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Like a Boss

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114 episodes — Page 2 of 3

Gilberto Mautner, co-fundador da Locaweb. A construção da internet no Brasil.

Antes da fundação da Locaweb, o Gilberto passou uma temporada em Palo Alto (São Francisco – USA) para depois, escrever parte do nascimento da internet no Brasil. Pioneira, a empresa foi fundada por Gilberto, Claudio, Ricardo e Michel Gora, como um negócio de anúncios de confecções, a Intermoda. A Locaweb está na vanguarda da digitalização de milhões de negócios brasileiros, nesses mais de 20 anos de história. Em 2020, realizou um IPO muito bem sucedido e entrou numa forte transformação. Da hospedagem para uma grande plataforma de negócios digitais Com uma estratégia forte de produto, que atende mais de 400 mil clientes, uma gestão profissional com novos executivos e um DNA empreendedor dos fundadores, a Locaweb está numa jornada de sucesso em aquisições (M&A), onde concluiu aquisições de cases como FBits, Cluster2Go (Nextios), AllIn, KingHost, Delivery Direto, Tray, Vindi, Melhor Envio, Social Miner, Ideris, Etus, Samurai, Credsfera, entre outras. Sob a gestão do Fernando Cirne, a holding já adquiriu 16 empresas entre SaaS, marketplaces, plataformas de e-commerce, fintechs e é uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil. O site da Intermodal ainda está no ar, clica para ver. Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Você também pode ouvir o podcast nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer   Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Gilberto Mautner, co-fundador da Locaweb. A construção da internet no Brasil. apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 29, 202142 min

Lara Lemann, sócia da Maya Capital. Investindo em startups, criando o futuro.

Lara Lemann é sócia e co-fundadora da Maya Capital, um fundo de venture capital que já investiu em mais de 25 startups. Antes de criar o fundo com sua sócia Monica Saggioro, Lara investiu com “anjo” em negócios como o dr.Consulta, para depois criar um o veículo, que apoia startups como NotCo, Terra Magna, Gupy, Kovi, Alice entre outras. Formada em ciências políticas em Columbia (NY), a investidora teve uma passagem pela Ambev e iniciou sua carreira no Ministério da Educação, em Brasília. Apoiando startups em jornadas iniciais (early stage), a Maya é um dos fundos da nova geração, que acreditam na inovação e no nascimento de tecnologia no Brasil e no mundo. Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Lara Lemann, sócia da Maya Capital. Investindo em startups, criando o futuro. apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 22, 202129 min

Mariano Gomide, co-CEO da VTEX. Uma brasileira global.

Mariano Gomide é co-CEO da VTEX, posição essa, que divide com seu co-fundador Geraldo Thomaz. Fundada em 2000, a empresa é um dos maiores nomes do e-commerce brasileiro e está numa jornada de muito sucesso, globalmente. Com clientes como Samsung, Coca Cola, Avon e Sony, a empresa esteve na vanguarda de projetos online no Brasil e capitaneia como ninguém, uma estratégia SaaS global de crescimento, de muito respeito. Incluída algumas vezes no Magic Quadrant for Digital Commerce da Gartner, a VTEX é o maior nome do e-commerce brasileiro e os fundadores são inspiração para diversos empreendedores. Nessa história, Mariano conta como uma consultoria de projetos, se transformou num dos maiores SaaS brasileiros. Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Mariano Gomide, co-CEO da VTEX. Uma brasileira global. apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 15, 202140 min

Israel Salmen, CEO da Méliuz. A hora do cashback.

O Israel Salmen é o CEO e co-fundador da Méliuz. A empresa, que nasceu como uma plataforma de cupom de descontos, evoluiu bastante e atualmente, é o maior player de cashback do Brasil. Fundada em 2011, a Méliuz é uma das techs brasileiras na B3, a bolsa brasileira. Com o ticker de CASH3, a Méliuz saiu de Belo Horizonte (mais especificamente do San Pedro Valley), abriu IPO em novembro de 2020 e já tem presença em dezenas de países, depois de adquirir a empresa Picodi, por R$120 milhões. Antes do IPO, Israel e o Ofli Guimarães, os dois co-fundadores da empresa, captaram R$30 milhões em investimentos, número pequeno, para os patamares atuais das empresas de tecnologia no Brasil. Com uma estrutura enxuta, uma área de engenharia de software em Manaus e uma cultura forte, a Méliuz é uma empresa singular. Recentemente a empresa adquiriu a Bankly (Acesso), para entrar “de cabeça” no open banking. Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Você também pode ouvir o podcast nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. Como começa a história da empresa e que problema vocês estavam atacando lá no início? Israel Salmen Méliuz: O Méliuz nasceu em 2011 e foi fruto de várias experiências frustradas que eu e o meu sócio, o Ofli, tivemos ao longo de nossas vidas utilizando programas de fidelidade. Nós juntamos milhares de pontos e não conseguimos trocar por quase nada. Na prática, só conseguimos trocar por alguma besteira, como uma batedeira, sendo que, na verdade, a gente queria trocar por um iPhone ou por algo de maior valor e que fosse realmente bom para nós. Tinha um outro problema, os pontos expiravam, e a frustração era ainda maior. O Méliuz surgiu daí, nós nunca nos pronunciamos como um programa de fidelidade, e foi dessa dor que o Méliuz surgiu, simplificamos esse modelo de fidelidade e transformamos toda essa burocracia envolvendo troca de pontos por produtos em modelo de cashback. Nós vendemos para as nossas lojas parceiras, recebemos uma comissão a cada venda efetuada, parte dessa comissão fica com o Méliuz, e a outra parte, como cashback para o usuário que realizou a compra. O Méliuz foi criado em 2011, mas quando o cashback de fato entrou no mercado e as empresas começaram também a aderir a esse modelo? Israel Salmen Méliuz: Fomos tão pioneiros nesse sentido que nem usamos o termo cashback, porque fizemos um estudo e constatamos que tal palavra é muito americanizada para o público brasileiro. Utilizamos o termo “dinheiro de volta”, ainda em 2011, e dizíamos que o usuário poderia comprar em determinadas lojas parceiras e obter o seu dinheiro de volta. O termo cashback se popularizou mais há 2 ou 3 anos atrás entre outros players, os quais, em sua maioria, nem concorrentes são. Eles usam o cashback como uma forma de retenção para os seus produtos e são grandes players que já nasceram muito capitalizados, fazendo muita campanha de branding em cima de cashback, e isso facilitou bastante a nossa vida porque conseguimos trocar o termo dinheiro de volta para cashback, dando uma assertividade muito maior para a comunicação depois disso. A Méliuz nasceu em Minas Gerais, fora do eixo Rio/São Paulo. Que apoio vocês tiveram no começo da empresa e qual a importância de estar fora desse circuito tradicional? Israel Salmen Méliuz: Eu diria que há 10 anos não existia nem eixo, porque mal existia companhia de tecnologia brasileira seguindo um modelo de startup. Na época, a gente nem tinha a quem ensinar isso, e não existiam outras empresas para nos espelharmos, eram poucos os empreendedores para termos uma monitoria. Nós nascemos em uma região um tanto privilegiada, Belo Horizonte, onde começaram a surgir por ali empresas com fundadores muito bons numa mesma época. Nascemos em uma época em que pedir ajuda ao vizinho não era muito comum, mas, por outro lado, foi uma evolução rápida. Começamos em 2011 e, já em 2012 para 2013, começamos a ter uma relação mais próxima com os empreendedores da região, inclusive, foi em um desses relacionamentos que a gente descobriu a existência de um programa de aceleração do governo chileno, o Start-up Chile, e tinha outra companhia de BH participando do programa. Nós também aderimos ao programa, o que para todos foi maravilhoso, porque fomos aprovados, recebemos uma verba de 40 mil dólares que, na época, valia R$ 80 mil e nos fez muita diferença. Meu filho eu nos mudamos para o Chile e lá ficamos durante 2 meses, morando em Santiago, trabalhando junto com outras 100 empresas do mundo inteiro. Essa experiência de trabalhar no Chile foi como um MBA, porque nasceu essa ideia de uma troca que fizemos na São Pedro Valley com outra empresa, nos mudamos para o Chile e lá usamos esse networking da melhor forma possível. Como o modelo da Méliuz tem se transformado ao longo

Apr 8, 202135 min

Lachlan de Crespigny, co-CEO da Revelo. Pessoas antes da tecnologia.

Lachlan de Crespigny é o co-fundador e co-CEO da Revelo. Num ambiente tão concorrido e dinâmico, que é o de contratação de pessoas de tecnologia, a Revelo é um dos principais nomes do mercado, capitaneando esse tema, como um parceiro estratégico das empresas e dos profissionais de diferentes skills. A Revelo foi co-fundada pelo “Lach”, depois dele ser um estagiário na Gympass e de uma passagem pelo BCG. O empreendedor conheceu o outro co-fundador Lucas Mendes, num MBA em Stanford e criaram a empresa, em 2014. Com mais de 3 mil empresas clientes, mais de R$90 milhões de investimentos recebidos e mais de 1 milhão de candidatos, a Revelo é uma das empresas mais legais da nova geração de startups no Brasil. O “Lach”, como é conhecido na comunidade tech no Brasil, é australiano e tem uma visão bem importante sobre os desafios de inovação e tecnologia no país. Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. Qual é a dor que você sentia no mercado e o que você fez para resolver o problema? Lachlan Revelo: Foi uma fase em que eu e o Lucas Mendes estávamos estudando nos Estados Unidos, eu queria fazer qualquer tipo de trabalho relacionado a tecnologia dentro do Brasil. Eu passei meses mandando e-mails, e foi extremamente difícil conseguir isso. Acabei achando um trabalho através de minha esposa, que conhecia o fundador do Gympass. Eu pensei que foi bem mais difícil do que deveria ser e eu dizia ao Lucas que estava tendo um problema exatamente inverso no lado da contratação. Ele estava envolvido com uma empresa que estava tentando contratar desenvolvedores, e nos queixamos de que era muito difícil achar a pessoa certa. Ele viu que não fazia sentido haver um grande número de pessoas qualificadas e, mesmo assim, as empresas terem dificuldades de contratar. Esse foi o insight que nos fez encontrar essa dor. A Revelo começou com esse modelo que existe hoje ou ela foi mudando conforme o tempo? Lachlan Revelo: A gente criou o nosso modelo para caber melhor nas demandas do mercado, o modelo que nós começamos foi definido pelo fato de que tínhamos nenhum dinheiro e ninguém sabia de nós. Naquela época, o nome dominante desse mercado era a Catho, e, para sermos bem diferentes deles, criamos esse modelo personalizado, porque a Catho não era utilizada pelos desenvolvedores. Nesse caso, estávamos obrigados a utilizar esse modelo e o ajustamos para seguir melhor os clientes. Como vocês encaram o modelo de negócio e como ele evoluiu? Hoje quais são os modelos de negócios? Lachlan Revelo: Vou começar do contexto do que foi o mundo antigo, eu defino mundo antigo o que conhecemos hoje como a Catho, Linkedin e afins. Elas atuam como empresas pagas por um anúncio e, depois, recebem currículos. Basicamente, isso é fazer uso do que já existia na época dos jornais e colocar online. Nós começamos mais profundamente para dar o nível do serviço de uma empresa de recrutamento sendo um head hunter online e sabíamos que todas essas pessoas executavam principalmente trabalhos manuais. Desde o princípio, nós temos feito o que eles faziam offline, porém com uma tecnologia mais rápida e barata. À medida que íamos crescendo, a empresa passou a dar mais valor aos serviços que oferecemos aos nossos candidatos e aos nossos clientes. A forma como fazemos hoje em dia nos torna parceiros de carreira dos candidatos. Conseguimos identificar cursos e habilidades que estão em alta demanda no mercado, financiamos um curso para o candidato que quer estudar essa habilidade e, quando ele termina, ajudamos ele a conseguir um emprego na área de tecnologia. O topo da carreira da maioria das pessoas que trabalham com tecnologia é trabalhar em uma empresa no exterior que paga salários mais altos que muitas empresas brasileiras, nisso ajudamos eles a serem alocados em alguma empresa no exterior e alguns dos nomes mais famosos do ramo mundialmente. Eu gosto de ajudar na formação de talentos, nas promoções que essa pessoa recebe ao longo da carreira e, por fim, chegar à elite do mercado. Sobre o Linkedin, a monetização dele se dá de outro mecanismo e de uma parte ainda maior, você poderia explicar onde está o posicionamento e a diferença nesse ponto? Lachlan Revelo: É fato que o Linkedin é gigante, o que é interessante porque o gigante do mercado real é o Indeed, eles são bem maiores que o Linkedin em quase todos os lugares. Sempre soubemos que éramos diferentes do Linkedin, tem gente que nos liga antes mesmo de ligar para a própria mãe para comunicar que conseguiu um novo emprego. Nesse ponto, sabíamos desde o começo que tínhamos essa ligação com o candidato porque você nunca vai ligar para o Linkedin e falar obrigado pelo novo emprego. Agora, essa

Apr 1, 202135 min

Fernando Silva, sócio da Crescera. Da Série A ao IPO.

Fernando Silva é investidor e sócio da Crescera, gestora anteriormente chamada de Bozano Investimentos. Matemático e pesquisador formado pela UFRJ, Fernando traçou carreira acadêmica sólida, inclusive com projetos premiados pelo IMPA e Unesco. Virou empreendedor, depois de um projeto que fez para o RIO 2004 e acabou entrando de cabeça no mercado financeiro. À frente do venture capital da Crescera e como gestor do fundo Criatec2, investiu em empresas como Convenia, Bling, Vindi (adquirida pela Locaweb) Nelogica, Konduto (adquirida pela Boa Vista), EzCommerce (adquirida pela Linx), entre outros cases. Com IPOs, saídas e investimentos bem sucedidos, a Crescera também é muito conhecida por investimentos em private equity, especialmente em educação e saúde. Cases como Afya (IPO), Passei Direto (adquirida pela UOL Edtech), Estapar, Hortifruti e Alura, fazem da gestora, uma das mais ativas e bem sucedidas no país. Tanto em rodadas Séries A quanto em IPOs. A Crescera Capital tem cerca de R$5 bilhões sob gestão. — * Curiosidade: os estudos matemáticos do Fernando, quase o levaram para Hollywood, onde ele recebeu um convite para coordenar os efeitos visuais do filme Beowulf em 2005. Veja o convite oficial da Sony aqui. Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. Fernando, você pode nos contar o que é a Crescera? É um fundo de venture capital, é um fundo de private equity? Como começa essa história e porque vocês existem? Fernando: A Crescera Capital nasceu em 2008, quando o Paulo Guedes fundou a BR Investimentos, que foi uma uma investidora de poverty equity focada em educação. Dentro da sala de reuniões da BR Investimentos, nasceram coisas como a Abril Educação, o que a tornou a maior empresa de educação do Brasil. A BR Educação vem crescendo desde 2018 e, em 2013, com o Júlio Bozano, um dos grandes empreendedores tradicionais do Brasil, com uma história de empreendedorismo de investimento e criação de empresas gigantes. O Júlio vendeu o banco Bozano para o Santander por volta dos anos 2000, como bom empreendedor, lá no alto dos seus 80 e poucos anos, decidiu empreender novamente e voltar ao mercado. Ao invés de começar do zero, Júlio analisou algumas gestoras bem posicionadas no mercado e viu a BR Investimentos, que estava bem de acordo com o que ele almejava, criou um guarda-chuva e juntou a BR Investimentos do Paulo Guedes a mais duas gestoras. Sendo uma gestora de fundos líquidos e outra gestora de quant, que são robôs de investimentos, que hoje estão bem na moda, mas na época era uma novidade. Antes, era uma investidora chamada Trapézio, especializada em fundos quantitativos, onde as decisões de investimentos eram tomadas por meio de algoritmos. Esse negócio veio em 2013, quando nasceu a Bozano Investimentos e, até 2018, caminhamos por meio desse “polvo” (fundos líquidos, quânticos, poverty e equity venture capital). Minha chegada na fundação da Bozano Investimentos foi para tocar a área de venture capital que nasceu junto com a fundação da Bozano Investimentos. Junto dessa fundação nasceram dois fundos, um fundo de tecnologia educacional, que é um fundo pequeno com 65 milhões em investimentos, e outro, que é um fundo mais generalista, o Criatec, que conta com um capital mais institucional (BNDES e afins), porém, é um fundo mais generalista com investimentos em tecnologia e inovação. Esse “polvo” ocorreu até 2018, quando Paulo Guedes foi nomeado ministro da economia no governo Bolsonaro e se desligou da gestora por determinações legais do cargo que impedem que um ministro tenha participações em grupos de investimento. Após o desligamento, em dezembro de 2018, tomamos a iniciativa de fazer um rebranding e trazer outro sócio financeiro, o Elie Horn, que é fundador e dono da Cyrela. Ele se juntou ao capital social da gestora e participou deste rebranding com um nome mais agnóstico: Crescera Capital. A partir de então, vendemos a nossa área de fundos líquidos nos fundos quant e decidimos focar no que a gente sabe fazer melhor, não que tenhamos feito outras coisas mal, mas vendemos a nossa especialidade. Temos cases como o Forno de Minas, Abril Educação e, recentemente, a Afya, que é um case que fizemos em um investimento full, ou seja, uma tese de consolidação de ativos dentro de um fundo desse mesmo ativo. Gerando este que chamamos de Afya. Fizemos o IPO na Nasdaq em 2019 com sucesso, sendo hoje a maior empresa de educação brasileira, integrando tecnologia a uma educação voltada para a área de saúde e ensino em escolas de medicina, que é um setor quente. E traz um ótimo retorno de capital para os cotistas desse fundo, na ordem de várias vezes o capital investido, de R$ 800 milhões, para poder fazer 5 ou 6

Mar 25, 202141 min

Priscila Siqueira, CEO da Gympass no Brasil. Uma recorrente global.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Depois de quase 12 anos como executiva da Oracle, Priscila assumiu o desafio de ser a CEO no Brasil da Gympass e liderar um time de milhares de pessoas no país. Presente em 11 países, a Gympass é líder em saúde, qualidade de vida e bem-estar no Brasil. Fundada em 2012 como uma solução de marketing para academias, a empresa se reinventa sempre, e é uma das principais referências para as áreas de recursos humanos por aqui e em países como Inglaterra e Espanha. Está escalando e liderando seu setor, globalmente. A Gympass é um case único de mudança de rota (pivot), fundraising e de impacto direto na vida de quem usa o serviço. É uma recorrente global! Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. Priscila, você pode nos contar por que o Gympass nasceu e qual era a dor das pessoas no início de tudo? Priscila Siqueira, CEO da Gympass: O Gympass nasceu porque os dois cofundadores, o Cesar e o Vinícius, estavam fazendo um summer job no MBA da Mackenzie e começaram a reparar que havia uma ociosidade nas academias. Em contrapartida, havia várias pessoas que queriam acessar e praticar suas atividades nas academias, mas a relação com a academia não era das melhores. Isso fez com que eles vissem uma oportunidade e foi, então, que surgiu o Gympass. No início, o foco da Gympass era a geração de leads para as academias. Isso mudou depois? Priscila Siqueira, CEO da Gympass: A princípio, o objetivo era vender vouchers para as academias. Mas houve algumas mudanças, pois o Cesar percebeu que as pessoas que procuravam o Gympass já praticavam atividades físicas. Esse objetivo trouxe um impasse e uma relação não muito boa com as academias, porque elas começaram a se queixar que seus clientes estavam procurando outras academias. Um de nossos clientes nos ligou e falou que tinha uma política de reembolso, estava reembolsando muito o Gympass e queria saber se havia possibilidade de fazer algo diretamente conosco. Foi, então, que mudamos o nosso modelo de negócios. Saímos do modelo de vender entradas para a academia para fazer um benefício para o RH, e aí, começamos a fazer uma parceria com o cliente que sugeriu o B2B, vendendo diretamente para as empresas. Isso se deu porque nós começamos a olhar um público que não era apenas um público praticante de atividades físicas… Nós tivemos a oportunidade de desenvolver junto à empresa um conhecimento acerca das pessoas que não praticavam atividades físicas e levá-las para as academias. O que a gente queria deu certo, que era levar mais gente para a academia ao invés de ficar competindo entre os mesmos usuários, aí o número de pessoas que começou a frequentar as academias aumentou. Como vocês começaram a se comportar no momento de pandemia com o fechamento dos estabelecimentos? Priscila Siqueira, CEO da Gympass: Nós não tínhamos produtos para entregar ao cliente com as academias fechadas, e tem uma coisa que o Gympass nunca perdeu ao longo desses anos, que é esse mindset de startup. Nós sabíamos o que poderia acontecer aqui no Brasil, por conta de o Gympass atuar em mais de 11 países, e já observamos esse acontecimento na Europa e começamos a nos preparar. Já havia um projeto a ser lançado no final do ano passado que era colocar em prática o uso do wellness, que são os aplicativos de bem-estar. Para vocês entenderem, as empresas que têm Gympass disponibilizam para os colaboradores o acesso a todas as nossas academias. No caso do wellness, fizemos a mesma coisa. Colocamos vários aplicativos na plataforma para que os nossos usuários pudessem acessar. O que fizemos foi antecipar esse projeto já na época da pandemia. O produto estava ainda inacabado, então lançamos uma versão Beta. Na época, os clientes não sabiam o que fazer porque precisavam atender os colaboradores e não havia uma solução no mercado. A partir de então, evoluímos juntos, oferecendo várias soluções digitais. Resumidamente, eu costumo dizer que mudamos do on para o off, mudamos do on-site para começar a fazer isso offline. São aplicativos com aulas online de academias que nunca pensaram que poderiam fazer isso, e ajudamos todo esse ecossistema a colocar aulas digitais, incluindo personal trainer digital com mais de 1 milhão e meio de horas. Na pandemia, mudamos novamente e saímos de atividade física para cumprirmos essa nova missão digital, que consiste nessa plataforma de bem-estar que, inclusive, não é somente inerente à atividade física, há também saúde emocional e mental, nutrição, meditação, aplicativos para as pessoas pararem de fumar, educação financeira e tudo o que está relacionado ao bem-estar. Nós ampliamos a nossa atuação e, como todo mundo, aprendemos a ser mais digitais pela necessidade que todos estão passando nes

Mar 18, 202133 min

Brian Requarth, co-fundador da Viva Real. A real sobre empreender.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Brian Requarth é o co-fundador e foi o CEO da Viva Real. Brian é um dos CEOs mais inspiradores para empreendedores brasileiros da última década, tanto pela capacidade de levantar investimento em uma época em que a liquidez não era tão grande, mas também pela mudança que a empresa promoveu no setor imobiliário e pela forma como apoiou outros fundadores, incluindo o Paulo e Dantas. A Viva Real cresceu, liderou seu setor, fez uma fusão com a Zap Imóveis que culminou numa venda bem sucedida para a OLX, em 2020. Depois de uma jornada completa (fundação, escala, fundraising, impacto e exit), Brian agora está a frente da Latitud, uma plataforma que acelera e suporta alguns dos mais promissores empreendedores da América Latina. Brian também é um investidor anjo de respeito, tendo em seu portfólio, empresas como Quinto Andar, Quero Educação, Conta Simples e Liftit. Recentemente, Requarth lançou o livro “A real de empreender”, que conta de uma forma muito transparente a jornada dura, que é montar um negócio de alta escala. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Brian Requarth, co-fundador da Viva Real. A real sobre empreender. apareceu primeiro em Like a Boss.

Mar 11, 202144 min

Paulo Veras, co-fundador da 99. Um unicórnio depois de seis CNPJs.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Paulo Veras é o co-fundador da 99, o primeiro unicórnio do Brasil. Com uma história recheada de dores e desafios, a 99 eliminou a maioria dos concorrentes locais, num verdadeiro jogo de tabuleiro (alguns dizem que inspirados no famoso jogo War) e desafiou a líder global do setor, a Uber. A experiência dos motoristas e foco no usuário do app, foram os grandes motores do sucesso da 99. Em Janeiro de 2018 a 99 foi vendida para o grupo chinês Didi. Antes da 99, Paulo teve 5 outras empresas (5 CNPJs). Algumas das experiências dele, tiveram inclusive, boa representatividade, como o clube de compras Imperdível, que foi um grande laboratório para entender como funciona a concorrência digital. Paulo Veras também foi o primeiro nome da Endeavor no Brasil, instituição que dirigiu de 2004 a 2008. Recentemente, a história e os aprendizados da 99 foram contadas no livro Unicórnio verde-amarelo: Como a 99 se tornou uma start-up de um bilhão de dólares, que foi narrada pelo próprio Paulo Veras. Atualmente, o empreendedor é membro do conselho de empresas como Localiza, B2W, Boticário e CargoX e investe em negócios que ele acredita muito. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. No papel de empreendedor, Paulo, você possui uma longa história. Fundou diversas startups, foi diretor da Endeavor e também ajudou a criar a 99. Como você se tornou um empreendedor? Paulo Veras: Bom… Acredito que sempre fui um empreendedor. Comecei a programar muito cedo e isso me aproximou do empreendedorismo. Afinal, a tecnologia e a inovação andam juntas, né? Durante a faculdade, no curso de engenharia, realizei alguns projetos para fora como, por exemplo, um sistema de gestão de clínica médica e também um sistema de gestão de escritório de advocacia. Eu fiz mais pelo desafio intelectual… E, na época, eu nem imaginava que havia mercados milionários em torno dessas áreas… Cheguei a fazer seis empresas diferentes, do zero. A 99 foi a 6ª empresa que eu fiz. Algumas deram certo, outras deram errado. Mas todas as experiências foram muito ricas. Teve um período que eu fiquei empreendendo no social enquanto tocava a Endeavor no Brasil. Foi um tempo de muito aprendizado. Tive excelentes mentores e pude acompanhar diversos empreendedores de muito sucesso, com modelos de negócios de diferentes culturas… Foi uma fonte inesgotável de conhecimento e de boas práticas. Isso tudo me ajudou a colocar a 99 de pé alguns anos depois. Como você teve o insight que o ajudou a criar a 99? Era muito chato usar táxi. Eu não usava com tanta frequência. Era muito chato ligar para uma cooperativa e esperar meia hora até o carro chegar… Hoje em dia é muito mais difícil você ter uma ideia completamente inédita. Então a gente acompanha muito o que acontece lá fora, lendo blogs e modelos de negócio que estão dando certo. O que me animou a entrar nessa foi entender o tamanho do mercado e perceber que a tecnologia poderia resolver o problema da mobilidade. Quando a 99 foi criada, vocês enxergavam todo esse potencial? Enxergava… Naquela época a gente já tinha levantado que o mercado de táxi no Brasil — e na verdade nem existia o carro particular — movimentava 20 milhões de reais por ano com um serviço de qualidade muito ruim. Nunca foi uma meta criar uma empresa e fazer um bilhão de dólares. Nossa meta era ter um “mercadão”. Se você tiver uma meta muito mais orientada em atender os clientes de uma forma melhor do que eles são atendidos por outras soluções, isso te leva muito mais longe do que se você tiver uma meta de valer 1 bilhão de dólares… Eu acho que essa questão do valuation é completamente secundária, mas a gente já achava que daria para fazer um mercado grande. No começo, foram 3 confounders: eu, o Ariel, o Renato. O Ariel (Lambrecht, co-fundador) tinha a planilhinha dele com um modelo de negócio… E aí nós descobrimos que se a gente tivesse mil carros, já seríamos maior do que qualquer cooperativa do Brasil… Mas no Brasil existiam aproximadamente 250 mil táxis. E aí eu perguntei como é que a gente queria ter só mil carros… O sonho de ter mil carros dá o mesmo trabalho de ter um milhão de carros. Devo essa forma de pensar ao período que passei na Endeavor. Você pode trabalhar as mesmas horas do dia, mas com uma ambição muito maior. E isso certamente te leva bem mais longe. Na venda, vocês não ficaram com o pós deal e isso é normalmente colocado como uma prática…Vocês prepararam a sucessão? Foi uma coisa planejada ou alguma coisa que acabou acontecendo? Acabou acontecendo dessa forma porque quem comprou a empresa já era um sócio minoritário e eram sócios do setor… A Didi era o maior player do setor no mundo. Até maior que a Uber. Tínhamos 40 engenheiros e eles tinh

Nov 12, 202036 min

Rodrigo Tognini, CEO da Conta Simples. A conta corrente das pequenas e médias empresas.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Rodrigo Tognini era jogador de basquete profissional, mas desistiu do plano, depois de uma temporada nos EUA. Fundou a Conta Simples em 2019, com o objetivo de ajudar pequenas e médias empresas brasileiras. A fintech possui clientes como Exame, Lemon, Jestor, SalesDoc, FabApp entre outras startups famosas. Depois de algumas temporadas em consultorias famosas e na Stone, onde foi consultor de vendas de rua, credenciando maquininhas, Tognini criou com outros dois co-fundadores (Fernando Santos e Ricardo Gottschalk) uma conta digital PJ, que mesmo com pouco tempo de vida, já é líder em alguns segmentos no país. A Conta Simples tem como investidores de venture capital fundos como Y Combinator, FJ Labs, Quartz e investidores anjos como Marcelo Maisonnave, Pedro Englert, Lincoln Ando, Brian Requarth e “os bosses” Paulo Silveira e Rodrigo Dantas. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. Rodrigo, como nasce a Conta Simples? Ela veio para resolver uma dor que você já tinha? Nós, como startup, sofremos muito com os bancos. Naquela época, precisávamos ter acesso a alguns produtos, precisávamos ter acesso ao cartão corporativo… Sabemos que o atendimento dos bancos é travado, burocrático e a experiência do usuário está longe de ser boa. E aí, vivendo essa dor das PMEs em relação aos produtos bancários, acabamos identificando uma oportunidade. Olhamos para o mercado, olhamos lá fora em outros países e vimos outras startups fazendo bancos digitais focados exclusivamente em PMEs e startups e pensamos que aqui, no Brasil, o mercado já era gigantesco, mais de 15 milhões de PMEs, representando 35% do PIB, então não era possível que não houvesse espaço para montar um banco digital focado em PME’s. A nossa dor e a oportunidade do mercado foi o caminho para começarmos a Conta Simples e construir esse negócio. Vocês deixaram um negócio promissor para montar outro, não é? Sim. Nós estávamos montando uma “wallet” de pagamento… A nossa ideia era intermediar pagamentos em restaurantes e tínhamos um grande parceiro estratégico, tínhamos capital e estávamos à frente do mercado. Na época ainda não havia o pix e nem se falava do Paybank. Mas o negócio não estava escalando da maneira como a gente esperava, e aí, aliado ao fator da divergência de visão, junto ao parceiro estratégico, tomamos essa decisão difícil, a de entregar tudo o que já havíamos construído. Mas, com certeza, aquele modelo que nós estávamos criando lá atrás será bem sucedido no mercado de hoje… Vocês estão num mercado com muita competição. Como vocês estão conseguindo seguir adiante nisso? E mais: hoje vocês são banco? Na verdade, somos uma instituição financeira capaz de gerenciar o dinheiro dos correntistas, aplicar, rentabilizar e emprestar. São poucas as instituições financeiras que possuem essa permissão diante do Banco Central. O Banco Central acabou dando viabilidade para várias fintechs e instituições financeiras com o intuito de promover a inovação. Do ponto de vista do regulador, o mercado está mais aberto… Você consegue montar uma operação como se fosse um banco, mas sem ser um banco. A única diferença é que você não consegue gerenciar e trabalhar o dinheiro do cliente. Para viabilizar a nossa operação, nós usamos a estrutura do Banco Votorantim, que detém a permissão do Banco Central. Porém, no final do dia, toda a experiência do cliente em relação ao produto, relacionamento e canal de aquisição, tudo o que a gente vê e entende como oportunidade, nós conseguimos implementar, inclusive crédito. Temos a figura da Sociedade de crédito direto, viabilizada pelo Banco Central, em que você consegue uma licença para poder emprestar dinheiro de forma direta. A Creditas e outras fintechs possuem essa licença. Hoje não existem tantas barreiras do ponto de vista da regulação e isso acaba aumentando a competição. A minha visão hoje é a de que o mercado ainda não é tão competitivo, mas vai acabar ficando. Sendo bem simplista, 85% das movimentações financeiras ainda estão na mão dos grandes bancos. O mercado está se abrindo. Existe uma corrida dos bancos digitais e das fintechs para começar a se tornar o que a gente chama de “A conta principal dos clientes”. O Nubank já conseguiu avançar bastante do ponto de vista da pessoa física, principalmente com os millennials e o pessoal mais jovem. O C6 está tentando ir para um outro caminho. A gente viu que no mercado de PME’s não tinha ninguém fazendo isso de uma forma focada e nichada, tirando os clientes que estão no Itaú e no Bradesco, nos grandes bancos, clientes que estão vindo para os bancos digitais. Para poder entrar nesse mercado, é preciso seguir alguns caminhos. Primeiro: o produto precisa ser muito bom

Nov 5, 202041 min

Monica Saccarelli, CEO da Grão. O fim da poupança.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Monica Saccarelli é fundadora e CEO da Grão. A empreendedora tem um histórico no mercado financeiro brilhante. Depois de fundar e vender a corretora Rico para a XP, Monica e o time da Grão, querem mudar a forma como as pessoas guardam, investem e se relacionam com dinheiro. Especialmente as pessoas de baixa renda, já que com apenas R$1 real, qualquer pessoa pode investir no app da fintech. A Grão recebeu investimentos de fundos como Astella, Vox Capital e Domo Invest. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. Monica, você pode nos contar o que a Grão faz? E se ela nasceu a partir de algum problema que você tinha? Como começou essa história? A Grão é uma fintech que veio para ajudar os brasileiros a guardar dinheiro. O que nós queremos é criar o acesso ao investimento para qualquer pessoa. Eu mesma aprendi a investir e lidar melhor com o meu dinheiro. E da mesma forma que eu aprendi, pensei como poderia ensinar milhares de pessoas a se relacionar melhor com o dinheiro. Quanto tempo a Grão existe? Lançamos o aplicativo em janeiro de 2019. Mas foi em 2018 que nós começamos a formar o time e fazer bastante pesquisa. O aplicativo não começou com o nome “Grão”. Houve esse desafio de mudar o nome no meio do percurso, certo? Exatamente. Começou como “Diin”, mas nós não registramos a marca. Apesar de ser a minha segunda empreitada, sempre cometemos erros. E cometemos o erro de não registrar a marca logo no início. Uma outra instituição financeira já havia cadastrado o nome, então nós tomamos a decisão de lançar uma nova marca. E aí veio o Grão. Hoje, mais da metade dos nossos clientes não conhecem a “Diin”. E Grão é realmente um nome bem mais forte. Tem mais a ver com a nossa proposta: de grão em grão você vai conquistar o seu objetivo. O objetivo é ajudar os usuários a traçar metas em relação ao quanto eles querem guardar? Como funciona o App? Mais ainda: como vocês monetizam, qual o modelo de negócio de vocês? Quando nós começamos a entender o porquê as pessoas não guardavam dinheiro, recebíamos dois tipos de resposta: a primeira era “eu não tenho dinheiro”; e a segunda, “eu não entendo nada sobre investimentos”. Usamos a palavra guardar, porque, de acordo com os nossos clientes, investir é para quem tem muito dinheiro. Com 1 real você já começa a guardar dinheiro. Quando estamos falando de algo distante, como guardar dinheiro para a aposentadoria, fica mais difícil, né? Antes de iniciar uma maratona, é preciso começar a correr. Se você nunca realizou uma maratona, você precisa começar aos poucos, correr 5 quilômetros, 10 quilômetros, até você alcançar o seu objetivo. É a mesma coisa com o dinheiro. Por exemplo: Eu quero fazer uma viagem no final do ano. Eu quero comprar um carro novo. Para isso, precisamos guardar dinheiro. Nós incentivamos a pessoa a nomear seus objetivos. Fica mais lúdico e ajuda a aumentar a força de vontade. Nós monetizamos através de um spread, mas agora o nosso próximo desafio é criar uma conta digital, que já estava dentro do nosso plano, que era montar uma conta digital para automatizar o investimento dos nossos clientes. Nosso cliente, hoje, é bancarizado. Ele precisa transferir o dinheiro do banco dele para a conta da Grão. Com a conta digital, vamos iniciar outra forma de monetização. Vamos deixar o processo de guardar o dinheiro ainda mais simples. Temos, ainda, uma outra fonte de receita, que é o B2B. Agora também temos o pix. Está todo mundo animado e isso vai mudar bastante coisa para as fintechs. Qual o número de “grãos” e número de colaboradores? As pessoas estão atingindo suas metas? E como fica o cenário com a Selic lá embaixo? Hoje, somos em 16 pessoas. A equipe é bem pequena, bem enxuta. No caso do nosso cliente, que nunca investiu, ele normalmente guarda o dinheiro na poupança ou em casa. Hoje não estamos concorrendo com os investimentos. Temos várias histórias de clientes que guardavam o dinheiro em casa, às vezes sem saber que o dinheiro pode render. O nosso cliente é bem iniciante. Ele está acumulando dinheiro. Mônica, qual a importância de ter fundado empresas anteriores para história da Grão? As experiências ajudam. Começamos, lá atrás, como um Home Broker, depois uma corretora, e depois fizemos o spin-off para montar uma nova corretora… e agora uma fintech! Cometemos erros. Temos ansiedade, incertezas. E o sonho de mudar. É uma montanha russa. Vamos criando uma casca mais grossa. Em fevereiro dobramos de tamanho em poucas semanas e logo depois veio a pandemia. Eu nunca tinha vivido algo parecido. A gente nunca sabe o que vai acontecer. Considerando essa empreitada da Grão, existe algo que você está fazendo agora, mas que poderia já ter feito lá atrás e se con

Oct 29, 202032 min

André Maciel, investidor do SoftBank. O maior fundo de capital de risco Latam.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. André Maciel foi sócio e investidor do SoftBank, um dos maiores fundos de venture capital do mundo. O fundo, já investiu em mais de 20 empresas na América Latina, todas elas com liderança em seus setores. Desde a chegada ao Brasil, a equipe do fundo tem se dedicado a encontrar “empreendedores apaixonados pelo negócios e destinados a mudar seus segmentos”, com o próprio André cita. O fundo, maior venture capital Latam, já investiu em empresas como Rappi, PetLove, VTEX, Loggi, Creditas, Olist entre outras startups, e tem grande ambições para o país. O fundo ainda tem bilhões para serem investidos. *Atualmente, André é sócio da Volpe Capital, um fundo de venture capital que investe com foco em empresas de tecnologia na América Latina. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. André, você pode contar um pouquinho sobre a história do SoftBank e como ele veio parar no Brasil? André: O SoftBank foi criado por um senhor japonês, filho de coreanos, chamado Masayoshi Son. Ele foi criado no Japão e passou por muitas dificuldades por ser filho de coreanos. Na época da faculdade, ele foi estudar na Califórnia. Ele era um empreendedor por natureza. Foi bem sucedido na criação de suas duas primeiras empresas e, ao voltar para o Japão, ele seguiu no caminho do empreendedorismo e dos investimentos. No passado, o SoftBank era mais como um banco de softwares, nada a ver com uma instituição financeira… Ele acabou transformando uma empresa que estava fadada a terminar em uma série de investimentos. Ele sempre foi muito focado na parte de venture capital. O SoftBank é o maior acionista do Alibaba. Ele também comprou a quarta maior operadora de celular do Japão e depois acabou comprando a terceira. Ele tem um histórico de fazer apostas grandes, mas não necessariamente concentradas, além de sempre acreditar no empreendedor. Também temos grandes participações na Uber e na DiDi. Outra faceta do SoftBank é tomar um ativo que se encontra em dificuldades e controlar os passos dele. O grupo vai muito bem. A nossa ação está no “All-Time High”. Os investidores estão reconhecendo o que estamos fazendo. Recentemente, lançamos um fundo de venture capital na América Latina de 5 bilhões de dólares, que é o fundo da categoria na região. Temos mais de 22 companhias hoje e além dessas companhias, investimos em alguns fundos-chave. O venture capital pode ser considerado uma bolha? Investimos em companhias pertencentes aos fundos que participamos. O ponto principal é que, se você acompanha uma empresa, como a equipe de administração toca o negócio, a hora que a companhia aparece para uma rodada de investimentos, temos muito mais confiança na hora de tomar uma decisão. É algo que muda completamente a sua perspectiva numa decisão. Inclusive, durante a crise, várias companhias foram impactadas, mas mesmo assim participamos de rodadas de investimento, porque enxergamos uma retomada clara no negócio, além de entender que a gestão encarou um momento difícil com muita destreza. Nosso interesse é fazer um bom investimento com o nosso próprio capital. Mas se os outros fundos nos permitem aprender melhor sobre um negócio, isso também é muito valioso. Como funciona o dia a dia de vocês que investem em startups que já possuem uma certa governança? Geralmente, a nossa participação é por conselho. Temos alguns grupos que suportam essas companhias. Temos um grupo de Headhunters dentro da nossa plataforma que ajudam essas companhias a encontrarem talentos, a acharem administradores que possam atuar no crescimento dessas companhias com algumas funções específicos e também temos um grupo operacional, que ajudam em situações pontuais como, por exemplo, no marketing digital, nós temos especialistas nisso, temos especialistas em e-commerce. Essas pessoas estão “InHouse” e elas ajudam as companhias do nosso portfólio a melhorar suas capacidades em várias frentes. Eu acho que essa proposta é muito forte para as companhias. O mais importante é que nós não investimos para controlar as companhias, para dizer o que o empreendedor tem que fazer. Nós investimos para suportar o empreendedor ao plano em que estamos alinhados. A nossa proposta é muito centrada no empreendedor. Como o empreendedor é a parte principal do investimento, é ele quem deve levar o negócio até o final. Quais investimentos vocês já fizeram aqui no Brasil e também na América Latina e o que vocês estão buscando? Buscamos companhias que tenham um mercado relevante e empreendedores que consigam juntar uma equipe ao redor de um sonho. Não temos uma limitação de setores específicos. Não olhamos para uma companhia cuja oportunidade de mercado é muito nichada, porque aí não se encaixa com os objeti

Oct 22, 202042 min

André Ferraz, CEO da In Loco. De Recife para o Vale do Silício.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. André Ferraz é co-fundador e CEO da In Loco, uma startup que resolve problemas de segurança e privacidade, dois temas muito importantes para os dias de hoje. Com 120 colaboradores, a empresa recebeu cerca de R$80 milhões de investimentos de fundos como Prosus (ex-Naspers), Valor Capital e Unbox Capital (fundadores da Magalu). Com 4 escritórios pelo mundo (São Paulo, Recife, Palo Alto e Nova York) a In Loco é um case de resiliência e mudança de modelo de negócio que serve de exemplo claro de como empreendedores superam momentos adversos. Recentemente, a empresa abriu mão da sua estratégia de mídia, vendendo para a Magazine Luiza, a divisão de publicidade, o primeiro produto da startup, que ajudou eles a financiar o modelo atual de negócio. Com o lançamento da Incognia, empresa irmã da In Loco, André e o time vão explorar o maior mercado do mundo, o americano. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. André, você pode contar a história da In Loco, qual o problema você estava tentando resolver e o que faz a In Loco? André Ferraz: Vou dar uns passos atrás para contar um pouco do meu background e de onde veio essa ideia de resolver esse problema. O meu pai é professor de ciências da computação, e por conta disso eu acabei tendo acesso muito mais cedo do que os meus colegas à computação e à internet. Ele sempre me expunha muito a o que ele trabalhava, então acabei me interessando bastante pela área. Só que eu fui para o lado negro da força no começo, fui mais para a parte de atacar, tentar quebrar os sistemas e tentar achar falhas de segurança. Não que eu achava que era difícil, pelo contrário, era mais fácil, tanto é que uma criança conseguia quebrar um monte de sistemas. Isso me deixou muito assustado e me motivou a ir para a computação, justamente porque eu queria trabalhar nisso para tentar fazer os sistemas serem mais seguros, eu sempre tive muito essa vontade. Quando eu estava na faculdade, me encontrei com os meus colegas e lá tivemos uma ideia em que a gente estava estudando um tema, que chamamos de computação ambígua, que nada mais é que a implementação ótima do que a gente chama hoje de “internet das coisas”, ou seja, você tem determinado objeto que se torna um dispositivo digital, conectado à internet e inteligente e a gente chega a viver em um mundo com tanta automação que esquecemos que existem computadores naquelas coisas. Seria o momento em que a computação nas coisas se torna invisível, essa ideia sempre nos fascinou, mas meu background de segurança acabou me levando a pensar no lado sombrio dessa história toda. Imagine que você esteja dirigindo seu carro inteligente e ele é hackeado por alguém que desliga os freios e você morre. Isso pode ocorrer no futuro se não pensarmos em grandes avanços em relação à segurança digital para esse tipo de dispositivo. Foi esse tipo de problema que nos fez começar a empresa. Basicamente, resolver a parte de segurança e a parte de privacidade nessa nova era da internet que vai ser a internet das coisas. Essa ideia começou em 2011? Mais precisamente, no final de 2010, e em 2011 aproveitamos uma disciplina da universidade para começar a desenvolvê-la. Fale um pouco mais da In Loco. Que tipo de cliente procura vocês e qual é o produto? Nós começamos com um problema muito à frente do tempo, não era ainda uma coisa muito tangível aquilo que queríamos resolver. Por conta disso, tivemos que nos adaptar achando problemas a curto prazo para conseguir monetizar essa tecnologia que vínhamos construindo. Hoje em dia o nosso produto principal é um produto que chamamos de “biometria comportamental de localização”, na qual criamos uma identidade digital para cada tipo de dispositivo mobile, que permite que os aplicativos utilizados em determinado dispositivo ofereçam ao usuário uma experiência no processo de autenticação sem fricção. No final das contas, o que queremos fazer? Queremos eliminar a necessidade de senhas. Hoje os nossos clientes são aplicativos mobile dos segmentos de fintech e bancos, também e-commerce que utilizam isso para a prevenção de fraudes e, ao mesmo tempo, permitir uma melhor experiência para o usuário. Ninguém gosta de ficar decorando senhas e tendo que digitar uma série de códigos extras para conseguir fazer uma operação financeira em um aplicativo e, basicamente, estamos aqui para eliminar esse tipo de coisa. André, você poderia explicar um pouco mais sobre como o seu produto é utilizado e quais são as vantagens dele? Vamos supor que alguém descubra o seu login e senha e tente acessar sua conta bancária. O que acontece neste momento? Nossa tecnologia perceberá que a forma pela qual eu me comporto, os locais que eu frequento, a localização que estou

Oct 15, 202039 min

Alessio Alionço, CEO do Pipefy. Global desde o primeiro dia.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Depois de sofrer com processos “travados” em grandes consultorias, Alessio Alionço fundou o Pipefy em Curitiba, em 2013. O Pipefy é um dos SaaS brasileiros de maior prestígio no país e já nasceu global, desde o dia zero. Com investidores como Redpoint e-ventures, ONEVC e Valor Capital, Alessio e o time de mais de 250 pessoas do Pipefy, atendem mais de 2,600 clientes, em 146 países países diferentes. A empresa já recebeu cerca de U$63,7 milhões de investimentos, que são destinados em sua maioria, no produto, design e experiência da plataforma, que é muito elogiada por milhares de usuários. Alessio é o que podemos chamar de “product founder”. Segundo ele mesmo, muito do que vai para o ar no software, tem o “pitaco” dele. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. Alessio, você pode contar um pouco sobre a criação do Pipefy e sobre o que você estava tentando resolver, se era uma dor que você sentia…? Alessio Alionço: Foi uma dor minha. Antes de fundar o Pipefy, eu comecei a minha carreira trabalhando em consultoria. Numa dessas consultorias, eu fazia a gestão de 14 empresas, com um faturamento de aproximadamente 200 milhões, e tinha um núcleo de excelência operacional, que consistia em consultores de gestão, responsáveis por tentar aumentar a performance dessas empresas e reduzir custos, reduzir tempo, melhorar a qualidade. Era um grupo de consultores que se sentava e redesenhava todos os processos da empresa, para tentar salvar a empresa e fazer a empresa crescer. E eu era o consultor junior, nerd, tech friendly, que ficava responsável por sentar com todas aquelas requisições e processos e, depois, falar com a área de T.I. para encontrar o melhor software para rodar todas essas mudanças que a gente precisava. Fiz isso por um tempo para todo tipo de indústria. Então eu sofri muito as dores que os clientes de Pipefy têm. O fato de estar muito do outro lado do balcão foi fundamental para formar o DNA do Pipefy. É raro no Brasil um SaaS começando com uma cabeça global. Você já tinha, desde a gênese do Pipefy, a vontade de ir para o mundo? Alessio Alionço: A gente começou internacional desde o dia um por dois motivos: primeiro, eu fui atropelado pela primeira empresa. A gente teve que vender a empresa, já tínhamos perdido o bonde, a gente não tinha ganhado o suficiente. O segundo ponto foi ter trabalhado como consultor de produto para uma aceleradora israelense. Trabalhei lá por 4 meses, parte remoto e parte presencial. E lá eu aprendi o mindset israelense de “go global” desde o dia 1. Eu aprendi num jantar. Um cara me explicou porque o empreendedor israelense precisa pensar de maneira global desde o dia 1. Eles pensam em ser bem sucedidos no mercado americano e europeu porque eles não têm mercado local. E aí, nesse jantar, um israelense me falou uma coisa que me deixou com um gosto meio amargo na boca: ele disse que nós, brasileiros, somos muito preguiçosos. Perguntei: “como assim”? E ele respondeu que pelo fato de termos a barreira da língua e a barreira da burocracia, além de possuir uma população enorme, nós não inovamos de verdade, só fazemos cópia, e não queremos criar produtos em escala global. Depois disso eu voltei meio traumatizado. Essa conversa me tirou de dentro da caverna. Alessio, você pode explicar o que é o Pipefy e o que ele faz? Alessio Alionço: O Pipefy é um software de gestão de processos, que permite aos gestores organizar a execução passo a passo do time e, em paralelo, conseguimos que essas pessoas possam automatizar a execução, o que traz economia de custo e de prazo. Somos muito bons em atender times que possuem um volume grande de tarefas. Esse mercado de startup, SaaS e B2B engloba uma série de competidores. Você bate de frente com vários tipos de ferramentas. Como você enxerga essa competição? Eu acho que a premissa básica é a de que todos os sistemas devem ser abertos, porque hoje é muito difícil encontrar um processo que rode em uma única plataforma. A gente sofre uma competição em três dimensões diferentes: de baixo, temos as plataformas “no-code”. Quando o time é muito pequeno e a volumetria é pequena, a ineficiência não é uma dor suficiente para que ele vá para uma plataforma mais “parruda” e mais cara como o Pipefy. Se o processo dele é pequeno, faz mais sentido ficar na planilha, no Monday, no Trello, no Asana… A partir do momento em que você se vê forçado a sair dessas ferramentas, quando o negócio está começando a escalar, é aí que a gente compete de verdade pela grana, pela mina de ouro do mercado. Geralmente, antes do Pipefy, os clientes tinham duas opções… ou competimos com um sistema especializado para aquele determinado uso, co

Oct 8, 202043 min

Marcio Waldmann, fundador e CEO da Petlove. Pioneira, digital e líder.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Marcio Waldman é o fundador e CEO da Petlove. Médico veterinário, fundou a clínica PetSuperMarket em 1999 e transformou um negócio familiar no maior negócio pet online do Brasil. Com a expectativa de faturar R$540 milhões em 2020, a empresa foi a grande impulsionadora de venda de produtos pet na internet. “Quando o pet começou a dormir na cama do dono, o mercado começou a crescer forte” – Marcio Waldman A Petlove recebeu investimentos de fundos como Kaszek, Tiger Capital, Monashees, Tarpon e Softbank. Pioneira no e-commerce a empresa também está na vanguarda de negócios recorrentes no Brasil: 65% da receita da Petlove são assinaturas. A empresa tem um clube de assinatura que é referência para diversos outros do setor. Recentemente, a empresa adquiriu a startup Vet Smart, uma empresa que desenvolve aplicativos iOS, Android e sites para médicos veterinários que atuam como clínicos de pequenos e grandes animais. A Petlove é uma líder a ser seguida. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. Marcio, você pode contar um pouco sobre a história da Petlove, como começou, o que vende e qual o modelo de negócio? Marcio: A Petlove começou com o Pet Supermarket. Eu sou médico veterinário, sempre fui aficionado por tecnologia. Na década de 1990, eu tinha uma clínica no Centro de São Paulo, no Bom Retiro, e os meus clientes falavam que estava ficando cada vez mais difícil chegar na clínica por causa do trânsito. Eu já acendi um sinal amarelo, pensando que esse tal de trânsito poderia acabar com o meu negócio. Eu precisava encontrar alguma forma de atender meus clientes a distância. Em 1998 eu estava num congresso nos Estados Unidos. Vi o início da internet. Ainda se chamava Super Highway na época. Eu fiquei fascinado. Ia todo ano pra lá. O primeiro site que eu vi foi o de um fast food famoso. No congresso existia a área de conhecimento, de palestras e a área de venda de produtos. Na área de vendas, uma muvuca, tudo lotado, mas havia um estande vazio e o rapaz que estava sentado lá me disse que estava montando o primeiro sistema de venda a distância pela super highway. Pensei que era exatamente aquilo que eu precisava. Quando voltei para o Brasil e a internet comercial abriu por aqui, fiquei procurando formas de vender o meu produto na internet e facilitar a vida dos meus clientes. Montei o primeiro e-commerce em 1999, depois de ter encontrado uma plataforma chamada Miracula. Depois passei pela Locasite, Locaweb e fui aprendendo na marra. Em 2004 eu mudei para o Fast Xommerce. Comecei a vender um pouquinho mais nessa época. Em 2005, teve duas coisas que me fizeram fechar a clínica definitivamente: a primeira foi o faturamento do e-commerce, que se equiparou ao faturamento da clínica, mas isso não foi o fundamental. O fundamental é que, na época, perto da minha clínica, abriram o Pet Center Marginal, que hoje é o Petz, e isso me quebrou. Meu movimento caiu a zero. Foi a época mais difícil da minha vida. Eu tinha uma margem super pequena. Era eu e a minha esposa e mais quatro pessoas. Eu tinha uma margem super pequena. Em 2010, as vendas começaram a melhorar um pouquinho e aí, em 2011, eu recebi uma ligação de um rapaz da McKinsey falando em castelhano, querendo me apresentar um pessoal investidor. Na época eu já estava procurando, eu sabia que isso daria certo. E se eu continuasse pequeno, a concorrência iria investir uma grana no negócio e acabar comigo. Eu não tinha capital ou estrutura na época. Em menos de meia hora de conversa, eles fizeram uma proposta para investir na companhia, que era a Pet Supermarket, que era o nome do site, a razão social da empresa. Eu fiquei super animado e aceitei. Em agosto de 2011 recebemos o investimento e começamos a investir um pouco em marketing. Comecei a terceirizar o marketing. Contratamos o serviço da Jüssi e fechamos o faturamento em 4 milhões. Quase dobramos o forecast do ano. Depois, já começamos a contratar times. De 2012 até 2019, continuamos a empresa num ritmo muito grande. Passamos de 4 pessoas para umas 300 pessoas. Hoje nós somos 540 pessoas. Começamos como um e-commerce e nos transformamos em uma plataforma de assinaturas. Em 2019 a Tarpon entrou na companhia e a gente continuou acelerando a nossa visão de plataforma. Começamos a trabalhar um pouco mais e a nos aproximar mais dos médicos veterinários. Queríamos os médicos como centro da plataforma. Em 2019, ainda, conhecemos uma empresa chamada Vet Smart. Eles têm uma plataforma de educação continuada do médico veterinário. Reunimos mais de 4 mil veterinários em cada streaming. Gostamos do projeto e da plataforma. Adquirimos essa empresa. A Vet Smart é hoje uma empresa da Petlove. Mas toda a galera e

Oct 1, 202039 min

Luciana Caletti, VP da Glassdoor. A história da Love Mondays.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Formada em direito, Luciana foi para Londres para aprender inglês e fazer um MBA. Durante o curso, Luciana fez uma viagem para o Vale do Silício e entendeu como poderia voltar para o Brasil e criar um negócio digital. Em 2013, fundou a Love Mondays, levantou dinheiro de venture capital e três anos depois, com 30 colaboradores, vendeu sua empresa para a Glassdoor, a principal inspiração da startup. Fundada em 2007, a Glassdoor é a maior plataforma de reviews de cultura empresarial no mundo. Com 700 colaboradores, captou mais de U$204 milhões e está presente em dezenas de países. Em 2018, foi adquirida por U$1,2 bilhões pela japonesa Recruit Holdings, que também é dona da Indeed. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. Luciana, como nasceu a Love Mondays? Ela foi criada a partir de uma dor que você queria resolver? A Love Mondays nasceu com o propósito de trazer transparência para o mercado de trabalho e ajudar as pessoas a tomar uma boa decisão de carreira. Ela nasceu inspirada no Glassdoor. Vimos esse serviço nos Estados Unidos, mas a gente sentia falta de algo parecido aqui no Brasil e na América Latina. A experiência em trabalhar em uma empresa multinacional nos Estados Unidos pode ser diferente de trabalhar numa empresa multinacional no Brasil. Então nós sentimos essa dor, como se as pessoas estivessem tomando decisões de carreira no “escuro”. E quando você muda de emprego e entra em outro sem saber como vai ser, se você não gosta do que você encontra na realidade da empresa, já é tarde demais. E nada melhor do que saber como é trabalhar em uma empresa através da opinião de seus funcionários. Basicamente, a Love Mondays se trata de uma plataforma em que os funcionários contam suas experiências e, assim, ajudam outras pessoas a entender a cultura e o dia a dia daquela empresa. Depois de 3 anos a Love Mondays acabou sendo comprada pelo Glass Door. Vocês criaram a Love Mondays com a intenção de vendê-la de maneira tão rápida? Somos em 3 co-founders, e como fundadores sempre conversamos sobre isso, caso surgisse uma oportunidade, se toparíamos ou não. E isso vai na linha de levantar investimentos. Eu acho que se você levanta investimentos de venture capital, em algum momento você quer dar um exit. Tínhamos a ideia de ter uma fatia menor de uma pizza maior. Sempre topamos essa possibilidade de levantar investimentos e de vender. Acabou sendo uma jornada muito rápida. Como fundadores, eu acho que fez sentido. Fez sentido para todas as partes. Foi um bom timing. Nos sentimos reconhecidos e recompensados pelo tempo que investimos na empresa. Também foi um retorno para os investidores. Eles ficaram satisfeitos e concordaram com o negócio. As estrelas se alinharam e acabou dando certo. Foi uma jornada rápida, mas foi bacana. Normalmente, o investidor quer ficar mais tempo e ver o negócio ir para o IPO. Vocês tiveram uma conversa dura com os investidores ou eles ajudaram vocês nesse processo? Não foi uma conversa dura. Eu não diria assim. Eu acho que o bom investidor sabe que os bons empreendedores deixam o negócio fluir na estratégia dos empreendedores. Porque se o empreendedor, em algum momento, perde a motivação, o negócio não vai para frente. Mas, claro, conversamos sobre isso e achamos que seria um exit bacana para eles e para nós. Não são negociações rápidas… Mas funcionou para todos. Luciana, a sua história é inspiradora. A Love Mondays é um verdadeiro case. Se você não tivesse optado em vender a empresa, na sua cabeça, como funcionaria a ideia de concorrer com uma empresa americana (Glassdoor)? Como eu falei, o Glassdoor sempre foi uma grande inspiração. Tanto que deixamos trabalhos em grandes empresas para começar uma empresa espelhada no Glassdoor. Desde o início, quando fizemos 1 ano de Love Mondays, os investidores nos colocaram em contato com o CEO do Glassdoor. Também conversei com diversos CEOs de vários mercados, tanto no Brasil quanto fora, porque precisamos conhecer o ecossistema em que operamos. Desde o início, o CEO do Glassdoor falou que, em algum momento, ou trabalharíamos juntos ou competiríamos. Eu sempre falei pra ele: se você for entrar na América Latina, eu quero ser a primeira pessoa a saber. Não quero saber por outra pessoa. Sempre que eu viajava até São Francisco, eu marcava um café com ele. Numa dessas, entrei em contato com o Robert, CEO na época, e do nada foi preparada a aquisição, resultando na compra da Love Mondays. A gente sempre foi muito aberto em relação às métricas. Até porque queríamos aprender muito com o Glassdoor. Eu perguntava sempre questões de início de negócio e eles davam respostas bem sinceras. Foi uma colaboração bem legal desde o início. Mesmo sendo uma jo

Sep 24, 202038 min

Roberto Lee, cofundador e CEO da Avenue. Terceiro tempo.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Roberto Lee é cofundador e CEO da Avenue, corretora fundada no mercado americano que tem times espalhados por quatro países. Antes da Avenue, Roberto Lee fundou em 2005 a Wintrade (corretora de investimentos pioneira no país) e a Clear (vendida para a XP em 2014). Lee é um empreendedor em série, com uma das histórias mais sólidas no mercado financeiro no país, especialmente à frente de negócios de investimento. A Avenue é a terceira empreitada dele, que agora, mira o mercado americano de ações. A passos largos, a Avenue adquiriu a corretora de câmbio Bexs e distribuidora de valores mobiliários Coin recentemente, para ampliar a oferta e fortalecer ainda mais a estratégia do grupo. Com mais de 160 mil clientes, 60 pessoas no time e + de R$350 milhões sobre gestão, a Avenue é uma das empresas mais promissoras do país. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Transcrição do episódio Este episódio foi transcrito e editado com apoio da Conta Simples, conta digital PJ e melhor plataforma brasileira focada em cartões corporativos. Like A Boss: Roberto, você pode explicar pra gente o que é a Avenue, como ela funciona e qual a diferença em relação a uma corretora? Roberto Lee: Obrigado pelo convite. A Avenue é uma corretora de valores americana desenhada por quem não mora aqui. A nossa proposta, nossa missão, é ser a principal plataforma de investimentos do brasileiro no exterior. A Avenue já é a maior corretora da história dos Estados Unidos e a nossa pegada aqui é incluir o brasileiro no sistema financeiro internacional, com uma mecânica muito parecida com o que vocês têm aí, sem nenhum tipo de curva de aprendizado. Quem estava com você no início? Essa não é a minha primeira empresa. Todas as outras empresas foram muito pensadas. No caso da Avenue, quando olhamos para o lado, estava todo mundo aqui ajudando a montar a operação. No final, a Avenue não foi um “projeto”, mas uma consequência, um chamado na carreira. E nós já estamos nessa pegada de inclusão dos brasileiros no mercado financeiro desde 1997, mais ou menos no mesmo momento em que a internet começou a se tornar comercial. Criamos ferramentas para que as pessoas pudessem investir em coisas que, até então, eram desconhecidas. No começo dos anos 2000, investir na bolsa era uma coisa meio rara entre os brasileiros. Era muito difícil enxergar alguém que investisse na bolsa ou conhecesse bem. Não sei se vocês lembram, mas, em 2014, nós fizemos uma campanha falando de “desbancarização”, e mais ou menos nessa mesma época, as pessoas começaram a investir de verdade na categoria “por fora do banco”. Até 2014, a somatória de tudo o que todas as corretoras independentes captavam girava em torno de 500 milhões de reais. Hoje o negócio é bem maior e gira na casa dos bilhões. Lá atrás, nós começamos a enxergar uma demanda de indústria de corretoras… Ou a gente se conectava ao sistema financeiro internacional para proporcionar ao nosso cliente uma alocação de investimentos melhor ou a gente começava a inventar produtos. Mas, no final das contas, posso dizer que não tivemos uma “grande sacada”. Depois de vender a Clear para a XP, sentimos que já estava na hora de voltar a empreender. Quando vimos, já estávamos aqui em Miami montando a empresa. A desbancarização trouxe essa capilarização, além de novos produtos. Com essa competição acirrada, ficou melhor para o cliente final. Hoje em dia, até os grandes bancos estão oferecendo produtos de bancos pequenos, produtos diferentes. Sem dúvidas. Isso tem muito a ver com a maturidade do mercado. O mercado americano, por exemplo, já ganhou maturidade há bastante tempo. O processo de desbancarização já acontece por aqui desde os anos 1980. Mas, no Brasil, isso levou muito tempo para acontecer. Até porque não havia demanda. E fora do ambiente bancário, os produtos de investimentos não eram tão adequados aos clientes. Geralmente, os fundos que os bancos montavam, se a gente voltar 15 anos atrás, eram fundos caros, horríveis, mas em termos de risco, eles ainda eram adequados aos clientes finais. E com a taxa de juros lá em cima, mesmo não sendo um produto super eficiente, eles resolviam essa equação. Quando o banco é muito grande, tem muitos clientes e atende uma base com baixo conhecimento financeiro e, do outro lado, você tem um produto como uma poupança ruim, um fundo DI ruim, mas que resolve durante um tempo o problema, as pessoas se acomodam. O que aconteceu foi que o cenário mudou muito rápido. Nasceu a XP e ninguém teve tempo de se adaptar. Agora o movimento dos bancos é o de abrir a plataforma. Mas ainda faltam bons instrumentos de investimentos. As ações que estão no Brasil representam apenas 1%. A tendência é que o mundo inteiro vá se globalizando para acessar outros mercados. Uma outra coisa ainda que nós costumamos falar sobre acesso, ainda lembrando os anos 2000, quando pessoas físicas

Sep 17, 202052 min

Marcelo Furtado, CEO da Convenia. Muito além do software de gestão de RH.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Marcelo Furtado é CEO e co-fundador da Convenia, SaaS de gestão de RH fundado em 2013, que ajuda milhares de empresas a fazerem gestão de pessoas e processos administrativos de recursos humanos. A startup passou por processos de MVP, aceleração, investimentos e escala. Nesse episódio, Marcelo conta (sem pretensões) como a empresa se tornou um dos SaaS com uma das gestões mais fortes no país. Ao lado do seu sócio Rodrigo Silveira e do time, a Convenia atende mais de 3.000 clientes no Brasil. Marcelo também é professor de marketing da ESPM e facilitador do Leaders Lab Google Launchpad. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Marcelo Furtado, CEO da Convenia. Muito além do software de gestão de RH. apareceu primeiro em Like a Boss.

May 14, 202047 min

Alexandre Ostrowiecki, CEO da Multilaser. Três décadas de história.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Alexandre Ostrowiecki é o CEO da Multilaser, empresa que tem mais de 30 anos de história. Fundada em 1987, a empresa é uma das maiores do setor de produtos eletrônicos e suprimentos de informática do país. O Alexandre é o CEO da companhia e lidera um time de mais de 3000 colaboradores que se dividem entre as fábricas localizadas em Extrema (Minas Gerais), Manaus (Amazonas), o e-commerce do grupo e um laboratório de desenvolvimento de produtos na China. O empreendedor assumiu a empresa depois do falecimento do pai (fundador da companhia) e levou a Multilaser, a números que ultrapassam os bilhões em faturamento por ano. A empresa tem em seu portfólio mais de 3.500 itens. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer   Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Alexandre Ostrowiecki, CEO da Multilaser. Três décadas de história. apareceu primeiro em Like a Boss.

May 7, 202032 min

Marco Stefanini, CEO do Grupo Stefanini. Gigante, brasileira e global.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Marco Stefanini é um conhecido do mercado de tecnologia e consultoria no Brasil. Fundou a companhia que leva seu sobrenome há mais de 30 anos e levou a empresa, para mais de 41 países. Geólogo de formação, Marco trabalhou como professor, até virar analista de software por “questão de necessidade”, como ele próprio afirma. A empresa tem como foco principal, amparar a transformação digital de outras empresas pelo mundo. Sem nunca ter recebido dinheiro de investidores, a Stefanini tem mais de 25.000 colaboradores em países como EUA, Romênia, Filipinas, Polônia, Ucrânia, China, Colômbia, México, Índia e fatura mais de bilhões de reais por ano. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer   Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Marco Stefanini, CEO do Grupo Stefanini. Gigante, brasileira e global. apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 30, 202039 min

Paula Paschoal, diretora geral do Paypal Brasil. A maior empresa de pagamentos do mundo.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Paula Paschoal é a diretora geral do Paypal no Brasil. A executiva está na empresa desde o início das operações por aqui e contou como a história da carreira dela mudou, desde o início, quando ainda era recepcionista de um hotel. O Paypal é a maior empresa de pagamentos do mundo. Listada na bolsa, tem entre seus fundadores nomes como Elon Musk e Peter Thiel, que dispensam comentários. Com valor de mais de U$100 bilhões, presença em mais de 200 países, cobertura com mais de 27 moedas, o Paypal processa anualmente cerca de U$700 bilhões de dólares em vendas online. A história do Paypal se confunde com a da própria internet. A empresa ainda participa ativamente de aquisições. Exemplos são as adquiridas, Venmo, Braintree, Simility, iZettle e investimentos estratégicos como o de U$750 milhões no Mercado Livre, feito em 2019. A empresa tem cerca de 4 milhões de usuários ativos no Brasil. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer   Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Paula Paschoal, diretora geral do Paypal Brasil. A maior empresa de pagamentos do mundo. apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 23, 202030 min

Gustavo Borges, co-fundador da MGB. Um medalhista olímpico CEO.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Gustavo Borges é um medalhista olímpico que hoje é CEO, do negócio que fundou. A MGB é a plataforma de educação que leva para centenas de escolas de natação e academias, a metodologia que o levou para quatro olimpíadas e diversos títulos. O Gustavo (juntos com os outros sócios) lidera o time da empresa com a dedicação de atleta. Antes das medalhas e dos campeonatos, vendeu peças e carros em Ituverava, interior de São Paulo, para depois se formar em Economia na Universidade de Michigan, instituição que o transformou num atleta de alta classe mundial. Além de comentarista esportivo, Gustavo também roda o Brasil com palestras contando sobre sua carreira vencedora e é atualmente, o presidente da ACAD (Associação Brasileira de Academias). Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Gustavo Borges, co-fundador da MGB. Um medalhista olímpico CEO. apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 16, 202045 min

Fabien Mendez, CEO da Loggi. Um unicórnio resolvendo o entrave logístico brasileiro.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Fabien Mendez é o co-fundador e CEO da Loggi. A conversa com o empreendedor, trouxe aprendizados sobre a ideia inicial, os desafios do mercado que a Loggi está transformando e sobre fundraising. O Fabien contou inclusive, como veio parar no Brasil e como falhou em sua primeira empreitada. A Loggi nasceu em 2013 e logo no primeiro momento, com um produto muito simples, levantou cerca de U$1 milhão com investidores anjos. O modelo de negócios da empresa mudou durante a jornada e está transformando de fato, a dinâmica da logística no Brasil. A Loggi já atua em milhares de municípios no país. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Fabien Mendez, CEO da Loggi. Um unicórnio resolvendo o entrave logístico brasileiro. apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 9, 202041 min

Dov Bigio, CEO da Teravoz. Exit: 4 anos entre a fundação e a venda para Twilio.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Dov Bigio é CEO da Teravoz, startup de telefonia que foi adquirida pela americana Twilio. Antes dessa história começar, Dov foi um pioneiro da internet, desenvolvendo aplicativos e sites antes da bolha da internet. Ajudou empresas como Locaweb e Descomplica a organizar áreas de produto e engenharia, até chegar na Teravoz. Esse podcast tem uma das histórias com umas das jornadas mais consistentes da cultura de startup no Brasil. A Teravoz passou por estágios de construir um MVP, receber investimento anjo, participar de aceleração, fazer uma rodada com um fundo de venture capital e fazer um exit (venda da empresa) para uma das empresas mais sexys do Vale do Silício. É um testemunho. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer   Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Dov Bigio, CEO da Teravoz. Exit: 4 anos entre a fundação e a venda para Twilio. apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 2, 202050 min

Tatiana Pimenta, CEO da Vittude. Da engenharia civil ao maior case de terapia online do Brasil.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Tatiana Pimenta é CEO e co-fundadora da Vittude, uma plataforma que conecta clientes a psicólogos do Brasil inteiro para atendimento online e presencial. Com uma proposta forte de valor, a startup resolve um problema muito grande: os desafios de saúde mental no Brasil. Com uma estratégia de growth hacking aliada a um dos problemas mais críticos do mundo (a saúde mental), a Vittude liderada pela Tatiana é um case brasileiro que mudou a vida de milhares de brasileiras (vivendo dentro e fora do país). Antes da Vittude, a engenheira civil tinha uma carreira sólida no ramo da construção e fez um verdadeiro shift na carreira, para entrar no mundo das startups. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Tatiana Pimenta, CEO da Vittude. Da engenharia civil ao maior case de terapia online do Brasil. apareceu primeiro em Like a Boss.

Mar 26, 202045 min

Dominique Oliver, CEO da Amaro. O futuro do varejo e uma nova jornada do cliente.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Dominique Oliver é CEO e co-fundador da Amaro, uma empresa que vem revolucionando o varejo feminino. Suíço, empreende no Brasil e com uma estratégia de canais diferente (vendendo online e offline), a Amaro já é a referência em tecnologia e experiência do cliente. “De 100 transações de varejo de moda feminina, 96 ainda ocorrem em lojas físicas” – Dominique Oliver Antes de fundar a Amaro com Lodovico Brioschi, Dominique era analista financeiro e começou a entender o mercado de moda, fazendo reestruturação e M&A de empresas do setor, no mercado americano. Entendeu a dinâmica por trás do negócio e veio para o Brasil para fundar uma das marcas femininas mais impactantes do país. Com tecnologia de ponta, a Amaro é uma DNVB (digital native vertical brand – marca vertical digitalmente nativa) que se tornou o grande case no país de experiência multicanais, que desperta a paixão das mulheres que visitam as lojas (guide shops) e o e-commerce da marca. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Dominique Oliver, CEO da Amaro. O futuro do varejo e uma nova jornada do cliente. apareceu primeiro em Like a Boss.

Mar 19, 202041 min

Tom Canabarro, CEO da Konduto. Dos meios de pagamento ao combate à fraude.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Tom Canabarro é co-fundador e CEO da Konduto, antifraude referência no Brasil. Antes disso, trabalhou na Braspag e co-fundou a maxiPago! Fundada em 2014 pelo Tom e seu sócio Milton Tavares, a Konduto ajuda varejistas online, softwares e aplicativos a se protegerem de vendas fraudulentas. Num papo muito legal, Tom explicou os principais desafios de combater fraudes no país e também ilustrou nesse episódio, a missão da empresa em ser um parceiro tão estratégico para negócios online. A Konduto tem um time forte e uma oportunidade gigantesca: o Brasil é o segundo em número de fraudes online no mundo. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Tom Canabarro, CEO da Konduto. Dos meios de pagamento ao combate à fraude. apareceu primeiro em Like a Boss.

Oct 31, 201930 min

Victor Santos, CEO Liv UP. A simplicidade na hora de comer bem.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Victor Santos é o co-fundador e CEO da Liv UP. Engenheiro de produção, fundou o ecommerce que pretende mudar a rotina na cozinha de milhões de brasileiros. A empresa é um dos maiores cases de food delivery do país, conectando produtores familiares aos consumidores das principais capitais do Brasil. A Liv UP saiu de uma cozinha na Vila Madalena (São Paulo) em 2016, com um investimento anjo de amigos, para mais de 10 centros de distribuição, 400 pessoas e mais de 25 mil pedidos por mês em 2019. Tudo em pouco tempo e num crescimento acelerado! Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Victor Santos, CEO Liv UP. A simplicidade na hora de comer bem. apareceu primeiro em Like a Boss.

Oct 24, 201933 min

Fernando Prado, CEO da ClickBus. Conectando pessoas e destinos.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Fernando Prado é CEO da ClickBus, marketplace líder em vendas de passagens de ônibus no Brasil. Fundada em 2013, a empresa do grupo Rocket Internet, ajuda milhares de pessoas a viajarem e incluem centenas de empresas de transportes no país, no ambiente digital. Mercado até então tradicional, o setor de transportes rodoviários, passa por uma revolução digital grande, onde a ClickBus lidera e foi pioneira no Brasil. Esse episódio ilustra erros, acertos e aprendizados de uma das startups que mudaram o rumo de um setor bilionário. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss.   Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Fernando Prado, CEO da ClickBus. Conectando pessoas e destinos. apareceu primeiro em Like a Boss.

Oct 17, 201936 min

Ricardo Corrêa, CEO da Ramper. Toda empresa pode bater metas de vendas.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Ricardo Corrêa é o co-fundador e CEO da Ramper. Antes de fundar a startup, estudou como ninguém o modelo de vendas outbound e criou um software baseado em conceitos profundos de prospecção ativa. Para crescer, a empresa está usando o própria plataforma num melhor estilo de “eat your own dog food” e está de quebra, ensinando centena de empresas a adotar o modelo. “Um CEO de um SaaS deve navegar entre o caos e o controle” – Ricardo A proposta principal da Ramper e do Ricardo é que toda empresa pode bater metas de vendas. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Ricardo Corrêa, CEO da Ramper. Toda empresa pode bater metas de vendas. apareceu primeiro em Like a Boss.

Oct 10, 201937 min

Daniella Mello, CEO da Cheftime. O resgate do prazer em cozinhar em casa.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Daniella Mello é a CEO do Cheftime, um ecommerce que transforma milhares de pessoas em verdadeiros chefes de cozinha. A empresa tem como proposta principal reeducar a forma como as pessoas fazem refeições em reuniões de família de uma forma muito prática: colocando os assinantes para cozinhar. Os assinantes do Cheftime pode inclusive, pausar o pagamento recorrente a qualquer momento. Com uma operação de produção, distribuição e logística muito desafiadora, a “Dani” lidera o time que se divide em crescimento, estratégia e produto, que virou referência no food delivery brasileiro e no ecommerce de assinaturas. Agora, o Cheftime vai para as gôndolas dos supermercados! Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Daniella Mello, CEO da Cheftime. O resgate do prazer em cozinhar em casa. apareceu primeiro em Like a Boss.

Oct 3, 201931 min

Max Oliveira, CEO da MaxMilhas. Escalando sem dinheiro de investidores.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Max Oliveira é “a cara e o coração” da MaxMilhas, empresa líder em negociação de milhas no país. Com pouco tempo de vida, a empresa já é uma das mais importantes do turismo no Brasil e tem sonho grande pela frente. Num dos maiores cases de bootstrapping (usando somente recursos próprios) do país, vem mudando a forma como as pessoas viajam e usam as milhas. “Quando você cresce muito rápido, não existe tempo para pequenos problemas” – Max A MaxMilhas é um caso raro onde startups crescem muito rápido, sem dinheiro de investidores institucionais e que conseguem mudar um setor. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Max Oliveira, CEO da MaxMilhas. Escalando sem dinheiro de investidores. apareceu primeiro em Like a Boss.

Sep 26, 201942 min

Marcelo Lombardo, CEO da Omie e a revolução dos contadores.

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Marcelo Lombardo, CEO da Omie, usa a experiência empreendedora anterior para liderar um mercado muito concorrido e agressivo, o de ERPs (sistemas de gestão) para pequenas empresas. Essa liderança vem se transformando num dos maiores cases recorrentes e de estratégia de vendas por canais do país. Na sua segunda jornada como empreendedor, Lombardo parece estar usando todos aprendizados da primeira empreitada para crescer. A Omie está promovendo a revolução através dos contadores. Foto rara do Marcelo. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Marcelo Lombardo, CEO da Omie e a revolução dos contadores. apareceu primeiro em Like a Boss.

Sep 19, 201934 min

Eldes Mattiuzzo, CEO do Telecine. Das fintechs ao streaming de filmes.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Eldes Mattiuzzo é engenheiro da computação formado pela Unicamp, com um mestrado pela Universidade Stanford. O executivo é o CEO do Telecine, o maior case brasileiro de filmes por tv a cabo. Antes disso, esteve na fundação de empresas que mudaram seus mercados, especialmente em negócios fintechs. “Aqui a gente dá muita autonomia, mas tem que estar alinhado com o propósito da empresa” – Eldes Sempre à frente do seu tempo, Eldes foi co-fundador da seguradora online (insurtech) Youse e do marketplace de seguros Bidu. Pioneiro, também fundou em 2010, a startup Fairplace, um P2P lending que se tornou uma das primeiras fintechs do país. Eldes lidera agora, a transformação digital do grupo Telecine, que entra “de cabeça” em filmes por assinatura. CONTEÚDO EXCLUSIVO Quer conhecer mais de inovação, startups e ir a fundo com CEOs? A websérie exclusiva Thinking with CEOs, com diversos entrevistados do Like a Boss, está disponível na plataforma de aprendizado da Alura. A Vindi preparou um conteúdo exclusivo para ouvintes do Like a Boss, com os temas transformação digital, finanças e gestão, acesse aqui. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss.   Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Eldes Mattiuzzo, CEO do Telecine. Das fintechs ao streaming de filmes. apareceu primeiro em Like a Boss.

Sep 12, 201939 min

Fiamma Zarife, diretora geral do Twitter Brasil. Muito além dos 280 caracteres.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Fiamma Zarife, a diretora-geral do Twitter Brasil é uma liderança feminina a ser seguida. Filha de radialista e com uma história profissional forte em telecomunicações, começou a carreira como trainee na Petrobrás e digitalizando a operação de um banco no Rio de Janeiro. Ela é o principal nome da rede social no Brasil e lidera um time forte em cultura, valores e comunicação. ”A cultura come a estratégia no café da manhã” – Fiamma Tivemos um papo para lá de legal com a Fiamma na sede do Twitter Brasil sobre carreira, filosofia, gestão e pessoas. CONTEÚDO EXCLUSIVO Quer conhecer mais de inovação, startups e ir a fundo com CEOs? A websérie exclusiva Thinking with CEOs, com diversos entrevistados do Like a Boss, está disponível na plataforma de aprendizado da Alura. A Vindi preparou um conteúdo exclusivo para ouvintes do Like a Boss, com os temas transformação digital, finanças e gestão, acesse aqui. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Fiamma Zarife, diretora geral do Twitter Brasil. Muito além dos 280 caracteres. apareceu primeiro em Like a Boss.

Sep 5, 201928 min

Florian Hagenbuch, co-CEO da Loft. A reinvenção da compra e venda de apartamentos.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Florian Hagenbuch é de fato, um empreendedor e investidor serial. Fundou a Print com seu amigo Mate Pencz, vendeu a empresa e está na sua segunda jornada empreendedora, à frente da Loft, uma plataforma digital que simplifica a compra e venda de imóveis. Empreendedores Endeavor, Florian e Mate são também, sócios-fundadores da Canary, fundo de capital de risco brasileiro e investidores anjos de diversas empresas: 99, Quero Educação, Méliuz, Quinto Andar, Brex entre outras. “O meu founder market fit é pegar mercados grandes, fragmentados, carentes e aplicar tecnologia” – Florian A Loft em pouco tempo, conseguiu reinventar a compra e venda de apartamentos e é uma das maiores apostas do setor imobiliário no país. Artigo do Florian sobre investimento anjo, vale a pena ler. CONTEÚDO EXCLUSIVO Quer conhecer mais de inovação, startups e ir a fundo com CEOs? A websérie exclusiva Thinking with CEOs, com diversos entrevistados do Like a Boss, está disponível na plataforma de aprendizado da Alura. A Vindi preparou um conteúdo exclusivo para ouvintes do Like a Boss, com os temas transformação digital, finanças e gestão, acesse aqui. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss.   Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Florian Hagenbuch, co-CEO da Loft. A reinvenção da compra e venda de apartamentos. apareceu primeiro em Like a Boss.

Aug 29, 201938 min

Stelleo Tolda, COO do Mercado Livre e a história da internet brasileira.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Stelleo Tolda é o COO do Mercado Livre. Estava nos primeiros momentos de vida da empresa e está prestes a completar 20 anos na companhia. Com um case recheado de mudanças de modelos, aquisições de competidores, até a entrada na Nasdaq em 2007, Stelleo esteve a frente das principais decisões e conhece a empresa como ninguém. Aluno de Stanford, o executivo lidera uma operação de mais de 7.000 colaboradores, com presença em 18 países, onde o Brasil é o maior mercado. “Brasil é nosso principal mercado, representa 60% do nosso volume” – Stelleo Tolda Atualmente a empresa representa 30% do e-commerce brasileiro, liderando com folga, o status de maior empresa do setor, na América Latina. O Mercado Livre é a maior empresa da Argentina e está entre as 30 maiores de tecnologia do mundo. A trajetória do Mercado Livre se confunde com a própria história da internet brasileira. Quer conhecer mais de inovação, startups e ir a fundo com CEOs? A websérie exclusiva Thinking with CEOs, com diversos entrevistados do Like a Boss, está disponível na plataforma de aprendizado da Alura. A Vindi preparou um conteúdo exclusivo para ouvintes do Like a Boss, com os temas transformação digital, finanças e gestão, acesse aqui. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Stelleo Tolda, COO do Mercado Livre e a história da internet brasileira. apareceu primeiro em Like a Boss.

Aug 22, 201945 min

Pedro Roso, CEO da Docket e uma história sobre pivot.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Pedro Roso é o co-fundador da Docket, uma lawtech que ajuda empresas a facilitar a busca e a gestão de documentos de uma forma muito eficaz. Essa empresa de apenas 3 anos é uma das novas startups, que já mudaram um setor no país. Antes chamada de cartorios.com.vc, a Docket mudou o modelo de B2C para B2B, num pivot (mudança de modelo) muito corajoso. Largaram um modelo rentável para construir um ainda maior e mais sustentável. “Esse nome…CEO, é bem forte, não temos isso de cargo. Se precisar bater uma martelo eu vou lá” – Pedro Roso. Com cerca de 100 colaboradores, Pedro, Rodrigo Lopes e o Flávio (os co-fundadores) lideram um negócio de alta escala, de grande impacto e de grande transformação. A empresa tem investimento da Canary, Kaszek Ventures e One.VC. Você pode conhecer mais a fundo o trabalho do Pedro com inbound e outbound marketing na websérie exclusiva Thinking with CEOs na Alura. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Pedro Roso, CEO da Docket e uma história sobre pivot. apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 25, 201937 min

Cristina Palmaka, CEO da SAP Brasil. A maratonista que vai além do ERP

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Cristina Palmaka é CEO da SAP no Brasil. Diante do desafio gigante, de liderar um time de alta performance por aqui, consegue de forma muito profissional e verdadeira, ser uma líder a ser seguida. “A tecnologia tem que ser um meio” – Cristina Palmaka A SAP está próxima de completar 50 anos de existência. De origem alemã, é uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e tem grande presença no Brasil, com mais de 11 mil clientes atendidos de diferentes setores. Recentemente, passou por uma grande transformação digital em promover a mudança de modelo para “as a service”. Maratonista (completou 13 maratonas), Cristina lidera um time de 2.000 pessoas no Brasil e vem se preparando para uma ultramaratona em breve. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Cristina Palmaka, CEO da SAP Brasil. A maratonista que vai além do ERP apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 18, 201938 min

Edson Rigonatti, sócio da Astella Investimentos. Do heavy metal ao venture capital.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Edson Rigonatti foi o guitarrista da Sacred Curse, banda paulista de trash metal. Antes de ser um dos nomes mais fortes do venture capital brasileiro, foi executivo, trabalhou no negócio da família até se encontrar no mercado de fusões e aquisições (M&A). Ajudou a fundar a Astella Investimentos em 2008 e investiu com pioneirismo em startups da época. “São necessárias 10 mil horas para subir o Everest, com startup é a mesma coisa.” Edson Rigonatti À frente do fundo, juntamente com os sócios Laura e Martino, investiu em empresas como Resultados Digitais, Omie, Smartbill, ClickSign, Bom Pra Crédito entre outras startups. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Dicas desse podcast: Artigo do Edson sobre exits brasileiros; Livro Meu Everest do Luciano Pires; Podcast da Astella – Playbook; Livro do Edson “A jornada do empreendedor”. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Edson Rigonatti, sócio da Astella Investimentos. Do heavy metal ao venture capital. apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 11, 201936 min

Clovis Souza, CEO da Giuliana Flores. O florista da web.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Clóvis Souza trabalha com flores desde os 10 anos. Ainda criança, foi ajudante de uma floricultura que ficava em cima da sua casa e aos 19 anos (1990) fundou a primeira loja da Giuliana Flores, na região do ABC paulista. Depois de 2 lojas físicas decidiu investir na internet. Pioneiro, esteve na vanguarda do comércio eletrônico do país, montando o site da GF no começo do ano 2000. De lá para cá, a empresa encontrou pelo caminho diversos desafios de logística, concorrência, tecnologia e conseguiram com uma forte gestão, liderar a venda de flores e presentes na internet. “Se você quiser ficar sossegado, não monte um negócio. Ser dono é resolver problemas todos os dias”. Clóvis Souza A empresa, com 28 anos de vida vem se preparando para a maior empreitada, abrir centenas de pontos físicos pelo Brasil e criar um clube de assinatura de flores, unindo como ninguém uma operação forte de distribuição omnichannel. Escreveram um livro sobre o Clóvis, veja aqui. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Clovis Souza, CEO da Giuliana Flores. O florista da web. apareceu primeiro em Like a Boss.

Apr 4, 201934 min

Eduardo Mendes, CEO do Hotel Urbano. O fundador está de volta.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. O Hotel Urbano (Hurb) nasceu em 2011 no meio do boom das compras coletivas. Eduardo Mendes (o “Duda”), ex-vendedor de sapatos, junto com seu irmão, João Ricardo (professor de jiu-jitsu), fundaram um e-commerce de produtos eletrônicos dentro do Mercado Livre e cresceram bem forte. Decidiram largar o negócio para mudar a história do turismo online no país e criar o projeto H, que virou o Hotel Urbano. “O founder tem a importância de tomar o risco que outras pessoas não tomariam.” – Eduardo Mendes Depois de um desentendimento com fundos investidores da empresa, os fundadores ficaram exatos 296 dias fora da operação. Recompraram o controle da empresa 11 meses depois e colocaram novamente o drive dos fundadores para recuperar os motivos que fizeram a empresa a valer R$2 bilhões. Com 500 colaboradores e um grande impacto no turismo brasileiro, o rebatizado “Hurb” continua líder e desde que os irmãos fundadores voltaram ao negócio, a empresa não pára de crescer. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Livro citado pelo Duda: Mente Zen.   Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Eduardo Mendes, CEO do Hotel Urbano. O fundador está de volta. apareceu primeiro em Like a Boss.

Mar 28, 201945 min

Mariana Dias, CEO da Gupy. De trainee a CEO da startup de recrutamento mais promissora do país.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Mariana Dias fundou a Gupy com sua amiga Bruna, depois de passarem pela área de pessoas da Ambev. Formada em administração pela USP, vendeu o carro e largou carreira promissora para criar uma startup que promete dar o match ideal entre candidatos e empresas. “No dia que fui convidada para virar sócia da Ambev decidi fundar uma startup”. – Mariana Dias Através de inteligência artificial e uma plataforma com análise de dados orientada a pessoas, a Gupy é uma HR Tech da nova geração que com apenas 3 anos de vida, já atende clientes grandes como Gol, Reserva, Renner, Movida entre outros cases. A startup ajuda milhares de pessoas a encontrar o emprego dos sonhos. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Mariana Dias, CEO da Gupy. De trainee a CEO da startup de recrutamento mais promissora do país. apareceu primeiro em Like a Boss.

Mar 21, 201928 min

Carlos Netto, CEO da Matera. Transformação digital de bancos, fintechs e varejistas

Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. O “TK” (Carlos Netto) recebeu esse apelido, em homenagem ao icônico computador pessoal dos anos 80, do qual ele usava e era um dos principais entusiastas da época. À frente da Matera, empresa que fundou ainda na Unicamp (em 1987), Netto é um dos maiores conhecedores do sistema financeiro brasileiro. “Eu não vendo produto nem serviço, vendo um modelo de negócio.” – Carlos Netto Numa constante transformação digital, a Matera ajudou centenas de bancos e instituições financeiras a entrarem no mercado. Todo tipo de empresa pode, de forma estrutural (com a Matera), se conectar aos “cores” bancários, oferecer conta digital própria, transacionar via split de pagamento, oferecer soluções de saques, pagamentos via pix e diversas soluções financeiras. A empresa faturou R$100 milhões de reais em 2018 e se prepara para seu maior desafio: possibilitar que startups, fintechs e até varejistas, se tornem empresas financeiras num curto espaço de tempo. E vem conseguindo isso, de uma forma transformadora. Boa parte das contas digitais para empresas do mercado são feitas com a infraestrutura da Matera. Depois de 32 anos o “TK” e as 500 pessoas da Matera continuam à frente do seu tempo. * Livro do Geoffrey Moore citado pelo Carlos “Crossing the Chasm”, sobre early adopters, veja. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Carlos Netto, CEO da Matera. Transformação digital de bancos, fintechs e varejistas apareceu primeiro em Like a Boss.

Mar 14, 201939 min

Fabiana Salles, CEO da Gesto. De estagiária a presidente do maior SaaS médico do Brasil.

Participe da nossa comunidade e tenha os melhores insights sobre empreendedorismo: http://bit.ly/Likeabossgrupo – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – A Gesto é um software que usa dados a favor da gestão inteligente em planos de saúde. É também, o resultado do TCC (trabalho de conclusão de curso) mais bem sucedido do mercado SaaS do país. A Fabiana Salles, montou um negócio junto com o médico Bento de Toledo Rodovalho, em 1999 (saindo direto da faculdade), que virou a empresa na qual ela é co-fundadora e CEO. “Quando mudamos o modelo, tivemos que abrir mão da receita da consultoria para virar SaaS, foi angustiante.” – Fabiana Salles Antes do SaaS, a empresa passou por modelo de consultoria, vendas e outras tentativas, até encontrar um modelo afiado de distribuição de inteligência para empresas que procuraram a eficiência em gerir planos de saúde. Fabiana é empreendedora Endeavor desde 2017 e comanda um time de uma centena de pessoas que tem um desafio grande pela frente: continuar a mudança no negócio de planos de saúde no Brasil. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Fabiana Salles, CEO da Gesto. De estagiária a presidente do maior SaaS médico do Brasil. apareceu primeiro em Like a Boss.

Oct 4, 201834 min

Andries Oudshoorn, CEO da OLX. Uma gigante da economia compartilhada.

Participe da nossa comunidade e tenha os melhores insights sobre empreendedorismo: http://bit.ly/Likeabossgrupo – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – Andries é o CEO da OLX e tem parte da sua história profissional, conectada com classificados. Antes disso, ele veio para o Brasil empreender com o bomnegocio.com, em 2010. Num processo de concorrência forte, as empresas OLX e bomnegocio.com decidiram num tempo recorde, executar uma fusão importante (em 2015) para o setor de anúncios no país. Andries, se tornou o principal executivo do novo grupo, que tem o Brasil, como o maior mercado da OLX no mundo. “Parte do meu trabalho é garantir que todo mundo tenha a visão e direção da empresa” – Andries Oudshoorn A OLX está presente em 45 países, é o maior site de compra e venda do mundo e é líder em anúncios de veículos no Brasil. Atualmente, a OLX Brasil recebe 500 mil anúncios por dia. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss.   Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Andries Oudshoorn, CEO da OLX. Uma gigante da economia compartilhada. apareceu primeiro em Like a Boss.

Sep 27, 201834 min

José Renato Hopf, co-fundador da Getnet e da 4all. A história da primeira fintech do país.

Participe da nossa comunidade e tenha os melhores insights sobre empreendedorismo: http://bit.ly/Likeabossgrupo – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – José Renato Hopf é um pioneiro. Co-fundou a Getnet, na base da coragem e numa cultura forte de dono. A empresa abriu o mercado de cartões no país e construíram um negócio bilionário, que foi vendido para o Santander. Essa é a história da primeira (grande) fintech do país. “Nunca desperdice uma boa crise”, José Renato Hopf Embaixador da Endeavor, é atualmente o CEO da 4all, uma plataforma que viabiliza a transformação digital de empresas. Antes mesmo do termo fintech ser ilustrado no mundo, Zé e a Getnet abriam o mercado de cartões e mudaram de vez o mercado de cartões e de pagamentos no Brasil. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post José Renato Hopf, co-fundador da Getnet e da 4all. A história da primeira fintech do país. apareceu primeiro em Like a Boss.

Sep 19, 201848 min

Camilla Junqueira, diretora da Endeavor. “A voz e ouvidos” dos empreendedores que mais crescem no país.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Camilla é a diretora geral da Endeavor no Brasil. Fundada em 1997, a Endeavor é a mais respeitada organização de apoio a empreendedores no mundo e conseguiu isso, ajudando o crescimento de empresas de alto impacto, em cada país que tem presença. Antes de assumir o desafio de gerenciar a organização, apoiar mais de 200 empreendedores e centenas de mentores, Camilla foi impactada pelo empreendedorismo e pelo propósito de ajudar causas, numa viagem na Índia, que mudou sua visão sobre tudo. “Os empreendedores são a grande alavanca para transformar o país”, Camila Junqueira A Endeavor apoia os empreendedores que mais crescem no país e multiplica as experiências de sua rede global, através de programas de apoio ao crescimento e mentorias, como o Scale Up, eventos como o Day1 e com conteúdo, através do seu portal, Desde 2012 na organização, Camila teve que empreender por diversas vezes na Endeavor. Para ajudar o crescimento da rede, provocar a mudança através do exemplo empreendedor e interferir em causas governamentais que apoiam todas empresas no país. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Camilla Junqueira, diretora da Endeavor. “A voz e ouvidos” dos empreendedores que mais crescem no país. apareceu primeiro em Like a Boss.

Sep 13, 201842 min

Sergio Furio, CEO da Creditas. A quebra do monopólio dos juros bancários no país.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Sergio Furio é o fundador e CEO da Creditas. Espanhol, Furio passou por grandes bancos e consultorias até chegar ao Brasil sem falar português, para empreender. A história da Creditas (ex-BankFacil) se cruza com a esposa do Sergio (brasileira) que apresentou o desafio que o país tinha em crédito já na época (2011). Seis anos depois (2017) a Creditas originou R$100 milhões em crédito e projeta originar cerca de R$350 milhões em 2018. “Demoramos 4 anos para originar o nosso primeiro crédito…e os investidores não acreditavam em mim.” Sergio Furio Empreendedor Endeavor desde 2017, Furio lidera uma equipe de quase 500 pessoas em São Paulo e tem como propósito, mudar os juros bancários no país. A Creditas é uma das maiores fintechs do país. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Sergio Furio, CEO da Creditas. A quebra do monopólio dos juros bancários no país. apareceu primeiro em Like a Boss.

Sep 6, 201833 min

Eduardo Thuler, CEO da Catho. Das redes sociais à maior plataforma de vagas do país.

Grupo exclusivo dos ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Eduardo Thuler é o CEO da Catho. Antes de assumir a maior empresa de vagas de emprego do país, empreendeu, liderou projetos no Google (no Orkut também) e foi um cientista da computação de profissão. Thuler lidera atualmente, um time de quase mil pessoas. “A Catho já foi uma franquia de empregos, com lojas físicas e precisou virar uma empresa de tecnologia para escalar”. Eduardo Thuler Com mais de 7 milhões de currículos cadastrados, a Catho é o maior case de empregos e recrutamento online do país. Fundada em 1996 como uma agência de empregos, a empresa precisou se reinventar para escalar. Foi para a internet, passou por rodadas de investimento, foi vendida para o grupo australiano Seek (que também investiu na Revelo) e continua líder, com uma gestão forte e profissional, liderada pelo Eduardo. Atualmente a empresa tem mais de 900 colaboradores e impacta milhões de pessoas no país. Você também pode ouvir o Like a Boss nas plataformas: Spotify IOS (iPhone) Amazon Music Google Podcasts Deezer Grupo exclusivo ouvintes do Like a Boss: https://t.me/grupolikeaboss. Produção e conteúdo:Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Vindi – https://www.vindi.com.br/Edição e sonorização: Radiofobia Podcast e MultimídiaCompartilhe nas suas redes sociais:FacebookGoogleTwitterLinkedinO post Eduardo Thuler, CEO da Catho. Das redes sociais à maior plataforma de vagas do país. apareceu primeiro em Like a Boss.

Aug 30, 201832 min