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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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A censura às pesquisas eleitorais

Com a proximidade das eleições em 2022, os institutos de pesquisas já começam a divulgar as intenções de voto dos eleitores, mesmo sem a definição oficial dos candidatos. Entretanto, críticos as pesquisas argumentam que elas acabam induzindo o voto nos candidatos mais bem colocados, ou até minando possíveis candidaturas que não aparecem bem ranqueadas. Nessa linha, o presidente da Câmara, Arthur Lira, pretende colocar em votação nos próximos dias um projeto de lei complementar que traz diversas alterações na legislação eleitoral, incluindo uma espécie de censura às pesquisas de intenção de voto. O texto determina que os institutos que fazem esses levantamentos informem um percentual de acertos das pesquisas realizadas pela entidade ou empresa nas últimas cinco eleições. Uma espécie de média de acerto. A relatora do texto, a deputada Margarete Coelho do PP-PI, afirma que a Justiça Eleitoral será responsável por analisar a correlação entre os dados informados pelos institutos e o resultado das eleições para medir se foram compatíveis com as tendências do eleitorado. O texto também define que as pesquisas eleitorais só poderão ser divulgadas até a antevéspera do dia da eleição, ou seja, na sexta-feira. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Márcia Cavallari, que foi presidente do Ibope durante 10 anos, e hoje é fundadora da Inteligência e Pesquisa Consultoria. E para entender as mudanças do chamado novo código eleitoral que será votado, vamos falar com o Dr. Alberto Rollo, advogado especialista em Direito Eleitoral. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 6, 202125 min

Bolsa Família de 400 reais: boia de salvação para Bolsonaro?

O presidente Jair Bolsonaro tem buscado, a todo custo, retomar sua popularidade. Em julho, o Datafolha mostrou que a reprovação do governo subiu e atingiu 51% dos entrevistados. Uma das estratégias da presidência para melhorar a opinião da população é aumentar o programa Bolsa-Família.  O próprio presidente afirmou, nesta semana, que o governo estuda dar um aumento de "até 100%" do benefício. Como isso, o valor que hoje é de 192 reais, subiria para 384 reais, caso esse percentual seja confirmado. No entanto, essa proposta do presidente esbarra nas restrições fiscais. Além disso, existe o temor de que não haverá recursos suficientes para financiar o reajuste da forma que está sendo estudado.  Com essas medidas, o custo do programa tende a subir para mais de 55 bilhões de reais por ano. No Orçamento de 2021, a verba para o Bolsa Família é de 35 bilhões. Outro problema é encontrar espaço no Orçamento de 2022. Por isso, o governo federal deve propor ao Congresso Nacional um projeto para adiar o pagamento de dívidas reconhecidas pela Justiça, os chamados precatórios, e usar os recursos para elevar o valor do benefício.  Para falar sobre esse adiamento de dívidas, no episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a repórter do Broadcast econômico, Idiana Tomazelli. E para explicar sobre as mudanças do programa de transferência de renda, proposto pelo governo, convidamos o economista Marcelo Neri, da FGV Social. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 5, 202123 min

Barroso X Bolsonaro: as urnas eletrônicas são seguras?

O País se viu no meio de um intenso embate a pouco mais de um ano das eleições de 2022 sobre a segurança das urnas eletrônicas. O presidente Jair Bolsonaro já começou a levantar dúvidas sobre a inviolabilidade das máquinas logo após sua vitória em 2018, em que ele acredita ter vencido no primeiro turno, mesmo sem provas desta afirmação. Com isso, Bolsonaro elegeu seu inimigo número um: o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso. Desde que começou a criar narrativas de que a eleição só acontecerá se o voto impresso for adotado, o presidente tem travado uma luta de retóricas com o ministro, que o acusou de manter uma “conduta antidemocrática”. Em paralelo a isso, uma comissão especial para analisar o tema foi criada na Câmara dos Deputados. Liderada por parlamentares bolsonaristas, a PEC do voto impresso pode ser enterrada, depois que líderes partidários resolveram se colocar contra a medida. O governo ainda tenta reverter a situação. De acordo com o TSE, há alguns inconvenientes na adoção do voto impresso, entre eles, as chances de fraude, o grande esquema logístico montado para garantir o transporte e o armazenamento seguro dos votos, e o risco de judicialização das eleições. Mas afinal, as urnas eletrônicas são seguras? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor da disciplina Computação Forense na USP e membro do subcomitê de tecnologias eleitorais da Sociedade Brasileira de Computação, Mario Gazziro, e com o diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio), Fabro Steibel.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 4, 202124 min

Conteúdo Patrocinado: Ex-executiva e agora empresária

Como deixar a segurança de ser funcionária para ser empreendedora e dona de seu próprio negócio? A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, realizada pelo IBGE, mostrou que cerca 9,3 milhões de mulheres estão à frente de negócios no Brasil e que, em 2018, elas já eram 34% donas de negócio. Mas dados recentes do Sebrae mostram que as mulheres já conquistaram 50% da ocupação empreendedora no Brasil. Mas quem busca a vida empreendedora? Existe um perfil padrão? Quais os desafios de deixar uma carreira cheia de segurança e benefícios para empreender? Para responder a essas perguntas, a jornalista Bárbara Guerra conversa com Gabriela Onofre, vice-presidente de Marketing da Único IDTech.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 3, 202121 min

A ‘2ª temporada’ da CPI da Covid: o que esperar?

Nesta terça-feira, 3 de agosto, após recesso do Senado, vão ser retomados os trabalhos da CPI da Covid. Esta segunda etapa de investigação da comissão deve focar na atuação da Precisa Medicamentos e da Davati Medical Supply, que atuariam como intermediárias para contratos de compra de vacinas da Covaxin e da Astrazeneca. Além disso, a CPI da Covid tem mais de 380 requerimentos prontos para entrar na pauta. São pedidos de convocações, quebras de sigilos, informações e audiências públicas que devem orientar a atuação do colegiado até o dia 5 de novembro.  Essa volta da comissão também conta com mudanças na sua composição. A ida de Ciro Nogueira, que era titular da CPI, para o cargo de ministro da Casa Civil, deu lugar ao senador Luis Carlos Heinze (Progressistas-RS), que ocupava uma das suplências. A vaga de suplente deixada por Heinze será agora ocupada pelo senador Flávio Bolsonaro, do Patriota do Rio de Janeiro. Para o presidente da CPI da Covid, Omar Aziz, a entrada do filho mais velho do presidente na comissão não mudará os rumos dos trabalhos. No episódio do Estadão Notícias de hoje vamos conversar com quem acompanha de perto os trabalhos da comissão, e detalha como será a volta da CPI da Covid, o repórter do Estadão em Brasília, André Shalders. Você ouve também uma entrevista com o presidente da comissão, o senador Omar Aziz (PSD-AM). O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bonfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Julia Corá. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 3, 202125 min

Batalha no Twitter: o embate sobre a eficácia do tratamento precoce

O tratamento precoce figurou entre as medidas de contenção da pandemia mais defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores argumentaram a favor do uso de medicamentos como a cloroquina e a ivermectina de maneira veemente nas redes sociais. Uma das plataformas onde houve amplo debate sobre o assunto foi o Twitter, rede social que conta com aproximadamente 41 milhões de brasileiros e é uma importante ferramenta de análise dos temas que estão em “alta”.  Para entender como o assunto surgiu e foi tratado na plataforma, e como se deu essa “batalha da cloroquina” na internet, o Estadão realizou uma parceria com a consultoria LLYC, que utilizou sociogramas - gráficos que mostram as relações entre pessoas de um mesmo conjunto - para analisar as repercussões. Segundo o levantamento, as “bolhas” contra e a favor foram responsáveis por 18 milhões de citações sobre o tópico no Twitter, entre novembro de 2019 e maio de 2021. Ainda hoje, sinônimos do tratamento precoce seguem figurando entre as publicações da rede, como: kit covid, tratamento preventivo e o nome dos principais medicamentos, como cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina. A pesquisa em parceria com a LLYC ainda atesta que a contribuição do presidente Jair Bolsonaro para esta discussão foi bastante relevante. Foram identificados picos importantes do debate na rede social, principalmente durante a 1ª onda da pandemia e, depois, na 2ª onda – que também coincide com o início da vacinação no Brasil. Depois deste período os termos aparecem no Twitter de maneira ainda mais frequente.  No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com os repórteres do Estadão, Emilio Sant' Anna e o Victor Vieira, que trabalharam com estes dados e produziram este conteúdo especial. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes e Jessica Brasil Produção/Edição: Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg, Jessica Brasil e Taísa Medeiros.  Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Aug 2, 202127 min

Tecnologia #178: #Start Eldorado: Ferramentas digitais no ESG

ESG é um leque de temas que ganha cada vez mais importância em empresas de várias áreas e tamanhos - e as tecnologias de captura, cruzamento, inteligência de dados têm papel fundamental nas ferramentas digitais de monitoramento. O Start Eldorado recebe Carla Leal, diretora de Growth da WayCarbon, e Thaís de Morais Souza, da MRV, para uma conversa sobre as inovações tecnológicas na área e a plataforma Climas, que acompanha mais de 5.000 parâmetros e 44 milhões de toneladas de emissões de gases de efeito estufa. O Start vai ao ar às 21h, às quartas-feiras, para toda Grande São Paulo na Eldorado FM 107,3 - SP, com a apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 31, 202123 min

Conteúdo patrocinado: Opções de geração de energia durante a crise

Crise hídrica, consumo maior de energia, dependência de termoelétricas e aumento na conta de luz são os temas mais debatidos quando o assunto é energia aqui no Brasil. Especialistas e empresas do setor energético debatem formas alternativas de energia durante a estiagem mais longa dos últimos 91 anos.  Neste segundo episódio Caminhos da Energia, produção do Estadão Blue Studio, especialistas explicam por que a nossa matriz energética, basicamente hídrica, portanto limpa, foi parar nesse xeque-mate. O professor Pedro Côrtes, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo, explica que aquela solução emergencial encontrada em 2001 foi modificando a matriz energética brasileira e o País começou a caminhar ao contrário do resto do mundo. Diretor Financeiro da Votorantim Energia, Carlos Guerra, acredita que o melhor caminho para o Brasil neste momento é substituir as termoelétricas mais poluentes por outras de menor impacto ambiental. Outra possibilidade é aproveitar uma estrutura já existente, com menor emissão de gases do efeito estufa: o gás natural. O diretor de Estratégia e Mercado da Associação Brasileira das Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), Marcelo Mendonça, diz que apenas 12% do gás natural brasileiro está presente na produção energética.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 30, 202117 min

ESPECIAL TÓQUIO 2021: Brasil já tem ouro, prata e bronze, ouça no ‘Estadão Notícias’

Em poucos dias de disputas, o Brasil já conquistou sete medalhas nos Jogos Olímpicos de Tóquio. As conquistas no evento marcam uma nova fase do Brasil, que já começou com tudo e teve o melhor início de Jogos da sua história. O Estadão Notícias está acompanhando os jogos e trazendo os principais resultados, bastidores e entrevistas com repórteres diretamente do Japão. Nas modalidades que estrearam neste ano, a delegação brasileira já conta com um ouro do surfista Ítalo Ferreira e duas pratas dos skatistas Kelvin Hoefler e Rayssa Leal, conhecida como a “fadinha”. Ao som de Baile de Favela, Rebeca Andrade também levou uma medalha de prata inédita na final individual geral da ginástica artística feminina.  As modalidades mais tradicionais, nas quais o Brasil tem histórico de medalhas, não ficaram para trás. Já foram três bronzes, dois no judô, com Daniel Cargnin e Mayra Aguiar, e um na natação, com Fernando Scheffer. Os destaques do País não se resumem às medalhas. Atletas brasileiros foram protagonistas em suas modalidades, como Ygor Coelho no badminton, Hugo Calderano no tênis de mesa, e Marcus D'Almeida no tiro com arco.  Neste segundo episódio do especial olímpico do Estadão Notícias, vamos falar sobre as primeiras medalhas e as próximas competições com os repórteres do Estadão diretamente de Tóquio, Raphael Ramos e Paulo Favero. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes e Jefferson Perleberg Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Julia Corá e Jessica Brasil. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 30, 202121 min

Ameaças à democracia e o troca-troca ministerial

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou à Procuradoria-geral da República (PGR) uma ordem para que a instituição se manifeste sobre as quatro petições movidas por parlamentares e advogados, que pedem que o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, seja investigado por expressar ao presidente da Câmara dos Deputados ameaças à realização das eleições de 2022, conforme revelou o Estadão. Braga Netto declarou a um importante interlocutor político do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que ele dissesse “ a quem interessar” que as Forças Armadas não estarão dispostas a permitir a realização dos pleitos estadual e federal no ano que vem sem a adoção do voto impresso. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF), que pede a inclusão de impressoras na urna eletrônica a fim de criar uma nova etapa de auditagem dos votos, atualmente encontra-se em tramitação na Câmara. Enquanto isso, mudanças acontecem na estrutura do governo federal. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) oficializou sua mais recente reforma ministerial. O Diário Oficial da União (DOU) já trouxe a nomeação do senador Ciro Nogueira (Progressistas-PI), líder do Centrão, como ministro-chefe da Casa Civil. Ele assume o posto de Luiz Eduardo Ramos, que migra para a Secretaria-Geral da Presidência. Onyx Lorenzoni, que ocupava a pasta, por sua vez, foi alocado à frente do Ministério do Trabalho e Previdência, criado por meio de medida provisória neste despacho. A nomeação de Ciro Nogueira para a Casa Civil, o coração do governo, é uma aposta do presidente Bolsonaro para manter o apoio político do Centrão e evitar uma possível abertura de processo de impeachment, neste momento em que vê sua popularidade caindo em meio a denúncias de corrupção e ao desgaste sofrido pelo andamento das investigações da CPI da Covid. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Taísa Medeiros. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 30, 202133 min

Bolsonaro e Centrão vão estar no mesmo palanque em 2022?

O Centrão vem ganhando espaço dentro do governo de Jair Bolsonaro em nome da governabilidade. Essa relação foi intensificada com a nomeação do senador Ciro Nogueira, do Progressistas, para um dos cargos mais importantes da administração federal: ministro da Casa Civil.  A mudança tem objetivo de melhorar a interlocução entre o presidente e o Congresso Nacional. Agora, já se sabe que o movimento feito por Bolsonaro, além do simples apoio de deputados e senadores, tem a intenção de estruturar sua campanha para as eleições de 2022.  Bolsonaro negocia a filiação ao Progressistas, do qual Ciro Nogueira é presidente, e quer contar com a estrutura da sigla, em sua tentativa de reeleição, o partido tem a terceira maior bancada na Câmara com 41 deputados. No Senado, são sete parlamentares. Em 2020, consolidou-se como um partido médio no Congresso e cresceu fora dele com as eleições municipais. Ciro Nogueira administrou a quarta maior fatia dos recursos do Fundo Eleitoral, que Bolsonaro propõe dobrar para R$ 4 bilhões, no ano que vem.  No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes, que vai analisar essa movimentação de olho em 2022. Parte da estruturação dessa campanha é a escolha de um vice, sobre essa questão, vamos falar com o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg, Jessica Brasil e Taísa Medeiros.  Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 29, 202126 min

Mais armas nas ruas: o preocupante crescimento de registros no País

O governo de Jair Bolsonaro foi responsável por diversos decretos de flexibilização do porte de armas. A possibilidade do armamento da população foi uma das mais fortes promessas do presidente durante sua campanha, em 2018. Para Bolsonaro, a população armada poderia se sentir mais segura e capaz de se defender caso precisasse. Segundo estudo do Instituto Sou da Paz, desde 2019 foram 31 alterações de normas em relação ao armamento da população no Brasil.  Nos Estados Unidos, país que é um símbolo da liberalidade do porte de arma, o presidente americano Joe Biden tenta impor uma série de medidas de controle contra o que ele classificou como uma "epidemia de violência com armas de fogo". O tema divide o país, mesmo com os recorrentes massacres em escolas e espaços públicos. Devido a alterações na legislação brasileira, a concessão de armas a cidadãos comuns subiu 67% no 1º semestre de 2021. O dado é da Polícia Federal, obtido via Lei de Acesso à Informação pela agência Fiquem Sabendo. A elevação nas concessões de armas à população foi notada em todos os Estados. Em São Paulo e mais outros oito Estados estes registros mais que dobraram.  Apesar da crise econômica provocada pela pandemia, foram 97.243 novas armas registradas pela Polícia Federal apenas no primeiro semestre deste ano. Uma preocupação que a expansão do acesso às armas traz é relacionada à violência. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 78% dos assassinatos em 2020 foram cometidos com armas de fogo. A pergunta que fica é: estamos mais armados, mas será que estamos mais seguros? Para responder este questionamento no episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Ivan Marques, membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes e Taísa Medeiros Produção/Edição: Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg, Jessica Brasil e Taísa Medeiros.  Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 28, 202128 min

Conteúdo Patrocinado: Operações de crédito avançam no país, mas ainda distantes do ideal

A importância do crédito como motor da economia é tema já pacificado entre economistas e analistas do mercado financeiro. No Brasil, a relação crédito e PIB vem melhorando, mas permanece muito abaixo da de outros países. O saldo total de empréstimos no Sistema Financeiro Nacional (SFN) como porcentagem do PIB atingiu 54,4% em março deste ano. Em países desenvolvidos esta relação supera os 100%. Saiba como produtos como home equity e consignado no setor privado, assim como juro menor, ajudam a desenvolver o mercado. Rodrigo Salim, diretor executivo da Wiz Parceiros, empresa que atua na gestão de uma rede de distribuição de produtos financeiros e consórcio, conversa sobre o tema com o apresentador Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 27, 202116 min

Recusar a vacina pode causar demissão?

Uma funcionária de um hospital de São Caetano, na grande São Paulo, foi demitida por justa causa ao se recusar a tomar a vacina contra a covid-19. A decisão, apesar de polêmica, seguiu a orientação do Ministério Público do Trabalho que afirmou que empregados que não apresentarem razões médicas documentadas para não tomar a vacina, poderiam ser demitidos por justa causa.  A ex-funcionária argumentou no processo que a imposição da vacina teria ferido a sua honra e dignidade humana. No julgamento, o desembargador Roberto Barros da Silva, afirmou que a recusa da empregada coloca em risco os pacientes e trabalhadores do hospital e que diante da pandemia, deve prevalecer o interesse coletivo e não a posição pessoal da trabalhadora. A dispensa por justa causa exclui o direito ao aviso prévio, ao seguro-desemprego e à multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Em dezembro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal decidiu que o governo federal, os estados, o Distrito Federal e os municípios podem estabelecer medidas legais pela obrigatoriedade, mas não podem determinar a vacinação forçada. Pela decisão, nenhuma lei poderá prever que o cidadão seja levado à força para tomar a vacina, mas a eventual norma poderá prever a restrição de direitos pela falta de comprovação da vacinação, como deixar de receber um benefício ou ser proibido de entrar em algum lugar.  No episódio de hoje do Estadão Notícias, vamos conversar sobre a exigência da vacina contra a covid e as implicações trabalhistas com a recusa desta imunização. Para isso, convidamos o especialista em direito trabalhista e professor da PUC-SP, Paulo Sérgio João e também a presidente da Comissão de Direito Empresarial da Federação Nacional dos Advogados e Diretora da Confederação Nacional dos Profissionais Liberais, Nathalia Alves de Azevedo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Taísa Medeiros Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 27, 202116 min

CPI da Covid usa recesso para fechar o cerco contra o governo

Depois de três meses de trabalho, a CPI da Covid entrou em recesso. Para que não houvesse uma estagnação ou retrocesso nas investigações, os parlamentares foram divididos em grupos que vão continuar trabalhando. Essa nova fase vai usar os documentos recebidos pela comissão até o momento para apurar suspeitas de omissão e corrupção do governo Bolsonaro no enfrentamento à pandemia. Cada grupo de parlamentares tem como objetivo investigar um assunto específico como a compra da Covaxin, a atuação de intermediários na compra de vacinas contra a covid-19 e propagação de fake news. Além dos titulares da Comissão, as senadoras Simone Tebet (MDB) e Eliziane Gama (Cidadania) também vão fazer parte dos grupos.  No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre a continuação das investigações da CPI da Covid durante o recesso com os repórteres em Brasília, Júlia Affonso, de política, e André Shalders, que está a par do envolvimento de militares no Ministério da Saúde e nas negociações de compra de vacina.  O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafaela Barbosa Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 26, 202124 min

Conteúdo Patrocinado: Evidências para promover a aprendizagem

Um diálogo com a sociedade e educadores sobre a importância das avaliações educacionais para promover a aprendizagem no século 21: para enfrentar desafios educacionais impostos pela pandemia, secretários de Educação, especialistas e professores ressaltam a importância de medir o que estudantes aprenderam durante o ensino remoto em casa. Ouça neste podcast as perspectivas para o futuro da avaliação nacional, além de diagnósticos e intervenções da alfabetização na idade certa. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 25, 202121 min

Tecnologia #177: #Start Eldorado: Olimpíada e as inovações digitais no esporte

A Olimpíada de Tóquio começou oficialmente com a transformação digital em destaque. Atletas e equipes se valem de novidades como sensores, câmeras de alta definição, dispositivos de internet das coisas, obtendo dados preciosos para direcionar treinamentos e táticas. Serão, ainda, os jogos do 5G: com as redes no ar, o Japão usará uma série de tecnologias para monitorar aeroportos, trânsito, metrô, arenas, além de os fãs poderem mergulhar no mundo das transmissões esportivas em altíssima definição, com muitas opções nas mídias e entretenimento. O apresentador Daniel Gonzales recebe o head de Inovação e Relação com Investidores da Arena Hub, Fernando Patara, e o diretor de Tecnologia da NEC, Luciano Moizio, para falar destes temas. O Start Eldorado vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitaisSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 24, 202122 min

ESPECIAL: Tóquio 2021: primeiras emoções do Jogos Olímpicos

Na primeira semana dos Jogos Olímpicos de Tóquio, o brasileiro ficou animado com as duas estreias vitoriosas do país, nos jogos de futebol feminino e masculino. Também houve muita emoção na capital japonesa durante a abertura oficial da competição. Em mais um episódio especial do Estadão Notícias Olímpico, você vai acompanhar entrevistas exclusivas com atletas e os bastidores da cobertura dos repórteres do Estadão diretamente do Japão. Essa é a segunda Olimpíada da história na capital japonesa, a primeira edição foi em 1964. Depois de 56 anos, a cidade voltaria a receber uma edição dos jogos em 2020, mas a competição foi adiada para 2021, por causa da pandemia. Existem novidades também no hall de competições esportivas: agora fazem parte das modalidades também o Surfe, Escalada, Skate, Beisebol para o masculino e Softbol para o feminino. No segundo episódio do especial olímpico trazemos o relato do estreante Ítalo Ferreira, do surfe; da técnica da seleção brasileira de futebol feminino, Pia Sundhage; de uma das  veteranas das olimpíadas do ciclismo moutain bike, Jaqueline Mourão e do medalhista da canoagem, Isaquias Queiroz.  E para falar sobre essas promessas brasileiras de pódio e também sobre as primeiras competições das olimpíadas, vamos conversar com os repórteres do Estadão, que estão em Tóquio, Raphael Ramos e Paulo Favero. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes e Jefferson Perleberg Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Julia Corá e Caio Possati Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 23, 202120 min

Dança das cadeiras: Bolsonaro amplia casamento com o Centrão

Os laços entre o Presidente Jair Bolsonaro e o Centrão estão mais estreitos após o anúncio da entrada do Senador Ciro Nogueira (PP) no Ministério da Casa Civil. Apesar de ter dito, durante a campanha para Presidente, que não faria acordos com o grupo para ganhar governabilidade, Jair Bolsonaro articula uma reforma ministerial para fortalecer sua base de sustentação no Congresso e sobreviver às crises. A novidade em Brasília também suscitou outra promessa de campanha que foi descumprida pelo presidente. Ainda como candidato, Jair Bolsonaro afirmava que iria diminuir o número de Ministérios para 15, atualmente são 23. A reforma também prevê a criação do Ministério do Emprego e Previdência, que deve ser ocupado por Onyx Lorenzoni.   Ciro Nogueira, atualmente apoiador do Presidente, já se referiu a Jair Bolsonaro como fascista e foi aliado do Partido dos Trabalhadores, antes de apoiar o Impeachment de Dilma Rousseff. O Senador é um dos alvos da Operação Lava Jato.  No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre o anúncio  de uma reforma ministerial que aproxima a presidência do Centrão com o repórter do Estadão, em Brasília, Lauriberto Pompeu, e o professor e cientista político do Insper, Carlos Melo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Ana Paula Niederauer e Rafaela Barbosa Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 23, 202125 min

Vamos precisar de dose extra da vacina contra a covid em 2022?

A aplicação de uma terceira dose da vacina contra contra covid-19 vem sendo defendida em alguns estados e municípios. O governo paulista planeja começar a revacinação da população adulta em janeiro de 2022, um ano após a aplicação da primeira vacina no País. A expectativa é de que a imunização contra covid-19 tenha um calendário similar ao da gripe comum, que precisa ser reaplicada anualmente para garantir a proteção.  O secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, informou ao Estadão que a ordem de vacinação deverá seguir a mesma ordem de prioridade do primeiro ciclo de imunização. A aposta do governo de São Paulo é na utilização da Butanvac, ainda em testes, como imunizante principal. A Coronava, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Butantan, também pode fazer parte do planejamento da terceira dose da vacina. A escolha pelos dois imunizantes é pela facilidade de produção completa no território nacional, sem a necessidade de importação do ingrediente farmacêutico ativo (IFA). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também autorizou esta semana um estudo clínico para avaliar a eficácia de uma terceira dose da vacina contra covid-19 da vacina AstraZeneca.  No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre o anúncio do calendário da terceira dose da vacina contra a covid-19 no Estado de São Paulo, e como ficará o restante do país, com a repórter do Estadão, Fabiana Cambricoli, que acompanha o assunto. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Barbosa Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 22, 202127 min

“PEC Pazuello”: Congresso vai conseguir barrar militares no governo?

A presença de militares no governo de Jair Bolsonaro, principalmente os que estão na ativa, tem sido duramente criticada. Após o início dos trabalhos da CPI da Covid, uma relação nada republicana de agentes das Forças Armadas na área da Saúde vem se consolidando.  A Procuradoria da República do Distrito Federal afirma que a gestão do general da ativa Eduardo Pazuello no combate a pandemia de covid-19 foi, “gravemente ineficiente e dolosamente desleal". Segundo registra o Ministério Público Federal, a omissão e a negligência do ex-ministro na compra das vacinas da Pfizer retardou o começo da imunização no País.  Para tentar controlar a nomeação de militares no governo, uma proposta de emenda à constituição, batizada de “PEC Pazuello”, da deputada Perpétua Almeida (PCdoB), reuniu mais de 180 assinaturas e já pode ser votada na Câmara. A alteração permitiria que os militares continuem ocupando cargos comissionados em certas áreas técnicas relacionadas à defesa nacional, mas não em cargos políticos. O apelido "PEC Pazuello" faz referência ao episódio no qual o ex-ministro participou de um ato político ao lado do presidente Jair Bolsonaro, em maio. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre essa relação entre militares e o governo federal, com o professor da UNESP e doutor em Ciência Política pela UNICAMP, Alexandre Fuccille. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rafaela Barbosa Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 21, 202122 min

Semipresidencialismo: problema ou solução para o Brasil?

O Brasil optou por um sistema de governo presidencialista, desde um plebiscito em 1993, mas de tempos em tempos, novas propostas surgem para mudar a forma de governança do país. Recentemente, uma ideia voltou à pauta sendo defendida por alguns políticos, inclusive pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, é a implantação de um novo sistema chamado de semipresidencialismo. A ideia é parecida com o parlamentarismo, mas com uma roupagem diferente. A proposta tem apoio de Lira também como uma forma de acalmar os ânimos em relação aos pedidos de impeachment contra Jair Bolsonaro. Resumidamente, este novo sistema distingue os papéis de chefe de Estado e chefe de governo, ao contrário do presidencialismo, onde os dois papéis são exercidos pela mesma pessoa. Ao mesmo tempo em que mantém o presidente da República, eleito pelo voto direto, delega a chefia de governo para o primeiro-ministro. Na prática é ele que toca a administração do país e conduz as relações do Palácio do Planalto. A destituição do primeiro-ministro pode ocorrer pela aprovação de moção de censura apresentada pelo presidente ou por dois quintos de integrantes de cada Casa do Congresso. A proposta de semipresidencialismo da vez, viria através de uma PEC. Para ser aprovada, precisa ter 308 votos na Câmara e 49 no Senado, em duas votações. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos falar sobre a temperatura no congresso diante dessa proposta, vamos a Brasília, com o repórter do Estadão, Lauriberto Pompeu. E para analisar a viabilidade do semipresidencialismo no Brasil, vamos conversar com o cientista político e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Humberto Dantas. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 20, 202125 min

Terceira via: direita quer alternativa viável a Bolsonaro

Enquanto o centro democrático tenta construir um nome para ser uma espécie de terceira via para as eleições de 2022, a direita também tenta construir uma alternativa a Bolsonaro. Dois nomes largam na frente neste momento, o do apresentador José Luis Datena, e do ex-juiz, Sérgio Moro. O comunicador da Rede Bandeirantes é filiado ao PSL, antigo partido de Bolsonaro, e admitiu recentemente que é pré-candidato ao cargo mais alto do executivo nacional. Esta não é a primeira vez que Datena afirma sua pretensão de participar da disputa eleitoral, em 2018 e 2020, o apresentador desistiu das candidaturas na última hora. Para se mostrar como uma alternativa a Bolsonaro, Datena tem, inclusive, dado declarações polêmicas, como a que afirmou que teve uma relação mais próxima com Lula do que com o atual presidente. No entanto, ele próprio admite que estaria mais interessado em um cargo para o senado da república do que para o executivo nacional. Outro nome, mais forte, não abandonado pela direita não bolsonarista é o de Sérgio Moro. Desaparecido da vida pública, morando nos Estados Unidos, e alvo constante dos apoiadores do presidente, o ex-juiz não descartou sua candidatura à Presidência da República em 2022. Um grupo de empresários, parlamentares e admiradores da Lava-Jato tenta convencer Moro a ingressar na política. No episódio do Estadão Notícias de hoje, para analisar essa questão envolvendo o ex-juiz Sérgio Moro, convidamos o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes. E sobre o pré-candidato José Luis Datena conversamos com quem recentemente entrevistou o apresentador, o repórter do Estadão, Pedro Venceslau. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Caio Possati. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 19, 202126 min

Conteúdo Patrocinado: Tecnologia como aliada da retomada econômica

A preocupação em diminuir e acabar com a disseminação do covid anda de mãos dadas com a preocupação em retomar a economia. E a população que trabalha para isso procura soluções práticas e viáveis, dentro de cada possibilidade. Não existe aliada melhor para ajudar nessa retomada se não a tecnologia. São diversas oportunidades que colocaram a tecnologia em primeiro lugar no ranking de prioridades dos empreendedores, não só por auxiliarem as grandes empresas, mas também os pequenos e micro empresários. Neste podcast, a jornalista Bárbara Guerra conversa com Sylvia Bellio, fundadora da IT Line Technology, membro do Dell Women's Entrepreneur Network (DWEN) e autora de quatro livros, sobre o papel da tecnologia na retomada da economia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 18, 202122 min

Tecnologia #176: #Start Eldorado: inteligência de dados, ganhos para varejistas e consumidores

Programas de pontos e benefícios geram ganhos para os clientes, que podem obter bons descontos, e para varejistas, no sentido de fidelizarem e conhecerem melhor seus consumidores. Nesta noite, no Start Eldorado, falamos sobre a plataforma de tecnologia, a inteligência de dados e os desafios do maior desses players no mercado nacional, a Stix - empresa que nasceu de iniciativa conjunta dos grupos Pão de Açúcar e Raia Drogasil, integrando um sistema único para os seus quase 2,5 milhões de clientes por meio de um inédito sistema de mini apps e data analytics. Quem conversa com o apresentador Daniel Gonzales é o diretor comercial da empresa, Alexandre Rodrigues. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 17, 202119 min

Tóquio 2021: repórteres falam da cobertura dos jogos em meia à pandemia

Faltam apenas alguns dias para a maior competição esportiva do mundo, os Jogos Olímpicos de Tóquio serão disputados entre os dias 23 de julho e 8 de agosto. O Estadão Notícias vai acompanhar os jogos e trazer os principais resultados, bastidores e entrevistas com repórteres diretamente do Japão. Neste primeiro episódio, vamos falar sobre as expectativas para a competição que estava prevista para o ano passado e quase foi cancelada por conta da pandemia. Agora, com mais de um ano de atraso, os Jogos vão se realizar em meio a novo surto de casos de covid-19 no Japão. Para frear a transmissão do vírus e da variante Delta, a cidade de Tóquio viverá em estado de emergência durante os Jogos, com restrições de horários para diferentes atividades e não terá espectadores durante as competições. Algumas modalidades serão disputadas em outras províncias japonesas, e neste caso, cada sede irá decidir se autorizará público ou não.  Outras restrições foram impostas para atletas e jornalistas, que não vão poder circular como nas edições anteriores pela cidade. Já os competidores vão ficar restritos aos seus alojamentos na Vila Olímpica, sem caminhar por outros espaços. Após as provas serem disputadas, os atletas terão de deixar o país em até 48 horas. Neste primeiro episódio desta série olímpica do Estadão Notícias vamos conversar sobre as expectativas para a competição e cobertura com restrições impostas aos atletas e jornalistas que vão estar no país. Para isso, vamos falar com dois repórteres do Estadão que já estão de malas prontas para partir para o Japão, Raphael Ramos e Paulo Favero. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes e Jefferson Perleberg Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Julia Corá e Caio Possati Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 16, 202127 min

A saúde do presidente e o final da ‘1ª temporada’ da CPI

O presidente Jair Bolsonaro está em São Paulo para realização de exames, cujos resultados indicarão se há necessidade de procedimento cirúrgico ‘de emergência’. Exames realizados no Hospital das Forças Armadas constataram obstrução intestinal decorrente do atentado a faca sofrido por Bolsonaro em 2018. Em função dos problemas médicos de Bolsonaro, foi cancelada a reunião que estava marcada entre os presidentes dos Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo prevista para esta quarta-feira, 14. O encontro com Arthur Lira (Câmara), Rodrigo Pacheco (Senado) e Luiz Fux (Supremo Tribunal Federal) para tentar apagar o fogo causado pelas declarações recentes do presidente contra as eleições em 2022, será reagendado. Eleição também é um tema discutido, neste momento, na Câmara dos Deputados. Uma comissão começou a discutir a Proposta de Emenda à Constituição que trata da reforma eleitoral. O texto recomenda a mudança para um modelo criticado duramente por cientistas políticos, o chamado “distritão”. E ainda, a semana da CPI da Covid que ouviu a diretora técnica da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades, que negou em depoimento à que a empresa tenha ofertado doses da vacina Covaxin ao Ministério da Saúde por um valor de US$ 10 a dose, em novembro de 2020. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os repórteres que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e André Shalders, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.  Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 15, 202134 min

Open Banking: entenda o que é e o que muda na sua vida

A partir do mês que vem, começa a funcionar uma nova ferramenta no sistema bancário brasileiro: o Open Banking. De maneira resumida, essa novidade permitirá que você autorize o seu banco a compartilhar seus dados pessoais e financeiros com outras instituições financeiras. Mas qual a vantagem disso? Com esse novo sistema, os bancos poderão oferecer aos clientes produtos cada vez mais personalizados, inclusive, abrindo uma disputa por este cliente, o que deve gerar vantagens, por exemplo, no financiamento da casa própria. Em agosto, um número bem pequeno de pessoas vai passar a ter acesso ao Open Banking, que começará a ser ofertado gradativamente. Mas como ficam os seus dados? Qual a segurança que você terá sobre eles? De acordo com o Banco Central não haverá uma centralização de dados, tudo vai ficar nas bases dos bancos, como é hoje, com os mesmos procedimentos de segurança do internet banking. No episódio de hoje, quem apresenta e explica esse novo sistema é o repórter de Economia do Estadão, Felipe Siqueira, que traz também relatos de dirigentes de bancos, federações, especialistas em segurança digital e do Banco Central do Brasil. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Felipe Siqueira Produção/Edição: Gustavo Lopes e Felipe Siqueira. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 14, 202120 min

Conteúdo Patrocinado: Programa Boi na Linha atua na pecuária sustentável na Amazônia

Desenvolvido pelo Ministério Público Federal e pela ONG Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) em parceria com algumas empresas, entre as quais a JBS, programa tem como objetivo fortalecer os compromissos sociais e ambientais na cadeia de valor da carne bovina na Região Norte. Saiba mais neste podcast, com Isabel Drigo, coordenadora de Clima e Cadeias Agropecuárias do Imaflora, Rafael da Silva, Procurador do Ministério Público Federal, e Márcio Nappo, diretor de Sustentabilidade da JBS. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 13, 202120 min

Democracia em perigo: as novas ameaças de Bolsonaro

Nas últimas semanas, o presidente da República voltou a colocar em risco a estabilidade democrática no Brasil. Jair Bolsonaro afirmou que não irá reconhecer as eleições do ano que vem, caso o voto impresso não seja aprovado. Diante das ameaças, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, reagiu e disse que não aceitará ataques à democracia. Sobre a possível adoção do voto impresso, Pacheco disse que essa questão será definida pelo Congresso, e não pelo Executivo e nem pela Justiça. Os arroubos de Bolsonaro tem uma outra explicação também: a crescente queda na popularidade. Em pesquisa divulgada pelo Datafolha, 54% dos entrevistados disseram concordar com a abertura do processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Outro dado indica que 63% dos brasileiros consideram o presidente incapaz de governar, além de uma rejeição de 59% da população. Já o presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz, foi alvo de críticas ao falar do "lado podre" das Forças Armadas por envolvimento em "falcatrua" no governo Jair Bolsonaro, principalmente na Saúde. Os comandantes e o ministro da Defesa acusaram Aziz de desrespeitar as Forças Armadas e generalizar "esquemas de corrupção" na CPI. No episódio de hoje a repórter do Estadão, em Brasília, Camila Turtelli nos traz os bastidores desse clima entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, após as declarações do presidente Jair Bolsonaro. E para entender o contexto das declarações de militares de alto escalão e explicar se existe a possibilidade de ruptura da democracia, conversamos com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 13, 202128 min

Racha nas manifestações: a direita e a esquerda no “fora Bolsonaro”

A última manifestação contra o governo de Jair Bolsonaro foi marcada pela presença de diferentes partidos do espectro político, todos com o mesmo objetivo, o pedido de impeachment do presidente. Porém, manifestantes do PSDB foram agredidos por integrantes do PCO durante um ato na Avenida Paulista. O ocorrido, foi visto dentro da organização da manifestação como um fato negativo, que pode afastar participantes das próximas marchas e inibir a diversidade ideológica. Nos bastidores, há quem defenda que o PCO deveria ser expulso da organização das manifestações até os que defendem o diálogo para convencer a sigla a impedir violência de seus integrantes. Por causa desses conflitos, grupos que não pertencem ao espectro da esquerda decidiram promover seus próprios movimentos. O Movimento Brasil Livre (MBL) e o Movimento Vem Pra Rua, que lideraram as manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2015, decidiram organizar um ato em conjunto contra o presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o MBL, a manifestação a ser organizada por eles não deve contar com a adesão da esquerda, que tem promovido atos volumosos desde o início de maio. O protesto será realizado no dia 12 de setembro, a data foi divulgada em uma entrevista coletiva na Câmara dos Deputados. Na semana passada, lideranças de direita, centro e esquerda protocolaram um superpedido de impeachment de Bolsonaro. Foram apontados 23 crimes que teriam sido cometidos por Bolsonaro desde que assumiu a Presidência da República. O novo pedido é o de número 125 na gaveta de Lira, mas a maioria chegou à Casa ainda na gestão de Rodrigo Maia.  No episódio do Estadão Notícias, para avaliar esse possível racha no movimento contra o presidente Jair Bolsonaro, vamos conversar com a cientista política e professora da FGV, Graziella Testa. Também vamos ouvir depoimentos enviados ao podcast do presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, do deputado federal do PT, Paulo Teixeira, do coordenador nacional do MBL, Renato Battista, e do deputado estadual Arthur do Val. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 12, 202124 min

Conteúdo Patrocinado: Take Blip #2 - Contatos inteligentes na relação cliente-empresa

A Take Blip implementa o conceito de contato inteligente nos vários meios de contato que podem ser usados pelos clientes na relação com as empresas. Com a inteligência artificial e a análise de dados, o desenho da jornada é feito para encantar o consumidor, possibilitar o uso de automação ao lado de atendentes humanos e tornar a experiência suave e positiva, gerando ainda insights para os negócios. Saiba como no podcast, na conversa com Roberto Oliveira, CEO e co-fundador da Take Blip. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 11, 202119 min

Tecnologia #175: #Start Eldorado: Brasil na expectativa do 5G

O apresentador Daniel Gonzales conversa sobre as expectativas para o leilão das frequências para o 5G no Brasil com Marcos Ferrari, presidente-executivo do Conexis Brasil Digital, entidade que reúne as operadoras que atuam aqui. O Start Eldorado também falar sobre as redes de quinta geração de arquitetura aberta, virtualização e cloudificação, na entrevista com Roberto Murakami, diretor de tecnologia da NEC Brasil. É a segunda parte de um especial sobre essa tecnologia revolucionária e estratégica, um dos pilares da recuperação econômica e porta de entrada para inúmeros serviços digitais. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 10, 202122 min

Sai Marco Aurélio, entra um “terrivelmente evangélico” no STF

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, vai se aposentar após 31 anos de atuação, no dia 12 de julho, ele completa 75 anos e chega na idade limite para permanecer em cargo público. O decano é dono de bordões jurídicos, com decisões polêmicas, e muitas vezes uma voz dissonante no plenário. Após informar que deixaria o cargo no dia 5 de julho, adiou decisão para diminuir o número de processos que ficarão em seu gabinete. Nomeado em 1990 pelo então presidente Fernando Collor de Mello, seu primo, iniciou a trajetória estimulando juízes de todas as partes do país a ousar contra a tradição de julgar burocraticamente e a “discordar”. Juiz à moda antiga, o ministro tem o hábito de levar a papelada dos processos para casa, e somente há pouco tempo passou a utilizar o plenário virtual, ferramenta tecnológica que permite a análise de casos a distância, numa plataforma online. Durante seu período no Supremo também esteve à frente do Tribunal Superior Eleitoral, onde foi um dos responsáveis pela implementação da urna eletrônica no Brasil. Com personalidade mais direta, dura, marcada por frases de efeito, frequentemente foi voto vencido no plenário. Em um levantamento feito pelo Anuário da Justiça, ligado ao site Consultor Jurídico, com base nas 514 decisões mais importantes tomadas pelo STF entre 2006 e 2015, Marco Aurélio foi voto vencido em 161, um terço delas. Com a saída de Marco Aurélio, o presidente Jair Bolsonaro terá a oportunidade de indicar o segundo nome para o Supremo desde que assumiu a Presidência. O primeiro escolhido foi o ministro Nunes Marques. O segundo nome será o do advogado-geral da União e ex-ministro da Justiça, André Mendonça.  E no episódio do Estadão Notícias de hoje vamos conversar com o professor de Direito da FGV e coordenador do Supremo em Pauta, Rubens Glezer, para analisar a passagem de Marco Aurélio Mello pelo STF, e os possíveis substitutos do magistrado. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim e Júnior Moreira Bordalo Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Júnior Moreira Bordalo. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 9, 202129 min

Correios: É preciso privatizar?

Uma das propostas de privatização que mais geram polêmica nos últimos anos é a dos Correios. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), quer acelerar a votação do projeto ainda no mês de julho.  O secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, anunciou que o governo decidiu privatizar 100% do capital dos Correios. Para o leilão acontecer no primeiro trimestre de 2022, como planejado, o Congresso ainda precisa aprovar o projeto de lei. Um dos argumentos do governo para vender a empresa é de que hoje existe uma incerteza quanto à autossuficiência e capacidade de investimentos futuros por parte da estatal No entanto, entre 2013 e 2016, a estatal acumulou um prejuízo de quase 4 bilhões, fruto de problemas, como os rombos nos planos de previdência (o Postalis) e de saúde (o Postal Saúde) dos funcionários. Hoje, os Correios possuem mais de 6 mil agências próprias, além de cerca de 4 mil comunitárias, mil franqueadas e 127 permissionárias, sendo a única marca presente, sem exceção, em todos os municípios brasileiros. Com a potencial privatização, uma das principais dúvidas é de onde virá a garantia de que cidades afastadas ou menos rentáveis terão o mesmo serviço de hoje. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com o economista-chefe da Necton, André Perfeito, para analisar a possibilidade de privatização e como o mercado enxerga essa desestatização dos Correios. Para entender melhor como anda a tramitação deste projeto, vamos falar com a repórter de economia da Agência Estado, Amanda Pupo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 8, 202125 min

O envolvimento de Jair Bolsonaro no esquema de ‘rachadinhas’

Esta semana, novos áudios foram divulgados por uma reportagem do Portal Uol, que mostram que o presidente da República estaria envolvido diretamente em esquemas de “rachadinha”, quando era deputado federal. Quem faz a denúncia é a ex-cunhada de Jair Bolsonaro, Andrea Siqueira Valle. Na gravação, Andrea afirma que o irmão André Siqueira Valle foi demitido do cargo de assessor de Jair Bolsonaro porque se recusou a repassar o valor definido pelo esquema. Dados obtidos via quebra de sigilo bancário e fiscal já apontavam indícios da prática de rachadinha no antigo gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara. A devolução indevida pode configurar crime de peculato. Esse delito ocorre quando servidor se apropria ilegalmente de verba pública. O presidente não é o primeiro da família Bolsonaro a ser acusado de comandar um esquema em que servidores alocados em seu gabinete são obrigados a depositar parte do salário para o deputado.  O senador Flávio Bolsonaro é apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como chefe de uma organização criminosa que atuou em seu gabinete no período em que foi deputado da Assembleia Legislativa do Estado, entre 2003 e 2018. A estimativa é que tenham sido movimentados cerca de dois milhões e 300 mil reais no esquema. Outro filho do presidente, o vereador da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, também é investigado sob suspeita da mesma prática. Ao menos quatro funcionários do gabinete do filho 02 do presidente sacaram 87% de seus salários em dinheiro vivo. Juntos, eles retiraram um total de 570 mil reais. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com o professor de Direito Constitucional da PUC-São Paulo, Roberto Dias, para tentar entender o que pode acontecer para o presidente Jair Bolsonaro, se comprovada a denúncia de rachadinha. E para falar sobre o peso político de mais uma acusação contra o presidente, vamos falar com o repórter especial do Estadão e colunista da Rádio Eldorado, Marcelo de Moraes. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Daniel Reis. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 7, 202128 min

Vacinação já começa a ter resultados efetivos no Brasil?

O ritmo da imunização contra a covid-19 no Brasil está estagnado, apenas 12% da população recebeu a segunda dose ou dose única do imunizante. Apesar disso, a vacinação já apresenta resultados de redução no número de internações e óbitos em diversos estados do país. Um estudo feito pela Universidade Federal de Pelotas em parceria com a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, aponta que a vacinação contra a covid-19 evitou a morte de mais de 43 mil idosos de 70 a 79 anos no Brasil. Nos hospitais, houve uma pequena melhora nas taxas de ocupação de leitos de UTI: queda de 0,2%, ao dia, nos números de novos casos entre 20 e 26 de junho, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz. O exemplo do Projeto S, que imunizou com a Coronavac toda a população adulta do município de Serrana, no interior paulista, mostrou grandes impactos na redução dos casos, internações e mortes para a covid. A vacinação fez os casos sintomáticos de covid-19 caírem 80%, as internações, 86%, e as mortes, em 95%, após a segunda dose do último grupo imunizado. Mesmo assim, a Coronavac se tornou algo de fake news de apoiadores e do próprio presidente Jair Bolsonaro,  que atacou o imunizante em uma de suas lives semanais. Ao criticar a vacina, o presidente citou o exemplo do Chile, que apesar de liderar a vacinação na América Latina, com uso majoritário da Coronavac, vive um período de crescimento no número de casos e internações.  No entanto, especialistas apontam que fatores como cobertura vacinal e outras medidas de controle da pandemia são cruciais para a avaliação dessas vacinas em cada um dos países. A explicação pode estar na flexibilização precoce das medidas de restrição, e no impacto de variantes mais transmissíveis. No episódio do Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Gustavo Cabral de Miranda, pesquisador do Departamento de Imunologia da USP, para falar sobre os impactos da vacinação e o atual cenário da imunização no País.  O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 6, 202126 min

As mudanças no IR: justiça social ou pacote de maldades?

Um dos itens da Reforma Tributária, a chamada taxação de lucros e dividendos, tem gerado um clima bélico entre Paulo Guedes, empresários e o Congresso Nacional. A proposta do governo federal é aumentar a faixa de isenção do Imposto  de Renda da Pessoa Física para pessoas que recebem até R$2,5 mil, por mês.  Hoje, essa isenção é para quem ganha até R$ 1,9 mil mensais. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, com a mudança, 16 milhões de brasileiros serão isentos, o dobro do número atual. O projeto é apontado pela equipe econômica como a segunda fase da reforma tributária do governo, que tem por objetivo simplificar o sistema tributário brasileiro. A primeira fase já está no Congresso desde o ano passado, e prevê a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços, que vai unificar o PIS/Cofins. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), quer agilizar a votação das mudanças no Imposto de Renda. Mas, com a proposta de taxação de 20% sobre lucros e dividendos, o clima é de completa revolta entre os empresários que têm feito seguidos protestos contra a proposta. Agora, esse grupo se movimenta na Câmara e no Senado para barrar a proposta ou minimizar os danos. No episódio de hoje do Estadão Notícias vamos conversar com quem tem acompanhado esse clima tenso que se formou entre Paulo Guedes, empresários e Congresso, a repórter e colunista de economia do Estadão, Adriana Fernandes. E para analisar essa questão que pode beneficiar contribuintes de menor renda e prejudicar grandes investidores, vamos falar com a professora de Economia na UFMG, Débora Freire. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Júnior Moreira Bordalo. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 5, 202127 min

Ouça 2° ep. do especial 'A volta da escola': geração perdida?

Durante o primeiro semestre de 2021, o Estadão acompanhou a reabertura da Escola Estadual Eliza Rachel de Macedo de Souza, no extremo leste da capital, em meio à pandemia do novo coronavírus no País. O diretor Aldo Florentino Alves e os professores da escola lutam para manter a qualidade do ensino e aprendizado dos mais de 2 mil alunos. Mas só cerca de 10% deles acabaram voltando ao presencial. Neste segundo episódio, vamos mostrar a busca ativa pelos estudantes que sumiram e deixaram de fazer até as atividades online. E discutir as conseqüências da escola fechada para a geração de crianças e adolescentes de hoje. Em entrevista, o secretário de educação Rossieli Soares diz que pretende exigir presença obrigatória ainda em setembro para tentar reduzir o déficit. Acompanhamos ainda um drama na família da aluna Acsa Spinassi, de 17 anos, que está no último ano do ensino médio.  O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Renata CafardoProdução/Edição: Ana Paula NiederauerSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 4, 202130 min

Tecnologia #174: #Start Eldorado: 5G ganha força no mundo; Brasil vive pré-leilão

O apresentador Daniel Gonzales conversa com Marcos Ferrari, presidente-executivo do Conexis Brasil Digital, entidade que reúne as operadoras que atuam aqui, sobre as expectativas para o leilão do 5G. Outro tema são as redes de quinta geração de arquitetura aberta, virtualização e cloudificação, na entrevista com Roberto Murakami, diretor de tecnologia da NEC Brasil. É a primeira parte de um especial sobre essa tecnologia revolucionária e estratégica, um dos pilares da recuperação econômica e porta de entrada para inúmeros serviços digitais. O Start vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP, toda quarta-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 3, 202123 min

Conteúdo Patrocinado: WhatsApp ganha inteligência no atendimento ao consumidor

Plataforma de mensagens oferece várias possibilidades para os negócios na comunicação com seus clientes. Saiba como a plataforma TakeBlip leva para este canal a inteligência artificial, os bots inteligentes e ainda integra atendentes humanos, oferecendo múltiplos meios de conexão, e como os dados podem ser captados e utilizados para melhorar ainda mais a experiência, na conversa com Guilherme Dallaqua, head de Alianças Estratégicas na Take Blip. A apresentação é de Daniel Gonzales.  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 2, 202123 min

Acompanhamos por 6 meses o abre e fecha das escolas; ouça 1º ep. do especial

A reabertura da escola, especialmente no Brasil, é um debate que começou quando se mandou as primeiras crianças para casa em março de 2020 e ainda não tem data para terminar. Para mostrar os desafios, medos e alegrias da tentativa de volta da educação no País, o Estadão acompanhou por um semestre uma escola estadual, no extremo leste da capital, em meio à pandemia da covid-19.  A Escola Estadual Eliza Rachel de Macedo de Souza, no Lajeado, perto de Guaianases, é uma amostra real da gangorra que se tornou o processo de reabertura. E também das conseqüências devastadoras que a escola fechada vai trazer na aprendizagem de crianças e adolescentes no País. Em dois episódios especiais, acompanhamos a aluna Acsa Espinassi, o professor Andersson Bispo e o diretor da escola, Aldo Florentino Alves. Os três tentam em 2021, depois de um 2020 praticamente sem escola, voltar à normalidade.   Mas o abre e fecha fragmentou o aprendizado e a relação diária entre alunos e professores. Muitos não voltaram para a escola, alguns sumiram e outros acreditam que o ensino online tornou-se uma solução viável.  No episódio de hoje,  vamos mostrar a persistência do diretor Aldo, que trabalha na escola há 17 anos, em acreditar na importância da educação presencial dos jovens. Acompanhamos a luta diária de Aldo para trazer de volta os alunos e para ajudar aqueles que seguem no ensino remoto. Também conhecemos o professor Andersson Bispo, conhecido como Gagau, que mesmo no período mais crítico da pandemia ficou na escola para, de lá, auxiliar os alunos no ensino online. Acompanhamos o drama da aluna Acsa, de 17 anos, que está no último ano do ensino médio. Ela reconhece que aprende menos em casa e retornou à escola este ano, quando acreditava que tudo voltaria ao normal. Mas a pandemia de covid-19 ainda não tinha acabado e afastaria novamente do ensino presencial.  O próximo episódio é neste domingo e vamos mostrar a busca pelos alunos que sumiram e um drama na família da Acsa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Renata CafardoProdução/Edição: Ana Paula NiederauerSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 2, 202124 min

O superpedido de impeachment e a corrupção na Saúde

Partidos políticos, parlamentares e entidades da sociedade civil protocolaram nesta quarta-feira (30), na Câmara dos Deputados, o chamado "superpedido" de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. O documento tem 46 signatários e unifica argumentos apresentados nos outros 123 pedidos de impeachment já apresentados à Câmara. A vacina, que poderia ser uma tábua de salvação do governo federal, se tornou a grande pedra no sapato do presidente Jair Bolsonaro. O motivo, agora, não é apenas o atraso na aquisição dos imunizantes, mas a suspeita de que houve tentativa de corrupção por parte de membros do Ministério da Saúde e políticos ligados ao líder do executivo. A primeira denúncia veio de um deputado apoiador do governo, Luís Cláudio Miranda (DEM-DF) e do seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda. De acordo com eles, houve um contato com o presidente Jair Bolsonaro para comunicar suspeita de fraude na ordem de pagamento da vacina indiana Covaxin, negociada pela empresa Precisa. Como resposta, ouviram que o caso seria enviado à Polícia Federal, o que não ocorreu. Agora, o governo enfrenta mais uma denúncia em que o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, cobrou propina para negociar a compra do imunizante da AstraZeneca. Após a revelação, o ministro Marcelo Queiroga exonerou o funcionário, que havia sido indicado pelo líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR). Enquanto isso, uma comissão especial na Câmara dos Deputados deu parecer favorável à proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece o voto impresso nas eleições. Pelo menos 11 partidos políticos e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são contrários à adoção do voto impresso, defendido por Bolsonaro. Esses são os temas que guia nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os repórteres que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do Estadão Notícias Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Júnior Moreira Bordalo.  Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jul 1, 202131 min

Os significados da volta de Trump ao cenário político

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizou no último fim de semana seu primeiro grande evento público de campanha desde que deixou a Casa Branca após a vitória de Joe Biden, confirmada em 14 de dezembro de 2020. Para uma plateia de republicanos mais extremistas, o empresário reforçou que a luta será em derrotar republicanos no Congresso que se voltaram contra ele no final do seu mandato. Banido das redes sociais após divulgar notícias falsas sobre a eleição e por incitar o ato que culminou na invasão do Capitólio em janeiro deste ano, o retorno de Trump ao palanque foi visto como uma forma de se manter em evidência. Durante seu discurso de 90 minutos, o político voltou a afirmar que a "esquerda radical" pode acabar com o país, atacou a imprensa, os democratas, os imigrantes, defendeu os policiais e repetiu que a eleição, em que perdeu para Biden, foi fraudada.  Parte dos apoiadores presentes no comício se negaram a responder se foram vacinados ou não contra a covid-19 e ainda alegaram que o questionamento feria seus próprios direitos civis, já que há a sigla HIPAA no País, referente à lei de proteção ao sigilo de informações de saúde. Inclusive, em seu discurso, Trump não fez menção reforçando a importância de se imunizar contra a doença. No episódio de hoje, conversamos com a correspondente do Estadão nos Estados Unidos, Beatriz Bulla, que esteve no ato político do ex-presidente e entrevistou alguns dos presentes. Além disso, para entender o que essa volta do Trump pode significar para a política norte-americana daqui para a frente, falamos com o professor do Instituto de Relações Internacionais da USP Felipe Loureiro. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Júnior Moreira Bordalo. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 30, 202128 min

Conteúdo Patrocinado: Caminhos da Energia – episódio 1

Cidades inteligentes, smart grids, novas matrizes de energia renovável, crise energética, mudanças climáticas. Que ganhos os novos investimentos em energia vão trazer ao País e aos consumidores? O que tudo isso tem a ver com a conta que você paga no fim do mês? A entrada de novos agentes no setor pode melhorar a infraestrutura nacional. Neste especial, realizado pelo Estadão Blue Studio, entrevistas com especialistas sobre o cenário atual e o futuro da energia no País explicam sobre as novas bases do setor energético. Entre os entrevistados, a CEO e fundadora da plataforma digital Bright Cities, Raquel Cardamone, explica sobre smart cities, como iluminar melhor as cidades. Nelson Kagan, professor da Escola Politécnica da USP, diz que a adoção das chamadas redes inteligentes de energia (smart grids) é fruto de uma visão baseada na da convergência tecnológica.  No transporte, a grande contribuição que as novas tecnologias estão trazendo para a transformação das cidades em ambientes mais inteligentes e sustentáveis é na eletrificação de parte da frota. Para , Cristina Albuquerque, gerente de Mobilidade do World Resources Institute (WRI) no Brasil, o investimento de um veículo elétrico é maior no início, mas a falta de postes e de pontos para recarga está sendo solucionado. Mas o custo de operação e manutenção é mais baixo do que o a diesel, por exemplo, combustível usados em ônibus da cidade de São Paulo. O presidente da consultoria PSR, Luiz Barroso, diz que a forma como o mundo se relaciona com a energia está mudando desde que se iniciou a busca por uma matriz elétrica de menor intensidade e de uma utilização dessa matriz mais “limpa” como vetor para eletrificar o restante da economia. Sergio Leitão, diretor executivo do Instituto Escolhas, concordou que o Brasil é o país das energias renováveis, mas criticou o atual planejamento estratégico da EPE, que se estende até 2030. No contexto dessa transição do setor elétrico para uma base mais limpa, Fabio Zanfelice, presidente da Votorantim Energia, defende que o contexto regulatório favoreça a utilização de recursos já existes para diminuir o preço ao consumidor.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 29, 202120 min

Prevaricou? O clamor pelo impeachment de Bolsonaro

Após a revelação de que há suspeitas de superfaturamento na compra do imunizante, uma onda de pedidos de impeachment contra Jair Bolsonaro inundou as redes sociais nos últimos dias. Além de políticos, e cidadãos comuns, artistas passaram a se posicionar publicamente pela saída do presidente.  No âmbito político, o depoimento do deputado Luis Miranda à CPI da Covid sobre a atuação do presidente Jair Bolsonaro ao ser alertado de supostas irregularidades na compra da Covaxin deu um novo impulso ao ‘superpedido’ de impeachment articulado por partidos da oposição. O documento deve ser apresentado amanhã, unificará todos os 121 pedidos anteriores, e inclui pelo menos 21 possíveis crimes de responsabilidade. De acordo com o depoimento de Miranda, ao ser informado sobre o caso, o presidente Bolsonaro disse que pediria investigação da Polícia Federal, porém nenhum registro de inquérito foi aberto. No relato da CPI, Luís Miranda também falou que Bolsonaro ligou o líder do governo, deputado Ricardo Barros, às supostas irregularidades nas negociações para a compra da vacina indiana. Segundo opositores de Bolsonaro, essa postura enquadraria o presidente em suposto crime de prevaricação. Nesta segunda-feira, 28, senadores enviaram uma notícia-crime ao Supremo Tribunal Federal pedindo a abertura de inquérito para investigar se o presidente prevaricou. No episódio de hoje, conversamos com o professor de Direito da FAAP, Luiz Fernando Amaral, para entender se há base jurídica para esse pedido, e se o presidente prevaricou no caso da Covaxin. E para discutir o aspecto político, falamos com o professor de comunicação política do Mackenzie, Roberto Gondo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Junior Moreira Bordalo. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 29, 202127 min

O dólar baixou: o que isso muda nas nossas vidas?

Semana passada foi a primeira vez em um ano que o dólar fechou abaixo dos cinco reais. Notícia que foi comemorada por investidores e por quem acompanha o sobe e desce da moeda americana, seja para investir ou para que produtos e serviços fiquem mais baratos. Com este resultado, a queda acumulada no ano já é de mais de 4%. São duas as principais razões para a queda, um motivo externo e outro interno do país. A moeda americana caiu aqui e no exterior depois que o Federal Reserve, que é o banco central americano, destacou que a alta na inflação do país é transitória, e com isso acalmou investidores.  Já no Brasil, a baixa foi influenciada pela indicação do Banco Central sobre a inflação, que veio acompanhada da sinalização de mais altas da Selic. O encontro do Comitê ocorreu na semana passada, quando a taxa básica de juros foi elevada de 3,5% para 4,25% ao ano, o maior patamar em um ano e meio.  Os especialistas estão divididos entre o otimismo e o conservadorismo, mas é quase unânime que o cenário doméstico, ou seja, dentro do País, será mais decisivo que o externo para o preço, especialmente a questão fiscal. No episódio de hoje, vamos conversar com a economista do Insper, Juliana Inhasz, para entender melhor como a queda do dólar impacta diretamente em nossas vidas, e o que podemos esperar daqui pra frente. E para falar sobre como a moeda americana influencia nas aplicações e investimentos dos brasileiros, vamos falar com o economista do BTG Pactual, Álvaro Frasson, especialista em estratégia de investimentos. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Larissa Burchard. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 28, 202125 min

Conteúdo Patrocinado – ESG na prática

O ESG é o assunto do momento,  que veio para ficar. Mas, para realmente introduzir esse conceito dentro das empresas ou adaptar modelos de negócio, o caminho nem sempre é tão claro. Por onde começar? Como estruturar os processos e as operações? Como mensurar resultados? Onara Lima, diretora de sustentabilidade da Ambipar, responde a essas perguntas e muito mais neste podcast. A apresentação é de Bárbara Guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 27, 202116 min

Tecnologia n#173: #Start Eldorado: A transformação digital no setor financeiro - parte 3

Tradicionalmente, os bancos sempre estiveram à frente na virada digital. Agora, tanto as grandes ou pequenas, tradicionais ou novas instituições, se preparam para um cenário ainda mais disruptivo com o lançamento de serviços atrelados ao Pix e ao novo modelo de open banking no panorama brasileiro. Nestes e em novos serviços que ainda surgirão, diversas tecnologias compõem a grande base que fundamenta novas experiências para o consumidor, diferentes soluções, mais concorrência e os novos modelos de negócios, garantindo o futuro das próprias instituições. Acompanhe a segunda parte da conversa sobre o tema com executivos do Bradesco, XP, NEC e Deloitte no Start Eldorado, que vai ao ar na Rádio Eldorado (FM 107,3), toda quarta-feira, às 21h, com Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 26, 202121 min

Caso Covaxin tem potencial para “explodir” a República?

Nos últimos dias, o relato do parlamentar Luis Miranda  (DEM-DF), e de e seu irmão Luís Ricardo Fernandes Miranda, que é servidor do Ministério da Saúde, atearam fogo no debate sobre irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin. Segundo documentos do Ministério das Relações Exteriores, o governo comprou o imunizante por um preço 1.000% maior do que era anunciado pela própria fabricante seis meses antes. O deputado ainda garante que avisou à presidência da República sobre o caso.  A vacina produzida pela Bharat Biotech tinha o preço estimado em US$ 1,34 a dose. Em fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde pagou US$ 15 por unidade, a mais cara das seis vacinas compradas até agora. O acordo da Covaxin previa o fornecimento de 6 milhões de unidades já em março, mas condicionava a um aval da Anvisa, que só foi dado no dia 4 deste mês. Segundo o deputado Luis Miranda, a denúncia foi apresentada para Bolsonaro com provas e relata ter ouvido uma promessa de que a Polícia Federal iria investigar o caso. Em depoimento ao Ministério Público Federal seu irmão, Luís Ricardo afirmou ter recebido "pressões anormais" para a aquisição da Covaxin, o que não ocorreu em relação a outras vacinas. O Ministério Público Federal, que investiga suspeitas envolvendo a compra do imunizante, afirmou ver indícios de crime e “interesses divorciados do interesse público” na contratação. Um dos investigados é Francisco Emerson Maximiano, proprietário de empresas do ramo farmacêutico, uma delas é a Precisa, que em janeiro deste ano havia se tornado a única representante no País da Bharat Biotech, fabricante indiana da Covaxin. No episódio de hoje, quem nos explica toda essa história que envolve o imunizante da Covaxin e a suspeita de irregularidades é a repórter do Estadão, em Brasília, Camila Turtelli. Também vamos falar sobre o potencial explosivo que essa denúncia tem para o governo com o cientista político e diretor-executivo da Transparência Brasil, Manoel Galdino. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim e Larissa Burchard Produção/Edição: Gustavo Lopes, Julia Corá, Ana Paula Niederauer, Jefferson Perleberg e Larissa Burchard. Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jun 25, 202131 min