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Ep 366Cafezinho 366 – Sobre dissonância e hipocrisia
Cafezinho 366 – Sobre dissonância e hipocrisia Você já ouviu falar em “dissonância cognitiva”? Dissonância cognitiva é a falta de harmonia na forma como adquirimos e processamos informações. Ela se manifesta pela sensação desagradável de conviver com duas ideias contraditórias ao mesmo tempo. Lembra daquela oferta que chega por e-mail com um preço inacreditável? Daquela proposta de curso que deixará você rico? Perspectiva de ganho rápido ou fácil de um lado e suspeita de que a proposta é um golpe, de outro. Em dissonância cognitiva, não raro fazemos a opção psicológica de correr o risco. Os psicólogos chamam essa vulnerabilidade de “suspensão voluntária da incredulidade”. Depois do prejuízo, criamos todo tipo de desculpa para justificar a escolha desastrada… Vivemos num mundo de contradições. Por todo lado, afirmações absolutas como “todo mundo”, “sempre”, “ninguém”, “nunca”, todas como conclusões genéricas de algum incidente em particular ou alguma evidência solitária. Um caso seletivamente escolhido serve como bandeira para a generalização. E dá-lhe dissonância cognitiva. Sabe o resultado? Desaprendemos a manifestar nossas dúvidas, paramos de usar “talvez”, “alguns”, “a maioria”, ”a minoria” e assim proporcionar o bom debate, evitando os malefícios da generalização. E daí surgem os justiceiros sociais exibindo virtudes, princípios e valores morais que na verdade não possuem. Praticam a censura para garantir a liberdade de opinião. Matam em nome da paz. Roubam em nome da justiça social. Agridem em nome da democracia. Quebram a Constituição em nome da segurança jurídica. Dizem uma coisa e agem ao contrário. Dissonância cognitiva é o gatilho. O nome dessas atitudes é hipocrisia. Versão no Youtube: https://youtu.be/U30K0e1DcsU Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. A versão completa deste vídeo é exclusiva para assinantes do Café Brasil. Saiba como assinar em http://confraria.cafe.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 365Cafezinho 365 - (IN)segurança nacional
A Câmara dos Deputados pediu ao STF a prisão do humorista e apresentador de TV Danilo Gentili com base na Lei de Segurança Nacional, pois ele escreveu no Twitter que “só acreditaria que esse país tem jeito se a população entrasse agora na Câmara e socasse todo deputado que está nesse momento discutindo PEC de imunidade parlamentar”. Os deputados dizem que Gentili utilizou discurso de ódio contra os membros da Câmara, e pediram a distribuição do processo diretamente para o ministro Alexandre de Moraes, responsável pela prisão do deputado Daniel Silveira. Eles argumentam que o STF estabeleceu por unanimidade a jurisprudência de que caberia prisão em flagrante nesses casos. Você entendeu? Estabelecida a jurisprudência, qualquer autoridade que se sentir ofendida pode pedir a prisão do ofensor. E com base na Lei de Segurança Nacional! O Código Penal já prevê punição para esses casos, a comentarista da Jovem Pan Ana Paula Henckel tem vencido sistematicamente todos os processos que faz contra as pessoas que a ameaçam, ofendem e difamam, usando as leis que já existem. Alan Isaacman, advogado de Larry Flint, o polêmico editor da revista Hustler, defendeu-o num julgamento em que ele era acusado de obscenidade, assim: “Se começarmos a cercar com paredes aquilo que alguns de nós julgam como sendo obsceno, acordaremos um dia e perceberemos que surgiram paredes em lugares que jamais esperaríamos que surgissem. E aí não poderemos ver ou fazer nada. E isto não é liberdade”. Nem precisa prender o Danilo Gentili, a simples ameaça já é mais um tijolinho na parede. Mas tem idiotas comemorando. Versão no Youtube: https://youtu.be/2he0ZyUfhQM Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. A versão completa deste vídeo é exclusiva para assinantes do Café Brasil. Saiba como assinar em http://confraria.cafe.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 759Cafe Brasil 759 - Karl Popper e os negacionistas
Para o filósofo austríaco Karl Popper, o processo de pesquisa científica apresenta três momentos: problema, conjecturas e falseamento. O problema consiste em pensar em um conflito que precisa ser resolvido. A conjectura é comprovar experimentalmente. O falseamento é provar que a teoria é científica pelo fato de que ela pode ser falsa. Como é que é, cara? Só e científico se puder ser falso? Sim. Dizer isso em tempos de pandemia, bicho, é uma loucura. Vai começar a gritaria...See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 364Cafezinho 364 – Isolacionismo Intelectual
Este mês os assinantes do Café Brasil premium receberão o Podsumário do livro O Catalisador, que trata de como convencer as pessoas a mudar. Num ponto do livro, o autor Jonah Berger diz assim: “A Web e as mídias sociais se combinaram para criar um estado de isolacionismo intelectual em que as pessoas raramente são expostas a pontos de vista conflitantes. Combinado com a tendência das pessoas para clicar em informações que apoiam suas perspectivas, esses algoritmos podem levar a humanidade a se tornar cada vez mais isolada em suas próprias bolhas. Para resolver esse problema, os especialistas sugerem que você, em vez de se esconder dentro de uma bolha on-line, busque trocar ideias com alguém que vê as coisas de maneira diferente. Crie pontes para o outro lado. Intuitivamente, isso faz muito sentido. Indo além das caricaturas e estereótipos e envolvendo-se com alguém que discorda, ambos os lados se beneficiarão. Em vez de inimigos ou adversários, as pessoas começarão a ver o outro lado como seres humanos reais. Ao entender de onde vem a oposição, todos nós ganharemos pontos de vista mais diferenciados.” Pois é... mas num cenário de histeria, a generosidade de se abrir para novas ideias é bem difícil. Todos temos a tendência de procurar e processar informações de uma forma que confirme um ponto de vista já existente. Isso é chamado de viés de confirmação. E ninguém está imune. Nin-guém! O viés de confirmação molda os tratamentos que os médicos prescrevem, as decisões que os jurados tomam e as estratégias que os investidores seguem. O viés de confirmação direciona as ações que os líderes realizam, os cientistas pesquisam e o feedback que os funcionários internalizam. O viés de confirmação leva ao isolacionismo intelectual, quando você não procura, refuta e, não raro, caçoa de ideias diferentes. Como se só você fosse o dono da razão. É aí que começam todos os problemas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 363Cafezinho 363 – Chapeuzinho Vermelho 4.0
A vida toda conheci a história de Chapeuzinho Vermelho do ponto de vista de um narrador, no caso da versão clássica dos Irmãos Grimm, que botaram ordem nas informações, transformando-as numa história clássica. Eles escolheram os melhores ângulos e interpretações do ponto de vista deles, e assim nos encantaram com a menininha, a vovó, o caçador e o lobo mau. Mas o mundo mudou. Nos sentimos sonegados de uma parte da realidade, ao nos depararmos com a visão de um narrador só. Como num grande Big Brother Brasil, estamos em busca da ação sob ângulos diversos e, teoricamente sem edição. Assim imaginamos que seja possível assistir além da narrativa e da manipulação de alguém. Como seria Chapeuzinho Vermelho do ponto de vista da menina? Da Vovó? Do Caçador? E por fim, do Lobo? Seria a mesma história? Quem seria o vilão? Quais os motivos de cada um? Quem estaria certo? Chapeuzinho Vermelho com as imagens capturadas pelas câmeras do narrador, da menina, da vovó, do caçador e do lobo mau, localizados em pontos distintos ao longo da trama. Essas imagens brutas iriam ao ar ao mesmo tempo e caberia ao telespectador montar a narrativa que lhe interessasse. Material extremamente rico em conteúdo, mas... sem ritmo. Tem gente que aposta que esse é o futuro da imprensa. Eu vou esperar para ver. Acho que, até por um problema de capacidade mental, sempre precisaremos de alguém que nos conduza pela narrativa, apontando os detalhes que não conseguimos enxergar, ligando pontos e ajudando a entender a realidade. O problema é que os narradores atuais têm feito um serviço de porco. Ou de lobo. Em vez de ajudar a entender a realidade, nos deixam desconfiados, bombardeados por suas mentiras, ideias românticas e promessas do paraíso. Tome cuidado com os narradores que você escolhe. No Chapeuzinho Vermelho 4.0, tá cheio de lobo se fingindo de menininha pra comer a vovó. Versão no Youtube: https://youtu.be/99KMJLV_TqY Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. A versão completa deste vídeo é exclusiva para assinantes do Café Brasil. Saiba como assinar em http://confraria.cafe.See omnystudio.com/listener for privacy information.
LíderCast 218 - Cesar Menotti

Ep 362Cafezinho-362- Na bala
Cafezinho 362 – Na bala. “Maomé não é sagrado para mim. Eu vivo sob a lei francesa e não sob a lei do Corão”, afirmou o cartunista e editor-chefe do Charlie Hebdo, Stéphane Charbonnie, em 2011 após reação violenta de fanáticos à publicação de charges consideradas ofensivas ao islamismo. Quatro anos depois, ao que consta, ele foi o primeiro a ser morto quatro no atentado de 7 de janeiro de 2015. Na ocasião, escrevi assim: “Segurar um cartaz, usar um botão ou publicar um post dizendo ´Je Suis Charlie´ não quer dizer que você concorda com o posicionamento político ou ideológico do jornal Charlie Hebdo. Não quer dizer que você aprecia as charges que eles publicavam. Não quer dizer que você endossa as gozações e ataques que eles fazem a religiões, governos e personalidades. Nem mesmo quer dizer que você, se morasse na França, seria um leitor do jornal. Neste momento, nestas circunstâncias, quer dizer que você se solidariza com seres humanos que foram mortos por expressarem suas ideias.” Trago esse assunto de volta por conta do episódio envolvendo o Deputado Daniel Silveira. Por favor, POR FAVOR, guarde as proporções. Minha opinião é a seguinte: se aquele vídeo ofensivo que ele publicou foi iniciativa individual dele, o deputado foi muito burro. Subiu no ringue para lutar com Mike Tyson no auge. Não tinha a menor chance. Como os cartunistas do Charlie Hebdo, ele pagou a conta por falar o que quis, como quis. O vídeo foi ofensivo, excessivo, teatral e irresponsável, exatamente como os cartuns do Charlie Hebdo. Mas o deputado não poderia ser preso por expressar sua opinião. Os juízes do STF agiram como os terroristas: se as leis da França não proíbem que as piadas contra Maomé sejam feitas, eles resolvem na bala. Se a constituição brasileira não proíbe que o deputado ofenda quem ele quiser, eles resolvem na bala. Felizmente ainda não matam o corpo. Versão no Youtube: https://youtu.be/iR9JCAg0zJ4 Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. A versão completa deste vídeo é exclusiva para assinantes do Café Brasil. Saiba como assinar em http://confraria.cafe.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 758Café Brasil 758 - LiderCast Cesar Menotti
Há muito tempo eu tinha a ideia de trazer para o LíderCast uma dupla sertaneja que estivesse no auge da fama. E depois de um bom tempo tentando casar agendas, eis que surge a oportunidade de um bate-papo com o Cesar Menotti, que em parceria com seu irmão Fabiano, compõe uma das duplas de maior sucesso no Brasil. Como dois bons caipiras, mandamos ver num proseado bão, com direito a viola, coxinhas e muitos causos. Vamos nessa?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 361Cafezinho 361 – Big Brother Brasil-sil-sil
A edição 21 do Big Brother Brasil parece recuperar os índices de audiência e de popularidade das edições mais antigas, com o povo gritando nas janelas a cada eliminação de um vilão. O BBB é um fenômeno POP impressionante. O músico Mauricio Pereira, disse assim no LíderCast: “o pop, ao mesmo tempo em que é muito comercializável, ao mesmo tempo que é vendável, ao mesmo tempo que é burro, idiótico, traz em si o sagrado. Porque tudo o que é possível e passível de ser tornado coletivo em grande escala, eu acho que traz o sagrado dentro de si. Então eu tenho orgulho de ser músico pop, é como se eu dissesse, eu sou um vira lata filósofo, guerrilheiro, poeta, mas vira-lata, sempre vira-lata, sempre. Eu quero que todo mundo entenda a minha música. E pop é isso, é veloz e não tem medo do comércio, muitas vezes o sagrado está no comércio, não está na academia.” Aquela fala do Mauricio reforçou a ideia de que nenhuma manifestação humana capaz de mobilizar milhões de pessoas deve ser esnobada. Você que não suporta o BBB e nem quem fala sobre o BBB, não escapará da influência dele sobre quem gosta. Você pode se negar a ver, ler, ouvir ou falar a respeito, mas não pode negar que existe. E que é um fenômeno. No final do Cafezinho 313, que propõe uma reflexão sobre como ocupamos nosso tempo livre, escrevi assim: “Há uma decisão política quando decidimos que queremos nos afastar dos temas pesados, queremos nos aliviar da histeria e dos barracos que infestam a política nacional. Tomamos a decisão política de ficar de fora, o que é perfeitamente legítimo.” Para alguns, o BBB é uma fuga, para outros, uma válvula de descompressão, para alguns é só entretenimento, para outros é uma lição. Para uns é uma desgraça, para outros é redenção. Para mim é uma curiosidade que precisamos estudar. Até para entender o que é que o brasileiro é. Versão no Youtube: https://youtu.be/uBmc67wG3DU Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. A versão completa deste vídeo é exclusiva para assinantes do Café Brasil. Saiba como assinar em http://confraria.cafe.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 757Cafe Brasil 757 - O dono da firma
Vamos então a mais um programa que fala do empreendedor brasileiro. Mas que poderia ser mexicano, colombiano, uruguaio, espanhol ou norte americano. O problema é que aqui no Brasil, tudo parece mais difícil. Especialmente quando a gente decide ser o dono da firma. Além de se ferrar de verde e amarelo, ainda é ofendido e perseguido. Que dureza, cara... como é duro trabalhar....See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 360Cafezinho 360 – Sobre políticos e educadores
Começo a semana com uma deliciosa mensagem de uma aluna: "Bom dia Pessoal produtivo! Realizei 100% do nosso curso #produtividadeantifragil e agora estou revisitando todas as aulas. Consegui perceber o quanto me desenvolvi e quanto mudei meu olhar sobre a produtividade, procrastinação e entender que a responsabilidade é minha e de mais ninguém de resolver e fazer bem feito o que precisa ser feito no tempo certo. Eu decidi ser tripulante, e não passageiro, um dia de cada vez , combatendo todos os dias a primeira, a segunda, terceira e quarta desculpa ... como Luciano ensinou no ensaio da produtividade e assim tem sido. Muito Obrigada pelo excelente conteúdo e pela dinâmica que você aplicou. Recomendo e seguirei recomendando!" Essa perspectiva de ter contribuído com a evolução de alguém é o que me faz continuar lutando. E vira e mexe alguém me sugere entrar na política, dizendo que eu poderia contribuir ainda mais se fosse um deputado ou senador. Para esses eu tenho uma resposta padrão, que Guimarães Rosa deu quando lhe perguntaram se se considerava um político: “Eu jamais poderia ser político com toda essa charlatanice da realidade… Ao contrário dos ‘legítimos’ políticos, acredito no homem e lhe desejo um futuro. O político pensa apenas em minutos. Sou escritor e penso em eternidades. Eu penso na ressurreição do homem.” Eu até veria com simpatia a ideia de entrar na política, se pudesse pensar em eternidades. Mas está muito claro que é impossível. Em política, quem pensa em eternidades é atropelado pelos que pensam em minutos. Ao invés de agir como político, sinto-me muito mais útil como uma espécie de educador. No ensinamento que aquela aluna levará consigo pelo resto da vida, e que continuará com quem ela ensinar, tem um pouquinho de mim. É assim que me farei eterno. A versão completa deste vídeo é exclusiva para assinantes do Café Brasil. Saiba como assinar em http://confraria.cafe. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. No Youtube: https://youtu.be/-kj5hE5aSRwSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 359Cafezinho-359 - Quem são os negacionistas
No módulo Liderança de meu curso on-line CAMP, eu discorro sobre indicadores de performance. E falo de três áreas distintas. Primeiro das coisas que dá pra medir: custo, produtividade, lucro, absenteísmo, coisas que cabem na planilha e que são fundamentais para entender o que está acontecendo. Depois falo das coisas que podemos sentir, que têm a ver com energia, com excitação, com você estar vendo brilho no olho, sentindo o clima do ambiente. E, por fim, as coisas que podemos observar. As pessoas trabalhando bem, saindo para almoçar, indo no boteco, todo mundo junto, animado e demonstrando alegria. Coisas que podemos medir, coisas que podemos sentir, coisas que podemos observar. Você tem de olhar as três se quiser entender o que realmente está acontecendo. O que conseguimos medir é importante, mas é só um pedaço. Muitas vezes o número está muito bom, mas o clima não está legal. Talvez esse número não seja sustentável. Agora vou arrumar incomodação. Por favor, ouça até o final. Se cair o disjuntor, é só religar. Trazendo para a esfera da ciência, também tem o que dá pra medir, o que dá pra sentir e o que dá pra observar. E nas esferas do sentir e observar, existem centenas – milhares, até - de profissionais tarimbados, com anos de experiência, médicos reconhecidos, adotando diversas formas de tratamento precoce para a Covid 19, apoiados em evidências de que deu certo com seus pacientes. Olha, quando é um ou dois, a gente tem de ficar desconfiado mesmo. Mas quando são centenas, milhares, é para - no mínimo – observar com muito cuidado em vez de prontamente acusar de curandeirismo, negacionismo ou seja lá o que for. Quem afirma categoricamente que não funciona, não pode provar que não funciona e não aceita que não pode, é o verdadeiro negacionista. Anos atrás, a disciplina da Economia sofreu um abalo quando surgiu a Economia Comportamental, que rendeu até prêmio Nobel. A Economia Comportamental trouxe a observação, a experiência, a psicologia, o relacionamento humano para dentro da economia tradicional e deu um nó na cabeça dos tradicionalistas. Ela provou que só números não conseguem representar a complexidade de nossas vidas. Talvez estejamos precisando de mais Ciência Comportamental. Ou coragem. Ouviu? Muito bom, agora pode voltar a gritar. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. Versão do Youtube: https://youtu.be/6ZIJymfEuK0See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 756Cafe Brasil 756 - Netiqueta e as mulas digitais
Cara, como tem mula na internet. Eu escolhi mula aqui, pra colocar mula digital. Como é que tem mula digital na internet! Mula digital é aquele bicho que você chegou perto, eçle dá um coice. Eu já diminuí a participação em redes sociais para reduzir a interação com esse tipo de gente estúpida, cara. Agora minha energia está nos grupos do Telegram do Café Brasil, onde dá para trocar ideias sem ser humilhado, xingado, ou perseguido por dar uma opinião. Bom, você já ouviu o termo netiqueta? Netiqueta é a combinação das palavras network e etiqueta, e significa um conjunto de regras para um comportamento online que seja aceitável. Onde você não seja uma mula digital. Usar a internet de forma responsável, é isso que trata a netiqueta, o antídoto para as mulas digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 358Cafezinho 358 – Só sei que nada sei
Eu fico olhando aquela molecada que está no youtube dando opinião sobre qualquer assunto e me lembrando de uma fala do jornalista Reinaldo Azevedo: -Não confio numa religião mais nova que o uísque que eu bebo. Como confiar num garoto de 28, 30 anos, que vem me ensinar como viver uma vida com propósito, como gerenciar negócios? Não, não é preconceito, é conceito! Se alguém vem me ensinar a andar de moto, a primeira pergunta que farei é: quantas vezes você caiu? Me mostra a cicatriz. Deixa eu ver as rugas, as marcas do tempo! Cara, tem até garoto de 14 anos dando conselhos sobre como viver uma vida plena! Eu não sei o que acontece. Eu mesmo deixo de comentar um monte de assuntos simplesmente por me sentir incompetente! Sei que não sei, tenho de mergulhar profundamente no tema, morro de medo de passar vergonha quando abrir a bocarra e falar uma bobagem. Por isso me recolho! Mas essa moçada não quer saber, manda bala. E tem milhões de seguidores os estimulando, ouvindo e reproduzindo as bobagens que ouvem. Preste atenção: quem é que você está seguindo? Que opiniões você está ouvindo? Que credenciais tem quem dá essa opinião? É só um curioso que grita e fala por ouvir falar? Esse sujeito a quem você está dando seu tempo de vida tem cicatrizes? Viveu o assunto que comenta? Ou é só orelhada? Tenha um filtro, meu caro, minha cara. Para o bem do mundo, do Brasil, de sua família, seu mesmo, bote na cabeça: não dá para ser mestre sem antes ser discípulo. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. Versão do Youtube: https://youtu.be/JEDjdd1ll34See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 357Cafezinho 357 – Big Brother Brasil Educa
“Numa discussão sobre o Big Brother provoquei caretas ao dizer que o programa é uma oportunidade fantástica de aprendizado. Quase apanhei. Mas expliquei que tudo depende de como o espectador encara o programa. Se você procura mais que simples entretenimento (...) tem ali uma inestimável aula de antropologia, sociologia e política, com exemplos claros de como funciona a vida em sociedade. Verá os conflitos, as intrigas, a dissimulação, as mentiras, a manipulação, a generosidade, o medo, todos aqueles pequenos truques, pecados e atitudes com os quais convivemos no dia-a-dia. Está tudo ali, exposto pra quem quiser ver. E aprender. Assistindo o Big Brother Brasil como uma vitrine de comportamento você aplicará seu tempo em aprendizado.” Esse é um trecho de um artigo meu de 2009, que deu o que falar. Mas nunca foi tão atual, especialmente durante esta edição do BBB de 2021, que se transformou na vitrine da lacração. A Globo está fazendo um favor à sociedade ao apresentar, de forma concentrada, todos os chavões do politicamente correto que, diluídos aqui fora, estão corroendo os pilares morais da nossa sociedade. E o que está sendo visto ali é feio, muito feio. Ao retirar as máscaras dos justiceiros sociais, o BBB mostra todo o ódio, inveja, preconceito, hipocrisia, falsidade embalados pelo ódio do bem e o discurso hipócrita da defesa dos oprimidos, por parte de quem no fundo só quer garantir o seu. O BBB subverteu a lógica de que narciso acha feio o que não é espelho. No caso, o espelho está revelando monstros, e a sociedade não está gostando do que está vendo. Não sei se era essa a intenção ou o tiro da Globo saiu pela culatra. O que eu sei é que o Big Brother Brasil educa. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. Versão do Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=qXScZ5c0lZI&feature=youtu.beSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 755Café Brasil 755 - Alfabestismo digital
Tenho visto estarrecido as áreas de comentários das redes sociais onde é comum que entre vinte, trinta comentários, apenas quatro ou cinco tenham a ver com o assunto do post. A impressão é que os comentadores não conseguem distinguir a realidade da ficção. São pessoas que conseguem ler e escrever, mas confundem o simples com o complexo. E a quantidade de gente assim cresce de forma assustadora. São os alfabestados digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 356Cafezinho 356 – O problema são os outros
Algum tempo atrás circulou uma pesquisa que perguntava se o Brasil é um país racista. A maioria respondeu “sim”. Mas quando a pergunta era “você é racista?”, a resposta era “não”. Racistas são os outros. Se em vez de racismo a pergunta fosse sobre preguiça, ignorância, desonestidade e outros atributos nada elogiosos, eu tenho certeza que a resposta seria a mesma: o problema são os outros. Isso leva a uma reflexão sobre a esperteza individual contra a estupidez coletiva. Como indivíduos somos ótimos. Honestos, estudiosos, aplicados, respeitosos, competentes... mas como um coletivo somos um desastre! Afinal, se o coletivo é a soma dos indivíduos, como é que 200 milhões de pessoas honestas formam um país corrupto? O problema são os outros. E mesmo quando mostramos exemplos de pessoas extraordinárias, que brilham por suas virtudes, parece que não adianta. Esses exemplos nunca são seguidos. E as desculpas são ótimas. É sempre algo como “ele ou ela tiveram... sorte, família, pais honestos, ambiente bom, oportunidades, estudo. Eu não tive!” Os cidadãos exemplares sempre tiveram algo a mais que parece que não está ao alcance dos demais, você já reparou nisso? Por isso são tão poucos. Talvez seja necessário parar para pensar um pouco: bons exemplos não são suficientes, o que precisamos é mudar a forma como vemos os outros. Sair dessa que “o Brasil tem futuro, mas com esse povo que tá aí, não sei, não.” Bom, “esse povo que tá aí” é você. Mude essa sua visão preconceituosa, desconfiada e limitadora sobre a natureza humana. Mas não espere que os outros mudem, mude você! Sem querer nada em troca. É assim que começa. O problema nunca são os outros. Somos nós. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 355Cafezinho 355 – A burrice
Num podcast Café Brasil de muito tempo atrás usei um texto de Guto (vulgo Carlos Magalhães), que falava de Burrice. Vale lembrar uns trechos: “... o que é a burrice? O Aurélio apenas cruza sinônimos. Não esclarece nada. Em primeiro lugar, a burrice não pode ser confundida com falta de informações. Isso é ignorância. Há pessoas ignorantes muito inteligentes. E há pessoas muito informadas e muito burras. Em segundo lugar, a burrice também não pode ser confundida com doença mental. Terceiro, burrice não é sinônimo de desrazão. E razão não é sinônimo de inteligência. Na minha opinião, a burrice é uma questão de escolha. Penso que todos os humanos nascem com o mesmo equipamento cerebral. O uso ou o não-uso daquilo que a evolução nos deu é opcional. Muitas pessoas optam por não usar. Esses são os verdadeiros burros. Pensamentos complexos só podem prosperar quando a "memória de trabalho" está amplamente disponível. Quando essa memória é muito pequena, o indivíduo não é capaz de trabalhar com mais de duas variáveis, com sinais sempre opostos (se A é verdade, logo B é falso). É próprio do pensamento monofásico a desconexão entre os diferentes blocos de ideias. Por isso os burros caem sempre em contradição, embora nunca percebam esse detalhe. Ou pior, acreditam-se muito coerentes. Os burros gostam muito de frases peremptórias. Em geral são muito sérios. E quanto mais sérios, mais burros. Mas a principal característica de todos os burros é a crença inabalável. São crentes. Acreditam em uma realidade externa, objetiva e estável que pode ser fielmente representada pelas palavras. Acreditam que as palavras são etiquetas que se colam a coisas reais. Desconfiam de todos que não usam as etiquetas que consideram corretas. Se a burrice é opcional, a crendeirice não o é. É efeito colateral da escolha. E esse efeito, depois de acometer aquele que optou pela parvoíce, não o abandona mais. Enfim, burrice não tem cura.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 217LiderCast 217 - Amyr Klink
Um recado para os navegantes. Em 2015 lançamos o podcast LíderCast, com a intenção de conversar livremente, sem roteiro, com gente que faz acontecer. Já são 216 conversas publicadas, algumas delas memoráveis, registros de pessoas que conseguem impactar o mundo com sua força, criatividade, persistência e inteligência. Lançamos os episódios por temporadas, experimentando uma forma de produzir e distribuir que fosse um diferencial sobre as opções de podcasts existentes no mercado. Olha! Foi legal, são cinco anos, gerou diversas ideias, fomos copiados e até o nome LíderCast foi surrupiado por um aí, cara... E agora mudaremos o esquema, o LíderCast passa a sair sempre que um convidado interessante surgir. Não é mais por temporada, tá? E a periodicidade vai ser irregular irregular, vamos ver como será. E quem inaugura a nova fase é ninguém menos que Amyr Klink.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 754Café Brasil 754 - LíderCast Amyr Klink
Um recado para os navegantes. Em 2015 lançamos o podcast LíderCast, com a intenção de conversar livremente, sem roteiro, com gente que faz acontecer. Já são 216 conversas publicadas, algumas delas memoráveis, registros de pessoas que conseguem impactar o mundo com sua força, criatividade, persistência e inteligência. Lançamos os episódios por temporadas, experimentando uma forma de produzir e distribuir que fosse um diferencial sobre as opções de podcasts existentes no mercado. Olha! Foi legal, são cinco anos, gerou diversas ideias, fomos copiados e até o nome LíderCast foi surrupiado por um aí, cara... E agora mudaremos o esquema, o LíderCast passa a sair sempre que um convidado interessante surgir. Não é mais por temporada, tá? E a periodicidade vai ser irregular irregular, vamos ver como será. E quem inaugura a nova fase é ninguém menos que Amyr Klink.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 354Cafezinho 354 – Abaixo de zero
Em maio de 1996, dezenas de alpinistas foram surpreendidos por uma violenta tempestade enquanto retornavam do cume do monte Everest. Um patologista norte-americano chamado Beck Weathers, viveu uma experiência inacreditável. Praticamente cego, a 8.200 metros de altitude, de noite, em meio a uma tempestade, ele se desprendeu do grupo e vagou pela montanha até cair na neve, congelando. A morte por congelamento é chamada de “morte suave”, a pessoa vai apagando aos poucos, lentamente, como uma vela. Quando tudo parecia perdido, Beck teve um lampejo de vida, levantou e continuou a caminhar, com um braço congelado, delirando, sem ter ideia de para onde estava indo. Chegou próximo a um acampamento onde foi visto por um alpinista e levado para dentro de uma barraca. Milagrosamente Beck sobreviveu até ser resgatado por um helicóptero. Perdeu dedos das mãos e dos pés e até o nariz. Mas sobreviveu. Ao ser perguntado sobre que força fez com que ele, mesmo virtualmente morto, levantasse para a salvação, Beck respondeu: - Pensar em minha família. Em meus filhos. Beck Weathers, em meio a uma situação desesperadora, focou no que dava sentido à sua vida. E algo lá no fundo de sua mente quase congelada acendeu, gerando calor suficiente para que ele lutasse pela vida. Aquela noite fatídica no Everest produziu uma dúzia de corpos. Menos o de Beck Weathers. Tem gente que se agarra à fé, Deus há de dar um jeito. Tem gente que se agarra a um ente querido. Tem gente – como eu – que se agarra a uma causa política, cultural ou social. Todos, de alguma maneira, buscando um propósito que dê sentido à pergunta que não quer calar: vale a pena lutar? Sem um propósito, não. E então, como um alpinista sem esperança, abaixo de zero, a saída é aguardar a morte suave chegar. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 353Cafezinho 353 – Confie desconfiando
Sempre me fascina a capacidade que algumas pessoas têm de tratar sua visão do mundo como a única correta, com uma confiança que chega a ser comovente. Vira fé. E não adianta você trazer fatos, a pessoa simplesmente não ouve nem enxerga o que está sendo dito ou mostrado. Ela tem excesso de confiança nas próprias habilidades, excesso de confiança em que suas ideias e opiniões são as corretas, excesso de confiança de que é superior aos outros. Afinal, ela está certa, não é? Ter confiança nas coisas é o que nos faz seguir em frente. Não é ruim. Se eu não confiasse em minha capacidade de escrever as ideias, por exemplo, eu não me atreveria a fazê-lo. O problema não é a confiança, mas é o excesso dela. Olha, depois que eu me curei da juventude, aprendi a confiar desconfiando. Minhas opiniões são definitivas até a página três, por uma razão muito simples: é essa certeza definitiva que guiará minhas ações. Uma sociedade repleta de gente com excesso de confiança e com acesso aos canais de distribuição de ideias, corre o risco de não dar certo. Ou de mergulhar num cenário conflituoso onde se destrói mais do se constrói. E é aí que deveria tocar o sinal de alerta. O excesso de confiança é contagioso. Se você escolhe seguir alguém que sofra desse mal, provavelmente se contagiará com ele, sem perceber que se tornará cego e surdo para tudo aquilo que vá contra suas crenças. E tomará decisões baseadas exclusivamente em evidências que confirmam suas crenças pré-existentes. Você passa a viver numa bolha. E aí, dá nisso que estamos vendo. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. Versão do Youtube: https://youtu.be/0nAwziiHHPISee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 753Café Brasil 753 - A sala dos professores
Professor...professor...professor... houve um tempo em que o sonho de uma criança era ser professor. Mas a profissão foi perdendo o brilho com o passar dos anos, ultrapassada por atividades mais, digamos, glamorosas. Pois é. É uma pena, viu? Poucas atividades são tão nobres como a de um educador. Vamos dar um mergulho então dentro da sala dos professores, pelas mãos de um professor, pra ver o que acontece?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 352Cafezinho 352 – O drama da esquina
Que legal a mobilização das pessoas para ajudar de alguma forma nossos irmãos no Amazonas com a questão do oxigênio. É isso que acontece quando esses dramas ganham as manchetes. E aqui vão algumas reflexões: Primeiro: a natureza do voluntariado é a escolha consciente por trabalhar sem ser pago por isso. Ser voluntário é bom porque você aprende coisas novas; porque estabelece relacionamentos fortes com gente do bem; porque desenvolve sua habilidade de comunicação; porque cria relacionamentos; porque é bom para a sociedade. E dá um senso de propósito. Segundo: se você vai ajudar uma entidade, depois de fazer a investigação habitual sobre a honestidade de propósito, faça uma investigação logística. Examine para ver se a estrutura da organização não consome a maior parte dos recursos, se existe inteligência logística para que seu esforço e dinheiro doados cheguem até quem necessita, de forma eficiente. Terceiro: não espere que o Estado se preocupe com o indivíduo. O Estado age pensando em grupos, no atacado, sem coração, sem empatia. São as pessoas dentro do Estado que tornam os processos mais ou menos eficazes, se e quando podem influenciar na burocracia. O que é muito raro. Quarto: você também pode causar um impacto imediato, poderoso e duradouro agindo na esquina da sua casa. Entendeu? Isso mesmo, aí na esquina da sua casa. Eu convido você a ouvir o LíderCast 130 com a Katia Carvalho. Ela começou na calçada da casa dela, e hoje impacta a vida de dezenas, centenas, talvez até milhares de pessoas. Não espere os grandes dramas nacionais para agir. Tem um drama precisando de você aí, na esquina da sua casa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 351Cafezinho 351 – Um autoritário pra chamar de seu
O mundo está ficando estranho. As pessoas perderam completamente o bom-senso e já há gente pregando autoritarismo do bem na imprensa. Fiz uma rápida pesquisa sobre o que podemos esperar de alguém autoritário: Ódio. A pedra fundamental do autoritarismo. O ódio contra quem pensa ou age diferente do que ele acha certo. Punição e crueldade. O ódio leva à necessidade de punir quem age errado. Evidentemente, o juiz do erro é ele, o autoritário. Violência. Física ou psicológica. Ameaças e amedrontamento. Autoritários precisam incutir o medo nos outros. Regras confusas. O autoritário precisa que a regra seja quebrada para se sentir poderoso... punindo. Paranoia. Autoritários agem como se estivessem sendo ameaçados todo o tempo. Tem inimigo pra todo lado. A verdade é inimiga. Para quem quer punir os outros, a verdade é uma inconveniência. Humilhação e ridicularização. Não basta controlar, vencer, dominar o alvo. É preciso envergonhá-lo. Obsessão por comando e controle. A vida do autoritário é repleta de regras, certezas e verdades que, para ele, deveriam ser óbvias para todo mundo. Intromissão. Combinação da necessidade de controlar e envergonhar. O autoritário se mete onde não foi chamado. Vamos lá então? Ódio, punição, crueldade, ameaças, confusão, paranoia, desprezo pela verdade, humilhação, obsessão por controlar, intromissão... Sério que, em nome do bem futuro, você acha que vale se submeter a gente assim? Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 752Cafe Brasil 752 - Jam Session
Uma das coisas mais fascinantes é a demonstração de talento humano que surge em momentos inesperados, quando saímos fora do roteiro para improvisar. Tem gente que congela quando sai dos trilhos. Tem gente que improvisa brilhantemente. E tem gente que precisa do acaso, da incerteza, para liberar a criatividade. Que tipo desses é você, hein?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 350Cafezinho 350 – Sob o domínio do medo
Quando estive no Museu Aeroespacial do Smithsonian em Washington, a coisa que mais me impressionou foi a minúscula cápsula espacial do Projeto Mercury, que colocou o primeiro astronauta norte americano em órbita em 1962. Que coragem de John Glenn de entrar ali e ser lançado para o incerto, sem saber se retornaria. Impressionante. Aquela era uma época de gente que fazia acontecer, de lideranças que assumiam riscos. Aquela era uma época em que os planos eram levados a sério, de gente responsável e compromissada com a ação. Hoje vejo estruturas complexas, gente superficial e planos. Planos, planos e mais planos. Todo mundo apresentando planos com nomes pomposos e depois esperando que se transformem em ação. Como mágica. São raras as lideranças que sentam a bunda no foguete e partem para a ação. Todo mundo quer livrar o seu. Decisão? Só se for num comitê, com a responsabilidade compartilhada com muita gente. Fazer acontecer? Só depois que outros fizerem. Sabe o que que é isso? É resultado de um processo de ampliação do medo. O mundo nunca esteve tão bem, por qualquer indicador que você pesquise, mas nunca tivemos tanta certeza de que o futuro será terrível. Portanto, evite riscos, não saia do rebanho, não invente moda, não tente provar seu ponto, especialmente se ele estiver fora da convenção social... Se ele não concordar com a patota. Enquanto isso os chineses, disciplinados, comprometidos, focados num objetivo comum, traçado em planos que já têm 30 ou 50 anos, dominam o planeta. Sem medo. No mundo de hoje, caótico, competitivo e apressado, não vence mais só quem tem o melhor plano, a melhor tecnologia, mais velocidade ou se adapta com facilidade. Vence quem não é cagão. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. Versão do Youtube: https://youtu.be/wgDM8OcBytkSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 349Cafezinho 349 – Pânico moral
Mídia é “todo suporte de difusão de informação que constitui um meio intermediário de expressão capaz de transmitir mensagens.” É tentador jogar a internet no mesmo balaio, não? Mas a internet vai mais longe. Google, Facebook, Twitter e a internet em si, são novidades que ainda não compreendemos. Não são “editores” ou produtores de conteúdo, mas plataformas de conversação, não apenas para levar conteúdo de um lugar para outro, mas para conectar pessoas. E isso muda tudo. Pense neste podcast, como uma mídia social, por exemplo. Você pode comentar, compartilhar ou encaminhar, com um monte de gente lendo e comentando, fazendo um ruído imenso, tão maior quanto mais polêmico for o assunto e a troca de mensagens. Esse ruído, esse barulhão, é a sociedade conversando. E às vezes o barulho fica tão alto, que começa a incomodar. É então que surge o conceito do “pânico moral”, definido nas palavras da cientista de dados Ashley Crossman: “Pânico moral é um medo espalhado pela sociedade, geralmente um medo irracional, de que alguém ou alguma coisa é uma ameaça aos valores, à segurança e aos interesses de uma comunidade ou sociedade. Tipicamente, o pânico moral é perpetuado pela mídia, alimentado por políticos e geralmente resulta na aprovação de novas leis e políticas que têm como alvo a fonte do pânico. Dessa forma, o pânico moral pode ampliar o controle social.” Ampliar o controle social. Tá entendendo? E o pânico moral não tem lado. Ele é ferramenta para qualquer um que quiser espalhar o medo. Até para um obscuro site alimentado por um modesto casal do interior do Paraná. Isto foi uma ironia. A pergunta do novo milênio, portanto, tem de ser: Quem se beneficia da ampliação do controle social? Os bobinhos dirão: “a sociedade”, enquanto caminham bovinamente em direção ao matadouro. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. Versão do Youtube: https://youtu.be/P2nPKp2OuVASee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 216LiderCast 216 - Denise Pitta
Empreendedora digital, dona do site Fashion Bubbles, pioneiro no segmento da moda na internet. Uma estudiosa de tendências, que fala muito mais do que moda, mas de comportamento e estilo de vida.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 751Café Brasil 751 - A hipocrisia nossa de cada dia
Os norte-americanos têm um termo interessante: talk is cheap, que numa tradução livre quer dizer “falar é barato”. Sim, falar é a parte fácil, cara. Como é simples abrir a bocarra e soltar um absurdo qualquer, não é? O duro mesmo é falar e fazer o que se diz. Quando isso não acontece, lidamos com um conceito interessante. O da hipocrisia. Vamos nessa?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 348Cafezinho 348 – Quem conta as histórias
Houve um tempo em que era no seio da família que aprendíamos por que acontecia o que acontecia. As narrativas familiares permitiam que entendêssemos como e onde nos encaixávamos dentro do mundo. E eram narrativas ricas, que misturavam fatos da realidade com histórias, tradições e lendas, não só do Brasil, como de nossos antepassados. Mas se o meu avô, meu tio, minha mãe, ao contar uma história, queriam desenvolver meu senso moral, ajudando que eu encontrasse meu lugar no mundo, quem conta as histórias hoje quer que eu compre uma sandália, um shampoo, um automóvel… ou uma ideia. Hoje as crianças encontram seu lugar baseadas nas marcas dos produtos que utilizam, no vocabulário da tribo que frequentam, no comportamento que imita celebridades vazias de conteúdo, invariavelmente ligadas à troca de algum produto por nosso dinheiro. Uma criança com oito anos de idade, tendo na bagagem umas 15 mil horas de internet, precisa de som, movimento, cores e situações extremas. Rápido! O que, convenhamos, atrai mais do que a conversa do avô. E assim ela cresce exposta ao excesso, aos gritos dos que a tentam convencer de que problemas complexos têm soluções simplórias. E essa gente tem um discurso sempre muito sedutor, simples, fácil de entender: a promessa do céu no futuro, desde que você viva o inferno no presente. Um céu que jamais chega. Então a criança vê a imagem de milhares de pessoas espremidas dentro de um ônibus ou vagão do Metrô, enquanto o governador grita: Fique em casa! Imagino a criança perguntando aos pais por que é que isso acontece. Tenho medo da resposta. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. Versão do Youtube: https://youtu.be/oizsUVdGIRgSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 347Cafezinho 347 – Remédio ou veneno
E 2020 termina com a sociedade mobilizada politicamente, como nunca. E isso não deveria ser ruim. A política é onipresente, você pode se expressar politicamente fazendo parte de um partido ou simplesmente saindo à rua numa manifestação. Pode se envolver com questões de estado, com atividades sociais, com resolução de conflitos, com a política no ambiente de trabalho. E, é claro, votando. Ou manifestando sua opinião livremente. Política não é algo ruim, sorrateiro, do mal. Política é a cola que mantém a sociedade unida. Política é remédio. Uma sociedade interessada em política, portanto, deveria ser algo importante, sinal de maturidade social. Mas... Depois de 50 anos de incitação ao confronto político e ideológico, do nós que somos do bem, contra eles, que são do mal, surgiu o palco ideal para o conflito: as redes sociais, que despertam nossos mais primitivos instintos, como disse aquele. Nelas, feridas jamais se fecham. Pelo contrário, abrem novas. Escolhendo quem seguir e quem excluir, nos colocamos em silos, câmaras de eco, enviesados e lutando para eliminar os inimigos. Alguns reais, a maioria imaginários. Julgamos que somos imunes às pressões, ofensas e preconceitos aos quais somos expostos. Achamos que somos capazes de observar e criticar os rebanhos, sem fazer parte deles. Esquecemos que quem nada contra a maré, também está dentro da água. O diabo está nos outros... Essa política do confronto, do ódio, contamina todos os segmentos de nossa vida. Agora até tratamento médico tem lado! É nesse contexto que a política, de cola que une a sociedade, se transforma no veneno que a fragmenta e destrói. Voltamos a conviver como tribos que se sentem ameaçadas por opiniões contrárias, consideradas heresias que precisam ser eliminadas. A mentira é colocada no mesmo patamar da verdade. Vencer o debate é mais importante que estar certo. E tudo fica chato, muito chato. Como promover a construção em vez da destruição, quando um lado quer é destruir o outro? Como expor ideias num ambiente envenenado dessa forma? Política deveria ser o remédio. Mas nós a transformamos em veneno. Tá na hora de rever a dose. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 215LiderCast 215 - Marco Antonio Villa
Historiador, professor, comentarista polêmico em rádio e televisão. Um papo delicioso sobre as raízes históricas e o cenário atual do Brasil... e sobre futebol!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 750Cafe Brasil 750 - The Rocket Man
Então... a gente precisava terminar 2020 pra cima, não é? Que ano, meu! Então decidimos chutar o pau da barraca. Algumas obras de arte são tão perfeitas, mas tão perfeitas, que conseguem condensar em alguns minutos todo o espírito de um tempo. E tornam-se eternas. É assim com a canção Rocket Man, da excepcional dupla Elton John e Bernie Taupin, inspiradas por Ray Bradbury. Vamos embarcar nessa nave?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 346Cafezinho 346 – O homem foguete
“Ela arrumou minha mala na noite passada, antes do voo/ Na hora zero, às nove da manhã / Eu estarei bem lá no alto / Como uma pipa.” Esses são os versos iniciais de uma canção icônica, Rocket Man, de Elton John e Bernie Taupin. Lançada em 1972, a música foi baseada num conto de ficção científica do autor Ray Bradbury, que trata de um astronauta em conflito: quando está no espaço, ele quer estar em casa, e quando em casa, quer estar no espaço. Escolhi essa música para o Podcast Café Brasil que encerra 2020, por algumas razões. Primeiro porque amo a canção, e isso é o ingrediente número um para produzir um bom podcast. Depois porque nela estão presentes alguns atributos que marcaram 2020: a angústia da incerteza sobre o futuro, a sensação de impotência, o medo diante do desconhecido, a possibilidade de não voltar para casa, a saudade das pessoas que amamos, a presença inestimável da tecnologia, a consciência apavorante das limitações da ciência. Mas o que mais pega na canção de Elton John, é a situação do pai que, por seu trabalho, se vê obrigado a ficar longe de casa. Isso é uma marca da revolução industrial e do desenvolvimento da economia nos últimos 100, 200 anos. Algo que foi invertido em 2020, quando fomos obrigados a ficar em casa, longe do nosso trabalho. É assim que terminamos 2020, é assim que começaremos 2021. Mas no fundo, o que eu quis mesmo foi prestar uma homenagem aos que não se entregaram ao medo que paralisa, e tiveram a coragem de assumir riscos mesmo com informações fragmentadas ou incompletas. Esses são os Rocket Man. Ouça o Podcast Café Brasil 750 – The Rocket Man. E parta firme para 2021. Feliz ano novo. Este cafezinho chega a você com apoio do cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional cafebrasilpremium.com.br Versão Youtube: https://youtu.be/veX-rfNObM0See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 345Cafezinho 345 – Pedra no Lago
Quem assina o Café Brasil, tem acesso a um grupo do Telegram, que é sensacional. Ali as pessoas exprimem suas ideias sem medo de ofensas, ataques e cancelamentos. Saem altas discussões, mas sempre com educação. E o mais interessante é que os usuários mais constantes acabam construindo laços de amizade. Nunca se viram, mas são amigos. Poucos dias atrás fui surpreendido por um grupo de 17 participantes que se reuniram para escrever um livro que me entregaram de surpresa. O nome é Pedra No Lago, e nas 117 páginas descreve como cada um deles me conheceu e de que forma o meu trabalho impactou suas vidas. É uma obra única, um esforço de três meses, quando cada um se dedicou a praticar a gratidão. Para mim. Não sei explicar o que senti conforme fui virando as páginas do livro... Aliás, esse momento está registrado em bit.ly/pedralago Um dos textos, do Alisson, diz assim: “Tenho comigo o que José Mauro de Vasconcelos chamou para seu personagem Zezé, de ‘o passarinho que canta pra dentro’. E é este passarinho que ouve podcasts, e que mora em mim não só numa árvore, mas várias, e vizinho a um lago, que ondeia quando ouve uma música, acordando o pássaro do sono leve das coisas cotidianas, me levando para o mundo de dentro do peito.” É isso. Um mundo dentro do peito, esperando para ser descoberto, conectado, compartilhado. O ano de 2020 entra para a história como um período de extremos desafios, de sustos, perdas e de reavaliação pessoal. Eu saio dele apreensivo, preocupado e abalado, mas agora confortado pela certeza de que sou aquele que lança as pedrinhas no lago que acordam o passarinho que canta pra dentro de você. E isso é um privilégio. Muito obrigado e feliz 2021. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.br. Versão do Youtube em https://youtu.be/wXNAbdE-MZ8See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 213LíderCast 214 - Bianca Oliveira
Jornalista e apresentadora, hoje vivendo na Europa, onde produz o podcast Coisas Sobre Você. Um daqueles programas que já no início traz uma baita surpresa. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 749Cafe Brasil 749 - Mais atrai mais
Construímos sistemas cada vez mais complexos, desenhados para simplificar nossas vidas, mas que na verdade complicam. Nosso cérebro não se desenvolve na velocidade da tecnologia. É preciso simplificar.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 344Cafezinho 344 – Quando um não quer
Fiz um post reproduzindo um artigo que trata das mentiras da imprensa e dizendo: “Vá vendo aí como fazem você de trouxa.” E uma leitora respondeu: “E o que te faz acreditar que você está imune?” Uma coisa que me deixa particularmente irritado é quando as pessoas comentam dizendo “você disse isso”. A frase certa é “eu entendi que você disse isso”. Você notou a diferença? Você reconhece a possibilidade de ter entendido errado. Minha primeira reação foi responder com uma típica patada facebooqueana tipo: “Onde foi que eu escrevi que eu sou imune? Você precisa aprender a interpretar textos.” Esse tipo de resposta eu sei que reação traria. Preferi deixar a questão descansar um pouco para responder de forma mais positiva, assim, ó: “Nada. Eu sou só mais um trouxa, Katharina.” Respondi com ironia, sem ataca-la, apenas me colocando na mesma posição dela e desarmando os espíritos. Ela respondeu assim: “É como me sinto. Em todos os aspectos.” Pronto. Não havia mais enfrentamento, apenas a manifestação de nossa vulnerabilidade. Dei o próximo passo, oferecendo uma dica de vídeo. E ela respondeu: “Adorei o vídeo, muito obrigada pela atenção.” Pronto. O que tinha potencial para se transformar num confronto, acabou numa amável troca de comentários com um agradecimento sincero ao final. É assim que deveria ser nas mídias sociais, em vez de xingar ou enfrentar, cada um contribuindo para construir uma espiral de distribuição de conteúdo, de crescimento, movida pela gentileza. “Quando um não quer, dois não brigam”, lembra da sua mãe dizendo isso? Que bobagem, não é? É? Experimente. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.br.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 343Cafezinho 343 – O Lobisomem
Revi o filme O Lobisomem, de 1941. Na hora que o homem vira monstro, a transformação é grotesca, aquele monte de pelos aparecendo e os dentões... Eu lembrei do terror que senti quando assisti esse filme ainda criança. Pois depois que eu cresci, conheci um monte de lobisomens. Gente que é normalzinha, legalzinha, até receber uma promoção e virar lobisomem. Quando é homem, lentamente os testículos sobem para o cérebro e o sujeito se sente poderoso. Quando é mulher, eu não sei bem o que sobe, mas que sobe, sobe... o indivíduo ganha status, passa a se sentir mais do que as pessoas com as quais convivia, e não sabe lidar com isso. E aí vira lobisomem, fazendo vítimas. Quantas empresas estão preocupadas em dar a seus colaboradores uma base sólida para que as decisões sejam tomadas usando o melhor julgamento possível, hein? E nós? Como estamos nos preparando para refinar nossa capacidade de julgamento e tomada de decisão? O que tenho visto são programas de treinamento voltados para a eficiência operacional, para ensinar a fazer cada vez melhor o que a gente sempre fez. E uma pressa insana na busca por certificações teóricas que garantam pontos aos currículos das empresas e dos profissionais. Nenhuma preocupação com bom senso, cultura, repertório, arte de pensar, polidez, apreço. Nenhuma preocupação em desenvolver a capacidade de julgamento e tomada de decisão. O resultado, são fábricas de lobisomens. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.br.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 213LiderCast 213 - Brunna Farizel e Lucas Moreira-adv
Empreendedores, criadores de uma franquia inovadora, que cresce rapidamente, mesmo em tempos de pandemia. Uma conversa excelente sobre as dificuldades da vida de empreendedores. No caso, em casal.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 747Cafe Brasil 748 - Paciencia
Quando você estiver numa situação que gere impaciência, primeiro reconheça que você está impaciente, e não que você é impaciente. Estar é uma situação que pode ser mudada. Depois examine o contexto.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 342Cafezinho 342- Tornando o reprovável aceitável
“Todas as pessoas são capazes de construir ideologias morais para justificar seus comportamentos, e geralmente tendem a convencer a si e aos outros de seus princípios conforme lhes convêm.” Essa frase é de Albert Bandura, psicólogo e pedagogo autor do livro Desengajamento Moral, que deveria ser obrigatório em todas as escolas. No processo de justificativa moral, tentamos fazer com que a conduta prejudicial aos outros seja apresentada como algo valioso para propósitos morais e sociais. E assim, o que seria reprovável passa a ser aceitável. Uma das ferramentas do processo de desengajamento moral é a linguagem eufemística, que troca termos ou expressões que possam ofender alguém, por outros mais suaves. Caixa dois vira “recursos não contabilizados”… ditadura vira “democracia social”… censura à imprensa vira “controle social da mídia”… Privatização é chamada de “desestatização”. Quarentena vira lockdown. Cada eufemismo permite um alívio moral. Sabe qual é o problema? As pessoas se comportam de forma muito mais cruel quando suas ações são verbalmente atenuadas. Racionalizar a conduta delituosa, é disso que trata o desengajamento moral. Recorro a William Sheakespeare, na fala de Julieta, a namorada de Romeu: “Que há num simples nome? O que chamamos rosa, sob uma outra designação teria igual perfume.” Pense nisso. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.br. Versão do Youtube em https://youtu.be/-loaPx27CTMSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 341Cafezinho 341- O hiato da aspiração
O abismo existente entre o que você quer ser e o que você realmente é, chama-se hiato da aspiração. A aspiração dos chineses, indianos e coreanos provavelmente é conquistar o mundo, exatamente como queriam os brasileiros de sessenta anos atrás. Mas qual será a expectativa, a aspiração média dos brasileiros de 2020, hein? Talvez ter um dinheirinho pra comprar um carrinho chinês, que é mais baratinho? É? Essa é a aspiração de quem vive na média, acostumado com o que é meio-bom, meio-suficiente, meio-competente, meio-confortável, meio-saudável. De quem não percebe que meio-bom também é meio-ruim. Meio-honesto é meio-desonesto. Meio-competente é meio-incompetente. Com qual metade você fica, hein? Voltando ao nosso hiato da aspiração: qual é o país que você aspira? Que distância ele está do país que você tem hoje, hein? O que é preciso para chegar lá? Onde você se encaixa nessa missão? Você tem o perfil para fazer parte dos que ajudarão os brasileiros a chegar lá? Reconhece que para isso tem de ser mais engajado, que não basta votar (se é que você vota…), mas que é preciso compreender as decisões difíceis para se obter benefícios de longo prazo para nossa sociedade? Que é necessário esperar menos dos outros – especialmente do Estado – e construir um repertório mais rico e uma postura mais pró social? Você é assim, hein? Ou passa o tempo vomitando ódio do bem em redes sociais, hein? Todo mundo tem um hiato da aspiração, a diferença de onde está para onde quer chegar. Mas nem todo mundo faz alguma coisa para chegar lá. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.br.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 212LiderCast 212 - Felipe Oliva
Empreendedor, fundador da Squid, empresa que organiza a comunicação utilizando micro influenciadores digitais, usando para isso a big data.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 746Café Brasil 747 - O virus - com Alessandro Loiola
Abri a temporada 16 do LíderCast com duas entrevistas importantes, ambas abordando a questão da Pandemia do Coronavírus sob um ponto de vista diferente daquele que dominou a imprensa e os debates que tomam conta da sociedade. Sem negar o problema - deixa eu repetir aqui quinhentas vezes tá? Sem negar o problema, sem negar o problema, sem negar o problema, sem negar o problema, sem relevar a importância e o perigo desse vírus, mas tentando escapar da histeria e manipulação que transformaram o combate a uma doença numa questão política irracional. Hoje eu apresento a conversa que tive com o médico Alessandro Loiola. Ouça com atenção, tente se livrar de seu viés político, apenas raciocine, cara! Existem outras narrativas além daquelas dos grandes veículos da mídia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 340Cafezinho 340 - Sobre valores e convicções
Cafezinho 340 - Sobre valores e convicções Bom dia boa tarde boa noite, mais um cafezinho diferenciado. Eu estou em cima da edição do módulo de liderança do meu curso CAMP, e esse processo todo me obriga a voltar atrás do tempo e capturar muitos conteúdos que eu fui acumulando ao longo do tempo sobre liderança. A internet não tem conteúdo velho, existe o conteúdo que está depositado em algum lugar, e que a gente pega e traz para diante, dá uma revisada e coloca para funcionar outra vez. Então não é como aquele livro antigo que já foi lido e fica colocado lá na prateleira para um dia alguém se lembrar dele. A internet está viva! Então, cada vez que eu começo a puxar conteúdos antigos, encontro coisas que se aplicam perfeitamente ao nosso dia a dia. Olha essa reflexão que é muito antiga, sobre como é que você faz a fundação para seu processo de julgamento e tomada de decisão. Valores e convicções são o que formam um solo compacto. Não pode ser um solo flácido, solto, temos que usar nossos valores e convicções, que estão baseados em princípios. Por exemplo, se tenho como princípio “não faça aos outros aquilo que você não quer que faça um para você”, em cima dele eu vou criar valores como integridade, honestidade e respeito. E esse solo é o solo que tem que ser muito bem preparado para ser compacto, pois em cima dele eu vou sustentar as colunas da minha vidas: minha educação, as experiências que eu tive, ética, cultura... Todas apoiadas no solo compacto de meus valores e convicções. Em cima dessas colunas eu consigo construir uma repertório que será tão maior quanto mais curioso eu for, quanto mais tempo eu dedicar a ele. Esse repertório está apoiado em cima de colunas firmes apoiadas num solo firme. Em cima desse repertório é que eu vou colocar minha capacidade de julgamento e tomada de decisão. Se o solo não for firme, for um solo fofo, eu não consigo manter as colunas firmes. E se elas estão bambeando, tudo vai bambear. E aí, de repente, nem o repertório que eu consegui criar se sustenta, porque ele não está apoiado em valores e convicções sólidas. O seu trabalho como liderança tem a ver com a capacidade que você tem de mostrar claramente para as pessoas que você é íntegro, que se apega a valores, que tem convicções. E você não é burro a ponto de não muda-las, porque se o contexto muda, se o mundo muda, se o ambiente muda, eu posso mudar uma convicção. Eu posso até mudar um valor. Mas princípios, é complicado. Princípios são a minha alma e se eu me apego a eles, consigo ter a construção de uma credibilidade. Consigo que as pessoas me enxerguem como alguém que tem coerência. Mas parece que tem muita gente que não está dando muita bola para isso, não. Largou fora os valores, largou fora os princípios. Me faz lembrar de uma frase de Groucho Marx que diz assim: “Estes são os meus valores. Se você não gostar, eu tenho outros”. Estamos vivendo um mundo assim. Mas o mais legal é entender que todo esse conhecimento passa pelo processo de julgamento e tomada de decisão de onde é que você vai bater o dedo, qual o clique que você dará. Em que lugar você vai entrar para aplicar o seu tempo de vida. Se vão ser aqueles 15 minutos assistindo o youtuber de cabelo colorido comendo uma barata ao vivo ou se vão ser 15 minutos com uma discussão profunda. Ou então entrar num site que traga valor para seu tempo de vida. Há uma escolha no meio do caminho, que funciona para todo mundo. Você tomará uma decisão de onde aplicar o seu tempo de vida. Se for baseado em princípios, valores e convicções, você tem uma grande chance de acertar. Se for baseado só na gritaria, nessa coisa superficial na modinha que está por aí, você tem grande chance de errar. E o prejuízo é grande, é seu tempo de vida que vai embora. Pense bem. Onde é que você apoia a sua decisão, o seu julgamento? E venha junto! Se você curtir este conteúdo, já sabe: clica aqui embaixo, faça um comentário, manda para os outros. Vamos enganar o YouTube, fazê-lo pensar que o conteúdo que existe aqui tem al

Ep 336Cafezinho 339-Bote na rua esses urubus
Mantenha por perto quem quer construir. Livre-se dos que querem destruir, seja por má intenção, inveja ou burrice.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 211LiderCast 211 - Luis Grottera
Um nome importante do mundo da propaganda brasileira, especializado em “branding” e com muita história para contar.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 746Cafe Brasil 746 - O viés
Você já se pegou forçando a barra para que os fatos diante de você se encaixem na sua própria visão de mundo? Quando você resiste às informações factuais que ameaçam seus valores? Não? Ou nem percebeu, é? Então prepare-se... Vamos tratar hoje do famoso viés.See omnystudio.com/listener for privacy information.