
Episode 18
Como diferenciar hiperatividade da agitação comum da infância?
A infância é uma fase marcada por novas descobertas, brincadeiras e agitação. Mas, às vezes, essa agitação toda pode indicar algo mais sério, como a hiperatividade. Nesse sentido, é muito importante que os pais se atentem à mudança no comportamento dos...
Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts · Psicóloga Consultório
January 3, 20268m 29s
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Show Notes
A infância é uma fase marcada por novas descobertas, brincadeiras e agitação. Mas, às vezes, essa agitação toda pode indicar algo mais sério, como a hiperatividade.
Nesse sentido, é muito importante que os pais se atentem à mudança no comportamento dos filhos para que, em caso de alguma atitude incomum, busquem ajuda adequada para que não haja traumas maiores nas crianças.
Como pode ser um pouco confuso diferenciar hiperatividade de agitação, preparamos este conteúdo. Continue a leitura para entender como identificar e como lidar com isso.
Por que é comum confundir hiperatividade e agitação?
A agitação é uma característica inerente à infância. À medida que a criança vai aprendendo coisas novas, ela gosta de mostrar. Algumas conversam muito, outras gostam de ter atenção dos adultos de forma intensa. Enfim, é natural que essa fase seja mais inquieta mesmo.
Acontece que um dos sinais da hiperatividade é agitação e inquietação, então, por vezes, esses comportamentos podem ser confusos para os pais. Assim, o que parece ser somente uma agitação habitual, pode, na verdade, indicar algo a mais.
Mas, afinal, o que é hiperatividade?
A hiperatividade se trata de uma condição neurológica que pode atingir a aprendizagem, a interação social, a atenção e a percepção, tendo início na infância.
Essa condição pode aparecer de forma isolada ou como sintoma do Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).
Alguns sinais podem indicar que a criança tem hiperatividade, como, por exemplo:
Agitação e inquietação;
Dificuldade na aprendizagem;
Ansiedade, impulsividade e agressividade;
Enjoa rápido das atividades;
Se distrai com muita facilidade;
Apresenta dificuldades para dormir.
As causas da hiperatividade ainda não são completamente conhecidas, o que se sabe é que estão ligadas a fatores genéticos e também ao ambiente de convivência.
Dessa forma, alguns fatores podem desencadear essa condição, como: crises familiares, parto prematuro ou complicações no parto, tabagismo durante a gravidez, gravidez complicada e alterações metabólicas ou hormonais.
Como diferenciar a hiperatividade da agitação comum?
Entenda como diferenciar a hiperatividade da agitação por meio das dicas abaixo:
Hiperatividade
1. Tem dificuldade de concluir tarefas ou projetos;
2. Distrai-se com coisas sem importância;
3. Apresenta comportamento ansioso e dificuldades de concentração;
4. Dificuldade com planejamento, disciplina e organização;
5. Normalmente apresenta inteligência acima da média, mas não consegue bons resultados na escola ou no trabalho;
6. É comum apresentar inquietude mental e corporal, como mexer pés, pernas e mãos;
7. Dificuldade para dormir e, quando dorme, também apresenta dificuldade para acordar;
8. Falta de tato com as palavras.
Agitação
1. Quando se interessa por algo, demonstra uma certa atenção;
2. Quando algo não motiva o suficiente, a criança se distrai com facilidade;
3. Apresenta alegria e muito ânimo;
4. Relaciona-se bem socialmente;
5. Em casos de teimosia, não necessariamente é violento;
6. Reage de forma intensa após descobrir ou explorar algum ambiente.
É importante destacar que sempre é aconselhável buscar ajuda especializada. Afinal, o diagnóstico é clínico e se dá por anamnese. Há também outros exames que podem confirmar a hiperatividade.
Geralmente, multiprofissionais então envolvidos nesse processo, como psicólogos, psiquiatras, neuropediatras e neurologistas. Psicopedagogos e neuropsicólogos podem ser importantes para reforçar o tratamento.
Quais são os riscos de não diagnosticar a hiperatividade precoce?
Quando o diagnóstico não é feito com antecedência, há impactos consideráveis na vida da criança. Conheça alguns:
Impactos na memória e atenção: estudos neuropsicológicos identificaram prejuízos na atenção complexa e memória verbal, afetando o aprendizado e a retenção de informações no cotidiano.
Desafios nos estudos: uma criança com hiperatividade não tratada lida com consequências sérias na aprendizagem, visto que a hiperat...
Nesse sentido, é muito importante que os pais se atentem à mudança no comportamento dos filhos para que, em caso de alguma atitude incomum, busquem ajuda adequada para que não haja traumas maiores nas crianças.
Como pode ser um pouco confuso diferenciar hiperatividade de agitação, preparamos este conteúdo. Continue a leitura para entender como identificar e como lidar com isso.
Por que é comum confundir hiperatividade e agitação?
A agitação é uma característica inerente à infância. À medida que a criança vai aprendendo coisas novas, ela gosta de mostrar. Algumas conversam muito, outras gostam de ter atenção dos adultos de forma intensa. Enfim, é natural que essa fase seja mais inquieta mesmo.
Acontece que um dos sinais da hiperatividade é agitação e inquietação, então, por vezes, esses comportamentos podem ser confusos para os pais. Assim, o que parece ser somente uma agitação habitual, pode, na verdade, indicar algo a mais.
Mas, afinal, o que é hiperatividade?
A hiperatividade se trata de uma condição neurológica que pode atingir a aprendizagem, a interação social, a atenção e a percepção, tendo início na infância.
Essa condição pode aparecer de forma isolada ou como sintoma do Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).
Alguns sinais podem indicar que a criança tem hiperatividade, como, por exemplo:
Agitação e inquietação;
Dificuldade na aprendizagem;
Ansiedade, impulsividade e agressividade;
Enjoa rápido das atividades;
Se distrai com muita facilidade;
Apresenta dificuldades para dormir.
As causas da hiperatividade ainda não são completamente conhecidas, o que se sabe é que estão ligadas a fatores genéticos e também ao ambiente de convivência.
Dessa forma, alguns fatores podem desencadear essa condição, como: crises familiares, parto prematuro ou complicações no parto, tabagismo durante a gravidez, gravidez complicada e alterações metabólicas ou hormonais.
Como diferenciar a hiperatividade da agitação comum?
Entenda como diferenciar a hiperatividade da agitação por meio das dicas abaixo:
Hiperatividade
1. Tem dificuldade de concluir tarefas ou projetos;
2. Distrai-se com coisas sem importância;
3. Apresenta comportamento ansioso e dificuldades de concentração;
4. Dificuldade com planejamento, disciplina e organização;
5. Normalmente apresenta inteligência acima da média, mas não consegue bons resultados na escola ou no trabalho;
6. É comum apresentar inquietude mental e corporal, como mexer pés, pernas e mãos;
7. Dificuldade para dormir e, quando dorme, também apresenta dificuldade para acordar;
8. Falta de tato com as palavras.
Agitação
1. Quando se interessa por algo, demonstra uma certa atenção;
2. Quando algo não motiva o suficiente, a criança se distrai com facilidade;
3. Apresenta alegria e muito ânimo;
4. Relaciona-se bem socialmente;
5. Em casos de teimosia, não necessariamente é violento;
6. Reage de forma intensa após descobrir ou explorar algum ambiente.
É importante destacar que sempre é aconselhável buscar ajuda especializada. Afinal, o diagnóstico é clínico e se dá por anamnese. Há também outros exames que podem confirmar a hiperatividade.
Geralmente, multiprofissionais então envolvidos nesse processo, como psicólogos, psiquiatras, neuropediatras e neurologistas. Psicopedagogos e neuropsicólogos podem ser importantes para reforçar o tratamento.
Quais são os riscos de não diagnosticar a hiperatividade precoce?
Quando o diagnóstico não é feito com antecedência, há impactos consideráveis na vida da criança. Conheça alguns:
Impactos na memória e atenção: estudos neuropsicológicos identificaram prejuízos na atenção complexa e memória verbal, afetando o aprendizado e a retenção de informações no cotidiano.
Desafios nos estudos: uma criança com hiperatividade não tratada lida com consequências sérias na aprendizagem, visto que a hiperat...