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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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O voto útil, o ‘voto envergonhado’ e a abstenção

Jair Bolsonaro (PL) aproveitou os holofotes que teria em dois importantes eventos internacionais para fazer campanha. No velório da Rainha Elizabeth II, na Inglaterra, o presidente subiu na sacada da embaixada brasileira e discursou para apoiadores, onde criticou a esquerda e disse que vencerá a eleição no primeiro turno. O mesmo se repetiu na Assembléia-Geral da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos. Enquanto o mundo usou o espaço para mostrar preocupação em relação à guerra na Ucrânia, Bolsonaro resolveu criticar seus adversários e promover seu governo. Já no Brasil, o presidente confirmou sua participação no debate do Estadão/Rádio Eldorado, em parceria com SBT, CNN, Terra, Nova Brasil e Veja, no sábado (24). Enquanto isso, o líder das pesquisas, Lula (PT), ainda não disse se comparecerá ao embate. A possível recusa do petista virou alvo de ataques de seus adversários. Por outro lado, a campanha de Lula voltou suas forças à tentativa de convencer o eleitor de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) a mudar o seu voto em favor do petista, visando uma vitória em primeiro turno. Um evento com a presença de Caetano Veloso, Chico Buarque e Anitta, está sendo preparado para convencer esse eleitor. O grupo ganhou o reforço do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que divulgou uma nota defendendo o voto “pró-democracia”. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 23, 202234 min

As novas ameaças de Putin e o risco de uma guerra nuclear

O mundo está em pânico com a mais nova ameaça de utilização de armas nucleares por parte de uma das nações mais importantes do planeta. O presidente russo, Vladimir Putin, disse que usará seus artefatos, caso os EUA, e os aliados da Ucrânia, interfiram na sua investida para anexar territórios ucranianos à Rússia. Além disso, Putin ordenou a convocação de 300 mil reservistas para defender esses territórios, e evitar que os ucranianos continuem a avançar sobre tropas russas. A Ucrânia já afirmou que não vai reconhecer qualquer referendo de anexação de territórios ucranianos por parte dos russos. Após as declarações sobre uso de armas nucleares, a reação das principais autoridades do mundo foi imediata. Na ONU, o presidente americano, Joe Biden, disse que Moscou estava fazendo ameaças "irresponsáveis" de uso de armas nucleares. Já Emmanuel Macron, presidente da França, afirmou que aqueles que estão em silêncio diante da situação, são cúmplices de Putin. Afinal, quais os riscos de uma guerra nuclear após as ameaças de Putin? Podemos entrar definitivamente em uma terceira guerra mundial? No episódio desta quinta-feira, 22, vamos conversar com o professor de Relações Internacionais da Sociologia e Política- Escola de Humanidades (FESPSP) e do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU-SP), Bernardo Wahl. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 22, 202226 min

Turbinado e desigual: as distorções do fundão eleitoral

Quando, em 2015, no auge da Operação Lava Jato, foi decretado o fim do financiamento empresarial de campanha, havia um sentimento de correção sobre a configuração da relação entre o público e o privado no processo eleitoral. O Brasil migrou, em 2017, para o fundo eleitoral bancado por recursos públicos, sob a argumentação de que haveria mais transparência e responsabilidade. Passados todos esses anos, e dois ciclos eleitorais (2018 e 2020), o diagnóstico é positivo? A proibição da doação de pessoas jurídicas para campanhas estancou um dos graves problemas do funcionamento do sistema político brasileiro, mas não significou, necessariamente, que o novo modelo acabou com todos os males. A começar pela falta de um teto sobre o quanto ele pode custar aos cofres do Tesouro. Para essas eleições, foram aprovados quase R$ 5 bilhões, mais que o dobro das últimas eleições. Depois, há o mau uso deste montante, como mostra reportagem do Estadão desta terça-feira (20): partidos repassaram ao menos R$ 5,8 milhões do fundo eleitoral para candidatos “fantasmas”. E, por fim, há as distorções atreladas à autonomia partidária, que deixam candidatos sem verba, enquanto outros recebem investimentos elevados.Mas, afinal, como tornar o fundo eleitoral mais justo e mais transparente? Por que, no Brasil, o dinheiro dos filiados não é a principal fonte de recurso para as campanhas? Faria sentido liberar novamente o financiamento empresarial? Para analisar estes temas, o episódio desta quarta-feira (21) conversa com o cientista político da FGV, Sérgio Praça. O repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman, fala sobre a existência dos “candidatos fantasmas”. Ouça ainda um depoimento do jornalista Marcos Uchôa (ex-Globo), que desistiu de sua candidatura a deputado federal no Rio justamente pela falta de apoio financeiro de seu partido (PSB). O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 21, 202227 min

A discrepância entre pesquisas eleitorais

A multiplicação de institutos e, portanto, de pesquisas eleitorais, não é um fenômeno totalmente novo, mas se mostra muito presente na corrida presidencial deste ano. Além dos tradicionais Ipec (ex-Ibope) e Datafolha, fazem parte deste cenário estatístico empresas como Quaest, Paraná Pesquisas, Vox Populi, Sensus, MDA, PoderData, Ipespe, Ideia, Futura, FSB, Gerp e Real Time Big Data. Ou seja, nunca se produziu tantos dados com base amostral sobre as intenções de voto do eleitor brasileiro ao longo da campanha.Com um número maior de retratos de valor estatístico, amplia a possibilidade de diferenças entre os resultados. Muitas vezes com margens elásticas. Isso tem sido verificado, por exemplo, no desempenho dos líderes, Lula (PT) e Bolsonaro (PL). Ora a diferença entre eles é maior, a depender do instituto, ora é menor. Diversos aspectos podem explicar as discrepâncias, como a metodologia empregada e, também, o tipo de base amostral. A falta de um Censo atualizado do IBGE é outro fator que pode interferir no resultado desses levantamentos. Afinal, ter mais pesquisas eleitorais à disposição qualifica o processo eleitoral? O quanto uma pesquisa influencia no voto? É possível dimensionar? O chamado “voto envergonhado” é uma realidade dessas eleições? Para tratar desses temas, o episódio desta terça-feira (20), conversa com o cientista político e pesquisador da FGV, Jairo Nicolau. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Ana Luiza Antunes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 20, 202227 min

A segurança pública na era Bolsonaro e os desafios do próximo presidente

O Brasil passou os últimos quatro anos sem qualquer projeto de combate à criminalidade na área da Segurança Pública. A principal frente de atuação do governo foi transferir a responsabilidade da proteção às próprias pessoas, facilitando o acesso a armas de fogo através de decretos. Para agravar esse cenário, o arsenal de guerra nas mãos de civis se tornou uma realidade preocupante, e que impacta o cenário da segurança pública brasileira. Segundo dados dos institutos Igarapé e Sou da Paz, o número de novas armas registradas no país chegou a 1 milhão. Os dados revelam a fragilidade dos arranjos institucionais da segurança pública no País e levantam questionamentos sobre os passos do próximo ocupante da cadeira presidencial. Mas qual será o cenário que o próximo presidente vai encontrar? Quais os principais desafios a serem enfrentados? Para ampliarmos o entendimento sobre o tema, o episódio desta segunda-feira (19), conversa com Samira Bueno, socióloga e diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Victória Ribeiro Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 19, 202235 min

Tecnologia #237: #Start Eldorado: inovação na energia do futuro

O Start Eldorado fala de inovação em vários setores - da produção agrícola à distribuição de produtos e serviços ao consumidor final. O futuro da energia, os ganhos da transformação digital no campo, o investimento em novos meios de pagamento integrados na venda dos produtos, a logística digital - na conversa com José Massad, diretor de TI e digital da Raízen, uma das maiores produtoras globais de açúcar, etanol, bioenergia e uma dos maiores distribuidoras de energia do mundo, que trabalha em toda a cadeia, do campo aos postos de combustível. Com a apresentação de Daniel Gonzales, o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 17, 202221 min

A corrida pelo voto útil e o corte no Farmácia Popular

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15) mostra que o ex-presidente Lula (PT) tem 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 33%. Ciro Gomes (PDT) tem 8% e Simone Tebet (MDB) tem 5%. Após o resultado da pesquisa Datafolha, a equipe de Lula (PT) viu a possibilidade de vencer as eleições de outubro ainda no primeiro turno e, por isso, a campanha articula um movimento com artistas para tentar atrair eleitores de Ciro Gomes (PDT) já no primeiro turno. Por outro lado, Jair Bolsonaro tenta conquistar eleitores que se incomodam com a sua postura, com discursos mais amenos e o reconhecimento de erros em falas durante sua gestão. Em um podcast evangélico, o presidente admitiu que perdeu a linha em algumas declarações durante a pandemia. Mas, o presidente tem outro problema pela frente. Após o corte no orçamento da Farmácia Popular repercutir mal, o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) jogou para o Congresso a responsabilidade de recompor o orçamento do programa que distribui remédios de graça. Como revelou o Estadão, parte do dinheiro que iria para o programa foi transferido para o orçamento secreto, esquema por meio do qual o governo destina emendas parlamentares, sem transparência, para sustentar sua base de apoio no Congresso. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 16, 202241 min

Alta taxa de reeleição nas eleições estaduais e no Parlamento

Diferentemente de 2018, as eleições deste ano não devem ser marcadas pela lógica da renovação a qualquer custo. Uma aproximação com os chamados “políticos de carteirinha” e um afastamento daqueles que se apresentam como “outsiders” colabora para uma expectativa de que em ao menos 12 estados e no Distrito Federal as eleições sejam definidas logo no primeiro turno, conforme apontam as pesquisas Ipec e DataFolha. Na corrida para o Legislativo, a marca do "continuísmo" também tende a se sobrepor. Dos 513 parlamentares em exercício na Câmara dos Deputados, ao menos 447 estão se candidatando novamente. Isso equivale a 87% do total. Não por acaso: nunca houve tanto acesso a financiamento para as campanhas, seja do Fundo Eleitoral, seja das emendas do orçamento secreto. O que explica a vitória do governismo nos Estados, mesmo com os efeitos drásticos da pandemia e as campanhas negativas contra os governadores protagonizadas por Bolsonaro? E como fica o cenário para o Legislativo caso a taxa de renovação fique baixa?Episódio desta quinta-feira (15) analisa o assunto numa conversa com o cientista político Bruno Silva, diretor de Projetos do Movimento Voto Consciente. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Victória Ribeiro Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 15, 202226 min

A recessão global e seus impactos no Brasil

O cenário econômico global não é dos melhores e o Brasil dificilmente passaria ileso a um novo contexto de crise. Estaria o mundo à beira de uma recessão? Os sinais parecem cada vez mais claros, ao menos quando se observa o desempenho de economias avançadas da Europa, além dos EUA e da China. A disparada da inflação é o problema comum, atrelada às consequências da guerra na Ucrânia e da pandemia de Covid-19. A desaceleração já é uma realidade nesses países e os prognósticos não são nada positivos.Diante de um horizonte tão turbulento no cenário externo, a economia brasileira tende a sofrer efeitos mais diretos em seu desempenho, especialmente no mercado de commodities. Apesar de uma melhora tímida nos atuais índices de PIB e desemprego, os desafios reservados para o Brasil para 2023 são enormes. Na conta, há todo passivo fiscal deixado pelo governo Bolsonaro em ano eleitoral. Episódio desta quarta-feira, 14, discute os impactos de uma possível recessão global numa conversa com a economista Juliana Inhasz, professora e coordenadora de graduação em economia do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Victória Ribeiro Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 14, 202223 min

'Cenários com Sonia Racy': A importância da educação política para a sociedade

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o presidente do RenovaBR Eduardo Mufarej. Ele conta como a escola de educação política deu formação para mais de dois mil jovens e, hoje, 300 deles escolheram seus partidos e são candidatos nas eleições deste ano.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 13, 202231 min

O que foi o MEC sob Bolsonaro e o que é essencial a partir de 2023

Escândalo de corrupção, prisão de ministro, alta rotatividade no comando da pasta, desmonte no Inep, falta de coordenação durante a pandemia, diminuição de investimento, alta evasão escolar… Os problemas não foram poucos no Ministério da Educação durante o governo Bolsonaro. E as consequências tendem a se alastrar por vários anos, aumentando o fosso entre a qualidade do ensino público e do ensino privado no País. E o que têm dito os presidenciáveis sobre o tema? O presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, diz que quer melhorar a pontuação do Brasil em rankings e que irá qualificar professores para que atuem em sala de aula “sem ideologia”. O ex-presidente Lula (PT) pretende universalizar o acesso à internet e se compromete a assegurar as políticas de cotas raciais e sociais nas universidades federais e nos concursos públicos. Já a proposta central de Ciro Gomes (PDT) é criar incentivos financeiros para boas iniciativas na educação. Na mesma linha, a candidata do MDB, Simone Tebet, defende a “Poupança Mais Educação”, para incentivar os jovens de baixa renda a concluírem o Ensino Médio. Quais deveriam ser as prioridades da nova gestão na área da Educação a partir de 2023? Qual é o perfil ideal de ministro do MEC? Os planos de governo dos candidatos contemplam propostas que vão além das platitudes? Para comentar o assunto, o episódio desta terça-feira (13), conversa com Renata Cafardo, repórter que cobre a área no Estadão. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 13, 202230 min

A escalada da violência política e as últimas pesquisas

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Benedito Gonçalves decidiu abrir uma investigação para apurar a conduta do presidente Jair Bolsonaro e do vice Braga Netto durante os eventos do Sete de Setembro. O magistrado atendeu a um pedido do PDT, que acionou a Corte contra o que considerou uso político-eleitoral das comemorações dos 200 anos da Independência do Brasil. Seu principal adversário, Lula, subiu o tom e reagiu ao dizer que os apoiadores de Bolsonaro que foram às ruas se assemelhavam a uma “reunião da Ku Klux Klan”, grupo supremacista branco dos Estados Unidos, responsavel pela morte de milhares de negros. E o acirramento dos ânimos e da polarização fez mais uma vítima. Um eleitor do presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso após matar um apoiador de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a facadas. O crime ocorreu na quarta-feira, 7, após uma longa discussão sobre política em Confresa, no Mato Grosso. Em pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira (9), mostra que o ex-presidente Lula (PT) tem 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 34%. Lula está 11 pontos à frente de Bolsonaro. Segundo o Datafolha, essa é a menor distância entre os dois desde maio. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 12, 202235 min

Tecnologia #236: #Start Eldorado: rumo ao futuro mais digital

O Start Eldorado fala das tendências da digitalização dos negócios e da sociedade, visão open e inovação com Guilherme Issa, da consultoria Roland Berger. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 10, 202223 min

A morte de Elizabeth II e o futuro da monarquia britânica

É uma era que chega ao fim. Rainha Elizabeth II faleceu, aos 96 anos, nesta quinta-feira (8) na casa de férias da família real em Balmoral, na Escócia. À frente da coroa britânica por sete décadas, foi a monarca que ficou por mais tempo no poder. Por conta do longo período, sua imagem se tornou uma espécie de símbolo da família real. Sua morte foi recebida com tristeza por todo o mundo. A notícia, contudo, não é surpresa. A rainha quase centenária já vinha apresentando problemas de saúde há alguns meses, levando-a a cancelar diversos compromissos. Sua última aparição pública foi na terça-feira (6), quando nomeou a nova primeira-ministra britânica Liz Truss. Durante os 70 anos no poder, Elizabeth II foi protagonista de alguns fatos importantes para a história de seu país. Presenciou o mandato de 15 primeiros-ministros diferentes. Em 1982, recebeu o Papa João Paulo II em seu país, durante a primeira visita de um Papa ao Reino Unido depois de 450 anos. Mais recentemente, em 2013, a Rainha também autorizou a criação de uma lei que permitia o casamento entra pessoas do mesmo sexo. Após sua morte, a pergunta que fica é o que será da monarquia sem Elizabeth II. Até agora, o que se sabe é que seu sucessor é Charles, filho mais velho da rainha, mas a coroação ainda pode levar meses. Neste episódio, conversamos com Paulo César Marins, doutor em história pela USP, sobre a vida da rainha mais longeva do Reino Unido e sobre os próximos passos da coroa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 9, 202228 min

7 de Setembro ou ato de campanha de Bolsonaro?

Assim como em 2021, o presidente Jair Bolsonaro não perdeu a oportunidade de transformar as comemorações de 7 de setembro em um ato político. Desta vez, porém, em período e sob a lei eleitoral. Bolsonaro começou com um desfile militar em Brasília, seguido de discurso aos presentes em um ato na Esplanada. Acompanhado da esposa, Michelle, e de outros apoiadores, como o empresário Luciano Hang, Bolsonaro foi aplaudido ao falar sobre Deus, liberdade, Auxílio Brasil, eleições e também sobre o fato de ser “imbroxável”. A primeira-dama, numa tendência adotada pela campanha eleitoral do presidente, também participou ativamente do evento e fez um discurso breve e de cunho religioso. Ao longo do dia, outros atos aconteceram em diversas cidades do Brasil. Neles, muitos apoiadores carregavam faixas com dizeres antidemocráticos como pedidos de intervenção militar e destituição do Supremo Tribunal Federal (STF). Em São Paulo, a movimentação bolsonarista aconteceu na Avenida Paulista. No Rio de Janeiro, local onde Bolsonaro esteve presente à tarde, ele aproveitou para criticar seu atual adversário eleitoral, o ex-presidente Lula. Outros presidenciáveis, em resposta às falas de Bolsonaro, se pronunciaram contra o presidente. Lula disse que ainda tem fé que o Brasil irá reconquistar sua bandeira. Ciro, via redes sociais, afirmou que ninguém será capaz de roubar nossa liberdade. Já Simone Tebet criticou a postura machista de Bolsonaro durante seu discurso. Neste episódio vamos analisar o impacto desses atos na corrida eleitoral com o professor de Filosofia da FAAP e Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP, Luiz Bueno. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 8, 202227 min

Eduardo Bueno: ‘Independência do Brasil foi obra do Centrão’

Há exatos 200 anos, no dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro I proclamava, às margens do Rio Ipiranga, “independência ou morte''. Seu grito pela liberdade, que mais tarde ficou conhecido como Grito do Ipiranga, foi o momento em que o Brasil deixou de ser posse de Portugal para se tornar um império autônomo, com suas próprias regras e seu próprio imperador - que viria a ser o próprio D. Pedro I. Mas a data, apesar de simbólica, é só um marco dentro de um amplo processo histórico. A pressão pela separação de Brasil e Portugal já vinha se acumulando há anos, desde 1808, quando a corte portuguesa mudou-se para o Brasil, fugindo da ocupação de Napoleão Bonaparte. Com a vinda da família real, muita coisa mudou. Foi um momento de transformações culturais, sociais e econômicas muito grandes. Pouco depois, em 1815, D. João VI, pai de D. Pedro I, passou o Brasil da condição de colônia para um império de Portugal. E a decisão, claro, não agradou a corte portuguesa, que via seu domínio e controle cada vez menor sobre o que acontecia por aqui. Com a escalada de pressão e divergências entre os dois impérios, tudo culminou na formulação da declaração de Independência, por José Bonifácio. Quis a história, e o tempo de envio da carta, que ela chegasse a D. Pedro I no dia 7 de setembro de 1822, durante o deslocamento do primeiro Imperador do Brasil para São Paulo, nas proximidades do Rio Ipiranga. Neste episódio, conversamos sobre a importância desta data para o País com o jornalista e escritor Eduardo Bueno. Autor de livros como “Brasil: Uma História” e do canal ‘Buenas ideias’, no Youtube, Bueno fala sobre os mitos e as verdades por trás desse dia que mudou os rumos do Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Francielle Oliveira e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 7, 202243 min

O teor alarmista do 7 de Setembro e seus riscos

Se em outros governos as comemorações de 7 de Setembro eram apenas ações protocolares, com Jair Bolsonaro o cenário mudou. O atual presidente tem usado o dia da Independência para mobilizar seus apoiadores e levantar bandeiras importantes para o seu mandato. Este ano, com as eleições se aproximando, Bolsonaro pretende usar as manifestações também como demonstração de força para seus eleitores, que há meses veem seu candidato atrás nas pesquisas eleitorais. Entre os diversos atos convocado ao redor do País, Bolsonaro estará presente no Rio de Janeiro. Por lá, a programação desta quarta-feira, 7, contará com show da Esquadrilha da Fumaça, salto de paraquedistas, apresentação de bandas militares e execução de salva de tiros, segundo o Ministério da Defesa. Apesar do teor comemorativo vendido pelo governo, o clima é de tensão. Para evitar possíveis conflitos, o governo do Distrito Federal montou um esquema de segurança sem precedentes para as manifestações, e contará com o apoio da Polícia Militar do DF, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e Força Nacional. Neste 7 de Setembro, enquanto Bolsonaro está no Rio de Janeiro, outros presidenciáveis estarão cumprindo sua agenda eleitoral em outros cantos do País. Lula, no Norte do País, participará de atos com apoiadores no Pará. Ciro Gomes cumprirá agenda em São Paulo e Simone Tebet estará em Porto Alegre. Em resposta aos atos bolsonaristas, grupos de oposição convocaram mobilizações para este sábado, 10. No episódio de hoje do Estadão Notícias vamos conversar sobre o assunto com a doutoranda em Ciência Política pela USP e pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), Lilian Sendretti. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 6, 202222 min

O desafio do próximo presidente para alavancar o SUS

A pandemia da Covid-19 trouxe aos brasileiros a percepção da importância de um Sistema Único de Saúde forte. Com a atenção focada na nossa saúde pública, ficou evidente para a população os diversos gargalos que precisam ser enfrentados daqui para frente. Além disso, os últimos anos vêm sendo marcados por surtos e novas doenças, como a varíola dos macacos. A própria Covid-19 gerou uma série de consequências ao Sistema Único de Saúde (SUS). Grande parte da população deve utilizar o sistema para tratamento das sequelas do vírus. Outra questão é o atraso no atendimento, diagnóstico e agendamento de cirurgias de outras doenças, como o câncer. E claro, que a vacinação deve continuar. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a cobertura vacinal da população vem despencando. A gestão caótica da saúde no governo de Jair Bolsonaro, PL, já é munição para os adversários. O presidente tenta contornar a situação em seu plano, onde afirma que a atenção primária continuará sendo um foco importante se reeleito. Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, PT, planeja continuar com a principal bandeira dos governos petistas, o fortalecimento do SUS. Simone Tebet, do MDB, pretende restabelecer de forma gradual a participação da União no financiamento do SUS. Ciro Gomes, PDT, pretende melhorar os serviços de saúde com a reconstrução do SUS e modernização da atenção primária. Estas são algumas das propostas dos candidatos, mas na prática os desafios de melhorias na saúde ainda são grandes. Episódio de hoje do Estadão Notícias discute os desafios na área da saúde pública no Brasil numa conversa com o especialista da FGV Saúde, Adriano Massuda. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir Biasi Tags: saúde, SUS, gestão, vacina, covid-19, atendimento, público, privadoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 5, 202224 min

Tecnologia #235: #Start Eldorado: seguros inteligentes

Inovação e transformações digitais em prol de produtos mais inteligentes e personalizados, atendimento mais suave e clientes mais fidelizados e satisfeitos. As seguradoras investem forte em inteligência de dados, inclusive na atenção a sinistros, para entender o perfil do público e dos serviços mais demandados e também no ponto de empoderamento digital dos corretores. O Start Eldorado recebe Adilson Lavrador, diretor-executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales. No rádio, o programa vai ao ar às 21h, toda quarta-feira, na Eldorado FM 107,3 - SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 3, 202224 min

O céu e o inferno na campanha de Bolsonaro

Jair Bolsonaro (PL) teve motivos para sorrir, nesta quinta-feira, com a notícia de que o PIB brasileiro cresceu 1,2% no segundo trimestre do ano, acima dos 0,9% que eram previstos pelos especialistas. O crescimento aconteceu em praticamente todos os segmentos, com destaque para a indústria e o setor de serviços. Mas, nem tudo são flores. O atual presidente teve que lidar com uma apuração do portal UOL, que revelou que ele e sua família adquiriram, em três décadas, 51 imóveis com dinheiro vivo. Apesar de não ser ilegal, os órgãos de controle dizem que essa forma de pagamento torna difícil ou até impossível rastrear se a origem é lícita. E o debate na Band TV continua rendendo louros para Simone Tebet (MDB). Com um bom desempenho, a senadora foi a que mais conquistou seguidores nas redes sociais após o encontro. No entanto, precisa lidar com alguns esqueletos. Crítica do orçamento secreto, Tebet precisou lidar com a informação de que a sua vice, Mara Gabrilli (PSDB), recebeu 19 milhões através do dispositivo. Quem também teve que lidar com um momento de “sincericídio”, nesta semana, foi Ciro Gomes (PDT). Em um evento com empresários, no Rio de Janeiro, o pedetista disse que aquele era "comício para gente preparada" e disse que seria um "serviço pesado" falar sobre os mesmos temas na favela. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 2, 202237 min

Conteúdo patrocinado: Como se destacar no mercado de trabalho

Todo mundo já teve um momento na carreira profissional em que foi necessário atualizar seu currículo. Talvez esse seja até um momento tenso, afinal como potencializar o seu perfil profissional e se tornar mais atraente para as empresas? Esse é o assunto do podcast que hoje. A jornalista, Bárbara Guerra, conversou com a CEO do Infojobs, Ana Paula Prado, sobre dicas e orientações práticas para quem está à procura de uma oportunidade. Ouça agora!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 1, 202224 min

Tema da corrupção vai ‘virar voto’ nas eleições?

Mensalão, Petrolão, Rachadinhas, Pastores do MEC, pagamento de imóveis com dinheiro vivo e orçamento secreto. Esses escândalos, diretamente ligados à corrupção, devem ficar cada vez mais frequentes nas campanhas eleitorais. Uma amostra disso foi o debate realizado no último domingo, 28, em um pool da Rede Bandeirantes, TV Cultura, portal UOL e o jornal Folha de S. Paulo. Jair Bolsonaro (PL) já adotou essa estratégia, ao relembrar os crimes cometidos contra o dinheiro público nas gestões petistas. O objetivo é um só: tentar minar a superioridade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas. A ideia é instaurar o clima do antipetismo que foi o ingrediente principal para a eleição do atual presidente em 2018. Fato é que os dois mais bem posicionados nas pesquisas eleitorais tem teto de vidro, e isso é constantemente relembrado pelos outros candidatos. Nesta semana, uma reportagem do UOL mostrou que quase metade do patrimônio em imóveis do presidente Bolsonaro e de seus familiares mais próximos foi construída nas últimas três décadas com uso de dinheiro em espécie. Até o momento Lula tem sido bastante cobrado pela corrupção ocorrida em gestões petistas. Já Bolsonaro, quase não tem sido interpelado em sabatinas sobre o mau uso do dinheiro público. Afinal, quem tem mais a perder com o assunto corrupção? Como as campanhas devem explorar o tema, sem que ele se volte contra o seu candidato? Episódio de hoje do Estadão Notícias, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político, Antônio Lavareda. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 1, 202231 min

Fim do rol taxativo da ANS: quem ganha, quem perde

O Senado aprovou na última segunda-feira, 29, o projeto de lei que obriga planos de saúde a cobrir tratamentos que estão fora da lista obrigatória de procedimentos estabelecida pela Agência Nacional de Saúde (ANS), o chamado rol taxativo. Agora, com a decisão do Senado, entra em cena o rol exemplificativo, que é mais amplo e permite a entrada de novos tratamentos. O Congresso Nacional se debruçou sobre o tema após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir, em junho deste ano, restringir os procedimentos oferecidos pelas operadoras de planos de saúde no País. A ANS se posicionou favorável, assim como o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. A avaliação do STJ causou reação contrária entre entidades de defesa de pacientes e grupos de pais de crianças com deficiência. Celebridades e influenciadores digitais como Luísa Sonza e Pabllo Vittar aderiram a campanha contra a mudança na lista de procedimentos obrigatórios. A mobilização ainda foi encabeçada pelo apresentador Marcos Mion, que é pai de um jovem autista. As operadoras de planos de saúde já reagiram à última decisão, segundo representantes da categoria, o projeto abre o acesso a terapias sem comprovação de segurança, ainda argumentam que a mudança pode levar a um aumento no valor das mensalidades e migração de beneficiários para o Sistema Único de Saúde (SUS). Episódio de hoje do Estadão Notícias debate o assunto numa conversa com o professor da FGV Direito Rio, Gustavo Kloh. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 31, 202225 min

Protagonismo feminino pode mudar a eleição?

O primeiro debate entre presidenciáveis foi realizado no último domingo, 28, em um pool da Rede Bandeirantes, TV Cultura, portal UOL e o jornal Folha de S. Paulo. Além dos embates entre o atual presidente Jair Bolsonaro, PL, e do ex-presidente Lula, PT, uma resposta de Bolsonaro à jornalista Vera Magalhães repercutiu pelo teor misógino. Na ocasião, apenas as candidatas mulheres foram solidárias à jornalista após a agressão. As duas candidatas à presidência não fugiram dos enfrentamentos, Tebet bateu na tecla da má gestão do atual governo e lembrou das corrupções das administrações petistas. Soraya, se posicionou em relação à misoginia e disse que defende as mulheres em todas as situações de adversidades. Outra questão abordada no debate foi sobre a formação de um Ministério com paridade em relação aos homens. Lula não quis assumir um compromisso em ter 50% de mulheres à frente das pastas, caso seja eleito. Já Tebet assumiu o compromisso. Na França este assunto já é debatido, no atual governo de Emmanuel Macron, 13 mulheres ocupam os cargos mais altos do governo, ante 14 homens. A paridade entre homens e mulheres no primeiro escalão do governo seria fundamental para a melhoria da nossa democracia? Como um presidente pode ser indutor de políticas para mulher? E de que maneira o debate mexe com as estratégias das campanhas a partir de agora? Episódio de hoje do Estadão Notícias debate o assunto com Ana Claudia Farranha, Professora Associada de Direito da Universidade de Brasília, Doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP, e pesquisadora visitante da Universidade de Oklahoma. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Francielle Oliveira Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 30, 202227 min

O apelo da agenda ambiental nessas eleições

A busca por fontes de energia mais limpa, o combate ao desmatamento, a redução da emissão de gases de efeito estufa e a fiscalização de crimes ambientais. Essas pautas são importantes para o País, mas o que será que os candidatos à Presidência da República realmente estão planejando em seus planos de governo? A agenda ambiental vai ganhar o protagonismo que merece? A retórica pode até iludir, especialmente em período de campanha, mas o retrato do governo Bolsonaro na área ambiental é o pior possível. Os recordes de desmatamento na Amazônia e no Cerrado, o afrouxamento na fiscalização, o desmonte de órgãos que atuam na área são alguns pontos que tendem a fragilizar o discurso do presidente. Ainda assim, seu plano de governo traz algumas linhas sobre política ambiental e promete conciliar a preservação com o desenvolvimento econômico.Já o candidato mais bem colocado nas pesquisas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dá ênfase a “defender a Amazônia da política de devastação posta em prática pelo atual governo”. O candidato do PDT, Ciro Gomes, aposta na transformação da Petrobras em uma empresa de desenvolvimento de energia limpa entre suas metas. A candidata Simonet Tebet (MDB) diz que em seu governo o Brasil lideraria a geopolítica mundial com base na sustentabilidade e na economia verde. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 29, vamos falar sobre as prioridades ambientais do País e os temas que devem ser levados em conta pelos candidatos numa conversa com a jornalista de meio-ambiente e ciência, autora do podcast Tempo Quente (Rádio Novelo), Giovana Girardi. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 29, 202232 min

Tecnologia #234: #Start Eldorado: Agro open, inteligente e conectado

As inovações no campo com a hiperconectividade sustentando a transformação digital neste setor que representa mais de 25% do PIB brasileiro. Grandes empresas investem na importância de se trabalhar com parcerias - incorporando soluções digitais das agtechs para fomentar esse movimento em direção ao Agro 4.0 e o aumento da produção. O Start Eldorado desta semana fala sobre isso e sobre as expectativas da chegada da conectividade 5G ao campo com o especialista em agricultura digital e gerente de Inovação Digital da BASF, Eduardo Menezes Barbosa. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 27, 202223 min

A campanha na TV e o rescaldo da operação contra empresários

O horário eleitoral gratuito das eleições vai iniciar nesta sexta-feira, 26, no rádio e na televisão. Ele tem duração até o dia 29 de setembro. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem o maior tempo diário dentre todos os candidatos, por ter a maior coligação. Serão 3 minutos e 39 segundos de fala, com 287 inserções. Apesar da ampliação do alcance das redes sociais, a TV e o rádio ainda são considerados por especialistas, políticos e marqueteiros de todas as campanhas os instrumentos mais poderosos do processo eleitoral, e por isso estão no centro das estratégias. E talvez essa seja a única forma de saber como o candidato pensa. O primeiro debate entre os presidenciáveis, que deve acontecer neste domingo (28), pode não ter a presença dos dois mais bem colocados nas pesquisas eleitorais. Lula já confirmou sua presença. Jair Bolsonaro sinalizou que pode ir. O atual presidente e o petista também não confirmaram, ainda, a presença no debate do SBT/Estadão no dia 24 de setembro, e nem nas sabatinas realizadas pelo jornal a partir de 16 de setembro. Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) já informaram que vão comparecer em todos os eventos. Ainda nesta semana, uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, colocou mais combustível na “quentura”das eleições. O magistrado determinou que a Polícia Federal cumprisse mandados de busca e apreensão em endereços de oito empresários bolsonaristas que compartilharam mensagens golpistas em um grupo de mensagens virtuais. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 26, 202235 min

'Cenários com Sonia Racy': Sustentabilidade na pecuária, agricultura e produção de ovos

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o presidente do Grupo Mantiqueira, Leandro Pinto. O empresário fala sobre a trajetória de 35 anos da sua empresa, maior produtora de ovos da América Latina, e da urgência de práticas sustentáveis para os negócios e o planeta.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 25, 202243 min

Uso maior de plebiscitos qualificaria nossa democracia?

A maioria das mudanças em nosso País é decidida via Congresso Nacional, por meio de leis e emendas propostas e votadas pelos deputados e senadores. Entretanto, existem dois mecanismos de consulta popular para saber a opinião do povo sobre algum assunto: o referendo e o plebiscito. No caso de um referendo, o Congresso Nacional apresenta à população um projeto pronto, e cabe aos eleitores acatar ou rejeitar a proposta. Em 2005, por exemplo, a população teve que decidir sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munição em todo o território nacional, a maioria votou não. O plebiscito é uma forma de consulta popular em que os cidadãos são provocados antes de uma lei ser constituída. Em 1993, a jovem democracia brasileira teve que passar por essa escolha sobre a forma de governo do País. O Brasil escolheu a república presidencialista, que é o nosso atual sistema de governo. Essa questão da consulta popular foi trazida pelo candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, em entrevista ao Jornal Nacional. O ex-ministro defendeu a adoção de um “plebiscito programático” para solucionar os problemas políticos de difícil definição. Afinal, a maior participação popular nas decisões qualificaria nossa democracia? Ou há o risco de enfraquecer o Congresso Nacional? No episódio desta quinta-feira, 25, vamos analisar essa questão numa conversa com Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 25, 202222 min

Tite: “Seleção brasileira é um patrimônio cultural, não partidário”

Neste ano, o brasileiro se prepara para um evento importante, daqueles que mexem com o sentimento e a paixão do povo. Calma! Não estamos falando das eleições presidenciais, e sim, da Copa do Mundo, que este ano ocorre no mês de novembro, no Qatar. A expectativa é enorme para que o País conquiste a sexta estrela e volte a dominar o futebol de seleções no mundo. Esta será também a última oportunidade do técnico Tite conquistar a tão sonhada taça. “Hoje, temos 80% a 85% da lista para a Copa do Mundo definida”, destaca Tite, que deixa o comando do Brasil depois da Copa. E a trajetória que trouxe Tite até aqui não foi das mais fáceis. Eliminado nas quartas de final na Copa do Mundo da Rússia, em 2018, a pressão sobre o gaúcho aumentou para a conquista do hexa, que sem medo de cravar diz: “A seleção brasileira é Neymardependente”. O Estadão Notícias, hoje, traz uma entrevista exclusiva com o técnico da Seleção Brasileira, Tite. No bate papo, ele falou sobre as expectativas para o mundial, e também analisou o momento político do País. “Minha resposta continua a mesma: não vou à Brasília se ganhar a Copa do Mundo”, conclui. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 24, 202236 min

Cara de 2º turno? O potencial de votos de Lula e Bolsonaro

O conjunto recente de pesquisas eleitorais mostra um cenário estabilizado na disputa presidencial, com um leve crescimento do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas intenções de voto. O ex-presidente Lula (PT), porém, não tem perdido pontos e mantido um patamar que lhe possibilita sonhar com uma vitória ainda no primeiro turno. O estreitamento se dá no campo fora da polarização, que já arregimentou cerca de 30% das preferências e, hoje, mal chega a 10%. Isso é sinal de que o primeiro turno terá, de fato, cara de segundo?A última pesquisa realizada por telefone BTG Pactual/Instituto FSB pesquisas, mostra Lula na liderança com 45%, na pesquisa estimulada. O percentual do petista é o mesmo registrado pelo instituto na sondagem da semana passada. Em segundo lugar, oscilando positivamente dois pontos, está o presidente Jair Bolsonaro, com 36%. A pesquisa também mostrou o efeito do Auxílio Brasil “turbinado”. Bolsonaro tem 31% das intenções de voto entre os beneficiários do Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família. No levantamento anterior, ele tinha 24% neste grupo. Lula segue à frente nas intenções de voto desse segmento, com 52%. Mas já chegou a ter 73%. O espaço para grandes mudanças está cada vez menor nesta campanha presidencial? Teremos, de fato, um segundo turno já no primeiro? Que papel podem cumprir candidatos como Ciro Gomes e Simone Tebet? No episódio do podcast desta terça-feira, 23, vamos falar sobre o que deve acontecer nas próximas semanas com o início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, para isso convidamos Tathiana Chicarino, Cientista Política e professora da Fundação Escola de Sociologia e Política de SP. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 23, 202222 min

A pauta identitária nas eleições e o aumento de candidatos pretos

Segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral, a eleição deste ano deverá ser a mais representativa da democracia. Este será o pleito em que há mais negros se candidatando do que brancos, 49,6% do total de concorrentes se autodeclararam pretos ou pardos e 48,8%, brancos. Das 27.667 candidaturas registradas, 13.732 são de pessoas negras, 558 a mais que há quatro anos atrás. Os números estão longe de serem os ideais, já que 56,2% dos brasileiros se declararam como pretos ou pardos, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2019. Mas o que será que pode estar provocando essa mudança de perfil? O ponto chave foi a decisão do TSE, no final do ano passado, que estabeleceu novas regras de distribuição dos recursos do fundo eleitoral. Agora, as legendas precisam distribuir o dinheiro do fundo para financiamento de campanha e o tempo de TV para propaganda de forma proporcional para candidatos negros e brancos. Se uma legenda tem 50% dos postulantes que se identificam dessa forma, por exemplo, metade dos recursos deve ser direcionada a essas candidaturas. Além disso, a partir deste ano os votos dados a candidatas mulheres ou a candidatos negros para a Câmara dos Deputados serão contados em dobro na definição dos valores do fundo partidário e do fundo eleitoral distribuídos aos partidos políticos. A medida será válida até 2030. Só que na prática nem tudo vem ocorrendo da forma como devia. O Estadão apurou que um grupo de 33 deputados candidatos à reeleição mudou de cor ao disputar a eleição deste ano. Em 2018, eles se declararam brancos e, em 2022, se apresentaram à Justiça Eleitoral como pardos. De que maneira a pauta identitária se coloca nessas eleições? O aumento de candidatos pretos e pardos significa, necessariamente, uma transformação de um ambiente político majoritariamente branco e masculino? Sobre estes temas vamos conversar com a professora da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo Baiano), pesquisadora dos temas das desigualdades de gênero, raça, classe e feminismo negro, Angela Figueiredo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 22, 202226 min

Tecnologia #233: #Start Eldorado: tecnologia na área jurídica

Nesta edição, o Start Eldorado destaca a tecnologia e seus impactos no setor jurídico, com a aplicação de análise de dados e inteligência artificial e seus ganhos na área de "Legal". A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 20, 202223 min

O destempero de Bolsonaro e a exploração da fé nas campanhas

As campanhas eleitorais deram o pontapé inicial e foram para as ruas divulgar seus candidatos, nesta semana. Os dois principais nomes desta disputa focaram em núcleos diferentes para conquistar votos para as eleições de outubro. O ex-presidente Lula (PT) tenta diminuir a vantagem de Bolsonaro no segmento evangélico. Hoje, de acordo com a pesquisa Genial/Quaest, 52% deste eleitorado declara voto no atual presidente, enquanto 28% estão com o petista. Jair Bolsonaro (PL) tenta reverter uma desvantagem que tem na região Sudeste, onde em 2018 ele ganhou de Fernando Haddad (PT). Segundo a mesma pesquisa, Lula vence Bolsonaro em São Paulo (43% x 31%), em Minas Gerais (42% x 29%), e no Rio de Janeiro (41% x 37%). Por falar em Bolsonaro, o presidente teve um entrevero com um youtuber, nesta quinta-feira, na saída do Palácio da Alvorada. Ao ser chamado de “tchutchuca do Centrão”, Bolsonaro tentou tomar o celular do rapaz, que foi contido pela segurança da presidência. O fato terminou em uma conversa pacífica entre os dois. Também nesta semana, Bolsonaro participou da posse do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, e teve que ouvir calado as palavras de defesa do magistrado ao sistema eleitoral brasileiro. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 19, 202234 min

Combate às fake news: o que mudou de 2018 para cá?

O ministro Alexandre de Moraes é o novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Durante seu discurso de posse, o magistrado destacou o papel da Justiça Eleitoral na garantia do exercício da democracia no Brasil e a importância do combate à desinformação para assegurar a liberdade dos eleitores diante das urnas. Desde 2018, medidas mais duras foram adotadas e conteúdos passaram a ser removidos e usuários bloqueados nas redes para minimizar o impacto das fake news. Para as eleições deste ano, o tribunal também assinou um acordo com as redes sociais para incentivar medidas de checagem e retirada de conteúdo falso. E o próprio presidente da corte, ministro Alexandre de Moraes, já afirmou que registros de candidaturas poderão ser cassados no caso de algum candidato promover fake news. As redes sociais também passaram a criar regras para combater as notícias falsas. O YouTube, por exemplo, passou a proibir em sua plataforma vídeos que alegam fraudes na eleição de 2014 e 2018. O Facebook informou que irá banir posts políticos pagos que contestam a legitimidade da eleição. Já o Twitter exige que os candidatos tenham um perfil próprio da candidatura e, com isso, pretende ampliar a possibilidade de denúncia de desinformação por parte dos usuários. Nos aplicativos de mensagens, o Whatsapp vem dificultando o disparo de mensagens em massa, com o alerta de "conteúdo encaminhado com frequência". O Telegram passou a contar com parceria de agências de checagens e a marcar alguns conteúdos desinformativos. No episódio desta quinta-feira, 18, vamos debater a importância dessas ações para o combate da desinformação com Caio Machado, Diretor executivo e cofundador do instituto VERO. E para saber das novidades da ferramenta de checagem do Estadão conversamos com o editor do Estadão Verifica, Daniel Bramatti. Para conferir mais sobre a ferramenta de checagem do Estadão acesse: - Estadão Verifica - Telegram - E-mail: [email protected] Recebeu algum conteúdo suspeito pelo WhatsApp? Por favor, encaminhe para nosso número, (11) 97683-7490. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 18, 202229 min

Por que alimentos continuam caros mesmo com deflação?

Enquanto o governo comemora a queda da inflação no País, a população ainda se depara com altos preços dos alimentos no mercado. O litro do leite, por exemplo, está 14% mais caro que o litro da gasolina, que vem caindo devido a queda no preço do barril do petróleo e a redução de impostos. Em alguns estados, o preço do leite chega a mais de 6 reais, e tem feito com que famílias parem de consumir o produto. O leite é só um dos exemplos. Dentre os 13 itens da cesta básica, 12 tiveram alta na janela de 12 meses do indicador de preços medido pelo IBGE. A batata subiu mais de 66%, o café 58%, o feijão 28% e a farinha quase 20%. Mas o que explica a deflação de 0,68% em julho, e mesmo assim o preço dos alimentos continuarem subindo? Primeiro, precisamos lembrar que houve sucessivos aumentos da inflação antes dessa queda. Por isso, o acumulado do ano ainda está em 10%. Segundo, a deflação em julho é explicada principalmente pelo recuo dos preços dos combustíveis e energia. No entanto, além dos alimentos, outros grupos também tiveram alta no índice de preços, como é o caso dos vestuários e da saúde e cuidados pessoais. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, a deflação deve continuar em agosto. Nesta semana, a Petrobras anunciou mais uma queda de 4,8% no preço da gasolina em suas distribuidoras. Uma redução de 18 centavos para o consumidor. Essa nova redução aconteceu porque os preços do petróleo chegaram a cair mais de US$ 5 por barril, devido a temores de queda da demanda, já que dados econômicos decepcionantes da China renovaram as preocupações com uma recessão global. No episódio desta quarta-feira, 17, vamos falar mais sobre a deflação e as razões para os preços exorbitantes dos alimentos, junto da editora do broadcast/Estadão, Sílvia Araújo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 17, 202220 min

Conteúdo patrocinado: Como criar mais de 1 milhão de empreendimentos digitais

Nesta conversa com Pedro Doria e Fabio Costa, country manager da Salesforce no Brasil, Agenor Leão, vice-presidente de Negócios da Natura, conta como percebeu que estava promovendo aquele que é, possivelmente, o maior case de transformação digital do Brasil. Ele é e sua força de vendas é composta por 1 milhão de vendedoras que migraram da revista de papel para um aplicativo. No processo, o executivo descobriu que elas já eram influencers bem antes de as pessoas conhecerem a palavra no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 16, 202236 min

Agora pode pedir voto: o início da campanha eleitoral

Começa hoje, oficialmente, a campanha eleitoral de 2022, incluindo divulgação na internet, caminhadas, carreatas ou passeatas. O período da propaganda termina em 1º de outubro, véspera do primeiro turno das eleições. Porém nem tudo é liberado durante a campanha, a legislação eleitoral proíbe, desde 2006, a distribuição de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao candidato. Também não poderá haver propaganda que divulgue ou compartilhe fatos sabidamente inverídicos que atinjam a integridade do processo eleitoral: as chamadas fake news. E estão proibidos o oferecimento de dinheiro, dádiva, rifa, sorteio ou vantagem de qualquer natureza em troca do voto. É vedada ainda propaganda eleitoral em outdoors, inclusive eletrônicos, para divulgar um candidato. As campanhas dos candidatos já traçaram também os primeiros passos que serão dados pelos presidenciáveis. E é claro, que esses rumos podem mudar ao longo desse período. O primeiro colocado nas pesquisas, Lula terá como foco a economia e como ela tem atingido os mais pobres. Com o crescimento de Bolsonaro na região sudeste, a campanha do ex-presidente deve se concentrar nessa região, que possui 42% do eleitorado de todo País. Ciro Gomes, terceiro colocado nas pesquisas, deve manter o seus ataques a Lula e Bolsonaro. A quarta colocada nas pesquisas, Simone Tebet, deve reforçar a identidade de “terceira via” e se colocar como a melhor opção para acabar com a polarização do País. No episódio do podcast desta terça-feira, 16, vamos falar sobre as estratégias políticas que devem ser utilizadas pelos candidatos este ano, com a ajuda do cientista político e consultor da Fundação Espaço Democrático, Rubens Figueiredo, especialista em marketing político. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 16, 202225 min

Inimigo do bolsonarismo? Alexandre de Moraes assume o TSE

Nesta terça-feira, 16, Alexandre de Moraes assume, oficialmente, a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O magistrado é considerado o mais combativo entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) quando o assunto é a defesa do processo eleitoral brasileiro. E deve enfrentar diversos desafios durante sua gestão, que vão de militares até rusgas com o presidente Jair Bolsonaro. Um dos principais focos de Moraes será amenizar a crise entre o tribunal e as Forças Armadas. O mal-estar tem se intensificado desde maio, após o TSE rejeitar sugestões dos militares para alterar o processo eleitoral deste ano. No episódio mais recente, um coronel foi excluído do grupo de fiscalização do processo eleitoral por divulgar fake news sobre as urnas eletrônicas. O ministro Alexandre de Moraes dá sinais de que pretende apaziguar os ânimos, e pode aceitar algumas sugestões dos militares. A primeira delas será a publicação inédita de arquivos de dados dos boletins de urna, com os votos registrados e apurados em cada máquina. Porém, Alexandre de Moraes também promete combater com firmeza as fake news, inclusive, com cassação de candidatura. Em decisões que tomou quando assumiu interinamente a presidência do TSE, entre 2 e 17 de julho, foi rígido em relação a casos desse tipo. No episódio desta segunda-feira, 15, vamos falar com o repórter do Estadão em Brasília, Weslley Galzo, sobre o que esperar de Alexandre de Moraes à frente do TSE e como deve ser a posse do ministro. E para analisar como deve ser este período eleitoral, com a presidência de Moraes na corte, convidamos o cientista político Creomar de Souza, CEO da Consultoria de Risco Político Dharma Politics. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 15, 202235 min

Educação na Floresta #02: Aulas no rio Negro e o verdadeiro ensino para a sustentabilidade

O podcast especial 'Educação na Floresta' mostra como a escola é peça fundamental na preservação da Amazônia. No segundo e último episódio, a repórter especial e colunista de educação do Estadão Renata Cafardo participa de aulas com crianças indígenas dentro do rio Negro. Conhece uma escola modelo na periferia pobre de Manaus, que acolhe imigrantes e tem um projeto inovador. E ainda conta a história da família Garrido, cuja vida do pai, ex-madeireiro, se transformou depois que o filho estudou empreendedorismo. Reportagem, roteiro e apresentação: Renata CafardoProdução: Jefferson Perleberg, Leonardo CattoMixagem: Moacir BiazziSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 14, 202251 min

Tecnologia #232: #Start Eldorado: datacenters e a 'nova computação'

No Start Eldorado, a importância da estrutura de datacenters no futuro "edge" da computação - na era das redes de alta velocidade, trazer e processar os dados mais perto dos usuários traz benefícios em velocidade e latência das aplicações. Saiba mais, também, sobre a proteção dessas estruturas, sobre a questão do consumo de energia e fique por dentro dos planos de expansão e projetos da Elea, uma das maiores empresas brasileiras do setor, que opera cinco datacenters hoje, próximos de grandes capitais. Quem conversa com o apresentador Daniel Gonzales é Alessandro Lombardi, CEO da Piemonte Holding e presidente da Elea Digital, ecossistema da data centers do grupo. O Start vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais online, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 13, 202225 min

Educação na Floresta #01: O ensino pode salvar a Amazônia?

O podcast especial 'Educação na Floresta' mostra como a escola é peça fundamental na preservação da Amazônia. No primeiro episódio, a repórter especial e colunista de educação do Estadão Renata Cafardo viajou para o Pará e Amazonas para conhecer os desafios de um ensino de qualidade na região. Percorreu estradas esburacadas e horas de barco para chegar a famílias quilombolas e mostrar os efeitos da pandemia na educação da Amazônia profunda. Conversou com adolescentes que vivem em Belém e não sabem dizer onde está a maior floresta tropical do mundo. E conversou com professores e especialistas sobre a importância de uma educação significativa na Amazônia, que considera o território, a cultura e os saberes da população local. Reportagem, roteiro e apresentação: Renata CafardoProdução: Jefferson Perleberg e Leonardo CattoMixagem: Moacir BiazziSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 12, 202233 min

Michelle como ‘trunfo religioso’ na campanha de Bolsonaro

Uma postagem da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, no Instagram, reacendeu a discussão sobre intolerância religiosa e seu uso nas eleições. A esposa do presidente compartilhou um vídeo em que Lula aparece com lideranças de religiões de matriz africana dizendo que o petista “entregou sua alma para vencer essa eleição”. As religiões de matriz africana, como umbanda e o candomblé, são as que mais sofreram preconceito por intolerância religiosa em 2022. Só neste ano, o País teve cerca de 550 denúncias contra esse tipo de crime, que passível de multa e prisão A primeira-dama tem recorrido com frequência a discursos religiosos durante esses eventos, como aconteceu na convenção do PL. Não é a primeira vez que Michelle Bolsonaro faz uso político da religião. Durante culto da Igreja Batista Lagoinha, em Minas Gerais, a primeira-dama disse que o Palácio do Planalto era “consagrado aos demônios”. Os homens evangélicos, dão larga vantagem a Bolsonaro na preferência eleitoral: 48% contra 28% de Lula, segundo a última pesquisa Datafolha. No entanto, as mulheres evangélicas se mostram mais indecisas: 29% dizem apoiar o atual presidente, enquanto 25% estão com o petista. Entre os católicos, Lula tem uma boa vantagem sobre Bolsonaro, cerca de 52% indicaram seu voto no petista. A campanha de Jair Bolsonaro vai investir pesado para contar com o apoio do eleitorado cristão. Nos últimos meses, Bolsonaro tem ido a eventos evangélicos com frequência quase semanal. Em 2018, os quase 70% dos votos evangélicos que recebeu no segundo turno, foram apontados como decisivos para sua vitória. No episódio desta quinta-feira, 11, vamos debater estes dados e o papel de Michelle Bolsonaro na campanha de reeleição do presidente com o colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Felipe Moura Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 11, 202228 min

Os atos pela democracia e seus impactos eleitorais

Nesta quinta-feira, 11 de agosto, estão programados uma série de atos para a divulgação e leitura daquela que ficou conhecida como “Carta Pela Democracia”. O documento produzido por um grupo de ex-alunos da Faculdade de Direito da USP, em defesa da democracia, já conta com mais de 800 mil assinaturas, inclusive de presidenciáveis. O texto é crítico às acusações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro de fraude nas urnas eletrônicas. Um trecho menciona “ataques infundados e desacompanhados de provas que questionam a lisura do processo eleitoral”. O documento afirma também que “ameaças aos Poderes, incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional são intoleráveis”. Atos também estão previstos para ocorrer em outras capitais, como Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza e Recife. Outro manifesto a favor da democracia é articulado por entidades empresariais, como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Este segundo documento deverá ser publicado também no dia 11 de agosto. ​ Para tentar contrapor o movimento, Jair Bolsonaro tem convocado seus apoiadores a saírem às ruas no dia 7 de setembro, quando celebramos os 200 anos da Independência do Brasil. Segundo o presidente, esta seria uma demonstração de que os brasileiros querem a sua liberdade respeitada. No episódio desta quarta-feira, 10, vamos debater o impacto político-eleitoral das cartas pela democracia e as possíveis reações nas manifestações do 7 de setembro. Para isso, convidamos o cientista político e diretor-executivo do Instituto FHC, Sergio Fausto, autor do livro “Difícil Democracia”. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 10, 202227 min

'Cenários com Sonia Racy': Os desafios do mercado consumidor de alta renda

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe o presidente do conselho de administração da JHSF, José Auriemo Neto. Ele conta como a empresa conquistou o segmento de altíssima renda com incorporadora, restaurantes e até um aeroporto executivo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 9, 202226 min

Lula x Bolsonaro: quem se deu melhor na formação de alianças?

Após o fim das convenções partidárias, foram definidos os desenhos das coligações que os candidatos à presidência terão em suas campanhas. Agora, as legendas terão até 15 de agosto para prosseguir com o registro das candidaturas aprovadas nas reuniões dos diretórios nacionais partidários. O ex-presidente Lula, candidato pelo PT, foi o que conseguiu reunir o maior número de partidos em torno do seu nome. Ao todo, serão 10 legendas (PT, PSB, Solidariedade, PSOL, Rede, Avante, Agir, PROS, PCdoB e PV). Lula terá o maior tempo de propaganda eleitoral no rádio e na TV estimado em 3 minutos e 20 segundos. Já o atual presidente, Jair Bolsonaro, que tenta a reeleição, conseguiu o apoio de somente 3 partidos, PL, Progressistas e Republicanos. O apoio dessas legendas dará ao presidente 2 minutos e 40 segundos na propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na TV, além de 6 inserções diárias. Na terceira via, a senadora Simone Tebet, do MDB, também conseguiu o apoio de 3 partidos: MDB, PSDB e Cidadania. Ciro Gomes, do PDT, e que hoje está em terceiro lugar nas pesquisas, tem apenas o apoio do seu partido. Por causa disso, entre os principais candidatos à presidência, é o que terá o menor tempo de rádio e TV: 50 segundos. A propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio para primeiro turno começa no dia 26 de agosto de 2022, uma sexta-feira. As inserções seguem até o dia 29 de setembro de 2022. Afinal, qual é o peso dessas coligações para conquistar votos nas eleições? O eleitor leva em consideração essas alianças? No episódio desta terça-feira, 09, vamos falar sobre o assunto com o cientista político, coordenador do blog e podcast Legis-Ativo, Humberto Dantas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 9, 202229 min

Mundo em perigo? A escalada de tensão entre EUA e China

Na última semana, exercícios militares chineses no Estreito de Taiwan preocuparam autoridades mundiais com a possibilidade de mais um conflito armado entre países. Os projéteis caíram a menos de 40 quilômetros da costa sul e leste da ilha, segundo o ministério da Defesa da região. Esta foi a ação mais agressiva da China em décadas. Com munição real, o governo chinês quis dar um recado para a pequena ilha de Taiwan, mas também para os Estados Unidos. Na semana passada, Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, visitou Taiwan, o que soou como provocação à China. Em meio a já deteriorada relação EUA e China, a ação enfureceu líderes chineses, que alegaram violação dos seus direitos territoriais. Em resposta, as autoridades do país anunciaram exercícios militares em seis áreas ao redor de Taiwan, considerado pelo país o equivalente a um “bloqueio marítimo e aéreo”. A visita de Pelosi também não agradou o próprio presidente americano, Joe Biden, que disse que os militares americanos não recomendavam a ida da parlamentar à ilha. Analistas americanos deixam claro que as capacidades militares da China cresceram a ponto de deixar de ser garantida uma vitória dos EUA em defesa de Taiwan, já que a China agora tem a maior marinha do mundo. No episódio do podcast desta segunda-feira, vamos falar sobre o contexto histórico deste conflito geopolítico entre China e Taiwan com ajuda do professor convidado de relações internacionais da Universidade da China, Marcus Vinícius de Freitas. Também vamos debater sobre o poderio militar dos chineses, com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, especialista em defesa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 8, 202230 min

Tecnologia #231: #Start Eldorado: biometria e identificação digital

O Start Eldorado fala de tecnologia na identificação contando mais da experiência do primeiro estado brasileiro a emitir o novo RG Digital, o Rio Grande do Sul. Recebemos André Assis, CIO e chefe da Divisão de Tecnologia da Informação do Instituto Geral de Perícias (IGP/RS). Ele fala sobre os ótimos resultados no uso de dados biométricos para solução de crimes e planejamento de políticas públicas, por meio de algoritmos de cruzamento de informações, e a criação de redes de inteligência no RS, para troca de informações entre secretarias e outras esferas de governo e o uso futuro de inteligência artificial a favor do cidadão. O Start começa às 21h, com apresentação de Daniel Gonzales, na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 6, 202220 min

A reação de Bolsonaro nas pesquisas e o vexame dos militares

O Ministério da Defesa passou por um momento, no mínimo, delicado, nesta semana, ao enviar um ofício “urgentíssimo” ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ter acesso ao código-fonte das urnas eletrônicas, como parte da fiscalização do sistema. No entanto, a pasta não contava que esse acesso já havia sido liberado em outubro do ano passado. Ou seja, desde essa data, as Forças Armadas não enviaram especialistas para fazer esse trabalho. Passado o vexame, os militares começaram a inspecionar o sistema das urnas, nesta quarta-feira. Enquanto isso, Jair Bolsonaro (PL) continua atacando a “Carta em Defesa da Democracia”, que já tem mais de 700 mil signatários entre empresários, políticos, juristas e membros da sociedade civil. Em entrevista à Rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul, o presidente chamou o documento de “cara de pau” e “sem caráter”. Mas nem só de ataques vive o presidente, que teve uma boa notícia trazida pela pesquisa Genial/Quaest, que mostrou a diferença de Lula diminuir de 14 para 12 pontos. Além disso, caiu a porcentagem de quem avalia negativamente o seu governo. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 5, 202236 min

A crise que nasce do racha entre PT e Freixo no Rio

O anúncio do PT de retirar o apoio à candidatura de Marcelo Freixo, do PSB, ao governo do Rio de Janeiro, repercutiu entre apoiadores de Lula. O diretório do partido no Estado aprovou uma resolução para que os petistas não subam no palanque do deputado federal. Essa decisão ainda precisa ser avaliada pela diretiva nacional, que já vem sofrendo pressão para rever essa posição. O motivo, segundo o presidente estadual do partido, João Maurício de Freitas, foi a insistência do PSB em lançar Alessandro Molon candidato ao Senado. De acordo com ele, havia um pacto da coligação para que os partidos tivessem uma candidatura única para senador, de André Ceciliano do PT. Pesquisas para a vaga carioca no Senado mostram que Molon vai melhor que o petista nas intenções de voto. De acordo com levantamento do Ipec de 21 de julho, o candidato do PSB aparece em terceiro lugar com 9% e André Ceciliano está em sexto, com 4%. A reação foi grande nas redes sociais e envolveu até celebridades como a cantora Anitta e o influenciador Felipe Neto. O movimento se deu também pelo fato da disputa pelo governo do Rio de Janeiro estar acirrada entre Freixo e Cláudio Castro, apoiado por Jair Bolsonaro: No episódio desta quinta-feira, 04, vamos falar sobre o peso dessa decisão do PT regional no cenário nacional e na candidatura de Lula. Para conversar conosco sobre esse assunto, convidamos o cientista político da FGV Eduardo Grin. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 4, 202221 min