
Canal Café Brasil
2,438 episodes — Page 17 of 49

Ep 520Cafezinho 520 – Dois Meio Brasis
Por conta do contexto atual, vou repetir o texto do Cafezinho 104, que eu publiquei em setembro de 2018. Em 2013 o jornalista argentino Jorge Lanata falou de uma certa greta, o fosso, em espanhol, la grieta, que dividia os argentinos. Traduzi o discurso de Lanata, substituindo “Argentina”, por “Brasil”. Veja o que você acha: “Creio que existe uma divisão irreconciliável no Brasil, e a essa divisão chamo de ‘A Greta’. Eu realmente creio que a greta é o pior que se passa conosco. E acredito que vá transcender o atual governo que, se em algum momento se for, será sucedido por outros que também passarão. Mas a greta permanecerá, porque a greta não é política, é cultural, e no sentido mais amplo, tem a ver com a forma como vemos o mundo. A greta separou amigos, irmãos, casais, companheiros de trabalho. Antes havia mais gente que eu saudava por aqui, agora há menos. Provocaram uma greta, uma divisão, com essa história de que quem está contra é um traidor da pátria. É possível sim, estar contra e não ser um traidor da pátria. Creio realmente que todos somos a pátria, creio que todos somos o país, creio que ninguém tem o ‘copyright’ da pátria. ‘Brasil’ não é uma marca registrada de ninguém, de nenhum partido, de nenhum movimento, de nenhum governo, seja qual for. A verdade tampouco, ninguém tem o ‘copyright’ da verdade. Oxalá algum dia possamos superar essa greta, pois dois meios Brasis não somam um Brasil inteiro.” Dois meio Brasis não somam um Brasil inteiro. Por anos, uma certa elite se esmerou em semear o ódio e o conflito entre os brasileiros. E obteve sucesso. A greta existe, mas o Brasil está longe de ser um país dividido. Divididos estão pequenos grupos organizados e barulhentos, em luta pelo poder. E que influenciam a maioria silenciosa a imaginar que o país está dividido. Pense nisso. Dois meio Brasis jamais somarão um Brasil inteiro. Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=K54lyYLYqsk Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 519Cafezinho 519 – A república do ódio
Link para Chico e Milton: https://www.youtube.com/watch?v=lkRe-6evscY Toda semana eu mando uma Isca Intelectual por e-mail para quem se inscreve gratuitamente no mundocafebrasil.com. Esta semana foi a Isca 100, e eu quis fazer algo especial. Mandei uma assim: O ano é 1987, no Teatro Fênix no Rio de Janeiro, durante a gravação de um programa da Rede Globo chamado Chico e Caetano. Foram nove programas semanais, descontraídos, como uma festa conduzida por dois amigos, que apresentavam alguns dos mais importantes músicos da história da MPB. No dia 14 de março, o convidado era Milton Nascimento, para cantar junto com Chico Buarque a canção “O que Será (à flor da pele)”, do álbum Meus Caros Amigos que Chico lançara em 1976. Milton estava no auge da voz, e dá início à canção com uma espécie de vocalise que é, até hoje, um dos grandes momentos da Música Popular Brasileira. A expressão de Chico olhando para Milton dá ideia da enormidade do que ele percebeu naquele momento. Veja: Chico é famoso pela voz pequena e tímida, e tinha ao lado a potência e afinação de Milton Nascimento, provocando uma mistura que é irresistível e que, não raro, nos leva às lágrimas. Talento, por si só não explica isso. Estou sendo superlativo? Sim. Do tamanho do talento desses dois gênios, que estão em final de carreira e não têm reposição. E isso torna esse vídeo ainda mais importante. A Isca? Vai com uma frase da jornalista Tanya Dua: Acredito firmemente que a paixão supera o talento. A filosofia disso é que o talento é uma mercadoria, e há muitas pessoas talentosas no mundo. Mas é a paixão que o impulsiona para a frente. Mas você não faz ideia do que aconteceu com minha Isca... Vou contar na continuação deste vídeo. Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=_uc8LBZzfoU Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 239LiderCast 239 - Rafael Robba
O convidado de hoje é o advogado Rafael Robba, especialista na área de Direito à Saúde e áreas relacionadas, como seguro de vida, previdenciário e inventário. Vamos conversar sobre o funcionamento do setor e sobre ações que envolvem planos de saúde na defesa dos direitos dos consumidores, sejam pessoas físicas ou jurídicas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 836Café Brasil 836 - Escola sem partido
No começo dos anos 2000 um pai preocupado resolveu fazer alguma coisa para combater a doutrinação ideológica que seus filhos vinham sofrendo nas escolas em Brasília. E ali nasceu um movimento que terminou até como pauta das eleições presidenciais de 2018. E um dia, o movimrento puf! Acabou. Acabou? É essa história que contamos aqui hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 14Café Com Leite 14 – Ainda nossos Super-Heróis
A gente vem falando de valores, princípios e moralidade nos episódios anteriores, e acabamos tratando dos Super-Heróis! Essas histórias de heróis e vilões com poderes fantásticos parecem muito distantes de nossas vidas, não é? Mas se olharmos com cuidado, por trás das capas e das tramas diabólicas para conquistar o mundo, podemos ver a nós mesmos refletidos nesses personagens. As questões morais e éticas que os heróis são forçados a enfrentar podem ajudar a esclarecer preocupações da vida real. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 518Cafezinho 518 - A bênção da ignorância
Cafezinho 518 – A bênção da ignorância Para baixar gratuitamente o Podsumário Antifrágil: canalcafebrasil.com.br/antifragil Me lembrei de uma história que uso em meu curso Produtividade Antifrágil, que trata das Acácias, uma espécie de árvore que existe na África, muito apreciada pelas girafas, que se alimentam de suas folhas e brotos. Essas árvores estavam ameaçadas e os cientistas, para protege-las, decidiram cercar uma grande área, impedindo que os animais se aproximassem delas. Com o tempo, as árvores protegidas começaram a apresentar doenças e a serem atacadas por insetos. Um estudo mostrou que um tipo de formiga muito agressivo vivia naquelas árvores, alimentando-se de sua seiva. Quando as girafas comiam as folhas e ramos, a árvore produzia a seiva naturalmente, como uma espécie de sangramento que curava os ferimentos causados pelas girafas. Com alimento abundante, as formigas se reproduziam e defendiam as árvores de outros tipos de insetos. O nome disso é mutualismo. Sem as girafas, as árvores não sangravam mais e as formigas ficaram sem alimento. Foram embora, expondo as árvores ao ataque de todo tipo de inseto. Os cientistas, achando que estavam protegendo as árvores ao evitar as agressões das girafas, na verdade as enfraqueceram ao quebrar um equilíbrio natural. Não é fascinante? É assim que a ciência funciona: diante do desconhecido, não há certezas absolutas, apenas hipóteses. Por isso, quando ativistas de sofá, youtubers histéricos, políticos espertos ou técnicos oportunistas aparecerem diante de você dizendo que sabem como as coisas funcionam, lembre-se das Acácias. Sistemas complexos são complexos demais para serem controlados de fora. Por vezes nos sentimos tentados a pensar que temos alguma fórmula mágica capaz de manipular esses sistemas, mas descobrimos consistentemente que estamos errados, por vezes com resultados catastróficos. Interferir em sistemas complexos de cima para baixo tentando retirar deles as aleatoriedades, os torna frágeis. Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=PRR8LTKtNn8 Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 517Cafezinho 517 – É melhor aceitar a desordem
Para baixar gratuitamente o Podsumário Antifrágil: canalcafebrasil.com.br/antifragil No livro Antifrágil, o autor Nassim Nicholas Taleb diz que é melhor aceitar – e até dar boas-vindas – uma certa quantidade de desordem, aleatoriedade e riscos em nossas vidas e sistemas e nos prepararmos para tirar vantagens delas, do que tentar erradicar essas fontes de estresse. E a cabeça explode quando Taleb afirma que é possível lucrar com o imprevisto. Basta reconhecer quais sistemas são frágeis, com tendência ao colapso, quais são antifrágeis, capazes de crescer com a força dos adversários. Sair da frente dos frágeis e se juntar aos antifrágeis, tornando-se você antifrágil também... esse é o segredo. Isso se aplica não apenas aos grandes sistemas econômicos, mas a nossos próprios corpos e mentes. Taleb parece ter a mesma visão que eu: as pessoas apreendem melhor os conteúdos quando eles nos são apresentados do mesmo modo como a vida é. Eu tenho uma ideia do que acontecerá quando eu sair à rua para caminhar até minha casa, mas não imagino o que exatamente acontecerá. Meu celular pode tocar, um motoqueiro pode passar com barulho, um cachorro pode fazer cocô e o dono não recolher, um vizinho pode parar para conversar, pode começar a chover, eu posso esquecer a chave ou um documento, pode faltar luz... Tudo pode acontecer e é assim que a vida é. É isso que sempre me orientou no Café Brasil: eu sei onde quero chegar, mas não sei o que acontecerá no caminho. Qual o tema do próximo podcast? Não sei? Não faço ideia. Algo surgirá, como surge em nossas vidas... e no final se conectará com um todo. Por que é assim? Porque existe um propósito. Porque minhas buscas não são aleatórias, mas estão orientadas pelo desejo de ajudar as pessoas a ampliar seus repertórios e assim melhorar a capacidade de discernimento, julgamento e tomada de decisão. No fim, tudo que parece um caos, está orientado para um mesmo objetivo. Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=-5B7xhjH-fA Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.com See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 238LiderCast 238 - Miguel Nagib
Hoje o convidado é Miguel Nagib, o homem que criou em 2004 o Movimento Escola Sem Partido que causou um enorme reboliço entre os diversos tons do espectro político. Uma história fascinante mostrando que se uma andorinha só não faz verão, pode provocar ventanias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 835Café Brasil 835 - O cilindro de Ciro
Direitos humanos são os direitos que você tem porque você é... humano. É como você instintivamente espera e merece ser tratado como uma pessoa, como o direito de viver livremente, de falar o que pensa, e ser tratado como um igual. Os direitos humanos se aplicam a absolutamente todos em todos os lugares. Ou deveria ser assim. Vamos nessa praia hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 13Café Com Leite 13 – Super heróis que amamos
Nós começamos a falar sobre os Super-Heróis da Marvel e da DC, e ficamos curiosos para conversar sobre a importância deles para nossas vidas. O universo dos Super-Heróis é muito rico, e serve para nos orientar como viver nossas vidas! Mesmo que a gente não tenha superpoderes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 516Cafezinho 516 – Pra quem decidiu não escolher
Em 1972 o ator italiano Gian Maria Volonté, falava sobre a diferença entre os filmes politicamente engajados e aqueles vazios de conteúdo. Foi quando Gian Maria disparou: " sempre me disseram que filme político não interessa, pois não faz dinheiro"..."Quer saber de uma coisa?" disse o ator ao jornalista, "estão fazendo uma enorme confusão. Todo e qualquer cinema é político. Até mesmo aquele sem conteúdo, banal e vulgar. O enfoque é o tempo livre e não o conteúdo do filme. Hoje, qual é o significado de tempo livre? Significa momento de evasão, da não reflexão, do consumo. E o sistema te oferece mil maneiras para preenchê-lo, incluindo os filmes que te metem na condição de não pensar. É esse o dado político"... Gian Maria Volonté nos alerta sobre o dado político da indústria do entretenimento. Ela ocupa nosso tempo livre voltando nossa atenção para distrações que nos levam a consumir. Ou a apresentar um comportamento resignado, dentro das regras, que interessa ao sistema político vigente. Isso é político. E sob esse ponto de vista, todos esses programas de TV, no Youtube, nos games, tão inocentes e engraçadinhos, que consomem nosso tempo de vida, são políticos. E quando não percebemos esse jogo, nos tornamos meros joguetes nas mãos de quem manipula a política. Em Brasília ou na rede Globo. Por isso, valorize seu tempo “livre”. Faça com que ele seja um tempo de reflexão. Preencha-o com provocações, com inspiração, com atividades que agreguem valor, que elevem seu espírito, que enriqueçam seu repertório. Agindo assim, você estará sendo senhor de seu destino. Sendo um animal político... Levando a vida e não resignadamente deixando a vida te levar. Mas tem gente que não pensa assim. Pensa que sua hora livre é para lazer, para não fazer nada, para esvaziar a cabeça... Tudo bem. Tem uma frase de Willian James, que diz: “Quando você tem que fazer uma escolha e não a faz, isso por si só já é uma escolha”. Viu só? Não escolher também é política. Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=PTVfkcRjDBE Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 515Cafezinho 515 - Você nunca foi tão hipócrita
Você já refletiu sobre a forma como se comporta quando valores morais entram em conflito com interesses políticos? O convívio civilizado entre interesses conflitantes é nosso maior desafio. Lidamos com isso o tempo todo e de uma forma que nunca foi tão hipócrita. Os discursos vão para um lado, e as atitudes vão para outro. E não é só em política, não, mas em todos os segmentos de nossas vidas. O diretor da escola diz que se preocupa com a qualidade do ensino e força a professora de artes plásticas a dar aula de teatro; o político diz que se preocupa com seus eleitores e troca a votação da lei importante por um cargo que renda poder e dinheiro; o advogado jura defender as leis e as utiliza para manter bandidos fora da cadeia; o diretor artístico jura que quer qualidade e programa para tocar só sertanejo corno, e o jornalista jura imparcialidade e não se cansa de manipular os fatos. Líderes são produtos de seu tempo. Seus hábitos e comportamentos de liderança são moldados tanto pelos tempos em que vivem quanto pelas expectativas do eleitorado ou de seus funcionários ou seguidores. Como é aquela frase da moda mesmo? “Homens fortes criam tempos fáceis. Temos fáceis geram homens fracos. Homens fracos criam tempos difíceis. E tempos difíceis geram homens fortes.” Em outras palavras os líderes são feitos e desfeitos pelo impulso das forças que os influenciam em cada período da história. Você entendeu, hein? Em tempos em que os muros estão surgindo entre as pessoas, estamos divididos mais do que em qualquer outro momento, o que o mundo precisa é de gente que se envolva para além de só fazer cobranças. Que descruze os braços, que saia da inércia e que diga: “chega!” Que pare de comprar discursos bonitinhos que não têm sustentação na realidade. É o resultado de nossas ações que cria o clima que formará nossos líderes. Você entendeu, hein? Nossas ações, minha e sua. Que decidimos não cruzar os braços quando somos chamados para agir. Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=SxCifyqEBhU Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 237LiderCast 237 - Marcus Kanieski
No programa de hoje temos Markus Kanieski, advogado de Cascavel, que no auge de seus 30 anos descobre que tem um tumor no cérebro. Uma história de susto, angústia e superação. Com um toque de sobrenatural, que nos leva a muitas reflexões.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 834Café Brasil 834 - A Lei de Gresham
Quando lancei meu livro Brasileiros Pocotó em 2004, e junto com ele o Movimento pela Despocotização do Brasil, eu ansiava por um país que valorizasse a cultura, que apreciasse o talento intelectual, que construísse seu futuro sobre valores fundamentais. Para isso, teríamos de ser capazes de perceber o que é o belo, o fundamental, o pertinente, aquilo que nos traz crescimento intelectual. Duas décadas depois, qual é a sua avaliação, hein?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Café Com Leite Especial - A Professora, O Relógio e a Lição De Vida
Bárbara: Oláááááá. Eu sou a Bárbara Stock Babica: E eu sou a Babica, o avatar da Bárbara que mora no celular dela. Bárbara: Somos as apresentadoras do Podcast Café Com Leite Babica: Um podcast para crianças inteligentes... Bárbara: ...e pais que se importam! Babica: Bárbara, eu queria pedir uma coisa para você! Bárbara: Diga, Babica! Babica: Nós estamos fazendo na segunda temporada do Café Com Leite, episódios que falam de filosofia, de moral e ética. Eu estou adorando! Mas queria que você contasse alguma história que ilustrasse o que está sendo mostrado lá. Você conta? Bárbara: Claro que conto! Tem uma história linda, chamada A Professora, O Relógio e a Lição de Vida, que chegou para mim pela internet, sem dizer quem é o autor. Vamos a ela. Música Bárbara: Um moço encontra uma senhora já idosa e lhe pergunta: — A senhora se lembra de mim? E a velha senhora diz 'não'. Então o moço diz: - Eu fui seu aluno! E a professora diz: — Ah, que bom! E o que você faz para viver? O jovem responde: — Bem, eu me tornei professor. — Ah, que bom, como eu? (disse a senhora) — Sim, senhora. Na verdade, eu me tornei professor porque a senhora me inspirou a ser como a senhora. A velha professora, curiosa, pergunta: - Que interessante! Mas qual momento foi que o inspirou a ser professor? E o jovem conta a seguinte história: — Um dia, um amigo meu, também estudante, chegou com um relógio novo e muito bonito, e eu decidi que queria o relógio para mim. Num momento em que ele estava distraído, eu o tirei do bolso dele, o roubei! Logo depois, meu amigo notou o roubo e imediatamente reclamou à nossa professora, que era o senhor. Então, a senhora parou a aula e disse: — O relógio deste garoto foi roubado durante a aula hoje! Quem o roubou, que devolva! Eu não devolvi porque não queria fazê-lo. Então a senhora fechou a porta e disse para todos nós: - Levantem-se! Vou vasculhar seus bolsos até encontrar o relógio! Mas a senhora nos mandou fechar os olhos, porque só procuraria se todos tivéssemos os olhos fechados. Então fechamos os olhos e a senhora foi procurando de bolso em bolso. Quando chegou ao meu, encontrou o relógio e o pegou. A senhora então continuou procurando os bolsos de todos da sala. Quando terminou, a senhora disse: — Abram os olhos. Achei o relógio. A senhora não me disse nada e nunca mencionou o episódio. Nunca disse para ninguém quem roubou o relógio. Foi o dia mais vergonhoso da minha vida, mas também foi o dia em que minha dignidade foi salva, pois não me tornei um ladrão, má pessoa, aos olhos de meus colegas. A senhora nunca me disse nada e, mesmo que não tenha me chamado a atenção, me dado uma lição de moral, recebi a mensagem claramente. Aprendi que nunca devemos pegar nada que não nos pertence, sem a permissão do dono. E, graças à senhora, entendi que é isso que um verdadeiro educador deve fazer. A senhora se lembra desse episódio, professora? E a professora responde: — Lembro-me da situação, do relógio roubado, de procurar em todos os bolsos, mas não lembro de você, porque também fechei os olhos enquanto procurava. Sobe a música Babica: Nossa, então ela nunca soube quem pegou o relógio? Bárbara: Nunca. Com os olhos fechados, ela não viu do bolso de quem tirou o relógio. Babica: Mas por que ela não contou para todo mundo? Ou não deu um castigo para o menino? Bárbara: Porque essa é a essência do ensino, Babica. Se para corrigir você precisa humilhar, você não é um verdadeiro educador! Babica: Ah, que legal! Tem mais histórias assim? Bárbara: Tem, Babica, de onde veio esta, tem muito mais! De quando em quando vamos contar outras. E você que está nos ouvindo, precisa conhecer o Podcast Café Com Leite! Babica: Isso mesmo! Em podcastcafecomleite.com.br Bárbara: Café Com Leite! O podcast para crianças inteligentes... Babica: ... e pais que se importam! As duas: tchaaaaaaaaauuuuuSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 514Cafezinho 514 - Saia da Zona da Indiferença
Em minha palestra TUDO BEM SE ME CONVÉM, projeto na tela dois círculos, um preto outro branco, para ilustrar a ideia de que tempos atrás era relativamente fácil determinar o que era certo ou errado, bom ou mau, conveniente ou inconveniente, legal ou ilegal. Havia uma certa rigidez nos costumes, passada de geração para geração, que facilitava nossas escolhas. Pausa: não quero dizer com isso que antes era necessariamente melhor que hoje, quero dizer que era diferente. E então acontece uma animação e os dois círculos começam a se aproximar. Quando um entra sobre o outro, forma-se uma área cinza na intersecção. E quanto mais os círculos se sobrepõem, maior fica sendo a área cinza. Dou a essa área o nome de Zona da Indiferença. É a área onde, quando forçadas a confrontar questões difíceis para as quais não conseguem determinar o preto e o branco, as pessoas costumam cruzar os braços. Ficam no cinza: indiferentes. Minha tese é que essa área cinza nunca foi tão grande, especialmente por um certo relativismo moral que toma conta da sociedade. De repente começam a pregar que não existem mais verdades, que todo mundo está de alguma maneira certo, que o que é bom pra você pode ser ruim pra mim e todos estão certos, que temos que respeitar os direitos de todo mundo, inclusive quando esses direitos se sobrepõem aos direitos de outros. Nessa situação, se não gosto de algo e explicito minha contrariedade, sou imediatamente atacado pelos paladinos da igualdade, acusado de – vamos lá - fascista, coxinha, reacionário, todos aqueles rótulos que você está cansado de conhecer. Assim, para não se incomodar, a maioria das pessoas prefere permanecer na área cinza, sem tomar uma posição, esperando para ver para que lado a vai a boiada. Quando a boiada andar, ela anda junto. Se a boiada correr, ela corre junto. E se você pergunta porque correu, ela não sabe... Zona da indiferença... você já se viu nela? Vou continuar a reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=-NXB1PshqNc Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 513Cafezinho 513 - A lei de Gresham Cultural
Link para o vídeo de Eric Clapton e Paul McCartney: https://www.youtube.com/watch?v=Xl-BNTeJXjw Publiquei esta semana uma isca cultural que mostra Paul McCartney e Eric Clapton interpretando a canção Something, de George Harrison, durante um show em 2017. Não sei quantas vezes já assisti ao vídeo, em todas elas com um nó na garganta e lágrimas nos olhos. Por quê? Porque é lindo. Tem uma beleza que envolve estética, amizade, camaradagem, generosidade, poesia, arte no mais alto nível. Como raramente se encontra em novas produções. Existe um princípio econômico chamado Lei de Gresham, atribuída a Sir Thomas Gresham, conselheiro da Rainha Isabel I de Inglaterra, que afirmou em 1558 que "a moeda má expulsa a moeda boa". Naquela época as moedas tinham valor conforme o peso do ouro em que eram cunhadas. Quanto mais pesadas, mais valiosas. Sir Gresham disse que se o Estado decidisse cunhar novas moedas com o mesmo valor facial mas com menos quantidade de ouro, os agentes econômicos tenderiam a guardar a moeda mais pesada (a moeda boa) e a fazer circular apenas a nova moeda mais leve (a moeda má). Pouco a pouco, toda a moeda boa acabaria por ser substituída pela moeda má. Pois estamos vivendo dentro de uma espécie de Lei de Gresham cultural onde informações triviais expulsam informações significativas. Fatos sem importância, gente sem qualquer significado, informações irrelevantes ocupam todos os espaços das mídias, expulsando os fatos e influenciadores verdadeiramente importantes e necessários. A música ruim expulsa a boa. A literatura ruim expulsa a boa. O cinema ruim expulsa o bom. As conversas ruins expulsam as boas. O caráter ruim expulsa o bom. Essa lei de Gresham cultural faz com que as pessoas prefiram conhecer o que acontece a pensar sobre o que acontece, porque o conhecer tem mais valor imediato. A moeda má expulsa a moeda boa, percebeu? E então perdemos a capacidade de apreciar o belo. Vou continuar o raciocínio neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=TC8krzWR4tc Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 236LiderCast 236 - Paulo Ganime
No programa de hoje temos Paulo Ganime, Deputado Federal pelo partido Novo e recém lançado candidato ao governo do Rio de Janeiro. É sua segunda participação no LíderCast, falamos do dia a dia em Brasília e dos desafios de governar um estado como o Rio de Janeiro. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 833Cafe Brasil 833 - Rio, beleza e caos
Um cantinho e um violão / Este amor, uma cançãoPra fazer feliz a quem se amaMuita calma pra pensar / E ter tempo pra sonharDa janela vê-se o Corcovado / O Redentor que lindoQuero a vida sempre assim com você perto de mimAté o apagar da velha chamaE eu que era triste / Descrente deste mundoAo encontrar você eu conheci / O que é felicidade meu amor O Rio de Janeiro continua lindo... mas tá perigoso...See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 12Café Com Leite 12 – Princípios e Valores
Tá gostando dos episódios sobre os filósofos? Hoje vamos falar sobre um aspecto do trabalho deles que ensina a gente como viver em paz em sociedade. A conversa será sobre valores, princípios, moral e ética.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 512Cafezinho 512 - O calo do dono
No grupo do Telegram da Confraria Café Brasil, exclusiva para assinantes, surge um comentário do Joney, que levanta uma questão muito interessante. Ele diz assim: “Não sei se era sua intenção, mas diante do que escreveu lembrei de algo que tenho refletido e pensado, que é agir diferente dentro das minhas possibilidades limitadas, é claro. As vezes vale mais a pena comprar fora da Amazon, mesmo com o valor um pouco mais caro do que encher o rabo dessas Big Techs com mais dinheiro. Pediu comida para entrega, comprou na loja local, se possível pague um pouco a mais especialmente como gorjeta. Essa é uma forma de multiplicação de dinheiro, as vezes aqueles 20 reais para o motoboy tem proporção grande na renda dele e pode não te apertar. Comprar dos pequenos acho tão importante, pois corre o risco de no futuro livros ou produtos que ferem as "diretrizes da comunidade" deixem de estar disponíveis.” O Joney levanta duas lebres importantes: a distribuição de nosso dinheiro para a comunidade próxima, em vez de encher as burras das Big Techs... e a nutrição das alternativas de distribuição que a cada dia desaparecem, deixando nas mãos de meia dúzia de grandes empresas o poder de distribuir só aquilo com que elas concordam. Do jeito que fazia a mídia pré internet e que agora as Big Techs tentam fazer com seus algoritmos: não fuja dos temas e abordagens permitidos pela patota ou você será cancelado. Na verdade, trata-se da mesma questão, que diz respeito ao pêndulo que saiu de um extremo e está chegando no outro. Por muito tempo nos queixamos que não tínhamos liberdade de escolha, que éramos colonizados pelos conteúdos que meia dúzia de empresas distribuíam, que faziam com que a sociedade não tivesse liberdade de escolha e, portanto, seguisse uma cartilha hegemônica. Aí surgiu a internet. E as redes sociais. E por duas décadas acreditamos que estávamos livres para consumir e dizer o que quiséssemos. Até que a politização da sociedade e a pandemia revelaram a verdade: temos sim, mais liberdade. Desde que não pisemos no calo do dono da Big Tech. Passou da hora de nos preocuparmos com isso. Vou continuar o raciocínio neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=YeNTCi5pUVM Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 511Cafezinho 511 - Estupidez induzida
Li uma matéria dando conta de que ao longo do século 20, os cientistas notaram que o QI da humanidade estava subindo. Esse aumento na pontuação média de QI ficou conhecido como Efeito Flynn. A cada década, relata o Techs Times, a média de inteligência medida aumentou cerca de três pontos. Os especialistas acreditavam que esse aumento impressionante se devia a uma melhor educação, melhor nutrição e melhores cuidados de saúde. Mas num estudo recente, pesquisadores do Ragnar Frisch Center for Economic Research da Noruega analisaram 230.000 resultados de QI de homens que ingressaram no serviço nacional entre 1970 e 2009. E descobriram que, para cada geração, a pontuação caiu cerca de sete pontos em média. O efeito Flynn parece ter sido revertido. Isso não significa exatamente que estamos ficando mais burros. Mas o resultado é preocupante. O autor do artigo diz: “Vivemos em um mundo onde temos todos os tipos de conhecimento ao nosso alcance. Temos fácil acesso aos fatos e podemos nos educar com alguns cliques simples em nossos telefones e computadores. Então, por que isso está acontecendo?” E o blogueiro e economista da Marginal Revolution, Tyler Cowen, disse: “Em outras palavras, começamos a construir um ambiente mais indutor de estupidez”. Mas os cientistas ainda estão lutando para encontrar a causa. Bem, eu lancei em 2004 meu livro Brasileiros Pocotó onde cantava a bola: a continuar aquela quantidade de bobagem despejada pela mídia sobre uma juventude incapaz de julgar e tomar decisões, por uma educação deficiente, o resultado seria catastrófico. Taí. A nível global. Ter acesso à informação não vale de nada se não temos instrumentos intelectuais para transformar essa informação em conhecimento. E isso não vem do nada. Vem do exercício do pensamento, da comparação entre as coisas, da capacidade intelectual. Da ampliação de seu repertório e desenvolvimento da capacidade de julgamento e tomada de decisão. E isso não se consegue com a pisadinha, com a dancinha, com likes e curtidas, com lacração e superficialidade. Criamos um ambiente indutor da estupidez. A reflexão continua neste vídeo https://www.youtube.com/watch?v=TR-Peejs5RI Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 832Café Brasil 832 - Carta aberta ao Brasil revisitado
Em 2016 viralizou uma carta aberta ao Brasil, que um norte americano que viveu quatro anos por aqui, casou com uma brasileira e depois retornou para os Estados Unidos, escreveu. A carta provocou impacto, mas o enfoque dele não é novo, não. Eu decidi revisitar esse programa para que possamos refletir sobre o que ele disse em 2016, e ver se melhoramos de lá para cá.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 11Café Com Leite 11 – Sócrates Saiu Da Caverna
Nos dois últimos episódios deste podcast nós falamos do Mito da Caverna de Platão e comentamos que algumas pessoas saem da caverna e voltam para contar como é lá fora, lembra? Hoje vamos falar de uma dessas pessoas, o filósofo Sócrates, que tentou mostrar aos outros as verdades que viu fora da caverna. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 510Cafezinho 510 - Ingênuos, céticos e cínicos
Ao longo de minha carreira, aprendi a avaliar as expressões das pessoas naquelas reuniões de anúncio das novas estratégias. Tinha os novinhos, que não faziam ideia do que estava acontecendo e mostravam-se extasiados com aqueles planos que aconteceriam por mágica. Tinha os pragmáticos, que estavam preocupados com o impacto das mudanças em seu dia a dia. Tinha os mais velhos, os cínicos e os céticos, que estampavam no rosto aquela expressão de “pô, já vi isso antes. Nunca deu certo. Em algumas semanas tudo vai voltar ao normal, sempre foi assim. Que perda de tempo.” O maior desafio foi sempre trazer os céticos para o lado bom da força, para o comprometimento com o que devia ser feito. Com os cínicos não havia muito a ser feito. Normalmente já sabíamos quem eram e o trabalho era de isolá-los. A minha postura sempre foi assim: Primeiro eu conversava com os céticos individualmente, os provocava para que colocassem para fora suas objeções e ia tentando trabalhá-las. Se precisassem de algo, e esse algo fosse factível, cabia a mim garantir que obtivessem. Depois eu os mantinha em observação. Para isso contava com outras pessoas que estavam comprometidas e nas quais eu confiava. Se fosse o caso, eu isolava os cínicos. Transformava-os em ferramentas, que eu só usava quando precisasse. E tomava todo o cuidado para que sua peçonha não envenenasse os ingênuos. A cada indicador de sucesso da nova estratégia, eu fazia questão de evidenciar para os cínicos. Era como uma vacina que era ministrada aos poucos. Dava trabalho, mas a gente ia dobrando os caras. - Pô, Luciano, mas por que não mandava embora? Porque essa solução simplista nem sempre é a correta. Muitos dos céticos eram técnicos experientes, cujo trabalho junto aos clientes tinha um valor extraordinário. Perdê-los seria mais prejudicial do que tentar transformá-los. E no fim é isso mesmo, o papel da liderança é interpretar as expectativas e carências de cada um e tentar ajustá-los ao grupo. A reflexão continua neste vídeo https://www.youtube.com/watch?v=O0Qj69pj5qY Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 509Cafezinho 509 - A moça da Gol
Cafezinho 509 – A moça da Gol Como todo viajante aéreo frequente, sempre escolho assento no corredor. Se tiver que ir ao banheiro não atrapalha ninguém e na hora de sair é mais rápido. Quando o check in pela internet funciona é formidável, pois marco em casa o meu assento. Mas nem sempre é assim. Uma vez embarquei pela TAM de Passo Fundo para São Paulo, com mudança de voo em Porto Alegre. No embarque, a surpresa: – Vamos emitir seu bilhete com os dois trechos, mas não podemos marcar o assento de Porto Alegre para Congonhas. É claro que o maldito computador marcou a poltrona do meio. Protestei e ouvi: – É o sistema. Três dias depois eu estava em Florianópolis, embarcando para São Paulo pela Gol. Como eu chegaria muito cedo, deixei pra marcar assento no aeroporto e dancei. Só tinha lugar no meio… A atendente, vendo minha decepção insistiu com o “sistema”, e nada. Então, sem eu pedir, ela disse que ia ver lá dentro. A atendente da Gol não precisou que eu ficasse nervoso, simplesmente tomou a iniciativa de ir lá atrás dar uma olhada. No minuto seguinte voltou sorridente: – Consegui! O senhor se importa de viajar na primeira fileira? Claro que não. Enquanto ela emitia o cartão de embarque peguei um exemplar de meu livro Nóis, fiz uma dedicatória e entreguei para ela, a Rita. – Pra você. Pela atitude. Ela agradeceu feliz, eu saí feliz e o próximo passageiro chegou para ser atendido, dando de cara com o enorme sorriso da Rita feliz. A moça da Gol não sabia se conseguiria resolver meu problema, mas tomou uma atitude: foi atrás. Sem que eu pedisse. Demonstrou assim que se importava comigo, que estava atenta a meu conforto, que queria que eu ficasse satisfeito. Só faltou dizer que me amava! Se a Rita não tivesse conseguido o corredor, eu teria embarcado no meio, conformado, mas sinceramente agradecido a ela por tentar. Entendeu a mágica? Resolva o problema do cliente. Mas antes de qualquer coisa, faça com que ele perceba que alguém se importa com ele. Esse truque, que nada mais é que uma demonstração de civilidade, muitas vezes transforma limões em limonada. A reflexão continua neste vídeo https://www.youtube.com/watch?v=4rwJNFGTmsA Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 831Café Brasil 831 - Nossos problemas
Problemas, problemas, problemas.... todo mundo tem problemas. Hoje vamos tentar descobrir como lidar com problemas, por que é tão importante entender os “problemas”, como eles são e pelo que são. Nosso relacionamento com problemas pode ser o problema. Como lidar com isso?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 10Café Com Leite 10 – Saindo da Caverna
No episódio anterior contamos a história do Mito da Caverna, do filósofo Platão. Hoje vamos dizer o que acontece quando alguém sai da caverna e vê o mundo exterior! Você vai adorar!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 508Cafezinho 508 - Mais do mesmo
Compartilhei no Facebook um texto de Rafael Rez que merece ser usado neste Cafezinho. Diz assim: O TikTok está aos poucos estragando todas as plataformas digitais. O Twitter criou recentemente uma timeline baseada em vídeos curtos. O Instagram mudou completamente a proposta inicial para vídeos curtos e stories em vídeos. O Youtube começou a dar um destaque desproporcional aos shorts, dando um tiro no próprio pé e forçando os criadores de conteúdo que sempre apostaram em vídeos mais profundos a criar vídeos curtos de entretenimento. Pouco a pouco cada plataforma vai perdendo seu caráter de exclusividade, sua proposta de valor original e matando seu diferencial. Estão todas querendo copiar o modelo atual da moda e corrompendo aquilo que as tornava únicas. No passado a Volvo já foi reconhecida pelos carros seguros, a Mercedes pelo status e a Land Rover pelos utilitários. Hoje todas as marcas de carro tentam ser tudo ao mesmo tempo e nenhuma tem mais um espaço exclusivo na mente do cliente. Aos poucos estamos vendo a padronização de todas as redes sociais, vai ficando tudo igual e sem exclusividade. O desespero pelo curto prazo matando a estratégia de longo prazo estraga qualquer negócio, seja físico ou digital. Quem não aprende as lições do passado fatalmente cometerá os mesmos erros no futuro. Uma pena ver isso acontecendo. Vou continuar a reflexão neste vídeo https://www.youtube.com/watch?v=XTFtYvIfEfI Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 507Cafezinho 507 – O monstro é ...ista
Eu voto para presidente desde a eleição de Collor em 1990. Votei no Collor, no FHC, no Serra, no Alckmin, no Serra de novo e no Aécio. Quando a gente diz esse nomes hoje em dia, a reação de qualquer é Bleargh!!!! Pois é... mas quando lembramos da alternativa... Nunca fui chamado de Collorista, FHcista, Serrista, Alckmista ou Aecista. O nome do político no qual votei nunca foi rótulo ou serviu para definir minha competência ou meu caráter. Era simplesmente uma escolha entre duas que se apresentavam. Mas aí veio Bolsonaro. E de repente – póu! - Bolsonarista. E pessoas passaram a julgar meu caráter pelo voto que dei. Olha, eu sou corinthiano e sempre que Lula alardeava que também era, eu me incomodava. Mas fazer o quê? O fato dele torcer pelo mesmo time que eu não fazia com que eu fosse igual ou pensasse como ele. Deus me livre. Mas agora... as pessoas ficam procurando criminosos que tenham votado em Bolsonaro, para dizer “só podia ser bolsonarista, igual você!” Viu o tiroteio de Foz do Iguaçu? Pois é. Foi um bolsonarista que atirou num petista. Percebe? “Bolsonarista” é um rótulo definidor de caráter. Numa sociedade onde as pessoas se estapeiam para gritar “chega de segregação!”, “somos todos iguais!” “não importa a cor da sua pele, sua preferência sexual ou seu gênero!”, somos todos iguais, entendeu? I-guais! Menos os bolsonaristas. E aí apareceu em São João do Meriti – Rio de Janeiro, um monstro disfarçado de anestesista estuprando mulheres no momento do parto. E a turma correu pra saber em quem ele vota. Deu Ciro Gomes. Mas ah, se desse Bolsonaro... Chegamos a um estado das coisas em que o sujeito é mais ou menos monstro dependendo de em quem ele votou. Você consegue perceber a estupidez desse raciocínio? Aliás, isso é raciossímio. Bem, vou continuar a reflexão neste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=80N7BAEtx6c Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 830Café Brasil 830 - Adultecer
Adultecer nada mais é que virar... adulto. Vivemos um tempo em que a linha entre a infância e a idade adulta está mais tênue do que nunca. Para todo lado, adolescentes de 30, 40 e até 50, 60 anos... Afinal, o que é que faz as pessoas virarem adultas, hein? Cuidado pra não derrubar o disjuntor no episódio de hoje...See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 9Café Com Leite 9 – Cobra-Kai e o Mito Da Caverna
Na história do mundo, muitas pessoas se dedicaram a estudar o que é viver a vida, o que é verdade e mentira, como pensamos, como nos relacionamos. A essas pessoas nós chamamos de filósofos, e conhece-los nos ajuda a compreender melhor a vida e nos prepararmos para ela. É sobre os filósofos, que vamos falar hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 506Cafezinho 506 – O cagonauta
Vou retomar aqui um de meus textos que se tornou clássico... e que agora interpretei sob o olhar da incivilidade: O Cagonauta. O Pereira me contava das dificuldades em conseguir que seus funcionários fossem mais eficientes. A turma não tinha senso de urgência nem de propriedade; ele tinha de ficar o tempo todo em cima para que as coisas acontecessem. O pessoal só trazia problemas, seus gerentes eram medrosos e ele estava a ponto de mandar a maioria embora e procurar gente mais competente. O Pereira dirigia sua empresa com mão de ferro, quando entrava na sala as pessoas se encolhiam. Ninguém queria ser a vítima do dia, desmontada ao cometer um erro ou emitir uma palavra mal colocada. A única coisa que todos seus funcionários tinham em comum era…Medo. Medo do Pereira. O Pereira era um cagonauta. Cagonautas são os sujeitos que passam a vida rodeados de cagões. E os bons cagonautas cumprem pelo menos quatro regras: humilham os subordinados; punem quem traz as más notícias; castigam quem falha na primeira tentativa; não dão espaço para a comunicação franca. Cada vez que o Pereira humilhava um funcionário na frente dos outros 50, criava 51 cagões. Ninguém queria ser o próximo a ser esculhambado, portanto o melhor é não se expor, ficar quieto no seu canto, escondido. Quando alguém cometia um engano, era trucidado pelo cagonauta e deixava de ter iniciativa própria. Ninguém queria correr riscos. Quem é que seria besta de levar a má notícia ao Pereira? Melhor deixar o tempo passar… E o problema ia crescendo, crescendo… Quando chegava ao conhecimento do cagonauta, era tarde demais, já estava fora de controle, não dava pra corrigir. E o Pereira bradava: – Bando de incompetentes! Olha, canso de encontrar cagonautas por aí, e nenhum deles percebe que são eles que criam o monte de cagões incompetentes que os circundam! Se o seu chefe é um cagonauta, tome cuidado. Ele está te treinando para ser um…Cagão! Vou continuar a reflexão neste vídeo https://www.youtube.com/watch?v=AoTEv3oDntE Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 505Cafezinho 505 - A república dos ogros
A palavra incivilidade é derivada do significado latino "não oriundo de um cidadão". Civilidade, portanto, compreende a forma como a pessoa gostaria ou acha que deveria ser tratada e como ela trata o próximo. Os atos de incivilidade não são violências físicas, mas sim “pequenas violências” que comprometem a chamada conduta socialmente desejável, ou seja, a interação civilizada entre as pessoas. Existe um consenso geral de que houve um aumento na descortesia e incivilidade nos últimos 20/30 anos, mas não há concordância quanto aos motivos desse aumento. A maioria dos especialistas sugere uma combinação de fatores individuais, familiares e organizacionais que contribuem para esse aumento. Por exemplo: os trabalhadores de hoje estão simplesmente estressados, porque muitas vezes são convidados a fazer mais trabalho e geralmente recebem menos suporte de suas lideranças. O local de trabalho também se tornou mais diversificado. Trabalhadores de diferentes origens podem reagir de forma diferente às situações. Os comportamentos que uma pessoa pode perceber como "frios" ou "grosseiros" podem ser vistos de forma diferente por outro indivíduo. Acabo de ler um post de um viajante falando de como ficou encantado com a cidade de Praga, capital da república Checa. Ao mesmo tempo, a pessoa se revelou assustada com a grosseria com que foi tratada nas lojas, restaurantes e hotéis. Qualquer pergunta era respondida com grosseria. O que a incomodou a princípio, logo se revelou um traço cultural daquele povo. O que para nós, no Brasil é considerado simpatia, gentileza, para eles é considerado bajulação e tentativa de obter benefícios. Em outras palavras, há também um elemento de subjetividade para a percepção da grosseria, assim como a beleza é nos olhos do espectador. Há quem defenda que o aumento da grosseria e incivilidade pode ser atribuído à família e ao efeito da tecnologia, como a televisão e a internet. Em nossa sociedade tecnologicamente focada, somos cada vez mais competentes para lidar com máquinas e software, e menos para tratar uns com os outros. E já vi pesquisas que indicam que o indivíduo grosseiro no trabalho é três vezes mais propenso a estar em uma posição mais alta do que o indivíduo que sofre a descortesia. É mole? Talvez por isso a sensação de que vivemos numa república de ogros. Vou continuar a reflexão neste vídeo https://www.youtube.com/watch?v=z23Y3KS6iQc Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Um convite para você
Vem aí a Live de lançamento da segunda temporada do Podcast Café Com Leite. Será dia 12/7 a partir das 18 horas. Vamos contar detalhes, falar dos bastidores, trazer alguns convidados e muito mais! Marque presença acessando o http://podcastcafecomleite.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 829Café Brasil 829 - Treine a mente!
O cérebro é como um músculo, se não se exercita, atrofia. E os músculos mentais não se desenvolvem sozinhos. Em vez disso, você deve treiná-los ativamente em um programa de treinamento mental estruturado e consistente. Somente fortalecendo esses músculos mentais você terá a chance de dar o seu melhor, obter os resultados desejados e alcançar seus objetivos atléticos. Vamos nessa hoje?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 504Cafezinho 504 – (Des)honestidade intelectual
Outro dia, alguém me perguntou como faço para lidar com os comentários discordantes em redes sociais. E eu disse prontamente: desde que eu perceba que a discordância da pessoa foi educada e ela sinceramente está exprimindo um ponto de vista, trato com educação e genuinamente interessado em compreender seu ponto. Alguém que me escreve discordando educadamente, está interessada em que eu produza o meu melhor. Então precisa ser bem recebida. O que não aceito é a falha de caráter. É alguém começar um raciocínio baseado numa premissa falsa, na desonestidade intelectual, numa notícia evidentemente manipulada, e a partir daí desfilar argumentos. Eu paro a leitura imediatamente, não perco meu tempo com a desonestidade intelectual. Sabe por quê? Porque mesmo num debate entre pontos de vista diferentes, tem de haver uma ética. Que parta do princípio de que os dois lados estão sendo honestos aos fatos. Tudo bem interpretar os fatos de forma diferente, é assim mesmo que funciona, mas eu disse in-ter-pre-tar. A pessoa tem contato com o fato e tira dele suas conclusões. E aí parte para o debate sobre suas conclusões. Mas o fato não muda. James R. Schlesinger, que foi Secretário de Defesa dos Estados Unidos nas gestões Nixon e Ford, disse uma frase sensacional: “Todos têm direito à suas próprias opiniões, mas não a seus próprios fatos.” Por isso, na tal ética do debate, é fundamental exercer a humildade do “essa é a minha opinião”, “foi isso que eu concluí”, “é isso que eu acho”. Entendeu? Assumir a responsabilidade por sua opinião, e não pelo fato. Vou continuar a reflexão neste vídeo https://www.youtube.com/watch?v=NW3OyKdBBa4 Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 503Cafezinho 503 - Quantos anos eu tenho
Acabo de completar 66 anos de idade. Sessenta e seis... Aproveito para agradecer os parabéns que tantos enviaram. Em aniversários, as reflexões vêm em enxurradas. Quero abrir este vídeo com um texto de José Saramago, chamado “Quantos anos tenho?”, que traz uma perspectiva interessante sobre esse tema... Ele diz assim: Tenho a idade em que as coisas são vistas com mais calma, mas com o interesse de seguir crescendo. Tenho os anos em que os sonhos começam a acariciar com os dedos e as ilusões se convertem em esperança. Tenho os anos em que o amor, às vezes, é uma chama intensa, ansiosa por consumir-se no fogo de uma paixão desejada. E outras vezes é uma ressaca de paz, como o entardecer em uma praia. Quantos anos tenho? Não preciso de um número para marcar, pois meus anseios alcançados, as lágrimas que derramei pelo caminho ao ver minhas ilusões despedaçadas… Valem muito mais que isso O que importa se faço vinte, quarenta ou sessenta?! O que importa é a idade que sinto. Tenho os anos que necessito para viver livre e sem medos. Para seguir sem temor pela trilha, pois levo comigo a experiência adquirida e a força de meus anseios. Quantos anos tenho? Isso a quem importa? Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e o que sinto. Esta reflexão continua neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=QKjbRNBikCg Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 828Café Brasil 828 - O catalisador
Todo mundo tem alguma coisa que quer mudar. Os marqueteiros querem mudar as opiniões de seus clientes, e os líderes querem mudar as organizações. As startups querem mudar de setor e as organizações sem fins lucrativos querem mudar o mundo. Mas mudar é difícil. No episódio de hoje, reproduziremos um Podsumário que foi distribuído exclusivamente pra assinantes do Café Brasil. Tenha bom proveito!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 502Cafezinho 502 – Prenda o elefante!
No Cafezinho anterior falei do trabalho de Jonathan Haidt, e da imagem do pequeno ginete que controla o poderoso. Assista ouça lá. Haidt cinco tipos de fundamentos morais para pessoas, que elege a política moral, que define cinco tipos de fundamentos morais para pessoas. Veja em qual você se encaixa: Moralizador 1: Danos. Sobre se a pessoa fornece ou alivia danos. Favorece virtudes como bondade, gentileza e preconceito, e desaprova vícios como crueldade e agressão. Moralizador 2: Justiça. Sobre justiça e reciprocidade. Sobre agir com justiça em relação nas trocas e outras recíprocas. Prefira o altruísmo ea cooperação e desaprova a ganância e a ingratidão. Moralizador 3: Grupo. Sobre fidelidade ao grupo. Sobre se sacrificar ou não por outros membros do grupo. Fidelidade e patriotismo como virtudes e deslealdade e divergência como diferenças. Moralizador 4: Autoridade. Sobre autoridade e respeito. Sobre o respeito às estruturas organizacionais, às instituições e seus líderes. Vê o respeito, o direito a ser feito como virtudes e considera subordinação como vícios. Moralizador 5: Pureza. Sobre pureza e santidade. Sobre práticas do corpo que causam repugnância e doenças físicas e práticas, como a religiosidade que ajudam a proteger uma alma. Vê a castidade, piedade e espiritualidade como virtudes e gula, inveja e ira como vícios. Bem, a Texas Tech University tem uma página na qual você pode fazer seu teste para saber em qual desses cinco tipos de moralizadores você se submete. Está em inglês e vou colocar o link na descrição deste episódio. https://www.idrlabs.com/morality/6/test.php Conforme os testes que Haidt fez com seus estudantes Justiça, a turma progressista, da esquerda, está mais ligado aos moralizadores Dano que Autoridade ou Pureza. Já os mais à direita, dam mais importância aos moralizadores Grupo e do que a Dano e Autoridade. Tá bem feito com estudantes, a garotada cheia de estudantes como o mundo e disposto a mudar o que não seja porrada, e não com senhores eu. E descobri que me basear nos moralizadores de Haidt, sou de esquerda. Vou ter de prender meu elefante. Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=2s0bkBykdLo Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a seu processo de determinação e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 501Cafezinho 501 – Libere o elefante!
Hoje, 24/6, é o último dia para comprar o curso Planejamento Antifrágil em preçoe prazo de pré-lançamento. Acesse http://planejamentoantifragil.com Jonathan David Haidt é professor de liderança ética na Sterns School of Business da Universidade de Nova Iorque. Foi ele o criador da “metáfora do ginete e do elefante”, que diz o seguinte: dois sistemas independentes funcionam em nosso cérebro, ao mesmo tempo, influenciando um ao outro. De um lado está a parte racional e reflexiva, de outro a emocional e instintiva. Consciente e subconsciente. A primeira pensa e analisa a realidade, a segunda é movida por emoções, dor e prazer. Quando os dois sistemas seguem em harmonia pelo mesmo caminho, em busca da mesma coisa, sem conflitos, é uma maravilha. Sabe aquele seu amigo que tem um trabalho que ama? Pois é… Mas quando cada sistema tem suas necessidades, a confusão começa. A metáfora de Haidt diz que o sistema racional é o ginete (o condutor do elefante), e o sistema emocional é o elefante. O elefante é monstruoso, forte, impulsivo. O ginete é pequeno e fraco, mas muito esperto. Por sua inteligência, o pequeno ginete consegue controlar o grande elefante, dirigindo-o e comandando. Mas se o elefante decidir tomar alguma iniciativa por conta própria, não há ginete que segure … Na sociedade, o ginete são as minorias militantes que sabem que precisam visar a maioria passiva. Os elefantes. Por exemplo, meia dúzia de bandidos é capaz de paralisar uma cidade com milhões de habitantes, se executarem com perícia seu terror. Essas minorias criam e mantêm um conflito e antagonismo com a maioria poderosa e impotente, enquanto constroem a narrativa de que elas, as minorias, são as que têm o poder de guiar a maioria na luta contra os poderosos que as oprimem. Para isso, as minorias criam categorias e rótulos que dividem a sociedade entre maus e bons. Falam em nome do povo, mesmo que o povo não se sinta representado por elas. E não perdem a oportunidade de manter uma relação de conflito e antagonismo com a parte da maioria que detém o poder. As minorias militantes sempre são contra tudo isso que está aí. E as narrativas as transformam nas únicas forças capazes de derrubar os criminosos que nos oprimem. Você entendeu o jogo, hein? Enquanto isso a maioria observa. E daí? Você é o ginete ou o elefante? Esta reflexão continua neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=BPZ9fVr3DHI Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 827Cafe Brasil 827 - A complicada arte de ver - revisitado
“A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê.” É a partir dessa frase do poeta e pintor inglês William Blake que vamos tratar de um assunto especialmente importante: a dificuldade que a gente tem de enxergar o que vê. É isso mesmo, enxergar o que vê. Pensa que é fácil? Um texto de Rubem Alves vai nos ajudar a decidir onde guardar o olhar. E depois, uma história arrepiante acontecida ao final da II Guerra Mundial. Este episódio é a revisita a um episódio publicado em 2011, mas que continua indispensável.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 500Cafezinho 500 – Os mortos-vivos
Planejamento Antifrágil - Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com Em setembro de 2017 publiquei o primeiro destes cafezinhos. O tema era “sobre falar bobagens”. Nele eu explicava que o que leva alguém a falar bobagem em público ou é ignorância, ou burrice, ou soberba, ou estratégia ou canalhice. Nem lembro mais o que me levou a escrever aquele texto, provavelmente eu estava indignado com a exposição de bobagens em redes sociais. Dois anos antes, em 2015, durante a cerimônia de outorga do prêmio de doutor honoris causa na Universidade de Torino, na Itália, o romancista, filósofo e teórico da literatura e da linguagem Umberto Eco deu uma declaração que lhe custou caro: “a internet deu voz a uma legião de imbecis”. A patota internética caiu matando, a maioria dos que o atacaram nem mesmo sabia quem era Umberto Eco. Devia ser um velho ranzinza ultrapassado, não é? Cancela ele! Pois bem. De lá para cá o que se viu foi a ampliação da quantidade de imbecis que ganhou voz na internet. E depois dos furacões políticos e da pandemia, perdeu-se qualquer resquício de pudor que os imbecis por acaso tivessem. Agora temos muito mais imbecis letrados, gente inteligente, estudada, que fala bonito e escreve bem, espalhando imbecilidades de todos os tamanhos e formas. E eles atacam em bandos, vorazes como Walking Deads, tentando de todas as formas transformar você num deles... Esse é o preço da liberdade: conviver com gente com quem não concordamos. Ouvir os maiores absurdos. Assistir gente ignorante, maldosa e até mesmo canalha, pintando e bordando na internet. Pois é... até os canalhas têm direitos. Concorda? Não? Então vou continuar com esta argumentação neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=nL59GrWkeDw Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 499Cafezinho 499 - Por favor, diga-me não!
Planejamento Antifrágil - Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com Cara, tudo que eu queria era ouvir um “não”. Sabe por quê? Porque diante dele, eu sei que tenho de buscar alguma alternativa. Parto para outra. Mas não. As pessoas perderam a capacidade de dizer “não”. Para dizê-lo precisam estar ancoradas em alguma decisão maior que lhes retire a culpa... E nem estou me referindo ao “não” por avaliação minuciosa da situação, mas ao “não” por educação. Por favor, diga-me não. Tá esquisito? Explico. Alguma coisa aconteceu com a etiqueta do mundo dos negócios, que fez com que o relacionamento entre as pessoas se transformasse em relacionamento entre avatares, entre robôs, desprovidos de sentimentos, de educação e de respeito. Uma demanda não é recebida como algo que precisa ser respondido. Não. Só merece atenção se puder prejudicar quem a recebeu. Ou se representar um ganho estupidamente irresistível. Não sendo assim, a demanda é algo a ser colocado num canto, para caducar. Entro em contato com um potencial cliente, patrocinador, parceiro, colaborador. Mando a demanda. Ele recebe e não responde. Silêncio. Sei que leu, sei que entendeu, mas não responde. Cara, por favor, diga-me não! Não quero, não interessa, não é bom, não vi valor, não é hora. O não é uma palavrinha mágica, sabe por quê? Porque ele libera a gente para cuidar da vida, investir em outras paradas. O não é libertador. Se for um “não” calcado numa avalição cuidadosa da minha proposta, ficarei satisfeito em recebe-lo. Provavelmente junto com ele vem um feedback precioso. Se for um “não” por preguiça, ignorância, preconceito ou simplesmente burrice, ficarei desapontado, mas... seguirei em frente. Quando o “não” não vem, é substituído por um silêncio sepulcral, pela não-resposta, indica que estou recebendo o pior dos sentimentos: a indiferença. Para a pessoa, eu não existo. Fico num vácuo. O não liberta. Dê-me um não, por favor... Você também se incomoda? Então fique comigo que continuo esta reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=V5P-5B-NX64 Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 826Café Brasil 826 - Os Fatos Ora, os fatos
Planejamento Antifrágil – Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com Nossa sociedade foi pacientemente dividida, e hoje temos uma crescente convicção bipartidária de que praticamente qualquer coisa – mentir, trapacear e espionar – é justificado porque a outra tribo é do mal. O mundo anda mesmo louco. Vira e mexe eu encontro pessoas que eu até admirava, inteligentes e articuladas, defendendo coisas indefensáveis. Elas vão contra os fatos, acreditam em narrativas, não levam em consideração argumentos lógicos. Tudo para defender um lado. Qual é o problema dessa gente? Bem, eu acho que tenho uma dica...See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 498Cafezinho 498 – Cuidado comigo. Sou de direita.
Planejamento Antifrágil – Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com Um artista que fez uma das capas de um de meus livros antigos gentilmente se recusou a fazer a capa do novo, pois é de esquerda e não quer ser identificado comigo. E hoje pela manhã, um grupo de teatro que fez trabalhos para mim no passado, se recusou a orçar uma nova ação, pois integrantes mais radicais se recusam a se identificar comigo. Tudo porque eu sou "de direita", logo, um agente contaminante. Em meados de 2020, uma pesquisa realizada pelo Cato Institute nos Estados Unidos, mostrou que 62% dos norte-americanos tinham medo de compartilhar suas opiniões políticas. E 32% tinham medo de perder oportunidades de trabalho por causa de opiniões políticas. Dois terços dos norte-americanos diziam que o clima político os impedia de dizer coisas nas quais acreditavam, porque outras pessoas poderiam se sentir ofendidas. 50% dos esquerdistas mais extremos eram a favor de que quem fez doações para a campanha de Donald Trump fosse demitido. 36% dos direitistas mais extremos eram a favor que os doadores para a campanha de Joe Binden fossem demitidos. 44% dos norte-americanos com menos de 30 anos apoiavam demitir alguém por suas posições políticas, mas esse número caía para 22% para os que tinham mais de 55 anos. Você entendeu? A intolerância é muito maior na geração que mais teve liberdade na história da humanidade, a que se diz a mais tolerante, mas não perde uma oportunidade de cassar a voz de quem pensa diferente. Mas esses números são de quase dois anos atrás. Uma pesquisa realizada pelo Ipec pouco tempo atrás, mostrou que, no segmento entre 16 e 34 anos, 6 em cada 10 brasileiros preferem não comentar sobre política pelo medo de serem perseguidos e "cancelados". Quem queria incutir o medo na sociedade, conseguiu. A “polícia secreta” pode estar em sua casa, sentada à mesa com você... Isso preocupa? Então vou continuar nesse assunto na sequência deste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=0tTWzxohGpM Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 497Cafezinho 497- O caso dos comprimidos envenenados-
Planejamento Antifrágil - Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com No próximo dia 29 de setembro, completaremos 40 anos de um crime que chocou o mundo. Naquele dia, em 1982, três mortes foram registradas por envenenamento com cianeto de potássio em um subúrbio de Chicago. Descobriu-se que as três haviam tomado um comprimido de Tylenol. Nos quatro dias posteriores, mais quatro mortes foram registradas, com a mesma causa. Sete mortes em quatro dias. Uma investigação descobriu que os frascos de Tylenol expostos em várias prateleiras de farmácias, lojas de conveniências e mercados de Chicago tinham sido envenenados com cianeto de potássio. Alguém injetou o veneno nos frascos. A Johnson & Johnson, fabricante do produto, imediatamente tomou decisões drásticas: retirou 31 milhões de frascos que estavam em circulação em Chicago, enquanto instruía as pessoas a parar de adquirir o produto ou devolver às lojas. Foi uma ação que custou à empresa milhões de dólares. Essa decisão foi tomada pela diretoria sem qualquer reunião de conselho ou coisa parecida. Mas o mais importante: a empresa abriu suas portas totalmente para a imprensa, mostrando que não tinha qualquer receio de seu processo de fabricação. O culpado pela adulteração dos frascos nunca foi encontrado, a empresa incorporou proteções às embalagens, que foram adotadas como padrão pela indústria de medicamentos dos EUA. E o caso do Tylenol envenenado entrou para a história como uma das grandes ações de Relações Públicas de uma empresa, ao enfrentar uma crise sem precedentes. Vou continuar com essa história na sequência deste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=WEq9k4rUM2w Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 825Café Brasil 825 - Precisamos falar sobre o medo
Planejamento Antifrágil – Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: www.planejamentoantifragil.com Coragem não é atributo apenas dos heróis. O medo é uma emoção com a qual todos lidamos, e é a forma como lidamos com ele que determina que tipo de vida levaremos. Uns algemados pela ansiedade e pavor, outros capacitados a vencer novos desafios. No entanto, passamos a maior parte do tempo tentando evitar o medo, raramente desenvolvendo a arte de dominá-lo. Isso é uma pena, porque com um pouco de esforço podemos encontrar coragem para ir além da nossa zona de conforto e enfrentar novos mundos. Vamos nessa?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 496Cafezinho 496 - Bum! Nocaute!
Planejamento Antifrágil – Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: www.planejamentoantifragil.com Um dos grandes desafios nos nossos processos de tomada de decisão é quando os cenários mudam. Por qualquer razão. Pode ser por uma crise econômica, por uma mudança nos consumidores, pelo surgimento de uma tecnologia nova, pela aparição de um concorrente. É como quando estamos relaxados boiando na piscina e alguém faz onda. Atrapalha tudo, não é? Tem gente que se perde, e tem gente que não se aperta. Certamente você já reparou como nos jogos de basquete o técnico pede tempo, reúne os jogadores, faz um rabisco numa prancheta e devolve a equipe para a quadra. É mais ou menos como se ele dissesse assim: provoquem o movimento A, se o adversário reagir com o B, vocês fazem a jogada C. Cesta. E os lutadores do UFC, que condicionam seus gatilhos de decisão? Sempre que o adversário fizer um movimento específico, não precisa olhar para o técnico, reaja imediatamente com uma combinação bastante treinada. É quase como um reflexo, que é acionado conforme as condições se apresentam. Sacou? Se o adversário vem agressivo, fazemos assim. Se vem defensivo, fazemos assado. Se tentar um direto com a cabeça abaixada, dê uma joelhada de encontro. Se for para o chão, adotamos outra sequência. Por isso ele treinam um repertório quase infinito de movimentos, abrangendo todas as artes marciais. Estão sempre prontos para a surpresa que o adversário está preparando. E como são lutadores de alto nível, performando no máximo de suas habilidades, só precisam de um segundo para mudar completamente o resultado da luta. Uma piscadela e bum! Nocaute. Então, como é que essa turma se prepara tão bem para esses momentos de incerteza? Vou dar uma especulada na continuidade deste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=ebFHBjSk2XE Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 495Cafezinho 495 - Elon Musk tá em todas.
Planejamento Antifrágil - Estratégias para se beneficiar do caos.Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos.Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com Cara, estou impressionado como a figura de Elon Musk cresceu de importância e impacto no mundo. A princípio um bilionário tecnológico que, onde mete a mão causa uma revolução, Musk passou a influenciar inclusive a esfera política, com sua manifesta defesa intransigente do direito de expressão. Basta dar uma olhada nas posições de Elon Musk ao longo da história para perceber que ele sempre arrastou a asa para a esquerda. Ou melhor, para o progressismo, que fica mais simpático. Mas seu progressismo tem limites, e ele está deixando claro que não toca no mesmo tom de seus colegas bilionários tecnológicos. Um documentário na Netflix dá bem uma ideia de como funciona a cabeça de Elon Musk. Ele é um visionário que consegue, a partir de sua fortuna, colocar em prática as ideias mais absurdas, e com isso causa revoluções. Ele inventou o sistema de pagamento do PayPal. Ele revolucionou os carros elétricos com sua Tesla, e está virando de cabeça para baixo o uso de eletricidade, com baterias e captadores solares que vão tornar acessível e muito, mas muito barata, a energia solar. E ele botou na cabeça que vai levar o homem para Marte. Para isso, decidiu criar uma empresa, a SpaceX. Foi chamado de maluco, de marqueteiro, de inconsequente, de tudo aquilo que os inovadores são chamados por quem não entende sua visão. Encontrou resistência de todos os lados, mas o bicho é teimoso. E o que nós vimos foi a SpaceX lançar o primeiro foguete de combustível líquido com financiamento privado a alcançar a órbita; a ser a primeira empresa privada a lançar, orbitar e recuperar com sucesso uma espaçonave; a primeira empresa privada a enviar uma espaçonave para a Estação Espacial Internacional; a primeira decolagem vertical e pouso propulsivo vertical para um foguete orbital; a primeira reutilização de um foguete orbital e a primeira empresa privada a enviar astronautas para a órbita e para a Estação Espacial Internacional. A SpaceX já lançou e reutilizou a série de foguetes Falcon 9 mais de 100 vezes. Cara, essas loucuras não são feitas só com dinheiro. Quer saber como é que faz? Continue a me acompanhar neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=dpODFnrrbUs Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.