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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão Analisa com Carlos Andreazza

3,437 episodes — Page 24 of 69

Agora vai? O fatiamento e votação do PL das Fake News

Deputados comunicaram o presidente da Câmara dos Deputados de que estão prontos para votar a proposta fatiada do PL 2630 das Fake News. No entanto, Arthur Lira (PP-AL), quer colocar para votação apenas quando o texto final da proposta for acordado. O Estadão conversou com deputados de diferentes espectros ideológicos, incluindo parlamentares da bancada evangélica, de esquerda, da direita e da frente digital. Em comum, os deputados dos mais variados partidos disseram que, em linhas gerais, não se opõem ao PL 2370/2019, de autoria da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e relatado pelo deputado Elmar Nascimento (União-BA). Lira já foi informado desse novo cenário. O texto prevê o pagamento de direitos autorais por conteúdos audiovisuais publicados na internet, além de remuneração a ser paga pelas plataformas digitais a veículos da imprensa. Como mostrou o Estadão, as empresas Google e a Meta - controladora do Facebook, Whatsapp e Instagram – lideraram uma operação de pressão e lobby para derrubar o PL das Fake News, da pauta do Congresso brasileiro. Durante 14 dias, as big techs atuaram fortemente para deputados se posicionarem contra a proposta, com ameaças de retirar conteúdo das redes sociais e disseminação de uma campanha de ataques às contas deles na internet. Afinal, qual a importância do Congresso voltar a encarar o projeto de lei que regula as redes sociais? Quais são os aspectos centrais que precisam ser contemplados para uma melhora no ambiente virtual? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Bruna Martins, da Coalizão Direitos na Rede. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 10, 202322 min

Conteúdo Patrocinado: #04 Pfizer: câncer colorretal

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), estima-se que, globalmente, cerca de 1,8 milhão de novos casos de câncer colorretal sejam diagnosticados a cada ano1, sendo esse o terceiro tipo de câncer mais comum. Em mais um episódio do podcast, #BoraFalarDeCâncer, especialista e paciente falam sobre a importância do diagnóstico precoce e também do acolhimento, tanto do profissional da saúde quanto das famílias. O câncer colorretal é tema do 4º episódio da série de podcasts #Borafalardecâncer, que discute a jornada do paciente. Esta série é patrocinada pela Pfizer e esse episódio foi apresentado pela jornalista Barbara Guerra. Ouça! Convidados: Dr. Fabricio Ruzon (CRM: 166905-SP) e Farley Lopes. Referências: World Health Organization; Disponível em: 1Colorectal cancer – IARC (who.int); acessado em: 24/07/2023 National Cancer Institute; Disponível em: Colorectal Cancer — Cancer Stat Facts acessado em: 24/07/2023 Inca; disponível em: Câncer de intestino — Instituto Nacional de Câncer - INCA (www.gov.br)/ ; acessado em: 24/07/2023 Ministério da Saúde – Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/estimativa-2020-incidencia-de-cancer-no-brasil.pdf - acessado em 04/08/2023 Ann Oncol. 2023;34(1):10-32.A. Cervantes, R. Adam, S. Roselló, et al, on behalf of the ESMO Guidelines Committee - acessado em 04/08/2023 PP-UNP-BRA-2605See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 9, 202318 min

Fantasma da era Dilma: a repetição dos erros na gestão da Petrobras

A Petrobras tem segurado possíveis reajustes nos preços dos combustíveis apesar da escalada da cotação do barril de petróleo. A defasagem chegou aos 24% no preço médio da gasolina vendida nas refinarias da estatal em comparação com os preços internacionais. Essa defasagem dos combustíveis afasta os importadores que não veem sentido em comprar no exterior a um preço maior e vender a um preço menor no Brasil. Com isso, a Petrobras é forçada a importar mais produtos para abastecer o mercado interno porque não produzimos derivados de petróleo de maneira autossuficiente Recentemente, a estatal teve lucro de R$ 28 bilhões no segundo trimestre do ano, uma queda de 47% frente ao mesmo período do ano passado. Esses erros são os mesmos observados na gestão de Dilma Rousseff. Em outubro de 2013, a Petrobras acumulou uma dívida de US$112 bilhões e se tornou a empresa mais endividada do mundo. Os subsídios à gasolina e ao diesel custaram US$ 40 bilhões à estatal. Em janeiro de 2016, as ações da Petrobras valiam menos de cinco reais. Afinal, a repetição de erros do passado pode comprometer o futuro da Petrobras? Como despolitizar a estatal? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura e Energia (CBIE), Adriano Pires. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 9, 202328 min

As controversas falas de Zema e seus efeitos políticos

A entrevista do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, ao Estadão gerou ampla repercussão no mundo político e também nas redes sociais. O político defendeu que os Estados do Sul e Sudeste se juntem em um consórcio para levar adiante seus ideais mais à direita. A fala foi vista como uma ruptura com outras regiões, principalmente, o Nordeste, que deu a vitória a Lula nas eleições. De lá, saiu a vitória do atual presidente, com 53% dos votos válidos, contra 23% de Jair Bolsonaro. Quem saiu em defesa de Romeu Zema foi o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. De acordo com o político gaúcho, o que o grupo quer é agir por mais equilíbrio na reforma tributária e não “discriminar” nenhuma região. O consórcio do Nordeste reagiu às declarações dos dois políticos. O governador da Paraíba e presidente do grupo, João Azevêdo, afirmou que Zema cometeu equívocos e foi “infeliz” nas declarações. Já o ministro da Justiça, Flávio Dino, afirmou que criar distinções entre brasileiros é proibido na Constituição Federal e que aquele que optar por esse caminho é “traidor da Pátria”. Afinal, como essas falas de Romeu Zema podem acentuar as divisões no Brasil? De que maneira as declarações de Zema antecipam a disputa na direita pelo espaço deixado por Bolsonaro? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre este assunto com o cientista político da FGV e colunista do Estadão, Carlos Pereira. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 8, 202322 min

Novidade: Morning Call | Mercado em 15 minutos

A partir de hoje, 07, você passa a receber aqui em nosso feed o 'Morning Call': um bate-papo sobre o mercado financeiro para quem quer começar a investir e para quem já investe. O programa, que será publicado todas as segundas, é apresentado pela jornalista Michelle Trombelli e conta com as análises de Martin Iglesias, professor e especialista líder em Investimentos e Alocação de Ativos do Itaú Personnalité.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 7, 202314 min

Novo PAC: se fracassou no passado, por que retomá-lo agora?

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende anunciar, em 11 de agosto, a retomada do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As obras de infraestrutura terão sete eixos: transportes, água, transição e segurança energética, infraestrutura urbana, inclusão digital, infraestrutura social e defesa. O PAC foi lançado em 2007, no início do segundo mandato de Lula, reunindo um conjunto de obras, como, por exemplo, a construção e duplicação de rodovias, plataformas de petróleo, pontes, linhas de transmissão de energia e unidades do Minha Casa, Minha Vida. Um relatório do TCU de 2019 aponta que o PAC 1, que foi de 2007 a 2010, concluiu apenas 9% das ações previstas no período. Já o PAC 2, que engloba o período de 2011 a 2014, entregou 26% das obras previstas pelo governo. Segundo o governo, o novo PAC terá um diferencial dos outros, pois terá um foco maior em infraestrutura social e ambiental, e mais participação do setor privado, através de PPPs e concessões. Para isso, a gestão Lula pretende usar e abusar dos bancos públicos, como a Caixa e o BNDES, para financiar essas obras. Afinal, é necessário retomar um programa, que já deu errado em gestões passadas, para tocar obras de infraestrutura? O novo PAC já nasce problemático? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista e pesquisador do Insper, Marcos Mendes. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 7, 202324 min

Tecnologia #284: #Start Eldorado: Muito além do cartão

O Start Eldorado desta semana recebe Rodrigo Villela, vice-presidente de Serviços e Dados da Mastercard Brasil, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales sobre reinvenção e inovação. De uma empresa de soluções de crédito para uma empresa de tecnologia, muito além do cartão, com base em dados e inteligência, a Mastercard, uma das maiores organizações do mundo, incorpora a seus produtos soluções de cibersegurança, consultoria estratégica, análise de dados para geração de insights e tomada de decisões, pagamentos em tempo real e open banking. O Start Eldorado vai ao ar na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP todas as quartas-feiras, às 21h, e também nos canais digitais, aplicativo e Alexa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 5, 202324 min

Educação em xeque: a polêmica proposta do ensino por slides

Pela primeira vez, as escolas estaduais de São Paulo não vão mais receber os livros didáticos do programa nacional gerido pelo Ministério da Educação (MEC), que compra obras para todo o País há décadas. O secretário da Educação paulista, Renato Feder, resolveu abrir mão de 10 milhões de exemplares para os alunos do ensino fundamental 2 (6º ao 9º ano) no ano que vem para usar apenas material digital. O PNLD existe - nem sempre com esse nome - há mais de 80 anos no País. Foi reestruturado no governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) quando passou a estabelecer critérios rígidos de avaliação. O sindicato dos professores da rede estadual (Apeoesp) diz que Feder quer impor “pensamento único a professores e estudantes da rede estadual de ensino, contrariando, mais uma vez, a liberdade de cátedra e o princípio da liberdade de ensinar e aprender”. Relatório do braço das Nações Unidas para a educação (Unesco), divulgado na semana passada, recomendou o uso da tecnologia como complementação a outras estratégias na sala de aula, e não como substituição. O documento cita pesquisas que indicam efeitos negativos na aprendizagem quando estudantes têm uso considerado intensivo de tecnologias na educação. Afinal, o quanto a medida do governo de SP coloca em risco a qualidade do ensino e o futuro das novas gerações? O governador Tarcísio de Freitas vai consentir com essa política pública?No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a presidente executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 4, 202325 min

A queda na Selic, as sinalizações do Copom e os impactos na economia

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu iniciar o processo de redução da taxa Selic, com um corte mais agressivo, de 0,50 ponto porcentual, de 13,75% para 13,25% ao ano. O movimento, tão aguardado pelo governo, por empresários e, mais recentemente pelo mercado financeiro, ocorreu em uma decisão dividida, na estreia de Gabriel Galípolo e Ailton Aquino no comitê. A redução ocorre exatamente 12 meses depois de o BC elevar a taxa Selic pela última vez para combater uma inflação até então bastante persistente. Desde então, os juros básicos estavam parados em 13,75% ao ano. De lá para cá, a inflação acumulada em 12 meses cedeu de 10,07% para 3,16%. Segundo a previsão do Boletim Focus, do Banco Central, a Selic brasileira deve cair para 12,25% até o final de 2023. Em 2024, a previsão é de que caia para um dígito: 9,5%; em 2025: 9%; e 8,75% em 2026. Quais as sinalizações que o Copom indica para as próximas reuniões? Até quando o Brasil seguirá num patamar contracionista? Quais impactos mais imediatos e futuros da nova Selic para a atividade econômica brasileira?No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o pesquisador do FGV Ibre e economista da LCA, Bráulio Borges. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 3, 202321 min

'Cenários com Sonia Racy': as ações do Pacto Global da ONU na defesa do meio ambiente

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Carlos Pereira, diretor executivo do Pacto Global da ONU no Brasil.Ele fala sobre a maior ação de sustentabilidade corporativa do mundo, dos 20 anos de atuação no Brasil em defesa do meio ambiente e de ações anticorrupção.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 2, 202339 min

O que está por trás das ondas de calor no planeta?

O recém-completado mês de julho pode ter sido o mais quente da história, ao menos dentro do que se tem de registros. Diante deste cenário alarmante, o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterres, afirmou que “as mudanças climáticas estão fora de controle”. A onda de calor que afeta o hemisfério norte continua castigando a população dessa região, com incêndios ativos na Grécia e nos Estados Unidos, assim como um possível recorde de temperatura para o continente europeu nas ilhas italianas da Sardenha e Sicília. As autoridades de saúde emitiram alertas para calor extremo nos Estados Unidos, Europa e Ásia, com recomendações para hidratação constante e para que as pessoas se protejam do sol, em mais uma demonstração dos efeitos diretos da mudança climática. Mas, e o Brasil? Podemos enfrentar ondas de calor como a Europa, Ásia, e os Estados Unidos? A resposta é sim, mas como o calor por aqui é mais comum, acaba tendo um impacto diferente do hemisfério norte. Afinal, o que está acontecendo com o planeta? Estamos próximos a um ponto de “não retorno”? O quanto as ondas de calor têm como causa a ação humana? O que precisa ser feito a curto prazo para mudar este cenário? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o secretário executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 2, 202327 min

A volta do Congresso e a disputa pelo comando de ministérios

O Congresso Nacional volta a funcionar nesta terça-feira (1º), após um período de recesso parlamentar. Deputados e senadores vão focar na conclusão de votações importantes na área econômica. Estão na lista de projetos em discussão, a reforma tributária, o novo marco fiscal e as alterações em regras de julgamento do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Além dessas pautas, voltam também as Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs), como a dos Atos Golpistas e a das Americanas, que devem ter novos depoimentos e novos pedidos de convocação feitos. Outro desafio do governo, nesta volta, é aumentar a base de apoio político no Congresso e ter mais força nas negociações de pautas do Planalto. Para isso, o governo pretende negociar e trocar comandos de ministérios para elevar o número de aliados. Afinal, como o governo pretende ampliar sua base no Congresso? Ministérios mais estratégicos podem ser “rifados” nesta negociação? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre esse assunto com o cientista político e coordenador do blog Legis -Ativo do Estadão, Humberto Dantas. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 1, 202325 min

A voz dos jovens: volta às aulas e a indefinição sobre o novo ensino médio

Um episódio especial do podcast ‘Estadão Notícias’, com reportagem e apresentação da repórter especial Renata Cafardo, dá voz aos jovens que são o centro da discussão ainda sem definição pelo Ministério da Educação (MEC). Estudantes de escolas públicas e privadas do País revelam os desafios do dia a dia do novo ensino médio e contam que se sentem perdidos em um debate para o qual sentem que não foram convidados. Depois de meses de consulta pública a professores, alunos, secretários e especialistas, jovens de todo o País voltam às aulas nesta semana ainda sem saber o que vai acontecer com o novo ensino médio. O modelo, em vigor desde o ano passado em escolas públicas e particulares, diminuiu o número de aulas da formação básica para dar espaço a um currículo flexível, em que o estudante poderia escolher as disciplinas que gostaria de cursar. A reforma, no entanto, tem sido alvo de críticas por não promover efetivamente uma escolha aos alunos, ampliar a desigualdade entre redes públicas e privadas, evidenciar a falta de estrutura para um currículo flexível e prejudicar a preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Renata Cafardo Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Gustavo Lopes Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 31, 202325 min

Projetos do Sesi-SP reduzem gap na educação pós-pandemia

A pandemia de Covid-19 agravou ainda mais as desigualdades em relação à educação no Brasil. Durante a crise sanitária, as escolas públicas do País tiveram mais dificuldades para oferecer o ensino remoto, o que aumentou a distância em relação à rede privada. Para tentar minimizar esse impacto, o Sesi-SP criou um programa emergencial para auxiliar professores e profissionais da rede pública a enfrentarem as dificuldades identificadas por eles em cada escola, o Recompondo Saberes. Com duração de um ano, o programa atingiu quase um milhão de alunos no segundo semestre de 2022 e primeiro semestre de 2023. Agora, o Sesi-SP anuncia um novo projeto na área de educação, o Novo Olhar. Ambos fazem parte de um guarda-chuva mais amplo, o Sesi para Todos, estruturado para a instituição compartilhar, de forma gratuita, suas soluções educacionais. Os programas são o tema deste podcast, patrocinado pelo Sesi-SP e apresentado pelo jornalista Maurício Oliveira. Ouça! See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 30, 202316 min

Tecnologia #283: #Start Eldorado: 5G baseia inovação no setor financeiro

O 5G como base de aplicações inovadoras no setor financeiro, com suas possibilidades de multiconexão de dispositivos, alta velocidade e grandes volumes de tráfego, servindo como base para a análise de dados para melhorar a relação dos clientes com as instituições - aplicações das quais também se podem valer outros setores como o de varejo, saúde, seguros, educacional e entretenimento. O Start Eldorado recebe Antonio João Filho, diretor-executivo para o mercado financeiro de uma das maiores operadoras do Brasil, a Claro/Embratel, que fala desse tema em um projeto conjunto com o Banco do Brasil, além das possibilidades de aplicação de inteligência na captura de informações de nossas relações com os smartphones, revertida em dados preciosos para os negócios. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, app, Alexa e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 29, 202326 min

Como a reforma administrativa pode melhorar o País

Uma possível conclusão da reforma administrativa voltou ao centro de discussões depois que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), apontou o assunto como um dos próximos passos da Casa. O deputado afirmou, durante um evento em São Paulo na última segunda-feira, que o tema está pronto para a votação. As mudanças se baseiam em um texto enviado para o Congresso pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, em setembro de 2020. Um ano depois, em 2021, os tópicos foram aprovados em uma comissão especial da Câmara, que teve como relator o deputado Arthur Maia. Entre as principais polêmicas, a perda de direitos garantidos a funcionários públicos é o que mais gera discussões. De acordo com Lira, a proposta de reformulação da administração pública não prejudicará quem já tem seus direitos adquiridos. Para o parlamentar, a proposta deve ser discutida com a mesma amplitude com que se discute a reforma tributária. Afinal, qual o potencial desta PEC para resultar em um Estado mais enxuto e eficiente? Ou é preciso repensar o projeto como um todo? Para debater o tema, o ‘Estadão Notícias’ conversou com o professor e coordenador do Centro de Gestão e Políticas Públicas do Insper, André Marques. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Gabriel Amorim Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 28, 202324 min

Dança das cadeiras: como o Censo pode mexer com a composição da Câmara

Os números do Censo 2022 já divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram mudanças importantes na população de grandes cidades do País. Com o crescimento do número de habitantes em algumas capitais e a queda em outras, a discussão sobre uma possível mudança na composição da Câmara dos Deputados voltou a ganhar força. Tramita no Congresso projeto de lei de autoria do deputado Rafael Pezenti (MDB-SC) para alterar a quantidade de deputados federais que representam cada Estado. Santa Catarina, de onde é o autor do projeto, é um dos Estados em que a população cresceu e que, portanto, seria beneficiada pela medida. Pelo Censo 2022, sete Estados ganhariam mais cadeiras na Câmara, e outros sete perderiam representantes na Casa. As mudanças são justificadas na previsão legal de que a quantidade de deputados precisa ser determinada de acordo com o tamanho da população dos Estados brasileiros. A última atualização na composição da Casa aconteceu em 1993. Não houve mudança do tamanho das bancadas a partir dos dados dos Censos de 2000 e 2010. A nova proposta gera controvérsias e parlamentares têm posicionamentos bastante diferenciados. O podcast conversou com os deputados Rafael Pezenti (MDB-SC) e Lídice da Mata (PSB-BA) que têm visões antagônicas sobre o projeto. Além de ouvir os parlamentares, o ‘Estadão Notícias’ conversou sobre o assunto com o cientista político e diretor de projetos do Movimento Voto Consciente, Bruno Silva. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Gabriel Amorim Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 27, 202323 min

Conteúdo Patrocinado: #03 Pfizer: melanoma e a barganha

Menos comum do que outros cânceres de pele, o melanoma é um tipo da doença que pode se disseminar para outras regiões do corpo se não for diagnosticado precocemente. O diagnóstico pode ser um choque e gerar um processo de luto. Esse, contudo, é um processo não linear e pode envolver diferentes fases e emoções. Uma dessas fases é conhecida como "barganha". A barganha é uma forma de tentar recuperar um senso de controle e poder diante da situação desafiadora do câncer. O melanoma e a barganha são temas do 3º episódio da série de podcasts #Borafalardecâncer, que discute a jornada do paciente. Esta série é patrocinada pela Pfizer e apresentada pela jornalista Rita Lisauskas. Ouça!Convidados: Dr. Fabricio Ruzon (CRM: 166905-SP) e Regina Muniz. PP-UNP-BRA-2427 Referências: SEER; Disponível em: https://seer.cancer.gov/statfacts/html/melan.html; acessado em: 24/07/2023 Grupo brasileiro de melanoma; disponível em: https://gbm.org.br/o-melanoma/ ; acessado em: 24/07/2023 Grupo brasileiro de melanoma; disponível em: https://gbm.org.br/o-melanoma/ ; acessado em: 24/07/2023See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 26, 202324 min

MP das apostas: governo pensou só na arrecadação?

O governo Lula publicou no Diário Oficial desta terça-feira, 25, uma Medida Provisória para regulamentar e taxar as apostas online como forma de abastecer os cofres da União. O texto coloca regras em um assunto que está há anos em um limbo regulatório. Desde 2018, no governo do então presidente Michel Temer, a modalidade de aposta esportiva, conhecida como “bets”, foi legalizada temporariamente. Na época, se estabeleceu um prazo máximo de quatro anos para que a atividade fosse regulamentada pelo Ministério da Fazenda, o que não aconteceu. Segundo o texto, as apostas serão taxadas em 18% sobre a receita bruta dos jogos subtraídos dos prêmios pagos aos apostadores, o chamado GGR (gross gaming revenue, na sigla em inglês). O valor será dividido para áreas como a seguridade social, educação básica, e o próprio Ministério dos Espertos, além de clubes e jogadores profissionais. A aprovação foi publicada em um momento marcado por investigações sobre manipulações feitas a partir da negociação entre apostadores e jogadores que teriam interferido em resultados de partidas recentes. Apesar do passo, as regras terão de ser analisadas em até 120 dias pelo Congresso Nacional para não perder validade. Afinal, a regulamentação será benéfica ou o projeto só visou a arrecadação tributária? Os impactos na saúde pública foram levados em conta? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos analisar os detalhes sobre a nova regulamentação e suas consequências em uma conversa com a advogada, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Desportivo e Procuradora do TJD do Futebol Paulista, Mariana Chamelette. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Gabriel Amorim Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 26, 202327 min

Melhora econômica é passageira? Os desafios do governo até o fim do ano

Mesmo com a melhora das expectativas econômicas no primeiro semestre, o governo Lula entra nos últimos cinco meses deste ano com desafios na área fiscal e uma dura batalha no Congresso para colocar de pé políticas fundamentais para a agenda do Ministério da Fazenda nos próximos anos. Na lista de prioridades estão medidas que garantam o aumento da arrecadação, a conclusão da votação do arcabouço fiscal, da reforma tributária sobre o consumo e o início do debate sobre a taxação da renda. Nesse contexto está também a taxa de juros. Há uma grande expectativa para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que será realizada no início de agosto. O tema gerou trocas de farpas entre integrantes do governo e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, pela queda da Selic, que hoje está em 13,75% ao ano. No primeiro trimestre, o governo já havia colhido uma boa notícia na economia. Entre janeiro e março, o Produto Interno Bruto (PIB) subiu 1,9% e veio bem acima do projetado pelos economistas. O resultado foi impulsionado pela agropecuária. No entanto, os números do Tesouro Nacional já mostram uma piora no resultado fiscal. Entre janeiro e maio deste ano, na comparação com o mesmo período de 2022, as receitas recuaram R$ 2 bilhões, enquanto que as despesas subiram R$ 38,6 bilhões. No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos analisar e situar sobre os principais desafios econômicos do governo para os próximos meses com a repórter de Economia do Estadão, Bianca Lima. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 25, 202328 min

Caso Moraes: investigação flerta com abuso de autoridade?

A condução do inquérito sobre a agressão da qual o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi vítima, no último dia 14, tem gerado debate no mundo jurídico. Advogados de diferentes frentes têm questionado a competência do órgão e considerado excessos relacionados às buscas da Polícia Federal nas residências da família suspeita de cometer o ataque. A ação também é vista por alguns como desnecessária para o inquérito. Além disso, especialistas questionam a tentativa de incluir o caso como uma espécie de agressão ao Estado Democrático de Direito, já que o ministro não personifica a figura do Estado. A Lei de Defesa do Estado Democrático de Direito foi instaurada em 2021, definindo crimes que ameaçam ou impedem o pleno funcionamento da democracia. Substituta da Lei de Segurança Nacional, de 1983, a atualização foi necessária diante dos abusos no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que se utilizou da lei para abrir inquéritos criminais contra opositores políticos. A lei esclarece justamente que a defesa do regime democrático não deve ser confundida com a defesa das autoridades. O que tem acontecido, no caso do ministro Alexandre de Moraes, coloca em xeque o uso da lei. Afinal, a maneira como este processo está transcorrendo configura abuso de autoridade por parte do STF? Existe um punitivismo exacerbado ao tentar coibir os ataques contra autoridades públicas? O ‘Estadão Notícias’ conversou sobre o assunto com Vera Chemim, advogada constitucionalista com mestrado em Administração Pública pela FGV de São Paulo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Adele Robichez Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 24, 202324 min

Tecnologia #282: #Start Eldorado: Redes modernas no centro dos negócios - 2

O Start Eldorado, programa de rádio pioneiro sobre tecnologia e transformação digital nos negócios e na sociedade, mostra a segunda parte da conversa sobre o cenário e a importância das redes robustas e modernas, protegidas e dotadas de inteligência artificial, e também da orquestração de boas soluções de conectividade nos ambientes de negócios, recebendo dois entrevistados: Ricardo Mucci, country manager da Cisco no Brasil, e José Renato Gonçalves, CEO da NEC no Brasil. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM (107,3 - SP) e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 22, 202324 min

O preocupante aumento dos casos de estupro e dos golpes virtuais

O Brasil atingiu recorde de estupros dos últimos 11 anos, com 74.930 vítimas em 2022. Um alarmante aumento de 8,2% em relação ao ano anterior, indica o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira, 20. A taxa é de 37 casos a cada 100 mil habitantes. O levantamento do Fórum também apontou um preocupante pico de feminicídios no País, com 1.437 registros no ano passado. Além disso, casos de racismo dispararam 68%, totalizando 2.458 ocorrências no período. Os casos de homotransfobia cresceram 54%, chegando a 488 registros. Já crimes virtuais de estelionato apresentaram um salto de 37,9% – ou seja, ao menos três brasileiros foram vítimas de golpe a cada minuto em 2022. Por outro lado, o levantamento aponta um alívio nos crimes com mortes violentas, nível mais baixo desde o início do anuário em 2011. No ano passado, foram 47.508 vidas perdidas em ocorrências do tipo. O índice por 100 mil habitantes no Brasil caiu de 24 para 23,4, mas o País ainda concentra cerca de um quinto dos homicídios no mundo. Com a chegada do Pix, e de outros meios eletrônicos de pagamento, os crimes virtuais de estelionato também aumentaram. Ao menos três brasileiros foram vítimas de golpe a cada minuto em 2022, ano em que o País apresentou aumento de 37,9% nesses casos. No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre esses dados com o coordenador de projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, David Marques. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Adele Robichez e Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Adele Robichez Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 21, 202327 min

150 anos de Santos-Dumont: por que é preciso tirar o manto de herói

Há exatamente 150 anos, em 20 de julho, nascia no município de Palmira, em Minas Gerais, Alberto Santos-Dumont, conhecido como o "pai da aviação". Apesar do título, a disputa sobre quem é o verdadeiro responsável pelo veículo de transporte mais avançado de nossa época continua. Para muitos historiadores, a aviação teve seu início com os irmãos Wright, que realizaram um voo controlado em um veículo motorizado em 17 de dezembro de 1903. Três anos depois, em 23 de outubro de 1906, Santos-Dumont se tornou a primeira pessoa a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina, o famoso 14 Bis, no Campo de Bagatelle, em Paris. A controvérsia em torno de quem é o verdadeiro pai da aviação surge do fato de que os irmãos Wright precisaram de uma espécie de catapulta mecânica para lançar o avião, enquanto a aeronave de Santos-Dumont era autopropulsada, assim como os aviões modernos. Considerado um dos inventores mais importantes do final do século 19 e início do século 20, Santos-Dumont suicidou-se em 23 de julho de 1932, no banheiro do Grand Hôtel de La Plage, no Guarujá, litoral de São Paulo. Apesar das diversas homenagens, Dumont não tem o reconhecimento adequado no Brasil e vê o risco de seu legado cair no esquecimento. Afinal, por que grandes inventores brasileiros acabam sendo desprezados? O que é preciso ainda descobrir sobre a biografia e os feitos de Santos-Dumont? Para responder a estas questões, nós convidamos para uma conversa a editora do Estadão, Luciana Garbin. Ela é autora do livro infantil ‘Albertinho e suas incríveis máquinas voadoras’ (Editora Letras do Brasil), e foi curadora da exposição ‘Santos-Dumont na Coleção Brasiliana Itaú’. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Vinícius Novais e Adele Robichez Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 20, 202335 min

'Cenários com Sonia Racy': O futuro do segmento de produtos de limpeza no Brasil

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Waldir Beira Junior, presidente da Ypê. Ele fala sobre seu otimismo com as novas tecnologias, as práticas ESG da empresa e o futuro do segmento de produtos de limpeza no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 19, 202331 min

Augusto Aras será reconduzido à PGR com ajuda de petistas?

O mandato do atual procurador-geral da República, Augusto Aras, termina em setembro. Até lá, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá que escolher um nome para ocupar a vaga. Pela ligação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a recondução de Aras para um terceiro mandato seria improvável. A PGR é a única entidade que pode oferecer denúncia contra um presidente. No comando de Aras, o órgão arquivou mais de 100 pedidos de investigação contra Bolsonaro. Quando era candidato, Lula chegou a se referir ao procurador como “engavetador”: No entanto, visando a sua recondução, Aras tem feito acenos ao governo atual, enfatizando seu trabalho para “enfrentar e desestruturar as bases do lavajatismo”, responsável pela prisão de Lula. Com isso, Aras tem sido visto com bons olhos por alas influentes do PT, especialmente pelo seu bom trânsito no Senado e na Câmara. Por outro lado, um grupo de apoiadores de Lula avalia a recondução de Augusto Aras como um desgaste político desnecessário. Além da lista tríplice com os nomes de José Adonis, Luiza Frischeisen e Mario Bonsaglia, há outros candidatos na disputa. Um dos favoritos é o subprocurador Antônio Carlos Bigonha, crítico da atuação do Ministério Público na Lava Jato. Outro é o subprocurador Paulo Gonet, próximo do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Foi dele a dura manifestação pela inelegibilidade de Jair Bolsonaro. Afinal, como Aras conseguiu se tornar uma opção viável para permanecer na PGR? Quais as chances do atual procurador ser reconduzido ao cargo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Eliane Cantanhêde. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Adele Robichez Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 19, 202319 min

Saga vai ter fim? O que está travando o acordo entre Mercosul e UE

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em Bruxelas, na Bélgica, onde participa da 3ª Cúpula entre a Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e a União Europeia (UE), com uma missão em sua bagagem: pacificar o caminho para um acordo entre Mercosul e o bloco europeu. Atualmente, os últimos detalhes do acordo entre os dois blocos esbarra em divergências na área ambiental. Em março, a União Européia encaminhou documento com revisões do acordo, mas o Brasil rechaçou. Outro ponto que ainda não é consenso entre os blocos é a possibilidade de que empresas sediadas no Mercosul participem em pé de igualdade de licitações no bloco europeu, e vice-versa. Na prática, o acordo dificulta que governos deem prioridades às empresas locais para estimular a produção interna, por exemplo. A ratificação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia representaria uma vitória geopolítica para o Brasil, sobretudo no momento em que o governo Lula procura articular uma estratégia para não desagradar nem os Estados Unidos e nem a China. Afinal, o que representa para o Mercosul este acordo com a União Européia? Qual o tamanho da vitória política para Lula, caso consiga ratificar este acordo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Roberto Goulart Menezes, professor do instituto de Relações internacionais da UnB e coordenador do núcleo de estudos Latino-americanos O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 18, 202326 min

Caso Barroso: a politização de ministros do STF e a crise institucional

Na semana passada, uma declaração do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, gerou uma crise institucional entre os poderes. Durante um evento da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Brasilia, o magistrado disse que “Nós derrotamos a censura, nós derrotamos a tortura, nós derrotamos o bolsonarismo para permitir a democracia.” Após o evento, parlamentares aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmaram que vão entrar com um pedido de impeachment contra o magistrado. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), classificou como “infeliz” a fala do ministro Luís Roberto Barroso. Após a repercussão, o Supremo Tribunal Federal informou, em nota, que a frase dita por Barroso “‘nós derrotamos a ditadura e o bolsonarismo’ referia-se ao voto popular e não à atuação de qualquer instituição”. Após as críticas de Rodrigo Pacheco, o ministro afirmou também que não pretendia “ofender os 58 milhões de eleitores do ex-Presidente” Jair Bolsonaro. Afinal, qual deve ser o limite na atuação pública dos ministros do Supremo Tribunal Federal? Existe, de fato, uma politização do STF? O episódio pode resultar em consequências jurídicas para Barroso? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor da FGV Direito-SP e autor do livro “Catimba Constitucional”, sobre a história recente do Supremo, Rubens Glezer. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Brito Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 17, 202322 min

Tecnologia #281: #Start Eldorado: Redes modernas no centro dos negócios - 1

O Start Eldorado, programa de rádio pioneiro sobre tecnologia e transformação digital nos negócios e na sociedade, mostra a primeira parte da conversa sobre o cenário e a importância das redes robustas e modernas, protegidas e dotadas de inteligência artificial, e também da orquestração de boas soluções de conectividade nos ambientes de negócios, recebendo dois entrevistados: Ricardo Mucci, country manager da Cisco no Brasil, e José Renato Gonçalves, CEO da NEC no Brasil. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM (107,3 - SP) e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 15, 202324 min

Geladeira mais barata? A aposta do governo para aquecer a indústria

Durante um evento oficial nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aventou a possibilidade do governo criar um programa de subsídios para baratear produtos da chamada linha branca (geladeiras, freezers, lavadora de roupas, entre outros). Ainda durante o processo de votação da Medida Provisória que retomou o programa Minha Casa, Minha Vida, o setor tentou emplacar a disponibilização, custeada pelo Governo, de eletrodomésticos. A lógica para justificar o projeto agora, segundo o setor, está no fato de que novos produtos lançados pela indústria têm maior eficiência energética. Depois de acumular 18 meses de queda nas vendas, o setor de eletroeletrônicos registrou um semestre de alta de 13% entre janeiro e junho deste ano, em comparação com o mesmo período de 2022. Caso o programa de subsídios de eletrodomésticos prospere, o Brasil deve observar uma invasão chinesa no setor. As gigantes, como Gree, Midea, Hisense e TCL, preparam uma ofensiva no mercado brasileiro, avaliado como de grande potencial de consumo para itens das linhas branca e marrom. O grande número de habitantes no Brasil, e o potencial de demanda a ser explorado chamam muito a atenção dos chineses. A maior parte das fabricantes chinesas miram o mercado de televisores por conta do alto valor de faturamento do setor, que chega a ser duas vezes maior do que o de lavadoras. Afinal, aumentar subsídios da linha branca é bom ou ruim para a economia do País? O Brasil tem espaço fiscal para abrigar essa política? Como lidar com a invasão chinesa no setor? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, ouvimos o economista e professor de MBAs da FGV, Robson Gonçalves. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Brito Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 14, 202322 min

Brasil a caminho de se tornar um país evangélico

O censo realizado em 2010 já projetava que até 2032 o Brasil passaria de um País católico para uma nação evangélica. Segundo uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos da Metrópole, da USP, igrejas evangélicas abriram cerca de 17 novos templos em média, diariamente, no Brasil em 2019. Mesmo sem os dados consolidados do atual censo do IBGE sobre religião, é possível constatar esse crescimento através das últimas eleições. O Blog De Dados em Dados, no Estadão, e produzido por Bruno Soller, mostra que mais de 30% dos eleitores se definem como evangélicos. Até por isso, houve um crescimento também de representantes desse grupo dentro dos parlamentos brasileiros. Hoje, cerca de 20% dos deputados federais na Câmara e 16% dos senadores pertencem a vertentes evangélicas, que são muito ligadas a pautas de costumes, como a questão do aborto. O voto dessa classe ainda é um mistério para os analistas, pois não existe uma coesão de pensamentos. Em 2014, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, Dilma venceu com boa margem. Em 2018, Bolsonaro ganhou com mais de 70% dos votos e, em 2022, apesar de vencer, Bolsonaro recuou mais de 15% no total. Afinal, o que esperar de um Brasil cada vez mais evangélico? O que muda na sociedade brasileira com o crescimento desse dogma na política? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre este assunto com Sérgio Ribeiro dos Santos - coordenador e professor nos cursos de História e Teologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 13, 202324 min

Brasil pode adotar modelo de Portugal na política antidrogas?

O debate sobre a descriminalização das drogas no Brasil já tem data para ser retornado: 2 de agosto. Neste dia, o Supremo Tribunal Federal, vai voltar a analisar um recurso apresentado em 2011, após o flagrante de um homem que portava 3 gramas de maconha dentro do centro de detenção provisória de Diadema (SP). A Defensoria Pública questiona decisão da Justiça de SP que manteve o homem preso. Entre outros pontos, a defesa diz que a criminalização do porte individual fere o direito à liberdade, à privacidade, e à autolesão. Até o momento, três ministros – Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Gilmar Mendes – votaram, todos a favor de algum tipo de descriminalização da posse de drogas. Em paralelo, um país que é apontado como exemplo de legislação no combate ao uso de drogas, através da descriminalização, tem enfrentado problemas de segurança relacionados ao tema. Em 2001, Portugal descartou anos de políticas punitivas e adotou a redução de danos ao descriminalizar o consumo de todas as drogas para uso pessoal, incluindo a compra e posse de suprimentos para 10 dias. Recentemente, as taxas de overdose atingiram o máximo em 12 anos e quase dobraram em Lisboa de 2019 a 2023. O crime, incluindo roubo em espaços públicos, aumentou 14% de 2021 a 2022. A polícia atribui esse crescimento, em parte, ao uso de drogas. Afinal, as políticas de descriminalização do uso de drogas são efetivas do ponto de vista da saúde? Devemos tratar essa questão como sendo de saúde ou segurança pública? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o psiquiatra Dartiu Xavier, coordenador do ambulatório de dependência química da Unifesp. Participa também do episódio com depoimentos Juliana Nogueira, presidente da Família da Esperança, entidade que mantém a Fazenda da Esperança - referência no trabalho de acolhimento e recuperação de jovens que decidiram deixar as drogas. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 12, 202326 min

É possível construir uma direita moderada com a sombra de Bolsonaro?

O processo de aprovação da reforma tributária mostrou que há uma cisão na direita, fruto do comportamento radical do ex-presidente Jair Bolsonaro. O próprio PL, partido de Bolsonaro, não votou de maneira uniforme a PEC na Câmara dos Deputados. Um bom exemplo dessa divisão foi a reunião no PL às vésperas da votação da reforma, em que o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), foi massacrado e ofendido por defender o texto. Mas, se analisarmos as repercussões em relação a atitude dos bolsonaristas, dá para perceber um movimento que começa a se distanciar do extremismo ideológico. Aliado histórico de Jair Bolsonaro, o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, subiu o tom das críticas, e classificou o ex-presidente como um líder de extrema direita e disse que ele está isolado. O movimento do governador Tarcísio de Freitas mostra que há um novo caminho para a direita, sem Bolsonaro? No Congresso, o PL vai equalizar uma oposição distante deste tipo de radicalismo ideológico? Para debater essa questão, nós convidamos para o ‘Estadão Notícias’ de hoje, o professor de Filosofia da FAAP e Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP, Luiz Bueno. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 11, 202323 min

As vitórias de Haddad e os desafios que têm pela frente

Visto com desconfiança quando foi nomeado ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT) tem colhido algumas vitórias importantes junto ao Congresso Nacional, como a aprovação do novo Arcabouço Fiscal e a Reforma Tributária. O que lhe rendeu elogios de alguns importantes políticos pela sua articulação sobre os temas. O quadro atual é diferente do começo de trabalho, quando comprou brigas dentro da gestão petista por defender o fim das desonerações sobre o preço dos combustíveis, ou até mesmo querer aprovar um projeto que levasse a taxação de lojas onlines, principalmente, as que vendem produtos chineses. Dentro do governo, na estrutura ministerial, Fernando Haddad conseguiu alianças importantes, como a do vice, Geraldo Alckmin, e da ministra do Planejamento, Simone Tebet. Aliás, o ministro tem funcionado também como uma espécie de bombeiro para diminuir a tensão entre governo e Banco Central, por causa da taxa de juros. Apesar das conquistas recentes, os desafios que o cercam não são nada simples, especialmente em relação ao déficit das contas públicas e o crescimento robusto da economia. Afinal, essa “lua e mel” com o Congresso e o mercado deve permanecer? Politicamente, Haddad se coloca como o principal player na sucessão de Lula? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a colunista de economia do Estadão e da Rádio Eldorado, Adriana Fernandes. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 10, 202323 min

Tecnologia #280: #Start Eldorado: programação mais fácil impulsiona negócios

O poder do low-code para um futuro com menos custos e mais clientes no Start Eldorado. As plataformas de programação low-code são ferramentas que ajudam na criação de aplicações de negócios de forma intuitiva, com a utilização de interfaces visuais, poupando tempo, recursos e reduzindo a demanda por profissionais altamente qualificados, aumentando assim a agilidade e a produtividade das empresas, digitalizando a criatividade de cada pessoa na corporação. Para falar sobre isso e as aplicações desses sistemas, o Start recebe Daniel Scuzzarello, CEO da Siemens para a América do Sul, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales. O Start vai ao ar às 21h, na Eldorado FM 107,3 e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 8, 202323 min

Brasileiro vai pagar menos impostos? Entenda ponto a ponto a reforma tributária

Numa votação histórica e após décadas de tentativas sem sucesso, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 6, o texto-base da proposta de reforma tributária, com um placar folgado de 382 votos a favor e 118 contrários. O principal ponto está na simplificação do modelo arrecadatório, ao unificar três tributos federais (IPI, PIS e Cofins), um estadual (ICMS) e um municipal (ISS). Eles vão ser substituídos por um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual – um federal e outro para Estados e municípios. O governo diz que a reforma não vai aumentar a carga tributária total do País. Isso significa que eventuais aumentos em um setor serão compensados por reduções em outros. De acordo com o texto, a reforma deve gerar crescimento adicional da economia superior a 12% em 15 anos. Hoje, isso representaria R$ 1,2 trilhão a mais no PIB de 2022. Afinal, qual é o impacto que essa reforma terá diretamente na sua vida? Quais são os setores mais beneficiados? Como vai ser a transição? E quais são as principais críticas a ela? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, quem responde essas e outras perguntas são os repórteres do Estadão, Beatriz Bulla e Luiz Guilherme Gerbelli. E ainda acompanhe neste episódio uma breve homenagem ao ator, diretor, dramaturgo e militante das artes e da política, José Celso Martinez Corrêa, que nos deixou aos 86 anos em São Paulo, após sofrer graves queimaduras em um incêndio na terça-feira (4), no seu apartamento, no bairro do Paraíso, onde vivia com o marido, o ator Marcelo Drummond. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 7, 202335 min

'Cenários com Sonia Racy': O futuro das farmácias como hubs de serviços de saúde

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Patriciana Rodrigues, presidente do Conselho de Administração da Rede de Farmácias Pague Menos. Ela fala sobre a tendência de as farmácias se transformarem em verdadeiros hubs de serviços de saúde no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 6, 202335 min

Dirigir um elétrico, como fez Maria Rita, será trivial no Brasil em quanto tempo?

A montadora chinesa BYD anunciou, nesta semana, a implantação de um complexo industrial para a produção de veículos elétricos em Camaçari, na Bahia, com investimento de R$ 3 bilhões. O complexo será composto por três fábricas. Uma será dedicada à produção de carros elétricos e híbridos, com capacidade estimada em 150 mil unidades ao ano na primeira fase, podendo chegar a 300 mil unidades. No mesmo dia, a Volkswagen anunciou um investimento de 1 bilhão de euros no País, e que pretende lançar dois modelos totalmente elétricos no Brasil este ano. Até 2025, de acordo com a montadora, 15 novos veículos elétricos e híbridos deverão ser lançados no país. Um dos problemas é o alto preço desses automóveis. Os modelos híbridos, mais comuns no País, com um motor elétrico e outro a combustão, são vendidos por um valor cerca de 30% maior que os veículos convencionais. O número de veículos elétricos leves em circulação no país, incluindo os modelos híbridos, chegou a 90 mil no mês de abril do ano passado. Outro problema é o ambiental. A mineração de componentes que formam a bateria dos carros elétricos aumentaram consideravelmente, levando a um esgotamento das minas, e questões como o refino e o descarte do lítio que agridem o meio ambiente, causando degradação do solo, perda de biodiversidade, e contaminando a água e o ar. Afinal, como aumentar a produção sem degradar o meio ambiente? No Brasil, haverá incentivos para a troca por carros elétricos? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador de Cursos Automotivos da FGV, Antônio Jorge Martins. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 6, 202326 min

O acirramento das tensões entre Israel e a Palestina

As Forças Armadas de Israel realizaram o maior ataque em duas décadas dentro da região da Cisjordânia na manhã desta segunda-feira, 3. Oito palestinos morreram e 50 ficaram feridos no campo de refugiados de Jenin. Como resposta, um ataque terrorista em Tel Aviv deixou ao menos oito pessoas feridas nesta terça-feira (4), em um episódio descrito pelo grupo islâmico Hamas como uma retaliação pela incursão do Exército de Israel. Os dois ataques exemplificam como o conflito tem escalado na região e remetem aos períodos mais violentos entre israelenses e palestinos. Mais do que isso, apontam para o risco de uma nova fase sangrenta na Cisjordânia e dificultam o processo de paz entre as partes. O conflito ganhou novos ares, após o governo de ultradireita de Israel autorizar a construção de novas moradias israelenses no território ocupado na Cisjordânia. A questão é que essa expansão nos assentamentos dificulta a resolução do conflito e é vista por muitos países como uma violação do direito internacional. Afinal, estamos presenciando uma nova onda de conflitos entre os dois territórios e a que patamar pode chegar? Qual a influência dos extremistas israelenses e palestinos nas tensões? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor de relações internacionais da ESPM Gunther Rudzit. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 5, 202320 min

O que explica a melhora econômica no Brasil?

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva tem tido boas notícias em vários segmentos da nossa economia. Os números que coincidem com estes seis primeiros meses de gestão vem surpreendendo até os analistas mais conservadores, que apostavam em uma melhora a partir de 2024. O IPCA, que é a inflação oficial do País, vem caindo mês a mês, a ponto do Banco Central (BC) já admitir uma redução na taxa básica de juros, a Selic, a partir de agosto. Mesmo assim, o BC prevê que a inflação deve fechar o ano em 5,1%, acima do centro da meta de 3,25%. Assim como a inflação, o crescimento do PIB no primeiro trimestre deste ano também surpreendeu os analistas. Puxado pelo agronegócio, a taxa de crescimento ficou em 1,9%, e a previsão no acumulado do ano passou de 1% para 2,2%, segundo o Banco Central. Soma-se a isso, a queda do dólar, que hoje está abaixo dos R$ 5, o aumento expressivo das exportações, frente às importações, o que gerou uma balança comercial positiva de mais de US$ 30 bilhões para o país. Afinal, a melhora econômica é uma questão de conjuntura de fatores ou tem o dedo do governo? Essa onda positiva vai continuar pelos próximos meses? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com Mauro Rochlin, coordenador do MBA de Gestão Estratégica e Econômica de Negócios da FGV. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 4, 202322 min

Os crescentes casos de xenofobia contra brasileiros em Portugal

Dados do governo de Portugal mostram que o número de brasileiros morando no país nunca foi tão grande. Hoje, são cerca de 240 mil os que conseguiram o visto de residência ou de estudante. De acordo com a Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência do país, só no ano letivo 2022-2023, são quase 19 mil estudantes brasileiros. Mas o aumento da presença brasileira em Portugal acabou despertando uma onda crescente de xenofobia por parte de alguns grupos portugueses. Dados mais recentes da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial de Portugal, indicam que as acusações de xenofobia contra brasileiros que vivem no país aumentaram 13,5%, em 2021. O ministro da Justiça, Flávio Dino, também cobrou ações enérgicas do governo português para que puna os crimes de ódio e intolerância contra cidadãos brasileiros que vivem, trabalham, estudam e investem em Portugal. Em um encontro com o ministro da Administração Interna de Portugal, José Luís Carneiro, em Lisboa, eles assinaram uma série de acordos na área de segurança para o combate à xenofobia. Afinal, o que explica esse aumento de ataques contra brasileiros? O quanto isso pode atrapalhar a relação diplomática entre os países? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o repórter de Internacional do Estadão, Felipe Frazão, além de depoimentos exclusivos ao podcast de brasileiros que vivem no país - e que passaram por episódios de discriminação. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 3, 202329 min

Tecnologia #279: #Start Eldorado: inovação digital no maior ecommerce do Brasil

O Start Eldorado fala sobre transformação digital, uso de dados, inteligência artificial, machine learning e softwares de análise preditiva ao longo da cadeia do e-commerce: nosso entrevistado é o Daniel Ambrósio, diretor de Engenharia de Software do maior marketplace da América Latina, o Mercado Livre. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 1, 202322 min

EXTRA: Os efeitos políticos da inelegibilidade de Bolsonaro

O Tribunal Superior Eleitoral formou maioria nesta sexta-feira, 30, para tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível até 2030. Com um placar de 5 a 2, os ministros enquadraram o ex-chefe do Executivo por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em razão da reunião em que atacou as urnas eletrônicas diante de diplomatas. Com a decisão, Bolsonaro está inelegível por oito anos, ficando fora da disputa nas eleições municipais de 2024 e 2028 e das eleições gerais de 2026. A condenação na Justiça Eleitoral não acarreta na perda ou na suspensão de seus direitos políticos, como direito ao voto e de participação na organização partidária. O ex-presidente ainda pode virar alvo de apuração no Tribunal de Contas da União, considerando o uso indevido da Presidência para fazer ataques ao sistema eletrônico de votação. Assim, pode eventualmente ser instado a devolver aos cofres públicos o dinheiro gasto com a reunião. O ex-chefe do Executivo ainda poderá recorrer: tanto ao TSE, em um recurso interno que não tem o condão de mudar a decisão; como ao Supremo Tribunal Federal, sob alegação de possível afronta à Constituição. De todo modo, os recursos não suspendem os efeitos da condenação de Bolsonaro. Afinal, como fica o carrossel político com a confirmação da inelegibilidade de Jair Bolsonaro? Quem pode ocupar esse espaço aberto na direita? O quanto isso mexe com as estratégias de Lula e do PT para 2026? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos debater o assunto com a editora da “Coluna do Estadão”, Roseann Kennedy, e com o cientista político da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 30, 202331 min

Por que os brasileiros estão cada vez mais enrolados com o cartão de crédito?

O Banco Central informou, nesta semana, que os juros cobrados pelo banco nas operações com cartão de crédito, na modalidade rotativo, chegaram a 455%, ao ano. Segundo a instituição, esse é o maior patamar em seis anos. O crédito rotativo do cartão de crédito é acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento. Com esses juros estratosféricos, a inadimplência do brasileiro no cartão de crédito rotativo e no parcelado atingiu o pico e se mantém em níveis recordes nos últimos meses. Segundo a Serasa Experian, em março e abril deste ano, mais de 50% das pessoas que utilizaram o rotativo estavam inadimplentes. Diante deste cenário, o Ministério da Fazenda vai lançar medidas para reduzir os juros altos do rotativo do cartão de crédito. Mas, segundo a pasta, não se pensa em tabelar as taxas cobradas ou em acabar com o parcelado sem juros, prática usada no comércio brasileiro. Afinal, como conter os juros abusivos do cartão de crédito? Quais ações teriam impacto para diminuir a inadimplência no Brasil? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Luiz Rabi, economista da Serasa Experian. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 30, 202322 min

Censo do IBGE: População brasileira cresce menos e está mais no interior

Com 203 milhões de habitantes em 2022, o Brasil teve o menor crescimento populacional em 150 anos, revelam os primeiros números do Censo 2022, divulgados nesta quarta-feira, 28. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010 a 2022, a taxa média de crescimento anual da população foi de 0,52% - a primeira abaixo de 1% e a menor registrada desde o primeiro levantamento feito no País, em 1872. Ainda não está claro qual foi o impacto da pandemia de covid-19, com seu consequente aumento de mortes e redução das taxas de fecundidade, para a desaceleração do crescimento populacional nos últimos 12 anos. Além disso, evidencia a tendência do fim do bônus demográfico (quando a proporção de jovens, a população economicamente ativa, é alta na comparação à fatia de idosos e crianças, o que eleva a chance de ganhos no PIB). Para grande parte dos especialistas, o Brasil desperdiçou a oportunidade, que teria começado há cerca de 50 anos. Os dados revelam também o movimento de interiorização da população. Entre as possíveis explicações, estão o avanço do agronegócio, um dos principais motores da economia nos últimos anos, e também as mudanças nas dinâmicas de trabalho, que permitiram o trabalho remoto e menor concentração de mão de obra em grandes centros urbanos. Afinal, por que a nossa população está crescendo menos? Já dá pra dizer que temos um movimento de êxodo nos grandes centros urbanos? Quais podem ser os impactos na formulação de políticas públicas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com Jefferson Mariano, Analista Socioeconômico do IBGE. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim e Haisem Abaki Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira Sonorização/Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 29, 202328 min

Escândalos envolvendo Lira podem enfraquecer seu poder?

Não há dúvidas de que o deputado Arthur Lira (PP-AL) é um dos homens mais poderosos da República brasileira. Hoje, nenhuma matéria é aprovada na Câmara dos Deputados sem o crivo do presidente da Casa, que conta com amplo apoio de seus pares. Mas, nas últimas semanas, o parlamentar viu seu nome envolvido em diversas polêmicas e investigações por parte da Polícia Federal (PF). O ex-chefe de gabinete de Lira, Luciano Ferreira Cavalcante, é investigado pela Polícia Federal de participar de um esquema de compra de Kit Robótica superfaturadas para escolas em Alagoas, que é reduto do presidente da Câmara. Além disso, o Estadão revelou que Lira emprega ao menos dez parentes e aliados em postos-chave da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Os cargos na “estatal do Lira”, como a empresa tem sido chamada em Brasília, rendem 128 mil reais, por mês, só em salários ao grupo. Afinal, essas últimas notícias sobre Lira podem afetar seu poder no Congresso Nacional? Esse é o momento do governo tentar diminuir a força do deputado na Câmara? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a professora da Escola de Políticas Públicas e Governo da FGV, Graziella Testa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 28, 202320 min

Conteúdo Patrocinado: #02 Pfizer: câncer de pulmão e a revolta

O diagnóstico de câncer de pulmão é um choque que pode trazer à tona uma mistura de emoções, como medo, ansiedade e até revolta. Esse câncer é o terceiro mais comum em homens e o quarto mais comum entre as mulheres[1] no Brasil. E o tabagismo é uma das principais causas desse tipo de tumor, embora atinja também, em menor incidência, pessoas que deixaram de fumar e até mesmo aquelas que nunca fumaram. Geralmente são pessoas mais jovens e com alguma alteração genética que fez este câncer se desenvolver. O câncer de pulmão e a revolta são temas do 2º episódio da série de podcasts #Borafalardecâncer, que discute a jornada do paciente. Esta série é patrocinada pela Pfizer e apresentada pela jornalista Rita Lisauskas. Ouça! Abertura [1] Instituto Nacional do Câncer (INCA). Câncer de pulmão — Instituto Nacional de Câncer - INCA (www.gov.br). Acesso em abril de 2023. 2 Instituto Nacional do Câncer (INCA). Câncer de pulmão — Instituto Nacional de Câncer - INCA (www.gov.br). Acesso em abril de 2023. Pergunta 1 Referências: American Cancer Society. Cancer Facts and Figures 2023. Atlanta; American Cancer Society: 2023. Ruano A, Provencio M, Calvo V, et al. Lung cancer symptoms at diagnosis: results of a nationwide registry study. ESMO Open. 2020;5e001021. Pergunta 2 Referências: U.S. Preventative Services Task Force. Lung Cancer: Screening. (https://www.uspreventiveservicestaskforce.org/uspstf/recommendation/lung-cancer-screening) Marshall RC, Tiglao SM, Thiel D. Updated USPSTF screening guidelines may reduce lung cancer deaths. J Fam Pract. 2021 Sep;70(7):347-349. Pergunta 3 Referências: American Cancer Society. Cancer Facts and Figures 2023. Atlanta; American Cancer Society: 2023. Malhotra J, Malvezzi M, Negri E, et al. Risk factors for lung cancer worldwide. Eur Respir J 2016;48:889-902. Pergunta 6 Referências: NCCN. Clinical practice guidelines in oncology: NSCLC. V3.2022 Pergunta 7 Referências: Marshall RC, Tiglao SM, Thiel D. Updated USPSTF screening guidelines may reduce lung cancer deaths. J Fam Pract. 2021 Sep;70(7):347-349. U.S. Preventative Services Task Force. Lung Cancer: Screening. (https://www.uspreventiveservicestaskforce.org/uspstf/recommendation/lung-cancer-screening) Pergunta 8 Referências: 1. International Agency for Research on Cancer. GLOBOCAN Lung Cancer Facts Sheet 2020. https://gco.iarc.fr/today/data/fact-sheets-cancers. 2. American Cancer Society. Cancer Facts and Figures 2023. Atlanta; American Cancer Society: 2023 Estimativa 2023 : incidência de câncer no Brasil / Instituto Nacional de Câncer – Rio de Janeiro : INCA, 2022 Pergunta 10 Referências: Chevallier M, Borgeaud M, Addeo A, Friedlaender A. Oncogenic driver mutations in non-small cell lung cancer: Past, present and future. World J Clin Oncol. 2021;12(4):217-237. Blachall F. Oncogenic Drivers in Advanced NSCLC: Navigating an Evolving Landscape to Optimise Patient Outcomes. ESMO 2020. Pergunta 11 Referências: NCCN. Clinical practice guidelines in oncology: NSCLC. V3.2022 Pergunta 12 Referências: NCCN. Clinical practice guidelines in oncology: NSCLC. V3.2022 Pergunta 13 Referências: NCCN. Clinical practice guidelines in oncology: NSCLC. V3.2022 CRM: SP85520 PP-UNP-BRA-2261See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 27, 202321 min

Como o motim na Rússia abala Putin e mexe com a guerra na Ucrânia

Após o conflito envolvendo a Rússia e o grupo paramilitar Wagner, neste fim de semana, a imagem do presidente Vladimir Putin saiu manchada perante a população russa. O grupo chegou a ficar a 200 quilômetros da capital Moscou e esteve presente nas regiões de Rostov, Voronej e Lipetsk. Em meio à retirada das tropas, analistas especulam sobre qual será o futuro da relação entre o grupo Wagner e o governo russo. Em um discurso transmitido nesta segunda-feira, 26, o presidente da Rússia ofereceu aos combatentes do grupo Wagner a opção de se juntar ao Exército russo ou partir para Belarus. O futuro da presença russa na Ucrânia também passou a ser incerta. O evento resultou na retirada do campo de batalha das tropas do grupo Wagner, que garantiram algumas vitórias para a Rússia. Além disso, soldados chechenos que estavam na Ucrânia foram enviados para proteger Moscou, durante a investida dos paramilitares. Apesar de a Ucrânia ter anunciado a recuperação do vilarejo de Rivnopil, em Donetsk, a contraofensiva de Kiev até o momento não teve grandes ganhos e enfrenta forte resistência. Por isso, o tom predominante entre autoridades americanas e analistas independentes é de cautela. Afinal, a liderança de Putin está ameaçada depois dessa demonstração de fragilidade? Como fica o futuro da guerra na Ucrânia? Sobre o assunto, vamos conversar com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Ferreira Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 27, 202325 min

'Cenários com Sonia Racy': O futuro dos medicamentos genéricos no Brasil

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe João Adibe Marques, CEO da Cimed. Ele fala sobre os 23 anos da regulamentação dos medicamentos genéricos, que hoje ocupam 35% do mercado da indústria farmacêutica e devem crescer mais nos próximos anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 26, 202331 min

Condenação de Bolsonaro será boa ou ruim para direita?

Nesta semana, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), poderá ficar inelegível pelos próximos 8 anos, caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entenda que ele cometeu abuso de poder econômico ao convocar embaixadores para uma reunião, onde apresentou informações inverídicas sobre o sistema eleitoral brasileiro. O cenário de possível condenação de Bolsonaro coloca uma série de questões chave para a direita brasileira: ela vai se dividir ou buscar coesão em torno de um nome mais moderado? O bolsonarismo, tal com operou até agora, ficará mais isolado? O questionamentos não são à toa, e já existe um movimento, em alguns Estados, para reverter a radicalização. Desde que venceu as eleições, apoiado por Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), vem dando sinais cada vez mais claros de seu distanciamento da extrema direita. Caso o ex-presidente fique inelegível pelos próximos 8 anos, o político poderá ser uma alternativa para encabeçar a nova direita. Afinal, o eleitor vai querer um novo Bolsonaro ou vai lutar por um candidato mais moderado? Hoje, a direita é capaz de se unir em torno de um nome que não seja o do ex-presidente? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e professor sênior do Instituto de Estudos Avançados da USP, José Álvaro Moisés. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Katarina MoraesSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 26, 202327 min