
Interessa
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Interessa | Escapes de urina: comum, mas não normal
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Interessa | “No Brasil não há homem para mim” - está faltando homem?
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Interessa | Últimas palavras: por acaso o homem sofre mais com uma gripe do que uma mulher?
Interessa | Caso Maria Alice e Maria Flor: o que, de fato, uma criança precisa aprender na primeira infância?
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Biohacking do Sexo - você tomaria remédio para melhorar sua performance na cama?
Interessa | Filhos adultos e dependência financeira: quando o apoio vira ‘obrigação’
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Interessa | A importância do cuidado com a saúde dos meninos
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Obsessão pelo 'Looksmaxxing': entenda como a busca pela beleza masculina adoece jovens na internet
Acesso sem permissão ao celular do parceiro pode dar até 4 anos de prisão
Dia Mundial da Atividade Física - Não é sobre fazer tudo; é sobre fazer alguma coisa!

S91 Ep 529Sedentarismo Cognitivo - O que acontece com o nosso cérebro quando tudo a nossa volta exige cada vez menos esforço mental
O mercado de bem-estar nunca esteve tão aquecido: movimenta trilhões de dólares e foca excessivamente na performance do corpo. Monitoramos passos, calorias e sono, mas o que estamos fazendo com a nossa mente? Enquanto o corpo está em evidência, o cérebro parece entrar em um estado de acomodação perigoso.Ganha força um conceito que ajuda a explicar esse cenário: o sedentarismo cognitivo. Ele se manifesta nos hábitos mais cotidianos e está presente na rotina de todos.Delegamos caminhos ao GPS, memórias à agenda do celular e dúvidas simples ao Google. A atenção se fragmenta em vídeos curtos e, cada vez mais, tarefas mentais complexas são entregues à inteligência artificial. A mente continua ativa, mas cada vez menos exigida. Ela não está ficando preguiçosa sozinha; nós estamos deixando que ela atrofie.Os dados reforçam esse alerta. Brasileiros passam mais de 9 horas por dia conectados, transformando o que seria tempo de descanso em um bombardeio de estímulos sem pausa. O ganho de praticidade é evidente, mas qual é o preço da nossa autonomia intelectual? É possível manter o raciocínio crítico em um mundo de respostas prontas e pensamento padronizado?Nesta live do Interessa, nossas meninas analisaram o paradoxo: nunca houve tanto acesso à informação, mas nunca fizemos tão pouco esforço para processá-la com profundidade.O cérebro ainda está sendo exercitado ou estamos terceirizando nossa capacidade de pensar?

S91 Ep 528Dia Nacional da Saúde e da Nutrição: a alimentação como aliada no tratamento da menopausa
Celebrado em 31 de março, o Dia da Saúde e da Nutrição reforça a importância de escolhas alimentares conscientes para a prevenção de doenças e promoção do bem-estar. Especialmente para as mulheres na menopausa.Essa fase, marcada pelo fim do ciclo reprodutivo feminino, provoca uma série de mudanças no organismo que vão muito além dos hormônios, impactando o sono, o humor, o metabolismo e a saúde óssea e cardiovascular. Estudos apontam que a alimentação pode ser uma aliada importante no manejo desses sintomas.Com a redução dos níveis de estrogênio, há maior propensão ao ganho de peso, à perda de massa óssea e a alterações no colesterol. Além disso, cresce a atenção para o papel do intestino nesse processo. A chamada disbiose, que é o desequilíbrio da microbiota intestinal, pode intensificar inflamações, impactar a absorção de nutrientes e até influenciar o metabolismo hormonal, agravando sintomas da menopausa.Nesse cenário, uma alimentação rica em fibras, alimentos naturais e probióticos pode contribuir para o reequilíbrio intestinal e, consequentemente, para uma melhor resposta do organismo nessa fase.

S91 Ep 527Pielonefrite: a infecção urinária que atinge os rins
Sintomas comuns como dor pélvica, ardência ao urinar e sensação de bexiga cheia muitas vezes são normalizados, especialmente por quem convive com algumas condições. Mas quando surgem sinais diferentes, como calafrios, náuseas, dor nas costas e até sangue na urina, é preciso acender o alerta. Foi assim que um quadro inicialmente confundido com uma infecção urinária simples evoluiu para o diagnóstico de pielonefrite, uma infecção que ultrapassa a bexiga e atinge os rins. Apesar de muitas vezes começar como uma cistite, a pielonefrite pode evoluir de forma silenciosa e nem sempre apresenta os sintomas clássicos, como febre alta ou dor intensa. Existem diferentes tipos da doença, com graus variados de gravidade, e nem todo organismo reage da mesma forma. Isso torna o diagnóstico mais desafiador e reforça a importância de investigar sinais persistentes ou atípicos, mesmo quando exames iniciais não apontam alterações. Mulheres estão mais suscetíveis a infecções urinárias por questões anatômicas, mas outros fatores também podem aumentar o risco, como histórico recorrente, presença de cálculos renais, alterações no trato urinário e condições inflamatórias pélvicas. Diante disso, fica a pergunta: como identificar quando uma infecção deixa de ser simples? Sintomas leves podem esconder quadros mais graves? E hábitos como segurar o xixi ou beber pouca água realmente influenciam nesse processo?

S91 Ep 526Aumento da licença-paternidade: pais mais presentes ou só mais dias em casa?
Durante décadas, o pai brasileiro teve oficialmente apenas cinco dias para participar da chegada de um filho. Agora, um projeto aprovado pelo Senado prevê a ampliação gradual da licença-paternidade para até 20 dias até 2029. A mudança reacende uma discussão importante: será que mais tempo em casa significa, de fato, mais participação na criação dos filhos? Ou estamos apenas ampliando um prazo sem mexer na cultura que define quem cuida e quem “ajuda”?Historicamente, a licença curta ajudou a reforçar a ideia de que o cuidado é responsabilidade feminina. Enquanto muitos homens retornavam rapidamente ao trabalho, mulheres assumiam sozinhas a adaptação à nova rotina com o bebê. Isso contribuiu para um ciclo que ainda se repete: homens que não aprendem a cuidar porque não são estimulados e mulheres sobrecarregadas que, muitas vezes, também enfrentam dificuldade em dividir esse espaço, seja por falta de confiança ou pelo hábito de centralizar as funções. Mas será que 20 dias são suficientes para mudar esse cenário?A discussão vai além do tempo e passa por comportamento, educação emocional e divisão real de responsabilidades. Para aprofundar esse debate e entender os impactos dessa mudança, Eliene Lima, psicóloga especialista em parentalidade e maternidade participa do Interessa e vai ajudar a analisar se estamos diante de uma transformação real ou apenas simbólica na construção da paternidade no Brasil.

S91 Ep 525É lésbica porque se decepcionou com homem!
Nos últimos meses, a atriz Heloísa Périssé voltou aos holofotes não por um novo papel, mas pela vida amorosa. Após anos em relacionamentos com homens, ela assumiu um namoro com a diretora Leticia Prisco, e o assunto rapidamente ganhou as redes sociais. Junto com a curiosidade, veio também uma velha frase, muitas vezes dita em tom de brincadeira: “do jeito que as coisas estão, na próxima decepção com homem eu caso é com uma mulher.” Mas será que essa ideia faz mesmo sentido?Casos como os de Ludmilla, Kristen Stewart, Fernanda Souza, Fernanda Gentil, Amber Heard e Maitê Proença frequentemente reacendem esse debate. Existe uma percepção comum de que relações entre mulheres seriam mais fáceis ou mais sensíveis, o que pode ser uma visão simplista e até perigosa. Relações entre mulheres também envolvem complexidade, conflitos e construção emocional. Mais do que isso: não são um “plano B” para frustrações com homens, mas sim conexões legítimas, baseadas em desejo, afeto e identificação.O tema levanta uma questão importante: a orientação sexual pode mudar por causa de uma decepção amorosa ou o que acontece é uma abertura para desejos que antes estavam reprimidos? Para aprofundar essa conversa e discutir os limites entre mito e realidade, o podcast conta com a presença de Gabriela Maia Paixão, psicóloga e psicanalista, que traz reflexões sobre sexualidade, construção do desejo e os desafios de romper com padrões sociais.

S91 Ep 524“Eu me demito!”: entenda o revenge quitting, a ‘demissão por vingança’
Teve uma época em que pedir demissão era um verdadeiro drama: mãos suando, coração acelerado e aquele frio na barriga antes de encarar o chefe. Hoje, a frase “eu me demito” parece sair com muito mais naturalidade. Não é por acaso. Com o desemprego em baixa e mais oportunidades no radar, cresce o número de profissionais dispostos a buscar novos caminhos. Esse cenário dá mais segurança para recomeçar e faz muita gente repensar se vale a pena permanecer onde está. Mas não é só sobre oportunidades. Um novo termo tem ganhado força: “revenge quitting”, ou demissão por vingança. Nesse caso, sair do emprego não é apenas uma decisão racional, é também um recado. Profissionais deixam seus cargos como forma de protesto contra ambientes tóxicos, falta de reconhecimento ou excesso de pressão. Dados mostram que os trabalhadores se sentem estagnados e consideram o ambiente de trabalho prejudicial à saúde mental. Ou seja, não é só sobre crescer… é também sobre sobreviver emocionalmente. O fenômeno revela uma mudança importante: estabilidade já não é mais suficiente. Hoje, trabalho precisa, no mínimo, não custar a saúde mental. Mas onde está a linha entre estratégia e impulso? Pedir demissão pode ser um ato de autonomia ou uma reação emocional. Para entender melhor esse cenário e seus impactos, o programa recebe Ricardo Castanheira, especialista em cultura organizacional, liderança e engajamento, que vai ajudar a refletir sobre limites, decisões e o que as empresas ainda precisam aprender sobre retenção de talentos.

S91 Ep 523Março Amarelo: um BAFTA para a dor que sempre foi ignorada, conheça mais sobre a endometriose
Um curta-metragem de apenas 19 minutos conseguiu o que muitas mulheres tentam há anos: serem vistas / ouvidas. “This Is Endometriosis”, dirigido por Georgie Wileman, que convive com a doença, venceu o BAFTA 2026 de Melhor Curta-Metragem Britânico e trouxe visibilidade global para uma condição silenciosa e, muitas vezes, desacreditada. A produção escancara a realidade de quem convive com dores intensas e sintomas que vão muito além de uma “cólica comum”.Apesar do reconhecimento internacional, a endometriose segue sendo subdiagnosticada. Estima-se que 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva conviva com a doença, e o diagnóstico pode levar, em média, sete anos. Nesse intervalo, muitas enfrentam dores incapacitantes, sangramentos intensos, desconfortos intestinais e urinários, dor nas relações e até infertilidade, frequentemente ouvindo que “é normal” ou que “faz parte”. A experiência pessoal de quem vive essa realidade reforça o quanto a dor feminina ainda é minimizada.No Março Amarelo, mês de conscientização sobre a endometriose, o Interessa traz esse debate para o centro da conversa. O programa recebe a Dra. Karla de Carvalho Schettino, ginecologista especialista em endometriose, para discutir os desafios do diagnóstico, os impactos na qualidade de vida e os caminhos possíveis para que mais mulheres sejam ouvidas, acolhidas e tratadas com seriedade.Siga-nos nas redes:Instagram - https://www.instagram.com/programainteressa/ TikTok - https://www.tiktok.com/@interessa.otempo

S91 Ep 522Sexo bom faz a gente passar pano para gente ruim? E por que mulher tem que justificar que transa por transar?
No Interessa de hoje, a sexóloga Renata Dietze trouxe uma reflexão poderosa sobre a autonomia do desejo. Discutimos como ainda é um caminho espinhoso para muitas mulheres olharem para o próprio prazer sem o peso da culpa ou do julgamento social.Renata explicou que, quando a mulher se permite entender o que realmente gosta e se apropria do próprio corpo, ela ganha clareza para decidir suas relações. Isso passa por entender que o sexo casual pode, sim, ser uma escolha legítima e saudável, desde que seja pautado no autoconhecimento e não em uma busca por validação externa.▶️ O episódio completo já está disponível no YouTube de O TEMPO e nos principais tocadores de podcast!

S91 Ep 521A violência como espetáculo: por que não conseguimos parar de olhar?
A final entre Cruzeiro e Atlético Mineiro no Campeonato Mineiro entregou o que muitos esperavam, mas por caminhos tortuosos. Além do futebol, o que dominou as redes sociais e as conversas de bar não foram apenas os gols, mas a briga generalizada entre os jogadores em campo. O soco, o empurrão e a fúria se tornaram o clipe principal das notícias. E o mais curioso: até quem não torce - ou nem gosta de futebol - parou para assistir. Esse tipo de atração pelo caos não é exatamente novidade. Da Roma Antiga, com os combates de gladiadores, até as execuções públicas na Idade Média, a violência sempre teve plateia. Hoje, a arena mudou: saiu da areia e foi para o gramado, para a TV e, principalmente, para a palma da mão. Programas como o Big Brother Brasil mostram como o conflito também virou entretenimento psicológico. A lógica é simples: quanto maior o atrito, maior a atenção. E nós, espectadores, consumimos, comentamos e até torcemos dentro desse roteiro. Siga O TEMPO no Google e receba as principais notíciasNo programa, nossas meninas conversam com o psicólogo Thiago de Paula para entender por que o conflito nos prende tanto. Será que assistir à violência funciona como uma válvula de escape para emoções reprimidas? Ou estamos apenas reproduzindo um comportamento antigo, agora com novas roupagens? Mais do que julgar o que vemos, a proposta é olhar para dentro: até que ponto esse espetáculo diz mais sobre quem assiste do que sobre quem protagoniza?

S91 Ep 520‘Future Faking’: promessa mantém o outro preso ao relacionamento, mas não o leva a lugar nenhum
No Interessa desta quarta-feira, abrimos o jogo sobre uma cilada emocional que muita gente vive, mas poucos sabem dar nome: o Future Faking. Recebemos o psicólogo Gabriel Aguillar para entender como promessas de um amanhã brilhante podem ser usadas apenas para manter você presa a um relacionamento que não sai do lugar hoje.Usamos como ponto de partida o desabafo da atriz Dakota Johnson, que após anos de relacionamento com Chris Martin, expressou o arrependimento pelo tempo investido em planos que nunca viraram realidade. O future faking é exatamente isso: alimentar o outro com sonhos de casamento, filhos e viagens para garantir o vínculo emocional, sem qualquer intenção real de concretizá-los. A conversa sobre o futuro vira uma ferramenta de conexão rápida e manipulação, onde a vida real vai passando enquanto você espera por um próximo passo que nunca chega.Discutimos como isso acontece e nos afeta diretamente, trazendo traumas profundos ou dificuldades imensas de superar o fim da relação. Afinal, não é apenas o término de um namoro, mas o luto por uma vida inteira que foi prometida e nunca existiu. Gabriel explicou que o impacto psicológico de ser "enrolada" por anos mina a autoconfiança e a percepção de realidade da vítima, tornando o processo de cura muito mais lento e doloroso.