
Pergunta Simples
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Como se pergunta bem? Carlos Daniel
Falar em público é um privilégio? Maria Castello Branco
Quem Decide o que Mereces Perceber? João Maria Jonet
Para que serve um jornalista? Tânia Laranjo
A tua opinião vale alguma coisa? Desidério Murcho

Ep 255Quem nos manda comer mal? Conceição Calhau
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Conceição Calhau perdeu a paciência depois de 30 anos de investigação. Não com a ciência, com o ruído. Com os influenciadores a vender dietas milagrosas, com os produtos light a aparecerem no frigorífico da filha de 12 anos, com um sistema de saúde que trata mas não previne. Nesta conversa, a professora catedrática da NOVA Medical School desmonta o paradoxo central do nosso tempo: nunca soubemos tanto sobre alimentação e nunca comemos tão mal. A resposta, diz ela, não está na falta de informação. Está na falta de condições, e no que engolimos emocionalmente antes de chegarmos ao prato. Destaques do episódio: O paradoxo — quanto mais informação, mais confusão: porque é que o conhecimento não muda comportamentos A filha e o TikTok — como descobriu produtos light no frigorífico e percebeu que andava distraída A microbiota intestinal — 3 milhões de portugueses com saúde digestiva comprometida e o jardim zoológico que não estamos a alimentar A adição ao açúcar — porque a fome emocional é bioquímica, não fraqueza de vontade "Falta de condições" — o maior determinante das escolhas alimentares é financeiro, não educacional A fome holandesa — como a Segunda Guerra Mundial provou que o que a mãe come programa o metabolismo do filho O relógio biológico — Portugal janta depois das 9 da noite e isso tem consequências que não vemos O novo livro — Engolir Sapos Engorda: as emoções, o stress e o metabolismo "Mais importante do que dizer não aos outros com culpa é dizer sim a mim próprio." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/quem-nos-manda-comer-mal-conceicao-calhau/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.comSonnet 4.6Estendido

Ep 254Porque é que toda a gente reconhece esta voz? Júlio Isidro
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Júlio Isidro nunca planeou nada. Foi para a televisão porque um padre lhe disse para ir. Ficou em Portugal em abril de 1974 porque o chefe lhe disse que dava para voltar. E leu os primeiros comunicados do MFA ao microfone porque trocou um turno com um colega. Nesta conversa, uma das vozes mais reconhecidas de Portugal fala sobre comunicação, sobre a arte da metáfora sob censura, sobre o que se perde quando uma televisão apaga a sua própria memória — e sobre a pergunta que nunca ninguém lhe tinha feito. Destaques do episódio Como se constroem cem mil horas de voz — e o que isso revela sobre caráter. A noite de 24 para 25 de Abril no Rádio Clube Português. A arte da metáfora como forma de resistência à censura. Como descobriu António Variações num cabeleireiro. Porque é que o coração de um homem de televisão bate pela rádio. O acordo ortográfico como "o maior desacordo que se conseguiu criar." A felicidade como ponto de passagem — e o conceito de ser vs. ter. A pergunta que nunca ninguém lhe fez — e a resposta que ficou. Citação de Ouro "A arte da metáfora é dizer mais ou menos aquilo que se pode dizer, mas com vontade de dizer um bocadinho mais. E as pessoas percebem isso também." 🔗 Episódio com Júlio Isidro: https://perguntasimples.com/porque-e-que-toda-a-gente-reconhece-esta-voz-julio-isidro/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com Júlio Isidro apresenta o podcast https://podcasts.apple.com/pt/podcast/gera%C3%A7%C3%A3o-40/id1874732476

Ep 253E se a tua dor não for tua? Sílvia Baptista
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ A história que contamos sobre nós nem sempre é nossa. Sílvia Baptista passou mais de vinte anos a ouvir o que as pessoas não conseguem dizer — e a ajudá-las a reescrever essa história com a sua própria voz. Nesta conversa, a psicanalista explica por que o sofrimento se esconde nas palavras certas, como o desejo morre quando não há falta, e por que a vulnerabilidade não se pede. Destaques do episódio — A diferença entre ter uma dor e ter uma patologia — e porque importa. — O que a psicanálise ouve que as outras terapias não ouvem. — Por que a história que contamos sobre nós pode não ser nossa. — A paixão como estado narcísico — e o que sobra quando passa. — O desejo que nasce da falta — e o que perdemos quando tudo está disponível. — Por que a vulnerabilidade não se pede. Constrói-se. — A única coisa que, na sua experiência, cura tudo. Citação de Ouro “Na psicanálise não interessa o que as pessoas estão a dizer. Interessa é o que não estão a dizer.” 🔗 Episódio com Sílvia Baptista: https://perguntasimples.com/e-se-a-tua-dor-nao-for-tua-silvia-baptista/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com 🎙️ Podcast da Sílvia Baptista — Chaise Longue Não É Diã: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/chaise-longue-n%C3%A3o-%C3%A9-div%C3%A3/id1649299050

Ep 252Manipulação ou ciência: como adivinhar pensamentos? João Blümel
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Já sabes o que vais escolher antes de escolher. João Blumel passou vinte anos a estudar exatamente isso — e a transformar essa descoberta em espetáculo. Nesta conversa, o mentalista português explica como a linguagem molda decisões, como as microexpressões traem o que tentamos esconder, e por que a nossa mente segue caminhos muito mais previsíveis do que gostamos de admitir. Destaques do episódio A diferença entre um mentalista e um mágico — e por que importa. Como traçar o perfil psicológico de alguém em dois minutos. O que as redes sociais têm em comum com um truque de mentalismo. Reframing: a técnica que muda a forma como vês o que te acontece. Por que nunca faz truques fora do palco — e o que isso diz sobre limites. O espetáculo que ainda não fez e que é o seu maior objetivo. Citação de Ouro "Somos todos previsíveis. A questão é saber para quê usar isso." 🔗 Episódio com João Blumel: https://perguntasimples.com/como-adivinhar-pensamentos-joao-blumel/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 251Porque é que a rádio ainda não morreu? Pedro Ribeiro
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ A rádio não é para as massas; é para uma pessoa de cada vez. Nesta conversa com Pedro Ribeiro, exploramos como a rádio sobrevive à era dos algoritmos através da autenticidade e da relação humana. Num tempo de ruído digital, a rádio afirma-se como uma comunidade invisível que oferece companhia e uma ligação orgânica que nenhuma máquina consegue replicar. Destaques do episódio A rádio como relação: por que comunicamos para um ouvinte de cada vez. Bastidores das Manhãs: a gestão de egos e o papel de "cola" na equipa. Resiliência do meio: como a rádio resiste à curadoria das Big Techs. O fator humano: a autenticidade de figuras como Nuno Markl e Cândido Costa. Rádio como serviço: o papel crucial da antena em momentos de crise. O poder do silêncio: a ferramenta mais eficaz para captar a atenção. Citação de Ouro “O megafone maior da rádio é o silêncio.” 🔗 Episódio com Pedro Ribeiro: https://perguntasimples.com/porque-a-radio-ainda-nao-morreu-pedro-ribeiro/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

O que comunica a música quando as palavras não chegam? Rita Redshoes
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que comunica a música quando as palavras não chegam? Nesta conversa com Rita Redshoes, refletimos sobre criatividade, silêncio, medo e finitude. Num tempo saturado de discurso, talvez a música seja uma linguagem anterior à frase — uma forma de comunicação que vibra antes de explicar. Destaques do episódio • Como nasce uma canção: do sonho ao desassossego • A música como linguagem emocional e biológica • Criatividade como exercício de escuta • Medo, finitude e consciência do tempo • Maternidade e transformação da identidade • O palco como espaço de comunhão Citação de Ouro “Se nós tivéssemos mais presente que vamos morrer, se calhar vivíamos mais.” 🔗 Episódio com Rita Redshoes: https://perguntasimples.com/comunica-musica-quando-palavras-nao-chegam-rita-redshoes 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 249Quem matou o herói no futebol? Luís Cristovão
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Quem matou o herói no futebol? Nesta conversa com Luís Cristóvão, mergulhamos no paradoxo do desporto de elite: um mundo onde a exposição total destrói a mística, os craques vivem isolados em "aquários" e a ditadura da tática ameaça sufocar a criatividade juvenil. Uma reflexão sobre a perda da dimensão humana num jogo cada vez mais formatado como espetáculo e negócio. Destaques do episódio A morte do herói no tempo do ecrã: Por que é impossível manter o mito quando vemos cada minuto da vida do atleta? O "atleta de aquário": O isolamento de figuras como Cristiano Ronaldo face à liberdade perdida de Eusébio. A cultura da zanga: Como as redes sociais e o comentário televisivo transformaram o futebol numa guerra tribal. Matraquilhos humanos: O perigo da formatação tática que castra a criatividade desde a infância. Rádio vs. Televisão: A responsabilidade de narrar a emoção e o contexto para quem não está a ver. O erro como espetáculo: Porque preferimos discutir a falha do árbitro em vez da beleza da jogada. Citação de Ouro “Hoje em dia é quase impossível ser herói, porque nós vemos todos os minutos que cada jogador joga na sua carreira e ninguém é herói durante toda a vida.” 🔗 Episódio com Luís Cristóvão: https://perguntasimples.com/quem-matou-o-heroi-no-futebol-luis-cristovao 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 248O conforto digital está a fazer-nos implodir? Inês Lopes Gonçalves
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O conforto digital está a aproximar-nos, ou a isolar-nos? Nesta conversa com Inês Lopes Gonçalves, refletimos sobre o paradoxo da conveniência automática, a implosão silenciosa das competências sociais e a força da rádio como último reduto de humanidade num mundo cada vez mais automatizado. Destaques do episódio • A rádio como porto seguro em tempos de crise • A “máquina invisível” por trás da simplicidade da voz • O medo do “auto-tudo” e da implosão social • Carga mental, liberdade e condicionamento feminino • Honestidade em direto como forma de criar comunidade • O papel da escuta real num tempo de ruído permanente Citação de Ouro “Qualquer dia acho que implodimos.” 🔗 Episódio com Inês Lopes Gonçalves: https://perguntasimples.com/o-conforto-digital-esta-a-fazer-nos-implodir-ines-lopes-goncalves 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 247Ainda podemos rir de tudo? Manuel Marques
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Num mundo acelerado, polarizado e saturado de ruído, o humor continua a ser uma forma séria de ler a realidade. Nesta conversa longa e acessível, falamos de rádio, sátira política, voz, escuta e do trabalho invisível por trás do riso. A partir da experiência diária na rádio pública e do palco, reflete-se sobre o humor como escape e como arma, sobre os limites da ironia num tempo de cancelamento e sobre a rádio como um dos últimos lugares onde a imaginação ainda trabalha sozinha. A conversa passa também pelo teatro e pela atualidade política, com os ensaios de Senhor Engenheiro — uma espécie de musical, um espetáculo satírico onde a realidade insiste em acompanhar a ficção. Uma conversa de serviço público sobre humor, rádio, escuta e o tempo em que vivemos. Temas abordados • Humor como leitura do presente • Sátira política e polarização • O papel da rádio na vida pública • Voz, silêncio e timing • Imitação, caricatura e criação • Limites do humor e cancelamento • Teatro, atualidade e memória coletiva • O palco como espelho do país Citação de Ouro “O humor hoje em dia é um escape da realidade que estamos a viver. E às vezes também é uma arma.” 🔗 Episódio completo: https://perguntasimples.com/ainda-podemos-rir-de-tudo-manuel-marques 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://bit.ly/3i6P5a3 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 246O que faz a inteligência artificial à nossa mente? Miguel Oliveira
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que é que a inteligência artificial está a fazer à nossa mente — à atenção, à memória e à forma como nos relacionamos com os outros? Nesta conversa clara e inquietante, Miguel Oliveira ajuda a pensar o impacto psicológico da IA num tempo de aceleração, comparação permanente e delegação cognitiva. Fala-se de fadiga mental, ansiedade, identidade, automatismos emocionais e da tentação de usar a tecnologia como muleta para evitar o esforço de pensar. A ideia central é simples e exigente: a inteligência artificial não nos substitui — expõe aquilo que deixámos de treinar. • Atenção fragmentada e cansaço cognitivo • Delegação mental e perda de esforço • Ansiedade, comparação e autoimagem • Tecnologia como espelho psicológico • Responsabilidade individual no uso da IA Citação de Ouro “A tecnologia não pensa por nós — pensa onde nós deixámos de pensar.” 🔗 Episódio com Miguel Oliveira: https://perguntasimples.com/o-que-faz-a-inteligencia-artificial-a-nossa-mente-miguel-oliveira 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 245Como transformar vulnerabilidade em magnetismo puro? Cândido Costa
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que faz alguém continuar a rir mesmo quando já sabe o fim da história? Cândido Costa fala sobre vulnerabilidade, coragem e comunicação, explicando porque contar bem não é exagerar, mas ser fiel à emoção. • A vulnerabilidade como fonte de magnetismo. • O humor que nasce da experiência vivida. • A importância do ritmo e da pausa. • O balneário como espaço emocional e de liderança. • Instinto, risco e entrega na televisão. Citação de Ouro “Eu tento contar a história explicando porque é que me fez rir.” 🔗 Episódio com Cândido Costa: https://perguntasimples.com/como-transformar-vulnerabilidade-em-magnetismo-puro-candido-costa/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 244O que faz uma comida ficar na memória? Marlene Vieira
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Porque é que há sabores que nunca esquecemos? Marlene Vieira explica como a memória alimentar se constrói entre cheiros, texturas, tempo e emoção, numa conversa sobre identidade, rigor, liderança e o futuro da cozinha portuguesa. • A memória gustativa começa na infância e no cheiro da cozinha. • Produto de qualidade exige menos técnica e mais respeito. • Textura, tempo e temperatura mudam o sabor. • Liderar equipas é minimizar o erro sem destruir pessoas. • A cozinha portuguesa como património emocional e cultural. Citação de Ouro “A qualidade do produto exige menos transformação.” 🔗 Episódio com Marlene Vieira: https://perguntasimples.com/o-que-faz-uma-comida-ficar-na-memoria-marlene-vieira/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 243O que é um bom livro para ler? Ana Daniela Soares
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que faz um livro ficar connosco depois da última página? Ana Daniela Soares explica porque a leitura exige tempo, empatia e atenção ao mundo, numa conversa sobre livros que resistem, escritores atentos e o risco de deixarmos de ler em profundidade. • Um bom livro começa sempre numa boa história. • O leitor tem o direito de largar e regressar. • A empatia como traço comum dos grandes escritores. • Ler para compreender a atualidade para lá do título. • O impacto real da leitura no cérebro e na imaginação. Citação de Ouro “O leitor é sempre o juiz.” 🔗 Episódio com Ana Daniela Soares: https://perguntasimples.com/o-que-e-um-bom-livro-para-ler/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Qual é o papel da arte na conversa pública? Rui Melo
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Rui Melo aborda a urgência da escuta ativa e da flexibilidade intelectual num mundo onde as certezas parecem cada vez mais rígidas e as opiniões não solicitadas dominam o espaço digital. O ator e encenador explora a intersecção entre o humor, a música e a representação, revelando os bastidores de projetos marcantes como Pôr do Sol e a sua visão sobre a responsabilidade da arte em provocar emoções profundas, da raiva à dor. Entre a técnica teatral e a musicalidade das palavras, Melo reflete sobre o processo de construção de personagens e a importância do ajuste fino na direção artística, defendendo que o humor só cumpre o seu propósito quando provoca um efeito real em quem o vê. Citação de Ouro: "O humor só é humor para quem o vê. Para quem o faz não tem de ser. Se o texto for bem escrito e for bem interpretado, quem vê é que tem de se rir." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/papel-da-arte-na-conversa-publica-rui-melo/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 241Contas-me uma boa história? Rui Cardoso Martins [ESSENCIAL]
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Como se conta uma boa história sem trair quem a viveu? Nesta conversa, Rui Cardoso Martins fala da escrita como ofício e como ética: a memória como matéria-prima, o silêncio como técnica, e a linguagem como força que pode esclarecer ou envenenar. Do jornalismo nos “tempos heroicos” do Público às reportagens em cenários extremos, o fio condutor é simples e exigente: as palavras importam, porque moldam a forma como vemos o mundo — e como o mundo nos vê. • O que distingue jornalismo, crónica, humor e romance: a mesma língua, ritmos e responsabilidades diferentes. • Mestres, redações e “tarimba”: aprender a escrever de tudo e a aguentar a pressão sem perder a ética. • A memória como condição da literatura: sem registo, sem caderno, sem atenção, não há escrita que resista. • Manhãs, silêncio e método: por que a escrita longa pede outra energia e outra solidão. • Guerra e desumanidade: Sarajevo, o medo real, e a aprendizagem brutal de que a civilização pode colapsar depressa. • Mentira, manipulação e “verdades” concorrentes: quando o boato vale tanto como o facto, a democracia fica por um fio. • Para que servem as histórias: transformar-nos, mesmo que por instantes, e lembrar o essencial — liberdade, dignidade, humanidade. Citação de Ouro “As palavras… às vezes dão cabo do mundo.” 🔗 Episódio com Rui Cardoso Martins: https://perguntasimples.com/contas-me-uma-boa-historia-rui-cardoso-martins/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 240Para que serve a literatura quando a realidade é demasiado dura? Tânia Ganho
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Para que serve a literatura quando a realidade se torna pesada, violenta ou difícil de suportar? Nesta conversa, Tânia Ganho fala da escrita e da leitura como exercícios de atenção, lentidão e responsabilidade. Num tempo acelerado, dominado por imagens e discursos fabricados, a literatura surge como um espaço onde ainda é possível parar, pensar e escolher palavras com cuidado. • Escrever como trabalho contínuo, não como inspiração permanente. • Ler como treino de concentração e resistência à pressa. • A tradução como lugar de criação, escolha e perda inevitável. • A linguagem como instrumento moral num mundo de desinformação. • A literatura como forma de olhar a crueldade sem a transformar em espetáculo. Citação de Ouro “A leitura obriga-nos a um trabalho de lentidão.” 🔗 Episódio com Tânia Ganho: https://perguntasimples.com/para-que-serve-a-literatura-quando-a-realidade-e-demasiado-dura-tania-ganho/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Que lições do palco ajudam a comunicar melhor no dia a dia? Diogo Infante
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que é que o palco ensina sobre comunicar melhor na vida real? Nesta conversa, Diogo Infante cruza a experiência de ator, encenador e diretor artístico para pensar a comunicação como presença, escuta e responsabilidade. Fala-se de timidez, verdade, medo de falhar, relação com o público e daquilo que não se aprende em manuais: o tempo certo, o silêncio e a atenção ao outro. • Comunicar começa por saber exatamente o que se quer dizer. • A escuta como base de qualquer diálogo verdadeiro. • Voz, corpo e energia como instrumentos de comunicação. • O erro, a dúvida e o síndrome do impostor como parte do processo. • A arte como treino radical de empatia e atenção. Citação de Ouro “Comunicar bem começa por ouvir de verdade.” 🔗 Episódio com Diogo Infante: https://perguntasimples.com/que-licoes-do-palco-ajudam-a-comunicar-melhor-no-dia-a-dia-diogo-infante/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 238Como comunicar a guerra de hoje e a paz de amanhã? Manuel Poejo Torres
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Como se comunica a guerra num tempo de propaganda permanente? E porque falamos tão pouco de paz quando o conflito domina o espaço público? Nesta conversa, Manuel Poejo Torres ajuda a ler o mundo atual a partir da comunicação estratégica, da geopolítica e da forma como o medo, a dissuasão e a narrativa moldam decisões políticas e perceções coletivas. • A guerra como fenómeno comunicacional, não apenas militar. • Propaganda, desinformação e guerra híbrida no espaço público. • A ameaça nuclear como instrumento político e psicológico. • O papel da Europa num sistema internacional instável. • Os riscos democráticos quando se normaliza o discurso de guerra. Citação de Ouro “A guerra começa muito antes do primeiro disparo.” 🔗 Episódio com Manuel Poejo Torres: https://perguntasimples.com/comunicar-guerra-e-paz-manuel-poejo-torres/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 237O que nos torna humanos num mundo de máquinas? Albano Jerónimo
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que nos torna ainda humanos num mundo de máquinas, otimização e perfeição artificial? Nesta conversa longa e física, Albano Jerónimo fala do corpo como lugar de verdade, do erro como gesto urgente e da falha como aquilo que nos aproxima uns dos outros. Entre teatro, cinema, paternidade e inteligência artificial, reflete-se sobre presença, empatia, vulnerabilidade e aquilo que nenhuma máquina consegue simular: o estar vivo. • O erro como espaço de descoberta e ligação humana. • O corpo como instrumento primário de comunicação. • A falha como resistência num mundo de perfeição artificial. • A relação entre humano e máquina no palco e na vida. • A empatia, o cuidado e o afeto como escolhas diárias. Citação de Ouro “O erro é urgente. A falha dá-nos corpo.” 🔗 Episódio com Albano Jerónimo: https://perguntasimples.com/o-que-nos-torna-ainda-humanos-num-mundo-de-maquinas-albano-jeronimo/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Como se filma uma boa história? Manuel Pureza
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Como se filma uma boa história quando o mundo pede velocidade, ruído e respostas fáceis? Nesta conversa, Manuel Pureza reflete sobre o cinema como arte de escolha, implicação moral e relação com o outro. Fala-se de novelas, séries, humor, educação do olhar e da ideia de que contar histórias é, antes de tudo, um ato de responsabilidade humana. • As histórias como estrutura profunda da experiência humana. • Filmar não é mostrar tudo, é escolher o que fica de fora. • A câmara como participante, não como testemunha neutra. • O ator como criador ativo, não como tarefeiro do texto. • O humor, a emoção e o ridículo como formas de revelar a verdade. Citação de Ouro “O cinema serve para emocionar — para rir ou para chorar.” 🔗 Episódio com Manuel Pureza: https://perguntasimples.com/como-se-filma-uma-boa-historia-manuel-pureza/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 235Como comunicam os bebés antes das palavras? Pedro Caldeira da Silva
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Como comunicam os bebés antes das palavras? Nesta conversa, Pedro Caldeira da Silva explica porque a comunicação começa muito antes da linguagem verbal. O choro, o olhar, o sorriso, o ritmo, o corpo e a repetição formam uma verdadeira gramática emocional que estrutura o vínculo, a confiança e o desenvolvimento humano desde os primeiros dias de vida. Fala-se de bebés como agentes ativos, da importância da interação individual, do tom de voz, da disponibilidade emocional dos adultos e dos riscos da negligência relacional. Uma conversa essencial para perceber como se constrói a comunicação, a empatia e a autonomia muito antes de sabermos falar. • Os bebés comunicam antes de falar — e falam connosco desde o início. • Choro, sorriso e imitação como ferramentas de ligação. • O vínculo como base do desenvolvimento emocional e cognitivo. • A importância do tom, do ritmo e da repetição. • O perigo da indisponibilidade emocional e da negligência silenciosa. Citação de Ouro “Os bebés não são agentes passivos: são agentes ativos na comunicação.” 🔗 Episódio com Pedro Caldeira da Silva: https://perguntasimples.com/como-comunicam-os-bebes-antes-das-palavras-pedro-caldeira-da-silva/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 234O jornalismo ainda importa? Margarida Davim
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O jornalismo ainda importa? Nesta conversa, Margarida Davim defende que o verdadeiro poder do jornalismo continua a ser o mesmo: perguntar, investigar, escolher e explicar. Num mundo saturado de informação em bruto, redes sociais e ruído permanente, o jornalismo mantém um papel central na democracia precisamente porque filtra, contextualiza e dá sentido à realidade. Falamos do ataque à credibilidade dos jornalistas, da pressão económica sobre os media, do colapso dos modelos de negócio tradicionais e da necessidade de um jornalismo mais pequeno, mais especializado e mais próximo das comunidades. Uma reflexão clara sobre liberdade, responsabilidade, ameaça às mulheres no espaço público e a coragem de dizer que a capa é verde quando todos insistem que é vermelha. • O jornalismo como poder de perguntar e incomodar • Informação não é jornalismo: editar também é um dever democrático • A crise dos modelos de negócio e o futuro de nicho • Comentário político, clareza e responsabilidade pública • A violência dirigida às mulheres no espaço mediático • Comunidade, verdade e liberdade de informar Citação de Ouro “O único poder que um jornalista tem é perguntar.” 🔗 Episódio com Margarida Davim: https://perguntasimples.com/o-jornalismo-ainda-importa-margarida-davim/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Como comunicar com o corpo inteiro? Cristina Carvalhal
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Comunicar não é apenas falar: é ocupar o espaço, escutar o outro, lidar com o silêncio e estar inteiro no aqui e agora. Nesta conversa, Cristina Carvalhal reflete sobre a comunicação como experiência corporal, relacional e profundamente empática. Do teatro à vida quotidiana, fala-se de voz, presença, atenção, medo, exposição e da forma como o corpo comunica mesmo quando não diz nada. Entre exemplos simples — como uma conversa no elevador — e reflexões mais amplas sobre cultura, poder, género e empatia, emerge uma ideia central: comunicar bem exige disponibilidade, escuta e responsabilidade perante o outro. • O corpo como principal instrumento de comunicação. • Silêncio, espaço e escuta como linguagem. • Falar com o outro em vez de falar para o outro. • Voz, presença e atenção como treino diário. • Comunicação, empatia e responsabilidade social. Citação de Ouro “O ato de comunicar é um ato de exposição.” 🔗 Episódio com Cristina Carvalhal: https://perguntasimples.com/como-comunicar-com-o-corpo-todo-cristina-carvalhal/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 232O que nos ensina a doçura sobre comunicação? Rita Nascimento
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que é que a doçura nos ensina sobre comunicação? Nesta conversa luminosa, Rita Nascimento — pasteleira, autora e criadora de conteúdos — mostra como os doces são muito mais do que açúcar: são memória, linguagem, afeto e partilha. Fala-se de infância, rituais, confiança, pedagogia, prazer e da forma como a comida comunica emoções que muitas vezes não sabemos verbalizar. Entre receitas que funcionam, histórias que passam de geração em geração e uma relação honesta com o prazer, emerge uma ideia simples e poderosa: a doçura não é excesso, é contexto. E comunicar bem passa por saber quando, como e com quem partilhar. • A pastelaria como linguagem emocional e universal. • Memória, infância e afeto ligados ao sabor. • Doce como exceção, ritual e prazer consciente. • Confiança construída pela clareza e pela verdade. • Ensinar, partilhar e comunicar sem truques. Citação de Ouro “O doce não é para todos os dias. É para os dias que importam.” 🔗 Episódio com Rita Nascimento: https://perguntasimples.com/o-que-a-docura-nos-ensina-sobre-comunicacao-rita-nascimento/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 232Como fotografar a emoção? José Sena Goulão
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Como se fotografa a emoção num mundo saturado de imagens? Nesta conversa profunda e prática, José Sena Goulão, fotojornalista da agência Lusa, explica porque é que a técnica nunca é suficiente e porque é que a fotografia só faz sentido quando capta aquilo que não se ensina: o olhar, a tensão, o instante irrepetível. Fala-se de futebol, política, guerra, entrevistas sob pressão, imagens icónicas e dilemas éticos. Da luz imperfeita às fotografias de família tecnicamente falhadas mas emocionalmente decisivas, emerge uma ideia central: a emoção não se fabrica, reconhece-se. E o fotojornalismo vive desse reconhecimento. • A diferença entre fotografar beleza e fotografar realidade • Emoção como critério maior da boa fotografia • Técnica ao serviço do instante, não o contrário • O peso ético de fotografar sofrimento • Verdade, enquadramento e responsabilidade editorial • Imagens icónicas e memória coletiva Citação de Ouro “A fotografia perfeita pode não dizer nada. A imperfeita, às vezes, diz tudo.” 🔗 Episódio com José Sena Goulão: https://perguntasimples.com/como-fotografar-a-emocao-jose-sena-goulao/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 230Triângulos amorosos: por que nos metemos nisso? José Gameiro
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Porque é que nos metemos em triângulos amorosos sabendo, quase sempre, que alguém vai sofrer? Nesta conversa franca e sem moralismos fáceis, José Gameiro ajuda a perceber o desejo, a fantasia, o ego e a fuga que alimentam estas relações. Fala-se de amor, erotismo, culpa, silêncio, instinto e da dificuldade humana em lidar com a falta, o tédio e a finitude. Entre a psicologia clínica, a experiência de vida e a escrita, emerge uma ideia desconfortável mas necessária: os triângulos amorosos dizem menos sobre o outro e mais sobre aquilo que ainda não conseguimos dizer a nós próprios. • O triângulo amoroso como fuga e como necessidade emocional. • Desejo, erotismo e amor não são a mesma coisa. • Fantasia, culpa e a ilusão de controlo. • O ego ferido e a necessidade de validação. • As marcas emocionais que ficam, mesmo quando tudo parece discreto. Citação de Ouro “O desejo não é controlável, mas pode ser pensado.” 🔗 Episódio com José Gameiro: https://perguntasimples.com/triangulos-amorosos-por-que-nos-metemos-nisso-jose-gameiro/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com A invenção do amor https://open.spotify.com/show/4wLiQqAii3cigB85bYdPLA?si=qq1ytUdhTrqF6YlCB_U3Bw https://podcasts.apple.com/pt/podcast/a-inven%C3%A7%C3%A3o-do-amor/id1832973259

Ep 224O que as cores nos ensinam sobre comunicação? Miguel Neiva
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que é que as cores nos ensinam sobre comunicação, inclusão e responsabilidade social? Nesta conversa, Miguel Neiva explica porque a cor nunca é neutra: transporta significado, emoção, memória e poder. A partir da criação do ColorADD, fala-se de design como linguagem universal, da diferença entre estética e função e da urgência de comunicar para todos — incluindo quem não vê as cores como a maioria. Entre semáforos, transportes públicos, hospitais, escolas e jogos, emerge uma ideia central: comunicar bem é tornar o mundo legível, acessível e digno para o maior número de pessoas possível. • A cor como linguagem emocional e racional • Design para servir pessoas, não egos • Daltonismo, invisibilidade e perda de autonomia • O ColorADD como código universal de inclusão • Comunicação clara como dever cívico Citação de Ouro “O design não é para ser bonito. É para ser entendido.” 🔗 Episódio com Miguel Neiva: https://perguntasimples.com/o-que-as-cores-nos-ensinam-sobre-comunicacao-miguel-neiva/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 228Como continuar a comunicar quando a vida apaga a luz? Ricardo Miguel Teixeira
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que acontece quando a vida apaga a luz de forma definitiva? Nesta conversa profundamente humana, Ricardo Miguel Teixeira fala da perda total da visão aos 18 anos, do luto prolongado, da vergonha, do medo e da reconstrução lenta de uma identidade inteira. Fala-se de dor, mas também de humor, autonomia, corpo, linguagem e da diferença entre tolerar e aceitar. Entre experiências duras e episódios inesperadamente cómicos, emerge uma ideia central: comunicar não é ter pena, é reconhecer o outro como pessoa inteira. E a cegueira não apaga a vida — obriga a reaprendê-la. • O luto invisível depois de perder a visão • Vergonha, autonomia e o simbolismo da bengala • Humor como ferramenta de sobrevivência • Comunicação, ajuda forçada e paternalismo • Aceitação em vez de tolerância Citação de Ouro “Não é preciso ver para estar inteiro.” 🔗 Episódio com Ricardo Miguel Teixeira: https://perguntasimples.com/comunicar-quando-a-vida-apaga-a-luz-ricardo-miguel-teixeira/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 227Dinheiro: gastar, poupar ou investir? Pedro Andersson
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Gastamos mal porque ganhamos pouco ou porque nunca aprendemos a lidar com o dinheiro? Nesta conversa clara e prática, Pedro Andersson desmonta a relação emocional que temos com o consumo, o medo de investir, a ilusão da segurança e a falta de literacia financeira que atravessa gerações. A partir da sua experiência pessoal — da crise de 2008 ao nascimento do Contas-Poupança — fala-se de escolhas, prioridades, erros comuns, inflação, poupança, investimento e da ideia central de que o verdadeiro salário é aquilo que sobra no fim do mês. • Porque gastar é fácil e pensar custa trabalho. • A armadilha do “eu mereço” e do consumo por impulso. • Poupança não chega: o impacto invisível da inflação. • Investir sem medo, mas com informação. • O tempo como o maior aliado do dinheiro. Citação de Ouro “O meu salário não é o que ganho. É o que sobra.” 🔗 Episódio com Pedro Andersson: https://perguntasimples.com/dinheiro-gastar-poupar-investir-dinheiro-gastar/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Porque nos sabotamos no amor e na comunicação? Andreia Vieira
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Porque nos sabotamos no amor e na comunicação, mesmo quando queremos que resulte? Nesta conversa longa e esclarecedora, Andreia Vieira explica como as feridas da infância, o medo da rejeição e a falta de autoconsciência conduzem a padrões repetidos de autossabotagem nas relações. Fala-se de ansiedade, ciúme, silêncio, raiva, idealização e da dificuldade em confiar sem se perder. Entre psicologia clínica, psicanálise e exemplos concretos do quotidiano, emerge uma ideia central: muitas relações falham não por falta de amor, mas por incapacidade de comunicar emoções difíceis de forma responsável. • Autossabotagem como repetição inconsciente de padrões antigos. • O impacto da infância e do vínculo no amor adulto. • Medo da rejeição, abandono e solidão. • Raiva, silêncio e comunicação destrutiva. • Consciência emocional como condição para amar melhor. Citação de Ouro “Não é o outro que nos estraga as relações — somos nós quando não nos escutamos.” 🔗 Episódio com Andreia Vieira: https://perguntasimples.com/porque-nos-sabotamos-no-amor-e-na-comunicacao-andreia-vieira/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 225O que nos ensina a gentileza sobre comunicar melhor? Susana Coerver
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que acontece quando a vida apaga a luz de forma definitiva? Nesta conversa profundamente humana, Ricardo Miguel Teixeira fala da perda total da visão aos 18 anos, do luto prolongado, da vergonha, do medo e da reconstrução lenta de uma identidade inteira. Fala-se de dor, mas também de humor, autonomia, corpo, linguagem e da diferença entre tolerar e aceitar. Entre experiências duras e episódios inesperadamente cómicos, emerge uma ideia central: comunicar não é ter pena, é reconhecer o outro como pessoa inteira. E a cegueira não apaga a vida — obriga a reaprendê-la. • O luto invisível depois de perder a visão • Vergonha, autonomia e o simbolismo da bengala • Humor como ferramenta de sobrevivência • Comunicação, ajuda forçada e paternalismo • Aceitação em vez de tolerância Citação de Ouro “Não é preciso ver para estar inteiro.” 🔗 Episódio com Ricardo Miguel Teixeira: https://perguntasimples.com/comunicar-quando-a-vida-apaga-a-luz-ricardo-miguel-teixeira/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 224Juventude eterna: Podemos reverter o envelhecimento? Maria Manuel Mota
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Podemos travar o envelhecimento? Reverter o relógio biológico? Ou estamos a fazer as perguntas erradas? Nesta conversa clara e exigente, Maria Manuel Mota desmonta mitos sobre juventude eterna e longevidade, explicando o que a ciência já sabe — e, sobretudo, o que ainda não sabe. Fala-se de envelhecimento como processo biológico inevitável, de qualidade de vida versus quantidade de anos, de investigação fundamental, de colaboração científica e da importância de saber formular boas perguntas. Entre malária, biologia celular e liderança científica, emerge uma ideia simples e poderosa: viver mais só faz sentido se vivermos melhor e com propósito. • Envelhecimento não é doença, é processo • Longevidade versus qualidade de vida • O mito da juventude eterna • Fazer boas perguntas em ciência • Colaboração, liberdade e rigor científico Citação de Ouro “O importante não é viver para sempre. É viver com sentido.” 🔗 Episódio com Maria Manuel Mota: https://perguntasimples.com/juventude-eterna-podemos-reverter-o-envelhecimento-maria-manuel-mota/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com

Ep 223Como comunicar com os adolescentes hoje? Tânia Gaspar [ESSENCIAL]
“Os adolescentes não são o problema. O problema é quando não lhes damos condições para florescer. Eles têm uma enorme capacidade de reflexão e consciência — só precisam de espaços seguros para o mostrar.” – Tânia Gaspar

Ep 222Quem conta as histórias do bairro? António Brito Guterres [ESSENCIAL]
Quando pensamos em Chelas, Marvila ou na Cova da Moura, o que nos vem à cabeça? Crime? Exclusão? Estigma?A verdade é que, na maior parte das vezes, os bairros periféricos só aparecem nas notícias por más razões. Mas quem lá vive tem uma história muito mais rica para contar — feita de cultura, solidariedade, música, resistência e sonhos. Quem conta as histórias do bairro? António Brito Guterres [ESSENCIAL] Neste episódio do Pergunta Simples, revisitamos uma das conversas mais marcantes do último ano: a entrevista a António Brito Guterres, assistente social, investigador em estudos urbanos e contador de histórias. António tem dedicado a vida a dar voz a quem raramente a tem. “Se as narrativas não saltam o muro, essas pessoas deixam de existir para os outros”, lembra. Ele é uma figura central para compreender a questão de quem conta as histórias do bairro? António Brito Guterres [ESSENCIAL] Ao longo da conversa, atravessamos temas que tocam fundo na vida em comunidade e na forma como nos vemos como sociedade: 📍 Narrativas invisíveis – porque é que a comunicação sobre os bairros continua a ser reduzida a duas categorias: crime e acidente. 🏘️ Urbanismo e desigualdade – como o desenho da cidade pode reforçar exclusão e perpetuar ciclos de pobreza. 🎵 Rap e resistência – de Plutónio a Bispo, como a música se tornou poesia, identidade e ponte cultural. 🚓 Segurança e fricção – a relação tensa entre polícias e comunidades, entre perceção mediática e realidade vivida. 🌱 Esperança e futuro – os sonhos das novas gerações e o que significa oferecer trampolins em vez de gaiolas. Mais do que um retrato sociológico, António Brito Guterres traz uma reflexão poderosa sobre quem tem o direito de contar histórias. E sobre como a comunicação pode ser ferramenta de emancipação — ou de silenciamento. Esta é uma reedição especial da série [ESSENCIAIS], que recupera os episódios mais comentados e partilhados do Pergunta Simples nos últimos 12 meses. Se ainda não ouviu esta conversa, o verão é a altura certa para descobrir. 🎧 Ouça ou veja o episódio completo aqui: 🎦 YouTube 🎧 Spotify 🍎 Apple Podcasts 📺 RTP Play 🌐 Website 💡 E não se esqueça: subscreva o canal, ative o sino, deixe o seu comentário e ajude-nos a continuar a criar conversas que fazem diferença.

Ep 221Como fazer rir? Gabriela Barros [ESSENCIAL]
Tenho medo que essa felicidade nunca mais volte. Foi o que Gabriela Barros me disse, sem hesitar. A partir daí, a conversa deixou de ser apenas sobre teatro, televisão ou humor — e tornou-se uma reflexão sobre viver intensamente um momento… e aceitar que ele pode não se repetir. Falámos da Gabriela que guarda mistério na vida pessoal para poder ser qualquer pessoa em cena, que usa o humor como ponte e escudo, que enfrenta críticas sem perder a vontade de arriscar e que quer ensinar à filha a arte de rir de si mesma e do mundo. “Quem me faz rir já me ganhou.” Entre vulnerabilidade e confiança, Gabriela Barros revela-se magnética — dentro e fora de cena.

Ep 220O humor pode salvar-nos? Nuno Markl [ESSENCIAL]
O humor ainda nos pode salvar? Nuno Markl reflete sobre ironia, redes sociais, limites da comédia e a urgência de rir com inteligência num mundo literal e polarizado. Uma conversa franca, divertida e cheia de lucidez — agora em reedição especial no Pergunta Simples.

Ep 219Como praticar a arte da escuta? Júlio Machado Vaz [ESSENCIAL]
O médico psiquiatra Júlio Machado Vaz – uma das vozes pioneiras em Portugal a falar abertamente sobre relações e sexualidade – ensina-nos a importância de praticar a escuta ativa e a empatia na comunicação íntima

Ep 218Como Decidir Bem Sem Saber Tudo? Alexandre Quintanilha
Como se toma uma boa decisão… sem saber tudo? A política pode viver com dúvidas? A ciência deve hesitar? E nós — cidadãos comuns — conseguimos agir em tempos de incerteza?

Ep 217Como Falar com Alguém que Pensa o Oposto de Ti
Aprende a conversar sem conflitos com quem pensa diferente. Descobre como comunicar e entender ideias opostas: Como Falar com Alguém que Pensa o Oposto de Ti.

Ep 216Inteligência Artificial: Ainda controlamos isto? Bernardo Caldas
A inteligência artificial chegou.Não é preciso ser técnico para perceber que alguma coisa mudou.Hoje, um motor de busca já acerta nos nossos desejos antes de termos tempo de os dizer.Um algoritmo sugere um vídeo, outro mostra um produto, outro escreve um texto inteiro — e tudo parece funcionar com uma espécie de magia silenciosa.Mas será mesmo magia? O nosso convidado sabe que não. E sabe porquê.Bernardo Caldas é uma das pessoas mais lúcidas que conheço sobre o tema.Lidera equipas de dados e IA numa das maiores fintechs europeias, criou o projeto Data Science for Good, e tem pensado a fundo — com inteligência, mas também com alma — sobre os impactos reais da inteligência artificial no mundo onde vivemos. Nesta conversa, começamos com uma pergunta simples, mas provocadora:E se a IA te conhecesse tão bem como o teu melhor amigo?Assustador? Fascinante? Ambos? O Bernardo ajuda-nos a perceber porque é que esta tecnologia — que parece tão intuitiva — é, na verdade, o resultado de padrões.Padrões de linguagem, de comportamento, de atenção.A IA não “sabe”, não “sente”, não “pensa” no sentido humano — mas aprende a imitar tão bem que nós acreditamos. E o problema começa aí. Falamos do que distingue imitação de criatividade.Do que está por trás dos modelos generativos que escrevem, desenham e respondem com uma fluidez que nos desconcerta.E de como estes sistemas — criados para gerar conteúdo “credível” — não têm maneira de saber se estão a dizer a verdade.Podem escrever um disparate com toda a segurança de um professor catedrático. Mais à frente, mergulhamos na questão da responsabilidade.Se a máquina erra — quem responde?Se um algoritmo toma decisões médicas, jurídicas ou políticas — onde está o humano no processo? Discutimos o impacto da IA nas profissões: não só nos trabalhos manuais, mas nos intelectuais.Sim, programadores, consultores, copywriters, jornalistas — ninguém escapa.O Bernardo diz-nos que o trabalho que sobrevive é aquele onde há contexto, empatia e julgamento.Mas até os psicólogos estão em risco — e ele conta um estudo surpreendente que mostra como, em certos casos, as pessoas acham que um chatbot foi mais empático do que um terapeuta humano. Depois passamos para o tema que mais me inquieta:a economia da atenção.Porque é que os nossos feeds estão cheios de raiva, medo e teorias da conspiração?Porque é que a moderação desapareceu do radar? A resposta, segundo o Bernardo, está na forma como os algoritmos são treinados: não para informar, mas para prender.A verdade é irrelevante se a mentira for mais clicável.E isto coloca a democracia em risco real. A certa altura da conversa, ele diz uma coisa que me ficou: “O maior perigo da IA não é o apocalipse das máquinas.É deixarmos de acreditar em tudo.” É esta a verdadeira crise: a erosão da confiança pública.Não sabemos o que é real. Não sabemos em quem acreditar.E se não confiamos em nada — também não conseguimos decidir nada em comum.A democracia desliga-se. Mas nem tudo é distopia.O Bernardo também nos fala do lado esperançoso:De como a IA, se bem pensada, pode ser inclusiva.De como pode ajudar uma avó em Trás-os-Montes a resolver um problema complicado com linguagem natural.De como pode aliviar tarefas mecânicas e devolver-nos o que há de mais humano: a conversa, a atenção, o sentido. No fim, voltamos às emoções.Pode uma IA sentir? Ter consciência? Vontade própria?A resposta dele é clara: não.E, curiosamente, isso até nos pode dar algum descanso. Esta é uma conversa que não pretende fechar nada —mas que abre muitas janelas para pensar o que vem aí.E pensar, neste caso, é mesmo urgente. Se gostares, partilha este episódio com alguém que acha que inteligência artificial é só “coisa de engenheiros”.Ou com alguém que acha que já não há nada a fazer.Porque há.Mas temos de começar por perceber. LER A TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO 0:12 Ora, vivam bem vindos ao pergunta simples, o vosso podcast sobre comunicação? Hoje vamos falar sobre máquinas que comunicam com pessoas ou pelo menos, que parecem comunicar com pessoas e parecem bastante espertas. Tenho cá pergunta, como é que a inteligência artificial está a mudar a forma como comunicamos? 0:31 Estamos mesmo a ser substituídos por máquinas? E, mais importante, o que é que é ainda nosso, só nosso? No meio disto tudo, neste episódio de perguntas, sempre vamos falar daquilo que parece estar em todo o lado, mas que poucos conseguem explicar bem a inteligência artificial. 0:47 A inteligência artificial chegou. É um facto. Não é preciso ser técnico para perceber que alguma coisa mudou. 1:04 Hoje, um simples motor de busca como o Google já acerta nos nossos desejos, mesmo antes de termos colocado todos os termos que queremos pesquisar. Um algoritmo que sugere um vídeo, outro que mostra um produto, outro escreve um texto inteiro e tudo parece funcionar como uma espécie de magia silenciosa. 1:22 Mas será que é mesmo magia esta coisa de inteligência artificial? O nosso convidado sabe que não e sabe porquê. Além disso, consegue e

Ep 215Qual é o sentido da vida? António Castro Caeiro
Vivemos num tempo acelerado, de respostas rápidas, notificações constantes e poucas pausas para pensar. A informação chega em excesso, a comunicação tornou-se instantânea e, muitas vezes, vazia. Perguntar parece ter-se tornado um ato quase subversivo. Questionar o mundo, o tempo, a vida, até a nós próprios, pode soar estranho, deslocado ou até incómodo. Mas talvez seja justamente esse desconforto que precisamos de recuperar. É nesse gesto simples e revolucionário — o de fazer perguntas — que entra a filosofia. Neste episódio do Pergunta Simples, falamos com António Castro Caeiro. É professor universitário, tradutor, ensaísta e uma das vozes mais singulares da filosofia contemporânea em Portugal. Mas mais do que títulos, Caeiro é alguém que pensa o mundo com palavras, com o corpo e com uma atenção rara às perguntas certas. Convida-nos a desacelerar, a escutar, a habitar o tempo e a linguagem com mais cuidado. Nesta conversa, há espaço para dúvidas sem fim, para silêncios reveladores e para a beleza difícil das ideias que resistem à simplificação. 🎦 YouTube https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub\_confirmation=1 🎧 Spotify https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple https://bit.ly/3i6P5a3 📺 RTP https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 www.perguntasimples.com

Ep 214O que torna um professor inesquecível? José Oliveira
Todos nós temos um professor que nos marcou. Descubra nesta reflexão: O que torna um professor inesquecível.

Ep 213Como fazer rir? Gabriela Barros
Gabriela Barros fala sobre humor, representação e vulnerabilidade numa conversa intimista e divertida. Do Taskmaster ao Pôr do Sol, exploramos o que é preciso para fazer rir com precisão. Uma atriz com ritmo, verdade e escuta, num episódio essencial do Pergunta Simples sobre a arte de estar em cena.

Ep 212Como fazer uma boa apresentação em público?
Descubra os segredos para se destacar ao falar em público. Aprenda como fazer uma boa apresentação em público?

Ep 211Como Fazer Boas Perguntas?
Há perguntas que mudam tudo. Mudam o rumo de uma conversa. Mudam uma decisão. Às vezes, mudam mesmo uma vida. A tua. Ou a de alguém que te ouviu perguntar no momento certo. Mas o que é, afinal, uma pergunta poderosa? Não é uma pergunta para parecer esperto. É uma pergunta que cria espaço. Espaço para o outro pensar. Para se ouvir. Para ver com mais nitidez. Vivemos rodeados de respostas apressadas, diagnósticos de bolso e certezas com prazo de validade de 30 segundos. Mas talvez o mais transformador — hoje mais do que nunca — seja isto: Fazer uma pergunta com verdadeira curiosidade. Vamos explorar juntos a temática de Como Fazer Boas Perguntas? e entender sua importância. Hoje falo-te disso. Do poder da pergunta certa. De como se faz. E do que ganhamos quando deixamos de querer saber tudo — e começamos a querer entender melhor. O que é uma pergunta poderosa? Não é técnica. Não é estratégia. É uma forma de estar. É uma pergunta que não invade, não obriga, não empurra. É leve no gesto, mas profunda no efeito. Não tenta mostrar o que tu sabes. Tenta revelar o que o outro ainda não tinha visto. Ou o que talvez já soubesse — mas ainda não tinha dito em voz alta. E quase sempre… são perguntas simples. – O que é que ainda não foi dito? – O que te parece que te está a travar? – O que mudou, desde que começaste a pensar nisto? – O que é que ainda não foi dito? – O que te parece que te está a travar? – O que mudou, desde que começaste a pensar nisto? São perguntas que, quando bem feitas, não assustam. Desarmam. E o mais curioso é que não têm resposta imediata. Porque fazem pensar. Queres experimentar? Pensa numa decisão recente em que hesitaste. Agora, pergunta-te: “Se eu não tivesse medo… o que faria?” Fica aí. Vê o que aparece. Não forces. Só escuta. Este é o efeito de uma boa pergunta. Não resolve. Mas revela. E às vezes, é tudo o que precisamos. As perguntas que puxam por nós… e as que nos encolhem Já estiveste numa reunião onde alguém pergunta: “Porque é que ainda não trataste disto?” O ambiente muda. O corpo encolhe. A resposta encolhe. A conversa fecha. Agora imagina o mesmo momento, mas com outra pergunta: “O que te está a bloquear?” Ou: “O que é que ainda precisas para avançar com isto?” O conteúdo pode ser o mesmo. Mas o tom, o impacto e a disposição do outro… são totalmente diferentes. Há perguntas que abrem. E há perguntas que fecham. E depois, há aquelas perguntas que parecem neutras — mas são só julgamentos com ponto de interrogação no fim: “Não achas que devias ter feito diferente?” “Estás mesmo certo disso?” “Porque é que só falaste agora?” Estas perguntas não querem saber. Querem vencer. E quando sentimos isso, protegemo-nos. A pergunta poderosa, ao contrário, não exige resposta certa. Cria espaço para uma resposta verdadeira. Como se aprende a perguntar melhor? Como tudo o que importa: com prática. Fazer boas perguntas não é talento. É treino. É afinação. É como afinar o ouvido para a música. Ou o paladar para o vinho. Começa por escutar. Por reparar. E por parar de querer ter razão. Exercício simples: Escolhe uma conversa que vai acontecer esta semana — uma reunião, uma conversa difícil, um jantar. Prepara duas perguntas que gostavas de fazer. Só isso. Mas faz isto: – Escreve-as antes. – Lê-as em voz alta. – E pergunta a ti próprio: isto convida ou acusa? Se a pergunta for sincera — leva-a contigo. Se for uma opinião disfarçada de pergunta… deixa-a em casa. Outra prática que resulta bem: quando deres por ti prestes a dizer “eu acho que…” — trava. E tenta isto: “O que te faz pensar assim?” “Queres contar-me como chegaste a essa conclusão?” Ao fazer isso, estás a trocar julgamento por curiosidade. E a curiosidade é a argamassa de qualquer conversa que quer durar. A pausa como parte da pergunta Sabes o que quase ninguém faz? Esperar. Fazemos uma pergunta — e se o outro não responde em dois segundos, avançamos. Fazemos outra. Explicamos melhor. Preenchemos o vazio. Mas uma boa pergunta precisa de chão. Precisa de pausa. Precisa de silêncio. É nesse silêncio que muitas vezes a resposta aparece. O desconforto da pausa é, muitas vezes, o desconforto da verdade a chegar. Então aqui vai mais uma dica — e esta pode mesmo mudar a forma como falas com os outros: Depois de fazeres uma pergunta importante… cala-te. Conta até cinco. Aguenta. Deixa o outro chegar onde ainda não tinha estado. Treina em contextos informais Isto não é só para entrevistas ou coaching. Treina-se à mesa. Numa conversa no carro. Com amigos. Com filhos. Com quem confias — e com quem precisa de sentir que pode confiar em ti. Começa por trocar o “devias” por “já pensaste em…?” Começa por ouvir com intenção, não com pressa. E se quiseres mesmo elevar a fasquia, faz este desafio: Desafio para hoje: Durante um dia inteiro, sempre que te apetecer dar um conselho — faz uma pergunta em vez disso. Só por um dia. Repara no que muda. Talvez descubras que o outro não precisa que lhe digas o que fazer. Precisa só que lhe faças a pergunta certa… e que