PLAY PODCASTS
João Salaviza (parte 1): “Perdermos a capacidade de espanto é uma tragédia individual e social. O cinema pode devolver-nos perguntas e o espanto”

João Salaviza (parte 1): “Perdermos a capacidade de espanto é uma tragédia individual e social. O cinema pode devolver-nos perguntas e o espanto”

A Beleza das Pequenas Coisas · Expresso

March 15, 202449m 6s

Audio is streamed directly from the publisher (traffic.omny.fm) as published in their RSS feed. Play Podcasts does not host this file. Rights-holders can request removal through the copyright & takedown page.

Show Notes

Há dez anos que o realizador João Salaviza, e a companheira Renée Nader Messora, filmam o povo indígena Krahô, no Brasil. A sua nova longa-metragem, “A Flor do Buriti”, que ganhou o “Prix d´Ensemble”, em Cannes, é o resultado dessa longa relação com os Krahô, com estreia marcada para o próximo dia 23 de março nos cinemas. Uma obra que nos transporta até à aldeia da Pedra Branca, na região de Tocantins, no Norte do Brasil, e que nos confronta com a cultura e a história de resistência dos Krahô durante séculos de invasões, massacres e roubos. Salaviza, que já foi premiado por outros filmes no passado com o “Urso de Ouro” e a “Palma de Ouro”, conta-nos neste podcast como tudo mudou na sua vida e na sua obra nesta última década, depois de conhecer Renée e o povo Krahô, que o batizou a si e à sua família com nomes indígenas e o inspiraram a mudar o foco do seu cinema. 

See omnystudio.com/listener for privacy information.

Topics

Há dez anos que o realizador João Salavizae a companheira Renée Nader Messorafilmam o povo indígena Krahôno Brasil. A sua nova longa-metragem“A Flor do Buriti”que ganhou o “Prix d´Ensemble”em Cannesé o resultado dessa longa relação com os Krahôcom estreia marcada para o próximo dia 23 de março nos cinemas. Uma obra que nos transporta até à aldeia da Pedra Brancana região de Tocantinsno Norte do Brasile que nos confronta com a cultura e a história de resistência dos Krahô durante séculos de invasõesmassacres e roubos. Salavizaque já foi premiado por outros filmes no passado com o “Urso de Ouro” e a “Palma de Ouro”conta-nos neste podcast como tudo mudou na sua vida e na sua obra nesta última décadadepois de conhecer Renée e o povo Krahôque o batizou a si e à sua família com nomes indígenas e o inspiraram a mudar o foco do seu cinema.