
DrauzioCast
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Ep 57DrauzioCast #57 | Incontinência urinária
Existem tipos diferentes de incontinência urinária que exigem tratamentos específicos. Ouça o episódio do podcast sobre incontinência urinária. A incontinência urinária é um distúrbio que acomete cerca de 40% das mulheres. Pessoas com esse problema fazem xixi sem ter intenção, seja por não conseguir segurar, seja por exercer algum tipo de esforço. Dr. Drauzio Varella fala mais sobre o distúrbio nesse episódio do DrauzioCast.
Ep 56DrauzioCast #56 | Escabiose (sarna)
A transmissão da sarna humana ocorre por meio do contato com uma pessoa infectada ou por objetos compartilhados. Ouça esse episódio do podcast sobre escabiose. Popularmente conhecida como sarna, a escabiose é uma doença causada por um ácaro parasita, que se alimenta de queratina, presente na superfície da pele. Dr. Drauzio Varella comenta a doença nesse episódio do DrauzioCast.
Ep 55DrauzioCast #55 | Aneurisma cerebral
Dr. Drauzio Varella explica a doença nesse episódio do podcast sobre aneurisma cerebral. Aneurisma cerebral é o nome dado para uma dilatação de uma parede enfraquecida do cérebro. Quem tem pressão alta, diabetes, níveis de colesterol ou triglicérides aumentados possuem risco maior de ter a doença ao longo da vida, mas pessoas que bebem ou fumam também estão no grupo mais vulnerável. Ouça o comentário do dr. Drauzio nesse episódio do DrauzioCast.
Ep 54DrauzioCast #54 | Glaucoma
O glaucoma é responsável por 12% da perda de visão em adultos. Dr. Drauzio Varella comenta sobre a doença nesse podcast sobre glaucoma. A elevação da pressão interna do olho é um dos principais causadores do glaucoma. Pessoas com mais de 35 anos, com pressão alta ou portadores de diabetes são mais propensos a desenvolver a doença. O tratamento inicial é feito utilizando colírios. Tratamento inadequado ou falta de tratamento podem levar à cegueira. Ouça o dr. Drauzio Varella falando sobre o tema neste episódio do DrauzioCast.
Ep 53DrauzioCast #53 | Apendicite
Dor aguda na parte de baixo do abdômen é um dos principais sintomas da apendicite. Ouça o comentário do dr. Drauzio neste podcast sobre apendicite. O apêndice é um órgão localizado próximo ao intestino grosso. Pode ocorrer uma obstrução no local, causando a apendicite, uma inflamação que pode provocar dor abdominal, falta de apetite, febre e náuseas. Na grande maioria dos casos, indica-se operar o mais depressa possível para evitar complicações mais graves. Saiba mais sobre a doença neste DrauzioCast.
Ep 52DrauzioCast #52 | Arritmias
O marcapasso é uma das possibilidades de tratamento nos casos mais graves de arritmia. Ouça o comentário do dr. Drauzio sobre o tema. A arritmia é um distúrbio do coração, caracterizado pela sensação de que o coração deixou de dar uma batida ou que está batendo rápido demais. Na maioria dos casos não apresenta riscos à saúde, mas é preciso acompanhamento médico para verificar com vai a saúde cardíaca. Conheça os principais fatores que podem desencadear o distúrbio nesse episódio do DrauzioCast.
Ep 51DrauzioCast #51 | Herpes genital
Usar preservativos é a principal forma de se prevenir contra o herpes genital. Ouça o comentário do dr. Drauzio no podcast. O herpes genital é responsável pelo aparecimento de lesões na pele e nos órgãos genitais. Uma vez dentro do organismo, na maioria dos casos o vírus permanece com a pessoa até o fim da vida. Dr. Drauzio Varella fala sobre essa infecção sexualmente transmissível (IST) neste episódio do DrauzioCast.
Ep 50DrauzioCast #50 | Catapora
Neste podcast sobre catapora, dr. Drauzio fala sobre o vírus, suas formas de transmissão e explica como é feito o tratamento. Catapora é uma doença comum na infância. Depois de ter a infecção, a pessoa fica imune durante toda a vida. O vírus causador permanece no organismo a e futuramente pode provocar outra doença: a herpes-zóster. Manchas avermelhadas são a principal característica da catapora e, na maioria dos casos, não provoca complicações mais graves. Ouça o comentário do dr. Drauzio sobre o assunto.
Ep 49DrauzioCast #49 | Catarata
O portador de catarata enxerga como se a lente do óculos estivesse embaçada. Dr. Drauzio explica a doença nesse podcast. Catarata é um distúrbio muito comum em pessoas com mais de 50 anos, mas existem outras causas que podem afetar pessoas mais jovens. Diabetes, uso sem prescrição de determinados colírios, inflamações e traumas também podem provocar catarata. Ouça o comentário do dr. Drauzio Varella sobre o assunto.
Ep 48DrauzioCast #48 | Enfisema
Ao receber o diagnóstico, a primeira iniciativa para impedir o avanço é parar de fumar. Ouça o comentário do dr. Drauzio Varella neste podcast sobre enfisema. Na maioria dos casos, o enfisema é provocado pelo cigarro. A falta de ar é uma das principais características da doença. Apesar de não ter cura, existe tratamento para controlar a piora do quadro. Veja também: Dr. Drauzio entrevista especialista sobre tabagismo na velhice
Ep 47DrauzioCast #47 | Alcoolismo na adolescência
Alcoolismo na adolescência é um problema não só para o indivíduo: é uma questão de saúde pública. O uso de álcool pelos adolescentes tem iniciado cada vez mais cedo. Aceito pela sociedade, diferentemente de drogas como a maconha, as bebidas alcoólicas estão diretamente ligadas a acidentes de trânsito fatais. Ouça o comentário do dr. Drauzio nesse episódio do podcast. Veja também: Entrevista com especialista sobre alcoolismo na adolescência
Ep 46DrauzioCast #46 | Cistite
Mulheres são mais vulneráveis à infecção. Saiba mais neste podcast sobre cistite. Cistite é uma infecção por bactéria que afeta a bexiga. As mulheres são as principais afetadas, por terem a uretra mais curta que a dos homens. Urinar logo após as relações sexuais pode auxiliar a eliminar as bactérias que podem “subir” pelo trato urinário.
Ep 45DrauzioCast #45 | Amidalite
Muito recomendada no passada, a retirada das amígdalas só é indicada em casos específicos. Ouça o comentário do dr. Drauzio neste podcast sobre amidalite. Retirar as amígdalas só é indicado quando as inflamações de amidalite são recorrentes e não respondem aos tratamentos convencionais. Febre e dor ao engolir estão entre os sintomas.
Ep 44DrauzioCast #44 | Alimentação saudável
Hábitos antigos, da época em que oferta de alimentos processados era limitada, devem ser retomados: Dê sempre preferência para alimentos naturais. Quem pretende se alimentar de forma saudável deve deixar de lado os processados. Alimentos naturais devem compor refeições dentro e fora de casa. Mudar os antigos hábitos leva tempo e persistência, mas pode ajudar a prevenir diversas doenças ao longo da vida. Veja também: Aprenda a montar o prato ideal para uma alimentação saudável
Ep 43DrauzioCast #43 | Gravidez depois dos 35 anos
Ouça o comentário do dr. Drauzio neste podcast sobre gravidez tardia. Apesar de ser tida como uma gravidez de risco, mulheres com mais de 35 anos podem ter uma gestação tranquila. O acompanhamento médico é essencial para garantir a saúde da mãe e do bebê nesse período. Outra medida recomendada é a ingestão de ácido fólico. Entenda por que no comentário do dr. Drauzio.
Ep 42DrauzioCast #42 | Darwin Explica
Por que preferimos ficar sentados no sofá ao praticar atividades físicas? Ouça o comentário do dr. Drauzio Varella neste podcast sobre sedentarismo. Perder peso e fazer exercícios físicos é a recomendação padrão de todo médico aos pacientes, como forma de prevenção de doenças como hipertensão e diabetes, uma tarefa muito difícil para uma pessoa habituada ao sedentarismo. Ouça o comentário do dr. Drauzio sobre o assunto.
Ep 41DrauzioCast #41 | Sinusite
Beber bastante água é uma das principais medidas contra o problema. Ouça o comentário do dr. Drauzio neste podcast sobre sinusite. A sinusite é caracterizada pela inflamação dos mucos dos seios da face. Vírus causadores de gripes e resfriados, bactérias ou fungos, são os principais agentes que provocam as crises de sinusites. Algumas medidas simples podem auxiliar a aliviar os sintomas da doença. Saiba mais no DrauzioCast.
Ep 40DrauzioCast #40 | Calvície
Mais presente nos homens que nas mulheres, a calvície está diretamente ligada à testosterona. A calvície é um problema que afeta especialmente os homens, pois a testosterona, hormônio sexual masculino, é a maior responsável pela queda do cabelo. Há vários medicamentos que podem ser utilizados, mas ainda não descobriram a cura para essa doença.
Ep 39DrauzioCast #39 | Insônia
A insônia é um sintoma recorrente na vida das pessoas, mas algumas medidas podem te ajudar a evitá-la. O tempo necessário de sono varia para cada indivíduo, mas é muito comum ouvirmos pessoas reclamarem que sofrem de insônia. Algumas medidas simples podem te ajudar a dormir sem interrupções, como por exemplo, não assistir à televisão ou utilizar celular momentos antes de ir para a cama.
Ep 38DrauzioCast #38 | Gota
Problema é causada pelo acúmulo de ácido úrico e afeta principalmente homens adultos. Saiba mais neste podcast sobre gota. Quando o nível de ácido úrico fica elevado, nosso corpo o transforma em “cristais” que se alojam em alguns locais, principalmente articulações, causando dores e inflamações. Esse processo é o que causa a popular gota, um tipo de artrite que acomete na maioria das vezes homens adultos. A doença não tem cura, mas é possível controlar as crises.
Ep 37DrauzioCast #37 | Gastrite
Problema é comum e caracterizada pela inflamação das paredes internas do estômago. Saiba mais neste podcast sobre gastrite. O uso constante de bebidas gasosas, cigarros e do ácido acetilsalicílico podem desencadear a gastrite. Mas existe ainda a possibilidade do sistema imunológico produzir anticorpos que agridem e destroem as células gástricas do próprio organismo. Algumas mudanças no dia a dia podem amenizar os efeitos da doença.
Ep 36DrauzioCast #36 | Fibromialgia
Apesar de ir contra a intuição, fazer atividade física ajuda a diminuir as dores. A principal característica da fibromialgia é a dor crônica, que começa em um determinado ponto e se irradia pelo corpo. Em 90% dos casos a doença atinge mulheres de 30 a 50 anos e está relacionada ao sistema nervoso. Uma das medidas utilizadas para aliviar as dores é a prática regular de atividade física.
Ep 35DrauzioCast #35 | Distimia
Subtipo de depressão, doença é caracterizada pela falta de interesse generalizada e irritabilidade. Ouça o DrauzioCast sobre distimia. Você já ouviu falar em distimia? Ela é um tipo de depressão crônica, caracterizada pela irritabilidade, baixa autoestima e mau humor constante. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são importantes para o controle desse transtorno.
Ep 34DrauzioCast #34 | Quedas e fraturas 2
Dr. Drauzio explica o que fazer em casos de quedas mais graves. Quedas podem exigir imobilização, mesmo que improvisada, até a chegada do socorro. Traumas na cabeça exigem atenção particular por dias após o evento. Veja também: Como aumentar a segurança em casa contra quedas
Ep 33DrauzioCast #033 | Quedas e fraturas 1
Quedas e fraturas são comuns no ambiente doméstico. Dor acima da clavícula após uma queda é uma emergência. Imobilize a pessoa e chame o resgate. Veja no nosso infográfico como aumentar a segurança de casa para evitar esse tipo de ocorrência, principalmente quando há idosos no local.
Ep 32DrauzioCast #032 | Anabolizantes
Anabolizantes mexem com a estrutura hormonal e trazem alto risco de complicações que podem levar à morte.
Ep 31DrauzioCast #031 | Epilepsia
Dr. Drauzio orienta sobre o que fazer em caso de crises de epilepsia. A crença popular diz que a língua de uma pessoa em convulsão durante uma crise de epilepsia pode enrolar, provocando até asfixiamento. Esse mito fez com que muitas pessoas se machucassem tentando ajudar o epilético.
Ep 30DrauzioCast #030 | Lesões na coluna
Um acidente pode causar o rompimento de uma vértebra da nossa coluna, com risco de atingir a medula espinhal. No Brasil, ocorrem 11.500 novos casos de lesão na medula por ano, causando a perda dos movimentos e sensações.
Ep 29DrauzioCast #029 | Mordidas de animais
Apesar dos alertas, acidentes domésticos envolvendo animais e crianças acontecem com frequência. Após uma mordida ou arranhão grave, o mais recomendado é ir a um pronto-socorro.
Ep 28DrauzioCast #028 | Acidentes com crianças
Medidas simples podem evitar a maioria dos acidentes com crianças. Telas de proteção, cadeirinha para carros e guardar produtos de limpezas longe do alcance dos pequenos são algumas das ações preventivas.
Ep 27DrauzioCast #027 | Tomadas e janelas
Ouça dicas de prevenção do dr. Drauzio neste podcast sobre acidentes com crianças. Assim que as crianças começam a engatinhar, são atraídas pelas tomadas elétricas. Casa com crianças precisam ser seguras, mesmo com a presença constante dos adultos. Leia também uma entrevista sobre acidentes com crianças.
Ep 26DrauzioCast #026 | Acidentes de trânsito
Apesar de o país ser tão grande, com estradas por todos os lados, os índices de acidentes são maiores nos centros urbanos. Nossa sociedade tem sido permissiva e complacente com quem dirige embriagado, colocando a vida de todos em risco.
Ep 25DrauzioCast #025 | Queimaduras
Ouça o dr. Drauzio neste podcast sobre queimaduras, um dos acidentes domésticos mais comuns. Queimadura não tem mistério: água fria e corrente para aliviar o ardor na região. Nada de pasta de dente ou outra medida absurda. Mas lembre-se: Procure sempre por atendimento médico para avaliar a extensão e gravidade da lesão.
Ep 24DrauzioCast #024 | Síndrome da Fadiga Crônica
Qualquer pessoa já sentiu cansaço. Porém, em certa intensidade esse sintoma pode se caracterizar como fadiga crônica e precisa ser investigado. Cansaço é uma das queixas mais frequentes dos que procuram os clínicos gerais. Nessas ocasiões, cabe ao médico encontrar uma causa que justifique a falta de disposição. Alguns desses quadros possuem o que chamamos de síndrome da fadiga crônica.
Ep 23DrauzioCast #023 | Rotavírus
Neste podcast sobre rotavírus, dr. Drauzio explica os sintomas da infecção e como prevenir a transmissão. Quando surge um caso de rotavírus, pode ter certeza de que outros vão aparecer. A doença é transmitida via oral ou fecal. Por isso, quem cuida da criança doente precisa lavar as mãos cuidadosamente para evitar o contágio.
Ep 22DrauzioCast #022 | Tosse
Dr. Drauzio dá uma dica de xarope caseiro para tosse. Mas atenção: se o sintoma persistir por mais de 10 dias, é preciso investigar as causas. Tosse é um mecanismo de defesa do organismo. Provocada por diferentes causas — algumas delas sem relação direta com o pulmão, como o refluxo gastroesofágico e a sinusite —, a tosse exige diagnóstico e tratamentos específicos. Inibir as crises com xaropes nem sempre é a melhor conduta. O melhor remédio para tosse é beber muita água. Quanto mais hidratado você estiver, mais fácil [será] eliminar o muco e mais eficiente vai ser o mecanismo da tosse. Em segundo lugar vêm os xaropes broncodilatadores, porque eles aumentam o calibre das vias aéreas e facilitam a eliminação do muco. Veja também: Tosse crônica | Entrevista Em geral, não se deve tomar xarope para bloquear a tosse; a tosse é uma defesa do organismo, e é lógico que não faz sentido bloquear essa defesa. Os xaropes caseiros e os chás são sempre bem-vindos, porque vão atuar principalmente na hidratação. A receita mais popular de xarope caseiro leva duas colheres de sopa de açúcar, meio copo de água e metade de um limão espremido. Derreta o açúcar no fogo até ficar caramelado e acrescente o suco de limão — o limão vai ajudar na expectoração e na hidratação. Este xarope não deve ser usado por pessoas diabéticas; [mas] ele pode ser usado o dia inteiro pelos outros [que não têm diabetes], conforme a intensidade da tosse. Mas, lembre-se: é importantíssimo identificar a causa de qualquer tosse que dure mais de dez ou quinze dias. Em geral, as pessoas acham que estão tossindo por causa de resfriado ou gripe. Nem sempre é verdade. Tosse por tempo prolongado exige consulta médica para diagnóstico.
Ep 21DrauzioCast #021 | Repouso e dor ciática
Segundo estudo, apesar de parecer a medida mais adequada, ficar em repouso não diminui a intensidade nem a duração da dor ciática. Saiba mais. A prática de cair de cama por causa de dor nas costas — a chamada dor lombar baixa — foi abalada por uma série de estudos que deixaram claro que ficar deitado não diminui a intensidade nem a duração do quadro de dores nas costas. Um grupo de pesquisadores holandeses estendeu essa conclusão para os casos de dores ciáticas. Neste estudo consideraram como ciática a dor com pelo menos duas das seguintes características: * Dor que se irradia da coluna lombar para a parte posterior da coxa e perna; * Aumento da dor na perna com a tosse, espirro ou estiramento da coluna; * Diminuição da força muscular na perna; * Perda de sensibilidade ou diminuição dos reflexos na região afetada; * Aumento da dor com a manobra de elevar o membro inferior esticado, com o paciente deitado — você deita e leva o membro inferior lá para cima. O trabalho avaliou a resposta de 183 pessoas com dor ciática, divididas em dois grupos: repouso ou atividade. Neste caso, entende-se por repouso o fato de permanecer deitado o dia todo — de lado, com um travesseiro sob a cabeça — e só sair para o banho e as necessidades durante duas semanas; a metade que permaneceu ativa foi orientada para sair da cama sempre que a dor permitisse, mas sem estirar a coluna, para evitar que ela [a dor] aumentasse. Se conseguisse, podia voltar ao trabalho. Depois de duas semanas, 70% do grupo em repouso e 65% dos que se mantiveram em atividade melhoraram; a diferença foi insignificante. Depois de 12 semanas, 85% dos doentes de cada grupo estavam melhor. As avaliações de intensidade da dor; o uso de analgésicos; outros sintomas; a função do membro acometido; e a necessidade de cirurgia e de falta no trabalho foram idênticas nos dois grupos. A conclusão é a seguinte: em caso de dor ciática, assim que os sintomas permitirem, não faz diferença voltar gradativamente à atividade física ou permanecer de cama até a dor desaparecer. Veja também: Por Que Dói? #10 | Dor nas costas
Ep 20DrauzioCast #020 | Óleo de rícino
Já ouviu falar que essa substância é boa para dores articulares? Dr. Drauzio comenta neste podcast sobre óleo de rícino. Alguns anos atrás uma senhora que sofria de reumatismo me contou ter sido tratada com óleo de rícino. Isso mesmo. Duas vezes por semana ela ia ao consultório e o médico perguntava “hoje a senhora prefere o vermelho ou o alaranjado?”. Vermelha era a cor do pote que continha óleo de rícino com groselha; no outro, o óleo vinha misturado com essência de laranja, para disfarçar o gosto insuportável. Tenho uma novidade: o mais desconcertante é que a senhora estava convencida que, graças à ação do famigerado óleo, as dores estavam em período de acalmia. Óleo de rícino é dotado de atividade anti-reumática? É pouco provável, mas a medicina naquele tempo oferecia recursos pequenos e não era baseada em evidências experimentais como a de hoje. Os médicos adotavam condutas e receitavam remédios com base em teorias jamais comprovadas cientificamente, ou de acordo com ideias pré-concebidas em experiências pessoais. Veja também: Homeopatia previne doenças? | Checagem Parte expressiva desse entulho do empirismo ainda se acotovela nas prateleiras das farmácias, sob rótulos de protetores do fígado, fortificantes, revitalizadores, complexos vitamínicos e de mirabolantes associações de panacéias que apregoam no rádio e na TV curar males tão diversos, como falta de memória, fraqueza, irregularidades menstruais, gripes e doenças do fígado. O caso da vitamina C é um bom exemplo. Nos anos 1970, o cientista Linus Pauling lançou a ideia de que vitamina C em doses altas melhoraria a imunidade, preveniria gripes, resfriados e até câncer. Embora Pauling tenha sido agraciado duas vezes com o prêmio Nobel — o de Química e o da Paz —, ele entendia de medicina quanto eu de pontes e de barragens. O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C, porque usuários contumazes que passam dois anos sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor. Quem teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias, enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo. O uso de vitamina C alardeado por Pauling ainda rende centenas de milhões de dólares em vendas anuais, mas não foi suficiente para livrá-lo do câncer de próstata no fim da vida, nem demonstrou qualquer eficácia na prevenção ou tratamento de gripes e resfriados em nenhum estudo científico realizado.
Ep 19DrauzioCast #019 | Fome e evolução
Convivemos com dores crônicas, mas quando o assunto é aguentar a fome… É mais fácil suportar dores crônicas do que a fome. 40 anos de clínica me ensinaram que geralmente somos patifes para dores agudas de forte intensidade. Vi doentes rolar no chão e suplicar a Deus que se lembrasse deles no auge de uma cólica renal. Em compensação, muita gente convive com dores crônicas na coluna, cólicas abdominais, episódios repetitivos de enxaqueca sem lamentar a sorte. A persistência do quadro doloroso mobiliza reações incríveis nos organismos que sofrem dele; já com a fome, não é assim. Quando a fome aperta, o prazer de estar vivo desaparece. A baixa resistência à fome, quando comparada a capacidade de enfrentar a dor, tem raízes evolucionistas. No melhor estilo darwiniano, num mundo de predadores, quem não consegue caçar é predado precocemente e tem menos chances de deixar descendentes. Como a história da humanidade é uma longa sucessão de epidemias de fome, nossos ancestrais acabaram desenvolvendo alguns recursos para fazer frente às épocas das vacas magras. Dois destes mecanismos de adaptação constituem o grande suplício dos que pretendem perder peso num mundo com oferta abundante de alimentos como o nosso. Veja também: Buscar prazer na comida é normal; o problema é sentir culpa depois O primeiro é o retardo da ativação dos circuitos de neurônios que convergem para uma área cerebral considerada o centro da saciedade. Para manter o peso, o ideal seria que esse centro fosse acionado ao ingerirmos a última caloria necessária para cobrir as necessidades energéticas diárias do organismo, e o apetite desaparecesse imediatamente até o dia seguinte — mas isso não acontece. O centro da saciedade demora para ser ativado, e aí nós conseguimos comer o terceiro prato de feijoada. A segunda armadilha é que a quantidade de energia gasta em repouso varia de um corpo para o outro. Há pessoas que consomem muita energia em repouso; outras, consomem pouco. As primeiras, por esbanjarem calorias, terão mais dificuldade de engordar. As outras, por serem econômicas no consumo, ganharão peso com mais facilidade. Além de maldizermos nossos pais pelo legado que nos deixaram, aparentemente nada pode ser feito para modificar essa característica genética do equilíbrio energético individual.
Ep 18DrauzioCast #018 | Confissão sobre o cigarro
Apesar de ser muito conhecido por alertar sobre os malefícios do tabagismo, neste DrauzioCast o dr. Drauzio faz sua confissão sobre o cigarro. Vou fazer uma confissão: eu fui dependente de nicotina durante 20 anos. Comecei ainda adolescente, porque não sabia o que fazer com as mãos quando chegava às festas. Era início dos anos 60 e o cigarro estava em toda parte: televisão, cinema, outdoors e com os amigos. O jovem que não fumasse estava por fora. Um dia, na porta do colégio, um amigo me ensinou a tragar. Fiquei meio tonto, mas saí de lá e comprei um maço na padaria. Caí na mão de um fornecedor por duas décadas. 20 cigarros por dia — às vezes mais. Fiz o curso de medicina fumando. Naquela época começavam a aparecer os primeiros estudos sobre o efeito do cigarro no organismo, mas a indústria tinha equipes de médicos encarregados de contestar sistematicamente qualquer pesquisa que demonstrasse a ação prejudicial do fumo. Esses cientistas de aluguel negavam até que a nicotina provocasse dependência química — veja só, negavam que provocasse dependência química, desqualificando o sofrimento da legião de fumantes que tenta largar e não consegue. Nos anos 70 eu fui trabalhar no Hospital do Câncer de São Paulo. Nesse tempo, a literatura científica já havia deixado claro a relação entre o fumo e diversos tipos de câncer. Já se sabia até que, de cada três casos de câncer, pelo menos um é provocado pelo cigarro. Apesar do conhecimento teórico e da convivência diária com os doentes, continuei fumando. Quando me perguntavam “mas você é cancerologista e fuma?” eu ficava sem graça e dizia que ia parar. Só que esse dia nunca chegava. A droga quebra o caráter do dependente. Veja também: Dicas para controlar as crises de abstinência de nicotina
Ep 17DrauzioCast #017 | Lavai as mãos
Lavar as mãos é uma medida simples, ensinada desde cedo, mas que vai perdendo espaço com o tempo. Ainda assim, é uma das atitudes que mais contribui para a saúde pública. De todas as recomendações maternas, a de lavar as mãos talvez seja a mais desobedecida. Parece pirraça. É só entrar numa lanchonete da cidade, botequim de bairro ou restaurante caro e contar quantos lavam as mãos antes de atacar um hambúrguer, a batata frita, o pãozinho com manteiga. Se todos lavassem as mãos com água e sabão — qualquer sabão —, antes de manipular os alimentos, muitas doenças seriam evitadas. É o caso das gripes e resfriados. A pessoa chega na festa e avisa: “não me beijem, que estou gripada”, e sai apertando a mão de todos os convidados. Seria muito melhor que desse o rosto a beijar; na face, o vírus não está. Em compensação, as mãos estão repletas dele. Quem fica gripado assoa e coça o nariz o tempo todo. Como consequência, os incautos que apertaram a mão infestada, ao coçar o próprio nariz ou os olhos, semearão as partículas virais diretamente nas mucosas. Veja também: Como lavar as mãos corretamente É possível que sejamos tão remitentes em lavar as mãos porque vírus, fungos e bactérias são seres minúsculos. No fundo, acho que não acreditamos na existência deles. Mas fica um pouco chato. É chato manter essa descrença há mais de 300 anos depois da descoberta do microscópio. Uma medida tão simples — como a lavagem das mãos — tem grande importância à saúde pública. Por exemplo, se fosse possível convencer todos os que trabalham nos hospitais, principalmente médicos e enfermeiras, de que antes e depois de pegar numa pessoa doente as mãos precisam ser lavadas, haveria uma grande diminuição no número de infecções hospitalares. Se conseguíssemos ensinar as mães a tomarem o mesmo cuidado antes de tocarem em qualquer coisa que vá à boca do bebê, haveria redução importante na mortalidade por diarréia infantil no país.
Ep 16DrauzioCast #016 | Nossa insignificância
Avanços na genética mostraram que o genoma humano e dos ratos na verdade é muito semelhante. Mulheres e homens têm apenas 30 mil genes — o mesmo número que os camundongos que caçamos nas ratoeiras. A divulgação desse dado pelo Projeto Genoma foi um balde de água fria no orgulho humano. Imaginávamos que tivéssemos pelo menos 100 mil genes. A bem da verdade, já sabíamos que cerca de 99% de nossos genes são idênticos aos do chipanzés; mas os chimpanzés são, por assim dizer, seres mais humanos: formam comunidades com cultura própria; utilizam instrumentos rudimentares. Mas, admitir que nosso genoma é formado pelo mesmo número de genes dos ratos, e que somente 300 genes são responsáveis pelas diferenças entre nós e eles, é uma humilhação inaceitável. Veja também: Entrevista completa sobre a história da Genética A visão antropocêntrica, segunda a qual a vida na Terra teria evoluído dos seres unicelulares para indivíduos cada vez mais complexos até chegar ao homem, é um mau entendimento das leis da natureza. No ranking revolucionário não existe primeira posição. A prova é que as bactérias foram os primeiros habitantes do planeta, e não só ainda estão aí, como representam mais da metade da biomassa terrestre. Quer dizer, se somarmos os pesos de todas as bactérias, obteremos mais da metade da massa de todos os demais seres vivos somados — incluindo nós, as árvores e os elefantes. O Homo sapiens é simplesmente uma entre milhões de espécies. Nascemos há cinco milhões de anos — um segundo evolucionário comparado aos quatro bilhões de anos de existência das bactérias. Não fizemos nenhuma falta à vida na Terra durante praticamente toda a existência dela, e se um dia formos extintos nenhuma formiga, cigarra ou besouro chorará a nossa ausência. A evolução continuará seu caminho inexorável de competição e seleção natural, como ensinou Charles Darwin.
Ep 15DrauzioCast #015 | Voz
Convivência influencia a forma como a voz se desenvolve. Ouça neste DrauzioCast. Como as impressões digitais, a voz é uma característica individual que não se repete idêntica em nenhuma outra pessoa. Há vozes parecidas, mas absolutamente iguais, nunca. Nossa voz é nossa marca e pode revelar a personalidade e o estado de espírito de quem fala. A voz se modifica durante a vida e certos distúrbios vocais podem ser corrigidos. Do ponto de vista físico, o processo de produção da voz é igual para todos: respiramos, o ar vai para os pulmões e na volta encontra as cordas vocais, que vibram com sua passagem e produzem um som; ao percorrer as cavidades de ressonância (que são diferentes de um indivíduo para o outro) este som adquire características peculiares da voz de cada um. Veja também: Leia uma entrevista completa sobre cuidados com a voz Outras áreas do corpo — faringe, boca, língua, dentes e o nariz — estão envolvidas no processo de emissão da voz. Elas ajudam a produzir todos os fonemas vocálicos, com os quais formamos sílabas, palavras, frases, textos para comunicar o que pensamos e sentimos. O tipo de educação e a convivência com outras pessoas também ajudam a moldar a voz, por isso é comum encontrar vozes parecidas dentro da mesma família. Neste caso, estão associados fatores genéticos e ambientais. Existem casos de pessoas não consanguíneas que têm vozes parecidas. É frequente o fenômeno ocorrer com pais e filhos adotivos, ou mesmo com amigos, porque a voz também vai sendo moldada com a convivência. Esse processo que ajuda a moldar nosso comportamento, nossos gestos e nossa voz aos do interlocutor, sempre que houver empatia entre duas pessoas, chama-se convergência.
Ep 14DrauzioCast #014 | Anorexia
Preocupação exagerada com o peso leva a comportamentos nocivos que podem ser fatais. Dr. Drauzio comenta neste podcast sobre anorexia. Anorexia nervosaé um distúrbio alimentar resultado da preocupação exagerada com o peso — o peso do corpo — que pode provocar problemas psiquiátricos graves. A pessoa se olha no espelho e, embora esteja magra, ela se vê obesa. E com medo de engordar mais, exagera na atividade física, faz jejum, vomita, toma laxantes e diuréticos. Os portadores de anorexia podem chegar rapidamente a um grau extremo de desnutrição; nessa fase, o índice de mortalidade chega a atingir 15% a 20% dos casos. A anorexia nervosa se manifesta principalmente em mulheres jovens, embora possa acometer também os homens — mas a ordem [é] de 10 mulheres com anorexia para cada homem. Veja também: Ouça o Entrementes sobre anorexia Há uma predisposição genética, mas na verdade, o que acaba levando a essa magreza absoluta é a moda atual, que elegeu a magreza como símbolo de beleza e elegância; também a pressão do grupo social em cima das meninas [como por exemplo]: “ah, você está gordinha, precisa emagrecer… precisa emagrecer”. Isso acaba alterando e provocando, às vezes, modificações nos mediadores químicos liberados no cérebro, chamados neurotransmissores, como a serotonina e a noradrenalina. Muitas vezes os familiares só percebem o que está acontecendo por acaso, quando surpreendem as meninas com pouca roupa e veem que o corpo está esquelético, pele e osso. Elas, em geral, disfarçam o emagrecimento usando roupas largas e soltas, e justificam a recusa em participar das refeições em casa dizendo que já comeram ou [que] não estão com fome. Perda de peso exagerada em pouco tempo, preocupação excessiva com o valor calórico dos alimentos, interrupção do ciclo menstrual, prática de atividade física exagerada, depressão, síndrome do pânico, pele seca e coberta de pelos que mais parecem penugens são outros sintomas da anorexia nervosa. No caso de risco de vida por causa da caquexia, do emagrecimento excessivo, dos distúrbios psiquiátricos, pode haver internação hospitalar.
Ep 13DrauzioCast #013 | Bursite
Inchaço e dor forte são os principais sintomas. Conheça medidas de tratamento neste podcast sobre bursite. Bursite é a inflamação da bolsa sinovial. A bolsa sinovial é uma estrutura que envolve as articulações — ela é cheia de líquido — e funciona como um amortecedor entre os ossos, tendões e os tecidos musculares. A bursite acomete principalmente os ombros, os cotovelos, os quadris e os joelhos. Os sintomas mais comuns são dor, inchaço e restrição de movimentos. Entre as causas possíveis estão os traumatismos (em primeiro lugar), as infecções, as chamadas lesões por esforço repetitivo — ou LERs, aquelas [em] que vai repetindo o esforço, vai repetindo até traumatizar a bolsa sinovial — e o uso excessivo das articulações. Enfermidades como artrite e gota podem estar associadas às crises de bursite — a artrite, por causa da inflamação que provoca nas articulações; e a gota, como consequência do depósito dos cristais de ácido úrico que se acumulam na articulação. O tratamento das bursites deve ser feito sob orientação médica e inclui o uso de anti-inflamatórios, relaxantes musculares, aplicação de gelo — o gelo é sempre um ótimo anti-inflamatório — e redução dos movimentos na área afetada. A fisioterapia pode ajudar bastante, desde que os exercícios sejam orientados por profissionais especializados. Casos mais graves podem exigir intervenção cirúrgica. Fica aqui uma recomendação importante: não se automedique. Medicamentos como os analgésicos e anti-inflamatórios podem ter efeitos colaterais adversos, se tomados sem controle médico.
Ep 12Caspa 2 | DrauzioCast #12
Dr. Drauzio dá algumas dicas sobre como evitar a caspa, aqueles fragmentos brancos que se desprendem do couro cabeludo. A dermatite seborreica não é sinal de falta de asseio, nem a caspa prenúncio de queda de cabelo, mas pode criar constrangimentos aos portadores dessa afecção inflamatória da pele, causada pelo excesso de oleosidade produzido pelas glândulas sebáceas ou por fungos… pela presença de fungos na pele. Veja algumas medidas simples que podem ajudar a diminuir as crises de dermatite seborreica e diminuir o desconforto: * Evite a ingestão de alimentos gordurosos e bebidas alcoólicas; * Não tome banhos muito quentes e enxugue-se bem antes de se vestir, porque a umidade pode ser fator desencadeante das lesões; * Prefira as roupas que não retém suor; tecidos sintéticos costumam ser contraindicados para quem tem tendência à dermatite seborreica; * Tente controlar o estresse físico e mental e a ansiedade; * Retire completamente o shampoo e o condicionador dos cabelos sempre que lavar a cabeça; * Passe óleo mineral na cabeça do bebê antes de remover a crosta láctea e troque suas fraldas com frequência. O contato úmido da fralda com a pele da criança pode favorecer o aparecimento de erupções cutâneas; * A presença de caspa pode ser controlada com a aplicação de alguns produtos especiais de uso local, indicados por um médico.
Ep 11Caspa 1 | DrauzioCast #11
Dr. Drauzio explica o quadro clínico desses pequenos fragmentos brancos que se desprendem do couro cabeludo. Ouça no podcast sobre caspa. A dermatite seborreica é uma afecção crônica, inflamatória e superficial da pele que se manifesta em partes do corpo, onde existe maior produção de óleo pelas glândulas sebáceas; ou a presença de um fungo chamado pityrosporum ovale — nome complicado. A doença também conhecida pelo nome de seborreia, caspa ou eczema se manifesta sob a forma de lesões avermelhadas, que descamam e coçam, principalmente no couro cabeludo, sobrancelhas, barba, perto do nariz, atrás e dentro das orelhas, no peito, nas costas e nas dobras de pele — axilas, virilhas e debaixo dos seios. No couro cabeludo essa descamação é seca, pode soltar-se e cair em pequenos fragmentos dando origem ao que todo mundo conhece com o nome de caspa. Nos bebês, a dermatite seborreica provoca a formação da crosta láctea, uma placa gordurosa que adere ao couro cabeludo, mas que pode também aparecer na região das fraldas. A causa da dermatite seborreica não é muito bem conhecida. Sabe-se que alterações hormonais, estresse, clima seco, frio e mudanças bruscas de temperatura podem agravar o quadro. Ainda não se conhece um tratamento para a cura definitiva da doença — que não é contagiosa —, mas existem medicamentos específicos para a pele e o couro cabeludo capazes de controlar os sintomas.
Ep 10Cirrose | DrauzioCast #10
Doença pode ser fatal; portanto, é essencial diagnosticar o quanto antes para iniciar o tratamento rapidamente. Saiba mais neste podcast sobre cirrose. Cirrose é uma doença crônica do fígado que se caracteriza por fibrose e formação de nódulos que bloqueiam a circulação sanguínea no interior do fígado. O fato de o fígado passar a produzir tecido de cicatrização no lugar das células saudáveis — que morrem — compromete o desempenho de suas funções básicas e essenciais. Veja também: Entrevista sobre transplante de fígado O uso abusivo de álcool é a principal causa da cirrose hepática, mas não é a única. Existem outras, como as hepatites crônicas, provocadas pelos vírus B e C; a hepatite autoimune; algumas doenças metabólicas e vasculares; o uso de determinados medicamentos; e ainda a cirrose biliar primária — que já se instala de cara no fígado, sem qualquer outra causa aparente. Durante muito tempo a cirrose pode evoluir sem sintomas; quando eles se manifestam é porque a doença já se encontra avançada. Náuseas, vômitos, perda de peso, dor abdominal, prisão de ventre, cansaço, fígado aumentado, olhos e pele amarelados, urina escura — cor de coca-cola —, perda de cabelo, inchaço (principalmente nas pernas) e ascite — ou barriga d’água — são alguns dos sintomas mais importantes. Nos casos mais avançados ainda, pode ocorrer a chamada encefalopatia hepática — que é uma síndrome que provoca alterações cerebrais, causadas pelo mau funcionamento do fígado.
Ep 9Sintomas do câncer de Intestino | DrauzioCast #9
Sintomas do câncer de intestino variam muito, vão de enfraquecimento a prisão de ventre. O intestino possui duas grandes regiões: uma parte mais fina, chamado intestino delgado, que está relacionada com a digestão e a absorção dos alimentos; e uma mais grossa, o intestino grosso, responsável pela absorção de água, armazenamento e eliminação dos resíduos da digestão. Veja também: Vídeo mostra como é feita uma colonoscopia Câncer na região mais fina do intestino — no intestino delgado — é muito raro; em compensação, na parte grossa é muito frequente. A doença começa sempre com uma lesão benigna, que vai evoluindo lentamente até se transformar num tumor maligno. Nessa fase de benignidade, que é longa, é possível retirar a lesão e acabar com o problema — o que é feito nas colonoscopias, quando, com um aparelho, o endoscópio, se entra dentro do cólon do intestino grosso e se retiram esses pequenos papilomas benignos. Câncer de intestino é traiçoeiro, quando se manifesta já é razoavelmente grande, porque na fase inicial ele costuma não dar sintoma nenhum. Dependendo da localização os sintomas mudam. Se ele estiver situado do lado direito do intestino, os principais [sintomas] são enfraquecimento, anemia e alteração da frequência das evacuações; se estiver do lado esquerdo, há alteração no ritmo intestinal, com predominância da prisão de ventre; já se ele é muito baixo, [se] estiver no intestino reto, o principal sintoma é o sangramento.
Ep 8Baixa umidade do ar | DrauzioCast #8
Baixa umidade relativa do ar traz uma série de prejuízos ao organismo humano, desde doenças respiratórias até problemas cardíacos. Veja como evitar. Quando o tempo fica seco, o corpo humano sente rapidamente os efeitos, como olho seco, dores de cabeça e problemas mais graves que afetam o coração. Vale ouvir as recomendações do dr. Drauzio para amenizar os sintomas.