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Endörfina com Michel Bögli

Endörfina com Michel Bögli

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ESPECIAL brasileiros no TdF Luciano Pagliarini

Um craque da bicicleta desde garotinho, Luciano Pagliarini iniciou nas competições através do mountain bike. Após sagrar-se campeão paranaense, foi convidado para integrar a seleção brasileira júnior de ciclismo de estrada. Entre 1994 e 1996, seus resultados impressionam e no campeonato brasileiro deste último ano na categoria júnior, ganha seis medalhas de ouro e uma de prata. Luciano também participa do pan-americano do Uruguai, onde conquistou duas medalhas de prata e duas de bronze. Veio então o convite para integrar a Caloi, que representou por três anos, vencendo mais de 60 provas. Em 1999 assina um contrato com a IMA Cadore Carla Travel de San Donà di Piave para correr na Itália, ainda como amador. Após vencer as dificuldades da adaptação à nova vida na Europa, ele encerra o ano com cinco vitórias e a participação nos jogos pan-americanos de Winnipeg. No ano seguinte, mais seis vitórias importantes no circuito italiano amador, chamam a atenção das equipes profissionais. Em 2001 Luciano assina contrato para representar a equipe italiana Lampre, participando do seu primeiro Tour de France já em 2002. Em 2005 passa a correr pela Liquigaz-Bianchi, participando do Giro D'Italia e do seu segundo Tour. Entre 2006 e 2008 correu pela espanhola Saunier Duval, antes de retornar ao ciclismo brasileiro e se aposentar. Ao todo foram duas participações em Olimpíadas (Atenas e Pequim), 15 títulos brasileiros e memoráveis conquistas como profissional, com vitórias em etapas no Tour da Malásia, na Volta da Múrcia, Tour do Missouri, Tour da Califórnia e a emblemática etapa no Eneco Tour em 2007. Conheça aqui, os detalhes da vida e carreira deste campeão, pai da Aurora e da Vitória. Aproveitem!

Jul 23, 20183h 2m

S2018 Ep 37#37 Fernanda Paradizo

Filha de uma pedagoga, passou grande parte da sua infância e adolescência na escola. Por conta disso, sempre teve muito contato com atividades artísticas. Música, artes, desenho e pintura. Em paralelo praticou judô, handebol, basquete e vôlei. Este último levou mais a sério e federada, chegou a participar de campeonatos. Aos 14 anos perdeu o interesse nas competições, mas nunca o contato com os esportes. Inspirada pelos pais que tocavam piano e pelos irmãos que tocavam violão, chegou a participar de uma banda de música instrumental. Antes dos 17 anos ingressou na faculdade de jornalismo e dois anos depois, esta palmeirense, na faculdade de letras. A agenda obviamente apertada a afastou da música. Então, já trabalhando como revisora da revista Boa Forma, da editora Abril, foi chamada para fazer uma matéria sobre a corrida. A sua vida desde então nunca mais seria a mesma. Para a reportagem, conheçeu o grande técnico e mestre em corrida, Wanderlei de Oliveira, que seria um fator determinante no seu ingresso no mundo das maratonas, como corredora e jornalista. Com vocês, uma das fotógrafas de maratona, corrida e triathlon mais reconhecidas do Brasil, fluente em Latin e especialista em detectar erros de português nas redes socias, minha amiga Fernanda Paradizo.

Jul 19, 20181h 28m

ESPECIAL brasileiros no TdF Mauro Ribeiro

Por conselho do seu pai, desistiu de jogar bola. Lhe faltava a habilidade que anos depois sobrava nas competições de ciclismo que disputou. Incentivado por um amigo, com uma bicicleta emprestada, Mauro iniciava uma longa e vitoriosa carreira no esporte que o consagraria, aqui, na Europa de no mundo todo. Com apenas 18 anos foi campeão mundial na pista, o que motivou seu pai a criar a equipe de ciclismo Cascatinha, em Curitiba, sua cidade natal. Alguns anos depois, os resultados cada vez mais expressivos o levaram a conquistar uma vaga na equipe Caloi e após um ano, passou uma temporada no principal centro de formação de ciclistas da França. De lá saiu com um contrato com a francesa RMO, uma das maiores da época e onde teve o privilégio de pedalar ao lado de Charly Motet e Marc Madiot. E foi durante os seis anos com as cores da RMO que conquistou seus principais resultados, inclusive a gloriosa vitória nos 161km da 9a. etapa da Volta da França, no dia 14 de julho de 1991, entre Alençon e Rennes. Com vocês, o único ciclista brasileiro a vencer uma etapa da Volta da França. Aproveitem!

Jul 16, 20183h 14m

S2018 Ep 36#36 Antônio Chaer

Meu convidado de hoje ingressou no esporte ainda muito jovem. Esse pequeno carioca, então com 14 anos, jogava volei e praticava natação, quando em 1991 experimentou seu primeiro biathlon. O convite partiu de alguns dos seus amigos, Armando Barcellos e Marcus Ornellas! Estreou nas águas geladas de Copacabana e sem muito treino, surpreendeu a todos correndo os 5 quilometros para 20 minutos. Com uma bike toda enferrujada que a mãe lhe comprou, começou a competir provas de triathlon, sempre motivado pelos amigos de treino! Procurou então o técnico Marcelo Borges, o Macaco, com quem permaneceu por sete anos, treinando diariamente ao lado de Fernanda Keller (episódio 1 e especial de aniversário 1 ano Endörfina), Armando Barcellos (episódio 2) e Marcos Ornellas, servindo como uma espécie de sparring para estes grandes campeões! Os resultados como júnior começaram a aparecer. Entre tantos títulos, foi tricampeão carioca e niteroiense de triathlon e biampeão carioca de duathlon. Na época era considerado uma grande promessa do esporte, porém, sucessivas lesões e a falta de apoio o forçaram a encerrar prematuramente sua carreira. Com vocês, um dos juniores mais promissores do meio dos anos 90, medalha de bronze no campeonato mundial de SUP na travessia Molokai-Oahu e pai da Manu, o osteopata Dr. Antônio Chaer.

Jul 12, 20181h 16m

ESPECIAL brasileiros no TdF Renan Ferraro

Em novembro de 1984, meu convidado, um ciclista paranaense, até então com 7 anos de carreira, recebeu uma ligação que mudaria a sua vida para sempre. Do outro lado da linha, direto da Itália, o dono da equipe Malvor Bottecchia Vaporella o convidava para integrar sua equipe e se tornar o primeiro ciclista brasileiro a correr profissionalmente na Europa. Participou então de algumas das mais importantes competições do calendário internacional, tais como, Milão-Torino, Milão-São Remo, Liege-Bastogne-Liege, Flèche Wallone, Paris-Roubaix e o Giro da Itália. Depois do importante título, conquistando a Copa Itália de ciclismo, sua equipe conseguiu as credenciais para participar do Tour de France de 1986, ano do famoso duelo entre o então campeão, o francês Bernard Hinault e o americano Greg Lemond (detalhe: ambos representavam a mesma equipe), e ano também em que a Argentina havia vencido a Copa do México, com a ajuda do melhor jogador do mundo na época, Diego Armando Maradona! Com vocês, o primeiro ciclista profissional brasileiro e primeiro a participar do Tour de France, a lenda, Renan Ferraro.

Jul 9, 20182h 48m

S2018 Ep 35#35 Alberto Klar

Este carioca é considerado o primeiro técnico de triathlon do Brasil. Orientou em 1982 ninguém mais ninguém menos que Marco Ripper, Carlos Roberto Dolabella e Ronaldo Borges, os primeiros brasileiros a participarem do Ironman do Havaí, além de Roger de Moraes (meu convidado no episódio 9) e Luiz Tizano. Treinou também o primeiro Ultraman brasileiro, José Manoel Simões da Costa, que foi 10º do mundo na ocasião. Migrou para a mais lucrativa natação e foi técnico do Esporte Clube Pinheiros durante 15 anos, treinando alguns ícones das piscinas como Jorge Fernandes, Gustavo Borges, Cassiano Leal entre outros. Foi também técnico da seleção brasileira de natação nos jogos de Barcelona (1992) e Atlanta (1996). Autor de 7 livros, entre eles "365 dias nadando diferente" e a coleção "Atividades Aquáticas - Pedagogia Universitária, foi também técnico da triatleta Carla Moreno (esteve comigo no episódio 28) para o jogos de Atenas, em 2004. É membro do conselho da CBTri, professor universiário e atualmente possui sua própria equipe de natação, a AKLAR Team. Com vocês, Alberto Bernardo Klar. Aproveitem!

Jul 5, 20181h 13m

S2018 Ep 34#34 Íris Amoêdo

Paulistana, nascida, criada e educada no clube Ipê de São Paulo, tradicional clube paulistano. Íris teve contato com o esporte desde cedo. Praticou natação, ballet, ginástica olímpica, patinação, vôlei, handebol, tênis. Mas foi no esporte da raquete que competiu até os 16 anos, chegando a ficar entre as 10 melhores brasileiras do juvenil. Se mudou para Santos com a família e aos 16 ingressou na faculdade de Educação Física. Passou pela febre da ginástica aeróbica, participando inclusive de competições e começou a correr na praia quando descobriu que levava jeito para a corrida. Depois de algumas corridas de rua, descobriu que haveria um triathlon na cidade. Seria a etapa santista do Troféu C&A, em 1987. Em 1990, no primeiro Troféu Brasil há exatos 29 anos, foi a grande campeã. Com vocês, a mãe da Maíra, do Lucas, da Maitê, do Murilo e da jovem Mirela: Íris Amoedo Conde. Aproveitem!

Jun 28, 20181h 16m

S2018 Ep 33#33 Rafael Niro

Meu convidado de hoje praticou diversas modalidades esportivas na infância e adolescência, mas foi através de uma prova de aventura, já na faculdade, que ingressou no mundo do endurance. Participou do extinto e saudoso Ecomotion Pro, Cruce de los Andes, Cape Epic e Swiss Epic além de 2 Ironman. Profissionalmente, abriu sua própria agência de MKT esportivo e passou a trabalhar com grandes marcas mundiais. O crescimento econômico do Brasil e a expansão do mercado nacional o forçaram a repensar os rumos da sua carreira. Em 2013 foi então chamado para iniciar as operações comerciais da recém chegada filial brasileira da TREK, uma das maiores marcas de bicicleta no mundo. Atuando hoje como gerente de mkt, num emprego que é sonho de muita gente, Rafael tem a responsabilidade de fortalecer e expandir da presença da marca no Brasil. Com vocês, Rafael Niro Torquato Alves. Aproveitem!

Jun 21, 20181h 31m

S2018 Ep 32#32 Pâmella de Oliveira

Minha convidada de hoje é o que podemos considerar, uma atleta privilegiada. Com dez anos de carreira, já participou de duas olimpíadas sendo a última delas aqui no Rio. Vinda da natação, Pâmella ingressou no triathlon aos 20 anos e vem construindo desde então uma sólida carreira. Nos últimos anos passou a se dedicar também às distâncias do 1/2 Ironman, mais conhecida hoje em dia como 70.3. Alguns dos seus resultados de maior destaque foram a medalha de bronze no pan-americano em 2011, o título de campeã mundial nos jogos militares em 2012, vencedora da etapa da ITU em Huatulco no México em 2013, mesmo ano em que sagrou-se campeã pan-americana em sua cidade natal, Vilha Velha. Ano passado venceu o 70.3 do RJ e este ano, a mesma prova em Florianópolis. Dançarina nata, Pâmella não se aperta nas pistas das baladas que freqüenta, não tão regularmente como gostaria! Com vocês, a moça que, nas próprias palavras, hoje está "casada" com o triathlon. A bela capixaba, Pâmella Nascimento de Oliveira.

Jun 14, 20182h 23m

S2018 Ep 31#31 Marcelo Holcberg

Muito antes do mensalão, da lava jato e da greve dos caminhoneiros aflorarem em solo esplêndido, Marcelo resolveu largar tudo e se mudar para a terra do tio SAM, em busca do seu sonho. Este argentino radicado no Brasil começou no esporte jogando polo aquático e logo passou a correr. O objetivo inicial era perder peso, o que conseguiu com certa facilidade. No ano seguinte, 1982, correu sua primeira prova e se surpreendeu com o bom resultado. Levou os treinos mais a sério e foi quando conheceu o técnico de corrida e percursor das Assessorias Esportivas, o grande Wanderley de Oliveira. A corrida de rua estava começando a se organizar em São Paulo através da criação da CORPORE, da qual fez parte. Participou de 3 Macabíadas (espécie de jogos Olimpicos da colônia judaica) correndo de 800 metros à meia maratona. Trouxe para o Brasil algumas medalhas e marcas importantes. No ano de 1985 teve contato com o triathlon, também através do seu mentor, Wanderley de Oliveira e conheceu alguns dos primeiros triatletas de São Paulo, que haviam procurado o já famoso técnico em busca de orientação. Dois anos depois, em 1987, estava largando sua primeira prova em Campinas, interior de SP. Foi estudar fora do país, continuou correndo, voltou ao Brasil, largou o esporte e se dedicou ao negócio da família para alguns anos depois, voltar a correr. Já não era tão rápido quanto antes, mas viu no esporte das três modalidades a motivação que procurava. Agora sob tutela do prof. Marcos Paulo Reis (episódio 6), voltava ao triathlon. Em 1996 participou nos EUA de uma prova nas distâncias do Ironman, o Great Floridian, e ao cruzar a linha de chegada, teve um momento de luz! Decidiu que iria deixar o Brasil, para montar uma assessoria esportiva em solo americano. Em três meses desembarcava no aeroporo de Miami, de mala e bike! Ouvieremos aqui a história de MARCELO HOLCBERG, 54 anos, pai do Eric, técnico certificado pela USAT (orgão máximo do nosso esporte nos EUA) e proprietário da premiada equipe especializada em triathlon e sediada em Miami, a TRI2ONE. Aproveitem!

Jun 7, 20182h 28m

ESPECIAL Fernanda Keller

Neste episódio ESPECIAL de aniversário do Endörfina, relanço a conversa com a rainha do triathlon brasileiro, Fernanda Keller. Este episódio original foi ao ar no dia 1 de junho de 2017 e nesta versão, remasterizada, você ainda ouve um BÔNUS de 25' onde Fernanda fala sobre os 35 anos do triathlon nacional e os 40 anos do Ironman, prova que a consagrou e colocou o triathlon brasileiro em evidência. Ela ainda conta sobre seus projetos profissionais na TV, internet e sobre os 25 anos do Instituto Fernanda Keller. Ao final, ainda revela uma surpresa para a edição de Kona deste ano. Aproveitem!

Jun 1, 20182h 13m

S2018 Ep 30#30 Nato Amaral

Meu convidado de hoje é um atleta amador, porém, daqueles que leva tão a sério sua paixão pelo esporte, que por muito pouco não poderia ser considerado um profissional. E digo isso não por causa dos seus resultados, que aliás são bastante respeitáveis, mas principalmente pela sua devoção à uma modalidade que ganha cada vez mais destaque a cada ano. Minha teoria é de que nas últimas décadas, as Maratonas, conhecidas como as rainhas das corridas de rua, deixaram de significar o sonho de consumo de uma parcela significativa dos corredores amadores. Como se os 42.185 metros tivessem se tornado, digamos, curtos de mais! As ultra maratonas, que sempre estiveram por aí, foram ganhando cada vez mais notoriedade, junto com o Ironman e toda uma variedade de opções de competições que duram, no mínimo, o dobro do tempo de uma Maratona. São eventos muitas vezes pequenos e para poucos! Uma das excessões nesta esfera das corridas de rua é a Comrades Marathon. E entre todos os latino-americanos que ousaram enfrentar os 90k desta prova realizada anualmente desde 1921 na África do Sul, meu convidado é o único que completou todas as 15 vezes que largou, e está a poucos dias de participar pela 16a. vez da prova, juntamente com mais de 18 mil outros corredores dos quatro cantos do planeta. Hoje ele contará aqui como está sendo esta incrível jornada de total dedicação. Tentarei entender de onde vem tanta força de vontade, disciplina e inspiração para ter dedicado os últimos 15 anos da sua vida a um único objetivo esportivo, uma única prova, da qual não por acaso também é um embaixador. Casado com a Josiane e pai da Carol, de 6 anos, ele concilia com aparente sabedoria sua vida familiar e profissional a uma rotina exaustiva de treinos. Da adolescência como jogador de polo aquático, à patente de segundo tenente pelo CPOR-SP, quando passou a ter contato com a corrida, da passagem pelo triathlon até as Maratonas, da sua estréia na Comrades em 2001 à recente publicação do livro, best-seller, 90km. Com vocês, Paulo Renato Corrêa do Amaral. Aproveitem!

May 31, 20183h 2m

S2018 Ep 29#29 Fernanda Von der Hayde

Quem a vê passando pelas ruas de Blumenau ou mesmo correndo no Parque Ramiro Ruediger, nem suspeita que a moça, além de graciosa e simpática, é dona de uma força de vontade descomunal. Algo que a torna um exemplo de vida para qualquer um de nós, que muitas vezes nos sentimos desanimados por alguma dificuldade que enfrentamos em nossas vidas. Ela se formou em fisioterapia e foi professora universitária. Vivia uma vida "normal" até que aos 21 anos, no auge da juventude, começou a sentir fortes dores nas costas e foi diagnosticada então com uma degeneração avançada na coluna vertebral, o que a levou à primeira cirurgia. Depois de quase 10 anos as dores voltaram a incomodar e ela foi operada pela segunda vez. Poucos meses depois, sofreria uma terceira cirurgia. Fernanda, porém, não estava nem perto de se desanimar. Já recuperada, os médicos então a aconselharam iniciar um trabalho de fortalecimento com pesos, que ela, às duras penas procurava cumprir. Foi quando em 2014, por incentivo do marido Jean, da irmã e do cunhado, começou a correr. Em 2016 decidiu que seguiria os passos do marido e resolveu participar de um triathlon. Passou um ano treinando e competindo algumas provas, participou de três provas de 70.3 e finalmente realizou o sonho de participar de um Ironman, até que em junho de 2017, o destino iria colocar à prova mais uma vez a força de Fernanda! Novas dores na coluna a levaram a descobrir que era portadora de Espondilite Anquilosante, uma inflamação sistêmica e crônica que acomete, principalmente, a coluna vertebral e aos poucos, pode levar à fusão das vértebras e a perda da mobilidade. A Espondilite não tem cura, mas um bom tratamento pode retardar sua progressão. Ao invés de se render às suas limitações físicas, Fernanda resolveu usar o triathlon para ajuda-la não apenas a manter-se determinada e enfrentar a EA (que é como a Espondilite Anquilosante é conhecida), mas também como forma de conscientizar as pessoas de que é possível enfrentar a doença desde que haja força de vontade. Fernanda está há poucos dias de alinhar novamente para a largada do seu segundo IM, também em Floripa, depois de meses bastante complicados. Com vocês, a gigante, Fernanda Roberta Faria Von der Hayde. Aproveitem!

May 24, 20182h 4m

S2018 Ep 28#28 Carla Moreno

Minha convidada de hoje um dia resolveu participar de um triathlon. Escolheu o mais próximo no calendário e estreou logo no quente e úmido Internacional de Santos. Sua falta de prática e experiência não foram suficientes para faze-la se intimidar. Muito pelo contrário, logo na estréia numa prova de triathlon ela foi a quarta mulher a cruzar a linha de chegada! Naquele mesmo ano, 1996, sagrou-se campeã mundial júnior. O triathlon então a havia escolhido para arriscar uma promissora carreira profissional. O destino estava certo e apenas três anos depois, foi prata no pan-americano de Winnipeg, depois vice campeã mundial de aquathlon em 2003, campeã mundial nos jogos militares em 2011, entre outros tantos títulos. Ao todo foi octa-campeã do Troféu Brasil e do Internacional de Santos e realizou seu sonho de menina: participar das Olimpíadas, na estréia do triathlon em Sydney. Hoje, ela contará como foi sua meteórica trajetória como triatleta e os segredos para ter chegado lá! Aproveitem!

May 17, 20182h 38m

S2018 Ep 27#27 Monika Lucena

Aos 26 anos de idade, o acaso a levou a participar da Corrida Alegre, primeiro triathlon realizado em solo nacional. Um inesperado segundo lugar a fez conquistar uma vaga na equipe Company, uma das marcas de vestuário mais icônicas do RJ. No ano seguinte, em 1983, participou do Triathlon Café do Brasil e conquistou a vaga para participar do Ironman do Havaí. Em 1984 foi a primeira brasileira a competir em Kona, com o tempo de 12h16'. A esta altura seus excelentes resultados já não eram surpresa e em 1985 foi primeira campeã brasileira de triathlon. Competiu diversas provas pelo país até 1988, quando participou da sua última prova, um meio Ironman em Kawaii, no Havaí. Com vocês, Monika Lucena. Aproveitem! * * * * ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö * * * * Este episódio é um oferecimento da LAF Corretora de Seguros, a pioneira em seguros de bicicletas no Brasil. Basta mencionar a palavra Endörfina na sua solicitação de cotação que voçê automaticamente ganha um desconto de 5%. Solicite sua cotação hoje mesmo! Esta promoção é válida por tempo limitado. www.LAFSEGUROS.com.br Este episódio também foi um oferecimento da PDALBARS Energy Food. Faça sua compra através do site hoje mesmo e não se esqueça de utilizar o cupom ENDÖRFINABR ao fazer seu check-out! Ganhe um desconto de 10% sobre o valor total da sua compra e colabore com o Endörfina. Promoção por tempo limitado. www.PDALBARS.com.br

May 10, 201854 min

S2018 Ep 26#26 Leandro Macedo

Leandro Corrieri de Macedo (50), é um gaúcho de Porto Alegre apaixonado por futebol e sem sombra de dúvidas, o MELHOR TRIATLETA que o Brasil já teve. Mais um convidado e amigo que possui uma história no mínimo curiosa. Já morando em Brasília, conheceu a corrida por acaso e logo percebeu que corria muito melhor que a grande maioria das pessoas! Surgiu então a oportunidade de ser staff para um amigo numa prova de triathlon. Mas apenas acompanhar não era o suficiente par a ele. Resolveu então estrear no esporte das três modalidades. O destino estava certo! Logo começou a se destacar e a construir uma carreira vitoriosa. Com a ajuda da meditação, prática que abordamos também na conversa de hoje, e muita dedicação, ele foi em 1991 o primeiro campeão do circuito ITU, 4 vezes campeão pan-americano, tri-campeão sul-americano, medalha de bronze no campeonato mundial em 1996, o primeiro triatleta no mundo a correr os 10 mil para baixo dos 31', entre muitos outros títulos! Leandro era tão talentoso e detalhista, que visando melhorar seu desempenho, chegou a projetar algumas das suas bicicletas além de ter sido eleito em 1995 o "melhor do esporte" pelo COB e até chegou a ser cogitado pelo então presidente da ITU, o canadense Les McDonald, para se tornar cidadão canadense a fim de trazer títulos àquele país! Por aqui, foi 6 vezes campeão nacional e com raras excessões, não tinha adversários à sua altura. Com vocês, o cara que é tão gente boa quanto é tranquilo e veloz, o rei do Triathlon Brasileiro, Leandro Macedo! Aproveitem! - - - - ö ö ö ö ö ö ö - - - - Este episódio é um oferecimento da LAF Corretora de Seguros, a pioneira em seguros de bicicletas no Brasil. Contratando um seguro com a LAF, você tem as seguintes coberturas: Roubo durante a pedalada (território nacional) inclusive, quando pedalada por seus dependentes (filhos e cônjuges, expressa e previamente declarados na apólice); Roubo ou furto qualificado dentro da sua residência; Roubo ou furto qualificado durante o transporte; Danos a bicicleta no transporte, desde que ela seja transportada em um rack próprio para bicicletas. Danos à bicicleta, decorrentes de acidente durante uma pedalada; Reparo ou substituição das peças danificadas por acidente ocorridos durante a pedalada; Ouvintes do Endörfina tem uma condição especial na cotação do seguro da sua bicicleta com a LAF. Basta mencionar a palavra ENDÖRFINA na sua solicitação de cotação que voçê automaticamente ganha um desconto de 5%! Solicite sua cotação hoje mesmo. Esta promoção é válida por tempo limitado. www.LAFSEGUROS.com.br Este episódio também é um oferecimento da Pdal Bars, energy food. Em seis sabores originais, as barras de frutas Pdal Bars não possuem glúten, lactose e são veganas. Ouvintes do Endörfina, ganhe 10% de desconto sobre o valor total da sua compra em qualquer pedido feito através do site pdalbars.com.br. Basta utilizar o cupom ENDÖRFINABR ao fazer o seu check-out. Além de se abastecer com um produto de altíssima qualidade, de uma marca 100% brasileira, você ainda colabora com Endörfina. Aproveite então para conhecer as Pdal Bars e se você já conhece, aproveite à oportunidade de comprar na comodidade da sua casa com um preço imbatível! Esta promoção é válida por tempo limitado. www.PDALBARS.com.br

May 3, 20182h 23m

S2018 Ep 25#25 Raíza Goulão

Neste episódio inédito do Endörfina, gravado ao vivo, converso com a super campeã do mountain bike nacional, a grande Raíza Goulão Henrique. Raíza foge do estereótipo do atleta de alto rendimento em vários aspectos. A começar pelo ingresso tardio no esporte competitivo, no caso dela, foi direto para o mountain bike já com 17 anos. Nascida e criada na cidade de Pirenópolis ("a cidade dos Pirineus") interior de Goiás, não teve a facilidade e o incentivo que os jovens deveriam ter para a prática de esportes. Mas o espírito inquieto e sonhador a impulsionou rumo ao esporte que a tornaria a cidadã mais notória de sua cidade, ao lado da dupla Zezé di Carmago e Luciano. Outra característica de Raíza que a difere dos demais é que, até se encontrar cara a cara com a nossa mais respeitada atleta do mountain bike, Jaqueline Mourão, ela não fazia idéia de quem era aquele projeto no qual estava participando para desenvolver seu talento sobre a bicicleta. E foi através da ajuda da própria Jaque que a jovem Raíza começou a viver o seu verdadeiro sonho. Vinda de uma família humilde, Raíza que uma dia sonhou em ser jogadora de basquete e professora de Educação Física, se formou em Administração de Empresas e fazia bicos como garçonete para ajudar a pagar suas contas, enquanto se arriscava no novo esporte. Muito talento e determinação a levaram a seguir, literalmente, outras trilhas. Reconhecida por ter os "pés no chão" (mais uma característica difícil de ser encontrada em atletas do seu nível!), bem versada e muito simpática, a atual campeã panamericana, quinta colocada na Cape Epic e 8a. colocada no ranking da UCI, adora cozinhar para amigos, é super ligada à sua família, responde pessoalmente e interage diariamente com seus fãs através das redes sociais. Uma pessoa com certeza fora do comum que ainda sonha em conquistar o mundo! Aproveitem!

Apr 26, 20181h 46m

S2018 Ep 24#24 Alexandre de Médicis

Em 2018 o Endörfina celebra os 35 anos do Triathlon brasileiro. Tudo começou no Rio de Janeiro, em 1982, com a "Corrida Alegre", idealizada e organizada pelo jornalista carioca José Ignácio Werneck (todos os detalhes de como aconteceu você ouve do próprio, no episódio 12). Largaram cerca de 1000 pessoas, poucas porém, com o objetivo de competir nas três modalidades (natação, corrida e ciclismo – isso mesmo, nesta ordem!). A grande maioria eram nadadores, corredores e até alguns ciclistas que esolheram um ou até dois esportes. Um dos participantes que já sabia sobre o novo esporte, inclusive já havia treinado para a competição, foi o pernambucano radicado no Rio, Alexandre de Médicis. Meses antes, mesmo sem saber que a "Corrida Alegre" um dia aconteceria no quintal de casa, o ex-jogador de polo aquático, tenista e corredor Alexandre e dois amigos, Yllen Kerr e Alberto Francisco começaram a treinar para o novo esporte que surgia no Havaí, o triathlon Ironman. Ouça à interessantíssima história do primeiro triatleta brasileiro! Aproveitem! * * * * ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö * * * * Este episódio é um oferecimento da LAF Corretora de Seguros, a pioneira em seguros de bicicletas no Brasil. Basta mencionar a palavra Endörfina na sua solicitação de cotação que voçê automaticamente ganha um desconto de 5%. Solicite sua cotação hoje mesmo! Esta promoção é válida por tempo limitado. www.LAFSEGUROS.com.br

Apr 19, 20181h 14m

S2018 Ep 23#23 Ivan Albano

Este colecionador das revistas americanas Triathlete, não se contentou em ser um Ironman. Para ele, apenas um dia de competição não bastava. Ele queria mais! Então resolveu se aventurar num Ultraman. Três dias nadando, pedalando e correndo. O limite máximo de 12 horas por dia estava bem longe de ser necessário. Ivan precisou de pouco mais de 8 horas por dia para cruzar a linha e chegada em primeiro lugar, no UB515 de 2014, organizado pelo expoente máximo na prova dos três dias (e meu convidado no episódio 15), o grande Alexandre Ribeiro. Venceu mais duas vezes consecutivas a nossa versão do Ultraman e este ano, em fevereiro, sagrou-se vice-campeão do Ultraman da Flórida, onde conseguiu a tão sonhada vaga para Kona. Mas ao invés da prova e outubro, irá participar pela primeira vez da sua irmã maior, o Ultraman do Havaí, que acontece em novembro e que completa 35 anos neste ano. No triathlon desde 1991, quando ainda competia como júnior, até hoje, com 28 provas de Ironman no currículo (6 só em Kona), este paulista de Mogi Mirim vive desde então para o esporte, seja treinando para o próximo desafio, seja orientando e incentivando seu filho David (8 anos) ou seus alunos! Com vocês, IVAN ROBERTO DE CAMPOS ALBANO JUNIOR. Este episódio é um oferecimento LAF Corretora de Seguros. A pioneira em seguros de bicicletas no Brasil. www.LAFSEGUROS.com.br

Apr 12, 20182h 27m

S2018 Ep 22#22 Gianmarco Luiz

Curitibano de 47 anos, ingressou no esporte depois de ter ouvido de um médico, que não deveria praticar atividades físicas por ter algumas veias das pernas muito dilatadas. Em 1986, com 15 anos e contra a vontade da família, decidiu que começaria a correr. Sem treinar, inscreveu-se numa Meia Maratona e cruzou a linha de chegada com 1h32'! A dificuldade em andar na semana seguinte não o desanimou, muito pelo contrário, o fez querer iniciar os treinos do novo esporte. Convenceu então seu pai, o Sr. Jair, não somente a largar o cigarro mas a acompanha-lo nos treinos que fazia no acostamento da BR-277, importante estrada que liga Curitiba a Foz do Iguaçu. Nos dois anos seguintes foi destaque nas provas em Curitiba na categoria júnior, e foi no final de janeiro de 1989 que ele experimentou seu primeiro Triathlon, em Caiobá, por sinal, prova vencida pelo brasiliense Leandro Macedo que naquela época começava a despontar no esporte. Um ano depois e com um pouco mais de treinos na bagagem, no mesmo triathlon do Sesc em Caiobá, obteve a quinta colocação, ainda na categoria júnior. Com o resultado dos treinos e um biotipo ideal, em 1990 já disputava provas a nível nacional, sempre chegando entre os 10 primeiros colocados. Com vocês Gianmarco Luiz, o melhor triatleta paranaense da primeira metade dos anos 90 e ainda recordista dos 5km no Troféu Brasil (estabelecido em 1992)! Aproveitem!

Mar 29, 20181h 48m

S2018 Ep 21#21 Carlos Galvão

Meu convidado e hoje é o brasiliense radicado em SP e ex-jogador de polo aquático, Carlos Galvão. Ele competiu seu primeiro triathlon em 1995 e apenas cinco anos depois, estaria à frente do mais importante passo que o nosso esporte já havia visto até então: a primeira edição oficial do famoso Ironman, em solo tupiniquim! Largaram cerca de 200 participantes que mal sabiam que estavam escrevendo uma página importante na história do triathlon nacional, que este ano completa 35 anos! O Ironman Brasil foi indiscutivelmente um divisor de águas. Uma organização impecável e a sede dos atletas por provas de alto nível, associadas é claro, a uma das marcas mais icônicas do esporte mundial (avaliada em 2015 por US$ 650M !), transformou a arriscada jogada de Galvão e Betinho Azevedo (Track&Field), num business que em 2018, contará com 5 eventos oficiais da marca além de outras 5 provas curtas através do circuito TRIday Series. Com vocês o visionário culpado por cunhar um novo slogan à "Ilha da magia", agora conhecida como a "Capital Brasileira do Triathlon", e o responsável pelo aumento no faturamento dos estúdios de tatuagem dos quatro cantos do país, Carlos Alberto Viana Galvão! Aproveitem! - LINKS MENCIONADOS DA CONVERSA DE HOJE - Unlimited Sports Instagram Unlimited Sports Triday Series Instagram Triday Series Ironman Brasil Clube Paineiras do Morumbi Aladar Szabo Dr. James Peter Gills e Valery Silk Ken Glah Floripa - Ilha da Magia Track & Field Forbes Sports Money Podcast com Andrew Messick, presidente do Ironman Time to Tri e o Ironman

Mar 14, 20182h 5m

S2018 Ep 20#20 Adriano Bastos

Meu convidado de hoje ingressou na corrida por incentivo do irmão mais velho, figura quase que paterna para ele. O desempenho acima da média o levou a encarar os primeiros duathlons em 1993 e logo em seguida vieram os triathlons. Morar próximo à USP foi o ponta pé inicial para tornar os treinos mais acessíveis, bem como o incentivo de Cid Lopes Cardoso, através da sua loja Inside Out Sports (localizada os E.U.A). Cid proporcionou a Adriano uma espécie de bolsa atleta, fornecendo equipamentos, proporcionando uma piscina para os treinos (Projeto Acqua) e um treinador (Marcos Paulo Reis - ouça aqui a fantástica participação dele no Endörifna!). Foi o que coroou a perfomance do jovem triatleta, que em 1997 subiu ao pódio na sua primeira participação no Triathlon Internacional de Santos, com uma 5a. colocação na categoria 17-19 anos. Dono de uma corrida sempre muito forte e com a ajuda do novo treinador, novas oportunidades foram surgindo até que resolveu correr sua primeira Maratona em 1998, em SP. As 2h41min impressionaram a todos, exceto ele, que sentia que ainda estava longe do seu limite! Repetiu o feito em SP no ano seguinte com o mesmo tempo, mas foi na edição de Blumenau, onde fechou com 2h28min, vencendo a categoria, e na de Curitiba, apenas dois meses depois, onde obteve a marca das 2h31min que fizeram com que recebesse a proposta que iria mudar sua vida para sempre. Foi convidado pelo empresário e atleta, João Paulo Diniz, a se tornar um maratonista profissional, representando o Grupo Pão de Açúcar, na época um dos maiores incentivadores privados do atletismo nacional! Com a ajuda da então amiga e futura esposa Renata, Adriano tomou a decisão mais difícil de sua vida até então e resolveu arriscar a nova carreira. O resto é história que ele mesmo conta em detalhes aqui no Endörfina. Em 2017, dezoito anos depois de ter competido sua último triathlon, Adriano resolveu largar a corrida profissional para dedicar-se ao trabalho à frente da sua assessoria esportiva e voltar ao mundo do triathlon. Dedicado e esforçado, hoje ele planeja seus passos no esporte com a experiência de quem construiu uma carreira sólida e vitoriosa, afinal, Adriano não tem pressa e sabe que, por isso, pode chegar bem longe. Ouça Adriano Bastos, o octacampeão da Maratona da Disney falar sobre marketing pessoal, grana, carreira, imagem, trabalho, treinos e muito mais.

Mar 1, 20182h 20m

S2018 Ep 19#19 Rodrigo Roehniss

Formado em Administração de Empresas, Rodrigo viveu um dilema cada vez mais comum nos dias de hoje. Com uma carreira no mercado financeiro a pleno vapor, se viu descontente com o estilo de vida que levava. Em 1996 resolveu começar a correr e transformou o hábito de observar e analisar os diferentes tipos de calçados de corrida disponíveis no mercado, criando para sí uma nova profissão: o consultor de tênis de corrida! Trabalhou em lojas de produtos esportivos e começou a se especializar num produto que a cada dia se torna mais tecnológico e específico. Testa e estuda todos os modelos lançados aqui no Brasil e algumas vezes, no exterior, para poder assessorar as próprias marcas, lojas, vendedores e principalmente consumidores. Presente em diversos meios de comunicação e redes sociais, Rodrigo criou um novo business. Dono de uma visão profissional e privilegiada do mercado de marcas esportivas, passou a agenciar atletas. Hoje possui em sua carteira dois atletas de peso do triathlon, Pâmella Oliveira e Igor Amorelli. Aproveitem!

Feb 15, 20181h 39m

S2018 Ep 18#18 Leonardo Casadio

Corredor desde os 12 anos, este mineiro estreou na corrida do Corcovado em 1981, vencendo sua faixa etária. Aos 14, por acaso, participou do seu primeiro triathlon, a etapa carioca do Circuito Golden Cup! Dono de uma corrida de alto nível, integrou a seleção Brasileira diversas vezes e participou da primeira prova da ITU onde o vácuo foi permitido, em Cleveland no ano de 1995. Támbém praticou em alto nível o mountain bike e pelo Exército Brasileiro, o pentatlo. Ouça a história e as opiniões deste simpático odontologista. Aproveitem!

Feb 1, 20181h 12m

S2018 Ep 17#17 Rebecca Werneck

Rebecca estreou no esporte aos 14 anos e logo começou a vencer algumas importantes provas. Aos 16 anos, em 1989, foi a melhor colocada latino-americana no primeiro Campeonato Mundial de Triathlon, em Avignon, na França. No ano seguinte mudou-se para os Estados Unidos para cursar a faculdade, quando competiu na modalidade de cross-country antes de dar um tempo para cuidar dos três filhos. Alguns anos mais tarde voltou ao triathlon e não parou até hoje. Conquistou diversos títulos em sua categoria, venceu algumas provas, participou de um Ironman em Kona e de diversos mundiais. Hoje Rebecca se dedica especialmente à distância 70.3 e planeja voltar a competir em Kona.

Jan 18, 20181h 7m

S2018 Ep 16#16 Paulo Fontana

No episódio de hoje converso com meu amigo Paulo Sérgio Fontana. Das águas de São Vicente às praias de Ubatuba, no litoral de São Paulo, este surfista de carteirinha ingressou no Triathlon em 1985, já seguindo o caminho do pai, o Sr. Pier Paulo. A disciplina e dedicação herdadas da mãe e o gosto pelos treinamentos fez dele um dos melhores triatletas paulistas no final dos anos 80 e começo dos 90! Este paulistano nasceu para o esporte das três disciplinas. Integrante da famosa equipe SHARP ao lado de feras como Carlos Dolabella e Alexandre Fonseca, e posteriormente da equipe OP (Ocean Pacific), foi além de um grande adversário, um mestre, amigo e parceiro de treinos. Entre 1987 e 1988, passou duas temporadas nos EUA ao lado de ícones do esporte e alguns amigos brasileiros como Fernanda Keller, Dirceu "Lemond" Brandolizi e o próprio Dolabella. Durante meses treinou muito e competiu diversas provas, voltando ao Brasil com uma bagagem invejável. Seu desempenho evoluiu e o colocou na elite do esporte nacional. Conquistou diversas vitórias em sua carreira, até 1994, quando havia completado mais de 120 provas disputadas. Aproveitem!

Jan 4, 20181h 7m

S2017 Ep 15#15 Alexandre Ribeiro (parte 2)

Nesta segunda e última parte da minha conversa com o grande Alexandre Ribeiro, passamos por assuntos muito legais como as 6 vitórias no Ultraman e sua participação na Race Across America. Alexandre conta com a simplicidade e humildade de sempre, como não mediu esforços para atingir seus obejtivos no esporte que se tornou seu estilo de vida. Muita garra e determinação forjaram um atleta de qualidade e personalidade singulares no esporte. Alê também fala da sua preparação física e de como lidou com as poucas lesões em sua carreira. Um exemplo de integridade a ser seguido, conheça mais um pouco desse ser humano incrível. Aproveitem!

Dec 21, 20171h 38m

S2017 Ep 15#15 Alexandre Ribeiro

Aos 10 anos de idade meu convidado de hoje participou de uma corrida de 10km. Aos 13 já corrida meias maratonas e aos 15, maratonas é claro, afinal, já era um corredor experiente! Então, aos 16 chegou a começar os treinos para uma ultra de 100k, mas foi quando soube da participação de três brasileiros no Ironman do Havai (eram Marco Ripper, Ronaldo Borges e o Beto Dolabella), desistiu da Ultra e traçou o objetivo de experimentar o recém descoberto TRIATHLON! Mesmo sem nunca ter participado de um, escolheu Kona! Aos 18 anos viajou para o Havai sem saber que estas ilhas nunca mais deixariam de fazer parte da sua vida. Um dos caras mais simpáticos e queridos do triathlon, pai do KAILLANI, do KAICO e da MAILA, Alexandre Ribeiro. Aproveitem!

Dec 14, 20171h 10m

S2017 Ep 14#14 Antônio Manssur

Hoje recebo o "Homem Biathlon", meu amigo Antônio Manssur Filho! Dono de uma personalidade irreverente, este pai de família e juíz de Direito do Estado de São Paulo compete desde 1988. Ele estima que já foram mais de 500 competições em sua carreira esportiva e não dá sinais de que vá parar tão cedo. Vindo de uma família de advogados, aos 15 anos venceu a primeira corrida à pé da qual participou, no tradicional Colégio Italiano Dante Alighieri de São Paulo, indicando o que viria a se tornar uma de suas marcas registradas: uma corrida muito forte. Ao assistir uma prova de Triathlon no Guarujá, se interessou pela modalidade. Em nossa conversa ele conta como foi esta descoberta, sua primeira competição no Hotel Fazenda Duas Marias no interior de São Paulo e sobre a maneira inusitada como conheceu o carioca Márcio Carrilho, sua primeira amizade no esporte. Manssur participou de provas de todas as distâncias, mas teve maior destaque nas provas então chamadas de Biathlons (natação, corrida) e posteriormente denominadas Duathlons ou Aquathlons. Foi Vice-Campeão Mundial de Aquathlon em 2007 e 2008 no México e Campeão Mundial em 2009 na Austrália. Mesmo competindo com adversários que muitas vezes possuem idade para serem seus filhos, ele ainda dá trabalho e conquista títulos, como por exemplo o de Campeão Brasileiro de Aquathlon ou o título de Vice-Campeão do Troféu Brasil, ambos em 2015, aos 45 anos. Um feito admirável! Este "juíz atleta" ou "atleta juíz" conta sobre o preconceito que enfrenta no ambiente de trabalho e às vezes nas competições. Mas o fato é que sua competência profissional e esportiva nunca foram questionadas. Manssur sempre fez parte da equipe do Esporte Clube Pinheiros, e hoje, aos 47 anos, ainda competindo na categoria profissional, se motiva treinando com a jovem equipe principal do clube, da qual é uma espécie de mentor. Em nossa conversa falamos de família, motivação, Ironman, Olimpíadas, sorte e vício! Manssur diz que "não pensa se vai ou não treinar, simplesmente acorda e treina todos os dias", mesmo que numa rotina puxada e pouco ortodoxa, meu convidado de hoje continua colecionando títulos e histórias. Bons treinos!

Nov 30, 20171h 42m

S2017 Ep 13#13 Reinaldo Tubarão

Meu convidado de hoje é meu amigo Reinaldo Abunasser Bassit, também conhecido como Tubarão. Professor de Educação Física, nutricionista e Doutor em Ciências pela USP, Tubarão foi um boxeador amador campeão e há quase 30 anos se dedica ao triatlhon, mountain bike, maratonas e ultra-maratonas e ao surfe! Conhecido por participar de diversas provas longas, muitas vezes quase na sequência umas das outras, participou do Mountain Bike 12h solo em 1999, correu mais de 30 maratonas, participou 9 vezes da ultra-maratona BR135 (217km) e 15 vezes de provas de Ironman além de 4 vezes do Ultraman UB515. Dono de uma resitência invejável, usa seus treinos e competições para comprovar seus estudos e pesquisas ná área da nutrição. Em nossa conversa ele conta sobre suas aventuras como surfista briguento na adolescência e o que o levou a iniciar no boxe amador. Também conta como encarou o triathlon quando teve contato com a modalidade ainda em 1988. Conversamos sobre sofrimento, motivação e o estilo de vida saudável que ele leva com sua família. Aproveitem!

Nov 15, 20171h 50m

S2017 Ep 12#12 José Inácio Werneck e Dawn Webb

Neste episódio histórico do Endörfina conversei com os pais do triathlon brasileiro. Conheça aqui o casal que foi responsável por descobrir o então novíssimo esporte do triathlon (3 anos de existência) em uma conversa durante uma viagem que o casal fez a Honolulu em 1981, para cobrir a Maratona daquela cidade. Felizmente o espírito empreendedor do jornalista carioca José Inácio Werneck e sua esposa, a inglesa Dawn Webb, os fez ter a idéia de trazer o novo esporte para o Rio de Janeiro. Nascia então o triathlon brasileiro! A primeira edição, chamada informalmente de Corrida Alegre, aconteceu em fevereiro de 1982. Por exigência da Escola de Educação Física do Exército, porém, o ciclismo seria a última modalidade desta primeira prova. Dos quase mil inscritos, cerca de 320 pessoas optaram por participar das três modalidades do evento que começou com 500 metros de natação as 6h45 na Urca. Depois os participantes correram 8km pela praia de Botafogo e pedalaram do Urca até o centro da cidade passando pelo aterro. O primeiro a sair da água foi o falecido nadador olímpico (posteriormente foi cantor e ator Global) Rômulo Arantes (patrocinado para este evento pela Caloi!), seguido de perto por Carlos Roberto Dolabella e Marco Ripper (ambos da equipe HASPA). O caráter da prova foi recreativo (daí o nome) e houve mais de uma largada para quem não queria nadar. Uma matéria de jornal da época relata a participação de uma jovem de 10 anos (Alexandra Viana) e a presença da nadadora, também olímpica, Maria Lenk como espectadora. O "pódio" masculino: Dolabella, Ripper e Rômulo. Um ano depois, em 1983, já na ordem tradicional, Werneck organizou o triathlon Café do Brasil, também no Rio de Janeiro, que contou com a participação de estrangeiros convidados e teve a vitória de Roger de Moraes. O resto é história! Aproveitem!

Nov 1, 20171h 45m

S2017 Ep 11#11 Alexandre Manzan

Neste episódio do Endörfina conversei com outro campeão mundial, o brasiliense Alexandre Manzan. Em 1994, então com 18 anos ele sagrou-se Campeão Mundial Júnior de Duathlon na longínqua ilha da Tasmânia. Um ano antes, já havia vencido o Pan-Americano Júnior de Triathlon, feito que repetiu também em 1994. Vice-campeão do Circuito Mundial de Triathlon em 1996 e campeão de 3 etapas do Circuito Mundial no Japão (1996/98) e em Ilhéus, Bahia (1996); Em nossa conversa Manzan relembra o começo da sua carreira e o talento que descobriu desde cedo. Ele fala também sobre um assunto polêmico: a juventude e a disciplina dos treinos de um atleta profissional. Ele revela de onde surgiu seu gosto por aventura, o que o levou para as provas de X-Terra e de aventura, além de expedições nas mais diversas modalidades e em locais tão distantes quanto o Pico da Neblina e a Antártica. Os cabelos longos foram sua marca registrada, além de uma corrida espetacular, quase sempre na casa dos 30' e baixo. Com um jeito de moleque, a versão triatlética do Menino do Rio, Alexandre Joaquim Fontes Manzan. Aproveitem!

Oct 19, 20171h 29m

S2017 Ep 10#10 Fernando Nabuco

No décimo episódio do Endörfina conversei com Fernando Nabuco de Abreu. Meu amigo desde o começo dos anos 1990, possui uma história muito legal. Filho de um remador Olímpico, começou a nadar aos sete de idade. Aos 17 participou revezamento 4x100m dos jogos Olímpicos de Roma, em 1960. Voltou de lá com um "manual australiano" de treinamento de alto rendimento, que se mostrou revolucionário para os padrões nacionais da época. Foi quanto os estudos e o trabalho falaram mais alto, fazendo com que passasse a dividir seu tempo com os esportes. Passou pelo polo aquático, vela, tênis e até motonáutica. Já um empresário de sucesso, foi lendo o Jornal do Brasil em um voo da ponte aérea que soube da 1. Maratona do Rio de Janeiro, em 1980. Mesmo sem qualquer experiência na corrida, resolveu participar da prova. Três anos mais tarde participou do triathlon Café do Brasil e organizou o primeiro triathlon de São Paulo. Esteve em Kona nos anos de 1984, 87 e 89. Também representou o Brasil nos mundiais de 1990 e 91. Fã incondicional e um estudioso do ciclismo, foi presidente da Confederação Brasileira do esporte e chegou a organizar a Volta do Brasil. Aos 73 anos de idade e em plena forma física, Fernando mantém um estilo de vida saudável até hoje. Em nossa conversa, entre tantas histórias, ele dá sua opinião a respeito do nosso sistema educacional e sobre o dilema que muitos jovens enfrentam sobre tentar carreira no esporte ou se dedicar aos estudos. Aproveitem!

Oct 5, 20171h 12m

S2017 Ep 9#9 Roger de Moraes

Neste episódio especial do Endörfina, recebi Roger de Moraes, um dos primeiros triatletas brasileiros. Em 1983 foi o vencedor do triathlon Café do Brasil, primeira prova organizada no Brasil, realizada na sequência tradicional das modalidades (1k-43k-11k). Filho de militares, nadador, judoca e corredor dos 3000 metros com obstáculos, leu uma matéria a respeito do Ironman do Havaí em 1982 e resolveu então participar desse desafio, na modalidade recém descoberta. Procurou o então técnico de natação do flamengo, Alberto Klar, que o orientou para a sua primeira vitória em 1983 e para o Ironman do Havaí do mesmo ano, onde foi o melhor colocado com menos de 20 anos de idade. A vida nômade em uma família militar forjou em Roger uma personalidade fechada e individualista. O judô lhe trouxe disciplina e comprometimento. O resultado disso tudo veio se concretizar em uma vitoriosa carreira como triatleta até 1992. Leia a seguir um resumo da sua carreira, escrito pela filha Giovanna Nogueira de Moraes e confira no Endörfinabr.com o currículo INCRÍVEL de Roger de Moraes. Aproveitem! "Roger de Moraes foi um dos ícones do Triathlon sul-americano durante a década de 80. Venceu em maio de 1983, aos 17 anos, o primeiro Triathlon oficialmente realizado no Brasil tendo sido naquele mesmo ano, primeiro sul-americano e melhor atleta com menos de 20 anos no Ironman do Hawaii. Entre 1984 e 1985 venceu as mais importantes competições realizadas em território nacional incluindo os Triathlons de Florianópolis (bicampeão), Santos, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília (aonde foi homologado o primeiro recorde sul-americano para a distância olímpica). Ainda em 1985, foi vice-campeão brasileiro no Internacional do Rio de Janeiro, venceu o Triathlon Internacional do Atlântico em Mar Del Plata na Argentina e iniciou uma vitoriosa carreira de competições na Europa enfrentado os maiores nomes do esporte internacional. Em 1986, após ser campeão do Triathlon de Belo Horizonte, retornou a Europa e venceu o Triathlon de Eichstatt, sendo também o terceiro colocado na Copa da Bavária na Alemanha. De volta ao Brasil, venceu em Niterói, o Triathlon do "O Globo" conquistando também, algumas semanas depois, o título de campeão brasileiro no Internacional do Rio de Janeiro e de bi-campeão do Triathlon Internacional do Atlântico em Mar Del Plata em emocionante disputa com o então campeão europeu Dirk Aschmoneit. Em 1987, depois de vencer o circuito Company de Triathlon no Rio de Janeiro, foi campeão do Triathlon Internacional de San Andrés na Colômbia e, durante sua temporada na Europa, campeão dos Triathlons de Schomberg e Wittensee e segundo colocado nos Triathlons de Berlin e de St.Wendel aonde sagrou-se vice-campeão alemão superando grandes nomes da época como Jürgen Zack e Rainner Müller. Ainda em 1987, participou de competições internacionais em Mulhouse na França e Munique na Alemanha chegando respectivamente em terceiro e quinto lugar. Em 1988, depois de competir novamente em Mar Del Plata e na Copa do mundo de Triathlon na Austrália, retornou a Europa para vencer os triathlons de Ammersee, Konig-Ludwig, Kotzting e Schliersee, este último também conhecido como Triathlon Alpino por ser realizado nas íngremes montanhas da Bavária. Neste mesmo ano, após uma temporada de competições bem sucedidas nos Estados Unidos (Triathlons de Los Angeles, Phoenix e San Diego), estabeleceu o novo recorde sul-americano do Ironman (Ironman da Alemanha), com o tempo de 8h55', um dos melhores do mundo naquela ocasião. De 1988 a 1992 competiu em eventos nacionais e internacionais incluindo o Ironman do Hawai e o Triathlon Internacional de Pucon no Chile, interrompendo sua carreira entre no segundo semestre de 1989 até 1991 para concluir seus estudos universitários. Em dezembro de 1992, encerrou sua carreira após um atropelamento ocorrido durante um treino de corrida no Rio de Janeiro e que mesmo depois de várias cirurgias, o impediu de caminhar por dois dolorosos anos. Hoje, 20 anos depois de ter interrompido precocemente sua trajetória de sucesso no Triathlon, ele continua interessado em desvendar os limites do corpo humano. Para melhor compreender o funcionamento do organismo humano diante dos estímulos do exercício físico especializou-se na área tendo concluido o mestrado em fisiologia e farmacologia experimental e o doutorado em biologia celular e molecular. Atualmente é professor e pesquisador na área de fisiologia do exercício e desenvolve projetos de investigação dos efeitos adaptativos do treinamento físico sobre o metabolismo e a reatividade vascular no Laboratório de Investigação Cardiovascular da Fiocruz e no setor de pesquisa clínica do Instituto Nacional do Coração. Além disso, coordena a preparação física de atletas de fundo e lutadores de MMA e é professor na Universidade Estácio de Sá."

Sep 21, 20172h 16m

S2017 Ep 8#8 Liane Beretta

Hoje recebi minha grande amiga, Liane Beretta de Azevedo. Bicampeã Brasileira em 90 e 92 e Campeã Sul-Americana em 1991, Liane foi integrante da Equipe OP e competiu profissionalmente entre 1987 e 1996. Esta Biologa foi uma das primeiras triatletas profissionais de São Paulo. Morando há quinze anos fora do Brasil, a doutora Liane de Azevedo (como é conhecida por lá) e sua família estão hoje no norte da Inglaterra, onde é professora e pesquisadora da atividade física e saúde pública pela universidade de Teesside. Lá ela estuda e ensina as causas e efeitos do sedentarismo no desenvolvimento cognitivo e motor das crianças na primeira infância. Em um trabalho bastante interessante, ela conta como tem ajudado pais e educadores a ter consciência da importância da atividade física para as crianças desde cedo. Aliás, conta também como começou na natação e a importância do incentivo dos seus pais nesse caminho, que viria a culminar com uma bem sucedida carreira de triatleta profissional por quase uma década. Conversamos sobre seus títulos mais importantes, a classificação para Kona em 1996, lesões, acidentes de bicicleta, perseverança e garra. Aproveitem!

Sep 6, 20171h 23m

S2017 Ep 7#7 Marcello Butenas

Meu convidado de hoje é o professor Marcello de Carvalho Butenas. Boleiro na infância e surfista na horas vagas até hoje, teve seu primeiro contato com o triathlon em 1987, quando cursava a faculdade de Educação Física na USP. Disciplinado e talentoso, começou desde cedo a conquistar vitórias. Especialista em provas curtas, participou de quase todas as provas entre 87 e 1996. Foi vice campeão do Troféu Brasil de Triathlon em 1991 e tetra campeão paulista em 1992, 93, 94 e 96. Seu primeiro Ironman em Kona foi no ano de 1992. Voltou também em 95 e 96. Em Florianópolis participou das edições de 2002 e 2007, seu recorde pessoal nas distâncias. Aos 50 anos, Marcello Butenas continua dando trabalho à concorrência. Em abril deste ano chegou em quinto colocado no Tri Day Series do Riacho Grande. Foi campeão mundial de Ironman em Clearwater no ano de 2009, aos quarenta e três anos e campeão do Blenheim Palace Triathlon Challenge, prova beneficente num formato bastante diferente: os atletas convidados devem realizar num final de semana o maior número de provas de curta distância com largadas a cada 20 minutos, durante 6 horas em cada dia. Marcello completou 8 no total! Ouça as opiniões deste atleta e técnico experiente, que mantém o estilo de vida ativo e competitivo até os dias de hoje, sobre a cena atual do nosso esporte, sobre treinamento e preparação psicológica, sobre os medidores de potência e ouça também algumas histórias interessantes e curiosas sobre a sua carreira. Aproveitem!

Aug 24, 20171h 24m

S2017 Ep 6#6 Marcos Paulos Reis

Minha conversa hoje é com o famoso professor Marcos Paulo Reis. Este Niteroiense apaixonado por futebol fez carreira, fama e fortuna na maior cidade da América do Sul, como professor de corrida e triathlon dos ricos e famosos. Segundo ele mesmo, foi ao lado de Wanderlei de Oliveira, o criador do formato de negócio que conhecemos hoje como Assessoria Esportiva e que vive na última década, seu auge no Brasil. Marcão contou como foi seu início de carreira aos 17 anos, ainda nas piscinas do Canto do Rio Futebol Clube, em Niterói e sobre a mudança para São Paulo para se casar. Da adolecência velejando na classe Pinguim ao lado de Luis Evangelista, até as horas a fio dando treinos de natação em São Paulo. Falamos também sobre depilação, marketing, obsessão e motivação. Formado pela UERJ , foi técnico da seleção Brasileira de triathlon onde teve a oportunidade de vivenciar a época de ouro de Leandro Macedo e Alexandre Manzan. Aproveitem! Entre em contato com o Marcos Paulo, saiba mais sobre a MPR, livros, blogs e siga-o nas redes sociais! - LINKS mencionados no episódio de hoje - MPR Assessoria Esportiva MPR no Instagram MPR no Twitter MPR no Facebook MPR no Youtube Classe Pinguim

Aug 10, 20171h 22m

S2017 Ep 5#5 Adriana Piacsek

A paulistana de Santo André, Adriana Camargo Piacsek, é minha convidada no episódio de hoje. Adriana foi apresentada ao triathlon enquanto cursava a faculdade de Educação Física na USP, pela saudosa Cristina de Carvalho, de quem se tornaria uma grande amiga e parceira de treinos. Logo se encantou pela recém descoberta modalidade. Então, durante uma década inteira se dedicou profissionalmente ao esporte, tendo conquistado o título de campeã Panamericana em 1995 (em Santos) e depois em 1998 (em Varadero, Cuba). Porém, foi sua inesperada conquista do Troféu Brasil em 1997, que a colocou definitivamente no mapa das grandes triatletas brasileiras. Feito conseguiu repetir no ano 2000. Em nossa conversa ela fala sobre a surpresa de ter conseguido bater um ídolo, Fernanda Keller (Endörfina Ep. 01), em 1997, na última etapa do Troféu Brasil, por apenas meio ponto no ranking do campeonato. Ela fala também da sua relação com a ginástica aeróbica no Brasil, do relacionamento com suas adversárias numa época que ainda havia poucas mulheres no esporte e da oportunidade de ostentar o maior patrocinío na época, com a administradora de cartões VISA e da frustação com a não classificação para a estréia do triathlon nos Jogos Olímpicos de Sydney. Ouça nossa conversa e saiba mais sobre as lições de vida aprendidas na marra por causa de uma lesão e os anos de muita dedicação ao triathlon. Hoje a Adri é professora e personal trainer, que se realiza transformando vidas através do esporte e cuidando da sua família. Aproveitem!

Jul 27, 20171h 0m

S2017 Ep 4#4 Oscar Galindez

Meu convidado de hoje é Oscar Saul "El Negro" Galindez, esse simpático argentino da província de Córdoba fez história no triathlon brasileiro e mundial. Jogador de basquete quando criança na pequena cidade de Rio Tercero, teve como mentor no início de sua carreira o técnico Javier Capitaine. Dono de um ciclismo poderosíssimo, Oscar conta no episódio de hoje seu segredo para pedalar tão bem! Morador de Santos, litoral paulista, foi dominante durante mais de duas décadas no cenário nacional. Campeão Mundial de duathlon em Cancún em 1995, venceu 7 vezes o Triathlon Internacional de Santos e também o Troféu Brasil, além de três Ironman em Florianópolis (2003, 2006, 2007) e uma honrosa 11. colocação em Kona 2005. Venceu o famoso triathlon de Mar del Plata, com apenas 18 anos, em sua primeira prova fora da província de Córdoba. Oscar também participou da RAAM ao lado de Carlos Galvão em 2014, prova que o fez "chorar em cima da bicicleta"! Recentemente Oscar, aos 46 anos e recuperando-se de uma cirurgia no ombro, venceu o Trilogy Triathlon em Key Biscayne, Florida. Ouça Oscar falando sobre o livro "Obra de um Guerreiro" que planeja publicar e já possui 17 capítulos escritos e expondo suas idéias a respeito do triathlon atual, esporte pelo qual, aliás, diz ter uma relação de "amor e ódio", ao longo de 30 anos de carreira. Pai do Lorenzo (3), da Sofia (17) e do Thomas (21), que além de triatleta, é modelo, e marido da Lisa há 22 anos. Aproveitem! Siga-o, confira todo o seu extenso currículo e dê seu alô ao Oscar em suas redes sociais. Saiba mais sobre a carreira e a OG Design através dos links abaixo e boa diversão! Site oficial do Oscar Galindez OG Design Oscar no Instagram Oscar no Twitter Oscar no Youtube Oscar no Facebook Vitória de Oscar em Mar del Plata 2006 Wikipedia do Oscar Ironman Floripa 2003 Ironman Floripa 2006 Ironman Floripa 2007 Race Across America 2014 Thomas Galindez Valmir Nunes Trilogy Triathlon A partir deste episódio, o som do Endörfina terá uma melhor qualidade. A produtora de Áudio PULSANTE trata e finaliza o som dos meus podcasts. Um passo importante para o crescimento do Endörfina. Agora, além de ficar tranquilo em relação à qualidade do áudio, tenho mais tempo para cuidar dos meus convidados! Se você não está satisfeito com o som do seu podcast, do seu vídeo, se precisa de uma bela trilha sonora ou de locução, acesse: www.produtorapulsante.com ou facebook.com/produtorapulsante Produtora de Áudio PULSANTE, pra quem gosta de ser ouvido!

Jul 13, 20171h 35m

S2017 Ep 3#3 Núbio de Almeida

Núbio de Almeida Lima, sociólogo de 59 anos, conheceu o triathlon em 1985 por acaso durante uma viagem à Nice, na França, quando presenciou a então famosa prova chamada Ironman de Nice, palco de nada mais nada menos de 10 vitórias consecutivas de Mark Allen. Da infância como corredor de velocidade ao triatlhon, chegou a participar de oito provas de Ironman e diversos triathlons curtos. Ele contou como sua paixão pelo triathlon o colocou na posição de organizador de provas desde 1988. Foi o criador do Troféu Brasil (inspirado no Troféu Brasil de Atletismo), que segundo ele é o campeonato de triathlon em atividade mais antigo do mundo, do Triathlon Internacional de Santos que chegou a atrair na década de 1990 os nomes mais importantes do cenário mundial, entre eles o próprio Mark Allen, Scott Molina, Mike Pigg e Spencer Smith. Ele conta sua história com o Ironman de Florianópolis e seu novo projeto, o Terracom. Ao final de 2017, Núbio terá comandado o impressionante número de 189 provas, em 29 anos de atividade! Ao longo desses anos todos, diversos talentos surgiram ou se consagraram nas provas Santistas: Armando Barcellos (meu convidado episódio 02), Iris Amoedo, a própria Fernanda Keller (que estreou comigo o Endörfina), Adriana Piacsek (que em breve estará por aqui também), os brasilienses Leandro Macedo e Manzan, o argentino Oscar Galindez (outra presença já confirmada), Carla Moreno entre tantos outros. Uma figura muitas vezes polêmica, mas sem dúvida nenhuma um apaixonado e corajoso. Segundo meu amigo, Alexandre Ribeiro, um dos responsáveis por manter viva a chama do triathlon brasileiro. Aproveitem! Links mencionados na conversa: Vídeo da incrível vitória de Mark Allen no Ironman de Nice 1985 (notem que nessa época ainda se pedalava sem capacete) Troféu Brasil de Triathlon Triathlon Internacional de Santos Ironman Brasil Forianópolis 2001 Duathlon Terracom

Jun 29, 20171h 3m

S2017 Ep 2#2 Armando Barcellos

No segundo episódio do Endörfina podcast converso com Armando Luis Barcellos da Silva. O triatleta de Niterói (que já foi considerada a capital brasileira do triathlon) conta sua trajetória no esporte desde sua estréia na Corrida Alegre, em 1982, até a participação nas Olimpíadas de Sydney, já aos 34 anos. De garoto gordinho e mimado a tricampeão do Ironman do Brasil e do Troféu Brasil, entre tantos outros títulos em mais de 300 competições na carreira, ele conta algumas de suas histórias. Um dos triatletas brasileiros com mais tempo de carreira (24 anos), ele fala sobre motivação, aprender a nadar aos 15 anos de idade, seus treinos e a admiração e amizade com outra fera, Alexandre Ribeiro. Aproveitem!

Jun 14, 20171h 21m

S2017 Ep 1#1 Fernanda Keller

Carnavalesca de coração, chegou ao pódio do Ironman do Havaí com o terceiro lugar nada menos do que seis vezes! Ao todo foi quatorze vezes top 10. Seu melhor tempo: 9h24'30" (3h09'30" na maratona!) em 1999. Por aqui, entre 1991 e 1996, não tinha para ninguém no mais importante campeonato nacional, o Troféu Brasil. Aos 44 anos, venceu o Ironman Brasil em Florianópolis, muito provavelmente um recorde até hoje! Entre vários outros assuntos, ela revela em nossa conversa quem são seus ídolos no triathlon, a força dos seus laços familiares, sua opinião sobre as mulheres no esporte, seus primeiros treinos sob orientação do fisiologista Paulo Figueiredo, ainda na faculdade, a rotina de uma vida de "sacerdócio" (em suas próprias palavras), e o que a motivou e motiva até hoje. Entre tantos títulos no triathlon e na Sapucaí, ouça um pouco da história do triathlon através da própria, a apaixonada: Fernanda Keller Nunes. Aproveitem! Links de assuntos mencionados em nossa conversa Instagram Facebook Programa Triatleta no canal OFF Programa Rumo ao Ápice, do Esporte Espetacular Resultados e tempos dos top 10 em todas as edições de Kona Chegada dramática de Julie Moss no Ironman 1982 Irmã Madonna Buder A carnavalesca Fernanda neste ano

Jun 1, 20171h 45m