
Café com Política
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S144 Ep 257Andreia de Jesus | Café com Política
No Café com Política, a deputada estadual Andreia de Jesus (PT-MG) falou sobre os embates ideológicos na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas (ALMG). Durante a entrevista, a deputada afirmou que fez uma representação contra o governador Romeu Zema (Novo).Questionada sobre 2026, a parlamentar defende a participação do PT em uma chapa para o governo de Minas e avaliou nomes como o do senador Rodrigo Pacheco (PSD), e das prefeitas Marília Campos (PT) e Margarida Salomão (PT). A deputada disse ainda estar "!preparada para disputar o Senado, se o partido quiser”.
S144 Ep 256Gabriel Azevedo | Café com Política
Ex-vereador Gabriel Azevedo dispara críticas em todas as direções e mira em Bolsonaro, Lula e governador mineiro Romeu Zema que, segundo ele, envergonha Minas Gerais. Azevedo garante que busca a prefeitura da capital mineira em 2028, mas diz que futuro político ainda vai ser definido.
S144 Ep 255André Luiz Moreira dos Anjos, presidente do IPSEMG | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, o presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG), André dos Anjos, afirmou que o órgão deve fechar 2025 sem déficit e com sustentabilidade financeira garantida por pelo menos cinco anos. Desde a mudança nas regras de contribuição, o IPSEMG perdeu cerca de 4 mil beneficiários, mas o impacto na arrecadação, segundo ele, foi “irrisório”.André não descarta, no entanto, novas mudanças nas regras de contribuição no futuro, a depender da evolução tecnológica e dos custos de assistência. Entre os investimentos previstos, o presidente destacou a reabertura da Ala B do Hospital Governador Israel Pinheiro (HGIP) em 2026 e a ampliação da rede credenciada, que deverá dobrar de valor até o fim do ano, com novos prestadores e aumento do teto de contratos.
S144 Ep 254Cida Falabella | Café com Política
A vereadora Cida Falabella (PSOL) diz que imóveis na região central de Belo Horizonte podem ser transformados em moradias populares em projetos de mudanças no plano diretor da capital. "Interesses diferentes ainda impedem andamento dos projetos'', segundo a vereadora. No Café com Política, Cida falou ainda sobre o andamento de projetos culturais para a cidade, as eleições de 2026 e a relação com o prefeito Álvaro Damião.
S144 Ep 253Deputado Mauro Tramonte | Café com Política
O deputado estadual Mauro Tramonte (Republicanos-MG) não descarta apoiar uma eventual candidatura do senador Cleitinho (Republicanos-MG) ao governo de Minas, em 2026. Em entrevista aos jornalistas Síria Caixeta e Hermano Chiotti, Tramonte afirmou que a decisão dependerá das propostas apresentadas tanto por Cleitinho quanto pelo vice-governador Matheus Simões (Novo-MG), também cotado para disputar o cargo. Embora Cleitinho não tenha apoiado Mauro Tramonte nas eleições de 2022, quando o deputado concorreu à Prefeitura de Belo Horizonte, o parlamentar afirma que não guarda mágoa. O deputado mineiro também destacou que segue realizando seu trabalho de forma independente, sem se deixar influenciar pela polarização política do país. Ainda na avaliação de Tramonte, a principal pauta da Assembleia Legislativa de Minas Gerais no segundo semestre será a discussão sobre os detalhes da adesão do Governo de Minas ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), iniciativa que trata da renegociação das dívidas do Estado com a União.
S144 Ep 252Fernando Breno | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, o prefeito de Coromandel, Fernando Brenno (PRD), falou sobre os principais investimentos da gestão, como a ampliação da saúde, os recursos destinados ao agronegócio e a chegada de empresas ao município. Ele comentou ainda sobre a descoberta do segundo maior diamante do Brasil em Coromandel e revela como os recursos da venda da pedra serão aplicados na cidade.Durante a entrevista, Fernando também detalhou a relação com os governos estadual e federal, e avaliou possíveis nomes para a disputa ao governo de Minas em 2026 e não descarta uma futura candidatura a deputado.
S144 Ep 251Jussara Menicucci | Café com Política
À frente da Frente Mineira de Prefeitos (FMP), a prefeita de Lavras, Jussara Menicucci (PSD), defendeu, em entrevista ao Café com Política, que a principal pauta de sua gestão será a reforma tributária, com atenção especial às demandas das cidades polo.“Eu sou municipalista e, representando cidades polo, a Frente Mineira veio para que esses municípios também tivessem voz”, afirmou. Segundo a prefeita, a meta é garantir que os anseios das maiores cidades mineiras sejam considerados nos poderes Legislativo e Executivo, tanto no Estado quanto no país.Menicucci disse que pretende implementar um projeto de desenvolvimento sustentável para as macrorregiões de Minas, aliado à atração de investimentos e inovação. “Queremos lutar para que todas as regiões tenham seu desenvolvimento sustentável reconhecido, para que a gente possa captar recursos e executá-los”, ressaltou.A nova presidente defendeu ainda maior integração com a Associação Mineira de Municípios (AMM), que, segundo ela, congrega principalmente cidades menores. “São duas entidades municipalistas. A frente entra para que a gente tenha esse trabalho em parceria, cada uma no seu nicho, de forma integrada.”Entre os principais gargalos enfrentados pelas cidades polo, Menicucci apontou a saúde, especialmente na realização de cirurgias e exames especializados. Ela criticou o congelamento da tabela do SUS há 20 anos e disse que os municípios precisam de apoio para manter o atendimento. “O nosso gasto é muito maior e os recursos sempre são finitos”, afirmou.A prefeita também falou sobre a concessão de rodovias e defendeu pedágios com tarifas justas. “Sou a favor de concessões, mas que as tarifas não sejam tão altas para a população não ter esse peso no bolso e o desenvolvimento das regiões continue”, pontuou. Sobre medidas nacionais que impactam o orçamento municipal, como os pisos da enfermagem e do magistério e a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, Menicucci pediu compensações. “Tem que ter [compensação], porque é uma receita que vem no Fundo de Participação dos Municípios”, avaliou. Ela adiantou que a FMP já estuda as perdas que a medida pode gerar.Em relação à política estadual, a prefeita afirmou que o cenário para 2026 ainda é incerto. “Talvez seja uma das primeiras eleições que, a um ano do início do processo eleitoral, não tem ali ‘este é o candidato’”, observou, defendendo um nome de centro que una forças da direita e da esquerda.
S144 Ep 250Kiko Dutra| Café com Política
Em entrevista ao programa Café com Política, o prefeito de Carandaí, Kiko Dutra (PRD), fez um balanço dos primeiros meses de mandato e afirmou ter encontrado o município em situação crítica, especialmente nas áreas de saúde e educação. Segundo ele, a transição de governo foi marcada pela "falta de transparência" e por "desafios e surpresas diárias". Dutra denunciou o colapso do Hospital Municipal. “Chove mais dentro do que fora do hospital”, relatou. Segundo ele, o hospital opera sem alvará sanitário desde 2022 e teve sua classificação rebaixada do nível 4 para o nível 2, o que gerou perda de recursos.Para reverter esse cenário, o prefeito prometeu reestruturar o hospital em até 12 meses, com apoio do Ministério da Saúde e do programa de gestão do Hospital Albert Einstein. “O povo merece respeito e merece uma saúde de qualidade”, disse. Sobre o relacionamento institucional, Kiko Dutra afirmou manter bom diálogo com os governos estadual e federal, independentemente de ideologia. “Meu ideal independe de direita, esquerda ou centro”, declarou. Durante a entrevista, o prefeito falou também sobre decisão de vetar o reajuste da verba indenizatória da Câmara Municipal. Segundo ele, a medida não afetou sua base de apoio. “Não era o momento”, justificou. O chefe do Executivo municipal mostrou ainda satisfeito com a eleição do prefeito de Patos de Minas, Luiz Eduardo Falcão (sem partido), para a presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM), e defendeu maior participação dos gestores municipais nas decisões da entidade.
S144 Ep 249Paulo Lamac | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, o porta-voz nacional da Rede Sustentabilidade, Paulo Lamac, afirmou que deixou a Prefeitura de Belo Horizonte sem ressentimentos e negou qualquer crise entre os grupos de Fuad Noman e Álvaro Damião (União). Segundo ele, a saída coincidiu com sua eleição à direção nacional do partido e com o momento de reformulação da nova gestão municipal.Ex-vice de Alexandre Kalil (sem partido), Lamac afirmou ainda que o ex-prefeito "seria muito bem-vindo na Rede" e que sua candidatura ao governo de Minas em 2026 "não pode ser desconsiderada". Segundo Lamac, a Rede Sustentabilidade não planeja lançar candidatura própria ao Planalto em 2026. A expectativa , de acordo com ele, é manter a aliança com o governo Lula, como ocorre no cenário nacional atual.Questionado sobre a federação PSOL-Rede, o porta voz afirmou que a legenda admite conversas com outros partidos para 2026. Sobre os rumores de saída da deputada estadual Ana Paula Siqueira (Rede), Lamac garantiu que ela segue até então no partido, mas reforçou que a Rede não impõe amarras a seus quadros.
S144 Ep 248Delegado Marcelo Freitas | Café com Política
Presidente do União Brasil em MG diz que federação com PP terá como foco uma candidatura de direita no Estado em 2026: "É impossível caminharmos em uma coligação com o PT"O presidente do União Brasil em Minas Gerais, deputado federal delegado Marcelo Freitas, defendeu, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (4/8) no canal de O TEMPO no YouTube, que a federação entre União Brasil e PP caminhe com uma candidatura de direita nas eleições do próximo ano no Estado, afastando a possibilidade de que o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) seja uma das apostas das siglas para o pleito de 2026. Pacheco tem sido apontado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como uma das apostas de aliança do PT em Minas. Nas últimas agendas de Lula no Estado, o senador tem dividido palanque com o presidente, animando aliados que viam, até então, com desconfiança uma possível candidatura do senador ao Palácio Tiradentes."O Rodrigo Pacheco é uma pessoa com quem eu mantenho uma relação de respeito e amizade. Mas, tendo em vista a posição dos filiados do União Brasil e do próprio PP, não têm a menor condição de caminharmos em uma coligação que contemple o PT formalmente em sua composição. É impossível a possibilidade de uma coligação com o PT. O partido vai caminhar, seja em âmbito nacional ou estadual, em uma coligação que transite para o aspecto da direita", afirmou o presidente do União Brasil em Minas Gerais.Conforme publicado por O TEMPO, o apoio de Lula à eventual candidatura de Pacheco ao governo de Minas Gerais em 2026 não estaria condicionado à presença do PT na chapa. O ex-presidente do Congresso Nacional já teria sinalizado a aliados que o partido pode ficar fora da composição, caso ele seja candidato. A intenção do ex-presidente do Congresso seria encabeçar uma chapa ao centro, como fez o ex-prefeito Fuad Noman (1947–2025) ao se candidatar à Prefeitura de Belo Horizonte em 2024. Sem o PT, pessoas próximas a Pacheco acreditam que o senador teria espaço para atrair partidos do centro e da centro-direita, como a federação União Brasil–PP. A estratégia é calculada para desidratar a candidatura do vice-governador Mateus Simões (Novo). Filiado ao PP, o secretário de Estado de Governo, Marcelo Aro, é pré-candidato ao Senado na chapa encabeçada por Simões.Segundo o presidente do União Brasil em Minas Gerais, as decisões da federação no Estado serão tomadas "em sintonia com os diretórios estaduais do PP e do União Brasil", mas com "chancela da Executiva Nacional". "Nós já temos conversas avançadas com o diretório estadual e com o presidente do PP, além do presidente do União Brasil, no sentido de que a gente trabalhe com um partido mais à direita. A proposta, tanto em Minas quanto no Rio de Janeiro e em São Paulo, é de que as decisões sejam tomadas sem que haja um comando estadual unificado, porque são estados que guardam a relevância de uma densidade eleitoral muito grande, razão pela qual a Executiva Nacional não abre mão dessa prerrogativa de chancelar os acordos feitos", afirmou Freitas.De acordo com o parlamentar, o União Brasil e o PP ainda estão negociando sobre um eventual apoio a uma candidatura em Minas Gerais. “Ainda não tem nome. As conversas estão acontecendo. Nós temos tido vários diálogos com o Mateus Simões, com o governador Romeu Zema, com o Marcelo Aro, que é secretário de Governo, com o próprio Rodrigo Pacheco, com Cleitinho e com o Euclydes Pettersen. São pessoas com quem mantemos um diálogo muito ativo”, pontuou. "Essas negociações vão se afunilar mais adiante, e certamente nós iremos fazê-lo em sintonia com a Executiva Nacional do partido. Mas, repito: a posição hoje do partido, seja em âmbito estadual ou nacional, é de caminhar em sintonia com a direita do nosso país", completou o deputado.Deputado defende participação de Álvaro Damião na montagem de chapas para 2026Durante a entrevista, o presidente do União Brasil no Estado defendeu ainda a participação do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), na composição eleitoral para 2026. “O Álvaro Damião é uma pessoa com quem nós mantemos um diálogo bastante satisfatório e uma pessoa que vai nos ajudar muito, especialmente na composição da chapa para a eleição de 2026”, avaliou.Questionado sobre a presença do União Brasil na prefeitura da capital, Marcelo de Freitas minimizou as alianças feitas por Damião. Segundo ele, “o gestor municipal precisa buscar, fazer uma composição que permita que ele consiga ter governabilidade". "Eu acho que isso o Álvaro tem feito, tem buscado montar um governo de coalizão, já que ele não foi o prefeito eleito. Ele assumiu a prefeitura após a lamentável perda do prefeito eleito Fuad Noman”, disse o deputado, que garantiu que o diretório estadual do União Brasil não tem a intenção de indicar qualquer nome ao Executivo municipal."O que nós queremos é que o prefeito de Belo Horizonte, nessa visão republicana de composição com os partidos, nos ajude na composição da chapa proporcional para as eleições
S144 Ep 247Bruno Pedralva | Café com Política
O vereador de Belo Horizonte, Bruno Pedralva (PT), criticou a transferência do terreno do antigo hospital psiquiátrico Galba Veloso, localizado no bairro Gameleira, região Oeste da capital, para a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig). O projeto, aprovado em primeiro turno na Câmara de BH, tem como um dos objetivos viabilizar a construção do Complexo de Saúde Hospitalar Padre Eustáquio — HoPE. A obra será executada por meio de Parceria Público-Privada (PPP). Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (31/7) no canal de O TEMPO no YouTube, o parlamentar criticou ainda o voto favorável do colega de bancada, Pedro Rousseff (PT), à proposta.Na avaliação de Pedralva, o projeto pretende, na verdade, substituir quatro hospitais públicos da capital pela construção de um novo hospital. “Para mim, é coisa de maluco votar a favor, permitindo o fechamento de quatro hospitais públicos do SUS nessa conjuntura”, analisou o vereador. Segundo ele, a construção de uma nova unidade hospitalar em Belo Horizonte não pode servir de justificativa para o encerramento das demais. “A gente quer um hospital novo, mas não para substituir os que existem. Nós queremos ampliar o atendimento”, completou.Nesta semana, Pedro Rousseff minimizou qualquer mal-estar com a bancada. Conforme publicado por O TEMPO, o caso extrapolou os corredores da Câmara e repercutiu nos bastidores da política petista, trazendo à tona resquícios da disputa interna pelo comando estadual do partido. Adversários do grupo de Rousseff, do qual também faz parte o deputado federal Reginaldo Lopes (PT), vincularam o voto favorável do vereador a uma suposta “retribuição” e “prova de lealdade” ao prefeito Álvaro Damião (União), que teria contemplado aliados do parlamentar com nomeações feitas na semana que antecedeu a votação. Rousseff, por sua vez, nega qualquer acordo ou troca de favores.Para Bruno Pedralva, a construção do novo hospital estadual sem que o governo assuma os custos do fechamento das unidades atuais representa uma sobrecarga para o município. “É uma puxada de tapete, uma sacanagem do governo de Minas com o povo de Belo Horizonte, com a prefeitura de Belo Horizonte. O Zema convidou o Álvaro para uma festa, pediu o presente, que é o terreno, mas ainda está fazendo o Álvaro pagar a conta da festa, que é a manutenção dos demais hospitais", comparou.Sobre a crise no Samu em Minas Gerais, o petista afirmou que o problema não está no governo federal, mas na administração local. Conforme publicado por O TEMPO, dez consórcios do Sistema Único de Saúde (SUS) projetam um déficit estimado de R$ 56,8 milhões no custeio do Samu 192 em Minas em 2025. Segundo levantamento financeiro do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macrorregião do Sul de Minas (Cissul), a entidade recebe, mensalmente, 28,39% da verba prevista pela União, apesar de a regulamentação prever 50% de participação do Ministério da Saúde.“O governo federal paga tudo em dia, o que é previsto legalmente [...] Não tem como o Ministério da Saúde passar mais dinheiro para Minas Gerais e não passar para o de Pernambuco", ponderou.Ao avaliar a gestão do prefeito Álvaro Damião (União), o vereador classificou o chefe do Executivo municipal como alguém do campo democrático, embora de centro-direita. “O Álvaro Damião não é um bolsonarista. Isso é muito bom na conjuntura atual”, afirmou.Pedralva, no entanto, defendeu que as mudanças no Plano Diretor de Belo Horizonte só sejam votadas após debate com a sociedade. “Eu não sou contra a verticalização, mas acho que esse debate não pode atropelar a cidade. A gente vai certamente atuar para que o projeto só seja votado depois de escutar a sociedade. Como sempre fizemos”, pontuou o vereador, que defendeu que qualquer mudança seja realizada apenas após a Conferência de Políticas Urbanas prevista para o próximo ano.
S144 Ep 246Gleidson Azevedo | Café com Política
O prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo (Novo), defendeu, em entrevista ao Café com Política, a união entre o senador Cleitinho (Republicanos), o vice-governador Mateus Simões (Novo) e o PL na disputa pelo governo de Minas em 2026, com o objetivo de impedir, segundo ele, o retorno do PT ao Executivo estadual. Durante a entrevista, o irmão de Cleitinho também afirmou que não descarta deixar o Partido Novo e admitiu a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. “Não sou apegado a partido”, declarou. O prefeito reforçou ainda seu apoio ao nome do governador Romeu Zema (Novo) como possível candidato à Presidência da República.Gleidson também rejeitou o rótulo de que a família forma um “clã político” e afirmou que sua eleição foi resultado de trabalho próprio: “Fui eleito pelo povo, não por indicação do Cleitinho”, pontuou. O prefeito fez ainda duras críticas ao governo Lula, afirmando que as portas estão fechadas para Divinópolis e que nem mesmo as emendas parlamentares de Cleitinho são pagas pelo governo federal.
S144 Ep 245Carlos Henrique | Café com Política
O deputado estadual Carlos Henrique (Republicanos) defendeu, em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (29/7) no canal de O TEMPO no YouTube, a união das forças de direita na disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026. Segundo o parlamentar, o momento exige maturidade e desprendimento para que não se abra espaço à retomada da esquerda no comando do Executivo estadual.Ao comentar uma eventual candidatura do senador Cleitinho (Republicanos) e do vice-governador Mateus Simões (Novo), Carlos Henrique afirmou que ainda não é hora de antecipar decisões. Para ele, o melhor nome será aquele que estiver mais bem colocado nas pesquisas. “O que nós não podemos permitir é que a direita venha a se dividir”, afirmou. O parlamentar ressaltou ainda que o foco atual do Republicanos é construir uma base sólida e um projeto político para o Estado, sem disputas personalistas ou vaidades partidárias. Segundo ele, o eleitor será o responsável por definir os rumos da candidatura do partido: “Quem vai posicionar a condição do Cleitinho será o eleitor”. Carlos Henrique reconhece, no entanto, que o Republicanos pode tanto lançar cabeça de chapa quanto compor alianças, indicando um nome para vice ou para o Senado. “A política é um infindável momento de negociações, de conversas e de diálogos”, afirmou o deputado.No cenário nacional, o deputado avalia que o governador Romeu Zema (Novo) tem desempenho para disputar a Presidência da República no pleito do próximo ano, mas cita o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como o favorito para disputar a eleição como o candidato da direita. Para Carlos Henrique, não é momento de pressa. Segundo ele, "a política nacional exige articulações amplas". Ele cita ainda que acordos nacionais podem impactar diretamente a articulação local em Minas. “A definição do candidato à Presidência exige diálogo entre os partidos aliados”, ponderou.Durante a entrevista, o deputado do Republicanos culpou também o presidente Lula (PT) pela crise com os Estados Unidos e avaliou que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) ocupou um papel que deveria ser do governo brasileiro. Para ele, a sanção americana foi consequência da postura do governo Lula, que, segundo ele, adotou "um alinhamento político hostil" ao Ocidente ao se aproximar, de acordo com ele, "de regimes autoritários" e propor a criação de uma moeda para rivalizar com o dólar. O parlamentar criticou ainda a condução da política externa do governo federal e a ausência de diálogo com o governo de Donald Trump. Segundo o deputado, diante da ausência de ação da diplomacia brasileira, Eduardo Bolsonaro foi quem acabou assumindo o papel de articulação no exterior.Sobre o cenário local, ao relembrar a campanha municipal de 2024, em Belo Horizonte, o deputado fez críticas à articulação política da candidatura de Mauro Tramonte (Republicanos). Para ele, faltou uma frente ampla de apoio, apesar de a campanha ter unido nomes como o do ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil (sem partido), e do governador Romeu Zema. "Água e óleo não se misturam", analisou.Questionado sobre a relação do governo Zema com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Carlos Henrique avalia que a base do Palácio Tiradentes se fortaleceu após a mudança na Secretaria de Governo. Segundo ele, houve um período de dificuldades na articulação política, causadas principalmente pela inexperiência de alguns deputados recém-eleitos.Com a chegada do secretário Marcelo Aro, o deputado avalia que a relação entre Executivo e Legislativo melhorou, e votações importantes passaram a ter mais quórum. “Já tivemos alguns projetos importantes votados e não tivemos maiores problemas (com quórum)”, afirmou. Sobre sua saída da liderança da maioria na Assembleia, Carlos Henrique disse não ter se frustrado. Segundo ele, a decisão foi conversada com o presidente da Casa, Tadeu Martins Leite (MDB), e faz parte da dinâmica política da instituição. “A política a gente constrói também fazendo gestos e concessões”, pontuou. O deputado disse que continua com boas relações com a base governista e que está focado em contribuir com os projetos do governo estadual.Ao tratar da discussão sobre o Propag e do referendo defendido pelo governo Zema para eliminar a obrigatoriedade de consulta pública para a venda de estatais, Carlos Henrique defendeu que, mesmo os deputados da base, devem ouvir seus eleitores antes de tomar uma decisão.
S144 Ep 243Kim Kataguiri | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal, Kim Kataguiri (União Brasil), falou sobre estratégias do partido para enfrentar opositores e disse que o foco é a eleição majoritária. ''Trump virou motivo de piada e, apesar do fim de Bolsonaro, bolsonarismo vai sobreviver. O ex-presidente se esforçou muito para perder as eleições e quase não consegue''
S144 Ep 244Pedro Rousseff | Café com Política
O vereador Pedro Rousseff (PT) criticou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (28/7) no canal de O TEMPO no YouTube, a atuação da direita na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) e cobrou uma postura mais ativa do presidente da Casa, Juliano Lopes (Podemos). Segundo ele, é necessário que o presidente intervenha para que haja debate sobre os projetos apresentados pela esquerda. Na avaliação do vereador, parlamentares têm utilizado o Legislativo como uma “fábrica de projeto pra ganhar like”.“A Câmara de Belo Horizonte, até o dado momento, muito por conta da bancada bolsonarista, só fala e só propõe abobrinha”, afirmou o parlamentar, ao acusar a bancada da direita de priorizar pautas conservadoras que, em sua avaliação, não têm impacto prático na cidade. Para Rousseff, a Comissão de Legislação e Justiça (CLJ) tem sido usada para barrar propostas progressistas com justificativas ideológicas. “O diálogo com o presidente Juliano é sempre muito bom, todas as semanas ele recebe a gente. Só que ele tem que atuar mais. Ele é o presidente da Câmara, não pode interferir na CLJ, mas tem que ajudar, porque a Câmara não pode ser legalmente, juridicamente, toda voltada para a direita. Tem que ter debate. Por isso, eu peço ajuda para que possamos, pelo menos, debater as ideias”, afirmou.Ao ser questionado sobre a atuação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil), Pedro Rousseff avaliou que o chefe do Executivo municipal está aberto ao diálogo com a esquerda, mas ponderou que sua missão é puxar o prefeito “o máximo possível para a esquerda” e convencê-lo da importância da parceria com o presidente Lula (PT). “O melhor para Belo Horizonte é a parceria com o Lula. Não pelo PT, não pelo Lula, mas pelas obras que a cidade precisa”, pontuou o vereador, citando investimentos federais em obras como o Anel Rodoviário e o Aeroporto Carlos Prates. “O prefeito não é de esquerda. E o meu trabalho como parlamentar do PT é pegar o prefeito e puxar ele o máximo pra esquerda. O nosso trabalho diário é mostrar para o prefeito que ele tem que apoiar o Lula”, completou Rousseff.Após divergir da bancada da esquerda na Câmara ao votar a favor do projeto que transfere para o governo de Minas Gerais o terreno do antigo Hospital Galba Veloso, em Belo Horizonte, o parlamentar minimizou qualquer mal-estar com os colegas. Conforme publicado por O TEMPO, o caso extrapolou os corredores da Câmara e repercutiu nos bastidores da política petista, trazendo à tona resquícios da disputa interna pelo comando estadual do partido. Adversários do grupo de Rousseff — do qual também faz parte o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) — vincularam o voto favorável do vereador a uma suposta “retribuição” e “prova de lealdade” ao prefeito Álvaro Damião (União), que teria contemplado aliados do vereador em nomeações feitas na semana que antecedeu a votação. Rousseff, por sua vez, nega qualquer acordo ou troca de favores.“Eu sou contra privatização, mas esse projeto não falava de privatização. Como eu ia voltar no bairro e explicar que votei contra a criação de um hospital público?”, justificou. “Eu, sinceramente, acho que houve uma falta de comunicação com a bancada, porque esse projeto é muito resumido. Independentemente se foi o Zema que mandou, se foi o Álvaro que mandou, se foi o Papa que mandou, se foi o Trump que mandou — se for para votar a favor da criação de um hospital 100% SUS, eu voto a favor”, completou o vereador, que também minimizou os conflitos internos ocorridos durante o Processo de Eleições Diretas (PED) do PT em Minas.Segundo Rousseff, apesar das disputas naturais, o partido está unificado. “É normal ter briga. Assim como toda eleição: todo mundo briga. Mas terminou o nosso PED, nós estamos agora focados no ano que vem. O nosso 'racha' é durante as eleições internas; depois que acabou, está todo mundo junto de novo, porque não importam mais as eleições internas. O que importa agora é garantir o maior número de apoio e de voto para o presidente Lula. E isso independe se era com X, com Y ou com Z. O nosso trabalho, agora, é dar o máximo de apoio para a Leninha, para que ela faça um bom mandato como presidenta”, afirmou.Sobre o cenário eleitoral de 2026, Pedro Rousseff reforçou que o PT precisa ter um palanque forte em Minas Gerais para impulsionar a campanha à reeleição do presidente Lula. Segundo ele, o nome favorito do partido é o do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), mas há outros nomes viáveis caso Pacheco não aceite concorrer, como a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) e o ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil (sem partido), que já teve apoio de Lula em 2022. “Nós precisamos ter um candidato que dê palanque para o presidente Lula e que não só ganhe em Minas Gerais contra o Nikolas e contra o Cleitinho, mas que também ajude na vitória do presidente contra Bolsonaro de novo”, argumentou.Questionado sobre a possibilidade de disputar algum cargo em 2026, Pedro Roussef
S144 Ep 242Sargento Rodrigues| Café com Política
O deputado estadual Sargento Rodrigues (PL) afirmou, ao programa Café com Política, exibido nesta quinta-feira (24/7) no canal de O TEMPO no YouTube, que não aceitará qualquer tentativa do Partido Liberal de apoiar uma eventual candidatura de Mateus Simões (Novo) ao governo de Minas Gerais. Segundo o parlamentar, o nome de Simões é amplamente rejeitado dentro das forças de segurança. “Faremos de tudo para que o PL não apoie o Mateus Simões. Se for preciso, irei até o Bolsonaro e colocarei meu nome à disposição para ser candidato a governador”, pontuou o deputado, que, apesar das críticas sobre um eventual apoio do partido a Simões, afirmou que não deixará a legenda.Para o parlamentar, o atual presidente estadual do PL, o deputado federal Domingos Sávio, "está forçando a barra" ao se aproximar de Mateus Simões. No último mês, Domingos Sávio acompanhou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante uma visita ao vice-governador na Cidade Administrativa. “Eu estava lá, não houve sinalização de apoio; pelo contrário. Eu falo abertamente: foi uma forçação de barra do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL, em tentar aproximar Mateus Simões de Jair Bolsonaro. Foi apenas uma tentativa de aproximação, imaginando que o Mateus Simões possa ser o candidato vitorioso. Só que eu sou do PL, estou também no sétimo mandato e entendo que não é o Mateus Simões. Para a gente, ele é um picolé de chuchu”, criticou.Para o deputado, o candidato ideal ao governo de Minas é o senador Cleitinho (Republicanos), uma vez que, na sua avaliação, haveria uma orientação de Bolsonaro para que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) seja candidato à reeleição, e não ao governo. “O nome ideal é o do senador Cleitinho. Quem vai ganhar as eleições para governador do Estado chama-se Cleitinho (...) Entre os dois (Nikolas e Cleitinho), não tem como escolher. Eu fico com o Nikolas, mas parece que a grande orientação do presidente (Jair Bolsonaro) é que o Nikolas mantenha a candidatura a deputado federal. Ele é um grande puxador de votos. As pesquisas internas indicam que ele terá até 2 milhões de votos. Ele seria eleito e ainda puxaria mais sete cadeiras com ele. Então, a orientação certa do presidente Bolsonaro é que ele permaneça como candidato a deputado federal”, afirmou.Sobre a vaga ao Senado, Rodrigues destacou que, apesar da disputa interna no partido, a decisão final será do ex-presidente Jair Bolsonaro. “O candidato só será candidato na hora em que o presidente Jair Bolsonaro disser. E aí, sim, o restante vai se agrupar, vai se alinhar e vai apoiar aquele candidato”, afirmou.Durante a entrevista, Rodrigues criticou ainda o governador Romeu Zema (Novo) por contingenciar recursos da segurança pública. Segundo ele, o corte estaria comprometendo o abastecimento de viaturas das polícias Militar, Civil e Penal, além do Corpo de Bombeiros. “Romeu Zema e Mateus Simões são odiados pelos policiais, mas não são os policiais que são afetados. É a população que deixa de ter a viatura fazendo patrulhamento para ficar estática, parada, fazendo ponto base, porque ela tem limitações na quantidade de combustível e na quilometragem que precisa rodar”, disse. “Enquanto isso, o governador Zema, com sua comitiva, visitou El Salvador. Será que esse dinheiro não faz falta na compra de combustível? Eles parecem que estão no Estado de Alice”, ironizou.O deputado também criticou o governo por beneficiar apenas os servidores da ativa com abonos. “O governador Romeu Zema, de forma maquiavélica, concedeu o abono para os da ativa e não concedeu a recomposição das perdas inflacionárias, que deveria ter sido feita para todos”, completou.No âmbito nacional, Sargento Rodrigues classificou as medidas judiciais impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro — como o uso de tornozeleira eletrônica, o recolhimento noturno e a proibição de uso das redes sociais — como vingança do Supremo Tribunal Federal (STF). “O Supremo não pode abrir inquérito. Desde o nascimento do inquérito, tudo está completamente errado”, avaliou. Ele também mencionou a atuação do ministro Alexandre de Moraes, afirmando que o magistrado não poderia conduzir o processo por ser, ao mesmo tempo, vítima e julgador. “É completamente desnecessário. O que a gente vê nisso é vingança”, concluiu.Questionado sobre uma possível candidatura ao Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), o deputado declarou que seu nome está à disposição, mas que seguirá a orientação do presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Martins Leite (MDB).
S144 Ep 241Leninha | Café com Política
A deputada estadual Leninha (PT) defendeu, em entrevista ao Café com Política, a necessidade de unir o PT após a disputa pelo diretório estadual. Para a parlamentar, eleita como nova presidente do partido em Minas Gerais, é hora de “baixar a poeira” e construir uma composição. “O mais importante, na minha avaliação como presidenta do PT, é que as pessoas que venham, venham somar. Não podemos ter postura de boicote”, afirmou a deputada.Durante a entrevista, Leninha afirmou ainda que a ausência de representantes do PT mineiro no primeiro escalão do governo Lula foi consequência da falta de unidade da sigla no estado. “A Macaé hoje está lá, mas é um mérito dela, não do partido. [...] Minas Gerais ficou de fora — coisa que nunca aconteceu em governos anteriores.”Questionada sobre alianças e a necessidade de negociações no Congresso, a deputada reconheceu que o ideal seria não depender do Centrão, mas ponderou que a realidade da governabilidade exige equilíbrio. “O Centrão sempre esteve presente na política. A gente deveria banir o Centrão. Mas, em nome da governabilidade, [...] você recua, você avança”, analisou.Sobre as eleições de 2026, Leninha garantiu que o PT de Minas Gerais pretende disputar espaço na chapa majoritária. Para a nova presidente da sigla no estado, ainda falta uma sinalização do senador Rodrigo Pacheco sobre sua disposição em disputar a eleição. “A gente percebeu que há sinais mais visíveis de que ele topa vir disputar o governo de Minas. Mas nós precisamos confirmar essa posição dele”, pontuou.Caso a candidatura de Pacheco não se concretize, Leninha avalia que o PT tem nomes fortes para liderar um projeto majoritário. “Se não for com o Pacheco, vamos iniciar o processo de discussão sobre o nome que a gente vai trabalhar.” Ela cita Marília Campos, Margarida Salomão, Reginaldo Lopes e Patrus Ananias como alternativas.A deputada também falou sobre a possibilidade de ampliação da federação entre PT, PCdoB e PV. Segundo ela, há conversas em andamento com partidos da base de Lula. “Há boatos de uma ampliação dessa federação com o PSB, com o PDT. [...] Pode ser que essa configuração altere no ano que vem, mas ampliando, mais do que reduzindo.”
S144 Ep 240Euclydes Pettersen | Café com Política
O presidente do Republicanos em Minas Gerais, Euclydes Pettersen, falou, em entrevista ao Café com Política, sobre as articulações do partido, as alianças partidárias e o cenário eleitoral de 2026 no Estado. De acordo com o deputado federal licenciado, a legenda tem mantido conversas com MDB, PL, PP, União Brasil e Novo para uma eventual composição na disputa pelo governo de Minas. Questionado sobre a possibilidade de federação entre o Republicanos e o MDB, Euclydes afirmou acreditar que a união, apesar de não enfrentar resistências no Estado, tem poucas chances de se concretizar. Para o deputado, a chapa ideal para Minas em 2026 seria uma aliança entre o senador Cleitinho (Republicanos) e o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Martins Leite (MDB).Segundo o presidente do diretório estadual do Republicanos, a permanência da legenda na base do governador Romeu Zema (Novo) na ALMG dependerá das articulações políticas em 2026. Durante a entrevista, o parlamentar também criticou a articulação do vice-governador Mateus Simões (Novo) ao governo do Estado. “Eu posso ter vontade de ser presidente, mas, se eu não tiver densidade eleitoral, como é que eu vou ser?”, questionou Euclydes. O deputado federal licenciado defendeu que o critério de escolha do candidato da direita ao governo de Minas siga a vontade popular. Para ele, neste momento, o nome mais viável é o do senador Cleitinho.Pré-candidato ao Senado, Euclydes afirmou que só abriria mão da candidatura para fortalecer uma chapa com viabilidade eleitoral. Sobre o cenário presidencial, o deputado aposta em Tarcísio, mas disse ver o governador Romeu Zema como um possível vice na chapa.Questionado sobre a candidatura do deputado estadual Mauro Tramonte (Republicanos) à Prefeitura de Belo Horizonte, o presidente do Republicanos em Minas Gerais avaliou que Kalil e Zema no mesmo palanque podem ter dificultado a chapa.
S144 Ep 238Marília Campos | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), descartou ser candidata ao governo do Minas e declarou apoio ao senador, Rodrigo Pacheco (PSD): “Torço para que ele aceite”, afirmou. Ao ser questionada sobre sua sucessão na prefeitura, Marília disse que ainda é cedo para discutir o tema e classificou como “arrogante” a ideia de que o prefeito deva escolher seu sucessor. A prefeita de Contagem também negou atritos com vereadores da base aliada e afirmou que "não promete o que não pode cumprir".Com quatro mandatos à frente da cidade, Marília destacou como prioridades de sua gestão a conclusão do Sistema Integrado de Mobilidade (SIM), previsto para 2026. A petista defendeu ainda a criação de um consórcio metropolitano para integrar o transporte público da Grande BH e criticou a ausência do governo Zema na articulação regional. No campo político, Marília criticou o impedimento da deputada federal Dandara (PT) na eleição do diretório estadual do PT, avaliando que o partido saiu “arranhado” e “fragilizado”. A prefeita defendeu ainda um PT menos dogmático e com um discurso mais amplo: “Tem que dialogar com trabalhadores, empresários e agricultores”, afirmou. Apesar das divergências internas, Marília garantiu fidelidade partidária: “Já tive convites, mas nunca cogitei sair do PT”.
S144 Ep 239Rogério Correia | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Rogério Correia (PT) afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve vigiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na avaliação do parlamentar, há o temor que Bolsonaro possa sair do país, assim como fez a deputada federal Carla Zambelli (PL). Durante a entrevista, Rogério Correia cobrou ações imediatas do STF, como uso de tornozeleira eletrônica ou prisão preventiva para o ex--presidente. O deputado também criticou a atuação da Câmara diante do caso o e falou sobre a influência internacional do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a família Bolsonaro.
S144 Ep 237Gustavo Chalfun | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, o presidente da OAB de Minas Gerais, Gustavo Chalfun, defendeu que o Judiciário não assuma o protagonismo dos debates que cabem ao Executivo e ao Legislativo. Para ele, o excesso de visibilidade do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Judiciário não contribui para o fortalecimento da democracia, que depende da separação clara entre os poderes.Durante a entrevista, Chalfun também defendeu uma reforma do Judiciário. Segundo ele, o endurecimento de penas para crimes virtuais e hediondos precisa ser debatido de forma transparente com a população, para que o Código Penal acompanhe as mudanças da sociedade.
S144 Ep 236Eliane Parreiras | Café com Política
Há três décadas atuando na gestão cultural, Eliane Parreiras acumula uma vasta experiência tanto no setor público como no privado. Desde julho de 2022, quando Fuad Noman (1947-2025) assumiu a Prefeitura de Belo Horizonte, Eliane assumiu a Secretaria Municipal de Cultura, cargo que ela segue ocupando, agora sob a gestão do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). À frente da pasta municipal, a gestora tem lidado com importantes desafios para a cultura da capital mineira, como a administração dos repasses dos recursos da Lei Paulo Gustavo na cidade, a regência das demandas dos centros culturais espalhados pelas regionais de BH e os processos envolvendo a reforma do Museu de Arte da Pampulha. Agora, em entrevista ao programa Café com Política, do canal de O TEMPO no YouTube, Eliane Parreiras fala sobre os projetos que pretende emplacar com a nova gestão municipal, a parceria com outras instâncias do poder público, as ações de fomento para a cultura de Belo Horizonte, entre outros assuntos.
S144 Ep 235Uner Augusto | Café com Política
O presidente da Comissão de Legislação e Justiça da CMBH, vereador Uner Augusto (PL), afirmou, em entrevista ao Café com Política, que a denúncia contra deputado federal Nikolas Ferreira (PL) é uma "perseguição por parte do Ministério Público Eleitoral". De acordo com o vereador, ainda que direita esteja aberta ao diálogo com prefeito da capital, Álvaro Damião (União), a gestão permanece sob avaliação da legenda e da oposição na Câmara Municipal. Durante a entrevista, Uner falou ainda sobre obras de saneamento na capital e disputas entre blocos opositores no legislativo da capital.
S144 Ep 234Margareth Menezes | Café com Política
A regulação e a taxação das plataformas de vídeo sob demanda (VoD, na sigla em inglês), que formam o setor de streaming no Brasil, têm ocupado a mesa de debates desde que o governo Lula assumiu a Presidência, em janeiro de 2023, e se intensificou nos últimos meses, gerando divergências entre representantes das plataformas, setor audiovisual e Ministério da Cultura (MinC).O setor defende uma alíquota de 12% sobre a receita das plataformas e uma cota de 20% para obras brasileiras nos catálogos. Já o MinC propõe percentuais menores: 6% de alíquota e 10% de cota. O que se comenta nos bastidores é que as empresas estariam dispostas a repassar 3% do faturamento no país.Em entrevista ao programa “Café com Política”, exibido nesta segunda-feira (14/7) no canal de O TEMPO no YouTube, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, disse acreditar em uma solução ainda neste ano. “A pauta está em construção. Acredito muito que a gente consiga (a regulamentação ainda em 2025), mesmo com todo o ambiente que estamos vendo no Congresso. O setor cultural precisa muito dessas regulações”, comentou. Durante a entrevista, a ministra ressaltou importância da pauta e aposta no diálogo para viabilizar a regulação, celebra descentralização da Lei Rouanet e destaca a cultura como setor gerador de emprego e renda.
S144 Ep 233Wemerson Oliveira, presidente Sindpol | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol-MG), Wemerson Oliveira, criticou o governador Romeu Zema (Novo) por não conceder recomposição salarial aos servidores da segurança pública. De acordo com sindicalista, o Estado “joga para Lula” a responsabilidade pelo funcionalismo mineiro, mas, segundo ele, a recomposição é dever do Estado: "governo só negocia sob pressão", afirmou.O presidente do sindicato ainda rebateu o argumento do Palácio Tiradentes de que a recomposição salarial depende do Propag ou da derrubada dos vetos do presidente Lula (PT) ao programa. Segundo ele, há dinheiro em caixa. Para o sindicalista, a falta de recomposição dos servidores do Estado faz com que aumente a criminalidade no Estado. Ainda na avaliação do sindicato, a falta de concursos e investimento em investigação fortalece organizações criminosas. Segundo ele, o governo Zema prioriza apenas o policiamento ostensivo e a polícia penal, adotando um discurso de “militarismo e autoritarismo” que não resolve o problema da criminalidade.
S144 Ep 232Alexandre Kalil | Café com Política
No Café com Política, o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (sem partido), falou sobre as pretensões políticas para as eleições de 2026 e se colocou como uma terceira via para o governo de Minas. Durante a entrevista, o ex-presidente do Atlético disse ter sido traído pelo ex-prefeito Fuad Noman e criticou a falta de “alma” na atual gestão do clube. Sobre o cenário eleitoral, Kalil afirmou que o senador Rodrigo Pacheco (PSD) seria um bom candidato da esquerda e disse que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) “está ficando maduro”. O ex-prefeito da capital também defendeu que, para resolver a dívida bilionária de Minas com a União, o Estado precisa “fazer as pazes com o governo federal” e criticou os embates políticos do governador Romeu Zema (Novo) com o governo Lula.Questionado sobre os planos políticos para o próximo ano, Kalil afirmou que não pretende disputar o Senado e disse que não se arrepende de ter apoiado Lula em 2022, embora tenha afirmado que não repetiria a aliança. Sobre articulações partidárias, o ex-presidente do Atlético garantiu que já recebeu convite para se filiar a uma legenda.

S144 Ep 231Igor Timo | Café com Política
Eleito para a coordenação da bancada mineira no Congresso Nacional após um processo turbulento, Igor Timo (PSD-MG) coleciona desafios à frente dos 53 deputados e três senadores que liderará até o fim da legislatura. A conciliação da bancada com o governo de Minas Gerais e a distribuição das emendas parlamentares destinadas ao Estado constam no rol das articulações que ele precisará enfrentar.
S144 Ep 229Ministra das Mulheres, Márcia Lopes | Café com Política
S144 Ep 230Zé Vitor | Café com Política
Os vaivéns do Projeto de Lei (PL) para criar um marco do licenciamento ambiental, discutido há 21 anos no Congresso Nacional, se aproximam de um ponto final com a perspectiva de votação da proposta até o dia 18 na Câmara dos Deputados. A análise no plenário dois meses após a aprovação do texto no Senado Federal é a última etapa antes dele ir à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Designado relator, o deputado Zé Vitor (PL-MG) avalia que a versão votada pelos senadores foi suficientemente amadurecida e carece de ajustes para ser carimbada pelo plenário da Câmara.
S144 Ep 228Juanito Vieira | Café com Política
O candidato ao diretório estadual do PT em Minas Gerais, Juanito Vieira, defendeu, em entrevista ao Café com Política, que o partido volte a se conectar com as bases e movimentos sociais. Segundo o ex-presidente do PT em Juiz de Fora, há um excesso de diálogo da legenda com o Centrão: “O PT precisa virar à esquerda”, afirmou Juanito, que disse ainda que o partido tem se esquecido da militância.Questionado sobre a disputa interna do diretório do PT no Estado, o petista avaliou que as diferenças são naturais e fortalecem o partido, mas acredita que a atual direção estadual falhou em manter o PT próximo das lutas sociais. Durante a entrevista, Juanito defendeu ainda que o PT lance uma candidatura própria ao governo de Minas nas eleições de 2026, sem depender, segundo ele, de nomes ligados ao Centrão. O ex-presidente do PT em Juiz de Fora criticou também a baixa representatividade de Minas na Esplanada.
S144 Ep 227Iza Lourença | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, a vereadora Iza Lourença (PSOL) criticou a postura do prefeito Álvaro Damião (União) durante a greve dos professores e na falta de posicionamento do Executivo sobre os projetos de caráter ideológico aprovados pela Câmara Municipal de Belo Horizonte. A parlamentar classificou ainda como “intransigente” a forma como o prefeito tem lidado com os profissionais da educação na capital.Durante a entrevista, Iza também defendeu a implantação em BH do modelo de Tarifa Zero, defendido pela prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), como solução para a mobilidade em Belo Horizonte. Segundo ela, a ideia é criar um fundo financiado por contribuições das empresas, em substituição ao vale-transporte, para custear o sistema de transporte coletivo. O objetivo, de acordo com a vereadora, é melhorar a mobilidade, reduzir custos para micro e pequenas empresas e impulsionar a economia local.A vereadora afirmou ainda que o PSOL não descarta judicializar as obras do metrô para impedir que a extensão até o Barreiro seja feita com apenas um trilho.Questionada sobre as eleições de 2026, Iza antecipou que o PSOL lançará em breve um nome forte ao Senado e defendeu a união da esquerda na disputa pelo governo de Minas Gerais, embora afirme não saber se Rodrigo Pacheco tem, de fato, intenção de se candidatar ao cargo.
S144 Ep 226Janete Aparecida | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, a vice-prefeita de Divinópolis, Janete Aparecida (Avante), criticou a falta de articulação entre o governo Zema e o governo Lula. Segundo ela, o Hospital Regional da cidade até deve ser inaugurado, mas apenas “com as paredes” e sem os equipamentos necessários para o funcionamento imediato. Para Janete, a disputa política acabou prejudicando o andamento da obra.Durante a entrevista, a vice-prefeita também falou sobre a falta de apoio do Estado na área de segurança pública e cobrou maior investimento dos governos estadual e federal em tecnologia e monitoramento. "Estamos catando pratinha para bancar segurança, que é obrigação do Estado", afirmou.Questionada sobre as eleições de 2026, Janete defendeu o senador Cleitinho (Republicanos) como o melhor nome para disputar o governo de Minas Gerais no próximo ano. Ao comentar a presença dos irmãos Cleitinho, Gleidson (Novo), prefeito de Divinópolis, e Eduardo Azevedo (PL), deputado estadual, na política, a vice-prefeita negou que isso represente concentração de poder, classificando como “vontade política de transformar e melhorar a vida das pessoas”. Ela também mencionou a possibilidade de o atual prefeito disputar as eleições de 2026 como candidato a deputado federal.Sobre a viagem a Israel, Janete criticou a postura do Itamaraty, classificando a nota emitida pelo órgão como “ridícula” e fruto de “falta de trato”. A vice-prefeita garantiu ainda que não houve doutrinação e negou qualquer contato comercial durante a viagem: "Se um gestor se deixar doutrinar em 40 minutos, não serve para ser líder".
S144 Ep 225Adriana Souza | Café com Política
A vereadora de Contagem Adriana Souza (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, que optou por renunciar ao cargo de vice-líder da prefeita Marília Campos (PT) na Câmara Municipal para não colocar em risco nem prejudicar a governabilidade da prefeita no Legislativo. De acordo com a parlamentar, houve mal-estar entre os colegas e até boicotes a projetos do Executivo após ela se posicionar contrária ao reajuste dos salários dos vereadores. “Desde o momento em que me posicionei publicamente, alguns vereadores disseram que a situação não estava confortável com o governo em função do meu posicionamento. Enquanto eu falava, houve esvaziamento do plenário. Tomei essa decisão para proteger a governabilidade do governo”, pontuou a parlamentar, que disse que a medida amplia a distância entre a Câmara e a realidade da maioria. “Tivemos falas de vereadores que disseram que R$ 1.300 é uma mixaria. A maior parte da população vive com um salário mínimo. Fazer dois reajustes em tão pouco tempo dialoga pouco e representa uma distância da realidade da maioria”, argumentou.Ainda segundo a vereadora, ela teve o apoio da prefeita para deixar a vice-liderança, mas acredita que não caberia ao Executivo defendê-la. “Eu acho que não cabia à Prefeitura, legislativo e executivo têm tarefas muito diferentes. Inclusive, quando me posicionei contrariamente a esse segundo reajuste, foi entendendo que, dentro de uma democracia, é legítimo termos posições divergentes, e era uma posição contrária a uma decisão do legislativo, que nada tinha a ver com a prefeitura e com o governo da prefeita Marília. Mas o que aconteceu foi que os próprios colegas parlamentares transformaram isso em um entrave, utilizando meu posicionamento para misturar com a tarefa da vice-liderança e, a partir disso, tentar negociar com o governo”, afirmou.Questionada sobre o futuro político de Marília Campos, Adriana avaliou que o nome da prefeita é o mais forte para disputar o governo de Minas em 2026, mas pontuou que sucessão de Marília em Contagem deve ser discutida apenas após 2026. “Hoje a gente não tem um nome melhor para governar o Estado de Minas Gerais, mas ela costuma sempre dizer que não está à disposição dessa tarefa. Mas quem sabe, se o povo pedir”, avaliou.
S144 Ep 224Bella Gonçalves | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, a deputada estadual Bella Gonçalves (PSOL) fez duras críticas ao governador Romeu Zema (Novo), acusando-o de incluir “jabutis” no projeto do Propag para tentar privatizar estatais mineiras e vender, segundo ela, o patrimônio público “a preço de banana”. Durante a entrevista, a parlamentar também falou sobre as articulações do PSOL para 2026. Segundo ela, o partido pode lançar candidatura ao Senado e busca, também, espaço na chapa que deve ser apoiada pelo presidente Lula na disputa pelo governo de Minas Gerais. A deputada criticou ainda a viagem do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil), a Israel em meio à greve de professores da rede municipal. Na avaliação dela, foi um “grande tiro no pé” o chefe do Executivo municipal integrar a comitiva, o que, segundo afirmou, representou um gesto de “alinhamento com a extrema-direita”.
S144 Ep 223Lafayette Andrada | Café com Política
O deputado federal Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) afirmou que “existe uma grande chance” de que seja formada uma federação entre o Republicanos e o MDB, para que os partidos atuem de forma conjunta nas eleições de 2026. Em entrevista ao O TEMPO Brasília no Café com Política, ele declarou que as negociações estão em andamento e na fase de decidir se será “namoro ou amizade”.
S144 Ep 222Vile Santos | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, o vereador de Belo Horizonte Vile Santos (PL) minimizou os embates ideológicos na Câmara Municipal. Segundo o parlamentar, “BH tem ideologia” e, para ele, “a democracia é isso”. Durante a conversa, Vile também criticou o argumento de que o Legislativo municipal tem aprovado projetos inconstitucionais. De acordo com ele, trata-se de uma tentativa de deslegitimar as propostas da direita aprovadas em plenário.Sobre as eleições de 2026, Vile afirmou que a definição do candidato ao Senado pelo PL será feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro: “Quem decide é ele”. Segundo o vereador, o partido pretende montar uma chapa forte para disputar o Senado e o governo de Minas Gerais. “Queremos uma chapa vencedora”, declarou.Aliado de Bolsonaro, o parlamentar acusou o STF de promover perseguição política contra o ex-presidente. Em sua avaliação, “sem Bolsonaro, não haveria direita no Brasil”. Vile também considera que o ex-presidente será essencial para as eleições de 2026. Ao longo da entrevista, criticou o presidente Lula por, segundo ele, não ter formado novas lideranças, diferentemente de Bolsonaro, que “criou nomes como Tarcísio e Nikolas”.Questionado sobre a atuação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil), Vile avaliou que a gestão “ainda está engatinhando”.
S144 Ep 221Margarida Salomão | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), defendeu a implantação do Tarifa Zero no município. Segundo ela, o financiamento deve ser custeado por meio de subsídio da prefeitura e por meio da contribuição de empresas com mais de dez funcionários. Na sua avaliação, a gratuidade ampliada pode impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do município em até 10%. Durante a entrevista, Margarida também afirmou que Juiz de Fora tem interesse em assumir parte dos ativos estaduais oferecidos à União no contexto da dívida de Minas Gerais com a União. Entre os imóveis de interesse está o Instituto Cândido Tostes e o Centro de Convenções. Ao ser questionada sobre seu futuro político, a prefeita descartou disputar o governo de Minas ou o Senado em 2026. “Prevalece a minha palavra em Juiz de Fora”, afirmou. Sobre a sucessão municipal, Margarida foi categórica: “Pensar nisso agora seria perda de autoridade”.
S144 Ep 220Bim da Ambulância | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, o deputado estadual Bim da Ambulância (Avante) criticou a instabilidade do governo Romeu Zema nas articulações com a base na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Ele citou as recentes trocas na Secretaria de Governo e afirmou que, com as mudanças, as negociações com o Palácio Tiradentes ficam travadas. Bim também relatou ter enfrentado resistência dos colegas parlamentares no início do mandato, por conta do seu perfil mais popular. Durante a entrevista, o deputado defendeu a regulamentação do “grau” como esporte e ao comentar a dívida de Minas Gerais com a União, Bim sugeriu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria perdoar parte do valor. Ele comparou a relação do governo federal com os estados ao comportamento de um “agiota” e afirmou: “Se o Lula tivesse um pensamento cristão, perdoaria a dívida”. Sobre as eleições de 2026, o parlamentar revelou conversas com Cleitinho e Mateus Simões, mas disse que ainda não definiu seu apoio a nenhum pré-candidato. Questionado sobre a candidatura frustrada de sua filha, Manu da Ambulância, à Câmara Municipal de BH, Bim apontou fatores como a pouca idade, o fato de ser mulher e até a associação direta com seu nome como possíveis entraves à campanha.
S144 Ep 219Geraldo Henrique, Diretor do Sindipúblicos | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, o diretor político do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG), Geraldo Henrique, criticou a falta de recomposição salarial da categoria no Estado. Segundo ele, há uma defasagem que atinge principalmente carreiras com vencimentos abaixo do salário mínimo.Durante a entrevista, o sindicalista também questionou a ausência de diálogo por parte do governo Zema e analisou o contingenciamento de gastos proposto pelo Palácio Tiradentes. Para o sindicato, o corte de gastos é uma manobra política e eleitoral, com foco nas eleições de 2026.Geraldo Henrique ainda avaliou os impactos do Propag para o funcionalismo, defendeu o teletrabalho para a categoria e denunciou a demora do governo estadual em responder às demandas dos servidores.
S144 Ep 218Juhlia Santos | Café com Política
A vereadora de Belo Horizonte, Juhlia Santos (Psol), criticou, em entrevista ao Café com Política, os recentes embates na Câmara Municipal da capital. Para a parlamentar, a presidência da Casa não tem agido contra os ataques aos vereadores de esquerda. “A Câmara de BH se transformou em um reality show de péssima qualidade”, pontuou.
S144 Ep 218Luísa Barreto | Café com Política
A despeito da possibilidade de a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) ser federalizada, a presidente Luísa Barreto descartou uma nova candidatura. Em entrevista ao Café com Política, a ex-candidata a prefeita e vice-prefeita de Belo Horizonte afirmou que não estará nas urnas nem em 2026, nem em 2028. Durante a entrevista, Luísa Barreto rechaçou também uma eventual instabilidade à frente da estatal após ver sua nomeação ser judicializada. A presidente da Codemig apontou ainda que uma licitação do direito à lavra das jazidas de nióbio em Araxá, Alto Paranaíba, seria inviável. De acordo com ela, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) já teria manifestado o interesse em renovar o contrato para a produção de nióbio em Araxá.
S1 Ep 217Greyce Elias | Café com Política
S1 Ep 216Lohanna França | Café com Política
Em entrevista ao Café com Política, a deputada estadual de Minas Gerais, Lohanna França (PV) falou sobre o desenrolar das pautas do governo Zema na ALMG, especialmente em relação ao Propag e à intenção do executivo de se desfazer de imóveis do Estado para pagar dívidas à União.A parlamentar também comentou sobre o cenário que se desenha para as Eleições de 2026 no campo progressista, exaltando o nome do senador Rodrigo Pacheco como possível candidato ao governo de Minas Gerais. Por outro lado, Lohanna denuncia atitudes de Romeu Zema, que classifica e denuncia como propaganda eleitoral extemporânea.
S144 Ep 215Eduardo Azevedo | Café com Política
O deputado estadual Eduardo Azevedo (PL) defendeu, em entrevista ao Café com Política, a união, para o pleito de 2026, entre seu irmão, o senador Cleitinho (Republicanos), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o vice-governador Mateus Simões (Novo) na disputa pelo governo de Minas. De acordo com o parlamentar, é preciso que haja uma aliança entre os representantes da direita. “Todos eles estão abertos a essa discussão, e isso precisa acontecer”, avaliou Azevedo, que afirmou acreditar que a população deve decidir, entre os três pré-candidatos, quem é a melhor opção na disputa. “Deve ser o nome mais cotado e melhor avaliado para assumir a cabeça de chapa”, analisou. Questionado sobre uma eventual mudança de partido de Cleitinho para o PL, o deputado ponderou que o senador tem uma relação de muita afinidade com o Republicanos.No âmbito nacional, o deputado disse que o PL ainda trabalha com a possibilidade de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja o candidato à Presidência. No entanto, Azevedo também vê como possíveis alternativas eventuais candidaturas dos governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos), Romeu Zema (Novo), Ratinho Jr. (PSD) e Ronaldo Caiado (União Brasil).
S144 Ep 214Carol Caram | Café com Política
A deputada estadual Carol Caram (Avante) criticou, em entrevista ao Café com Política, a recente declaração do governador Romeu Zema (Novo) de que a ditadura é “questão de interpretação”. A parlamentar, que é da base do governo na Assembleia Legislativa de Minas (ALMG), ainda defendeu o referendo popular para privatização de Cemig e Copasa. A proposta de Emenda à Constituição (PEC) para quebrar o referendo popular exigido para as privatizações das estatais estará na pauta do legislativo nesta sexta-feira (13/6). "A constituição é clara, a população deve decidir", avaliou Carol Caram. Questionado sobre corte de gastos no judiciário, a deputada defende equilíbrio fiscal do Estado, mas fez ressalvas a cortes no judiciário: 'cada setor tem a sua defesa'. Sobre as eleições de 2026, a parlamentar afirmou que seu partido, o Avante, ainda não definiu as alianças para o pleito do próximo ano. Ela, contudo, disse que deve apoiar a reeleição do vice-governador Mateus Simões (Novo) para o Palácio Tiradentes. "O Avante é um partido muito democrático", avaliou.
S144 Ep 213Paulo Guedes | Café com Política
O deputado federal Paulo Guedes (PT) afirmou, em entrevista ao Café Com Política, que o governador do Estado, Romeu Zema (Novo), "está fazendo um esforço fora do comum para se aliar ao bolsonarismo", quando questionado sobre as recentes declarações do chefe do Executivo mineiro sobre o período da ditadura militar. Durante a entrevista, o parlamentar mineiro ainda culpou a oposição pela baixa popularidade do presidente Lula (PT). 'Inventaram mentiras'. O deputado ainda afirmou que não vê problema no Congresso mudar uma eventual proposta do governo em relação ao IOF e admitiu que há exageros na liberação de emendas parlamentares. Paulo Guedes, no entanto, diz que o problema começou no governo de Jair Bolsonaro.
S144 Ep 212Carlos Viana | Café com Política
O senador Carlos Viana (Podemos) afirmou, em entrevista ao Café com Política, que não acredita na união da direita nas eleições em 2026 tanto em âmbito estadual quanto no cenário nacional. De acordo com o senador, que já foi aliado de Bolsonaro, o ex-presidente "já deu o que tinha que dar". Durante a entrevista, Viana falou ainda sobre reeleição ao Senado, mas não descarta disputa ao governo de Minas e mais uma mudança de partido: 'questão de coerência comigo'. O senador afirmou também que acredita que há abusos no Supremo Tribunal Federal (STF), mas não acredita, no entanto, em impeachment de ministro. De acordo com ele, essa será uma das maiores mentiras contadas por candidatos da direita na próxima eleição. Questionado sobre o escândalo do INSS, o senador ainda falou que 'CPI virou palanque' político.
S144 Ep 221Marília Carvalho, secretária de Meio Ambiente MG | Café com Política
Alvos de discussão no Congresso Nacional, as análises de licenciamento ambiental já seguem ritmo acelerado em Minas Gerais. Após aprovação de simplificação do processo no Estado, em 2017, a quantidade de empreendimentos na fila de espera para análise passou de 3.000 para atuais 250, segundo a secretária de Estado de Meio Ambiente de Minas Gerais, Marília Melo. Em entrevista no Café com Política, do Canal de O TEMPO no Youtube, ela garantiu que a meta é zerar esse número até o ano que vem.
S1 Ep 215Cristiano Silveira | Café com Política
O presidente do Partido dos Trabalhadores e deputado estadual Cristiano Silveira (PT), reconhece que o Governo Lula (PT) tem problemas de comunicação que precisam ser corridos o quanto antes. Silveira também cita o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), culpando o parlamentar pela 'crise do PIX'. Cristiano Silveira fala também qual será a postura da oposição ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema. O deputado estadual foi o convidado do Café com Política desta segunda-feira, 03 de janeiro.
S1 Ep 214Rafael Martins | Café com Política
O deputado estadual Rafael Martins (PSD) avalia que é preciso uma mobilização da bancada de Minas Gerais no Congresso para derrubar os vetos do presidente Lula (PT) ao Propag, projeto de lei que altera as bases para renegociação das dívidas dos estados com a União para evitar gastos extras que podem chegar a R$ 5,5 bilhões.