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Ep 481Cafezinho 481 - Caçando Mamãe Falei
Café Brasil 817 - Exibicionismo Moral - https://portalcafebrasil.com.br/podcasts/cafe-brasil-817-exibicionismo-moral/ Assine o Café Brasil em http://mundocafebrasil.com A esta altura, todos sabem o que aconteceu com o deputado Arthur do Val, não é? Fez uma viagem para a Ucrânia com o objetivo de ganhar uns likes que reforçariam sua campanha para o governo de São Paulo. E de lá, mandou uns áudios medonhos falando de certos atributos das refugiadas ucranianas. Arthur foi sumariamente caçado com cedilha nas redes sociais e terá seu mandato cassado com dois esses. Bem, qualquer um que ouviu os áudios sabe que a carreira do deputado estaria acabada. Mas não quero hoje fazer nenhum julgamento moral do Arthur. Ele sabe o tamanho da besteira que fez e está arcando com as consequências. E logo mais retorna como um Youtuber de sucesso. Quero falar do processo. O sujeito grava áudios medonhos, e manda para um grupo de “amigos”, sem considerar que aquilo poderia vazar? É isso mesmo? Quanta ingenuidade. Coisa de adolescente. Você reparou a sucessão de acontecimentos nos últimos meses? Além do Arthur, o canal do Youtube Flow, quase foi cancelado pela fala de um dos apresentadores, Monark, que caiu em desgraça. E quase leva junto o deputado Kim Kataguiri. Coisa parecida aconteceu com o Youtuber Felipe Castanhari, por conta de declarações sobre a Ucrânia e a União Soviética de Stálin. E aí tem o Gabriel Monteiro, vereador no Rio de Janeiro, prestes a ser preso por acusações de pedofilia. As pessoas que construíram as redes sociais, e isso pode ser visto naquele documentário O Dilema das Redes, que está na Netflix, não sabiam que sua tecnologia maravilhosa viria a parir um monstro faminto, que caçaria todos que se manifestassem fora da pauta do momento. Inclusive seus criadores. Arthur, Monark, Kim, Gabriel. Isso só nas últimas semanas. Todos com idades variando entre 26 e 36 anos. Jovens impetuosos, expostos ao escrutínio público, tratando de temas polêmicos e crescendo nas mídias sociais, que alcançam o sucesso exatamente pelas tretas, usando a virulência verbal, atacando, acuando e cancelando seus adversários. Jovens impetuosos. Alguns com esqueletos no armário, sem casca grossa, sem manha, sem experiência política, achando que, no grito, levam o que querem. Pois é. Quando dá merda, eles fazem o quê? Como um adolescente de 30 anos, choram. Do Castanhari eu falarei na sequência deste vídeo. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=b_x1cMpk3Vg Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 815Café Brasil 817 - Exibicionismo moral
Acho que você já percebeu que uma das grandes crises que vivemos é a crise moral, não é? Certos valores têm sido sistematicamente colocados em cheque, parece que entramos num cenário onde vale tudo, desde que o objetivo seja atingido. O povo só quer saber de trocar seus produtos por dinheiro, e vice-versa, sem nenhuma preocupação moral com a troca. Pois é. Mas é aí que se abre espaço para o exibicionismo moral. Para a arrogância moral. Vamos nessa hoje https://cafebrasilpremium.com.br/app/podcast-cafe-brasil-premium/cafe-brasil-premium-817-exibicionismo-moralSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 3Café com Leite 3 - Os Reis Tiranos
No episódio anterior nós falamos sobre como as sociedades começaram a se organizar para acabar com as guerras e a violência. E chegamos ao ponto em que o povo, unido, começou a escolher pessoas para governar os países. Reis. Muitos dos quais, depois que colocaram a coroa na cabeça, viraram tiranos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 480Cafezinho 480 - Grana ou porrada?
Cafezinho 480 – Grana ou porrada? Existe um vídeo muito legal no Youtube chamado “A surpreendente verdade sobre o que nos motiva”, no qual o escritor e consultor Daniel Pink trata daquela questão essencial: somos movidos pela recompensa ou pela punição? Por meio de testes, Daniel descobriu que quando a tarefa exigia apenas habilidades mecânicas, quanto maior a recompensa, mais a pessoa se esforçava para desempenhar bem. Mas quando as tarefas exigiam alguma habilidade cognitiva, a capacidade de raciocínio, o pensar, o julgamento e a tomada de decisão racionais, uma maior recompensa levava a um desempenho… menor. E Daniel diz assim: “O que é interessante é que as pessoas que fizeram esse estudo são economistas (…) das melhores universidades. E o que eles descobriram foi essa conclusão aparentemente contrária ao que todos nós aprendemos em economia, que é quanto maior a recompensa, melhor o desempenho. E agora estão dizendo que, para conseguir um bom desempenho em atividades cognitivas rudimentares, é preciso fazer diferente pois a noção de recompensas não funciona desse jeito? Parece um lance de esquerda e socialista, não parece? Seria um tipo de conspiração socialista esquisita? Para os que acreditam nessas teorias da conspiração, vou apontar o grupo socialista e notoriamente de esquerda que financiou esse estudo: o Federal Reserve Bank, o banco central dos Estados Unidos. Portanto, foram os maiores entre os maiorais do capitalismo que concluíram algo bastante surpreendente e que parece desafiar as leis da física comportamental”. Motivar as pessoas com recompensas monetárias só tem sentido quando se trata de desempenhar tarefas que não exigem complexidade de pensamento. Quando a tarefa é mais complexa, exigindo algo mais conceitual e pensamento criativo, esse tipo de incentivo não funciona. Dinheiro é um fator motivador, sim. Mas não é tudo. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=v58vyRwmCwg Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 479Cafezinho 479 – Professor que humilha aluno é o quê?
Torne-se um assinante do Café Brasil acessando http://mundocafebrasil.com O ano era 1975. Ou 1976. Eu tinha 19 anos e estudava comunicação na Universidade Mackenzie. A professora de filosofia havia recomendado dois livros: o 18 Brumário, de Karl Marx e A Psicologia de Massas do Fascismo, de Wilhelm Reich. Livros dificílimos para uma garotada que começava a construir seu repertório intelectual. Numa das aulas, uma de nossas colegas se manifestou com alguma angústia em sua fala, sentimento que era compartilhado por todos. Ela reclamava que os livros eram muito difíceis. A professora reagiu com virulência, esculachando a estudante, até mesmo humilhando-a, dando a entender que ela não sabia nada. Minha colega tentou dialogar, mas foi trucidada por uma sucessão de argumentos de autoridade que deixaram claro que ela, a estudante, não era nada diante da professora que já havia escrito livros, etc e tal. A sala ficou muda. E todos os alunos aprenderam a lição: não deem opiniões na aula de filosofia. Rubem Alves uma vez definiu um educador, de forma até poética: “Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” e, ao falar, aponta. O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu. Seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente… E ficando mais rico interiormente ele pode sentir mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.” Entendeu? Essa definição envolve amor, empatia, interesse, e respeito do educador para com o aluno. Há um bom tempo uso um termo interessante, a “ternura da idade”. Conforme amadurecemos, a vida traz atribulações, desafios e desapontamentos. Mas ao mesmo tempo, traz um grande senso de compreensão, tolerância e simpatia pelos outros, coisa que jamais sentimos quando somos jovens e impetuosos. Mais velhos, desenvolvemos uma paciência que os jovens não tem. A soma da experiência com empatia desemboca no que chamamos de sabedoria. Sacou? Tem de ter empatia ou a receita não funciona. O nome daquela professora era Irede Cardoso, que pouco depois foi eleita vereadora pelo PT, partido que ajudara a fundar. Bem mais tarde percebi que ela não estava interessada em ensinar, mas incutir na cabeça dos estudantes suas ideias, sua ideologia. Não era professora, era doutrinadora. Aprendi com ela que quem não respeita o aluno, é um ogro, ogra ou ogre. Nunca um educador. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=4ArWRoJc3UU Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 816Café Brasil 816 - Para educar filhos
Quando avisei que lançaria o podcast Café Com Leite, a Bruna Torlay imediatamente me convidou para uma live. E a conversa discorreu sobre conteúdos para crianças e jovens, sobre a vida em sociedade, sobre questões básicas de quem quer crescer com qualidade e observando os valores morais que constroem uma sociedade sadia. Vamos nessa hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 2Café com Leite 2 - Cada Um Por Si
Você não gosta de política é? Que coisa chata! Sua família discute, às vezes fala alto, briga, seus colegas da escola acham que sabem sobre política, mas será que não estão apenas repetindo o que ouvem dos outros? Olha, a política é necessária, viu? E você precisa entender algumas coisinhas antes de dar opiniões sobre ela!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 478Cafezinho 478 - Provocando mudanças
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL CHEGOU O http://podcastcafecomleite.com.br VEM AJUDAR A GENTE A EDUCAR NOSSAS CRIANÇAS: http://bit.ly/querocafecomleite Nos anos 80, alguns processos de manufatura foram introduzidos nas fábricas da Dana, onde eu trabalhava. A diretoria da empresa, visionária, capitaneou a introdução do conceito do que viria ser conhecido mais tarde como Manufatura Enxuta, e que começou com a chegada de diversos métodos como o Kanban, a gerência por indicadores e outros sistemas e processos. Mas o mais impactante foi quando decidiu-se pintar os pisos das fábricas com um certo tipo de tinta epóxi, mudando completamente o ambiente. Os pisos antes escuros e sujos ficaram claros e brilhantes, as máquinas foram pintadas com cores vivas, a iluminação foi aumentada dramaticamente, vasos com plantas e painéis coloridos espalhados por todo lado. Aquilo mudou completamente não só a aparência das fábricas, mas o conceito que os funcionários tinham sobre produzir com qualidade. Nenhuma sujeira, nenhum vazamento de óleo, passava desapercebido. E cada um passou a cuidar de sua área de trabalho com um zelo como não existia anteriormente. A coisa foi tão impactante que passamos a organizar caravanas de clientes de todo o Brasil para conhecer as fábricas do Rio Grande do Sul, que se transformaram numa grande ferramenta de marketing. Pô, meu, quarenta anos atrás, quem tinha uma fábrica daquelas, tinha de ter um diferencial de qualidade. Aquela mudança no ambiente marcou definitivamente a virada da empresa na direção de se tornar uma das maiores indústrias de autopeças do Brasil. Mude o ambiente para mudar as pessoas. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=zD4S2sLd38E Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 477Cafezinho 477 - Ma(s)labarismos
Cafezinho 477 – Ma(s)labarismos CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL CHEGOU O http://podcastcafecomleite.com.br Participe do nosso crowdfunding em http://bit.ly/querocafecomleite O “mas” é uma conjunção coordenativa adversativa que liga duas orações ou palavras e expressa a ideia de contraste, de diferença. Vou explicar usando uma matéria do G1, de 2019, se não me engano: “Desemprego cai para 11,8% em julho e atinge 12,6 milhões de pessoas”. Esse é o fato. E o G1 escreveu assim: “Desemprego cai para 11,8% em julho, mas atinge 12,6 milhões de pessoas”. Notou diferença? No primeiro enunciado, “desemprego cai e atinge 12,6 milhões”, o “e” significa que o desemprego está em queda e dá a entender que 12,6 milhões de pessoas é uma redução. Portanto devemos comemorar o avanço. No segundo enunciado, “desemprego cai, mas atinge 12,6 milhões de pessoas”, esse “mas” dá a entender que o desemprego está em queda, mas isso não quer dizer muito, pois 12,6 milhões de desempregados é muito alto. Portanto, não há nada para comemorar, nenhum mérito a dar. E esse “mas” pode ser também Conjunção Coordenativa de Negação. “PIB Cresce 0,4% e surpreende, mas retomada é lenta”; “PIB reage, mas previsão para o ano ainda fica em 1%”; “Investimento empurra PIB, mas recuperação segue lenta”. Essas são manchetes dos jornais falando do anúncio de que o PIB brasileiro tinha subido 0,4% no primeiro trimestre de 2019, o que deveria ser uma excelente notícia, não pelo número absoluto, mas pela reversão da queda. O “mas” como Conjunção Coordenativa Escusativa prepara a escusa, a desculpa. Transfere responsabilidades para terceiros, justifica desmandos, atenua consequências e torna normal e aceitável aquilo que deveria ser rechaçado por imoral, ilegal e desonesto. O “mas” como Conjunção Coordenativa de Negação, elimina qualquer mérito por coisas boas, liquida a esperança na melhora, valoriza o torto, o erro. Preste atenção em quem usa o “mas” como desculpa ou como negação. Jamais perca de vista que quem escolhe, defende e protege o ruim porque antes era pior, continua escolhendo o ruim. E quem usa o “mas” para esconder algo bom só porque não gosta de quem o fez, é burro. Ou canalha. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=k2uRv77u8ZY Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 1Café Com Leite 1 - Chicken Little
Crowdfunding para Café Com Leite: bit.ly/querocafecomleite Primeiro episódio do Podcast Café Com Leite, voltado para o público infanto juvenil. É uma fábula que nos ensina muito sobre como nos proteger das fake news. Conheça o projeto Café Com Leite em http://podcastcafecomleite.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 815Café Brasil 815 - Redes sociais_bem ou mal
Passar tempo nas redes sociais tornou-se quase um modo de vida para a maioria dos adultos – passando por vídeos de gatos fofinhos e danças malucas que prendem a atenção por horas... Mas será que é saudável que seus filhos tenham os mesmos hábitos? E como você sabe se eles estão seguros nas mídias sociais? Existem alternativas? A reflexão de hoje é sobre esse tema e também para anunciar o nascimento do caçula da família Café Brasil: o Café com Leite.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 1Café com Leite 1 - Chicken Little
Primeiro episódio do Podcast Café Com Leite, criado para levar para o público infanto-juvenil conteúdos importantes para a formação de cidadãos. Vamos tratar de sociedade, de ética, de política, de gestão, da vida como ela é. A partir de uma estória famosa, a do pintinho Chicken Little que acha que o céu está caindo, uma reflexão sobre os cuidados que devemos tomar com as Fake News. #cafebrasilSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 476Cafezinho 476 – Deixe de ser um obeso intelectual
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL CHEGOU O http://podcastcafecomleite.com.br No conjunto de aulas chamado As Mídias e Eu, que ministrei em 2021, mostrei a pirâmide da “dieta de mídia”, uma forma interessante de tratar do consumo de conteúdos que recebemos diariamente. É como se fosse um nutricionismo intelectual, sabe? Ali eu dizia que conteúdos culturais. Livros, artes, devem ter consumo livre. Informação, três horas por dia. Lazer, duas horas. Interação, comunicação interpessoal uma hora por dia. Notícias, meia hora. E a info-intoxicação, nunca. Info-intoxicação são os conteúdos contaminados com falsidades, fake News, manipulação, que só provocam obesidade mental, envenenando aos poucos nossa mente. A pirâmide tem na base a parte mais rica, a cultura, e no topo, a mais pobre, a info-intoxicação. A beleza e o poder da pirâmide é que ela deixa claro o que constitui uma dieta balanceada. E a tragédia é constatar que consumimos a pirâmide ao contrário: colocamos na base larga e gigante a info-intoxicação e no topo, pequeno e tímido, a cultura. E assim consumimos o que há de pior, repleto de vieses, vícios, bullying, mentiras, fake News, manipulação, discurso de ódio... Não há como ficar são com uma dieta assim. Mas quer o pior? Sabe quem é o alvo dos agentes da info-intoxicação? O público infantojuvenil! Crianças e adolescentes têm menor controle sobre as mensagens que recebem. A pressão dos colegas é insuportável para que imitem a preferência dos amigos As crianças recebem uma grande quantidade de informações de uma ampla gama de fontes, muito além da mídia tradicional (TV, rádio, jornais e revistas). São mensagens de texto, memes, vídeos virais, mídia social, videogames, publicidade e muito mais. Essa garotada tem de estar preparada para esse bombardeio! Nós estamos fazendo nossa parte. Amanhã, 19 de março, lançaremos o podcast Café Com Leite. A intenção é levar para o público infantojuvenil temas sobre a sociedade, moral, comportamento, política. E dar-lhes uma lanterna para iluminar a escuridão. Venha: http://podcastcafecomleite.com.br Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=ifiNwUd8SmM Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 475Cafezinho 475 - O mal que espreita seus filhos
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL CHEGOU O http://podcastcafecomleite.com.br Recentemente encontrei uma citação muito legal na página Toca do Lobo no Facebook. Uma fala de Walt Disney, quando foi criticado por ter vilões em suas histórias. Disney disse assim: “As crianças são pessoas, e devem aprender sobre todas as coisas, para entende-las (...) A vida é composta de luzes e sombras, e seríamos inverídicos, hipócritas e açucarados se tentássemos fingir que não há sombras. A maioria das coisas são boas, e estas, felizmente, são as mais fortes; mas também existem coisas más, e você não está fazendo um favor a uma criança, tentando esconder dela a realidade. O importante é ensinar a elas que o bem sempre pode triunfar sobre o mal. E isto é o que as obras da Disney fazem.“ Reparou no cuidado de Walt Disney? Ele não disse que o bem sempre vence o mal. Disse que o bem sempre pode vencer o mal. Pode, sacou? Mas para o bem poder vencer o mal, a gente tem de conhecer o mal, saber como ele atua, de onde vem, qual é o discurso fantasiado de amor, quem tira proveito dele, quais são as ferramentas que ele utiliza... Esconder o mal não é uma boa estratégia. Ele precisa ser exposto. Mas a sociedade anda tão histérica, que hoje em dia as pessoas estão tão enlouquecidas, tão ignorantes, tão apressadas, tão preguiçosas que quem mostra o mal, é acusado de apologista do mal! Tem gente demais interessada em manter o mal nas sombras. Cabe a nós, como fez Walt Disney, jogar luz sobre ele. É por isso que na terça feira próxima, dia 29 de março, vamos lançar um novo podcast chamado Café Com Leite. A intenção é levar para o público infantojuvenil temas sobre a sociedade, moral, comportamento, política. E dar-lhes uma lanterna para iluminar a escuridão. Venha: http://podcastcafecomleite.com.br Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=dVqQXgwM2XE Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 235LiderCast 235 - Gilberto Lopes
Hoje a conversa é com Gilberto Lopes, o Giba, que é CEO da MyHelper, da Cuattro Trade Marketing, da PPR Digital e da Marco Marketing Brasil. Um empreendedor de primeira hora, com uma história admirável de superação. E que está impactando muitas vidas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 814Café Brasil 814 - O Navio de Teseu
O Mundo Muda, a gente muda, tudo muda. E não necessariamente para melhor. A questão é entender essa dinâmica das mudanças: muda sob qual perspectiva? Vamos nessa praia hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 474Cafezinho 474 – Quem mudou?
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Acesse: http://mundocafebrasil.com Fui assistir um filme badalado aí chamado The Vast Of Night. Estava sendo aclamado como uma obra que renova os filmes de horror e ficção científica. Li uma crítica dizendo que é sensacional, o diretor é um estreante, mas que teria mudado tudo. Eu não resisti. Saí correndo atrás, achei e corri assistir. O filme é uma merda. Larguei antes do final. Inconformado fui assistir uns Youtubers aí especializados pra ver a crítica. E os caras amando o filme, dizendo que é imperdível, que isso e aquilo, que os ângulos de filmagem, que a forma como o cara contou a história... O filme é uma merda. E a molecada amando. E a música que essa turma consome? Com todos os recursos tecnológicos com os quais os Beatles nem sonhavam… e o resultado é uma merda. Voltei para o Paradoxo do Dadinho, aquele docinho que era uma maravilha na minha infância e que hoje é horrível, que mencionei num Cafezinho anterior. E se o Dadinho for o mesmo de 50 anos atrás e o que mudou foi o meu paladar? E se a memória que eu tenho do Dadinho do passado for mais doce, mais saborosa do que era na verdade? E se o filme e as músicas forem adequados à percepção estética da molecada toda e eu é que estou atrelado à escola do Spielberg e amarrado no rock dos anos setenta? Eu é que não entendo por que gastar um baita tempo filmando as pernas de uma moça correndo ou então um blablabla que não leva a lugar algum é sensacional? Paradoxo do Dadinho. Tudo está mais fácil, mais rápido, mais acessível, mas algo mudou na essência. Ou o Dadinho ou eu. Eu acho que foram o Dadinho e eu. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=o-aJADbOMGQ Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 473Cafezinho 473 – O paradoxo do Dadinho
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL Assine o Café Brasil em http://mundopodcast.com Dadinho é aquele docinho à base de amendoim, em forma de cubo, embalado um a um num papel metalizado prateado com o nome e estrelinhas vermelhas. Foi lançado em 1954 para comemorar o 4º Centenário da Cidade de São Paulo. O nome do docinho era 4º Centenário, mas o povo botou o apelido de Dadinho, e a empresa que o lançou, a Dizioli, adotou. E a molecada ficava doida. Cara, como eu comi Dadinho na minha infância! Depois que cresci, parei. Fiquei dezenas de anos sem comer o Dadinho. Outro dia recebi de presente um pote cheio de guloseimas. Quem é que tem menos de 66 anos de idade e fala “guloseimas”? Tá bom. Vou mudar. Recebi um pote cheio de acepipes (silêncio)… e dentro dele quem? Dadinhos, cara! Dezenas de Dadinhos! Cara, o Lucianinho imediatamente avançou em cima dos Dadinhos. Que satisfação ver aquela embalagem que é muito parecida com a original! A gente desembrulha igual! O tamanho é igual! A cor… mas aí começou. Peraí. A consistência tá meio estranha. Botei na boca… e descobri que o Dadinho de hoje é uma merda. Não tem nada a ver com aquela delícia de 50 anos atrás! É horrível, uma massa sem gosto, parecia que eu estava comendo uma borracha de apagar na escola. É horrível! Destruíram o Dadinho. Esse é o Paradoxo do Dadinho. É a mesma coisa, modernizada, com processos de fabricação mais eficientes, com controles que nem se sonhava 50 anos atrás, com cuidados supremos com a qualidade dos ingredientes, tudo muito mais sofisticado, com técnicas para fabricação, comercialização e distribuição modernas, tudo que há de mais moderno. E o resultado é uma merda. Paradoxo do Dadinho. Alguma coisa se perdeu no caminho. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=NUgTuBVoXjE Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 234LiderCast 234 - Danilo Cavalcanti
Hoje o convidado é o Danilo Cavalcante, que se diz “Historiador por formação, doador de memórias por vocação.” Danilo tem realizado um trabalho intenso de criação e distribuição de conteúdo com temática liberal/conservadora, usando os recursos de redes sociais, cinema e o dia a dia para discutir os grandes e polêmicos temas e ideias que ocupam nossos dias. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 813Café Brasil 813 - No creo en brujas
Sempre observei as redes sociais em busca de padrões que me fizessem compreender as escolhas que as pessoas fazem. E tem sido fascinante. Uma das perguntas mais insistentes é por que tanta gente acredita em narrativas estúpidas e evidentemente mentirosas. É nessa praia que vamos navegar hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 472Cafezinho 472 – A Entropia
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL Existe um conceito na física chamado Entropia, que diz que todo sistema complexo vai se desgastando com o tempo. E um dia vai acabar. O corpo humano é assim. Um dia vai acabar. Esse celular em sua mão. Sua camisa. O sol. Tudo isso vai se desgastar e um dia, acabar. Dá pra interromper a entropia? Não. Dá para deixá-la mas lenta ou então pra reduzir as consequências dela. Sabe como? Com manutenção. Uma boa manutenção faz com que um avião com 100 anos voe. Um carro com 100 anos ande. No caso do corpo humano, a boa manutenção faz com que tenhamos um envelhecimento mais saudável. Bem, todo mundo sabe das recomendações para o corpo, não é? Controlar o que e quanto come, praticar exercícios, etc. Isso a gente já sabe. Mas como aquele carro antigo, ele não deixa de ser velho só porque você mantém a lataria impecável. Um Simca Chambord ou um Dauphine zerados continuam sendo carros velhos, é só entrar e dirigir. Como é que aplica isso ao ser humano? Ora, são seu comportamento, seus hábitos, seu repertório, que revelarão se você é velho. E isso não tem a ver com a lataria. É muito comum eu ouvir da garotada assim, ó: “Pô, Luciano, meu pai tem a sua idade e não sabe nem onde é o botão pra ligar o celular”. Ou então “Pô, como é que você sabe dessas coisas que tem a ver com os gamers, hein?”… Há uma escolha no caminho! E aqui estamos falando da questão intelectual, da inteligência emocional. Eu escolhi me manter conectado com o mundo. Consumir o alimento intelectual que me deixe antenado para o que está acontecendo. Usar a tecnologia a meu favor, como instrumento para a produtividade. E é isso que falta para muitos que ficaram velhinhos aos 64 anos: uma conexão ativa com o mundo que os cerca. É claro que não dá para acompanhar. Até porque tem drogas que a garotada consome das quais eu quero ficar longe. Me refiro a drogas intelectuais. Na música, na literatura, nas artes, nos processos de gestão, tá cheio de droga que a molecada consome e que eu jamais vou engolir. Mas procuro saber do que se trata. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=_4jfK1MgPWM Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 471Cafezinho 471 - Café Com Leite
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL Quando eu era criança, amava minha coleção dos Disquinhos. Era uma variedade de pequenos discos de vinil coloridos, lançada em 1960, com histórias cheias de músicas, feitos por uma equipe profissional. Tinha contos de fadas, fábulas e versões de estórias da Disney. Eram sensacionais. Os disquinhos coloridos deixavam a criançada maravilhada, pois tinham uma alegria que os discos pretos de seus pais, não tinham. E a narração das histórias, os climas... cara, quantas vezes eu fiquei apavorado ao ouvir o lobo mau. Até hoje essa coleção continua disponível, agora nos Spotifys da vida. Sabe qual era o grande lance desses disquinhos? Era não ter a versão em vídeo. O envolvimento das crianças era completo, pois ouviam as histórias e precisavam construir em suas mentes as imagens descritas. Cada entonação, cada clima criado pelas músicas, cada efeito sonoro... a mente viajava de um jeito que os vídeos não conseguem provocar. Vídeos trazem tudo pronto, não provocam a mesma tempestade mental que os áudios. É por isso que eu amo podcasts, que foram feitos para ouvir, não para ver, pessoas. Agora estamos trabalhando aqui para lançar um novo podcast, chamado Café Com Leite. A ideia é aproveitar a inspiração dos Disquinhos e levar para o público infanto-juvenil, assuntos que estão sendo discutidos na sociedade. Sim, temas que vão muito além do que é hoje produzido pela maioria dos canais de Youtube, que tratam crianças como... crianças. Nós queremos trata-las como cidadãs! E o caminho será abordando assuntos sérios, com a mesma alegria e energia que tinham os Disquinhos, que fizeram a cabeça de gerações. A primeira temporada está pronta, e em breve será lançada. Você que curte o Café Brasil, o LíderCast e este Cafezinho, terá agora o Café Com Leite para mostrar para as crianças e jovens com as quais você se importa. Aliás, essa é a pegada. Estamos fazendo um podcast para pais que se importa. Os que não se importam largam os filhos no colo de um Youtuber. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=KTcXnX7adcw Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 233LiderCast 233 - Flavia Zülzke
A convidada de hoje é Flavia Zülzke, que é Head de Marketing, Branding, Comunicação e crescimento da Cultura Inglesa. Com extensa experiência em Marketing, Flavia está à frente de uma mudança cultural de uma grande e tradicional organização, que precisou se reorganizar rapidamente em função da pandemia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 812Café Brasil 812 - Agroecologia e manipulacao
Eu não sei se você já percebeu, mas estamos sendo manipulados em todos os aspectos de nossas vidas. Por profissionais. Hoje vou explicar como é que isso acontece, usando como exemplo um movimento de contestação à moderna agricultura que vem sendo encorpado nos últimos anos. São influencers, chefs, atores, cantores e diversos tipos de celebridades se manifestando contra o agronegócio, que estaria destruindo o meio ambiente. E nasce um termo interessante: a agroecologia. A forma como esse processo de manipulação é feito, explica como é que a nossa vida está sendo totalmente conduzida por alguém.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 470Cafezinho 470 – Sou um automóvel.
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL Sabe como é que eu fui percebendo a idade chegando? Um dia, a chave do carro caiu da minha mão. E caiu sem explicação, simplesmente caiu da minha mão. Olhei meio sem entender… e percebi então que era um primeiro sinal de que algo estava mudando. Aí vem zumbido no ouvido, mudanças no sistema digestivo, na qualidade do sono, dores por todos os lados, redução da capacidade auditiva, da visão. Aparece uma catarata, uma hérnia de disco… e a gente vai aos poucos percebendo que somos como o automóvel. Com o tempo vão aparecendo defeitinhos que se acumulam. A gente leva no mecânico, no funileiro, leva pra lavar, troca algumas peças, mas não tem jeito. O carro vai ficando velho. Fica velho no design, fica velho nos materiais. Fica até charmoso, quem é que não se sente atraído por um carro velho perfeitamente preservado, hein? Pô, é claro que eu sonho em ter um Maverick zerinho. Ou então um Puminha! E aí você entra num deles e dirige. E percebe que o conceito de envelhecer não se aplica só à lataria ou ao desgaste das peças. como eu já disse, o design envelhece. O prazer de dirigir também. Você percebe que o carro velho é barulhento, é desconfortável, tem a direção dura, demora pra frear… não porque está velho, mas porque sempre foi assim. E você só repara a diferença porque agora dirige carros mais seguros, mais confortáveis, mais evoluídos. É aí que os velhinhos ficam para trás. São bons de ver, bons de ter em casa, item de colecionador, é um prazer as lembranças que eles nos trazem, mas se tiver de usar todo dia, cara… é um problema. Pronto. Lá vem o pentelho me dizer “ah, eu adoro meu carro velho”. Claro que sim, tem gente que quer mesmo a vibração do carro antigo. Pergunte para um Harleyro raiz se ele prefere as Harley Davidson novas, suaves, ou as antigas que vibravam? Pois é. Um poeta um dia disse que algumas pessoas que amam o passado, não veem que o novo sempre vem. Isca: O novo sempre vem. Esta reflexão continua no vídeo: https://youtu.be/iGBMnt6jIeQ Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 469Cafezinho 469 – O idoso
Este ano completarei 66 anos de vida. Quando eu era um garoto de 15 anos, lá em 1971 um sujeito com 66 era…velho, cara. Quando nasci, em 1956, a expectativa média de vida do brasileiro era por volta de 45 anos. Quarenta e cinco anos! Hoje é 77, 78 anos! Ganhamos mais 32 anos de vida nesses meus 66 anos… É quase outra vida. Imagine aí uma linha do tempo, que começa quando você nasce e termina quando você morre, com 60 anos lá nos anos 1960. Agora coloque mais 40 anos nessa linha, levando-a até os 100 anos. O que aconteceu com a linha de tempo? A gente tem a tendência de imaginar que ela cresceu, pois 40 anos foram acrescentados a ela, não é? Pois é… mas esse crescimento não foi pela agregação de mais um bloco com 40 anos. Na verdade aquela linha foi esticada até os 100 anos. E com isso, tudo foi esticado. A infância foi esticada, a juventude, a maturidade, a velhice… foi tudo foi esticado. Algum tempo atrás circulou uma fake news dando conta que a OMS mudou o conceito de faixas etárias. Ela estaria adotando o menor de Idade até os 17 anos, jovem de 18 a 65 anos, meia idade de 66 a 79, idoso de 80 a 99 anos e idoso de longa vida aos maiores de 100 anos. Pô, fiquei feliz! Continuo jovem. E isso confirmava que aquela imagem da linha esticada está certa. Mas aquela notícia era fake news. Era mentira. Não existe nada dessa nova classificação. O que vale é jovens, até 19 anos. Adultos entre 20 e 59 anos e idosos acima de 60. Para consolo, chamam os idosos de melhor idade… Bem, então eu sou idoso mesmo. E isso ficou claro com a pandemia. Eu fui colocado numa faixa de risco… Pois é. Mas isso tudo se aplica ao corpo. É ele que está ficando velho. A cabeça, não! Isca: Não seja um adolescente de 30 anos. Esta reflexão continua no vídeo: https://youtu.be/LE0fLg5XG9E Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 232LiderCast 232 - Giovanna Mel
Hoje a convidada é Giovanna Mel, comunicadora e jornalista que tem se dedicado ao ensino da oratória. A conversa vai de comunicação à política, passando pela visão conservadora e muito mais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 811Cafe Brasil 811 - O Quinto Elemento
Link para O Quinto Elemento no YT: https://www.youtube.com/channel/UC1_UK9KENF9VMFSaM68Bzhw O pessoal da Panela Produtora criou um programa para seu canal do Youtube, chamado O Quinto Elemento. São quatro elementos fixos e um quinto... Para inaugurar me convidaram, cara. Foi um papo muito legal, nutritivo, bem-humorado e repleto de ideias. E hoje vamos reproduzir o áudio daquele programa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 468Cafezinho 468 – O velhinho
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL Platão escreveu muitas coisas interessantes sobre Sócrates, mas um relato em especial sempre me chamou a atenção. Trata de Sócrates refletindo sobre seu amigo desde a juventude, Querofonte, que um dia foi ao Oráculo de Delfos para perguntar se havia alguém mais sábio que ele, Sócrates. A pitonisa respondeu que não existia ninguém. Sócrates então começa a perguntar a si mesmo: “Tendo em vista que eu não me considero sábio, o que quer dizer o deus ao afirmar que sou o mais sábio dos homens? Com certeza não mente, pois ele não pode mentir”. Sócrates começa a investigar e conta que no processo, criou inimigos de toda espécie, além de suscitar calúnias contra si. E concluiu que era chamado de sábio pois os que o ouviam consideravam que ele possuía de fato a sabedoria que mostrava faltar nos outros. E Platão conclui: “O deus é sábio. Ele não fala de Sócrates, mas apenas o usa para exemplificar, como se dissesse que o mais sábio entre os homens é aquele que, como Sócrates, sabe que tudo aquilo que sabe, não tem nenhum valor”… Não é sensacional, cara? Só sei que nada sei. E esse é o verdadeiro aprendizado de ficar velho, cara. Ou deveria ser… Desde que amadureci, lá depois dos 40 anos, me acostumei com as pessoas se espantando quando que dizia minha idade. Sempre me deram menos. Agora com os cabelos e barba embranquecendo, com as rugas marcando mais, a idade física começa a se aproximar da cronológica. Mas as pessoas ainda se espantam, porque eu não me visto como um velhinho de 64 anos, eu não falo como um, não me comporto como um. Mas afinal, como é um velhinho de 64 anos, hein? Esta reflexão continua no vídeo: https://youtu.be/g6wb6JpPJ80 Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 467Cafezinho 467 – Chega de palminhas
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL Você já deve ter reparado que meu canal no Youtube, principal via de distribuição deste cafezinho, tem poucos views e engajamento, não é? Um vídeo de sucesso tem 500 visualizações, um número ridículo. Há quem garanta que é por conta do meu posicionamento político, mas esse argumento não se sustenta. Meu posicionamento é soft. Você não encontrará nenhum post meu defendendo Jair Bolsonaro. Encontrará centenas EXPLICANDO. Defendendo ou dizendo que ele é mito, esqueça. No máximo eu explico, mas por não atacar, sou chamado de "bolsonarista", seja lá o que isso quer dizer. Se eu incomodo pessoas pelo meu posicionamento, digamos que nenhum esquerdista e nenhum "centrista" queira interagir comigo, ainda restarão 10, 20 milhões de pessoas dentro da internet que são simpáticas a mim. Isso dá um Chile. Dois Portugal. Seis Uruguais. É gente demais para zero de interartividade. Gente muito mais radical, explícita e agressiva do que eu no posicionamento político tem altíssimo engajamento, justamente por ter a seu favor quem concorda com suas posições. No meu caso, tenho centenas de comentários com parabéns, adorando o conteúdo, a qualidade, a minha importância na vida das pessoas. Mas não rola um compartilhamento, um like. Nada. É impressionante. Por isso concluo que meu conteúdo atrai uma audiência fria para redes sociais, não acostumada a sentar o dedo no "compartilhar", que consome meu conteúdo e acha que para por aí. Não cumpre com sua parte de polinizador, compartilhando os conteúdos pelas próprias redes onde o consome. Pode até mandar para um primo, para um amigo, mas é varejinho. No atacado, meu público não engaja. No Twitter é igual. Se 2% (dois por cento, não 20) dos 15 mil seguidores do Twitter dessem um like ou compartilhassem meus conteúdos, mudaria minha vida. Mesmo com 98% ignorando os posts. O processo de comunicação pelas redes sociais não é o de um indívíduo falando para outro. É de uma rede que se autoalimenta, onde o emissor e o receptor agem em conjunto. É isso que o tipo de audiência que eu atraio, parece que ainda não entendeu. O ato de compartilhar é um ato de generosidade. Não é um favor que você faz para quem originou o post, mas para as outras pessoas que vão acessá-lo. E isso implica numa tremenda responsabilidade. Ao compartilhar, você está dizendo para a pessoa: "gaste seu tempo precioso de vida vendo isto que estou enviando para você". Sacou? Não bata palminhas para os conteúdos que você curte. Compartilhe. Isca: Não se limite as tapinhas nas costas. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=9kfytU7T8xc Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 231LiderCast 231 - Geovana Conti
Hoje a convidada é Geovana Conti, que é Sócia Fundadora da Youngers, uma Startup Social com foco no desenvolvimento das comunidades locais. Geovana coordenou o desenvolvimento de um modelo de educação Empreendedora para atender empresas em busca de programas de desenvolvimento das comunidades locais em seu entorno. Mais uma história de inciativa individual que muda vidas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 819Café Brasil 810 - Simpatia pelo Diabo revisitado
Em 2013 fiz um programa chamado DIAS SOMBRIOS, no qual eu falava dos conflitos crescentes no Brasil, da incapacidade das pessoas aceitar quem pensa diferente, do uso do rótulo “fascista” como se fosse “bobo” ou “tonto”. Aquele programa inspirou um outro em 2014, Simpatia pelo Diabo, que vou revisitar hoje. Olha: já se vão oito anos... De lá para cá, saímos do bate boca para o cancelamento. Das sombras para as trevas, num crescendo de intolerância que continua dividindo o Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 466Cafezinho 466 – O banco traseiro
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL No começo dos anos 1960, em Bauru, meu pai comprou seu primeiro carro, um Lincoln Humpmobile 1941. Era o carrão da família, comprado de segunda, terceira ou quarta mão. Eu tinha cerca de sete anos de idade e aquele automóvel imenso tinha um grande banco traseiro onde eu me esbaldava junto com meus irmãos mais novos. Aquele banco era o universo das nossas aventuras. O carro, que já tinha mais de 20 anos, vira e mexe parava na rua com algum defeito. Ninguém ligava para a seguradora mandar o guincho… Foi então que meu pai começou a ter problemas com dores nas costas. Um dia ele foi ao médico e, após os exames de praxe, ouviu a pergunta fundamental: -Que carro o senhor tem? E o médico descobriu que meu pai empurrava o Lincoln pesadíssimo. Receitou então: -Troque de carro que as dores passam. Pois bem, quarenta anos depois visitei um fantástico museu do automóvel – que infelizmente não existe mais – em Canoas, no Rio Grande do Sul. Andando pelo corredor, dei de cara com o quê? Com um Lincoln igualzinho ao do meu pai! Imediatamente pedi: “Ô, posso sentar no banco de trás”? Com o coração disparado abri a porta traseira… E tomei um susto! Aquele banco imenso para aquele garoto de sete anos agora era um tímido banquinho para o senhor de quase cinquenta. Foi uma imensa decepção. É impressionante como o tempo diminui o tamanho das coisas… Eu não me preparara para o fato de em quarenta anos ter crescido na altura e na largura, mudado o ângulo de visão e começado a ver o mundo sob outra perspectiva. Hoje, dezenas de automóveis depois, 80 quilos a mais e sem a liberdade de imaginação da criança, é impossível reviver as mesmas sensações, escolhas e impactos que senti. E se é assim com uma experiência pessoal que vivi intensamente, imagine como é com os fatos que não vivi e que se perdem na história, 50 ou 60 anos atrás… Por isso não me conformo com a quantidade de gente que pauta o debate político com fatos que aconteceram antes delas terem nascido. Como se o Brasil fosse o mesmo daquele banco traseiro antigo. A fila anda. O tempo passa. A gente muda. O mundo é outro! Vira o disco, meu! Saí do velho automóvel e continuei a caminhar até encontrar o carro que meu pai comprou para substituir o Lincoln Continental: um Renault Gordini. Nunca mais ele teve dores nas costas. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=abIn82Zgdes Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 465Cafezinho 465 - Frankenstein
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL Em 2018, Elon Musk tuitou uma frase da escritora Mary Shelley em seu romance Frankenstein, que deixou as pessoas curiosas: “Você é meu criador, mas eu sou seu mestre”. Essa é a eterna ameaça, que nos assombra desde o começo dos tempos: o monstro incontrolável criado por nós e que pode nos devorar. Já foi a bomba, uma arma genética, as redes sociais... Todas questões que envolvem tecnologia. Olha, é possível se proteger do Frankenstein. De uma bomba. De uma arma genética. Da rede social. Mas há uma ameaça da qual não se pode escapar: uma ideia. Não há vacina ou lockdown que dê jeito... O nazismo, por exemplo, é uma ideia, que pregava a superioridade racial e cultural dos povos “nórdicos” (germânicos) sobre todos os outros europeus e todas as outras raças. Aquela ideia materializou-se em algumas das maiores atrocidades da história da humanidade. Ideias são como um vírus: vêm de um lugar qualquer, silenciosamente, vão infectando sem que gente perceba e podem se transformar numa doença, epidemia e pandemia. O poeta alemão Heinrich Heine escreveu em 1834 que “Conceitos filosóficos nutridos na quietude do estudo de um professor, podem destruir uma civilização”. Heine se referia à Revolução Francesa. nem sonhava com a tragédia nazista que explodiria 100 anos depois. Muito menos com o palco global que a internet ofereceria a ideias extremas, quase 200 anos depois. “Você é meu criador, mas eu sou o seu mestre”. É sintomático que essa frase tenha sido tuitada por Elon Musk, o bilionário criador de soluções tecnológicas que estão mudando a humanidade. Ele sabe que são as ideias que mudam o mundo. Para o bem e para o mal. Por isso são perigosas. No Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=pTyhIR2UZKU Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 230LiderCast 230 - Paulo Moura
Hoje a conversa é com Paulo Moura, Estrategista Político e Especialista em Marketing Político, Estratégia & Comunicação. Paulo é um dos mais argutos comentaristas políticos em atividade no Brasil, com seu canal o Youtube, o Dextra. Um papo fascinante sobre posicionamento político, economia e o futuro do Brasil. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 809Cafe Brasil 809 - Ser Woke
Então... você já percebeu quanta gente empenhada em fazer do mundo um lugar melhor? Gente interessada em justiça social, com um coração imenso e uma alma pura, discurso de tolerância e de acolhimento numa mão e um cassetete na outra? Destruindo reputações, carreiras e negócios? Pregando o chamado ódio do bem? Ih cara... você um deles? Então fique ligado neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 464Cafezinho 464 – Isto é um microfone
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL Isto é um microfone. Na esfera das ferramentas, é um aparelho que codifica minha voz em sinais e permite que ela chegue até você. Na esfera social, é um palanque do alto do qual eu consigo falar para milhares de pessoas. Isto é um microfone. Quando me sento diante dele, tenho de praticar as duas éticas que Max Weber tão bem definiu. Primeiro a ética da convicção do homem comum, de atuar segundo o conjunto de valores e crenças que consolidamos ao longo da vida. Longe do microfone, sou o Luciano indivíduo, dou minhas opiniões e assumo a responsabilidade sobre elas. Ninguém tem nada a ver com isso. Isto é um microfone. Diante dele, preciso adotar a outra ética, a da responsabilidade do homem público. Preciso pensar também no resultado das minhas ações para a empresa que eu represento, para a comunidade que atinjo. Isto é um microfone. Não posso me sentar aqui e conversar com você como eu faria numa mesa de bar. Existem milhares de pessoas me ouvindo, muitas terão percepções completamente distintas sobre o que eu disser. E se eu não tiver um repertório rico que me permita definir minhas ideias claramente em palavras, o problema aumenta ainda mais. Piora se eu não souber me comunicar de forma clara. E se eu estiver bêbado ou tiver consumido substâncias que alteram os sentidos, o desastre é certo. Isto é um microfone. Não é para qualquer um, de qualquer jeito, a qualquer hora. Do outro lado dele está você, que me dedica alguns minutos preciosos de sua vida. Minutos que, uma vez gastos, não voltarão mais. Reparou que eu não falei em minutos de tempo, mas minutos de vida? Vida! Eu não tenho o direito de desperdiçar sua vida com bobajadas. Então só vou me sentar diante deste microfone, se eu tiver certeza que vou honrar seus minutos de vida. Você tem de sair deste contato comigo, melhor do que entrou, não igual. Muito menos, pior. Isto é um microfone. Estar diante dele é um privilégio. Através dele eu vibro em conjunto com outro ser humano. Para mim, isso é sagrado. No Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=TWibIJEkvS8 Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 463Cafezinho 463 – Preto ou branco
Hoje em dia, todo mundo que contradiz um determinado lado ou campo ideológico, se torna um “ista” ou “óbico”. E isso é um reducionismo para permitir desculpas como: “Estamos fazendo isso por causa dos fascistas/machistas/ nazistas/comunistas/.” Estamos censurando para proteger você das ideias ruins… O problema é que quando você rotula as pessoas automaticamente, começa a cancelar todos os que estão nas áreas cinzentas. Ao rotular, você classifica tudo em preto ou branco. Ou você é a favor ou é contra. Não existe espaço para dúvidas legítimas. Se você é contra o desarmamento, é a favor das pessoas se matando em brigas de trânsito. Se você manifesta dúvidas sobre mudanças climáticas provocadas pelo homem, é porque é a favor da poluição e do desmatamento. Não vou dar mais exemplos aqui porque a queda de disjuntores pode ser irreversível… Mas eu quero que você perceba: as pessoas são empurradas para os extremos. Todos os extremos. A intolerância não tem lado político. Existe entre os humanos de todas as convicções. Racionalistas são intolerantes com pessoas com ideias “alternativas”. Fanáticos religiosos são intolerantes a qualquer um que não seja de sua convicção religiosa. As pessoas à direita e à esquerda são intolerantes umas com as outras. Conservadores e progressistas são intolerantes uns com os outros. Ao atribuir intolerância apenas para um lado, você automaticamente encerra o debate, tornando-se o indivíduo para quem nenhuma discussão é possível porque seus oponentes são perigosíssimos “istas”. Calar suas bocas, portanto, é imprescindível, não importa que para isso tenham de exagerar nas acusações fazer um linchamento público ou então fazer interpretações elásticas da lei. Tudo bem, se me convém. No Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=gjpgUx9nUDU Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Acesse http://mundocafebrasil.com See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 220LiderCast 229 - Leonardo Matos Bosta em Lata
Leonardo é um empreendedor raíz brasileiro, que lançou um produto com uma marca improvável: Bosta em Lata. E o transformou em sucesso!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 808Café Brasil 808 - Sobre caráter - Revisitado
Olha, eu não sei você, mas eu nunca vi tantos canalhas pintando e bordando à luz do sol. Essa gente agia escondida, mas parece que perdeu o medo e agora espalha o ódio, a enganação, a mentira, por todos os lados. Tá faltando gente com caráter... O programa de hoje é uma revisita a um episódio de muito tempo atrás. O assunto é importante demais para ficar perdido num arquivo. Vamos tratar de uma espécie que está ameaçada de extinção: o homem de caráter. Lembra quando existiam muitos por aí? Pois sabe que eu acho que eles ainda são a maioria, mas não dão audiência? É nessa praia que vamos navegar hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 462Cafezinho 462 – The walking deads
No podcast Café Brasil 807 – O demolidor, comentei que o Brasil do futebol, mulata e cerveja, tornou-se o país do ódio, do ataque e da desconfiança. Bem, quem acompanha meu trabalho sabe que nos livros que publiquei desde 2004, eu vinha cantando a bola sobre a lenta construção de um clima de hostilidade e intolerância, que ia acabar mal.Num solo adubado com o ódio, o que brota são provocações, ameaças, bullying, humilhações, sarcasmo, isolamento, cancelamento, agressões morais e até mesmo físicas. Daí surgem hordas de walking deads do ódio, cuja mente foi dominada por crenças e pela polarização plantada ao longo dos anos.Olha só a colheita, especialmente aqui, nas redes sociais.Neste solo adubado com ódio, o que não brota é o confronto produtivo de ideias. Só brota treta. Destruição e mais ódio.Onde é que vamos chegar com isso?Imagine como seria a vida de Machado de Assis, Monteiro Lobato, Guimarães Rosa, Jorge Amado, Clarice Lispector e Cecília Meirelles num ambiente tóxico como o de hoje? Pense em Villa Lobos, Cartola, Ary, Aldir, Tom, Vinicius, Caetano, Gil, Chico... Pense em Dercy, Costinha, Chico Anysio, Trapalhões... Pense em Di Cavalcanti, Portinari, Tarsila, Volpi...Todos sem paz para desenvolver suas ideias, com um exército de odiadores espalhando ofensas em suas redes sociais?E não adianta dizer que muitos deles não estariam nem aí para a crítica. Ninguém, repito, ninguém escapa do exército de walking deads que espalha o ódio nas redes sociais. Ninguém.Mas sabe o que é curioso? O exército do ódio é uma minoria, que só se impõe porque tem a cara de pau dos canalhas. Exibe sua mediocridade sem cerimônia. Enquanto você pensa duas vezes antes de dar uma resposta que possa parecer dura ou mal educada, ele já xingou, humilhou, mentiu e manipulou.Talvez tenha chegado a hora do basta. E partir para cima de horda do ódio, com a mesma virulência que ela utiliza.O problema é acabar ficando igual a eles. No Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=s-QtRIeZoKc Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Acesse http://mundocafebrasil.com See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 461Cafezinho 461 - Ouça os neg@cionistas
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL Michael Shermer é autor de um livro muito interessante chamado “Negando a História: quem diz que o Holocausto não aconteceu e porque eles dizem isso.” Para escrever o livro, Michael se encontrou com diversos negacionistas do Holocausto, tentando entender como funcionam suas mentes. Aliás, esse termo “negacionista”, que define uma pessoa que diz que algo não aconteceu ou que uma situação não existe, especialmente algo que a maioria das pessoas concorda que aconteceu ou existe, ganhou popularidade exatamente com os que negam o Holocausto. Mas serve para os que negam que o homem chegou à lua, que a terra é redonda, que a terra tem milhões de anos de idade, etc. E durante a pandemia, o termo “negacionista” virou rótulo aplicado por muitos ignorantes a quem faz perguntas incômodas. Voltando ao Michael Shermer, ele é um cético profissional. Mas não é o cético bobo, que duvida por crença ou fé. Ele duvida por ciência, aplicando o método científico para contestar e até desmascarar afirmações falsas. Michael quer neutralizar seu próprio viés, seus preconceitos e sua ignorância. Como um cético profissional, Michael é um grande defensor da liberdade de expressão. Ele precisa que os absurdos sejam expressos para poder contrapor-se a eles. E esclarece: não é preciso dar palanque para os negacionistas, especialmente os que defendem absurdos. É preferível ignorá-los e desmascará-los. Eu acrescento: é preciso gozar da cara deles. Mas quando banimos, cancelamos e censuramos os negacionistas, ajudamos a transformá-los em vítimas, naquelas minorias que serão fortalecidas ao se apresentarem como oprimidas pelas elites. O ponto que Shermer defende é fundamental: precisamos da liberdade dos negacionistas para garantir a nossa própria liberdade. O que ele defende é a liberdade quase irrestrita de expressão. Por que “quase”? Porque o discurso de ódio dirigido a grupos específicos, precisa ser contido. O princípio está certíssimo. O problema, como sempre, é a execução. Quem define o que é discurso de ódio? Isca: O problema é a execução. No Youtube: https://youtu.be/qjTbPUHRt9o Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 228LiderCast 228 - Bruna Torlay
Hoje a convidada é Bruna Torlay, professora de filosofia, diretora de conteúdo da Revista Esmeril e comentarista da rádio Jovem Pan. Uma conversa sobre cultura, política e sociedade que deve deixar uns aí nervosos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 807Café Brasil 807 - O Demolidor
Link para a promoção NuvemShop: https://www.nuvemshop.com.br/partners/cafe-brasil?utm_source=podcast&utm_medium=affiliates&utm_campaign=cafe_brasil "O que você realmente faz para não ser um idiota, nem ser feito de idiota, hein? Bom, talvez esta seja um pouquinho mais difícil. Talvez você precise de um momento de reflexão e autoanálise.” O programa de hoje é dedicado aos que se consideraram idiotas e buscaram um jeito de sair dessa condição. Este Café Brasil é uma homenagem a um demolidor de idiotas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 460Cafezinho 460 – De volta para o passado
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL Vou começar com uma frase: “O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas públicas devem ser reduzidas. A arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez de viver por conta do governo.” Sabe quem disse isso? Marcus Tulius Cícero em Roma, 55 anos antes de Cristo… Quanto mais leio, mais me convenço de que todos os problemas do mundo já foram apontados, discutidos e tiveram propostas para solução registradas há milênios. O passado ensina. Ensina, por exemplo, que os temas que nos deixam indignados hoje são tão antigos quanto a humanidade. Que a questão da ética tem a ver com a natureza humana e não com o Brasil do novo milênio. Que gente mal intencionada, mal preparada, mal educada, sempre existiu. A pergunta fundamental, portanto, deveria ser: “Agora que já conhecemos as experiências passadas, quando é que começaremos a lidar com as expectativas futuras?” Gerenciar o passado é impossível. Mas atuar no presente para criar o futuro, não. Quando é que vamos tratar das questões que estão por vir? Focar naquilo que esperamos que aconteça e evoluir dos instrumentos e processos que focam o passado para os que determinam o futuro? Experiências passadas x expectativas futuras. Como Marcus Tulius Cícero, muito mais gente deus as pistas. Mas parece que não ouvimos e, sistematicamente, retornamos ao passado. De novo: que triste sina. Em vez de aprender com o passado, teimamos em viver nele. Ou dele. No Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=vhQ24sfYij0 Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 459Cafezinho 459 - Velhos problemas
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL O economista italiano Amilcare Puviani publicou seu livro "Teoria da IlusãoFiscal", onde explica que os governos criam estratégias para arrecadar impostos sem que a gente perceba. E ele faz uma lista: - Embutir os impostos indiretos nos preços das mercadorias. ICMS, IPI, PIS, Cofins, etc; - Inflação. Você investe em títulos públicos e recebe como rendimento o ganho real mais a reposição da perda da inflação. O governo cobra imposto sobre o total do rendimento, inclusive da reposição da inflação. Quanto maior a inflação, maior o imposto arrecadado; - Empréstimos compulsórios para contextos de calamidades ou com caráter de urgência. Collor limpou a conta corrente dos brasileiros assim; - Impostos sobre bens supérfluos e de luxo, que os mais ricos assimilam sem problemas; - Impostos "temporários" emergenciais, que continuam existindo depois de desaparecida a emergência. Lembra da CPMF?; - Exploração de conflitos sociais, cobrando impostos mais altos sobre grupos impopulares, como os mais ricos; - A ameaça de colapso social caso os impostos sejam reduzidos. Lembra do Lula ameaçando que a saúde brasileira ia quebrar se a CPMF não continuasse?; - Dividir o total da carga tributária em pequenas parcelas mensais; - Impostos cuja incidência exata não pode ser prevista, mantendo o contribuinte sem saber quanto está pagando; - Legislação e linguagem complexas demais para que o contribuinte compreenda; - Generalizar em categorias os gastos, tais como "saúde", "educação" "cidadania", para dificultar o acesso aos componentes individuais do orçamento. O livro de Amilcare Puviani foi publicado em 1903. Não existem soluções novas. O que existe é ignorância velha. No Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=al9aM6Ez02M Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 227LiderCast 227 - Luzia Costa
Luzia Costa, que criou a franquia Sóbrancelhas. Uma hstória fascinante de empreendedorismo raiz, daquele que sai do zero, ou de abaixo de zero, para conquistar o Brasil. E agora o mundo. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 806Cafe Brasil 806 - Não recuse imitações - Revisitado
Então... semana passada recebi uma daquelas notícias que tira a gente do centro, sabe? Quando um amigo se vai? Aquela notícia que faz a gente parar o que está fazendo para lembrar de momentos com saudades, para lamentar tudo que poderia ter sido feito com ele... mas não deu tempo. O programa de hoje recupera um Café Brasil de 2011. É minha homenagem ao Alaor.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 458Cafezinho 458 - Pedrinha no lago
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL César Zama, um médico, político e escritor brasileiro de quem você nunca ouviu falar, durante a elaboração da primeira constituição republicana em 1890, defendeu o voto universal. Ele queria que as mulheres pudessem participar da política. Ouviu um monte de gente dizendo que nada ia mudar, mas se manteve na luta. Aos poucos, outros abnegados foram aderindo e um dia, em 1933, 23 anos depois da sua morte, as mulheres ganharam o direito de votar. Tudo começou lá atrás, com a ação individual de um não cético que lançou uma pedrinha no lago: ploc! Cada um de nós cria, geralmente sem ter consciência, círculos concêntricos de influência que podem afetar outras pessoas por anos ou até gerações. Nosso impacto e influência sobre uma pessoa pode ser passado para outras, da mesma forma que as ondas formadas por uma pedra atirada num lago vão crescendo, crescendo, perdendo a força até desaparecer. São os mais ativos que convencem os menos ativos, quase sempre num trabalho de formiguinha, jogando pedrinha após pedrinha no lago. Ploc! Ploc! Ploc! Você que está de saco cheio com as pessoas que pregam a não ação ou se dedicam a não deixar fazer, filtre seu círculo de relacionamento. Procure gente que valoriza o pensamento, que puxa para cima, que foca no que realmente importa. E vá jogando muitas pedrinhas no lago. Desistir só é opção para os fracos. Os fortes são mais chatos, insistem, escolhem o menos ruim agora para escolher outro menos ruim depois, e outro menos ruim em seguida, num processo de depuração que um dia chegará ao bom. E jamais param de jogar pedrinhas no lago. Ploc! Pronto. Joguei mais uma. No Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=0oWoAB9H7Ds Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 457Cafezinho 457 – Eu não sabia
CONHEÇA A VEROO CAFÉS: http://veroo.cafe/cafebrasil Ouvintes do Café Brasil têm 15% de desconto nos primeiros 3 meses de assinatura. Basta acessar o link e aplicar o cupom CAFEBRASIL O jornalista, crítico da mídia e filósofo amador norte-americano Walter Lippmann uma vez escreveu assim: “Não pode haver liberdade para uma sociedade que não dispõe de meios para detectar mentiras.” E parece que essa função – detectar mentiras, tornou-se fundamental para quem quer sobreviver neste mundo cada vez mais alucinado. Bem, eu tenho fixado meu trabalho no desenvolvimento da capacidade de julgamento e tomada de decisão das pessoas. É assim há trinta anos, e nunca me deixei seduzir pelas rotulagens mercadológicas que me ajudariam a vender milhões em cursos, se eu dissesse que estaria ajudando você a conhecer os cinco passos para o sucesso. Não. Eu ajudo você a desenvolver sua capacidade de julgamento e tomada de decisão. E parte fundamental disso é contar como é que as coisas acontecem. Por isso, esta semana, lancei a terceira parte de uma trilogia fundamental para quem quer sobreviver na sociedade da informação. Em 2020, a primeira parte foi o podcast O Poder do Mau, mau com u mesmo, no qual trato de como as más notícias têm um impacto muito maior sobre nossas vidas, do que as boas notícias. Aquele episódio do Café Brasil, o 722, tem cerca de três horas e é uma porrada. Mostra como os profissionais trabalham para manter você em estado de pânico constante. E o que é que eles ganham com isso. Semana passada lancei o Café Brasil 804 – Psicose de formação em massa, que explica que durante uma psicose em massa, a loucura se torna a norma na sociedade e as crenças ilusórias se espalham como uma epidemia. E esta semana lancei o Café Brasil 805 – O Estupro da Mente, no qual faço um sumário de um livro que explica como os regimes totalitários praticam uma lavagem cerebral nas pessoas, tirando delas a capacidade de exercer suas escolhas individuais. Transformando-as em massa de manobra. Juntos, esses três programas têm cerca de cinco horas de duração. Cinco horas! Um esforço hercúleo, que tem como objetivo dizer a você como é que as coisas acontecem. Se eu fosse você, corria ouvir. Depois não dá pra dizer “ah, eu não sabia”. Os links estão na descrição deste Cafezinho: https://portalcafebrasil.com.br/podcasts/cafe-brasil-722-o-poder-do-mau/ https://portalcafebrasil.com.br/podcasts/cafe-brasil-804-psicose-de-formacao-em-massa/ https://portalcafebrasil.com.br/podcasts/cafe-brasil-805-o-estupro-da-mente/ No Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=k0_86NZ_VjE Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.