
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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A seca intensa na Amazônia: causas e consequências
O déficit de chuvas nas regiões da Amazônia brasileira tem assustado, principalmente, os moradores do Acre, Amapá, Amazonas e Pará. Uma crise hídrica inédita atinge a população. O Rio Negro atingiu nesta semana o nível mais baixo já registrado na história. Em Manaus, capital do Amazonas, o maior índice havia sido em 2010, na marca de 13,63 metros. Esse número foi superado no início desta segunda quinzena de outubro, com o Rio Negro medindo 13,59 metros. O fenômeno El Niño está entre os responsáveis pela seca que vem assolando a região: a elevação das temperaturas do Oceano Pacífico aliada ao aquecimento anormal das águas altera as correntes de ventos e as precipitações. Entretanto, não pode-se dizer que este seja o único motivo que tem influenciado na seca extrema no Norte do Brasil. As mudanças climáticas e o desmatamento desenfreado na região amazônica são os grandes vilões que potencializam os efeitos da passagem do El Niño. A fauna amazônica também tem sofrido com a falta de chuvas. No Lago Tefé, localizado no interior do Amazonas, mais de 100 botos morreram por conta da falta de água. Além disso, a região do Lago de Coari, também no interior, há registro de escassez de alimentos e medicamentos.O governo federal disponibilizou uma verba de R$ 324,3 milhões para auxiliar os municípios afetados pela seca no Amazonas, mas este cenário só tende a piorar até o ano que vem. O período de seca, que deveria terminar em novembro, pode se estender até janeiro de 2024, fazendo com que a estiagem se eleve e outras áreas do Brasil sejam afetadas. Afinal, por que estes fenômenos estão cada vez mais frequentes? Dá para colocar tudo na conta do El Niño? A médio e longo prazo, o que é preciso fazer para mitigar os efeitos das mudanças climáticas? Sobre estes temas, a edição de hoje (18) do ‘Estadão Notícias’ entrevista Marília Guedes, doutora em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ela é tecnologista no Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do INPE. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Adrielle Farias, Rogério Júnior e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

É possível acabar com o Hamas?
O conflito entre Israel e Hamas chega ao seu 11º dia sob a expectativa de uma ofensiva do exército israelense por terra, com intuito de aniquilar o grupo terrorista na Faixa de Gaza. A população palestina foi avisada previamente pelos militares para que deixasse o norte do enclave e se desloque para o sul. No domingo, 15, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, prometeu “desmantelar” o Hamas, que ele descreveu como “monstros sanguinários”.A nova etapa da guerra, além de representar um grande desafio para operação militar, pode elevar drasticamente o número de civis mortos. Gaza é densamente povoada e, debaixo dela, há todo um labirinto de túneis por onde os terroristas do Hamas se escondem e planejam suas ofensivas. Especialistas em segurança - e o próprio governo de Israel - entendem que essa fase do conflito deve se arrastar por um longo período. A ofensiva terrestre em Gaza ainda pode atrair novos atores para o cenário da guerra, como o Irã - que promete retaliação - e o grupo terrorista Hezbollah, que atua no sul do Líbano e já tem desferido ataques contra Israel. Os Estados Unidos têm dado amplo apoio aos israelenses, mas temem que a guerra ganhe novas proporções. O presidente norte-americano, Joe Biden, disse que seria “um grande erro” Israel ocupar Gaza e pede que as negociações para a criação de um Estado palestino sejam retomadas.Afinal, Israel tem condições de acabar de vez com o Hamas? De que maneira uma escalada da guerra mexe com os países do entorno? Israel já precisa pensar e planejar um cenário do pós-guerra?Para tratar desses temas, edição de hoje (17) do ‘Estadão Notícias’ conversa com Helena Cherem, especialista em geopolítica do Oriente Médio, mestra em Relações Internacionais, professora na StandWithUs Brasil e pesquisadora assistente Weatherhead Center for International Affairs da Universidade de Harvard. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O impacto do conflito no Oriente Médio chegou ao Brasil?
O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca o balanço da semana positivo para o Ibovespa mesmo em meio ao grande clima global de aversão ao risco. O episódio também explica a diferença entre educação financeira e inteligência financeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A explosão de cursos EAD e a falta de regulação do MEC
Dados divulgados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) no último dia 10, do Censo do Ensino Superior de 2022, mostram que 72% dos alunos que foram aprovados no ensino superior privado optaram por estudar a distância. Nas licenciaturas (cursos de formação de professor), o índice foi ainda maior: 93,2%. Isso se reflete na oferta de cursos nesta modalidade: um aumento de 700% nos últimos dez anos, segundo as estatísticas, saindo de 1.148 em 2012 para 9.186 no ano passado.O ministro da Educação, Camilo Santana, prometeu agir para mudar este cenário. "Estamos preocupados com esse aumento, é um processo que a pandemia trouxe, mas que acende um sinal vermelho para nós. É papel do MEC regular essa oferta de vagas e vamos fazer isso", disse o ministro. A formação de professores concentrada majoritariamente em licenciaturas a distância também acendeu o alerta no MEC. “Precisamos com urgência rever a regulação desses cursos, porque são esses professores que estão chegando às escolas", disse o ministro. A pasta chegou a abrir uma consulta pública para debater a intenção de autorizar as graduações em Direito, Enfermagem, Odontologia e Psicologia na modalidade a distância, mas depois suspendeu a portaria. Camilo também anunciou que foi suspensa a autorização de cursos a distância de Farmácia. Afinal, por que o EAD se tornou a modalidade dominante no ensino superior? Quais são os impactos para a educação? O MEC deixa de cumprir seu papel regulatório? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Priscila Cruz, presidente executiva do Todos pela Educação. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #294: #Start Eldorado: redes seguras, negócios nos trilhos
O Start Eldorado fala sobre a jornada dos clientes das empresas de telecomunicações, gestão, monitoramento e inteligência de redes, trazendo conversas com três parceiros da NEC em entrevistas gravadas do Futurecom 2023. O apresentador Daniel Gonzales conversa com Fabio Motta, da Netcracker; Antonio Zamprogno, da Accedian; e Alan de Souza, da Adtran, que trazem os principais destaques e inovações sobre os temas, essenciais para garantir uma conectividade de alta performance diante de um enorme aumento da demanda por esses serviços. O programa vai ao às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, site, apps, canais digitais e Alexa, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O debate sobre a regulamentação do cigarro eletrônico
O Senado Federal começou a discutir a regulamentação ou não dos cigarros eletrônicos, mais conhecidos como vapes. Para quem defende a legalização dos vapes, a regulamentação feita pelo poder público pode evitar que produtos sem inspeção sejam vendidos. Sem normas claras, os usuários estão expostos a produtos sem garantia de qualidade e monitoramento, prejudicando diretamente sua saúde. Além disso, o governo enfrenta uma perda considerável de mais de 2 bilhões de reais em impostos, fruto da falta de regulamentação. No entanto, entidades médicas e profissionais da saúde discordam da liberação desses produtos. Uma pesquisa publicada na revista World Journal of Oncology mostrou também que fumantes de cigarros eletrônicos são diagnosticados com câncer quase 20 anos mais cedo que usuários de tabaco tradicional. De acordo com o relatório de estudo de monitoramento dos fatores de risco para doenças crônicas no Brasil, a maior prevalência de experimentação do cigarro eletrônico ocorre entre os jovens de 18 a 24 anos. A venda, importação e publicidade dos cigarros eletrônicos são proibidas no Brasil desde 2009 pela Anvisa, que sempre avalia o tema. Afinal, o Brasil deve regulamentar a venda do vapes? A liberação pode piorar o problemas de saúde da população, e um aumento de custo para o SUS? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o psiquiatra Jorge Alberto Costa e Silva, presidente do INBRACER (Instituto Brasileiro do Cérebro) e ex-diretor do grupo Tabaco e Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os rumos do conflito entre Israel e os terroristas do Hamas
O ataque sem precedentes mostrou que os terroristas do Hamas estão mais organizados — e muito mais armados — do que se tinha notícia. A tropa anfíbia, equivalente a fuzileiros navais, que invadiu Israel por mar com barcos de pesca de pequeno porte, era até então desconhecida. Assim como ocorreram sem notícia os treinamentos nas colinas de Golã para incursão aérea com uso de paragliders. O centro de estudos estratégicos da Universidade de Georgetown, em Washington, estima que o Hamas tenha 40 mil militantes. O número é muito superior ao que se acreditava anteriormente (algo de 8 a 12 mil pessoas entre simpatizantes e combatentes treinados). É, no entanto, uma força muito menor que o poderoso exército israelense, com 600 mil soldados e reservistas que podem ser convocados em até 24 horas. A Força Aérea do país possui drones armados com sofisticados sistemas de inteligência que permitem atingir praticamente qualquer alvo em Gaza. Mas o poder de fogo das duas partes do conflito pode aumentar, e muito. Do lado dos terroristas do Hamas, o grupo terrorista libanês Hezbollah, com um poderio muito maior, já disse que suas armas e foguetes estavam à disposição deles. Já os israelenses contam com o apoio da maior força militar do planeta: os Estados Unidos. O país começou a enviar ajuda militar e a deslocar a sua força naval para mais perto do Mediterrâneo. A Força Aérea americana também aumentou o envio de seus caças para a região. Afinal, em termos de efetivo militar e poderio bélico,o que é possível presumir sobre a dinâmica e extensão do conflito? Como fica a situação se outros países entrarem no conflito? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Bernardo Wahl, professor de Relações Internacionais da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, especialista em segurança e defesa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro na mira do TSE novamente
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai julgar, nesta terça-feira (10), três ações de investigação contra Jair Bolsonaro (PL) e o candidato a vice Braga Netto, na chapa derrotada nas eleições de 2022. A inclusão na pauta no plenário da Corte atende um pedido do ministro Benedito Gonçalves, relator das ações que apuram possíveis irregularidades no suposto uso de sedes do governo federal para atos de campanha eleitoral. Bolsonaro e Braga Netto foram acusados de abuso de poder político, desvio de finalidade e conduta proibida a agentes públicos nas eleições, com as famosas “lives” do ex-presidente. Além disso, estão sendo questionadas as coletivas de imprensa realizadas no Palácio da Alvorada, em que governadores declararam apoio eleitoral a Bolsonaro. Em uma outra ação, Bolsonaro é acusado de fazer campanha para a reeleição no 7 de Setembro do ano passado. Durante os eventos em Brasília, o ex-presidente subiu em um carro de som financiado pelo agro e discursou a favor de sua candidatura à reeleição. Essas ações também podem ter como resultado a inelegibilidade dos dois políticos. O Ministério Público Eleitoral defendeu a rejeição desses pedidos, alegando que não há elementos que apontem que os eventos tiveram "impacto substancial" sobre a legitimidade das eleições. As defesas de Bolsonaro e Braga Netto pedem a rejeição da ação por considerar que não houve irregularidades. Afinal, o que acontece se Bolsonaro for novamente condenado? As penas se acumulam ou ele mantém os 8 anos de inelegibilidade? No ‘Estadão Notícias’ de hoje vamos falar sobre o assunto com o advogado, especialista em direito eleitoral, e professor de direito eleitoral da Escola Paulista de Direito, Alberto Rollo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Laís Gottardo e Victória Ribeiro Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Momento de cautela
O Morning Call | Mercado em 15 minutos traz, diante do contexto do agravamento do conflito entre israelenses e palestinos do grupo Hamas, como ficam os mercados. Um possível aumento dos juros americanos também tem gerado cautela na Bolsa de Valores. As notícias mais positivas vêm do Brasil, como a estabilidade na geração de empregos e na indústria. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O ataque terrorista do Hamas a Israel e as razões e consequências da guerra
Terroristas do Hamas na Faixa de Gaza realizaram um ataque sem precedentes no sul de Israel neste sábado, 7, e dispararam milhares de projéteis contra o território israelense, enquanto o grupo Hamas, que governa o enclave, anunciava o início de uma nova operação. Em resposta, Israel atacou alvos em Gaza, em um conflito que caminha para ser um dos mais pesados entre os dois lados, que vêm se enfrentando há décadas. Os serviços de emergência já confirmaram que centenas de pessoas morreram, tanto em Israel como na faixa de Gaza, entre civis e militares. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o país está “em guerra” com a “milícia radical”. Ele ordenou a convocação de reservistas e prometeu que o Hamas “pagará um preço que nunca conheceu antes”. “Estamos em guerra”, disse Netanyahu. “Não em uma ‘operação’, não em um ‘ataque’, mas em guerra”. Ele também ordenou que o exército limpasse as cidades infiltradas de militantes do Hamas que ainda estavam envolvidos em tiroteios com soldados. A grave invasão coincide com o Simchat Torah, um dia normalmente festivo, em que os judeus completam o ciclo anual de leitura de seu livro sagrado, a Torah, e reaviva a dolorosa memória da Guerra do Yom Kippur, de 1973. Naquela ocasião, os inimigos de Israel lançaram um ataque surpresa no dia mais sagrado do calendário judaico. Em meio aos impasses sobre os territórios, em 1967 veio a Guerra dos Seis Dias, que mudou o cenário na região. Israel tomou à força a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, então sob controle da Jordânia, assim como a Faixa de Gaza. A resolução do conflito, no entanto, ainda se choca em disputas que parecem cada vez mais insolúveis, como a segurança de Israel, as fronteiras, o estatuto de Jerusalém e o direito de retorno dos refugiados palestinos que foram expulsos de suas terras. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escreveu em rede social que o Brasil "não poupará esforços" para evitar a escalada do conflito no Oriente Médio entre israelenses e palestinos. Já o presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou que o país está pronto para oferecer "todos os meios apropriados de apoio" a Israel. Afinal, quais serão as consequências deste novo conflito que se deflagra na região? Como isso mexe com a geopolítica global? E que papel terá o Brasil, que neste momento preside o Conselho de Segurança da ONU? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos falar sobre o assunto com Roberto Uebel, professor de Relações Internacionais da ESPM e de Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #293: #Start Eldorado: de cidades ao agro, a inovação no ar
O apresentador Daniel Gonzales recebe nesta edição do Start Eldorado, gravada no Futurecom 2023, o presidente da NEC no Brasil, José Renato Gonçalves, para uma conversa sobre disrupção, integração de tecnologias de dados e inovação em várias áreas de negócios. O programa Start Eldorado, sobre transformação digital, vai ao ar todas as quartas-feiras na Eldorado FM (107,3 - SP), às 21h.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A onda de violência na Bahia e o fracasso das gestões petistas
No último fim de semana, a Bahia testemunhou mais um episódio da escalada de violência no Estado. Uma ação policial na periferia de Salvador resultou na morte de dez pessoas, mais um entre tantos casos graves envolvendo as forças de segurança locais. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em 2022, 1.464 mortes foram registradas em decorrência de ações policiais. Só em setembro deste ano, ao menos 60 pessoas foram mortas por membros da polícia. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes na Bahia cresceu vertiginosamente nas últimas décadas: 1.393% entre 1981 e 2021. O PT governa o Estado desde 2007, com as gestões de Jaques Wagner, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues (atual mandante). Neste período, o poder das organizações criminosas só aumentou e a segurança pública entrou em colapso. Atualmente, o Estado é considerado o primeiro em números absolutos e o segundo mais violento do país em termos proporcionais, atrás apenas do Amapá. Em visita à Bahia nesta quinta-feira, 5, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anunciou investimentos e parcerias do governo federal e estadual. Segundo ele, serão destinados R$ 134 milhões ao Estado em ações de combate à criminalidade. Com esses movimentos, Dino, que tem sua gestão questionada frente à pasta, tenta frear os impactos negativos da onda de violência da Bahia no governo Lula.Mas, afinal, o que explica o fracasso dos governos petistas na gestão da segurança pública na Bahia? Qual papel deveria cumprir o governo federal? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, analisamos o caso numa entrevista com o coordenador do Centro de Estudos em Segurança Pública da PUC Minas, Luis Flávio Sapori. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Laís Gottardo e Victória Ribeiro Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os freios que o Congresso quer impor ao STF
A insatisfação do Congresso com o Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou novos capítulos nos últimos dias. Na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado foi aprovada, em votação que durou 40 segundos, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita as decisões monocráticas (tomadas por um único ministro) e o prazo para os pedidos de vista. O texto segue, agora, para o plenário da Casa.O próprio presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), externou publicamente o interesse em mexer no funcionamento da Corte. Na segunda-feira, 2, ele defendeu a fixação de um mandato para ministros do STF, além da elevação da idade mínima para ingresso no órgão responsável pela guarda da Constituição. Apesar dos holofotes em torno da questão, o debate não é novo. A PEC em questão é de autoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM) e foi apresentada em 2019. Pela proposta, o mandato dos ministros do STF seria fixado em 8 anos e a responsabilidade de indicação para novos membros continuaria a cargo do Presidente da República. Ministros como Gilmar Mendes se posicionaram negativamente sobre o retorno da discussão, o que causou a indignação e repúdio de vários parlamentares. O pano de fundo para o atrito entre Judiciário e o Legislativo são pautas recentes enfrentadas pelo Supremo, como o marco temporal e a descriminalização do aborto. Lideranças políticas afirmam que o STF estaria avançando sobre temas que deveriam ser do Congresso. Também nesta quarta-feira, 04, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), provocou o STF ao dizer que os Poderes devem se manter nos “limites constitucionais” e que tem “absoluta certeza” de que o “Parlamento os obedece, os cultiva e os respeita”. Afinal, o que move o Legislativo nessa ofensiva contra a Corte? Aprovar medidas reformistas no STF beira o autoritarismo ou permite a melhoria do funcionamento do tribunal? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, ouvimos a opinião do senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Além disso, conversamos sobre o assunto com Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da FGV-SP, autor do livro “Catimba Constitucional” e organizador do recém-lançado “Resiliência e Deslealdade Constitucional”. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Laís Gottardo e Victória Ribeiro Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A nova missão no Haiti e o papel do Brasil
Seis anos desde o fim da Minustah, missão da ONU comandada por militares brasileiros, o Haiti voltará a receber forças externas na tentativa de barrar o que é considerada a mais grave crise humanitária das Américas. Nesta segunda-feira (2), o Conselho de Segurança das Nações Unidas, após semanas de discordância em torno da pauta, aprovou o envio de uma missão multinacional de apoio à segurança. Liderada pelo Quênia, o objetivo da missão é garantir a estabilidade no país caribenho, que é palco da atuação de gangues que controlam grande parte de Porto Príncipe, capital e o principal porto do Haiti, bloqueando linhas de abastecimento vitais para o país. A medida foi anunciada um ano depois que o secretário-geral da ONU, António Guterres, fez um apelo para a organização de uma intervenção humanitária. O resultado da omissão se reflete em números. De acordo com a ONU, o país registrou 2 mil mortes, mil sequestros e diversos casos de violência sexual apenas na primeira metade de 2023. O Brasil, responsável pela presidência do Conselho ao longo do mês de outubro, votou a favor da resolução redigida por Estados Unidos e Equador, assim como outros 12 países-membros. Em resposta ao histórico de conflitos, as únicas abstenções foram da China e Rússia, membros permanentes do UNSC. Apesar do voto positivo, a atuação brasileira não será a mesma daquela orquestrada pela Minustah, que deixou legado questionável após casos de abusos sexuais e introdução à cólera no país caribenho. Dessa vez, ao invés de enviar soldados para vestirem os ‘capacetes azuis’, o Brasil ficará responsável por treinar as forças de seguranças haitianas. Mas, afinal, o que levou o Brasil a rejeitar a liderança das forças policiais multinacionais no combate a gangues criminosas no Haiti? Além disso, existe a possibilidade de livrar o país da onda de pobreza e violência que o assola historicamente? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, ouvimos o relato da missionária brasileira, Leilcia Silva, que mora e atua no Haiti, e conversamos sobre o assunto com Felipe Frazão, repórter de internacional no Estadão e colunista de política da Rádio Eldorado. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Laís Gottardo e Victória Ribeiro Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A crise dos planos de saúde e como isso afeta os beneficiários
Brasileiros que utilizam os planos de saúde percebem que está cada vez mais difícil marcar uma consulta em pouco tempo, ou até mesmo realizar procedimentos que precisam passar pelo crivo das operadoras. Hoje, um dos principais fatores de pressão sobre o custo dessas operadoras é expresso pela taxa de sinistralidade do setor, que é a relação entre quanto as pessoas usam os planos e quanto pagam pelo serviço. Números da Agência Nacional de Saúde Suplementar mostram que esse índice está perto dos 90%. Quanto mais próximo de 100%, pior é o resultado para as empresas. Além disso, com o cenário econômico adverso, novos beneficiários estão entrando em contratos com mensalidades menores que as dos planos já em vigor Especialistas no setor atribuem o cenário a fatores como inflação médica, flexibilização do rol de procedimentos com cobertura obrigatória dos planos e a chegada de medicamentos de alto custo. Na tentativa de equilibrar as contas, os planos têm comprimido as redes credenciadas, esticado o quanto podem tanto os reembolsos como o tempo de atendimento e, em alguns casos, têm cancelado contratos de adesão coletiva. Afinal, como contornar os problemas com os planos de saúde, sem que o cliente seja atingido? A saída seria melhorar os serviços prestados pelo SUS? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Vera Valente, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Balanço do terceiro trimestre
O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaque que apesar dos últimos três meses terem sido marcado pelas incertezas, principalmente diante da alta dos juros americanos, e o período ter sido de queda na Ibovespa, no ano, a alta da Bolsa está em 6,22%. O programa também segue com a série especial sobre renda variável, desta vez, com foco nos fundos imobiliários.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O apetite insaciável do Centrão: governo Lula está rendido?
O clima entre Lula e o Centrão não é dos melhores. Mesmo o presidente ter cedido espaço no governo para o grupo, inclusive rifando alguns aliados, a relação ainda é instável. Na semana passada, uma declaração do petista sobre não querer mexer na Caixa Econômica Federal fez os partidos de centro reagirem. A presidência do banco faz parte de um acordo feito em julho entre o governo e o Centrão. Lula prometeu abrir espaço na Esplanada para o partido do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e o Republicanos, além de entregar ao grupo político o comando do banco, o que garantiu a aprovação do projeto de lei que retomou o voto de desempate a favor da Receita nos julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, o Carf. A Funasa (Fundação Nacional de Saúde) também está na mira desses políticos. O órgão tem orçamento bilionário e é alvo de disputa. O PSD, que deseja o cargo, enquadrou publicamente o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), por mais espaços no governo. Como represália, o Centrão paralisou votações na semana passada, e promete dificultar as coisas para a gestão petista, caso o presidente não cumpra com os acordos. Para aprovar, por exemplo, o pacote do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), para aumentar a arrecadação e zerar o déficit das contas públicas ano que vem, o governo vai precisar do Centrão. Afinal, como o governo vai conseguir se livrar do apetite do Centrão? Lula será refém do grupo ao longo do seu mandato? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e diretor de projetos do Movimento Voto Consciente, Bruno Silva. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Indicadores assistenciais garantem excelência no atendimento à saúde
Como a tecnologia aliada ao acolhimento, com foco em eficiência, segurança a agilidade nos serviços de saúde podem garantir altos índices de qualidade na prestação assistencial é o tema da entrevista com Anderson Nascimento, vice-presidente de Operações da Hapvida NotreDame Intermédica.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #292: #Start Eldorado: inovação digital na construção civil
O Start Eldorado encerra a série de programas sobre cidades inteligentes (smart cities) falando de um tema conectado a questões ambientais e de sustentabilidade nos municípios: a transformação digital no âmbito da construção civil. O uso de tecnologia de dados, inteligência artificial, internet das coisas, realidade aumentada e conceitos como gêmeos digitais - tudo baseado em conectividade em larga escala - em obras públicas e privadas - vêm se provando eficaz para reduzir emissões, cortar custos, acelerar projetos e tornar as cidades mais verdes e responsáveis. O apresentador Daniel Gonzales recebe os executivos Guilherme Brasil e Ionan Fernandes, respectivamente CTO e diretor-executivo da Softplan, para falar sobre o tema. Destacamos ainda o Futurecom 2023: a uma semana do evento, o diretor de Marketing da NEC, André Eletério, traz os principais destaques que serão mostrados no evento. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, site, aplicativos e canais digitais, todas as quarta-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ondas de calor e desastres naturais: a Terra em mudança climática
O Brasil tem enfrentado uma das piores ondas de calor da sua história. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o inverno deste ano foi um dos mais quentes desde 1961. Estados como Mato Grosso, Roraima, Rio de Janeiro, e Piauí, têm convivido com temperaturas acima de 40 graus, todos os dias. Essas ondas de calor acontecem pela intensificação de um fenômeno muito conhecido: o El Niño. No Brasil, o fenômeno tem dois efeitos bem definidos: enquanto há o aumento de chuvas e a queda de temperaturas na região Centro-Sul do país, no Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste, o efeito é o contrário. Um exemplo é o que está acontecendo no Rio Grande do Sul com o aumento das chuvas e dos ciclones no Estado. Em junho, a passagem de um fenômeno do tipo, acompanhada de temporais, deixou 16 mortos. No início deste mês, o total de vítimas foi ainda maior: 49. O último relatório do Painel Intergovernamental sobre o Clima (IPCC), das Nações Unidas, divulgado neste ano, aponta que algumas das mudanças climáticas futuras são inevitáveis ou irreversíveis, mas podem ser limitadas por alterações rápidas e de redução sustentada das emissões globais. Afinal, entramos no chamado ponto de não retorno em relação aos impactos das mudanças climáticas? Existe algo que possa ser feito para que esse quadro seja revertido? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a pesquisadora titular e coordenadora do Laboratório de Gases de Efeito Estufa, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Luciana Gatti. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: #05 Pfizer: Leucemia
Popularmente conhecida como câncer do sangue, a leucemia é uma doença que afeta os glóbulos brancos que compõem o sistema de defesa do nosso organismo e se dá pelo acúmulo de células doentes na medula óssea. Aceitar esse diagnóstico geralmente não e fácil para o paciente e para as famílias, especialmente porque sua origem muitas vezes é desconhecida. Entretanto, a aceitação, aliada à detecção precoce e ao tratamento correto, são fundamentais para a recuperação. A leucemia e a aceitação são temas do 5º e último episódio da série de podcasts #BoraFalardeCâncer, que discute a jornada do paciente. Neste episódio, a jornalista Mafê Luvizotto conversou com a médica Adriana Cury da Pfizer e com a Cátia Lene, que é mãe da Maria Eduarda, de quatro anos, que está em tratamento contra a doença. Esta série é uma produção do Estadão Blue Studio e foi patrocinada pela Pfizer. Convidados: Dra. Adriana Cury e Cátia Lene. Referencias: Inca; disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/leucemia ; acessado em: 05/08/2023 Abrale; disponível em: O que causa leucemia? - Revista Online ABRALE; acessado em 05/08/2023 PP-UNP-BRA-2814See omnystudio.com/listener for privacy information.

A fala capacitista de Lula e o abandono de políticas de inclusão
Nesta semana, durante o programa “Conversa com o Presidente”, Lula destilou preconceito em uma fala que atinge pessoas com deficiência. O petista fará, nesta sexta-feira (29), uma artroplasia total de quadril para aliviar dores em decorrência de uma artrose. Será instalada uma prótese na cabeça do fêmur direito. Médicos querem que o presidente use uma muleta ou um andador para se recuperar. Perguntado sobre o assunto, Lula disse: “O [fotógrafo Ricardo] Stuckert não quer que eu ande de andador, já falou que não vai me filmar de andador. O que significa que vocês não vão me ver de andador ou muleta. Vocês vão me ver sempre bonito”. A fala gerou diversas reações de entidades e representantes de pessoas deficientes. A senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que é tetraplégica, classificou as declarações de Lula, que atrelou a ideia de beleza ao não uso de muletas ou andador, como uma "fala capacitista". De acordo com os dados mais recentes do IBGE, de 2022, o Brasil tem 18,6 milhões de pessoas com deficiência. Esse número representa 8,9% de toda a população brasileira a partir de dois anos de idade. Afinal, o quanto a fala capacitista de Lula demonstra o preconceito enraizado na sociedade brasileira? Como isso prejudica a luta por mais direitos das pessoas com deficiência? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o autor do blog ‘Vencer Limites’, no Estadão, e colunista da Rádio Eldorado, Luiz Alexandre Souza Ventura. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aborto, drogas, marco temporal… STF tem atropelado o Congresso?
A relação entre o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) têm ficado cada vez mais estremecida por causa de temas que são tratados de forma divergente pelos Poderes. Na última semana, as discussões sobre a tese do marco temporal para a demarcação de terras indígenas gerou ruído entre a Corte e a bancada ruralista na Câmara dos Deputados. Por 9 votos a 2, a Corte barrou o entendimento de que só poderiam ser demarcadas terras que já estavam sendo ocupadas por indígenas no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição. No Congresso, a pauta é debatida por meio de um projeto de lei, que visa garantir a tese do marco temporal. Mas esse é apenas um dos exemplos de como o Judiciário tem sido acusado de interferir em temas que deveriam ser pautados no Legislativo. Entre os casos estão: a descriminalização do aborto; a descriminalização do porte de drogas; imposto sindical; quociente eleitoral e o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Esses serão desafios a serem enfrentados pelo ministro Luís Roberto Barroso, que assume a presidência do Supremo Tribunal Federal, nesta quinta-feira (28). Além de julgar temas polêmicos, o magistrado tem como missão distensionar a relação com o Congresso. Afinal, o STF tem abusado do seu direito de entrar em questões próprias do Legislativo? O Congresso Nacional também é culpado pelo Judiciário assumir esse papel? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a professora da graduação e pós-graduação e coordenadora da Clínica de Direitos Humanos da UFPR e advogada, Taysa Schiocchet. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Corporativista ou servilista? A escolha de Lula para substituir Aras
Nesta terça-feira, chega ao fim o que ficou conhecido como a “Era Aras” na Procuradoria-Geral da República (PGR). Envolto em polêmicas, e acusado de proteger o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o seu mandato, Augusto Aras, deixa o cargo sob fortes críticas. Entre as acusações de conivência, está o fato de não ter levado adiante investigações contra Bolsonaro, como as denúncias sobre a atuação negacionista na pandemia de Covid. Augusto Aras arquivou também as acusações feitas contra Bolsonaro pela CPI da Pandemia pelo descumprimento das regras sanitárias, prevaricação, charlatanismo, uso irregular de verbas e infração de medidas sanitárias, entre outros crimes. Não parou por aí: Augusto Aras também minimizou a responsabilidade do ex-presidente nos ataques à democracia. Em 2021, quando Bolsonaro usou o palanque das celebrações de 7 de Setembro, em Brasília, para atacar o processo eleitoral, o STF e o ministro Alexandre de Moraes, o PGR disse que foi apenas um “arroubo de retórica”. Por seu papel de proteção da classe política, Augusto Aras ganhou o apoio de parlamentares importantes para sua recondução ao cargo, como no caso do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). No entanto, esses acenos e os apelos por Aras não mexeram com o coração de Lula, que sempre foi crítico à atuação do PGR. Afinal, qual foi a contribuição de Augusto Aras para a Justiça brasileira? Qual deve ser o perfil e os desafios do novo Procurador-Geral da República? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor da PUC-SP e do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Georges Abboud. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsa em queda após anúncio das taxas de juros
O Morning Call | Mercado em 15 minutos repercute as importantes decisões de política monetária realizadas no Brasil e nos EUA na semana passada e como o mercado recebeu esses posicionamentos. O programa também traz uma série especial sobre renda variável, com as carteiras recomendadas. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A parceria entre Lula e Biden pelo trabalho: o que está em jogo?
Em um encontro em Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lançaram uma plataforma para superar os desafios atuais do mercado de trabalho. O foco central, segundo os líderes, é combater a precarização do trabalho que está em crescimento no mundo. Tanto o Brasil, como os Estados Unidos atravessam momentos complicados que envolvem direitos trabalhistas. Os americanos enfrentam uma das maiores greves em décadas. Uma parte dos trabalhadores da indústria metalúrgica nos EUA tem paralisado suas atividades, exigindo reajustes salariais e outras garantias de trabalho. No Brasil, os sindicatos e empresas de serviços por aplicativos enfrentam dificuldades para a regulamentação do setor. O problema é mais complexo, pois o atual governo acredita que a reforma trabalhista, feita em 2017, precarizou o trabalho, com o enfraquecimento dos sindicatos. Mas os desafios não param por aí. A Quarta Revolução Industrial, que engloba algumas tecnologias para automação e troca de dados, tem gerado preocupação nos países pela diminuição nos postos de trabalho. Ao mesmo tempo, há quem acredite que isso trará uma mudança nas formações dos profissionais, e não uma perda de emprego. Afinal, quais são os desafios que a nova economia já impõe para o mundo do trabalho? A defesa pelo fortalecimento dos sindicatos traz vantagens para o trabalhador ou só responde a interesses políticos, já que a base petista tem origem sindical? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com professor da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pós-doutorado na Universidade de Oxford, Inglaterra, estudioso e pesquisador do mercado de trabalho brasileiro, Cassio Calvete. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #291: #Start Eldorado: dados no dia a dia de uma grande capital
A importância da análise maciça e inteligente de grandes quantidades de dados - centenas de variáveis - relativos a questões urbanas como saúde, mobilidade, educação, segurança pública, lazer, conectividade no dia a dia da administração, para um planejamento sustentável e certeiro das políticas públicas em destaque hoje no Start Eldorado, que leva ao ar mais uma entrevista da série sobre smart cities no País. O apresentador Daniel Gonzales recebe o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, para uma conversa sobre a transformação digital da capital catarinense, reconhecida como um dos municípios mais conectados e inteligentes do Brasil. A Prefeitura tem trabalhado forte com soluções de tecnologia e com programas de incentivo ao empreendedorismo, conectividade e novas aplicações urbanas, revertidas para o bem da população. O programa vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, site, aplicativos, Alexa e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dá pra mudar a vida de quem tem Dermatite Atópica
A Dermatite Atópica é uma doença que afeta muito além da pele de milhares de brasileiros, ela afeta a qualidade de vida dos pacientes quando não controlada. Para celebrar o Dia de Conscientização da Dermatite Atópica, o Estadão, em parceria com a Sanofi, convidou a Dra Raquel Orfali para explicar os impactos dessa doença e mostrar que DÁ PRA MUDAR ESSA HISTÓRIA. Confira a entrevista completa aqui no podcast Estadão Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Delação de Cid: o golpe de Bolsonaro com apoio da Marinha
O ex-ajudante de ordens Mauro Cid afirmou, em delação premiada que fechou com a Polícia Federal, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniu com a cúpula das Forças Armadas para discutir a possibilidade de uma intervenção militar para anular o resultado da eleição de 2022. Segundo informações reveladas pelo UOL e confirmadas pelo Estadão, Bolsonaro recebeu do assessor Filipe Martins, de acordo com a delação, uma minuta de decreto para prender adversários e convocar novas eleições. Bolsonaro, segundo Cid, teria levado o documento para a alta cúpula das Forças Armadas, obtendo apoio do então comandante da Marinha, o almirante Almir Garnier Santos. O restante do Alto Comando, no entanto, não teria aderido ao plano. O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, estava preso desde maio, quando foi revelado um esquema de falsificação de carteiras de vacinação contra a covid-19. No entanto, no último dia 9, Cid foi liberado do Batalhão da Polícia do Exército, em Brasília, após sua delação premiada ser homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A investigação da PF ainda deve realizar diligências para verificar a veracidade das revelações feitas pelo delator. Afinal, qual o potencial destrutivo dessa delação de Mauro Cid? Isso pode abalar as estruturas do bolsonarismo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o Coordenador de Política do Estadão, em São Paulo, Ricardo Corrêa O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Economia verde: o que é e por que o Brasil está tão atrasado?
Não há dúvidas que viabilizar um futuro sustentável, que una a preservação do meio-ambiente e, ao mesmo tempo, não desacelere o progresso, é um dos principais desafios para os países atualmente. Apesar do seu grande potencial para implantação de projetos da chamada economia verde, o Brasil ainda está muito atrás de nações como os Estados Unidos. É o caso, por exemplo, do hidrogênio verde. Apesar de o País ser considerado um dos com grande potencial para explorar o produto, ainda não tem refinarias em construção. Um dos problemas, segundo empresas que investem em transição energética, é a falta de subsídios para implantação de projetos na área. Por outro lado, o Brasil tem histórias de sucesso na área. Um dos exemplos é o etanol, desenvolvido com apoio do governo nos anos 70 como resposta à crise do petróleo, e que deu o pontapé inicial para o desenvolvimento de carros bicombustíveis. Atualmente, o governo batalha no Congresso Nacional para a aprovação da sua agenda verde, com o Plano de Transformação Ecológica. A proposta, na prática, regulamenta como vai funcionar “o direito” das empresas de poluir, com base em um teto para a emissão de CO2. Afinal, por que o Brasil está tão atrasado na questão da economia verde? Faltam incentivos na área científica e tecnológica para desenvolvimento de projetos sustentáveis? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador do Grupo de Economia do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Instituto de Economia da UFRJ, Carlos Eduardo Young. E se você quiser conhecer mais sobre o Novo Pacto Verde, acesse: https://pantheon.ufrj.br/bitstream/11422/20679/1/2023%20Young%20Boletim%20EcoEco42%20Green%20New%20Deal.pdf O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Lula na ONU e o que esperar do encontro com Zelensky
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou na abertura da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, nesta terça-feira, e enfatizou o resgate ao universalismo em sua política externa e que o Brasil está de volta para contribuir na resolução dos problemas globais. O mandatário brasileiro também cobrou os países ricos que mantenham a sua promessa de uma contribuição de US$ 100 milhões para o Fundo Amazônia. O mandatário brasileiro também sinalizou a necessidade de uma reforma na governança global. Tradicionalmente o Brasil é o primeiro a falar no evento, que está esvaziado em 2023, sem as presenças de políticos importantes como o presidente da China, Xi Jinping, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, e o mandatário francês, Emmanuel Macron. O problema para Lula é que hoje a posição do Brasil na política externa exige um equilíbrio muito mais complexo que em seus dois mandatos anteriores. O País precisa se reposicionar após a desastrosa relação com outras nações do governo Bolsonaro. No entanto, Lula tem se mostrado menos habilidoso do que em seus governos anteriores para tratar questões internacionais. Afinal, o que o discurso de Lula na ONU pode mostrar de caminhos para a política externa brasileira? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a professora de Relações Internacionais da ESPM Denilde Holzhacker. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

'Cenários com Sonia Racy': A relação entre o consumismo e os riscos de aquecimento global
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Alexandre Birman, CEO da Arezzo & Co. Ele diz que vê uma ‘banalização’ e ‘descompasso’ entre consumismo e riscos de aquecimento global, fala sobre o seu otimismo com a reforma tributária e destaca a importância da cultura da empresa para superar desafios.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Déficit zero nas contas públicas em 2024: realidade ou utopia?
A equipe econômica do governo estabeleceu uma meta audaciosa para o ano que vem: reduzir o déficit das contas públicas para zero. No entanto, a medida é vista com ceticismo por economistas, e por membros do Legislativo, que serão responsáveis em aprovar o orçamento de 2024. O relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias, deputado Danilo Forte (União-CE), que é quem analisa o orçamento enviado pelo governo para o ano que vem, disse que o compromisso é “quase impossível”. O parlamentar ainda afirmou ter “dó” de Fernando Haddad por tentar alcançar algo improvável. Para zerar o déficit, o governo terá que cortar despesas ou aumentar a arrecadação. Caso contrário, será necessário mudar a meta fiscal. Entre as principais fontes de gastos públicos neste ano, estão: R$ 50 bilhões do Bolsa Família, R$ 30 bilhões do aumento do aporte federal ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, o Fundeb, e R$ 20 bilhões do piso nacional da enfermagem. O relatório Focus, produzido pelo Banco Central, com base na projeção de economistas, mostra que o déficit será de 0,71% do PIB em 2024. Já o Boletim Prisma de setembro, do Ministério da Fazenda, prevê um déficit primário nas contas brasileiras de 83 bilhões para o ano que vem. Afinal, atingir um déficit zero é possível ou uma utopia criada pelo governo? Quais os caminhos para diminuir o rombo das contas públicas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a doutora em Economia pela FGV; ex-conselheira do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e da Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) no governo FHC, atual consultora-sênior do Banco Mundial, Cristiane Schmidt. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os dias de calor interferem nos investimentos?
O Morning Call | Mercado em 15 minutos responde se existe ligação entre o clima e o humor dos investidores e também destaca a valorização do Real na última semana e os dados da inflação do Brasil e dos EUA que agradaram o mercado. A expectativa agora é em relação à super quarta, quando haverá a divulgação das taxas de juros.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A fritura de Dino e a falta de rumo na segurança pública
Considerado um dos bastiões do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Justiça, Flávio Dino, começa a ser questionado por aliados da gestão petista. O discurso, segundo a ‘Coluna do Estadão’, é de que o governo perdeu o debate sobre segurança pública. Os petistas reclamam que, em nove meses de gestão, o governo não tem nenhum projeto robusto no setor e reivindicam o controle da pasta. Para eles, o seu empenho em criticar os bolsonaristas e focar o seu trabalho na criminalização dos atos golpistas, fez com que outras áreas do ministério ficassem escanteadas. Uma das saídas, é a de que Lula indique Dino para a vaga de Rosa Weber no Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-governador, senador, e juiz federal, poderia assim seguir os passos de André Mendonça e Alexandre de Moraes, que saíram da pasta da Justiça direto para a Suprema Corte. Afinal, Flávio Dino está cumprindo o seu papel dentro do Ministério da Justiça? O governo, de fato, vai perdendo a narrativa da segurança pública? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor da área de Segurança Pública da FGV-SP e Membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Rafael Alcadipani. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #290: #Start Eldorado: Operadora é parceira da inovação aberta
Inovação, novas possibilidades de aplicações e serviços para negócios com a chegada do 5G no ambiente das operadoras, que passam a ser provedoras de novos produtos digitais, além do desenvolvimento e busca contínua por essas soluções em empresas de várias áreas e tamanhos com o apoio da conectividade - produtos que podem ser escalados e virarem aplicações de negócios. O Start Eldorado recebe nesta edição, para falar de inovação e transformação, o CDO da Claro, Rodrigo Duclós, que conversa com o apresentador Daniel Gonzales. O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado (FM 107,3 - SP), site, aplicativos, Alexa e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

As lambanças de Lula sobre o Tribunal de Haia e seus efeitos
No início desta semana, uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a cúpula do G-20, na Índia, de que “nem sabia da existência” do Tribunal Penal Internacional, e que irá “estudar” o motivo pelo qual o Brasil é signatário da Corte, gerou uma série de críticas pelo tom jocoso. Inclusive, a declaração não é verdadeira, já que o petista defendeu o fortalecimento do órgão. Durante o primeiro mandato, em 2004, o chefe do Executivo se comprometeu a complementar a legislação brasileira, seguindo as diretrizes do tribunal. Mais recentemente, Lula e correligionários defenderam a punição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela atuação na pandemia de covid-19. Em abril, na Espanha, o presidente afirmou que Bolsonaro “um dia será julgado em tribunal internacional pela atuação na pandemia”. Mas o atual posicionamento do presidente brasileiro tem a ver com seu alinhamento, cada vez mais próximo, com a Rússia de Vladimir Putin. O ditador tem um mandado de prisão nas costas emitido pelo Tribunal de Haia desde março por crimes de guerra na Ucrânia. Lula chegou a dizer que o russo não seria preso se viesse ao Brasil, no ano que vem, para a cúpula do G-20. Como é signatário da Corte que impôs a condenação, o País teria que cumprir o mandato. Dias depois, o petista voltou atrás, e disse que quem cumpre as leis é a justiça brasileira, e não o Executivo. O quanto as declarações de Lula afetam o projeto multilateral do Brasil no cenário global? Ao se alinhar com a Rússia, o presidente tem sabotado as bases da diplomacia brasileira? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o reitor da FMU e professor de Direito Internacional, Manuel Furriela. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O desastre econômico argentino e as promessas de Milei para salvação
As previsões para a economia Argentina para o ano que vem não são nada animadoras. Já é dado como certo que o país enfrentará em 2024 mais um ano de inflação superior a 100%. O primeiro ano do novo governo também deverá ser marcado também por um Produto Interno Bruto (PIB) estagnado. O pleito presidencial argentino ocorre no dia 22 de outubro, e as pesquisas realizadas após as primárias apontam para um segundo turno entre o ministro da Economia, Sergio Massa, e o candidato libertário Javier Milei. Vários desses levantamentos dão vantagem ao chamado “Bolsonaro argentino” na disputa. Javier Milei promete fechar o Banco Central e dolarizar a economia, no quadro de uma grande reforma que incluiria uma redução acentuada da despesa pública, a privatização de empresas públicas e eliminação de qualquer tipo de tributo na importação de insumos. Por outro lado, Sergio Massa, candidato do governo, é o atual ministro da Economia de uma nação afundada em dívidas. Além das medidas que tomou até agora para tentar conter a inflação, como ajuste de gastos públicos, acordos de preços, entre outros, o ministro não se pronunciou sobre um projeto específico para baixar a inflação durante o que seria seu futuro governo. Independentemente das posições dos candidatos, os especialistas não têm dúvidas que a Argentina precisa passar por um amplo processo de reformas. Afinal, existe uma fórmula mágica para recuperar a economia argentina? Qual o impacto das eleições de outubro no futuro do país? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista, consultor e ex-diretor de assuntos internacionais do Banco Central, Alexandre Schwartsman. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O Fla-Flu em torno das delações premiadas
A homologação da delação premiada do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, tem mexido com o mundo político pelo seu potencial destrutivo. O tenente-coronel era um dos homens mais próximos do ex-presidente e estava preso desde maio por envolvimento com a falsificação de carteiras de vacinação de sua família e do núcleo Bolsonaro. Outra acusação é de que Mauro Cid e o pai, general Mauro Cesar Lourena Cid, são suspeitos de serem peças centrais no caso das joias. As investigações apontam que Bolsonaro seria o idealizador de um esquema internacional de venda desses objetos, que deveriam ser entregues ao acervo da presidência: O que tem chamado a atenção é que aqueles que eram contra as delações premiadas na época da Lava Jato, que levou o atual presidente, Lula, para a prisão, hoje comemoram o acordo feito pelo tenente-coronel. Atual secretário nacional de Justiça, Augusto de Arruda Botelho, foi às redes em janeiro de 2019 para dizer "prender para delatar tem um nome: tortura". Já os bolsonaristas, que sempre foram grande defensores da Lava Jato, e criticaram a decisão recente do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, de anular as provas obtidas nos acordos de leniência, dizem que Mauro Cid sofreu pressão para delatar. Afinal, a delação premiada só é boa quando seu grupo político não está envolvido? Os instrumentos usados para pressionar por uma delação premiada são ilegais? O STF tem promovido mais insegurança jurídica do que estabilidade nestes casos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a advogada criminalista, vice-presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas para assuntos penitenciários da OAB/SP, Daniella Meggiolaro. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Lais Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: Alfabetização responsável
Dia 08 de setembro é comemorado o Dia Mundial da Alfabetização. A data traz o peso da responsabilidade de alfabetizar e, ainda mais, alfabetizar na idade certa. Esse ano, com o peso dobrado, uma pesquisa realizada pelo Alfabetiza Brasil mostrou que, no início de 2021, apenas 4 em cada 10 crianças do 2º ano do ensino fundamental estavam alfabetizadas. A alfabetização na idade certa é um pilar fundamental no desenvolvimento integral das crianças e pode impactar diretamente no futuro. Para falar mais sobre o assunto, a jornalista Bárbara Guerra conversou com a supervisora técnica educacional do SESI, Lilian Engracia dos Santos. Ouça!See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que está em jogo na minirreforma eleitoral
A Câmara dos Deputados deve votar, nesta semana, a proposta de minirreforma eleitoral, visando o pleito municipal de 2024. Entre os pontos que devem sofrer alteração estão: as federações partidárias, a prestação de contas dos partidos, e a definição sobre crimes eleitorais em relação à cota para mulheres. A questão é que alguns “jabutis” podem ser incluidos nesta votação, como a PEC da Anistia, que pretende perdoar mais de R$ 50 milhões dos partidos que não cumpriram a porcentagem mínima de candidatos negros e mulheres. Além disso, a proposta pretende diminuir a cota obrigatória para esses dois grupos. Em paralelo, os congressistas devem ainda discutir o montante do fundo eleitoral para 2024. Pela proposta de orçamento, enviada pelo governo, o total seria de R$ 1 bilhão. No entanto, deputados dizem que vão aumentar esse valor que pode chegar a marca de R$ 5,5 bilhões. Temas importantes como o combate de notícias falsas durante as eleições devem ficar de fora, neste momento, das propostas de mudanças. Afinal, que impacto essa minirreforma tem para partidos, candidatos e eleitores? Ela aperfeiçoa nosso sistema ou possui um caráter corporativista? Quais temas poderiam ser incluídos que os parlamentares estão ignorando? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a doutora em ciência política pela Universidade de São Paulo (USP) e professora da Escola de Políticas Públicas e Governo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EPPG), Graziella Testa. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes e Jefferson Perleberg Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Produção industrial abaixo do esperado
O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca os dados da indústria brasileira, que recuou 0,6% em julho (-1,1% a.a), um desempenho mais fraco do que as expectativas de mercado. Além disso, mais uma vez, os rumos da política monetária nos Estados Unidos e os sinais de desaceleração da economia chinesa trouxeram instabilidade aos mercados. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Esvaziada, CPI do MST deve ter final melancólico
A CPI do MST deve ter um fim melancólico, nesta semana, após o colegiado passar a ter maioria de parlamentares governistas. O Republicanos, que negocia ministérios na gestão petista, retirou seus parlamentares oposicionistas do grupo, assim como também fizeram PP e União Brasil. Além disso, o próprio presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), decidiu anular a convocação do ministro da Casa Civil, Rui Costa, por entender que a pasta não tinha ligação com as investigações da comissão. Devido ao enfraquecimento da CPI, o relator Ricardo Salles (PL-SP), desistiu de prorrogar as investigações por mais 60 dias, o que encerrará os trabalhos até o dia 14 de setembro. O relatório produzido pelo parlamentar também não deve ser aprovado pelos seus pares. O texto deve pedir, pelo menos, 15 indiciamentos, entre eles, o do deputado federal Valmir Assunção (PT-BA). O parlamentar é acusado de ser líder do movimento na região, e será responsabilizado por abusos contra os sem-terras, tais como expulsão de integrantes e queima de residências. Afinal, qual o recado que a CPI do MST deixa para a população? O governo vai conseguir barrar qualquer tentativa de investigação no legislativo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e coordenador do curso de Relações Internacionais no Ibmec RJ, José Niemeyer. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado #08: Crea-SP - O poder publico no desenvolvimento do agronegócio
Nos dias 4 e 5 de agosto, o Crea-SP, em parceria com o Confea e a Mútua-SP, realizou a segunda edição do Simpósio Cidades Inteligentes, na cidade de Santos, litoral de São Paulo. No evento, foram discutidas propostas de soluções para o desenvolvimento dos municípios paulistas, o futuro das cidades e também questões ligadas à capacitação, fiscalização e regularização dos profissionais do setor. Durante o simpósio, foi gravada ainda uma série de podcasts. Neste episódio, o jornalista Circe Bonatelli recebeu a engenheira agrônoma e coordenadora do eixo temático de agronomia do Crea-SP, Gisele Herbst Vazquez; a também engenheira agrônoma, Naiara dos Santos, e o técnico agrícola Diego Santana, da Mais Milho Soluções, para debaterem sobre o papel do poder publico no desenvolvimento do agronegócio e no suporte para os profissionais. Esse podcast é uma produção do Estadão Blue Studio, com o apoio do Crea-SP em parceria com o Confea e Mútua-SP. Ouça!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #289: #Start Eldorado: Inovação e transformação nas smart cities
Inovação, tecnologias e projetos já em andamento na área das smart cities (cidades inteligentes) em destaque nesta edição do Start Eldorado. O apresentador Daniel Gonzales conversa com Elias Reis, head de smart cities da NEC, sobre toda a jornada dos municípios para que se tornem cidades verdadeiramente inteligentes, mostrando vários cases de projetos de sucesso em cidades, tanto no Brasil quanto no exterior, e as últimas transformações digitais na área. O Start vai ao ar na Eldorado FM 107,3 - SP todas as quartas-feiras, às 21h.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A máquina de criar datas comemorativas no Brasil
A criação do “Dia do Patriota” pelos vereadores de Porto Alegre, no dia 8 de janeiro, data dos atos antidemocráticos e da invasão de prédios dos Três Poderes, em Brasília, repercutiu negativamente nas redes sociais, e entre políticos do Brasil inteiro. Pressionados pela opinião pública, o legislativo municipal decidiu revogar o “Dia do Patriota”. O presidente do Legislativo, Hamilton Sossmeier, reforçou, após reunião da mesa diretora, que a revogação foi consenso entre os parlamentares. Mas, a farra da criação de datas comemorativas não é uma exclusividade da Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Ao longo de mais de 60 anos, os presidentes da República sancionaram 266 projetos de lei que inauguraram eventos celebrativos no calendário nacional. E tem de tudo: dia nacional do padrasto e da madrasta, das artes marciais, do futebol, dos defensores de animais, do imigrante grego, do acolhimento familiar, da advocacia municipalista, da música gospel, entre outros. Afinal, essa fábrica de criação de dias comemorativos têm alguma relevância no trabalho parlamentar? É preciso criar critérios mais rígidos para a criação dessas datas? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o repórter do Estadão, Levy Teles O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado #07: CreaSP - O papel da comunicação digital no agronegócio, os desafios da sucessão familiar e do mercado
O Crea-SP, em parceria com o Confea e a Mútua-SP, realizou nos dias 4 e 5 de agosto a segunda edição do Simpósio Cidades Inteligentes, em Santos, litoral de São Paulo. Durante o evento, além de debates sobre os futuros das cidades, propostas de soluções para o desenvolvimento dos municípios paulistas e questões ligadas à capacitação, fiscalização e regularização dos profissionais do setor, uma série de podcasts também foi gravada. Neste episódio, o jornalista Circe Bonatelli recebe a engenheira agrônoma, agricultora e influencer Raquel Wedmann; a também engenheira agrônoma Naiara dos Santos e o técnico agrícola Diego Santana, ambos da Mais Milho Soluções, para falar sobre o papel da comunicação digital no agronegócio, os desafios da sucessão familiar e do mercado. Esse podcast é uma produção do Estadão Blue Studio, com o apoio do Crea-SP em parceria com o Confea e Mútua-SP. Ouça!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Em troca de apoio, Lula cede ministérios e descarta aliados
A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de Silva de rifar aliados para acomodar partidos do Centrão está gerando conflitos em sua base. Um dos exemplos, é a mexida que será feita no Ministério de Portos e Aeroportos, o que provocou uma crise no PSB. O atual ministro da pasta Márcio França, não escondeu a irritação com o aviso prévio e disse, em conversa a portas fechadas, que preferia deixar o governo a assumir o novo ministério da Pequena e Média Empresa, anunciado por Lula na semana passada. Disposto a desalojar seus escolhidos para ter votos do Centrão no Congresso, Lula já acertou também a entrega do Ministério do Esporte, comandado por Ana Moser, para o deputado André Fufuca (PP-MA), ligado ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Essa pasta ganhou grande interesse dos partidos, pois será turbinada com o dinheiro da taxação de apostas esportivas. Fora essa dança das cadeiras nos ministérios, algumas empresas e autarquias do governo também devem sofrer modificações no comando, como: a Caixa Econômica Federal, os Correios, a Embratur, e a Funasa. Afinal, qual a imagem que Lula passa ao rifar aliados em troca de uma aproximação com o Centrão? Ceder ministérios não pode aumentar o apetite do grupo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As influências de Lula e Bolsonaro para as eleições municipais
Pesquisas recentes mostram que a influência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre os eleitores para os pleitos municipais do ano que vem, pode estar caindo, e a do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, subindo. Segundo pesquisa Datafolha, 68% dos eleitores paulistanos afirmam que “não votariam de jeito nenhum” em um candidato indicado pelo ex-presidente. Na via contrária, apenas 13% dizem que a indicação de Bolsonaro “levaria a escolher candidato com certeza”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem uma receptividade melhor entre os paulistanos: 23% dizem que votariam com certeza em um candidato indicado pelo petista, enquanto 37% rejeitariam sua indicação. A pesquisa foi feita presencialmente com 1.092 eleitores ouvidos pelo Datafolha na terça-feira, 29, e na quarta, 30. A influência de Jair Bolsonaro vem caindo também na eleição para prefeito de Campo Grande. Segundo o Instituto de Pesquisa de Mato Grosso do Sul, feita com 400 eleitores, mostra que 27% dos eleitores admitem seguir a orientação de Bolsonaro na hora de escolher o próximo prefeito da Capital. Esse índice era de 35,88% no final de maio. Afinal, ainda é cedo para dizer que o ex-presidente vem perdendo força nas capitais? O quanto o atual momento do país vai influenciar nas alianças? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e sociólogo Antônio Lavareda. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

PIB acima das expectativas empolga o mercado
O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que Brasil e EUA divulgaram PIB do 2º trimestre com alta, o que trouxe aumentou o apetite ao risco. O especialista Martin Iglesias também comenta sobre a um dos principais assuntos da semana, a Medida Provisória para a taxação dos chamados “super ricos”. See omnystudio.com/listener for privacy information.