
Interessa
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S91 Ep 449No nome tem “sexo”, mas sexo virtual é ou não uma forma de relação sexual?
Tem gente que desmerece, mas se dá prazer e tem sexo no nome, não é sexo? Bom: o nome de Vini Júnior voltou aos holofotes e, desta vez, por um motivo nada esportivo. A modelo Day Magalhães revelou conversas íntimas com o jogador depois que ele apareceu em um vídeo com Virgínia Fonseca - com quem, dizem, vive um affair. Segundo Day, o craque do Real Madrid a teria procurado para fazer “sexo online” - inclusive, com a Virgínia lá. Com a internet presente em mais de 90% dos lares brasileiros, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), o sexo também se reinventou - e o prazer ganhou novas formas de conexão.Uma pesquisa da Datafolha em parceria com a Omens mostra que 44% dos brasileiros encaram o sexo virtual como algo natural e 31% já praticaram sexting (aquelas mensagens de texto picantes com alguns nudes) durante o isolamento social. Brinquedos sexuais conectados a aplicativos também estão cada vez mais em voga - cresceram mais de 200% em vendas nos últimos anos. A tecnologia abriu espaço para novas formas de prazer - e com ela, surgiram novos dilemas.Mesmo assim, há quem ainda “faça pouco” do sexo virtual - e até quem questione: é sexo, afinal? E quando envolve inteligência artificial? Um tanto de gente usa ChatGpt para consulta com 'psicólogo', o que dirá... para otras cositas más . Praticar sexo com uma IA é possível? É literalmente sexo virtual? E estando em um relacionamento pode, por exemplo, ser considerado traição? Simular uma relação, mesmo sem toque, pode abalar o vínculo emocional, já que confiança, respeito e desejo são pilares que não cabem em um chat de IA...Enfim, o sexo precisa ser físico pra ser real? O prazer digital pode substituir o toque? É traição desejar alguém que só existe em pixels? O sexo virtual pode fortalecer ou enfraquecer uma relação?

S91 Ep 448Alô? Tem alguém do outro lado da linha? Por que temos medo do telefone?
Já foi um gesto totalmente automático: o telefone tocava, a gente atendia. A propósito, em algumas casas (a minha, por exemplo) atender ao telefone era motivo de briga: todo mundo queria. Hoje, ele toca, e o impulso é olhar a tela e pensar “manda mensagem pelo amor de Deus, quem liga para os outros hoje em dia?”. Em tempos de hiperconectividade, ficou mais difícil, paradoxalmente, se comunicar. E é geral! Consultórios, clínicas, prestadores de serviço, muitos simplesmente não atendem mais. O WhatsApp virou o novo balcão de atendimento, mas nem sempre resolve o que exige urgência ou escuta. Uma pesquisa feita em agosto de 2024 pelo site Uswitch mostrou que 25% das pessoas entre 18 e 34 anos nunca atendem ligações, e 70% preferem mensagens de texto.Também… a ligação traz o inesperado: na conversa ao vivo, não dá pra editar, pensar na resposta ou se esconder atrás de emojis. A voz entrega emoção, insegurança e até desconforto, o que muita gente evita lidar. Estamos perdendo a capacidade de lidar com questões simples? A habilidade, por exemplo, de lidar com algo essencial ao evitar o contato direto? Falar ao telefone pode parecer “retrô”, mas ainda é uma forma de conexão humana genuína, que transmite tom, pausa, riso, suspiro e empatia. A substituição pela mensagem escrita cria uma falsa sensação de eficiência, mas muitas vezes amplia ruídos, alimenta mal-entendidos e distancia. A comunicação sem voz é prática, mas é suficiente? Por que temos tanta resistência a atender uma chamada?

S91 Ep 447Humanização no trabalho: o que é e por que é tão importante
Tudo bem que a tecnologia avança a passos largos (estamos assistindo a ascenção ultra rápida da IA), mas ninguém virou máquina ainda - e, numa boa: nem deveria (tem alguém querendo isso?). Ainda assim, muitas empresas se esquecem disso, tratando seus colaboradores como números, cujo único interesse é entrega de resultados e metas atingidas, sem desconsiderar aquele ser, olhar para sentimentos, emoções e necessidades. Um ambiente de trabalho humanizado, por outro lado, coloca as pessoas no centro, entendendo que o sucesso depende diretamente do bem-estar de quem faz a engrenagem girar.E será que investimentos em humanização garantem bons resultados na produção? Sim! Há redução de conflitos e mais engajamento da equipe. E não é só sobre números, é sobre sentir-se parte, valorizado e respeitado. Lideranças empáticas e sensíveis são essenciais para criar relações justas, fomentar crescimento e garantir que cada colaborador se sinta ouvido.E aí, quais sinais mostram que uma empresa precisa investir em humanização e bem-estar de seus colaboradores? Como fazer isso? Os colaboradores podem contribuir?

S91 Ep 446Quando o corpo não para: o que as pernas inquietas dizem sobre a mente?
Você já reparou que tem gente que não consegue ficar parada nem por um segundo? Cruza a perna, descruza, balança, bate o pé… Às vezes, é só um reflexo de ansiedade ou tensão. Mas em outros casos, pode ser sinal de uma condição neurológica real: a Síndrome das Pernas Inquietas, também conhecida como doença de Willis-Ekbom. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, entre 4% e 29% dos adultos em países ocidentais industrializados convivem com o problema, e as mulheres são as mais afetadas principalmente durante a gravidez, quando há maior deficiência de ferro.A doença é caracterizada por uma necessidade irresistível de movimentar as pernas, especialmente à noite ou em momentos de repouso. Essa inquietação, que vem acompanhada de desconforto, formigamento ou dor, está ligada a uma alteração na produção de dopamina, o mesmo neurotransmissor envolvido no Mal de Parkinson. E o ferro essencial para fabricar essa dopamina é uma peça-chave que, quando falta, bagunça todo o sistema. Resultado: o corpo pede movimento pra tentar se autorregular.Como a gente diferencia o que o corpo está tentando dizer com tanto movimento, se é ansiedade ou é algo neurológico? Por que as mulheres sofrem mais com isso?

S91 Ep 445“No sunscreen”: entenda porque o movimento anti protetor solar, que cresce entre jovens, é tão perigoso
A Geração Z, nascida entre 1997 e 2010, tem viralizado desserviços, digo, vídeos que pregam os supostos “benefícios” de se bronzear sem protetor solar, um movimento que soma mais de 18 milhões de visualizações com as hashtags #AntiSunscreen e #NoSunscreen. A ideia, apoiada por influenciadores que dizem ser “mais naturais”, ganhou força após a Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos pedir novos estudos sobre alguns componentes químicos dos filtros, em 2019. O que era um debate científico virou desinformação nas redes, e agora muitos jovens acreditam que a pele “cria resistência” ao sol.Mas os dados mostram o contrário: o sol sem filtro é um dos maiores inimigos da pele. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a exposição solar desprotegida aumenta o risco de câncer de pele, responsável por 33% de todos os diagnósticos de câncer no país. Além disso, acelera o envelhecimento precoce, causa manchas, rugas e flacidez. E não há óleo vegetal, manteiga ou receita “natural” (que juro, eles estão sugerindo usar) capaz de substituir um filtro solar testado e regulamentado.Apesar disso, há quem associe o sol à melhora da imunidade por causa da vitamina D. Essa crença é superestimada? É crença mesmo? Eu já ouvi de clínico geral que todos os dias deveria ficar ao menos 20 minutos exposta ao sol da manhã para melhorar a minha carga de Vitamina D. O protetor solar impede a absorção? A gente sabe que o excesso de radiação pode provocar o efeito oposto, favorecendo lesões cancerígenas. Para além dessa consequência, quais as outras da falta de uso do protetor solar?

S91 Ep 444Vale Tudo: por que a novela que expôs o Brasil dos anos 80 fala tanto com a Geração Z?
Quando foi ao ar pela primeira vez, em 1988, Vale Tudo parou o Brasil com uma pergunta que atravessou gerações: vale tudo para vencer? Escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Basséres, a novela registrou até 72 pontos de audiência em suas semanas finais e se tornou um marco da teledramaturgia. Mais do que uma trama envolvente, ela funcionou como um espelho incômodo de um país corroído pela corrupção, desigualdade e esperteza, temas que, infelizmente, continuam tão atuais quanto na estreia, há 37 anos.Agora, nas mãos da autora Manuela Dias, o remake reacendeu o interesse não só de quem viveu a era Odete Roitman - que era o que a gente poderia supor -, mas também da Geração Z, que cresceu longe da tradição de “sentar no sofá às nove”. Jovens que consomem conteúdo em ritmo de reels e TikTok se apaixonaram pela novela, criaram memes e incorporaram expressões. Por que esse formato, considerado “coisa de mãe”, voltou a dialogar com quem tem menos de 25 anos? Será a força da narrativa, o prazer do drama bem construído ou a necessidade de se ver em histórias? Histórias, inclusive, que tratam, sem filtros, da ética e do poder...Será que esse sucesso da teledramaturgia clássica indica um cansaço dos conteúdos superficiais e imediatistas? O que leva a Geração Z a se identificar com personagens de um Brasil pré-smartphone? A novela ainda é um retrato do país ou virou uma lente para compreendê-lo?

S91 Ep 443'Trenzinho da Alegria': resgatando a infância, dando voz a criança interior! | Interessa Podcast
Quem disse que o Dia das Crianças é só para os pequenos? O Interessa desta quinta-feira (16) embarca na nostalgia e vai ao ar com um episódio pra lá de especial, gravado no famoso Trenzinho da Alegria, em clima de festa, riso e lembrança. Nossas meninas colocaram a criança interior para brincar, e falar sobre o quanto isso faz bem pra cabeça e pro coração.Criado em 1924 e celebrado junto ao feriado de Nossa Senhora Aparecida, o Dia das Crianças é mais do que uma data de presentes. É um lembrete afetivo de quem fomos e de quanto brincar ainda é remédio. Pesquisas mostram que manter vivo o espírito lúdico ajuda a equilibrar emoções, melhora a resiliência e reforça o senso de pertencimento. E não precisa muito: rir, jogar, dançar ou se permitir uma bobeira já é um jeito de cuidar da saúde mental.O especial do Interessa traz histórias, lembranças e reflexões leves sobre crescer sem perder a leveza. Porque, no fim das contas, todo adulto é uma criança que aprendeu a pagar boleto - mas não precisa deixar de brincar.Participe. É ao vivo, a partir das 14h! Estamos também nas redes sociais! Siga:Instagram - https://www.instagram.com/programainteressa/TikTok - https://www.tiktok.com/@interessa.otempo

S91 Ep 442Osteoporose: a epidemia silenciosa do século; entenda a importância da prevenção
O dia 20 de outubro é dedicado ao Dia Mundial da Osteoporose, que, no Brasil, também é comemorado como o Dia Nacional da Osteoporose. A doença é caracterizada pela perda da força óssea em decorrência de alterações na densidade e microarquitetura ósseas, o que predispõe à fratura e é conhecida como “silenciosa”. Isso porque, geralmente, não apresenta sintomas até que um osso se quebre! Mas o impacto dela 'fala alto' nos números da saúde pública. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o envelhecimento populacional pode levar o Brasil a registrar cerca de 160 mil fraturas de quadril por ano até 2050. E será que, nestas ocasiões, eles recebem o diagnóstico da doença? Faltam campanhas de prevenção e diagnóstico precoce.De acordo com a Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), as mulheres a partir dos 50 anos são as mais afetadas, especialmente após a menopausa. Isso porque, com a queda na produção de estrogênio, o corpo perde massa óssea e a chance de fraturas aumenta. Fatores como sedentarismo, tabagismo, deficiência de cálcio e vitamina D e dieta pobre em nutrientes agravam o problema. O exame de densitometria óssea é o principal aliado para detectar precocemente a doença - mas ainda é pouco acessível, principalmente no Sistema Único de Saúde (SUS). Como fazer?

S91 Ep 441Falta para mim, mas não pro meu pet: famílias gastam o que for preciso com bichinhos de estimação
No Brasil, tem muito tempo que os animais de estimação viraram parte oficial da família. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média é de 1,8 pet por residência. E isso se reflete no bolso: uma pesquisa inédita da Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, realizada entre 27 de agosto e 8 de setembro de 2025, com 1.618 entrevistas online em todo o país, mostrou que 65% dos tutores afirmam gastar o que for preciso com seus bichinhos. Mais da metade, 52%, já deixou de lado alguma necessidade pessoal para priorizar o bem-estar do animal.Esses gastos se tornaram parte fixa do orçamento doméstico. O estudo revela que 56% dos tutores desembolsam até R$ 300 por mês com seus pets, enquanto 31% chegam a dedicar entre 6% e 10% de sua renda para eles. E esse cuidado, muitas vezes, é compartilhado: 40% dizem dividir despesas com outras pessoas da família ou amigos.O investimento não é visto como sacrifício, mas como retribuição. De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados acreditam que os benefícios emocionais de ter um animal de estimação superam qualquer gasto. Afinal, quem convive com um pet sabe do impacto positivo que ele tem no humor, no afeto e até na saúde mental. Movimentando bilhões, esse vínculo faz do mercado pet uma das forças mais crescentes da economia brasileira.

S91 Ep 440Outubro Rosa e o Câncer de Mama: SUS amplia acesso à mamografia a mulheres de 40 a 49 anos
O Outubro Rosa deste ano chega com uma notícia que promete salvar vidas. O Ministério da Saúde anunciou que o SUS vai oferecer mamografias para mulheres de 40 a 49 anos, mesmo sem sintomas, ampliando o rastreamento do câncer de mama, tipo mais comum entre as mulheres no mundo, segundo a OMS. A faixa etária agora incluída concentra 23% dos casos da doença.No Interessa, o Dr. Clécio Lucena, mastologista e professor da UFMG, vai explicar para a bancada feminina porque o diagnóstico precoce é o principal aliado da cura e que o acesso à informação é parte essencial dessa prevenção.

S91 Ep 439Aulas de sexo: como falar sobre o assunto com os filhos? | Interessa Podcast
Fernanda Lima, que vira e mexe está nos holofotes, voltou a aparecer depois de contar que pagou - isso, pagou - uma aula sobre sexo para os filhos gêmeos, João e Francisco, de 17 anos. Segundo a própria artista, no começo, rolou um constrangimento básico, mas no fim os meninos agradeceram “Mãe, foi demais! A gente aprendeu um monte de coisa”. O episódio mostra que, apesar da vergonha que o assunto ainda gera em muitas famílias, informação bem passada pode virar um presente e proteger os jovens de situações de risco. A propósito, aprender sobre sexo por meio dos pais, sem ser com os pais... parece mais legal, né? Estudos sobre educação sexual apontam que conversas abertas em casa e programas consistentes em escolas aumentam o uso de preservativos, reduzem gravidezes não planejadas e diminuem comportamentos de risco entre adolescentes (dados de estudos internacionais e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Ou seja, falar sobre sexo não estimula a prática precoce, mas prepara melhor os jovens para quando isso acontecer.A questão é: como transformar o papo em algo natural?

S91 Ep 438Três meses para o verão: ainda dá tempo de entrar em forma? | Interessa Podcast
Já sabe, né? Que a partir de agora, não importa o horário, as academias vão estar sempre lotadas. A contagem regressiva para o verão já começou e, com pouco mais de 90 dias para a estação mais quente do ano, esses espaços, bem como consultórios de nutrição ficam mesmo mais movimentados. Todo mundo querendo um milagre depois de 9 meses descuidando da saúde. O chamado “projeto verão” se repete: muita gente busca emagrecer rápido, seja para as festas de fim de ano ou para os dias de praia. Ainda dá tempo de perder peso, por exemplo, com saúde? O que é necessário para isso sem colocar a vida em risco? Pedro Barros, nutricionista, educador físico e proprietário da academia Strong Blocks, convidado do dia, explica!

S91 Ep 437Casamento às cegas 50+: longe da maturidade esperada para a idade, reality se transforma em show de horrores e de etarismo entre participantes
Casamento às cegas 50+: reality que, sério, prometeu (e a proposta era super boa) representar o amor maduro e acabou virando pauta pela infantilização de atitudes que, em teoria, a idade já deveria ter deixado para trás.A proposta era inovadora: colocar pessoas acima dos 50 anos em um experimento amoroso televisivo Mas, em vez de inspirar novas formas de amar, o programa revelou o peso do etarismo e da desigualdade de gênero. Homens foram tratados como experientes e maduros, enquanto mulheres precisaram lidar com comentários sobre aparência, energia e jovialidade. Aliás, no fim da temporada, apenas um casal chegou a oficializar a união e ainda assim, a experiência não resistiu fora das câmeras. O saldo mostra que, mesmo após décadas de vida, muitos continuam reproduzindo padrões de juventude: expectativas irreais, carências, rivalidades e a crença de que o parceiro deve preencher vazios pessoais. O que Casamento às Cegas 50+ deixou claro é que maturidade não vem com a idade cronológica, mas com autopercepção, conhecimento, sabedoria e, sobretudo, autocrítica. E isso abre espaço para refletir: será que estamos confundindo envelhecer com amadurecer? Não é a mesma coisa! Por que tantos homens, mesmo após os 50, ainda reproduzem exigências de juventude nas parceiras? E por que tantas mulheres, maduras e independentes, ainda caem em rivalidades ou na pressa de formar casal a qualquer custo? Como lidar com a carência sem transformá-la em armadilha? Qual o peso do etarismo nas escolhas afetivas?

S91 Ep 436“Festa de aniversário tem que ter tema” - por que e para quem?
Soprar velas, cantar parabéns, repartir bolo e comer docinhos parecem rituais universais, mas a história mostra que essas tradições mudam muito de acordo com a cultura. Antropólogos como Ralph e Adelin Linton lembram que já no Egito Antigo, por volta de 3000 a.C., faraós celebravam o “renascimento” com banquetes. A Grécia introduziu o bolo com velas para a deusa Ártemis, e, séculos depois, os romanos adotaram as comemorações em homenagem a deuses e imperadores. No Brasil, a música “Parabéns a você” só virou versão oficial em 1942, escolhida num concurso da Rádio Tupi, e até hoje embala quase todas as festas.Se antes os aniversários se limitavam a reunir família, bolo e amigos, hoje ganharam novas camadas, principalmente no universo infantil. O comércio encontrou nas festas temáticas um filão: personagens de desenhos, super-heróis e princesas estampam convites, balões, lembrancinhas e até a roupa do aniversariante. Um “detalhe fora de tom” já é visto como quebra de padrão, tanto que histórias como a do menino capixaba que escolheu “ele mesmo” como tema viram notícia por fugirem da lógica do mercado. Isso mostra como a festa virou também um reflexo de identidade e até de autoestima.Mas, numa boa, desde quando passamos a acreditar que festa precisa ter tema? Isso é um desejo genuíno das crianças ou uma pressão criada pelo mercado de consumo? Até que ponto pais e mães se sentem cobrados a seguir esse modelo para não parecer “menos”? A gente conhece pessoas que celebraram a vida dos filhos em festas 'sem tema' e que foram questionados do porquê de não ter (?). O que acontece quando uma família decide romper esse padrão, então?
S91 Ep 435Suor noturno: quando o corpo fala durante o sono
Acordar no meio da madrugada coberto de suor não é apenas desagradável, mas também pode ser motivo de constrangimento para quem convive com essa situação. Segundo a Academia Americana de Dermatologia, pessoas que sofrem de hiperidrose, quando as glândulas sudoríparas trabalham além da conta, chegam a transpirar até cinco vezes mais do que o necessário, inclusive durante o sono.Embora muita gente associe o suor noturno apenas ao calor ou à febre, as causas vão muito além. Variações hormonais, como as que ocorrem na menopausa e na gravidez, uso de medicamentos como antidepressivos e até infecções graves, entre elas tuberculose, HIV e linfomas, podem estar por trás da transpiração excessiva.O fenômeno pode ser passageiro ou persistente. Questões emocionais como estresse, ansiedade e pesadelos também estão na lista de fatores, assim como a alimentação, já que bebidas alcoólicas, cafeína e alimentos termogênicos, como a pimenta, estimulam a produção de suor. Mas afinal, existe um tempo aceitável para tolerar a sudorese noturna antes de procurar ajuda médica?
S91 Ep 434O espaço influencia o desejo sexual? O quarto e a intimidade | Interessa Podcast
O Interessa Podcast encerra, nesta sexta (03) sua passagem pela CASACOR Minas. E hoje o tema é quente:como o espaço onde você se entrega a intimidade… influencia o desejo sexual?O quarto é muito mais que lugar de dormir: é cenário de romance e prazer. Meia-luz, aromas, texturas e sons compõem a atmosfera que pode aproximar ou afastar os parceiros. Segundo o Feng Shui, a circulação da energia “Chi”, a energia vital, deve ser constante para que o ambiente inspire romance e boas vibrações. E a psicologia ambiental reforça: cores, disposição dos móveis e até a sensação de aconchego impactam diretamente no bem-estar na vida a dois.A depender do seu quarto… em que pé anda sua vida sexual? Até que ponto a decoração e o cuidado com o espaço são capazes de potencializar o desejo? O que pesa mais: estética ou privacidade? Segurança ou estímulo sensorial? O Interessa abre a conversa para entender como o ambiente pode ajudar - ou atrapalhar - os momentos de intimidade.

S91 Ep 433Bathroom camping: banheiros passaram de espaço funcional para refúgio pessoal | Interessa Podcast
O fenômeno do bathroom camping é pauta do Interessa Podcast desta quinta-feira (02) - afinal de contas, por que tanta gente tem transformado o banheiro em refúgio pessoal?Mais do que um espaço funcional, o banheiro ganhou protagonismo como lugar de pausa e descanso. Entre a Geração Z, é comum transformar o banho em ritual de relaxamento com iluminação, música e até tecnologia. O banheiro virou território livre de julgamentos - um espaço para aliviar a ansiedade, refletir e se reconectar consigo mesmo.Mas há alertas importantes: se por um lado o refúgio traz bem-estar, por outro, pode indicar sobrecarga emocional. Afinal, até que ponto precisamos isolar-nos para encontrar equilíbrio? O que diz sobre nossa vida a necessidade de buscar um cantinho escondido para respirar? Transformar ambientes cotidianos em espaços de autocuidado pode ser o segredo para viver com mais leveza.
S91 Ep 432Sua casa é sua cara? O que os espaços dizem sobre você | Interessa Podcast
Nesta quarta (01), o papo no Interessa Podcast acontece em meio à beleza da CASACOR Minas para discutir: o que a nossa casa diz sobre a gente?Não é só a cor da parede, do sofá ou o que se coloca sobre a mesa - vaso de flores ou objetos abstratos? Segundo estudos de psicologia ambiental, a forma como organizamos os espaços da nossa casa refletem identidade, memória e até o modo como queremos ser percebidos. Cores, objetos, quadros, iluminação e até o cheiro do café pela manhã revelam camadas da nossa personalidade e influenciam diretamente nosso bem-estar.Mas há um dilema: será que estamos vivendo em casas que mostram quem somos de verdade, ou apenas repetindo tendências para deixar o lar “instagramável”? Entre aconchego e estética, conforto e autenticidade, o desafio é transformar o espaço em extensão de quem somos - sem perder de vista a alma que torna uma casa, de fato, um lar.
S91 Ep 431Cozinha e afeto, o coração da casa mineira | Interessa Podcast
Todo mineiro sabe: para muito além dos pratos e delícias - como o pão de queijo, o tutu de feijão, o fígado com jiló ou a costelinha com ora-pro-nobis -, comer em Minas é experimentar vínculos, provar afetos. A mesa é ponto de encontro, a prosa é tempero e o preparo, celebração. Nesse coração da casa, a cozinha segue sendo espaço de união e identidade para o povo das montanhas gerais, bem como seus visitantes.Nesta terça-feira (30), o Interessa Podcast bate um papo bem gostoso, diretamente da CASACOR Minas, em um dos inúmeros espaços da mostra dedicado à cozinha mineira - que é muito mais que um lugar de preparo de alimentos, né? É território de memória, identidade e pertencimento. O turismo gastronômico cresce por Minas porque a comida é uma ponte! Quanta coisa a gente não troca neste ambiente enquanto come - que é um prazer à parte? Cada cidade tem seu prato típico, cada mesa é uma celebração de aconchego. Sendo a cozinha o coração da casa, qual o papel dela nas relações de hoje? Ainda conseguimos manter esses encontros em torno da mesa? E até que ponto a comida segue sendo elemento de identidade, memória e pertencimento para os mineiros e para quem nos visita?
S91 Ep 430Hábitos que aumentam a felicidade: o bem estar proporcionado pelo refúgio que você cultiva dentro do seu lar
Ter um quintal ou um espaço de respiro dentro de casa pode parecer detalhe, mas estudos mostram que isso muda e MUITO a qualidade de vida. Uma pesquisa da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, acompanhou quase 1 milhão de pessoas entre 1985 e 2013 e concluiu que crianças que crescem em contato com a natureza têm 55% menos risco de desenvolver transtornos mentais na vida adulta. Aqui no Brasil, especialistas em arquitetura e urbanismo também chamam atenção: ambientes mal planejados, com pouca iluminação natural, ruídos e excesso de estímulos visuais podem agravar a ansiedade e afetar diretamente o bem-estar.É que, para muito além da estética, o lar é um lugar de descanso, um lugar sagrado, um refúgio emocional. Num quintal, por exemplo, a gente pode cultivar um espaço de lazer, brincadeira para crianças, liberdade para pets e ponto de encontro para receber familiares e amigos. Mas ter um quintal hoje, é quase um luxo… como equilibrar conforto, privacidade e vida social quando os apartamentos estão cada vez menores?Como nossos espaços influenciam nossa felicidade? A falta de áreas verdes e quintais está ligada ao aumento dos problemas emocionais? A forma como arrumamos e escolhemos o que manter em casa também é um tópico importante, pois a organização tem efeito terapêutico, ajudando a reduzir a ansiedade e trazendo sensação de clareza mental. Organizar é também cuidar da saúde. O simples ato de organizar a casa pode aliviar a ansiedade.
S91 Ep 429Nada de colocar rápido a roupa após a transa: chameguinho é essencial | Interessa Podcast
Na hora da conquista, atenção, afeto e cortesia são regra. Mas, depois do sexo, muitos casais viram para o lado, pegam o celular e esquecem justamente do que deu início a tudo: o chamego. Esse cuidado pós-transa tem nome: aftercare, e faz toda diferença. Mais do que um mimo, ele é sinal de respeito, reforça a intimidade e pode prevenir a chamada “tristeza pós-sexo”, um sentimento relatado por várias pessoas.O conceito nasceu no universo do BDSM como forma de proteger o bem-estar psicológico, mas logo se expandiu porque, na prática, funciona em qualquer tipo de relação. Quem não gosta de um abraço, uma massagem ou até dividir um lanchinho depois? Esses gestos simples tornam a experiência sexual mais próxima, segura e prazerosa. E você, como age após o sexo?
S91 Ep 428Conversar não é sobre 'emitir sons' - é muito mais complicado do que parece! | Interessa Podcast
Você já saiu de uma conversa acreditando que foi super claro, mas percebeu depois que o outro entendeu tudo diferente? Pois é, acontece com todo mundo. Pesquisas da professora Alison Wood Brooks, da Harvard Business School, mostram que conversar é uma das atividades humanas mais complexas: a cada segundo tomamos microdecisões sobre o que falar, como falar e até quando falar. Parece simples, mas não é.Um comentário mal colocado pode gerar apenas desconforto ou se transformar em mágoa profunda. Mas a comunicação também pode ser fonte de cura. No entanto, a pergunta segue: por que tropeçamos tanto na forma de nos expressar? As trocas digitais estariam atrapalhando nossa habilidade de acertar o tom?
S91 Ep 427As ‘virgens’ de 40 anos: o celibato voluntário de mulheres cansadas dos homens | Interessa Podcast
Nos Estados Unidos, um estudo da Universidade da Califórnia em São Francisco mostrou que milhões de homens e mulheres entre 25 e 45 anos nunca tiveram relações sexuais. Lá, fatores como religião, vida acadêmica e até tempo em instituições militares ou prisionais explicam boa parte do celibato.No Brasil, o cenário é outro: o pano de fundo está no comportamento masculino. Cansadas de relações abusivas, rasas ou frustrantes, muitas mulheres têm optado pelo celibato voluntário, apelidado de “nova virgindade”. O desejo sexual não desapareceu, mas cresce o chamado heteropessimismo - termo criado em 2019 pela escritora Asa Seresin para falar da descrença nos relacionamentos heterossexuais.Estamos diante de um movimento de autocuidado ou de uma desilusão coletiva?
S91 Ep 426A solidão materna | Interessa Podcast
Visitar um recém-nascido logo após o parto não é uma boa ideia. O bebê precisa de proteção extra, já que seu sistema imunológico ainda é imaturo, e os pais necessitam de um tempo para se adaptar à nova rotina. Mas, por trás dessa justificativa médica, há uma consequência invisível: muitas vezes, junto do cuidado em evitar o contato, surge o esquecimento daquela família - em especial, da mãe.Ela deixa de ser lembrada como mulher, amiga, parceira de cafés e caminhadas, para se tornar “apenas mãe”. Frequentemente, os amigos deixam de convidá-la para programas sociais por supor que ela não poderá ir, deduzindo uma resposta que nunca chegou a ser perguntada. Esse afastamento, somado à recuperação física e ao desafio de cuidar de um bebê, pode transformar a maternidade em um espaço de exclusão.
S91 Ep 425Setembro Lilás: Mês Mundial de Conscientização sobre Alzheimer | Interessa Podcast
Pouco a pouco, a perda de memória, do raciocínio e até da identidade transforma a vida de quem recebe o diagnóstico de Alzheimer. A doença, que representa de 60% a 70% dos casos de demência, já atinge cerca de 1,2 milhão de brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer - e a maioria ainda sem confirmação oficial. No mundo, uma nova pessoa desenvolve algum tipo de demência a cada três segundos, de acordo com a Associação Internacional da Doença de Alzheimer.O envelhecimento da população brasileira amplia o desafio: até 2050, o país pode ter 5,7 milhões de pessoas vivendo com a condição, conforme o Relatório Nacional sobre Demência. Mas o Alzheimer não é um destino inevitável. No programa Interessa desta segunda-feira (22), apresentado por Renata Zacaroni com Lorena Martins e Mariela Guimarães na bancada, o tema é discutido com a presença do neurologista Henrique Freitas, coordenador de neurologia clínica do Mater Dei Santo Agostinho e Mater Dei Betim-Contagem.
S91 Ep 424Lista de desejos do sexo: acredite, o que os brasileiros mais querem é afeto!
Menage, swing? Que mané sexo selvagem o quê! O que os brasileiros querem, de verdade na cama, é “fazer amorzinho gostosinho”! Os números confirmam: um levantamento da Fatal Model com mais de 6 mil profissionais cadastrados mostra que 41% dos clientes priorizam sexo com conexão emocional e 32% preferem encontros longos, sem pressa. Entre os casados, o índice sobe para 52%. E olha só: enquanto brinquedos sexuais lideram os fetiches (51%), 1 em cada 4 clientes ainda pede o kit básico de um relacionamento, o que inclui beijos e carícias. Ou seja: brinquedos? Sim. Mas carinho principalmente!
S91 Ep 423Os benefícios da musicoterapia
Ela foi simplificada com o passar dos anos até chegar à forma que ficou amplamente conhecida: “quem canta seus males espanta”! Essa citação é muito antiga; originária do livro Don Quixote de La Mancha, do espanhol Miguel de Cervantes, e data do século XVII. Mas continua extremamente atual - afinal, a música e o canto têm o poder de aliviar a tristeza, o estresse e os problemas da vida…Para além desse “dito” que se tornou popular, a ciência já mostra que a música é, de fato, tratamento eficaz para o corpo. Um estudo apresentado no Congresso da ASCO 2025 (American Society of Clinical Oncology), em Nova York, avaliou 300 pacientes com câncer em sessões de musicoterapia. O resultado? Todos apresentaram menos ansiedade, melhor sono e sensação de bem-estar. Na Alemanha, já existem 37 diretrizes médicas nacionais que recomendam o uso da musicoterapia, incluindo no tratamento da demência, justamente porque reduz ansiedade, apatia e até inquietação.No Brasil, a musicoterapia já foi reconhecida pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e agora é regulamentada pela Lei nº 14.842/2024. Além disso, tramita na Câmara o PL 2.763/2024, que quer ampliar seu uso em hospitais e escolas públicas. A ideia é simples: menos burocracia para um tratamento que é barato, não tem efeito colateral e traz benefícios gigantes.Apesar disso tudo… mesmo a terapia se mostrando super eficaz, tal qual alguns opioides no alívio da dor, por que ainda falamos pouco a respeito, conhecemos pouco, sugerimos menos que recomendamos medicações?
S91 Ep 422Tem elogio que te deixa mal? Conheça o ‘negging’, quando o elogio vem carregado de uma dose de veneno
Em inglês o termo é negging, em português, chegaria bem perto de… falso elogio. Essa tática, o negging, especificamente, foi popularizada nos anos 1990 pelo canadense Erik von Markovik, que defendia estratégias misóginas, ou seja, carregadas de ódio contra as mulheres, colocando-as sempre como seres inferiores, especialmente,em jogos de sedução - baseadas em minar a autoconfiança da mulher misturando ironia, crítica e elogio para a confundir e, no fim, manipular a vítima. Resultado? A pessoa começa a duvidar de si mesma e fica dependente da aprovação de quem a desqualifica.O negging não acontece só em relacionamentos amorosos. Pode estar na amizade, na família e até no ambiente de trabalho. O mais complicado é que muitas vezes a pessoa que recebe esses elogios demora a perceber o que está acontecendo, justamente porque a fala vem embrulhada em “piada” ou “carinho”. Sabendo disso... quantas vezes você já ouviu um comentário nesse tom, ficou incomodado mas deixou passar achando que 'era só brincadeira'?
S91 Ep 421Sem pirotecnia: na simplicidade do detalhe, amor leve vira tendência | Interessa Podcast
Não tem nada a ver com buquê de flores caríssimas nem pedidos de casamento no telão do estádio. O que agora parece estar ganhando força entre os apaixonados é o “pebbling”, um hábito que teria sido 'inspirado' nos pinguins-gentoo. É que os bichinhos presenteiam seus pares com pedrinhas (um gesto pequeno, um objeto não 'tão' valioso) mas, certamente, um símbolo de cuidado. Traduzindo para as relações humanas, é a prática de enviar memes, publicações fofas nas redes, compartilhar uma música ou deixar um bilhete escondido para a pessoa amada. Pequenos gestos que parecem bobagem, mas que viraram tendência entre casais (e amigos) porque constroem confiança no dia a dia. Mas isso exclui os atos grandiosos? Entenda melhor no Interessa.
S91 Ep 42015/09 - Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas
E essa íngua, aí? Fazendo aniversário, há um tempão ‘infartada’, no seu pescoço - e você sempre dizendo “deve ser um resfriado”...? Pode ser? Pode. Mas tem prazo para ficar 'dando pinta'. É triste, mas necessário trazer esse dado: todo ano, mais de 735 mil pessoas no mundo descobrem ter linfoma, um tipo de câncer que atinge as células do sistema de defesa do corpo, segundo o Ministério da Saúde. No Brasil, o Inca estima 12 mil novos casos por ano, a maioria em homens. Esse tipo de câncer já é o oitavo mais comum no país, com seis diagnósticos a cada 100 mil habitantes. Muita gente negligencia a própria saúde; um carocinho, mesmo que seja algo atípico, é tratado como normal. Está errado, né? A doença, muitas vezes, começa com um nódulo no pescoço, axila ou virilha - as famosas ínguas. Mas também pode vir em forma de cansaço, febre, suor noturno ou perda de peso sem explicação. Quando o diagnóstico é rápido, as chances de cura chegam a 85% (Inca). O problema é que a Abrale aponta que, por aqui, a maioria ainda recebe o diagnóstico tarde, o que atrapalha o tratamento.
S91 Ep 419Gemidos, gritos e bate-estaca: para você, o som do sexo incomoda ou excita?
Você é do time que geme alto e esquece que tem vizinho, que fala besteira no ouvido ou prefere silêncio na hora da transa? Em São José, na Grande Florianópolis, um condomínio tentou decretar o famoso “toque de recolher do amor” depois de contabilizar - pasme - 18 reclamações por barulho de camas, gemidos e conversas quentes madrugada adentro (pura inveja). Os moradores criaram uma regra proibindo sexo depois das dez da noite (pode isso, produção?). A norma, como já era de se esperar, não tem validade legal - afinal, lei do silêncio existe, mas proibir relações sexuais dentro de casa é viagem. Mas quando o barulho ultrapassa a parede, até onde vai o direito de se deleitar no prazer e onde começa o direito de paz do outro?Fato é que essa situação traz um ponto curioso: os sons do sexo mexem de forma (muito) diferente com cada um de nós. Uma pesquisa sueca publicada no Science Direct mostra que as mulheres costumam ser mais barulhentas, principalmente no orgasmo, enquanto os homens investem mais na respiração pesada e sons não vocais. Isso porque - talvez, tá - muitas mulheres vocalizam para guiar o parceiro (tá acertando, tá errando) ou até por pressão social (influência da pornografia). Já os homens usam o som para marcar prazer e esforço físico (“estou dando tudo de mim”).No fim das contas, mais uma vez: o que pode ser excitante para uns é constrangimento para outros. Tem quem broche se ouvir uma frase contendo obscenidades, tem quem se excite só com o barulho da respiração. E aí, será que a gente está preparado para falar sem tabu sobre os sons do sexo?Vem pro Interessa debater!
S91 Ep 418Traição: tem como se precaver ou identificar?
Impressionante como basta dar um Google para a gente se deparar com manchetes cheias de reviravoltas amorosas: Lucas Guimarães comentando traição e indignado por ser “taxado como corno”, Frota ressuscitando a história de Claudia Raia e Raul Gazolla, MC Daniel justificando término e jurando de pé junto que não foi infiel, a ex de Amado Batista confirmando que traiu mesmo porque “chumbo trocado não dói” e, do outro lado, o jogador David Luiz negando ter amante. Não falta gente distribuindo chifre, gente levando e gente tentando entender por que a infidelidade rende tanta notícia. Fato é: fora dos holofotes, isso vira sofrimento real.Mas será que existe um “detector de traição”? Sinais como esconder o celular, mudanças repentinas de rotina, vaidade fora do comum, queda no desejo sexual ou até uma irritação exagerada podem levantar suspeitas. Mas CALMA: cada comportamento, isoladamente, não significa infidelidade. Pode ser estresse, crise financeira, problema pessoal… ou sim, aquela pulga atrás da orelha que pede uma boa conversa.O que motiva uma traição? E aí, será que dá mesmo para “prevenir” uma traição?
S91 Ep 417No prato: é mesmo o que você quer comer - ou o que os outros comeriam com os olhos?
A gente performa para tudo, até para comer. Quem nunca, num primeiro encontro, pediu algo mais 'refinado' ou mesmo uma porção menor para passar a impressão, ao outro, de ter bom gosto (ou até mesmo de comer pouco)? Pois é. Pesquisadores chamam isso de “comer performativo”: adaptar nossas escolhas alimentares conforme quem está à mesa ou... quem pode ver a foto no Instagram. Comer nunca foi só matar a fome, alimentar; é também interação social, troca, pertencimento, construção de imagem e até… espetáculo.Mas até que ponto essa encenação é saudável? Quando a foto do prato vale mais do que a companhia na mesa? Até onde vai a linha entre memória divertida e compulsão disfarçada de modinha? E, principalmente, será que a gente está escolhendo o que comer com base nas nossas preferências, no nosso paladar… ou com base no que, neste momento, as pessoas estão curtindo online?
S91 Ep 416Repetir roupa é o novo (velho) luxo | Interessa Podcast
Esquece aquela história de que repetir roupa é sinal de falta de dinheiro, de guarda-roupas limitado. Hoje, o verdadeiro luxo é justamente usar quantas vezes quiser o mesmo modelito. Duvida? No último mês de julho, Kate Middleton, Princesa de Gales, após o diagnóstico de câncer, apareceu em compromissos oficiais como jantares de gala usando peças já vistas anteriormente. A imprensa, como o Pure People, destacou isso em matéria (!!!) como uma escolha consciente e elegante; slow fashion…Repetir roupa, neste contexto, não é só questão de estilo, é demonstração de autoconfiança, inteligência e respeito pelo próprio bolso… Mas o que rolou para essa virada de chave? Por que a massa que sempre repetiu roupas (por outras questões, inclusive) nunca foi celebrada com o mesmo glamour? Vem entender no Interessa.
S91 Ep 415Longevidade tem tudo a ver com a saúde dos pés!
Quando a gente fala em cuidado com os pés, logo pensa em banho, secar entre os dedos, cortar as unhas e pronto. Mas já pensou que é importante fortalecê-los também?Responsáveis por mobilidade e equilíbrio, os pés precisam de atenção extra - o que muitos só descobrem após uma lesão. Exercitar dedos e planta do pé pode prevenir problemas como fascite plantar e até reduzir o risco de quedas no envelhecimento (a fraqueza dos dedos dos pés é um dos principais fatores preditivos de quedas em idosos).O calçado também faz diferença. Sapatos apertados ou chinelos sem tira traseira podem comprometer a mobilidade, causar dores e até deformações como os temidos joanetes e “dedos em martelo”. Quando os pés sofrem, não são só eles que reclamam: tornozelos, joelhos, quadris e até a lombar sentem o impacto.
S91 Ep 414Coloca na agenda: 06/09 - A data mais safadinha do ano! Como celebrar o Dia do Sexo em grande estilo
O dia 6 de setembro pode até parecer só uma brincadeira com os números 6 e 9 (em referência a posição sexual), mas o “Dia do Sexo” vai bem além do trocadilho. Criado em 2008 por uma marca de preservativos, o que começou como ação de marketing acabou virando marco cultural tanto que, até hoje, a data aparece nas redes, nas campanhas, nas rodas de bar e, olha só, também aqui no Interessa.O que nasceu no tom da piada ultrapassou o humor fácil e abriu espaço para conversas sérias: diversidade sexual, prazer feminino, consentimento e prevenção de ISTs. Ou seja, o “meia-nove” virou oportunidade de colocar o sexo no centro do debate público, não só como entretenimento. E convenhamos, falar sobre sexualidade é tão importante quanto vivê-la. O problema é que muita gente… só fala.Então, como aproveitar a data pra, digamos, “tirar o atraso”?
S91 Ep 413Entenda porque o seu pet pode te ajudar a garantir o match! | Interessa Podcast
“O que garante que alguém que tem pet seja, de fato, uma boa parceria?” A provocação das jornalistas Flaviane Paixão e Isis Mota veio forte ("veio rude") durante a discussão desta pauta... "Vide o caso do assassino do gari, o Renê, que depois de atirar contra o trabalhador saiu para passear com os cães". Elas não estão erradas... o caso dele mostra que ter pet não é, automaticamente, sinônimo de gente bom caráter. Mas, apesar de… o senso comum diz o contrário. Tanto que os pets dão, verdadeiramente, uma força na paquera. Foto com cachorro ou gato no perfil passa, para muitos, a imagem de carinho, cuidado e até sensibilidade. Quem nunca pensou “ah, se ele gosta de animais, deve ser uma boa pessoa"? Os números confirmam: segundo pesquisa do app Happn, de paquera, 58% dos brasileiros já curtiram alguém só por ter pet na foto. Entre mulheres de 26 a 35 anos, 40% disseram achar alguém muito mais atraente quando aparece ao lado de um bichinho. Além disso, 44% dos usuários acreditam que os pets ajudam a fortalecer vínculos, enquanto 31% confessaram que teriam dificuldade em se relacionar com quem não gosta de animais. Os bichinhos viraram, literalmente, critério de seleção amorosa.
S91 Ep 412Menopausa precoce: as dificuldades enfrentadas por mulheres que param de menstruar antes dos 40 anos | Interessa Podcast
Há sete anos, a cantora, Naiara Azevedo, hoje aos 35 anos de idade, convive com a menopausa. Ondas de calor, insônia, alterações de humor e até ressecamento foram alguns dos sintomas que mudaram a rotina dela... quando a sertaneja tinha apenas 28 aninhos. Parece incomum a situação da artista mas, segundo a OMS, a menopausa precoce, que ocorre antes dos 40 anos, atinge 1 em cada 100 mulheres - e 1 em cada 1.000 antes dos 30.A diferença entre a menopausa precoce e a 'natural' está só na idade: os sintomas são os mesmos. Mas então por que isso acontece com algumas mulheres e com outras não? Isso é o que o Interessa Podcast buscou responder neste episódio. Confira!
S91 Ep 411Seu sorriso acompanha a sua idade cronológica ou está mais velho que você? | Interessa Podcast
O rosto é o nosso cartão de apresentação, não é mesmo? Ninguém tem dúvidas de que um belo sorriso, num primeiro contato ou não, abre portas, aproxima pessoas e contagia as pessoas ao redor. Como anda, então, o seu cuidado com seus dentes considerando a importância deles - para além dessa função estética e social? Já pensou ter dentes de 60, 70 anos de idade aos 30? Essa realidade tem se tornado comum no Brasil e no mundo e o causador desse problema seria o combo vida moderna + estresse + bebidas ácidas. Refrigerante, vinho, chá e até a famosa “água com limão em jejum”, conforme especialistas, corroem o esmalte e aceleram o envelhecimento da boca. Some a isso o bruxismo causado pela pressão / estresse do dia a dia (tempos modernos!) e você tem aí uma receita completa de sorriso cansado antes da hora.Para além disso, é importante lembrar que embora muitos nem pensem a respeito, que os dentes envelhecem. O esmalte, com o passar dos anos, fica mais fino e escuro, os dentes se encurtam, mudam de posição… até caminham em direção ao centro da boca - o que ocorre por perda óssea, pressão da língua e hábitos como roer unha ou morder tampinha de caneta. Além disso, a partir dos 40 anos, a gengiva começa a se retrair, deixando as raízes à mostra e até a saliva envelhece. Logo, cuidar do sorriso vai muito além da escova. E o que inclui? Saiba no Interessa!
S91 Ep 410Sonhos eróticos: o que seu inconsciente está tentando te contar? | Interessa Podcast
Segundo a Associação Americana de Psicologia (via matéria publicada em O Globo), esses sonhos refletem energia sexual, desejo, intimidade emocional ou conexão com alguém... mas não devem ser encarados como previsões do futuro. Eles são produtos do nosso subconsciente, carregados de desejos, medos e experiências passadas, podendo aparecer de forma simbólica.Sonhos eróticos funcionam como expressões de desejos - uma mente que sonha com sexo é uma mente vitalizada, energizada, cheia de intensidade, que PASME: nem sempre é sexual. Sabia? Simboliza a forma como o desejo se manifesta em outras áreas da vida.Além disso, cada detalhe do sonho pode carregar mensagens diferentes: sonhar com abdômen indica possível infelicidade no amor; abraços aquecem a vida sexual; algemas alertam para perda de liberdade ou desejos reprimidos... enfim! Então, que tal prestar atenção aos sinais do seu inconsciente e pensar: como anda minha relação comigo e com quem eu amo?
S91 Ep 40929 de agosto: Dia Nacional de Combate ao Fumo no Brasil
O tabagismo não é “falta de vergonha na cara”, é doença. A dependência da nicotina é REAL, embora muitos desqualificam... bagunça o sistema de recompensa do cérebro e por isso o fumo se associa à sensação de prazer e alívio. O problema é que essa 'dose de dopamina' vêm com mais de 4,7 mil substâncias tóxicas, entre elas arsênio, chumbo e monóxido de carbono. Segundo o INCA, 477 brasileiros morrem por dia vítimas do cigarro e derivados. E não é só cigarro, não: pod, vape e narguilé também entram no pacote. A OPAS lembra que mais de 8 milhões de pessoas morrem anualmente no undo por causa do tabaco, sendo 1 milhão de fumantes passivos (!!!).O LENAD III (Levantamento Nacional de Álcool e Drogas), o mais recente, apontou que 26 milhões de pessoas no país usam nicotina, o que equivale a 15% da população. Na sexta, 29 de agosto, celebra-se no Brasil o Dia Nacional de Combate ao Fumo. E vale refletirmos. Como a gente lida com esse vício que todo mundo julga mas pouca gente entende?
S91 Ep 408Adultos usando… chupeta! Fuga emocional, imaturidade ou só vontade de aparecer? | Interessa Podcast
A “chupeta antiestresse” já virou febre em países como China e Estados Unidos e chegou com força ao Brasil (novidade! Por que será que a gente abraça tanto essas tendências?). Vendidas como acessório “estiloso” - algumas custando até 75 dólares, ou R$ 404, segundo o South China Morning Post -, a ideia é que, ao usar o bico, a pessoa consiga ter a ansiedade reduzida, parar de fumar e até melhorar o sono. Entre os usuários, especialmente da geração Z, a justificativa é simples: trazer de volta a sensação de segurança da infância em meio à vida caótica de adulto.Só que a Sociedade Brasileira de Pediatria já alertou que o uso prolongado da chupeta atrapalha a mordida e a respiração nas crianças e, segundo Dr. Tang Caomin, ouvido também pelo periódico chinês - SCMP - nos adultos pode ter o mesmo efeito, além de, diferente do que a GEN Z afirma, prejudicar o sono e até gerar risco de sufocamento. Psicólogos ainda levantam outra bola: o modismo não seria um reflexo da resistência por parte dos adultos de adultecer?
S91 Ep 407Tem que falar tudo para o psicólogo mesmo?
Quando eu não contamos absolutamente tudo que vivemos durante a sessão de terapia, estamos sabotando a própria evolução e atrapalhando o tratamento. Faz sentido? Apesar de sim, esse filtro é mais comum do que a gente imagina e, geralmente, nasce de vergonha, medo de encarar certas situações ou até a ideia de que terapia é só para desabafar sobre problemas, deixando de lado assuntos que parecem “não tão importantes”. Mas aí vem a pergunta: mais do que precisar… a gente deve? Pode?Na prática, psicólogos trabalham sob um Código de Ética que garante sigilo absoluto. Ou seja, o medo de que o profissional vá espalhar o que foi dito não tem fundamento. Ainda assim, muitas pessoas demoram a criar confiança para se abrir completamente. Segundo uma pesquisa da American Psychological Association, cerca de 40% dos pacientes omitem informações relevantes nas primeiras sessões. O que leva alguém a esconder ou maquiar partes da própria história na terapia? Saiba no Interessa.
S91 Ep 406O que a geração Z e a vontade de transar no escritório tem em comum
Por que essa coisa do crachá, do uniforme, de transar nesse ambiente corporativo desperta tanta fantasia no imaginário coletivo? O fetiche está ligado mais à figura de autoridade ou à submissão? Até que ponto a cultura pop e a pornografia moldam essa preferência? Quais as raízes desse fetiche? Há diferenças na percepção desse fetiche entre homens e mulheres?
S91 Ep 405Agosto azul e vermelho: o que as pernas cansadas querem dizer? Os cuidados com a saúde vascular
Sabe o que perna inchada e dor no peito têm em comum? MUITA COISA! E em alguns casos, essa ligação pode ser beeem grave. Desde 2021, além do dourado, agosto também ganhou as cores azul e vermelho para lembrar que cuidar da circulação é questão de vida. A campanha “Agosto Azul e Vermelho” foi criada para alertar sobre as doenças que afetam artérias, veias e vasos linfáticos - doenças essas que são responsáveis por um número expressivo de mortes no país. O azul representa o sangue venoso, com menor concentração de oxigênio; o vermelho, o sangue arterial, rico nesse gás vital.Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular - Regional São Paulo (SBACV-SP), problemas como trombose, varizes, acidente vascular cerebral, linfedema, pé diabético e aneurisma da aorta abdominal estão por trás de cerca de 30% das mortes no Brasil - todas, relacionadas à saúde vascular! Muitas dessas condições evoluem de forma silenciosa e só são descobertas em estágios mais avançados, o que torna o diagnóstico precoce a melhor defesa.Mas como prevenir tantos problemas diferentes que têm como pano de fundo a saúde vascular? Será que atitudes simples, como levantar-se com frequência no trabalho, caminhar durante o dia ou usar meias de compressão quando indicado, realmente fazem diferença? Quais sinais merecem mais atenção e indicam que algo não vai bem na sua circulação? E o mais importante: você já parou para pensar na saúde dos seus vasos e artérias?
S91 Ep 404Por que as trajetórias não lineares são o futuro do trabalho | Interessa Podcast
As mudanças são desafiadoras e precisam ser entendidas pelos colaboradores que querem se desenvolver profissionalmente. Para isso é preciso se entender, descobrir as próprias habilidades e capacidade de se adaptar. É que a evolução dos formatos de trabalho tem mudado, a cada dia, a concepção do que é carreira e exige dos profissionais novas estratégias. Atualmente tudo é muito dinâmico e aquela história de se fazer apenas carreira num único trabalho, profissão ou função não é mais a única opção. Ou seja, você pode ter uma carreira não-linear. Mas sabe o que é isso? O Interessa vai te explicar.
S91 Ep 403A importância da educação sexual em tempos de adultização de crianças e adolescentes | Interessa Podcast
Você tem redes sociais? São abertas? E costuma postar fotos dos seus filhos, sobrinhos ou netos nelas? Pois é… você pode estar expondo, justamente, as pessoas mais importantes da sua vida a um risco real: a pedofilia - mas isso não é novidade, né? Agora, o termo adultização, sim, está super em alta. A discussão sobre “adultização” infantil ganhou força nas redes na sexta-feira (8) e chegou ao Congresso depois que o youtuber Felca publicou um vídeo denunciando o influenciador Hytalo Santos por exploração sexual de menores. Segundo a Fundação Abrinq, adultização é quando crianças são expostas precocemente a comportamentos, responsabilidades e estímulos que deveriam pertencer apenas ao mundo adulto - e é claro que isso pode deixar marcas emocionais e psicológicas para sempre.Essa é uma das razões pela qual é tão importante tratar da educação sexual. Ouça!
S91 Ep 402Afinal: o que é dar um tempo no relacionamento? | Interessa Podcast
Às vezes, o relacionamento está tão desgastado que está por um fio - só que ainda existe tanto afeto, tanta história… que a dúvida aparece: termina ou tenta mais uma vez? Nessa confusão de sentimentos, dar um tempo pode parecer a única saída possível. Um respiro. Mas será que ajuda?Reorganizar o caos a dois pode ser quase impossível. Por isso, o afastamento pode funcionar como uma chance de reorganizar o pensamento individualmente. Só que tem gente que encara essa pausa como sentença final. Outros veem como uma oportunidade de autoconhecimento. E há quem enxergue como um teste: vale a pena seguir junto?
S91 Ep 401Celulite facial - o que é a condição que levou a internação da apresentadora Adriana Perroni?
Quando a gente fala em celulite, logo pensa naquele aspecto de casca de laranja nas coxas, no bumbum... da pele furadinha, com excesso de gordura, flacidez. Quase nunca e quase ninguém vai imaginar que isso possa, talvez, acometer a pele... do rosto, não é mesmo? ‘Celulite facial’, será que existe isso? A resposta é sim - e é um problema sério.O assunto veio à tona com a internação da jornalista Adriana Perroni, da Record, não pela primeira, mas pela segunda vez com esse diagnóstico. Diferente da celulite estética, essa é uma infecção bacteriana causada por microorganismos como Streptococcus ou Staphylococcus aureus, que penetram a pele por cortes, fissuras ou até picadas de inseto. A infecção pode se espalhar rapidamente e atingir camadas mais profundas da pele.Considerada potencialmente grave, a celulite facial exige atenção e tratamento imediato. Se não for devidamente tratada, pode evoluir e até colocar a vida da pessoa em risco. Pode atingir mucosas como olhos e boca? Crianças podem ter? Como identificar os sintomas logo no início e buscar ajuda a tempo? Essa doença é contagiosa? Como é feito o diagnóstico?
S91 Ep 400Feliz em ver a parceria com outra pessoa? O nome disso é compersão
Tem gente que é tão, mas tão ciumenta, que só de imaginar que a parceria já viveu outro relacionamento - amando outra pessoa - já sente o rosto ferver.A verdade é que dizer que nunca sentimos ciúmes dos nossos companheiros é uma baita falácia. Em um relacionamento, é natural que a gente se envolva tanto com a outra pessoa que só de pensar em perdê-la - ainda mais pra alguém - bate o medo. E é aí que o ciúme aparece.Curiosamente, no meio desse turbilhão de sentimentos, frente ao mesmo contexto, existe também um conceito que vai na contramão: a compersão. Você já ouviu falar nisso?