
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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Conteúdo Patrocinado: O Sesi para Todos é um conjunto de soluções educacionais já testadas e aprovadas na rede Sesi que está agora à disposição das escolas estaduais paulistas
O Brasil ainda tem grandes desafios na educação. E esse é um segmento essencial para o desenvolvimento de um País próspero. Por isso o investimento nessa área precisa ser constante. Foi assim que surgiu o Sesi para Todos, um conjunto de soluções educacionais já testadas e aprovadas na rede Sesi que está agora à disposição das escolas municipais e estaduais paulistas.Neste podcast produzido pelo Estadão Blue Studio em parceria com o Sesi-SP, o supervisor técnico educacional do Sesi, Herman Assumpção, e o gerente de ensino superior do Sesi, Luís Martins, falam sobre cada uma desses desafios e soluções com a repórter Bárbara Guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #306: #Start Eldorado: Transformação digital em 2023 - parte 2
O Start Eldorado, programa da Eldorado FM que discute a transformação digital dos negócios e da sociedade, traz a segunda parte da retrospectiva 2023 com trechos de algumas entrevistas que foram destaques ao longo do ano. Com apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado (107,3 - SP) e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Regulamentar os games é a solução para o vício?
A China resolveu, no final do ano passado, criar regras para tentar controlar o vício de parte da população com os jogos online. O projeto da agência reguladora chinesa pretendia limitar as compras de uma pessoa dentro de um jogo para melhorar seu desempenho, e estabelece metas de combater os comportamentos compulsivos. Após a pressão de empresas, que já tinham perdido mais de US$ 80 bilhões em valor de mercado, as autoridades amenizaram alguns pontos da lei, e aprovaram o funcionamento de 105 jogos, principalmente os produzidos por estas companhias. Dados de uma pesquisa realizada recentemente pela YouGov, multinacional especializada em pesquisa de mercado on-line, mostra que 42,7% dos brasileiros que consomem qualquer tipo de conteúdo dizem que jogam pelo menos de 6 a 7 horas de videogames no computador ou em consoles durante uma semana normal. Em 2022, a USP fez uma pesquisa, coordenada pela doutora em psicologia, Luiza Brandão, com milhares de adolescentes em escolas públicas, e o levantamento mostrou que a parcela de jovens brasileiros que faz uso excessivo de videogames é maior do que a média mundial. Aqui no Brasil existem pelo menos seis projetos de lei que tratam de games, mas sobre o acesso a jogos que tenham algum tipo de violência. Afinal, deveríamos seguir o exemplo da China e regulamentar os jogos eletrônicos? De fato, existe um novo problema de saúde pública com o uso excessivo de videogames? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Luiza Brandão, doutora em psicologia clínica pela USP. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Polarização Lula x Bolsonaro vai marcar eleições municipais?
Há menos de um ano das eleições municipais, as principais lideranças políticas já se articulam de olho em eleger o maior número de prefeitos e vereadores possíveis. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, estimulou a militância do PT a nacionalizar a disputa nas eleições municipais de 2024 e afirmou que a polarização entre ele e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve permanecer no embate do próximo ano. Apesar de ter sido condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e estar inelegível até 2030, Jair Bolsonaro (PL) pretende usar o capital político nas eleições municipais de 2024 para reeleger aliados em capitais e ampliar o número de metrópoles comandadas pelo partido dele, o Partido Liberal (PL), que vê o ex-presidente como um ativo. A “centro-direita liberal” está se movimentando para ter um projeto que possa chamar de seu em 2026. O plano pretende reorganizar grupos do antigo PFL, DEM, mas está aberto ao PSDB e PP e acena principalmente aos tucanos de centro que viram o partido minguar nos últimos anos. São ideias e propostas para serem defendidas por esse grupo ideológico que ficou à margem da política nacional com a polarização registrada nos últimos anos entre PT e o bolsonarismo. Afinal, o que podemos esperar das eleições municipais? Lula e Bolsonaro podem fazer a diferença no pleito? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e diretor de projetos do Movimento Voto Consciente, Bruno Silva, e com o coordenador de Política do Estadão, em São Paulo, Ricardo Côrrea. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Renovado, politizado e conflituoso: O que esperar do STF em 2024?
O protagonismo do Supremo Tribunal Federal (STF) na realidade política brasileira não é um fenômeno recente, mas vem se aprofundando ao longo dos últimos anos. Não é por acaso que o Congresso vem estudando modos efetivos de limitar o poder individual dos ministros. O Senado aprovou, em 2023, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os poderes de ministros do STF. O texto estabelece que os magistrados ficarão impedidos de suspender por meio de decisões individuais a vigência de leis aprovadas pelo Legislativo. A medida também vale para leis analisadas pelos tribunais estaduais. Os atritos entre os dois Poderes envolvem temas como a descriminalização da maconha e do aborto, que foram levados a julgamento no plenário da Suprema Corte. O auge da crise se deu após os magistrados invalidarem a tese de marco temporal das terras indígenas, o que provocou semanas de paralisação do Congresso em retaliação. O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, disse que não é o momento para “mexer” nas regras de funcionamento da maior instância do poder judiciário. O presidente da Casa, o senador Rodrigo Pacheco defendeu também a criação de mandatos para ministros da Corte. Tudo isso ocorre em um ano de mudança nas cadeiras do STF, Luiz Zanin, ex-advogado de Lula, assumiu o posto no lugar de Ricardo Lewandowski. Agora, no final do ano, o Senado aprovou o nome do ex-ministro da Justiça, Flávio Dino, para o lugar de Rosa Weber. Afinal, o que podemos esperar dessa relação conturbada entre STF e Congresso Nacional para 2024? Quais são as razões para a extrema politização do Supremo no Brasil? O que é preciso ser feito para que a Corte retome sua autoridade e confiança perante à sociedade?O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Haddad vai suportar pressões do PT por gastança em 2024?
O desempenho da economia brasileira em 2023 foi acima do que indicava o consenso das projeções da pesquisa Focus do Banco Central feita com analistas do mercado financeiro. A estimativa era uma alta de apenas 0,8% do PIB para 2023, enquanto que a mais recente previsão é de uma expansão de 3%. O PIB chegou na casa dos 2,13 trilhões de dólares, o que colocou o Brasil em nono lugar no ranking das dez maiores economias do mundo no ano passado, segundo projeção do FMI. Este resultado positivo se deve, em parte, à condução do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Mesmo com as pressões internas do PT e do próprio presidente Lula pela gastança sem responsabilidade, o ministro aprovou importantes pautas no Congresso, como o novo arcabouço fiscal e a reforma tributária. A gestão de Haddad encontrou desafios desde o primeiro semestre. Uma queda de braço foi travada entre o governo e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que defendia a austeridade, em nome do controle da inflação. A taxa de juros anuais chegava na casa dos 13,5%, mas com as entregas da economia a taxa começou a ser reduzida, concluindo 2023 em 11,75% ao ano. Após aprovada a LDO para 2024, a equipe econômica do governo busca formas de aumentar a arrecadação e, assim, conseguir zerar o déficit fiscal em 2024, como está previsto no Orçamento. Mas este será um dos grandes desafios para o governo no ano que vem. Haddad vai conseguir suportar o ‘fogo-amigo’ do PT em ano com grandes pretensões eleitorais? E quais são os próximos passos para regulamentação da reforma tributária?Para analisar os rumos da economia do País em 2024, conversamos com a repórter de economia do Estadão em Brasília, Bianca Lima. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #305: #Start Eldorado: Transformação digital em 2023 - parte 1
O Start Eldorado, programa da Eldorado FM que discute a transformação digital dos negócios e da sociedade, traz a primeira parte da retrospectiva 2023 com trechos de algumas entrevistas que foram destaques ao longo do ano. Com apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado (107,3 - SP) e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A explosão da IA, seu futuro e o debate sobre regulação
Desde a adoção em massa da inteligência artificial (IA) no final de 2022, motivada pelo lançamento do ChatGPT, regular o uso e desenvolvimento da tecnologia passou a ser prioridade para a comunidade global, ainda que as discussões mais relevantes sobre o tema tenham sido iniciadas alguns anos antes, a exemplo do primeiro esboço do AI Act da União Europeia (EU), divulgado em 2021. EUA, China, Reino Unido e mais 25 países anunciaram um acordo internacional que tem como objetivo regular sistemas de inteligência artificial (IA) considerados de ponta. O documento, batizado de Declaração de Bletchley, coloca como principais objetivos “identificar riscos de segurança da IA de preocupação compartilhada”, usando como base evidências científicas para compreender o impacto na sociedade, além de “construir as respectivas políticas baseadas em riscos em nossos países para garantir segurança”. No Brasil, está em discussão no Congresso o Projeto de Lei nº 2.338, de 2023, que disciplina o desenvolvimento e uso da inteligência artificial no país. Para tanto, foi criada no Senado uma comissão sobre inteligência artificial, com espaço para os diversos setores exporem suas preocupações. Entre os principais pontos, o texto restringe o uso de câmeras instaladas pelas secretarias de segurança pública para reconhecimento facial indiscriminado de pessoas que circulam nas ruas. Também veda a implementação de modelos de “ranqueamento social”, usado pela China, em que cada cidadão recebe uma pontuação de acordo com seu comportamento nas redes sociais e a nota serve para assegurar ou não acesso a recursos públicos. No ‘Estadão Notícias’ de hoje, a gente debate esse tema com o editor do ‘Link’, Bruno Romani. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os 50 anos da Embrapa e como ela atua na valorização da biodiversidade
Neste ano, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) completou 50 anos. A estatal tem a missão de viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura, em benefício da sociedade brasileira. A empresa foi criada no contexto dos grandes projetos de construção civil, autonomia energética e alimentar executados pelo governo brasileiro. O desenvolvimento da agricultura era vital para atender a demanda crescente por alimentos, dado o acelerado crescimento populacional. Além disso, o País almejava expandir a exportação de grãos, já que até então a produção de commodities agrícolas era limitada a café, açúcar, cacau e algodão. A agropecuária brasileira expandiu desde então e a Embrapa exerceu protagonismo no incremento biotecnológico, no mapeamento genético de culturas econômicas, na conquista de novos mercados, nos recordes de safras de grãos e na incorporação do cerrado à agricultura moderna do país. Em 2022, a Embrapa apresentou um balanço social impressionante: o lucro social de R$ 125 bilhões, gerados a partir do impacto econômico no setor agropecuário de 172 novas tecnologias. Entre os avanços neste último ano está o impacto econômico da chamada “Fixação Biológica do Nitrogênio” na cultura da soja, tecnologia desenvolvida pela Embrapa responsável por uma economia de R$ 72 bilhões em fertilizantes nitrogenados. Além de buscar a melhoria de eficiência na produção agrícola, a Embrapa vem investindo, nos últimos cinco anos, na valorização de produtos da biodiversidade brasileira para alimentação. Isso faz parte de uma unidade dentro da estatal batizada de “Alimentos e Territórios”. Para conhecer um pouco mais deste novo front de atuação da Embrapa, bem como sua importância para o Brasil nestes 50 anos, nós entrevistamos hoje o engenheiro agrônomo Ricardo Elesbão Alves, formado em gastronomia, especialista em história da alimentação e patrimônio cultural, e chefe de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Embrapa Alimentos e Territórios. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Briga pelo orçamento e a ‘tabelinha’ com Haddad: o ano do Congresso
A relação do governo Lula com o Congresso Nacional, definitivamente, não foi uma lua de mel neste primeiro ano do terceiro mandato do petista. Um cenário muito diferente do que ele enfrentou nas suas duas primeiras passagens pela presidência do País.Com um Legislativo cada vez mais forte e disposto a abocanhar novos pedaços do orçamento, o Palácio do Planalto precisou negociar Ministérios com “porteira fechada”, cargos em segundo escalão em estatais e, principalmente, liberar dinheiro em emendas. Mesmo com o fim oficial do orçamento secreto, esquema revelado pelo Estadão, a articulação das pautas de interesse do Executivo passou muito pela relação com os presidentes das duas Casas, Arthur Lira (PP-AL), na Câmara dos Deputados, e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), no Senado Federal. Não foram poucas as vezes que as lideranças do PT no Parlamento fracassaram nessas negociações e na formação de uma base governista sólida.Na agenda econômica, as pautas andaram melhor, como aprovação do arcabouço fiscal e a votação histórica da reforma tributária - méritos que podem ser divididos com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mas que tem a assinatura do Congresso Nacional. O ano de 2023 no Legislativo também é marcado pelos confrontos com o Supremo Tribunal Federal (STF), após a Corte colocar em pauta temas sensíveis, como o marco temporal, a descriminalização da maconha e do aborto. O litígio resultou num PL (Projeto de Lei) que limita as decisões monocráticas dos ministros do Supremo.Para 2024, há no horizonte eleições municipais, o que mexe sensivelmente com as prioridades dos parlamentares, especialmente no primeiro semestre, quando vão estar ávidos por emendas que possam ser distribuídas para os municípios. Nos bastidores, a sucessão da presidência nas duas Casas também já altera o jogo de forças dentro do Congresso e pode alimentar novas rusgas com o Executivo. Afinal, o protagonismo do Congresso segue em franca ascensão no cenário político brasileiro? Como deve ficar a relação do governo com o Legislativo em 2024? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a Doutora em Ciência Política e professora da Fundação Getulio Vargas (FGV), Graziella Testa; e com o repórter do Estadão em Brasília, Daniel Weterman. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Eldorado Brasil investe na produção sustentável de celulose
A produção de celulose de eucalipto de forma eficiente, com remoção de gás carbônico e geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis, é o tema do podcast produzido pelo Estadão Blue Studio em parceria com a Eldorado Brasil Celulose. Neste episódio, o jornalista Eduardo Geraque conversa com os executivos Fernando Storchi, diretor fnanceiro, e Elcio Trajano, diretor de RH, ambos da Eldorado Brasil Celulose. No bate-papo, além das questões ligadas à sustentabilidade, os executivos debatem ainda sobre expansão, exportação e ainda sobre a importância do papel dos colaboradores para a construção da trajetória da empresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': como a sustentabilidade tornou-se imprescindível para o mundo dos negócios
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Artur Grynbaum, VP do Conselho Administrativo do Grupo Boticário. Ele fala sobre ecoeficiência e como a sustentabilidade tornou-se imprescindível para todos os negócios atualmente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Guerras, tensão inédita na AL e Lula em peregrinação: o mundo em 2023
Há pelo menos oito guerras acontecendo, neste momento, pelo mundo. Algumas têm ampla repercussão na mídia, como é o caso da incursão de Israel na Faixa de Gaza contra membros do grupo terrorista Hamas. O conflito entre Rússia e Ucrânia vai completar dois anos no início de 2024. Aqui na América Latina, a disputa entre Venezuela e Guiana pela região de Essequibo acendeu o alerta do Brasil, pela proximidade com os dois países, mas também de potenciais mundiais como Estados Unidos e Rússia. Os norte-americanos, inclusive, têm feito exercícios militares na região como uma espécie de aviso à Venezuela. Ainda aqui na região, a Argentina passou por processo eleitoral que resultou na vitória do libertário Javier Milei. Suas propostas econômicas serão suficientes para enfrentar os enormes desafios colocados para o país? E qual será sua capacidade política de construir coalizões e consensos?O ano de 2023 também ficou marcado por um novo posicionamento do Brasil perante ao mundo, após a eleição de Lula. O presidente dedicou uma boa parte da sua agenda para viagens internacionais, em encontros bilaterais e participação em fóruns de organismos multilaterais, como a ONU. Como avaliar essa nova inserção do País na dinâmica global? Para 2024, a grande expectativa está voltada para as eleições presidenciais nos EUA. O republicano Donald Trump lidera as pesquisas, mas há incertezas se juridicamente ele estará habilitado para disputar o pleito. Fato é que a gestão do democrata Joe Biden não conta com uma avaliação positiva majoritária, o que coloca em xeque a sua reeleição. O que pode significar para o mundo se Trump voltar ao poder? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos debater todos esses temas internacionais com Gunther Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM e especialista em segurança internacional, e Diogo Schelp, jornalista e colunista do Estadão e da Rádio Eldorado. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #304: #Start Eldorado: A jornada para a transformação - parte 3
Os avanços da tecnologia e seus impactos na sociedade - com foco na transformação digital acelerada que temos vivenciado e um olhar para o futuro com o qual conviverão as próximas gerações - são os temas de hoje do Start Eldorado, que apresenta a terceira parte do evento "Conexões", gravado na Japan House/SP. O debate reuniu Eduardo Zago de Carvalho, Managing Director LATAM da Equinix, Gileno Barreto, Diretor-Presidente da Prodesp, Paulo Venâncio, diretor de Produtos e Pré-Vendas de Soluções Digitais da Embratel, e José Renato Mello Gonçalves, presidente da NEC no Brasil. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start vai ao ar nas quartas-feiras às 21h na Eldorado FM (107,3 - SP), site, aplicativos, canais digitais e Alexa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas de 'Política' fazem balanço do 1º ano do governo Lula-3
O primeiro ano do terceiro mandato de Lula vai terminando e com pautas focadas nas questões econômicas do Brasil. A reforma tributária na reta final e um ambiente político “levemente estável” ajudaram a criar as condições para a Bolsa encerrar o ano em alta, embora o mercado avalie que, em muitos aspectos, o governo mais atrapalhou do que ajudou. Lula já disse que os resultados das ações do governo ainda vão aparecer e projetou que, no ano que vem, a disputa eleitoral deverá repetir uma polarização ideológica similar a que ocorreu nas eleições de 2022. Segundo o presidente, a economia vai crescer no mínimo 3% e os empregos devem chegar a 2 milhões. Na articulação política, Lula se deparou com o desmantelamento do chamado presidencialismo de coalizão. Quem dá as cartas agora é o fortalecido Congresso Nacional, cada vez mais faminto por nacos do orçamento e cargos no primeiro e segundo escalão. O presidente fecha o primeiro ano sem uma base governista sólida e estável.O petista enfatizou também a criação do programa Desenrola, que busca facilitar negociações de pessoas que tenham o nome no Serasa; o plano Brasil Sem Fome, que busca tirar o país do mapa da fome; e o Novo PAC, que busca trazer infraestrutura para diferentes regiões. Afinal, o balanço do governo, neste primeiro ano, é positivo ou negativo? Quais os desafios que Lula vai enfrentar em 2024? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o assunto com as colunistas de ‘Política’ do Estadão, Vera Rosa e Monica Gugliano. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Vitor ReisSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Guiana x Venezuela: Repórter que visitou Essequibo conta como é a região
A região de Essequibo, que hoje pertence à Guiana, passou a fazer parte do noticiário, após o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, promover um referendo para sugerir a anexação do local ao país. O conflito é histórico e se intensificou após uma grande quantidade de petróleo ser encontrada na região. Essequibo tem cerca de 160 mil km2 e é habitado por cerca de 25 mil pessoas, dos mais de 791 mil habitantes da Guiana. 80% dos que residem nesta área são indígenas originários desse território. O local é rico também em recursos minerais, destacando-se ouro, bauxita e urânio, o que atrai um grande número de garimpeiros. Além disso, a região conta com outros recursos naturais, como os produtos da floresta e a própria água, seja para consumo, seja como potencial hidrelétrico. O governo brasileiro monitora a crise entre Venezuela e Guiana para evitar que o Brasil seja usado como "instrumento" de um "incidente diplomático" entre os vizinhos. O repórter do Estadão, Luiz Henrique Gomes, visitou a cidade de Lethem, que tem três mil habitantes, e faz parte do Essequibo, distante apenas 15 minutos da fronteira com o Brasil, e conversou conosco no ‘Estadão Notícias’ sobre como a população vê este conflito, e como vivem os habitantes da região. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Por que é tão caro viajar de avião no Brasil?
O Ministério de Portos e Aeroportos (Mpor) e as maiores companhias aéreas do País anunciaram nesta segunda-feira, 18, as primeiras medidas para redução dos preços das passagens aéreas. O anúncio foi focado na promessa de maior volume de promoções. O presidente da Azul, John Rodgerson, anunciou a oferta de 10 milhões de assentos por até R$ 799 no ano que vem. Já o presidente da Gol, Celso Ferrer, anunciou a oferta de 15 milhões de assentos por até R$ 699. No entanto, esses já são os valores dos tickets médios nas viagens pelo Brasil, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Especialistas apontam que o preço das passagens subiu por uma combinação de fatores, como a alta do dólar e o aumento do preço do combustível das aeronaves. Além disso, o setor passa ainda por uma crise e ainda está tentando se reestruturar do período da pandemia da Covid-19, onde os voos foram escassos O governo também aposta em impactos positivos do Voa Brasil, que será anunciado na segunda quinzena do próximo mês. O programa destinará passagens por até R$ 199 para aposentados e beneficiários do Programa Universidade Para Todos (Prouni). Afinal, por que o preço das passagens é tão caro no Brasil? As medidas anunciadas pelo governo e pelas aéreas terão algum impacto? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Jurema Monteiro, presidente da ABEAR (Associação Brasileira de Empresas Aéreas). Ouvimos também o depoimento do gerente comercial, Gerônimo Tonelli Sobrinho, que resolveu fazer o trecho entre São Paulo e Porto Alegre de carro por causa dos altos preços das passagens O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro, Juscelino e intentona: o que aguarda Gonet na PGR
O subprocurador Paulo Gustavo Gonet Branco tomou posse nesta segunda-feira, 18, como procurador-geral da República, pregando que sua gestão, ‘em seu agir técnico’, não vai buscar ‘palco nem holofote’. Segundo Gonet, o Ministério Público Federal vive um ‘momento crucial na cronologia da república democrática’, de ‘reviver na instituição os valores constitucionais’. Em breve discurso, Gonet deu ênfase para a harmonia entre os Poderes. “É pressuposto para o funcionamento proveitoso e resoluto do próprio Estado Democrático de direito. A isso o Ministério Público deve ater-se e é isso o que lhe incumbe propiciar”, frisou. Paulo Gustavo Gonet Branco assume o comando da PGR com uma série de desafios: assumir processos sensíveis no Supremo Tribunal Federal (STF), que miram o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, do atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva; lidar com o rescaldo de tensões entre o Ministério Público Federal e a Suprema Corte; atuar nos mais de mil processos sobre os atos de 8 de janeiro; e ainda se posicionar ante cobranças de transparência no órgão. Durante a cerimônia de posse do novo procurador-geral da República, o presidente Lula afirmou que ‘um procurador não pode se submeter a um presidente da República’ ou a qualquer presidente dos poderes. Afinal, o que podemos esperar de Paulo Gonet à frente da PGR? Ele terá uma postura mais moderada, nem tão omisso como Augusto Aras e nem tão punitivista como Rodrigo Janot? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Roberto Dias, advogado e professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Call: 2023, o ano Rocky Balboa
O Morning Call | Mercado em 15 minutos faz um balanço de 2023, que se mostrou um ano de muita luta e superação no mercado. Até sexta passada, o Ibovespa teve ganho de 18,65% este ano, depois da última super quarta e de uma certa euforia dos investidores, que levaram a uma alta expressiva do índice de Bolsa de Valores de SP. O último episódio do ano também fala das perspectivas para 2024.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Último ato: a batalha para aprovar a LDO no Congresso
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 foi aprovada na semana passada, na Comissão Mista de Orçamento (CMO). O projeto segue agora para o plenário do Congresso, composto por todos os deputados e senadores. O relator, Danilo Forte (União Brasil-CE), fez um acordo com o governo e permitiu que os investimentos das estatais no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em um valor de R$ 5 bilhões, fiquem fora da meta fiscal. No entanto, o texto limita o contingenciamento, ou seja, o bloqueio de despesas no Orçamento do ano que vem a R$ 22,3 bilhões. Esse valor impossibilita a tentativa do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de ter um déficit zero nas contas públicas. Além disso, a LDO determina um calendário para o governo empenhar os recursos de emendas individuais, a que cada parlamentar tem direito, e de bancada estadual. Ambas são impositivas, ou seja, obrigatórias, o que reduz o poder do Executivo e aumenta o do Legislativo. O temor dos governistas é que o dinheiro saia da conta do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), prejudicando a execução de uma das principais vitrines do governo Lula. Vale lembrar que o governo vem sofrendo derrotas na área econômica, recentemente. O Congresso Nacional derrubou o veto integral do presidente Lula ao projeto que prorroga até 2027 a desoneração da folha de pagamentos de 17 setores e reduz a alíquota de contribuição previdenciária de pequenos municípios. Afinal, o texto aprovado sobre a LDO é prejudicial ao governo? O que podemos esperar da votação final no Congresso Nacional? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter de Economia, e colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Adriana Fernandes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #303: #Start Eldorado: A jornada para a transformação - parte 2
Os avanços da tecnologia e seus impactos na sociedade - com foco na transformação digital acelerada que temos vivenciado e um olhar para o futuro com o qual conviverão as próximas gerações - são os temas de hoje do Start Eldorado, que apresenta a segunda parte do evento "Conexões", gravado na Japan House/SP. O debate reuniu Eduardo Zago de Carvalho, Managing Director LATAM da Equinix, Gileno Barreto, Diretor-Presidente da Prodesp, Paulo Venâncio, diretor de Produtos e Pré-Vendas de Soluções Digitais da Embratel, e José Renato Mello Gonçalves, presidente da NEC no Brasil. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start vai ao ar nas quartas-feiras às 21h na Eldorado FM (107,3 - SP), site, aplicativos, canais digitais e Alexa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Caso Janja: A nova pressão para que o PL das Fake News avance
Parado na Câmara dos Deputados desde maio, o PL das Fake News voltou ao noticiário, após aliados do governo pressionarem para que a proposta seja novamente analisada pelos parlamentares por causa do ataque hacker sofrido pela primeira-dama do Brasil, Rosângela da Silva, a Janja. Nas postagens, o hacker intercalou mensagens de cunho sexual com outras direcionadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, ao presidente Lula e a políticos em geral. Sem avançar na pauta do Congresso, o projeto foi alvo de forte lobby das chamadas big techs - afinal, elas serão as principais atingidas com a aprovação de uma regulação das plataformas. Setores mais à direita do Parlamento se mostraram mais sensíveis à pressão exercida pelas empresas. Extremamente prejudicial na arena política, as fake news já causaram problemas que extrapolam este segmento e provocaram até a morte de pessoas pelo Brasil. Fabiane Maria de Jesus foi espancada até a morte por moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo, após uma notícia falsa publicada e compartilhada em maio de 2014 no Facebook. Ela foi confundida com uma suposta sequestradora de crianças para rituais de magia negra, amarrada e agredida. O objetivo do projeto é instituir a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet ao estabelecer regras, diretrizes e mecanismos de transparência para redes sociais, como Instagram, ferramentas de busca, como o Google, e serviços de mensageria instantânea, como WhatsApp. Afinal, por que só agora o governo quer pressionar o Congresso Nacional para aprovar o PL das Fake News? Quais os riscos para a sociedade brasileira a ausência de uma regulação das plataformas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Bianca Mollicone, advogada, economista, Mestre em Administração e Doutoranda em Direito na USP, com pesquisa em regulação de plataformas digitais. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Qual o saldo final da COP 28? Acordo entre países vai sair do papel?
Representantes de quase 200 países aprovaram nesta quarta-feira, 13, o documento final da Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP-28), em Dubai, que cita a “transição” dos combustíveis fósseis, em um consenso considerado histórico para as conferências contra o aquecimento global. O texto traz linguagem mais forte do que a versão anterior, mas não menciona diretamente a eliminação desses poluentes, como carvão, petróleo e gás natural. Os esforços, segundo o texto, devem ser coordenados de forma que o mundo elimine as emissões de gases com efeito estufa até 2050, com urgência adicional na redução nesta década. Para isso, também aparece a meta de triplicar a capacidade energética renovável até 2030. A posição do Brasil sobre o petróleo, no entanto, trouxe constrangimento para a gestão Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A hesitação do governo sobre os planos de exploração de petróleo na Margem Equatorial do Rio Amazonas foram uma sombra sobre as pretensões de Lula de ser uma liderança na agenda climática. O objetivo do documento final desta COP é ajudar as nações a alinhar os seus planos climáticos nacionais com o Acordo de Paris, o pacto global de 2015 que busca limitar a alta de temperaturas neste século a até 2ºC na comparação com os níveis pré-Revolução Industrial (1850). Mas qual o efeito prático desse acordo? Essas cúpulas do clima produzem ações concretas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o biólogo Roberto Waack, presidente do Conselho do Instituto Arapyaú e cofundador da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Como o bolsonarismo aproveitou posse de Milei para se promover
A presença de Jair Bolsonaro (PL) na posse do presidente argentino, Javier Milei, foi uma aposta da direita bolsonarista para inflar a popularidade do ex-presidente nas redes sociais e transferir capital político para figuras atreladas a seu nome, como o governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Levantamento da FGV Comunicação Rio, feito a pedido do Estadão, mostra que aliados atuaram de forma conjunta para celebrar uma “vitória da direita” e colocar Bolsonaro como uma figura-chave desse campo na América Latina. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por outro lado, recebeu a pecha de “anão diplomático” no meio digital por não comparecer ao evento — a militância petista não conseguiu responder à altura. Ao mesmo tempo, os grupos de oposição à direita no Brasil apostam no fracasso do governo de Milei na Argentina, o que refletiria na tentativa da direita em voltar ao poder no Brasil. Entre suas promessas mais radicais e de difícil execução estão o fim do Banco Central e a dolarização da economia argentina. Até por isso, parte da direita não alinhada a Bolsonaro foi mais cautelosa com a vitória do libertário argentino, já prevendo as dificuldades que o governo dele vai enfrentar. O Partido Novo divulgou nota em que considera o triunfo de Milei uma “esperança” para o Brasil e uma “derrota humilhante” para Lula, o PT e todo o governo. Afinal, de que forma a eleição e posse de Javier Milei reacendeu o bolsonarismo no Brasil? A direita ganha mais força e coesão com essa vitória? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor de Filosofia na FAAP e coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP, Luiz Bueno. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': como melhorar a estrutura educacional do Brasil?
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Claudio Haddad, fundador e presidente do Conselho Deliberativo e da Assembleia de Associados do Insper. Ele conta como foi idealizada a instituição, hoje reconhecida pelo seu nível de excelência, analisa a estrutura educacional do Brasil e indica caminhos para elevar o nível de ensino no País.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A pressão do PT sobre Haddad para liberar a gastança
Não há dúvidas que manter um equilíbrio fiscal é fundamental para o País e para o governo. Vale lembrar, que a gastança desenfreada foi um dos motivos que levaram a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) a enfrentar um processo de impeachment, que ocasionou em sua saída do Executivo federal. Mesmo com essa experiência recente, a presidente nacional do PT, a deputada Gleisi Hoffmann (PR), defendeu neste sábado, 9, que o País deve ter uma meta de crescimento econômico. Para a petista, o orçamento deve ser executado na totalidade, com ênfase em investimentos públicos, porque um déficit não vai alterar a situação do País. Enquanto o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, diz que não existe correspondência entre déficit e avanço do PIB, Gleisi criticou a meta zero e defendeu sua flexibilização. Haddad explicou que essa relação não é automática e citou como exemplo as gestões anteriores de Lula, em que houve superávit primário de 2% e a economia cresceu, em média, 4%. Tudo isso está ligado à preocupação política em relação às eleições municipais, e à própria reeleição de Lula em 2026. Gleisi demonstrou preocupação com a composição mais conservadora do Congresso e defendeu que o PT deve concentrar esforços na eleição do Legislativo. Ela entende que a estratégia de fazer mais vereadores vai repercutir na eleição do Congresso Nacional em 2026. Afinal, quais os impactos que a quebra do déficit zero pode ter para a economia? Haddad está isolado dentro da legenda? E o presidente Lula, de que lado está: da gastança ou da responsabilidade fiscal? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter de Economia do Estadão, Bianca Lima. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Call: De olho na COP-28
O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que o mercado acompanha as decisões da Conferência do Clima das Nações Unidas , que está acontecendo nos Emirados Árabes Unidos. Por aqui, a Bolsa viveu, na semana passada, uma espécie de compasso de espera para as decisões de juros que vão ocorrer nesta semana, com mais uma super quarta, a última do ano, e principalmente, refletiu o payroll norte-americano, que veio acima das expectativas. Com o mercado de trabalho resiliente, se acende o alerta sobre o controle da inflação.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O atraso do Brasil na universalização do saneamento
Um estudo produzido, este ano, pelo instituto Trata Brasil, mostra que 46,2% das moradias brasileiras têm algum tipo de privação no saneamento. Ou seja, 100 milhões de pessoas não têm rede de esgoto e falta água potável para 35 milhões. Na semana passada, a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou o projeto de privatização da Sabesp. De acordo com o governo do Estado, a medida vai possibilitar atingir as metas de tratamento de esgoto propostas no novo Marco Legal do Saneamento, que universaliza o serviço no país em até 10 anos. O estudo mostra ainda que estes problemas de falta de água e esgoto atingem mais a população negra. Além disso, moradores que vivem em áreas de urbanização precária, são os mais vulneráveis a problemas de saúde relacionados à falta de saneamento. Segundo o Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento, seria necessário investir R$ 500 bilhões nos próximos dez anos para solucionar o problema. Além do Marco do Saneamento, o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) prevê R$ 34 bilhões nos próximos três anos para melhorias em sistemas de água e esgoto, incluindo iniciativas de conservação e educação ambiental, além de obras. Afinal, quais os gargalos a serem enfrentados na questão do saneamento? A privatização é uma saída? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a presidente executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Inclusão produtiva para mudar a realidade brasileira
Como a estratégia que garante que todas as pessoas, independentemente de sua origem, condição social, gênero, raça, etnia ou deficiência, tenham acesso às oportunidades de trabalho decente e geração de renda foi abraçada pela AmbevSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #302: #Start Eldorado: A jornada para a transformação - parte 1
Os avanços da tecnologia e seus impactos na sociedade - com foco na transformação digital acelerada que temos vivenciado e um olhar para o futuro com o qual conviverão as próximas gerações - são os temas de hoje do Start Eldorado, que apresenta a primeira parte do evento "Conexões", gravado na Japan House/SP. O debate reuniu Eduardo Zago de Carvalho, Managing Director LATAM da Equinix, Gileno Barreto, Diretor-Presidente da Prodesp, Paulo Venâncio, diretor de Produtos e Pré-Vendas de Soluções Digitais da Embratel, e José Renato Mello Gonçalves, presidente da NEC no Brasil. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start vai ao ar nas quartas-feiras às 21h na Eldorado FM (107,3 - SP), site, aplicativos, canais digitais e Alexa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O poderio militar de Venezuela e Guiana, e a entrada do Brasil no conflito
A escalada de tensão entre Venezuela e a Guiana ganhou novos contornos desde que o ditador venezuelano Nicolás Maduro garantiu que fará de tudo para anexar parte do território do país vizinho, após a vitória em um referendo sobre a região de Essequibo. O presidente da Guiana, Irfaan Ali, disse esperar que o Brasil seja um líder na manutenção da paz na América do Sul, e que vai recorrer ao Conselho de Segurança das Nações Unidas. Tanto o resultado quanto a realização do referendo em si desafiam a determinação da Corte Internacional de Justiça, a instância mais alta da Organização das Nações Unidas para julgar casos de soberania entre países. Na semana passada, os juízes do tribunal decidiram, de forma unânime, que a Venezuela não pode fazer nenhum movimento para tentar anexar Essequibo. A Força de Defesa da Guiana foi estabelecida em 1965 e é uma força unificada com componentes terrestres, aéreos e da guarda costeira, que são treinados pela Academia Militar Real Britânica. Seu efetivo total é de 3 mil soldados, de acordo com dados divulgados pela CIA. Os equipamentos da Guiana são antigos, como tanques da década de 1970 e morteiros da década de 1940. Já a Venezuela, conta com 514 blindados, 545 equipamentos de artilharia, 25 barcos de patrulha e 118 helicópteros, além de 40 caças e 440 canhões antiaéreos. Mas a vantagem venezuelana é ainda maior. Forças Armadas Nacionais Bolivarianas contam com um efetivo de entre 125 mil e 150 mil militares ativos. O Brasil está no caminho para a Venezuela chegar por terra à Guiana, e isso já dificulta um plano de ataque, dada a neutralidade brasileira na disputa. Inclusive, o Exército brasileiro enviou 28 veículos blindados para a região da fronteira com a Venezuela. Os veículos, além de uma nova tropa com até 150 homens, chegarão na região nas próximas semanas. Nesta quinta-feira, durante o encontro do Mercosul, Lula afirmou que o bloco "não pode ficar alheio" à tentativa da Venezuela de anexar o território de Essequibo, na Guiana. Afinal, a Venezuela entraria em uma aventura militar, podendo ser massacrada por outros países, tanto na diplomacia, como militarmente? Qual o papel que o Brasil deve exercer no conflito? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor de relações internacionais da ESPM Gunther Rudzit. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os erros do passado petista que voltam a assombrar a Petrobras
A divulgação, por parte do governo federal, do plano de investimentos para o período 2024-2028 na Petrobras, colocou dúvidas sobre a saúde financeira e administrativa da empresa. Entre as medidas está o pedido ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para revisar os acordos para vendas de mais refinarias e de ativos de gás natural e, por fim, uma mudança no estatuto vista pelo mercado como uma abertura para mais indicações políticas. Essas decisões aproximam a estatal do modelo de gestão adotado nos governo petistas anteriores e a afasta das estratégias seguidas durante as presidências de Michel Temer e Jair Bolsonaro, especialmente no período em que a empresa foi comandada pelos executivos Pedro Parente e Roberto Castello Branco, entre 2016 e 2021. Nos governos Lula 1 e 2 e Dilma Rousseff, a Petrobras sofreu com o aparelhamento político, se endividou para fazer investimentos do interesse do governo (como a construção de estaleiros e a compra de navios sonda) e teve prejuízo recorde entre 2014 e 2017 de R$ 71 bilhões, culminando numa dívida de cerca de R$ 350 bilhões. Os casos de corrupção na estatal ligados a vários desses investimentos foram alvo de investigação da Operação Lava Jato, que minou o governo da presidente Dilma e ampliou a crise que resultou em seu impeachment em 2016. Afinal, o que a repetição desses erros podem trazer de consequências para a companhia e para o Brasil? Podemos ter um novo “Petrolão” com as indicações políticas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O que o resultado do PIB diz sobre os rumos da economia
Os dados do PIB brasileiro no terceiro trimestre de 2023, divulgados nesta terça-feira, 5, pelo IBGE, mostram uma economia estagnada. O crescimento de 0,1% é um resultado praticamente estatístico. Serve para livrar o País de uma recessão técnica (quando há dois trimestres seguidos de queda), mas não é um quadro dos mais animadores. O resultado do período de julho a setembro foi muito influenciado pelo agronegócio, que caiu 3,3% em relação ao segundo trimestre. A indústria cresceu 0,6%, mesma alta registrada pelos serviços. O consumo do governo subiu 0,5%, enquanto o consumo das famílias teve o melhor desempenho dentro da atividade econômica, com alta de 1,1%. As projeções para o crescimento do PIB brasileiro este ano estão por volta de 3% - no Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, estavam em 2,8%. Para 2024, a projeção está em 1,5%, e para 2025, em 1,9%. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o resultado do PIB brasileiro “surpreendeu positivamente” porque o mercado esperava uma retração. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), também viu o resultado como positivo para a economia brasileira. Afinal, o que essa desaceleração do PIB representa para o futuro da economia brasileira? Por que o Brasil não consegue sair dessa sina de baixo crescimento? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o assunto com a professora de Economia do Insper, Juliana Inhasz. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sesi-SP tem qualidade reconhecida pelo PISA para Escolas
A rede de ensino Sesi-SP tem qualidade reconhecida pelo PISA para Escolas, programa que avalia instituições do mundo todo. Esse é o assunto desse podcast, direto do Sesi São Bernardo do Campo, com a Karina Stefanin, Supervisora Técnica Educacional e Ilvanita de Souza Barbosa, Professora de Língua Portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A novela (sem final feliz?) do acordo Mercosul-UE
Recentemente, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que é contra o acordo entre o Mercosul e a União Europeia e disse que o tratado é incoerente com a política ambiental brasileira. Macron ainda chamou o acordo como “antiquado”, e que ele não é “bom para ninguém”. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva tem tentado destravar o acordo entre os blocos, sem sucesso. O mandatário pretende viabilizar um consenso sobre o tema antes da reunião do Mercosul, no Rio de Janeiro, nos dias 6 e 7 de dezembro. Desde 1999, Mercosul e União Europeia tentam fechar um acordo de livre comércio. No entanto, os termos seguem esbarrando em diversos entraves, como por exemplo, disputas ambientais e resistências de alguns governos. Soma-se a isso as rachaduras no Mercosul. O presidente do Uruguai, Lacalle Pou, já disse que quer negociar com países fora do bloco. O novo presidente da Argentina, Javier Milei, declarou que quer deixar o grupo de países, e liberar os empresários para negociar pessoalmente. Afinal, o acordo entre Mercosul e União Europeia, de fato, subiu no telhado? De quem é a culpa? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a repórter de Economia do Estadão, e colunista da Rádio Eldorado, Beatriz Bulla. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Call: Dezembro começa com alta na Bolsa
O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que, em 2023, a alta da Bolsa de Valores de SP é de 16,8% até aqui e grande parte desse resultado se deve ao mês de novembro, que acabou na quinta passada. Foi um mês muito positivo para o mercado acionário mundial, incluindo o brasileiro. O momento também é aspicioso para quem investe em criptomoeda, o Bitcoin, por exemplo, já começou dezembro com ganhos de 3% nesses primeiros dias e fechou novembro com alta de quase 9%.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O fim da reeleição, como quer Pacheco, vai melhorar nossa democracia?
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que vai colocar em pauta, no ano que vem, o fim da reeleição, com a mudança para um mandato de 5 anos para presidente, governador e prefeito. Segundo ele, a medida não serviria para a eleição de 2026. A reeleição foi permitida em 1997, quando o próprio Senado aprovou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para cargos eletivos do Executivo. Na época, houve embates com a oposição e escândalo de compra de votos no Congresso. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que apoiou a proposta na época, sempre negou as acusações. Em 2016, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) chegou a aprovar o fim da reeleição para os cargos do Executivo, mas a medida ainda não foi a Plenário. Já na Câmara, o fim da reeleição foi debatido em uma Comissão Especial, mas rejeitado em setembro de 2017. Para os críticos da reeleição, ela faz com que o governante em exercício, se beneficie da máquina pública para conquistar mais um mandato. Já os que são a favor, dizem que, em apenas 4 anos, um governo não consegue dar prosseguimento em novas políticas públicas. Afinal, a reeleição é um mal a ser extirpado, ou uma chance de dar continuidade a políticas públicas do governo em exercício? A proposta de um mandato de 5 anos para o executivo funciona? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político, professor titular da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (FGV EBAPE) e colunista do Estadão, Carlos Pereira. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #301: #Start Eldorado: IA generativa é apenas o início de um revolução
A revolução trazida pela inteligência artificial generativa às empresas e à sociedade está apenas no início. Baseada em conectividade de alto desempenho, a IA vem funcionando como aliada poderosa no desenvolvimento de novas aplicações e incentivando a criação e integração de ambientes colaborativos, potencializando que novas ideias de negócios saiam do papel. Para falar sobre isso e o futuro dessa tecnologia, o Start Eldorado de hoje recebe Gilson Magalhães, presidente da Red Hat Brasil - empresa que desenvolveu o sistema de funcionamento do PIX com base em códigos abertos - e o especialista em IA Juan Carlos Zeron. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar todas as quartas-feiras às 21h na Eldorado FM (107,3 - SP), site, aplicativos, canais digitais e Alexa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A decisão do STF sobre a imprensa
O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta quarta-feira, 29, que jornais, revistas e portais jornalísticos podem ser responsabilizados por declarações de seus entrevistados contra terceiros se houver “indícios concretos” de que a informação é falsa. Os ministros decidiram que os veículos da imprensa podem ser punidos na esfera cível, por danos morais e materiais, por exemplo, mas apenas se ficar provado que não checaram as informações divulgadas. Associações da imprensa divulgaram uma nota conjunta em que manifestam preocupação com o julgamento do STF. As entidades temem que a decisão abra caminho para o crescimento do assédio judicial a jornalistas. “É imperativo que o jornalismo seja exercido com ética e respeito aos princípios fundamentais da profissão, como a verificação dos fatos e a abertura ao contraditório, (...) mas isso não pode ser confundido com a permanente ameaça de processos resultantes de um dos formatos e instrumentos mais importantes para o jornalismo: as entrevistas”, diz o texto. O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF, saiu em defesa da decisão em conversa com jornalistas após a sessão. “É preciso fazer a leitura correta da decisão que nós tomamos hoje”, disse. “Não há nenhuma restrição à liberdade de expressão, não há censura prévia.” Segundo Barroso, os veículos só podem ser punidos se ficar comprovado que houve má-fé ou “grosseira negligência” na apuração das declarações dos entrevistados. Afinal, a decisão é uma forma de intimidação ao trabalho da imprensa? O que isso pode mudar para o jornalismo brasileiro? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com advogado constitucionalista, especializado em liberdade de expressão e imprensa, André Marsiglia. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A escalada de tensão entre Venezuela e Guiana e o papel do Brasil
No próximo dia 3 de dezembro, a Venezuela fará um referendo para saber de seus cidadãos se o país reivindica e anexa uma região de 160 mil km chamada Essequibo, que hoje pertence à Guiana. A disputa pela região é histórica, e remete a colonização européia na América do Sul. Recentemente, foram descobertas recentemente novas reservas de Petróleo na região. Em dezembro de 2022, o país lançou a primeira rodada de licitações para explorar 11 campos petrolíferos em águas rasas e outros três em águas profundas e ultraprofundas. Essa atitude fez com que a Venezuela passasse a reivindicar o território. A posição do governo de Nicolás Maduro fez com que outros países reagissem a tentativa de anexação do território. Os Estados Unidos enviaram à Guiana chefes do Comando Sul das Forças Armadas para planejar a defesa do país. O Reino Unido também já se manifestou sobre ajudar militarmente o país contra as investidas da Venezuela. O Brasil também passou a pressionar Maduro sobre a questão. O embaixador Celso Amorim, principal conselheiro do presidente Lula para assuntos internacionais, foi o porta-voz do recado de que o Brasil não apoia nenhuma medida não diplomática. Afinal, teremos uma guerra entre Venezuela e Guiana? Qual o papel do Brasil na resolução do problema? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o ex-embaixador do Brasil em Washington e Londres e presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (IRICE), Rubens Barbosa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

COP-28 será capaz de dar respostas às urgências climáticas?
Nesta quinta-feira (30), começa em Dubai, nos Emirados Árabes, a COP28, evento da Organização das Nações Unidas (ONU) para debater as mudanças climáticas. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o da China, Xi Jinping, não deverão comparecer, mas ambos os países estarão representados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi para o Oriente Médio na última segunda-feira (27), onde visitará quatro países. A primeira parada será em Riad, na Arábia Saudita, em seguida, Doha, no Catar, onde pretende estreitar laços e promover relações de comércio bilaterais. Mas, o principal compromisso é a participação na COP 28 A ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, afirmou que o Brasil deve liderar o combate às mudanças climáticas no mundo. O governo federal pretende apresentar uma proposta de modelo de financiamento global para países que preservarem suas florestas. A Conferência do Clima da ONU em Dubai ocorre em meio a um escândalo revelado pela BBC. Segundo documentos obtidos pela publicação, o país anfitrião, os Emirados Árabes Unidos, queriam usar COP-28 para fazer acordos de petróleo. Estava previsto, inclusive, negociações com o Brasil para obter o endosso da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, para a oferta de compra da Braskem pela Adnoc — a empresa petrolífera estatal dos Emirados Árabes. Apesar de importantes, muitos desses temas trazem discórdia entre países, principalmente, em relação ao compromisso das grandes potências mundiais, especialmente nos fundos de financiamento. Afinal, de que maneira essa edição da COP pode contribuir para mitigar os problemas urgentes vinculados à crise climática? A falta dos líderes das duas maiores nações no mundo pode esvaziar os acordos? E o que é esperado da participação brasileira? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Marcio Astrini, Secretário Executivo do Observatório do Clima, que está em Dubai acompanhando as tratativas da COP 28. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': o futuro do setor de farmácias no Brasil
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Marcílio Pousada, CEO da RD-Raia Drogasil. Ele fala sobre como serão as farmácias do futuro, cada vez mais digitalizadas, com plataformas de dados para os consumidores e hubs de saúde dentro das unidades.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O aumento do rombo das contas públicas: onde o governo está errando?
Na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB-MS), reconheceram que o déficit primário brasileiro para 2023 será pior do que as projeções do governo. O rombo orçamentário deve atingir R$ 177,4 bilhões, um valor R$ 35,9 bilhões superior à estimativa anterior, feita há dois meses. O rombo ainda está dentro do limite de 2% estabelecido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano, de até R$ 213,6 bilhões, mas é bem pior que a meta de 1% com a qual o ministro Fernando Haddad havia se comprometido no início deste ano. O problema é que o governo precisa lidar com questões muito específicas para zerar esse déficit. A compensação de crédito de PIS/Cofins por causa da exclusão do ICMS da base de cálculos dos impostos federais reduziu a arrecadação em R$ 80 bilhões, e a compensação da subvenção de custeio de ICMS reduziu em mais R$ 46 bilhões. Essas compensações são pelas perdas dos governos regionais após o Congresso, apoiado pelo governo Jair Bolsonaro, limitar as alíquotas de ICMS sobre combustíveis, energia, transporte e telecomunicações. Para tentar estancar a sangria, os ministérios do Planejamento e Orçamento e da Fazenda também anunciaram que será necessário fazer um bloqueio adicional de R$ 1 bilhão no Orçamento deste ano. Esse é o quarto bloqueio de gastos de 2023, que somados darão quase 5 bilhões de reais, no ano. Afinal, por que o governo não consegue cumprir suas próprias previsões de déficit? O que será preciso para atingir o tão sonhado déficit zero? No ‘Estadão Notícias’, vamos conversar sobre o assunto com a colunista de economia do Estadão e da Rádio Eldorado, Adriana Fernandes. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Call: Satisfação dos consumidores tem leve piora
O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que o índice Bovespa ficou no azul pela quinta semana consecutiva, apesar de ter fechado em queda na sexta-feira. Além disso, foi divulgado o Índice de Confiança do Consumidor da FGV, que caiu 0,2 ponto em novembro, menor nível desde junho deste ano. Chama a atenção a queda intensa na confiança dos consumidores de classes de renda baixa enquanto houve recuperação nas faixas intermediárias e estabilidade na classe mais alta.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os potenciais riscos da inteligência artificial nas eleições
O uso da Inteligência Artificial (IA) nas eleições argentinas acendeu um alerta sobre o mau uso das tecnologias em campanhas por cargos públicos nos países. Os apoiadores do presidente eleito, Javier Milei, usaram a chamada deepfake, e colocaram o rosto de Sergio Massa em um homem que cheirava cocaína. Na semana passada, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, se mostrou preocupado com o uso de inteligência artificial para a disseminação de desinformação nas eleições municipais do ano que vem, e cobrou do Legislativo uma regulamentação da tecnologia. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que o mau uso da inteligência artificial pode trazer graves riscos para as eleições brasileiras, e defendeu uma "legislação dura". Já o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), destacou que a regulação da IA deve fugir das polêmicas em torno da criação de uma legislação para as redes sociais. No Senado, há um projeto de lei sendo debatido sobre a regulamentação do uso das inteligências artificiais. Na Câmara dos Deputados, um outro projeto regulamenta os sistemas de inteligência artificial no Brasil e determina que o Poder Executivo defina uma Política Nacional de Inteligência Artificial. Afinal, quais os perigos por trás do uso da inteligência artificial nas eleições? Sistemas ligados à IA poderão funcionar como indutores de voto? Se bem usada, quais são os seus benefícios? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio), Fabro Steibel. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #300: #Start Eldorado: 300 semanas de olho na transformação digital
O Start Eldorado desta noite comemora a sua 300ª edição recebendo parceiros para uma conversa sobre transformação digital e seus impactos na sociedade e tecnologias que moldam o dia a dia dos negócios. Estarão no estúdio Roberto Murakami, diretor de tecnologia da NEC, e André Eletério, diretor de Marketing da empresa, que também conversam com o apresentador Daniel Gonzales sobre a trajetória do Start, que vai ao ar ininterruptamente todas as quartas-feiras na Eldorado FM e como podcast no canal Estadão Notícias, desde março de 2008. O programa é veiculado às 21h na Rádio Eldorado FM (107,3 - SP), apps, site, Alexa e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O curto-circuito na relação entre Congresso e STF
O Senado aprovou em dois turnos, por 52 votos a 18, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os poderes de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O texto estabelece que os magistrados ficarão impedidos de suspender por meio de decisões individuais a vigência de leis aprovadas pelo Legislativo. A medida também vale para leis analisadas pelos tribunais estaduais. A PEC vai agora para apreciação na Câmara. Ainda não há acordo sobre o tempo que os deputados levarão para votar a proposta. No rito normal, o texto tem que passar por comissão especial, Comissão de Constituição e Justiça, e só depois ir a plenário. Num acordo que envolveu até mesmo parlamentares da base do governo, o senador Esperidião Amin (PP-SC) retirou do relatório o estabelecimento de um prazo de validade de 180 dias para os pedidos de vista (suspensão de julgamento). A mudança também foi fruto de conversa de Pacheco com o ministro Alexandre de Moraes, do STF, na última terça-feira. Os atritos entre os dois poderes envolvem temas como a descriminalização da maconha e do aborto, que foram levados a julgamento no plenário da Suprema Corte. O auge da crise se deu após os magistrados invalidarem a tese de marco temporal das terras indígenas, o que provocou semanas de paralisação do Congresso em retaliação. O decano do STF, Gilmar Mendes, chegou a comparar as medidas debatidas no senado, a ditadura de Getúlio Vargas. O ministro foi ainda mais firme ao dizer que a Corte derrubará quaisquer projetos que venham a limitar os poderes de seus membros. Afinal, qual a intenção dessa medida aprovada pelos senadores? Como o STF vai reagir, caso a câmara aprove o texto? O governo vai sancionar o “engessamento” da Corte? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da FGV-SP, autor de “Catimba Constitucional” e organizador do livro “Resiliência e Deslealdade Constitucional”. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O que é Open Finance e o superapp prometido pelo Banco Central
Com o advento do Open Finance no Brasil, onde o cliente já pode compartilhar seus dados com diversas instituições financeiras, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, já prevê que em até dois anos, teremos uma espécie de superapp bancário: “não terá mais app do Bradesco, Itaú. Será um app agregador que, pelo Open Finance, vai dar acesso a todas as contas”, completou. Tanto para Campos Neto quanto para sua equipe técnica, esta tendência é um caminho sem volta, dado o volume de digitalização de produtos e serviços dos mais variados segmentos, dentre os quais o próprio mercado financeiro. Para se ter ideia, o gasto com tecnologia de grande parte do setor em 2023 deve chegar a R$ 45,1 bilhões, 29% a mais que em igual etapa de 2022 e um salto de 128% em relação a 2018, conforme a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Mais do que isso, os bancos já têm investido para tornar seus aplicativos mais amplo para os clientes. É o caso da integração das operações financeiras com marketplace, como no caso do Bradesco, que permite a assinatura de canais de streaming direto no app. Com o avanço da tecnologia e da transmissão de dados de milhões de clientes, ficam as dúvidas em relação à segurança. Afinal, quais os benefícios atrelados a implementação do Open Finance? Qual é a estratégia com formatação deste “superapp”? O papel moeda, no formato físico, está com seus dias contados? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Leandro Benincá, Head de Educação na Controlle, empresa de gestão financeira. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Novembro Azul: se o amor não tem limites, o cuidado também não"
Descrição: O Dr. Denis Jardim, oncologista titular e líder nacional de tumores urológicos do Grupo Oncoclínicas, fala sobre as alarmantes estatísticas do câncer de próstata no nosso país – a cada 38 minutos, um brasileiro morre em consequência da doença. Em uma entrevista surpreendente, o especialista detalha a importância do diagnóstico precoce na reversão desse cenário, fala sobre o novo exame – nada invasivo – que ajuda a detectar a doença e explica por que há casos em que NÃO é preciso tratamento.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Refluxo da direita nas Américas: após Milei, será a vez de Trump?
A vitória de Javier Milei, na Argentina, pode ser uma espécie de antessala para uma outra eleição que ocorre ano que vem: a dos Estados Unidos. Em uma mensagem para parabenizar o novo presidente do país sul-americano, Donald Trump usou seu famoso slogan: “Make Argentina Great Again”. A comemoração mostra a esperança dos políticos de direita de uma inversão da onda vermelha nas Américas. Caso Trump volte à Casa Branca, dois dos maiores parceiros comerciais do Brasil estariam sob o comando de políticos pouco afeitos a Lula. Uma nova pesquisa da CNN/SSRS publicada no início de novembro, mostra Donald Trump vencendo Biden por 49% a 45%. A pesquisa revela também um profundo descontentamento com o desempenho de Biden, principalmente, no campo econômico. O levantamento mostra também que 71% dos eleitores republicanos e com tendência republicana estão extremamente motivados para votar nas eleições presidenciais do próximo ano, contra 61% dos democratas. E essa motivação pode aumentar se a tal “onda azul”, que começou pela Argentina, redobre a confiança dos trumpistas. Afinal, o que explica a liderança de Trump no cenário eleitoral americano há um ano das eleições? O que poderia significar um segundo mandato do republicano, para o país e para o mundo? E que semelhanças e diferenças existem entre Milei e Trump? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o especialista em relações internacionais, professor da Universidade de Denver e pesquisador do Instituto de Estudos dos Estados Unidos, Rafael Ioris. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.