
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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O que o resultado do PIB diz sobre os rumos da economia
Os dados do PIB brasileiro no terceiro trimestre de 2023, divulgados nesta terça-feira, 5, pelo IBGE, mostram uma economia estagnada. O crescimento de 0,1% é um resultado praticamente estatístico. Serve para livrar o País de uma recessão técnica (quando há dois trimestres seguidos de queda), mas não é um quadro dos mais animadores. O resultado do período de julho a setembro foi muito influenciado pelo agronegócio, que caiu 3,3% em relação ao segundo trimestre. A indústria cresceu 0,6%, mesma alta registrada pelos serviços. O consumo do governo subiu 0,5%, enquanto o consumo das famílias teve o melhor desempenho dentro da atividade econômica, com alta de 1,1%. As projeções para o crescimento do PIB brasileiro este ano estão por volta de 3% - no Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, estavam em 2,8%. Para 2024, a projeção está em 1,5%, e para 2025, em 1,9%. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o resultado do PIB brasileiro “surpreendeu positivamente” porque o mercado esperava uma retração. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), também viu o resultado como positivo para a economia brasileira. Afinal, o que essa desaceleração do PIB representa para o futuro da economia brasileira? Por que o Brasil não consegue sair dessa sina de baixo crescimento? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o assunto com a professora de Economia do Insper, Juliana Inhasz. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sesi-SP tem qualidade reconhecida pelo PISA para Escolas
A rede de ensino Sesi-SP tem qualidade reconhecida pelo PISA para Escolas, programa que avalia instituições do mundo todo. Esse é o assunto desse podcast, direto do Sesi São Bernardo do Campo, com a Karina Stefanin, Supervisora Técnica Educacional e Ilvanita de Souza Barbosa, Professora de Língua Portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A novela (sem final feliz?) do acordo Mercosul-UE
Recentemente, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que é contra o acordo entre o Mercosul e a União Europeia e disse que o tratado é incoerente com a política ambiental brasileira. Macron ainda chamou o acordo como “antiquado”, e que ele não é “bom para ninguém”. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva tem tentado destravar o acordo entre os blocos, sem sucesso. O mandatário pretende viabilizar um consenso sobre o tema antes da reunião do Mercosul, no Rio de Janeiro, nos dias 6 e 7 de dezembro. Desde 1999, Mercosul e União Europeia tentam fechar um acordo de livre comércio. No entanto, os termos seguem esbarrando em diversos entraves, como por exemplo, disputas ambientais e resistências de alguns governos. Soma-se a isso as rachaduras no Mercosul. O presidente do Uruguai, Lacalle Pou, já disse que quer negociar com países fora do bloco. O novo presidente da Argentina, Javier Milei, declarou que quer deixar o grupo de países, e liberar os empresários para negociar pessoalmente. Afinal, o acordo entre Mercosul e União Europeia, de fato, subiu no telhado? De quem é a culpa? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter de Economia do Estadão, e colunista da Rádio Eldorado, Beatriz Bulla. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Call: Dezembro começa com alta na Bolsa
O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que, em 2023, a alta da Bolsa de Valores de SP é de 16,8% até aqui e grande parte desse resultado se deve ao mês de novembro, que acabou na quinta passada. Foi um mês muito positivo para o mercado acionário mundial, incluindo o brasileiro. O momento também é aspicioso para quem investe em criptomoeda, o Bitcoin, por exemplo, já começou dezembro com ganhos de 3% nesses primeiros dias e fechou novembro com alta de quase 9%.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O fim da reeleição, como quer Pacheco, vai melhorar nossa democracia?
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que vai colocar em pauta, no ano que vem, o fim da reeleição, com a mudança para um mandato de 5 anos para presidente, governador e prefeito. Segundo ele, a medida não serviria para a eleição de 2026. A reeleição foi permitida em 1997, quando o próprio Senado aprovou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para cargos eletivos do Executivo. Na época, houve embates com a oposição e escândalo de compra de votos no Congresso. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que apoiou a proposta na época, sempre negou as acusações. Em 2016, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) chegou a aprovar o fim da reeleição para os cargos do Executivo, mas a medida ainda não foi a Plenário. Já na Câmara, o fim da reeleição foi debatido em uma Comissão Especial, mas rejeitado em setembro de 2017. Para os críticos da reeleição, ela faz com que o governante em exercício, se beneficie da máquina pública para conquistar mais um mandato. Já os que são a favor, dizem que, em apenas 4 anos, um governo não consegue dar prosseguimento em novas políticas públicas. Afinal, a reeleição é um mal a ser extirpado, ou uma chance de dar continuidade a políticas públicas do governo em exercício? A proposta de um mandato de 5 anos para o executivo funciona? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político, professor titular da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (FGV EBAPE) e colunista do Estadão, Carlos Pereira. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #301: #Start Eldorado: IA generativa é apenas o início de um revolução
A revolução trazida pela inteligência artificial generativa às empresas e à sociedade está apenas no início. Baseada em conectividade de alto desempenho, a IA vem funcionando como aliada poderosa no desenvolvimento de novas aplicações e incentivando a criação e integração de ambientes colaborativos, potencializando que novas ideias de negócios saiam do papel. Para falar sobre isso e o futuro dessa tecnologia, o Start Eldorado de hoje recebe Gilson Magalhães, presidente da Red Hat Brasil - empresa que desenvolveu o sistema de funcionamento do PIX com base em códigos abertos - e o especialista em IA Juan Carlos Zeron. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar todas as quartas-feiras às 21h na Eldorado FM (107,3 - SP), site, aplicativos, canais digitais e Alexa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A decisão do STF sobre a imprensa
O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta quarta-feira, 29, que jornais, revistas e portais jornalísticos podem ser responsabilizados por declarações de seus entrevistados contra terceiros se houver “indícios concretos” de que a informação é falsa. Os ministros decidiram que os veículos da imprensa podem ser punidos na esfera cível, por danos morais e materiais, por exemplo, mas apenas se ficar provado que não checaram as informações divulgadas. Associações da imprensa divulgaram uma nota conjunta em que manifestam preocupação com o julgamento do STF. As entidades temem que a decisão abra caminho para o crescimento do assédio judicial a jornalistas. “É imperativo que o jornalismo seja exercido com ética e respeito aos princípios fundamentais da profissão, como a verificação dos fatos e a abertura ao contraditório, (...) mas isso não pode ser confundido com a permanente ameaça de processos resultantes de um dos formatos e instrumentos mais importantes para o jornalismo: as entrevistas”, diz o texto. O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF, saiu em defesa da decisão em conversa com jornalistas após a sessão. “É preciso fazer a leitura correta da decisão que nós tomamos hoje”, disse. “Não há nenhuma restrição à liberdade de expressão, não há censura prévia.” Segundo Barroso, os veículos só podem ser punidos se ficar comprovado que houve má-fé ou “grosseira negligência” na apuração das declarações dos entrevistados. Afinal, a decisão é uma forma de intimidação ao trabalho da imprensa? O que isso pode mudar para o jornalismo brasileiro? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com advogado constitucionalista, especializado em liberdade de expressão e imprensa, André Marsiglia. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A escalada de tensão entre Venezuela e Guiana e o papel do Brasil
No próximo dia 3 de dezembro, a Venezuela fará um referendo para saber de seus cidadãos se o país reivindica e anexa uma região de 160 mil km chamada Essequibo, que hoje pertence à Guiana. A disputa pela região é histórica, e remete a colonização européia na América do Sul. Recentemente, foram descobertas recentemente novas reservas de Petróleo na região. Em dezembro de 2022, o país lançou a primeira rodada de licitações para explorar 11 campos petrolíferos em águas rasas e outros três em águas profundas e ultraprofundas. Essa atitude fez com que a Venezuela passasse a reivindicar o território. A posição do governo de Nicolás Maduro fez com que outros países reagissem a tentativa de anexação do território. Os Estados Unidos enviaram à Guiana chefes do Comando Sul das Forças Armadas para planejar a defesa do país. O Reino Unido também já se manifestou sobre ajudar militarmente o país contra as investidas da Venezuela. O Brasil também passou a pressionar Maduro sobre a questão. O embaixador Celso Amorim, principal conselheiro do presidente Lula para assuntos internacionais, foi o porta-voz do recado de que o Brasil não apoia nenhuma medida não diplomática. Afinal, teremos uma guerra entre Venezuela e Guiana? Qual o papel do Brasil na resolução do problema? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o ex-embaixador do Brasil em Washington e Londres e presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (IRICE), Rubens Barbosa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

COP-28 será capaz de dar respostas às urgências climáticas?
Nesta quinta-feira (30), começa em Dubai, nos Emirados Árabes, a COP28, evento da Organização das Nações Unidas (ONU) para debater as mudanças climáticas. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o da China, Xi Jinping, não deverão comparecer, mas ambos os países estarão representados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi para o Oriente Médio na última segunda-feira (27), onde visitará quatro países. A primeira parada será em Riad, na Arábia Saudita, em seguida, Doha, no Catar, onde pretende estreitar laços e promover relações de comércio bilaterais. Mas, o principal compromisso é a participação na COP 28 A ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, afirmou que o Brasil deve liderar o combate às mudanças climáticas no mundo. O governo federal pretende apresentar uma proposta de modelo de financiamento global para países que preservarem suas florestas. A Conferência do Clima da ONU em Dubai ocorre em meio a um escândalo revelado pela BBC. Segundo documentos obtidos pela publicação, o país anfitrião, os Emirados Árabes Unidos, queriam usar COP-28 para fazer acordos de petróleo. Estava previsto, inclusive, negociações com o Brasil para obter o endosso da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, para a oferta de compra da Braskem pela Adnoc — a empresa petrolífera estatal dos Emirados Árabes. Apesar de importantes, muitos desses temas trazem discórdia entre países, principalmente, em relação ao compromisso das grandes potências mundiais, especialmente nos fundos de financiamento. Afinal, de que maneira essa edição da COP pode contribuir para mitigar os problemas urgentes vinculados à crise climática? A falta dos líderes das duas maiores nações no mundo pode esvaziar os acordos? E o que é esperado da participação brasileira? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Marcio Astrini, Secretário Executivo do Observatório do Clima, que está em Dubai acompanhando as tratativas da COP 28. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': o futuro do setor de farmácias no Brasil
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Marcílio Pousada, CEO da RD-Raia Drogasil. Ele fala sobre como serão as farmácias do futuro, cada vez mais digitalizadas, com plataformas de dados para os consumidores e hubs de saúde dentro das unidades.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O aumento do rombo das contas públicas: onde o governo está errando?
Na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB-MS), reconheceram que o déficit primário brasileiro para 2023 será pior do que as projeções do governo. O rombo orçamentário deve atingir R$ 177,4 bilhões, um valor R$ 35,9 bilhões superior à estimativa anterior, feita há dois meses. O rombo ainda está dentro do limite de 2% estabelecido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano, de até R$ 213,6 bilhões, mas é bem pior que a meta de 1% com a qual o ministro Fernando Haddad havia se comprometido no início deste ano. O problema é que o governo precisa lidar com questões muito específicas para zerar esse déficit. A compensação de crédito de PIS/Cofins por causa da exclusão do ICMS da base de cálculos dos impostos federais reduziu a arrecadação em R$ 80 bilhões, e a compensação da subvenção de custeio de ICMS reduziu em mais R$ 46 bilhões. Essas compensações são pelas perdas dos governos regionais após o Congresso, apoiado pelo governo Jair Bolsonaro, limitar as alíquotas de ICMS sobre combustíveis, energia, transporte e telecomunicações. Para tentar estancar a sangria, os ministérios do Planejamento e Orçamento e da Fazenda também anunciaram que será necessário fazer um bloqueio adicional de R$ 1 bilhão no Orçamento deste ano. Esse é o quarto bloqueio de gastos de 2023, que somados darão quase 5 bilhões de reais, no ano. Afinal, por que o governo não consegue cumprir suas próprias previsões de déficit? O que será preciso para atingir o tão sonhado déficit zero? No ‘Estadão Notícias’, vamos conversar sobre o assunto com a colunista de economia do Estadão e da Rádio Eldorado, Adriana Fernandes. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Call: Satisfação dos consumidores tem leve piora
O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que o índice Bovespa ficou no azul pela quinta semana consecutiva, apesar de ter fechado em queda na sexta-feira. Além disso, foi divulgado o Índice de Confiança do Consumidor da FGV, que caiu 0,2 ponto em novembro, menor nível desde junho deste ano. Chama a atenção a queda intensa na confiança dos consumidores de classes de renda baixa enquanto houve recuperação nas faixas intermediárias e estabilidade na classe mais alta.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os potenciais riscos da inteligência artificial nas eleições
O uso da Inteligência Artificial (IA) nas eleições argentinas acendeu um alerta sobre o mau uso das tecnologias em campanhas por cargos públicos nos países. Os apoiadores do presidente eleito, Javier Milei, usaram a chamada deepfake, e colocaram o rosto de Sergio Massa em um homem que cheirava cocaína. Na semana passada, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, se mostrou preocupado com o uso de inteligência artificial para a disseminação de desinformação nas eleições municipais do ano que vem, e cobrou do Legislativo uma regulamentação da tecnologia. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que o mau uso da inteligência artificial pode trazer graves riscos para as eleições brasileiras, e defendeu uma "legislação dura". Já o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), destacou que a regulação da IA deve fugir das polêmicas em torno da criação de uma legislação para as redes sociais. No Senado, há um projeto de lei sendo debatido sobre a regulamentação do uso das inteligências artificiais. Na Câmara dos Deputados, um outro projeto regulamenta os sistemas de inteligência artificial no Brasil e determina que o Poder Executivo defina uma Política Nacional de Inteligência Artificial. Afinal, quais os perigos por trás do uso da inteligência artificial nas eleições? Sistemas ligados à IA poderão funcionar como indutores de voto? Se bem usada, quais são os seus benefícios? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio), Fabro Steibel. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #300: #Start Eldorado: 300 semanas de olho na transformação digital
O Start Eldorado desta noite comemora a sua 300ª edição recebendo parceiros para uma conversa sobre transformação digital e seus impactos na sociedade e tecnologias que moldam o dia a dia dos negócios. Estarão no estúdio Roberto Murakami, diretor de tecnologia da NEC, e André Eletério, diretor de Marketing da empresa, que também conversam com o apresentador Daniel Gonzales sobre a trajetória do Start, que vai ao ar ininterruptamente todas as quartas-feiras na Eldorado FM e como podcast no canal Estadão Notícias, desde março de 2008. O programa é veiculado às 21h na Rádio Eldorado FM (107,3 - SP), apps, site, Alexa e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O curto-circuito na relação entre Congresso e STF
O Senado aprovou em dois turnos, por 52 votos a 18, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os poderes de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O texto estabelece que os magistrados ficarão impedidos de suspender por meio de decisões individuais a vigência de leis aprovadas pelo Legislativo. A medida também vale para leis analisadas pelos tribunais estaduais. A PEC vai agora para apreciação na Câmara. Ainda não há acordo sobre o tempo que os deputados levarão para votar a proposta. No rito normal, o texto tem que passar por comissão especial, Comissão de Constituição e Justiça, e só depois ir a plenário. Num acordo que envolveu até mesmo parlamentares da base do governo, o senador Esperidião Amin (PP-SC) retirou do relatório o estabelecimento de um prazo de validade de 180 dias para os pedidos de vista (suspensão de julgamento). A mudança também foi fruto de conversa de Pacheco com o ministro Alexandre de Moraes, do STF, na última terça-feira. Os atritos entre os dois poderes envolvem temas como a descriminalização da maconha e do aborto, que foram levados a julgamento no plenário da Suprema Corte. O auge da crise se deu após os magistrados invalidarem a tese de marco temporal das terras indígenas, o que provocou semanas de paralisação do Congresso em retaliação. O decano do STF, Gilmar Mendes, chegou a comparar as medidas debatidas no senado, a ditadura de Getúlio Vargas. O ministro foi ainda mais firme ao dizer que a Corte derrubará quaisquer projetos que venham a limitar os poderes de seus membros. Afinal, qual a intenção dessa medida aprovada pelos senadores? Como o STF vai reagir, caso a câmara aprove o texto? O governo vai sancionar o “engessamento” da Corte? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da FGV-SP, autor de “Catimba Constitucional” e organizador do livro “Resiliência e Deslealdade Constitucional”. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O que é Open Finance e o superapp prometido pelo Banco Central
Com o advento do Open Finance no Brasil, onde o cliente já pode compartilhar seus dados com diversas instituições financeiras, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, já prevê que em até dois anos, teremos uma espécie de superapp bancário: “não terá mais app do Bradesco, Itaú. Será um app agregador que, pelo Open Finance, vai dar acesso a todas as contas”, completou. Tanto para Campos Neto quanto para sua equipe técnica, esta tendência é um caminho sem volta, dado o volume de digitalização de produtos e serviços dos mais variados segmentos, dentre os quais o próprio mercado financeiro. Para se ter ideia, o gasto com tecnologia de grande parte do setor em 2023 deve chegar a R$ 45,1 bilhões, 29% a mais que em igual etapa de 2022 e um salto de 128% em relação a 2018, conforme a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Mais do que isso, os bancos já têm investido para tornar seus aplicativos mais amplo para os clientes. É o caso da integração das operações financeiras com marketplace, como no caso do Bradesco, que permite a assinatura de canais de streaming direto no app. Com o avanço da tecnologia e da transmissão de dados de milhões de clientes, ficam as dúvidas em relação à segurança. Afinal, quais os benefícios atrelados a implementação do Open Finance? Qual é a estratégia com formatação deste “superapp”? O papel moeda, no formato físico, está com seus dias contados? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Leandro Benincá, Head de Educação na Controlle, empresa de gestão financeira. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Novembro Azul: se o amor não tem limites, o cuidado também não"
Descrição: O Dr. Denis Jardim, oncologista titular e líder nacional de tumores urológicos do Grupo Oncoclínicas, fala sobre as alarmantes estatísticas do câncer de próstata no nosso país – a cada 38 minutos, um brasileiro morre em consequência da doença. Em uma entrevista surpreendente, o especialista detalha a importância do diagnóstico precoce na reversão desse cenário, fala sobre o novo exame – nada invasivo – que ajuda a detectar a doença e explica por que há casos em que NÃO é preciso tratamento.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Refluxo da direita nas Américas: após Milei, será a vez de Trump?
A vitória de Javier Milei, na Argentina, pode ser uma espécie de antessala para uma outra eleição que ocorre ano que vem: a dos Estados Unidos. Em uma mensagem para parabenizar o novo presidente do país sul-americano, Donald Trump usou seu famoso slogan: “Make Argentina Great Again”. A comemoração mostra a esperança dos políticos de direita de uma inversão da onda vermelha nas Américas. Caso Trump volte à Casa Branca, dois dos maiores parceiros comerciais do Brasil estariam sob o comando de políticos pouco afeitos a Lula. Uma nova pesquisa da CNN/SSRS publicada no início de novembro, mostra Donald Trump vencendo Biden por 49% a 45%. A pesquisa revela também um profundo descontentamento com o desempenho de Biden, principalmente, no campo econômico. O levantamento mostra também que 71% dos eleitores republicanos e com tendência republicana estão extremamente motivados para votar nas eleições presidenciais do próximo ano, contra 61% dos democratas. E essa motivação pode aumentar se a tal “onda azul”, que começou pela Argentina, redobre a confiança dos trumpistas. Afinal, o que explica a liderança de Trump no cenário eleitoral americano há um ano das eleições? O que poderia significar um segundo mandato do republicano, para o país e para o mundo? E que semelhanças e diferenças existem entre Milei e Trump? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o especialista em relações internacionais, professor da Universidade de Denver e pesquisador do Instituto de Estudos dos Estados Unidos, Rafael Ioris. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O futuro da Argentina com Milei e como fica a relação com o Brasil
O presidente eleito da Argentina, Javier Milei, anunciou na segunda-feira, 20, suas primeiras medidas entre nomes do seu gabinete, viagens internacionais e empresas a serem privatizadas. O libertário foi eleito na noite de domingo, 19, o novo presidente da Argentina em um histórico resultado de 55,6% dos votos contra 44,3% do seu rival, o peronista Sergio Massa. Em entrevista a rádios argentinas, Milei confirmou uma promessa de campanha ao anunciar a privatização dos meios de comunicação públicos do país, entre eles: TV Pública, Télam e Rádio Nacional. Segundo ele, esses veículos teriam se transformado em propaganda peronista e parte da campanha de medo promovida contra ele na campanha. As privatizações são um projeto central de seu futuro governo, que visa reduzir o tamanho do Estado argentino, que atualmente consome 42% de seu Produto Interno Bruto e com baixa taxa de eficiência, segundo avaliações do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Outras medidas anunciadas pelo novo presidente são as primeiras viagens internacionais. Nesse sentido, o Brasil ficou de fora dos primeiros destinos, quebrando uma tradição de o presidente eleito da Argentina visitar primeiro Brasília e vice-versa. Vale lembrar que a Argentina é o maior parceiro comercial do Brasil na região. De janeiro a outubro deste ano, as exportações brasileiras para a Argentina somaram US$ 14,9 bilhões. Isso corresponde a 5,3% do valor total exportado pelo Brasil no período. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva parabenizou o povo e as instituições argentinas pela condução do processo eleitoral. Ele desejou sorte e êxito ao novo governo, mas não citou o nome de Javier Milei. Afinal, o que podemos esperar do governo de Javier Milei? Ele vai conseguir levar suas ideias para frente? E como fica a relação com o Brasil? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com Roberto Goulart Menezes, professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #299: #Start Eldorado: conectividade impulsionando a inovação
O Start Eldorado desta semana destaca a inovação ligada ao 5G e à conectividade em duas áreas-chave da economia: a indústria 4.0, inteligente e conectada, e o agronegócio se valendo de inovações como IoT e big data. Na primeira entrevista, o CEO da Ligga Telecom, Adeodato Neto, e o diretor B2B da empresa, Ricardo Montanher, falam sobre o projeto de ativação do 5G FWA para aplicações industriais na Zona Franca de Manaus; na segunda parte, o diretor de Inovação e Novos Negócios da NEC fala sobre a plataforma CropScope, que leva a inteligência artificial para a Agricultura, aumentando a produção de várias culturas. O Start Eldorado vai ao ar às 21h de quarta-feira na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cidades brasileiras estão preparadas para extremos climáticos?
O Brasil tem enfrentado uma série de eventos climáticos que têm chamado a atenção pelo seu alto grau de impacto nas populações. No Sul, ciclones e tempestades destruíram cidades e deixaram centenas de mortos, além de milhares de famílias desabrigadas. Em São Paulo, bastou um vendaval e um temporal para deixar milhões de pessoas sem energia, alguns milhares por mais de 4 dias. E depois de tudo isso, o município ainda enfrenta uma onda de calor que tem trazido problemas de saúde e de estrutura para o paulistano. Em todo o País, 2.707 municípios estão sob alerta máximo por causa da forte onda de calor que atinge o Brasil nesta semana, segundo balanço do Instituto Nacional de Meteorologia. O cenário tem sido impulsionado pelo El Niño, fenômeno que favorece o aumento da temperatura em várias regiões do planeta. Ele também está ligado à recorrência de temporais e ciclones no Sul do País e à severa estiagem na Amazônia, onde a seca dos rios tem atrapalhado o transporte fluvial e contribuído para queimadas em alguns pontos da floresta. Afinal, como se preparar para enfrentar as mudanças climáticas nas cidades? Os governos têm se preocupado com essa nova realidade? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o médico Paulo Saldiva, professor titular do Departamento de Patologia da Universidade de São Paulo (USP). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

De lacrador a ‘ministro-problema’: como Dino atraiu crises no governo
O ministro da Justiça, Flávio Dino, se envolveu em mais uma polêmica, nesta semana, quando o Estadão revelou que Luciane Barbosa Farias, mais conhecida como a "dama do tráfico amazonense", esteve no prédio do Ministério da Justiça, em duas ocasiões, para participar de audiências com secretários do ministro. A pasta informou que não sabia da relação de Luciane com o Comando Vermelho pois quem tinha agendado as reuniões fora Janira Rocha, ex-deputada estadual pelo PSOL no Rio de Janeiro. Porém, em nova reportagem de Tácio Lorran e André Shalders desta terça (14) revelou-se que Janira é ligada também à facção. Este mais um caso que fragiliza diretamente a figura de Flávio Dino, cotado para ser indicado por Lula para a vaga de Rosa Weber no Supremo Tribunal Federal (STF). Dino vem acumulando outros focos de crise e desgaste, especialmente na condução de políticas públicas na área da segurança pública. Este é o tema mais mal avaliado por eleitores sobre o governo até aqui. Recentemente, foi decretada a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Rio de Janeiro para combater o crime organizado. A medida é vista populista e improvisada por especialistas, por ter efeito limitado e, mais uma vez, empenhar as Forças Armadas em funções que deveriam ser das polícias. Por causa dessas crises na área de segurança pública, o ministro tem sido convocado constantemente para dar esclarecimentos no Congresso Nacional. Afinal, Flávio Dino pode balançar no cargo diante deste acúmulo de crises no governo? A sua possível indicação ao STF fica comprometida a partir de agora? Lula pode acelerar o processo de se criar uma pasta especificamente para a segurança pública? No ‘Estadão Notícias’ de hoje (16), vamos conversar sobre estes temas com a editora da “Coluna do Estadão”, Roseann Kennedy. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': O protagonismo das empresas diante da crise climática
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Walter Schalka, CEO da Suzano. O executivo fala sobre a importância do protagonismo das empresas diante da crise climática para descarbonizar o planeta, combater a pobreza e estimular a diversidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Milei x Massa: o que pode definir a acirrada disputa na Argentina?
A Argentina entra na sua reta final da campanha à presidência. O segundo turno das eleições está marcado para domingo, dia 19 de novembro. De um lado da disputa está o libertário Javier Milei, pelo partido La Libertad Avanza, e do outro o peronista Sergio Massa, pelo Unión por la Patria. Segundo as últimas pesquisas, ambos estão empatados dentro da margem de erro. Sendo o desfecho destas eleições ainda uma grande incógnita para especialistas. A certeza para o vencedor é encontrar uma Argentina com inflação na ordem dos 140% e a pobreza atingindo cerca de 40% da população. Para Javier Milei, a solução passa por dolarizar a economia, pagar a dívida da Argentina e fechar o Banco Central. Já o peronista Sergio Massa tenta se desvincular do cenário atual em que o país está, dizendo que teve pouco tempo no cargo de ministro da economia para “arrumar a casa”. A troca de comando envolve programas de governo bastante diferentes entre si e visões opostas sobre o papel do Estado na economia. A relação da Argentina com o mundo tem dado o tom do debate entre os dois concorrentes, especialmente com o Brasil. Massa acusa seu adversário de colocar em risco a relação com um importante parceiro comercial, enquanto Milei critica o envolvimento do PT e de Lula nas estratégias de campanha do peronista. Sobre o cenário de incertezas nas eleições argentinas e o impacto de seu resultado para economia brasileira, conversamos neste episódio do ‘Estadão Notícias’ com Alberto Pfeifer, Coordenador do DSI - Grupo de Análise de Estratégia Internacional da Universidade de São Paulo O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Morning Call': Desinflação em curso anima o mercado
O 'Morning Call | Mercado em 15 minutos' destaca que, na sexta-feira, o índice Bovespa encerrou o pregão em valorização e alcançou o maior nível desde agosto, após a divulgação do IPCA de outubro abaixo das expectativas. Além disso, o fluxo de investimentos no país segue em ritmo consistente e não se vê sinal claro de fluxo de saída de capitais brasileiros.A semana também foi marcada pela aprovação da Reforma Tributária pelo Senado. O texto, com alterações, voltará à Câmara dos Deputados. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A farra com dinheiro público para bancar o fundo eleitoral
A Comissão Mista de Orçamentos (CMO) do Congresso Nacional aprovou uma proposta que abre caminho para um fundo eleitoral de R$ 5 bilhões em 2024, ano de eleições municipais. Atualmente, o valor reservado pelo governo para as campanhas no Orçamento de 2024 é de R$ 939 milhões. Uma instrução normativa aprovada pela comissão, autoriza os parlamentares e tirarem mais R$ 4 bilhões das emendas de bancadas estaduais e turbinar o chamado “fundão”. Em valores exatos, o financiamento das campanhas ficará em R$ 4,962 bilhões. Na prática, a manobra pode tirar dinheiro da educação, da saúde e de obras de infraestrutura. Todos os anos, as emendas de bancada são direcionadas para essas áreas, com o objetivo de bancar projetos estruturantes e obras de grande vulto nos Estados. Se o valor for aprovado, o fundo eleitoral para a campanha de prefeitos e vereadores será o mesmo que bancou as eleições presidenciais do ano passado. A quantia, porém, é mais do que o dobro das últimas eleições municipais, em 2020, de R$ 2 bilhões. Afinal, dinheiro público deve ser usado para financiar campanhas eleitorais? Parlamentares estão abusando do seu direito de usar o dinheiro público? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e sócio da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #298: #Start Eldorado: internet das coisas em negócios e cidades
O Start Eldorado destaca o mundo de possibilidades que envolvem as aplicações de Internet das Coisas (IoT) em operadoras, para os negócios e para as cidades. Dois convidados conversam com o apresentador Daniel Gonzales sobre o tema: no primeiro bloco, Diego Aguiar, diretor de IoT e big data da Vivo, fala da nova oferta de serviços atrelados à conectividade; no segundo bloco, Paulo Spaccaquerche, presidente da Abinc (Associação Brasileira de Internet das Coisas) compartilha novidades sobre aplicações na indústria, municípios e sobre o Plano Nacional de Internet das Coisas. O Start vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP e demais canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Reforma tributária: o que mudou, como será a transição e os impactos
Em nova votação histórica, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária foi aprovada pelo Senado, em dois turnos, nesta quarta-feira (8). Como sofreu mudanças, o texto vai retornar à Câmara para nova análise dos deputados, o que deve acontecer rapidamente. O Senado introduziu no texto uma trava para barrar o aumento da carga tributária – uma demanda do setor produtivo, temeroso de aumento dos impostos pelo governo federal, Estados e municípios com a mudança do sistema tributário, e impôs a obrigatoriedade de revisão a cada cinco anos das chamadas exceções, que beneficiam uma longa lista de setores e atividades. Os senadores também tornaram obrigatório o sistema de cashback (devolução) do imposto da conta de luz e gás de cozinha da população de baixa renda. Também está previsto o cashback para os produtos da cesta básica. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a 'espinha dorsal' da reforma tributária está mantida apesar das alterações feitas pelo Senado Federal. Para conseguir os votos, o relator da reforma na Casa, senador Eduardo Braga (MDB-AM), teve de ceder em vários pontos. O relator acatou outras seis novas emendas, incluindo alíquota reduzida para o setor de eventos, além de uma subemenda que criou um fundo para os Estados do Norte. No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos entender melhor o que sobrou da reforma, e quais serão os impactos para a população com a repórter de Economia do Estadão, Bianca Lima. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O futuro do conflito entre Israel e Hamas
A guerra na faixa de Gaza entre Israel e Hamas completou um mês nesta semana. O número de mortos nos ataques israelenses já passa de 10 mil. O governo e os militares israelenses continuam com a missão de eliminar a ameaça representada pelo grupo terrorista Hamas, após o atentado que matou 1.400 em Israel. Atualmente, as Forças de Defesa de Israel, em incursão por terra, dividiram o território de Gaza em duas partes: o norte, ocupado pelos soldados, e a parte sul, para onde a maioria da população fugiu. As tropas israelenses estão realizando ataques a infraestrutura do grupo terrorista Hamas em túneis e também no solo. Em todo o mundo, há sinais de preocupação crescente com os custos para a população palestina. As organizações humanitárias internacionais estão chamando a atenção para a escala assustadora do sofrimento dos civis. Em meio a este cenário, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, participou de uma série de reuniões com chefes de países do Oriente Médio para evitar a escalada do conflito para outras nações. Uma possibilidade real por conta do envolvimento de grupos terroristas como o Hezbollah, com forte atuação no Líbano e no Irã. Neste episódio conversamos sobre as incertezas para o futuro de Gaza e deste conflito com Roberto Goulart Menezes, Professor do Instituto de Relações Internacionais da UnB. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As contestações sobre o Enem: prova tem viés ideológico?
O primeiro dia de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não ficou livre de polêmicas, principalmente entre os políticos. Uma das críticas partiu de parlamentares ligados ao agronegócio, que enxergaram um “viés doutrinário” nas questões. Em uma das perguntas dizia que, no Cerrado, o “conhecimento local” está subordinado “à lógica do agronegócio” e que o “capital impõe conhecimentos biotecnológicos” que trazem consequências negativas para a população do campo. Em reação, a Frente Parlamentar do Agronegócio quer a anulação de questões da prova. Os deputados pretendem também convocar o ministro da Educação, Camilo Santana, para dar esclarecimentos. Procurado pelo Estadão, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do MEC responsável pela prova, informou que “não interfere nas formulações dos colaboradores selecionados para compor o banco de questões”. Outro problema com o Enem deste ano foi a divulgação antecipada dos cadernos do exame na internet. O ministro da Educação, Camilo Santana, garantiu que o vazamento ocorreu após o fechamento dos portões dos locais das provas, o que não prejudicou a realização do teste. Afinal, essa edição do Enem teve um viés ideológico à esquerda? A prova apresenta problemas na sua concepção técnica e conceitual? O exame extrapola o que alunos do País efetivamente aprendem no Ensino Médio? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter do Estadão que cobre Educação, Renata Cafardo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A GLO de Lula e a falência do Estado no combate à violência
Desde ontem, militares das Forças Armadas estão à frente das operações de segurança nos aeroportos de Guarulhos (SP) e do Galeão (RJ); e nos portos do Rio de Janeiro, de Itaguaí (RJ) e de Santos (SP). O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para fortalecer as ações de combate ao crime organizado e ajudar a conter a crise da segurança pública no Rio. Desde o mês passado, o Rio vive um caos na segurança pública, acentuado após a morte do miliciano Matheus da Silva Resende, conhecido pelos apelidos de Faustão e Teteu, durante confronto com a polícia. Em retaliação, criminosos queimaram pelo menos 35 ônibus na zona oeste da cidade. A GLO, apesar de ser uma uma ação pontual e com prazo para acabar, concede aos militares o poder sobre algumas medidas de gestão e também de gerência de recursos públicos. Em 2018, o Rio já havia sofrido uma intervenção nessa área, que foi comandada pelo general Braga Netto. A gestão dele é investigada pela Polícia Federal pelo suposto desvio de recursos públicos. O decreto de Garantia da Lei e Ordem, chamado de GLO, é restrito e temporário a locais determinados e só pode ser dado pelo presidente da República. Até maio do ano que vem, os militares terão “poder de polícia” nesses locais, que funcionam como importantes rotas de tráfico de drogas, e poderão revistar pessoas, efetuar prisões e inspecionar quaisquer áreas. Afinal, decretar a GLO é mais um erro de Lula na gestão da segurança pública do País? A operação pode comprometer a imagem dos militares? O ministro Flávio Dino perde a sua força com essa decisão? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o assunto com Joana Monteiro, coordenadora do Centro de Ciência Aplicada à Segurança da FGV. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Morning Call': Enfim, um pouco de otimismo
O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que, na semana passada, o Ibovespa subiu quase 3% em um único dia. O otimismo foi consequência do fato de que o Banco Central norte-americano não vai precisar subir mais os juros e, no Brasil, o Copom reduziu em meio ponto os juros em decisão unânime. Em paralelo, o mercado acompanha atentamente as notícias sobre a estratégia fiscal do Governo Brasileiro. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fim da frente ampla? Os movimentos de Alckmin de olho nas eleições
Aliados recentes, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) devem estar em lados opostos em diversas cidades nas eleições municipais de 2024. A situação pode reacender uma antiga rivalidade da época em que os dois polarizavam o País entre petistas e tucanos. Ambos passaram boa parte dos últimos quase 30 anos em lados opostos do tabuleiro político. Mas foi em 2021 que representantes de Lula, incluíndo Fernando Haddad, começaram uma negociação para que Alckmin formasse uma frente ampla para derrotar Bolsonaro em 2022. Agora, eles vão disputar votos para os seus candidatos na maior cidade do país: São Paulo. Lula já deu o apoio do PT ao candidato, Guilherme Boulos (PSOL). Já o vice-presidente é um entusiasta da candidatura de sua companheira de partido, a deputada federal, Tabata Amaral. Essa disputa entre Lula e Alckmin nas eleições municipais deve se repetir em outras partes do País. No Nordeste, eles devem rivalizar em João Pessoa, na Paraíba, São Luís, no Maranhão, e Salvador, na Bahia. Afinal, de que maneira as eleições municipais já mexem nas estratégias dos partidos e lideranças políticas? No ‘Estadão Notícias’ desta segunda, 06, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador de Política do Estadão, em São Paulo, e colunista da Rádio Eldorado, Ricardo Corrêa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Giovanna Marinho Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #297: #Start Eldorado: 2G e 3G devem ser desligados em 2028
O Start Eldorado recebe o superintendente-executivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Abraão Balbino e Silva, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales sobre os novos programas e iniciativas da entidade que regula todo o setor de telecomunicações no País. Entre os destaques da entrevista, o "Poste Legal", que visa tornar esses pontos hubs de conectividade nas cidades, regularizando o uso compartilhado com empresas de telecom; as iniciativas de incentivo à adoção de redes 5G privativas; o desligamento das redes 2G e 3G com a relicitação das frequências; o surgimento do 6G; e a aproximação com operadoras e ISPs, entre outros pontos. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM (107,3 - SP), site, apps, canais digitais e Alexa, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Doação presumida de órgãos vai salvar mais vidas?
A doação presumida de órgãos avança no Congresso Nacional e pode impactar na vida de 66 mil que estão na fila do transplante. A proposta com debate mais avançado é do Projeto de Lei 1.774/2023 que tramita em regime de urgência e é apreciada nas comissões temáticas na Câmara dos Deputados. Caso aprovado, o PL, por regra, determina que todo brasileiro será doador de órgãos a não ser que expresse vontade contrária em documento público de identidade. Dessa forma, segundo os autores da proposta, os deputados federais Marangoni e Maurício Carvalho (União), a fila para transplante no país seria reduzida e somente no primeiro semestre beneficiaria 4,3 mil pacientes. Atualmente, no Brasil a doação de órgãos é centralizada pelo Sistema Nacional de Transplantes presente no Sistema Único de Saúde (SUS). Mesmo sendo referência mundial no assunto, o País ainda possui baixo número de doadores, pois conforme a legislação brasileira em vigor, a família deve autorizar o procedimento mesmo que o falecido tenha declarado em vida a vontade de doar. Afinal, a mudança na legislação vai impactar positivamente no aumento de transplantes no Brasil? Quando a doação presumida vigorou no País, entre 1997 e 2001, por que ela não funcionou? Para debater o assunto, o ‘Estadão Notícias’ entrevista nesta nesta sexta-feira, 3, Gustavo Ferreira, presidente da ABTO (Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Giovanna Marinho Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Haddad escanteado e a política da barganha no Lula 3
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem demonstrado que mantém uma visão distorcida da função do Estado. Repetindo erros do passado, o petista tem usado a gestão pública para ganhos políticos e mostrado pouco apreço com a transparência das indicações a cargos públicos. Os mecanismos utilizados por Lula, e que já fizeram parte das suas gestões passadas, vão desde “rifar” aliados de primeira hora para acomodar partidos políticos ligados ao Centrão, passando por interferências na Petrobras, e até o constrangimento de desautorizar ministros publicamente. Esses artifícios devolvem o Brasil a um período em que partidos mandavam e desmandavam em estatais, sem que o interesse da população estivesse em primeiro plano. Foram nesses períodos que as denúncias de uso político da empresa acabaram gerando duas movimentações: a CPI que investigou denúncias de corrupção na Petrobras e a descoberta do Petrolão. Afinal, para Lula, o que e a quem serve o Estado? Quais são os riscos para o País quando o fisiologismo é quem vai dar as cartas? Ao fim e ao cabo, Lula está repetindo os erros da gestão Dilma Rousseff, ao subestimar a responsabilidade fiscal? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre estes temas com o colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Diogo Schelp. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O aumento do consumo e o efeito devastador das drogas K
As chamadas “drogas K” já são uma realidade nas ruas do Brasil e desafiam a saúde e segurança pública. De acordo com dados do Ministério da Justiça, as apreensões de drogasK em São Paulo aumentaram quase dez vezes em 2023 em relação ao ano passado. No Estado, circulam variações da mesma substância psicoativa: a K2, K4 e K9. Conhecidas erroneamente como maconha sintética, a droga K é proveniente de laboratório, ou seja, não origina da planta cannabis sativa e tem um efeito 100 vezes mais potente do que a maconha comum. Também chamadas de 'spice', as drogas K foram introduzidas inicialmente nos presídios, antes de se espalharem pelas ruas de São Paulo. Em setembro deste ano, um local conhecido como “casa bomba”, sofreu a maior apreensão de drogas K do Brasil, onde foram recolhidos mais de 47 quilos de entorpecentes. Por serem sintéticas, essas drogas conseguem ser altamente nocivas, principalmente pela ausência de fórmula definida. Entre os malefícios causados pela K estão a dependência, aumento da frequência cardíaca, paranoia, convulsões e agressividade. Além de São Paulo, outros Estados também entraram na lista de apreensões: Espírito Santos, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima e Tocantins. Afinal, de que forma os governos estão enfrentando essa situação? O quão poderoso é o poder de disseminação das drogas K em relação a outros entorpecentes? E quais os efeitos no corpo humano? Para abordar estes temas, edição do ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira, 31, Vitor Tardelli, pesquisador na área de dependência química do Departamento de Psiquiatria da Unifesp. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Morning Call': Halloween com ou sem sustos?
O 'Morning Call | Mercado em 15 minutos' destaca que a bolsa brasileira sofreu impactos negativos por conta da guerra no Oriente Médio, de falas do Presidente Lula e da apreensão sobre a decisão em relação aos juros norte-americanos, que acontece este semana, quando se comemora o Dia das Bruxas no país. O programa também analisa o mercado argentino após o primeiro turno de eleições presidenciais. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Reforma tributária no Senado: quanto vai desidratar?
O relator da reforma tributária no Senado, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou na última quarta-feira, 25, a primeira versão do parecer da PEC para apreciação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Existe uma expectativa que ela possa ser votada, em plenário, já no mês de novembro. O texto proposto por Braga amplia o número de setores que terão tratamento diferenciado no novo sistema de impostos. Agências de viagem, concessão de rodovias, missões diplomáticas e serviços de saneamento e telecomunicações, por exemplo, foram incluídos na lista de regimes tributários específicos. O relatório também criou uma alíquota reduzida - com desconto de 30% sobre a alíquota cheia - para beneficiar profissionais liberais, como médicos e advogados.Quanto maior o número de exceções, maior pode ser a alíquota do IVA. Antes das mudanças propostas pelo texto do Senado, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) fez um alerta de que a alíquota do IVA poderia chegar a 28%, que seria a maior do mundo dentre os países que adotam o modelo tributário. Já os estudos conduzidos por técnicos da Fazenda apontaram que a alíquota base do IVA poderia alcançar 27%. Braga ainda incluiu em seu relatório uma trava para evitar o aumento da carga tributária do País, já considerada elevada por especialistas. O parecer institui um teto de referência, com base na média da receita no período de 2012 a 2021, apurada como proporção do PIB. Em linhas gerais, a reforma propõe modificações no modelo brasileiro de tributação, ou seja, em como funcionam os impostos que incidem sobre bens e serviços no Brasil. Afinal, mesmo com as mudanças propostas pelo senador Eduardo Braga, a reforma tributária será capaz de simplificar nosso atual sistema? Como deve se dar a transição? Quais são os pontos positivos e negativos do novo texto? Para responder essas e outras questões, o ‘Estadão Notícias’ desta segunda, 30, entrevista Marina Thiago, co-fundadora do Movimento Pra Ser Justo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Gabriela Forte e Iraci Falavina Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #296: #Start Eldorado: Redes neutras mudam a nossa internet
O mercado das redes neutras em destaque na edição de hoje do Start Eldorado: com a necessidade urgente de expansão da conectividade e diante da realidade da agregação de soluções digitais por parte de provedores de internet (ISPs) e operadoras - são mais de 17 mil, em todo o País - essas empresas vêm demandando grande velocidade na expansão de suas redes, incentivando o mercado para as companhias que oferecem "rede como serviço". Assim, as operadoras neutras, que cobrem distâncias de milhares de km em todo o País, suportam o transporte de serviços de diversas outras provedoras, num espaço bastante concorrido mas com grandes chances de expansão. O apresentador Daniel Gonzales conversa com Alex Jucius, VP da Fibrasil, e com Anderson Jacopetti, CTO da Eletronet, duas das maiores redes neutras do País. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, site, aplicativo, Alexa e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula está cada vez mais refém do apetite de Lira e do Centrão?
O governo Lula anunciou nesta quarta-feira (25) a demissão da presidente da Caixa Econômica Federal, Rita Serrano. No seu lugar, assume o economista Carlos Vieira Fernandes, um aliado do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. O movimento já era esperado desde o meio do ano, quando se iniciaram os rumores a respeito do futuro da pasta. Serrano é a terceira mulher do alto escalão do governo a ser substituída por um homem, juntando-se a Ana Moser, do Ministério dos Esportes, e Daniela Carneiro, do Ministério do Turismo. Todas as movimentações miraram acordos costurados por Lula para trazer partidos do Centrão para a base aliada do governo, como o PP e o Republicanos. Logo após a medida, o chamado “fundo dos super-ricos” foi votado, aprovado e agora segue para o Senado Federal. O projeto de lei, de alto interesse do Planalto, faz parte da estratégia do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de gerar arrecadação capaz de zerar o déficit em 2024. Afinal, o presidente Lula conseguiu saciar o apetite do Centrão por cargos e emendas e pode, a partir de agora, contar com uma base ampla e estável no Congresso? O governo petista vai precisar ceder mais até o fim do ano para aprovar outras pautas vistas como fundamentais? O que restou de oposição programática dentro do Parlamento?O ‘Estadão Notícias’ desta sexta-feira, 27, conversa sobre o assunto com Roseann Kennedy, editora da ‘Coluna do Estadão’ e apresentadora do vodcast ‘Dois Pontos’.Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Gabriela Forte e Iraci FalavinaSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': Megaempreendimento de cidade sustentável renova região no Ceará
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Julio Capua, fundador do Grupo Carnaúba e ex-sócio fundador da XP Investimentos. O empresário relembra sua trajetória profissional e fala como sua paixão pelo kitesurf o inspirou a criar o Projeto Carnaúba, um megaempreendimento de cidade sustentável na região do Preá, no Ceará, dedicada ao turismo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os efeitos da guerra entre Israel e Hamas sobre a economia
A guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas vem causando não só impactos humanitários, mas também apresenta riscos para a economia global. Há 17 dias, tropas israelenses controlam a região da Faixa de Gaza, mas ainda sem ter iniciado a prometida incursão terrestre. No último dia 07, o Hamas invadiu Israel e cometeu uma série de atentados terroristas, dando início à guerra recente na região. O cenário de incerteza sobre a escalada da guerra coloca os agentes econômicos em estado de alerta. A principal preocupação é com o preço do barril de petróleo, especialmente se o conflito tiver a participação de outros atores regionais, como o Irã. Uma alta da commodity pode ter amplo impacto inflacionário, inclusive no Brasil.Segundo projeções da Bloomberg Economics, uma eventual entrada iraniana na guerra contra Israel resultaria em uma queda de 1% no crescimento global, potencialmente levando a uma recessão mundial. O conflito também interferiu no cotidiano do mercado financeiro. As ações de empresas israelenses cotadas em Nova York e Tel Aviv vêm sofrendo quedas constantes devido às incertezas da situação. Afinal, os efeitos econômicos da guerra podem se agravar? Há risco de desabastecimento de petróleo? E como o conflito atinge diretamente a economia brasileira? Para entender mais sobre essas questões, o ‘Estadão Notícias’ desta quinta-feira, 26, conversa José Julio Senna, Chefe do Centro de Estudos Monetários do FGV IBRE e ex-diretor do Banco Central (BC). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Gabriela Forte e Iraci Falavina Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O poço sem fundo da segurança pública do Rio
O Rio de Janeiro viveu momentos de terror na última segunda-feira, 23, quando 35 ônibus e um trem foram incendiados em represália à morte de um miliciano. A onda de violência no Estado é pauta constante nos noticiários e coloca a população civil à mercê de disputas territoriais entre a milícia e o tráfico. No mês passado, em outro caso que chocou o País, três médicos foram mortos a tiros na Barra da Tijuca. Segundo as investigações preliminares, a execução promovida por criminosos foi “acidental”, já que uma das vítimas teria sido confundida com um miliciano da zona oeste da cidade.Soma-se a este cenário de caos na segurança pública do Rio a tragédia que se abate sobre crianças e adolescentes: 24 foram mortos por armas de fogo somente neste ano.Sobre os ataques ao transporte público da última segunda, o governador do Rio, Claudio Castro (PL), declarou que a polícia “não vai sossegar” enquanto não prender os três maiores milicianos do Estado, conhecidos pelos apelidos de Zinho, Tandera e Abelha.O presidente Lula disse nesta terça-feira que o Brasil “tem um problema crônico no combate ao crime organizado” ao comentar a série de ataques a ônibus no Rio. Ele disse ter conversado com o ministro da Justiça, Flávio Dino, e que vai conversar com o da Defesa, José Múcio, para usar a estrutura dessas pastas no combate ao crime organizado e à milícia no Estado.Afinal, o que explica o fracasso da segurança pública no Rio? Existe perspectiva de reocupação dos territórios pelas forças do Estado? A estratégia de combate à criminalidade do governador Cláudio Castro é meramente midiática e populista?Na edição desta quarta-feira (25), o 'Estadão Notícias' debate o assunto com o antropólogo, membro do Laboratório de Análise de Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e ex-chefe do Estado Maior da PM do Rio, Robson Rodrigues. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Gabriela Forte e Iraci Falavina Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O aumento do antissemitismo no mundo em meio à guerra
Antes mesmo da guerra entre Israel e o Hamas começar, diversos países pelo mundo já registravam o crescimento do antissemitismo. Em 2022, nos Estados Unidos, houve um aumento de 36% de casos. Num estudo mais amplo, de 2021, pesquisadores da universidade de Tel-Aviv, em Israel, apontaram que houve “aumento dramático” desses casos em praticamente todos os países que têm uma população judaica expressiva. Com o recente conflito desencadeado no Oriente Médio, após ataque terrorista do grupo Hamas em território israelense no último dia 7 de outubro, a onda antissemita ganhou ainda mais força, em agressões de todos os tipos, não só as ofensas nas redes sociais. No sábado (21), a presidente de uma congregação judaica em Detroit, no estado americano de Michigan, foi encontrada morta a facadas do lado de fora de sua casa. No dia 18, em Berlim, a polícia da Alemanha informou que uma sinagoga na região central de Berlim foi alvo de um ataque antissemita com coquetéis molotov. Casos como esses se avolumam mundo afora nos últimos dias.No Brasil, a Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro registrou 87 relatos de crimes de racismo e xenofobia contra a comunidade judaica depois do início da guerra. Antes do mês de outubro a média era 3,5 casos por mês.O recente transbordamento do antissemitismo congrega não só o espectro da direita, mas vários setores da esquerda, que costumam demonstrar uma visão complacente com o terrorismo e com a ideia de que a comunidade judaica seria uma espécie de “marionete do imperialismo americano”. Esse antissemitismo progressista, em muitos casos, ainda coloca em xeque a existência do Estado de Israel e tampouco costuma contemplar os judeus dentro da política identitária.Afinal, os judeus nunca estiveram tão vulneráveis desde o Holocausto? De que maneira o antissemitismo se expressa no mundo de hoje? O Brasil também é foco de ataques? A islamofobia tem a mesma raiz? Edição desta terça-feira, 24, do ‘Estadão Notícias’, discute o assunto numa entrevista com o cientista social Gabriel Carvalho, pesquisador do antissemitismo moderno. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Morning Call': Mercado em busca de segurança
O 'Morning Call | Mercado em 15 minutos' desta segunda-feira, 23, destaca que o principal índice da bolsa de Valores de SP fechou a semana passada no menor nível em mais de quatro meses. A principal razão ainda são os conflitos no Oriente Médio. As vendas do varejo e o setor de serviços também viveram quedas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O impacto político do consórcio entre governadores do Sul e Sudeste
O consórcio político que integra os Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo foi oficialmente formado na semana passada. Chamado de Cosud, o grupo vai se reunir a cada 90 dias e discutir políticas em comum entre as regiões para pressionar as bancadas no Congresso Nacional. A formalização do grupo demorou para ser concretizada depois da repercussão da fala do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), ao Estadão, quando comparou os Estados do Nordeste a vaquinhas que produzem pouco. Pouco depois, Zema pediu desculpas, disse que foi mal-interpretado e reforçou que a união desses Estados em um consórcio visa aumentar o protagonismo político do Sul-Sudeste em questões de infraestrutura, saúde e segurança. Juntos, os sete Estados movimentam 70% da economia e concentram 56% da população do País, o que fortalece o impacto político gerado por essa articulação. Além disso, o Sul-Sudeste reúne 256 dos deputados federais, ou seja, metade da Câmara Federal. Afinal, qual é o peso político do Cosud? Ele pode fomentar mais divisões no País? Os Estados do Sul e Sudeste são sub-representados na Câmara? A edição desta segunda-feira, 23, do ‘Estadão Notícias’, discute esses temas em uma entrevista com o cientista político e diretor de projetos do Movimento Voto Consciente, Bruno Silva. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Rogério Júnior e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #295: #Start Eldorado: 17 mil disputam mercado de provedores no País
O Start Eldorado de hoje fala sobre os desafios e o futuro para os provedores de internet no Brasil, que em muitos casos vêm se reinventando para oferecer não apenas conectividade, mas para agregar a suas redes serviços diferenciados para consumidores físicos e privativos. Em entrevista gravada no Futurecom, recebemos os CEOs da AmericaNet, Lincoln Oliveira, e da Vero Internet, Fabiano Ferreira, que acabam de firmar a união entre as duas empresas, dando origem a uma nova companhia que está presente com uma rede de fibra ótica de milhares de quilômetros em mais de 400 cidades brasileiras, se tornando a maior provedora do País. Eles falam sobre como se destacar nesse mercado, disputado por mais de 17 mil empresas no País. Com apresentação de Daniel Gonzales, o programa começa às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O papel da ONU em conflitos e a inoperância do Conselho de Segurança
Fundada em 1945 após duas guerras mundiais, a Organização das Nações Unidas (ONU) tem como uma de suas missões a intervenção em conflitos bélicos. No entanto, com o passar dos anos, o organismo multilateral perdeu relevância e capacidade de interferência por meio do seu Conselho de Segurança. Um caso recente é o da guerra entre Rússia e Ucrânia, que segue sem resolução mesmo após mais de um ano de guerra. Afinal, o que explica a inoperância do órgão? O conflito mais recente entre Israel e o Hamas também gerou um impasse dentro do Conselho de Segurança. Na última quarta-feira, 18, os EUA vetaram um texto elaborado pelo Brasil, atual presidente do Conselho, em que se solicitava o cessar-fogo imediato da guerra entre Israel e o grupo terrorista palestino. O voto dos EUA tem peso significativo para anular o texto porque o país integra o grupo dos cinco Estados-membros permanentes. Países como Alemanha, Brasil, Índia e Japão têm defendido uma reforma no atual funcionamento do Conselho, tendo em vista que é a única instância da Organização que tem o poder decisório. Muitas nações acreditam que este deveria ser um papel da Assembleia Geral. O que explica a inoperância do Conselho de Segurança da ONU? O Brasil tem chances de ter uma cadeira permanente? Há chances de que uma nova resolução seja aprovada em relação ao conflito entre Israel e Hamas? Edição desta sexta, 20, do ‘Estadão Notícias’ discute o tema numa entrevista com o ex-embaixador em Washington e Londres e presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior, Rubens Barbosa O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Rogério Júnior e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A reta final das eleições argentinas: quem vai para o 2º turno?
Os argentinos vão às urnas neste domingo, 22, escolher quem poderá presidir o país pelos próximos quatro anos. Como a Argentina vive uma das disputas mais acirradas de sua história, dificilmente ela se resolverá no primeiro turno. Os três líderes nas pesquisas têm condições de avançar, segundos as pesquisas. São eles: o governista Sergio Massa, o libertário Javier Miler e a opositora Patricia Bullrich.O tema central da campanha, como não poderia ser diferente, foi a economia. O país vive um cenário dramático nesta área, com hiperinflação, câmbio desvalorizado e desaceleração da economia. Foi este contexto de crise que permitiu que o outsider Javier Milei ganhasse projeção, mesmo com suas propostas radicais, como as promessas de fechar o Banco Central e dolarizar de vez a economia argentina. Milei despontou como favorito já nas primárias e reuniu amplo apoio do eleitorado mais jovem do país, diretamente impactados pela ausência de boas perspectivas.Apesar do desastre econômico, o peronista Sergio Massa tem conseguido se descolar da responsabilidade pela atual situação da Argentina e, por isso, desponta como um nome forte para estar no segundo turno. O problema é que a rejeição ao governo de Alberto Fernández se intensifica numa eventual disputa decisiva e, de acordo com os levantamentos, Massa perde em todos os cenários de segundo turno, seja para Milei, seja para Bullrich.Inicialmente espremida pela polarização entre Milei e Massa, Bullrich viu seu nome ganhar força após o bom desempenho no último debate entre os candidatos na televisão. A ex-ministra de Segurança do governo do ex-presidente Mauricio Macri tem como trunfos não só a postura mais moderada, como o domínio por essa agenda na área da segurança pública.Edição desta quinta-feira, 19, do ‘Estadão Notícias’ destrincha o cenário das eleições argentinas em sua reta final, numa conversa com a repórter de ‘Internacional’ do Estadão, Carolina Marins, que está no país acompanhando o desfecho deste primeiro turno.O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Rogério Júnior e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.