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Café com Política

Café com Política

557 episodes — Page 2 of 12

Leninha | Café com Política

Apr 17, 202630 min

Jarbas Soares | Café com Política

Apr 16, 202625 min

Flávio Roscoe | Café com Política

Apr 15, 202647 min

Eduardo Cunha | Café com Política

Apr 14, 202641 min

Otacilinho, Prefeito de Conceição do Mato Dentro | Café com Política

Apr 10, 202629 min

Ricardo Faria | Café com Política

Apr 10, 202634 min

Marília Melo, presidente da Copasa | Café com Política

Apr 9, 202641 min

Álvaro Damião | Café com Política

Apr 8, 202658 min

Elisa Araújo | Café com Política

Apr 7, 202629 min

André Quintão | Café com Política

Apr 6, 202632 min

S144 Ep 379Dandara Tonantzin, deputada federal | Café com Política

A deputada federal Dandara Tonantzin (PT) relata como um episódio de racismo marcou sua trajetória e influenciou sua atuação política. Na entrevista, a parlamentar mineira também comenta o desfecho da CPMI do INSS, critica as isenções fiscais concedidas pelo ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema — que, segundo ela, teriam causado perda de milhões em arrecadação para o Estado — e avalia o cenário eleitoral para 2026.

Apr 3, 202636 min

S144 Ep 378Bella Gonçalves | Café com Política

A deputada estadual Bella Gonçalves (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (2/4) no canal de O TEMPO no YouTube, que a decisão de deixar o PSOL e se filiar ao PT foi motivada por uma avaliação estratégica sobre o papel das forças de esquerda no país. Segundo a parlamentar, o PT oferece melhores condições de enfrentamento à direita e maior capilaridade territorial.“Essa foi uma decisão muito debatida com o grupo político do qual eu faço parte, e a gente compreende que hoje o PT está mais bem posicionado no enfrentamento à extrema direita e também na discussão sobre o que será o futuro da esquerda”, pontuou.Segundo a deputada, a estrutura do PT foi determinante para a escolha. “O que o PT tem de bom? Eu acho que o tamanho e a capilaridade. Eu acho que o PT existe em quase todas as cidades de Minas Gerais e do Brasil, tem uma militância muito robusta, uma militância popular e de movimentos sociais”, avaliou a parlamentar, que negou qualquer ruptura com o PSOL. “Eu não saí com nenhuma mágoa, muito pelo contrário. Liguei para o presidente nacional, para o presidente estadual, conversei com as minhas amigas que ficam no partido. Eu amo o PSOL e vou defender o PSOL sempre”, afirmou.Deputada aposta em base de Lula para “entregar coisas reais”Ao comentar a possibilidade de deixar a atuação tradicional na oposição para integrar a base do governo federal em uma eventual disputa à Câmara dos Deputados, Bella afirmou que vê no novo cenário a chance de ampliar resultados concretos para a população. Hoje atuando em bancadas de oposição, a deputada disse que a mudança pode permitir avanços mais efetivos.Segundo ela, a experiência na oposição é importante, mas tem limitações. “Não que eu ache pouco importante o trabalho que eu faço na Assembleia. A gente tem sido ponta de defesa das estatais, de defesa dos direitos sociais. Mas resistir, resistir e resistir precisa também ceder lugar para a gente construir projetos de esperança”, avaliou.Para Bella, integrar a base do presidente Lula em uma eventual reeleição pode fortalecer pautas sociais. “Eu acho que, sendo base do presidente Lula, eu vou conseguir fazer muito mais coisas do que eu faço hoje, como uma deputada de oposição”, afirmou.Deputada critica Damião e não descarta candidatura à prefeitura em 2028Questionada sobre a gestão do prefeito Álvaro Damião (União), Bella criticou decisões recentes. “Eu acho que o Álvaro Damião está pecando um pouco em abandonar o diálogo com setores populares. A flexibilização do Plano Diretor, com a aprovação desse projeto de especulação imobiliária no Centro, é lamentável”, afirmou.A deputada não descartou disputar a Prefeitura de Belo Horizonte no futuro. “Eu tenho um sonho muito grande de ser prefeita de Belo Horizonte. Por isso, no futuro, não descarto lançar uma pré-candidatura e uma candidatura à Prefeitura de Belo Horizonte”, disse.Bella também mencionou que a mudança de partido pode ter relação com esse projeto político. “Eu acho que a gente precisa estar em lugares grandes para alcançar postos importantes”, completou.Bella Gonçalves chama Mateus Simões de “autoritário” e critica atuação contra órgãos de controle: “não gosta de democracia”Durante a entrevista, a deputada fez duras críticas ao governador Mateus Simões (PSD), especialmente em relação à postura diante de instituições de controle. “O governador é um déspota e um autoritário. Pensar que ele disse para a Justiça Federal que ela tem um prazo de 15 dias para resolver o problema do Rodoanel, que está intervindo em debates da Escola Cívico-Militar, como se não fosse prerrogativa do Tribunal de Justiça e do Tribunal de Contas fiscalizar a sua atuação enquanto governador”, pontuou.Na avaliação da deputada, o comportamento de Simões demonstra desrespeito à democracia. “De fato, ele não gosta de democracia, mas a verdade é que esses órgãos estão aí controlando as irregularidades do Estado”, afirmou.

Apr 2, 202626 min

S144 Ep 377Marcelo Aro, secretário de Estado de Minas Gerais | Café com Política

O secretário de Governo de Minas Gerais, Marcelo Aro, anunciou sua saída do governo e falou sobre o legado à frente da gestão, os bastidores da política mineira e os planos para as eleições de 2026.Em entrevista ao Café com Política, Aro destacou avanços em políticas públicas, especialmente voltadas para pessoas com deficiência e doenças raras, como a ampliação do teste do pezinho em Minas Gerais. Ele também defendeu a articulação política que garantiu a aprovação de projetos do governo na Assembleia Legislativa.De olho no Senado, Aro afirmou estar confiante na pré-candidatura e analisou o cenário eleitoral, incluindo alianças, disputas internas na direita e possíveis nomes na corrida pelo governo do estado.

Apr 1, 202644 min

S144 Ep 376Macaé Evaristo, Ministra dos Direitos Humanos e Cidadania | Café com Política

A ministra mineira Macaé Evaristo (PT), que deixa hoje a pasta dos Direitos Humanos e Cidadania, assumiu o ministério em meio a uma crise que colocou o órgão no centro das atenções, em setembro de 2024. À época, vieram à tona denúncias de assédio sexual contra o então ministro Silvio Almeida, que tinha trajetória consolidada na área de direitos humanos.Em entrevista exclusiva ao Café com Política, Macaé afirmou que o impacto das denúncias levou ao fortalecimento dos mecanismos internos de controle e acolhimento no ministério.“Nós acabamos saindo mais fortes desse episódio, como ministério, no sentido da sua reestruturação, de fortalecimento das secretarias e de uma atuação conjunta, porque é um ministério que tem muitas áreas”, afirmou Macaé, ao ser questionada se as denúncias contra o ex-ministro poderiam enfraquecer ou fortalecer a atuação.

Mar 31, 202633 min

S144 Ep 373Prefeito de Santa Bárbara do Tugúrio, Donatinho | Café com Política

A necessidade de investimentos urgentes em infraestrutura viária e o fortalecimento das atividades econômicas locais marcaram a participação do prefeito José Antônio Alves Donato (PSD), conhecido como Donatinho, no Café com Política, com a apresentação do jornalista Léo Mendes.À frente de Santa Bárbara do Tugúrio, município com cerca de 4 mil habitantes na Zona da Mata mineira, o gestor destacou que a recuperação da MG-448 é estratégica não apenas para a cidade, mas para toda a região.Segundo o prefeito, a rodovia apresenta trechos sem sinalização adequada, pavimentação precária e alto risco de acidentes, especialmente na serra que liga o município a importantes eixos rodoviários. “Essa é uma pauta permanente da nossa gestão. A MG-448 não atende só Santa Bárbara do Tugúrio, ela é rota de escoamento da produção agrícola e industrial de várias cidades, ligando Minas à Bahia, ao Espírito Santo e ao Norte do Rio de Janeiro”, salientou.Donatinho afirma que já realizou dezenas de reuniões com órgãos estaduais e federais em busca de recursos para a obra, estimada anteriormente em mais de R$ 10 milhões, mas ainda sem execução. Para ele, a solução passa por uma articulação conjunta entre prefeitos da região. “Não é uma demanda isolada. Estamos falando de logística, competitividade e, principalmente, segurança. Muitas vidas já se perderam ali”, disse.No campo econômico, o prefeito ressaltou que o município ainda depende fortemente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), mas vem investindo no fortalecimento da agricultura familiar. A banana segue como principal símbolo local, e novas frentes, como o cultivo de café, começam a ganhar espaço. “A agricultura é o motor da nossa economia. Temos dado apoio técnico aos produtores, com capacitação e parcerias, para ampliar a produção e gerar renda”, destacou.O potencial turístico também foi apontado como eixo de desenvolvimento de médio e longo prazo. Com nascentes, cachoeiras e áreas de preservação ambiental, Santa Bárbara do Tugúrio iniciou a criação de marcos legais para estruturar um turismo sustentável. “Não é algo que se constrói do dia para a noite. Exige planejamento, respeito ambiental e, novamente, boas estradas. Sem acesso seguro, o turismo não se sustenta”, concluiu o prefeito de Santa Bárbara do Tugúrio, Donatinho.A entrevista completa do Café com Política está no canal de O TEMPO no Youtube.

Mar 30, 202629 min

S144 Ep 374Helton Júnior | Café com Política

O vereador de Belo Horizonte Helton Júnior (PSD) afirmou que o partido lhe dá liberdade política e evitou garantir apoio ao vice-governador Mateus Simões (PSD) em uma eventual disputa pelo governo de Minas Gerais. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o vereador destacou que ainda é cedo para definições eleitorais.Segundo o parlamentar, não há alinhamento automático dentro da sigla. “O PSD sempre me respeitou enquanto um quadro que é progressista, que tem pautas muito especificamente consolidadas e que tem autonomia para trabalhar essas pautas”, afirmou. De acordo com Helton, o apoio dependerá da consolidação das candidaturas. “É muito cedo falar de apoio, porque não tem candidatos consolidados ainda. Depois, quando tiver apresentado o projeto, tiver com candidatura registrada, aí sim [...] vou escolher um bom candidato a governador e irá apoiá-lo.”Na avaliação da gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, Helton Júnior classificou o desempenho como positivo e atribuiu “nota 8” ao governo. Ele também afirmou que, após desgastes no início da administração, voltou a integrar a base aliada. “A relação está positiva. Eu não levo nenhum tipo de mágoa [...] estou na base de novo e para contribuir”, disse. Apesar disso, ponderou que não há alinhamento irrestrito: “Os projetos que são importantes para a cidade a gente vai sempre apoiar. E aquilo que a gente entende que não é adequado, o nosso posicionamento segue firme.”Um dos pontos de divergência no início da gestão foi o debate sobre a tarifa zero no transporte público. O vereador minimizou disputas políticas em torno do tema e elogiou a implementação da gratuidade aos domingos. “Eu não morro de vontade de ser o pai da criança. Para mim, o importante é que a coisa avance”, afirmou. Ele avaliou que a medida representa um avanço social. “Que bom que as pessoas podem usar. Que bom que gente simples que não tem recurso para poder pagar tarifa está podendo gastar aquele dinheiro com outra coisa”Ao tratar do transporte público, o vereador criticou a falta de punição às empresas concessionárias. Segundo ele, há falhas na fiscalização do serviço. “A gente tem, por exemplo, nesse momento, mais de 36 mil multas que foram emitidas [...] que ainda não foram cobradas”, disse. Para o vereador, a ausência de penalidades compromete a qualidade do sistema. “Se eu fiscalizo, mas não penalizo, será que eu estou realmente fiscalizando?”Na área cultural, o parlamentar falou sobre as dificuldades da Prefeitura de Belo Horizonte em captar patrocínios para o Carnaval. Ele avaliou que é necessário aprimorar o diálogo com o setor privado. “Eu entendo que talvez a divulgação pode melhorar, a interlocução da prefeitura com o setor privado pode melhorar”, afirmou. Apesar disso, defendeu a manutenção do modelo da festa. “O carnaval precisa acontecer [...] porque o ganho com o carnaval é muito significativo.”Durante a entrevista, o parlamentar abordou também os impactos das chuvas na capital e a necessidade de adaptação diante das mudanças climáticas. Para ele, não é possível afirmar que a cidade esteja totalmente preparada para eventos extremos. “Nunca estaremos prontos. Estamos nos preparando”, disse. O vereador ressaltou que o cenário exige investimentos contínuos e planejamento permanente. “Sempre vai ter uma chuva pior [...] então é importante que isso seja contínuo para que a prefeitura realmente dê conta de preservar as vidas e evitar prejuízos.”

Mar 27, 202626 min

S144 Ep 372Deputado Federal Padre João | Café com Política

A regulamentação do trabalho por aplicativos foi um dos principais pontos da entrevista do deputado federal Padre João ao Café com Política, com a apresentação do jornalista Léo Mendes.Autor de uma das propostas em tramitação no Congresso sobre o tema, o parlamentar defendeu a criação de um piso remuneratório, acesso à Previdência e garantias mínimas de proteção social para motoristas e entregadores, hoje submetidos, segundo ele, a um modelo de precarização disfarçado de empreendedorismo.Durante a conversa, Padre João afirmou que a ausência de regras claras transfere todos os riscos da atividade ao trabalhador. “Essas pessoas vendem sua força de trabalho, mas não têm cobertura em caso de acidente, doença ou maternidade. Não se trata de imposto, mas de investimento na dignidade e na qualidade de vida”, disse, ao comparar a situação dos trabalhadores de aplicativos à de categorias que já conquistaram reconhecimento previdenciário, como agricultores familiares e pescadores.Com trajetória de mais de duas décadas na vida pública (incluindo mandatos como deputado estadual e atualmente no quarto mandato federal), o parlamentar destacou que sua atuação sempre esteve ligada às pautas sociais. Natural de Urucânia, na Zona da Mata mineira, com domicílio eleitoral em Ouro Branco, na região Central de Minas, Padre João mantém vínculo com a Arquidiocese de Mariana e avalia que a política é um espaço legítimo para a promoção do bem comum. “Tudo na nossa vida passa pela política: da água que bebemos ao preço dos alimentos”, afirmou.Outro tema central da entrevista foi o modelo atual das emendas parlamentares. O deputado criticou o que chamou de “sequestro do Orçamento da União” e defendeu maior transparência na destinação dos recursos. Para ele, a pulverização das verbas compromete políticas estruturantes e amplia desigualdades regionais. Padre João elogiou a atuação do Supremo Tribunal Federal e do ministro Flávio Dino na exigência de planos de trabalho e mecanismos de controle.O parlamentar também analisou o cenário eleitoral de 2026, que classificou como desafiador. Segundo ele, o avanço da extrema direita, o uso intensivo de fake news e o impacto da inteligência artificial no processo eleitoral exigem atenção redobrada das instituições. Apesar disso, demonstrou confiança na capacidade de reorganização do campo progressista, inclusive em Minas Gerais, onde o PT busca ampliar sua bancada.Na área dos direitos humanos, Padre João destacou avanços recentes no combate à violência contra a mulher, como o Pacto Nacional contra o Feminicídio e o endurecimento das penas. Ele ressaltou que a consolidação dessas políticas depende da atuação conjunta da União, estados e municípios. Ao final, alertou para os riscos de classificar facções criminosas como organizações terroristas, medida que, segundo ele, pode abrir espaço para interferências externas e ameaçar a soberania do país.A entrevista completa do Café com Política está no canal de O TEMPO no Youtube.

Mar 26, 202633 min

S144 Ep 371Professora Nara | Café com Política

A professora Nara assume uma cadeira na Câmara Municipal de Belo Horizonte após a saída de Cida Falabella para a Secretaria de Cultura. Com mais de 30 anos de atuação na educação pública, a nova vereadora chega com foco na defesa da educação, no combate às desigualdades sociais e no fortalecimento de políticas públicas para comunidades periféricas.Durante entrevista ao Café com Política, Nara destacou a importância do diálogo no Legislativo, reforçou a necessidade de valorização dos profissionais da educação e defendeu mais ações voltadas para crianças, jovens e idosos. A vereadora também abordou temas como violência contra a mulher, inclusão social e o papel da cultura na transformação das comunidades.

Mar 25, 202630 min

S144 Ep 370Rafael Paiva | Café com Política

A saúde digital é uma realidade que veio para ficar. De acordo com o assessor-chefe de Tecnologia e Informação da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, Rafael Paiva, o estado vem trabalhando em parceria com os municípios mineiros para implementar a digitalização dos serviços, além de modernizar e integrar processos.No Café com Política, Rafael apresenta novidades. Entre elas está a criação de uma ferramenta que permitirá, em breve, que gestores municipais acompanhem o mapa da saúde em seus municípios, facilitando o planejamento e a tomada de decisões.

Mar 23, 202632 min

S144 Ep 360Bim da Ambulância | Café com Política

As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira no início do ano deixaram mortos, desaparecidos e cidades devastadas. No Café com Política, o deputado estadual Bim da Ambulância (Avante) relata a experiência de quem esteve diretamente nas áreas afetadas e critica a forma como o poder público reagiu à tragédia. Segundo o parlamentar, há falhas estruturais na mobilização e na execução das ações de socorro às vítimas. Ele afirma que o modelo atual de resposta a desastres depende das prefeituras, que muitas vezes não têm estrutura suficiente para enfrentar situações de grande escala. Durante a entrevista, Bim também defende a criação de uma força-tarefa permanente do Estado para atuar em emergências e apontar problemas na assistência às famílias após as enchentes. Assista ao trecho da entrevista e entenda a avaliação do deputado sobre o socorro às vítimas e os desafios da gestão pública diante dos desastres climáticos em Minas Gerais.

Mar 20, 202633 min

S144 Ep 369Lohanna França | Café com Política

Deputada estadual Lohanna França (PV-MG) critica a política de exploração em torno da internação de Jair Bolsonaro e disputa pela liderança da direita em Minas Gerais. Em entrevista ao Café com Política, ela afirma que “montaram um palanque sobre a cama de hospital” do ex-presidente, enquanto aliados se digladiam para ver “quem é mais bolsonarista de todos os bolsonaristas”. Lohanna também aponta que, nesse cenário, Minas Gerais perde espaço e recursos, citando a postura do governador Romeu Zema em temas como Lei Kandir, concessões ferroviárias e prioridades de investimento. O corte traz uma análise direta sobre o papel de Bolsonaro na articulação da direita, os efeitos dessa disputa para o estado e a necessidade de recolocar Minas no centro de um projeto de desenvolvimento.

Mar 18, 202641 min

S144 Ep 368Adriano Massuda | Café com Política

Nesta edição do Café com Política, o ministro em exercício da Saúde Adriano Massuda analisa os desafios do sistema público e afirma que melhorar o atendimento no Brasil passa não apenas por mais recursos, mas principalmente por uma gestão mais eficiente.Durante a entrevista, ele comenta os dados recentes da pesquisa do Instituto DataTempo, que apontam que a maioria dos gestores de saúde em Minas Gerais enfrenta dificuldades financeiras. O debate também aborda a sobrecarga dos municípios, responsáveis por grande parte da execução dos serviços do Sistema Único de Saúde, e a necessidade de equilibrar repasses federais com os custos reais da saúde pública.

Mar 18, 202616 min

S144 Ep 367Cássio Soares | Café com Política

O presidente do PSD em Minas Gerais, o deputado estadual Cássio Soares, afirmou que o partido mantém a estratégia de construir uma ampla aliança para as eleições de 2026 no estado e que segue dialogando com diferentes forças políticas para fortalecer a pré-candidatura do vice-governador Mateus Simões (PSD) ao governo.Segundo ele, o PSD não desistiu de tentar atrair o senador Cleitinho (Republicanos) para uma composição eleitoral. De acordo com Soares, mesmo com movimentos recentes do senador em torno de uma possível candidatura própria, o partido pretende manter as conversas. “O diálogo na política tem que estar sempre colocado à mesa. Nós não abrimos mão de continuar dialogando”, afirmou.O dirigente também disse que o PSD mantém a expectativa de contar com a federação formada por União Brasil e Progressistas na coligação que deve apoiar Matheus Simões. “Nada mudou. O que tem mudado são notícias plantadas por outros atores políticos”, declarou.Soares afirmou ainda que eventuais articulações nacionais do partido não interferem no projeto político construído em Minas. Segundo ele, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, mantém apoio à estratégia definida no estado. “Não vejo nenhum motivo para não seguir com a candidatura do Matheus”, disse.De acordo com o parlamentar, a possível candidatura presidencial do governador Romeu Zema (Novo) também não interfere nas articulações estaduais. Para ele, a decisão sobre a disputa nacional é uma avaliação pessoal do governador e não deve ser condicionada às alianças em Minas.Na composição da chapa em Minas, Soares afirmou que o PL deve indicar uma das vagas ao Senado. Já a definição sobre o vice de Mateus Simões, segundo ele, ainda está em negociação entre os partidos aliados e deverá envolver também o aval de Zema.Sobre o cenário envolvendo o senador Rodrigo Pacheco, o presidente do PSD em Minas evitou fazer especulações e afirmou que o partido aguarda uma definição do próprio parlamentar. “O Rodrigo eu conheço bem. Ele tem o tempo dele e vai tomar a melhor decisão”, disse.Em relação ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), Soares afirmou que a tendência é que ele permaneça no PSD. No entanto, destacou que uma eventual candidatura alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderia gerar incompatibilidade com o projeto estadual da legenda. “Hoje nós estamos em um campo de centro-direita. Uma candidatura alinhada ao presidente Lula pelo PSD em Minas seria incoerente”, afirmou.O dirigente também comentou a relação do partido com a Prefeitura de Belo Horizonte, atualmente comandada por Álvaro Damião (União). Segundo Soares, não há diálogo institucional entre a legenda e a atual gestão municipal. “Desde o falecimento do Fuad, não tivemos diálogo. Colocamos o partido à disposição da administração, mas essa conversa não tem acontecido”, afirmou.

Mar 17, 202626 min

S144 Ep 364Rogério Correia | Café com Política

Nesta edição do Café com Política, o jornalista André Vasconcelos recebe o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) para uma análise do cenário político e econômico. No destaque, o parlamentar comenta a "quase certa" candidatura do senador Rodrigo Pacheco ao governo de Minas Gerais em 2026, com o apoio do presidente Lula.Correia não poupa críticas à gestão de Romeu Zema, afirmando que o atual governador "falhou completamente" ao deixar a dívida do estado saltar de R$ 100 bilhões para mais de R$ 200 bilhões.

Mar 16, 202636 min

S144 Ep 366Romeu Zema | Café com Política

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que sua eventual candidatura à Presidência se diferencia da do senador Flávio Bolsonaro (PL) principalmente pela independência política e pelas posições que diz adotar com mais firmeza em relação a temas institucionais. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Zema disse que o Partido Novo, legenda à qual é filiado, tem uma linha mais coerente do que outras siglas da direita. “Eu venho de um partido pequeno que é totalmente coerente. Se você olhar as votações lá na Câmara Federal, você vai ver que o Novo vota 100% em determinadas pautas. O PL parece que tem de tudo lá dentro”, afirmou.Zema também descartou a possibilidade de abrir mão da candidatura para compor como vice de Flávio Bolsonaro e disse que não recebeu convite formal nesse sentido. Segundo ele, a tendência é que os nomes da direita disputem o primeiro turno separadamente. “Já houve diversas notícias que eu teria sido convidado para ser vice do Flávio Bolsonaro. Não houve nenhum convite formal e nem deve haver, porque eu tenho sido muito incisivo. Eu serei pré-candidato e candidato até o final”, afirmou. Apesar disso, o governador disse acreditar em convergência no segundo turno. “Caso algum deles vá para o segundo turno contra o PT, eu estarei junto.”Durante a entrevista, o governador também fez críticas duras ao Supremo Tribunal Federal (STF) e acusou integrantes da Corte de utilizarem o cargo para benefício pessoal. Sem citar diretamente todos os nomes, Zema afirmou que parte dos ministros estaria envolvida em interesses privados. “Primeiro, eu acho que tem ministros que estão lá para enriquecer, para fazer negócio e não para poder olhar o interesse do povo brasileiro”, disse.O governador também respondeu a críticas do ministro Gilmar Mendes, que questionou o fato de Zema criticar o Supremo ao mesmo tempo em que o governo mineiro recorre ao tribunal para resolver disputas, inclusive fiscais. Zema negou qualquer tipo de obrigação política decorrente de decisões favoráveis ao Estado. “Todo mundo, boa parte dos brasileiros, tem uma ação na Justiça. Todo juiz tem que tomar uma decisão. Você acha que quando um juiz decide favoravelmente alguém porque aquele alguém tem razão, aquele que foi beneficiado da decisão passa a ter dívida com o juiz? Na minha opinião, não existe isso não. Ele decidiu favorável ao Estado de Minas. Agora o Estado fica com dívida com ele? Não. Ele é pago para ser juiz e para decidir”, afirmou.Questionado sobre o caso envolvendo o Banco Master, o governador disse não ter qualquer ligação com a instituição e afirmou que defende uma investigação ampla. “Eu não tenho rabo preso. Então, eu estou contra o que é errado”, declarou. Zema disse que eventuais irregularidades precisam ser apuradas independentemente de quem esteja envolvido. “Eu quero uma apuração e uma investigação. Se alguém fez algo errado que pague.”No cenário político estadual, o governador descartou mudanças no acordo firmado com o PSD para a sucessão em Minas Gerais e reiterou apoio ao vice-governador Mateus Simões (Novo). “O acordo com o PSD está feito e, se esse acordo não for rompido pelo PSD, nós vamos cumprir até o final e o meu apoio é ao Mateus Simões”, disse.Zema também comentou a possibilidade de candidatura do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, ao governo do Estado. O governador elogiou a atuação do empresário à frente da entidade, mas disse que isso não altera o compromisso político já firmado. “Ele fez uma gestão excepcional na Fiemg”, afirmou, acrescentando que o acordo político com Simões permanece.Ao final da entrevista, Zema também avaliou alguns nomes da política nacional. Ao comentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que o considera “totalmente ultrapassado e incompetente”. Sobre o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), disse que o vê como “um desagregador, incompetente”. Já o senador Cleitinho (Republicanos) foi classificado pelo governador como “um ótimo comunicador”. Ao falar do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), Zema afirmou que o parlamentar “olhou muito pelos interesses de Minas Gerais”.

Mar 13, 202622 min

S144 Ep 365Bruno Engler | Café com Política

O deputado estadual Bruno Engler (PL) admitiu que a direita pode chegar dividida ao primeiro turno das eleições de 2026 em Minas Gerais e se unir apenas na etapa final da disputa. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o deputado disse que o apoio do PL ao vice-governador Mateus Simões (PSD) depende de um alinhamento nacional com o projeto presidencial do partido.Segundo Engler, o principal obstáculo para uma eventual aliança com Simões é o fato de o governador Romeu Zema (Novo) ser apontado como pré-candidato à Presidência da República. Para o deputado, nesse cenário, o vice-governador teria “obrigação moral” de apoiar o chefe do Executivo estadual, o que dificultaria uma aproximação com o PL. “Hoje o Romeu Zema é pré-candidato à Presidência da República e a gente sabe que o Mateus tem uma obrigação moral de apoiá-lo. Não existe a gente fazer campanha para o Mateus sem o Mateus fazer campanha para o Flávio Bolsonaro. A não ser que haja uma composição, que o Zema venha nos apoiar já no primeiro turno, não tem como caminharmos com o Mateus”, afirmou.Diante desse cenário, Engler defendeu que o PL considere lançar uma candidatura própria ao governo de Minas. Entre os nomes que, segundo ele, poderiam representar o partido está o de Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). O deputado também citou o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) como um nome competitivo. “Eu acho que a gente pode sim lançar um nome próprio do PL. Podemos buscar um quadro qualificado para governar o Estado. Na própria imagem que vazou do Flávio Bolsonaro tinha o nome do Flávio Roscoe, que é uma figura muito respeitada e tem capacidade para governar Minas”, avaliou.Apesar das divergências no primeiro turno, Engler avalia que a tendência é de união da direita na fase final da disputa. “O importante é que no segundo turno estejamos todos juntos contra um eventual candidato de esquerda, se a gente não conseguir matar essa eleição no primeiro turno”, afirmou.Questionado sobre a estratégia do PL para a eleição ao Senado em 2026, o deputado disse que o partido ainda avalia se lançará um ou dois candidatos e que a decisão dependerá da viabilidade eleitoral e das possíveis alianças para o governo do Estado. Ele citou como nomes colocados para a disputa os deputados federais Domingos Sávio e Eros Biondini. “Eu adoraria ter dois candidatos ao Senado. Acho que quanto mais senadores dispostos a enfrentar a tirania do Supremo Tribunal Federal, melhor. Mas também não adianta lançar dois nomes e não eleger nenhum”, disse.Engler também comentou a relação política com Nikolas Ferreira (PL) e negou qualquer racha entre os dois. Segundo ele, a mudança na estratégia eleitoral ocorre porque o deputado federal busca ampliar sua própria base política. “A minha relação com o Nikolas é muito tranquila. Acho que ele faz um trabalho brilhante no Congresso Nacional. Agora ele está tomando a iniciativa de buscar outras parcerias, montar uma base própria. Acho que é direito dele”, afirmou.Na esfera municipal, Engler fez críticas à gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União). Embora tenha reconhecido pontos positivos, o deputado apontou decisões que, na avaliação dele, são equivocadas, como o aumento no número de radares na capital.

Mar 12, 202629 min

S144 Ep 363Denise Romano, presidente SindiUte | Café com Política

Mar 11, 202632 min

S144 Ep 361Rodrigo Rollemberg | Café com Política

O deputado federal e ex-governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) irá protocolar um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para pressionar a Câmara dos Deputados a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Banco Master. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (10/3) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar criticou as justificativas do presidente da Casa, o deputado federal Hugo Motta (Republicanos), e considerou que “falta vontade política” em relação ao caso.As investigações envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro abarcam uma eventual gestão fraudulenta no Banco de Brasília (BRB), após o banco estatal ter feito uma proposta de compra do Master, que acabou indeferida pelo Banco Central em setembro do ano passado. Além disso, um inquérito específico apura se Vorcaro ocultou sua participação como acionista do BRB enquanto a instituição comprava carteiras de crédito do Master.Para Rollemberg, há indicadores de que teria “interferência política” nas polêmicas envolvendo o Banco Master e o BRB, por esta se tratar de uma instituição pública. Desta forma, o deputado federal vê a necessidade de instaurar uma CPI, mas o pedido estaria esbarrando no presidente da Câmara, Hugo Motta. Motta chegou a dizer que não seria possível abrir uma comissão do tipo porque o Regimento Interno da Casa prevê uma ordem cronológica dos pedidos de instalação de CPIs.“O que o Regimento Interno proíbe é o funcionamento simultâneo de mais de cinco comissões parlamentares de inquérito. Não existe nenhuma em funcionamento neste momento. Portanto, não há nenhuma razão objetiva, legal, legítima para não instalar o que há de fato, e a gente sabe disso”, rebate Rollemberg. “É uma falta de vontade política de instalar essa CPI que a gente está percebendo que ela atinge vários líderes, especialmente do ‘centrão’, e, portanto, essa falta de disposição.”Diante da dificuldade, o deputado federal prometeu acionar o STF para pressionar a abertura da comissão de inquérito na Câmara, por meio de um mandado de segurança. Rollemberg lembra que já reuniu 200 assinaturas para abertura da CPI. No total, são necessárias 171.Questionado se o ano eleitoral poderia também interferir nos trabalhos de uma eventual CPI, o parlamentar concorda que “aperta”, mas argumenta que a Câmara dos Deputados será cobrada pela população caso se omita em relação ao tema.“Nesse momento, nós estamos diante de fatos muito graves e, portanto, é dever da Câmara Federal, no meu entendimento, investigar como é direito da população brasileira saber tudo o que aconteceu em relação ao Banco Master”, justifica.

Mar 10, 202617 min

S144 Ep 362Zuza Nacif, CEO da Brasil Comunicação | Café com Política

Mar 9, 202633 min

S144 Ep 359Anderson Coelho | Café com Política

Minas Gerais enfrenta um gargalo silencioso na saúde pública: filas extensas e baixa oferta de fisioterapia e terapia ocupacional no SUS. No Café com Política, o presidente do CREFITO-4, Anderson Coelho, explica que pacientes com sequelas de AVC, autismo e outros problemas de saúde podem esperar meses ou até um ano por atendimento, perdendo uma janela importante de reabilitação.Segundo ele, a falta de investimento na atenção multidisciplinar, baixos salários e escassez de concursos públicos contribuem para o problema, que pode agravar quadros clínicos e aumentar os custos do sistema de saúde.

Mar 6, 202633 min

S144 Ep 358Ana Pimentel | Café com Política

A deputada federal Ana Pimentel (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (4/3) no canal de O TEMPO no YouTube, que há recursos disponíveis para a reconstrução das cidades atingidas pelas chuvas na Zona da Mata mineira e criticou a demora do governo estadual na adoção de medidas.“O governo federal fez isso em poucas horas, no mesmo dia do acometimento. O dinheiro existe. Existe um recurso específico para essas situações”, declarou a parlamentar, defendendo que as prefeituras se organizem para executar os valores liberados.“Houve muita demora na liberação dos decretos”, afirmou a deputada, ao criticar a atuação do governo do Estado. Para ela, Minas Gerais não possui uma estratégia estruturada de prevenção. “O governo Zema não está investindo em meio ambiente, em estratégias de prevenção”, pontuou.A parlamentar também defendeu que a prevenção de desastres não pode variar conforme a orientação política do governante. “A prevenção de desastres e calamidades não pode ser política apenas de governo. Se o governo acredita, entre aspas, nas mudanças climáticas, ele investe. Se não acredita, desmonta a resposta. Não pode: o governador decidiu que não vai investir em prevenção e, simplesmente, não investe. Não pode ser desse jeito.” Para ela, é necessário que haja recursos carimbados para prevenção, assim como ocorre nas áreas de saúde e educação.Questionada sobre as eleições de outubro, Ana Pimentel declarou que o nome trabalhado pelo PT para disputar o governo de Minas é o do senador Rodrigo Pacheco (PSD). “Consideramos que ele é um homem preparado, qualificado, que tem muita experiência e, ao mesmo tempo, muito articulado com as iniciativas federais que nós hoje trabalhamos”, afirmou. Segundo ela, o partido está empenhado em consolidar uma chapa forte para enfrentar o grupo do governador Romeu Zema (Novo).Sobre a pré-candidatura do vice-governador Mateus Simões (PSD), a petista avaliou que ele “não convence os mineiros”. “Ele não sobe nas pesquisas”, disse.A deputada também garantiu que a oposição apresentará nomes consolidados. “Não haverá grandes surpresas. Serão nomes consolidados, bons nomes para que a gente construa uma chapa forte para ganhar o governo de Minas Gerais e o Senado também”, afirmou.

Mar 4, 202640 min

S144 Ep 357Renan Santos | Café com Política

O presidente do partido Missão, Renan Santos, afirmou em entrevista ao Café com Política que o caso Banco Master é “o escândalo mais ecumênico” já visto no país. Santos criticou ainda o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por ter “coragem seletiva” ao atacar o STF e classificou como “briga de egos” os embates envolvendo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Bolsonaro. Para o presidente do Missão, o cenário eleitoral em Minas Gerais é “um desenho maluco”, com fragmentação na direita e indefinições partidárias.Questionado sobre as investigações do Banco Master, Renan disse que o escândalo envolve “Centrão, STF, deputado, senador, governadores, esquerda, direita, influencer fitness”, o que, segundo ele, cria uma força política para que o caso “simplesmente desapareça”. Para o dirigente, há uma tentativa de transformar o episódio em “bode expiatório”, evitando uma apuração ampla. “Se ele (Vorcaro) delata, ele derruba todo mundo”, afirmou, ao avaliar que o caso atinge diferentes campos políticos. Sobre declarações de Romeu Zema de que seria o único pré-candidato com coragem para criticar o Supremo Tribunal Federal, Renan afirmou que “dá risada” da fala. Segundo ele, as críticas precisam atingir todos os envolvidos em escândalos, inclusive nomes ligados à direita. “Eu respeitaria e defenderia publicamente o Zema se ele tivesse coragem de bater em todo mundo nessa história”, disse, ao acusar o governador de adotar uma postura seletiva.Durante a entrevista, Renan também comentou disputas no campo conservador, especialmente envolvendo Nikolas Ferreira e integrantes da família Bolsonaro. Para ele, trata-se de uma disputa por influência. “É uma briga de egos”, afirmou, acrescentando que, se fosse uma divergência de valores, “já estavam rompidos há muito tempo”. O presidente do Missão declarou ainda que Nikolas “nunca discordou frontalmente” dos Bolsonaro e que a disputa atual é por “espaço, liderança, poder, dinheiro”.No cenário mineiro, Renan avaliou que há excesso de pré-candidatos e indefinições partidárias. “É um desenho maluco”, disse. Ele questionou a possibilidade de o PL apoiar o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), argumentando que o partido precisaria de um nome “integralmente alinhado” para maximizar votos no Estado. Sobre Cleitinho, o presidente do Missão afirmou ainda que não o vê como um candidato ideologicamente definido e que parte da confusão está mais presente “na internet” do que na política tradicional.Apesar das críticas ao cenário atual, Renan reafirmou que manterá sua pré-candidatura à Presidência e descartou abrir mão do projeto. Segundo ele, o partido pretende apresentar propostas próprias e romper com o que chama de seletividade na política brasileira. “Se o brasileiro quer votar em ladrão, está tudo bem. Mas vote sabendo o que está fazendo”, declarou o dirigente que defende que o partido também tenha uma candidatura própria ao governo do Estado.

Mar 3, 202630 min

S144 Ep 356Prefeito de Ubá, José Damato | Café com Política

O prefeito de Ubá, José Damato (*PSD), afirmou em entrevista ao Café com Política que a cidade vive o momento mais difícil de sua história após a enchente que atingiu o município e outras cidades da Zona da Mata Mineira. Segundo o chefe do Executivo municipal, embora haja promessas de apoio, a reconstrução depende da chegada efetiva de recursos dos governos estadual e federal. O prefeito reconheceu que há diálogo, mas cobrou que os anúncios se transformem rapidamente em ações concretas.“O compromisso do governo federal e estadual é ajudar. Algumas coisas já chegaram, mas o que foi combinado é uma coisa muito maior para ajudar a cidade. É isso que nós precisamos, de reestruturar novamente a nossa cidade”, pontuou. Segundo o prefeito, as conversas já ocorreram e as respostas institucionais têm sido positivas, porém ressaltou que a cidade não pode esperar. “As respostas têm sido rápidas. Agora precisamos que as ajudas também cheguem o mais rápido possível.” Ele ainda alertou que a prefeitura já utilizou todos os recursos disponíveis em caixa e que depende da chegada efetiva de verbas e equipamentos para manter as frentes de trabalho funcionando.O vice-prefeito, Cabo Rominho, também enfatizou que, além das visitas e anúncios, é fundamental que os recursos sejam liberados sem demora. “A gente precisa que chegue equipamento, que chegue recurso pra gente poder pagar combustível pra máquina trabalhar. A prefeitura tem limite de caixa, não temos um caixa infinito", pontuou. Segundo o o prefeito de Ubá, a prefeitura já esgotou os recursos próprios e depende do apoio externo para manter as máquinas funcionando e garantir combustível e alimentação às equipes. O prefeito confirmou ter recebido ligação do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que anunciou visita à cidade.“O impacto (da visita) é extremamente positivo. Nós estamos fazendo levantamento de todos os dados do impacto financeiro da cidade, do impacto estrutural e o que nós temos que fazer para recuperar”, explicou. A equipe de engenharia do município e de empresas privadas trabalham na consolidação de números para apresentar ao presidente. “Nós vamos fazer esse levantamento para poder apresentar para o presidente, com dados reais e palpáveis”, afirmou.Entre as perdas, o prefeito destacou a destruição da farmácia municipal. “Perdemos quase R$ 5 milhões em medicamentos, perdemos toda nossa sala de vacinas”, relatou. Questionado sobre prevenção, Damato afirmou que a gestão encontrou o município sem projetos estruturais na área hídrica. “Quando a gente assumiu o governo no ano passado, não tinha nenhum plano relacionado à questão hídrica da cidade”, disse. Ele destacou que a prefeitura elaborou projetos e conseguiu a previsão de R$ 65 milhões para obras de bacias de contenção, mas os recursos ainda não haviam sido liberados. Ainda assim, ponderou: “Nenhuma cidade estava preparada para o que aconteceu. Foi o maior evento natural da história da cidade”.A tragédia também atinge em cheio a economia local. Ubá é reconhecida como polo moveleiro e, segundo a prefeitura, mais de 300 empresas foram impactadas. “O nosso comércio foi dizimado”, afirmou Damato. Levantamento apresentado pela Associação Comercial aponta prejuízo mensal superior a R$ 185 milhões para a indústria local, o que pode gerar desemprego em cadeia.Diante do cenário, a administração municipal articula medidas emergenciais para evitar o colapso econômico. O prefeito relatou que solicitou, junto ao governo federal e estadual, a criação de linhas de crédito especiais para comerciantes e empresários.“Tivemos reunião para tentar viabilizar uma linha de crédito especial para os comerciantes, para os empresários, para a gente poder reestruturar o mais rápido possível todo o comércio e as indústrias”, afirmou.

Feb 28, 202633 min

S144 Ep 355Jussara Menicucci (PSD)/ Prefeita de Lavras | Café com Política

A prefeita de Lavras, Jussara Menicucci (PSD), fala sobre os desafios do quinto mandato, os investimentos em saúde, educação e mobilidade urbana, além do fortalecimento do municipalismo. A presidente da Frente Mineira de Prefeitos também destaca a importância da saúde digital, do desenvolvimento econômico e da atração de empresas para impulsionar a cidade do Sul de Minas.

Feb 27, 202639 min

S144 Ep 354Marcela Menezes (PT)/ Vereadora de Ribeirão das Neves | Café com Política

A vereadora Marcela Menezes, presidente do Partido dos Trabalhadores em Ribeirão das Neves, fala ao Café com Política sobre os desafios do primeiro mandato e cobra ações concretas contra o feminicídio após o assassinato de três mulheres na cidade.Ela defende a criação de um pacto municipal contra a violência, mais recursos para políticas públicas, ampliação da rede de proteção às mulheres e investimentos em creches como forma de garantir autonomia financeira.Na entrevista, também aborda a crise no transporte metropolitano, os problemas na saúde pública, o déficit habitacional, a venda de terrenos públicos e a necessidade de maior articulação com os governos estadual e federal.

Feb 26, 202636 min

S144 Ep 353Adalberto Lopes (Progressistas)/ Prefeito de Campo Belo | Café com Política

No Café com Política de hoje, o prefeito de Campo Belo, Adalberto Lopes, aborda um dos temas mais debatidos na política atual: as verbas parlamentares. Em conversa direta e transparente, o gestor explica a importância técnica e prática das emendas para a manutenção de serviços essenciais como saúde e infraestrutura.Lopes rebate a "demonização" do recurso, destacando que as emendas chegam ao município com destino carimbado e fiscalização rigorosa pelos órgãos de controle. Ele detalha como o apoio de deputados federais e estaduais viabiliza projetos que o orçamento municipal sozinho não conseguiria custear, citando exemplos de investimentos em cirurgias eletivas e obras rurais que transformam a vida do cidadão no Sul de Minas.

Feb 25, 202633 min

S144 Ep 352Elio da Mata (Cidadania)/ Prefeito de Itabirito | Café com Política

O prefeito de Itabirito, Elio da Mata (Cidadania), afirmou que as críticas feitas pela oposição podem fortalecer a administração pública e ampliar o debate democrático.Em entrevista ao programa Café com Política, o chefe do Executivo municipal destacou que é possível aprender com os opositores. Segundo ele, mesmo quando não apresentam soluções concretas, as críticas ajudam a identificar falhas, levantar questionamentos e trazer temas importantes para discussão.Elio da Mata reforçou que o contraditório faz parte da democracia e que o diálogo institucional é essencial para aprimorar políticas públicas e melhorar os resultados da gestão.

Feb 23, 202634 min

S144 Ep 351Alexandra Maria, Prefeitura de Serrania | Café com Política

A prefeita de Serrania, Xanda Maria (Avante), afirmou em entrevista ao programa Café com Política, exibido no canalo de O TEMPO no Youtube, que o valor do pedágio implantado no Sul de Minas tem pesado para os moradores das cidades pequenas da região. Segundo ela, apesar das melhorias realizadas nas rodovias, a tarifa de R$ 15 ainda é considerada elevada para quem depende diariamente do trecho. A prefeita reconheceu avanços na infraestrutura viária, mas ponderou que a apesar da tarifa, a concessão tem compensado. "Valeu a pena, porque as estradas têm uma melhoria considerável, mas para quem precisa usar todo dia ficou um pouco alto. Ainda está salgado esse valor”, pontuou. Xanda Maria afirmou ainda que a discussão sobre a tarifa tem sido levada adiante por meio de deputados parceiros do município e disse ter esperança de que haja revisão. “A gente está com esperança que sim”, afirmou.Eleições de 2026Filiada ao Avante, a prefeita disse que o partido ainda não definiu como se posicionará na disputa pelo governo de Minas em 2026 e que aguarda essa orientação antes de anunciar qualquer apoio. “Nós estamos na expectativa. Acho que vai ser mais para o começo do ano que vai posicionar mais a questão dos candidatos, definir os candidatos para a gente ver quem a gente vai estar apoiando”, explicou.Questionada sobre os nomes que já se colocam no cenário estadual, Xanda Maria evitou antecipar posição. Mas ao comentar a possível candidatura do presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Falcão, ao governo do Estado, a prefeita elogiou o trabalho dele à frente da entidade. Segundo ela, Falcão fez “um excelente trabalho” e ficou “muito conhecido no Estado inteiro” durante a campanha pela presidência da AMM. “A gente vê aí nas pesquisas que ele está crescendo, juntamente com o Matheus Simões”, afirmou.Privatização da CopasaQuestionado sobre a privatização da Copasa, a prefeita disse acreditar que pode haver melhora com a mudança, mas criticou a falta de diálogo com os municípios. “A gente acredita que vai ser uma melhora, mas os municípios não foram consultados. Então, a gente não pode nos expressar, falar a respeito dessa privatização, porque foi uma coisa muito discutida que deveria ter vindo até os prefeitos para a gente saber das nossas necessidades”, declarou.

Feb 23, 202614 min

S144 Ep 350Geferson Burgarelli, prefeito de Diamantina | Café com Política

O prefeito de Diamantina (MG) Geferson Giordani Burgarelli (Paquito), afirmou que a executiva estadual do PSB terá total autonomia para conduzir as decisões eleitorais em Minas Gerais em 2026. Segundo ele, não haverá interferência da direção nacional na definição de apoios nem na escolha de candidaturas ao Senado, à Câmara dos Deputados ou ao Governo do Estado.PSB Minas, PSB 2026, Autonomia PSB, Eleições 2026, Política Minas Gerais, PSB MG, Eleições em Minas, Política brasileira, Geferson Paquito, Paquito prefeito, Prefeito de Diamantina, Diamantina MG, Café com Política, PSB autonomia total, PSB sem interferência nacional, Eleições estaduais 2026, Governo de Minas 2026, Senado 2026, Câmara dos Deputados 2026, Bastidores da política, Articulação política em Minas, João Campos, prefeito de Recife.

Feb 12, 202632 min

S144 Ep 349Domingos Sávio | Café com Política

Caberá ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e ao senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), bater o martelo sobre quem será o candidato ao governo de Minas Gerais apoiado pelo Partido Liberal em outubro. Posicionados no leque de opções da legenda estão o vice-governador Mateus Simões (PSD), com o PL chegou a encaminhar acordo, e o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). Em entrevista ao Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no Youtube, o presidente do PL no estado, deputado federal Domingos Sávio, destacou que a decisão será tomada pensando, majoritariamente, na garantia de um palanque forte a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial.“Nós vamos definir o futuro do PL aqui em Minas ouvindo o Flávio Bolsonaro, ouvindo o Níkolas, e eu sinto que é o que o próprio presidente Valdemar (Costa Neto) pensa também”, disse. Domingos ainda falou das tratativas com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, para filiação ao PL. O empresário é sondado e pode compor, segundo o presidente do PL, como vice tanto de Cleitinho, quanto de Simões, além de ser uma opção também ao governo. “O Flávio é um daqueles daquelas contratações aí que é aquele jogador que joga no meio de campo, que pode sair pra fazer gol também, sabe? Então eu acho que ele pode se encaixar”, afirmou. Domingos Sávio também reiterou o desejo de se candidatar ao Senado e indicou que ele deve vencer a disputa interna no PL mineiro contra os deputados Eros Biondini e Cristiano Caporezzo.

Feb 10, 20261h 14m

S144 Ep 348Roni Miranda - Secretário de Educação do Paraná | Café com Política

O Paraná é o estado com o maior número de escolas cívico-militares do Brasil. Atualmente, são 312 unidades, e a previsão é que esse total chegue a 345 neste ano, segundo o secretário de Educação do Estado, Roni Miranda, em entrevista ao Café com Política. De acordo com o secretário, cabe aos pais ou responsáveis a decisão sobre o modelo de ensino em que seus filhos serão matriculados. O modelo cívico-militar conta com a aprovação de cerca de 90% da população do Paraná. Além disso, quase 10 mil estudantes aguardam vaga em escolas que adotam esse formato. Ainda segundo o secretário, responsabilidade e respeito são apontados por pais e professores como alguns dos principais avanços observados no comportamento e no desempenho dos alunos matriculados nessas instituições.

Feb 6, 202635 min

S144 Ep 347Luís Eduardo Falcão, presidente AMM e prefeito de Patos | Café com Política

O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (sem partido), acusou o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), de ultrapassar os limites do embate político e levar a disputa para o campo familiar. Em entrevista ao Café com Política, Falcão afirmou que o vice perdeu o controle ao ligar para sua esposa, a deputada estadual Lud Falcão (Podemos), para tratar de um assunto que, segundo ele, deveria ter sido discutido diretamente com os prefeitos.“Ele perdeu totalmente a linha e extrapolou qualquer limite. Isso deixou de ser uma questão política e entrou na seara familiar, o que não é admissível”, afirmou. Falcão disse ainda que o vice-governador tentou, dias depois, “reescrever os fatos” em entrevistas à imprensa, numa tentativa de amenizar o episódio. Para ele, os fatos falam por si.O presidente da AMM fez questão de diferenciar sua relação com o governador Romeu Zema (Novo) da relação com o vice. Segundo Falcão, o rompimento é com Mateus Simões, não com Zema. Ele elogiou a postura do governador, a quem classificou como equilibrado e respeitoso, mas criticou a centralização de decisões no segundo mandato. “A grande diferença é que hoje tudo está muito centralizado no vice-governador. Ele mesmo diz: ‘eu mandei, eu vou mandar’. Essa não é a forma de fazer política”, disse.Falcão afirmou que o diálogo com o vice-governador está encerrado e citou como exemplos a falta de resposta a ofícios da AMM, demissões de servidores ligados a Patos de Minas e o corte de convênios com as forças de segurança. Para ele, essas ações configuram retaliação política após o embate institucional.Ao tratar do cenário eleitoral de 2026, Falcão disse que a pausa anunciada pelo senador Cleitinho não altera o projeto que vem sendo discutido para Minas Gerais. Ele afirmou manter diálogo frequente com o senador e destacou que a decisão de Cleitinho de priorizar a família deve ser respeitada. “A questão familiar está acima de qualquer disputa política”, disse.Falcão admitiu que pode disputar cargos em 2026, incluindo o governo de Minas ou a Câmara dos Deputados, mas rejeitou a ideia de uma candidatura imposta. “Candidatura se constrói, não se impõe. Não acredito nesse modelo de tirar todo mundo do caminho para ser candidato”, afirmou. Segundo ele, qualquer decisão será consequência de um projeto coletivo e não de um projeto pessoal.O presidente da AMM confirmou conversas com diversos partidos e disse que a definição sobre filiação deve ocorrer até março, prazo legal para a disputa eleitoral. Ele afirmou ter dialogado com praticamente todas as grandes siglas, com exceção do PT, com o qual disse não ter identificação.Por fim, Falcão criticou a antecipação do debate eleitoral em Minas Gerais e avaliou que a disputa pelo governo está mal colocada. Para ele, o Estado precisa parar de discutir o passado e avançar em projetos de futuro. “Não dá para ir para mais uma eleição só dizendo que alguém não pode voltar. Isso é muito pouco para Minas Gerais”, concluiu.

Feb 5, 202625 min

S144 Ep 346Christopher Laguna, presidente do Novo em MG | Café com Política

Após quase ficar sem representação parlamentar em 2022 por “erros na montagem de chapa”, o Partido Novo pretende mudar a estratégia em Minas Gerais para 2026. Conforme o presidente estadual da sigla, Christopher Laguna, a legenda irá investir novamente na criação de núcleos municipais, o que fez com que o Novo saísse de quatro para 94 vereadores em 2024, para construir uma base eleitoral sólida para as eleições deste ano. O cenário foi avaliado durante entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (4/2) no canal no YouTube de O TEMPO.

Feb 4, 202633 min

S144 Ep 345Anderson Cabido, Prefeito de Congonhas | Café com Política

O prefeito de Congonhas, Anderson Cabido (PSB) criticou o que ele chamou de “descoordenação” entre os poderes públicos ao lidar com o vazamento de 220 mil m³ de água com sedimentos da cava da mina de Fábrica, da mineradora Vale, localizada entre Congonhas e Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (3/2) no canal no YouTube de O TEMPO, o chefe do Executivo cobrou que as cidades envolvidas fossem escutadas e que as medidas tomadas a nível municipal fossem levadas em consideração.

Feb 3, 202638 min

S144 Ep 344Geraldo Henrique, diretor Político do Sindpúblicos | Café com Política

Sem recomposição salarial nos últimos anos, o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG) cobra a correção da inflação na remuneração dos servidores públicos do Estado. Conforme o diretor político da categoria, Geraldo Henrique, a recomposição anual era uma promessa de campanha do governador Romeu Zema (Novo), que está prestes a encerrar o segundo mandato. A demanda dos servidores foi apresentada durante entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal no YouTube de O TEMPO nesta segunda-feira (2/2).

Feb 2, 202630 min

S144 Ep 343Ronaldo Scucato, presidente do Sistema Ocemg | Café com Política

O presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Sucato, afirmou que o cooperativismo seguirá cobrando dos governos políticas públicas mais eficazes para o setor, especialmente nas áreas de crédito, seguro rural e financiamento da produção. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta sexta-feira (30/1) no canal O TEMPO no YouTube, ele avaliou que as medidas atualmente adotadas pelo poder público não são suficientes para garantir o avanço do modelo cooperativista no país.

Jan 30, 202629 min

S144 Ep 342Valentino Rizzioli | Café com Política

Jan 28, 202628 min

S144 Ep 340Maria da Consolação | Café com Política

No Café com Política, Maria da Consolação, professora aposentada, militante histórica e uma das fundadoras do PSOL em Minas Gerais, fala sobre sua trajetória de mais de quatro décadas na luta social e confirma que colocou seu nome à disposição como pré-candidata ao governo do estado.Na entrevista, ela defende a construção de uma Frente Socialista em Minas, critica a extrema direita, a mineração predatória e o modelo econômico baseado na exploração de riquezas naturais, além de apresentar propostas como tarifa zero no transporte, fim da escala 6x1, reforma agrária, investimento em educação, tecnologia e direitos humanos.

Jan 28, 202636 min

S144 Ep 341Luís Flávio Sapori | Café com Política

Alvo de divergências, a chamada PEC da Segurança Pública será um dos focos na retomada dos trabalhos no Congresso. O relator da proposta, deputado Mendonça Filho (União-PE), acredita na aprovação do texto até o início de março e admite a possibilidade de mudanças. Em entrevista ao Café com Política, o sociólogo Luís Flávio Sapori afirmou que a proposta desconstrói a integração e retira dos estados a prerrogativa de articulação com o governo federal. Para ele, trata-se de um verdadeiro retrocesso institucional.

Jan 28, 202629 min

S144 Ep 339Marília Campos | Café com Política

Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), afirmou que está à disposição do partido para disputar uma vaga no Senado em 2026, mas deixou claro que a decisão depende de uma série de condições políticas. Entre elas, o apoio do PT, uma definição clara da estratégia eleitoral em Minas Gerais e o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a prefeita, o prazo para essa definição é até o fim de fevereiro.Marília destacou que sua eventual candidatura não é automática. Ela afirmou que não reivindica a vaga, mas que está aberta ao debate, desde que haja tempo hábil para organizar a saída da prefeitura e construir uma candidatura sólida dentro do partido. A prefeita também ressaltou que ainda não houve uma conversa direta com Lula sobre o tema.Ao comentar o cenário interno do PT em Minas, Marília criticou a indefinição do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), que é citado como um dos principais nomes para a disputa em 2026. Segundo ela, a falta de posicionamento tem dificultado o planejamento do partido no Estado. A prefeita afirmou que o PT acabou “dando chá de cadeira” enquanto aguardava uma definição de Pacheco.A prefeita também avaliou outras possibilidades colocadas no debate político mineiro. Sobre a reitora da UFMG, Marília afirmou que o nome surgiu sem o preparo necessário para uma disputa eleitoral desse porte. Na mesma linha, ela minimizou as chances de uma candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda, avaliando que nomes lançados sem construção política prévia tendem a enfrentar dificuldades.Para Marília, o PT precisa apostar em candidaturas com trajetória, densidade eleitoral e capacidade de diálogo com a sociedade mineira. Segundo ela, o partido deve definir com clareza suas prioridades para a disputa ao governo de Minas e ao Senado, evitando improvisações.Durante a entrevista, a prefeita também entrou no debate nacional sobre o Supremo Tribunal Federal (STF). Marília afirmou que não vê exageros na atuação da Corte e defendeu que o Tribunal tem cumprido seu papel constitucional. Para ela, críticas ao STF muitas vezes têm viés político e podem comprometer o equilíbrio institucional.No campo estadual, Marília fez uma avaliação crítica da gestão do governador Romeu Zema (Novo). Segundo ela, os prefeitos mineiros estão sobrecarregados, assumindo responsabilidades que deveriam ser do governo estadual. A prefeita afirmou que há uma transferência de custos para os municípios, o que pressiona os orçamentos locais e dificulta a execução de políticas públicas.Ainda sobre gestão, Marília cobrou maior integração do transporte metropolitano e defendeu a expansão do metrô como solução estruturante para a mobilidade na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A prefeita também afirmou que a Prefeitura de Contagem trabalha para colocar em operação novos corredores de ônibus no segundo semestre, como parte de um conjunto de investimentos em mobilidade urbana.Ao final da entrevista, Marília reforçou que, caso não haja uma definição clara do PT dentro do prazo que considera adequado, seguirá à frente da Prefeitura de Contagem, priorizando a continuidade administrativa e os projetos em andamento no município.

Jan 26, 202635 min