
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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Tecnologia #196: #Start Eldorado: Algar planeja expansão do 5G
Marcio Jesus Silva, VP da Algar Telecom, fala sobre o cenário e o futuro do #5G no Brasil, no Start Eldorado. A tradicional operadora obteve lotes de várias frequências no leilão da Anatel e planeja uma expansão da marca por meio de parcerias e franquias, para novos mercados, contemplando um investimento inicial de mais de R$ 64 milhões. Além disso, criar, desenvolver e oferecer novos serviços para os setores de Agro, Indústria e Smart Cities estão nos planos. O programa tem a apresentação de Daniel Gonzales e vai ao ar toda quarta-feira, às 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A vaga de vice de Bolsonaro e Alckmin como ‘noiva das eleições’
Bolsonaro conseguiu colocar o seu ministro “terrivelmente evangélico” no Supremo Tribunal Federal (STF), mas o desfecho feliz para o governo só aconteceu após pressão de deputados e lideranças evangélicas sobre o Senado Federal. No entanto, o grupo quer mais participação dentro do governo, e na campanha de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. A reivindicação é para que o presidente escolha um vice evangélico para disputar mais um mandato. Um nome que é ventilado nos corredores do Palácio do Planalto é o do atual ministro das Comunicações, Fabio Faria. De olho em 22, Lula continua tentando costurar uma chapa com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que deve se filiar ao PSB. Um levantamento do partido mostra que o petista ganharia votos em São Paulo com o apoio do ainda tucano, que comandou o estado por quatro mandatos. Já o atual governador de São Paulo, João Doria, que venceu as prévias do PSDB para concorrer à presidência pelo partido, informou que vai se encontrar com o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, pré-candidato pelo Podemos. Uma aliança entre os dois não é descartada. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A disputa pelo voto evangélico de olho em 22
A busca pelos votos dos religiosos deve se intensificar às vésperas das eleições, principalmente pela força adquirida por este grupo ao longo dos anos. No último levantamento feito pelo Datafolha sobre religião, em 2020, os evangélicos representam cerca de 31% da população brasileira. No Congresso Nacional, a bancada evangélica está cada vez mais numerosa. Em 1994, eram 21 deputados federais, hoje já são 105 deputados e 15 senadores, o que equivale a 20% dos parlamentares das duas casas. A chamada Bancada da Bíblia tem em comum a defesa dos valores cristãos, como a “defesa da família”, incluindo propostas legislativas restritivas a direitos reclamados por movimentos de mulheres, negros, indígenas e LGBTI+, entre outros. Essa força foi demonstrada na pressão feita por lideranças evangélicas e parlamentares da Bancada da Bíblia para pautar a sabatina do indicado de Jair Bolsonaro ao STF, André Mendonça, que também é pastor. Com toda a mobilização de líderes religiosos no Congresso e fora dele, o Senado aprovou o nome de Mendonça para o STF. Boa parte desses pastores, principalmente os das maiores igrejas, está ao lado do presidente Jair Bolsonaro, e veem a esquerda como uma ameaça aos valores cristãos. No entanto, evangélicos progressistas repelem a noção de um bloco monolítico de fé, como se todo fiel seguisse cegamente o que Malafaia, Edir Macedo e outros dizem. Para debater sobre esse assunto convidamos ao ‘Estadão Notícias’ desta quinta-feira, 2, o Pastor da Igreja Batista do Caminho, Henrique Vieira. E para discutir o viés político do tema conversamos com o cientista político do Insper, Leandro Consentino. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A lenta queda do desemprego no Brasil
Nesta terça-feira, 30, foi divulgado o índice de desemprego no Brasil que recuou para 12,6% no terceiro trimestre deste ano, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE. Mesmo assim, o número de pessoas fora do mercado de trabalho ainda é grande, cerca de 13 milhões e meio de desempregados entre os últimos meses de julho e setembro. Entre as categorias de emprego que mais cresceram estão os empregados do setor privado sem carteira assinada, que somaram quase 12 milhões de pessoas. Também houve aumento de pessoas que passaram a trabalhar por conta própria. São 25 milhões de indivíduos nessa categoria, o maior número desde o início da série histórica da pesquisa. Já o número de empregados com carteira de trabalho assinada atingiu 33 milhões de pessoas, subindo 4,4% em relação ao trimestre anterior. Entre as atividades que mais geraram emprego estão: o comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, indústria em geral, e a construção civil. No entanto, o levantamento do IBGE mostrou que ainda faltavam oportunidades no mercado para cerca de 30 milhões de trabalhadores. Este contingente forma o que o instituto classifica como trabalhadores subutilizados. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, 1º, convidamos o economista da FGV Ibre, Rodolpho Tobler, para analisar esses dados e explicar por que a taxa de desemprego tem diminuído a passos de tartaruga. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ESPECIAL - Democracia em erosão: perspectivas para 2022
Nesta edição extraodrinária do podcast 'Estadão Notícias', a editoria de Internacional do Estadão analisa os impactos do populismo nas principais democracias do mundo em 2021, com as eleições sob suspeita na Nicarágua, os abusos contra a autonomia universitária na Hungria e a mudança em regras no Judiciário na Polônia. Além disso, o debate, composto pela equipe de Internacional do Estadão, faz projeções para 2022, com os principais países que podem sofrer retrocessos democráticos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ômicron e seus impactos na saúde pública e na economia
Enquanto o mundo se perguntava quando conseguiríamos controlar a pandemia do novo coronavírus, surge uma nova variante descoberta na África do Sul: a Ômicron. Nesta segunda-feira, a Organização Mundial da Saúde alertou os países que o risco global da variante é “muito alto”. A entidade destaca que as principais preocupações residem na capacidade de transmissão da nova cepa, se as vacinas existentes têm potencial para conter a Ômicron, e se ela pode levar a casos mais graves. A variante foi identificada pela primeira vez em 24 de novembro, na África do Sul, e ainda está sendo estudada pelas autoridades. O que já se sabe é que a Ômicron apresenta 50 mutações. Cerca de 30 estão localizadas na chamada proteína spike, aquela que permite a entrada do vírus nas células humanas e é um dos principais alvos das vacinas contra a covid-19. Os primeiros relatos dos médicos da África do Sul indicam que o vírus se espalha rapidamente, mas sem grande número de casos graves. Com novos casos confirmados por Austrália, Dinamarca e Holanda, a nova cepa já foi identificada em quatro continentes: Ásia, Europa, Oceania e África. Para tentar conter a nova variante, Estados Unidos, Brasil, Canadá, países da União Europeia, Austrália, Japão, Coréia do Sul, Indonésia, Arábia Saudita e Tailândia impuseram restrições de viagens vindas da África do Sul, onde a Ômicron possivelmente teve origem. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, 30, conversamos com o médico infectologista Julio Croda, pesquisador da Fiocruz, para entender um pouco mais sobre essa nova variante. E para analisar os impactos econômicos e o futuro incerto com o possível retrocesso nas restrições convidamos a economista Juliana Inhasz, coordenadora do curso de graduação de Economia do Insper. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Em busca de um presidente: o debate antecipado sobre 22
É comum que os anos pré-eleitorais sejam mais mornos e circunscritos às movimentações de bastidores. O que definitivamente não se observa neste 2021. Vários candidatos já estão colocados e, muitos deles, em verdadeiro ritmo de campanha - especialmente nas redes sociais. Isso mexe não só com as estratégias de partidos e de suas lideranças, como no interesse da população brasileira sobre o tema.Pesquisa recente do Instituto Paraná Pesquisas mostra que 46% dos dois mil eleitores entrevistados em 164 municípios dos 26 estados da nação, e no Distrito Federal, entre 15 e 19 de novembro, têm algum “interesse” ou “muito interesse” no pleito do próximo ano. Um levantamento da Ipsos e do Global Institute for Women’s Leadership mostrou que 42% dos brasileiros querem que os políticos priorizem os interesses do País ao invés de suas próprias carreiras. No entanto, 4% citaram como prioritária a necessidade de que líderes saibam dialogar e atuar conjuntamente com quem pensa diferente. Ou seja, a guerra ideológica é um fator que leva as pessoas a se interessar mais pela política. De um lado, os apoiadores fiéis a um candidato, do outro, aqueles que querem colocar uma terceira alternativa à polarização que se criou no Brasil. No entanto, outros motivos devem atrair o eleitor às urnas no ano que vem. Hoje, os temas que mais engajam as pessoas nas redes sociais são o auxílio emergencial, a reforma tributária, o desemprego e a inflação. Afinal, o que tem despertado o interesse do brasileiro na política e na eleição nos últimos anos? O que tem atraído a atenção, em especial, para o pleito de 2022? Como está a corrida eleitoral? No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 29, convidamos para um debate sobre o tema, o cientista político da Unesp de Araraquara, Bruno Silva, e o editor da Coluna do Estadão, Alberto Bombig O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #195: #Start Eldorado: operadoras terão desafios para por 5G no ar
Passada a concorrência dos lotes de frequências e regiões nas quais as operadoras colocarão o 5G no Brasil, as vencedoras do leilão se movimentam para cumprir os prazos que prevê as redes no ar em frequências exclusivas em todas as 26 capitais mais o DF até julho do ano que vem. Outras cidades virão na sequência; o país todo deve estar coberto até 2029. Há contrapartidas a cumprir e altíssimos investimentos a se fazer em toda a infraestrutura, fora os gastos com a outorga das frequências. Dez operadoras dividirão as diversas faixas e locais de implementação do 5G no Brasil. Vamos saber mais sobre o cenário e as perspectivas recebendo Marcos Ferrari, presidente-executivo do Conexis Brasil Digital, entidade que reúne e representa as operadoras brasileiras. O Start Eldorado vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Já é possível ter carnaval em 2022?
Faltam 3 meses para o carnaval no Brasil e uma pergunta ainda paira no ar: a festa vai acontecer? O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, garantiu que os blocos poderão sair às ruas e que os desfiles das Escolas de Samba irão ocorrer. Mas a decisão está longe de ser consenso. No Estado de São Paulo, ao menos 70 cidades do interior, que são tradicionais em promover o carnaval, já cancelaram a festa em 2022 motivadas pela pandemia de covid-19. As prefeituras alegam o risco de um aumento nas infecções pelo vírus, por causa do fluxo de pessoas e aglomerações. Na capital, a decisão sobre a realização do carnaval só deve ser tomada em dezembro. A prefeitura já recebeu mais de 860 solicitações de desfiles de blocos de rua em, pelo menos, oito dias de festividades. Em cidades do nordeste brasileiro, a sensação ainda é de insegurança sobre o tema. Os municípios de Salvador, Recife e Olinda ainda tratam como incerta a saída de trios elétricos e de blocos pelas ruas devido à pandemia de Covid-19. A preocupação de muitos municípios brasileiros se justifica se olharmos para o que está acontecendo no mundo. Nos Estados Unidos, mais de 90 mil novos casos estão sendo registrados diariamente. Na Europa, o crescimento das internações por covid-19, tem levado países a ampliar o cerco contra não imunizados. No episódio do Estadão Notícias desta sexta-feira, 26, convidamos o médico sanitarista e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, Gonzalo Vecina. Quem também participa do programa é o repórter do Estadão, José Maria Tomazella, que atualiza as decisões dos municipios em relação ao carnaval. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A investida da Câmara contra o STF na PEC da Bengala
Nesta semana, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu o primeiro passo para mudanças na chamada “PEC da Bengala”. O novo texto diminui de 75 para 70 anos a idade máxima que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pode permanecer no cargo. A medida foi vista pela oposição como uma tentativa de aumentar o número de indicações a qual o presidente Jair Bolsonaro tem direito. Os ministros Ricardo Lewandowski e Rosa Weber já estão com 73 anos, e com isso teriam que deixar a Corte. Mais do que isso, a mudança na PEC é vista pela oposição como uma vingança dos bolsonaristas pelo fato do STF ter proibido o pagamento das emendas de relator a deputados e senadores. O chamado “orçamento secreto”, que foi revelado pelo Estadão, era usado pelo governo para ter apoio em votações importantes no Congresso Nacional. Em paralelo, a novela envolvendo o ex-ministro da Justiça, André Mendonça, parece que terá um fim. Indicado em julho por Bolsonaro para uma vaga no Supremo, o jurista e pastor evangélico aguardava a marcação de sua sabatina pelo presidente da CCJ do Senado, Davi Alcolumbre, que após pressão, decidiu pautar o tema na semana que vem. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, 25, convidamos o professor de Direito da FGV, Oscar Vilhena, para falar sobre essa mudança na “PEC da Bengala”. Quem também participa do programa é o repórter do Broadcast, Daniel Weterman, que nos conta mais sobre a sabatina de André Mendonça. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A simpatia de Lula pelas ditaduras de esquerda
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva causou polêmica, em entrevista ao jornal espanhol El País, ao comparar o regime ditatorial de Daniel Ortega, na Nicarágua, aos anos de governo de Angela Merkel, na Alemanha. Para o petista, não há diferença entre as duas nações, se comparar os anos de gestão à frente de seus países. Daniel Ortega conquistou o seu quarto mandato consecutivo, após uma eleição de fachada, em que concorreu com candidatos que eram a favor do seu governo. Dias antes do pleito, o governo promoveu a prisão de opositores sob a acusação de diversos crimes, entre eles, lavagem de dinheiro. Na mesma entrevista, Lula relativizou a decisão do governo cubano que, neste mês, proibiu a realização de atos da oposição, e colocou militares nas ruas para garantir que permanecessem vazias. Os protestos eram contrários à ditadura do país, e foram motivados pelos cortes de luz, perseguição a dissidentes e a falta de alimentos e remédios. A ironia está no fato de que o PT criticou duramente, e com razão, a entrega de uma das honrarias mais altas do Brasil, por parte de Bolsonaro, ao emir de Dubai, Mohamed Bin Rashi al-Maktoum, acusado de diversos crimes, mas, ao mesmo tempo, permanece apoiando regimes totalitários pelo mundo. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, 24, convidamos o historiador Alberto Aggio, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e autor de “Um Lugar no Mundo: Estudos de História Política Latino-Americana” para analisar o tema. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Vexame e racha nas prévias: o que será do PSDB em 22?
As aguardadas prévias do PSDB para a escolha do candidato do partido para as eleições presidenciais, em 2022, foram paralisadas, sem uma definição, depois que o aplicativo de celular desenvolvido para que os filiados pudessem votar apresentou falhas, o que impossibilitou a conclusão do pleito. Segundo o Estadão/Broadcast apurou, apenas 8% dos mais de 44 mil tucanos que se registraram conseguiram votar. Tucanos históricos como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Aloysio Nunes, por exemplo, não conseguiram votar. Agora, as campanhas dos candidatos do PSDB entram em um embate para decidir o que fazer em relação à continuidade da votação. O governador de São Paulo, João Doria, e o ex-senador Arthur Virgílio defenderam que elas sejam adiadas em uma semana. Já o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, defende que a votação seja concluída em até 48 horas. Esse “fiasco” nas prévias do PSDB causou surpresa e até preocupação em possíveis aliados de outras siglas para as eleições de 2022. Mais do que falha técnica no aplicativo de votação, o problema revelou desorganização e divisão dentro do partido. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, 23, convidamos o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez, para analisar a questão. Além disso, o repórter do Estadão, Felipe Frazão, traz as últimas informações de como ficarão as prévias do PSDB. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O touro da bolsa e o estopim para uma revolta social
O mercado brasileiro foi impactado na semana passada com uma notícia que não tem nada a ver com indicadores econômicos, e sim com uma escultura, mais precisamente a de um touro dourado que foi colocado na frente da Bolsa de Valores de São Paulo. A estátua é quase uma cópia do já existente touro de bronze de Wall Street, em Nova York. Para quem trabalha no mercado financeiro, o touro representa “otimismo e a força dos investidores”. No entanto, desde que foi colocado em frente ao prédio, que fica na região central de São Paulo, o touro se tornou um ponto de protestos contra a fome e contra os ricos. Os movimentos Juventude Fogo no Pavio e Movimento Raiz da Liberdade colocaram cartazes no touro com a palavra “fome”. Em outro ato, foi pichado a frase “taxar os ricos” A muito tempo já se discute a taxação de grandes fortunas no Brasil. No entanto, o debate sobre o tema é sempre deixado de lado. Neste momento, existem, pelo menos, 37 projetos que tratam do tema, parados no Congresso Nacional. A implementação de um imposto sobre grandes fortunas está prevista na Constituição de 1988. Afinal, taxar grandes fortunas ajudaria a diminuir a desigualdade social no Brasil? Quais medidas poderiam ser tomadas para diminuir o abismo entre ricos e pobres no País? No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 22, convidamos o professor de economia da FEA-USP, Paulo Feldmann, para analisar essa questão. Além disso, o repórter fotográfico do Estadão, Tiago Queiroz, dá um depoimento sobre uma foto que viralizou que mostra um catador de recicláveis na frente do touro de ouro. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #194: #Start Eldorado: Brasil ganha projeto de 5G na saúde
Um projeto inédito para testar a conectividade 5G na saúde está nascendo no Brasil, por meio de uma parceria do Hospital das Clínicas (HC) com um ecossistema de colaboradores. O projeto OpenCare 5G vai implementar uma rede indoor/privada no modelo Open RAN (arquitetura aberta) no HC, conectando máquinas, profissionais e pacientes, permitindo a geração de dados com maior rapidez e alta taxa de transmissão. Testar aplicações em exames, monitoramento, UTI, diagnósticos, cirurgias à distância, ensino dos profissionais etc será a base para o desenvolvimento e escalabilidade dessas soluções ancoradas em 5G para todo o País. O Start Eldorado recebe Giovanni Cerri, médico e presidente do Inova HC; Marcia Ogawa, líder de tecnologia na Deloitte; e Roberto Murakami, diretor de tecnologia da NEC. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: Conexão – Transformação Digital com Pedro Doria
Poucas cadeias de lojas, no Brasil, têm a tradição conquistada pela C&A. Quantos de nós não nos vestimos por lá nas últimas muitas décadas? Quantas campanhas de TV memoráveis não marcaram nossa cultura? Pois, durante a pandemia, esta empresa com tanta tradição se viu obrigada a fechar as portas e se digitalizar. Nesta conversa entre o jornalista Pedro Doria e Fabio Costa, General Manager da Salesforce no Brasil, Paulo Correa, CEO de C&A, conta como uma cultura pode ser transformada apesar da pressão pelo imediatismo. Resiliência, uma das palavras badaladas pelos consultores de plantão, tem também significado no mundo real.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Enem ‘bolsonarizado’, Moro em alta e PSDB às turras
Em sua viagem ao Oriente Médio, Jair Bolsonaro resolveu dar um “pitaco” na polêmica envolvendo a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será aplicado a partir deste fim de semana. Após a debandada de funcionários do Inep, instituto responsável pela prova, o presidente declarou que agora o exame terá a “cara do governo”. Parlamentares não gostaram da declaração e convocaram o ministro da Educação, Milton Ribeiro, que negou interferência no Enem. Enquanto isso, a novela da ida de Bolsonaro ao PL continua. Após ter a cerimônia de filiação adiada por discordâncias com o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, o partido divulgou nota afirmando que está “pronto e alinhado” para receber o presidente. A terceira via também se movimenta de olho em 2022. O ex-juiz Sergio Moro já começou a apresentar nomes de seu futuro governo, caso eleito. O magistrado anunciou o ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore como um de seus conselheiros na área econômica. Tudo isso acontece às vésperas das prévias do PSDB que ocorrem neste domingo. As eleições internas do partido serão disputadas por João Doria, governador de São Paulo; Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul; e Arthur Virgílio Neto, ex-prefeito de Manaus. E ainda, uma conversa com a repórter de ‘Política’, Adriana Ferraz, sobre racismo na política, assunto pertinente próximo a data em que se celebra o Dia da Consciência Negra, neste sábado, 20. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Marcelo de Moraes, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Dose de reforço pode evitar nova onda de covid no Brasil?
O Ministério da Saúde anunciou, nesta semana, que pessoas maiores de 18 anos terão que tomar uma dose de reforço da vacina contra a covid-19. Até então, somente aqueles que têm mais de 60 anos, ou alguma comorbidade, precisavam da terceira aplicação do imunizante. Para essa terceira dose, é preciso aguardar 5 meses depois de ter tomado a segunda dose. A única exceção são aqueles que tomaram a vacina da Janssen, que terão que aplicar primeiro a segunda dose, que deve acontecer depois de 2 meses da primeira, e depois, seguir o esquema dos 5 meses. O ministro da Saúde Marcelo Queiroga chamou a atenção de que a medida foi tomada devido ao que tem se observado na Europa. Mais de 2 milhões de novos casos de covid-19 e cerca de 30 mil falecimentos em razão da doença foram relatados no continente, nas últimas semanas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que "não foi consultada sobre a ampliação da dose de reforço para todas as pessoas maiores de 18 anos”. Segundo a agência, a Pfizer foi a única empresa das vacinas utilizadas no Brasil que solicitou a mudança no esquema vacinal previsto na bula. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, 18, convidamos o infectologista Renato Grinbaum, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia para falar sobre a decisão de aplicar uma dose de reforço para os adultos acima de 18 anos, e seus efeitos para conter uma nova onda de contágios no Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir Biasi See omnystudio.com/listener for privacy information.

Chapa Lula-Alckmin sairá do papel?
Na última semana, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou sua aproximação com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, cotado para ser seu vice na eleição ao Planalto do ano que vem. Alckmin disse ter ficado muito honrado por ser lembrado para compor uma chapa presidencial. De acordo com o ex-governador, o petista valoriza a democracia e, por isso, os diálogos estão abertos. No entanto, sugeriu calma na expectativa para que ele bata o martelo. Lula e Alckmin sempre foram adversários na eleição presidencial, com duros embates entre os candidatos e seus partidos. A mudança no discurso se dá, em parte, por conta do anúncio da saída de Alckmin do PSDB. Um dos seus prováveis destinos é o PSD, de Gilberto Kassab. Neste caso, como o próprio dono do partido já afirmou neste podcast, Alckmin sairia para o governo do Estado de São Paulo pela quinta vez. A viabilidade de uma união com Lula só seria possível se Alckmin se filiasse ao PSB. Para Lula, ter Alckmin como seu vice, o tira do isolamento da bolha petista, e atrai um público fiel ao ex-governador de São Paulo, entre eles, pessoas ligadas ao mercado. Já para Geraldo Alckmin pode significar um ressurgimento no cenário político, visto que Lula é apontado nas pesquisas eleitorais como favorito ao Palácio do Planalto. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, 17, convidamos para falar sobre essas negociações, o editor da “Coluna do Estadão”, Alberto Bombig. Já sobre essa aliança e o que ela pode significar no tabuleiro político, conversamos com o cientista político e coordenador do blog e podcast ‘Legis-Ativo’, Humberto Dantas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: #04 Caminhos da Energia
Renovável, integrada e com menos carbono possível. Assim deve ser a matriz energética do Brasil para evitar futuras crises e superar a atual provocada pela seca que impacta a geração hidrelétrica, traz de volta a ameaça de um apagão e aumenta custos com a contratação de termelétricas de emergência.Para especialistas no setor, mitigar e adaptar o sistema são palavras de ordem, no entanto, o país está aumentando a contratação de térmicas, deixando mais cara e mais suja a energia. Falta de planejamento e governança entre os motivos que têm sustentado o alto preço da energia e crises recorrentes, apontam especialistas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro x Moro: a briga pela direita
A filiação de Sergio Moro ao Podemos na última quarta-feira, 10, foi vista por outros pré-candidatos da direita como uma ameaça. O presidente Jair Bolsonaro, em especial, fez críticas ao ex-ministro da Justiça, que fez um discurso alegando ter sofrido boicote do governo e dizendo que não teve apoio para o combate à corrupção durante sua curta estadia no ministério. A campanha de Moro parece tentar “roubar” votos da direita que estão insatisfeitos com Bolsonaro, mas que reelegeriam o presidente por falta de outra opção competitiva. O ex-juiz citou, em sua fala, valores cristãos, a proteção da família, o livre mercado e reformas econômicas - temas fundamentais para a base conservadora. Além disso, fez um aceno às Forças Armadas, onde busca aliados. As palavras de Moro geraram um grande debate entre a direita nas redes sociais. Apoiadores de Bolsonaro o chamaram de “traíra”, por conta de vídeos antigos em que o ex-juiz afirma que nunca entraria na política. Uma pesquisa recente da da Genial/Quaest sobre as intenções de voto para as eleições de 2022, divulgada na semana passada, aponta que Lula teria 48% dos votos; Bolsonaro, 21%; Moro, 8%; Ciro Gomes, 6%; Doria, 2%; e Rodrigo Pacheco (PSD), 1%. Nas simulações de segundo turno, Lula vence em todos os cenários com 57% dos votos contra 27% de Bolsonaro e contra 22% de Moro. A pesquisa mostra ainda que Bolsonaro perdeu popularidade entre quem votou nele em 2018. 28% desses eleitores avaliam negativamente o governo. E é justamente essa parcela que Moro pretende alcançar. Por outro lado, o ex-juiz tem um grande desafio pela frente: 61% dos entrevistados disseram que não votariam nele, perdendo apenas para Jair Bolsonaro, em quem 67% das pessoas ouvidas disseram não votar. E é sobre essa disputa por votos da direita nas eleições de 2022 que o Estadão Notícias falou no episódio desta terça-feira, 16, com a participação da cientista política da FGV, Graziella Testa, e do repórter especial do Estadão, Marcelo de Moraes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Isabela Moya. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O desmonte do Inep e os riscos para o ENEM
Mais de 30 funcionários do Inep, órgão responsável pela aplicação do Enem, pediram demissão de seus cargos na semana passada. Às vésperas da realização da prova, que será aplicada nos próximos dois domingos, dias 21 e 28 de novembro, os funcionários alegam "fragilidade técnica e administrativa da atual gestão" do órgão e reclamam de situações de assédio por parte do presidente do instituto, Danilo Dupas Ribeiro. Esses servidores que deixaram seus cargos têm anos de experiência no planejamento e logística de aplicação do Enem. Integrantes da Cesgranrio, responsável pela aplicação das provas, temem que possam acontecer problemas na hora da prova sem a interlocução e a experiência desses técnicos. Dupas Ribeiro, porém, confirmou que as provas do Enem estão mantidas para os mais de 3 milhões de candidatos. Ele é o quinto presidente do órgão em três anos de governo do presidente Jair Bolsonaro, período em que diversos outros servidores deixaram seus cargos. Esse cenário evidencia problemas no Ministério da Educação, um dos mais importantes do país. Em abril deste ano, inclusive, parlamentares, ex-ministros da Educação e ex-presidentes do Inep denunciaram o que chamaram de “apagão educacional” e criticaram o descaso da gestão. Durante a pandemia, o ministro da Educação Milton Ribeiro foi criticado pela falta de planejamento em relação ao ensino público em meio ao lockdown, e pela volta presencial dos alunos. Além disso, o ministério é acusado de diminuir o repasse às universidades federais em mais de 30%. No episódio do Estadão Notícias desta segunda-feira, 15, vamos conversar sobre o desmonte no Inep e no MEC, e o risco para o Enem, com a repórter especial do Estadão, e que cobre a área de Educação, Renata Cafardo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Isabela Moya. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #193: #Start Eldorado: Brasil entra na era 5G
5G em pauta no Start Eldorado desta semana: com o leilão de faixas realizado pela Anatel, as operadoras - tradicionais, virtuais e entrantes neste cenário - se movimentam para implementar as redes buscando soluções de virtualização, orquestração e inteligência para viabilizar as redes em frequências exclusivas. Recebemos o especialista Alberto Boaventura, gerente-sênior de Estratégia da Deloitte, para uma análise do cenário e dos próximos passos. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, para toda Grande São Paulo, no aplicativo da Rádio Eldorado e canais digitais, e no sábado, como podcast, no canal Estadão Notícias. #StartEldoradoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: As soft skills e o mercado de trabalho
O que consta no seu currículo? Com o que você se preocupa na hora de montar uma apresentação? Formação, experiências, qualificações...? Talvez o que mais se aproxime do nosso assunto de hoje são as habilidades, mas nem todos incluem e mesmo assim eu não estou falando de habilidades visíveis aos olhos. Hoje o nosso assunto são “soft skills”, ou seja, habilidades socioemocionais. Aquelas subjetivas, difíceis de medir se a gente tem ou não tem, mas que vocês vão ver como são importantes nos dias de hoje. Para falar sobre o assunto, a jornalista Bárbara Guerra conversou com duas gigantes do empreendedorismo: Dani Graicar, CEO da agência PROS e criadora do Movimento Aladas, e a Dani Junco, CEO da B2Mamy. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Impeachment no Chile: impacto nas eleições e os respingos no Brasil
Nesta terça-feira, a Câmara dos Deputados do Chile aprovou o impeachment do presidente Sebastián Piñera por suspeitas de corrupção durante seu mandato. O mandatário do País estaria ligado à venda de uma empresa mineradora, a Dominga, nas Ilhas Virgens, um paraíso fiscal. O caso foi revelado pelas reportagens do Pandora Papers. O negócio ocorreu em 2010, quando Piñera estava em seu primeiro mandato como presidente. O Ministério Público abriu uma investigação para apurar se houve pagamento de propina e violações tributárias na transação. Para o impeachment de Piñera ser aprovado pelo Senado chileno, ele precisa de dois terços dos votos da casa, que tem 43 congressistas. A votação deverá ocorrer no próximo dia 16 de novembro. Se a acusação for aprovada, o presidente será retirado do cargo e ficará impossibilitado de exercer funções públicas por cinco anos. Tudo isso acontece às vésperas das eleições no Chile, marcadas para 21 de novembro. As pesquisas mais recentes mostram o advogado de extrema direita José Antonio Kast, de 55 anos à frente. O favorito para ir ao segundo turno com Kast é o candidato da centro-esquerda Gabriel Boric, ex-líder estudantil de 35 anos. No episódio de hoje, vamos discutir o futuro político no Chile e como o impeachment de Sebastián Piñera, e as eleições presidenciais no País podem impactar aqui no Brasil com o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, Roberto Goulart Menezes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Isabela Moya. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A batalha da PEC dos Precatórios no Senado
Com 323 votos a favor e 172 contra, a PEC dos Precatórios foi aprovada em segundo turno na Câmara dos Deputados, na noite desta terça-feira, 9. A proposta permite ao governo adiar parte do pagamento dos precatórios, que são dívidas judiciais da União com pessoas físicas ou jurídicas que a Justiça determinou que o governo deve pagar, não cabendo mais recurso. Por isso, o valor de R$89,1 bilhões entraria como gasto obrigatório no orçamento de 2022 do governo. Além de permitir que apenas R$44,5 bilhões do total sejam pagos no próximo ano, a aprovação da PEC também muda o cálculo do teto de gastos, regra que impede que as despesas cresçam em ritmo superior à inflação. Essa mudança libera mais R$47 bilhões no orçamento, totalizando R$90 bilhões extras para outras despesas, como o programa Auxílio Brasil, que pagará um auxílio de R$400 reais, segundo promessas do governo. Mas para ser promulgada, a PEC dos Precatórios ainda precisa passar pelo Senado Federal, também em dois turnos, onde a resistência entre os senadores pode ser um desafio para Bolsonaro e Paulo Guedes. Em paralelo, o Senado aprovou uma PEC que inclui a renda básica para pessoas de baixa renda como direito social. Se o texto, que ainda irá passar pelo Câmara, for aprovado, programas como o Auxílio Brasil se tornarão política de Estado, não mais de governo, e não poderão ser extintos. Sobre esses assuntos, o Estadão Notícias conversou no episódio desta quinta-feira, 11, com o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e com a repórter Adriana Fernandes, que explica os próximos passos envolvendo a PEC dos Precatórios. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Isabela Moya. Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro e o casamento com o PL de Valdemar Costa Neto
O presidente nacional do Partido Liberal (PL) Valdemar Costa Neto anunciou nesta terça-feira, 9, que o presidente Jair Bolsonaro escolheu o partido como sua nova casa para tentar a reeleição em 2022. Segundo Costa Neto, Bolsonaro já comunicou a decisão ao ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e irá oficializar a filiação ainda em novembro. A ideia seria realizar a cerimônia no dia 22, mesmo número do PL nas urnas. Após dois anos da saída do Partido Social Liberal (PSL) e ainda sem filiação, o presidente vai integrar o nono partido de sua carreira política, que começou em 1988. Apesar da escolha pelo PL, Bolsonaro não deixou de estreitar relações com outros partidos, como Progressistas e Republicanos, visando apoio político para se reeleger. Quinze deputados federais apoiadores do presidente devem acompanhá-lo na filiação ao PL. A escolha do partido, porém, contradiz falas do próprio Bolsonaro, que em sua campanha de 2018 criticou Costa Neto por ter sido condenado pelo mensalão e citado na Lava Jato, e disse que não cederia à política do ‘toma lá, dá cá’, nem negociaria com presidentes de partidos visando futuros cargos. Valdemar Costa Neto foi deputado federal em seis mandatos, mas renunciou ao cargo em dois deles, após envolvimento em esquemas de corrupção. Em 2012, inclusive, foi preso e condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O político, contudo, é o líder do oitavo partido que mais recebeu dinheiro do fundo eleitoral em 2020 e que conta com 46 deputados federais, 4 senadores, um governador e 345 prefeitos no país. Para entender o movimento de Bolsonaro rumo ao PL e como isso mexe na corrida eleitoral, o ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira (10) conversa com o cientista político da consultoria Pulso Público, Vitor Oliveira. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Isabela Moya. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo Patrocinado: Conexão – Transformação Digital com Pedro Doria
Poucas indústrias estão sendo tão afetadas pela transformação digital quanto a da Saúde. Assim como poucas foram tão impactadas pela pandemia. Ninguém conta melhor essa história do que Edvaldo Vieira, CEO da Amil. É uma história que inspira — de resiliência empresarial e gana de mudar. Edvaldo Vieira conta nessa conversa com Pedro Doria e Fábio Costa, general manager da Salesforce no Brasil, a indústria muda porque estamos todos nos transformando de muitas maneiras. Pelo cansaço que o baque dos últimos anos traz — saúde mental está se tornando mais importante. Também pela praticidade que o digital impõe. Consultas via apps vão ficar cada vez mais comuns. E, do jeito que Vieira conta, essa não é só uma história de gestão. É, também, a história de todos nós. See omnystudio.com/listener for privacy information.

‘Bolsolão’: o elo entre o governo e o Centrão
Em uma série de reportagens publicadas desde janeiro deste ano, o Estadão tem revelado a existência de um orçamento secreto no governo Bolsonaro como forma de garantir apoio parlamentar. Tudo começou com a eleição para a presidência das Casas Legislativas, que resultou nas vitórias de Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e seguiu em outras votações consideradas estratégicas. O fluxo das emendas em 2021 prova isso, como agora na PEC dos Precatórios, onde mais de um bilhão de reais foi distribuído a deputados Por causa disso, a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu os pagamentos feitos pelo governo de Jair Bolsonaro feitos por meio do orçamento secreto. Hoje, através do plenário virtual, os ministros do STF vão votar sobre a licitude da distribuição desses recursos por parte do governo federal. Nas redes sociais e no Parlamento brasileiro cresce a pressão para a criação de uma CPI do “Bolsolão”, para investigar a liberação de emendas para deputados na votação da PEC dos Precatórios. Uma espécie de “mensalão” do Bolsonaro. Mas, como fica a situação política de Bolsonaro e Arthur Lira diante dessa situação? Qual impacto terá se as emendas de relator forem definitivamente suspensas pelo STF? No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos analisar essas questões com o repórter Breno Pires, autor dessa série de apurações sobre o orçamento secreto. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Leonardo Leão. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A hora e a vez de Sergio Moro no combo da 3ª via
Desde a sua saída do Ministério da Justiça, Moro se tornou mais um oposicionista do governo Bolsonaro. Após período de trabalho na iniciativa privada nos Estados Unidos, o ex-magistrado está de volta ao Brasil. Um retorno cercado de expectativas, já que Moro acaba de anunciar sua filiação ao Podemos, com pretensões de ser o candidato do partido à disputa presidencial de 2022. A filiação de Moro será no dia 10 de novembro, às 9h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O slogan da campanha de filiação de Moro será “Juntos, Podemos construir um Brasil justo para todos”. Lideranças do PSL, antigo partido de Bolsonaro, e do DEM, que vão se fundir e chamar União Brasil, estarão presentes na cerimônia, o que demonstra que um apoio deve ser firmado. Em sua coluna no Estadão, o repórter especial Marcelo Godoy, informou que a filiação de Sergio Moro no Podemos, despertou a atenção dos militares. O ex-juiz é quase uma unanimidade na caserna, não só por ter colocado Lula atrás das grades, mas também por simbolizar as ideias do salvacionismo e do combate à corrupção. Sergio Moro sempre disse que não tinha o desejo de ser candidato à Presidência da República. Por isso, o Podemos trabalha com uma outra opção. Lançar Sergio Moro para uma vaga no Senado. Em 2022, os brasileiros irão escolher um congressista que ficará por lá durante 8 anos. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, vamos conversar sobre a filiação de Sergio Moro ao Podemos e a possibilidade dele concorrer à Presidência, com o senador do partido, Allvaro Dias (PR). Para analisar o cenário político e as perspectivas para a eleição do ano que vem também vamos falar com o repórter especial do Estadão, Marcelo de Moraes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Leonardo Leão. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #192: #Start Eldorado: A nuvem nos negócios - Parte 3
A migração para a nuvem das corporações e a cloud assumindo um papel central na transformação dos negócios são os temas do Start Eldorado. Você ouve a terceira de três partes do debate “Cloudification: A nuvem para a eficiência do negócio”, gravado na Japan House São Paulo, sobre as motivações, benefícios e desafios na jornada para a nuvem, a abordagem híbrida e a importância da infraestrutura segura, eficiente e confiável para a circulação dos dados e a orquestração de todas as tecnologias envolvidas. Participam Marcos Siqueira, COO da Ascenty, Edson Tavares, CTO da Via e Roberto Murakami, CTO Latam da NEC. Com a apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A ‘PEC do calote’ e o depoimento de Bolsonaro à PF
O governo de Jair Bolsonaro obteve uma importante mas apertada vitória em relação à PEC dos Precatórios. A Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto que dá ao governo espaço extra no teto de gastos para bancar o Auxílio Brasil de 400 reais. A medida é criticada por alguns economistas por considerar um artifício que pode trazer consequências para as contas públicas nos próximos anos. Essa votação contou com algumas surpresas, como a posição do PDT de votar junto com o governo. A decisão desagradou o principal nome do partido, Ciro Gomes, que anunciou a suspensão da sua pré-candidatura até que a legenda reveja os votos a favor da PEC dos Precatórios. Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento, na noite desta quarta-feira, 3, no âmbito do inquérito que investiga suposta tentativa de interferência política do chefe do Executivo na Polícia Federal. Em oitiva realizada no Palácio do Planalto, Bolsonaro disse que “jamais teve qualquer intenção” de interferir na PF quando “pediu” ao ex-ministro Sérgio Moro as mudanças na diretoria-geral e nas superintendências da corporação, e que pediu a substituição do delegado Maurício Valeixo “em razão da falta de interlocução”. Já no exterior, o presidente Jair Bolsonaro participou da cúpula do G20, em Roma. No entanto, o que se viu foi um líder isolado, com poucas reuniões bilaterais, e tendo como seu encontro mais importante o do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom. Além disso, os seguranças do presidente protagonizaram cenas de violência contra jornalistas nas ruas da capital italiana. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Os embates políticos que cercam 'Marighella'
Depois de muita polêmica e tentativas de censura, chega aos cinemas brasileiros o filme Marighella, que conta a história do baiano que foi um dos principais organizadores da luta armada contra a ditadura militar brasileira. O filme escrito e dirigido por Wagner Moura é baseado no livro de Mário Magalhães, que tem o título Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo. Além da dificuldade na liberação do filme aqui no Brasil, o longa sofreu ataques no IMDb, site especializado em análises e notas para as produções cinematográficas, por motivo político. Usuários começaram a “bombardear” o título com nota mínima para prejudicar o longa. A data de lançamento do filme não foi escolhida por coincidência, neste 4 de novembro, mas no ano de 1969, Carlos Marighella foi morto em uma emboscada na alameda Casa Branca, na cidade de São Paulo, por agentes do DOPS, em uma ação coordenada pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos conversar sobre a dualidade política que envolve o filme de Marighella, com o professor e cientista político da USP, José Álvaro Moisés. Sobre esse período, também vamos falar com o ex-senador e ex-ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, que integrou junto de Carlos Marighella a Aliança Libertadora Nacional. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A ascensão de Eduardo Leite como o presidenciável do PSDB
A disputa pela chamada terceira via das eleições presidenciais do ano que vem é constantemente alvo de debate. Antes, a candidatura de João Doria à presidência pelo PSDB era dada como certa, mas outro player surgiu dentro do partido e pode tirar a condição de favorito do paulista. Trata-se de Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul. As prévias do partido estão marcadas para ocorrer entre os dias 21 e 28 de novembro, com um clima tenso entre os pré-candidatos. Eduardo, de 36 anos, anuncia que pretende ser o polo “pacificador” de uma eleição que, segundo ele, vive dois extremos com Lula e Bolsonaro. Já Dória, tem toda a campanha de vacinação e da Coronavac a seu favor nessa disputa. Nesse embate, existe um outro candidato que corre por fora nas prévias do PSDB. Trata-se do ex-senador Arthur Virgílio, de 75 anos. Ele já foi deputado federal, senador da República e prefeito da cidade de Manaus, capital do Amazonas, além de ter sido ministro do Governo Fernando Henrique Cardoso. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta, a repórter Adriana Ferraz ouviu o que cada um dos candidatos pensa sobre temas como o Auxílio Brasil e a pandemia. Além disso, conversamos com o repórter especial do Estadão, Marcelo de Moraes sobre o que esperar dessas prévias do PSDB. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Chegou a hora de vacinar as crianças?
Enquanto a vacinação avança no mundo e no Brasil, em especial nos maiores de 18 anos, as discussões sobre vacinar ou não adolescentes seguem a toda. No Brasil, o Ministério da Saúde já teve dois posicionamentos em relação ao tema. Primeiro, no dia 16 de setembro, a pasta se manifestou contra a vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos que não apresentem algum fator de risco. Seis dias depois, o ministério voltou atrás e passou a recomendar a vacinação desses jovens contra a covid-19, incluindo os sem comorbidade. Na Europa e Estados Unidos, já estão vacinando essa faixa-etária. A China foi mais radical e anunciou que crianças de 3 a 11 anos vão começar a receber vacinas contra a covid-19.A vacinação do público infantil ainda não foi liberada no Brasil, mas a Pfizer já anunciou que vai pedir neste mês a autorização junto à Anvisa. Qual é a importância de iniciar a imunização deste público? No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta terça-feira, conversamos com o pediatra, infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Bolsonaro na mira: sai CPI da Covid, entra CPMI das Fake News
Com o fim da CPI da Covid, outra comissão começa a entrar no radar: a das Fake News. Seu principal escopo é investigar a propagação de informações falsas com fins políticos. Das mais de 60 pessoas que foram indiciadas no relatório final do senador Renan Calheiros, 15 já eram alvo da CPI Mista das Fake News. O próprio Bolsonaro faz parte dessa lista. Criada em dezembro de 2019, a comissão foi interrompida em março do ano passado por causa da pandemia, mas deve ser retomada em fevereiro de 2022. Em seu pouco tempo de investigação, a comissão teve como principal foco a atuação do chamado “gabinete do ódio”, grupo ligado ao vereador Carlos Bolsonaro, que alimenta a militância mais radical do bolsonarismo nas redes sociais. Além disso, no paralelo, a Câmara dos Deputados começa a discutir o Projeto de Lei das Fake News, já aprovado no Senado Federal. Segundo o relator Orlando Silva (PCdoB-SP), a intenção é definir regras para serviços de mensagens. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, conversamos com a relatora da CPMI das Fake News, a deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA), e com o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio), Fabro Steibel. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #191: #Start Eldorado: A nuvem nos negócios - Parte 2
A migração para a nuvem das corporações e a cloud assumindo um papel central na transformação dos negócios são os temas do Start Eldorado. Você ouve a segunda de três partes do debate “Cloudification: A nuvem para a eficiência do negócio”, gravado na Japan House São Paulo, sobre as motivações, benefícios e desafios na jornada para a nuvem, a abordagem híbrida e a importância da infraestrutura segura, eficiente e confiável para a circulação dos dados e a orquestração de todas as tecnologias envolvidas. Participam Marcos Siqueira, COO da Ascenty, Edson Tavares, CTO da Via e Roberto Murakami, CTO Latam da NEC. Com a apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

COP-26: O papel do Brasil e os desafios globais
Inicia neste domingo, 31, em Glasgow, na Escócia, mais uma edição da Conferência do Clima (COP-26), evento organizado pelas Nações Unidas sobre mudanças climáticas. Sob o olhar de desconfiança, a delegação brasileira participa deste que é um dos encontros mais esperados, pois vai discutir a primeira grande revisão e atualização dos compromissos assumidos no Acordo de Paris, assinado em 2015. A ideia é limitar o aumento da temperatura média do planeta a 1,5 grau celsius até 2050 e disponibilizar recursos para essa meta. A delegação brasileira, com cerca de 100 pessoas, será a segunda maior enviada por uma nação, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (EUA). No entanto, não contará com nomes importantes da área ambiental como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e até mesmo o das Relações Exteriores, Carlos França. Isso sem contar na ausência do próprio presidente Jair Bolsonaro. O Brasil chega ao COP 26 com a imagem desgastada com aumentos nos níveis de desmatamento no País. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta sexta-feira, vamos abordar os desafios diplomáticos para o Brasil com o repórter Felipe Frazão, que cobre o Itamaraty. E para entender mais sobre os grandes temas que devem guiar a COP-26, convidamos o Secretário Executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A escalada dos juros: quais efeitos para economia?
Na reunião desta quarta-feira, 27, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) resolveu elevar a taxa básica de juros em 1,5%. Agora, a Selic está em 7,75% ao ano, o maior patamar em quatro anos. Em outubro de 2017, os juros estavam em 8,25%. Nos dois últimos encontros, a elevação dos juros foi de um ponto percentual. Porém, depois das incertezas causadas pelas declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, que afirmou que irá "furar" o teto de gastos para bancar o programa Auxílio Brasil, o mercado começou a prever uma elevação maior. Aumentar a taxa Selic é a forma que o Banco Central utiliza para conter a alta de preços e segurar a inflação, já de olho na meta do ano que vem. Porém essa conjuntura de incertezas tem causado revisões também nas projeções de PIB e IPCA para 2021 e 2022. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quinta-feira, vamos falar sobre o cenário macroeconômico para o País depois da decisão do Copom. Conversamos com o economista Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio da Tendências Consultoria. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Especial Eleições: centro segue congestionado e à espera de respostas
Ainda distantes de qualquer consenso que resulte em uma candidatura única nas eleições de 2022, os partidos do chamado centro democrático optam, por enquanto, por um movimento contrário à almejada terceira via. A um ano da definição do próximo presidente da República, 11 pré-candidatos se apresentam para a disputa com alguma possibilidade de liderarem ou completarem uma chapa presidencial. somados o atual presidente, Jair Bolsonaro, e o ex-presidente Lula. Com exceção dos dois, os candidatos a candidato ao Planalto se espremem num centro congestionado e à espera de respostas. Três delas são consideradas fundamentais para que uma terceira via possa se tornar real: Quem vencerá as prévias tucanas? Sérgio Moro será candidato? E, Bolsonaro, conseguirá estancar sua queda de popularidade? Neste podcast especial, você vai conhecer os nomes na fila da eleição e as movimentações de cada um deles. Esse podcast tem a apresentação e roteiro de Adriana Ferraz, produção de Ana Paula Niederauer e reportagem de Cassia Miranda, Caio Sartori, Luiz Vassalo, Mariana Caetano, Pedro Venceslau e Renato Vasconcelos. A montagem é de Carlos Amaral. O diretor do núcleo de podcasts do Estadão é o Emanuel Bomfim e o editor-coordenador de Política, o Eduardo Kattah. O diretor de jornalismo do Grupo o Estado é o João Caminoto.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Privatização da Petrobras: oportunismo ou solução?
Na última terça (25), a Petrobras anunciou mais um aumento no preço dos combustíveis. O Diesel passou de R$ 3,06 para R$ 3,34 o litro. Já a gasolina passou de R$ 2,98 para R$ 3,19. Os aumentos consecutivos nos últimos anos sempre colocam a empresa no centro do debate da agenda de privatizações. O ministro da Economia, Paulo Guedes, é favorável à privatização. Segundo ele, “se daqui a 10 ou 20 anos, o mundo inteiro migra para hidrogênio e energia nuclear. A Petrobras vai valer zero daqui a 30 anos”. Hoje, a empresa estatal de economia mista opera em 14 países, no segmento de energia nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta quarta-feira, vamos conversar sobre essas possíveis mudanças na Petrobrás e no setor energético com o professor do Instituto de Economia da Unicamp e pesquisador do núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia, Marco Antônio Rocha. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Gustavo Lustosa. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Conteúdo patrocinado: A importância do networking
Nosso podcast continua a inspirar mulheres empreendedoras e, por isso, hoje o assunto é uma ferramenta que pode alavancar os seus negócios, se for bem usada, é claro: o networking. Networking é, basicamente, o bom relacionamento e contatos com outros profissionais do mercado. Mas será que qualquer contato? Como, de verdade, o networking pode agregar no seu negócio e quais são os segredos para manter contatos que vão te ajudar a alavancar? Para responder todas essas perguntas, a jornalista Bárbara Guerra conversou com duas mulheres PhD no assunto, a CEO do IAB Brasil, Cristiane Camargo, e a CEO da B2Mamy, Dani Junco. Acompanhe!See omnystudio.com/listener for privacy information.

A entrada de Rodrigo Pacheco na corrida eleitoral
A cada dia novos possíveis candidatos aparecem como terceira via para as eleições presidenciais de 2022. O grupo que tenta se distanciar da polarização de Lula e Bolsonaro deve ser o maior no pleito do ano que vem. O último nome anunciado foi o do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que saiu do DEM, futuro União Brasil, para o PSD de Gilberto Kassab. A candidatura de Pacheco foi anunciada durante evento do partido na cidade do Rio de Janeiro. Na ocasião, Pacheco foi o último a falar e não disse se aceitava o convite para sair candidato. Mas apresentou os pilares do discurso que deve adotar na campanha. O ato oficial de filiação de Rodrigo Pacheco ao PSD tem todo um simbolismo por trás. Apesar de ser rondoniense de nascimento, o senador fez sua carreira política em Minas Gerais. Por isso a ideia é atrelar o nome dele a de outro mineiro muito importante para o Brasil: Juscelino Kubitschek. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, conversamos sobre as eleições de 2022, diretamente com o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Para contribuir nas reflexões sobre as reais chances da terceira via em 2022, ouvimos Christopher Garman, cientista político da Eurásia. E diretamente de Brasília, também vamos conversar sobre este contexto político com o repórter do Estadão, Felipe Frazão. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aras vai enterrar trabalho da CPI da Covid?
Mais de um semestre de trabalho, dezenas de reuniões, centenas de requerimentos e quebras de sigilos. Na última quarta-feira, 20, chegaram ao fim as atividades da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigava irregularidades na atuação do governo federal durante a pandemia. O relatório final, com 1.180 páginas, lido pelo relator Renan Calheiros, pediu o indiciamento de 66 pessoas e duas empresas. O documento ainda recomenda que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado e responsabilizado por nove crimes, que podem resultar no seu afastamento do cargo e também em prisão. No fim da sessão, o vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues, informou que o relatório deve ser entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR) nesta quarta-feira, 27, caso seja aprovado. Assim, o documento chegará às mãos do procurador-geral, Augusto Aras - autoridade que pode apresentar denúncia criminal contra o presidente junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). A análise de Aras ocorrerá sob a desconfiança de alguns membros da Comissão de Inquérito de que a PGR pode arquivar as denúncias contra Bolsonaro e seus aliados, diante da proximidade do procurador com o presidente. Há ainda um longo caminho de análise a percorrer. São diversas as irregularidades apontadas no relatório, indicando que, durante o enfrentamento à pandemia, Bolsonaro teria cometido os crimes comuns de epidemia, charlatanismo, incitação ao crime, falsificação de documentos, além do uso irregular de verbas públicas, prevaricação e violação do direito social. Imputações similares já foram apreciadas pela Procuradoria ao longo do ano, durante análise de representações feitas por cidadãos comuns e políticos. Além das denúncias contra Bolsonaro, Aras deverá também analisar as acusações contra os ministros Onyx Lorenzoni, Walter Braga Netto e Marcelo Queiroga, e contra os deputados Ricardo Barros e Osmar Terra. Os casos dos filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro e o vereador do Rio, Carlos Bolsonaro, também serão avaliados. O relatório também identificou crime de responsabilidade nos atos do presidente, cujos indícios serão encaminhados à Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Arthur Lira, deve analisar o documento, avaliando uma possível abertura de pedido de impeachment, que se somará às centenas de pedidos já existentes neste sentido. Conforme os senadores, o documento será também enviado ao Tribunal Penal Internacional, em Haia (Holanda), onde Bolsonaro deve responder também por crimes contra a humanidade. Nesta segunda, o episódio do Estadão Notícias, vai colocar em foco o cenário complexo dos desdobramentos da CPI, após sua conclusão, trazendo a análise da jurista Helena Regina Lobo da Costa, professora de Direito Penal da Universidade de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Shagaly Ferreira e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #190: #Start Eldorado: A nuvem nos negócios - Parte 1
A migração para a nuvem das corporações e a cloud assumindo um papel central na transformação dos negócios são os temas do Start Eldorado. Você ouve a primeira de três partes do debate “Cloudification: A nuvem para a eficiência do negócio”, gravado na Japan House São Paulo, sobre as motivações, benefícios e desafios na jornada para a nuvem, a abordagem híbrida e a importância da infraestrutura segura, eficiente e confiável para a circulação dos dados e a orquestração de todas as tecnologias envolvidas. Participam Marcos Siqueira, COO da Ascenty, Edson Tavares, CTO da Via e Roberto Murakami, CTO Latam da NEC. Com a apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Guedes à mercê do populismo de Bolsonaro e o desfecho da CPI
Uma debandada aconteceu, nesta quinta-feira, no Ministério da Economia. Insatisfeitos com as mudanças no teto de gastos para “patrocinar” o programa Auxilio Brasil, que dará 400 reais mensais a famílias carentes, nomes da área técnica pediram demissão da pasta nesta quinta-feira (21). A insatisfação da equipe econômica era crescente diante das manobras da ala política do governo para burlar o mecanismo e abrir espaço no Orçamento para bancar o “Bolsa Família turbinado”.Qual é o limite para a gastança do governo? Vale tudo em nome da reeleição? O principal adversário de Jair Bolsonaro (sem partido), o ex-presidente Lula, ao invés de criticar a irresponsabilidade fiscal, trucou: disse que o “povo merece” um benefício no valor de 600 reais. E quem (e como) vai pagar essa conta? A agenda negativa para o governo nessa semana não ficou restrita apenas ao populismo fiscal. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, apresentou o relatório final que imputa 9 crimes ao presidente Jair Bolsonaro pela sua atuação durante a pandemia. O mandatário foi indiciado por charlatanismo, mau emprego de verba pública, crimes contra a humanidade, entre outros. Além do presidente, estão no relatório seus filhos, o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o atual titular da pasta Marcelo Queiroga, membros do “gabinete paralelo”, e empresários, apoiadores e parlamentares da base do governo. Duas empresas também são citadas no documento. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Marcelo de Moraes e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Barrados na fronteira: o drama dos brasileiros nos EUA
A chegada de imigrantes brasileiros aos EUA ilegalmente começou a crescer a partir de 2015. O grande pico nas apreensões pela patrulha fronteiriça aconteceu em 2019, quando passou de 1,6 mil casos no ano anterior para 18 mil, segundo os registros do país. Diferente de outros imigrantes, os brasileiros evitam a travessia pela barragem de Morelos, no Texas, onde a maioria que chega vem da América Central. Desde outubro de 2020, mais de 37 mil famílias brasileiras foram detidas nos Estados Unidos, de um total de 50 mil brasileiros que chegaram ilegalmente pelo México. Parte desses brasileiros chega de avião na Cidade do México, onde pega um outro voo para Mexicali, que fica próxima à fronteira com os Estados Unidos, e é uma das principais rotas de tráfico de drogas. E é daí que começa a jornada mais difícil dessas pessoas. Dali, os imigrantes seguem de carro até Los Algodones para a travessia a pé até Yuma. Alguns brasileiros chegam a pagar cerca de 15 mil dólares a coiotes para atravessar a fronteira, o que dá mais de R$ 80 mil pela viagem. Com voos rasantes, helicópteros dos EUA tentam encontrar os criminosos que conduzem os imigrantes. A maioria dos imigrantes que consegue cruzar a pé a fronteira comemora ao ver os agentes americanos, pois além de receber água e comida, é uma chance de conseguir asilo no país. No episódio do Estadão Notícias desta quinta-feira, vamos ouvir áudios exclusivos captados na fronteira entre México e EUA e destes imigrantes que tentam entrar no país. Também vamos conversar com quem viajou até o local e fez esses registros, a repórter correspondente do Estadão nos Estados Unidos, Beatriz Bulla. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Indústria e agro sem matéria-prima: e agora?
O Brasil atravessa um momento de crise ainda pouco percebido pela maioria da população, mas com efeitos visíveis quando o consumidor precisa adquirir um automóvel ou algum produto do setor agrícola. A escassez de matérias-primas e de bens intermediários vem impactando de forma significativa toda a estrutura produtiva até o comprador final. No caso da agricultura, produtores brasileiros têm enfrentado um cenário desfavorável para conseguir fertilizantes. A crise energética da China, principal país exportador dos insumos, afeta também a cadeia mundial de suprimentos, elevando a demanda e influenciando, consequentemente, o aumento do preço das plantações, que deve ser repassado ao consumidor. Já nas fábricas automobilísticas e de produtos eletrônicos o drama em torno da falta de insumos está ligado à escassez de chips eletrônicos. Esses componentes são fornecidos pela Ásia, onde há grande dificuldade na aquisição de cobre e de materiais plásticos. O resultado da crise se reflete nos números: segundo sondagem divulgada pela pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), 12% dos fabricantes do setor tiveram que suspender parte da produção, no mês passado, dada a carência de componentes eletrônicos. A falta de chips semicondutores é um exemplo disso. Sentindo os efeitos da escassez, a Honda suspendeu parte de sua produção de veículos nos Estados Unidos e Canadá. Já no Brasil, a Volkswagen anunciou que irá decretar férias coletivas para cerca de 800 trabalhadores, no interior de São Paulo. A companhia alega que a medida será aplicada “pela falta de componentes, principalmente de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos”. Além da escassez de insumos, o Brasil enfrenta também a falta generalizada de contêineres nos portos brasileiros, situação que tem atrasado, em vários dias, a exportação da indústria e do agronegócio. Segundo especialistas, a situação deverá ser normalizada apenas no segundo semestre de 2022. No episódio do Estadão Notícias desta quarta-feira, a crise dos insumos será tema das análises do gerente de Análise Econômica da Confederação Nacional das Indústrias, Marcelo Azevedo, e do professor de economia do Cedeplar-UFMG e coordenador do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas e Desenvolvimento (GPPD), João Romero. Já a discussão sobre a crise nos portos brasileiros fica por conta do repórter do Estadão em Brasília, André Borges. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Shagaly Ferreira. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Divergências na CPI: Bolsonaro pode responder por homicídio doloso?
Conforme o Estadão publicou com exclusividade neste domingo, o relatório final da CPI conclui que o governo de Jair Bolsonaro agiu de forma dolosa, ou seja, intencional, na condução da pandemia e, por isso, é responsável pela morte de milhares de pessoas. O termo doloso tem causado divergências na cúpula da CPI da Covid, e acabou adiando a leitura do relatório final que deveria acontecer nesta terça-feira, 19.Um dos pontos que levaram ao adiamento, é exatamente essa decisão do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), de indiciar Bolsonaro por homicídio qualificado, revelada pelo Estadão. Jair Bolsonaro teria reclamado com Omar Aziz (PSD-AM) dessa intenção de Renan. O senador, no entanto, negou a existência de qualquer conversa com Bolsonaro sobre o relatório. Segundo Omar, a decisão pelo adiamento foi tomada em conjunto entre ele e o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Os dois avaliaram que o prazo para a votação do relatório, marcada inicialmente para apenas um dia após a leitura, poderia gerar questionamentos e prejudicar o resultado final da comissão. O documento será encaminhado aos órgãos de controle, que poderão abrir processos sobre os supostos crimes apontados. Isso ocorre porque a CPI tem poderes de investigação, mas não de punição. O relatório traz também propostas de mudanças na legislação, como a criminalização da criação e divulgação de fake news. No episódio do Estadão Notícias desta terça-feira, vamos debater esses assuntos com o jurista Walter Maierovitch. E para entender melhor os entraves políticos e o andamento do relatório, vamos conversar com a repórter do Estadão em Brasília, Julia Affonso, que teve acesso ao relatório que seria apresentado pelo relator Renan Calheiros. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Legalizar jogos de azar: solução ou problema para o Brasil?
Até 1946 os jogos de azar eram liberados no Brasil. O presidente Eurico Gaspar Dutra (1883 - 1974), sob o argumento de que o jogo era degradante para o ser humano, resolveu revogar a licença das casas de apostas. Arquivos da época mostram que havia no País cerca de 71 cassinos que empregavam cerca de 60 mil pessoas em empregos diretos e indiretos. Os bingos voltaram a funcionar legalmente nos anos 90, mas, em 2004, um escândalo envolvendo Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, colocou um fim à atividade. Diniz foi acusado de extorquir dinheiro de empresários donos de bingos para arrecadar fundos para o Partido dos Trabalhadores. Atualmente, alguns setores da sociedade brasileira defendem a legalização dos jogos de azar, argumentando que os cassinos gerariam empregos e a tributação deles ajudaria na arrecadação federal. No entanto, há diversos fatores negativos que devem ser considerados, na esfera criminal e de saúde pública. Após várias tentativas nos últimos anos, a bandeira da legalização volta a ganhar força no Congresso Nacional, mas não sem causar rachaduras na base de apoio do governo. De um lado, o Centrão age para aprovar a liberação de uma proposta ampla, que inclui até jogo do bicho, sob a justificativa de que vai alavancar a economia e o turismo. Do outro, a bancada evangélica afirma que o vício nos jogos prejudica as famílias e corrompe valores religiosos defendidos por eles. No episódio do ‘Estadão Notícias’ desta segunda-feira, ouvimos o relator do projeto, o deputado federal, Felipe Carreras (PSB-PE), e o psiquiatra Hermano Tavares, professor do Departamento de Psiquiatria da USP e fundador coordenador do Amjo - Ambulatório do Jogo Patológico. E sobre a queda de braço no Congresso, conversamos com o repórter do Estadão em Brasília, Lauriberto Pompeu. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tecnologia #189: #Start Eldorado: O futuro digital da sociedade
Nesta edição do Start Eldorado, grandes nomes globais da tecnologia falam sobre temas como 5G, redes de arquitetura aberta (Open RAN) e suas aplicações, as transformações digitais na retomada do setor aéreo, inovação aberta, cidades inteligentes, biometria e inteligência artificial, em um programa especial sobre o evento "Visionary Week", da NEC, diretamente do Japão. O Start vai ao ar a partir de 21h, na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.