
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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Avacalhado sob Bolsonaro, teto de gastos tem futuro?
O teto de gastos das contas públicas brasileiras foi implantado em 2016 com o objetivo de ser uma âncora fiscal para o aumento da dívida do País em relação ao seu crescimento. Antes, alguns governos chegaram a gastar mais do que arrecadavam, o que fez o Brasil mergulhar em constantes crises econômicas. Agora, o governo de Jair Bolsonaro (PL), que prometia respeitar a medida, furou esse teto pela 5ª vez com a aprovação da chamada “PEC Kamikaze”, que turbinou benefícios à população em ano eleitoral. A proposta adicionou mais de R$ 41 bilhões de gastos para a gestão federal até dezembro. No total, juntando todas as furadas de teto feitas pelo presidente e pelo Congresso Nacional, o País já conta com mais de 200 bilhões de gastos acima daquilo que se poderia usar, segundo um monitoramento da Instituição Fiscal Independente, atrelado ao Senado Federal. Principal adversário de Jair Bolsonaro nas eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já disse que pretende acabar com o teto de gastos. Uma das ideias é autorizar o aumento da dívida pública desde que ela seja menor que o ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto, o PIB. Afinal, por que é importante preservar o teto de gastos? De que maneira a irresponsabilidade fiscal impacta no bolso da população? No Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos analisar o atual cenário com quem criou a medida: o economista e ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Leonardo Catto e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A influência de estrelas como Anitta numa eleição
A polarização entre Jair Bolsonaro e Lula movimentou a classe artística após Anitta anunciar seu voto no petista. Uma das cantoras brasileiras de maior sucesso no mundo conta com mais de 100 milhões de seguidores nas redes sociais, e pode ajudar a angariar votos, principalmente, com o público mais jovem. Do outro lado, o atual presidente tem o núcleo sertanejo no seu palanque. A principal figura representativa desse grupo é o cantor Gusttavo Lima, que possui mais de 75 milhões de fãs em suas páginas pessoais na internet. No entanto, nunca houve um anúncio público sobre o seu voto como fez Anitta. Históricamente, artistas são mais ligados a partidos de esquerda do que de direita, portanto, é natural um apoio maior a Lula. E isso se intensificou no governo Bolsonaro, após sua gestão atacar essa classe e programas que subsidiam a cultura no País, como a Lei Rouanet. Afinal, o apoio público de um artista pode influenciar no voto de um fã? Qual o poder de convencimento uma estrela pode causar no seu público? De que forma as campanhas podem se utilizar dessa influência? No Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos bater um papo sobre esse tema com o professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP), Pablo Ortellado. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Militares querem ‘tutelar’ as eleições?
O presidente Jair Bolsonaro ganhou um importante aliado na sua batalha contra as urnas eletrônicas: o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Em mais de uma oportunidade, o titular da pasta tem dito que as Forças Armadas vão participar do pleito de outubro com uma função fiscalizadora. O Ministério da Defesa montou uma equipe de oficiais do Exército, da Marinha e da Aeronáutica com a missão específica de elaborar o roteiro inédito de atuação dos militares no pleito. O plano vai além das sugestões de segurança das urnas eletrônicas encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os militares solicitaram uma lista de informações técnicas ao TSE. São, ao todo, 12 pontos, que vão desde documentos relacionados às eleições passadas, de 2014 e 2018, como boletins de urna, relatórios de equipamentos substituídos, comparecimento e abstenção em cada seção eleitoral, até detalhes sobre o programa que seleciona, por sorteio, as seções eleitorais em que urnas eletrônicas serão submetidas aos testes de integridade e autenticidade. Apesar de afirmarem que estão atuando dentro da legalidade, as Forças Armadas estão extrapolando sua competência e sendo instrumentalizadas pelas teses de Bolsonaro que colocam em xeque a lisura do processo eleitoral brasileiro? No Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos entender melhor esta nova cartada do Ministério da Defesa em relação ao processo eleitoral com o repórter do Estadão, em Brasília, Felipe Frazão, que apurou os bastidores desse conflito entre TSE e Forças Armadas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Economia circular no Summit ESG 2022
Durante o Summit ESG 2022, promovido pelo Estadão, a Ambipar, apresentou um painel para falar sobre a economia circular de baixo carbono. No bate papo estiveram com a jornalista Rita Lisauskas, o CEO da Bumera Ambipar, Guilherme Brammer, e o diretor de sustentabilidade da Ambipar, Rafael Téllo. Durante a conversa eles falar sobre como a economia circular está transformando o dia a dia das empresas; quais projetos estão dando bons resultados; e sobre a conexão da circularidade das cadeias produtivas e a economia de baixo carbono. Se você perdeu e quer assistir ao Summit ESG na íntegra, ele está disponível em estadaobluestudioplay.com.br.See omnystudio.com/listener for privacy information.

‘Cenários com Sonia Racy’: A importância da medicina preventiva
Neste episódio da série ‘Cenários’, Sonia Ray recebe a CEO do Grupo Fleury, Jeane Tsutsui. A cardiologista destaca a importância da medicina preventiva, fala sobre os avanços da tecnologia na área e detalha a expansão da rede Fleury, que cresceu 30% em 2021, com foco em diferentes áreas da medicina e parcerias estratégicas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A escalada de violência política e os riscos para os candidatos
Um crime ocorrido na madrugada de sábado acendeu o alerta para o perigo que a polarização entre petistas e bolsonaristas tem se tornado para a democracia brasileira. Em Foz do Iguaçu, no Paraná, o guarda municipal Marcelo Aloizio de Arruda foi morto ao comemorar seu aniversário com uma temática exaltando Lula. O assassino é o policial penal federal Jorge José da Rocha Guaranho, apoiador de Jair Bolsonaro. O crime aumentou ainda mais a tensão que tem se espalhado pelo País entre os dois grupos ideológicos. Só neste ano, vários episódios ocorridos em eventos dos presidenciáveis mostram que, infelizmente, a violência entrou na disputa eleitoral. Na Cinelândia, no Rio de Janeiro, por exemplo, um homem atirou um artefato explosivo com fezes em apoiadores de Lula, durante um evento promovido pelo PT. Por causa disso, a segurança dos presidenciáveis tem aumentado o alerta máximo das equipes, tanto que os dois líderes da pesquisa estão usando coletes à prova de balas em locais abertos. O Tribunal Superior Eleitoral já se mostrou preocupado com o crescimento da tensão entre os apoiadores de Lula e Bolsonaro, e teme que os candidatos continuem insuflando as massas, gerando assim, mais instabilidades para as eleições de outubro. No Estadão Notícias desta terça-feira, vamos analisar esse clima de polarização do País com o cientista político da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e colunista do Estadão, Carlos Pereira. Quem participa também deste episódio é o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, que vai nos explicar o complexo desafio que terá a Polícia Federal para garantir a segurança dos candidatos em ano eleitoral. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Forte ou fraco? Como chega o discurso liberal nas eleições
Em 2018, a plataforma liberal encontrou reverberação entre eleitores e contribuiu para a vitória de Jair Bolsonaro. Esse discurso estava personificado em Paulo Guedes, o “Chicago Boy”. Além de servir como oposição às gestões petistas na economia, as ideias de um Estado mínimo, mais eficiente e menos intervencionista tiveram um papel central no convencimento do mercado, do empresariado e de parte da sociedade brasileira. Mas como chega essa agenda liberal em 2022?A PEC que libera mais de R$ 40 bilhões para benefícios sociais ilustra como a política econômica liberal defendida pelo governo federal não foi tão liberal assim. A proposta foi aprovada no Senado e deve ser apreciada nesta terça-feira, 12, na Câmara de Deputados. Essa é apenas mais uma iniciativa de Jair Bolsonaro que contraria sua principal promessa de campanha no campo econômico. O desrespeito ao teto de gastos e a baixa eficiência nas privatizações são outros sinais de como o populismo se sobrepôs ao longo do mandato do presidente. Com o fracasso do liberalismo de Guedes, essa agenda perde força e espaço nas eleições de 2022? A tendência é que o Brasil volte a experimentar uma linha mais heterodoxa na economia? Ou ainda há espaço para plataformas liberais? No Estadão Notícias desta segunda-feira, vamos falar sobre o debate econômico na próxima campanha. Conversamos com o economista da Tendências Consultoria, Silvio Campos Neto, sobre o assunto. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Ramiro Brites Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #227: #Start Eldorado: Jornada digital dos bancos - parte 3
Em meio a uma era de intensa transformação de seus produtos financeiros, os bancos vêm realizando grandes investimentos em suas infraestruturas digitais para adequá-las à oferta de soluções cada vez mais ágeis, seguras e personalizadas aos clientes físicos e empresariais. Análise de dados com intenso emprego de inteligência artificial, investimentos em alto poder de processamento, integração total com a nuvem, sistemas biométricos de identificação e cibersegurança colocam as instituições no caminho do “smart banking”. Ouça a terceira parte do debate sobre o assunto, reunindo executivos de grandes instituições como Bradesco, Banco BV e Banco Inter. A apresentação do Start é de Daniel Gonzales e o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No Reino Unido, Johnson pede o boné; no Brasil, Congresso passa o chapéu
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, renunciou ao cargo de líder do Partido Conservador, abrindo caminho para a escolha de um novo premiê. O anúncio foi feito em meio à grave crise política que levou à demissão de mais de 50 integrantes do governo nas últimas 48 horas. No Brasil, a polêmica fica por conta da instalação da CPI do MEC, que pretende investigar atos de corrupção passiva sob a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já disse que a comissão só vai começar após as eleições, mas a oposição quer que as investigações comecem em agosto, e prometem ir ao Supremo Tribunal Federal (STF). Por falar no STF, parlamentares contrários ao presidente Jair Bolsonaro prometem contestar a aprovação, em tempo recorde, de um pacote de bondades, que inclui o aumento do Auxílio-Brasil, por ter sido feito em período eleitoral, o que pode caracterizar inconstitucionalidade da medida. A tentativa dos aliados do presidente é conseguir conquistar os votos dos mais pobres que hoje estão com Lula (PT). Isso fica claro na última pesquisa Genial/Quaest, que mostra estabilidade dos candidatos: Lula com 45% e Bolsonaro com 31%. No sentido de aumentar seus palanques estaduais, tanto o petista como o presidente tentam fechar acordos para as eleições de governadores e senadores. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Pedro Venceslau, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fim da ‘era de ouro’? A onda de demissões nas startups
As demissões em massa têm ofuscado o brilho dos unicórnios, apelido dado a startups que atingem mais de um bilhão em valor de mercado. Empreendimentos promissores como Loft, QuintoAndar e Ebanx entraram, desde abril, em uma onda de desligamento e levantaram questionamentos sobre a sustentabilidade de negócios reconhecidamente inovadores. O caráter experimental das startups, que são empresas em busca de um modelo de operação definido, é o que possibilitou, nos últimos anos, o crescimento exponencial desses empreendimentos. Mas, essa celeridade também é responsável pela queda abrupta deste mercado. A queda dos quadros funcionais está tão expressiva que o período é chamado de “inverno” para investimentos em startups. Líderes do segmento reconhecem o momento difícil e relacionam à crise macroeconômica mundial, influenciado pela pandemia da covid-19 e pela guerra da Ucrânia. No entanto, ainda é cedo para terra arrasada, segundo especialistas. Os investimentos ainda estão em patamar superior ao período anterior à pandemia. No Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos falar sobre como a crise econômica mundial tem refletido na demissão de funcionários de startups. O podcast também aborda quais caminhos esses negócios podem percorrer para se reinventar, além das perspectivas para o setor com o sócio da Sirius, presidente da Associação Brasileira de Startups e colunista do ‘Link/Estadão’, Felipe Matos. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Ramiro Brites Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Por que as abstenções vem crescendo nas eleições?
As campanhas de Lula e Jair Bolsonaro estão preocupadas com algo que tem sido tendência nas últimas eleições: o alto índice de abstenção do eleitorado. Desde 2006, esse número só vem crescendo, e chegou à marca de 30 milhões de pessoas que não foram às urnas votar no atual presidente ou no seu adversário na época, Fernando Haddad (PT), em 2018. Um levantamento do Instituto Votorantim, obtido com exclusividade pelo Estadão/Broadcast, mostra que o desinteresse do brasileiro pelo voto cresce de forma lenta, gradual e consistente, sobretudo no Sudeste e nas maiores cidades do País. A taxa de eleitores que não foram às urnas nesta região passou de 17,2% para 21,6% no período entre 2006 e 2018. Diante desse cenário, instituições de defesa do voto, artistas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tem se engajado em campanhas para incentivar a politização das pessoas e mostrar a importância de escolher um representante nas urnas. O TSE, recentemente, lançou uma peça publicitária para atrair os jovens de 16 e 17 anos a tirar o título de eleitor. No Estadão Notícias desta quarta-feira, vamos falar sobre como as abstenções mexem com as eleições brasileiras, e o desafio das campanhas eleitorais em conquistar esses eleitores, com o cientista político Bruno Silva, pesquisador do Laboratório de Política e Governo da Unesp e diretor do Voto Consciente. Ouvimos também a organização Politize! e o projeto Meu, seu, nosso voto, cocriado pelo Instituto Aurora, Instituto Nossa Causa e Escola da Política. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Ramiro Brites Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': Como resolver a falta de mão de obra no mercado de tecnologia?
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil. Ela fala sobre o déficit de um milhão de profissionais de tecnologia no Brasil projetado para 2025 e como resolver o problema. Outros assuntos debatidos são o pequeno número de mulheres atuando no setor e a 'quarta revolução industrial' que já está em curso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

CPI do MEC: O jogo de forças entre oposição e governo
Foi dada a largada para a instalação da CPI do MEC, que vai investigar acusações de corrupção passiva, entre outros crimes, dentro da pasta na gestão de Milton Ribeiro. Conforme revelado pelo Estadão, os pastores Gilmar Santos e Ailton Moura, intermediavam a negociação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) em troca das mais variadas propinas. A abertura dessa comissão, que já tinha sido enterrada, ganhou força com a prisão do ex-ministro e dos religiosos. Com o número mínimo de assinaturas necessárias conquistadas, a oposição pressiona o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a autorizar a CPI já neste mês de julho. Diante da iminente instalação da CPI do MEC, o governo tenta adiar a comissão para depois das eleições presidenciais. Apoiadores de Jair Bolsonaro e a oposição lutam para garantir a maioria dos membros que vão investigar o Ministério da Educação. O temor dos governistas é que essa comissão tenha o mesmo impacto da CPI da Covid na opinião pública. No Estadão Notícias desta terça-feira, vamos entender esses bastidores da CPI do MEC, com o repórter do Broadcast do Estadão, em Brasília, Daniel Weterman. Sobre o quanto essa comissão pode mexer com as eleições presidenciais, principalmente, para Jair Bolsonaro, vamos conversar com o doutor em ciências políticas pela USP e sócio da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

‘PEC Kamikaze’ pode afundar recuperação econômica?
Após passar por momentos turbulentos, a economia brasileira dá seus primeiros sinais de melhora e o indicador mais claro disso é o recuo do desemprego. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, o índice de pessoas não ocupadas passou de 10,5% para 9,8% no final de maio. Atualmente, o país tem 10,6 milhões de desempregados. No entanto, mesmo com a melhora, a economia brasileira ainda tem perspectiva de baixo crescimento por conta da inflação e taxas de juros em alta. O Banco Central admitiu na última semana que descumprirá a meta de inflação pelo segundo ano consecutivo em 2022. De acordo com relatório da instituição, o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) deve ficar em 8,8%, baixar para 4% em 2023 e fechar em 2,7% em 2024. Já a taxa básica de juros (Selic) foi elevada para 13,25% ao ano. Outro fator que preocupa especialistas é a aprovação da “PEC Kamikaze”, aprovada às vésperas das eleições presidenciais e com aval também da oposição, que prevê injeção de R$ 41 bilhões em benefícios sociais. De acordo com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, a emenda é um risco para as contas públicas e o mercado já reagiu à mesma, com a cotação do dólar batendo R$ 5,33 nesta sexta-feira (1), o maior valor desde 4 de fevereiro. Como podemos analisar a retomada da economia brasileira? O crescimento será atrapalhado pela inflação, juros e a nova PEC? E como está o cenário macroeconômico de forma geral? O ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, 04, conversa com o economista e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #226: #Start Eldorado: Jornada digital dos bancos - parte 2
Em meio a uma era de intensa transformação de seus produtos financeiros, os bancos vêm realizando grandes investimentos em suas infraestruturas digitais para adequá-las à oferta de soluções cada vez mais ágeis, seguras e personalizadas aos clientes físicos e empresariais. Análise de dados com intenso emprego de inteligência artificial, investimentos em alto poder de processamento, integração total com a nuvem, sistemas biométricos de identificação e cibersegurança colocam as instituições no caminho do “smart banking”. Ouça a segunda parte do debate sobre o assunto, reunindo executivos de grandes instituições como Bradesco, Banco BV e Banco Inter. A apresentação do Start é de Daniel Gonzales e o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3.See omnystudio.com/listener for privacy information.

EUA: Trump investigado, Biden enfraquecido e polarização em alta
O governo de Joe Biden e do Partido Democrata passam por um momento delicado nos Estados Unidos. Recentes pesquisas revelaram queda na aprovação do atual presidente e, com o cenário político americano cada vez mais polarizado, surgem especulações sobre as próximas eleições no país. O principal debate neste momento é sobre o potencial eleitoral de Donald Trump, ainda muito popular e influente no Partido Republicano. Alvo de investigação em comissão na Câmara dos Deputados, o ex-presidente vê sua imagem ficar arranhada pela sua participação decisiva no episódio da invasão ao Capitólio em janeiro de 2021. Teria ele condições de ser o próximo candidato republicano à presidência? O momento do atual presidente, Joe Biden, também não é nada positivo: enfrenta a maior inflação dos últimos 40 anos e corre sérios riscos de ter que lidar com uma recessão econômica. Há pouco mais de três meses das chamadas eleições de “meio de mandato” - que definem Câmara de Deputados e Senado - o governo vigente parece não ter estratégia clara para contornar a fraca popularidade. Os republicanos comemoram, enquanto os democratas temem perda de espaço. O que o atual cenário da política norte-americana representa para as duas principais alas ideológicas do país? Os republicanos podem voltar com força total nas próximas eleições? O risco de nova contestação de Trump aos resultados de 2024 é real? Para analisar todas essas questões, o ‘Estadão Notícias’ desta sexta-feira, 1º, conversa com Tanguy Baghdadi, professor de Relações Internacionais e criador do podcast Petit Journal. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: A transição do turismo para o novo
O turismo de São Paulo está se recuperando e, apesar da pandemia ainda ativa, o controle do vírus com a vacinação traz uma certa tranquilidade à população para, aos poucos, retomar sua rotina de passeios e viagens. Mesmo com transformações e adaptações, o setor tem se aquecido e prova disso são os festejos juninos, que já estão acontecendo. Para falar mais sobre os atrativos do estado para moradores, turistas e investidores, a jornalista Bárbara Guerra conversou com o secretário de turismo e viagens do Estado de SP, Vinicius Lummertz. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A queda de Pedro Guimarães e o debate sobre assédio sexual
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, foi centro de escândalo na última quarta-feira (29) ao ser acusado por cinco funcionárias do banco de assédio sexual, caso esse revelado pelo portal Metrópoles. Após o assunto vir à tona, Guimarães pediu demissão do cargo e publicou uma carta na qual se defende das denúncias. Um levantamento produzido pela empresa de gestão de recursos humanos Mindsight no ano passado questionou 5 mil mulheres sobre assédios sofridos no trabalho. Dentre as entrevistadas, 76% disseram que já foram vítimas e 97% dessas revelaram não ter denunciado o crime. Com a acusação ao presidente da Caixa, o assunto voltou às manchetes da imprensa. Em relatos à TV Globo, as funcionárias disseram que Pedro Guimarães teria passado as mãos em partes íntimas dos corpos delas e pedido abraços “constrangedores”. Além disso, disseram que os assédios aconteceriam tanto dentro quanto fora da instituição. Guimarães ocupava o cargo mais alto na Caixa desde 2019 e será substituído por Daniella Marques, considerada braço direito do atual Ministro da Economia, Paulo Guedes. De acordo com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a movimentação foi feita para que a repercussão não atinja o presidente Jair Bolsonaro (PL). A denúncia é um golpe para o líder do Executivo, que tenta aumentar sua aprovação entre o público feminino para as eleições de 2022. Qual o impacto das acusações a Guimarães no governo de Bolsonaro? Como as políticas, sejam na esfera pública ou da iniciativa privada, podem ser trabalhadas para combater o assédio às mulheres no ambiente de trabalho? O ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira (30) entrevista a Promotora de Justiça do MP-SP, Gabriela Manssur, que trabalha há 20 anos na defesa dos direitos femininos. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Impactos econômicos da pandemia no turismo de SP
A retomada do turismo em São Paulo depende da continuidade do processo de vacinação. Mas aos poucos o setor vai voltando às suas atividades, com toda a transformação necessária. Por enquanto, o turismo vai caminhando com as viagens de lazer. Os eventos demoram um pouco mais, porque a ideia ainda é evitar a aglomeração, mas o que é possível fazer em espaços abertos já começa a acontecer. Como as festas juninas no mês de São João. Para falar mais sobre os pontos turísticos de São Paulo e sobre como esses locais estão se preparando para voltar a receber os turistas, a jornalista Bárbara Guerra conversa com o presidente executivo do Visite São Paulo, Toni Sando.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O uso político da Advocacia-Geral da União
Criada em 1993 para representar judicialmente e prestar consultoria jurídica aos órgãos e entidades do Governo Federal, a Advocacia-Geral da União (AGU) teve seu poder aumentado durante a gestão de Jair Bolsonaro. Recentemente, o presidente do Brasil autorizou a entidade a julgar se as ações governamentais ferem ou não a legislação eleitoral. As polêmicas a respeito do uso da AGU pelo poder executivo começaram em 2020. Após aliados de Bolsonaro terem contas bloqueadas nas redes sociais por ordem do Supremo Tribunal Federal - acusados de espalhar fake news - a AGU entrou com ação contra a derrubada desses perfis, o que gerou críticas por parte de partidos de oposição. Em maio de 2022, a entidade assumiu a defesa de Walderice Santos da Conceição, conhecida como Wal do Açaí - apontada como funcionária fantasma de Bolsonaro em sua época de deputado - ato que foi julgado como ilegal pelo Ministério Público, já que tanto ela quanto o presidente foram acusados de improbidade administrativa. Afinal, qual é a função da AGU no governo federal? O poder executivo tem usado o órgão de forma indevida? O ‘Estadão Notícias’ de 29 de junho responde essas perguntas e analisa a atuação da entidade em entrevista com o professor de direito eleitoral da Unicuritiba e membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), Roosevelt Arraes. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky Montagem: Moacir Biasi Editor do Núcleo de Áudio: Emanuel BomfimSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Eleitores convictos e a escolha por Braga Netto como vice
Na última pesquisa Datafolha, divulgada na semana passada, 70% dos eleitores declararam estar “totalmente decididos” em relação a quem vão votar. Os números surpreendem ainda mais quando são aplicados aos líderes do levantamento, o ex-presidente Lula (PT) e o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL). Entre os entrevistados que manifestaram adesão ao petista, 79% declaram que estão totalmente decididos a votar nele. No caso dos eleitores do atual mandatário, 78% estão convictos de seu voto. O que explica tamanha convicção antes do início da campanha propriamente dita? Como esse índice mexe com as estratégias dos candidatos daqui para frente? Edição desta terça-feira do ‘Estadão Notícias’ trata do assunto, assim como aborda, também neste campo eleitoral, a escolha do candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro.Após especulações que envolveram nomes como Tereza Cristina (Progressistas), antiga ministra da Agricultura, o nome escolhido pelo chefe do Executivo foi o de Walter Braga Netto, antigo ministro da Casa Civil. O militar se filiou recentemente ao partido do presidente e deixou a pasta no prazo exigido pela legislação eleitoral. O movimento é visto como “seguro” para Bolsonaro, já que diminuiria a possibilidade de um impeachment no segundo mandato, por Braga Netto ser da base do governo. Apesar disso, a escolha foi criticada pelo Centrão, que apoiava o nome de Tereza Cristina também como forma de atrair parte do eleitorado feminino, onde Jair perde com significativa vantagem para Lula, seu principal rival na eleição, de acordo com pesquisa Datafolha. No episódio desta terça-feira (28), o ‘Estadão Notícias’ conversa com o cientista político e sociólogo Antonio Lavareda, presidente científico do Instituto Ipespe, para analisar a alta (e antecipada) convicção do eleitorado e como fica o cenário político com a escolha de Braga Netto para a chapa de Bolsonaro. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Fabio Tarnapolsky Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo em parceria: Mapa dos sonhos
O engenheiro florestal Laury Cullen (um dos Laureados dos Prêmios Rolex de Empreendedorismo de 2004) fala com o jornalista Eduardo Geraque sobre o projeto que vem ajudando a Mata Atlântica a redobrar o seu fôlego – dados do programa mostram a restauração de 100.000 hectares de floresta e o plantio de 4 milhões de árvores. A conversa faz parte do hub Defensores da Terra, um projeto do Estadão em parceria com a Rolex e sua iniciativa Perpetual Planet.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Auxílio Brasil turbinado: qual o peso para economia e eleição?
A cerca de três meses da eleição presidencial e estacionado nas pesquisas, Jair Bolsonaro tenta, a todo custo, emplacar uma agenda positiva junto aos mais pobres. Após os escândalos de corrupção no Ministério da Educação (MEC), o presidente coloca todas as suas fichas no Auxílio Brasil, o antigo Bolsa Família, para conquistar eleitores e diminuir a diferença de intenções de voto para o ex-presidente Lula. A promessa é aumentar o valor do benefício social de R$ 400 para R$ 600. Porém, a concretização do plano não é tão simples assim. Para começar, há problemas na atual gestão do Auxílio Brasil. Cerca de 5,3 milhões de pessoas que têm o direito de receber o benefício não estão conseguindo acessá-lo. Além disso, a conjuntura econômica, tomada por inflação e desemprego, tem levado mais gente para a pobreza. Isso se reflete em índices como o da insegurança alimentar, que mostrou que cerca de 33 milhões de brasileiros não têm o que comer. O aumento no valor do Auxílio, além de seu caráter eleitoreiro, também encontra empecilhos jurídicos, visto que a legislação eleitoral, no ano em que se realizam as eleições, proíbe a distribuição gratuita de bens ou benefícios pela administração pública. O líder do governo no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ), afirmou que a ideia é incluir o aumento do Auxílio Brasil na PEC dos Combustíveis. Para tentar fechar a conta, a compensação a Estados que reduzissem o ICMS sobre o diesel e o gás de cozinha seria retirada da proposta. Para piorar, o reajuste no Auxílio deve extrapolar o já furado teto de gastos. No episódio desta segunda-feira, 27, do ‘Estadão Notícias’, conversa com a repórter de Economia do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Adriana Fernandes, e com o advogado e cientista político Marcelo Issa, diretor do Transparência Partidária, para entender qual é o preço econômico e político- eleitoral do Auxílio Brasil para o governo Bolsonaro. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Vila Nova Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #225: #Start Eldorado: Jornada digital dos bancos - parte 1
Em meio a uma era de intensa transformação de seus produtos financeiros, os bancos vêm realizando grandes investimentos em suas infraestruturas digitais para adequá-las à oferta de soluções cada vez mais ágeis, seguras e personalizadas aos clientes físicos e empresariais. Análise de dados com intenso emprego de inteligência artificial, investimentos em alto poder de processamento, integração total com a nuvem, sistemas biométricos de identificação e cibersegurança colocam as instituições no caminho do “smart banking”. Ouça a primeira parte do debate sobre o assunto, reunindo executivos de grandes instituições como Bradesco, Banco BV e Banco Inter. A apresentação do Start é de Daniel Gonzales e o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro imerso em crises e os recuos no programa do PT
Após o escândalo que culminou na prisão do ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, por suspeita de corrupção passiva, aliados do presidente Jair Bolsonaro começam a adotar estratégias para tentar desvincular o capitão das ações do ex-titular da pasta. As ações vão desde isolar Ribeiro, e dizer que ele agiu sozinho junto com os pastores, até a de transformar a decisão do juiz em algo político, dizendo que este é “petista” por já ter obrigado Bolsonaro a usar máscara em eventos públicos durante a pandemia. Mas esse é apenas um dos problemas enfrentados pelo presidente. A crise dos combustíveis fez com que o governo começasse a pensar em estratégias para não perder o apoio dos caminhoneiros. A solução seria a de um voucher no valor de até 1000 reais para a categoria. Do outro lado, Lula e o PT vão avançando em suas ideias de olho nas eleições. O partido lançou seu programa de governo com alguns recuos, como a de derrubar a reforma trabalhista. Agora, a legenda fala em rever apenas alguns pontos da proposta. Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’, Beatriz Bulla, de São Paulo, e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: A importância de manter a vacinação da pólio em dia
Manter a imunização das crianças em dia contra a poliomielite é essencial para evitar um temido retorno dessa doença tão grave. No podcast de hoje, a jornalista Rita Lisauskas conversa com a pediatra e infectologista, Luiza Helena Falleiros Arlant, para falar sobre os motivos da hesitação vacinal e quais são os caminhos para a erradicação dessa doença no mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Prisão de Ribeiro e seu potencial explosivo para Bolsonaro
A manhã desta quarta-feira não foi a melhor para o presidente Jair Bolsonaro. A prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, decorrente da investigação da Polícia Federal sobre o ‘gabinete paralelo’ instalado na pasta, atinge um dos cernes do discurso político bolsonarista – o combate à corrupção. Bolsonaro, que já havia dito que colocaria “a cara no fogo” por Ribeiro, agora se vê próximo a mais um esquema de corrupção orquestrado por aliados. O caso do ‘gabinete paralelo’ do MEC foi revelado pelo Estadão em março. Um grupo de pastores, que não tinham cargo público ou qualquer relação com o setor da educação, controlavam a agenda do então ministro da Educação, influenciando o repasse de recursos e as ações da pasta. Além de Ribeiro, os pastores Gilmar dos Santos e Arilton Moura, tidos como líderes do grupo, também foram alvos da operação policial. Essa não é a primeira polêmica de Milton Ribeiro. Também em março, o Estadão noticiou que o ex-ministro havia autorizado a produção e distribuição de Bíblias para um evento de cunho religioso. O artigo, no entanto, chegou a ser distribuído em evento oficial do MEC. O ex-titular da pasta também foi acusado de tentar interferir na montagem do Enem e chegou a dizer que a universidade deveria ser um ambiente para poucos. O presidente já tratou de se afastar de Ribeiro, afirmando que a Polícia Federal “teve um motivo” para realizar a operação e que o ex-ministro deve responder pelos seus atos. Com a eleição presidencial se aproximando, no entanto, o preço político do escândalo pode ser alto para Bolsonaro. No Senado, a oposição voltou a falar sobre uma possível instauração da CPI do MEC. No episódio desta quinta-feira, 22, do ‘Estadão Notícias’, ouvimos o doutor em Ciência Política pela USP e sócio da Ponteio Política, Jairo Pimentel, que comentou como a prisão do ex-ministro pode afetar o futuro de Bolsonaro e as eleições presidenciais de 2022. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Gustavo Lopes, Gabriela Forte e Daniel Vila Nova Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A brutalidade da Justiça que nega aborto às vítimas de estupro
Uma juíza de Santa Catarina negou o direito ao aborto a uma vítima de estupro de apenas 11 anos. Em audiência virtual realizada em maio, a magistrada Joana Ribeiro Zimmer, da 1ª Vara Cível de Tijucas, sugeriu que a garota continuasse a gravidez para que o parto fosse realizado e o bebê colocado para adoção. Áudios da fala da juíza foram divulgados pelo site The Intercept Brasil em conjunto com o portal Catarinas. Ao saber da gestação, a família da vítima fez exames médicos no Hospital Universitário da UFSC, em Florianópolis, e pediu autorização judicial para interromper a gravidez. O caso foi então para a Justiça, onde encontrou a juíza Joana Ribeiro Zimmer. O Código Penal brasileiro garante o direito ao aborto quando a gravidez é fruto de um estupro, mas Zimmer argumentou que devido a gestação já ter mais de 22 semanas o procedimento não poderia ocorrer. Apesar da legislação brasileira não impor limite de tempo para que uma gestação resultante de estupro seja interrompida, a lei não foi seguida. A magistrada ainda determinou que a criança permanecesse em um abrigo, buscando afastá-la do possível autor da agressão sexual e impedir que a gravidez fosse interrompida. A divulgação do ocorrido gerou comoção nacional e ontem Joana Ribeiro Zimmer deixou o caso. Esse, no entanto, está longe de ser a única vez em que esse tipo de situação ocorre no Brasil. No episódio desta quarta-feira, 22, do ‘Estadão Notícias’, conversamos com Luciana Temer, advogada, doutora em direito pela PUC-SP e diretora presidente do Instituto Liberta. Na entrevista, a especialista afirma que não há cabimento na discussão que envolve uma menina de 11 anos de idade e sua gravidez. “A gente tá falando de uma criança grávida em decorrência de uma violência, não tem discussão”, ela afirma. Para Temer, as ações da juíza e da promotora não são um caso de despreparo. “Há uma questão ideológica que sobrepôs a questão legal. Isto é inadmissível". Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Daniel Vila NovaMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nova era? O trunfo da esquerda na América Latina
Pela primeira vez na história, a Colômbia elegeu um presidente de esquerda. Gustavo Petro, 62, venceu o pleito no domingo, dia 19, com 50,46% dos votos. Candidato da coalização política Pacto Histórico, o economista derrotou o populista de direita Rodolfo Hernández em uma disputa marcada pela polarização da sociedade colombiana. Petro já havia se candidatado ao cargo de presidente outras duas vezes e, antes disso, serviu como senador, prefeito de Bogotá e em sua juventude fez parte da guerrilha M-19, quando foi preso e exilado do país. O novo presidente parece seguir a guinada à esquerda que ocorre em boa parte da América Latina – México, Bolívia, Peru, Honduras, Cuba, Venezuela, Chile e Argentina, todos governados por partidos de esquerda. Em seu discurso, Petro prometeu realizar mudanças profundas na sociedade Colombiana, citando a paz e a segurança como um de seus principais objetivos. Apesar da vitória, ele não terá maioria no legislativo, que é controlado pela centro-direita tradicional do país, e dependerá de alianças para governar. A escolha por Petro, no entanto, não foi a única eleição histórica da noite. Pela primeira vez, uma mulher afrocolombiana foi eleita para a vice-presidência do país. A líder social Francia Márquez mobilizou jovens, mulheres, movimentos sociais e os indígenas e tem como destaque o seu discurso ambientalista. Em suas redes sociais, o ex-presidente Lula parabenizou a eleição de Petro e celebrou mais uma vitória da esquerda na região. Já o clã Bolsonaro se mostrou preocupado com a mudança de direção política da América Latina, e tratou de usar o fato para defender que o Brasil permaneça como o último refúgio da direita no continente. No episódio desta terça-feira, 21, do ‘Estadão Notícias’, ouvimos a enviada especial do Estadão, Fernanda Simas, que acompanhou diretamente de Bogotá a vitória de Petro. Para falar sobre como as eleições colombianas podem afetar o Brasil, conversamos com Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Daniel Vila Nova Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O plano Tebet para sair dos 2% das pesquisas
O cenário nas pesquisas eleitorais, até aqui, não tem sido o mais animador para a pré-candidata Simone Tebet (MDB-MS). Apesar da ampla expectativa gerada com a consolidação da chamada “3ª via”, a senadora tem marcado entre 1% e 3% das intenções de voto nos levantamentos. O que indica que precisará de uma estratégia no mínimo arrebatadora para conseguir furar a disputa entre Lula (PT) e Bolsonaro (PL).Encontrar o tom da mensagem junto ao eleitorado não é o único dos obstáculos a serem enfrentados por Tebet. As históricas divisões internas de seu partido, o MDB, bem como as de seu partido aliado, o PSDB, tendem a diminuir as chances de multiplicar os palanques regionais. Ela mesmo admite essa dificuldade em entrevista exclusiva a este podcast. “Isso faz parte do processo eleitoral, nós temos que entender. Até porque um partido não tem como objetivo principal somente eleger um presidente da República, também quer fazer uma maior bancada de senadores, deputados federais e também de governadores e de deputados estaduais.”A seu favor, Tebet pode contar com apoio na sociedade de parte dos setores empresarial, acadêmico e intelectual. Nomes importantes deste segmento já manifestaram apoio público a sua candidatura como forma de evitar a polarização entre Lula e Bolsonaro. O fato de ser a única mulher entre os candidatos também pode significar um trunfo no convencimento da população que vota.Nessa complexa tarefa de engenharia política, como Simone Tebet pretende se projetar nacionalmente? Ela tem chances de chegar ao segundo turno? No episódio desta segunda-feira, 20, do ‘Estadão Notícias’, ouvimos, além da própria senadora, o repórter de ‘Política’ do Estadão, Pedro Venceslau, que detalha mais as estratégias da equipe de campanha de Tebet no processo eleitoral. E para analisar os desafios que ela vai enfrentar, conversamos com o cientista político da FGV Eduardo Grin. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Gabriela MeirelesMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #224: #Start Eldorado: uma rede, várias operadoras
O Start Eldorado fala sobre infraestrutura wireless e de fibras conectando tecnologias e com a possibilidade de uso compartilhado por vários operadores. Recebemos Farès Nassar, head Latam da IHS (holding que controla a IHS Towers e a I-Systems), multinacional especializada na oferta de fibra e pontos wireless para redes móveis, que detém e opera mais de 30 mil torres no mundo. Com a expansão da demanda por conectividade e a chegada do 5G, o mercado está superaquecido e surgem várias novas possibilidades de ofertas de serviços, fazendo com que as empresas expandam a estrutura em grande velocidade. O Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que o caso Nakamura revela sobre o processo de adoção
No fim de maio, o assunto da adoção voltou à tona a partir de uma situação divulgada pela atriz e apresentadora Carol Nakamura. Em uma série de stories em seu perfil no Instagram, a atriz detalhou a trajetória de um menino de 12 anos chamado de “filho” por ela e seu marido, finalizando com o retorno da criança à sua família biológica, por escolha própria. O casal teria conhecido a criança em um trabalho social na região do lixão do Jardim Gramacho, região metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo Nakamura, a ida do menino para sua casa tinha a intenção de estimular uma vida escolar, além de ter sido combinada diretamente com a avó do garoto. Ao explicar os motivos por trás da ausência do “filho” em suas redes sociais, antes recheadas de postagens com a criança, a atriz recebeu diversas críticas. Entre os assuntos aflorados, estão a exposição do menino em seus relatos, a responsabilização do menor pelo acontecido e o fato do acolhimento ter acontecido fora dos trâmites legais da adoção. Mas afinal, como casos semelhantes podem ser evitados? Quais as alternativas para quem deseja adotar no Brasil? Para falar sobre o tema, episódio desta sexta-feira, 17, do 'Estadão Notícias' conversa com presidente da Comissão Nacional de Adoção do Instituto Brasileiro de Direito de Família, Dra. Silvana do Monte Moreira. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Gabriela MeirelesMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os perigos enfrentados por Bruno e Dom no Vale do Javari
O desaparecimento do indigenista brasileiro Bruno Araújo Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips tem preocupado o mundo. Os dois foram vistos pela última vez na comunidade São Rafael quando partiram rumo a Atalaia do Norte, em viagem que dura aproximadamente duas horas, mas nunca chegaram ao destino. Os dois iam visitar a equipe de Vigilância Indígena próxima à localidade Lago do Jaburu, para que o jornalista conhecesse o local e fizesse algumas entrevistas com os indígenas. Durante os primeiros dias do desaparecimento, a letargia e a falta de um plano de ação do governo federal foi criticada por entidades, amigos e familiares. Até o fechamento deste episódio, Bruno Pereira e Dom Phillips ainda não tinham sido encontrados. Desde o início das buscas, crimes como sequestro ou até mesmo assassinato são cogitados pela investigação. Porque, segundo informações da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), Bruno Pereira recebia constantes ameaças de madeireiros, garimpeiros e pescadores. Além disso, a região do desaparecimento é marcada pela presença de traficantes de drogas e pelo desmatamento e garimpo ilegal, tanto por brasileiros, como por peruanos e colombianos. No Estadão Notícias de hoje, 15, vamos ao Amazonas para entender mais sobre o cenário na região e sobre como andam as buscas com o repórter do Estadão Vinícius Valfré, enviado ao local. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Gabriela MeirelesMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': O impacto da Lava Jato no setor da construção
Em mais um episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Carlos Pires Oliveira Dias, ex-integrante do conselho de administração da Camargo Corrêa e acionista da Raia Drogasil. O empresário concede a primeira entrevista em seus 70 anos de vida e fala sobre o setor farmacêutico, a área de construção no Brasil e o impacto da Operação Lava Jato nas empresas do ramo. "A Lava Jato não levou em conta o know how das construtoras", avalia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Revival da era Sarney? O desespero de Guedes e Bolsonaro
O ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu a empresários do setor de supermercados que segurem o reajuste de preços até 2023. A declaração ocorreu na semana passada, durante o Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento Abras, da Associação Brasileira de Supermercados. O presidente Jair Bolsonaro também participou do evento e apelou ao setor para que tenham o menor lucro possível sobre os produtos da cesta básica. O governo que se elegeu como liberal repetidamente fez declarações deste tipo. Inclusive, o presidente já havia cobrado “patriotismo” do setor supermercadista em outras ocasiões. Agora, com a inflação como uma pedra no calcanhar dos planos de reeleição de Bolsonaro, o apelo ganha mais força. Apesar das declarações, ainda há resistência em falar no fantasma do congelamento de preços. Ao Estadão, o vice-presidente institucional da Abras, Márcio Milan, declarou que a entidade não está falando de congelamento “de jeito nenhum”. O próprio Paulo Guedes voltou atrás, depois da repercussão negativa de sua fala e disse que foi mal interpretado. Porém, o que representa os apelos desesperados de Bolsonaro e Guedes para conter a alta de preços? Por que a ideia de congelamento assombra tanto o mercado? Para falar sobre o tema, convidamos o economista André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor do FGV IBRE. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Gabriela MeirelesMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O novo Sete de Setembro bolsonarista
O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF), após decisão que manteve a cassação do deputado bolsonarista Fernando Francischini, do União Brasil do Paraná. Bolsonaro ameaçou não aceitar a decisão do Supremo e afirmou estar organizando novos atos para o dia 7 de Setembro deste ano, três semanas antes das eleições. No ano passado, o 7 de Setembro foi um dos momentos mais tensos do governo Jair Bolsonaro. Depois de uma escalada da retórica do presidente contra o Supremo, protestos foram realizados nas principais capitais do País. Nos atos, Bolsonaro fez discursos inflamados, chamando o ministro Alexandre de Moraes de “canalha” e ameaçando descumprir decisões da Corte. O que Bolsonaro e sua família começam a perceber é que a decisão do Supremo é apenas uma demonstração do que a Corte é capaz e pretende fazer este ano para combater a desinformação. O que pode significar e quais podem ser as consequências de um “novo 7 de Setembro” a três semanas da realização das eleições? No episódio do podcast desta segunda-feira, 13, analisamos este cenário numa conversa com a jornalista e cientista política Deysi Cioccari. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #223: #Start Eldorado: momentos iniciais do 5G no País
O apresentador Daniel Gonzales recebe no Start Eldorado desta semana Márcio de Jesus, vice-presidente de negócios varejo da Algar Telecom, que compartilha experiências sobre os desafios da operadora - a primeira a ativar redes 5G na frequência de 2,3 GHz, após o leilão da Anatel. Ele fala sobre os desafios em monetizar as redes que começam a ganhar espaço e as experiências iniciais nas cidades. O Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aliança na 3ª via e o caso dos desaparecidos na Amazônia
Desde o último domingo, 05, estão desaparecidos o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Philips, no vale do Javari, na região da fronteira do Amazonas com o Peru. As autoridades não fazem ideia do paradeiro de ambos. O próprio ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, afirmou: "não temos noção do que tenha acontecido". Já o presidente Bolsonaro se mostra pouco empático com o assunto, mas está empenhado na questão da alta dos combustíveis. Na segunda-feira, 06, anunciou que pretende zerar o ICMS sobre diesel e gás de cozinha, reduzir o ICMS e zerar os impostos federais sobre gasolina e etanol e compensar os Estados pela perda de arrecadação. Opositores e alguns governadores afirmam que a manobra do presidente tem foco exclusivo nas eleições. Também sobre eleições, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou a transferência do domicílio eleitoral do ex-juiz Sergio Moro para São Paulo. Com isso, Moro não poderá ser candidato ao Senado ou a deputado federal, como pretendia, bem como qualquer outro cargo nas eleições deste ano pelo estado. E a novidade da terceira via é que foi confirmada a chapa Simone Tebet, do MDB, com Tasso Jereissati, do PSDB. A decisão inclui três partidos de centro, o MDB, o PSDB e o Cidadania, como uma alternativa para a polarização entre Lula, do PT, e Jair Bolsonaro, do PL. Esses são alguns dos assuntos do Poder em Pauta de hoje, o encontro quinzenal com os jornalistas do Estadão para discutir os assuntos que mexem com o poder, a política e o País. O episódio desta sexta-feira, 10, tem apresentação de Emanuel Bomfim e a participação de Felipe Frazão, de Brasília, e Pedro Venceslau, de São Paulo. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fome: a realidade de 33 milhões de brasileiros
Atualmente, mais de 33 milhões de pessoas não têm o que comer no Brasil. Em apenas um ano, o número de pessoas passando fome no país aumentou 14 milhões. Os dados são do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia de Covid-19, produzido pela Rede Penssan e pela Oxfam e lançado nesta quarta-feira, 08. A fome no Brasil alcançou um patamar registrado pela última vez nos anos 90. A pesquisa mostra ainda que mais da metade da população brasileira — 58,7% — convive com algum grau de insegurança alimentar. A pandemia e o agravamento da crise econômica só aumentaram as desigualdades que já existiam. O desmonte das políticas públicas por parte do governo também é um dos motivos para um número tão grande. As ações isoladas do governo Bolsonaro não conseguem enfrentar questões estruturais, como a alta da inflação, que está na casa de dois dígitos desde setembro do ano passado. Na média nacional, 15% dos brasileiros estão abaixo da linha da pobreza. Mas a realidade varia de acordo com a região. No Nordeste, esse número é de 21%. Na região Norte, chega a 25%. No episódio desta quinta-feira, 09, vamos debater esse cenário de fome e pobreza extrema do País com Rodrigo “Kiko” Afonso, diretor-executivo da Ação da Cidadania. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

‘Solução tabajara’? A proposta do governo de redução do ICMS
A poucos meses das eleições, Bolsonaro pretende realizar uma manobra para reduzir os preços dos combustíveis e assim tentar aumentar a popularidade nas pesquisas. Na última segunda-feira, 6, anunciou uma nova proposta que prevê o pagamento de uma compensação a Estados e municípios para zerar o ICMS — Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços — sobre o diesel e o gás de cozinha. O Congresso Nacional já estava discutindo um projeto de lei complementar com a ideia de fixar um teto de 17% para a alíquota do ICMS sobre combustíveis e energia. Porém, Bolsonaro quer ir além, com a aprovação do projeto de lei complementar, o governo pretende zerar o ICMS. Com isso, a União pagaria uma compensação aos Estados, proporcional ao valor do teto. A proposta prevê ainda a isenção de impostos federais — como o PIS/Cofins — sobre a gasolina e o etanol. Em março, diesel e gás de cozinha já tinham sido desonerados desses tributos. As medidas seriam válidas até o fim deste ano, no final do mandato. Mas, para entrarem em vigor, precisam da aprovação do Congresso Nacional. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que as medidas para compensar as perdas de arrecadação dos Estados e as renúncias fiscais de impostos federais teriam um custo entre 25 e 50 bilhões de reais. No episódio do podcast desta quarta-feira, 8, vamos tentar entender as propostas do governo federal e o impacto para os consumidores com Carlos Eduardo Navarro, pesquisador do Núcleo de Estudos Fiscais da FGV Direito SP. E para falar sobre a manobra política de Bolsonaro a poucos meses da eleição, convidamos Mariana Carneiro, editora da Coluna do Estadão. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela ForteMontagem: Moacir BiasiEditor do núcleo de Podcasts: Emanuel BomfimSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os riscos à liberdade de imprensa no Brasil
Hoje, 7 de junho, é o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa. Nesta data, em 1977, cerca de três mil jornalistas assinaram um manifesto exigindo o fim da censura e instauração de uma imprensa livre no Brasil. E relembrar o tema é essencial para a categoria que vem sofrendo cada vez mais ataques. Desde o início do mandato, o presidente Jair Bolsonaro deixa claro por meio de ameaças e agressões o seu desdém pelo trabalho da imprensa brasileira. Esse comportamento também inspira agressões de apoiadores do presidente. Só em 2021, o Brasil registrou 430 casos de violência contra profissionais de comunicação. Os números são do relatório “Violência contra jornalistas e liberdade de imprensa no Brasil”, feito pela Federação Nacional da categoria. O documento classificou o presidente Jair Bolsonaro como o “principal agressor” de jornalistas e veículos de comunicação. Porém estes ataques não são novidade, a imprensa brasileira, e inclusive o Estadão, passou por diversos momentos de censura e opressão. No episódio do podcast desta terça-feira, vamos trazer uma análise sobre o assunto do professor da ECA-USP e jornalista Eugênio Bucci. Para relatar os diferentes momentos históricos de censura do Estadão conversamos com o jornalista Edmundo Leite, coordenador do Acervo Estadão. E para debater sobre o cenário atual da liberdade de imprensa no Brasil, convidamos a presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo e professora do Insper, Natalia Mazotti. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira e Gabriela Forte Montagem: Moacir Biasi Editor do núcleo de Podcasts: Emanuel BomfimSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula e Bolsonaro não vão participar dos debates?
Os debates presidenciais fazem parte do cenário eleitoral brasileiro e historicamente têm um peso na decisão do eleitor. Entretanto, o atual presidente Jair Bolsonaro já afirmou que não pretende participar dos eventos em primeiro turno e que vai pensar, caso haja segundo turno. Em janeiro deste ano, Bolsonaro chegou a dizer que iria a todos os debates presidenciais, mas, não enviou representantes aos encontros das emissoras que planejam os eventos nesta eleição. O receio de Bolsonaro é que ele vire alvo de ataques de todos os seus rivais, o que poderia prejudicar a sua imagem perante a opinião pública. Dez encontros já foram marcados para o primeiro turno em TVs, internet e rádios pelo Brasil. Inclusive, em 24 de setembro, terá o promovido pelo Estadão e Rádio Eldorado, juntamente com o SBT. Lula já comunicou que vai aos debates, mas sua estratégia de campanha quer limitar os eventos em que ele estará presente. A pré-campanha do petista informou que estuda apresentar uma proposta de realização de três debates no primeiro turno, em forma de pool, quando diferentes emissoras usam o mesmo sinal para transmissão. Entretanto, a ausência em debates não é novidade, o próprio ex-presidente Lula, FHC e Collor não foram participar de debates durante o primeiro turno, em 2006, 1998 e 1989, respectivamente. No episódio desta segunda-feira, 06, vamos analisar o debate na era digital, e qual o peso que eles ainda têm na eleição, com Glauco Peres da Silva, professor associado do depto. de ciência política da USP. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiEditor do núcleo de Podcasts: Emanuel BomfimSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #222: #Start Eldorado: projetos 5G sob medida
Para garantir um bom funcionamento do 5G, serão necessárias mais torres e mais estações de rádio-base, com mais antenas. Elas são menores, mas instalar os equipamentos e colocar tudo isso em pé demanda estudos adequados e investimentos. Esse é o mercado das chamadas "neutral hosts", como a QMC Telecom: a empresa atua criando sites de transmissão inclusive ao "street level" (disfarçando as antenas em equipamentos urbanos como postes, bancas de jornal, viadutos, etc), em ambientes internos, como hotéis, shoppings, aeroportos, etc, e até mesmo ocultando-as em locais históricos e turísticos, onde não pode haver interferências urbanas. Ouça Murilo Almeida, presidente da QMC, no programa desta semana. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start vai ao ar toda quarta-feira, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que está por trás da candidatura de Luciano Bivar?
O partido União Brasil lançou recentemente o deputado federal Luciano Bivar como pré-candidato à Presidência. O partido tem a maior fatia do fundo eleitoral na eleição deste ano, estimado em mais de R$ 900 milhões, e também maior tempo de TV. Porém a falta de popularidade de Bivar, que não chegou a somar 1% nas últimas pesquisas eleitorais, levanta questionamentos sobre a viabilidade de sua candidatura. Além de deputado, Luciano Bivar é presidente do União Brasil, partido que é resultado da fusão entre o PSL e o DEM. O político ganhou notoriedade após o seu partido, PSL, abrigar Jair Bolsonaro, em 2018, para a disputa das eleições presidenciais. Porém, logo após a vitória, por causa de disputas internas pelo poder dentro do partido, Jair Bolsonaro deixou a legenda. Segundo Bivar, sua candidatura nasce com o objetivo de ser uma opção entre a polarização dos primeiros colocados Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL). Entretanto, o deputado já foi candidato à presidência em 2006 pelo PSL e teve 62 mil votos, ficando na última colocação da disputa. Hoje, o seu foco é nos ideais liberais econômicos e democráticos, ainda com a defesa de um imposto único federal. No episódio desta sexta-feira, 03, para analisar a candidatura de Luciano Bivar, e o que está por trás dela, vamos conversar com o colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Felipe Moura Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiEditor do núcleo de Podcasts: Emanuel BomfimSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jubileu da Rainha: o legado de Elizabeth e o futuro da monarquia
Nesta quinta-feira, a Inglaterra inicia as comemorações do Jubileu de Platina da Rainha Elizabeth II, a mais longeva monarca do Reino Unido com 70 anos de liderança da nação. O ápice das comemorações acontece no sábado, durante um concerto que contará com grandes shows de estrelas e lendas da música mundial, como Queen, Diana Ross, Rod Stewart, Elton John, entre outros. Mas quem vê a simpática senhora com seus 96 anos e com uma saúde que já inspira cuidados, não imagina a trajetória pela qual ela passou. As questões familiares sempre foram o calcanhar de aquiles de Elizabeth II. O momento mais delicado do seu reinado foi justamente no momento da separação entre o príncipe Charles e a princesa Diana, fazendo com que o regime monárquico fosse questionado na Inglaterra. Do ponto de vista político, a rainha enfrenta um momento delicado no país, envolvendo o primeiro-ministro Boris Johnson, que perdeu a confiança do parlamento britânico ao promover festas durante a pandemia. O caso pode custar o cargo do premier. No entanto, Elizabeth II chega no seu jubileu com uma aprovação de mais de 70% dos britânicos, segundo levantamento da YouGov. Especulações da imprensa inglesa dão conta de que esse reinado está perto do fim. A rainha deve abdicar do trono, em 2023, em nome do seu filho, Charles. No episódio de hoje, 02, vamos analisar o reinado de Elizabeth II, e todas as questões que permeiam o presente e o futuro da monarquia britânica com a professora de Relações Internacionais da ESPM, Carolina Pavese. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiEditor do núcleo de Podcasts: Emanuel BomfimSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Como interpretar um cenário com tantas pesquisas eleitorais
A grande quantidade de pesquisas sobre a corrida presidencial pode deixar o eleitor um pouco confuso sobre os dados apresentados. Por isso o Estadão criou um agregador de pesquisas, uma ferramenta que usa dados dos levantamentos de 14 empresas, para calcular o cenário mais provável da disputa a cada dia. A ferramenta controla diversos parâmetros e dá pesos diferentes aos levantamentos para impedir que números destoantes ou desatualizados puxem um dos concorrentes para cima ou para baixo. Os usuários também poderão fazer recortes dos resultados, destacando apenas as linhas do gráfico de determinados candidatos, e compartilhar essas visualizações em redes sociais e aplicativos de mensagens. Além disso, o agregador vai trazer outras análises sobre os candidatos à presidência da República. Por exemplo, a ferramenta indica que, apesar do noticiário carregado de polêmicas, a corrida presidencial tem sido marcada pela monotonia. De acordo com a Média Estadão Dados, que calcula o cenário mais provável a cada dia com base em pesquisas presenciais e telefônicas, Lula (PT) está mais ou menos no mesmo lugar há seis meses, com taxas de intenção de voto flutuando em torno de 44%. No episódio de hoje, 01, vamos falar mais sobre o lançamento do agregador Média Estadão Dados, com o repórter de Dados e editor do Estadão Verifica, Daniel Bramatti. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiEditor do núcleo de Podcasts: Emanuel BomfimSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': Presidente do Google Brasil fala sobre inovação no mundo digital
A partir de hoje, a cada 15 dias, você passa a ouvir no feed do 'Estadão Notícias' a série 'Cenários', com entrevistas de Sonia Racy com grandes nomes dos cenários político e econômico brasileiros. Neste episódio, a jornalista recebe Fabio Coelho, presidente do Google Brasil, que fala como a empresa atendeu ao aumento impactante do uso da mídia digital durante a pandemia, comenta os desafios da inovação no mundo digital e analisa a valorização de bons conteúdos na internet.See omnystudio.com/listener for privacy information.

CPI dos sertanejos? Os shows inflacionados nas prefeituras
A polarização política no Brasil chegou também aos palcos. Após uma crítica à cantora Anitta e a Lei Rouanet feita pelo cantor sertanejo Zé Neto, está sendo levantada uma série de questionamentos sobre o mau uso do dinheiro público e o financiamento de shows, principalmente em pequenas cidades do interior do Brasil. Os ataques contra a Lei Rouanet não são novidade no arsenal da direita que se associou a Bolsonaro e acontecem desde antes das eleições de 2018. Entretanto, muitos dos cantores que se utilizam desta retórica, como Bruno e Marrone, Gusttavo Lima, Israel e Rodolffo e outras duplas sertanejas, realizam shows milionários com verba paga por prefeituras de cidades pequenas. O jornal “O Estado de Minas” revelou que Gusttavo Lima iria faturar R$ 1,2 milhão por sua apresentação na 32ª Cavalgada do Jubileu do Senhor Bom Jesus do Matozinhos, na cidade de Conceição do Mato Dentro, em Minas Gerais, entre 17 e 23 de junho. Ao todo a cidade pagaria quase 2 milhões e meio de reais para seis shows com nove artistas no município. O montante milionário, conforme a prefeitura, veio de recursos da Compensação Financeira pela Exploração Mineral. Esse é um tributo pago pelas mineradoras para municípios e cidades onde há atividades minerárias. No entanto, a verba só pode ser usada em educação, saúde e na infraestrutura. Por causa dessas revelações, na semana passada, a tag #CPIDOSSERTANEJOS esteve entre os assuntos mais comentados nas redes sociais. Sobre esse assunto, vamos conversar no episódio do podcast de hoje, 31, com Julio Maria, repórter do Caderno 2 do Estadão. E para analisar esses casos e falar sobre o uso de dinheiro público em shows, convidamos o coordenador do Centro de Gestão e Políticas Públicas do Insper, André Marques. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiEditor do núcleo de Podcasts: Emanuel BomfimSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro e Biden face a face: o que esperar?
Na semana passada, o Itamaraty confirmou a presença do presidente Bolsonaro na 9ª Cúpula das Américas que será realizada em Los Angeles, entre os dias 6 e 10 de junho. O chefe do Executivo brasileiro também terá agenda bilateral com Joe Biden à parte da Cúpula, primeira vez que os dois presidentes vão se reunir desde as eleições americanas. Essa reunião exclusiva entre os dois países foi organizada pelos EUA e surge em meio a preocupação do governo norte-americano com um possível esvaziamento da Cúpula, idealizada pela Casa Branca como uma tentativa de retomar o protagonismo na região. A Cúpula das Américas é uma reunião de cúpula entre os chefes de Estado do continente americano criada pela Organização dos Estados Americanos com o objetivo de alcançar um nível maior de cooperação entre os países da zona econômica americana. Foi desenvolvida pela primeira vez no dia 9 de dezembro de 1994, em Miami, nos Estados Unidos. O evento deste ano terá o tema "Construindo um futuro sustentável, resiliente e equitativo”, que tem como mote principal a defesa da democracia. Na Cúpula há expectativa de que os participantes sejam instados a assumir novos compromissos nessas áreas. No episódio desta segunda-feira, 30, vamos conversar sobre a Cúpula das Américas e a postura esperada do Brasil no evento, com o especialista em relações internacionais, e professor da Universidade de Denver, nos Estados Unidos, Rafael Ioris. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #221: #Start Eldorado: cenário e aplicações do 5G na indústria
Os desafios e as possibilidades para a indústria em explorar as funcionalidades do 5G, impulsionando seus negócios, e as principais questões em termos de infraestrutura no cenário brasileiro: para falar sobre isso, o Start Eldorado recebe Pedro Tavares, da Deloitte de Portugal. Ele é líder de um centro de excelência na área, o TEE (Telecom Networks Engineering Excellence), que será trazido pela empresa ao Brasil para fomentar a união dos negócios com a quinta geração móvel no País. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.