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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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Semana decisiva antes do recesso parlamentar

Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 01, o colunista Carlos Andreazza comenta os eventos que devem marcar o fim do semestre legislativo. Em uma semana decisiva antes do recesso parlamentar, o foco principal está nas regulamentações da reforma tributária. Além disso, Andreazza discute sobre a revisão dos gastos federais e suas implicações para a economia, especialmente no contexto da oscilação do dólar. Outro tema em destaque é a avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre um possível cancelamento do pregão para licitar a prestação de serviços de comunicação para a Secom, que resultará em gastos de até R$ 197 milhões. O pedido é por conta de uma possível violação do sigilo das propostas técnicas das empresas, fato negado pela Secom. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos Andreazza Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 1, 202448 min

Tecnologia #331: #Start Eldorado: tecnologia e IA no autoatendimento dos bancos

O futuro da gestão do autoatendimento nas instituições financeiras, com uso de dados, IA, biometria, conectividade e outras inovações em pauta nesta edição do Start Eldorado, em parceria com a TecBan. Manter um contato mais próximo, mais humanizado nessa oferta de serviços, é um "ganha-ganha": o banco reduz seus custos, oferece mais e se aproxima do cliente, obtendo dados preciosos que ajudem no analytics do negócio, para a criação de ofertas mais personalizadas, inclusive por meio de Inteligência Artificial; este, por sua vez, tem mais oportunidades de acesso a produtos e serviços inovadores. O apresentador Daniel Gonzales recebe Vitor Chiavelli, gerente da TecBan, para uma conversa sobre o tema e demais aplicações. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado (FM 107,3 para toda a Grande SP), aplicativos, site e Alexa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 29, 202422 min

A dívida pública como troco, segundo Lula, e a sanção da taxa das blusinhas

Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 28, o colunista Carlos Andreazza comenta a declaração controversa do presidente Lula, que descreveu a dívida pública como um simples “troco”. Andreazza questiona essa visão simplista e argumenta que ela compromete a confiança dos investidores e a estabilidade financeira do país. O colunista também explora a perspectiva do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que, embora defenda a busca pelo equilíbrio fiscal, parece se alinhar com a visão de Lula, não desautorizando seu discurso. (https://www.estadao.com.br/economia/l...) Outro ponto de destaque do episódio é a recente sanção da “taxa das blusinhas”, que afeta diretamente as classes mais pobres enquanto o governo assina mais um programa de incentivo para a indústria automotiva. Andreazza critica essa política fiscal, que segundo ele, sobrecarrega os contribuintes de renda média ao mesmo tempo que oferece benefícios a setores específicos da economia, potencialmente criando distorções. (https://www.estadao.com.br/economia/t...) Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos Andreazza Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg Coordenação: Everton Oliveira e Cláudio da LuzSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 28, 202437 min

Reação do Congresso à descriminalização do porte de maconha pelo STF

Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 27, o colunista Carlos Andreazza continua a abordar a descriminalização da maconha pelo Supremo Tribunal Federal, discutindo não apenas as implicações legais e sociais dessa decisão, mas também a reação do Congresso e até do presidente Lula sobre o caso. Outro tema discutido é a questão fiscal e das contas públicas. Andreazza comenta sobre a contribuição do presidente Lula para a crescente insegurança fiscal do país. Para finalizar, o episódio traz um comentário sobre o 'Gilmarpalooza', analisando o fórum em Lisboa, realizado por um instituto de ensino superior do ministro Gilmar Mendes, que reúne autoridades dos três Poderes do Brasil. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos Andreazza Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg Coordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 27, 202442 min

O 'desabafo-autocrítica' de Fux e a descriminalização da maconha

Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 26, o colunista Carlos Andreazza fala sobre a mais recente decisão do Supremo Tribunal Federal de descriminalizar a maconha no Brasil. Andreazza traz uma análise aprofundada sobre as implicações sociais e jurídicas da decisão, além de comentar o recente desabafo e autocrítica do ministro Luiz Fux em seu voto. Outro tema de destaque é a renegociação de multas nos acordos de leniência das empreiteiras envolvidas em escândalos de corrupção, como a Lava Jato. Além disso, Andreazza também aborda a principal medida arrecadatória do governo, que, segundo ele, “teve adesão zero até o momento”. Andreazza analisa os motivos do fracasso inicial dessa política fiscal e as possíveis estratégias do governo para reverter essa situação. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos Andreazza Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg Coordenação: Everton Oliveira e Cláudio da LuzSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 26, 202440 min

Governo quer sobretaxar carros elétricos e corre para rever gastos indevidos

Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. No Estadão Analisa desta terça-feira, 25, o colunista Carlos Andreazza fala sobre a proposta controvérsia do governo de sobretaxar automóveis elétricos, já que contraria a tendência global de incentivo à mobilidade sustentável. Andreazza analisa os possíveis impactos dessa decisão sobre a indústria automobilística e o mercado de veículos elétricos no Brasil. (https://www.estadao.com.br/economia/r...) Outro tema abordado é a corrida do governo para revisar gastos indevidos com auxílio-doença e Benefício de Prestação Continuada (BPC), em uma tentativa de reduzir despesas e corrigir distorções nos programas sociais. (https://www.estadao.com.br/economia/g...) Por fim, o programa também traz à tona a proposta de conceder descontos de até 50% nas multas das empreiteiras envolvidas na Lava Jato, discutindo as repercussões éticas e econômicas dessa medida. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos Andreazza Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg Coordenação: Everton Oliveira e Cláudio da LuzSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 25, 202437 min

Morning Call: Alta do dólar frente ao real chega a 12% em 2024

O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca, no aniversário de três anos do programa, que os últimos dias foram marcados pela decisão do Copom de manter a taxa de juros inalterada depois de um ciclo de 7 cortes seguidos. O reflexo foi uma leve alta na Bolsa de Valores de São Paulo. No entanto, o real segue perdendo valor em relação ao dólar. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 24, 202417 min

Congresso em recesso informal e continuidade do orçamento secreto

No Estadão Analisa desta segunda-feira, 24, o colunista Carlos Andreazza discute a situação atual do Congresso Nacional que entrou em ‘recesso informal’ três semanas antes do recesso formal, mesmo com a reforma tributária ainda pendente. A análise destaca como essa antecipação pode influenciar a tramitação de importantes projetos legislativos, dando margem para o presidente da Câmara, Arthur Lira, aumentar sua influência e controle sobre a agenda parlamentar. (https://www.estadao.com.br/politica/g...) O podcast também aborda a relação entre Arthur Lira e Ciro Nogueira, sugerindo que ambos poderiam estar em uma posição estratégica para discutir a constituição e operação do orçamento secreto. Andreazza debate como essa continuidade das emendas secretas reflete na governabilidade e na ética do atual governo, questionando os impactos dessa prática no cenário político e nas futuras eleições. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos Andreazza Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg Coordenação: Everton Oliveira e Cláudio da LuzSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 24, 202445 min

Tecnologia #330: #Start Eldorado: impulsionando vendas no varejo com IA e dados

O Start Eldorado desta semana fala sobre a presença da tecnologia de IA nos canais de venda do varejo e uso de dados para conhecimento dos clientes e aplicação na gestão dos negócios - e a revolução trazida pela análise e cruzamento de dados. O programa recebe Rafael Torres, Diretor Digital das redes Pague Menos e Extrafarma (duas das maiores varejistas farmacêuticas do País, com mais de 1.700 lojas) e Thiago Amarante, cofundador e CEO da Suri. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado (FM 107,3 para toda a Grande SP), aplicativos, site e Alexa, com apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 22, 202426 min

Decisão sobre drogas no STF e Lira x PL do aborto

No Estadão Analisa desta sexta-feira, 21, o colunista Carlos Andreazza aborda um dos principais tópicos será a recente suspensão do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a descriminalização do porte de maconha para consumo pessoal. Na última quinta-feira, 20, o ministro Dias Toffoli apresentou uma nova interpretação sobre a lei contestada, adiando a decisão para a próxima terça-feira. A discussão gira em torno das implicações legais e sociais dessa possível descriminalização, bem como os diversos posicionamentos dentro da Corte e suas possíveis repercussões na política de drogas no Brasil. Outro assunto que detalhado por Andreazza é o projeto de lei antiaborto e o suposto recuo do presidente da Câmara, Arthur Lira. Embora tenha havido sinais de flexibilização em relação ao projeto, muitos consideram que essa manobra não passa de uma estratégia política para apaziguar críticas e manter o apoio de setores conservadores. Além disso, o programa também discute o anúncio do presidente Lula junto ao ministro Juscelino Filho, de novas obras no Maranhão. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos Andreazza Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg Coordenação: Everton Oliveira e Cláudio da LuzSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 21, 202440 min

O recuo de Moraes e a manutenção da taxa Selic

No Estadão Analisa desta quinta-feira, 20, o colunista Carlos Andreazza discute a decisão do Banco Central de manter a taxa Selic inalterada. A análise também aborda as expectativas do mercado e os possíveis desdobramentos futuros, destacando como a manutenção da Selic pode impactar diferentes setores da economia. O episódio também traz uma cobertura detalhada sobre a posse da nova presidente da Petrobras, finalmente nomeada pelo presidente Lula. Além disso, Andreazza analisa as recentes ações do ministro Dias Toffoli, que continua a estender os efeitos da anulação das provas do acordo de leniência da Odebrecht. A discussão também enfoca como essas decisões judiciais estão impactando as investigações de corrupção e a percepção pública sobre a integridade do sistema judicial. Sobre o programa: De segunda a sexta-feira, às 7h no YouTube, o programa apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Apresentação: Carlos Andreazza Edição/Pós-produção: Jefferson Perleberg Coordenação: Everton Oliveira e Cláudio da LuzSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 20, 202448 min

O ciclo perverso da conta que não fecha

O novo podcast do Estadão estreia com uma análise incisiva sobre mais uma leva de críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Lula apontou uma série de questões relacionadas à política monetária e à gestão econômica do país, enfatizando as dificuldades que a alta taxa de juros impõe ao crescimento econômico. O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Everton Oliveira, João Abel e Cláudio da Luz Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 19, 202445 min

#89: Os desafios da transição energética

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Gustavo Pimenta, VP de Finanças e Relações com Investidores da Vale. Responsável pela transição energética da mineradora, ele fala sobre o potencial do Brasil como liderança na economia verde, entre outros assuntos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 18, 202433 min

A despedida do ‘Estadão Notícias’ e a estreia do ‘Estadão Analisa’

Essa terça-feira, 18, marca a última edição do ‘Estadão Notícias’, podcast dedicado a apresentar e analisar, diariamente, um tema importante do noticiário. A partir desta quarta-feira, 19, o ‘Estadão Analisa’ passa a ser distribuído no mesmo feed que vinha sendo alimentado pelo ‘Estadão Notícias’ até agora.O novo podcast terá apresentação do colunista do Estadão, Carlos Andreazza, e com um novo formato: ele começa ao vivo, às 07h, sendo transmitido em vídeo no canal do Estadão no Youtube. Depois, ele entra nas plataformas de streaming e demais agregadores.O ‘Estadão Notícias’ foi o primeiro podcast diário informativo da imprensa no Brasil. Ele surge em abril de 2017, dois meses após o New York Times lançar o ‘The Daily’ - podcast que se tornou referência nesse segmento noticioso. Após o ‘Estadão Notícias’, muitos outros veículos, seja da imprensa escrita ou falada, apostaram no mesmo formato, ajudando a abrir e consolidar o mercado de podcasts no Brasil.Ao todo, foram mais de 1750 episódios publicados em sete anos e dois meses de história do podcast. Um período de grandes turbulências nas esferas do poder no Brasil. Algo que a produção do programa pôde acompanhar e traduzir para o público ouvinte a partir de análises com especialistas e repórteres e editores do Estadão. A edição derradeira de hoje do podcast oficializa a “passagem de bastão”, numa conversa do apresentador Emanuel Bomfim com o apresentador do “Estadão Analisa”, Carlos Andreazza.O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 18, 202423 min

Morning Call: O que explica a volatilidade do dólar?

O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que os principais motivos que têm exercido pressão sobre a moeda norte-americana, que já acumula quase 11% de alta desde o início do ano. As mesmas razões fizeram a Ibovespa fechar em baixa na semana passada. O programa ainda traz a revisão do Itaú sobre as perspetivas para a economia, incluindo os efeitos da tragédia das chuvas no Rio Grande do Sul. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 17, 202417 min

O que explica a inércia do governo na pauta de costumes

O Congresso Nacional tem imposto derrotas significativas ao governo federal nas chamadas pautas de costumes. No entanto, para não se desgastar com parlamentares, e por considerar uma batalha perdida, a orientação do Executivo é de se abster desses assuntos. Foi assim com a aprovação do PL 1904, que coloca um teto de 22 semanas na interrupção de qualquer gestação em que houver viabilidade fetal. O objetivo da proposição é equiparar a punição para o aborto após esse periodo à pena prevista em caso de homicídio simples. Apesar das manifestações de repúdio por parte da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, e dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, o governo Lula “lavou as mãos” na discussão do projeto. Antes da votação, o líder do governo na Câmara, José Guimarães, afirmou que a questão “não é matéria de interesse do governo”. No mesmo dia, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou a Proposta de Emenda à Constituição, a chamada PEC das Drogas, e o governo se absteve mais uma vez de orientar sua base. Sem qualquer esforço do governo, outras pautas que estão longe do espectro progressista também tiveram sucesso no Congresso. Os parlamentares derrubaram o veto parcial de Lula à “Lei das Saidinhas”, que autoriza a saída dos detentos dos presídios para convívio familiar. A estratégia do governo para não se “queimar” com os parlamentares, é deixar que essas medidas sejam judicializadas no Supremo Tribunal Federal. Aliás, tanto a questão da posse de drogas, como do aborto, são questões que já estão em discussão no STF. Afinal, o governo não tem condições de “brigar” pelas pautas de costumes? Até que ponto esse pragmatismo pode abalar a imagem de Lula perante à esquerda? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador de Política do Estadão, em São Paulo, Ricardo Correa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 17, 202421 min

Tecnologia #329: Start Eldorado: IA impulsionando multinegócios

Os avanços trazidos pela Inteligência Artificial em vários segmentos de negócios - saúde, indústrias, varejo, agronegócio, cidades - com o apoio de inovações como gêmeos digitais e meios de identificação biométrica seguros e confiáveis na proteção dos dados e acesso a sistemas de informação. O apresentador Daniel Gonzales recebe o diretor de Inovação e Novos Negócios da NEC, Cristiano Blanez dos Santos, para uma conversa sobre todas essas transformações digitais com base na experiência do Japão - e o que pode, a partir do país asiático, vanguardista da inovação mundial, ser aplicado em experiências locais. O Start Eldorado vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado (FM 107,3 para toda a Grande SP), aplicativos, site e Alexa, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 15, 202421 min

A cartada de Lira para acabar com o “UFC do Congresso”

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), apresentou ao Colégio de Líderes um projeto de resolução que autoriza a Mesa Diretora da Casa a aplicar punições para deputados que quebrem o decoro. As medidas incluem a suspensão do mandato e a exclusão do trabalho de comissões. A iniciativa é uma resposta política de Lira às brigas “quase físicas” que ocorreram na semana passada e que envolveram parlamentares como Nikolas Ferreira (PL-MG), André Janones (Avante-MG) e Zé Trovão (PL-SC), durante a análise do pedido de cassação de Janones no Conselho de Ética. Durante esses rompantes entre deputados, uma coisa fica evidente: os celulares apontados para onde acontece o conflito. Deputados usam o equipamento para gravar ou fazer lives com o intuito de engajar as suas bases, e promover os famosos “cortes” para angariar apoio. Após um acordo e algumas mudanças na proposta original, o texto diz que em até cinco dias após ocorrer uma transgressão do Código de Ética e Decoro, a Mesa Diretora oferece uma proposta de suspensão do congressista ao Conselho de Ética, que votará o caso em até três dias, sob prioridade extrema. Caso o Conselho aprove, o deputado pode recorrer ao plenário da Câmara em sessão imediatamente subsequente em votação ostensiva. A Mesa também pode recorrer, caso decida por não suspender. No plenário, é preciso a maioria absoluta, isto é, que 257 deputados chancelem a decisão. Hoje há quatro punições possíveis para quem violar o Código de Ética e Decoro da Câmara: censura verbal ou escrita, suspensão de prerrogativas regimentais em até seis meses, suspensão do mandato nesse mesmo período e a cassação do mandato. Afinal, o Parlamento já passou dos limites por causa da polarização política? A punição exemplar é o caminho para manter a ordem na Câmara dos Deputados? Quais são as razões que explicam esse clima beligerante no Congresso? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Graziella Testa, doutora em ciência política, professora da FGV de Brasília e pesquisadora do INCT Representação e Democracia. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 14, 202425 min

O isolamento de Haddad e a visão expansionista de Lula: crise à vista?

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), decidiu devolver parte da medida provisória (MP) que limitava o uso de créditos decorrentes da tributação do PIS/Cofins pelas empresas. Segundo ele, “cessam imediatamente” os efeitos dos trechos devolvidos. O anúncio foi feito na tarde desta terça-feira, 11, e responde às queixas do setor produtivo, que reclamava desde a semana passada que a MP onerava todas as atividades econômicas, inclusive os exportadores. A devolução é uma derrota para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que propôs a medida como compensação à desoneração da folha de pagamentos dos 17 setores. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), que se sentou ao lado de Rodrigo Pacheco, durante o anúncio, disse que o presidente da Casa “encontrou solução que teve aplauso do presidente da República” e “teve a capacidade de encontrar um caminho legal e constitucional para interromper o que seria uma tragédia sem fim”. Toda essa discussão acontece por causa da procura incessante do governo por um equilíbrio fiscal, defendido por Haddad. O ministro da Fazenda já declarou que essa não é uma missão apenas do governo federal, e que seu cumprimento depende de uma “espécie de pacto nacional”. Rodrigo Pacheco já havia criticado a atuação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em meio ao embate quanto à prorrogação da desoneração da folha de pagamento. Diante desse ruído entre o seu pupilo e o Congresso Nacional, o presidente Lula pediu que Fernando Haddad converse com o Senado e com a Câmara "ao invés de ler um livro". A cobrança pública do presidente à equipe vem em um momento em que a articulação política é alvo de críticas no Congresso Nacional. Afinal, diante da falta de diálogo com o Congresso e da visão gastadora de Lula na economia, o equilíbrio fiscal está em risco? Haddad pode estar com os dias contados no governo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com a repórter de Economia do Estadão, em Brasília, Mariana Carneiro. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 13, 202426 min

A réplica do ‘gabinete do ódio’ no governo Lula

Apuração do Estadão mostra que integrantes da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República fazem uma reunião diária com equipes do PT para definir assuntos e abordagens que os canais e perfis petistas devem usar para tentar “pautar as redes que o partido alcança”. Influenciadores governistas são chamados eventualmente para briefings sobre os temas que interessam ao governo. A estratégia conta com a participação do time de redes sociais do partido que na campanha eleitoral de 2022 atuava sob o nome de “gabinete da ousadia”, a réplica petista do “gabinete do ódio” da gestão Jair Bolsonaro (PL). Uma rede de páginas e perfis governistas têm se destacado na defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por meio de ataques coordenados a críticos e desqualificação da imprensa. A relação direta entre governo e partido com esses influenciadores indica que a atuação digital deles é orientada a partir do Palácio do Planalto. Não há registros de repasse de verba pública para esses influenciadores. Durante a tragédia no Rio Grande do Sul, PT, governo e influenciadores têm trabalhado para rebater o que classificam como fake news – o que inclui críticas políticas e reportagens da imprensa profissional – e para massificar ações de Lula em favor dos gaúchos. Parlamentares da oposição na Câmara dos Deputados querem convocar o ministro interino da Comunicação, Laércio Portela, para que ele dê explicações sobre a atuação do chamado “gabinete da ousadia”. Afinal, de que maneira esse caso atinge a credibilidade do governo? Ele pode gerar uma investigação como a do “Gabinete do Ódio”? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o repórter do Estadão, em Brasília, Tácio Lorran, e com Eduardo Grin, cientista político da FGV EAESP. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 12, 202430 min

Como a extrema-direita abalou países como a França e Alemanha

As eleições para o Parlamento Europeu confirmaram o avanço da extrema direita, em uma tempestade política que, embora não tenha alterado os equilíbrios de poder em Bruxelas, motivou a convocação de eleições legislativas antecipadas na França e conseguiu enormes avanços na Alemanha e na Áustria. As projeções indicam que o partido de extrema direita Rassemblement National (Reunião Nacional, RN) arrasou as eleições na França e obteve o dobro dos votos da aliança liberal lançada pelo presidente Emmanuel Macron. Diante do resultado, Macron fez um discurso ao país e anunciou a convocação de eleições legislativas antecipadas, “cujo primeiro turno ocorrerá em 30 de junho e o segundo turno em 7 de julho”. E reforçou que o avanço da extrema-direita é o “empobrecimento dos franceses e o emburrecimento do país”. Na Alemanha, a maior economia da UE, o partido social-democrata do chefe de governo, Olaf Scholz, obteve o pior resultado de sua história e ficou em terceiro lugar, atrás da direita e da extrema direita. A Alemanha é o país com o maior número de eurodeputados, com 96, seguido por França (81), Itália (76) e Espanha (61). A União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil, ficando atrás somente da China. Se políticas protecionistas ganharem força com o avanço da ultradireita, as exportações brasileiras e os investimentos europeus no Brasil podem ser prejudicados. Afinal, o quanto o avanço da extrema-direita em países importantes da União Europeia é preocupante para o mundo? Qual é o principal recado que as eleições europeias trazem para as lideranças do bloco? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Roberto Uebel, professor de relações internacionais da ESPM. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 11, 202419 min

Morning Call: Uma semana difícil na Bolsa de Valores de São Paulo

O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que o relatório de emprego dos EUA mostrou que a economia do país criou, em maio, empregos bem acima das expectativas, o que diminui as chances de corte de juros por lá. Isso impacta principalmente países emergentes, com saída de investidor estrangeiro. A consequência imediata foi a queda na Bolsa de Valores de São Paulo. O programa também relembra a contribuição de Maria da Conceição Tavares, falecida aos 94 anos, à economia brasileira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 10, 202416 min

PT x PL: a polarização que se cristaliza no “engajamento pelo ódio”

Há pouco mais de quatro meses para as eleições municipais de 2024, o cenário dos filiados aptos a concorrerem ao pleito já está definido: são mais de 16 milhões de eleitores inscritos em 29 siglas. PL e PT se destacam em meio à polarização crescente no País e ganharam, juntos, cerca de 240 mil filiados em quatro anos. Em contrapartida, siglas de centro, como o União Brasil e MDB, sofreram com baixas nos títulos. Os dados foram obtidos pelo Estadão a partir de informações divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foram comparados os meses de abril de 2020 e 2024, antes das respectivas eleições municipais. O prazo de filiação partidária para concorrer no pleito de outubro próximo se encerrou no dia 6 de abril. Pesquisas indicam que cerca de 70% das fichas assinadas nos últimos anos têm sido motivadas pelo engajamento nas atividades partidárias contra adversários políticos. O fenômeno, que ajuda a explicar o apelo a novas filiações partidárias mesmo em um cenário de desconfiança aos partidos tradicionais e à política em geral, tem sido chamado de “engajamento pelo ódio”. Afinal, quais são os riscos para nossa cultura democrática a ampliação de uma polarização guiada pelo ódio ao adversário? O presidente Lula não tem agido para conter a divisão do País? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e diretor do Movimento Voto Consciente, Bruno Silva. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 10, 202427 min

Tecnologia #328: #Start Eldorado: IA na medicina inteligente e personalizada

Com o avanço constante da tecnologia, o uso da inteligência artificial tem sido aplicado nos mais variados setores, e na área da saúde não é diferente. Dispositivos médicos e soluções tecnológicas com IA e outras inovações, voltadas para o setor da saúde, incentivam as jornadas digitais na área rumo a um futuro em que a intervenção médica será mais inteligente, menos invasiva e mais personalizada. No Start Eldorado, o apresentador Daniel Gonzales recebe o presidente da J&J MedTech Brasil, Fabricio Campolina, para uma conversa sobre cases e os caminhos digitais da saúde. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado (FM 107,3 para toda a Grande SP), aplicativos, site e Alexa, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 8, 202425 min

50 Best, Michelin… Qual é a importância das listas de restaurantes?

Nesta semana, o Disfrutar, de Barcelona, foi eleito o melhor restaurante do mundo na cerimônia dos 50 Best Restaurants. O evento reuniu grandes nomes da gastronomia mundial e destacou a excelência culinária em uma noite repleta de emoções. Nesta edição da premiação, que é considerada o Oscar da gastronomia, a Espanha teve destaque especial, com mais quatro restaurantes figurando na lista dos melhores. A Casa do Porco, em São Paulo, caiu algumas posições e, agora, figura no 27ª lugar global. Sob a liderança do chef Jefferson Rueda, o restaurante é reconhecido por sua abordagem inovadora à culinária brasileira, com foco em pratos à base de carne suína. Criado em 2002 pela revista britânica Restaurant, o 50 Best Restaurants tem como mote refletir e celebrar a diversidade culinária mundial. O ranking cobre 27 regiões, cada um com um conselho de 1.080 especialistas, entre críticos, jornalistas gastronômicos, chefs, e "viajantes gourmets". Cada um desses membros da Academia confere 10 votos, baseando-se nas melhores experiências em restaurantes nos últimos 18 meses. Afinal, qual a importância de um ranking que classifica os melhores restaurantes do mundo? Essa votação é justa? E o que dizer sobre o protagonismo internacional da gastronomia brasileira? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a jornalista especializada em gastronomia e colunista do ‘Paladar’ Estadão e da Rádio Eldorado, Patrícia Ferraz. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 7, 202429 min

‘Taxação das blusinhas’ e a falta de articulação do governo

Relator do projeto de lei que cria o programa de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), o senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL) decidiu retirar a tributação das compras internacionais de até US$ 50 do texto que será votado no Senado. Com a modificação, ele reabre a discussão que rachou o setor produtivo e deve fazer com que o projeto de lei passe por nova votação na Câmara. No entanto, nesta quarta-feira (05), em votação simbólica, o Senado aprovou a taxação das compras internacionais de até US$ 50. A proposta estabelece um tributo federal de 20%. Hoje, essas compras são isentas de tributos federais. Incide sobre elas somente 17% de ICMS, imposto que é estadual. Empresários e sindicalistas brasileiros vinham defendendo a tributação alegando falta de isonomia na concorrência com os importados, vendidos por plataformas asiáticas como Shein e Shopee. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), telefonou para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que está em viagem oficial ao Vaticano, para reclamar de quebra de acordo na “taxação das blusinhas”. Na entrevista à imprensa, o presidente da Câmara confirmou a informação e disse que o chefe da equipe econômica garantiu a ele que não fez acordo para modificação no texto. Vale lembrar que há uma semana, essa falta de articulação do governo impôs grandes derrotas para a gestão petista. Vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que substituiu a Lei de Segurança Nacional foram derrubados. O Legislativo barrou, por exemplo, tornar crime a disseminação de informação falsa em campanha eleitoral. Afinal, a “taxação das blusinhas” é mais um capítulo da conturbada relação entre governo e congresso? Essa é uma relação que pode ser recuperada, ou azedou de vez? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Joyce Luz, pesquisadora do Centro de Política e Economia do Setor Público da FGV. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 6, 202426 min

O que o resultado do PIB diz sobre os rumos da economia

Puxada pelo setor de serviços, a economia brasileira acelerou e cresceu 0,8% no primeiro trimestre deste ano na comparação com os últimos três meses de 2023. O número foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira, dia 4. O desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) nos primeiros três meses deste ano ficou dentro do esperado pelos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, cujo intervalo variava de alta de 0,4% a 1,2% e veio um pouco acima da mediana das previsões, que era de avanço de 0,7%. Na análise pelo lado da oferta, o setor de serviços cresceu 1,4%, puxado pelo comércio, que registrou alta de 3%. A indústria encolheu 0,1%. Tradicionalmente com resultados positivos no início do ano, a agropecuária avançou 11,3%. Pela ótica da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,5% e foi beneficiado pela força do mercado de trabalho, diante do cenário de baixo desemprego e aumento da renda, e pelos impulsos fiscais, como o pagamento dos precatórios, além do reajuste real do salário mínimo. Apesar do bom início de ano, os números da economia brasileira devem ser afetados pela tragédia no Rio Grande do Sul. Uma análise ainda preliminar da Tendências indica que o impacto das enchentes que atingiram o Estado deve tirar 0,3 ponto do crescimento brasileiro em 2024. Afinal, como devemos enxergar esse aumento de 0,8% no PIB do país? Quais são os prognósticos para a economia brasileira até o fim do ano? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Silvio Campos Neto, sócio e economista da Tendências Consultoria. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 5, 202421 min

'Cenários com Sonia Racy': as inovações no setor de hotelaria de luxo no Brasil

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Gustavo Filgueiras, CEO do Grupo Emiliano. O empresário e arquiteto fala sobre a identidade de inovação do grupo na hotelaria de luxo, conta detalhes do lançamento do projeto Verso e explica como a tecnologia pode revolucionar o atendimento no setor.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 4, 202428 min

Previdência privada: investimento além da aposentadoria

Como garantir a sua reserva financeira para os diferentes projetos de vida? Você sabe qual a importância da previdência privada para alcançar esses objetivos?Neste episódio, desmistificamos o tema e mostramos como a previdência privada pode ser uma aliada poderosa em cada etapa da sua vida. E para nos guiar nesse papo, conversamos com Natália Dantas, Planejadora Financeira Certificada e especialista em investimentos na Brasilprev, empresa líder e referência em previdência. Com 15 anos de experiência no mercado financeiro, Natália compartilha seu conhecimento sobre o produto e como ele pode ser a chave para realizar projetos de vida.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 4, 202420 min

A vitória de Sheinbaum no México e o risco do continuísmo

Claudia Sheinbaum, de 61 anos, a herdeira política de Andrés Manuel López Obrador, será a primeira mulher a presidir o México, de acordo com os resultados preliminares divulgados na noite deste domingo, 2. Ela teve entre 58,3 e 60,7% dos votos. A senadora Xóchitl Gálvez, da coalizão de oposição que uniu os antigos rivais reconheceu a derrota. Ela teve entre 26,6 e 28,6%, de acordo com os resultados preliminares. Em terceiro lugar ficou o ex-deputado Jorge Álvarez Máynez (Movimento Cidadão), com algo em torno de 20% dos votos. Filha da elite intelectual da Cidade do México, Cláudia Sheinbaum foi militante do movimento estudantil na universidade antes de se lançar na carreira política, sempre muito próxima a López Obrador, e promete continuar o seu governo — incluindo a controvertida proposta de reforma da Constituição, criticada por opositores e analistas por enfraquecer o Judiciário e a autoridade eleitoral mexicana. Político experiente e carismático, AMLO encerra a presidência com aprovação na casa dos 60%. Ele tem como legado a valorização do salário mínimo e o aumento dos benefícios sociais no México, mas é apontado pelos críticos como líder de tendências autoritárias no país que ainda tenta consolidar sua democracia. Sua sucessora, Claudia Sheinbaum, terá como principal desafio a violência dos cartéis de drogas, que marcou as eleições, com pelo menos 34 candidatos ou aspirantes assassinados, segundo levantamento do think tank Laboratório Eleitoral. Para segurança, ela propõe o fortalecimento da Guarda Nacional e uma estratégia de largo prazo para evitar que os jovens sejam recrutados pelo crime organizado. A ideia está em linha com a política “Abraços, não balas” de AMLO, que defende combater a violência a partir das suas causas. Afinal, o que esperar do novo governo mexicano? Um continuísmo de López Obrador, ou uma abertura maior com o mundo? Há um risco do populismo se perpetuar no México? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com Alberto Pfeifer, Coordenador do DSI - Grupo de Análise de Estratégia Internacional da Universidade de São Paulo (USP) O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 4, 202425 min

Morning Call: O que os bondinhos do Rio de Janeiro têm a ensinar sobre crédito privado?

O Morning Call | Mercado em 15 minutos analisa o balanço dos primeiros cinco meses do ano, a prévia da inflação na semana passada e a cobrança de impostos de produtos importados de até 50 dólares aprovada pelo Congresso. O programa também traz a curiosidade da prática histórica de emitir bonds para financiar o transporte urbano carioca.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 3, 202417 min

Sai Moraes, entra Cármen no comando do TSE: o que esperar?

O ministro Alexandre de Moraes participou de sua última sessão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na semana passada. A presidência do tribunal será assumida, hoje, pela ministra Cármen Lúcia, e a vaga de ministro deixada por Moraes será ocupada por André Mendonça. Embora a troca provoque uma mudança no perfil da Corte, com a ala considerada conservadora preenchendo a maioria das cadeiras, a expectativa é que o TSE mantenha a mão firme no combate às fake news. A gestão de Moraes foi marcada pelo endurecimento do combate à desinformação e pela defesa do tribunal frente a ataques antidemocráticos. As medidas encabeçadas por Moraes nos últimos um ano e nove meses foram vistas por parte da sociedade como necessárias para preservar a democracia. Outra parte, vê exageros e considera que o TSE praticou censura. Sob a presidência de Moraes, o TSE aprovou regras para as eleições de 2022 que, depois, foram absorvidas nas resoluções que vão guiar o pleito de 2024. Dentre elas, está a norma que deu mais poder ao TSE para determinar a remoção de conteúdos no período eleitoral e encurtou, de 48h para 2h, o prazo para as redes sociais retirarem fake news do ar. Cármen já indicou que o combate à desinformação será sua bandeira à frente da Corte. Uma das principais preocupações da ministra é o avanço da inteligência artificial (IA) e de deepfake, técnica que permite criar vídeos e áudios falsos para imitar rostos e vozes dos candidatos. Ela ajudou a promover um treinamento, já em andamento nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), para capacitar juízes a identificar o uso da IA nas eleições. Além disso, com a saída de Moraes, o ministro André Mendonça, do STF, vai reforçar o bloco conservador dentro do TSE. O grupo, que tem hoje três ministros, Kassio Nunes Marques, Raul Araújo e Isabel Gallotti, passará a ter quatro. Afinal, o que podemos esperar dessa mudança na presidência e na composição do TSE? Isso pode abrir espaço para a derrubada da inelegibilidade de Bolsonaro? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com Fernando Neisser, mestre e doutor pela USP, Professor de Direito Eleitoral da FGV/SP. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 3, 202426 min

Tecnologia #327: #Start Eldorado: RS, força tech no momento da retomada

O Start Eldorado recebe dois profissionais de tecnologia que conversam sobre mais usos, aplicações e possibilidades de inovações digitais no processo de reconstrução dos municípios do Rio Grande do Sul. Hermano Pinto, diretor do Futurecom, que atua também como diretor na Associação Brasileira das Empresas Prestadoras de Serviços em Telecomunicações (Abeprest) e na Fiesp, fala sobre a retomada da infraestrutura e devices nacionais desenvolvidos para monitoramento ambiental, do solo, rios, encostas e clima, além de iniciativas digitais na saúde, entre outros tópicos; No segundo bloco, Alex Winetzki, CEO da Woopi e diretor de P&D do Grupo Stefanini, morador de Porto Alegre, conversa sobre o desenvolvimento de aplicativos construídos em poucas horas para conexão de ajuda humanitária, voluntários e demais envolvidos e a importância de conexão destes dados no cenário de tragédia, que ficarão futuramente à disposição das autoridades. O Start vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado (FM 107,3 para toda a Grande SP), aplicativos, site e Alexa, com apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 1, 202424 min

A provável volta dos trabalhistas ao poder no Reino Unido

O primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, convocou eleições antecipadas no país para 4 de julho, além de dissolver o Parlamento. Pelo calendário atual, o pleito deveria acontecer em janeiro de 2025. Com isso, os britânicos poderão ter seu quarto primeiro-ministro em um período de 22 meses, caso Sunak não seja reeleito. O anúncio pegou de surpresa até membros de sua sigla, o Partido Conservador. Sunak assumiu o poder no fim de 2022, após o desastroso mandato de Liz Truss, que durou apenas 49 dias por causa de suas políticas econômicas que abalaram os mercados financeiros. Truss havia sido escolhida pelos membros do partido após Boris Johnson ser destituído por uma série de escândalos. O partido de centro-direita de Sunak viu seu apoio diminuir constantemente após 14 anos no poder. A legenda lutou para superar uma série de crises, incluindo uma recessão econômica após o Brexit, escândalos de ética e uma dança das cadeiras de líderes nos últimos dois anos. O Partido Trabalhista de centro-esquerda é favorito nas pesquisas para derrotar o partido de Sunak. O líder trabalhista Keir Starmer, ex-promotor-chefe para a Inglaterra e o País de Gales, é o atual favorito, por causa da série de derrotas que ele ajudou a infligir nos conservadores nas eleições locais no início deste mês. Eleitores em todo o Reino Unido escolherão todos os 650 membros da Câmara dos Comuns para um mandato de até cinco anos. O partido que comandar a maioria na Câmara dos Comuns, sozinho ou em coalizão, formará o próximo governo e seu líder será o primeiro-ministro. Afinal, o que pode significar esse retorno dos trabalhistas ao poder no Reino Unido? Quais serão os desafios a serem enfrentados pelo próximo primeiro-ministro? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Carolina Pavese, Doutora em Relações Internacionais pela London School of Economics, professora de Relações Internacionais da ESPM. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 31, 202421 min

A queda de desmatamento na Amazônia e o aumento no Cerrado

O relatório anual da MapBiomas, apresentado nesta terça-feira, 28, revelou uma redução de 12% no desmatamento no Brasil em 2023, a primeira diminuição desde 2019. Durante o mandato de Bolsonaro, entre 2019 e 2022, a área desmatada alcançou 35 mil quilômetros quadrados, um aumento de quase 150% comparado aos quatro anos anteriores. Sob a gestão de Marina Silva na pasta do Meio Ambiente e Mudança do Clima, houve redução no desmatamento na Amazônia, Mata Atlântica e no Pampa, segundo o relatório da MapBiomas. No entanto, houve aumento na devastação de outros biomas como Cerrado, Pantanal e Caatinga. Pela primeira vez em cinco anos, o Cerrado superou a Amazônia em área desmatada, com 1 milhão e 110 mil hectares destruídos, um aumento de 68%. Em contraste, a Amazônia teve uma redução de 62% na perda de vegetação, com 454 mil hectares desmatados. Quase metade da perda de vegetação nativa ocorreu na região de Matopiba, que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, devido ao avanço da agropecuária. A área desmatada nessa região aumentou 59% de 2022 para 2023. No entanto, o relatório trouxe um dado positivo: a redução da perda de vegetação nativa em Unidades de Conservação e Terras Indígenas. O governo planeja lançar novos planos de proteção para os biomas até setembro, expandindo ações bem-sucedidas da Amazônia para outras regiões. Afinal, como reverter o aumento desenfreado do desmatamento no Cerrado? É possível mirar o desmatamento zero na Amazônia? Para falar sobre a pesquisa e as principais mudanças no cenário de desmatamento no país, convidamos Ane Alencar, coordenadora da equipe Cerrado e Diretora de Ciência do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 29, 202422 min

A nova corrida pelo ouro no mundo

A desconfiança sobre a economia americana e a forte atuação dos bancos centrais para reforçar suas reservas levaram o ouro a atingir o maior valor da história. O preço do metal precioso, quebrou a marca dos US$ 2,4 mil (R$ 12,36 mil) a onça-troy (medida que representa 31,1 gramas) neste mês. A atuação dos bancos centrais de vários países, especialmente o chinês, para ampliar seus estoques e ter mais ativos tangíveis, vem dando forte sustentação à onda altista. O Banco Popular da China fez compras de ouro pelo 17º mês consecutivo e, segundo dados oficiais, deste mês, o volume total das reservas do país já beira 2.300 toneladas - pouco mais de um quarto das reservas dos EUA. Também conhecido como metal amarelo, o ouro tem grande sensibilidade às incertezas geopolíticas mundiais. Depois da invasão da Ucrânia pela Rússia, em fevereiro de 2022, o cenário geopolítico ficou mais tensionado e ganhou nova pressão com os eventos no Oriente Médio, em 7 de outubro de 2023, envolvendo Israel, grupos extremistas e o Irã. Mas, existe uma questão a ser enfrentada: há uma deterioração das atuais minas e depósitos minerais e uma escassez de novas descobertas. Mesmo assim, as atuais mineradoras têm crescido e investido na produção de ouro pelo mundo e pelo Brasil. Por causa dessa demanda, o garimpo ilegal também acabou crescendo. Segundo o jornal The Economist, a América do Sul tem se tornado uma das principais regiões de extração ilegal de ouro. Afinal, qual deve ser o futuro do ouro com a crescente demanda e a produção cada vez mais escassa? A busca constante da China pelo ouro tem relação com a guerra comercial com os EUA? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Welinton Santos, economista e conselheiro do Conselho Regional de Economia de São Paulo (Corecon-SP) O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 28, 202420 min

Morning Call: Incertezas aqui e no exterior derrubam Bolsa brasileira

O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca o tombo de 3% na Ibovespa, foi a pior semana em pouco mais de um ano. No país, as preocupações são fiscais e inflacionárias, mas a trajetória incerta dos juros nos EUA também contribuiu para o cenário. O programa aproveita para destacar as projeções do Boletim Focus, lançado nesta segunda-feira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

May 27, 202417 min

A reabilitação de José Dirceu: STF aprofunda revisionismo?

Na semana passada, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) extinguiu, por 3 votos a 2, a pena imposta ao ex-ministro José Dirceu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. Ele foi sentenciado a 8 anos e 10 meses de prisão pela Justiça Federal no Paraná. A condenação foi assinada pelo então juiz Sergio Moro e confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4). Com a decisão do STF, o ex-ministro fica mais perto de recuperar os direitos políticos. As condenações criminais o impedem de disputar as eleições, por causa da Lei da Ficha Limpa. Uma eventual candidatura dependerá de análise da Justiça Eleitoral. Hoje com 78 anos, que completou em março, ele já declarou que pretende disputar uma vaga na Câmara dos Deputados em 2026. O processo julgado pelo Supremo envolve uma condenação por supostas propinas da Apolo Tubulars, entre os anos de 2009 e 2012, para ajudar a empresa a fechar contratos com a Petrobrás. O ex-ministro teria usado sua influência para manter Renato Duque na Diretoria de Serviços da estatal e, com isso, direcionar licitações à empresa de tubulação. Mas Dirceu não está sozinho nessa. Políticos e empresários que tiveram suas condenações anuladas já estão traçando estratégias para retornar à vida pública. Entre eles estão o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, o ex-governador do Paraná Beto Richa, atualmente deputado federal e também o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha: Afinal, como essa série de decisões impacta a confiança da população no sistema Judiciário e no combate à corrupção? Dirceu continua a ser uma figura influente junto ao presidente Lula? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com o coordenador de ‘Política’ do Estadão, em São Paulo, e comentarista da Rádio Eldorado, Ricardo Corrêa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 27, 202419 min

Tecnologia #326: #Start Eldorado: IA e dados recompondo o varejo no RS

Em um cenário de tragédia, um dos maiores desafios é assegurar o abastecimento de produtos básicos, desde o início do processo de recuperação. No Rio Grande do Sul, os segmentos de varejo e logística enfrentam enormes desafios – com o complicador de que o agronegócio local foi seriamente impactado. Como a tecnologia poderá ajudar a endereçar estes pontos? O Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo & Mercado de Consumo) vem trabalhando na criação de um modelo analítico de dados com base em Inteligência Artificial e cruzamento de informações para a reprogramação de rotas, estoques e o direcionamento de produtos, além de traçar um novo perfil do consumidor do estado. O apresentador Daniel Gonzales recebe Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar, nesta edição do Start Eldorado, que vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Eldorado FM (107,3 - SP) e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

May 25, 202425 min

Luto e esperança na vitória: repórter na Ucrânia relata cenário da guerra

Nos últimos dias, tropas russas avançaram pela fronteira pelo norte e abriram uma nova linha de ataque perto de Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, capturando assentamentos e vilas e forçando milhares de civis a fugirem. A Ucrânia está mais vulnerável do que em qualquer momento desde as angustiantes primeiras semanas da invasão de 2022, uma variedade de soldados e comandantes disseram em entrevistas. Meses de atrasos na assistência dos EUA, um número crescente de baixas e severas escassez de munição têm causado um grande impacto, evidente nas expressões exaustas e vozes cansadas de soldados engajados em combates diários. A Rússia deu início, nesta semana, à primeira fase de exercícios militares com armas nucleares táticas perto da Ucrânia. Os testes, de acordo com o governo de Vladimir Putin, são uma resposta às “ameaças” das potências ocidentais, como Estados Unidos e França. O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, afirmou que a operação terrestre lançada por Moscou na semana passada na província de Kharkiv pode ser uma “primeira onda” de uma nova ofensiva russa e declarou que Kiev só vai aceitar uma “paz justa”. Mas diante deste novo cenário, como a população ucraniana tem reagido à ofensiva russa? Como está o país na atualidade? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com a repórter do Estadão, Carolina Marins, que está na Ucrânia. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rebeca Freitas Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 24, 202428 min

Stalking: a explosão de casos no Brasil e os danos para vítimas

Em média, 147 pessoas registram boletim de ocorrência por dia devido a casos de perseguição (stalking) no Brasil, segundo edição mais recente do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Isso significa que a prática, criminalizada desde 2021, é motivo de ao menos seis denúncias a cada hora. O stalking tem chamado a atenção após o programa Fantástico, da Rede Globo, revelar um caso em que uma mulher de 23 anos foi presa sob acusação de perseguir durante cinco anos um médico e sua família em Ituiutaba (MG), no Triângulo Mineiro. A suspeita, identificada como Kawara Welch, era paciente do médico e, em 2019, teria começado a persegui-lo, alegando estar apaixonada por ele, segundo a denúncia. A jovem foi excluída da lista de pacientes pelo médico, mas as perseguições não cessaram. Como ele resistiu ao assédio, ela passou a fazer ameaças e começou a ligar para familiares do profissional. O caso veio à tona após a estreia da série “Bebê Rena”, na Netflix. A história é baseada em uma perseguição real vivida que foi vivida pelo protagonista, Richard Gadd. Após um encontro casual com uma mulher, o ator recebeu cerca de 41.071 e-mails, 350 horas de mensagens de voz, 744 tweets, 46 mensagens no Facebook e 106 páginas de cartas. O stalking (perseguição, em inglês) é a prática de perseguir uma pessoa de forma sistemática, postando comentários invasivos em suas redes sociais, fazendo ligações telefônicas de forma insistente e incômoda. Seguir a rotina da pessoa fazendo abordagens inconvenientes também pode ser uma forma de stalking. A prática passou a ser considerada crime em março de 2021, quando foi incluída no Código Penal. A pena é de seis meses a dois anos de reclusão e multa. Afinal, como identificar o stalking e como agir perante a essas perseguições? Quais as razões que explicam a explosão de casos no Brasil? Quais os perigos que uma situação dessa pode trazer para a vítima? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a psicóloga Juliana Cunha, diretora da Safernet. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rebeca Freitas Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 23, 202420 min

O teste de gestão e liderança para Eduardo Leite

Em entrevista ao programa “Roda Viva” da TV Cultura, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) , se defendeu das acusações de ter evitado os alertas sobre as chuvas no estado. O mandatário gaúcho disse que é a favor da ciência e não errou por negligência, omissão ou negacionismo na questão climática no estado. A questão é que Leite era tido como um nome forte para concorrer à presidência em 2026, pelo lado da chamada direita moderada. No final do ano passado, o presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, chegou a dizer que o governador gaúcho era o candidato natural do partido. Mas, com a tragédia no Rio Grande do Sul, sua popularidade pode estar em risco. Pesquisa da Quaest, divulgada neste mês, mostrou a percepção das pessoas sobre o nível de responsabilidade do poder público. Para 68% dos entrevistados o governo do Estado tem muita responsabilidade. Por outro lado, 20% acreditam que têm pouca e 12% que não tem nenhuma responsabilidade. Eleito governador pela primeira vez aos 33 anos, o tucano sempre lembra das reformas administrativa e da previdência que fizeram o estado ter um respiro financeiro, deixando de atrasar salários de servidores públicos. Além disso, negociou a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal, numa tentativa de retomar a capacidade de investimento. Afinal, quais impactos políticos da tragédia para o governador do RS, Eduardo Leite? O governo estadual tem conduzido a crise de maneira adequada? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e professor da FGV-EAESP, Claudio Couto. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rebeca Freitas Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 22, 202428 min

'Cenários com Sonia Racy': a importância do fortalecimento do SUS

Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Roberto Kalil Filho, presidente do InCor, diretor-geral do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês e professor titular de Cardiologia na USP. O cardiologista fala sobre a importância do fortalecimento do SUS, medicina preventiva e os perigos da automedicação.See omnystudio.com/listener for privacy information.

May 21, 202428 min

Qual o futuro do Irã com a morte do presidente?

O presidente do Irã, Ebrahim Raisi, morreu em um acidente de helicóptero, que caiu na floresta Dizmar, perto da cidade de Varzaghan, no Irã, no domingo, 19, conforme a agência estatal iraniana IRNA. Além de Raisi, o chanceler iraniano, Hossein Amir-Abdollahian, também faleceu, assim como dois outros passageiros da aeronave. Raisi era presidente da República Islâmica desde junho de 2021, sucedendo ao moderado Hassan Rouhani após uma vitória que pôs todas as instituições políticas importantes do país sob o controle da chamada linha dura do regime. Pela legislação iraniana, se o presidente morrer, o vice assume e uma eleição deve ser realizada em seis meses. O vice-presidente é o conservador Mohammad Mokhber. Nos últimos dois anos, o país assistiu a uma revolta interna, à queda da moeda iraniana para um mínimo histórico, à escassez de água intensificada pelas alterações climáticas e ao ataque terrorista mais mortífero desde a fundação da República Islâmica em 1979. Em 2022, a morte de uma mulher de 22 anos, Mahsa Amini, sob custódia da polícia moral do país, desencadeou protestos que duraram meses em todo o país, liderados por mulheres e meninas que tiraram os lenços de cabeça em desafio e exigiram o fim do regime da República Islâmica. O governo respondeu com uma repressão violenta. Os ataques entre Israel e o Irã neste ano foram o mais recente acontecimento que levou o país a um ponto de ebulição – e representaram um afastamento da guerra paralela que os dois países travaram durante décadas, aumentando o receio de uma conflagração regional que pulasse para fora de Gaza. Afinal, o Irã está à beira de uma guerra civil após a morte de Raisi? E como fica o futuro da relação, já complicada, com Israel? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o assunto com Vitelio Brustolin, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisador de Harvard O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rebeca Freitas Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 21, 202425 min

Morning Call: Crescimento e inflação devem dificultar o corte de juros nos EUA

O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que a Petrobras e a expectativa de juros deram o tom dos negócios na última semana e comenta a revisão econômica que o Itaú fez do cenário global. O banco também criou uma ferramenta para monitorar a situação no Rio Grande do Sul, compilando informações sobre a questão climática, primeiros impactos econômicos e medidas governamentais de enfrentamento à crise. See omnystudio.com/listener for privacy information.

May 20, 202413 min

Enchentes no RS: O risco da falta de arroz e o impacto para o agro

Os reflexos das enchentes que atingem o Rio Grande do Sul já apareceram no varejo. Grandes redes de supermercados e de atacarejo começaram a racionar os volumes vendidos de arroz, leite, óleo de soja e feijão, alimentos nos quais o Estado tem forte presença na produção nacional. A decisão de consumidores de fazer um pequeno estoque por precaução é exatamente o que a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) quer evitar. Um comunicado divulgado pela entidade “recomenda que os consumidores não façam estoques em casa para que todos tenham acesso contínuo ao produto”. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) calcula, em uma estimativa preliminar, que as perdas na safra de grãos 2023/24 no Rio Grande do Sul devem alcançar aproximadamente 1 milhão de toneladas em virtude das enchentes que atingem o Estado desde 29 de abril. Na avaliação da Conab, neste momento, há impacto maior das enchentes para a safra gaúcha de soja que arroz, já que 35% das lavouras de soja do Estado ainda não haviam sido colhidas, ante 17% das lavouras de arroz no campo no momento das enchentes. O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse que o governo não pensa em concorrer com os produtores de arroz do Rio Grande do Sul, ao importar o produto para evitar especulação de preços. Essa importação deve ocorrer de países do Mercosul, como Argentina, Uruguai e Paraguai e Bolívia. Afinal, qual o real impacto das enchentes no Rio Grande do Sul para o agronegócio brasileiro? As medidas tomadas até aqui pelo governo são as mais adequadas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista Felippe Serigati, pesquisador da FGV Agro. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rebeca Freitas Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 20, 202423 min

Tecnologia #325: #Start Eldorado: RS, ideias para a tecnologia na reconstrução

No planejamento da recuperação do RS, como a tecnologia pode ajudar? Oprofessor Maurício Bouskela, coordenador do Núcleo de Cidades Inteligentes e Big Data do Laboratório Arq.Futuro de Cidades do Insper, conversa com oapresentador Daniel Gonzales sobre as transformações digitais que podemfuncionar como pilares para reerguer as cidades gaúchas Será possível planejar um futuro sustentável com base em análise de dados, gêmeos digitais virtuais quepermitam verificar exatamente os pontos de atenção em localidades e cidades (oque já foi feito em Porto Alegre), a integração dos dados por meio de IA em centrais de comando e controle, o monitoramento de rios, serras, encostas, do solo e do tempo com base em câmeras, sensores, pluviômetros, radares e outrosequipamentos. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado (FM 107,3 para toda a Grande SP), aplicativos, site e Alexa, todas as quartas-feiras. See omnystudio.com/listener for privacy information.

May 18, 202425 min

‘Humanizada’: nova geração das IAs e o debate ético sobre o tema

Na segunda-feira, 13, a OpenAI apresentou o novo cérebro do ChatGPT: o GPT-4o. Em uma demonstração que aproxima sua ferramenta da inteligência artificial do filme Ela (Spike Jonze, 2013), a companhia de inteligência artificial ampliou a capacidade de processamento de texto, de compreensão de imagens e de conversas com voz para funcionar, simultaneamente, em tempo real. O GPT-4o é duas vezes mais rápido no processamento de respostas, é 50% mais barato para desenvolvedores (pois exige menos tokens) e tem capacidade de mensagens cinco vezes maior. As demonstrações da OpenAI apontam para várias utilidades do ChatGPT-4o. Por exemplo, por meio de aplicativo no celular, o modelo de IA consegue auxiliar na resolução de equações escritas em folha de papel, graças ao acesso à câmera do smartphone, que funciona como o “olho” da IA. Além disso, o ChatGPT consegue manter conversas como um assistente de voz pessoal, com uma voz bastante natural e pouco robótica. A OpenAI afirma que o novo sistema oferece respostas por áudio em 320 milissegundos em média, similar à resposta humana numa conversa. Assim como em outras versões lançadas do Chat GPT, ressurge o debate sobre as profissões impactadas pela ferramenta, também os limites da criação e relação do ser humano e da máquina. Outras questões incluem privacidade e armazenamento de informação, já que a ferramenta utiliza a imagem e áudio captados pelas câmeras e microfones dos dispositivos. Afinal, como a inteligência artificial deve ser incorporada na nossa vida e cotidiano? Quais são os limites destas ferramentas e da sua relação com os seres humanos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Bruno Romani, editor do Link, editoria de tecnologia do Estadão. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rebeca Freitas Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 17, 202426 min

A queda de Prates e a interferência política de Lula na Petrobras

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demitiu nesta terça-feira, 14, o ex-senador Jean Paul Prates do comando da Petrobras. Para o seu lugar, o petista indicou Magda Chambriard, ex-diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) durante o governo de Dilma Rousseff. A demissão de Prates acontece um dia após a divulgação do balanço da companhia. A estatal fechou o primeiro trimestre de 2024 com lucro líquido de R$ 23,7 bilhões, 37,9% a menos do que há um ano, e 23,7% inferior ao registrado no trimestre imediatamente anterior. O ex-presidente da Petrobras disse a amigos que considerou sua demissão “humilhante” e está avaliando a possibilidade de se desfiliar do PT. A gestão de Prates à frente da Petrobras foi marcada por atritos com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Os dois trocaram farpas públicas por diversas vezes em relação aos rumos da empresa — que, formalmente, é subordinada ao Ministério de Minas e Energia. Desde o início do governo, houve embates entre os dois pelos espaços de poder na companhia. Na divisão acertada no governo, Silveira ficou responsável pelos nomes do conselho de administração, e Prates, com a direção executiva, que toca o dia a dia da empresa. No início de março deste ano, a crise se agravou com a decisão da Petrobras de reter dividendos extraordinários, o que levou a companhia a perder R$ 56 bilhões em valor de mercado em um único dia. A decisão foi revertida em assembleia de acionistas no fim de abril. Afinal, o que essa troca no comando da Petrobras pode significar política e economicamente para a companhia? Ao interferir politicamente nos rumos da empresa, Lula comete os mesmos erros do governo Dilma Rousseff? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Raquel Landim, jornalista, colunista do Estadão e autora do livro ‘Why Not’. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rebeca Freitas Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 16, 202423 min

Os recados nada animadores para Lula na pesquisa da Quaest

A maioria dos brasileiros avalia que, hoje, pouco antes de completar um ano e meio de seu mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não merece mais uma chance como presidente nas eleições de 2026. De acordo com dados da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira, 13, são 55% os que rejeitam um novo mandato para Lula, enquanto 42% acham que o petista merece mais uma chance. Segundo o levantamento, a única região em que a maioria do eleitorado defende que Lula tenha nova oportunidade em 2026 é o Nordeste, onde 60% apontaram essa opção e 38% rejeitaram a hipótese. A situação de Lula é mais difícil no Sudeste, onde os que rejeitam uma nova chance ao petista são 63%. Mesmo que a pesquisa Genial/Quaest tenha mostrado que as pessoas responsabilizam mais o governo estadual do que o federal, o petista tem se incomodado com a atuação da sua equipe. Lula passou a cobrar dos auxiliares a elaboração de medidas que tenham impacto imediato na população afetada pela catástrofe ambiental. Apesar da rejeição majoritária a um novo mandato, Lula é a figura política com o maior índice de voto entre os personagens testados. Ele poderia receber o voto de 47% dos eleitores, contra 39% do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em um cenário simulado para a eleição presidencial de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria 46% das intenções de voto, enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), 40%. Afinal, já há elementos para projetar as eleições de 2026? Esses resultados podem impactar as eleições municipais deste ano? E de que modo essas recentes pesquisas influenciam os rumos do atual governo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Graziella Testa, doutora em ciência política, professora da FGV de Brasília e pesquisadora do INCT Representação e Democracia. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rebeca Freitas Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 15, 202422 min