
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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Dança das cadeiras: Bolsonaro amplia casamento com o Centrão
Os laços entre o Presidente Jair Bolsonaro e o Centrão estão mais estreitos após o anúncio da entrada do Senador Ciro Nogueira (PP) no Ministério da Casa Civil. Apesar de ter dito, durante a campanha para Presidente, que não faria acordos com o grupo para ganhar governabilidade, Jair Bolsonaro articula uma reforma ministerial para fortalecer sua base de sustentação no Congresso e sobreviver às crises. A novidade em Brasília também suscitou outra promessa de campanha que foi descumprida pelo presidente. Ainda como candidato, Jair Bolsonaro afirmava que iria diminuir o número de Ministérios para 15, atualmente são 23. A reforma também prevê a criação do Ministério do Emprego e Previdência, que deve ser ocupado por Onyx Lorenzoni. Ciro Nogueira, atualmente apoiador do Presidente, já se referiu a Jair Bolsonaro como fascista e foi aliado do Partido dos Trabalhadores, antes de apoiar o Impeachment de Dilma Rousseff. O Senador é um dos alvos da Operação Lava Jato. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre o anúncio de uma reforma ministerial que aproxima a presidência do Centrão com o repórter do Estadão, em Brasília, Lauriberto Pompeu, e o professor e cientista político do Insper, Carlos Melo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafaela Barbosa Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Vamos precisar de dose extra da vacina contra a covid em 2022?
A aplicação de uma terceira dose da vacina contra contra covid-19 vem sendo defendida em alguns estados e municípios. O governo paulista planeja começar a revacinação da população adulta em janeiro de 2022, um ano após a aplicação da primeira vacina no País. A expectativa é de que a imunização contra covid-19 tenha um calendário similar ao da gripe comum, que precisa ser reaplicada anualmente para garantir a proteção. O secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, informou ao Estadão que a ordem de vacinação deverá seguir a mesma ordem de prioridade do primeiro ciclo de imunização. A aposta do governo de São Paulo é na utilização da Butanvac, ainda em testes, como imunizante principal. A Coronava, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Butantan, também pode fazer parte do planejamento da terceira dose da vacina. A escolha pelos dois imunizantes é pela facilidade de produção completa no território nacional, sem a necessidade de importação do ingrediente farmacêutico ativo (IFA). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também autorizou esta semana um estudo clínico para avaliar a eficácia de uma terceira dose da vacina contra covid-19 da vacina AstraZeneca. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre o anúncio do calendário da terceira dose da vacina contra a covid-19 no Estado de São Paulo, e como ficará o restante do país, com a repórter do Estadão, Fabiana Cambricoli, que acompanha o assunto. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Barbosa Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

“PEC Pazuello”: Congresso vai conseguir barrar militares no governo?
A presença de militares no governo de Jair Bolsonaro, principalmente os que estão na ativa, tem sido duramente criticada. Após o início dos trabalhos da CPI da Covid, uma relação nada republicana de agentes das Forças Armadas na área da Saúde vem se consolidando. A Procuradoria da República do Distrito Federal afirma que a gestão do general da ativa Eduardo Pazuello no combate a pandemia de covid-19 foi, “gravemente ineficiente e dolosamente desleal". Segundo registra o Ministério Público Federal, a omissão e a negligência do ex-ministro na compra das vacinas da Pfizer retardou o começo da imunização no País. Para tentar controlar a nomeação de militares no governo, uma proposta de emenda à constituição, batizada de “PEC Pazuello”, da deputada Perpétua Almeida (PCdoB), reuniu mais de 180 assinaturas e já pode ser votada na Câmara. A alteração permitiria que os militares continuem ocupando cargos comissionados em certas áreas técnicas relacionadas à defesa nacional, mas não em cargos políticos. O apelido "PEC Pazuello" faz referência ao episódio no qual o ex-ministro participou de um ato político ao lado do presidente Jair Bolsonaro, em maio. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre essa relação entre militares e o governo federal, com o professor da UNESP e doutor em Ciência Política pela UNICAMP, Alexandre Fuccille. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Barbosa Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Semipresidencialismo: problema ou solução para o Brasil?
O Brasil optou por um sistema de governo presidencialista, desde um plebiscito em 1993, mas de tempos em tempos, novas propostas surgem para mudar a forma de governança do país. Recentemente, uma ideia voltou à pauta sendo defendida por alguns políticos, inclusive pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, é a implantação de um novo sistema chamado de semipresidencialismo. A ideia é parecida com o parlamentarismo, mas com uma roupagem diferente. A proposta tem apoio de Lira também como uma forma de acalmar os ânimos em relação aos pedidos de impeachment contra Jair Bolsonaro. Resumidamente, este novo sistema distingue os papéis de chefe de Estado e chefe de governo, ao contrário do presidencialismo, onde os dois papéis são exercidos pela mesma pessoa. Ao mesmo tempo em que mantém o presidente da República, eleito pelo voto direto, delega a chefia de governo para o primeiro-ministro. Na prática é ele que toca a administração do país e conduz as relações do Palácio do Planalto. A destituição do primeiro-ministro pode ocorrer pela aprovação de moção de censura apresentada pelo presidente ou por dois quintos de integrantes de cada Casa do Congresso. A proposta de semipresidencialismo da vez, viria através de uma PEC. Para ser aprovada, precisa ter 308 votos na Câmara e 49 no Senado, em duas votações. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre a temperatura no congresso diante dessa proposta, vamos a Brasília, com o repórter do Estadão, Lauriberto Pompeu. E para analisar a viabilidade do semipresidencialismo no Brasil, vamos conversar com o cientista político e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Humberto Dantas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Terceira via: direita quer alternativa viável a Bolsonaro
Enquanto o centro democrático tenta construir um nome para ser uma espécie de terceira via para as eleições de 2022, a direita também tenta construir uma alternativa a Bolsonaro. Dois nomes largam na frente neste momento, o do apresentador José Luis Datena, e do ex-juiz, Sérgio Moro. O comunicador da Rede Bandeirantes é filiado ao PSL, antigo partido de Bolsonaro, e admitiu recentemente que é pré-candidato ao cargo mais alto do executivo nacional. Esta não é a primeira vez que Datena afirma sua pretensão de participar da disputa eleitoral, em 2018 e 2020, o apresentador desistiu das candidaturas na última hora. Para se mostrar como uma alternativa a Bolsonaro, Datena tem, inclusive, dado declarações polêmicas, como a que afirmou que teve uma relação mais próxima com Lula do que com o atual presidente. No entanto, ele próprio admite que estaria mais interessado em um cargo para o senado da república do que para o executivo nacional. Outro nome, mais forte, não abandonado pela direita não bolsonarista é o de Sérgio Moro. Desaparecido da vida pública, morando nos Estados Unidos, e alvo constante dos apoiadores do presidente, o ex-juiz não descartou sua candidatura à Presidência da República em 2022. Um grupo de empresários, parlamentares e admiradores da Lava-Jato tenta convencer Moro a ingressar na política. No episódio do Estadão Notícias de hoje, para analisar essa questão envolvendo o ex-juiz Sérgio Moro, convidamos o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes. E sobre o pré-candidato José Luis Datena conversamos com quem recentemente entrevistou o apresentador, o repórter do Estadão, Pedro Venceslau. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Caio Possati. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: Tecnologia como aliada da retomada econômica
A preocupação em diminuir e acabar com a disseminação do covid anda de mãos dadas com a preocupação em retomar a economia. E a população que trabalha para isso procura soluções práticas e viáveis, dentro de cada possibilidade. Não existe aliada melhor para ajudar nessa retomada se não a tecnologia. São diversas oportunidades que colocaram a tecnologia em primeiro lugar no ranking de prioridades dos empreendedores, não só por auxiliarem as grandes empresas, mas também os pequenos e micro empresários. Neste podcast, a jornalista Bárbara Guerra conversa com Sylvia Bellio, fundadora da IT Line Technology, membro do Dell Women's Entrepreneur Network (DWEN) e autora de quatro livros, sobre o papel da tecnologia na retomada da economia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #176: #Start Eldorado: inteligência de dados, ganhos para varejistas e consumidores
Programas de pontos e benefícios geram ganhos para os clientes, que podem obter bons descontos, e para varejistas, no sentido de fidelizarem e conhecerem melhor seus consumidores. Nesta noite, no Start Eldorado, falamos sobre a plataforma de tecnologia, a inteligência de dados e os desafios do maior desses players no mercado nacional, a Stix - empresa que nasceu de iniciativa conjunta dos grupos Pão de Açúcar e Raia Drogasil, integrando um sistema único para os seus quase 2,5 milhões de clientes por meio de um inédito sistema de mini apps e data analytics. Quem conversa com o apresentador Daniel Gonzales é o diretor comercial da empresa, Alexandre Rodrigues. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tóquio 2021: repórteres falam da cobertura dos jogos em meia à pandemia
Faltam apenas alguns dias para a maior competição esportiva do mundo, os Jogos Olímpicos de Tóquio serão disputados entre os dias 23 de julho e 8 de agosto. O Estadão Notícias vai acompanhar os jogos e trazer os principais resultados, bastidores e entrevistas com repórteres diretamente do Japão. Neste primeiro episódio, vamos falar sobre as expectativas para a competição que estava prevista para o ano passado e quase foi cancelada por conta da pandemia. Agora, com mais de um ano de atraso, os Jogos vão se realizar em meio a novo surto de casos de covid-19 no Japão. Para frear a transmissão do vírus e da variante Delta, a cidade de Tóquio viverá em estado de emergência durante os Jogos, com restrições de horários para diferentes atividades e não terá espectadores durante as competições. Algumas modalidades serão disputadas em outras províncias japonesas, e neste caso, cada sede irá decidir se autorizará público ou não. Outras restrições foram impostas para atletas e jornalistas, que não vão poder circular como nas edições anteriores pela cidade. Já os competidores vão ficar restritos aos seus alojamentos na Vila Olímpica, sem caminhar por outros espaços. Após as provas serem disputadas, os atletas terão de deixar o país em até 48 horas. Neste primeiro episódio desta série olímpica do Estadão Notícias vamos conversar sobre as expectativas para a competição e cobertura com restrições impostas aos atletas e jornalistas que vão estar no país. Para isso, vamos falar com dois repórteres do Estadão que já estão de malas prontas para partir para o Japão, Raphael Ramos e Paulo Favero. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes e Jefferson Perleberg Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Julia Corá e Caio Possati Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A saúde do presidente e o final da ‘1ª temporada’ da CPI
O presidente Jair Bolsonaro está em São Paulo para realização de exames, cujos resultados indicarão se há necessidade de procedimento cirúrgico ‘de emergência’. Exames realizados no Hospital das Forças Armadas constataram obstrução intestinal decorrente do atentado a faca sofrido por Bolsonaro em 2018. Em função dos problemas médicos de Bolsonaro, foi cancelada a reunião que estava marcada entre os presidentes dos Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo prevista para esta quarta-feira, 14. O encontro com Arthur Lira (Câmara), Rodrigo Pacheco (Senado) e Luiz Fux (Supremo Tribunal Federal) para tentar apagar o fogo causado pelas declarações recentes do presidente contra as eleições em 2022, será reagendado. Eleição também é um tema discutido, neste momento, na Câmara dos Deputados. Uma comissão começou a discutir a Proposta de Emenda à Constituição que trata da reforma eleitoral. O texto recomenda a mudança para um modelo criticado duramente por cientistas políticos, o chamado “distritão”. E ainda, a semana da CPI da Covid que ouviu a diretora técnica da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades, que negou em depoimento à que a empresa tenha ofertado doses da vacina Covaxin ao Ministério da Saúde por um valor de US$ 10 a dose, em novembro de 2020. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os repórteres que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e André Shalders, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Open Banking: entenda o que é e o que muda na sua vida
A partir do mês que vem, começa a funcionar uma nova ferramenta no sistema bancário brasileiro: o Open Banking. De maneira resumida, essa novidade permitirá que você autorize o seu banco a compartilhar seus dados pessoais e financeiros com outras instituições financeiras. Mas qual a vantagem disso? Com esse novo sistema, os bancos poderão oferecer aos clientes produtos cada vez mais personalizados, inclusive, abrindo uma disputa por este cliente, o que deve gerar vantagens, por exemplo, no financiamento da casa própria. Em agosto, um número bem pequeno de pessoas vai passar a ter acesso ao Open Banking, que começará a ser ofertado gradativamente. Mas como ficam os seus dados? Qual a segurança que você terá sobre eles? De acordo com o Banco Central não haverá uma centralização de dados, tudo vai ficar nas bases dos bancos, como é hoje, com os mesmos procedimentos de segurança do internet banking. No episódio de hoje, quem apresenta e explica esse novo sistema é o repórter de Economia do Estadão, Felipe Siqueira, que traz também relatos de dirigentes de bancos, federações, especialistas em segurança digital e do Banco Central do Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Felipe Siqueira Produção/Edição: Gustavo Lopes e Felipe Siqueira. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: Programa Boi na Linha atua na pecuária sustentável na Amazônia
Desenvolvido pelo Ministério Público Federal e pela ONG Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) em parceria com algumas empresas, entre as quais a JBS, programa tem como objetivo fortalecer os compromissos sociais e ambientais na cadeia de valor da carne bovina na Região Norte. Saiba mais neste podcast, com Isabel Drigo, coordenadora de Clima e Cadeias Agropecuárias do Imaflora, Rafael da Silva, Procurador do Ministério Público Federal, e Márcio Nappo, diretor de Sustentabilidade da JBS. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Democracia em perigo: as novas ameaças de Bolsonaro
Nas últimas semanas, o presidente da República voltou a colocar em risco a estabilidade democrática no Brasil. Jair Bolsonaro afirmou que não irá reconhecer as eleições do ano que vem, caso o voto impresso não seja aprovado. Diante das ameaças, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, reagiu e disse que não aceitará ataques à democracia. Sobre a possível adoção do voto impresso, Pacheco disse que essa questão será definida pelo Congresso, e não pelo Executivo e nem pela Justiça. Os arroubos de Bolsonaro tem uma outra explicação também: a crescente queda na popularidade. Em pesquisa divulgada pelo Datafolha, 54% dos entrevistados disseram concordar com a abertura do processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Outro dado indica que 63% dos brasileiros consideram o presidente incapaz de governar, além de uma rejeição de 59% da população. Já o presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz, foi alvo de críticas ao falar do "lado podre" das Forças Armadas por envolvimento em "falcatrua" no governo Jair Bolsonaro, principalmente na Saúde. Os comandantes e o ministro da Defesa acusaram Aziz de desrespeitar as Forças Armadas e generalizar "esquemas de corrupção" na CPI. No episódio de hoje a repórter do Estadão, em Brasília, Camila Turtelli nos traz os bastidores desse clima entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, após as declarações do presidente Jair Bolsonaro. E para entender o contexto das declarações de militares de alto escalão e explicar se existe a possibilidade de ruptura da democracia, conversamos com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Racha nas manifestações: a direita e a esquerda no “fora Bolsonaro”
A última manifestação contra o governo de Jair Bolsonaro foi marcada pela presença de diferentes partidos do espectro político, todos com o mesmo objetivo, o pedido de impeachment do presidente. Porém, manifestantes do PSDB foram agredidos por integrantes do PCO durante um ato na Avenida Paulista. O ocorrido, foi visto dentro da organização da manifestação como um fato negativo, que pode afastar participantes das próximas marchas e inibir a diversidade ideológica. Nos bastidores, há quem defenda que o PCO deveria ser expulso da organização das manifestações até os que defendem o diálogo para convencer a sigla a impedir violência de seus integrantes. Por causa desses conflitos, grupos que não pertencem ao espectro da esquerda decidiram promover seus próprios movimentos. O Movimento Brasil Livre (MBL) e o Movimento Vem Pra Rua, que lideraram as manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2015, decidiram organizar um ato em conjunto contra o presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o MBL, a manifestação a ser organizada por eles não deve contar com a adesão da esquerda, que tem promovido atos volumosos desde o início de maio. O protesto será realizado no dia 12 de setembro, a data foi divulgada em uma entrevista coletiva na Câmara dos Deputados. Na semana passada, lideranças de direita, centro e esquerda protocolaram um superpedido de impeachment de Bolsonaro. Foram apontados 23 crimes que teriam sido cometidos por Bolsonaro desde que assumiu a Presidência da República. O novo pedido é o de número 125 na gaveta de Lira, mas a maioria chegou à Casa ainda na gestão de Rodrigo Maia. No episódio do Estadão Notícias, para avaliar esse possível racha no movimento contra o presidente Jair Bolsonaro, vamos conversar com a cientista política e professora da FGV, Graziella Testa. Também vamos ouvir depoimentos enviados ao podcast do presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, do deputado federal do PT, Paulo Teixeira, do coordenador nacional do MBL, Renato Battista, e do deputado estadual Arthur do Val. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: Take Blip #2 - Contatos inteligentes na relação cliente-empresa
A Take Blip implementa o conceito de contato inteligente nos vários meios de contato que podem ser usados pelos clientes na relação com as empresas. Com a inteligência artificial e a análise de dados, o desenho da jornada é feito para encantar o consumidor, possibilitar o uso de automação ao lado de atendentes humanos e tornar a experiência suave e positiva, gerando ainda insights para os negócios. Saiba como no podcast, na conversa com Roberto Oliveira, CEO e co-fundador da Take Blip. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #175: #Start Eldorado: Brasil na expectativa do 5G
O apresentador Daniel Gonzales conversa sobre as expectativas para o leilão das frequências para o 5G no Brasil com Marcos Ferrari, presidente-executivo do Conexis Brasil Digital, entidade que reúne as operadoras que atuam aqui. O Start Eldorado também falar sobre as redes de quinta geração de arquitetura aberta, virtualização e cloudificação, na entrevista com Roberto Murakami, diretor de tecnologia da NEC Brasil. É a segunda parte de um especial sobre essa tecnologia revolucionária e estratégica, um dos pilares da recuperação econômica e porta de entrada para inúmeros serviços digitais. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sai Marco Aurélio, entra um “terrivelmente evangélico” no STF
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, vai se aposentar após 31 anos de atuação, no dia 12 de julho, ele completa 75 anos e chega na idade limite para permanecer em cargo público. O decano é dono de bordões jurídicos, com decisões polêmicas, e muitas vezes uma voz dissonante no plenário. Após informar que deixaria o cargo no dia 5 de julho, adiou decisão para diminuir o número de processos que ficarão em seu gabinete. Nomeado em 1990 pelo então presidente Fernando Collor de Mello, seu primo, iniciou a trajetória estimulando juízes de todas as partes do país a ousar contra a tradição de julgar burocraticamente e a “discordar”. Juiz à moda antiga, o ministro tem o hábito de levar a papelada dos processos para casa, e somente há pouco tempo passou a utilizar o plenário virtual, ferramenta tecnológica que permite a análise de casos a distância, numa plataforma online. Durante seu período no Supremo também esteve à frente do Tribunal Superior Eleitoral, onde foi um dos responsáveis pela implementação da urna eletrônica no Brasil. Com personalidade mais direta, dura, marcada por frases de efeito, frequentemente foi voto vencido no plenário. Em um levantamento feito pelo Anuário da Justiça, ligado ao site Consultor Jurídico, com base nas 514 decisões mais importantes tomadas pelo STF entre 2006 e 2015, Marco Aurélio foi voto vencido em 161, um terço delas. Com a saída de Marco Aurélio, o presidente Jair Bolsonaro terá a oportunidade de indicar o segundo nome para o Supremo desde que assumiu a Presidência. O primeiro escolhido foi o ministro Nunes Marques. O segundo nome será o do advogado-geral da União e ex-ministro da Justiça, André Mendonça. E no episódio do Estadão Notícias de hoje vamos conversar com o professor de Direito da FGV e coordenador do Supremo em Pauta, Rubens Glezer, para analisar a passagem de Marco Aurélio Mello pelo STF, e os possíveis substitutos do magistrado. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim e Júnior Moreira Bordalo Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Júnior Moreira Bordalo. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Correios: É preciso privatizar?
Uma das propostas de privatização que mais geram polêmica nos últimos anos é a dos Correios. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), quer acelerar a votação do projeto ainda no mês de julho. O secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, anunciou que o governo decidiu privatizar 100% do capital dos Correios. Para o leilão acontecer no primeiro trimestre de 2022, como planejado, o Congresso ainda precisa aprovar o projeto de lei. Um dos argumentos do governo para vender a empresa é de que hoje existe uma incerteza quanto à autossuficiência e capacidade de investimentos futuros por parte da estatal No entanto, entre 2013 e 2016, a estatal acumulou um prejuízo de quase 4 bilhões, fruto de problemas, como os rombos nos planos de previdência (o Postalis) e de saúde (o Postal Saúde) dos funcionários. Hoje, os Correios possuem mais de 6 mil agências próprias, além de cerca de 4 mil comunitárias, mil franqueadas e 127 permissionárias, sendo a única marca presente, sem exceção, em todos os municípios brasileiros. Com a potencial privatização, uma das principais dúvidas é de onde virá a garantia de que cidades afastadas ou menos rentáveis terão o mesmo serviço de hoje. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com o economista-chefe da Necton, André Perfeito, para analisar a possibilidade de privatização e como o mercado enxerga essa desestatização dos Correios. Para entender melhor como anda a tramitação deste projeto, vamos falar com a repórter de economia da Agência Estado, Amanda Pupo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O envolvimento de Jair Bolsonaro no esquema de ‘rachadinhas’
Esta semana, novos áudios foram divulgados por uma reportagem do Portal Uol, que mostram que o presidente da República estaria envolvido diretamente em esquemas de “rachadinha”, quando era deputado federal. Quem faz a denúncia é a ex-cunhada de Jair Bolsonaro, Andrea Siqueira Valle. Na gravação, Andrea afirma que o irmão André Siqueira Valle foi demitido do cargo de assessor de Jair Bolsonaro porque se recusou a repassar o valor definido pelo esquema. Dados obtidos via quebra de sigilo bancário e fiscal já apontavam indícios da prática de rachadinha no antigo gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara. A devolução indevida pode configurar crime de peculato. Esse delito ocorre quando servidor se apropria ilegalmente de verba pública. O presidente não é o primeiro da família Bolsonaro a ser acusado de comandar um esquema em que servidores alocados em seu gabinete são obrigados a depositar parte do salário para o deputado. O senador Flávio Bolsonaro é apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como chefe de uma organização criminosa que atuou em seu gabinete no período em que foi deputado da Assembleia Legislativa do Estado, entre 2003 e 2018. A estimativa é que tenham sido movimentados cerca de dois milhões e 300 mil reais no esquema. Outro filho do presidente, o vereador da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, também é investigado sob suspeita da mesma prática. Ao menos quatro funcionários do gabinete do filho 02 do presidente sacaram 87% de seus salários em dinheiro vivo. Juntos, eles retiraram um total de 570 mil reais. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com o professor de Direito Constitucional da PUC-São Paulo, Roberto Dias, para tentar entender o que pode acontecer para o presidente Jair Bolsonaro, se comprovada a denúncia de rachadinha. E para falar sobre o peso político de mais uma acusação contra o presidente, vamos falar com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Vacinação já começa a ter resultados efetivos no Brasil?
O ritmo da imunização contra a covid-19 no Brasil está estagnado, apenas 12% da população recebeu a segunda dose ou dose única do imunizante. Apesar disso, a vacinação já apresenta resultados de redução no número de internações e óbitos em diversos estados do país. Um estudo feito pela Universidade Federal de Pelotas em parceria com a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, aponta que a vacinação contra a covid-19 evitou a morte de mais de 43 mil idosos de 70 a 79 anos no Brasil. Nos hospitais, houve uma pequena melhora nas taxas de ocupação de leitos de UTI: queda de 0,2%, ao dia, nos números de novos casos entre 20 e 26 de junho, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz. O exemplo do Projeto S, que imunizou com a Coronavac toda a população adulta do município de Serrana, no interior paulista, mostrou grandes impactos na redução dos casos, internações e mortes para a covid. A vacinação fez os casos sintomáticos de covid-19 caírem 80%, as internações, 86%, e as mortes, em 95%, após a segunda dose do último grupo imunizado. Mesmo assim, a Coronavac se tornou algo de fake news de apoiadores e do próprio presidente Jair Bolsonaro, que atacou o imunizante em uma de suas lives semanais. Ao criticar a vacina, o presidente citou o exemplo do Chile, que apesar de liderar a vacinação na América Latina, com uso majoritário da Coronavac, vive um período de crescimento no número de casos e internações. No entanto, especialistas apontam que fatores como cobertura vacinal e outras medidas de controle da pandemia são cruciais para a avaliação dessas vacinas em cada um dos países. A explicação pode estar na flexibilização precoce das medidas de restrição, e no impacto de variantes mais transmissíveis. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Gustavo Cabral de Miranda, pesquisador do Departamento de Imunologia da USP, para falar sobre os impactos da vacinação e o atual cenário da imunização no País. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As mudanças no IR: justiça social ou pacote de maldades?
Um dos itens da Reforma Tributária, a chamada taxação de lucros e dividendos, tem gerado um clima bélico entre Paulo Guedes, empresários e o Congresso Nacional. A proposta do governo federal é aumentar a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física para pessoas que recebem até R$2,5 mil, por mês. Hoje, essa isenção é para quem ganha até R$ 1,9 mil mensais. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, com a mudança, 16 milhões de brasileiros serão isentos, o dobro do número atual. O projeto é apontado pela equipe econômica como a segunda fase da reforma tributária do governo, que tem por objetivo simplificar o sistema tributário brasileiro. A primeira fase já está no Congresso desde o ano passado, e prevê a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços, que vai unificar o PIS/Cofins. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), quer agilizar a votação das mudanças no Imposto de Renda. Mas, com a proposta de taxação de 20% sobre lucros e dividendos, o clima é de completa revolta entre os empresários que têm feito seguidos protestos contra a proposta. Agora, esse grupo se movimenta na Câmara e no Senado para barrar a proposta ou minimizar os danos. No episódio de hoje do Estadão Notícias vamos conversar com quem tem acompanhado esse clima tenso que se formou entre Paulo Guedes, empresários e Congresso, a repórter e colunista de economia do Estadão, Adriana Fernandes. E para analisar essa questão que pode beneficiar contribuintes de menor renda e prejudicar grandes investidores, vamos falar com a professora de Economia na UFMG, Débora Freire. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Júnior Moreira Bordalo. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ouça 2° ep. do especial 'A volta da escola': geração perdida?
Durante o primeiro semestre de 2021, o Estadão acompanhou a reabertura da Escola Estadual Eliza Rachel de Macedo de Souza, no extremo leste da capital, em meio à pandemia do novo coronavírus no País. O diretor Aldo Florentino Alves e os professores da escola lutam para manter a qualidade do ensino e aprendizado dos mais de 2 mil alunos. Mas só cerca de 10% deles acabaram voltando ao presencial. Neste segundo episódio, vamos mostrar a busca ativa pelos estudantes que sumiram e deixaram de fazer até as atividades online. E discutir as conseqüências da escola fechada para a geração de crianças e adolescentes de hoje. Em entrevista, o secretário de educação Rossieli Soares diz que pretende exigir presença obrigatória ainda em setembro para tentar reduzir o déficit. Acompanhamos ainda um drama na família da aluna Acsa Spinassi, de 17 anos, que está no último ano do ensino médio. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Renata CafardoProdução/Edição: Ana Paula NiederauerSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #174: #Start Eldorado: 5G ganha força no mundo; Brasil vive pré-leilão
O apresentador Daniel Gonzales conversa com Marcos Ferrari, presidente-executivo do Conexis Brasil Digital, entidade que reúne as operadoras que atuam aqui, sobre as expectativas para o leilão do 5G. Outro tema são as redes de quinta geração de arquitetura aberta, virtualização e cloudificação, na entrevista com Roberto Murakami, diretor de tecnologia da NEC Brasil. É a primeira parte de um especial sobre essa tecnologia revolucionária e estratégica, um dos pilares da recuperação econômica e porta de entrada para inúmeros serviços digitais. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: WhatsApp ganha inteligência no atendimento ao consumidor
Plataforma de mensagens oferece várias possibilidades para os negócios na comunicação com seus clientes. Saiba como a plataforma TakeBlip leva para este canal a inteligência artificial, os bots inteligentes e ainda integra atendentes humanos, oferecendo múltiplos meios de conexão, e como os dados podem ser captados e utilizados para melhorar ainda mais a experiência, na conversa com Guilherme Dallaqua, head de Alianças Estratégicas na Take Blip. A apresentação é de Daniel Gonzales. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Acompanhamos por 6 meses o abre e fecha das escolas; ouça 1º ep. do especial
A reabertura da escola, especialmente no Brasil, é um debate que começou quando se mandou as primeiras crianças para casa em março de 2020 e ainda não tem data para terminar. Para mostrar os desafios, medos e alegrias da tentativa de volta da educação no País, o Estadão acompanhou por um semestre uma escola estadual, no extremo leste da capital, em meio à pandemia da covid-19. A Escola Estadual Eliza Rachel de Macedo de Souza, no Lajeado, perto de Guaianases, é uma amostra real da gangorra que se tornou o processo de reabertura. E também das conseqüências devastadoras que a escola fechada vai trazer na aprendizagem de crianças e adolescentes no País. Em dois episódios especiais, acompanhamos a aluna Acsa Espinassi, o professor Andersson Bispo e o diretor da escola, Aldo Florentino Alves. Os três tentam em 2021, depois de um 2020 praticamente sem escola, voltar à normalidade. Mas o abre e fecha fragmentou o aprendizado e a relação diária entre alunos e professores. Muitos não voltaram para a escola, alguns sumiram e outros acreditam que o ensino online tornou-se uma solução viável. No episódio de hoje, vamos mostrar a persistência do diretor Aldo, que trabalha na escola há 17 anos, em acreditar na importância da educação presencial dos jovens. Acompanhamos a luta diária de Aldo para trazer de volta os alunos e para ajudar aqueles que seguem no ensino remoto. Também conhecemos o professor Andersson Bispo, conhecido como Gagau, que mesmo no período mais crítico da pandemia ficou na escola para, de lá, auxiliar os alunos no ensino online. Acompanhamos o drama da aluna Acsa, de 17 anos, que está no último ano do ensino médio. Ela reconhece que aprende menos em casa e retornou à escola este ano, quando acreditava que tudo voltaria ao normal. Mas a pandemia de covid-19 ainda não tinha acabado e afastaria novamente do ensino presencial. O próximo episódio é neste domingo e vamos mostrar a busca pelos alunos que sumiram e um drama na família da Acsa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Renata CafardoProdução/Edição: Ana Paula NiederauerSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O superpedido de impeachment e a corrupção na Saúde
Partidos políticos, parlamentares e entidades da sociedade civil protocolaram nesta quarta-feira (30), na Câmara dos Deputados, o chamado "superpedido" de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. O documento tem 46 signatários e unifica argumentos apresentados nos outros 123 pedidos de impeachment já apresentados à Câmara. A vacina, que poderia ser uma tábua de salvação do governo federal, se tornou a grande pedra no sapato do presidente Jair Bolsonaro. O motivo, agora, não é apenas o atraso na aquisição dos imunizantes, mas a suspeita de que houve tentativa de corrupção por parte de membros do Ministério da Saúde e políticos ligados ao líder do executivo. A primeira denúncia veio de um deputado apoiador do governo, Luís Cláudio Miranda (DEM-DF) e do seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda. De acordo com eles, houve um contato com o presidente Jair Bolsonaro para comunicar suspeita de fraude na ordem de pagamento da vacina indiana Covaxin, negociada pela empresa Precisa. Como resposta, ouviram que o caso seria enviado à Polícia Federal, o que não ocorreu. Agora, o governo enfrenta mais uma denúncia em que o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, cobrou propina para negociar a compra do imunizante da AstraZeneca. Após a revelação, o ministro Marcelo Queiroga exonerou o funcionário, que havia sido indicado pelo líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR). Enquanto isso, uma comissão especial na Câmara dos Deputados deu parecer favorável à proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece o voto impresso nas eleições. Pelo menos 11 partidos políticos e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são contrários à adoção do voto impresso, defendido por Bolsonaro. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os repórteres que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Júnior Moreira Bordalo. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os significados da volta de Trump ao cenário político
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizou no último fim de semana seu primeiro grande evento público de campanha desde que deixou a Casa Branca após a vitória de Joe Biden, confirmada em 14 de dezembro de 2020. Para uma plateia de republicanos mais extremistas, o empresário reforçou que a luta será em derrotar republicanos no Congresso que se voltaram contra ele no final do seu mandato. Banido das redes sociais após divulgar notícias falsas sobre a eleição e por incitar o ato que culminou na invasão do Capitólio em janeiro deste ano, o retorno de Trump ao palanque foi visto como uma forma de se manter em evidência. Durante seu discurso de 90 minutos, o político voltou a afirmar que a "esquerda radical" pode acabar com o país, atacou a imprensa, os democratas, os imigrantes, defendeu os policiais e repetiu que a eleição, em que perdeu para Biden, foi fraudada. Parte dos apoiadores presentes no comício se negaram a responder se foram vacinados ou não contra a covid-19 e ainda alegaram que o questionamento feria seus próprios direitos civis, já que há a sigla HIPAA no País, referente à lei de proteção ao sigilo de informações de saúde. Inclusive, em seu discurso, Trump não fez menção reforçando a importância de se imunizar contra a doença. No episódio de hoje, conversamos com a correspondente do Estadão nos Estados Unidos, Beatriz Bulla, que esteve no ato político do ex-presidente e entrevistou alguns dos presentes. Além disso, para entender o que essa volta do Trump pode significar para a política norte-americana daqui para a frente, falamos com o professor do Instituto de Relações Internacionais da USP Felipe Loureiro. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Júnior Moreira Bordalo. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: Caminhos da Energia – episódio 1
Cidades inteligentes, smart grids, novas matrizes de energia renovável, crise energética, mudanças climáticas. Que ganhos os novos investimentos em energia vão trazer ao País e aos consumidores? O que tudo isso tem a ver com a conta que você paga no fim do mês? A entrada de novos agentes no setor pode melhorar a infraestrutura nacional. Neste especial, realizado pelo Estadão Blue Studio, entrevistas com especialistas sobre o cenário atual e o futuro da energia no País explicam sobre as novas bases do setor energético. Entre os entrevistados, a CEO e fundadora da plataforma digital Bright Cities, Raquel Cardamone, explica sobre smart cities, como iluminar melhor as cidades. Nelson Kagan, professor da Escola Politécnica da USP, diz que a adoção das chamadas redes inteligentes de energia (smart grids) é fruto de uma visão baseada na da convergência tecnológica. No transporte, a grande contribuição que as novas tecnologias estão trazendo para a transformação das cidades em ambientes mais inteligentes e sustentáveis é na eletrificação de parte da frota. Para , Cristina Albuquerque, gerente de Mobilidade do World Resources Institute (WRI) no Brasil, o investimento de um veículo elétrico é maior no início, mas a falta de postes e de pontos para recarga está sendo solucionado. Mas o custo de operação e manutenção é mais baixo do que o a diesel, por exemplo, combustível usados em ônibus da cidade de São Paulo. O presidente da consultoria PSR, Luiz Barroso, diz que a forma como o mundo se relaciona com a energia está mudando desde que se iniciou a busca por uma matriz elétrica de menor intensidade e de uma utilização dessa matriz mais “limpa” como vetor para eletrificar o restante da economia. Sergio Leitão, diretor executivo do Instituto Escolhas, concordou que o Brasil é o país das energias renováveis, mas criticou o atual planejamento estratégico da EPE, que se estende até 2030. No contexto dessa transição do setor elétrico para uma base mais limpa, Fabio Zanfelice, presidente da Votorantim Energia, defende que o contexto regulatório favoreça a utilização de recursos já existes para diminuir o preço ao consumidor.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Prevaricou? O clamor pelo impeachment de Bolsonaro
Após a revelação de que há suspeitas de superfaturamento na compra do imunizante, uma onda de pedidos de impeachment contra Jair Bolsonaro inundou as redes sociais nos últimos dias. Além de políticos, e cidadãos comuns, artistas passaram a se posicionar publicamente pela saída do presidente. No âmbito político, o depoimento do deputado Luis Miranda à CPI da Covid sobre a atuação do presidente Jair Bolsonaro ao ser alertado de supostas irregularidades na compra da Covaxin deu um novo impulso ao ‘superpedido’ de impeachment articulado por partidos da oposição. O documento deve ser apresentado amanhã, unificará todos os 121 pedidos anteriores, e inclui pelo menos 21 possíveis crimes de responsabilidade. De acordo com o depoimento de Miranda, ao ser informado sobre o caso, o presidente Bolsonaro disse que pediria investigação da Polícia Federal, porém nenhum registro de inquérito foi aberto. No relato da CPI, Luís Miranda também falou que Bolsonaro ligou o líder do governo, deputado Ricardo Barros, às supostas irregularidades nas negociações para a compra da vacina indiana. Segundo opositores de Bolsonaro, essa postura enquadraria o presidente em suposto crime de prevaricação. Nesta segunda-feira, 28, senadores enviaram uma notícia-crime ao Supremo Tribunal Federal pedindo a abertura de inquérito para investigar se o presidente prevaricou. No episódio de hoje, conversamos com o professor de Direito da FAAP, Luiz Fernando Amaral, para entender se há base jurídica para esse pedido, e se o presidente prevaricou no caso da Covaxin. E para discutir o aspecto político, falamos com o professor de comunicação política do Mackenzie, Roberto Gondo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Junior Moreira Bordalo. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O dólar baixou: o que isso muda nas nossas vidas?
Semana passada foi a primeira vez em um ano que o dólar fechou abaixo dos cinco reais. Notícia que foi comemorada por investidores e por quem acompanha o sobe e desce da moeda americana, seja para investir ou para que produtos e serviços fiquem mais baratos. Com este resultado, a queda acumulada no ano já é de mais de 4%. São duas as principais razões para a queda, um motivo externo e outro interno do país. A moeda americana caiu aqui e no exterior depois que o Federal Reserve, que é o banco central americano, destacou que a alta na inflação do país é transitória, e com isso acalmou investidores. Já no Brasil, a baixa foi influenciada pela indicação do Banco Central sobre a inflação, que veio acompanhada da sinalização de mais altas da Selic. O encontro do Comitê ocorreu na semana passada, quando a taxa básica de juros foi elevada de 3,5% para 4,25% ao ano, o maior patamar em um ano e meio. Os especialistas estão divididos entre o otimismo e o conservadorismo, mas é quase unânime que o cenário doméstico, ou seja, dentro do País, será mais decisivo que o externo para o preço, especialmente a questão fiscal. No episódio de hoje, vamos conversar com a economista do Insper, Juliana Inhasz, para entender melhor como a queda do dólar impacta diretamente em nossas vidas, e o que podemos esperar daqui pra frente. E para falar sobre como a moeda americana influencia nas aplicações e investimentos dos brasileiros, vamos falar com o economista do BTG Pactual, Álvaro Frasson, especialista em estratégia de investimentos. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Larissa Burchard. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado – ESG na prática
O ESG é o assunto do momento, que veio para ficar. Mas, para realmente introduzir esse conceito dentro das empresas ou adaptar modelos de negócio, o caminho nem sempre é tão claro. Por onde começar? Como estruturar os processos e as operações? Como mensurar resultados? Onara Lima, diretora de sustentabilidade da Ambipar, responde a essas perguntas e muito mais neste podcast. A apresentação é de Bárbara Guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia n#173: #Start Eldorado: A transformação digital no setor financeiro - parte 3
Tradicionalmente, os bancos sempre estiveram à frente na virada digital. Agora, tanto as grandes ou pequenas, tradicionais ou novas instituições, se preparam para um cenário ainda mais disruptivo com o lançamento de serviços atrelados ao Pix e ao novo modelo de open banking no panorama brasileiro. Nestes e em novos serviços que ainda surgirão, diversas tecnologias compõem a grande base que fundamenta novas experiências para o consumidor, diferentes soluções, mais concorrência e os novos modelos de negócios, garantindo o futuro das próprias instituições. Acompanhe a segunda parte da conversa sobre o tema com executivos do Bradesco, XP, NEC e Deloitte no Start Eldorado, que vai ao ar na Rádio Eldorado (FM 107,3), toda quarta-feira, às 21h, com Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Caso Covaxin tem potencial para “explodir” a República?
Nos últimos dias, o relato do parlamentar Luis Miranda (DEM-DF), e de e seu irmão Luís Ricardo Fernandes Miranda, que é servidor do Ministério da Saúde, atearam fogo no debate sobre irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin. Segundo documentos do Ministério das Relações Exteriores, o governo comprou o imunizante por um preço 1.000% maior do que era anunciado pela própria fabricante seis meses antes. O deputado ainda garante que avisou à presidência da República sobre o caso. A vacina produzida pela Bharat Biotech tinha o preço estimado em US$ 1,34 a dose. Em fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde pagou US$ 15 por unidade, a mais cara das seis vacinas compradas até agora. O acordo da Covaxin previa o fornecimento de 6 milhões de unidades já em março, mas condicionava a um aval da Anvisa, que só foi dado no dia 4 deste mês. Segundo o deputado Luis Miranda, a denúncia foi apresentada para Bolsonaro com provas e relata ter ouvido uma promessa de que a Polícia Federal iria investigar o caso. Em depoimento ao Ministério Público Federal seu irmão, Luís Ricardo afirmou ter recebido "pressões anormais" para a aquisição da Covaxin, o que não ocorreu em relação a outras vacinas. O Ministério Público Federal, que investiga suspeitas envolvendo a compra do imunizante, afirmou ver indícios de crime e “interesses divorciados do interesse público” na contratação. Um dos investigados é Francisco Emerson Maximiano, proprietário de empresas do ramo farmacêutico, uma delas é a Precisa, que em janeiro deste ano havia se tornado a única representante no País da Bharat Biotech, fabricante indiana da Covaxin. No episódio de hoje, quem nos explica toda essa história que envolve o imunizante da Covaxin e a suspeita de irregularidades é a repórter do Estadão, em Brasília, Camila Turtelli. Também vamos falar sobre o potencial explosivo que essa denúncia tem para o governo com o cientista político e diretor-executivo da Transparência Brasil, Manoel Galdino. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim e Larissa Burchard Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Larissa Burchard. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A queda de Salles, o ministro que tentou ‘passar a boiada’
Mais um ministro da ala ideológica do governo Bolsonaro caiu. Agora foi a vez de Ricardo Salles, que pediu demissão após dois anos e meio no cargo de ministro do Meio Ambiente. O ex-titular da pasta não resistiu ao desgaste provocado pelas suspeitas de envolvimento num esquema ilegal de retirada e venda de madeira - ele é alvo de duas investigações no STF. Salles será substituído pelo atual Secretário da Amazônia e Serviços Ambientais, Joaquim Álvaro Pereira Leite. As mudanças foram publicadas ontem, quarta-feira, 23, no Diário Oficial da União. Salles está sendo investigado pela Operação Akuanduba, conduzida pela Polícia Federal, onde são apurados crimes contra a administração pública, especialmente, facilitação de contrabando praticado por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro. E também pela Operação Handroanthus, que investiga a prática de dificultar a fiscalização ambiental em favor da extração ilegal de madeira. A operação, que ocorria nas Justiças do Pará do Amazonas, foi suspensa em junho a pedido da PF para decidir se as investigações vão continuar em primeira instância ou passarão para o STF. Salles foi alvo de mandados de busca e apreensão e teve seus sigilos bancários e fiscais quebrados. A situação piorou com a substituição de mais um delegado da Polícia Federal que participava das investigações a seu respeito. Mesmo com todas essas acusações, o presidente Jair Bolsonaro continuava defendendo seu aliado, inclusive com elogios públicos. Desde que assumiu a pasta, Salles sempre esteve no meio de polêmicas. Em 2019, o ministro afirmou que a solução para a extração ilegal na Amazônia seria “monetizá-la”. Durante as queimadas no Pantanal, em 2020, Salles sugeriu que um aumento na criação de gado poderia combater o fogo. Ainda no ano passado, em reunião ministerial de Bolsonaro, Salles recomendou ao presidente que aproveitasse o enfoque da imprensa na pandemia para “passar a boiada”, flexibilizando leis ambientais e de proteção à natureza. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos analisar a gestão Salles com Ricardo Galvão, ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe. “Ele será lembrado como o anti-ministro de Meio Ambiente”, avalia o físico e engenheiro, que foi exonerado do cargo ao defender os dados produzidos pelo Inpe sobre o desmatamento. Bolsonaro disse que eram mentirosos e ainda acusou Galvão de estar “a serviço de alguma ONG”. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Larissa Burchard. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro na mira de Haia: presidente pode ser preso?
Após quase dois meses de CPI da Covid no Senado, algumas manifestações de senadores mostram uma tendência que começa a ser especulada na comissão, a de denunciar o presidente Jair Bolsonaro ao Tribunal Internacional de Haia. Em nota pública divulgada por dez senadores da CPI, o termo genocídio foi utilizado ao se referir aos 500 mil mortos pela doença no país. Se a denúncia for feita, esse será o segundo processo contra o líder do Executivo na corte internacional que tem a missão de investigar e julgar acusados de genocídio, crimes de guerra e contra a humanidade. Senadores relataram que a imunidade de rebanho defendida por Bolsonaro pode ser caracterizada como crime contra a vida, explicou o relator da CPI da Covid, Renan Calheiros, em entrevista à Rádio Eldorado. Membros da cúpula da Ordem dos Advogados do Brasil vão ajudar a comissão a tipificar os crimes em um relatório final de investigação. Contra Bolsonaro, já tramita na Corte um procedimento denominado “análise preliminar da jurisdição”, em resposta a processo iniciado antes da pandemia, em 2019, quando o Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos e a Comissão Arns denunciaram o presidente no tribunal de Haia por destruir o meio ambiente e atacar povos indígenas. A CPI da Covid poderá encaminhar ao Tribunal provas de que Bolsonaro é diretamente responsável por centenas de milhares de mortes que poderiam ter sido evitadas na pandemia. Caberá ao Tribunal de Haia analisar se decisões absolutamente contrárias à saúde pública e à ciência, que mataram em massa no Brasil, caracteriza crime contra a humanidade. No Estadão Notícias de hoje vamos entender o funcionamento do Tribunal Penal Internacional e quais são os cenários para uma possível denúncia do presidente Bolsonaro à corte. Para isso, conversamos com Maristela Basso, professora de Direito Internacional da USP. Também vamos discutir a sequência da CPI da Covid e seu potencial de incriminar Bolsonaro com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moares. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Larissa Burchard. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Distritão, voto impresso, candidatura avulsa… Nova reforma vai pegar?
A cada novo ciclo eleitoral, entra na pauta do Legislativo a necessidade de uma profunda reforma política, como se ela, por si só, resolvesse todos os nossos problemas de representatividade. Neste ano não é diferente: a Câmara dos Deputados tenta emplacar um pacote de mudanças. Entre elas, o chamado voto distrital, ou distritão, que é diferente do nosso modelo atual, que leva em conta a proporcionalidade que um candidato ou partido recebeu de votos. No formato da votação existente hoje, a distribuição de vagas nos Legislativos federais, estaduais e municipais é feita proporcionalmente à soma total dos votos recebida por cada partido. Entram nessa conta os votos dos eleitos, dos derrotados e os da legenda. Já no distrital, são eleitos os candidatos mais votados em cada estado ou município. Não existe voto na legenda. Se um estado tiver 50 cadeiras, os 50 mais votados serão eleitos. Essa mudança de sistema já foi derrotada duas vezes na Câmara dos Deputados, mas voltou a ser discutida após pressão de políticos que temem não se eleger no atual sistema, em 2022. Um dos entusiastas da ideia é o presidente da Câmara, Arthur Lira, mas que tem sofrido pressão de dirigentes partidários que são contra a mudança, pois as legendas perderiam força neste sistema. Para valer em 2022, o novo modelo tem que ser aprovado e promulgado até o início de outubro pelo Congresso, com o apoio de pelo menos 60% dos deputados federais e senadores. No episódio de hoje, para entender a discussão que está na Câmara dos Deputados, vamos conversar com a repórter do Estadão, Adriana Ferraz. E para analisar se o voto distrital, e as mudanças propostas pelos parlamentares são boas para a democracia brasileira vamos falar com o cientista político e pesquisador do laboratório de Política e Governo da Unesp de Araraquara, Bruno Silva. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer e Jefferson Perleberg Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O inferno astral de Bolsonaro
O cenário atual para o presidente Jair Bolsonaro não é um dos melhores. Denúncias de possíveis crimes contra a humanidade, perda de apoio internacional com a saída de Trump e Netanyahu, CPI da Covid, pesquisas mostrando derrota para Lula em segundo turno, são algumas das razões que podem levar Bolsonaro a temer. E não se reeleger em 2022 significa o fim de sua imunidade parlamentar. Em maio de 2020, o agora ex-primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, avisou a Bolsonaro do risco real de ser investigado pelo Tribunal Penal Internacional, com sede em Haia. As denúncias são de possíveis crimes contra a humanidade. Outro acontecimento notado é a perda de apoio do presidente pelo mundo. Donald Trump e o ex-premiê israelense, os dois principais parceiros externos do governo de Jair Bolsonaro, já não ocupam mais cargos de liderança por seus países. Já no próprio País, a rejeição ao governo Bolsonaro alcançou 45%, segundo última pesquisa divulgada pelo Datafolha. Enquanto a aprovação ficou em 25%, a menor até então. A pesquisa também mostrou dificuldade para a reeleição, segundo o instituto, 54% não votariam nele de jeito nenhum. Avanços na CPI, com investigação de membros do governo e aliados também prejudicam a presidência. O STF aprovou a quebra do sigilo telefônico e telemático de Eduardo Pazuello e Ernesto Araújo, ex-ministros da Saúde e Relações Exteriores. Todos os citados passarão a ser investigados na CPI. Para tentar reverter o possível colapso de uma derrota eleitoral, Bolsonaro intensificou as viagens pelo Brasil para a inaugurações e, principalmente, reinaugurações de obras do governo federal. Porém, mesmo entre apoiadores, o presidente ouve críticas. No episódio de hoje, vamos conversar com o cientista político Leandro Consentino, para tentar entender como se dá essa queda de apoio de Jair Bolsonaro, e a sua tentativa desesperada de recuperar parte do seu eleitorado. E para entender quais as consequências deste isolamento internacional do presidente, vamos conversar com Roberto Uebel, Doutor em Estudos Estratégicos Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim e Patrick Freitas Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Patrick Freitas. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #172: #Start Eldorado: A transformação digital do setor financeiro - parte 2
Tradicionalmente, os bancos sempre estiveram à frente na virada digital. Agora, tanto as grandes ou pequenas, tradicionais ou novas instituições, se preparam para um cenário ainda mais disruptivo com o lançamento de serviços atrelados ao Pix e ao novo modelo de open banking no panorama brasileiro. Nestes e em novos serviços que ainda surgirão, diversas tecnologias compõem a grande base que fundamenta novas experiências para o consumidor, diferentes soluções, mais concorrência e os novos modelos de negócios, garantindo o futuro das próprias instituições. Acompanhe a segunda parte da conversa sobre o tema com executivos do Bradesco, XP, NEC e Deloitte no Start Eldorado, que vai ao ar na Rádio Eldorado (FM 107,3), toda quarta-feira, às 21h, com Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O esfriamento da CPI, as novas manifestações e o ‘serial killer do DF’
O Brasil deve ter mais um final de semana de dor de cabeça para Jair Bolsonaro. A oposição organiza outra manifestação, neste sábado (19), contra a gestão do governo federal na pandemia. O ato deve novamente pedir o impeachment do presidente, o retorno do auxílio emergencial enquanto durar a pandemia e a vacinação em massa contra o coronavírus. Os protestos do sábado, 29 de maio, ocorreram de forma pacífica, com exceção de Recife (PE), onde a repressão praticada pela Polícia Militar resultou em duas pessoas com ferimentos graves nos olhos. Na CPI da Covid, cada vez mais sem apelo popular, aconteceu o depoimento mais curto desde que os senadores começaram a ouvir os convocados. Sob o argumento de que a audiência estava descambando para ofensas, o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, resolveu parar de falar, e foi embora. Antes, trocou ofensas com o filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ). No tabuleiro político para 2022, uma das peças resolveu abandonar a partida. O apresentador Luciano Huck declinou da possibilidade de se candidatar à presidência da República, e anunciou que vai assumir os domingos da Rede Globo no lugar de Fausto Silva. Agora, os partidos do chamado “centro democrático” vão ter que focar em outros nomes como opção para a polarização entre Lula e Jair Bolsonaro. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os repórteres que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Estão no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. E ainda contamos com a participação extraordinária do repórter Lauriberto Pompeu, que vai falar sobre a caça ao “serial killer do DF”. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Patrick Freitas. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Huck fora, centro esvaziado e polarização em alta
Luciano Huck declinou mais uma vez da possibilidade de ser candidato à presidência em 2022. O apresentador confirmou que vai assumir os domingos da rede Globo, substituindo Fausto Silva. Sem Huck na possível terceira via, como alternativa à polarização entre Lula e Bolsonaro, outros pré-candidatos devem assumir o posto representando partidos de centro-direita e centro-esquerda. Diferentemente do que foi observado em 2018, é provável que sem Luciano Huck não veremos a ascensão dos outsiders na política em 2022. O cenário das eleições municipais em 2020 mostrou uma tendência de queda dos antipolíticos, e a volta dos partidos tradicionais ao poder. Legendas do centrão, como PSD, PP, PL e Republicanos, elegeram 34% dos prefeitos do País. Partidos como DEM, PSDB e MDB, ganharam musculatura e obtiveram o governo de metade das capitais estaduais. Com isso, políticos experientes começam a se preparar para as eleições com as mesmas ferramentas utilizadas pela chamada “velha política”. No caso do presidente Jair Bolsonaro, há uma busca por um partido que lhe dê a estrutura necessária para uma campanha nacional no ano que vem. O presidente “namorou” com mais de oito partidos, entre eles, Progressistas, PTB, PL, PRTB, Republicanos, mas deve terminar no Patriotas. Já a esquerda, tem hoje Lula como seu principal candidato e tenta concentrar suas forças em partidos com maior alcance nacional. A tentativa de lançar uma pré-aliança entre partidos também já está sendo articulada. Nesta semana, um almoço foi organizado para os presidentes do PDT, PSDB, DEM, SD, Podemos, Cidadania, PV, Novo e PSL. Dificilmente esse colegiado vai fechar um bloco com apenas um nome na disputa, mas buscam ao menos debater em torno de um programa de ação comum. Um dos nomes mais fortes do chamado “centro democrático” é o do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. No episódio de hoje, o parlamentar, que acabou de ser expulso do DEM, conversa conosco sobre a construção dessa “terceira via”. Também vamos falar com a colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Eliane Cantanhêde, que analisa todos esses cenários para 2022. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Patrick Freitas. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

‘Rinha das Vacinas’: Brasil tira máscara até o fim do ano?
Após o governador de São Paulo, João Doria, anunciar a antecipação do cronograma de vacinação no Estado, iniciou nas redes sociais uma certa “competição” entre governadores e prefeitos para ver quem vacina primeiro sua população contra a covid-19. Eduardo Paes, Flávio Dino, Ronaldo Caiado e Helder Barbalho foram alguns dos políticos que entraram na brincadeira. Porém é preocupante a disparidade em alguns Estados e municípios quando se trata do número de doses do imunizante aplicadas. Nessa “corrida do bem”, 14 Estados anunciaram que pretendem vacinar todos os adultos com a primeira dose até o final de outubro. Pelos números do Ministério da Saúde, até terça-feira, 15, mais de 56 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina, o que representa 27% da população brasileira. Desses imunizados, cerca de 24 milhões receberam a segunda dose. Um total de 12% da população. Por enquanto, quem lidera esse ranking é o Mato Grosso do Sul, com 36% da sua população vacinada com a primeira dose. Na sequência estão: Rio Grande do Sul, com 33%, e Espírito Santo com 31%. Entre os Estados que entraram na disputa pelas redes sociais, São Paulo está na frente com 30% de imunizados, seguido por Goiás, com 25%, Maranhão, com 24% e o Rio de Janeiro com 22%. A distribuição dessas vacinas depende do Plano Nacional de Imunização. Todas as doses importadas, ou produzidas no Brasil devem ser destinadas ao Ministério da Saúde, que faz um cálculo proporcional à população de cada Estado, e envia a quantidade disponível no momento, de acordo com essa conta. Dentro dos Estados, essa distribuição para os municípios é realizada pelos governadores. Por isso, o cronograma pode sempre sofrer alteração, pois vai depender dos laboratórios entregarem os imunizantes no prazo em que foram acordados. Além de terminar a imunização, a antecipação deste processo impacta na economia e na vida das pessoas, para saber quando poderemos retirar a máscara e retornar à normalidade, vamos conversar no episódio de hoje com o médico sanitarista e ex-presidente da Anvisa, Gonzalo Vecina Neto. E para compreender os ganhos políticos da vacinação para governadores e prefeitos, vamos conversar com o editor da “Coluna do Estadão” e colunista da Rádio Eldorado, Alberto Bombig. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Patrick Freitas. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Atos antidemocráticos: o que vai sair desse inquérito?
Nas últimas semanas, algumas pessoas próximas ao presidente Jair Bolsonaro passaram a ser investigadas mais de perto pelo Supremo Tribunal Federal, através do inquérito que promete responsabilizar quem promove ataques antidemocráticos. Há oito meses sendo elaborado, o processo tem relatoria do ministro Alexandre de Moraes e possui mais de 1.300 páginas. A coleta de informação mais recente feita pela Polícia Federal foi com o ex-secretário de Comunicação Fábio Wajngarten, o blogueiro Allan dos Santos e o empresário Otávio Fakhoury. Uma troca de mensagens mostrou um grupo apoiador do presidente discutindo com Wajngarten a criação de um departamento de “comunicação estratégica e contrainformação” para assessorar Bolsonaro. Informações também apontam que o deputado federal Eduardo Bolsonaro e Fábio Wajngarten participaram de uma articulação com empresários que buscava criar uma rádio FM, de viés conservador, destinada a ser uma “arma para a guerra política”. O ministro Alexandre de Moraes chegou a autorizar a quebra dos sigilos bancários de 10 deputados federais ligados ao presidente, entre eles, Daniel Silveira, preso desde fevereiro ao ameaçar os ministros do STF em um vídeo divulgado nas redes sociais. Até agora, a PF identificou que 12 perfis bolsonaristas no YouTube receberam mais de 4 milhões de reais entre 2018 e 2020 via monetização de vídeos publicados em apoio ao presidente, muitos deles com ataques às instituições do país. Também já foram cumpridos mais de 21 mandados de busca e apreensão contra parlamentares, blogueiros e empresários. Algumas prisões foram feitas durante as investigações, como a da militante Sara Winter, e do blogueiro de direita Oswaldo Eustáquio. Auxiliares diretos do presidente Jair Bolsonaro também são alvos da apuração. Entre eles, dois filhos do presidente: o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). A investigação foi instaurada a pedido da própria Procuradoria-Geral da República para identificar os organizadores e financiadores de manifestações realizadas em abril do ano passado que pediam o fechamento do Congresso e do STF, além do retorno da ditadura militar. No entanto, a PGR agora pediu ao Supremo o arquivamento do caso perante o STF. No episódio de hoje vamos conversar com a repórter do Estadão, Rayssa Mota, para entender o andamento e o futuro dessas investigações. E para refletir sobre as possíveis implicações que esse inquérito pode ter para o presidente Jair Bolsonaro, vamos falar com o cientista político da FGV, Eduardo Grin. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer e Jefferson Perleberg. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Como será o embate entre direita e esquerda em 22?
A vitória no Peru do candidato da esquerda Pedro Castillo, um professor rural, que superou a candidata da direita Keiko Fujimori, confirmou uma tendência no continente sul-americano pela escolha de nomes mais progressistas. O país segue o ritmo da Bolívia que elegeu no ano passado Luis Arce, do Movimento ao Socialismo, e da Argentina, com o candidato da esquerda, Alberto Fernández. Especialistas apontam que essa nova guinada à esquerda no continente pode influenciar também na eleição brasileira do ano que vem. A mudança nesses países abalou a onda conservadora e o eixo ideológico desse grupo, liderado por Brasil, Chile e Colômbia. No Chile, a assembleia que redigirá a nova Constituição do país, a partir do mês que vem, será marcada pela diversidade e pela pouca influência dos partidos tradicionais e das grandes coalizões. A direita ligada ao presidente Sebastián Piñera sofreu uma forte derrota e, apesar da coligação com o Partido Republicano, de extrema direita, não conseguiu eleger nem um terço do plenário. Já na Colômbia, um projeto de reforma tributária deu início a uma onda de protestos que já dura mais de um mês. O que começou com uma revolta contra a proposta de aumento de impostos para a classe média, se transformou em um levante popular contra o presidente de direita Iván Duque, com manifestações diárias e confrontos violentos entre civis e policiais. No Brasil, pelo menos 170 cidades brasileiras participaram de mobilizações que levaram milhares às ruas no dia 29 de maio, reivindicando a vacinação em massa da população, o retorno do auxílio emergencial de R$ 600,00 e pedindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Também está em curso uma CPI que busca reunir provas de possível irresponsabilidade do governo federal na gestão da pandemia. E segundo a última pesquisa do Datafolha, o cenário eleitoral para 2022 mostra o ex-presidente Lula (PT) com 41% das intenções de voto, enquanto o atual presidente aparece com 23%. Então, mesmo em países onde a direita governa, o pêndulo da alternância de poder está mudando novamente. Para analisar o cenário das últimas eleições em países vizinhos, conversamos com o professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Roberto Goulart Menezes. E para tentar entender como será o embate entre direita e esquerda na eleição presidencial do Brasil, em 2022, falamos com o cientista político da FGV, Claudio Couto. O episódio tem também a participação dos deputados federais Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e Marcelo Brum (PSL-RS), que opinam e fazem projeções sobre as eleições do ano que vem. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Taísa Medeiros Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado - Mais "fôlego” e esperança para quem tem HAP
A Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) é uma doença rara e grave que acomete cerca de cinco mil brasileiros, principalmente mulheres a partir dos 30 anos. Ampliar as opções de tratamento disponíveis no SUS é um passo importante para possibilitar mais qualidade de vida para quem tem HAP. Quem fala sobre o assunto é Paula Menezes, presidente da Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas (Abraf), e Doutor Frederico Thadeu Assis Figueiredo Campos, Pneumologista. A apresentação é de Barbara Guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #171: #Start Eldorado: A transformação do setor financeiro - o que vem depois do Pix?
Tradicionalmente, os bancos sempre estiveram à frente na virada digital. Agora, tanto as grandes ou pequenas, tradicionais ou novas instituições, se preparam para um cenário ainda mais disruptivo com o lançamento de serviços atrelados ao Pix e ao novo modelo de open banking no panorama brasileiro. Nestes e em novos serviços que ainda surgirão, diversas tecnologias compõem a grande base que fundamenta novas experiências para o consumidor, diferentes soluções, mais concorrência e os novos modelos de negócios, garantindo o futuro das próprias instituições. Acompanhe a primeira parte da conversa sobre o tema com executivos do Bradesco, XP, NEC e Deloitte no Start Eldorado, que vai ao ar na Rádio Eldorado (FM 107,3), toda quarta-feira, às 21h, com Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A volta do voto impresso e o destino da CPI
A eleição de 2022 pode fazer com que os brasileiros mais nostálgicos revivam uma experiência que foi extinta após 1995: o voto impresso. A comissão que analisa o tema na Câmara dos Deputados, já tem maioria para aprovar a PEC da deputada Bia Kicis(PSL-DF), que introduz a impressão do voto na urna eletrônica, com o argumento de tornar o pleito mais seguro. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, afirmou que a medida representa um “retrocesso”. Na linha da fiscalização, o Tribunal de Contas da União (TCU), afastou o auditor Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques, responsável pela elaboração de um relatório falso que questiona o número de mortes por Covid no Brasil. O documento foi usado pelo presidente Jair Bolsonaro para acusar governadores de inflarem o número de falecimentos para conseguirem mais recursos do governo federal. Ainda sobre a pandemia, a CPI da Covid voltou a ouvir o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. O titular da pasta mudou sua versão sobre a demissão da infectologista Luana Araújo, que é contrária ao tratamento precoce com cloroquina. No primeiro depoimento, o médico afirmou que o nome não havia sido aprovado pelo governo, agora diz que a decisão foi dele. Quem também esteve na comissão foi o braço direito de Eduardo Pazzuelo no Ministério da Saúde, Élcio Franco, que tentou justificar a demora em contratar as vacinas oferecidas pela Pfizer. Aliás, Pazuello, e o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, terão seus sigilos quebrados pela CPI. Para analisar essa participação, no episódio de hoje, vamos conversar com os repórteres do Estadão, Adriana Ferraz, de São Paulo, e André Shalders, direto de Brasília. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Taísa Medeiros Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Só Pfizer interessa? Entenda o fenômeno do ‘sommelier de vacina’
Quando o assunto é escolher um bom vinho a busca por um sommelier, especialista da área, pode auxiliar na hora da compra. Mas quando se trata de um imunizante contra a covid-19, a escolha deve ser: a vacina que está disponível na UBS. Em algumas cidades como São Paulo, Porto Alegre e Balneário Camboriú, há relatos de muitas pessoas querendo optar por algum imunizante específico, são os chamados ‘sommelier de vacina’. No país já são três vacinas disponíveis aos brasileiros, a Coronavac, a vacina de Oxford/AstraZeneca e a da Pfizer. Também está prevista para as próximas semanas um lote do imunizante da Janssen, que é de dose única. A chegada da vacina da Pfizer ao País, no fim de abril, fez com que parte dos brasileiros aptos a se vacinar tenham recusado outros imunizantes disponíveis nas unidades de saúde, como a vacina de Oxford e a Coronavac. Um dos principais argumentos é a eficácia maior dessa vacina e o fato dela ser aceita em caso de viagens para os Estados Unidos e Europa. Outro motivo apontado é o relato de reações adversas, principalmente, com a vacina da Oxford/AstraZeneca. Porém é importante lembrar que essas reações já foram tidas como normais, e que elas acontecem com outras vacinas também, como a da gripe, por exemplo. Além disso, nas redes sociais e em grupos de aplicativos de mensagens, diversas fake news sobre vacinas são diariamente compartilhadas, o que gera desinformação e desconfiança para os imunizantes. Entretanto, todas as vacinas que estão disponíveis no Brasil já passaram por testes que comprovam segurança e eficácia contra o novo coronavírus, e suas aplicações são autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No episódio de hoje, vamos ouvir o relato de profissionais da saúde que encararam essa recusa de imunizantes. Para esclarecer dúvidas sobre a vacinação conversamos com a Médica Alergista e Imunologista Clínica do Hospital Sírio Libanês, Dra. Fanny Dantas de Lima. E para desmentir as publicações enganosas sobre vacina, mais compartilhadas nas redes, falamos com a Alessandra Monnerat, repórter do Estadão Verifica, o núcleo de checagem de fatos do Estadão. Ainda ouvimos o depoimento do prefeito da cidade de Balneário Camboriú, que precisou entrar com uma campanha para convencer os moradores a aceitar qualquer uma das vacinas disponíveis. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Taísa Medeiros Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O mercado e a vida real, duas faces da mesma economia
Os últimos dias foram marcados por recordes no mercado de ações, a Ibovespa teve a oitava alta consecutiva. Já o PIB, Produto Interno Bruto do Brasil, cresceu 1,2% no primeiro trimestre, superando as expectativas dos economistas. Mesmo diante de um cenário de projeções favoráveis ao país, a realidade da maioria dos brasileiros não condiz com a situação. A inflação dos alimentos, remédios e combustíveis, além do aumento na conta de luz somados ao desemprego, empobrecem a classe trabalhadora. Nos últimos 12 meses, o óleo de soja subiu 82%, o arroz 56%, carnes 35% e o gás 21%. A alta fez a inflação dos mais pobres encerrar o mês de abril duas vezes maior que a dos mais ricos, segundo dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em contraste, os recordes seguidos do mercado de ações trazem projeções otimistas para os economistas que preveem que a Bolsa de Valores de São Paulo chegue em 145 mil pontos até o fim do ano, com aumento de 22% em 12 meses. Ainda sem confirmação do Ministério da Economia, a prorrogação do auxílio-emergencial aumenta as incertezas sobre o futuro de cerca de 39 milhões de brasileiros que recebem o benefício. Também cerca o assunto, a criação de um novo programa que deve substituir o Bolsa-Família ainda neste ano. No episódio de hoje, vamos ouvir alguns depoimentos de quem está sofrendo com o momento econômico do país, e conversar sobre as diferenças do mercado e da economia real com o economista Andrés Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e para falar sobre as mudanças dos programas sociais do Governo Federal, a repórter do Broadcast, Idiana Tomazelli. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Taísa Medeiros Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Caso Caboclo: O assédio moral e sexual nas empresas
O caso de assédio sexual envolvendo o presidente afastado da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) abriu novamente a discussão sobre o que as mulheres sofrem nos ambientes de trabalho. Na denúncia, feita por uma ex-secretária, o dirigente a importunava diversas vezes com perguntas de cunho pessoal e sexual. Dados do Tribunal Superior do Trabalho mostra que entre 2015 e 2021, 26 mil mulheres entraram na Justiça por assédio sexual no ambiente de trabalho. Segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública deste ano, 26 milhões de mulheres com mais de 16 anos foram assediadas em algum momento da vida, sendo que 9 milhões receberam cantadas ou comentários desrespeitosos no ambiente de trabalho. Por causa dos crescentes casos de assédio sexual ou moral nas empresas, as companhias têm adotado mecanismos como regras internas de conduta e canais de comunicação para apurações de denúncias. Para caracterizar o crime, não é preciso ter acontecido o contato físico. Esse comportamento pode ser revelado em gestos, presentes e comentários em redes sociais. No episódio de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a promotora do Ministério Público de São Paulo, Sílvia Chakian, autora do livro “Crimes contra Mulheres”, e com a Professora da Escola de Direito do Brasil, coordenadora da International Women's Rights e especialista em compliance, Mônica Sapucaia Machado. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Por que morrem mais crianças no Brasil por covid?
O Brasil conquistou mais um título macabro: o do segundo país com mais mortes de crianças por covid-19. Desde março do ano passado, 948 crianças de zero a nove anos perderam a vida para o coronavírus no País. A cada um milhão de crianças de zero a nove anos existentes no Brasil, 32 perderam a vida para a covid. Na Europa, por exemplo, o Reino Unido e a França registraram apenas quatro mortes de crianças de zero a nove anos. As vizinhas Argentina e Colômbia tiveram 12 e 13 mortes por milhão, respectivamente. De acordo com dados do Ministério da Saúde compilados pelo Estadão, 56,8% das crianças mortas pela covid no Brasil eram negras, 21,8% das vítimas eram brancas e 15,9% não tiveram a raça indicada. Apesar de representarem apenas 0,5% da população brasileira, 4,6% das crianças que perderam a vida para a covid no Brasil eram indígenas. A região Nordeste foi a que registrou mais mortes de crianças no País. No episódio de hoje, vamos ouvir alguns depoimentos de pais que perderam seus filhos, especialistas, e conversar com os repórteres do Estadão, Mariana Hallal e Bruno Luiz, que compilaram esses dados de mortes de crianças no Brasil pelo novo coronavírus. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: A década da transição energética
Como está o processo de desenvolvimento das modalidades de energia renovável? O jornalista Maurício Oliveira conversa sobre o tema com Paulo Henrique Van der Ven, vice-presidente de Sustentabilidade e Segurança Operacional da Equinor no Brasil. Com sede na Noruega, a empresa de energia atua em mais de 20 países. O executivo chama a atenção para o papel decisivo que a década que está começando terá para a sustentabilidade e destaca o protagonismo que o Brasil poderá alcançar como produtor de energia renovável. See omnystudio.com/listener for privacy information.