
O Futuro do Futuro
99 episodes — Page 2 of 2

Usar a inteligência humana é a melhor forma de tirar partido da inteligência artificial: o que está a mudar e como preparar o futuro
No episódio desta semana de O Futuro do Futuro, João Miguel Salvador recebe Ivo Bernardo, fundador da DareData, para explorar o mundo da inteligência artificial. Da IA clássica à generativa – que já faz parte dos nossos dias –, sem esquecer os desafios da inteligência artificial geral (AGI), o futuro passa por aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Startup portuguesa quer revolucionar redes sociais e tratar da saúde mental com chats anónimos
Neste episódio do podcast “O Futuro do Futuro”, Miguel Fidalgo junta-se a João Miguel Salvador para falar sobre a forma como as redes sociais fugiram do propósito inicial e da True Friends, uma rede social portuguesa criada com o objetivo de promover conexões autênticas e combater o isolamento social. Descubra como esta plataforma está a transformar a forma como nos relacionamos online e offline.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Especial Natal: usar a inteligência artificial generativa como assistente pessoal para escolher os melhores presentes
No especial de Natal do podcast O Futuro do Futuro, João Miguel Salvador e Vasco Ribeiro discutem etiqueta, presentes e tendências digitais. Descubra como unir tradição, inovação e inteligência artificial generativa para um Natal inesquecível sem armadilhas familiares See omnystudio.com/listener for privacy information.

E-books, audiolivros e IA: o futuro da literatura também se escreve em código
A digitalização está a transformar o mercado livreiro e Portugal não foge à revolução. Luciana Leiderfarb, coordenadora de livros do Expresso, junta-se a João Miguel Salvador para explicar, neste episódio de O Futuro do Futuro, tudo o que está em causa. Do aumento do número de e-books e audiolivros editados às inovações com recurso à inteligência artificial e às mudanças tecnológicas também estão a transformar os hábitos de leitura.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Vale a pena comprar um carro elétrico? Preços, sustentabilidade e o que saber na hora de decidir
Descubra como os carros elétricos estão a revolucionar a mobilidade e como essa revolução está a acontecer em Portugal. Explore as vantagens, os custos, os incentivos e o impacto ambiental de dizer adeus à combustão. Será este o momento ideal para trocar para um veículo elétrico? E o que muda na experiência de condução?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Black Friday ou Black Fraude? Truques e dicas para comprar em segurança e sem arrependimentos
“O Futuro do Futuro” — podcast do Expresso onde exploramos as tendências, inovações e desafios que estão a moldar o nosso mundo — está de regresso para uma nova temporada. Neste primeiro episódio, dissecamos o tema da Black Friday com a ajuda de Rosário Tereso, jurista da DECO. Descubra como proteger os seus direitos, identificar fraudes e fazer compras conscientes, com dicas práticas para aproveitar as promoções com segurança.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Trailer: Nova temporada com as tendências que estão a marcar os nossos dias
trailerInovação, tecnologia e tendências: dos carros elétricos às compras online, das redes sociais aos 'gadgets' da moda, não perca a nova temporada do podcast O Futuro do Futuro com o jornalista João Miguel Salvador. O primeiro episódio sai a 26 de novembro em Expresso.pt e todas as plataformas de podcast. O Futuro do Futuro é uma janela aberta para as grandes inovações destes e dos próximos tempos, com o apoio da Audi. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 10Utopia VS Distopia: o que o futuro nos reserva
Este episódio final de A IA e Tu destaca as desvantagens e vantagens da Inteligência Artificial em vários setores. Existe um potencial otimista para o futuro, mas a IA também pode trazer alguns perigos. Por agora, o que sabemos é que a nossa inteligência é real e, se combinarmos a nossa inteligência humana com compaixão, ética, transparência e a vontade política certa, talvez consigamos criar um futuro mais brilhante. A IA e Tu é um podcast especial de dez episódios que tenta dar resposta às questões essenciais sobre o impacto da Inteligência Artificial nas nossas vidas, hoje e no futuro. Narrado em língua portuguesa pelo jornalista Lourenço Medeiros, este podcast foi produzido pelo Europod, no âmbito do consórcio internacional WePod, co-financiado pela Comissão Europeia, e foi publicado em mais seis línguas - inglês, espanhol, italiano, polaco, alemão e francês.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 9A IA e Tu: A forma como estamos a tentar regular a IA
A IA é um dos temas mais debatidos atualmente nos parlamentos, governos, instituições europeias e internacionais. No final de 2023, 31 países já tinham aprovado algum tipo de legislação sobre IA, e 13 estavam ativamente a debater novas leis. A recente legislação sobre IA da UE causou bastante agitação. Agora, todas as atenções estão voltadas para os EUA, pois as eleições de 2024 podem impactar a legislação sobre IA generativa. A IA e Tu é um podcast especial de dez episódios que tenta dar resposta às questões essenciais sobre o impacto da Inteligência Artificial nas nossas vidas, hoje e no futuro. Narrado em língua portuguesa pelo jornalista Lourenço Medeiros, este podcast foi produzido pelo Europod, no âmbito do consórcio internacional WePod, co-financiado pela Comissão Europeia, e foi publicado em mais seis línguas - inglês, espanhol, italiano, polaco, alemão e francês.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 8A IA e Tu: Segurança, das tácticas de guerra ao policiamento
Os sistemas de IA conseguem pesquisar enormes volumes de dados pessoais, incluindo antecedentes criminais e outras características consideradas "fatores de risco". Recentemente, várias organizações manifestaram preocupações sobre a intenção do governo francês de utilizar monitorização por IA nos preparativos para os Jogos Olímpicos em Paris. O desenvolvimento mais temido num futuro próximo é o surgimento de armas letais autónomas movidas por IA. A IA e Tu é um podcast especial de dez episódios que tenta dar resposta às questões essenciais sobre o impacto da Inteligência Artificial nas nossas vidas, hoje e no futuro. Narrado em língua portuguesa pelo jornalista Lourenço Medeiros, este podcast foi produzido pelo Europod, no âmbito do consórcio internacional WePod, co-financiado pela Comissão Europeia, e foi publicado em mais seis línguas - inglês, espanhol, italiano, polaco, alemão e francês.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 7A IA e Tu: Poderá a IA salvar o planeta das alterações climáticas?
Pode a tecnologia participar na resolução da crise climática? No que diz respeito à otimização do desperdício de energia, a IA pode intervir e ajudar. Também pode otimizar redes energéticas e tornar as fontes de energia renovável mais eficientes. No entanto, a IA não consegue resolver todos os problemas relacionados com a crise climática e é, muitas vezes, uma solução a curto prazo para um problema de longo prazo. A IA e Tu é um podcast especial de dez episódios que tenta dar resposta às questões essenciais sobre o impacto da Inteligência Artificial nas nossas vidas, hoje e no futuro. Narrado em língua portuguesa pelo jornalista Lourenço Medeiros, este podcast foi produzido pelo Europod, no âmbito do consórcio internacional WePod, co-financiado pela Comissão Europeia, e foi publicado em mais seis línguas - inglês, espanhol, italiano, polaco, alemão e francês. How Can We Use AI To Address Global Challenges Like Climate Change? Electricity consumption worldwide in 2023, by leading country Cal Fire now using artificial intelligence to fight wildfires Reducing Emissions from Deforestation and Degradation: what Contribution from Carbon Markets? Could AI help stop deforestation before it starts? https://eecentre.org/2019/05/01/iki-project Mining for Data: The Extractive Economy Behind AI Energy and Policy Considerations for Deep Learning in NLPSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 6A IA e Tu: Poderá a IA promover a igualdade?
Já ouviu falar de práticas de contratação com recurso a IA? Será que esta prática comum está a reduzir a desigualdade ou a reforçar a discriminação? Alguns especialistas em tecnologia argumentam que a IA pode também ser uma oportunidade para superar todas as formas de preconceito, incluindo aquelas presentes na humanidade. A IA e Tu é um podcast especial de dez episódios que tenta dar resposta às questões essenciais sobre o impacto da Inteligência Artificial nas nossas vidas, hoje e no futuro. Narrado em língua portuguesa pelo jornalista Lourenço Medeiros, este podcast foi produzido pelo Europod, no âmbito do consórcio internacional WePod, co-financiado pela Comissão Europeia, e foi publicado em mais seis línguas - inglês, espanhol, italiano, polaco, alemão e francês.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 5A IA e Tu: A IA fará com que vivamos mais tempo? Como?
A IA tem o potencial de fazer certos diagnósticos mais cedo e com mais precisão do que os seres humanos. No entanto, algumas implementações de IA na área da Saúde podem prejudicar-nos mais do que ajudar. No que diz respeito aos cuidados de saúde mental, o uso de IA revelou que ainda existem "lacunas significativas" na nossa capacidade de aplicar estes modelos para esse fim. No entanto, as pessoas já estão a recorrer a chatbots de IA para apoio em saúde mental. A IA e Tu é um podcast especial de dez episódios que tenta dar resposta às questões essenciais sobre o impacto da Inteligência Artificial nas nossas vidas, hoje e no futuro. Narrado em língua portuguesa pelo jornalista Lourenço Medeiros, este podcast foi produzido pelo Europod, no âmbito do consórcio internacional WePod, co-financiado pela Comissão Europeia, e foi publicado em mais seis línguas - inglês, espanhol, italiano, polaco, alemão e francês.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 4Qual é o objetivo da aprendizagem num mundo liderado pela IA?
Como é que a IA pode impactar a educação? Em alguns locais, como a China, a Inteligência Artificial já desempenha um papel no ensino, na correção de trabalhos e na planificação de aulas para os alunos. No entanto, ao navegar pela IA, é importante aprender a discernir o que é fiável e o que não é. A IA e Tu é um podcast especial de dez episódios que tenta dar resposta às questões essenciais sobre o impacto da Inteligência Artificial nas nossas vidas, hoje e no futuro. Narrado em língua portuguesa pelo jornalista Lourenço Medeiros, este podcast foi produzido pelo Europod, no âmbito do consórcio internacional WePod, co-financiado pela Comissão Europeia, e foi publicado em mais seis línguas - inglês, espanhol, italiano, polaco, alemão e francês.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 3O impacto da IA nos nossos empregos
Com o desenvolvimento da tecnologia e a implementação da Inteligência Artificial em vários setores, alguns de nós ficam com receio de que os nossos empregos possam ser substituídos pela tecnologia. Será esse o caso? Talvez. Mas certas competências, como o pensamento crítico, as competências interpessoais, a empatia, estão fora do alcance da IA. A IA e Tu é um podcast especial de dez episódios que tenta dar resposta às questões essenciais sobre o impacto da Inteligência Artificial nas nossas vidas, hoje e no futuro. Narrado em língua portuguesa pelo jornalista Lourenço Medeiros, este podcast foi produzido pelo Europod, no âmbito do consórcio internacional WePod, co-financiado pela Comissão Europeia, e foi publicado em mais seis línguas - inglês, espanhol, italiano, polaco, alemão e francês.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Existe contrabando de fósseis. Há pessoas que coletam exemplares e vendem maioritariamente fora do País”, alerta o paleontólogo Pedro Mocho, que ajudou a descobrir uma nova espécie de dinossauro
É no Oeste que se encontram as principais jazidas de fósseis de dinossauros em Portugal, mas não propriamente a certeza de que esses vestígios possam ficar no País. Pedro Mocho, investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que ajudou a descobrir uma espécie desconhecida de dinossauros, aponta o dedo à legislação nacional que não proíbe a extração e a venda de fósseis encontrados em terrenos privados, caso não tenham sido classificados como de “interesse comum”. Sobre a espécie de dinossauros de 10 a 15 toneladas que ajudou a descobrir o paleontólogo admite que é necessário dar tempo à ciência para obter mais certezas. “Uma espécie nova é uma hipótese que pode ser comprovada ou refutada por outros colegas”, responde no podcast Futuro do FuturoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 2Como é que a IA está a afetar a forma como interagimos socialmente
As tecnologias e algoritmos desenvolvidos através da inteligência artificial já estão a ser utilizados de várias formas nas nossas interações sociais digitais (aplicações de encontros, aplicações de deteção de quedas, assistentes virtuais com IA, etc.). Que impacto está a IA a ter nas nossas vidas sociais aos dias de hoje? E que impacto poderá ter no futuro? A IA e Tu é um podcast especial de dez episódios que tenta dar resposta às questões essenciais sobre o impacto da Inteligência Artificial nas nossas vidas, hoje e no futuro. Narrado em língua portuguesa pelo jornalista Lourenço Medeiros, este podcast foi produzido pelo Europod, no âmbito do consórcio internacional WePod, co-financiado pela Comissão Europeia, e foi publicado em mais seis línguas - inglês, espanhol, italiano, polaco, alemão e francês.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Pagamos mais pelos serviços digitais porque não há concorrência", denuncia Paulo Trezentos sobre o domínio das empresas norte-americanas
A Aptoide distribui hoje apps de telemóveis para 200 milhões de pessoas, mas antes teve de superar cortes abruptos de 85% das receitas e desencadear queixas em Bruxelas e Washington contra os grandes impérios digitais. “Somos os primeiros a denunciar estas práticas”, diz Paulo Trezentos, líder da Aptoide ao podcast Futuro do Futuro. O empresário estima que os mercados digitais “estão na mão de cinco ou seis empresas. É algo com que nós não nos apercebemos, mas estamos a pagar mais nos serviços digitais porque não há concorrência”, denuncia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 1O que é a IA e que tipos de IA existem
Um dia haveremos de ter telemóveis que carregam baterias à medida que comunicam com as antenas de Wi-Fi ou das redes de telecomunicações. E esse dia em que as redes sem fios carregam baterias até poderá não estar assim tão longe: "Se calhar, já conseguia carregar razoavelmente o telemóvel que temos tipicamente em casa com 100 miliWatts”, refere Nuno Borges Carvalho, investigador da Universidade de Aveiro, no podcast Futuro do Futuro. Nesta entrevista, o especialista em telecomunicações explica ainda como é que diferentes empresas têm vindo a trabalhar para captar energia no espaço para suprir necessidades da Terra ou da exploração espacial na Lua.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Se tirarmos os telemóveis do contexto escolar, não preparamos as crianças e os jovens para utilizá-los de forma produtiva e pedagógica”
Neuza Pedro, investigadora do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, lembra que as escolas têm um papel a desempenhar na literacia digital dos mais novos, que nem sempre os pais conseguem desempenhar. “Precisamos que os pais ganhem noção de que este modelo de escola já não serve para as crianças de hoje e não serve para aqueles que serão os trabalhadores de amanhã”, alerta em entrevista ao podcast Futuro do FuturoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O que levou a Universidade do Porto a criar um curso com notas acima de 19,45? “Percebemos que estávamos a perder talento à nossa porta. Paga cerca de 27% mais que os outros setores“
Logo no ano de estreia, o curso de engenharia aeroespacial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto escalou até ao topo das médias de acesso do ensino superior. O fator geográfico contribuiu para o sucesso do novo curso, mas também houve um fator monetário a produzir efeito: “É um setor que paga cerca de 27% a mais que os outros setores”, responde João Tavares, diretor do Departamento de Mecânica da Faculdade de Engenharia da Universidade do PortoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Abel Oliva, investigador do Instituto de Tecnologia Química e Biológica: “Com pele artificial podemos monitorizar os valores de glicemia do sangue, há inúmeras possibilidades. Está a decorrer uma revolução na interação da eletrónica com organismos vivos”
Abel Oliva, investigador do Instituto de Tecnologia Química e Biológica, explica no podcast Futuro do Futuro como tem vindo a produzir peles artificiais para levar a cabo diferentes testes com novos compostos: “Se quiser, posso fazer um modelo de pele de um indivíduo, retirando células”, sublinha o investigador argentino. Também na pele, a revolução eletrónica e os chips já começam a fazer a diferença em vários projetos de investigação: “Podemos, com este ‘organ in a chip’, testar uma nova droga no órgão e ver com antecedência o que vai acontecer”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mónica Amaral Ferreira: “Os sismos não matam, o que mata são as construções” [Episódio publicado originalmente em 10 de outubro de 2023]
bonusHospitais, escolas e creches em Portugal não têm proteções sísmicas: “Há 20 anos que são dados alertas” mas governantes não criam lei, denuncia Mónica Amaral Ferreira. A investigadora do Instituto Superior Técnico afirma que a maioria dos quartéis de bombeiros portugueses poderá nem sequer abrir as portas depois de um sismo. Em 20 anos, a comunidade científica alertou vários governos, mas nem sequer o isolamento de base, que reduz a probabilidade de colapso, deverá ser colocado nos novos Hospitais de Évora e Lisboa. Nesta entrevista, a investigadora do Técnico partilha um som que captou numa visita à cidade de Áquila, em Itália, após o sismo de 2009, e, no desafio da imagem que costuma ser colocado neste podcast, a escolha recai sobre uma peça de Lego que encontrou nos escombros de uma das várias cidades arrasadas pelo recente terramoto na Turquia. No currículo, a investigadora conta ainda com missões de estudo a locais sinistrados no Haiti, na China, em Espanha e no Japão – e em todos eles verifica que parte da tragédia se deve à incúria ou à falta de medidas das autoridades. Nalguns casos, há cidades inteiras que desaparecem – ou pelo menos, levam décadas a reerguer-se.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nuno Correia Santos, investigador do Instituto de Medicina Molecular: “Num mundo perfeito não seria necessário construir um glóbulo vermelho sintético, mas estamos longe desse mundo perfeito”
Nuno Correia Santos, investigador do Instituto de Medicina Molecular, não quer concorrer com o sangue disponibilizado pelos dadores, mas mantém a expectativa de que um dia possa ajudar a inverter o cenário de escassez com glóbulos vermelhos sintéticos: “Precisamos de uma célula artificial que consiga circular por todo o nosso organismo. Precisamos de produzir algo que consiga manter uma estrutura íntegra”, explica no podcast Futuro do FuturoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Paulo Castro, investigador em Filosofia das Ciências: “Há um risco de ditadura digital, a sociedade está a ser permanentemente recomendada a ser sempre a mesma. Somos empregados involuntários das grandes plataformas tecnológicas. Há aqui chantagem: Os serviços tornaram-me tão dependente da tecnologia, que tenho dificuldade libertar-me dela”
Paulo Castro, investigador do Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa, avisa que a humanidade está em vias de enfrentar um dos principais desafios: “Os robôs vão mudar a humanidade muito rapidamente. E nós não estamos preparados para esse evento”. Em entrevista ao Futuro do Futuro, o investigador recorda que as ações contra robôs também são abrangidas pela ética e alerta para o risco de “ditadura digital” que leva a que os humanos repitam comportamentos: “Nós estamos a ser de alguma maneira manipulados. E em relação a isso, há um direito que eu gostaria de de exercer, que é o direito a estar errado”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alexandre Cabral e a busca de vida extraterrestre no maior telescópio do mundo: “De certeza absoluta que não estamos sós"
Alexandre Cabral, responsável pela contribuição portuguesa do Telescópio Extremamente Grande, que está em construção no Chile, mantém a expectativa quanto às boas-novas que um dia poderão chegar com os feixes de luz: “Para nós, não é só importante encontrar planetas que tenham indícios de vida, mas encontrar um planeta que seja idêntico à Terra”. Já antes do Telescópio Extremamente Grande, a contribuição portuguesa ajudou a fazer história com o VLT que, por enquanto, mantém o recorde de maior abertura ótica em operações. Em entrevista ao podcast O Futuro do Futuro, o cientista recorda que essa dimensão se deve "ao trabalho que os portugueses fizeram”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Coordenador do Centro de cibersegurança sobre os ataques de ransomware: “Tivemos um elevado número de vítimas em câmaras municipais”
O “CEO Fraud” surgiu à boleia de números de identificação bancária forjados e já começou a fazer vítimas nos departamentos financeiros de empresas e instituições públicas, como confirma o coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, Lino Santos, ao podcast Futuro do Futuro. Sobre o “ransomware”, que exige resgates para a libertação de computadores infetados, Lino Santos considera que é um método de ataque difícil de combater, enquanto houver empresas dispostas a pagar aos cibercriminosos See omnystudio.com/listener for privacy information.

Carla Benedito, líder da Takeda em Portugal: “Há o risco de termos dengue e outras doenças que não havia, devido às alterações climáticas”
Em Portugal há mais de 600 mil pessoas afetadas por doenças raras, mas o processo de análise e certificação continua a ser moroso. “Ño nosso país não temos um processo dedicado à avaliação dos medicamentos raros, o que faz com que levem muito mais tempo a serem a serem avaliados”, refere Carla Benedito, diretora geral da Takeda em Portugal, em entrevista ao Futuro do Futuro. A gestora alerta ainda para as mudanças no nosso habitat que levam ao aparecimento de novas doenças: "A própria Organização Mundial de Saúde diz que o maior risco para a saúde da humanidade nos próximos anos vem das alterações climáticas”See omnystudio.com/listener for privacy information.

João Tiago Martins sobre a IA: “Eu digo sempre que o último ‘enter’ no teclado tem de ser sempre do humano”
A Inteligência Artificial prepara-se para dar início à grande invasão do espaço doméstico, mas os legisladores europeus nem sempre garantem o consenso junto da comunidade que desenvolve tecnologias. “Quando se entra no RGPD (Regulamento Geral de Proteção de Dados) e na inteligência artificial, eu digo sempre: Estragaram tudo!", responde Inês Lynce, presidente do instituto INESC-ID no podcast Futuro do Futuro. João Tiago Martins, especialista em IA da Noesis, que também participou neste episódio especial gravado ao vivo, recorda que as proteções têm de ser aplicadas logo no desenvolvimento dos algoritmosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Rita Carmo sobre a atividade vulcânica na Terceira: “Vamos continuar a sentir sismos nos próximos dias, ainda que de magnitude mais baixa”
O nível de alerta aumentou na Ilha Terceira, e de súbito é toda a história vulcânica e sísmica dos Açores que volta para atualidade noticiosa. “Vivendo numa região vulcânica e sismicamente ativa como os Açores, há sempre o risco de haver um dia uma erupção vulcânica”, admite Rita Carmo, membro da direção do Centro CIVISA. As probabilidades de uma erupção na Serra de Santa Bárbara oscilam entre 10% e 20%, mas ninguém esquece a erupção no vulcão dos Capelinhos nos anos 50, que levaram metade da população a abandonar a ilha do Faial. Oiça a conversa com Rita Carmo no podcast O Futuro do FuturoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Luís Louro: “IA não significa Inteligência Artificial, mas sim Inteligência Alheia. A Máquina limita-se a copiar o que está disponível”
A Inteligência Artificial sabe escrever e sabe desenhar, mas, se depender de Luís Louro, nunca haverá de saber produzir um episódio da série “O Corvo”. O desenhador não hesita considerar “desonestas” as ferramentas que, “em 10 minutos” fazem tudo aquilo que alguns desenhadores demoraram mais décadas a desenvolver. “A máquina limita-se a ir buscar tudo o que está disponível on-line e copiar para criar uma coisa a partir do que já está feito. Isso, aliás, tem um nome: chama-se IA degenerativa”, diz no podcast Futuro do FuturoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Susana Lima, investigadora da Fundação Champalimaud sobre o poder dos perfumes na vida amorosa: “Estamos a enganar o nosso sistema e a levar a que as escolhas sejam feitas de outra maneira”
Susana Lima, investigadora da Fundação Champalimaud, tem vindo a estudar a vida sexual dos ratinhos e tem no currículo um estudo que surpreendeu o circuito científico ao identificar a área do cérebro que está associada à rejeição de parceiros sexuais. Sobre a escolha de parceiros, sublinha que o olfato também desempenha um papel, até nos humanos, para “a escolha da qualidade intrínseca do parceiro”. “Estamos a tentar escolher não só um parceiro que tenha a melhor a melhor qualidade para a nossa progenia, mas também um parceiro que esteja o mais mais distanciado de nós geneticamente”, diz Susana Lima no podcast O Futuro do FuturoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Cecília Roque, diretora da Unidade de Ciências Biomoleculares Aplicadas explica o nariz eletrónico que deteta doenças e que tem sensores feitos de gelatina
Cecília Roque, diretora da Unidade de Ciências Biomoleculares Aplicadas, explica como tem vindo a desenvolver um nariz eletrónico para detetar doenças e analisar a qualidade da comida: “Nós utilizamos sensores que são feitos à base de gelatina e que conseguem obter simultaneamente respostas óticas e elétricas. Ou seja, temos variações de luz e variações da condutividade". Em entrevista ao Futuro do Futuro, a cientista explica como pretende criar uma tecnologia capaz de complementar os exames de diagnóstico convencionais. A indústria já deu a conhecer as primeiras mostras de interesseSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Helena Braga, cientista da FEUP cria bateria que se autocarrega, mas admite cópias: “É difícil comprar carro para ver se usa a minha bateria”
Se depender das previsões de Helena Braga já não deverá muito para que os carros elétricos com autonomias de 1000 quilómetros se comecem a vulgarizar. Em entrevista ao Futuro do Futuro, a cientista da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto admite desconfiança face à indústria quando se trata de proteger uma patente e aponta o sal como matéria abundante que poderá vir a transformar o fabrico de baterias nos tempos mais próximosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Rui Rocha, João Paulo Monteiro, e Tiago Santos desenvolveram o satélite ISTSat-1 no IST: “Os satélites não se medem aos palmos”
O satélite ISTSat-1 vai para o espaço para demonstrar que é possível suprir uma lacuna da atualidade na localização de aviões, mas não perde de vista uma missão de alcance ainda maior: “Optámos por fazer tudo porque quisemos aprender como se fazia um satélite”, explica Rui Rocha, professor do Instituto Superior Técnico, numa entrevista com três dos rostos que ajudaram a desenvolver o pequeno satélite. Oiça o podcast O Futuro do FuturoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Rui Agostinho, astrofísico, sobre o meteorito visto em Portugal: “Há pessoas que pagam para ter um meteorito em casa”
Um meteorito que era para cair em Castro Daire terá afinal caído no Atlântico. Pretexto para uma entrevista com Rui Agostinho, investigador do Instituto de Astrofísica. A probabilidade de um meteorito deixar um rasto de destruição na Terra é diminuta, mas não deixa de ser real, confirma Rui Agostinho, investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), em entrevista ao podcast Futuro do Futuro. Tanto na Terra como na Lua, os meteoritos continuam a cair com alguma regularidade. Rui Agostinho confirma que o risco de uma colisão de um corpo celeste maior “existe”, mas também lembra que “quanto maior for o objeto, menos provável” é esse tipo de choque. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nuno Prego Ramos quer travar o envelhecimento: “Queremos garantir que pessoas de 60, 70 ou 80 anos possam ter a possibilidade de ser o Tom Cruise das suas vidas”
A Valvian tem como objetivo travar o envelhecimento através de uma nova terapia que tem como alvo as células senescentes. Nuno Prego Ramos, líder da jovem empresa, explica no podcast Futuro do Futuro como pretende estrear a nova terapia “em menos de cinco anos” e deixa a expectativa de que a sua própria mãe possa tirar partido do que aí vem: “Só preciso que ela se aguente mais 10 anos para poder voltar, entretanto, a ter a qualidade de vida que desejaríamos”. Oiça aqui a entrevista.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Andreia Trindade Pereira, cientista: “Se aproveitarmos a energia do sangue a correr pelas artérias, conseguimos alimentar um pacemaker”
Nos laboratórios do I3S há um coração 2.0 a ganhar forma e Andreia Trindade Pereira é um dos principais rostos das equipas de cientistas do instituto portuense que têm vindo a desenvolver um curioso protótipo que promete produzir energia a partir do fluxo sanguíneo e ainda protótipos de vasos sanguíneos sintéticos: “Se conseguirmos melhorar cerca de 25% a 50% da sua longevidade (das baterias de pacemakers), ou seja, do seu tempo de vida, conseguimos já fazer uma poupança também em termos económicos, para o sistema nacional de saúde, de cerca de 3000 a 4000 euros por paciente”, estima a cientista nortenha. Oiça a conversa no podcast O Futuro do FuturoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Rosalia Vargas, presidente dos Centros de Ciência Viva e do Pavilhão do Conhecimento: “Preferia que este Governo tivesse um Ministério da Ciência. Entre os europeus, somos os que mais confiam na ciência”
Rosalia Vargas, presidente da rede de Centros de Ciência Viva e responsável pelo Pavilhão do Conhecimento de Lisboa, considera que a ciência e a inovação deveriam ter maior força política no recém-eleito governo liderado pela Aliança Democrática. “Preferia, de longe, que realmente este governo tivesse um Ministério da Ciência”, afirma. Recorda ainda a importância fundamental de Mariano Gago na relação de Portugal com a área científica: “Somos, entre os europeus, aqueles que mais gostam de ciência, aqueles que mais têm confiança na ciência”. Oiça aqui a entrevista completa ao jornalista Hugo Séneca.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Luís Correia, professor do IST e especialista em telecomunicações: "A expectativa é que, num futuro relativamente próximo, o telemóvel seja ultrapassado, pelos óculos inteligentes”
Luís Correia, professor do Instituto Superior Técnico e especialista em telecomunicações, deixa reparos à distribuição de frequências que saiu do leilão do 5G e diz que a exclusão da Huawei não tem fundamento técnico. Sobre o futuro dos telemóveis, o investigador vaticina em entrevista ao podcast Futuro do Futuro: “Já estamos a ver o princípio do novo telemóvel. São uns óculos!”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Miguel Nicolelis, pioneiro dos implantes cerebrais: “A Neuralink é quase piada de mau gosto. Downloads de cérebros são impossibilidade completa”
Miguel Nicolelis, pioneiro do desenvolvimento dos implantes cerebrais e da neuromodelação, aponta o dedo à Neuralink e considera que “disseminar implantes entre adolescentes para que possam jogar videojogos” com o pensamento “é uma proposta quase criminosa”. Numa entrevista ao podcast Futuro do Futuro, o cientista brasileiro que é também um dos nomes maiores das neurociências, não hesita em considerar Elon Musk como “uma pessoa despreparada”, e diz que é chegada a hora de as entidades reguladoras travarem “toda essa propaganda enganosa” que dá a entender que é possível “aprender francês instantaneamente com implantes do tipo do filme do Matrix”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Vítor Palmela Fidalgo sobre o Regulamento Europeu para a IA: “Multas de 35 milhões de euros são um valor simbólico para as grandes marcas tecnológicas”
Já com o Regulamento Europeu da Inteligência Artificial no horizonte, o podcast Futuro do Futuro publica um novo episódio com uma entrevista ao advogado Vítor Palmela Fidalgo, que é também uma visita guiada às novas regras que vão determinar como os europeus usam telemóveis e computadores. O Regulamento prevê multas máximas de 35 milhões ou 7% da faturação, mas Vítor Palmela Fidalgo admite que para as maiores marcas de tecnologias o valor pode revelar-se “simbólico”. Mais uma vez o efeito de Bruxelas é esperado - e talvez por isso não tenha faltado o previsível lóbi em torno de quem decide, diz o jurista. Oiça aqui a entrevista com o professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL) e advogado especializado em privacidade, direitos de autor e tecnologias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

André Miranda: “Milhões de pessoas vão poder fazer música com Inteligência Artificial; não precisam de ir à escola aprender teoria”
André Miranda, líder da startup Musiversal, acredita que os humanos de topo que sabem tocar ou compor música, vão continuar a ter um valor acrescentado, em paralelo com a proliferação da multidão que recorre à ajuda da Inteligência Artificial. Em entrevista ao podcast Futuro do Futuro, o jovem empresário mostra como utilizou as tecnologias para juntar músicos e compositores até chegar aos 3,4 milhões de minutos de sons. Disney+ e Sony figuram entre os clientes, mas André Miranda recorda que a Musiversal distingue-se também pode no limite poder ser usada por jovens ou mesmo por quem quer compor e nem percebe de música “Essa é que é a disrupção que nós estamos a trazer para a indústria: É dar acesso a um nível de produção musical absolutamente profissional, acessível a qualquer pessoa em qualquer parte do mundo”, refere no Futuro do Futuro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ricardo Boavida Ferreira e a invenção de novos alimentos: As pessoas gostam de “farinhas, arroz ou massas branquinhas”, mas o valor nutritivo “é muito menos rico”
Ricardo Boavida Ferreira, investigador do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa (ISA), explica nesta entrevista como dedicou os últimos 40 anos a juntar ingredientes para criar novos alimentos. Perante uma população mundial em crescimento e a escassez de alimentos, Ricardo Boavida Ferreira responde com robisco - a denominada proteína perfeita, que tem vindo a trabalhar para gerar um novo ingrediente alimentar. “Podemos comê-la pura, às colheres. Ou, a indústria alimentar, pode pô-la em sopas”, diz no Futuro do Futuro. Além de dar como provável o uso de insetos na gastronomia, o cientista dá a conhecer alimentos que ajudam a tratar infeções, ao mesmo tempo que confirma que algumas modas da culinária se devem apenas ao preconceito. Oiça aqui a entrevista com o jornalista Hugo Séneca. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Hugo Costeira sobre espionagem e segurança: “O Regulamento Geral de Proteção de Dados sobrepõe-se a eu impedir um atentado terrorista onde vão morrer duas ou 2000 pessoas?”
Hugo Costeira, presidente do Observatório de Segurança Interna (OSI), diz que é tempo de os vários organismos estatais deixarem de usar as aplicações de mensagens e comunicações encriptadas mais famosas. Neste episódio fala-se sobre espionagem, mas também sobre RGPD e metadados. No entender do presidente do OSI, a privacidade pode ter menos relevância que a proteção da vida humana. “O RGPD (Regulamento Geral de Proteção de Dados) sobrepõe-se a eu impedir um atentado terrorista onde vão morrer duas ou 2000 pessoas?”, sublinha. Ainda nas políticas seguidas pelo Estado para a área da segurança, o presidente do OSI deixa uma crítica ao processo que, alegadamente, levou à interdição dos equipamentos da Huawei das redes 5G dos operadores portugueses. “Não podemos interditar uma marca só porque é da China ou só porque é da Rússia” sublinha. Oiça aqui a entrevista ao Futuro do Futuro na íntegra. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bruno Soares Gonçalves: “Existem no mundo 400 centrais nucleares e têm funcionado e operado de forma segura”
Bruno Soares Gonçalves, presidente de Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear (IPFN), está convicto de que, mais tarde ou mais cedo, a produção de energia com choques entre núcleos de átomos vai acabar por se libertar do estigma da atualidade. Portugal continua sem centrais nucleares e até o reator laboratorial que teve no passado foi desmantelado, mas isso não impede que se consuma,no país, energia produzida pelos choques com átomos de urânio. “Cerca de 5% a 6% da eletricidade que nós conseguimos em Portugal tem origem nuclear”, refere Bruno Soares Gonçalves, presidente do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear no podcast Futuro do Futuro. O cientista defende que é chegada a hora de estudar o papel que o nuclear pode ter nas várias fontes de energia usadas no País, e recorda ainda os números que indicam ser esta a forma de obter eletricidade com menos emissões de dióxido de carbono. Uma entrevista imperdível para quem quer perceber como se produz energia a partir da fissão e da fusão dos átomos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Hugo Pinto Marques: “O robô deve ser democratizado nos hospitais: em Espanha há um por cada 350 mil habitantes, na Suíça um por cada 213 mil habitantes, e em Portugal temos um robô por cada milhão de habitantes”
No dia 5 de fevereiro, Hugo Pinto Marques registou o nome para a posteridade como líder da equipa de cirurgia do Hospital Curry Cabral, em Lisboa, que realizou pela segunda vez na história da medicina um transplante de um fígado inteiro com a ajuda de um robô. A cirurgia apresentou vantagens notórias em termos de recuperação para o doente, mas o cirurgião do Curry Cabral também admite que há benefícios para quem faz a operação. O Diretor do Serviço de Cirurgia Geral e Transplantação da Unidade Local de Saúde de São José considera que não serão os robôs a resolver das listas de espera de cirurgias, mas admite que os autómatos garantem um acréscimo de precisão que nem sempre é possível obter em cirurgias convencionais. “Imagine a precisão de fazer, por exemplo, uma ligação entre duas veias ou duas artérias, a olhar para elas com 10 vezes a ampliação sem nenhum tipo de tremor ou nenhuma imprecisão do gesto”, descreve no podcast Futuro do FuturoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Adélio Mendes: “A extração de lítio em Portugal é um engano, as reservas são pequenas e os custos de extração enormíssimos”
Adélio Mendes considera que a extração de lítio que tem sido projetada para o norte de Portugal não é economicamente viável e considera que é chegada a hora de apostar na extração do lítio a partir do mar. Em entrevista ao Futuro do Futuro, o cientista - que é também um campeão das patentes - estende as críticas aos projetos relacionados com o hidrogénio em Sines e deixa reparos ao impacto ambiental dos carros elétricos. Para a história fica a venda de uma patente por cinco milhões de euros, que hoje é possivelmente o recorde das universidades portuguesas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ricardo Conde: “Temos de fazer um tratado de Tordesilhas para a Lua? Vamos dividi-la em fatias? É complicado”
EUA e China estão em plena corrida à Lua e “já se enfrentam em órbita”, alerta o presidente da Agência Espacial Portuguesa, que admite que há uma crescente militarização do Espaço, que poderá levar a conflitos de interesses entre superpotências que pretendem explorar a Lua. Em terra-firme, o cenário de tensão coloca os gestores de agências espaciais sob a “mira” de serviços de informações ou de organizações oficiosas, como confirmou quando foi confrontado com um conjunto de ameaças à margem de um evento internacional. Ricardo Conde fala ainda sobre o futuro Porto Espacial de Santa Maria, que pode vir a receber as primeiras “reentradas” de missões espaciais ainda 2024 e as primeiras descolagens em 2025. O Porto Espacial da ilha açoriana vai ser explorado por uma entidade comercial, garante Ricardo Conde no podcast Futuro do Futuro. Oiça aqui a entrevista completa.See omnystudio.com/listener for privacy information.