
Comissão Política
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Será este um Governo reformista ou de gestão corrente? E tem emenda?
O PTRR visto a partir de Leiria
Transparência e opacidade, o choque entre as mais altas figuras do Estado
“Só o governo pode salvar Seguro de uma primeira derrota”. Será?
A transparência de Hugo Soares e a ambiguidade do Governo

Comissão Política: Que Presidente sairá desta Presidência Aberta?
António José Seguro estreia-se na estrada, com a sua primeira Presidência Aberta para pressionar o Governo no âmbito dos apoios às vítimas - pessoas e empresas -, afetadas pelas tempestades deste inverno. O Presidente joga aqui a revelação de um estilo que ainda não conhecemos na totalidade, mas também a capacidade de influenciar a política do Governo. Conseguirá converter a sua votação massiva em poder efetivo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

O PS à procura de um caminho e Cavaco à procura de reformas
Cavaco Silva fez o aviso ao Governo e ao PS: o país precisa de reformas e a única solução é conversar ao centro. O PS foi para Viseu procurar caminhos e o país ficou entre avisos e promessas de colaboração. Neste episódio da Comissão Política, João Vieira Pereira, Paulo Baldaia e Eunice Lourenço analisam a atualidade política, sob moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tirar uma cadeira ao PS no Constitucional para dar ao Chega é a democracia a retroceder ou a funcionar?
Neste episódio da Comissão Política, debatemos a queda na popularidade do Governo, segundo a sondagem ICS/ISCTE para o Expresso e para a SIC, que cai mesmo entre eleitores e simpatizantes do PSD. O que é que isso quer dizer, num momento em que a vida ainda se vai tornar mais difícil com o aumento do preço dos combustíveis? Outra interrogação que debatemos tem a ver com a eventual escolha de um juiz indicado pelo Chega para o Tribunal Constitucional: é um perigo para a democracia, é a democracia a funcionar, ou é um prenúncio de uma revisão constitucional? Os comentários são de Liliana Valente, coordenadora da secção de política do Expresso, de Eunice Lourenço, editora de Política, e de David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mudança tranquila ou pântano? O que querem os portugueses e o que pode fazer o Presidente
Dois anos depois da primeira vitória eleitoral de Luís Montenegro e quase um ano depois da segunda vitória em legislativas, a AD foi alcançada pelo PS e em o Chega à perna, como mostra a sondagem do ICS/ISCTE para o Expresso e a SIC. A mesma sondagem que também nos diz que os portugueses esperam de António José Seguro um Presidente colaborante.Será que o empate entre os três partidos é sinal de pântano? Ou, está de facto em curso a “mudança tranquila” e “despida de ideologias” de que falou Hugo Soares na Jornadas Parlamentares do PSD? Na Comissão Política desta semana, debatemos a sondagem e as promessas de reformas à luz dos últimos desenvolvimentos nas negociações da legislação laboral e do novo adiamento de eleições no Parlamento para órgãos externos. A edição desta semana conta com os jornalistas João Pedro Henriques, Paula Caeiro Varela e Rita Dinis, a sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Corajoso, arriscado? O arranque de Seguro como Presidente
O novo Presidente tomou posse no Parlamento e deixou vários avisos ao Governo e oposição: quer negociações, não alinha em chantagens sobre orçamentos e também não aceitará que se ultrapassem as marcas da democracia. Nesta Comissão Política, Vitor Matos, Eunice Lourenço e Rita Dinis analisam o discurso e o que se segue, com moderação de David Dinis. A sonoplastia deste episódio é de Tomás Delfim e de João Luís Amorim, ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pedro, deixa o Luís trabalhar
Durante praticamente uma semana, Pedro Passos Coelho marcou a agenda política com sucessivas intervenções que, ao contrário do que acontecia até agora, levaram a resposta direta da direção do PSD. Passos enervou o PSD e agradou ao resto da direita. As declarações do ex-primeiro-ministro e os seus efeitos são o tema da Comissão Política desta semana onde também falamos de mais um foco de guerra no Médio Oriente. Os comentários são de Vítor Matos, Liliana Coelho e João Vieira Pereira, numa edição com sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O novo ministro-polícia: um “escudo” para o PM ou mais uma surpresa arriscada?
Luís Montenegro voltou a surpreender, ao sacar da cartola o diretor da Polícia Judiciária para o promover a ministro da Administração Interna. Não foi uma escolha inocente. Luís Neves foi fazendo declarações, no último ano, que contrariam, antes de mais, o discurso do Chega e de André Ventura sobre imigração e criminalidade. Mas essas declarações também foram sendo lidas como estando a contrariar o posicionamento do próprio Governo e do primeiro-ministro, baseado em perceções de insegurança que não era reais. Será o futuro ministro apenas um “escudo”, que terá de engrenar nas posições do primeiro-ministro? Ou representa uma mudança no endurecimento do discurso e nas políticas na imigração e segurança? Só o tempo o dirá. As opiniões não são unânimes na Comissão Política. Este episódio conta com comentários de Paula Caeiro Varela, jornalista do Expresso, Eunice Lourenço, editora de Política, e David Dinis, diretor-adjunto, com moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Um país desolado, um Governo perdido?
Apanhado de surpresa pela demissão de Maria Lúcia Amaral, o primeiro-ministro foi para o terreno, vigiando as chuvas e prometendo um PRR exclusivamente português. O país, saído desolado das tempestades, enche-se de problemas, dúvidas e desafios. O que segue será mais do mesmo, ou terá mesmo mudado alguma coisa no país político também? Esta Comissão Política conta com participações especiais de Joana Ascensão e Miguel Prado, assim como com os comentários de Vítor Matos e Eunice Lourenço. A moderação é de David Dinis, sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Presidente Seguro e o aspirante Ventura: olhar sobre os “novos tempos”
António José Seguro, o novo Presidente, foi eleito de forma reforçada: dois terços dos votos, quase três milhões e meio de votos, tornando-se no português mais votado de sempre. Promete inaugurar uma magistratura de exigência e, logo na noite eleitoral, chegou o adversário para “trabalhar por um Portugal mais desenvolvido e justo”. Na Comissão Política desta semana, debatemos os resultados das eleições presidenciais, as transferências de voto e as novas relações de poder que se vão instalar nos “novos tempos” que Seguro quer inaugurar. Esta edição conta com os comissários residentes, David Dinis e Vítor Matos, e o jornalista João Pedro Henriques. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Parece que André Ventura quer forçar Luís Montenegro a governar com ele”: a análise de Eunice Lourenço em direto da redação do Expresso
bonusAntónio José Seguro foi eleito o novo Presidente da República, na segunda volta das eleições presidenciais. No fim da noite eleitoral, Eunice Lourenço, editora de Política do Expresso, analisa o resultado em direto da redação para as redes sociais do jornal, com Pedro Miguel Coelho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A ministra invisível, e a divergência entre o que diz o Governo e o que sente a população
Os efeitos da tempestade Kristin também são políticos. Enquanto a ministra da Administraçao Interna preferiu ser invisível, o ministro Leitão Amaro quis mostrar-se. Enquanto o primeiro-ministro Luís Montenegro entrou na onda do otimista irritante - disse que aprendemos as lições com os incêndios do verão e que estamos "mais ágeis" -, a ministra Maria Lúcia Amaral diz que é preciso "aprender coletivamente". O maior efeito talvez possa ser a enorme diferença entre o que dizem os responsáveis políticos e da Proteção Civil e o que a população sente. Isso contribui para os cidadãos se sentirem mais abandonados pelo Estado. Estas e outras questões, para debater, inclusive os efeitos na campanha presidencial. Os comentários neste episódio são de Liliana Valente, coordenadora da secção de Política do Expresso, Eunice Lourenço, editora de Política e David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Especial ao vivo Podfest 2026: se a direita moderada apoia Seguro Presidente, irá Montenegro virar ao centro?
Um manifesto de não socialistas juntou 250 moderados a apoiar Seguro e deixou Ventura mais sozinho nas presidenciais e Montenegro mais sozinho na neutralidade. O que será do Governo com um Presidente apoiado por quase todos? O auto-proclamado líder da direita está atrás de Seguro nas sondagens, e até nos apoios declarados à direita. Neste episódio da Comissão Política discutimos a reta final da campanha e sobretudo o que ficará dela para o futuro da governação. Esta edição especial ao vivo é conjunta com o Money Money, com comentários de Eunice Lourenço, Vítor Matos, João Vieira Pereira e João Silvestre. A moderação é de David Dinis, com sonoplastia de Salomé Rita.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Seguro vai ganhar, mas Ventura já ganhou
Os portugueses votaram, mas têm de voltar a votar daqui a três semanas. Na ressaca da noite eleitoral, a Comissão Política reúne-se para, sobretudo, olhar para a frente, para a campanha que recomeçou logo no domingo à noite e para a segunda volta destas presidenciais 2026. Com David Dinis, Paula Caeiro Varela e Martim Silva num debate moderado por Eunice Lourenço. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que podemos esperar da segunda volta presidencial? A análise de Eunice Lourenço em direto da redação do Expresso
bonusNo desfecho da noite eleitoral, após os discursos de António José Seguro e André Ventura, Eunice Lourenço, editora de Política do Expresso lança o cenário de segunda volta em direto da redação para as redes sociais do jornal, com Pedro Miguel Coelho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Presidenciais: Favoritos, irritações, profecias, polémicas e toda a gente à espera das últimas sondagens
As sondagens mudam os votos? A rua já não serve de barómetro? Os anti-sistema perderam mesmo fôlego? Cotrim anulou o seu momento com a contradição de segunda-feira? A primeira volta das presidenciais estão à beira do fim com cinco candidatos e nervos à flor da pele.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Quando Trump e Montenegro entram numa campanha presidencial
A campanha eleitoral começou, com candidatos e comitivas a apelarem ao voto de norte a sul. Mas, ainda antes de começar o período oficial, a campanha foi abalroada pela operação dos EUA na Venezuela. Os candidatos presidenciais tomaram logo posições, com Ventura a ser o único a destoar na condenação da violação do direito internacional. Já o Governo português, pela voz de Paulo Rangel, acredita nas intenções “benignas” da administração Trump. Na Comissão Política desta semana analisamos essas reações e também o início do período oficial de campanha. Com Vitor Matos, João Pedro Henriques e Liliana Valente. A ilustração é de Carlos Paes, com ajuda de IA, e a sonorização é de Tomás Delfim e João Luís Amorim.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ronaldos de Natal e incertezas de Ano Novo
Na sua mensagem de Natal, o primeiro-ministro pediu uma “mentalidade Ronaldo” para mudar o país. Afinal o que é isso de mentalidade Ronaldo? Essa é uma das perguntas a que tentamos responder na Comissão Política desta semana. Além da mensagem de Montenegro, a última Comissão Política do ano também tenta olhar na bola de cristal para o próximo ano, mas não consegue ir além das incertezas presidenciais. A edição desta semana tem a participação das jornalistas Rita Dinis, Margarida Coutinho e Claúdia Monarca Almeida. Os cuidados sonoros são de Tomás Delfim e Salomé Rita e a ilustração é de Carlos Paes, com ajuda de IA.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Um balanço dos debates: vencedores, derrotados e uma vitória de Pirro
Os debates acabaram, animados pelas sondagens, baralhados por suspeitas e insinuações. Mas, afinal, quem é que ficou mais próximo da segunda volta? Os 28 duelos das presidenciais terminaram com um confronto duro entre Marques Mendes e Gouveia e Melo, deixando ainda mais baralhada uma corrida que já ninguém sabe se é a três, quatro ou cinco por um lugar na segunda ronda. Nesta Comissão Política, à beira do Natal, fazemos um balanço e contas e perspetivamos a campanha que se segue. Os comentários são de Lia Pereira, Liliana Valente e Vítor Matos, com moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Tomás Delfim e de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O radicalismo é inconstitucional, mude-se a Constituição?
“O radicalismo é inconstitucional”, diz David Dinis, a dada altura desta Comissão Política, a propósito da decisão do Tribunal Constitucional sobre a lei da nacionalidade. Será então que a estratégia é reclamar a necessidade de uma nova lei fundamental? Aí as opiniões dividem-se. Mas voltam a unir-se ao apontar a necessidade de mais competência por parte de quem governa e legisla. A lei da nacionalidade é um dos temas da Comissão Política desta semana, onde também fazemos o rescaldo da reação do Governo à greve geral. A unir os dois temas está o mesmo ministro: António Leitão Amaro, que considerou a greve “inexpressiva” e tem sido o rosto das alterações às leis que regulam a imigração e a nacionalidade. A Comissão Política desta semana tem os comentários dos comissários residentes David Dinis e Vítor Matos e a participação da jornalista Paula Caeiro Varela. A sonoplastia é de Tomás Delfim e João Luís Amorim e a ilustração é de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A luta dos trabalhadores e o milagre económico do “Doce Pastel de Nata”
O primeiro-ministro contesta a greve geral, perguntando: “Estão a contestar o quê?” Luís Montenegro descreve a paralisação convocada pelas duas centrais sindicais como “política”, e pinta um quadro radiante, insuflado com a eleição de Portugal na revista “The Economist” como a melhor economia do mundo: o “Doce Pastel de Nata”, como a publicação descreveu o país. A narrativa do Governo vai colar, ao mesmo tempo que a ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, admite querer reequilibrar a legislação laboral a favor das empresas? Este episódio tem os comentários de João Pedro Henriques, jornalista do Expresso, João Silvestre, editor executivo e Liliana Valente, coordenadora de política, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Presidenciais: será esta a sondagem definitiva?
O inquérito publicado pelo Expresso e SIC reduziu a três os candidatos com hipóteses fortes de ir à segunda volta e acentuou as pressões para desistências, à esquerda e à direita. Olhando para os números, identificamos os duelos decisivos que faltam. Virão a tempo? Esta Comissão Política conta com comentários de Eunice Lourenço, João Pedro Henriques e Vítor Matos, tendo moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita e Tomás Delfim, ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Quando o telefone toca e a justiça não cumpre a lei
A existência de escutas que apanharam António Costa na Operação Influencer e que não foram validades pelo Supremo Tribunal veio lançar, mais uma vez, o debate sobre o funcionamento do Ministério Público. Entre um sistema de vigilância à classe política, uma lição a aprender ou nada de especial no reino de Portugal, a justiça voltou ao debate público e, claro, tinha de voltar à Comissão Política. Para tentar esclarecer os nossos ouvintes – ou lançar ainda mais perguntas – debatemos os casos e as declarações dos candidatos presidenciais com David Dinis, diretor adjunto do Expresso e comissário residente, e os jornalistas Micael Pereira e João Pedro Henriques. A sonoplastia é de Tomás Delfim e João Luís Amorim e a ilustração é de Carlos Paes. Nas próximas duas semanas, como temos feriados à segunda-feira, a Comissão Política adianta um dia e só fica disponível à quarta.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ventura com mais poder é mais radical: como será o nosso futuro com o Chega?
bonusO jovem seminarista de Mem Martins tornou-se no líder do segundo maior partido no Parlamento e tem mais poder do que nunca. Agora, André Ventura volta a ser candidato presidencial. Numa metamorfose constante, sente o vento da opinião pública e radicaliza ainda mais o discurso para a frase dos “três salazares”, faz cartazes polémicos para gerar ruído, ataca Belém com um tom e uma agenda mais parecida aos congéneres europeus da direita radical. Quem vota em André Ventura? O que é verdadeiramente o Chega? No que pode transformar-se o país, se chegar ao poder?Neste episódio extra do podcast Entre Deus e o Diabo, fazemos um debate: a cientista política Marina Costa Lobo traça o perfil dos eleitores, o jornalista Miguel Carvalho, autor do best-seller “Por Dentro do Chega”, conta o que é o partido, e David Dinis, que lançou o livro “Como proteger a democracia”, projeta um futuro controlado por André Ventura. A narração e a moderação é de Vítor Matos. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A grande zaragata a caminho de Belém
A maratona de debates entre candidatos à Presidência da República começou. São 28 duelos, todos contra todos, que terminam com um confronto Marques Mendes vs Gouveia e Melo a 22 de dezembro. Até agora, como é que os concorrentes se têm posicionado? Quem gera mais expectativas? Quem está mais dependente da performance televisiva? Qualquer “political junkie” que se preze já tem uma reserva considerável de pipocas e bombons para um mês de confronto político em canal aberto. Os comentários são de Rita Dinis, jornalista do Expresso, de Eunice Lourenço, editora de Política e de David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O trunfo de Montenegro contra a greve geral (e Chega?)
O anúncio foi formalizado no fim‑de‑semana: UGT e CGTP vão promover uma greve geral, a primeira em 12 anos, contra a reforma laboral em curso. O primeiro-ministro, esse, disparou contra o PCP e PS, que acusou de estarem por detrás do anúncio. Mas o que está por trás desta frente, a primeira rutura da AD com os sindicatos? E quais são os prós e contras desta guerra, do lado do Executivo? A jornalista Cátia Mateus explica, os jornalistas Paula Caeiro Varela, Liliana Valente e Vítor Matos analisam, sob moderação de David Dinis. Este episódio tem sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes (com apoio de IA).See omnystudio.com/listener for privacy information.

O longo prazo é muito tempo para Montenegro?
O Presidente da República tinha anunciado, no verão, uma avaliação da ministra da Saúde. Fez-se esperar e a intervenção só chegou no outono. Censurou a falta de estratégia para o Serviço Nacional de Saúde e pediu um acordo de regime. No dia seguinte, foi Pedro Passos Coelho a pedir uma visão mais a longo prazo das decisões políticas, se possível com acordos alargados. As intervenções de Marcelo e de Passos são o ponto de partida para a Comissão Política desta semana em que falamos de avisos e pedidos de acordo, mas também de saúde e da respetiva ministra. Conversam o comissário residente, Vítor Matos, a coordenadora da secção de Política, Liliana Valente, e a jornalista Paula Caeiro Varela, que acompanha o PSD e o Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Que lições deixa Pinto Balsemão aos nossos líderes políticos?
Cinco dias depois do 25 de Abril, Francisco Pinto Balsemão dá a sua primeira entrevista à RTP, como diretor do Expresso, porque ainda não tinha sido criado o PPD. Fala nos desafios do jornalismo, de "liberdade com responsabilidade" e diz que o país ”tem de lutar para conquistar essa democracia. Será capaz de o fazer?”, questiona. Debatemos aqui o legado político e jornalístico do militante número um do PSD e fundador da Impresa, que morreu a semana passada aos 88 anos. O antigo primeiro-ministro, que contribuiu decisivamente para a consolidação da democracia com a revisão constitucional de 1982, defendia entendimentos ao centro e moderação em geral. O que aconteceu entretanto, para o líder do segundo maior partido achar que é um trunfo eleitoral ir para a televisão dizer que são precisos "três salazares para pôr o país na ordem", como fez André Ventura esta semana na SIC? Balsemão já tinha aconselhado o PSD a fazer "Chega para lá!". Será que o fez? Os comentários deste episódio são de Martim Silva, subdiretor de informação da SIC, de Eunice Lourenço, editora de Política do Expresso, e de David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Luís e o Henrique, o André e o Tozé: quem comanda a quadrilha presidencial?
Os candidatos aceleraram na última semana, resolvidas as eleições autárquicas. Passaram a ter agenda quase diária, foram anunciando apoios, mandatários, manifestos e promessas de independência. E vão-se cruzando nomes e áreas políticas: Rui Moreira é o independente que Marques Mendes anunciou para mandatário nacional, nomes próximos de Passos Coelho preparam o apoio a seguro, que também recebeu o apoio formal do PS no fim-de-semanaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Montenegro venceu as autárquicas, mas o centro pode festejar?
O PSD venceu a maioria das câmaras, assim como nas cinco de maior população. O PS perdeu, mas ganhou tempo para respirar. O Chega não brilhou, mas infiltrou-se na rede autárquica. E o PCP, bem ao PCP não correu bem outro vez. Neste episódio da Comissão Política analisamos os resultados das autárquicas, mas colocando-as em perspetiva de futuro. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Verdades e mentiras, com caças e uma flotilha a entrar na campanha autárquica
Prioridade às vítimas do Elevador da Glória que afinal depende de serem as vitimas a contactar, aviões que são caças, mas que o primeiro-ministro diz que não são armas ….. estamos a falar de quê: meias verdades, eufemismos, mentiras? As queixas das vítimas do Elevador da Glória, as justificações sobre a passagem pela Base das Lajes de aviões F-35 em direção a Israel e a falta de sintonia dentro do Governo sobre a flotilha onde navegou Mariana Mortágua são os assuntos dos últimos dias que motivam o debate na Comissão Política sobre a verdade e a mentira na política. A edição desta semana conta com os comissários residentes, David Dinis e Vitor Matos, e com a coordenadora de Política do Expresso, Liliana Valente. A sonoplastia é de João Luís Amorim e a ilustração esteve a cargo de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O PS vai passar a ser irrelevante?
Luís Montenegro disse que o PS se vai tornar uma “força política irrelevante”, porque perdeu o chão e não percebe o povo. A verdade é que o eleitorado socialista é o mais velho, sem penetração significativa entre os jovens, e com uma acentuada perda das elites. Enquanto se perspetiva uma derrota nas autárquicas e não se prevê uma vitória nas presidenciais, o que pode fazer José Luís Carneiro para evitar uma erosão irrecuperável? Os comentários são de João Pedro Henriques, jornalista do Expresso, de Eunice Lourenço, editora de Política, David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Gustavo Carvalho e a ilustração da autoria de Carlos Paes. Sugestões: Podcast de Ezra Kelin, no “The New York Times”, com o conservador Ben Shapiro, sobre o tema “Temos de viver juntos”: Aqui e aqui. Artigo de John Burn-Murdoch no Financial Times com o título “Did the political establishment pave the way for Trump and Farage?”, sobre o estudo Political Representation Gaps and Populism, que sugere que os políticos mainstream abriram caminho para a direita populista. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 7O racismo estrutural de Ventura e a mentira como arma
Quando finalmente André se fez Ventura com o sucesso eleitoral do Chega, três efeitos sistémicos abalaram a política portuguesa: a emergência de um discurso racista e xenófobo que até agora se mantinha fora da democracia portuguesa; a utilização da mentira como instrumento narrativo, sem preocupações com a credibilidade; e uma disrupção à direita que deixou o PSD desorientado. No último episódio do podcast “Entre Deus e o Diabo”, três investigadoras universitárias desmontam os argumentos de André Ventura em relação à imigração: a criminalidade baixou, os estrangeiros não roubam empregos e a Segurança Social lucra. Duas vozes autorizadas da Igreja explicam como Ventura contraria as posições de vários Papas. E ainda: como o Chega potenciou o racismo nas polícias, como a mentira rende mesmo quando é detetada, e como a direita moderada é a mais vulnerável à direita radical.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Do Porto a Lisboa, debates e sondagens: quem ganhará as autárquicas?
Os debates arrancaram, as sondagens prometem lutas disputadas. Neste episódio, analisamos o arranque da última eleição do ano — que se multiplica por 308 concelhos. Houve debate com os candidatos ao Porto, também já em Lisboa. As sondagens publicadas em Lisboa, Porto, Sintra, Faro, mas também em Gaia e Setúbal indicam vantagens curtas e algumas possíveis surpresas. A dias do arranque da campanha oficial, fazemos um ponto de situação. Com Eunice Lourenço, Paula Varela e Margarida Coutinho e moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 6Loures: como Ventura fez dos ciganos um golpe de marketing, a saída do PSD e o início do Chega
Quando foi candidato a Loures, em 2017, André Ventura inventou o filão eleitoral do discurso racista e xenófobo contra a comunidade cigana como pura estratégia de marketing: João Gomes de Almeida, o seu consultor de comunicação, conta como durante um almoço combinaram uma entrevista a um jornal, a falar do tema. As reações contra o candidato fizeram dele uma “popstar”, diz o publicitário, e levaram-no a querer fazer um partido. Acabou por sair do PSD em rutura com Rui Rio. Um amigo conta que ele “abominava” a direita radical, mas acabou por se converter e avançar com a ideia do Chega. Com o crescimento do partido, a comunidade cigana queixa-se de mais atitudes discriminatórias: os autarcas estão a deixar cair políticas de integração de ciganos com medo do aproveitamento político que o Chega local pode fazer. Oiça aqui o 6º episódio sobre as bases que levaram André Ventura a criar um partido.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ventura, o candidato ‘hambúrguer’ que só tem a ganhar
André Ventura deve anunciar esta terça-feira a sua candidatura presidencial, depois de avanços e recuos. E depois da primeira sondagem que dá o Chega em primeiro lugar em intenções de voto para legislativas. Na Comissão Política desta semana, David Dinis, Vítor Matos e João Pedro Henriques debatem o momento de Ventura à luz dos dados do estudo pós eleitoral do ICS/ISCTE. A sonoplastia é de João Luís Amorim e a ilustração é de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 5O Fura-Vidas: de escritor erótico ameaçado à criação da estrela do Benfica na CMTV
André Ventura ascendeu enquanto foi abordando as pessoas certas. Escreveu dois romances com passagens pornográficas e diz ter sido ameaçado de morte quando escreveu 'A Última Madrugada do Islão', que tinha cenas de sexo do profeta Maomé com uma esposa de 15 anos. Quis escrever as biografias de Fernando Seara e de Luís Filipe Vieira e chegou a ter 200 páginas sobre política, sem radicalismo, para um livro a meias com o ex-ministro do PSD Rui Gomes da Silva, projeto que ficou na gaveta. Neste episódio confessa querer acabar a vida num mosteiro. O jornalista Octávio Ribeiro, ex-diretor do “Correio da Manhã” e da CMTV, reconhece que, “se não fosse o ‘CM’ e a CMTV, André Ventura teria de ter encontrado outros caminhos. Ou seja, “nós criámos esta figura”, reconhece neste 5º episódio de “Entre Deus e o Diabo”. Afastou-o da Cofina já como líder do Chega por causa das posições racistas e xenófobas, e conta que foi difícil convencê-lo a ser comentador pelo Benfica. Saiba porquê no 5º episódio de 'Entre Deus e o Diabo, como André se fez Ventura'.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Qual é o contrário da responsabilidade política?
É assim como a argumentação apresentada por Carlos Moedas na entrevista à SIC este domingo. Para o autarca de Lisboa, só há responsabilidade política no caso de se provar que algum erro “possa ser imputado ao Presidente da Câmara”. A opinião de Marcelo Rebelo de Sousa é exatamente a contrária. Levada ao exagero, se esta filosofia fizer escola, um político que não saiba de nada, que não oiça nada nem veja nada, está protegido de toda e qualquer responsabilização política. Carlos Moedas também usou argumentos falsos e manipulados durante a sua entrevista. Aproveitou-se politicamente da tragédia, como já foi acusado?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 4O estudante André vs. o líder político Ventura
O líder do Chega tem posições políticas que violam a ciência jurídica produzida pelo Ventura-académico na sua tese de doutoramento. Com o duplo homicídio no Centro Ismaelita de Lisboa, Ventura voltou a contrariar o texto com o qual adquiriu o título de Professor Doutor na Irlanda. Neste episódio, a constitucionalista Teresa Violante explica que, quem diz uma coisa na investigação e o contrário no espaço público, compromete a sua “credibilidade política” e a “integridade académica”. Esta é a história de alguém descrito como “moderado” e “social-democrata” enquanto jovem universitário, que defendia posições liberais e laicas nos costumes, e que confessou ter experimentado drogas, embora agora defenda prisão perpétua para os traficantes. Saiba o que lhe aconteceu no Erasmus em Salamanca e depois porque é que os colegas do escritório de advogados, do Porto, onde ele estagiou, o encontraram quase morto na cama…See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pressões há muitas, mas quem governa é Montenegro
Na semana passada, primeiro Marcelo Rebelo de Sousa, depois Marques Mendes foram à Universidade de Verão da JSD pedir moderação ao Governo. Sobretudo no que diz respeito às leis sobre imigração e nacionalidade. O primeiro-ministro encerrou a segunda rentrée do partido deixando claro que fala com todos – que fala com as oposições, como gosta de dizer. Num discurso com anúncios de investimentos na habitação, Montenegro estabeleceu as condições para o diálogo e também ele falou em moderação. Na Comissão Política desta debatemos as pressões e a resposta ou não do primeiro-ministro e do PSD, com João Pedro Henriques, jornalista do Expresso, Cristina Figueiredo, editora de política da SIC, e Diogo Teixeira pereira, jornalista da SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 3O seminarista e as mortificações da carne
André foi para o seminário, mas apaixonou-se por uma mulher e desiludiu-se com uma certa “espiritualidade degradada”. Desistiu de ser padre. Neste episódio da série “Entre Deus e o Diabo”, Ventura assume que usou “materiais religiosos de castigo” nessa fase de “choque de personalidade”. Um antigo colega, no entanto, diz que “não é normal” a prática de castigos físicos em seminaristas. Hoje, o uso da linguagem religiosa faz com que o líder do Chega seja combatido também no campo religioso pelos adversários, como aconteceu com Marcelo Rebelo de Sousa e mesmo no partido ouviu uma evangélica dizer: "Deus não é um slogan". Apesar de tudo, isso parece não se converter em votos: a investigadora Lea Heyne explica que os eleitores do Chega são menos religiosos que os votantes no PSD ou no CDS.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Montenegro na crise dos incêndios: “Este governo, na pandemia, ia ser um pandemónio”
Luís Montenegro apareceu ao país à hora dos noticiários para fazer meio mea culpa e anunciar uma reforma da floresta — mas o Governo também vai mudar a organização do combate. Nesta comissão política discutimos o que vem, mas também a questão que fica desta época: Montenegro será um líder para momentos de crise? Este episódio tem comentários de Eunice Lourenço, Martim Silva e Paulo Baldaia, com moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 2A conversão de André, o católico radical
Quando fez 40 anos, no dia 15 de janeiro de 2023, André Ventura publicou nas redes sociais uma fotografia a rezar numa igreja e a agradecer “o privilégio que Deus lhe concedeu de poder lutar pelo país”. No segundo episódio deste podcast, contamos como o adolescente de 14 anos, não batizado e sem referências católicas, teve o seu encontro tardio, mas fundamentalista com a Igreja e a fé. "Normalmente, os que se convertem mais tarde têm uma ânsia pelo radicalismo", diz quem conheceu André Ventura nos seus anos de seminarista. Hoje, os que o lembram não reconhecem o "personagem" em que se tornou. O líder de uma comissão da Conferência Episcopal diz ser "grave" o uso de símbolos religiosos na política. O líder do Chega explica como a conversão lhe mudou a vida: "Se não tivesse sido Deus e a religião, eu seria um taxista no Algueirão".See omnystudio.com/listener for privacy information.

A "falta de noção" de uma festa nos fogos
Luís Montenegro não teve bom senso ao manter a festa do Pontal enquanto o país ardia, ou isso é irrelevante perante as falhas de coordenação e atraso nos pedidos de ajuda? Oiça a Comissão Política com Vítor Matos, David Dinis, Eunice Lourenço e João Pedro Henriques.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 1Génesis: a origem num subúrbio de Sintra
André Ventura cresceu em Mem-Martins, num subúrbio da Grande Lisboa, em Sintra, que diz agora parecer África, por causa da imigração, o que nos conduz à teoria da grande substituição da população branca. Esta é uma tese perigosa, que ele agora defende, como todos os outros líderes populistas da direita radical. No primeiro episódio deste podcast, fomos ao Algueirão ver onde o jovem André cresceu.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Vitórias e derrotas na lei dos estrangeiros: como jogou Marcelo e como se dividiram os juízes
A decisão do Tribunal Constitucional sobre a lei de estrangeiros veio dar razão a várias das dúvidas levantadas pelo Presidente da República, que tinha enviado o diploma para o Palácio Ratton. Pelo meio, Marcelo até tinha admitido não usar o veto político, avisando o Governo de que será julgado pela história. O Tribunal permitiu a Marcelo um veto por inconstitucionalidade e o Presidente já devolveu o diploma ao Parlamento, mas os juízes dividiram-se e com estrondo. A esquerda aplaudiu a decisão. O Governo garante que vai assumir as responsabilidades. Na Comissão Política desta semana, debatemos a estratégia do Presidente, a divisão dos juízes e os efeitos na imagem do Tribunal Constitucional, mas também na alteração da legislação. A moderação é de Eunice Lourenço, editora de política do Expresso, com os comentários de o comissário residente Vítor Matos, o subdiretor de informação da SIC Martim Silva, e o diretor do Expresso, João Vieira Pereira. A ilustração é de Carlos Paes e a sonoplastia é de Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.