical conquistou importantes cadeiras no Congresso Nacional eleito neste domingo (2) e que assume a partir de fevereiro de 2023. Os partidos do chamado Centrão ampliaram suas bancadas, o que deve dar mais força a este grupo no próximo governo - e que pode representar maior contenção a Lula, caso ele seja eleito presidente da República. Na Câmara dos Deputados, o PL, partido de Jair Bolsonaro, caminha para se tornar a maior bancada da Casa. Ao todo, aqueles que se alinham ao atual presidente vão representar cerca de 48% do parlamento brasileiro, um crescimento considerável em relação a 2018. No Senado, o mesmo movimento se estabeleceu. A legenda de Bolsonaro terá o maior número de senadores, enquanto a oposição diminuiu na Casa. No total, os partidos de centro ficarão com mais da metade das 81 cadeiras do Senado brasileiro. Com isso, esses partidos devem levar também a presidência das duas Casas Legislativas. Afinal, o que esperar de um Congresso mais conservador? Qual o poder do Centrão a partir de agora? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre esses assuntos com o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A vitória do bolsonarismo no 1º turno
Para quem esperava uma eleição mais previsível, neste domingo, se enganou. O resultado das urnas mostrou um voto muito diferente das pesquisas eleitorais. A aguardada vitória no primeiro turno de Lula (PT) não veio, longe disso, o petista ficou apenas 5% à frente do atual presidente. Agora, o pleito será decidido no próximo dia 30 de outubro. Mas o bolsonarismo pode comemorar, não apenas pelo feito de levar Jair Bolsonaro (PL) para o segundo turno, mas também por conseguir eleger vários apoiadores do presidente, tanto para governador, como para senador. Um dos exemplos foi Cláudio Castro (PL), que venceu no Rio de Janeiro. Já em São Paulo, além de levar seu candidato Tarcísio de Freitas (REP) para o segundo turno, conseguiu emplacar o astronauta Marcos Pontes no Senado. Para o PT, sobrou a esperança de ter obtido mais votos que Bolsonaro e uma possível conquista de votos de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB). Além disso, Lula confirmou o seu amplo favoritismo no Nordeste e tem a missão de melhorar seu desempenho no Sul e Sudeste. Na edição de hoje do podcast ‘Estadão Notícias’, vamos analisar os resultados das urnas com Luiz Bueno - professor de Filosofia da FAAP e Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP e com Tathiana Chicarino, Cientista Política. Professora de pós- graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #239: #Start Eldorado: 5G na saúde brasileira
O Start Eldorado detalha o lançamento do projeto OpenCare 5G - a primeira rede privada 5G brasileira na saúde, iniciativa do InovaHC, núcleo de inovação do Hospital das Clínicas, Deloitte, Itaú, Siemens Healthineers, NEC e um amplo ecossistema de parceiros. Inovadora, e funcionado por meio da arquitetura OpenRAN, a rede será o centro do desenvolvimento de aplicações e casos de uso envolvendo exames, diagnósticos, cirurgias e atendimento remoto, expandidndo a saúde de alta qualidade a regiões desfavorecidas do País. No Start estarão o dr. Giovanni Cerri, presidente do InovaHC; Marco Bego, diretor do InovaHC; e Roberto Murakami, diretor de Tecnologia da NEC Brasil. O Start vai ao ar na Eldorado FM 107,3 às 21h, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula x Bolsonaro: Documentário em áudio investiga as bolhas dos extremos
A edição deste sábado do 'Estadão Notícias', 1º, traz uma investigação neuropsicológica do eleitor em 2022 e as razões comportamentais que pesarão na balança para ‘convencê-lo’ a escolher um ou outro candidato nas eleições mais polarizadas desde a redemocratização. Nos últimos meses, a jornalista Carolina Ercolin se infiltrou em bolhas à direita e à esquerda para entrevistar dezenas de personagens em comícios e atos políticos. O que você vai ouvir é uma fotografia sonora, ao melhor estilo dos documentários narrativos, sobre o perfil e as contradições de parte do eleitorado que apoia com devoção os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).À luz da ciência, estudos se dedicam a responder como funciona o cérebro à ameaça, e solidão, motores do voto útil, amedrontado e envergonhado. A investigação com os efeitos colaterais das bolhas tem participações da neurocientista Claudia Feitosa-Santana, doutora em Neurociência e Comportamento pela USP e pós-doutora pela Universidade de Chicago, do cientista político Nicolás Saldías, faz parte da equipe de analistas da Economist Intelligence Unit (EIU), ligada ao grupo que publica a revista britânica The Economist; Felipe Nunes, professor de ciência política da UFMG e diretor da Quaest Pesquisa e Consultoria e Uziel Santana, fundador da Associação Nacional de Juristas Evangélicos. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Debate da Globo: tensão, ofensas e polarização acirrada
Os candidatos à Presidência da República deixaram em segundo plano as propostas de governo e deram mais atenção às ofensas mútuas e aos embates agressivos no último debate antes da votação em primeiro turno. O encontro promovido pela TV Globo reuniu sete postulantes ao cargo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) estiveram frente a frente no primeiro bloco do debate e reproduziram o clima mais acirrado da disputa presidencial. A troca de agressões entre os dois candidatos simbolizou um encontro eleitoral marcado também pela indisciplina dos postulantes. Por diversas vezes, o mediador, William Bonner, precisou repreender os candidatos – principalmente Padre Kelmon – para que respeitassem as regras. Ainda nesta quinta-feira, o DataFolha publicou a penúltima pesquisa antes das eleições. Pelo levantamento, Lula tem 50% dos votos válidos, Bolsonaro 36%, Ciro Gomes 6% e Simone Tebet 5%. O último “Poder em Pauta” antes da realização das eleições analisa a fundo o desempenho dos candidatos no debate da TV Globo com os jornalistas Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente de Brasília. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Brigou com todos: o fracasso da campanha de Ciro Gomes
A candidatura de Ciro Gomes (PDT), em 2018, era uma espécie de tábua de salvação para aqueles que não queriam aderir à polarização PT e Jair Bolsonaro (PL), que já se formava naquele ano. Com a prisão de Lula, o tão sonhado apoio do partido ao seu nome, para vencer o atual presidente, não veio. De lá para cá, Ciro rompeu pontes com o PT e com seu líder maior, Lula, e passou a atacá-los de todas as formas possíveis. Essa oposição acabou se tornando mais forte no pleito deste ano, a ponto do pedetista ser chamado de linha auxiliar de Jair Bolsonaro. Com isso, Ciro começou a sofrer ataques nas redes sociais de petistas, e até mesmo de artistas que o apoiaram em 2018. Esse movimento fez com que surgisse uma tentativa de atrair o eleitor de Ciro para o chamado voto útil, que poderá dar a Lula uma vitória em primeiro turno. Esses episódios causaram, inclusive, um racha dentro da família dos Ferreira Gomes, no Ceará. Enquanto Ciro traça sua batalha contra o PT, seus irmãos estão unidos com o partido no Estado. O candidato do PDT chegou a dizer que estava sendo apunhalado pelas costas. Afinal, com que tamanho Ciro Gomes sairá dessa eleição? Sua estratégia de campanha foi equivocada? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político, professor da UFPE, e fundador da Cenário Inteligência, Adriano Oliveira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Guilherme Santiago. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Esquecidas? As outras eleições além da disputa presidencial
A preocupação do eleitor brasileiro em escolher o próximo presidente da República fez com que as escolhas para outros cargos, neste pleito, fossem deixadas para última hora. As pesquisas mostram um grande contingente de indecisos nos votos para governadores, senadores, e deputados estadual, federal e distrital. Mas esse não é um efeito provocado somente pela polarização dos últimos anos entre lulistas e bolsonaristas. Em linhas gerais, o brasileiro sempre deu mais atenção à disputa pelo Executivo federal do que aos outros players da nossa democracia. A reta final de campanha já apresenta importantes variações nas intenções de voto nas eleições estaduais, o que vem sendo captado pelas pesquisas. Ainda assim, muitas das disputas podem ir com cenário totalmente imprevisível até domingo. Tão importante quanto o voto para presidente, a escolha para os cargos de governador, senador e deputados é de extrema relevância para o funcionamento das instituições democráticas e para a definição e execução de políticas públicas nas mais diversas áreas. Mas, se esses cargos são tão importantes, por que o eleitor deixa para escolher de última hora? O que será decisivo na definição do voto em âmbito estadual? Por que a escolha para o Legislativo é tão negligenciada? No Estadão Notícias de hoje, vamos debater esses assuntos com o cientista político da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Carlos Pereira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Guilherme Santiago. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Novo fascismo? A extrema-direita no poder italiano
Após 100 anos, a extrema-direita alcança o poder, novamente, na Itália. O partido Irmãos da Itália, junto com as legendas de direita Liga e Forza Itália, conquistou o maior número de votos nas eleições nacionais do país e, com isso, vai indicar o novo primeiro-ministro da nação europeia. Quem deverá ser conduzida ao cargo é a deputada Giorgia Meloni, figura controversa que se define como conservadora e contra os direitos da comunidade LGBTQIA+. Admiradora do líder fascista Benito Mussolini, a parlamentar, assim como o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (PL), sempre usa o lema: “Deus, Pátria e Família”. O resultado da eleição italiana preocupa a União Europeia, não apenas pela ascensão da extrema-direita no bloco, mas também pelos acordos que o país mantém com o bloco. Inclusive, há dúvidas se as dívidas financeiras serão honradas. A guerra da Ucrânia, e a relação desse novo governo com o mundo também são uma incógnita. Afinal, estamos presenciando a volta do fascismo na Itália após 100 anos? Qual será o papel do país, agora, dentro da União Europeia? E como fica a relação com outros países fora do bloco? No Estadão Notícias, hoje, falamos sobre esse assunto com o professor de Relações Internacionais, Manuel Furriela. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Futuro presidente tem condições de reativar a economia?
De 2020 para 2021, o saldo social do País fechou com mais de 20 milhões de brasileiros na pobreza. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), famílias viram o seu rendimento mensal, por pessoa, despencar de R$59 para R$39. A queda é reflexo dos efeitos da pandemia, desemprego e do aumento exponencial da inflação, que afetou o custo de vida da população mais vulnerável As estratégias feitas pelo governo Bolsonaro para reverter a situação causaram desconforto e desconfiança no ambiente político e financeiro. A criação do auxílio emergencial, encerrado em 2021, gerou um gasto bilionário aos cofres públicos e, ao contrário do que se propunha no início do governo, Paulo Guedes rompeu com o chamado teto de gastos para conseguir colocar em prática a medida. Diante deste cenário, a projeção para a melhoria da economia no ano que vem ainda é incerta. O próximo governo terá que encarar um Brasil estagnado, com um orçamento comprometido, déficit público nas alturas e um cenário externo de provável recessão. Mas o que esperar do próximo governo para a economia? As propostas dos presidenciáveis estão bem consolidadas e podem fazer o Brasil voltar a crescer? Quais os riscos e desafios para o próximo ano? Para explicar este cenário, o episódio desta segunda-feira (26), recebe a Editora Executiva do Broadcast e comentarista de Economia na Rádio Eldorado, Silvia Araújo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #238: #Start Eldorado: inovação aberta na trilha do futuro
Governo Digital, o futuro dos pagamentos, redes 5G em padrão de arquitetura aberta, biometria e segurança online, confiança na inovação aberta em vários campos de negócio. Futuro, cenários e tendências ao redor do mundo que influenciam a vida em sociedade nos mais diferentes contextos são os destaques do Start Eldorado, que relembra o NEC Visionary Week 2022. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O voto útil, o ‘voto envergonhado’ e a abstenção
Jair Bolsonaro (PL) aproveitou os holofotes que teria em dois importantes eventos internacionais para fazer campanha. No velório da Rainha Elizabeth II, na Inglaterra, o presidente subiu na sacada da embaixada brasileira e discursou para apoiadores, onde criticou a esquerda e disse que vencerá a eleição no primeiro turno. O mesmo se repetiu na Assembléia-Geral da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos. Enquanto o mundo usou o espaço para mostrar preocupação em relação à guerra na Ucrânia, Bolsonaro resolveu criticar seus adversários e promover seu governo. Já no Brasil, o presidente confirmou sua participação no debate do Estadão/Rádio Eldorado, em parceria com SBT, CNN, Terra, Nova Brasil e Veja, no sábado (24). Enquanto isso, o líder das pesquisas, Lula (PT), ainda não disse se comparecerá ao embate. A possível recusa do petista virou alvo de ataques de seus adversários. Por outro lado, a campanha de Lula voltou suas forças à tentativa de convencer o eleitor de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) a mudar o seu voto em favor do petista, visando uma vitória em primeiro turno. Um evento com a presença de Caetano Veloso, Chico Buarque e Anitta, está sendo preparado para convencer esse eleitor. O grupo ganhou o reforço do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que divulgou uma nota defendendo o voto “pró-democracia”. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

As novas ameaças de Putin e o risco de uma guerra nuclear
O mundo está em pânico com a mais nova ameaça de utilização de armas nucleares por parte de uma das nações mais importantes do planeta. O presidente russo, Vladimir Putin, disse que usará seus artefatos, caso os EUA, e os aliados da Ucrânia, interfiram na sua investida para anexar territórios ucranianos à Rússia. Além disso, Putin ordenou a convocação de 300 mil reservistas para defender esses territórios, e evitar que os ucranianos continuem a avançar sobre tropas russas. A Ucrânia já afirmou que não vai reconhecer qualquer referendo de anexação de territórios ucranianos por parte dos russos. Após as declarações sobre uso de armas nucleares, a reação das principais autoridades do mundo foi imediata. Na ONU, o presidente americano, Joe Biden, disse que Moscou estava fazendo ameaças "irresponsáveis" de uso de armas nucleares. Já Emmanuel Macron, presidente da França, afirmou que aqueles que estão em silêncio diante da situação, são cúmplices de Putin. Afinal, quais os riscos de uma guerra nuclear após as ameaças de Putin? Podemos entrar definitivamente em uma terceira guerra mundial? No episódio desta quinta-feira, 22, vamos conversar com o professor de Relações Internacionais da Sociologia e Política- Escola de Humanidades (FESPSP) e do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU-SP), Bernardo Wahl. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Turbinado e desigual: as distorções do fundão eleitoral
Quando, em 2015, no auge da Operação Lava Jato, foi decretado o fim do financiamento empresarial de campanha, havia um sentimento de correção sobre a configuração da relação entre o público e o privado no processo eleitoral. O Brasil migrou, em 2017, para o fundo eleitoral bancado por recursos públicos, sob a argumentação de que haveria mais transparência e responsabilidade. Passados todos esses anos, e dois ciclos eleitorais (2018 e 2020), o diagnóstico é positivo? A proibição da doação de pessoas jurídicas para campanhas estancou um dos graves problemas do funcionamento do sistema político brasileiro, mas não significou, necessariamente, que o novo modelo acabou com todos os males. A começar pela falta de um teto sobre o quanto ele pode custar aos cofres do Tesouro. Para essas eleições, foram aprovados quase R$ 5 bilhões, mais que o dobro das últimas eleições. Depois, há o mau uso deste montante, como mostra reportagem do Estadão desta terça-feira (20): partidos repassaram ao menos R$ 5,8 milhões do fundo eleitoral para candidatos “fantasmas”. E, por fim, há as distorções atreladas à autonomia partidária, que deixam candidatos sem verba, enquanto outros recebem investimentos elevados.Mas, afinal, como tornar o fundo eleitoral mais justo e mais transparente? Por que, no Brasil, o dinheiro dos filiados não é a principal fonte de recurso para as campanhas? Faria sentido liberar novamente o financiamento empresarial? Para analisar estes temas, o episódio desta quarta-feira (21) conversa com o cientista político da FGV, Sérgio Praça. O repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman, fala sobre a existência dos “candidatos fantasmas”. Ouça ainda um depoimento do jornalista Marcos Uchôa (ex-Globo), que desistiu de sua candidatura a deputado federal no Rio justamente pela falta de apoio financeiro de seu partido (PSB). O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A discrepância entre pesquisas eleitorais
A multiplicação de institutos e, portanto, de pesquisas eleitorais, não é um fenômeno totalmente novo, mas se mostra muito presente na corrida presidencial deste ano. Além dos tradicionais Ipec (ex-Ibope) e Datafolha, fazem parte deste cenário estatístico empresas como Quaest, Paraná Pesquisas, Vox Populi, Sensus, MDA, PoderData, Ipespe, Ideia, Futura, FSB, Gerp e Real Time Big Data. Ou seja, nunca se produziu tantos dados com base amostral sobre as intenções de voto do eleitor brasileiro ao longo da campanha.Com um número maior de retratos de valor estatístico, amplia a possibilidade de diferenças entre os resultados. Muitas vezes com margens elásticas. Isso tem sido verificado, por exemplo, no desempenho dos líderes, Lula (PT) e Bolsonaro (PL). Ora a diferença entre eles é maior, a depender do instituto, ora é menor. Diversos aspectos podem explicar as discrepâncias, como a metodologia empregada e, também, o tipo de base amostral. A falta de um Censo atualizado do IBGE é outro fator que pode interferir no resultado desses levantamentos. Afinal, ter mais pesquisas eleitorais à disposição qualifica o processo eleitoral? O quanto uma pesquisa influencia no voto? É possível dimensionar? O chamado “voto envergonhado” é uma realidade dessas eleições? Para tratar desses temas, o episódio desta terça-feira (20), conversa com o cientista político e pesquisador da FGV, Jairo Nicolau. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A segurança pública na era Bolsonaro e os desafios do próximo presidente
O Brasil passou os últimos quatro anos sem qualquer projeto de combate à criminalidade na área da Segurança Pública. A principal frente de atuação do governo foi transferir a responsabilidade da proteção às próprias pessoas, facilitando o acesso a armas de fogo através de decretos. Para agravar esse cenário, o arsenal de guerra nas mãos de civis se tornou uma realidade preocupante, e que impacta o cenário da segurança pública brasileira. Segundo dados dos institutos Igarapé e Sou da Paz, o número de novas armas registradas no país chegou a 1 milhão. Os dados revelam a fragilidade dos arranjos institucionais da segurança pública no País e levantam questionamentos sobre os passos do próximo ocupante da cadeira presidencial. Mas qual será o cenário que o próximo presidente vai encontrar? Quais os principais desafios a serem enfrentados? Para ampliarmos o entendimento sobre o tema, o episódio desta segunda-feira (19), conversa com Samira Bueno, socióloga e diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Victória Ribeiro Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #237: #Start Eldorado: inovação na energia do futuro
O Start Eldorado fala de inovação em vários setores - da produção agrícola à distribuição de produtos e serviços ao consumidor final. O futuro da energia, os ganhos da transformação digital no campo, o investimento em novos meios de pagamento integrados na venda dos produtos, a logística digital - na conversa com José Massad, diretor de TI e digital da Raízen, uma das maiores produtoras globais de açúcar, etanol, bioenergia e uma dos maiores distribuidoras de energia do mundo, que trabalha em toda a cadeia, do campo aos postos de combustível. Com a apresentação de Daniel Gonzales, o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A corrida pelo voto útil e o corte no Farmácia Popular
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15) mostra que o ex-presidente Lula (PT) tem 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 33%. Ciro Gomes (PDT) tem 8% e Simone Tebet (MDB) tem 5%. Após o resultado da pesquisa Datafolha, a equipe de Lula (PT) viu a possibilidade de vencer as eleições de outubro ainda no primeiro turno e, por isso, a campanha articula um movimento com artistas para tentar atrair eleitores de Ciro Gomes (PDT) já no primeiro turno. Por outro lado, Jair Bolsonaro tenta conquistar eleitores que se incomodam com a sua postura, com discursos mais amenos e o reconhecimento de erros em falas durante sua gestão. Em um podcast evangélico, o presidente admitiu que perdeu a linha em algumas declarações durante a pandemia. Mas, o presidente tem outro problema pela frente. Após o corte no orçamento da Farmácia Popular repercutir mal, o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) jogou para o Congresso a responsabilidade de recompor o orçamento do programa que distribui remédios de graça. Como revelou o Estadão, parte do dinheiro que iria para o programa foi transferido para o orçamento secreto, esquema por meio do qual o governo destina emendas parlamentares, sem transparência, para sustentar sua base de apoio no Congresso. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta taxa de reeleição nas eleições estaduais e no Parlamento
Diferentemente de 2018, as eleições deste ano não devem ser marcadas pela lógica da renovação a qualquer custo. Uma aproximação com os chamados “políticos de carteirinha” e um afastamento daqueles que se apresentam como “outsiders” colabora para uma expectativa de que em ao menos 12 estados e no Distrito Federal as eleições sejam definidas logo no primeiro turno, conforme apontam as pesquisas Ipec e DataFolha. Na corrida para o Legislativo, a marca do "continuísmo" também tende a se sobrepor. Dos 513 parlamentares em exercício na Câmara dos Deputados, ao menos 447 estão se candidatando novamente. Isso equivale a 87% do total. Não por acaso: nunca houve tanto acesso a financiamento para as campanhas, seja do Fundo Eleitoral, seja das emendas do orçamento secreto. O que explica a vitória do governismo nos Estados, mesmo com os efeitos drásticos da pandemia e as campanhas negativas contra os governadores protagonizadas por Bolsonaro? E como fica o cenário para o Legislativo caso a taxa de renovação fique baixa?Episódio desta quinta-feira (15) analisa o assunto numa conversa com o cientista político Bruno Silva, diretor de Projetos do Movimento Voto Consciente. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Victória Ribeiro Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A recessão global e seus impactos no Brasil
O cenário econômico global não é dos melhores e o Brasil dificilmente passaria ileso a um novo contexto de crise. Estaria o mundo à beira de uma recessão? Os sinais parecem cada vez mais claros, ao menos quando se observa o desempenho de economias avançadas da Europa, além dos EUA e da China. A disparada da inflação é o problema comum, atrelada às consequências da guerra na Ucrânia e da pandemia de Covid-19. A desaceleração já é uma realidade nesses países e os prognósticos não são nada positivos.Diante de um horizonte tão turbulento no cenário externo, a economia brasileira tende a sofrer efeitos mais diretos em seu desempenho, especialmente no mercado de commodities. Apesar de uma melhora tímida nos atuais índices de PIB e desemprego, os desafios reservados para o Brasil para 2023 são enormes. Na conta, há todo passivo fiscal deixado pelo governo Bolsonaro em ano eleitoral. Episódio desta quarta-feira, 14, discute os impactos de uma possível recessão global numa conversa com a economista Juliana Inhasz, professora e coordenadora de graduação em economia do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Victória Ribeiro Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': A importância da educação política para a sociedade
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o presidente do RenovaBR Eduardo Mufarej. Ele conta como a escola de educação política deu formação para mais de dois mil jovens e, hoje, 300 deles escolheram seus partidos e são candidatos nas eleições deste ano.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que foi o MEC sob Bolsonaro e o que é essencial a partir de 2023
Escândalo de corrupção, prisão de ministro, alta rotatividade no comando da pasta, desmonte no Inep, falta de coordenação durante a pandemia, diminuição de investimento, alta evasão escolar… Os problemas não foram poucos no Ministério da Educação durante o governo Bolsonaro. E as consequências tendem a se alastrar por vários anos, aumentando o fosso entre a qualidade do ensino público e do ensino privado no País. E o que têm dito os presidenciáveis sobre o tema? O presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, diz que quer melhorar a pontuação do Brasil em rankings e que irá qualificar professores para que atuem em sala de aula “sem ideologia”. O ex-presidente Lula (PT) pretende universalizar o acesso à internet e se compromete a assegurar as políticas de cotas raciais e sociais nas universidades federais e nos concursos públicos. Já a proposta central de Ciro Gomes (PDT) é criar incentivos financeiros para boas iniciativas na educação. Na mesma linha, a candidata do MDB, Simone Tebet, defende a “Poupança Mais Educação”, para incentivar os jovens de baixa renda a concluírem o Ensino Médio. Quais deveriam ser as prioridades da nova gestão na área da Educação a partir de 2023? Qual é o perfil ideal de ministro do MEC? Os planos de governo dos candidatos contemplam propostas que vão além das platitudes? Para comentar o assunto, o episódio desta terça-feira (13), conversa com Renata Cafardo, repórter que cobre a área no Estadão. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A escalada da violência política e as últimas pesquisas
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Benedito Gonçalves decidiu abrir uma investigação para apurar a conduta do presidente Jair Bolsonaro e do vice Braga Netto durante os eventos do Sete de Setembro. O magistrado atendeu a um pedido do PDT, que acionou a Corte contra o que considerou uso político-eleitoral das comemorações dos 200 anos da Independência do Brasil. Seu principal adversário, Lula, subiu o tom e reagiu ao dizer que os apoiadores de Bolsonaro que foram às ruas se assemelhavam a uma “reunião da Ku Klux Klan”, grupo supremacista branco dos Estados Unidos, responsavel pela morte de milhares de negros. E o acirramento dos ânimos e da polarização fez mais uma vítima. Um eleitor do presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso após matar um apoiador de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a facadas. O crime ocorreu na quarta-feira, 7, após uma longa discussão sobre política em Confresa, no Mato Grosso. Em pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira (9), mostra que o ex-presidente Lula (PT) tem 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 34%. Lula está 11 pontos à frente de Bolsonaro. Segundo o Datafolha, essa é a menor distância entre os dois desde maio. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #236: #Start Eldorado: rumo ao futuro mais digital
O Start Eldorado fala das tendências da digitalização dos negócios e da sociedade, visão open e inovação com Guilherme Issa, da consultoria Roland Berger. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A morte de Elizabeth II e o futuro da monarquia britânica
É uma era que chega ao fim. Rainha Elizabeth II faleceu, aos 96 anos, nesta quinta-feira (8) na casa de férias da família real em Balmoral, na Escócia. À frente da coroa britânica por sete décadas, foi a monarca que ficou por mais tempo no poder. Por conta do longo período, sua imagem se tornou uma espécie de símbolo da família real. Sua morte foi recebida com tristeza por todo o mundo. A notícia, contudo, não é surpresa. A rainha quase centenária já vinha apresentando problemas de saúde há alguns meses, levando-a a cancelar diversos compromissos. Sua última aparição pública foi na terça-feira (6), quando nomeou a nova primeira-ministra britânica Liz Truss. Durante os 70 anos no poder, Elizabeth II foi protagonista de alguns fatos importantes para a história de seu país. Presenciou o mandato de 15 primeiros-ministros diferentes. Em 1982, recebeu o Papa João Paulo II em seu país, durante a primeira visita de um Papa ao Reino Unido depois de 450 anos. Mais recentemente, em 2013, a Rainha também autorizou a criação de uma lei que permitia o casamento entra pessoas do mesmo sexo. Após sua morte, a pergunta que fica é o que será da monarquia sem Elizabeth II. Até agora, o que se sabe é que seu sucessor é Charles, filho mais velho da rainha, mas a coroação ainda pode levar meses. Neste episódio, conversamos com Paulo César Marins, doutor em história pela USP, sobre a vida da rainha mais longeva do Reino Unido e sobre os próximos passos da coroa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

7 de Setembro ou ato de campanha de Bolsonaro?
Assim como em 2021, o presidente Jair Bolsonaro não perdeu a oportunidade de transformar as comemorações de 7 de setembro em um ato político. Desta vez, porém, em período e sob a lei eleitoral. Bolsonaro começou com um desfile militar em Brasília, seguido de discurso aos presentes em um ato na Esplanada. Acompanhado da esposa, Michelle, e de outros apoiadores, como o empresário Luciano Hang, Bolsonaro foi aplaudido ao falar sobre Deus, liberdade, Auxílio Brasil, eleições e também sobre o fato de ser “imbroxável”. A primeira-dama, numa tendência adotada pela campanha eleitoral do presidente, também participou ativamente do evento e fez um discurso breve e de cunho religioso. Ao longo do dia, outros atos aconteceram em diversas cidades do Brasil. Neles, muitos apoiadores carregavam faixas com dizeres antidemocráticos como pedidos de intervenção militar e destituição do Supremo Tribunal Federal (STF). Em São Paulo, a movimentação bolsonarista aconteceu na Avenida Paulista. No Rio de Janeiro, local onde Bolsonaro esteve presente à tarde, ele aproveitou para criticar seu atual adversário eleitoral, o ex-presidente Lula. Outros presidenciáveis, em resposta às falas de Bolsonaro, se pronunciaram contra o presidente. Lula disse que ainda tem fé que o Brasil irá reconquistar sua bandeira. Ciro, via redes sociais, afirmou que ninguém será capaz de roubar nossa liberdade. Já Simone Tebet criticou a postura machista de Bolsonaro durante seu discurso. Neste episódio vamos analisar o impacto desses atos na corrida eleitoral com o professor de Filosofia da FAAP e Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP, Luiz Bueno. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Eduardo Bueno: ‘Independência do Brasil foi obra do Centrão’
Há exatos 200 anos, no dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro I proclamava, às margens do Rio Ipiranga, “independência ou morte''. Seu grito pela liberdade, que mais tarde ficou conhecido como Grito do Ipiranga, foi o momento em que o Brasil deixou de ser posse de Portugal para se tornar um império autônomo, com suas próprias regras e seu próprio imperador - que viria a ser o próprio D. Pedro I. Mas a data, apesar de simbólica, é só um marco dentro de um amplo processo histórico. A pressão pela separação de Brasil e Portugal já vinha se acumulando há anos, desde 1808, quando a corte portuguesa mudou-se para o Brasil, fugindo da ocupação de Napoleão Bonaparte. Com a vinda da família real, muita coisa mudou. Foi um momento de transformações culturais, sociais e econômicas muito grandes. Pouco depois, em 1815, D. João VI, pai de D. Pedro I, passou o Brasil da condição de colônia para um império de Portugal. E a decisão, claro, não agradou a corte portuguesa, que via seu domínio e controle cada vez menor sobre o que acontecia por aqui. Com a escalada de pressão e divergências entre os dois impérios, tudo culminou na formulação da declaração de Independência, por José Bonifácio. Quis a história, e o tempo de envio da carta, que ela chegasse a D. Pedro I no dia 7 de setembro de 1822, durante o deslocamento do primeiro Imperador do Brasil para São Paulo, nas proximidades do Rio Ipiranga. Neste episódio, conversamos sobre a importância desta data para o País com o jornalista e escritor Eduardo Bueno. Autor de livros como “Brasil: Uma História” e do canal ‘Buenas ideias’, no Youtube, Bueno fala sobre os mitos e as verdades por trás desse dia que mudou os rumos do Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Francielle Oliveira e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O teor alarmista do 7 de Setembro e seus riscos
Se em outros governos as comemorações de 7 de Setembro eram apenas ações protocolares, com Jair Bolsonaro o cenário mudou. O atual presidente tem usado o dia da Independência para mobilizar seus apoiadores e levantar bandeiras importantes para o seu mandato. Este ano, com as eleições se aproximando, Bolsonaro pretende usar as manifestações também como demonstração de força para seus eleitores, que há meses veem seu candidato atrás nas pesquisas eleitorais. Entre os diversos atos convocado ao redor do País, Bolsonaro estará presente no Rio de Janeiro. Por lá, a programação desta quarta-feira, 7, contará com show da Esquadrilha da Fumaça, salto de paraquedistas, apresentação de bandas militares e execução de salva de tiros, segundo o Ministério da Defesa. Apesar do teor comemorativo vendido pelo governo, o clima é de tensão. Para evitar possíveis conflitos, o governo do Distrito Federal montou um esquema de segurança sem precedentes para as manifestações, e contará com o apoio da Polícia Militar do DF, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e Força Nacional. Neste 7 de Setembro, enquanto Bolsonaro está no Rio de Janeiro, outros presidenciáveis estarão cumprindo sua agenda eleitoral em outros cantos do País. Lula, no Norte do País, participará de atos com apoiadores no Pará. Ciro Gomes cumprirá agenda em São Paulo e Simone Tebet estará em Porto Alegre. Em resposta aos atos bolsonaristas, grupos de oposição convocaram mobilizações para este sábado, 10. No episódio de hoje do Estadão Notícias vamos conversar sobre o assunto com a doutoranda em Ciência Política pela USP e pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), Lilian Sendretti. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O desafio do próximo presidente para alavancar o SUS
A pandemia da Covid-19 trouxe aos brasileiros a percepção da importância de um Sistema Único de Saúde forte. Com a atenção focada na nossa saúde pública, ficou evidente para a população os diversos gargalos que precisam ser enfrentados daqui para frente. Além disso, os últimos anos vêm sendo marcados por surtos e novas doenças, como a varíola dos macacos. A própria Covid-19 gerou uma série de consequências ao Sistema Único de Saúde (SUS). Grande parte da população deve utilizar o sistema para tratamento das sequelas do vírus. Outra questão é o atraso no atendimento, diagnóstico e agendamento de cirurgias de outras doenças, como o câncer. E claro, que a vacinação deve continuar. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a cobertura vacinal da população vem despencando. A gestão caótica da saúde no governo de Jair Bolsonaro, PL, já é munição para os adversários. O presidente tenta contornar a situação em seu plano, onde afirma que a atenção primária continuará sendo um foco importante se reeleito. Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, PT, planeja continuar com a principal bandeira dos governos petistas, o fortalecimento do SUS. Simone Tebet, do MDB, pretende restabelecer de forma gradual a participação da União no financiamento do SUS. Ciro Gomes, PDT, pretende melhorar os serviços de saúde com a reconstrução do SUS e modernização da atenção primária. Estas são algumas das propostas dos candidatos, mas na prática os desafios de melhorias na saúde ainda são grandes. Episódio de hoje do Estadão Notícias discute os desafios na área da saúde pública no Brasil numa conversa com o especialista da FGV Saúde, Adriano Massuda. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir Biasi Tags: saúde, SUS, gestão, vacina, covid-19, atendimento, público, privadoSee omnystudio.com/listener for privacy information.