
Comissão Política
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O efeito Chega: a linguagem dos deputados deve ter limites?
A não advertência de José Pedro Aguiar-Branco a André Ventura , depois de este dizer que os turcos não são trabalhadores, gerou um debate nacional sobre a liberdade de expressão dos deputados. O presidente da Assembleia da República deve advertir os parlamentares quando fazem comentários, racistas, xenófobos ou ofensivos? Ou deve deixar as reações e as críticas para os partidos? Há democracias com regras mais apertadas do que Portugal. Um debate sobre o policiamento das palavras e os limites da linguagem política. Os comentários são de João Pedro Henriques, jornalista do Expresso, Eunice Lourenço, editora de Política, David Dinis, diretor-adjunto, com moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de João Martins e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Muita Europa, alguma demagogia e todos à conquista dos jovens
A contagem final para as eleições europeias já arrancou, com os debates entre cabeças de lista a marcarem a semana.No primeiro, só com partidos europeístas – PS, AD, IL e Livre - , houve vários consensos, mas também muitas divergências – basicamente todos gostam da União Europeia, mas discordam de como a gerir.Para debater o debate, a Comissão Política desta semana conta com Pedro Cordeiro, editor de internacional do Expresso, Martim Silva, diretor adjunto, e Cláudia Monarca Almeida, jornalista da secção de Política do Expresso. A sonorização é de Ana Salomé Rita e a ilustração é de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Estará Montenegro sequestrado pela Assembleia? Ou quer sequestrar a oposição?
Em poucas semanas, PSD e CDS viram a oposição ameaçar o seu Governo por duas vezes, no IRS e portagens. O Governo que prometeu negociar “com todos” parece agora não ter parceiros. Estratégia ou falhanço? E o que se segue? Esta Comissão Política conta com comentários de João Pedro Henriques, Eunice Lourenço e Vítor Matos, com sonoplastia de Gustavo Carvalho e ilustração de Tiago Pereira Santos, com uso de IA.See omnystudio.com/listener for privacy information.

De Montenegro a Lucília Gago, os juízos (e aflições) do Presidente Marcelo
Em menos de uma hora, a Comissão Política desta semana tenta debater as quatro horas de conversa de Marcelo com correspondentes estrangeiros, o arranque da AD para as europeias e a pressão crescente sobre Lucília Gago. Na Comissão Política desta semana, os comissários residentes Vítor Matos e David Dinis, e a jornalista Ângela Silva analisam as sentenças presidenciais, que também são sinal das suas aflições. Nesta edição, com um cheirinho final a 25 de Abril, começamos pelas eleições europeias para comentar o lançamento da campanha da AD e as primeiras sondagens. Ouça o novo episódio do podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Demitir a PGR ou não... eis a questão
Quando faltam apenas cinco meses para a Procuradora-Geral da República (PGR) terminar o mandato, o Presidente da República deve sugerir a sua demissão? Uma saída prematura teria consequências, assim como terá a sua permanência. Tudo o que se fizer, não vai reverter a demissão do primeiro-ministro por causa do famoso parágrafo ou das buscas em São Bento que, segundo o acórdão do Tribunal da Relação, se basearam num alegado crime inexistente. Mas sem a Operação Influencer, o CDS continuaria fora do Parlamento e longe do poder, um partido que se reuniu em Congresso este fim-de-semana para produzir pensamento, mas ainda assim sem se definir completamente. De resto, quem se definiu foi Paulo Portas, quando respondeu a Passos Coelho: "Quem não se sente, não é filho de boa gente..."See omnystudio.com/listener for privacy information.

Um choque de IRS: o erro do Expresso e a teia em que o Governo se meteu
Foi a primeira medida anunciada por Montenegro, mas a redução do IRS, afinal, não era o que parecia ser. Com isso, o Expresso errou uma manchete, a oposição saltou em críticas e até os comentadores mais à direita consensualizaram na crítica. Afinal, onde errou o Expresso? E o Governo? Este episódio tem a participação de Elisabete Miranda, jornalista do Expresso que assinou o texto sobre a redução de IRS na edição de sexta-feira. Mas também de Eunice Lourenço, editora de política, e de Vítor Matos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A missão impossível de Montenegro
Marcelo Rebelo de Sousa disse não acreditar que a missão deste Governo fosse impossível, sublinhando exatamente a impossibilidade da missão, no discurso na cerimónia de posse. Nessa ocasião, Luís Montenegro quis amarrar o PS à viabilização do seu Governo por quatro anos, o que, naturalmente, Pedro Nuno Santos rejeitou, classificando o ultimato do primeiro-ministro como “chantagem”. Mesmo assim, escreveu-lhe uma carta a dizer que aprova um retificativo com medidas para as carreiras da Função Pública, como forma de evitar o aparecimento de um Orçamento do Estado armadilhado com essas decisões, em outubro. Neste contexto, a missão de aguentar um Governo por “quatro anos e meio” não parece assim tão possível. Este episódio da Comissão Política tem comentários de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, de Eunice Lourenço, editora de Política e de David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Gustavo Carvalho e a ilustração é da autoria de Tiago Pereira Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Serviço governamental obrigatório: os maus e os bons sinais da nova legislatura
“Esses eram os dias em que sonhávamos com todas as grandes coisas que faríamos” ouve-se, numa adaptação, na música que encerra esta edição da Comissão Política. Estes são os dias em que os novos ministros sonham com o pretendem fazer. Mesmo que não saibam bem como, nem até quando. Está aberta a XVI legislatura e a comissão política mantém-se em funções. Sem acordos revogados, nem desentendimentos de cavalheiros. Aqui mantém-se o regular funcionamento das instituições ainda que num ritmo de permanente desatualização. Enquanto esperamos pela posse dos ministros e pelo fim do prolongamento silêncio de Luís Montenegro, reunimos os comissários habituais e convidamos o João Diogo Correia, jornalista do Expresso que acompanha o PSD, para analisar o início da legislatura e a difícil eleição de Aguiar-Branco. Nesta edição, também avaliamos o governo que, como todos, se quer se combate. Para os political mais junkies ficam, a sua pedido, as recomendações de livros deixadas pelo comissário David Dinis; Faces Of Moderation, The Art Of Balance In An Age Of Extremes de Aurelian Craiutu; Age of Revolutions: Progress and Backlash from 1600 to the Present, de Fareed Zacaria; e Gradual: The Case for Incremental Change in a Radical Age, de Greg Berman. Esta edição tem a sonoplastia de João Martins e a ilustração de Tiago Pereira SantosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Afinal, a herança de Costa é boa ou má?
Costa deixou um excedente recorde, mas as reações já não são o que eram: o PS partiu-se, a AD desconfia. Marcelo despediu-se com elogios, à espera dos nomes de Montenegro. Será saudade? Esta Comissão Política teve moderação de David Dinis e comentários de Eunice Lourenço, Liliana Valente e Vítor Matos. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes — e uma ajuda de Inteligência Artificial.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Montenegro vai desviar-se dos obstáculos ou vai ao choque?
Luís Montenegro continua em silêncio, a preparar uma equipa que se espera de valores seguros para ser rápido e eficaz na ação, porque não se sabe quanto tempo pode o Governo sobreviver. Em modo de "combate" ou de "sobrevivência", pairam ainda todas as incertezas sobre o líder do PSD: leva a IL para o Executivo? Vai negociar com o Chega, no meio das conversas sobre o orçamento com os outros partidos? Vai querer aguentar a legislatura ou precipitar eleições? O caminho do líder do PSD está cheio de obstáculos: resta saber quando os vai evitar e quando procurará o confronto. Ouça o novo episódio de Comissão Política. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O furacão Ventura e o desaparecimento dos comunistas no Alentejo
O Chega quadruplicou os seus votos nas eleições legislativas e tornou-se incontornável na formação de maiorias parlamentares. Por outro lado, o PCP desceu ainda mais a sua representação, passado de seis para quatro deputados e perdendo o deputado eleito por Beja precisamente para o Chega. Na edição desta semana da Comissão Política do Expresso os comissários residentes – Vitor Matos e David Dinis – debatem com o editor de Internacional do Expresso, Pedro Cordeiro, o crescimento da direita radical que segue uma tendência europeia, assim como a diminuição de influência dos partidos comunistas. Ouça o novo episódio sobre os resultados da noite eleitoral de 2024. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Balanço de campanha à beira de nos tornarmos abóboras
bonusOs políticos podem ser como músicas e são sujeitos a questões de gosto: uns têm altos níveis de aprovação, mas podem ter o mesmo nível de rejeição. E quando é assim com as músicas elas não entram regularmente nas rádios. Por vezes, mais vale não agradar muito, mas também não irritar ninguém. Será assim também com os líderes partidários? A Comissão Política do Expresso reuniu-se esta sexta-feira à tarde para um balanço da campanha eleitoral, que derivou para conversas musicais. À beira de entrarmos em dia de reflexão e de nos transformarmos em abóboras, David Dinis, Liliana Valente e Sebastião Bugalho avaliam o que marcou e o que faltou nestas duas semanas. A moderação é de Eunice Lourenço e a sonoplastia ficou a cargo de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O grito dos indecisos e algumas apostas de risco para as legislativas
Se as sondagens mostram que os portugueses querem “mudança”, mas AD e PS continuam empatados, o que podemos concluir daí? E na primeira semana de campanha, quem aproveitou melhor? Nesta Comissão Política, tentamos ler as estrelas da política e antever o que sai das urnas no dia 10. Ouça o novo episódio da Comissão Política. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma campanha com mar à vista num país com dois blocos (ou serão três?)
A ausência de Ventura ajudou a melhorar o último debate entre líderes partidários antes das eleições e Rui Tavares introduziu a dúvida: haverá três blocos políticos e não apenas uma divisão esquerda-direita? A discussão está aberta na Comissão Política. Esta semana, a conversa conta com Diogo Cavaleiro, o jornalista do Expresso que tem acompanhado a campanha do PS, e os comissários residentes David Dinis e Vítor Matos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Como Pedro Nuno ganhou a Montenegro e fez ‘pulular’ o WhatsApp socialista
Foi um debate tenso, entre os líderes do PS e da AD, mas os comentadores deram uma vitória tão clara ao socialista que animaram as hostes do PS e viraram de novo o espírito da campanha. Nesta Comissão Política analisamos o duelo, as consequências e fazemos o balanço dos debates com os comentários de Eunice Lourenço, João Diogo Correia, Liliana Valente e Vítor Matos. A moderação é de David Dinis, a sonoplastia de Tomás Delfim e de Salomé Rita e a ilustração de Tiago Pereira Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os debates em debate e o duelo de programas
Enquanto Pedro Nuno Santos anda à procura do tom certo, Luís Montenegro já vestiu a pele de primeiro-ministro. Estamos a meio do campeonato dos 28 debates para as legislativas, num momento em que André Ventura leva um discurso para cada adversário, Rui Rocha pouco arrisca fora do guião, Mariana Mortágua capitaliza com a experiência mediática, Paulo Raimundo ainda tem muito que aprender, Inês Sousa Real é uma picareta falante e Rui Tavares vai mantendo a consistência. Quanto ao programas do PS e do PSD, nenhum apresenta propostas que resolva os problemas imediatos da saúde.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Quem fecha a porta a quem nos Açores
Os açorianos votaram e escolheram a coligação PSD-CDS-PPM para continuar a governar a região autónoma. O PS reconheceu a derrota, mas dividiu-se sobre o que fazer a seguir. O PSD tenta chamar os socialistas à responsabilidade para não ter de abrir a porta ao Chega, que quer entrar no governo. Este é o cenário nos Açores, mas que se cruza com uma crise política na Madeira e a pré-campanha para as legislativas nacionais de 10 de março. Na edição desta semana da Comissão Política, concentramo-nos nos Açores, ainda que tudo se cruze num tempo político que não dá para folgas. Ouça o novo episódio da Comissão Política.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O bailinho da Madeira, o espartilho de Marcelo e os pesadelos de Montenegro
O Governo regional tem os dias contados, mas Marcelo teria alternativa à dissolução? E Montenegro, o que perdeu na crise do Funchal? E o que pode perder nas eleições de domingo nos Açores? Esta Comissão Política conta com os comentários de Ângela Silva Eunice Lourenço e Vitor Matos, com moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Tiago Pereira Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

AD: Montenegro e Melo ganham embalo ao colo dos ex-líderes
A Aliança Democrática ganhou velocidade com a convenção deste domingo. Nuno Melo, líder do CDS fez a despesa dos ataques políticos à esquerda e à direita (e foi crucificado por ter sido sincero, coisa rara em política). Luís Montenegro falou das propostas políticas. Fizeram lembrar a divisão do trabalho Passos/Portas em 2015. A intervenção de Paulo Portas, mestre de guiões políticos, evidenciou como os atuais candidatos ainda são rookies na retórica discursiva. A de Pedro Santana Lopes provou que o PSD é um partido que perdoa as maiores traições. As ideias anunciadas pelo líder do PSD não surpreendem, mas mostram coerência. E a saída de ex-deputados do PSD para o Chega demonstra que às vezes vale tudo. Ouça mais uma reunião da Comissão Política. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Candidato a primeiro-ministro ou vendedor de banha da cobra: quem é que pára Ventura?
André Ventura tomou conta do palco no fim-de-semana e mostrou um Chega com sede de poder. Prometeu aumentos de pensões, impostos sobre a banca, combate à corrupção, limites à imigração, numa convenção que já não pareceu feita numa cave e teve muitos jovens na sala. O líder do Chega diz que está pronto para ser primeiro-ministro, estará o país preparado para ele? E os partidos tradicionalmente do arco da governação, estão preparados para o combate? Ou para a negociação? O debate está lançado na Comissão Política desta semana. Com os comissários residentes: Vitor Matos e David Dinis e o comissário convidado Martim Silva. A moderação é de Eunice Lourenço, os cuidados sonoros são do João Martins e a ilustração do Tiago Pereira Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A falsa partida da AD, o PS bicéfalo e o campeonato das ideias
Costa saiu, sem sair, Pedro Nuno lançou-se, com moderação. Depois renasceu a AD, com caras de outro tempo e uma marca histórica. Quem levou a melhor do longo fim‑de‑semana político? E quem ganha no campeonato das ideias? Para ouvir em podcast o novo episódio de Comissão Política. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Episódio especial com Luís Montenegro: se for arguido, demite-se? “Não vai acontecer”
bonusA PGR confirmou na sexta-feira a abertura de um inquérito relacionado com a construção da casa de Luís Montenegro em Espinho e o líder do PSD deu uma conferência de imprensa no dia seguinte, anunciando que não mais falaria do caso. Ao Expresso, no podcast “Comissão Política” especial, deixou respostas adicionais. O líder do PSD deixou bem claro que não se iria demitir se o caso judicial sobre a sua casa em Espinho for ao Supremo: “Não vai acontecer nenhum tipo de inibição das minhas funções políticas”. Em entrevista aos jornalistas Eunice Lourenço, David Dinis e Vítor Matos, Luís Montenegro garantiu que “haverá sempre solução” em qualquer cenário, mesmo que o seu partido não vença as eleições. candidato promete “um plano de emergência” para acudir ao SNS, o que não implicará rever as 35 horas de trabalho, mas irá “obrigar a uma contratualização entre o SNS, o sector social e o sector privado”. Oiça a entrevista completa, esta semana num episódio especial emitido no Festival de Podcasts Expresso by Hyundai.See omnystudio.com/listener for privacy information.

2024: Marcelo e um ano político armadilhado
Marcelo Rebelo de Sousa fez um discurso de Ano Novo sem dizer como vai desarmadilhar as situações explosivas que lhe devem cair nas mãos em 2024, e podia ter ido mais longe nas exigências aos partidos para serem claros nas soluções que defendem para o país. "O povo é quem mais ordena", disse o Presidente, resta saber como o povo vai ordenar os partidos no Parlamento, que na verdade são quem tem de arranjar "a" solução governativa da legislatura. Até às eleições, seja por via da Operação Influencer e da investigação a António Costa, seja por causa do inquérito à casa de Luís Montenegro, a justiça também será uma condicionante da campanha e, quem sabe, dos resultados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Costa no país das maravilhas
A Comissão Política não faz férias de Natal. Esta semana, discutimos a mensagem de Natal do primeiro-ministro e a “desagradável” situação familiar do Presidente da República. Nesta edição natalícia os comissários residentes, David Dinis e Vitor Matos, e a jornalista Liliana Valente debatem política entre recordações de presentes e de doces. A ilustração é de Tiago Pereira Santos e a sonoplastia de João Luís Amorim. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A missão de Pedro Nuno: conseguir o que nenhum outro fez em 49 anos
Eleito com 62% dos votos socialistas, Pedro Nuno Santos está agora entre apresentar-se à esquerda ou recentrar-se para tentar chegar aos eleitores da maioria absoluta. A primeira coligação de Pedro Nuno será com Costa ou Carneiro? E conseguirá o novo líder fazer o que nenhum sucessor de um primeiro-ministro fez ainda? As diretas do PS deram uma vitória confortável, mas não esmagadora, a Pedro Nuno Santos, mas o grande desafio do novo líder só começa agora. Nesta Comissão Política pomos a fasquia e analisamos os caminhos possíveis ao novo líder socialista. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Zé ainda não decidiu em quem vota, mas já sabe o que não quer
O tiro de partida para as eleições de 10 de março já foi dado, mas as máquinas ainda estão a aquecer e no PS ainda falta eleger o líder, o que vai acontecer no próximo fim-de-semana. Há uma espécie de pré-pré-campanha em curso, com um aeroporto futuro a entrar no debate. Há um Presidente fragilizado por uma alegada cunha do seu filho e há um primeiro-ministro que esta segunda-feira de manhã resolveu despejar muito do que lhe vai no peito sobre o processo que levou à sua demissão. Os comissários residentes, David Dinis e Vitor Matos, e o diretor-adjunto do Expresso Martim Silva debatem os resultados da sondagem, sob moderação de Eunice Lourenço. Ouça a Comissão Política.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cavaco e Pedro Nuno, a mesma luta?
Afinal, que é isso de "contas certas"? Depende do que se fizer com o dinheiro ou com o orçamento, dirá Cavaco Silva, que escreveu um artigo no "Público" onde até parece que lemos aquilo que Pedro Nuno Santos também defende, mas não será bem assim... Com Cavaco a entrar pela luta do PS dentro - José Luís Carneiro agora também terá de explicar melhor a sua defesa das "contas certas" - acaba igualmente por condicionar Luís Montenegro. Que ainda terá de avaliar se tem vantagem em ir coligado às eleições com o CDS. Ouça o novo episódio de Comissão Política.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O piscar de olho de Montenegro aos socialistas, um leilão de propostas e a radicalização do medo
Cavaco regressou a um congresso do PSD, para carimbar um Montenegro menos liberal e mais social-democrata. Mas numa campanha que se multiplica em acusações de radicalização e num leilão de promessas, haverá caminho para este PSD? Oiça no podcast Comissão Política See omnystudio.com/listener for privacy information.

Duelo socialista com justiça ao fundo
São dois candidatos a umas eleições diretas que vão decidir quem será o sucessor de António Costa na liderança do PS. Esperam ter um PS unido no fim, mas para já vão esgrimindo argumentos. Pedro Nuno Santos e José Luís Carneiro já trocam acusações sobre quem é mais capaz para garantir a autonomia do PS e contam apoios como quem conta votos. Na sessão semanal da Comissão política, os comissários residentes Vitor Matos e David Dinis e a comissária convidada Rita Dinis discutem a campanha socialista, mas também as razões para Fernando Medina ficar de fora. Fora desta comissão, mas dentro da disputa socialista está um terceiro candidato. Daniel Adrião, um clássico desalinhado nas corridas socialistas. A Comissão Política tem sonorização de João Martins e ilustração de Carlos Paes. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Costa Kid em duelo com os xerifes (e Centeno no fogo cruzado)
A comunicação de António Costa ao país este sábado, não pode deixar de ser vista como uma forma de tentar influenciar a justiça. Mas as medidas de coação anunciadas pelo juiz de instrução quinze minutos antes da gravação deste episódio da Comissão Política esvaziam parte da gravidade do processo: caíram os crimes de corrupção e prevaricação. Estamos a caminho de uma grave crise de regime? Estas decisões judiciais vão beneficiar quem na campanha? O PS ou o Chega? Vamos ter o PS a apontar as pistolas ao Ministério Público, que fez cair um Governo sem bases sólidas para uma acusação que teve as consequências que teve? E Mário Centeno? Fez bem em ceder ao pecado da vaidade, pondo a sua credibilidade e independência em causa? Para responder a estas perguntas, este episódio conta com os comentários de Sebastião Bugalho, colunista do Expresso e comentador da SIC, Rita Dinis, jornalista do Expresso e Eunice Lourenço, editora de política, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia esteve a cargo de João Martins e a ilustração é da autoria de Tiago Pereira Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O país vai a votos, mas primeiro vai o PS
bonusNova viagem, nova corrida – o país vai de novo a eleições. A solução esperada depois da demissão do primeiro-ministro, foi anunciada quinta-feira à noite pelo Presidente da República. Marcelo convocou eleições para 10 de março o que dá tempo para a aprovação do Orçamento e também permite ao PS reorganizar-se. Para já há 2 candidatos à sucessão de António Costa: Pedro Nuno Santos e José Luís Carneiro. As eleições diretas vão ser em dezembro e o congresso em janeiro. A evolução política justifica a terceira Comissão Política da semana, com os comentários de Vítor Matos, Rita Dinis e Martim Silva. A moderação é de Eunice Lourenço e a sonorização de João Martins. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fim inesperado para a etapa de Costa
bonusA política tem dias assim: dias que julgamos que até vão ser calmos e nos podemos dedicar a pendências, mas em que, de repente, há um vendaval que vira tudo. Foi assim esta terça-feira, com o ritmo político a mudar, acelerar e acabar por virar, com a demissão do primeiro-ministro. Com a realidade ainda em alto movimento, reunimos a Comissão Política para uma sessão especial, com moderação de Eunice Lourenço e os comentários de David Dinis, Vítor Matos e Liliana Valente e sonorização de João Martins. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O pior novembro de Marcelo e o pior novembro do SNS
Os dias difíceis de Marcelo, entre uma crise diplomática e uma notícia incómoda, deixaram o Presidente em modo de auto-justificação, no momento em que a tensão com Costa volta a subir. Mas o Governo também treme, com uma crise no SNS e uma negociação que não desata. Será que a corda rompe? Esta Comissão Política tem comentários de Ângela Silva, Eunice Lourenço e Vítor Matos, moderação de David Dinis, sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Tiago Pereira Santos. Ouça o novo episódio. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Debate do Orçamento: reviver o passado com cofre para futuro
A primeira parte do debate do Orçamento teve um participante inesperado: o Presidente da República no estrangeiro a criticar o aumento do IUC. Até à hora em que foi gravada esta Comissão Política, o debate estava morno, mas com pontos de leitura políticos: alguém se lembra do que disse o PSD? Outro tema: o veto presidencial ao decreto da TAP. Quererá Marcelo que o Governo leve o diploma ao Parlamento, onde o PS está dividido sobre o tema? Ouça o podcast Comissão Política.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tintas verdes e alertas vermelhos
Um ministro benfiquista e outro sportinguista foram já salpicados de tinta verde por ativistas que pretendem alertar para as alterações climáticas. Fernando Medina, ministro das Finanças, respondeu com uma tentativa de piada sobre o que parece ser o assunto mais polémico do Orçamento do Estado para 2024, o IUC – Imposto Único de Circulação. Nesta sessão da Comissão Política, David Dinis, Vítor Matos e Liliana Valente discutem o aumento do IUC, as divisões no PS, a união na oposição, mas também a utilidade e oportunidade dos lançamentos de tinta verde. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O futuro pendente de Montenegro e o início da sucessão de Costa
Luís Montenegro tropeçou no Orçamento e tem já duas sombras à perna, caso não vença as europeias. No PS Pedro Nuno mostrou a sua alternativa ao Orçamento de Medina e deu o tiro de partida para a luta interna que virá mais tarde. Nesta Comissão Política, olhamos para os candidatos de hoje e do futuro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Episódio extra: Um orçamento “pipi” para o futuro de Medina
bonusEste é um episódio especial de fusão entre os podcasts do Expresso "Money, Money Money" e "Comissão Política", onde analisamos o Orçamento do Estado para 2024 e como Fernando Medina matou o défice para apresentar o seu segundo orçamento com excedente e uma dívida pública que pode descer abaixo dos 100% do PIB. Sem austeridade, aumenta prestações sociais para os mais pobres e liberta rendimento para a classe média e função pública. O dinheiro que sobrar, ficará para um "fundo Medina", o ministro das Finanças que parece estar a deixar uma marca para colher frutos no seu futuro político. Do lado do PSD, perante uma descida no IRS maior do que o partido propôs, Luís Montenegro ficou encurralado e classificou o OE como "betinho" e "pipi". Será ele um "inconsistente?". Este episódio especial tem os comentários de João Vieira Pereira, diretor do Expresso e João Silvestre, editor de Economia (que animam o "Money Money Money"), e de David Dinis, diretor-adjunto e Eunice Lourenço, editora de Política, com moderação de Vítor Matos (que participam na "Comissão Política"). A sonoplastia esteve ao cuidado de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O tombo do PSD, o OE assim-assim e os presidenciáveis que contam
A sondagem Expresso-SIC desta semana mostra um PSD em queda, um almirante na frente dos presidenciáveis e uma premência dos portugueses por menos impostos, mas só se o défice estiver controlado. Neste episódio do podcast Comissão Política, explicamos o possível e olhamos para os dados escondidos pelos grandes númerosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Entre os fantasmas de Cravinho e o atraso na habitação
A manchete do Expresso desta semana dava conta da denuncia feita por um dos acusados na Operação Tempestade Perfeita: Paulo Branco implica o ministro João Gomes Cravinho na aprovação de um contrato fictício com Marco Capitação Ferreira que lhe garantiu mais de 50 mil euros por um aconselhamento de 5 dias. O ministro considera que continua a ter condições para continuar no Governo e o primeiro-ministro remeteu as respostas para o comunicado de Cravinho. A Tempestade Perfeita é o tema principal da Comissão Política desta semana, com Vitor Matos, David Dinis e Liliana Valente, que também comentam as manifestações do fim-de-semana pelo direito à habitação. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O sabor amargo da vitória
Foi poucochinho. O PSD de Miguel Albuquerque, que já tinha perdido as maiorias de partido único de Alberto João, perdeu agora a maioria absoluta mesmo coligado com o CDS. O líder do PSD-Madeira não se demitiu como tinha prometido na campanha da regionais, porque disse ter garantida a governabilidade (provavelmente com o PAN). De forma inédita, Luís Montenegro encavalitou-se no PSD regional, à espera de uma maioria absoluta que não aconteceu, mas fez uma declaração inequívoca: "Não governaremos com o Chega nem da Madeira nem no país", mas que deixou um rabo equívoco de fora. "Porque não precisamos". E se precisarem?See omnystudio.com/listener for privacy information.

A arte de governar para totós: quem assombra o fantasma de Cavaco? E o do BCE?
Chama-se “O primeiro-ministro e a arte de governar”, o autor garante que estava pensado há 20 anos e que em nada foi influenciado pela desgovernação do último ano. Chegou para encher o Grémio Literário com (quase) todos os nomes mais importantes do PSD presente e futuro, mas sobretudo do passado. O fantasma de Cavaco Silva voltou, cheio de leituras nas entrelinhas. Nesta Comissão Política discutimos os seus efeitos, assim como das decisões do BCE, que meteram o Governo a cozinhar mais umas medidas. Será esta a arte de governar? Comentários de Vítor Matos, Eunice Lourenço e João Vieira Pereira, moderação de David Dinis. A sonoplastia é de João Martins e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os jovens de Costa e o bebé no colo de Marcelo
A tensão voltou a escalar entre Presidente e primeiro-ministro, abrindo uma guerra fria que ninguém ousa adivinhar até onde levará. Costa, pelo meio, contrapôs ao IRS do PSD uma mão cheia de medidas para os jovens, o eleitorado que lhe escapou para a maioria. Nesta Comissão Política, Eunice Lourenço, Rita Dinis e Margarida Coutinho analisam as novas cartadas de Costa - e se será suficiente para agarrar os mais novos em Portugal (ou ao PS). E perspectivam o teatro de Palácios: até onde vai isto? A moderação deste episódio é de David Dinis, a sonoplastia de João Martins e a ilustração de Tiago Pereira Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Relação tensa de Costa e Marcelo com europeias e guerra em fundo
O Conselho de Estado reúne-se esta terça-feira para acabar a reunião suspensa em julho e também falar sobre a Ucrânia. É um episódio do processo de rentrée em curso, que este fim-de-semana foi marcado pela Universidade de Verão do PSD. Em cima da mesa estava a análise da situação política, económica e social do país, a que agora se junta a Ucrânia como novo ponto de agenda. É um momento nobre do processo de rentrée em curso e mais um episódio da relação tensa entre Marcelo e António Costa. Este é mais um episódio da Comissão Política para ouvir em podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Partida antecipada de Mendes e o atraso sistémico do PS
Falta uma “eternidade” para as eleições presidenciais e menos de um mês para as regionais da Madeira, mas ambas são comentadas na Comissão Política desta semana. As presidenciais vieram tomar a agenda política neste fim de agosto, pela boca de Marques Mendes. Ex-presidente do PSD, conselheiro de Estado, o comentador da SIC aproveitou o seu espaço dominical para assumir que sim, pensa numa candidatura presidencial e até acelarou o calendário. Para ouvir em podcast o comentário ao comentador neste episódio de Comissão Política, com Eunice Lourenço, Ângela Silva, Rita Dinis e Marta Caires, correspondente do Expresso e da SIC no Funchal.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Marcelo, o demolidor?
Depois do veto pífio do diploma da carreira dos professores, o Presidente da República fez um veto "demasiado político" do pacote da habitação. Marcelo Rebelo de Sousa já tinha dado a entender que via os pontos principais desta legislação como uma "lei cartaz", que não tinha aplicação prática. E Belém vetou. Mas o PS voltará a usar "o rolo compressor da maioria" para aprovar as mesmas leis, sem alterações, na Assembleia da República. O PR escreveu uma mensagem demolidora a justificar o chumbo e fez declarações no mesmo sentido durante uma visita à Polónia. Será que o maior aliado do Governo se está a tornar no maior pesadelo de António Costa? Os comentários deste episódio são de Rita Dinis, jornalista do Expresso, Martim Silva, diretor-adjunto e de Eunice Lourenço, editora de Política, como a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de João Martins e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Verão de Moedas e a festa de Montenegro
Marcelo Rebelo de Sousa, igual a si próprio e com os calções azuis de todos os verões, anunciou que não comenta rentrées, mas já deu o tom. O Presidente disse que estamos a entrar em processos eleitorais e os partidos, nas suas rentrées, orientam os discursos para os bolsos dos portugueses. A Festa do Pontal marcou, como é habitual, a rentrée política e lançou o debate sobre a descida de impostos. E teve Moedas como estrela. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que não foi assim tão bom na JMJ. E o grande ‘surfista’ da Jornada
A JMJ acabou com um elogio do Papa e uma celebração que cabe a todos. Mas nem tudo correu bem. E há um surfista - para usar as palavras de Francisco -, que quis aproveitar a onda mais do que os outros. Nesta Comissão Política faremos a análise política da Jornada e olhamos para os bastidores, com a ajuda do jornalista do Expresso que acompanhou Francisco de perto. Marcelo foi a todas, como Presidente como católico - praticante. António Costa mobilizou o Governo, aproveitando o palco. E Carlos Moedas apareceu sempre que pode como protagonista. Afinal, quem se posicionou e para o quê com a JMJ? E o que é que não correu - ou podia não ter corrido - assim tão bem? Nesta Comissão Política contamos como foi estar cinco dias junto ao Papa, através do nosso enviado João Diogo Correia. E analisamos os sinais escritos nas estrelas sobre o que se segue na política portuguesa, com comentários de Eunice Lourenço e Vítor Matos. A moderação é de David Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Professores entalados na porta de Costa e Marcelo
Marcelo vetou o diploma da contagem de tempo de carreira dos professores, mas logo depois fez saber que aceita uma alteração minimalista na exposição de motivos do diploma, que nada muda a não ser uma nesga para negociações futuras. Foi uma alteração cosmética, menos do que uma porta aberta à contagem do tempo total de congelamento, o que escancarou ainda mais a porta à continuação das greves no próximo ano letivo. Com este veto cheio de conteúdo, o Presidente extravasou as suas funções? Quando aceita a alteração minimalista do Governo, está a encolher-se perante a maioria? Há quem lhe chame "ridículo" neste episódio da Comissão Política.See omnystudio.com/listener for privacy information.

“Invulgar”, disse Montenegro? Em Espanha “o PP saltou para dentro do cordão sanitário”
Que lições trouxeram as eleições em Espanha para os atores políticos portugueses? E como partem os nossos políticos para férias depois do Estado da Nação e de tantas sondagens empatadas? Daniel Oliveira veio à Comissão Política para nos ajudar a ler uma Ibéria suspensa por soluções. See omnystudio.com/listener for privacy information.

À política o que é da justiça? O caso Rui Rio acabou com um tabu?
As buscas a casa de Rui Rio abriram uma caixa de pandora: vários políticos do PSD e, depois do PS - já ao mais alto nível - pedem explicações ao Ministério Público, entre acusações de “justicialismo”. Quem tem razão? E quem tem mais a perder (ou a ganhar) com esta guerra entre políticos e justiça? Esta Comissão Política teve a participação de Hugo Franco, Eunice Lourenço e Vítor Matos, com moderação de David Dinis. Oiça aqui o podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.