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Canal Café Brasil

Canal Café Brasil

2,526 episodes — Page 28 of 51

LíderCast 193 – Paulo Eduardo Martins

Jornalista combativo que sofreu as consequências da perseguição política e hoje é Deputado Federal, numa conversa animada sobre jornalismo, política e cidadania.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Apr 2, 20201h 37m

Café Brasil 711 – Cafezinho Live – Gustavo Cerbasi

O mundo está mergulhado num cenário de perplexidade, cheio de gente chutando seus achismos, com a imprensa fazendo um terrorismo diário e construindo um clima de pânico que, se por um lado deixa a maioria das pessoas mais prudentes, por outro, dificulta muito mais nossa passagem pela crise. E nós aqui não queremos fazer parte do coro dos apocalípticos. Por isso, lancei na semana passada o projeto CAFEZINHOLIVE, convidando 6 amigos para conversar sobre: olha, o mundo tá uma confusão, as perspectivas são sombrias, mas e daí? O que fazer para passar pela crise? Nos queremos fazer parte da solução. E hoje você ouvirá o áudio do primeiro Cafezinho Live, que teve Gustavo Cerbasi. Quer sair dessa quarentena melhor e mais produtivo do que entrou? Inscreva-se no curso PRODUTIVIDADE ANTIFRÁGIL. As inscrições serão encerradas muito em breve. Não perca tempo. Inscreva-se agora: https://produtividadeantifragil.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Apr 1, 202056 min

Cafezinho 268 – Skin In The Game

O escritor Nassim Nicholas Taleb escreveu em seu livro A Lógica do Cisne Negro, que eventos de baixa probabilidade e alto impacto, têm mais chance de acontecer do que os nossos modelos conseguem medir. Uma pandemia em escala global, por exemplo. Nassim lançou um outro livro chamado “Arriscando a Própria Pele”, no qual desenvolve o conceito do “skin in the game”, que grosseiramente quer dizer: dar a cara a tapa, entrar no jogo, arriscar-se, experimentar aquilo que você comenta. Com a experiência você ganha autoridade para criticar. Esse termo, skin in the game, me veio à cabeça ao ver o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta falar das decisões que estão tomando para combater a pandemia. Como equilibrar as decisões sanitárias com as econômicas, hein? Quais as consequências de cada escolha? É muito fácil, no conforto de meu sofá, elogiar ou criticar o ministro, o skin que está no game das decisões de Estado não é o meu, é o dele... Eu posso achar o que quiser, mas a responsabilidade das decisões é dele e de sua equipe. Decisões éticas estão sendo tomadas neste momento, com implicações de vida e morte. Não é fácil fazer as escolhas que definirão o futuro de milhões de brasileiros. Faça o exercício de imaginar que decisão você tomaria se fosse a sua skin in the game.  Quem tem certeza que sua escolha é a certa, não entendeu nada do jogo.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.br Versão do Youtube você encontra em bit.ly/lucianonoyoutubeSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 30, 20201 min

Cafezinho 267 – Cafezinho.Live

Ontem foi ao ar o primeiro programa da série Cafezinho.live, que criei para conversar com uns amigos cabeças aí sobre a perplexidade destes dias. Eu me peguei refletindo sobre como estamos acostumados com a segurança dos processos em tempos de normalidade. Brasileiros não sabem o que é uma guerra, o que é uma calamidade de proporções nacionais. Vivemos nossa vida tão acostumados com o acesso à luz, à água, ao pãozinho da padaria, ao churrasco com cerveja junto aos amigos, ao futebol, à missa, ao supermercado... Esse ecossistema econômico é o grande milagre da humanidade, uma cadeia de relações que forma uma engrenagem quase infinita, onde tudo se move, tudo se conecta, tudo se mantém. E de repente, chega uma pandemia que coloca essas coisas simples em cheque. Como assim, não posso me reunir com os amigos, hein? Não posso ir à aula, ao cinema? Como assim? Pois é. Aquele ecossistema social é muito robusto, por estar apoiado em milhões de conexões. Se uma delas falha, outra ocupa seu lugar, e assim as sociedades funcionam, uma mais eficientemente que outras. Até que surge o vírus, ameaçando infectar todas as bilhões de conexões. E matar algumas. É para falar sobre economia, criatividade, comunicação, política, vendas e mudanças em tempos de pandemia que convidei Gustavo Cerbasi, Ricardo Jordão Magalhães, Bruno Garschagen, Murilo Gun Dado Schneider e Adalberto Piotto para conversar. As lives vão ao ar às 20:30, exatamente no horário dos telejornais nacionais que esfregam sadicamente seus mortômetros em nossa cara a todo momento. Vem com a gente. Escolha bem suas conexões para não infectar também a mente. Para acessar, o link é cafezinho.live.     Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.br Versão do Youtube você encontra em bit.ly/lucianonoyoutubeSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 27, 20202 min

Café Brasil 710 – Todo mundo junto

Cara... que tempo louco estamos vivendo, não é? E no meio de uma porção de canalhas que estão tentando tirar proveito, tá cheio de gente do bem, preocupada, angustiada... então em vez de fazer um programa falando das coisas ruins que esfregam diariamente na nossa cara, eu resolvi fazer um Café Brasil diferente. Mas quem vai fazer este programa... não somos só nos aqui..See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 25, 202037 min

CAFEZINHO 266 – O QUE NÃO SE VÊ

Frédéric Bastiat escreveu um livro precioso chamado O QUE SE VÊ E O QUE NÃO SE VÊ, no qual diz que na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei, não geram somente um efeito, mas uma série de efeitos. Mas só o primeiro efeito é imediatamente visível. Os outros efeitos só aparecem depois e não são visíveis. Exemplos temos aos montes. A chuva que faz um lamaceiro. O prefeito manda asfaltar as ruas, o povo fica feliz. Mas o asfalto serve como um impermeabilizante, quando a chuva cai outra vez, em vez de barreiro vem uma enchente e a situação fica muito pior. O que se vê? O asfalto reluzente, o fim do barreiro e as pessoas felizes. O que é que não se vê? Todas consequências da aparente melhoria. O mau planejador se detém no efeito que se vê, o bom leva em conta também aqueles que só dá para prever. Bastiat diz que, quase sempre, quando a consequência imediata – aquela que se vê – é favorável, as consequências posteriores, as que não se veem – são funestas. E vice versa. Daí dá para concluir que o mau planejador, ao perseguir um benefício no presente, está gerando um grande mal no futuro. Já o verdadeiro planejador, ao perseguir um grande benefício no futuro, corre o risco de provocar um mal no presente. Neste momento em que para deter uma epidemia os planejadores congelam completamente as cadeias logísticas de suprimentos, de medicamentos e até de alimentos, ler Bastiat faz explodir os miolos. Tá todo mundo assustado com o que se vê. Eu tenho medo é do que não se vê.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 23, 20202 min

Cafezinho 265 – O Lado Cheio do Copo

Olha, existem problemas reais a serem resolvidos, mas a maior ameaça que vivemos nestes tempos de pandemia é a exploração da negatividade popular pelos traficantes de crises. Eles vivem é de fomentar medos, são profetas do apocalipse que têm distorcido profundamente a visão que as pessoas têm do presente e do futuro. E assim, criam mais problemas do que resolvem. Então eu vou na contramão. Aproveitando que muita gente vai ficar em casa numa quarentena forçada, eu decidi adotar o mote "Não tem o que fazer? Estude, pô". Para isso eu criei a Jornada Gratuita O LADO CHEIO DO COPO no Café Brasil Premium. Nela, você receberá gratuitamente e-books, podcasts e videocasts, nos quais eu falarei sobre a influência que as coisas e ideias más exercem sobre nós. Tratarei da capacidade de resistir e sair melhor das situações ruins, da necessidade de separar o que é urgente do que é importante, da capacidade de fazer acontecer apesar dos obstáculos e dos cuidados com quem tenta nos manipular. É um sopro de ideias positivas contra esse tsunami de negatividade que nos atingiu nestes dias. Convido você a apreciar a jornada. Ela será aberta para não assinantes, é gratuita, tem horas de conteúdo para ler, ouvir e assistir. O link é oladocheio.com. Compartilhe este link com seus amigos, familiares e colegas. Vamos combater o novo Coronavirus com Fitness Intelectual.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.br Versão do Youtube você encontra em bit.ly/lucianonoyoutubeSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 20, 20201 min

LíderCast 192 – Eduardo Villela

Homem dos livros, mas de fazer livros. Com extensa experiência no mundo editorial, Eduardo fala do mercado de livros no Brasil, da aventura de lançar um livro, como escritor ou editor e sobre o futuro. O livro em papel vai acabar? Ouça. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 19, 20201h 38m

Café Brasil 709 – Sobre perguntas

O Sandro Magaldi e o José Salibi Neto são dois educadores muito experientes no mundo dos negócios, que têm lançado alguns livros muito interessantes, como o GESTÃO DO AMANHÃ, O NOVO CÓDIGO DA CULTURA e O QUE AS ESCOLAS DE NEGÓCIOS NÃO ENSINAM. Para esse último livro eles bolaram uma série de talk shows que complementa o conteúdo. Chamaram diversos profissionais para abordar temas tratados no livro. Coube a mim falar sobre a importância das perguntas. Vem com a gente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 17, 202043 min

Cafezinho 264 –  Não adianta mudar o rótulo.

O psicólogo e pedagogo canadense Albert Bandura apontou a linguagem eufemística como um dos mecanismos de desengajamento moral que suavizam palavras ou expressões consideradas rudes ou desagradáveis. Você usa eufemismos desde que começou a falar. Por exemplo, chamando pênis de “piu-piu”. Não suaviza? O eufemismo dá alívio moral. A forma mais eficiente de eufemismo é a higienização, quando atividades perniciosas são disfarçadas de ações inocentes ou pelo bem de todos. Chamar “invasão” de “ocupação”, por exemplo. Na Odebrecht, o Departamento de Propinas foi chamado de “Departamento de Negócios Estruturados”. Nas guerras, “danos colaterais” são usados no lugar de “morte de civis inocentes”. Você sentiu a pegada? “Danos colaterais” parece para-lamas amassado, não é? Já “morte de civis” é assassinato. Racionalizar a conduta delituosa, é disso que trata o Desengajamento Moral. Bandura disse assim: “Todas as pessoas são capazes de construir ideologias morais para justificar seus comportamentos, e geralmente tendem a convencer a si e aos outros de seus princípios conforme lhes convêm.” Viu só? Eu não sei se você reparou, mas “todas as pessoas” incluem eu… e você. Quando você muda o rótulo, pode até mudar o sentido da ação. Mas o resultado permanece o mesmo.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.br Versão do Youtube você encontra em bit.ly/lucianonoyoutubeSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 16, 20202 min

Cafezinho 263 – A praça e os pombos

A Praça de São Marcos em Veneza é um dos mais populares pontos turísticos do mundo. Pelo significado histórico e pelos milhares de pombos que vivem lá. De vez em quando alguém faz “buuuuu!!”, e uma pomba voa assustada e as demais seguem em revoada. E por algum tempo a praça fica vazia de pombos. Aos pouquinhos os pombos começam a retornar, até sentir que o perigo passou. Então a Praça continua em festa. A Praça, os monumentos, os moradores, todos sofrem com os pombos, mas eles são necessários. Sem pombos a praça perde o charme. E periodicamente é preciso controlar a superpopulação e alguns são abatidos. É o preço do equilíbrio no caos. O mercado global é como a Praça de São Marcos. E os pombos são como os investidores. São nervosos, fazem montes de cagadas e precisam de controle ou destroem tudo. E ao menor sinal de perigo, saem voando. Já-já a crise de confiança começa a passar, os pombos voltarão e muita gente terá encontrado oportunidades fantásticas de ganhar dinheiro. Fortunas serão criadas sobre as que foram destruídas. O capitalismo não morreu, o mercado não morreu. Como a Praça, estão lá à espera do retorno dos pombos. Um dia, num futuro distante, o mar vai tragar Veneza e a Praça de São Marcos. E os pombos buscarão outra praça. É assim desde sempre.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 13, 20201 min

LíderCast 191 – Giovani Colacicco

Professor do Departamento de Ciências Contábeis da PUC-SP, em diversas disciplinas ligadas a Contabilidade de Custos. Criador de metodologia própria do ensino da contabilidade para não contadores. Uma conversa sobre a evolução da função de contador e sua importância no empreendedorismo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 12, 20201h 24m

Café Brasil 708 – Manifesto do Educador Honesto

Afinal de contas, o que é um educador? É uma professora que ensina matemática? É um padre que ensina religião? Um enfermeiro que ensina primeiros socorros? Um pai e uma mãe que ensinam como fazer o que é certo? É mais que isso, não é? Mas uma coisa independe do que o educador é: ele precisa ser honesto. Vamos nessa hoje?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 11, 202026 min

Cafezinho 262 – A educação dos pais

Recebo uma mensagem com a foto de um pôster colado na parede uma escola, dizendo assim: Atenção senhores pais e mães! O ano letivo iniciou e é sempre bom lembrar que é em casa que as crianças devem aprender: 01 – Bom dia, 02 – Boa tarde, 03 – Por favor, 04 – Com licença, 05 – Desculpe, 06 – Muito obrigado E é em casa que também se aprende: 01 – Ser honesto, 02 – Ser pontual, 03 – Não xingar, 04 – Ser solidário, 05 – Respeitar os alunos, 06 – Respeitar os mais velhos, 07 – Respeitar os professores principalmente! Também em casa é que se aprende: 01 – A não falar de boca cheia, 02 – A ser limpo, 03 – A não jogar lixo no chão. Ainda em casa é que se aprende: 01 – A ser organizado, 02 – A cuidar das suas coisas, 03 – E não mexer nas coisas dos outros Porque na escola os professores ensinam: Matemática, Português, História, Geografia, Inglês, Ciências e Educação Física. E reforçam o que o aluno aprendeu em casa. Que tal? Parece óbvio, não é? Pelo menos para um velho como eu. Mas sabe o que me chamou a atenção? O cartaz é dirigido aos senhores pais e mães, e não aos estudantes. No fundo me lembrou daqueles avisos que a gente vê no banheiro: dê a descarga, não urine fora do vaso, lave as mãos depois de usar o banheiro. Ou então aqueles outros: não buzine na frente do hospital, não pare em fila dupla, não fure o farol vermelho, respeite a faixa de pedestres… Existe uma frase que chegou para mim como sendo de Napoleão Bonaparte, mas eu não tenho certeza, da qual gosto muito: A educação de um filho deve começar 20 anos antes dele nascer. Preocupados demais com a educação de nossos filhos, esquecemos a dos pais…See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 9, 20202 min

Cafezinho 261 – O sabe tudo

No Podsumário O Poder do Mau, que está publicado para assinantes do Café Brasil Premium, eu conto que a psicóloga norte-americana Tereza Amabile, conduziu um experimento em que colocou pessoas em frente a uma audiência, pedindo para que avaliassem o trabalho de alguém. Quando a pessoa achava que tinha um status mais alto que a audiência e se sentia intelectualmente segura, era generosa na avaliação. Mas quando se sentia intelectualmente insegura, com status menor que a audiência, fazia uma avaliação negativa. O crítico tentava aumentar o seu status empregando a estratégia de “ser brilhante e cruel”. Ser cáustico não traria novos amigos, mas obteria o respeito, mesmo que a crítica fosse injusta. Já cansei de ver crítica de gente que não tem café no bule para falar mal do que está criticando, mas mesmo assim o faz. O experimento da Tereza Amabile deu pistas para compreender por que tanta gente parte para as agressões nas mídias sociais. Eu achava que era para combater uma ideia divergente, mas agora estou convencido que muita gente quer é se sentir mais do que o outro. A maioria dos que criticam com acidez, ofendendo, se fazendo de sabe tudo, não está interessada em provar sua verdade, mas em aumentar o seu status ao parecer mais intelectualmente elevada do que realmente é. O sabe tudo, só sabe um pouquinho... Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 6, 20201 min

LíderCast 190 – Alcides Braga

De office boy a dono da Truckvan, uma história fascinante de um empreendedor que constrói um negócio do nada, passando por todas as agruras de quem precisa arriscar tudo. E dá certo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 5, 20202h 0m

Café Brasil 707 – O benefício da dúvida – Revisitado

O programa de hoje é a revisita a um episódio publicado láááááá em 2011, num outro Brasil. Mas que permanece muito, mas muito atual. Vamos falar dos donos da verdade, aquela turma que tem opinião sobre tudo e que se convence que suas opiniões são incontestáveis. Você conhece gente assim?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 4, 202030 min

Cafezinho 260 – Sem desculpas

Em 2014 decidi converter meus livros para e-books. Procurei alternativas de fornecedores e fui soterrado por toneladas de “veja bem”, “pode ser”, “talvez”. Pedi orçamentos, recebi loucuras. Sem contar as ameaças tipo “olha, se não fizer assim e assado, você será pirateado, sucateado, incompatibilizado”. Seis meses depois eu estava no mesmo ponto zero. Parti para o plano B: fornecedores de fora do Brasil. Num blog dos Estados Unidos encontrei dicas, mandei um e-mail para um recomendado que respondeu com rapidez e praticidade chocantes: dá para fazer, é assim que funciona, leva dez dias e custa entre 150 e 400 dólares. Ponto. Mandei os arquivos e algumas horas depois recebi por e-mail um orçamento inteligente. A cada aba, uma instrução, um download, uma explicação. Preço: 340 dólares, menos da metade do que haviam me pedido aqui no Brasil. Duas semanas depois o e-book estava pronto, sem estresse. Credibilidade. O fornecedor dos EUA acreditou em tudo que eu disse e cumpriu tudo o que prometeu. Não teve “caiu o sistema”, “o correio entrou em greve”, “fiquei sem internet”, “faltou um funcionário”, “subiu o dólar”, “o trânsito estava lento”. Não teve “não aceito PDF”, “não pode usar cores”, “foi feriado”, “me manda por motoboy” ou então “não aceito cartão de crédito”. Nada disso. Sem desculpas. Dá para fazer, é assim que se faz, custa tanto e pronto! Meu interlocutor sabia o que estava falando, me orientou com precisão, ofereceu todos os meios de acesso, respondeu a todas as perguntas imediatamente e quando achou que não dava disse: “Não dá”, sem “talvez”, “vou ver”, “liga mais tarde”. Não é fácil, hein? É? Então faça. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Mar 2, 20202 min

Cafezinho 259 – Coronavirus e as vizinhas

Já faltam máscaras e álcool em gel nas farmácias de São Paulo. O dólar vai às alturas. Culpa de quem? Do Coronavirus, afinal, já são 80 mil casos e 3 mil mortes! Olha, tome alguns dados sobre doenças que são nossas vizinhas: Tuberculose: 10 milhões de pessoas contraíram a doença no mundo em 2018, 1,5 milhão morreram. Hepatites virais B e C: 325 milhões de pessoas afetadas, com 1,34 milhão de óbitos anualmente. HIV: desde que o vírus surgiu, são 75 milhões de infectados e 32 milhões de mortos. Gripe: 650 mil mortos por ano. Em 2018, com 4 mil casos, morreram 839 pessoas no Brasil. De gripe. Malária: 228 milhões de casos em 2018, com 405 mil mortos. Meningite bacteriana: 170 mil mortes por ano no mundo. Em 2018, no Brasil, 934 casos com 282 mortos. Cólera: em 2016 foram 132 mil casos e 2.420 mortes. Raiva: 59 mil mortos por ano. Febre amarela: 200 mil casos por ano, 30 mil mortes. O Brasil teve 483 mortes entre 2017 e 2018. Dengue: 390 milhões de infectados por ano. 25 mil morrem. Tuberculose, Hepatite, HIV, Gripe, Malária, Meningite, Cólera, Raiva, Febre Amarela e Dengue, suas vizinhas, matam por ano muito, mas muito mais que qualquer Coronavirus. - Ah, então não é pra dar bola pro Coronavirus, Luciano? Não é isso, ô seu histérico. É para tomar os mesmos cuidados que você sempre tomou com as vizinhas.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 28, 20202 min

LíderCast 189 – Deborah Alves

Jovem empreendedora, formada em Ciência da Computação e Matemática em Harvard, que retorna para o Brasil e funda a Cuidas, uma startup do segmento da saúde que conecta empresas com médicos de família para atendimentos no próprio local de trabalho.  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 27, 20201h 8m

Café Brasil 706 – Humildade Intelectual

E aí? Você também está de saco cheio de gente que "se acha" superior, hein? Que tripudia sobre os outros por achar que tem um status mais alto? Já ouviu falar em humildade intelectual? Um atributo que muitas vezes esquecemos e que é uma baita ferramenta para ajudar a viver uma vida que valha a pena? Venha refletir com a gente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 26, 202029 min

Cafezinho 258 – O poder do Mau

Olha, eu publiquei um post sobre a pobreza extrema, a democracia, a educação básica, a vacinação, a alfabetização e a mortalidade infantil no mundo nos últimos dois séculos. A evolução positiva é sensacional, mas não se fala disso. Por que será, hein?  No livro The Power Of Bad, cujo podsumário estou publicando no Café Brasil Premium, os autores fazem uma interessante observação sobre como historicamente os pesquisadores estudaram muito mais os efeitos dos maus eventos do que dos bons sobre as pessoas. É de se esperar, pois o mau causa mais impacto, não é? Mas essas pesquisas foram distorcidas quando jornalistas sedentos por manchetes, passaram a escrever centenas de histórias sobre o peso dos traumas, psicoses e depressão, e muito pouco sobre coisas preciosas como nossa resiliência mental e capacidade para obter a felicidade. Muita gente que passou por traumas reconhece que a má experiência as fez mais fortes, espertas, maduras, tolerantes e compreensivas. As fez pessoas melhores. No entanto, muito mais atenção é dada às síndromes pós-traumáticas, mesmo que elas atinjam apenas 20% das pessoas expostas a experiências traumáticas. Psicólogos e jornalistas ficam tão ocupados acentuando o negativo, que perdem a capacidade de tratar da fenomenal resiliência do ser humano. É meio burro, mas dá para entender. Para sobreviver, a vida tem de vencer todo dia. A morte, precisa vencer uma vez só.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 24, 20202 min

Cafezinho 257 – O Jobs de Mogi

Palestrei para uma multinacional num resort em Mogi das Cruzes. E ao ligar o laptop, pediram para aguardar o cara de TI. Quando ele chegou, no “bom dia” senti que ia dar merda. O sujeito, que devia ser alguma liderança da área de TI da empresa, se sentia o Steve Jobs de Mogi. Do alto do crachá com o nome da multinacional, era de uma petulância quântica. “Entrada HDMI”, disse. Instalei o conector e... nada de imagem. Ele mexeu no meu laptop e nada. O Jobs de Mogi então começou com klinguices, aquele idioma que os Klingons de TI usam e que só eles entendem, dizendo que o tipo de conector do meu computador não se adaptava ao equipamento que eles usavam. Não havia lógica na explicação dele e eu calmamente disse, “olha, eu tenho mais de 1000 palestras, nunca vi isso”. E o Klingon, grosseiro, “ah, mas aqui é assim, tem de usar outro computador.” E o clima ficou tenso. Eles viram a minha contrariedade, pois o risco de passar a apresentação para outro computador minutos antes da palestra é gigantesco. Perdem-se links para vídeos, há tipos de letras diferentes, formas desaparecem... Certo de que o Jobs não sabia do que estava falando, enquanto ele despejava klinguices para as organizadoras, eu entrei no painel de configuração do laptop, testei outras resoluções e... Pronto. Imagem na tela, tudo certo. O Klingon continuou agindo como se nada tivesse acontecido. Nada é mais nocivo que a ignorância que gera confiança. O Jobs de Mogi era só um Bozó.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 21, 20202 min

LíderCast 188 – Emerson Muzeli

Homem da televisão, que dirigiu novelas, programas de auditório e agora está à frente da Centrípeta Filmes, produzindo cinema e séries como um empreendedor cultural. Uma história fascinante sobre liderança nos bastidores da televisão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 20, 20201h 25m

Café Brasil 705 – Empreendedor: Meu malvado favorito

Meu, como tem empreendedor no Brasil, não é? Parece que é o sonho de todo mundo: ser o dono da firma, não prestar contas pra ninguém, entrar na hora que quer, sair quando quer, tirar férias quando quiser, ganhar muito bem e explorar os funcionários. Que tal, hein? Você se reconheceu nessa descrição? Não? Hummm... tem que ver isso...See omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 19, 202029 min

Cafezinho 256 – Mundos Morais

  Cafezinho 256 – Mundos Morais Um amigo com quem adoro tomar um chopp é meu oposto político. Ambos queremos um mundo mais justo, mas divergimos na forma de chegar lá. Para mim, esse “chegar lá” significa respeitar a lei, a autoridade, a liberdade individual, reconhecer que não sei tudo, que o mundo e o homem são imperfeitos e que é impossível resolver as coisas com uma revolução. O que dá para fazer é consertar o que está errado e conservar o que está certo. Quando erro, primeiro acho que a culpa é minha e devo arcar com as consequências. Já o meu amigo lá do “outro lado” entende que por um bem maior, a lei pode ser “contornada”. Questiona a autoridade e acha que algo que não prejudica diretamente alguém, não deve ser proibido. Quando erra, culpa fatores externos e não acha justo assumir sozinho a responsabilidade. Valores morais, e por consequência a ética, dependem do espaço geográfico e temporal que você ocupa. Onde e quando você está. Enquanto alguns valores morais têm raízes biológicas profundas, outros são resultado de pressões sociais, condicionamento emocional, imitação ou exposição aos grupos nos quais convivemos. Alguns têm a ver com racionalidade, outros com a natureza humana. Será que existem então múltiplas moralidades, hein? Olha, talvez vivamos em mundos morais diferentes e nenhum discurso político nos levará ao consenso. Quem não entender isso, vai azedar o chopp.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 17, 20201 min

Cafezinho 255 – Melhores Inimigos

Cafezinho 255 – Melhores inimigos Havia um ótimo documentário na Netflix, chamado Melhores Inimigos, que mostrava o encontro durante as prévias das eleições para presidente dos EUA em 1968, de dois intelectuais que não se suportavam. Eram o conservador William Buckley Jr. e o liberal, nos termos norte-americanos, escritor Gore Vidal numa série de dez debates exibidos pela emissora ABC. As exibições ao vivo eram tensas, pois os dois eram brilhantes e as discussões repletas de indiretas e ofensas. Foi um arraso de audiência, com o público saboreando o conteúdo e a forma de entrega de cada um dos debatedores. Lembrei disso ao ver alguns debates diários em emissoras brasileiras de rádio e TV nas últimas semanas. Olha, descontando que os debatedores estão a anos luz de distância da capacidade intelectual de Buckley e Vidal, o que chama a atenção é que os idiotas são colocados no mesmo patamar de quem tem conteúdo. Não há uma seleção, talvez por falta de material humano. No começo é divertido, mas chega uma hora que cansa, viu? pois os idiotas jogam o debate para baixo. E o confronto de ideias acaba, restando apenas as ofensas e a iminente agressão física conforme a temperatura aumenta. E isso joga a audiência para o céu, afinal, quem está interessado em debate de ideias, hein? Queremos é o barraco. Aliás, Buckley ameaçou dar um murro em Vidal ao ser chamado de cripo-nazista, mostrando que mesmo a paciência dos intelectuais, têm limite. Eu teria dado o murro. Parece que Melhores Inimigos não está mais na NetFlix. Que pena, eu mataria a saudade de um bom debate.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 14, 20202 min

LíderCast 187 – Rabino Ventura

Um homem de fé, um rabino, com uma história fascinante de rebeldia contra tradições, que o fez despontar na comunidade judaica como alguém que está provocando uma revolução cultural em seu meio.  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 13, 20201h 49m

Café Brasil 704 – 45 Minutos do Primeiro Tempo

Patrick Santos é um jornalista que tem uma trajetória importante no rádio brasileiro. Em 2019 ele lançou um livro e na sequência começou a produzir o podcast 45 Minutos do Primeiro Tempo na rádio Jovem Pan. E me convidou para um bate -papo. Vamos nessa?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 12, 202053 min

Cafezinho 254 – Morda a Isca

Uma das bases do meu trabalho, que chamo de “fitness intelectual”, é a distribuição de “iscas intelectuais”. É isso o que faço com este cafezinho. A definição de “iscas” está no nome: iscas não matam a fome, apenas abrem o apetite. Iscas intelectuais servem, portanto, para despertar o apetite intelectual das pessoas. Um fragmento de texto, uma música, uma ideia, um argumento, um poema, uma frase… são gatilhos para quem pratica o fitness intelectual. Servem como motivação para sair atrás dos conceitos, autores, artistas e escritores citados, gente com conteúdo relevante capaz de enriquecer repertórios. E recebo constantemente mensagens de agradecimento de leitores e ouvintes, felizes com as descobertas que fazem a partir das minhas iscas. Mas para que as iscas funcionem, é necessária uma contrapartida do leitor ou ouvinte. Ele tem que exercer a curiosidade, mergulhar mais fundo, sair atrás. Tem que buscar compreender aquela ironia, o que há por trás daquele texto, daquela música. Tem de querer mais e sair atrás. Caso contrário, as iscas não funcionam. Quem morde a isca, aprende. Quem não morde corre o risco de sair da leitura ou da audição provavelmente apenas ofendidinho. Não aprende nada, não ganha nada, não aproveita nada. Fica a dica então: Seja sempre bem-vindo ao Cafezinho. Mas morda a isca.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 10, 20201 min

Cafezinho 253 – Brasiliência 2

Num cafezinho anterior apresentei o termo “brasiliência” como uma forma de ver a vida, que faz com que as pessoas, mesmo sofrendo, sintam-se felizes. Brasiliência é a soma de brasileiro com resiliência. Liguei essa característica a nosso jeito brasileiro de ser, deixando no ar uma questão: brasiliência é virtude ou defeito? Bom... depende. Se você olha-la como resultado da flexibilidade, da liberdade, da disposição a correr riscos, da criatividade, da capacidade de fazer piada nos momentos mais tensos, de apanhar, apanhar, apanhar, e continuar lutando, de encontrar saída de qualquer beco... Cara, a brasiliência é uma virtude! Ela nos ajuda a aceitar os desiguais, a tocar o barco, não importa quem nos dirige. Nos ajuda a conviver em harmonia, pretos, brancos, amarelos, vermelhos.... A brasiliência nos dá uma vantagem competitiva em qualquer lugar do planeta. A gente topa tudo e entra e sai de perrengues com uma competência... E se a coisa complicar, é só abrir uma cerveja. Mas se você olhar a brasiliência como um motivador para encurtar caminhos a bel prazer, quebrar regras, olhar para si sem ligar para os outros, usar esperança como estratégia, acreditar num santo e ter a convicção de que sairemos ilesos de qualquer fria.... aí complica. Especialmente quando “os outros” são norte americanos, europeus, japoneses, a brasiliência é interpretada como resultado da irresponsabilidade, falta de comprometimento, incompetência... Seus sistemas e processos detalhados, sua ânsia pela antecipação, não ornam com nossa indisciplina e irreverência. Eles não dependem de um santo. E a brasiliência, que poderia ser a nossa maior qualidade, é também nosso maior defeito. Como é que faz, hein? Olha, eu não sei você, mas eu vou abrir uma cerveja. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 7, 20202 min

LíderCast 186 – Jorge Cury Neto

Radialista, um estudioso do impacto da voz humana na sociedade. Jorge pesquisa a palavra falada no Voice Design, e desenvolve neste episódio uma conversa apaixonada sobre rádio, podcasts e esse instrumento precioso de influência, a voz. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 6, 20201h 20m

Café Brasil 703 – Fogo no Hall

Já fizemos diversos programas tratando da liberdade de expressão, o suficiente para perceber que a sociedade está caminhando para uma posição muito estranha sobre o assunto. Ela quer a liberdade, desde que seja relativa. Vamos ver... See omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 5, 202026 min

Cafezinho 252 – Brasiliência

Resiliência é a capacidade de se recobrar diante de adversidades. De tomar a pancada e voltar à luta. Quem desenvolve a resiliência tem mais condições de enfrentar desapontamentos, lidar com perdas e se adaptar a mudanças. O resiliente tem grande senso de controle sobre seu destino e toma a iniciativa para resolver seus problemas. Atitude positiva, otimismo, habilidade para controlar emoções e receber as críticas e falhas como algo positivo para fazer melhor. O resiliente aprende com os erros. Isso é resiliência. O brasileiro inventou a brasiliência, uma singular capacidade de viver tomando porrada e continuar sorrindo. O brasiliente faz piada das coisas mais trágicas. O brasiliente confia que um deus ou um santo há de dar um jeito. O brasiliente deixa para amanhã os problemas complexos. O brasiliente não aprende com os erros. Ele os comete outra vez. O brasiliente acha que o que é de todos, não é de ninguém. O brasiliente não tem paciência para fazer contas. O brasiliente troca tristeza por alegria, seja onde ou como for. O brasiliente, até por falta de comparação, se conforma com o meia boca, pois “dá pro gasto”. O brasiliente tem como estratégia de vida, a esperança de que tudo vai melhorar. E um dia, lá na frente, machucado, maltratado, roubado, esfolado, zonzo, mas vivo, o brasiliente, com um copo de cerveja na mão e um sambinha lá no fundo diz: tá vendo como no fim dá tudo certo? Brasiliência é uma forma de ver a vida, que faz com que as pessoas, mesmo sofrendo, se sintam felizes. Deveria ser uma baita qualidade. Mas dói pra caramba.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Feb 1, 20202 min

Cafezinho 251 – O Poder do Mau

Todo mês os assinantes do Café Brasil Premium recebem um sumário comentado de um livro, na maioria das vezes inédito no Brasil. E tem sido fascinante a experiência de buscar temas relacionados aos desafios que vivemos neste exato momento. Ontem foi a vez do livro The Power Of Bad – O Poder do Mau. Nele os autores fazem uma interessante observação sobre como historicamente os pesquisadores estudaram muito mais os efeitos do mau do que do bom sobre as pessoas, o que seria de se esperar, pois o mau causa mais impacto. E essas pesquisas foram distorcidas quando jornalistas e escritores sedentos por manchetes passaram a escrever centenas de histórias sobre o peso dos traumas, psicoses e depressão, e muito pouco sobre coisas preciosas como nossa resiliência mental e capacidade para obter a felicidade.  Muita gente que passou por traumas, reconhece que a má experiência as fez mais fortes, espertas, maduras, tolerantes e compreensivas. As fez pessoas melhores. No entanto, muito mais atenção é dada às síndromes pós-traumáticas, mesmo que elas atinjam apenas 20% das pessoas expostas a experiências traumáticas. Psicólogos e jornalistas estavam tão ocupados acentuando o negativo, que perderam a capacidade de tratar da fenomenal resiliência do ser humano. Sociólogos estudando religiões perceberam o poder do mau para inspirar um comportamento virtuoso. A doutrina cristã do pecado original, à qual estamos condenados desde Adão e Eva, pode parecer exagerada, mas e aqueles heróis nas tragédias gregas, que eram condenados por um simples erro trágico? Essas crenças acontecem para desafiar um elemento básico da psicologia e da evolução humana: para sobreviver, a vida tem de vencer todo dia. A morte, precisa vencer uma vez só. Cara, o livro é fascinante... o quê? Você ainda não assinou o Premium? Ah, que pena...   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 31, 20202 min

LíderCast 185 – Sérgio Victor

Jovem Deputado Estadual do partido Novo por São Paulo, empreendedor de sucesso que decide ser agente de mudanças e hoje está à frente do Código de Defesa do Empreendedor. Um papo sobre o chamado para a política e a consciência de que um indivíduo pode provocar muito impacto na sociedade.  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 30, 20201h 34m

Café Brasil 702 – Saindo da Bolha

O Saindo da Bolha se anuncia como um podcast para quem quer escapar da visão simplista sobre política e costumes que a imprensa nacional apresenta (ou não) sobre outros países. É produzido e apresentado por Tom Sarti, um profissional experiente dedicado à comunicação digital desde que a comunicação se tornou digital, e que decidiu botar a boca no mundo para jogar luz na escuridão. E convidaram Luciano Pires para uma conversa onde o assunto principal foi a liberdade de expressão e os contratempos que temos com o excesso de “politicamente correto”... o que tem levado muitas pessoas a entrarem em conflito, pelas piores razões possíveis. Vamos a ele?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 29, 20201h 30m

Cafezinho 250 – O lobo e o cordeiro

Monteiro Lobato tem um livro precioso chamado Fábulas, que eu li quando tinha meus doze anos e nunca mais esqueci. Uma das fábulas é a do Lobo e o Cordeiro, e ele disse assim: Estava o cordeiro a beber num córrego, quando apareceu um lobo esfaimado, de horrendo aspecto. — Que desaforo é esse de turvar a água que eu venho beber? — disse o monstro arreganhando os dentes. Espere, que vou castigar tamanha má-criação!… O cordeirinho, trêmulo de medo, respondeu com inocência: — Como posso turvar a água que o senhor vai beber se ela corre do senhor para mim? Era verdade aquilo e o lobo atrapalhou-se com a resposta. Mas não deu o rabo a torcer. — Além disso — inventou ele — sei que você andou falando mal de mim o ano passado. — Como poderia falar mal do senhor no ano passado, se eu nasci este ano? Novamente confundido pela voz da inocência, o lobo insistiu: — Se não foi você, foi seu irmão mais velho, o que dá no mesmo. — Como poderia ser o meu irmão mais velho, se eu sou filho único? O lobo furioso, vendo que com razões claras não vencia o pobrezinho, veio com uma razão de lobo faminto: — Pois se não foi seu irmão, foi seu pai ou seu avô! E — nhoc! — sangrou-o no pescoço. Moral da história: Contra a força não há argumentos. Eu vou atualizar. Moral da história: Contra a má intenção não há argumentos.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 27, 20201 min

Cafezinho 249 – Na vanguarda do atraso

Cafezinho 249 – A vanguarda do atraso Em 1975, recém-chegado do interior, eu era descrito por Álvaro de Campos: eu era nada, nunca seria nada, não poderia querer nada. Mas à parte isso, tinha em mim todos os sonhos do mundo. Entre 1977 e 79, fui para as ruas gritar “abaixo a repressão” e pela “volta do irmão do Henfil”! Eu sonhava com um Brasil livre, justo, com educação, saúde e trabalho digno para todos. Imaginava que quando nossa geração chegasse ao poder, sucedendo aqueles velhos que não compreendiam a voz das ruas, teríamos o país com o qual sonhávamos. E assim, no começo dos anos 2000, as pessoas que em 1979 tinham todas as respostas, assumiram o poder, e... Quarenta anos depois, mesmo com o país mais rico, conectado, globalizado e cheio de oportunidades, aquela harmonia sonhada pela garotada que foi às ruas, não aconteceu. Pior: muitos dos que tinham o discurso da ética e da justiça social protagonizaram os maiores escândalos de corrupção da história deste país. O que é que deu errado, hein? Bem, muitas coisas, mas uma eu acho que foi a principal: depois que aqueles jovens conseguiram o que queriam, foram cuidar de suas vidas, e deixaram a condução do Brasil nas mãos de qualquer um que se interessasse. Qualquer um. Então os desonestos, os aproveitadores, os incompetentes e os manipuladores, tomaram as rédeas e construíram o país de sua conveniência. Até 2013, quando o jogo começou a mudar. Eu discuto isso em detalhes em meu livro Me Engana Que Eu Gosto, que eu escrevi para que, daqui a 40 anos, os jovens que hoje têm ido às ruas pedindo decência, honestidade e justiça, não sintam a mesma sensação de vazio que eu senti. Mudar é só o começo. Manter as coisas mudadas é que é a encrenca. Tem gente demais na vanguarda do atraso.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 24, 20202 min

LíderCast 184 – Michelle Susan

Uma lutadora, que sai do zero para trabalhar em empresas e, depois de um relacionamento abusivo, muda de cidade para encontrar o amor de sua vida, transformar-se em mãe e... bem, ouça o programa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 23, 20201h 30m

Café Brasil 701 – Sorte

E aí? Você se considera uma pessoa sortuda ou azarada? Aliás, sucesso tem a ver com sorte ou com talento? Com os dois? E quanto de cada um? Que perguntas... Bem, chegou a hora de falar sobre sorte. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 21, 202027 min

Cafezinho 248 – O meiostream

Numa conversa sobre os desafios do empreendedorismo no mundo da música, falávamos do “mainstream”, a área onde transitam os artistas que atingiram o megasucesso. No lado oposto está o underground, dos artistas fora das mídias de massa. São as secretárias, as enfermeiras, o comissário de bordo, o professor, a bancária, que nas horas vagas estudam, ensaiam, se apresentam aqui e ali a duras custas, por puro amor à arte. Discutíamos o oito e o oitenta quando, entre o mainstream e o underground, surgiu o termo “meiostream”. No meiostream estão os que, sem atingir o sucesso milionário, vivem de sua arte com dignidade, com fãs fiéis e desenvolvendo o trabalho que amam com competência e tesão. Meiostream. A maioria dos empreendedores sérios que encararem o desafio de investir em seus sonhos, provavelmente viverá a vida no meiostream, sem jamais conseguir comprar um iate, um avião, um apartamento em Paris. Nunca se apresentarão para dezenas de milhares de fãs, não estarão na novela da Globo, não serão reconhecidos nas ruas, nem entrevistados nos programas de economia. Serão simplesmente pais e mães empenhados em conseguir educar os filhos, pagar suas contas, manter seu crédito em dia… gente da classe média. Alguns da média alta, mas nenhum milionário. Sem glamour, sem visibilidade. E o mais interessante: muitos deles perfeitamente confortáveis em permanecer no meiostream. Eles sabem que o preço pago por quem está no mainstream é a  perda do controle sobre sua arte e, em última instância, da liberdade. Outros meiostreamers consideram que não precisam de milhões de fãs nem de centenas de colaboradores, não precisam vender sua start up por bilhões de dólares, não precisam ter dois disto, três daquilo… Consideram-se bem-sucedidos sendo o que são. E como são. Será conformismo? Olha, eu não acho. Acho que é equilíbrio, é a capacidade de calibrar seus esforços, de estabelecer seus limites e, dentro deles, sentir-se realizado. Isso é uma bênção. Me identifiquei imediatamente. Sou parte do meiostream. É possível ser feliz nele.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 20, 20202 min

Cafezinho 247 – Compartilhe!

Olha, há muito acompanho de perto os posts das mídias sociais. Posts polêmicos, que “causam”, dão muitos compartilhamentos e geram comentários. Ou então posts que mostram gente que tinha tudo para ser miserável se dando bem. Sem contar os que têm gatinhos e bichinhos fofinhos. Posts com pegada mais cultural, educada e elegante, dão baixíssimo engajamento. Muita gente diz que o que eu produzo, por exemplo, é indispensável, me enche de elogios, mas não compartilha. Não dá like. Não comenta os posts. Eu não acredito na mobilização de fora para dentro na cultura do compartilhamento. Ficar pedindo pra clicar no sininho, dar uma curtida, compartilhar! Que saco, meu! Isso deveria de vir espontaneamente, de uma combinação de curiosidade com generosidade: “Meu, que coisa legal! PRECISO compartilhar”. Tem de ser hábito. O hábito de compartilhar aquilo que vale a pena. Falo isso com a autoridade de quem já tentou de tudo, menos apelação, para mobilizar as pessoas, mas estou convencido que o tipo de conteúdo que eu produzo e o público que me segue não se presta a esse comportamento de mídias sociais, típico de quem gosta de zoeira ou segue gurus. E eu não sou nem um nem outro. Mas tenho a cabeça tranquila. Meu “case” é exatamente fazer do “inho” um negócio sustentável, sem ter de me render às concessões para ser “ão”. Minha frustração é pela quantidade de recursos, tempo e energia dispensados para porcarias que não trarão qualquer consequência para a vida das pessoas, a não ser tempo de vida desperdiçado. E nessa frustração estão os milhares de poderosos que diariamente escolhem patrocinar porcarias, de olho no curto prazo. É isso que explica a merda eterna na qual o Brasil vive. É isso que me frustra. Mas me mantenho na luta. Eu sou muito mais chato que eles. Você gostou dessa reflexão é? Pô, então compartilhe!   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 17, 20202 min

LíderCast 183 – Antonio Mamede

Ex-executivo de grandes empresas, hoje consultor e palestrante, que mergulhou de cabeça no marketing multinível para se transformar em Triplo Diamante Royal na Polishop. Quer saber o que é isso? Ouça.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 16, 20201h 24m

Café Brasil 700 – Girl Power

Bem, você sabe que sempre que chegamos num programa centenário, fazemos um especial, não é? Que toda vez acaba virando um clássico. Vamos tentar outro daqueles hoje? E o tema é... o poder da mulher... existem algumas áreas onde ele aparece muito claramente, como por exemplo... Na música. Vamos tratar de... girl power...See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 15, 20201h 14m

Cafezinho 246 – Setecentos

Sempre que o podcast Café Brasil chega a um episódio centenário, fazemos um programa especial, um musical. E assim produzimos alguns clássicos, como o 300 – Stairway To Heaven, o 400 – Já Que Soul Brasileiro, com a história da soul music no Brasil, o 500 – Caleidoscópio, contando a história dos Mutantes e o 600 – God Save The Queen, com a história da banda Queen. Cada programa desses foi uma catarse, tanto para nós que produzimos como para os ouvintes que conhecem ou não as bandas. Esta semana chegamos ao Café Brasil 700. E a ideia foi falar do talento, deixando de fora as questões ideológicas que têm contaminado todas as discussões em todos os segmentos.   Queríamos falar do talento, da voz, e assim criar um programa que prestasse uma homenagem ao espírito criativo humano. Olha, e eu acho que conseguimos, viu? São 74 minutos de puro deleite, uma viagem no tempo e no espaço que provocará em você um misto de admiração, saudades, prazer e a certeza de que nós, seres humanos, somos criaturas capazes de criar maravilhas capazes de emocionar, arrepiar e acelerar a respiração... Só com a voz. Setecentos episódios é um baita número. São 13 anos, 350 horas de conteúdo, aproximadamente 80 milhões de downloads e um bocado de histórias, provocações e inspiração. Que a gente comemora entregando a você um presente.   Este cafezinho é um convite. Separe uma hora, vá para um lugar tranquilo, coloque seus fones de ouvido – sim, eles são essenciais – e deixe o Podcast Café Brasil 700 fluir por seu ouvido, sua mente e seu coração. Dia 15 de Janeiro, em todos os corações.   Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 13, 20202 min

Cafezinho 245 – Como censurar o Porta dos Fundos

E o tal especial de Natal do Porta dos Fundos? Olha, não assistirei, não tenho mais saco para adolescentes de 40 anos. Mas me preocupa a intenção de proibir que o filme seja exibido. Democracia é tolerar conviver com quem pensa diferente. Mas democracia não é poder dizer e fazer o que quiser quando quiser. Há um limite, que seus avós ensinaram: a sua liberdade vai até onde começa a liberdade do outro. E termina na letra da lei, que nem sempre é objetiva. Aliás, pelo que temos assistido, parece que nunca é objetiva. E se é subjetiva, por é que o subjetivo de alguém vale mais que o meu? Por causa da hierarquia social? Quem define, na subjetividade, o que é crime ou não? Quem é o juiz? É o que diz que zoar cristão pode, mas gay não? E se disser o contrário? Percebeu a armadilha? Ao abraçar o subjetivo do outro, é tentador cair na armadilha da censura. Quando perceber, estarei calando a voz de quem não gosto. E sujeito a que calem a minha, assim que mudar o subjetivo do juiz. Democracia é a liberdade de dizer “não”, mesmo que você esteja em minoria. Saber conviver com quem pensa diferente é um desafio. Quem não sabe, tenta eliminar aquele que pensa diferente, na porrada ou usando os conceitos da própria democracia para atacá-la. A liberdade da democracia tem de ser defendida ferozmente, mas não como arma contra a liberdade da democracia. Deixem o filme dos quarentões adolescentes lá. Mas não me obriguem a assisti-lo. A mais eficiente forma de censurar ideias é meu direito de solenemente ignorá-las. Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 9, 20202 min

LíderCast 182 – Alexis Fontaine

Segunda participação do Deputado Federal do partido Novo por São Paulo, que retorna para contar o que está acontecendo após quase um ano da posse. Vamos aos bastidores da política.  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 9, 20201h 34m

Café Brasil 699- Um brasileiro

Como sabemos que muitos ouvintes do Café Brasil não ouvem o LíderCast, vamos reproduzir hoje uma conversa que tivemos num episódio daquele nosso outro podcast, que muita gente considera o mais importante LíderCast já gravado até hoje. Trata-se de uma loooonga conversa com um brasileiro daqueles que não se faz mais. Ozires Silva. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 8, 20202h 56m

Cafezinho 244 – A bomba

Em minha palestra Quanto Você Vale, ao tratar do tema “responsabilidade moral”, mostro que antes de fazer julgamentos, precisamos observar atentamente três esferas: A do ato praticado, a da circunstância e a da intenção. Sem conhecer as três esferas, só é possível supor. Chutar. Dizer “eu acho”. O problema é que o ato é fácil de ser verificado. Por exemplo, alguém lança uma bomba que mata um terrorista poderoso. Ou lança um coquetel Molotov numa produtora. Esse é o ato, objetivo e claro, não há o que discutir. A circunstância já começa a complicar. Se você não está envolvido no problema, apenas consegue imaginar a circunstância, alimentado por fontes que têm distintos interesses. Por exemplo, o terrorista poderia estar planejando um ataque sério. Ou então, o terrorista não era terrorista, era apenas um patriota defendendo sua nação. Ou quem soltou a bomba pode ter sido outra pessoa. Escolha o contexto e você começa a mudar a interpretação do fato. E aí vem a intenção, que é o mais complicado dos três. A intenção pode ser matar o terrorista antes que ele mate centenas de pessoas. Ou pode ser eliminar um obstáculo para sua sede pelo petróleo da região. Ou então criar um clima de guerra para aumentar a venda de armas. Ou transformar um criminoso em vítima. Ou então desviar atenção de um problema interno para uma ameaça externa... Qual foi a intenção? Você sabe? Ou vai escolher a que melhor se adaptar a suas crenças e inclinações ideológicas? Os mais bobinhos vão acreditar na intenção que a narrativa mais forte criar. Como eu não sei do contexto e nem da intenção, só sei da bomba, recolho-me à minha ignorância. Já tem gente demais falando merda.       Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extra-forte para seu crescimento profissional www.cafebrasilpremium.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jan 6, 20202 min