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Endörfina com Michel Bögli

Endörfina com Michel Bögli

507 episodes — Page 10 of 11

S2018 Ep 50#50 Daniel Aliperti

Recebo hoje um amigo meu há quase três décadas. Uma pessoa que construiu uma vida e carreira em torno da bicicleta. Daniel Aliperti é um apaixonado pelo que faz e literalmente incorporou a bicicleta no seu estilo de vida. O acaso o levou a comprar uma MTB ainda rudimentar para se locomover quando passava um tempo nos EUA. Foi tomando gosto pelas pedaladas mas principalmente pela diversão proporcionada pela magrela. Voltou ao Brasil e resolveu iniciar um ofício que até então não existia por aqui: o de mecânico especializado em bicicletas de competição. Com a ajuda de Ricardo e dos irmãos Lin, abriu as portas da garagem de sua casa inicialmente apenas para os amigos e conhecidos. O resto é história! Graças ao seu espírito empreendedor e à sua coragem, o nicho das bike shops cresceu e prosperou por aqui. Até hoje ele é referência no assunto. Fundador e proprietário da Pedal Power e da importadora Proparts, além de um talentoso ciclista e competidor nato, Daniel é uma pessoa de bom coração e muito querido por todos seus amigos. Com vocês, o meio homem meio chave allen, meio costeletas, meu amigo Daniel de Magalhães Castro Aliperti. Aproveitem!

Oct 25, 20182h 18m

S2018 Ep 49#49 Marcos Paulo Reis e Leandro Macedo

Nesta edição especial do Endörfina, dois amigos meus e convidados que já estiveram por aqui contando suas histórias de vida retornam, agora juntos, para conversar e discutir sobre o triathlon e a corrida, sobre a evolução do esporte, sobre treinamento, doping, sobre o triathlon profissional, amador e sobre os mais recentes fatos e resultados das duas modalidades. Uma rara oportunidade de ouvir as opiniões do técnico Marcos Paulo Reis e do ex-campeão mundial de triathlon e agora treinador, Leandro Macedo. Se você ainda não ouviu os episódios anteriores com eles, recomendo que ouçam. Ambos são imperdíveis e fontes não apenas de inspiração, mas de dicas valiosas. MPR (episódio #06) e Leandro Macedo (episódio #26) Aproveitem!

Oct 18, 20182h 58m

S2018 Ep 48#48 Lauter Nogueira

Recebo hoje aqui no Endörfina, um sujeito interessantíssimo que tem uma oportunidade única no Brasil: passar um pouco do seu vasto conhecimento e idéias a respeito do atletismo, para um público gigantesco, através de um dos maiores canais de televisão aberta do mundo: a rede Globo, e também da sua versão à cabo especializada em esportes, os canais Sportv. Lauter é formado em engenharia e educação física e participou do primeiro triathlon brasileiro, a Corrida Alegre em 1982. Foi técnico de alguns dos primeiros triatletas nacionais, como a primeira campeã brasileira, Monika Lucena e posteriormente de muita gente como o talentoso Diogo Sclebin. É também um conhecido técnico de corrida desde o final dos anos 80 e dono de um senso de humor sarcástico e opiniões afiadas a respeito do atletismo e triathlon. Com vocês, o ex-diretor técnico da CBTri, técnico da seleção brasileira em Sydney 2000, estréia do triathlon nos jogos olímpícos e dono da famosa voz dos comentários da São Silvestre, desde 1995. Aproveitem!

Oct 11, 20182h 36m

S2018 Ep 47#47 Tim Don

Tim Don estabeleceu um novo recorde mundial justamente aqui no Ironman Brasil em 2017. Há poucos dias do campeonato mundial de triathlon ele fora atropelado enquanto pedalava e sofreu lesões gravíssimas na coluna cervical. O que poderia ser o fim de uma vitoriosa carreira, transformou-se em dedicação e foco. Ele escolheu o caminho mais difícil para a sua recuperação para aumentar suas chances de voltar a competir em alto nível. Ele escolheu a auréola. Agora, há poucos dias do mundial de Kona 2018, Tim está prestes a escrever mais uma importante página na história do triathlon mundial. Nesta conversa inédita e exclusiva para o público brasileiro, você saberá o que é preciso para se tornar um campeão, recordista mundial e o que motivou Tim a enfrentar o maior desafio da sua vida. Aproveitem!

Oct 4, 20181h 28m

S2018 Ep 47#47 Tim Don (english)

On this first international episode of the Endörphin Podcast, I couldn't be happier to welcome a very special guest. It's not only because he's a very nice guy, athlete, father and husband. Also because he's been swimming, cycling and running for the past 26 years, have been a JR world champion, three times Olympian and won several races, including a handfull of 70.3, some of them here in Brazil and in since 2017, protagonized two of the most impressive recent stories in the sport of triathlon. Tim Don set a WR of 7h40'23" for an IM distance event, the fastest ever, right here at the IM Brazil. A few months after, only two days before Kona, he was hit by a car while riding his bike, causing a severe neck vertebrae injury that almost could have put him aside forever. He decided not to give up. Instead, he chose the hard path for a higher chance of racing again. He chose the halo and today, only a few days before his comeback at the World Championships in Kona, he's set to write a new chapter in triathlon history. Please give it up, for Tim Don! Enjoy!

Oct 4, 20181h 10m

S2018 Ep 46#46 Mário Roma

Seguindo os passos de outro notório português, este gajo de olhos azuis aportou no Brasil, mais específicamente no Rio Grande do Norte há 28 anos. Diferentemente do descobridor europeu do nosso continente, o jovem Mário estava em busca de curtir a vida na famosa praia da Pipa. Velejador profissional por muitos anos, deu a volta ao mundo à bordo de um veleiro e foi recordista da travessia do Atlântico, entre diversos títulos europeus e duas Olimpíadas. Já estabelecido no Brasil, constitui família e abriu sua própria agência de comunicação. Através da bicicleta, outra paixão em sua vida, descobriu mais duas vocações: desafiar-se também sobre as duas rodas e ajudar no desenvolvimento do esporte, seja através da criação de uma marca própria de bicicletas ou através da organização de eventos esportivos de altíssima qualidade. Estou falando aqui do Brasil Ride e seus desdobramentos no ciclismo estrada e também na corrida à pé. A caminho de organizar a 9a. edição da conceituada prova de mountain bike em etapas, realizada por aqui, Mário também conseguiu aliar sua paixão ao trabalho. Com vocês, este paciente lisboeta radicado em Botucatu, mountain biker, colecionador de bicicletas, esquiador nas horas vagas e pai das belas Giulia e Sophia, o simpático Mário João Ramos Roma. Aproveitem!

Sep 27, 20182h 15m

S2018 Ep 45#45 Ronaldo da Costa

Ele iniciou na corrida aos 16 anos de idade, atraído pela premiação da prova. A data ele jamais se esqueceu, foi no 30 de maio 1987. O tempo nos 10km foi de 40'20", o que lhe garantiu um inesperado 2. lugar e quinhentos cruzeiros no bolso. Trabalhando então numa olaria para a prefeitura de Descoberto, Minas Gerais, ele gostou da experiência e resolveu continuar participando das corridas da região. Mudou-se para Juiz de Fora para trabalhar numa fábrica de máquinas de escrever e competia pela equipe da empresa. Descontente com a vida na "cidade grande", aos 19 anos resolveu voltar para sua cidade natal e continuou a correr. Os resultados cada vez melhores o levaram a passar por diversas equipes, sempre em busca de melhores condições de se sustentar e treinar. A vitória na famosa São Silvestre em 1994 pela equipe Pé de Vento o colocou de vez no ról dos atletas de destaque da corrida de rua da época. Quatro anos depois, na Alemanha, ele colocou seu nome definitivamente na história do atletismo mundial ao estabelecer a marca mais rápida até então para uma maratona, com o incrível tempo de 2h06'05". Com vocês, o simpático e divertido Ronaldo da Costa. Aproveitem!

Sep 20, 20181h 47m

S2018 Ep 44#44 Márcio May

Mais um ciclista talentoso que veio do sul do país e que durante 18 anos representou a seleção brasileira em diversas provas do esporte, da pista à estrada. Iniciou no esporte em 1986 e por pouco mais de duas décadas calcula ter pedalado algo próximo a 600 mil km! Neste período venceu inúmeras provas, participou de 3 olimpíadas e foi tetra-campeão da Volta de Santa Catarina. Mesmo se afastando das competições como profissional, Márcio nunca e aposentou do ciclismo. Seja representando marcas icônicas da modalidade, organizando desde 2007 a prova que leva o seu nome, criando e confeccionando as próprias roupas de ciclismo, seja participando de diversas provas na categoria máster, como a Brasil Ride. Márcio é um daqueles caras que vive pela bicicleta. Com vocês, direto de Brusque, a cidade dos tecidos, Márcio May. Aproveitem!

Sep 13, 20181h 49m

S2018 Ep 43#43 Hugo Prado Neto

Curitibano radicado em Belo Horizonte, Hugo é o que se pode chamar de um atleta de alto nível. Não apenas pelos seus resultados, mas também pelo seu nível de conhecimento e expertise técnicas e fisiológicas. Além de ter sido triatleta, ciclista e atualmente um mountain bike profissional, Hugo estudou e se formou em Ciências do Exercício e dos Esportes, com ênfase em fisiologia do exercício pela Universidade da Flórida, em Gainesville. Mas não pense que ele estava na terra do tio Sam apenas para treinar e passar horas em filas nos outlets. Ele se graduou com muito êxito, tendo recebido diversas premiações acadêmicas. Entre elas, talvez a mais importante tenha sido o convite para se tornar um membro da Golden Key Society. Uma espécie de clube do melhores alunos dos EUA. Uma curiosidade: o ex-presidente dos EUA, Bill Clinton, por exemplo, também faz parte deste clube entre outras figuras públicas importantes. O que chama a atenção para a história do Hugo, é que além de buscar sempre ampliar e atualizar seus conhecimentos (também é técnico certificado pela USAt, USA Cycling, Carmichael Training Systems e Training Peaks) e de usa-lo a seu favor, na prática, no seu dia a dia como atleta gerando resultados mais que impressionantes como tricampeão do 12h de MTB, vice-campeão Brasil Ride 2015, bi-campeão da Copa Big Biker, entre outros, é que ele optou em compartilhar todo este conhecimento através da OCE, uma assessoria esportiva voltada para o alto nível. Aproveitem!

Sep 6, 20181h 42m

S2018 Ep 42#42 Paulo Cezar Rotella (@correndoporai)

Meu convidado de hoje não fez nenhum Ironman para menos de 9 horas, muito embora seu melhor tempo numa maratona pura, tenha sido na casa das 3h05'. A primeira corrida da qual participou foi a Maratona Pão de Açúcar de Revezamento de São Paulo, em 1999, quando tinha 17 anos. Porém, a corrida realmente entrou na sua vida após o divórcio, em 2012, quando morava no Paraguai. Mesma época que resolveu lançar o perfil "Correndo por aí" no Instagram. Um ano depois, participou da sua primeira maratona e então decidiu treinar para um Ironman. Se mudou para Buenos Aires à trabalho e começou a jornada até estrear seu primeiro triathlon em Floripa, no ano de 2015. Até hoje já foram ao todo 5 provas de Ironman, sete 70.3, uma travessia 14 Bis e mais sete Maratonas. Morando atualmente em Brasília, este caipira jogador de rúbgi que por acaso se tornou diplomata, apaixonado por São José dos Campos, sua cidade natal e pela cultura do triathlon, divide seu tempo entre o filho adolescente, a esposa e nadadora Izabella, seus livros, reuniões sobre as mudanças climáticas no mundo, uma rotina de treinos e muita dedicação aos seus mais de 35 mil fãs no Instagram. Com vocês, o idealizador do @Correndoporaí, o bem humorado Paulo Cezar Rotella Braga. Aproveitem!

Aug 30, 20183h 10m

S2018 Ep 41#41 Poliana Okimoto

Poliana começou a nadar muito cedo, aos 2 anos de vida. O gosto pela água a fez levar o esporte cada vez mais a sério, até o ponto em que começou a se destacar das amiguinhas nas competições. Então, já com idade suficiente para entender o que o esporte significava, dedicou-se ainda mais e os títulos começaram a vir. Ela quebrou recordes e foi adquirindo um gosto especial pelas competições mais longas na piscina (800 e 1500 metros). Daí então, foi levada pelo marido para o mundo das maratonas aquáticas, nadando os 5 e 10km em águas abertas. Prova pela qual conquistou mais títulos e vitórias, tornando-a famosa numa modalidade ainda pouco conhecida aqui na terra do futebol. Com a fama veio também a cobrança. Na mesma intensidade, uma grande decepção: Poliana, vítima de uma hipotermia severa foi forçada a abandonar no sétimo quilômetro a prova olímpica, justo quando era uma das favoritas ao título, em Londres 2012. Superada a depressão e com as energias renovadas, iniciou um novo ciclo olímpico, rumo ao Rio 2016, onde conquistou a tão sonhada medalha olímpica. Passada a euforia da conquista, era hora de reagrupar e avaliar o cenário. Foi quando ela e o treinador e marido, Ricardo Cintra, resolveram em 2017 deixar o esporte de alto rendimento para trás e iniciar uma nova fase em suas vidas. Estas e outras histórias nós ouviremos agora, aqui no Endörfina. Com vocês, a primeira nadadora brasileira a ganhar medalhas em mundiais e também em Jogos Olímpicos, a atual recordista brasileira nos 1500 metros em piscina longa e escritora nas horas vagas, a grande Poliana Okimoto Cintra.

Aug 23, 20181h 52m

S2018 Ep 40#40 Alexandre Maximiliano

Carioca de alma e espírito, este oceanógrafo e professor de educação física, apaixonado pelo esporte da redonda desde a infância, correu muito atrás da bola e de pipas numa época em que ainda era seguro uma criança brincar pelas ruas. Um dia sonhou em ser triatleta. Afinal, já praticava natação e chegava primeiro que seus colegas nas pipas que perseguia. Morando na cidade onde surgiu o nosso esporte, foi fácil começar a competir. Estreou em 1987, foi bronze no Ironman do Havaí na categoria até 24 anos (1995), mesmo ano em que foi vice–campeão do Troféu Brasil e foi bronze também no campeonato sul-americano de 1996. Sagrou-se hexa-campeão carioca de duathlon entre outros títulos! Mais um talentoso corredor que este esporte teve, era sempre motivo de preocupação para seus concorrentes, saindo da T2. No ano 2007 deixou de competir profissionalmente para dedicar-se a passar toda sua experiência e conhecimento a outras pessoas, à frente da START Assessoria Esportiva. De lá para cá já passaram pela suas mãos mais de 4 mil triatletas e corredores. Hoje dedica-se não apenas à tirar as pessoas do sedentarismo, mas também a melhorar seus tempos em maratonas. E como ele mesmo gosta de dizer aos seus alunos: "correr não é fácil, mas quando os resultados aparecem, a satisfação é imensa!". Como vocês, o carioca gente boa, tenista e kitesurfista nas horas vagas, Alexandre Anesi Maximiliano. Aproveitem!

Aug 16, 20181h 39m

S2018 Ep 39#39 Renata Falzoni

Esta paulistana formada em arquitetura pelo Mackenzie tornou-se fotógrafa e video-repórter no final dos anos 70 e começo dos 80. Foi organizadora de provas de MTB e uma das fundadoras dos Night Bikers, primeiro grupo organizado de pedaladas noturnas pela cidade de SP. A paixão pela magrela e o sonho de tornar-la mais respeitada como meio de transporte e de transformação, a fez militar em prol das duas rodas pelo Brasil todo. Apresentou por mais de uma década seu programa na multinacional ESPN, se candidatou a vereadora, cobriu diversos eventos esportivos e rodou o mundo para mostrar as mais diversas faces do universo sobre duas rodas. Os cabelos vermelhos e levemente desgrenhados dão o tom da personagem, que se mistura com o ser humano inquieto, sonhador e idealista. O formato e a linguagem de seus vídeos, hoje concentrados no seu portal BIKE é LEGAL, são referência a qualquer candidato que queira se aventurar pela cobertura jornalística do mundo da bicicleta. Com vocês, a jovem Renata Falzoni. Aproveitem!

Aug 9, 20182h 3m

S2018 Ep 38#38 Jaqueline Mourão

Minha convidada de hoje foi eleita pelo COB como a melhor mountain biker do Brasil entre 2002 e 2006. Foi a primeira atleta na modalidade a participar dos jogos olímpicos, em Atenas 2004. Apenas nove meses depois de aprender a esquiar, participou de sua segunda Olimpíada, agora dos esportes de inverno, em Torino 2006. Ao todo já foram seis participações em Olimpíadas, em três modalidades. Um recorde absoluto no Brasil! Jaqueline já nadou, praticou ginástica olímpica, triathlon e corrida. Manteve por três anos um projeto de formação de jovens meninas mountain bikers no interior de Minas, de onde saiu por exemplo, a Raíza Goulão (que já esteve por aqui no episódio 25). Recentemente venceu o campeonato brasileiro de MTB, aos 42 anos de idade, num retorno surpeendente à modalidade! Muito bem casada com o ex-esquiador olímpico, o canadense Guido Visser, é mãe do Ian (7anos) e da Jade (3anos) e vive desde 2004 uma vida dos sonhos numa vila com pouco menos de 3 mil habitantes, perto da cidade de Quebec, no Canadá. Entre a rotina de levar as crianças para a escola, cuidar de sua horta, praticar yoga com os filhos e viver uma vida próxima à natureza, aos 42 anos ela ainda encontra tempo e energia para treinar! Qual o segredo de tudo isso? Será a água de Saint Ferreol Les Neiges ou algo no seu DNA que a mantém motivada o suficiente para encarar um novo ciclo olímpico, rumo a Pequim 2022? É o que descobriremos aqui no Endörfina Podcast. Aproveitem!

Aug 2, 20182h 31m

ESPECIAL brasileiros no TdF Murilo Fischer

Outro talento que veio do sul do país. Mais exatamente de Brusque, Santa Catarina. O início do seu contato com a bicicleta veio antes mesmo de nascer, quando sua mãe pedalava diariamente, grávida, para o trabalho. Um presente dos pais, a primeira bicicleta foi uma Monark Ranger, que ele foi aos poucos equipando para deixa-la "mais rápida". Anos depois, já com uma mountain bike, começou a fazer trilhas e a levar o esporte a sério. Em 1997, participava de provas de estrada entre as corridas de MTB. Aos 17 anos, com ajuda do amigo e também ciclista, Márcio May, mudou-se para Jaraguá do Sul para se tornar um ciclista "profissional". Os títulos ainda na categoria júnior o levaram até a equipe São Caetano do Sul/Pirelli (SP). Mais sucessos o levaram à melhor estruturada Caloi e, com a ajuda do lendário Sr. Bruno Caloi, partiu para Itália, onde viria a fazer fama e sucesso como atleta profissional, durante 13 anos, no berço ciclismo mundial. O velocista Murilo Fischer é o mais recente brasileiro a participar do Tour de France, sendo o recordista brasileiro de participações e finalizações das "grandes voltas" (3 x Tour, 5 x Giro, 1 x Vuelta), além de cinco participações em Olimpíadas. Conheçam hoje aqui, mais uma história inspiradora de um herói do esporte nacional. Aproveitem!

Jul 26, 20182h 34m

ESPECIAL brasileiros no TdF Luciano Pagliarini

Um craque da bicicleta desde garotinho, Luciano Pagliarini iniciou nas competições através do mountain bike. Após sagrar-se campeão paranaense, foi convidado para integrar a seleção brasileira júnior de ciclismo de estrada. Entre 1994 e 1996, seus resultados impressionam e no campeonato brasileiro deste último ano na categoria júnior, ganha seis medalhas de ouro e uma de prata. Luciano também participa do pan-americano do Uruguai, onde conquistou duas medalhas de prata e duas de bronze. Veio então o convite para integrar a Caloi, que representou por três anos, vencendo mais de 60 provas. Em 1999 assina um contrato com a IMA Cadore Carla Travel de San Donà di Piave para correr na Itália, ainda como amador. Após vencer as dificuldades da adaptação à nova vida na Europa, ele encerra o ano com cinco vitórias e a participação nos jogos pan-americanos de Winnipeg. No ano seguinte, mais seis vitórias importantes no circuito italiano amador, chamam a atenção das equipes profissionais. Em 2001 Luciano assina contrato para representar a equipe italiana Lampre, participando do seu primeiro Tour de France já em 2002. Em 2005 passa a correr pela Liquigaz-Bianchi, participando do Giro D'Italia e do seu segundo Tour. Entre 2006 e 2008 correu pela espanhola Saunier Duval, antes de retornar ao ciclismo brasileiro e se aposentar. Ao todo foram duas participações em Olimpíadas (Atenas e Pequim), 15 títulos brasileiros e memoráveis conquistas como profissional, com vitórias em etapas no Tour da Malásia, na Volta da Múrcia, Tour do Missouri, Tour da Califórnia e a emblemática etapa no Eneco Tour em 2007. Conheça aqui, os detalhes da vida e carreira deste campeão, pai da Aurora e da Vitória. Aproveitem!

Jul 23, 20183h 2m

S2018 Ep 37#37 Fernanda Paradizo

Filha de uma pedagoga, passou grande parte da sua infância e adolescência na escola. Por conta disso, sempre teve muito contato com atividades artísticas. Música, artes, desenho e pintura. Em paralelo praticou judô, handebol, basquete e vôlei. Este último levou mais a sério e federada, chegou a participar de campeonatos. Aos 14 anos perdeu o interesse nas competições, mas nunca o contato com os esportes. Inspirada pelos pais que tocavam piano e pelos irmãos que tocavam violão, chegou a participar de uma banda de música instrumental. Antes dos 17 anos ingressou na faculdade de jornalismo e dois anos depois, esta palmeirense, na faculdade de letras. A agenda obviamente apertada a afastou da música. Então, já trabalhando como revisora da revista Boa Forma, da editora Abril, foi chamada para fazer uma matéria sobre a corrida. A sua vida desde então nunca mais seria a mesma. Para a reportagem, conheçeu o grande técnico e mestre em corrida, Wanderlei de Oliveira, que seria um fator determinante no seu ingresso no mundo das maratonas, como corredora e jornalista. Com vocês, uma das fotógrafas de maratona, corrida e triathlon mais reconhecidas do Brasil, fluente em Latin e especialista em detectar erros de português nas redes socias, minha amiga Fernanda Paradizo.

Jul 19, 20181h 28m

ESPECIAL brasileiros no TdF Mauro Ribeiro

Por conselho do seu pai, desistiu de jogar bola. Lhe faltava a habilidade que anos depois sobrava nas competições de ciclismo que disputou. Incentivado por um amigo, com uma bicicleta emprestada, Mauro iniciava uma longa e vitoriosa carreira no esporte que o consagraria, aqui, na Europa de no mundo todo. Com apenas 18 anos foi campeão mundial na pista, o que motivou seu pai a criar a equipe de ciclismo Cascatinha, em Curitiba, sua cidade natal. Alguns anos depois, os resultados cada vez mais expressivos o levaram a conquistar uma vaga na equipe Caloi e após um ano, passou uma temporada no principal centro de formação de ciclistas da França. De lá saiu com um contrato com a francesa RMO, uma das maiores da época e onde teve o privilégio de pedalar ao lado de Charly Motet e Marc Madiot. E foi durante os seis anos com as cores da RMO que conquistou seus principais resultados, inclusive a gloriosa vitória nos 161km da 9a. etapa da Volta da França, no dia 14 de julho de 1991, entre Alençon e Rennes. Com vocês, o único ciclista brasileiro a vencer uma etapa da Volta da França. Aproveitem!

Jul 16, 20183h 14m

S2018 Ep 36#36 Antônio Chaer

Meu convidado de hoje ingressou no esporte ainda muito jovem. Esse pequeno carioca, então com 14 anos, jogava volei e praticava natação, quando em 1991 experimentou seu primeiro biathlon. O convite partiu de alguns dos seus amigos, Armando Barcellos e Marcus Ornellas! Estreou nas águas geladas de Copacabana e sem muito treino, surpreendeu a todos correndo os 5 quilometros para 20 minutos. Com uma bike toda enferrujada que a mãe lhe comprou, começou a competir provas de triathlon, sempre motivado pelos amigos de treino! Procurou então o técnico Marcelo Borges, o Macaco, com quem permaneceu por sete anos, treinando diariamente ao lado de Fernanda Keller (episódio 1 e especial de aniversário 1 ano Endörfina), Armando Barcellos (episódio 2) e Marcos Ornellas, servindo como uma espécie de sparring para estes grandes campeões! Os resultados como júnior começaram a aparecer. Entre tantos títulos, foi tricampeão carioca e niteroiense de triathlon e biampeão carioca de duathlon. Na época era considerado uma grande promessa do esporte, porém, sucessivas lesões e a falta de apoio o forçaram a encerrar prematuramente sua carreira. Com vocês, um dos juniores mais promissores do meio dos anos 90, medalha de bronze no campeonato mundial de SUP na travessia Molokai-Oahu e pai da Manu, o osteopata Dr. Antônio Chaer.

Jul 12, 20181h 16m

ESPECIAL brasileiros no TdF Renan Ferraro

Em novembro de 1984, meu convidado, um ciclista paranaense, até então com 7 anos de carreira, recebeu uma ligação que mudaria a sua vida para sempre. Do outro lado da linha, direto da Itália, o dono da equipe Malvor Bottecchia Vaporella o convidava para integrar sua equipe e se tornar o primeiro ciclista brasileiro a correr profissionalmente na Europa. Participou então de algumas das mais importantes competições do calendário internacional, tais como, Milão-Torino, Milão-São Remo, Liege-Bastogne-Liege, Flèche Wallone, Paris-Roubaix e o Giro da Itália. Depois do importante título, conquistando a Copa Itália de ciclismo, sua equipe conseguiu as credenciais para participar do Tour de France de 1986, ano do famoso duelo entre o então campeão, o francês Bernard Hinault e o americano Greg Lemond (detalhe: ambos representavam a mesma equipe), e ano também em que a Argentina havia vencido a Copa do México, com a ajuda do melhor jogador do mundo na época, Diego Armando Maradona! Com vocês, o primeiro ciclista profissional brasileiro e primeiro a participar do Tour de France, a lenda, Renan Ferraro.

Jul 9, 20182h 48m

S2018 Ep 35#35 Alberto Klar

Este carioca é considerado o primeiro técnico de triathlon do Brasil. Orientou em 1982 ninguém mais ninguém menos que Marco Ripper, Carlos Roberto Dolabella e Ronaldo Borges, os primeiros brasileiros a participarem do Ironman do Havaí, além de Roger de Moraes (meu convidado no episódio 9) e Luiz Tizano. Treinou também o primeiro Ultraman brasileiro, José Manoel Simões da Costa, que foi 10º do mundo na ocasião. Migrou para a mais lucrativa natação e foi técnico do Esporte Clube Pinheiros durante 15 anos, treinando alguns ícones das piscinas como Jorge Fernandes, Gustavo Borges, Cassiano Leal entre outros. Foi também técnico da seleção brasileira de natação nos jogos de Barcelona (1992) e Atlanta (1996). Autor de 7 livros, entre eles "365 dias nadando diferente" e a coleção "Atividades Aquáticas - Pedagogia Universitária, foi também técnico da triatleta Carla Moreno (esteve comigo no episódio 28) para o jogos de Atenas, em 2004. É membro do conselho da CBTri, professor universiário e atualmente possui sua própria equipe de natação, a AKLAR Team. Com vocês, Alberto Bernardo Klar. Aproveitem!

Jul 5, 20181h 13m

S2018 Ep 34#34 Íris Amoêdo

Paulistana, nascida, criada e educada no clube Ipê de São Paulo, tradicional clube paulistano. Íris teve contato com o esporte desde cedo. Praticou natação, ballet, ginástica olímpica, patinação, vôlei, handebol, tênis. Mas foi no esporte da raquete que competiu até os 16 anos, chegando a ficar entre as 10 melhores brasileiras do juvenil. Se mudou para Santos com a família e aos 16 ingressou na faculdade de Educação Física. Passou pela febre da ginástica aeróbica, participando inclusive de competições e começou a correr na praia quando descobriu que levava jeito para a corrida. Depois de algumas corridas de rua, descobriu que haveria um triathlon na cidade. Seria a etapa santista do Troféu C&A, em 1987. Em 1990, no primeiro Troféu Brasil há exatos 29 anos, foi a grande campeã. Com vocês, a mãe da Maíra, do Lucas, da Maitê, do Murilo e da jovem Mirela: Íris Amoedo Conde. Aproveitem!

Jun 28, 20181h 16m

S2018 Ep 33#33 Rafael Niro

Meu convidado de hoje praticou diversas modalidades esportivas na infância e adolescência, mas foi através de uma prova de aventura, já na faculdade, que ingressou no mundo do endurance. Participou do extinto e saudoso Ecomotion Pro, Cruce de los Andes, Cape Epic e Swiss Epic além de 2 Ironman. Profissionalmente, abriu sua própria agência de MKT esportivo e passou a trabalhar com grandes marcas mundiais. O crescimento econômico do Brasil e a expansão do mercado nacional o forçaram a repensar os rumos da sua carreira. Em 2013 foi então chamado para iniciar as operações comerciais da recém chegada filial brasileira da TREK, uma das maiores marcas de bicicleta no mundo. Atuando hoje como gerente de mkt, num emprego que é sonho de muita gente, Rafael tem a responsabilidade de fortalecer e expandir da presença da marca no Brasil. Com vocês, Rafael Niro Torquato Alves. Aproveitem!

Jun 21, 20181h 31m

S2018 Ep 32#32 Pâmella de Oliveira

Minha convidada de hoje é o que podemos considerar, uma atleta privilegiada. Com dez anos de carreira, já participou de duas olimpíadas sendo a última delas aqui no Rio. Vinda da natação, Pâmella ingressou no triathlon aos 20 anos e vem construindo desde então uma sólida carreira. Nos últimos anos passou a se dedicar também às distâncias do 1/2 Ironman, mais conhecida hoje em dia como 70.3. Alguns dos seus resultados de maior destaque foram a medalha de bronze no pan-americano em 2011, o título de campeã mundial nos jogos militares em 2012, vencedora da etapa da ITU em Huatulco no México em 2013, mesmo ano em que sagrou-se campeã pan-americana em sua cidade natal, Vilha Velha. Ano passado venceu o 70.3 do RJ e este ano, a mesma prova em Florianópolis. Dançarina nata, Pâmella não se aperta nas pistas das baladas que freqüenta, não tão regularmente como gostaria! Com vocês, a moça que, nas próprias palavras, hoje está "casada" com o triathlon. A bela capixaba, Pâmella Nascimento de Oliveira.

Jun 14, 20182h 23m

S2018 Ep 31#31 Marcelo Holcberg

Muito antes do mensalão, da lava jato e da greve dos caminhoneiros aflorarem em solo esplêndido, Marcelo resolveu largar tudo e se mudar para a terra do tio SAM, em busca do seu sonho. Este argentino radicado no Brasil começou no esporte jogando polo aquático e logo passou a correr. O objetivo inicial era perder peso, o que conseguiu com certa facilidade. No ano seguinte, 1982, correu sua primeira prova e se surpreendeu com o bom resultado. Levou os treinos mais a sério e foi quando conheceu o técnico de corrida e percursor das Assessorias Esportivas, o grande Wanderley de Oliveira. A corrida de rua estava começando a se organizar em São Paulo através da criação da CORPORE, da qual fez parte. Participou de 3 Macabíadas (espécie de jogos Olimpicos da colônia judaica) correndo de 800 metros à meia maratona. Trouxe para o Brasil algumas medalhas e marcas importantes. No ano de 1985 teve contato com o triathlon, também através do seu mentor, Wanderley de Oliveira e conheceu alguns dos primeiros triatletas de São Paulo, que haviam procurado o já famoso técnico em busca de orientação. Dois anos depois, em 1987, estava largando sua primeira prova em Campinas, interior de SP. Foi estudar fora do país, continuou correndo, voltou ao Brasil, largou o esporte e se dedicou ao negócio da família para alguns anos depois, voltar a correr. Já não era tão rápido quanto antes, mas viu no esporte das três modalidades a motivação que procurava. Agora sob tutela do prof. Marcos Paulo Reis (episódio 6), voltava ao triathlon. Em 1996 participou nos EUA de uma prova nas distâncias do Ironman, o Great Floridian, e ao cruzar a linha de chegada, teve um momento de luz! Decidiu que iria deixar o Brasil, para montar uma assessoria esportiva em solo americano. Em três meses desembarcava no aeroporo de Miami, de mala e bike! Ouvieremos aqui a história de MARCELO HOLCBERG, 54 anos, pai do Eric, técnico certificado pela USAT (orgão máximo do nosso esporte nos EUA) e proprietário da premiada equipe especializada em triathlon e sediada em Miami, a TRI2ONE. Aproveitem!

Jun 7, 20182h 28m

ESPECIAL Fernanda Keller

Neste episódio ESPECIAL de aniversário do Endörfina, relanço a conversa com a rainha do triathlon brasileiro, Fernanda Keller. Este episódio original foi ao ar no dia 1 de junho de 2017 e nesta versão, remasterizada, você ainda ouve um BÔNUS de 25' onde Fernanda fala sobre os 35 anos do triathlon nacional e os 40 anos do Ironman, prova que a consagrou e colocou o triathlon brasileiro em evidência. Ela ainda conta sobre seus projetos profissionais na TV, internet e sobre os 25 anos do Instituto Fernanda Keller. Ao final, ainda revela uma surpresa para a edição de Kona deste ano. Aproveitem!

Jun 1, 20182h 13m

S2018 Ep 30#30 Nato Amaral

Meu convidado de hoje é um atleta amador, porém, daqueles que leva tão a sério sua paixão pelo esporte, que por muito pouco não poderia ser considerado um profissional. E digo isso não por causa dos seus resultados, que aliás são bastante respeitáveis, mas principalmente pela sua devoção à uma modalidade que ganha cada vez mais destaque a cada ano. Minha teoria é de que nas últimas décadas, as Maratonas, conhecidas como as rainhas das corridas de rua, deixaram de significar o sonho de consumo de uma parcela significativa dos corredores amadores. Como se os 42.185 metros tivessem se tornado, digamos, curtos de mais! As ultra maratonas, que sempre estiveram por aí, foram ganhando cada vez mais notoriedade, junto com o Ironman e toda uma variedade de opções de competições que duram, no mínimo, o dobro do tempo de uma Maratona. São eventos muitas vezes pequenos e para poucos! Uma das excessões nesta esfera das corridas de rua é a Comrades Marathon. E entre todos os latino-americanos que ousaram enfrentar os 90k desta prova realizada anualmente desde 1921 na África do Sul, meu convidado é o único que completou todas as 15 vezes que largou, e está a poucos dias de participar pela 16a. vez da prova, juntamente com mais de 18 mil outros corredores dos quatro cantos do planeta. Hoje ele contará aqui como está sendo esta incrível jornada de total dedicação. Tentarei entender de onde vem tanta força de vontade, disciplina e inspiração para ter dedicado os últimos 15 anos da sua vida a um único objetivo esportivo, uma única prova, da qual não por acaso também é um embaixador. Casado com a Josiane e pai da Carol, de 6 anos, ele concilia com aparente sabedoria sua vida familiar e profissional a uma rotina exaustiva de treinos. Da adolescência como jogador de polo aquático, à patente de segundo tenente pelo CPOR-SP, quando passou a ter contato com a corrida, da passagem pelo triathlon até as Maratonas, da sua estréia na Comrades em 2001 à recente publicação do livro, best-seller, 90km. Com vocês, Paulo Renato Corrêa do Amaral. Aproveitem!

May 31, 20183h 2m

S2018 Ep 29#29 Fernanda Von der Hayde

Quem a vê passando pelas ruas de Blumenau ou mesmo correndo no Parque Ramiro Ruediger, nem suspeita que a moça, além de graciosa e simpática, é dona de uma força de vontade descomunal. Algo que a torna um exemplo de vida para qualquer um de nós, que muitas vezes nos sentimos desanimados por alguma dificuldade que enfrentamos em nossas vidas. Ela se formou em fisioterapia e foi professora universitária. Vivia uma vida "normal" até que aos 21 anos, no auge da juventude, começou a sentir fortes dores nas costas e foi diagnosticada então com uma degeneração avançada na coluna vertebral, o que a levou à primeira cirurgia. Depois de quase 10 anos as dores voltaram a incomodar e ela foi operada pela segunda vez. Poucos meses depois, sofreria uma terceira cirurgia. Fernanda, porém, não estava nem perto de se desanimar. Já recuperada, os médicos então a aconselharam iniciar um trabalho de fortalecimento com pesos, que ela, às duras penas procurava cumprir. Foi quando em 2014, por incentivo do marido Jean, da irmã e do cunhado, começou a correr. Em 2016 decidiu que seguiria os passos do marido e resolveu participar de um triathlon. Passou um ano treinando e competindo algumas provas, participou de três provas de 70.3 e finalmente realizou o sonho de participar de um Ironman, até que em junho de 2017, o destino iria colocar à prova mais uma vez a força de Fernanda! Novas dores na coluna a levaram a descobrir que era portadora de Espondilite Anquilosante, uma inflamação sistêmica e crônica que acomete, principalmente, a coluna vertebral e aos poucos, pode levar à fusão das vértebras e a perda da mobilidade. A Espondilite não tem cura, mas um bom tratamento pode retardar sua progressão. Ao invés de se render às suas limitações físicas, Fernanda resolveu usar o triathlon para ajuda-la não apenas a manter-se determinada e enfrentar a EA (que é como a Espondilite Anquilosante é conhecida), mas também como forma de conscientizar as pessoas de que é possível enfrentar a doença desde que haja força de vontade. Fernanda está há poucos dias de alinhar novamente para a largada do seu segundo IM, também em Floripa, depois de meses bastante complicados. Com vocês, a gigante, Fernanda Roberta Faria Von der Hayde. Aproveitem!

May 24, 20182h 4m

S2018 Ep 28#28 Carla Moreno

Minha convidada de hoje um dia resolveu participar de um triathlon. Escolheu o mais próximo no calendário e estreou logo no quente e úmido Internacional de Santos. Sua falta de prática e experiência não foram suficientes para faze-la se intimidar. Muito pelo contrário, logo na estréia numa prova de triathlon ela foi a quarta mulher a cruzar a linha de chegada! Naquele mesmo ano, 1996, sagrou-se campeã mundial júnior. O triathlon então a havia escolhido para arriscar uma promissora carreira profissional. O destino estava certo e apenas três anos depois, foi prata no pan-americano de Winnipeg, depois vice campeã mundial de aquathlon em 2003, campeã mundial nos jogos militares em 2011, entre outros tantos títulos. Ao todo foi octa-campeã do Troféu Brasil e do Internacional de Santos e realizou seu sonho de menina: participar das Olimpíadas, na estréia do triathlon em Sydney. Hoje, ela contará como foi sua meteórica trajetória como triatleta e os segredos para ter chegado lá! Aproveitem!

May 17, 20182h 38m

S2018 Ep 27#27 Monika Lucena

Aos 26 anos de idade, o acaso a levou a participar da Corrida Alegre, primeiro triathlon realizado em solo nacional. Um inesperado segundo lugar a fez conquistar uma vaga na equipe Company, uma das marcas de vestuário mais icônicas do RJ. No ano seguinte, em 1983, participou do Triathlon Café do Brasil e conquistou a vaga para participar do Ironman do Havaí. Em 1984 foi a primeira brasileira a competir em Kona, com o tempo de 12h16'. A esta altura seus excelentes resultados já não eram surpresa e em 1985 foi primeira campeã brasileira de triathlon. Competiu diversas provas pelo país até 1988, quando participou da sua última prova, um meio Ironman em Kawaii, no Havaí. Com vocês, Monika Lucena. Aproveitem! * * * * ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö * * * * Este episódio é um oferecimento da LAF Corretora de Seguros, a pioneira em seguros de bicicletas no Brasil. Basta mencionar a palavra Endörfina na sua solicitação de cotação que voçê automaticamente ganha um desconto de 5%. Solicite sua cotação hoje mesmo! Esta promoção é válida por tempo limitado. www.LAFSEGUROS.com.br Este episódio também foi um oferecimento da PDALBARS Energy Food. Faça sua compra através do site hoje mesmo e não se esqueça de utilizar o cupom ENDÖRFINABR ao fazer seu check-out! Ganhe um desconto de 10% sobre o valor total da sua compra e colabore com o Endörfina. Promoção por tempo limitado. www.PDALBARS.com.br

May 10, 201854 min

S2018 Ep 26#26 Leandro Macedo

Leandro Corrieri de Macedo (50), é um gaúcho de Porto Alegre apaixonado por futebol e sem sombra de dúvidas, o MELHOR TRIATLETA que o Brasil já teve. Mais um convidado e amigo que possui uma história no mínimo curiosa. Já morando em Brasília, conheceu a corrida por acaso e logo percebeu que corria muito melhor que a grande maioria das pessoas! Surgiu então a oportunidade de ser staff para um amigo numa prova de triathlon. Mas apenas acompanhar não era o suficiente par a ele. Resolveu então estrear no esporte das três modalidades. O destino estava certo! Logo começou a se destacar e a construir uma carreira vitoriosa. Com a ajuda da meditação, prática que abordamos também na conversa de hoje, e muita dedicação, ele foi em 1991 o primeiro campeão do circuito ITU, 4 vezes campeão pan-americano, tri-campeão sul-americano, medalha de bronze no campeonato mundial em 1996, o primeiro triatleta no mundo a correr os 10 mil para baixo dos 31', entre muitos outros títulos! Leandro era tão talentoso e detalhista, que visando melhorar seu desempenho, chegou a projetar algumas das suas bicicletas além de ter sido eleito em 1995 o "melhor do esporte" pelo COB e até chegou a ser cogitado pelo então presidente da ITU, o canadense Les McDonald, para se tornar cidadão canadense a fim de trazer títulos àquele país! Por aqui, foi 6 vezes campeão nacional e com raras excessões, não tinha adversários à sua altura. Com vocês, o cara que é tão gente boa quanto é tranquilo e veloz, o rei do Triathlon Brasileiro, Leandro Macedo! Aproveitem! - - - - ö ö ö ö ö ö ö - - - - Este episódio é um oferecimento da LAF Corretora de Seguros, a pioneira em seguros de bicicletas no Brasil. Contratando um seguro com a LAF, você tem as seguintes coberturas: Roubo durante a pedalada (território nacional) inclusive, quando pedalada por seus dependentes (filhos e cônjuges, expressa e previamente declarados na apólice); Roubo ou furto qualificado dentro da sua residência; Roubo ou furto qualificado durante o transporte; Danos a bicicleta no transporte, desde que ela seja transportada em um rack próprio para bicicletas. Danos à bicicleta, decorrentes de acidente durante uma pedalada; Reparo ou substituição das peças danificadas por acidente ocorridos durante a pedalada; Ouvintes do Endörfina tem uma condição especial na cotação do seguro da sua bicicleta com a LAF. Basta mencionar a palavra ENDÖRFINA na sua solicitação de cotação que voçê automaticamente ganha um desconto de 5%! Solicite sua cotação hoje mesmo. Esta promoção é válida por tempo limitado. www.LAFSEGUROS.com.br Este episódio também é um oferecimento da Pdal Bars, energy food. Em seis sabores originais, as barras de frutas Pdal Bars não possuem glúten, lactose e são veganas. Ouvintes do Endörfina, ganhe 10% de desconto sobre o valor total da sua compra em qualquer pedido feito através do site pdalbars.com.br. Basta utilizar o cupom ENDÖRFINABR ao fazer o seu check-out. Além de se abastecer com um produto de altíssima qualidade, de uma marca 100% brasileira, você ainda colabora com Endörfina. Aproveite então para conhecer as Pdal Bars e se você já conhece, aproveite à oportunidade de comprar na comodidade da sua casa com um preço imbatível! Esta promoção é válida por tempo limitado. www.PDALBARS.com.br

May 3, 20182h 23m

S2018 Ep 25#25 Raíza Goulão

Neste episódio inédito do Endörfina, gravado ao vivo, converso com a super campeã do mountain bike nacional, a grande Raíza Goulão Henrique. Raíza foge do estereótipo do atleta de alto rendimento em vários aspectos. A começar pelo ingresso tardio no esporte competitivo, no caso dela, foi direto para o mountain bike já com 17 anos. Nascida e criada na cidade de Pirenópolis ("a cidade dos Pirineus") interior de Goiás, não teve a facilidade e o incentivo que os jovens deveriam ter para a prática de esportes. Mas o espírito inquieto e sonhador a impulsionou rumo ao esporte que a tornaria a cidadã mais notória de sua cidade, ao lado da dupla Zezé di Carmago e Luciano. Outra característica de Raíza que a difere dos demais é que, até se encontrar cara a cara com a nossa mais respeitada atleta do mountain bike, Jaqueline Mourão, ela não fazia idéia de quem era aquele projeto no qual estava participando para desenvolver seu talento sobre a bicicleta. E foi através da ajuda da própria Jaque que a jovem Raíza começou a viver o seu verdadeiro sonho. Vinda de uma família humilde, Raíza que uma dia sonhou em ser jogadora de basquete e professora de Educação Física, se formou em Administração de Empresas e fazia bicos como garçonete para ajudar a pagar suas contas, enquanto se arriscava no novo esporte. Muito talento e determinação a levaram a seguir, literalmente, outras trilhas. Reconhecida por ter os "pés no chão" (mais uma característica difícil de ser encontrada em atletas do seu nível!), bem versada e muito simpática, a atual campeã panamericana, quinta colocada na Cape Epic e 8a. colocada no ranking da UCI, adora cozinhar para amigos, é super ligada à sua família, responde pessoalmente e interage diariamente com seus fãs através das redes sociais. Uma pessoa com certeza fora do comum que ainda sonha em conquistar o mundo! Aproveitem!

Apr 26, 20181h 46m

S2018 Ep 24#24 Alexandre de Médicis

Em 2018 o Endörfina celebra os 35 anos do Triathlon brasileiro. Tudo começou no Rio de Janeiro, em 1982, com a "Corrida Alegre", idealizada e organizada pelo jornalista carioca José Ignácio Werneck (todos os detalhes de como aconteceu você ouve do próprio, no episódio 12). Largaram cerca de 1000 pessoas, poucas porém, com o objetivo de competir nas três modalidades (natação, corrida e ciclismo – isso mesmo, nesta ordem!). A grande maioria eram nadadores, corredores e até alguns ciclistas que esolheram um ou até dois esportes. Um dos participantes que já sabia sobre o novo esporte, inclusive já havia treinado para a competição, foi o pernambucano radicado no Rio, Alexandre de Médicis. Meses antes, mesmo sem saber que a "Corrida Alegre" um dia aconteceria no quintal de casa, o ex-jogador de polo aquático, tenista e corredor Alexandre e dois amigos, Yllen Kerr e Alberto Francisco começaram a treinar para o novo esporte que surgia no Havaí, o triathlon Ironman. Ouça à interessantíssima história do primeiro triatleta brasileiro! Aproveitem! * * * * ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö ö * * * * Este episódio é um oferecimento da LAF Corretora de Seguros, a pioneira em seguros de bicicletas no Brasil. Basta mencionar a palavra Endörfina na sua solicitação de cotação que voçê automaticamente ganha um desconto de 5%. Solicite sua cotação hoje mesmo! Esta promoção é válida por tempo limitado. www.LAFSEGUROS.com.br

Apr 19, 20181h 14m

S2018 Ep 23#23 Ivan Albano

Este colecionador das revistas americanas Triathlete, não se contentou em ser um Ironman. Para ele, apenas um dia de competição não bastava. Ele queria mais! Então resolveu se aventurar num Ultraman. Três dias nadando, pedalando e correndo. O limite máximo de 12 horas por dia estava bem longe de ser necessário. Ivan precisou de pouco mais de 8 horas por dia para cruzar a linha e chegada em primeiro lugar, no UB515 de 2014, organizado pelo expoente máximo na prova dos três dias (e meu convidado no episódio 15), o grande Alexandre Ribeiro. Venceu mais duas vezes consecutivas a nossa versão do Ultraman e este ano, em fevereiro, sagrou-se vice-campeão do Ultraman da Flórida, onde conseguiu a tão sonhada vaga para Kona. Mas ao invés da prova e outubro, irá participar pela primeira vez da sua irmã maior, o Ultraman do Havaí, que acontece em novembro e que completa 35 anos neste ano. No triathlon desde 1991, quando ainda competia como júnior, até hoje, com 28 provas de Ironman no currículo (6 só em Kona), este paulista de Mogi Mirim vive desde então para o esporte, seja treinando para o próximo desafio, seja orientando e incentivando seu filho David (8 anos) ou seus alunos! Com vocês, IVAN ROBERTO DE CAMPOS ALBANO JUNIOR. Este episódio é um oferecimento LAF Corretora de Seguros. A pioneira em seguros de bicicletas no Brasil. www.LAFSEGUROS.com.br

Apr 12, 20182h 27m

S2018 Ep 22#22 Gianmarco Luiz

Curitibano de 47 anos, ingressou no esporte depois de ter ouvido de um médico, que não deveria praticar atividades físicas por ter algumas veias das pernas muito dilatadas. Em 1986, com 15 anos e contra a vontade da família, decidiu que começaria a correr. Sem treinar, inscreveu-se numa Meia Maratona e cruzou a linha de chegada com 1h32'! A dificuldade em andar na semana seguinte não o desanimou, muito pelo contrário, o fez querer iniciar os treinos do novo esporte. Convenceu então seu pai, o Sr. Jair, não somente a largar o cigarro mas a acompanha-lo nos treinos que fazia no acostamento da BR-277, importante estrada que liga Curitiba a Foz do Iguaçu. Nos dois anos seguintes foi destaque nas provas em Curitiba na categoria júnior, e foi no final de janeiro de 1989 que ele experimentou seu primeiro Triathlon, em Caiobá, por sinal, prova vencida pelo brasiliense Leandro Macedo que naquela época começava a despontar no esporte. Um ano depois e com um pouco mais de treinos na bagagem, no mesmo triathlon do Sesc em Caiobá, obteve a quinta colocação, ainda na categoria júnior. Com o resultado dos treinos e um biotipo ideal, em 1990 já disputava provas a nível nacional, sempre chegando entre os 10 primeiros colocados. Com vocês Gianmarco Luiz, o melhor triatleta paranaense da primeira metade dos anos 90 e ainda recordista dos 5km no Troféu Brasil (estabelecido em 1992)! Aproveitem!

Mar 29, 20181h 48m

S2018 Ep 21#21 Carlos Galvão

Meu convidado e hoje é o brasiliense radicado em SP e ex-jogador de polo aquático, Carlos Galvão. Ele competiu seu primeiro triathlon em 1995 e apenas cinco anos depois, estaria à frente do mais importante passo que o nosso esporte já havia visto até então: a primeira edição oficial do famoso Ironman, em solo tupiniquim! Largaram cerca de 200 participantes que mal sabiam que estavam escrevendo uma página importante na história do triathlon nacional, que este ano completa 35 anos! O Ironman Brasil foi indiscutivelmente um divisor de águas. Uma organização impecável e a sede dos atletas por provas de alto nível, associadas é claro, a uma das marcas mais icônicas do esporte mundial (avaliada em 2015 por US$ 650M !), transformou a arriscada jogada de Galvão e Betinho Azevedo (Track&Field), num business que em 2018, contará com 5 eventos oficiais da marca além de outras 5 provas curtas através do circuito TRIday Series. Com vocês o visionário culpado por cunhar um novo slogan à "Ilha da magia", agora conhecida como a "Capital Brasileira do Triathlon", e o responsável pelo aumento no faturamento dos estúdios de tatuagem dos quatro cantos do país, Carlos Alberto Viana Galvão! Aproveitem! - LINKS MENCIONADOS DA CONVERSA DE HOJE - Unlimited Sports Instagram Unlimited Sports Triday Series Instagram Triday Series Ironman Brasil Clube Paineiras do Morumbi Aladar Szabo Dr. James Peter Gills e Valery Silk Ken Glah Floripa - Ilha da Magia Track & Field Forbes Sports Money Podcast com Andrew Messick, presidente do Ironman Time to Tri e o Ironman

Mar 14, 20182h 5m

S2018 Ep 20#20 Adriano Bastos

Meu convidado de hoje ingressou na corrida por incentivo do irmão mais velho, figura quase que paterna para ele. O desempenho acima da média o levou a encarar os primeiros duathlons em 1993 e logo em seguida vieram os triathlons. Morar próximo à USP foi o ponta pé inicial para tornar os treinos mais acessíveis, bem como o incentivo de Cid Lopes Cardoso, através da sua loja Inside Out Sports (localizada os E.U.A). Cid proporcionou a Adriano uma espécie de bolsa atleta, fornecendo equipamentos, proporcionando uma piscina para os treinos (Projeto Acqua) e um treinador (Marcos Paulo Reis - ouça aqui a fantástica participação dele no Endörifna!). Foi o que coroou a perfomance do jovem triatleta, que em 1997 subiu ao pódio na sua primeira participação no Triathlon Internacional de Santos, com uma 5a. colocação na categoria 17-19 anos. Dono de uma corrida sempre muito forte e com a ajuda do novo treinador, novas oportunidades foram surgindo até que resolveu correr sua primeira Maratona em 1998, em SP. As 2h41min impressionaram a todos, exceto ele, que sentia que ainda estava longe do seu limite! Repetiu o feito em SP no ano seguinte com o mesmo tempo, mas foi na edição de Blumenau, onde fechou com 2h28min, vencendo a categoria, e na de Curitiba, apenas dois meses depois, onde obteve a marca das 2h31min que fizeram com que recebesse a proposta que iria mudar sua vida para sempre. Foi convidado pelo empresário e atleta, João Paulo Diniz, a se tornar um maratonista profissional, representando o Grupo Pão de Açúcar, na época um dos maiores incentivadores privados do atletismo nacional! Com a ajuda da então amiga e futura esposa Renata, Adriano tomou a decisão mais difícil de sua vida até então e resolveu arriscar a nova carreira. O resto é história que ele mesmo conta em detalhes aqui no Endörfina. Em 2017, dezoito anos depois de ter competido sua último triathlon, Adriano resolveu largar a corrida profissional para dedicar-se ao trabalho à frente da sua assessoria esportiva e voltar ao mundo do triathlon. Dedicado e esforçado, hoje ele planeja seus passos no esporte com a experiência de quem construiu uma carreira sólida e vitoriosa, afinal, Adriano não tem pressa e sabe que, por isso, pode chegar bem longe. Ouça Adriano Bastos, o octacampeão da Maratona da Disney falar sobre marketing pessoal, grana, carreira, imagem, trabalho, treinos e muito mais.

Mar 1, 20182h 20m

S2018 Ep 19#19 Rodrigo Roehniss

Formado em Administração de Empresas, Rodrigo viveu um dilema cada vez mais comum nos dias de hoje. Com uma carreira no mercado financeiro a pleno vapor, se viu descontente com o estilo de vida que levava. Em 1996 resolveu começar a correr e transformou o hábito de observar e analisar os diferentes tipos de calçados de corrida disponíveis no mercado, criando para sí uma nova profissão: o consultor de tênis de corrida! Trabalhou em lojas de produtos esportivos e começou a se especializar num produto que a cada dia se torna mais tecnológico e específico. Testa e estuda todos os modelos lançados aqui no Brasil e algumas vezes, no exterior, para poder assessorar as próprias marcas, lojas, vendedores e principalmente consumidores. Presente em diversos meios de comunicação e redes sociais, Rodrigo criou um novo business. Dono de uma visão profissional e privilegiada do mercado de marcas esportivas, passou a agenciar atletas. Hoje possui em sua carteira dois atletas de peso do triathlon, Pâmella Oliveira e Igor Amorelli. Aproveitem!

Feb 15, 20181h 39m

S2018 Ep 18#18 Leonardo Casadio

Corredor desde os 12 anos, este mineiro estreou na corrida do Corcovado em 1981, vencendo sua faixa etária. Aos 14, por acaso, participou do seu primeiro triathlon, a etapa carioca do Circuito Golden Cup! Dono de uma corrida de alto nível, integrou a seleção Brasileira diversas vezes e participou da primeira prova da ITU onde o vácuo foi permitido, em Cleveland no ano de 1995. Támbém praticou em alto nível o mountain bike e pelo Exército Brasileiro, o pentatlo. Ouça a história e as opiniões deste simpático odontologista. Aproveitem!

Feb 1, 20181h 12m

S2018 Ep 17#17 Rebecca Werneck

Rebecca estreou no esporte aos 14 anos e logo começou a vencer algumas importantes provas. Aos 16 anos, em 1989, foi a melhor colocada latino-americana no primeiro Campeonato Mundial de Triathlon, em Avignon, na França. No ano seguinte mudou-se para os Estados Unidos para cursar a faculdade, quando competiu na modalidade de cross-country antes de dar um tempo para cuidar dos três filhos. Alguns anos mais tarde voltou ao triathlon e não parou até hoje. Conquistou diversos títulos em sua categoria, venceu algumas provas, participou de um Ironman em Kona e de diversos mundiais. Hoje Rebecca se dedica especialmente à distância 70.3 e planeja voltar a competir em Kona.

Jan 18, 20181h 7m

S2018 Ep 16#16 Paulo Fontana

No episódio de hoje converso com meu amigo Paulo Sérgio Fontana. Das águas de São Vicente às praias de Ubatuba, no litoral de São Paulo, este surfista de carteirinha ingressou no Triathlon em 1985, já seguindo o caminho do pai, o Sr. Pier Paulo. A disciplina e dedicação herdadas da mãe e o gosto pelos treinamentos fez dele um dos melhores triatletas paulistas no final dos anos 80 e começo dos 90! Este paulistano nasceu para o esporte das três disciplinas. Integrante da famosa equipe SHARP ao lado de feras como Carlos Dolabella e Alexandre Fonseca, e posteriormente da equipe OP (Ocean Pacific), foi além de um grande adversário, um mestre, amigo e parceiro de treinos. Entre 1987 e 1988, passou duas temporadas nos EUA ao lado de ícones do esporte e alguns amigos brasileiros como Fernanda Keller, Dirceu "Lemond" Brandolizi e o próprio Dolabella. Durante meses treinou muito e competiu diversas provas, voltando ao Brasil com uma bagagem invejável. Seu desempenho evoluiu e o colocou na elite do esporte nacional. Conquistou diversas vitórias em sua carreira, até 1994, quando havia completado mais de 120 provas disputadas. Aproveitem!

Jan 4, 20181h 7m

S2017 Ep 15#15 Alexandre Ribeiro (parte 2)

Nesta segunda e última parte da minha conversa com o grande Alexandre Ribeiro, passamos por assuntos muito legais como as 6 vitórias no Ultraman e sua participação na Race Across America. Alexandre conta com a simplicidade e humildade de sempre, como não mediu esforços para atingir seus obejtivos no esporte que se tornou seu estilo de vida. Muita garra e determinação forjaram um atleta de qualidade e personalidade singulares no esporte. Alê também fala da sua preparação física e de como lidou com as poucas lesões em sua carreira. Um exemplo de integridade a ser seguido, conheça mais um pouco desse ser humano incrível. Aproveitem!

Dec 21, 20171h 38m

S2017 Ep 15#15 Alexandre Ribeiro

Aos 10 anos de idade meu convidado de hoje participou de uma corrida de 10km. Aos 13 já corrida meias maratonas e aos 15, maratonas é claro, afinal, já era um corredor experiente! Então, aos 16 chegou a começar os treinos para uma ultra de 100k, mas foi quando soube da participação de três brasileiros no Ironman do Havai (eram Marco Ripper, Ronaldo Borges e o Beto Dolabella), desistiu da Ultra e traçou o objetivo de experimentar o recém descoberto TRIATHLON! Mesmo sem nunca ter participado de um, escolheu Kona! Aos 18 anos viajou para o Havai sem saber que estas ilhas nunca mais deixariam de fazer parte da sua vida. Um dos caras mais simpáticos e queridos do triathlon, pai do KAILLANI, do KAICO e da MAILA, Alexandre Ribeiro. Aproveitem!

Dec 14, 20171h 10m

S2017 Ep 14#14 Antônio Manssur

Hoje recebo o "Homem Biathlon", meu amigo Antônio Manssur Filho! Dono de uma personalidade irreverente, este pai de família e juíz de Direito do Estado de São Paulo compete desde 1988. Ele estima que já foram mais de 500 competições em sua carreira esportiva e não dá sinais de que vá parar tão cedo. Vindo de uma família de advogados, aos 15 anos venceu a primeira corrida à pé da qual participou, no tradicional Colégio Italiano Dante Alighieri de São Paulo, indicando o que viria a se tornar uma de suas marcas registradas: uma corrida muito forte. Ao assistir uma prova de Triathlon no Guarujá, se interessou pela modalidade. Em nossa conversa ele conta como foi esta descoberta, sua primeira competição no Hotel Fazenda Duas Marias no interior de São Paulo e sobre a maneira inusitada como conheceu o carioca Márcio Carrilho, sua primeira amizade no esporte. Manssur participou de provas de todas as distâncias, mas teve maior destaque nas provas então chamadas de Biathlons (natação, corrida) e posteriormente denominadas Duathlons ou Aquathlons. Foi Vice-Campeão Mundial de Aquathlon em 2007 e 2008 no México e Campeão Mundial em 2009 na Austrália. Mesmo competindo com adversários que muitas vezes possuem idade para serem seus filhos, ele ainda dá trabalho e conquista títulos, como por exemplo o de Campeão Brasileiro de Aquathlon ou o título de Vice-Campeão do Troféu Brasil, ambos em 2015, aos 45 anos. Um feito admirável! Este "juíz atleta" ou "atleta juíz" conta sobre o preconceito que enfrenta no ambiente de trabalho e às vezes nas competições. Mas o fato é que sua competência profissional e esportiva nunca foram questionadas. Manssur sempre fez parte da equipe do Esporte Clube Pinheiros, e hoje, aos 47 anos, ainda competindo na categoria profissional, se motiva treinando com a jovem equipe principal do clube, da qual é uma espécie de mentor. Em nossa conversa falamos de família, motivação, Ironman, Olimpíadas, sorte e vício! Manssur diz que "não pensa se vai ou não treinar, simplesmente acorda e treina todos os dias", mesmo que numa rotina puxada e pouco ortodoxa, meu convidado de hoje continua colecionando títulos e histórias. Bons treinos!

Nov 30, 20171h 42m

S2017 Ep 13#13 Reinaldo Tubarão

Meu convidado de hoje é meu amigo Reinaldo Abunasser Bassit, também conhecido como Tubarão. Professor de Educação Física, nutricionista e Doutor em Ciências pela USP, Tubarão foi um boxeador amador campeão e há quase 30 anos se dedica ao triatlhon, mountain bike, maratonas e ultra-maratonas e ao surfe! Conhecido por participar de diversas provas longas, muitas vezes quase na sequência umas das outras, participou do Mountain Bike 12h solo em 1999, correu mais de 30 maratonas, participou 9 vezes da ultra-maratona BR135 (217km) e 15 vezes de provas de Ironman além de 4 vezes do Ultraman UB515. Dono de uma resitência invejável, usa seus treinos e competições para comprovar seus estudos e pesquisas ná área da nutrição. Em nossa conversa ele conta sobre suas aventuras como surfista briguento na adolescência e o que o levou a iniciar no boxe amador. Também conta como encarou o triathlon quando teve contato com a modalidade ainda em 1988. Conversamos sobre sofrimento, motivação e o estilo de vida saudável que ele leva com sua família. Aproveitem!

Nov 15, 20171h 50m

S2017 Ep 12#12 José Inácio Werneck e Dawn Webb

Neste episódio histórico do Endörfina conversei com os pais do triathlon brasileiro. Conheça aqui o casal que foi responsável por descobrir o então novíssimo esporte do triathlon (3 anos de existência) em uma conversa durante uma viagem que o casal fez a Honolulu em 1981, para cobrir a Maratona daquela cidade. Felizmente o espírito empreendedor do jornalista carioca José Inácio Werneck e sua esposa, a inglesa Dawn Webb, os fez ter a idéia de trazer o novo esporte para o Rio de Janeiro. Nascia então o triathlon brasileiro! A primeira edição, chamada informalmente de Corrida Alegre, aconteceu em fevereiro de 1982. Por exigência da Escola de Educação Física do Exército, porém, o ciclismo seria a última modalidade desta primeira prova. Dos quase mil inscritos, cerca de 320 pessoas optaram por participar das três modalidades do evento que começou com 500 metros de natação as 6h45 na Urca. Depois os participantes correram 8km pela praia de Botafogo e pedalaram do Urca até o centro da cidade passando pelo aterro. O primeiro a sair da água foi o falecido nadador olímpico (posteriormente foi cantor e ator Global) Rômulo Arantes (patrocinado para este evento pela Caloi!), seguido de perto por Carlos Roberto Dolabella e Marco Ripper (ambos da equipe HASPA). O caráter da prova foi recreativo (daí o nome) e houve mais de uma largada para quem não queria nadar. Uma matéria de jornal da época relata a participação de uma jovem de 10 anos (Alexandra Viana) e a presença da nadadora, também olímpica, Maria Lenk como espectadora. O "pódio" masculino: Dolabella, Ripper e Rômulo. Um ano depois, em 1983, já na ordem tradicional, Werneck organizou o triathlon Café do Brasil, também no Rio de Janeiro, que contou com a participação de estrangeiros convidados e teve a vitória de Roger de Moraes. O resto é história! Aproveitem!

Nov 1, 20171h 45m

S2017 Ep 11#11 Alexandre Manzan

Neste episódio do Endörfina conversei com outro campeão mundial, o brasiliense Alexandre Manzan. Em 1994, então com 18 anos ele sagrou-se Campeão Mundial Júnior de Duathlon na longínqua ilha da Tasmânia. Um ano antes, já havia vencido o Pan-Americano Júnior de Triathlon, feito que repetiu também em 1994. Vice-campeão do Circuito Mundial de Triathlon em 1996 e campeão de 3 etapas do Circuito Mundial no Japão (1996/98) e em Ilhéus, Bahia (1996); Em nossa conversa Manzan relembra o começo da sua carreira e o talento que descobriu desde cedo. Ele fala também sobre um assunto polêmico: a juventude e a disciplina dos treinos de um atleta profissional. Ele revela de onde surgiu seu gosto por aventura, o que o levou para as provas de X-Terra e de aventura, além de expedições nas mais diversas modalidades e em locais tão distantes quanto o Pico da Neblina e a Antártica. Os cabelos longos foram sua marca registrada, além de uma corrida espetacular, quase sempre na casa dos 30' e baixo. Com um jeito de moleque, a versão triatlética do Menino do Rio, Alexandre Joaquim Fontes Manzan. Aproveitem!

Oct 19, 20171h 29m

S2017 Ep 10#10 Fernando Nabuco

No décimo episódio do Endörfina conversei com Fernando Nabuco de Abreu. Meu amigo desde o começo dos anos 1990, possui uma história muito legal. Filho de um remador Olímpico, começou a nadar aos sete de idade. Aos 17 participou revezamento 4x100m dos jogos Olímpicos de Roma, em 1960. Voltou de lá com um "manual australiano" de treinamento de alto rendimento, que se mostrou revolucionário para os padrões nacionais da época. Foi quanto os estudos e o trabalho falaram mais alto, fazendo com que passasse a dividir seu tempo com os esportes. Passou pelo polo aquático, vela, tênis e até motonáutica. Já um empresário de sucesso, foi lendo o Jornal do Brasil em um voo da ponte aérea que soube da 1. Maratona do Rio de Janeiro, em 1980. Mesmo sem qualquer experiência na corrida, resolveu participar da prova. Três anos mais tarde participou do triathlon Café do Brasil e organizou o primeiro triathlon de São Paulo. Esteve em Kona nos anos de 1984, 87 e 89. Também representou o Brasil nos mundiais de 1990 e 91. Fã incondicional e um estudioso do ciclismo, foi presidente da Confederação Brasileira do esporte e chegou a organizar a Volta do Brasil. Aos 73 anos de idade e em plena forma física, Fernando mantém um estilo de vida saudável até hoje. Em nossa conversa, entre tantas histórias, ele dá sua opinião a respeito do nosso sistema educacional e sobre o dilema que muitos jovens enfrentam sobre tentar carreira no esporte ou se dedicar aos estudos. Aproveitem!

Oct 5, 20171h 12m

S2017 Ep 9#9 Roger de Moraes

Neste episódio especial do Endörfina, recebi Roger de Moraes, um dos primeiros triatletas brasileiros. Em 1983 foi o vencedor do triathlon Café do Brasil, primeira prova organizada no Brasil, realizada na sequência tradicional das modalidades (1k-43k-11k). Filho de militares, nadador, judoca e corredor dos 3000 metros com obstáculos, leu uma matéria a respeito do Ironman do Havaí em 1982 e resolveu então participar desse desafio, na modalidade recém descoberta. Procurou o então técnico de natação do flamengo, Alberto Klar, que o orientou para a sua primeira vitória em 1983 e para o Ironman do Havaí do mesmo ano, onde foi o melhor colocado com menos de 20 anos de idade. A vida nômade em uma família militar forjou em Roger uma personalidade fechada e individualista. O judô lhe trouxe disciplina e comprometimento. O resultado disso tudo veio se concretizar em uma vitoriosa carreira como triatleta até 1992. Leia a seguir um resumo da sua carreira, escrito pela filha Giovanna Nogueira de Moraes e confira no Endörfinabr.com o currículo INCRÍVEL de Roger de Moraes. Aproveitem! "Roger de Moraes foi um dos ícones do Triathlon sul-americano durante a década de 80. Venceu em maio de 1983, aos 17 anos, o primeiro Triathlon oficialmente realizado no Brasil tendo sido naquele mesmo ano, primeiro sul-americano e melhor atleta com menos de 20 anos no Ironman do Hawaii. Entre 1984 e 1985 venceu as mais importantes competições realizadas em território nacional incluindo os Triathlons de Florianópolis (bicampeão), Santos, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília (aonde foi homologado o primeiro recorde sul-americano para a distância olímpica). Ainda em 1985, foi vice-campeão brasileiro no Internacional do Rio de Janeiro, venceu o Triathlon Internacional do Atlântico em Mar Del Plata na Argentina e iniciou uma vitoriosa carreira de competições na Europa enfrentado os maiores nomes do esporte internacional. Em 1986, após ser campeão do Triathlon de Belo Horizonte, retornou a Europa e venceu o Triathlon de Eichstatt, sendo também o terceiro colocado na Copa da Bavária na Alemanha. De volta ao Brasil, venceu em Niterói, o Triathlon do "O Globo" conquistando também, algumas semanas depois, o título de campeão brasileiro no Internacional do Rio de Janeiro e de bi-campeão do Triathlon Internacional do Atlântico em Mar Del Plata em emocionante disputa com o então campeão europeu Dirk Aschmoneit. Em 1987, depois de vencer o circuito Company de Triathlon no Rio de Janeiro, foi campeão do Triathlon Internacional de San Andrés na Colômbia e, durante sua temporada na Europa, campeão dos Triathlons de Schomberg e Wittensee e segundo colocado nos Triathlons de Berlin e de St.Wendel aonde sagrou-se vice-campeão alemão superando grandes nomes da época como Jürgen Zack e Rainner Müller. Ainda em 1987, participou de competições internacionais em Mulhouse na França e Munique na Alemanha chegando respectivamente em terceiro e quinto lugar. Em 1988, depois de competir novamente em Mar Del Plata e na Copa do mundo de Triathlon na Austrália, retornou a Europa para vencer os triathlons de Ammersee, Konig-Ludwig, Kotzting e Schliersee, este último também conhecido como Triathlon Alpino por ser realizado nas íngremes montanhas da Bavária. Neste mesmo ano, após uma temporada de competições bem sucedidas nos Estados Unidos (Triathlons de Los Angeles, Phoenix e San Diego), estabeleceu o novo recorde sul-americano do Ironman (Ironman da Alemanha), com o tempo de 8h55', um dos melhores do mundo naquela ocasião. De 1988 a 1992 competiu em eventos nacionais e internacionais incluindo o Ironman do Hawai e o Triathlon Internacional de Pucon no Chile, interrompendo sua carreira entre no segundo semestre de 1989 até 1991 para concluir seus estudos universitários. Em dezembro de 1992, encerrou sua carreira após um atropelamento ocorrido durante um treino de corrida no Rio de Janeiro e que mesmo depois de várias cirurgias, o impediu de caminhar por dois dolorosos anos. Hoje, 20 anos depois de ter interrompido precocemente sua trajetória de sucesso no Triathlon, ele continua interessado em desvendar os limites do corpo humano. Para melhor compreender o funcionamento do organismo humano diante dos estímulos do exercício físico especializou-se na área tendo concluido o mestrado em fisiologia e farmacologia experimental e o doutorado em biologia celular e molecular. Atualmente é professor e pesquisador na área de fisiologia do exercício e desenvolve projetos de investigação dos efeitos adaptativos do treinamento físico sobre o metabolismo e a reatividade vascular no Laboratório de Investigação Cardiovascular da Fiocruz e no setor de pesquisa clínica do Instituto Nacional do Coração. Além disso, coordena a preparação física de atletas de fundo e lutadores de MMA e é professor na Universidade Estácio de Sá."

Sep 21, 20172h 16m

S2017 Ep 8#8 Liane Beretta

Hoje recebi minha grande amiga, Liane Beretta de Azevedo. Bicampeã Brasileira em 90 e 92 e Campeã Sul-Americana em 1991, Liane foi integrante da Equipe OP e competiu profissionalmente entre 1987 e 1996. Esta Biologa foi uma das primeiras triatletas profissionais de São Paulo. Morando há quinze anos fora do Brasil, a doutora Liane de Azevedo (como é conhecida por lá) e sua família estão hoje no norte da Inglaterra, onde é professora e pesquisadora da atividade física e saúde pública pela universidade de Teesside. Lá ela estuda e ensina as causas e efeitos do sedentarismo no desenvolvimento cognitivo e motor das crianças na primeira infância. Em um trabalho bastante interessante, ela conta como tem ajudado pais e educadores a ter consciência da importância da atividade física para as crianças desde cedo. Aliás, conta também como começou na natação e a importância do incentivo dos seus pais nesse caminho, que viria a culminar com uma bem sucedida carreira de triatleta profissional por quase uma década. Conversamos sobre seus títulos mais importantes, a classificação para Kona em 1996, lesões, acidentes de bicicleta, perseverança e garra. Aproveitem!

Sep 6, 20171h 23m