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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão Analisa com Carlos Andreazza

3,437 episodes — Page 22 of 69

As contestações sobre o Enem: prova tem viés ideológico?

O primeiro dia de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não ficou livre de polêmicas, principalmente entre os políticos. Uma das críticas partiu de parlamentares ligados ao agronegócio, que enxergaram um “viés doutrinário” nas questões. Em uma das perguntas dizia que, no Cerrado, o “conhecimento local” está subordinado “à lógica do agronegócio” e que o “capital impõe conhecimentos biotecnológicos” que trazem consequências negativas para a população do campo. Em reação, a Frente Parlamentar do Agronegócio quer a anulação de questões da prova. Os deputados pretendem também convocar o ministro da Educação, Camilo Santana, para dar esclarecimentos. Procurado pelo Estadão, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do MEC responsável pela prova, informou que “não interfere nas formulações dos colaboradores selecionados para compor o banco de questões”. Outro problema com o Enem deste ano foi a divulgação antecipada dos cadernos do exame na internet. O ministro da Educação, Camilo Santana, garantiu que o vazamento ocorreu após o fechamento dos portões dos locais das provas, o que não prejudicou a realização do teste. Afinal, essa edição do Enem teve um viés ideológico à esquerda? A prova apresenta problemas na sua concepção técnica e conceitual? O exame extrapola o que alunos do País efetivamente aprendem no Ensino Médio? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter do Estadão que cobre Educação, Renata Cafardo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 8, 202324 min

A GLO de Lula e a falência do Estado no combate à violência

Desde ontem, militares das Forças Armadas estão à frente das operações de segurança nos aeroportos de Guarulhos (SP) e do Galeão (RJ); e nos portos do Rio de Janeiro, de Itaguaí (RJ) e de Santos (SP). O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para fortalecer as ações de combate ao crime organizado e ajudar a conter a crise da segurança pública no Rio. Desde o mês passado, o Rio vive um caos na segurança pública, acentuado após a morte do miliciano Matheus da Silva Resende, conhecido pelos apelidos de Faustão e Teteu, durante confronto com a polícia. Em retaliação, criminosos queimaram pelo menos 35 ônibus na zona oeste da cidade. A GLO, apesar de ser uma uma ação pontual e com prazo para acabar, concede aos militares o poder sobre algumas medidas de gestão e também de gerência de recursos públicos. Em 2018, o Rio já havia sofrido uma intervenção nessa área, que foi comandada pelo general Braga Netto. A gestão dele é investigada pela Polícia Federal pelo suposto desvio de recursos públicos. O decreto de Garantia da Lei e Ordem, chamado de GLO, é restrito e temporário a locais determinados e só pode ser dado pelo presidente da República. Até maio do ano que vem, os militares terão “poder de polícia” nesses locais, que funcionam como importantes rotas de tráfico de drogas, e poderão revistar pessoas, efetuar prisões e inspecionar quaisquer áreas. Afinal, decretar a GLO é mais um erro de Lula na gestão da segurança pública do País? A operação pode comprometer a imagem dos militares? O ministro Flávio Dino perde a sua força com essa decisão? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o assunto com Joana Monteiro, coordenadora do Centro de Ciência Aplicada à Segurança da FGV. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 7, 202329 min

'Morning Call': Enfim, um pouco de otimismo

O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que, na semana passada, o Ibovespa subiu quase 3% em um único dia. O otimismo foi consequência do fato de que o Banco Central norte-americano não vai precisar subir mais os juros e, no Brasil, o Copom reduziu em meio ponto os juros em decisão unânime. Em paralelo, o mercado acompanha atentamente as notícias sobre a estratégia fiscal do Governo Brasileiro. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 6, 202314 min

Fim da frente ampla? Os movimentos de Alckmin de olho nas eleições

Aliados recentes, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) devem estar em lados opostos em diversas cidades nas eleições municipais de 2024. A situação pode reacender uma antiga rivalidade da época em que os dois polarizavam o País entre petistas e tucanos. Ambos passaram boa parte dos últimos quase 30 anos em lados opostos do tabuleiro político. Mas foi em 2021 que representantes de Lula, incluíndo Fernando Haddad, começaram uma negociação para que Alckmin formasse uma frente ampla para derrotar Bolsonaro em 2022. Agora, eles vão disputar votos para os seus candidatos na maior cidade do país: São Paulo. Lula já deu o apoio do PT ao candidato, Guilherme Boulos (PSOL). Já o vice-presidente é um entusiasta da candidatura de sua companheira de partido, a deputada federal, Tabata Amaral. Essa disputa entre Lula e Alckmin nas eleições municipais deve se repetir em outras partes do País. No Nordeste, eles devem rivalizar em João Pessoa, na Paraíba, São Luís, no Maranhão, e Salvador, na Bahia. Afinal, de que maneira as eleições municipais já mexem nas estratégias dos partidos e lideranças políticas? No ‘Estadão Notícias’ desta segunda, 06, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador de Política do Estadão, em São Paulo, e colunista da Rádio Eldorado, Ricardo Corrêa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Giovanna Marinho Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 6, 202319 min

Tecnologia #297: #Start Eldorado: 2G e 3G devem ser desligados em 2028

O Start Eldorado recebe o superintendente-executivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Abraão Balbino e Silva, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales sobre os novos programas e iniciativas da entidade que regula todo o setor de telecomunicações no País. Entre os destaques da entrevista, o "Poste Legal", que visa tornar esses pontos hubs de conectividade nas cidades, regularizando o uso compartilhado com empresas de telecom; as iniciativas de incentivo à adoção de redes 5G privativas; o desligamento das redes 2G e 3G com a relicitação das frequências; o surgimento do 6G; e a aproximação com operadoras e ISPs, entre outros pontos. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM (107,3 - SP), site, apps, canais digitais e Alexa, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 4, 202319 min

Doação presumida de órgãos vai salvar mais vidas?

A doação presumida de órgãos avança no Congresso Nacional e pode impactar na vida de 66 mil que estão na fila do transplante. A proposta com debate mais avançado é do Projeto de Lei 1.774/2023 que tramita em regime de urgência e é apreciada nas comissões temáticas na Câmara dos Deputados. Caso aprovado, o PL, por regra, determina que todo brasileiro será doador de órgãos a não ser que expresse vontade contrária em documento público de identidade. Dessa forma, segundo os autores da proposta, os deputados federais Marangoni e Maurício Carvalho (União), a fila para transplante no país seria reduzida e somente no primeiro semestre beneficiaria 4,3 mil pacientes. Atualmente, no Brasil a doação de órgãos é centralizada pelo Sistema Nacional de Transplantes presente no Sistema Único de Saúde (SUS). Mesmo sendo referência mundial no assunto, o País ainda possui baixo número de doadores, pois conforme a legislação brasileira em vigor, a família deve autorizar o procedimento mesmo que o falecido tenha declarado em vida a vontade de doar. Afinal, a mudança na legislação vai impactar positivamente no aumento de transplantes no Brasil? Quando a doação presumida vigorou no País, entre 1997 e 2001, por que ela não funcionou? Para debater o assunto, o ‘Estadão Notícias’ entrevista nesta nesta sexta-feira, 3, Gustavo Ferreira, presidente da ABTO (Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Giovanna Marinho Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 3, 202322 min

Haddad escanteado e a política da barganha no Lula 3

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem demonstrado que mantém uma visão distorcida da função do Estado. Repetindo erros do passado, o petista tem usado a gestão pública para ganhos políticos e mostrado pouco apreço com a transparência das indicações a cargos públicos. Os mecanismos utilizados por Lula, e que já fizeram parte das suas gestões passadas, vão desde “rifar” aliados de primeira hora para acomodar partidos políticos ligados ao Centrão, passando por interferências na Petrobras, e até o constrangimento de desautorizar ministros publicamente. Esses artifícios devolvem o Brasil a um período em que partidos mandavam e desmandavam em estatais, sem que o interesse da população estivesse em primeiro plano. Foram nesses períodos que as denúncias de uso político da empresa acabaram gerando duas movimentações: a CPI que investigou denúncias de corrupção na Petrobras e a descoberta do Petrolão. Afinal, para Lula, o que e a quem serve o Estado? Quais são os riscos para o País quando o fisiologismo é quem vai dar as cartas? Ao fim e ao cabo, Lula está repetindo os erros da gestão Dilma Rousseff, ao subestimar a responsabilidade fiscal? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre estes temas com o colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Diogo Schelp. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 1, 202323 min

O aumento do consumo e o efeito devastador das drogas K

As chamadas “drogas K” já são uma realidade nas ruas do Brasil e desafiam a saúde e segurança pública. De acordo com dados do Ministério da Justiça, as apreensões de drogasK em São Paulo aumentaram quase dez vezes em 2023 em relação ao ano passado. No Estado, circulam variações da mesma substância psicoativa: a K2, K4 e K9. Conhecidas erroneamente como maconha sintética, a droga K é proveniente de laboratório, ou seja, não origina da planta cannabis sativa e tem um efeito 100 vezes mais potente do que a maconha comum. Também chamadas de 'spice', as drogas K foram introduzidas inicialmente nos presídios, antes de se espalharem pelas ruas de São Paulo. Em setembro deste ano, um local conhecido como “casa bomba”, sofreu a maior apreensão de drogas K do Brasil, onde foram recolhidos mais de 47 quilos de entorpecentes. Por serem sintéticas, essas drogas conseguem ser altamente nocivas, principalmente pela ausência de fórmula definida. Entre os malefícios causados pela K estão a dependência, aumento da frequência cardíaca, paranoia, convulsões e agressividade. Além de São Paulo, outros Estados também entraram na lista de apreensões: Espírito Santos, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima e Tocantins. Afinal, de que forma os governos estão enfrentando essa situação? O quão poderoso é o poder de disseminação das drogas K em relação a outros entorpecentes? E quais os efeitos no corpo humano? Para abordar estes temas, edição do ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira, 31, Vitor Tardelli, pesquisador na área de dependência química do Departamento de Psiquiatria da Unifesp. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 31, 202323 min

'Morning Call': Halloween com ou sem sustos?

O 'Morning Call | Mercado em 15 minutos' destaca que a bolsa brasileira sofreu impactos negativos por conta da guerra no Oriente Médio, de falas do Presidente Lula e da apreensão sobre a decisão em relação aos juros norte-americanos, que acontece este semana, quando se comemora o Dia das Bruxas no país. O programa também analisa o mercado argentino após o primeiro turno de eleições presidenciais. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 30, 202317 min

Reforma tributária no Senado: quanto vai desidratar?

O relator da reforma tributária no Senado, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou na última quarta-feira, 25, a primeira versão do parecer da PEC para apreciação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Existe uma expectativa que ela possa ser votada, em plenário, já no mês de novembro. O texto proposto por Braga amplia o número de setores que terão tratamento diferenciado no novo sistema de impostos. Agências de viagem, concessão de rodovias, missões diplomáticas e serviços de saneamento e telecomunicações, por exemplo, foram incluídos na lista de regimes tributários específicos. O relatório também criou uma alíquota reduzida - com desconto de 30% sobre a alíquota cheia - para beneficiar profissionais liberais, como médicos e advogados.Quanto maior o número de exceções, maior pode ser a alíquota do IVA. Antes das mudanças propostas pelo texto do Senado, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) fez um alerta de que a alíquota do IVA poderia chegar a 28%, que seria a maior do mundo dentre os países que adotam o modelo tributário. Já os estudos conduzidos por técnicos da Fazenda apontaram que a alíquota base do IVA poderia alcançar 27%. Braga ainda incluiu em seu relatório uma trava para evitar o aumento da carga tributária do País, já considerada elevada por especialistas. O parecer institui um teto de referência, com base na média da receita no período de 2012 a 2021, apurada como proporção do PIB. Em linhas gerais, a reforma propõe modificações no modelo brasileiro de tributação, ou seja, em como funcionam os impostos que incidem sobre bens e serviços no Brasil. Afinal, mesmo com as mudanças propostas pelo senador Eduardo Braga, a reforma tributária será capaz de simplificar nosso atual sistema? Como deve se dar a transição? Quais são os pontos positivos e negativos do novo texto? Para responder essas e outras questões, o ‘Estadão Notícias’ desta segunda, 30, entrevista Marina Thiago, co-fundadora do Movimento Pra Ser Justo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Gabriela Forte e Iraci Falavina Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 30, 202323 min

Tecnologia #296: #Start Eldorado: Redes neutras mudam a nossa internet

O mercado das redes neutras em destaque na edição de hoje do Start Eldorado: com a necessidade urgente de expansão da conectividade e diante da realidade da agregação de soluções digitais por parte de provedores de internet (ISPs) e operadoras - são mais de 17 mil, em todo o País - essas empresas vêm demandando grande velocidade na expansão de suas redes, incentivando o mercado para as companhias que oferecem "rede como serviço". Assim, as operadoras neutras, que cobrem distâncias de milhares de km em todo o País, suportam o transporte de serviços de diversas outras provedoras, num espaço bastante concorrido mas com grandes chances de expansão. O apresentador Daniel Gonzales conversa com Alex Jucius, VP da Fibrasil, e com Anderson Jacopetti, CTO da Eletronet, duas das maiores redes neutras do País. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, site, aplicativo, Alexa e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 28, 202321 min

Lula está cada vez mais refém do apetite de Lira e do Centrão?

O governo Lula anunciou nesta quarta-feira (25) a demissão da presidente da Caixa Econômica Federal, Rita Serrano. No seu lugar, assume o economista Carlos Vieira Fernandes, um aliado do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. O movimento já era esperado desde o meio do ano, quando se iniciaram os rumores a respeito do futuro da pasta. Serrano é a terceira mulher do alto escalão do governo a ser substituída por um homem, juntando-se a Ana Moser, do Ministério dos Esportes, e Daniela Carneiro, do Ministério do Turismo. Todas as movimentações miraram acordos costurados por Lula para trazer partidos do Centrão para a base aliada do governo, como o PP e o Republicanos. Logo após a medida, o chamado “fundo dos super-ricos” foi votado, aprovado e agora segue para o Senado Federal. O projeto de lei, de alto interesse do Planalto, faz parte da estratégia do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de gerar arrecadação capaz de zerar o déficit em 2024. Afinal, o presidente Lula conseguiu saciar o apetite do Centrão por cargos e emendas e pode, a partir de agora, contar com uma base ampla e estável no Congresso? O governo petista vai precisar ceder mais até o fim do ano para aprovar outras pautas vistas como fundamentais? O que restou de oposição programática dentro do Parlamento?O ‘Estadão Notícias’ desta sexta-feira, 27, conversa sobre o assunto com Roseann Kennedy, editora da ‘Coluna do Estadão’ e apresentadora do vodcast ‘Dois Pontos’.Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Gabriela Forte e Iraci FalavinaSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 27, 202324 min

'Cenários com Sonia Racy': Megaempreendimento de cidade sustentável renova região no Ceará

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Julio Capua, fundador do Grupo Carnaúba e ex-sócio fundador da XP Investimentos. O empresário relembra sua trajetória profissional e fala como sua paixão pelo kitesurf o inspirou a criar o Projeto Carnaúba, um megaempreendimento de cidade sustentável na região do Preá, no Ceará, dedicada ao turismo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 26, 202342 min

Os efeitos da guerra entre Israel e Hamas sobre a economia

A guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas vem causando não só impactos humanitários, mas também apresenta riscos para a economia global. Há 17 dias, tropas israelenses controlam a região da Faixa de Gaza, mas ainda sem ter iniciado a prometida incursão terrestre. No último dia 07, o Hamas invadiu Israel e cometeu uma série de atentados terroristas, dando início à guerra recente na região. O cenário de incerteza sobre a escalada da guerra coloca os agentes econômicos em estado de alerta. A principal preocupação é com o preço do barril de petróleo, especialmente se o conflito tiver a participação de outros atores regionais, como o Irã. Uma alta da commodity pode ter amplo impacto inflacionário, inclusive no Brasil.Segundo projeções da Bloomberg Economics, uma eventual entrada iraniana na guerra contra Israel resultaria em uma queda de 1% no crescimento global, potencialmente levando a uma recessão mundial. O conflito também interferiu no cotidiano do mercado financeiro. As ações de empresas israelenses cotadas em Nova York e Tel Aviv vêm sofrendo quedas constantes devido às incertezas da situação. Afinal, os efeitos econômicos da guerra podem se agravar? Há risco de desabastecimento de petróleo? E como o conflito atinge diretamente a economia brasileira? Para entender mais sobre essas questões, o ‘Estadão Notícias’ desta quinta-feira, 26, conversa José Julio Senna, Chefe do Centro de Estudos Monetários do FGV IBRE e ex-diretor do Banco Central (BC). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Gabriela Forte e Iraci Falavina Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 26, 202321 min

O poço sem fundo da segurança pública do Rio

O Rio de Janeiro viveu momentos de terror na última segunda-feira, 23, quando 35 ônibus e um trem foram incendiados em represália à morte de um miliciano. A onda de violência no Estado é pauta constante nos noticiários e coloca a população civil à mercê de disputas territoriais entre a milícia e o tráfico. No mês passado, em outro caso que chocou o País, três médicos foram mortos a tiros na Barra da Tijuca. Segundo as investigações preliminares, a execução promovida por criminosos foi “acidental”, já que uma das vítimas teria sido confundida com um miliciano da zona oeste da cidade.Soma-se a este cenário de caos na segurança pública do Rio a tragédia que se abate sobre crianças e adolescentes: 24 foram mortos por armas de fogo somente neste ano.Sobre os ataques ao transporte público da última segunda, o governador do Rio, Claudio Castro (PL), declarou que a polícia “não vai sossegar” enquanto não prender os três maiores milicianos do Estado, conhecidos pelos apelidos de Zinho, Tandera e Abelha.O presidente Lula disse nesta terça-feira que o Brasil “tem um problema crônico no combate ao crime organizado” ao comentar a série de ataques a ônibus no Rio. Ele disse ter conversado com o ministro da Justiça, Flávio Dino, e que vai conversar com o da Defesa, José Múcio, para usar a estrutura dessas pastas no combate ao crime organizado e à milícia no Estado.Afinal, o que explica o fracasso da segurança pública no Rio? Existe perspectiva de reocupação dos territórios pelas forças do Estado? A estratégia de combate à criminalidade do governador Cláudio Castro é meramente midiática e populista?Na edição desta quarta-feira (25), o 'Estadão Notícias' debate o assunto com o antropólogo, membro do Laboratório de Análise de Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e ex-chefe do Estado Maior da PM do Rio, Robson Rodrigues. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Gabriela Forte e Iraci Falavina Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 25, 202324 min

O aumento do antissemitismo no mundo em meio à guerra

Antes mesmo da guerra entre Israel e o Hamas começar, diversos países pelo mundo já registravam o crescimento do antissemitismo. Em 2022, nos Estados Unidos, houve um aumento de 36% de casos. Num estudo mais amplo, de 2021, pesquisadores da universidade de Tel-Aviv, em Israel, apontaram que houve “aumento dramático” desses casos em praticamente todos os países que têm uma população judaica expressiva. Com o recente conflito desencadeado no Oriente Médio, após ataque terrorista do grupo Hamas em território israelense no último dia 7 de outubro, a onda antissemita ganhou ainda mais força, em agressões de todos os tipos, não só as ofensas nas redes sociais. No sábado (21), a presidente de uma congregação judaica em Detroit, no estado americano de Michigan, foi encontrada morta a facadas do lado de fora de sua casa. No dia 18, em Berlim, a polícia da Alemanha informou que uma sinagoga na região central de Berlim foi alvo de um ataque antissemita com coquetéis molotov. Casos como esses se avolumam mundo afora nos últimos dias.No Brasil, a Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro registrou 87 relatos de crimes de racismo e xenofobia contra a comunidade judaica depois do início da guerra. Antes do mês de outubro a média era 3,5 casos por mês.O recente transbordamento do antissemitismo congrega não só o espectro da direita, mas vários setores da esquerda, que costumam demonstrar uma visão complacente com o terrorismo e com a ideia de que a comunidade judaica seria uma espécie de “marionete do imperialismo americano”. Esse antissemitismo progressista, em muitos casos, ainda coloca em xeque a existência do Estado de Israel e tampouco costuma contemplar os judeus dentro da política identitária.Afinal, os judeus nunca estiveram tão vulneráveis desde o Holocausto? De que maneira o antissemitismo se expressa no mundo de hoje? O Brasil também é foco de ataques? A islamofobia tem a mesma raiz? Edição desta terça-feira, 24, do ‘Estadão Notícias’, discute o assunto numa entrevista com o cientista social Gabriel Carvalho, pesquisador do antissemitismo moderno. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 24, 202328 min

'Morning Call': Mercado em busca de segurança

O 'Morning Call | Mercado em 15 minutos' desta segunda-feira, 23, destaca que o principal índice da bolsa de Valores de SP fechou a semana passada no menor nível em mais de quatro meses. A principal razão ainda são os conflitos no Oriente Médio. As vendas do varejo e o setor de serviços também viveram quedas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 23, 202314 min

O impacto político do consórcio entre governadores do Sul e Sudeste

O consórcio político que integra os Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo foi oficialmente formado na semana passada. Chamado de Cosud, o grupo vai se reunir a cada 90 dias e discutir políticas em comum entre as regiões para pressionar as bancadas no Congresso Nacional. A formalização do grupo demorou para ser concretizada depois da repercussão da fala do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), ao Estadão, quando comparou os Estados do Nordeste a vaquinhas que produzem pouco. Pouco depois, Zema pediu desculpas, disse que foi mal-interpretado e reforçou que a união desses Estados em um consórcio visa aumentar o protagonismo político do Sul-Sudeste em questões de infraestrutura, saúde e segurança. Juntos, os sete Estados movimentam 70% da economia e concentram 56% da população do País, o que fortalece o impacto político gerado por essa articulação. Além disso, o Sul-Sudeste reúne 256 dos deputados federais, ou seja, metade da Câmara Federal. Afinal, qual é o peso político do Cosud? Ele pode fomentar mais divisões no País? Os Estados do Sul e Sudeste são sub-representados na Câmara? A edição desta segunda-feira, 23, do ‘Estadão Notícias’, discute esses temas em uma entrevista com o cientista político e diretor de projetos do Movimento Voto Consciente, Bruno Silva. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Rogério Júnior e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 23, 202326 min

Tecnologia #295: #Start Eldorado: 17 mil disputam mercado de provedores no País

O Start Eldorado de hoje fala sobre os desafios e o futuro para os provedores de internet no Brasil, que em muitos casos vêm se reinventando para oferecer não apenas conectividade, mas para agregar a suas redes serviços diferenciados para consumidores físicos e privativos. Em entrevista gravada no Futurecom, recebemos os CEOs da AmericaNet, Lincoln Oliveira, e da Vero Internet, Fabiano Ferreira, que acabam de firmar a união entre as duas empresas, dando origem a uma nova companhia que está presente com uma rede de fibra ótica de milhares de quilômetros em mais de 400 cidades brasileiras, se tornando a maior provedora do País. Eles falam sobre como se destacar nesse mercado, disputado por mais de 17 mil empresas no País. Com apresentação de Daniel Gonzales, o programa começa às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 21, 202321 min

O papel da ONU em conflitos e a inoperância do Conselho de Segurança

Fundada em 1945 após duas guerras mundiais, a Organização das Nações Unidas (ONU) tem como uma de suas missões a intervenção em conflitos bélicos. No entanto, com o passar dos anos, o organismo multilateral perdeu relevância e capacidade de interferência por meio do seu Conselho de Segurança. Um caso recente é o da guerra entre Rússia e Ucrânia, que segue sem resolução mesmo após mais de um ano de guerra. Afinal, o que explica a inoperância do órgão? O conflito mais recente entre Israel e o Hamas também gerou um impasse dentro do Conselho de Segurança. Na última quarta-feira, 18, os EUA vetaram um texto elaborado pelo Brasil, atual presidente do Conselho, em que se solicitava o cessar-fogo imediato da guerra entre Israel e o grupo terrorista palestino. O voto dos EUA tem peso significativo para anular o texto porque o país integra o grupo dos cinco Estados-membros permanentes. Países como Alemanha, Brasil, Índia e Japão têm defendido uma reforma no atual funcionamento do Conselho, tendo em vista que é a única instância da Organização que tem o poder decisório. Muitas nações acreditam que este deveria ser um papel da Assembleia Geral. O que explica a inoperância do Conselho de Segurança da ONU? O Brasil tem chances de ter uma cadeira permanente? Há chances de que uma nova resolução seja aprovada em relação ao conflito entre Israel e Hamas? Edição desta sexta, 20, do ‘Estadão Notícias’ discute o tema numa entrevista com o ex-embaixador em Washington e Londres e presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior, Rubens Barbosa O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Rogério Júnior e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 20, 202329 min

A reta final das eleições argentinas: quem vai para o 2º turno?

Os argentinos vão às urnas neste domingo, 22, escolher quem poderá presidir o país pelos próximos quatro anos. Como a Argentina vive uma das disputas mais acirradas de sua história, dificilmente ela se resolverá no primeiro turno. Os três líderes nas pesquisas têm condições de avançar, segundos as pesquisas. São eles: o governista Sergio Massa, o libertário Javier Miler e a opositora Patricia Bullrich.O tema central da campanha, como não poderia ser diferente, foi a economia. O país vive um cenário dramático nesta área, com hiperinflação, câmbio desvalorizado e desaceleração da economia. Foi este contexto de crise que permitiu que o outsider Javier Milei ganhasse projeção, mesmo com suas propostas radicais, como as promessas de fechar o Banco Central e dolarizar de vez a economia argentina. Milei despontou como favorito já nas primárias e reuniu amplo apoio do eleitorado mais jovem do país, diretamente impactados pela ausência de boas perspectivas.Apesar do desastre econômico, o peronista Sergio Massa tem conseguido se descolar da responsabilidade pela atual situação da Argentina e, por isso, desponta como um nome forte para estar no segundo turno. O problema é que a rejeição ao governo de Alberto Fernández se intensifica numa eventual disputa decisiva e, de acordo com os levantamentos, Massa perde em todos os cenários de segundo turno, seja para Milei, seja para Bullrich.Inicialmente espremida pela polarização entre Milei e Massa, Bullrich viu seu nome ganhar força após o bom desempenho no último debate entre os candidatos na televisão. A ex-ministra de Segurança do governo do ex-presidente Mauricio Macri tem como trunfos não só a postura mais moderada, como o domínio por essa agenda na área da segurança pública.Edição desta quinta-feira, 19, do ‘Estadão Notícias’ destrincha o cenário das eleições argentinas em sua reta final, numa conversa com a repórter de ‘Internacional’ do Estadão, Carolina Marins, que está no país acompanhando o desfecho deste primeiro turno.O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Rogério Júnior e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 19, 202327 min

A seca intensa na Amazônia: causas e consequências

O déficit de chuvas nas regiões da Amazônia brasileira tem assustado, principalmente, os moradores do Acre, Amapá, Amazonas e Pará. Uma crise hídrica inédita atinge a população. O Rio Negro atingiu nesta semana o nível mais baixo já registrado na história. Em Manaus, capital do Amazonas, o maior índice havia sido em 2010, na marca de 13,63 metros. Esse número foi superado no início desta segunda quinzena de outubro, com o Rio Negro medindo 13,59 metros. O fenômeno El Niño está entre os responsáveis pela seca que vem assolando a região: a elevação das temperaturas do Oceano Pacífico aliada ao aquecimento anormal das águas altera as correntes de ventos e as precipitações. Entretanto, não pode-se dizer que este seja o único motivo que tem influenciado na seca extrema no Norte do Brasil. As mudanças climáticas e o desmatamento desenfreado na região amazônica são os grandes vilões que potencializam os efeitos da passagem do El Niño. A fauna amazônica também tem sofrido com a falta de chuvas. No Lago Tefé, localizado no interior do Amazonas, mais de 100 botos morreram por conta da falta de água. Além disso, a região do Lago de Coari, também no interior, há registro de escassez de alimentos e medicamentos.O governo federal disponibilizou uma verba de R$ 324,3 milhões para auxiliar os municípios afetados pela seca no Amazonas, mas este cenário só tende a piorar até o ano que vem. O período de seca, que deveria terminar em novembro, pode se estender até janeiro de 2024, fazendo com que a estiagem se eleve e outras áreas do Brasil sejam afetadas. Afinal, por que estes fenômenos estão cada vez mais frequentes? Dá para colocar tudo na conta do El Niño? A médio e longo prazo, o que é preciso fazer para mitigar os efeitos das mudanças climáticas? Sobre estes temas, a edição de hoje (18) do ‘Estadão Notícias’ entrevista Marília Guedes, doutora em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ela é tecnologista no Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do INPE. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Rogério Júnior e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 18, 202322 min

É possível acabar com o Hamas?

O conflito entre Israel e Hamas chega ao seu 11º dia sob a expectativa de uma ofensiva do exército israelense por terra, com intuito de aniquilar o grupo terrorista na Faixa de Gaza. A população palestina foi avisada previamente pelos militares para que deixasse o norte do enclave e se desloque para o sul. No domingo, 15, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, prometeu “desmantelar” o Hamas, que ele descreveu como “monstros sanguinários”.A nova etapa da guerra, além de representar um grande desafio para operação militar, pode elevar drasticamente o número de civis mortos. Gaza é densamente povoada e, debaixo dela, há todo um labirinto de túneis por onde os terroristas do Hamas se escondem e planejam suas ofensivas. Especialistas em segurança - e o próprio governo de Israel - entendem que essa fase do conflito deve se arrastar por um longo período. A ofensiva terrestre em Gaza ainda pode atrair novos atores para o cenário da guerra, como o Irã - que promete retaliação - e o grupo terrorista Hezbollah, que atua no sul do Líbano e já tem desferido ataques contra Israel. Os Estados Unidos têm dado amplo apoio aos israelenses, mas temem que a guerra ganhe novas proporções. O presidente norte-americano, Joe Biden, disse que seria “um grande erro” Israel ocupar Gaza e pede que as negociações para a criação de um Estado palestino sejam retomadas.Afinal, Israel tem condições de acabar de vez com o Hamas? De que maneira uma escalada da guerra mexe com os países do entorno? Israel já precisa pensar e planejar um cenário do pós-guerra?Para tratar desses temas, edição de hoje (17) do ‘Estadão Notícias’ conversa com Helena Cherem, especialista em geopolítica do Oriente Médio, mestra em Relações Internacionais, professora na StandWithUs Brasil e pesquisadora assistente Weatherhead Center for International Affairs da Universidade de Harvard. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 17, 202325 min

O impacto do conflito no Oriente Médio chegou ao Brasil?

O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca o balanço da semana positivo para o Ibovespa mesmo em meio ao grande clima global de aversão ao risco. O episódio também explica a diferença entre educação financeira e inteligência financeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 16, 202313 min

A explosão de cursos EAD e a falta de regulação do MEC

Dados divulgados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) no último dia 10, do Censo do Ensino Superior de 2022, mostram que 72% dos alunos que foram aprovados no ensino superior privado optaram por estudar a distância. Nas licenciaturas (cursos de formação de professor), o índice foi ainda maior: 93,2%. Isso se reflete na oferta de cursos nesta modalidade: um aumento de 700% nos últimos dez anos, segundo as estatísticas, saindo de 1.148 em 2012 para 9.186 no ano passado.O ministro da Educação, Camilo Santana, prometeu agir para mudar este cenário. "Estamos preocupados com esse aumento, é um processo que a pandemia trouxe, mas que acende um sinal vermelho para nós. É papel do MEC regular essa oferta de vagas e vamos fazer isso", disse o ministro. A formação de professores concentrada majoritariamente em licenciaturas a distância também acendeu o alerta no MEC. “Precisamos com urgência rever a regulação desses cursos, porque são esses professores que estão chegando às escolas", disse o ministro. A pasta chegou a abrir uma consulta pública para debater a intenção de autorizar as graduações em Direito, Enfermagem, Odontologia e Psicologia na modalidade a distância, mas depois suspendeu a portaria. Camilo também anunciou que foi suspensa a autorização de cursos a distância de Farmácia. Afinal, por que o EAD se tornou a modalidade dominante no ensino superior? Quais são os impactos para a educação? O MEC deixa de cumprir seu papel regulatório? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Priscila Cruz, presidente executiva do Todos pela Educação. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 16, 202326 min

Tecnologia #294: #Start Eldorado: redes seguras, negócios nos trilhos

O Start Eldorado fala sobre a jornada dos clientes das empresas de telecomunicações, gestão, monitoramento e inteligência de redes, trazendo conversas com três parceiros da NEC em entrevistas gravadas do Futurecom 2023. O apresentador Daniel Gonzales conversa com Fabio Motta, da Netcracker; Antonio Zamprogno, da Accedian; e Alan de Souza, da Adtran, que trazem os principais destaques e inovações sobre os temas, essenciais para garantir uma conectividade de alta performance diante de um enorme aumento da demanda por esses serviços. O programa vai ao às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, site, apps, canais digitais e Alexa, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 14, 202325 min

O debate sobre a regulamentação do cigarro eletrônico

O Senado Federal começou a discutir a regulamentação ou não dos cigarros eletrônicos, mais conhecidos como vapes. Para quem defende a legalização dos vapes, a regulamentação feita pelo poder público pode evitar que produtos sem inspeção sejam vendidos. Sem normas claras, os usuários estão expostos a produtos sem garantia de qualidade e monitoramento, prejudicando diretamente sua saúde. Além disso, o governo enfrenta uma perda considerável de mais de 2 bilhões de reais em impostos, fruto da falta de regulamentação. No entanto, entidades médicas e profissionais da saúde discordam da liberação desses produtos. Uma pesquisa publicada na revista World Journal of Oncology mostrou também que fumantes de cigarros eletrônicos são diagnosticados com câncer quase 20 anos mais cedo que usuários de tabaco tradicional. De acordo com o relatório de estudo de monitoramento dos fatores de risco para doenças crônicas no Brasil, a maior prevalência de experimentação do cigarro eletrônico ocorre entre os jovens de 18 a 24 anos. A venda, importação e publicidade dos cigarros eletrônicos são proibidas no Brasil desde 2009 pela Anvisa, que sempre avalia o tema. Afinal, o Brasil deve regulamentar a venda do vapes? A liberação pode piorar o problemas de saúde da população, e um aumento de custo para o SUS? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o psiquiatra Jorge Alberto Costa e Silva, presidente do INBRACER (Instituto Brasileiro do Cérebro) e ex-diretor do grupo Tabaco e Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 13, 202320 min

Os rumos do conflito entre Israel e os terroristas do Hamas

O ataque sem precedentes mostrou que os terroristas do Hamas estão mais organizados — e muito mais armados — do que se tinha notícia. A tropa anfíbia, equivalente a fuzileiros navais, que invadiu Israel por mar com barcos de pesca de pequeno porte, era até então desconhecida. Assim como ocorreram sem notícia os treinamentos nas colinas de Golã para incursão aérea com uso de paragliders. O centro de estudos estratégicos da Universidade de Georgetown, em Washington, estima que o Hamas tenha 40 mil militantes. O número é muito superior ao que se acreditava anteriormente (algo de 8 a 12 mil pessoas entre simpatizantes e combatentes treinados). É, no entanto, uma força muito menor que o poderoso exército israelense, com 600 mil soldados e reservistas que podem ser convocados em até 24 horas. A Força Aérea do país possui drones armados com sofisticados sistemas de inteligência que permitem atingir praticamente qualquer alvo em Gaza. Mas o poder de fogo das duas partes do conflito pode aumentar, e muito. Do lado dos terroristas do Hamas, o grupo terrorista libanês Hezbollah, com um poderio muito maior, já disse que suas armas e foguetes estavam à disposição deles. Já os israelenses contam com o apoio da maior força militar do planeta: os Estados Unidos. O país começou a enviar ajuda militar e a deslocar a sua força naval para mais perto do Mediterrâneo. A Força Aérea americana também aumentou o envio de seus caças para a região. Afinal, em termos de efetivo militar e poderio bélico,o que é possível presumir sobre a dinâmica e extensão do conflito? Como fica a situação se outros países entrarem no conflito? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Bernardo Wahl, professor de Relações Internacionais da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, especialista em segurança e defesa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 11, 202328 min

Bolsonaro na mira do TSE novamente

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai julgar, nesta terça-feira (10), três ações de investigação contra Jair Bolsonaro (PL) e o candidato a vice Braga Netto, na chapa derrotada nas eleições de 2022. A inclusão na pauta no plenário da Corte atende um pedido do ministro Benedito Gonçalves, relator das ações que apuram possíveis irregularidades no suposto uso de sedes do governo federal para atos de campanha eleitoral. Bolsonaro e Braga Netto foram acusados de abuso de poder político, desvio de finalidade e conduta proibida a agentes públicos nas eleições, com as famosas “lives” do ex-presidente. Além disso, estão sendo questionadas as coletivas de imprensa realizadas no Palácio da Alvorada, em que governadores declararam apoio eleitoral a Bolsonaro. Em uma outra ação, Bolsonaro é acusado de fazer campanha para a reeleição no 7 de Setembro do ano passado. Durante os eventos em Brasília, o ex-presidente subiu em um carro de som financiado pelo agro e discursou a favor de sua candidatura à reeleição. Essas ações também podem ter como resultado a inelegibilidade dos dois políticos. O Ministério Público Eleitoral defendeu a rejeição desses pedidos, alegando que não há elementos que apontem que os eventos tiveram "impacto substancial" sobre a legitimidade das eleições. As defesas de Bolsonaro e Braga Netto pedem a rejeição da ação por considerar que não houve irregularidades. Afinal, o que acontece se Bolsonaro for novamente condenado? As penas se acumulam ou ele mantém os 8 anos de inelegibilidade? No ‘Estadão Notícias’ de hoje vamos falar sobre o assunto com o advogado, especialista em direito eleitoral, e professor de direito eleitoral da Escola Paulista de Direito, Alberto Rollo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Laís Gottardo e Victória Ribeiro Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 10, 202324 min

Momento de cautela

O Morning Call | Mercado em 15 minutos traz, diante do contexto do agravamento do conflito entre israelenses e palestinos do grupo Hamas, como ficam os mercados. Um possível aumento dos juros americanos também tem gerado cautela na Bolsa de Valores. As notícias mais positivas vêm do Brasil, como a estabilidade na geração de empregos e na indústria. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 9, 202319 min

O ataque terrorista do Hamas a Israel e as razões e consequências da guerra

Terroristas do Hamas na Faixa de Gaza realizaram um ataque sem precedentes no sul de Israel neste sábado, 7, e dispararam milhares de projéteis contra o território israelense, enquanto o grupo Hamas, que governa o enclave, anunciava o início de uma nova operação. Em resposta, Israel atacou alvos em Gaza, em um conflito que caminha para ser um dos mais pesados entre os dois lados, que vêm se enfrentando há décadas. Os serviços de emergência já confirmaram que centenas de pessoas morreram, tanto em Israel como na faixa de Gaza, entre civis e militares. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o país está “em guerra” com a “milícia radical”. Ele ordenou a convocação de reservistas e prometeu que o Hamas “pagará um preço que nunca conheceu antes”. “Estamos em guerra”, disse Netanyahu. “Não em uma ‘operação’, não em um ‘ataque’, mas em guerra”. Ele também ordenou que o exército limpasse as cidades infiltradas de militantes do Hamas que ainda estavam envolvidos em tiroteios com soldados. A grave invasão coincide com o Simchat Torah, um dia normalmente festivo, em que os judeus completam o ciclo anual de leitura de seu livro sagrado, a Torah, e reaviva a dolorosa memória da Guerra do Yom Kippur, de 1973. Naquela ocasião, os inimigos de Israel lançaram um ataque surpresa no dia mais sagrado do calendário judaico. Em meio aos impasses sobre os territórios, em 1967 veio a Guerra dos Seis Dias, que mudou o cenário na região. Israel tomou à força a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, então sob controle da Jordânia, assim como a Faixa de Gaza. A resolução do conflito, no entanto, ainda se choca em disputas que parecem cada vez mais insolúveis, como a segurança de Israel, as fronteiras, o estatuto de Jerusalém e o direito de retorno dos refugiados palestinos que foram expulsos de suas terras. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escreveu em rede social que o Brasil "não poupará esforços" para evitar a escalada do conflito no Oriente Médio entre israelenses e palestinos. Já o presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou que o país está pronto para oferecer "todos os meios apropriados de apoio" a Israel. Afinal, quais serão as consequências deste novo conflito que se deflagra na região? Como isso mexe com a geopolítica global? E que papel terá o Brasil, que neste momento preside o Conselho de Segurança da ONU? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o assunto com Roberto Uebel, professor de Relações Internacionais da ESPM e de Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 9, 202326 min

Tecnologia #293: #Start Eldorado: de cidades ao agro, a inovação no ar

O apresentador Daniel Gonzales recebe nesta edição do Start Eldorado, gravada no Futurecom 2023, o presidente da NEC no Brasil, José Renato Gonçalves, para uma conversa sobre disrupção, integração de tecnologias de dados e inovação em várias áreas de negócios. O programa Start Eldorado, sobre transformação digital, vai ao ar todas as quartas-feiras na Eldorado FM (107,3 - SP), às 21h.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 7, 202319 min

A onda de violência na Bahia e o fracasso das gestões petistas

No último fim de semana, a Bahia testemunhou mais um episódio da escalada de violência no Estado. Uma ação policial na periferia de Salvador resultou na morte de dez pessoas, mais um entre tantos casos graves envolvendo as forças de segurança locais. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em 2022, 1.464 mortes foram registradas em decorrência de ações policiais. Só em setembro deste ano, ao menos 60 pessoas foram mortas por membros da polícia. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes na Bahia cresceu vertiginosamente nas últimas décadas: 1.393% entre 1981 e 2021. O PT governa o Estado desde 2007, com as gestões de Jaques Wagner, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues (atual mandante). Neste período, o poder das organizações criminosas só aumentou e a segurança pública entrou em colapso. Atualmente, o Estado é considerado o primeiro em números absolutos e o segundo mais violento do país em termos proporcionais, atrás apenas do Amapá. Em visita à Bahia nesta quinta-feira, 5, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anunciou investimentos e parcerias do governo federal e estadual. Segundo ele, serão destinados R$ 134 milhões ao Estado em ações de combate à criminalidade. Com esses movimentos, Dino, que tem sua gestão questionada frente à pasta, tenta frear os impactos negativos da onda de violência da Bahia no governo Lula.Mas, afinal, o que explica o fracasso dos governos petistas na gestão da segurança pública na Bahia? Qual papel deveria cumprir o governo federal? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, analisamos o caso numa entrevista com o coordenador do Centro de Estudos em Segurança Pública da PUC Minas, Luis Flávio Sapori. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Laís Gottardo e Victória Ribeiro Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 6, 202327 min

Os freios que o Congresso quer impor ao STF

A insatisfação do Congresso com o Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou novos capítulos nos últimos dias. Na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado foi aprovada, em votação que durou 40 segundos, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita as decisões monocráticas (tomadas por um único ministro) e o prazo para os pedidos de vista. O texto segue, agora, para o plenário da Casa.O próprio presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), externou publicamente o interesse em mexer no funcionamento da Corte. Na segunda-feira, 2, ele defendeu a fixação de um mandato para ministros do STF, além da elevação da idade mínima para ingresso no órgão responsável pela guarda da Constituição. Apesar dos holofotes em torno da questão, o debate não é novo. A PEC em questão é de autoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM) e foi apresentada em 2019. Pela proposta, o mandato dos ministros do STF seria fixado em 8 anos e a responsabilidade de indicação para novos membros continuaria a cargo do Presidente da República. Ministros como Gilmar Mendes se posicionaram negativamente sobre o retorno da discussão, o que causou a indignação e repúdio de vários parlamentares. O pano de fundo para o atrito entre Judiciário e o Legislativo são pautas recentes enfrentadas pelo Supremo, como o marco temporal e a descriminalização do aborto. Lideranças políticas afirmam que o STF estaria avançando sobre temas que deveriam ser do Congresso. Também nesta quarta-feira, 04, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), provocou o STF ao dizer que os Poderes devem se manter nos “limites constitucionais” e que tem “absoluta certeza” de que o “Parlamento os obedece, os cultiva e os respeita”. Afinal, o que move o Legislativo nessa ofensiva contra a Corte? Aprovar medidas reformistas no STF beira o autoritarismo ou permite a melhoria do funcionamento do tribunal? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, ouvimos a opinião do senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Além disso, conversamos sobre o assunto com Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da FGV-SP, autor do livro “Catimba Constitucional” e organizador do recém-lançado “Resiliência e Deslealdade Constitucional”. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Laís Gottardo e Victória Ribeiro Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 5, 202322 min

A nova missão no Haiti e o papel do Brasil

Seis anos desde o fim da Minustah, missão da ONU comandada por militares brasileiros, o Haiti voltará a receber forças externas na tentativa de barrar o que é considerada a mais grave crise humanitária das Américas. Nesta segunda-feira (2), o Conselho de Segurança das Nações Unidas, após semanas de discordância em torno da pauta, aprovou o envio de uma missão multinacional de apoio à segurança. Liderada pelo Quênia, o objetivo da missão é garantir a estabilidade no país caribenho, que é palco da atuação de gangues que controlam grande parte de Porto Príncipe, capital e o principal porto do Haiti, bloqueando linhas de abastecimento vitais para o país. A medida foi anunciada um ano depois que o secretário-geral da ONU, António Guterres, fez um apelo para a organização de uma intervenção humanitária. O resultado da omissão se reflete em números. De acordo com a ONU, o país registrou 2 mil mortes, mil sequestros e diversos casos de violência sexual apenas na primeira metade de 2023. O Brasil, responsável pela presidência do Conselho ao longo do mês de outubro, votou a favor da resolução redigida por Estados Unidos e Equador, assim como outros 12 países-membros. Em resposta ao histórico de conflitos, as únicas abstenções foram da China e Rússia, membros permanentes do UNSC. Apesar do voto positivo, a atuação brasileira não será a mesma daquela orquestrada pela Minustah, que deixou legado questionável após casos de abusos sexuais e introdução à cólera no país caribenho. Dessa vez, ao invés de enviar soldados para vestirem os ‘capacetes azuis’, o Brasil ficará responsável por treinar as forças de seguranças haitianas. Mas, afinal, o que levou o Brasil a rejeitar a liderança das forças policiais multinacionais no combate a gangues criminosas no Haiti? Além disso, existe a possibilidade de livrar o país da onda de pobreza e violência que o assola historicamente? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, ouvimos o relato da missionária brasileira, Leilcia Silva, que mora e atua no Haiti, e conversamos sobre o assunto com Felipe Frazão, repórter de internacional no Estadão e colunista de política da Rádio Eldorado. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Laís Gottardo e Victória Ribeiro Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 4, 202334 min

A crise dos planos de saúde e como isso afeta os beneficiários

Brasileiros que utilizam os planos de saúde percebem que está cada vez mais difícil marcar uma consulta em pouco tempo, ou até mesmo realizar procedimentos que precisam passar pelo crivo das operadoras. Hoje, um dos principais fatores de pressão sobre o custo dessas operadoras é expresso pela taxa de sinistralidade do setor, que é a relação entre quanto as pessoas usam os planos e quanto pagam pelo serviço. Números da Agência Nacional de Saúde Suplementar mostram que esse índice está perto dos 90%. Quanto mais próximo de 100%, pior é o resultado para as empresas. Além disso, com o cenário econômico adverso, novos beneficiários estão entrando em contratos com mensalidades menores que as dos planos já em vigor Especialistas no setor atribuem o cenário a fatores como inflação médica, flexibilização do rol de procedimentos com cobertura obrigatória dos planos e a chegada de medicamentos de alto custo. Na tentativa de equilibrar as contas, os planos têm comprimido as redes credenciadas, esticado o quanto podem tanto os reembolsos como o tempo de atendimento e, em alguns casos, têm cancelado contratos de adesão coletiva. Afinal, como contornar os problemas com os planos de saúde, sem que o cliente seja atingido? A saída seria melhorar os serviços prestados pelo SUS? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Vera Valente, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 3, 202323 min

Balanço do terceiro trimestre

O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaque que apesar dos últimos três meses terem sido marcado pelas incertezas, principalmente diante da alta dos juros americanos, e o período ter sido de queda na Ibovespa, no ano, a alta da Bolsa está em 6,22%. O programa também segue com a série especial sobre renda variável, desta vez, com foco nos fundos imobiliários.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 2, 202320 min

O apetite insaciável do Centrão: governo Lula está rendido?

O clima entre Lula e o Centrão não é dos melhores. Mesmo o presidente ter cedido espaço no governo para o grupo, inclusive rifando alguns aliados, a relação ainda é instável. Na semana passada, uma declaração do petista sobre não querer mexer na Caixa Econômica Federal fez os partidos de centro reagirem. A presidência do banco faz parte de um acordo feito em julho entre o governo e o Centrão. Lula prometeu abrir espaço na Esplanada para o partido do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e o Republicanos, além de entregar ao grupo político o comando do banco, o que garantiu a aprovação do projeto de lei que retomou o voto de desempate a favor da Receita nos julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, o Carf. A Funasa (Fundação Nacional de Saúde) também está na mira desses políticos. O órgão tem orçamento bilionário e é alvo de disputa. O PSD, que deseja o cargo, enquadrou publicamente o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), por mais espaços no governo. Como represália, o Centrão paralisou votações na semana passada, e promete dificultar as coisas para a gestão petista, caso o presidente não cumpra com os acordos. Para aprovar, por exemplo, o pacote do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), para aumentar a arrecadação e zerar o déficit das contas públicas ano que vem, o governo vai precisar do Centrão. Afinal, como o governo vai conseguir se livrar do apetite do Centrão? Lula será refém do grupo ao longo do seu mandato? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e diretor de projetos do Movimento Voto Consciente, Bruno Silva. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 2, 202327 min

Indicadores assistenciais garantem excelência no atendimento à saúde

Como a tecnologia aliada ao acolhimento, com foco em eficiência, segurança a agilidade nos serviços de saúde podem garantir altos índices de qualidade na prestação assistencial é o tema da entrevista com Anderson Nascimento, vice-presidente de Operações da Hapvida NotreDame Intermédica.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 30, 202322 min

Tecnologia #292: #Start Eldorado: inovação digital na construção civil

O Start Eldorado encerra a série de programas sobre cidades inteligentes (smart cities) falando de um tema conectado a questões ambientais e de sustentabilidade nos municípios: a transformação digital no âmbito da construção civil. O uso de tecnologia de dados, inteligência artificial, internet das coisas, realidade aumentada e conceitos como gêmeos digitais - tudo baseado em conectividade em larga escala - em obras públicas e privadas - vêm se provando eficaz para reduzir emissões, cortar custos, acelerar projetos e tornar as cidades mais verdes e responsáveis. O apresentador Daniel Gonzales recebe os executivos Guilherme Brasil e Ionan Fernandes, respectivamente CTO e diretor-executivo da Softplan, para falar sobre o tema. Destacamos ainda o Futurecom 2023: a uma semana do evento, o diretor de Marketing da NEC, André Eletério, traz os principais destaques que serão mostrados no evento. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, site, aplicativos e canais digitais, todas as quarta-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 30, 202322 min

Ondas de calor e desastres naturais: a Terra em mudança climática

O Brasil tem enfrentado uma das piores ondas de calor da sua história. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o inverno deste ano foi um dos mais quentes desde 1961. Estados como Mato Grosso, Roraima, Rio de Janeiro, e Piauí, têm convivido com temperaturas acima de 40 graus, todos os dias. Essas ondas de calor acontecem pela intensificação de um fenômeno muito conhecido: o El Niño. No Brasil, o fenômeno tem dois efeitos bem definidos: enquanto há o aumento de chuvas e a queda de temperaturas na região Centro-Sul do país, no Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste, o efeito é o contrário. Um exemplo é o que está acontecendo no Rio Grande do Sul com o aumento das chuvas e dos ciclones no Estado. Em junho, a passagem de um fenômeno do tipo, acompanhada de temporais, deixou 16 mortos. No início deste mês, o total de vítimas foi ainda maior: 49. O último relatório do Painel Intergovernamental sobre o Clima (IPCC), das Nações Unidas, divulgado neste ano, aponta que algumas das mudanças climáticas futuras são inevitáveis ou irreversíveis, mas podem ser limitadas por alterações rápidas e de redução sustentada das emissões globais. Afinal, entramos no chamado ponto de não retorno em relação aos impactos das mudanças climáticas? Existe algo que possa ser feito para que esse quadro seja revertido? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a pesquisadora titular e coordenadora do Laboratório de Gases de Efeito Estufa, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Luciana Gatti. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 29, 202324 min

Conteúdo Patrocinado: #05 Pfizer: Leucemia

Popularmente conhecida como câncer do sangue, a leucemia é uma doença que afeta os glóbulos brancos que compõem o sistema de defesa do nosso organismo e se dá pelo acúmulo de células doentes na medula óssea. Aceitar esse diagnóstico geralmente não e fácil para o paciente e para as famílias, especialmente porque sua origem muitas vezes é desconhecida. Entretanto, a aceitação, aliada à detecção precoce e ao tratamento correto, são fundamentais para a recuperação. A leucemia e a aceitação são temas do 5º e último episódio da série de podcasts #BoraFalardeCâncer, que discute a jornada do paciente. Neste episódio, a jornalista Mafê Luvizotto conversou com a médica Adriana Cury da Pfizer e com a Cátia Lene, que é mãe da Maria Eduarda, de quatro anos, que está em tratamento contra a doença. Esta série é uma produção do Estadão Blue Studio e foi patrocinada pela Pfizer. Convidados: Dra. Adriana Cury e Cátia Lene. Referencias: Inca; disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/leucemia ; acessado em: 05/08/2023 Abrale; disponível em: O que causa leucemia? - Revista Online ABRALE; acessado em 05/08/2023 PP-UNP-BRA-2814See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 28, 202324 min

A fala capacitista de Lula e o abandono de políticas de inclusão

Nesta semana, durante o programa “Conversa com o Presidente”, Lula destilou preconceito em uma fala que atinge pessoas com deficiência. O petista fará, nesta sexta-feira (29), uma artroplasia total de quadril para aliviar dores em decorrência de uma artrose. Será instalada uma prótese na cabeça do fêmur direito. Médicos querem que o presidente use uma muleta ou um andador para se recuperar. Perguntado sobre o assunto, Lula disse: “O [fotógrafo Ricardo] Stuckert não quer que eu ande de andador, já falou que não vai me filmar de andador. O que significa que vocês não vão me ver de andador ou muleta. Vocês vão me ver sempre bonito”. A fala gerou diversas reações de entidades e representantes de pessoas deficientes. A senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que é tetraplégica, classificou as declarações de Lula, que atrelou a ideia de beleza ao não uso de muletas ou andador, como uma "fala capacitista". De acordo com os dados mais recentes do IBGE, de 2022, o Brasil tem 18,6 milhões de pessoas com deficiência. Esse número representa 8,9% de toda a população brasileira a partir de dois anos de idade. Afinal, o quanto a fala capacitista de Lula demonstra o preconceito enraizado na sociedade brasileira? Como isso prejudica a luta por mais direitos das pessoas com deficiência? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o autor do blog ‘Vencer Limites’, no Estadão, e colunista da Rádio Eldorado, Luiz Alexandre Souza Ventura. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 28, 202332 min

Aborto, drogas, marco temporal… STF tem atropelado o Congresso?

A relação entre o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) têm ficado cada vez mais estremecida por causa de temas que são tratados de forma divergente pelos Poderes. Na última semana, as discussões sobre a tese do marco temporal para a demarcação de terras indígenas gerou ruído entre a Corte e a bancada ruralista na Câmara dos Deputados. Por 9 votos a 2, a Corte barrou o entendimento de que só poderiam ser demarcadas terras que já estavam sendo ocupadas por indígenas no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição. No Congresso, a pauta é debatida por meio de um projeto de lei, que visa garantir a tese do marco temporal. Mas esse é apenas um dos exemplos de como o Judiciário tem sido acusado de interferir em temas que deveriam ser pautados no Legislativo. Entre os casos estão: a descriminalização do aborto; a descriminalização do porte de drogas; imposto sindical; quociente eleitoral e o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Esses serão desafios a serem enfrentados pelo ministro Luís Roberto Barroso, que assume a presidência do Supremo Tribunal Federal, nesta quinta-feira (28). Além de julgar temas polêmicos, o magistrado tem como missão distensionar a relação com o Congresso. Afinal, o STF tem abusado do seu direito de entrar em questões próprias do Legislativo? O Congresso Nacional também é culpado pelo Judiciário assumir esse papel? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a professora da graduação e pós-graduação e coordenadora da Clínica de Direitos Humanos da UFPR e advogada, Taysa Schiocchet. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 27, 202327 min

Corporativista ou servilista? A escolha de Lula para substituir Aras

Nesta terça-feira, chega ao fim o que ficou conhecido como a “Era Aras” na Procuradoria-Geral da República (PGR). Envolto em polêmicas, e acusado de proteger o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o seu mandato, Augusto Aras, deixa o cargo sob fortes críticas. Entre as acusações de conivência, está o fato de não ter levado adiante investigações contra Bolsonaro, como as denúncias sobre a atuação negacionista na pandemia de Covid. Augusto Aras arquivou também as acusações feitas contra Bolsonaro pela CPI da Pandemia pelo descumprimento das regras sanitárias, prevaricação, charlatanismo, uso irregular de verbas e infração de medidas sanitárias, entre outros crimes. Não parou por aí: Augusto Aras também minimizou a responsabilidade do ex-presidente nos ataques à democracia. Em 2021, quando Bolsonaro usou o palanque das celebrações de 7 de Setembro, em Brasília, para atacar o processo eleitoral, o STF e o ministro Alexandre de Moraes, o PGR disse que foi apenas um “arroubo de retórica”. Por seu papel de proteção da classe política, Augusto Aras ganhou o apoio de parlamentares importantes para sua recondução ao cargo, como no caso do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). No entanto, esses acenos e os apelos por Aras não mexeram com o coração de Lula, que sempre foi crítico à atuação do PGR. Afinal, qual foi a contribuição de Augusto Aras para a Justiça brasileira? Qual deve ser o perfil e os desafios do novo Procurador-Geral da República? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor da PUC-SP e do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Georges Abboud. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 26, 202323 min

Bolsa em queda após anúncio das taxas de juros

O Morning Call | Mercado em 15 minutos repercute as importantes decisões de política monetária realizadas no Brasil e nos EUA na semana passada e como o mercado recebeu esses posicionamentos. O programa também traz uma série especial sobre renda variável, com as carteiras recomendadas. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 25, 202316 min

A parceria entre Lula e Biden pelo trabalho: o que está em jogo?

Em um encontro em Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lançaram uma plataforma para superar os desafios atuais do mercado de trabalho. O foco central, segundo os líderes, é combater a precarização do trabalho que está em crescimento no mundo. Tanto o Brasil, como os Estados Unidos atravessam momentos complicados que envolvem direitos trabalhistas. Os americanos enfrentam uma das maiores greves em décadas. Uma parte dos trabalhadores da indústria metalúrgica nos EUA tem paralisado suas atividades, exigindo reajustes salariais e outras garantias de trabalho. No Brasil, os sindicatos e empresas de serviços por aplicativos enfrentam dificuldades para a regulamentação do setor. O problema é mais complexo, pois o atual governo acredita que a reforma trabalhista, feita em 2017, precarizou o trabalho, com o enfraquecimento dos sindicatos. Mas os desafios não param por aí. A Quarta Revolução Industrial, que engloba algumas tecnologias para automação e troca de dados, tem gerado preocupação nos países pela diminuição nos postos de trabalho. Ao mesmo tempo, há quem acredite que isso trará uma mudança nas formações dos profissionais, e não uma perda de emprego. Afinal, quais são os desafios que a nova economia já impõe para o mundo do trabalho? A defesa pelo fortalecimento dos sindicatos traz vantagens para o trabalhador ou só responde a interesses políticos, já que a base petista tem origem sindical? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com professor da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pós-doutorado na Universidade de Oxford, Inglaterra, estudioso e pesquisador do mercado de trabalho brasileiro, Cassio Calvete. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 25, 202321 min

Tecnologia #291: #Start Eldorado: dados no dia a dia de uma grande capital

A importância da análise maciça e inteligente de grandes quantidades de dados - centenas de variáveis - relativos a questões urbanas como saúde, mobilidade, educação, segurança pública, lazer, conectividade no dia a dia da administração, para um planejamento sustentável e certeiro das políticas públicas em destaque hoje no Start Eldorado, que leva ao ar mais uma entrevista da série sobre smart cities no País. O apresentador Daniel Gonzales recebe o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, para uma conversa sobre a transformação digital da capital catarinense, reconhecida como um dos municípios mais conectados e inteligentes do Brasil. A Prefeitura tem trabalhado forte com soluções de tecnologia e com programas de incentivo ao empreendedorismo, conectividade e novas aplicações urbanas, revertidas para o bem da população. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, site, aplicativos, Alexa e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 23, 202323 min

Dá pra mudar a vida de quem tem Dermatite Atópica

A Dermatite Atópica é uma doença que afeta muito além da pele de milhares de brasileiros, ela afeta a qualidade de vida dos pacientes quando não controlada. Para celebrar o Dia de Conscientização da Dermatite Atópica, o Estadão, em parceria com a Sanofi, convidou a Dra Raquel Orfali para explicar os impactos dessa doença e mostrar que DÁ PRA MUDAR ESSA HISTÓRIA. Confira a entrevista completa aqui no podcast Estadão Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 23, 202324 min

Delação de Cid: o golpe de Bolsonaro com apoio da Marinha

O ex-ajudante de ordens Mauro Cid afirmou, em delação premiada que fechou com a Polícia Federal, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniu com a cúpula das Forças Armadas para discutir a possibilidade de uma intervenção militar para anular o resultado da eleição de 2022. Segundo informações reveladas pelo UOL e confirmadas pelo Estadão, Bolsonaro recebeu do assessor Filipe Martins, de acordo com a delação, uma minuta de decreto para prender adversários e convocar novas eleições. Bolsonaro, segundo Cid, teria levado o documento para a alta cúpula das Forças Armadas, obtendo apoio do então comandante da Marinha, o almirante Almir Garnier Santos. O restante do Alto Comando, no entanto, não teria aderido ao plano. O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, estava preso desde maio, quando foi revelado um esquema de falsificação de carteiras de vacinação contra a covid-19. No entanto, no último dia 9, Cid foi liberado do Batalhão da Polícia do Exército, em Brasília, após sua delação premiada ser homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A investigação da PF ainda deve realizar diligências para verificar a veracidade das revelações feitas pelo delator. Afinal, qual o potencial destrutivo dessa delação de Mauro Cid? Isso pode abalar as estruturas do bolsonarismo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o Coordenador de Política do Estadão, em São Paulo, Ricardo Corrêa O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sep 22, 202322 min