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A prisão do Tarrafal (com o fotógrafo João Pina)

A prisão do Tarrafal (com o fotógrafo João Pina)

A História repete-se · Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho

July 10, 202456m 34s

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Show Notes

Neste episódio, Henrique Monteiro e Lourenço Pereira Coutinho convidaram o fotojornalista João Pina, autor do livro “Tarrafal”, para conversar sobre a tristemente célebre prisão do Tarrafal. Esta foi inaugurada em outubro 1936 por 157 presos políticos, a maioria com ligações à greve geral de 1934 e ao PCP ou, então, à “revolta de marinheiros” de setembro de 1936. Recebeu então o nome oficial de “Colónia Penal de Cabo Verde”.
Encerrada em 1954, em parte por pressão da comunidade internacional, a prisão do Tarrafal reabriu em 1961, então como “Campo de Trabalho do Chão Bom”. Entre 1961 e 1974, estiveram presos no Tarrafal vários líderes dos movimentos independentistas africanos. Como era o quotidiano no Tarrafal? Quais os castigos, o trabalho, e a relação entre guardas e prisioneiros? Em que medida contribuiu, embora involuntariamente, para a reorganização do PCP? E que testemunhos de homens privados da liberdade por motivos políticos chegaram até hoje?

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tarrafalprisãoPCPestado novocensuraliberdadehistóriaNeste episódioHenrique Monteiro e Lourenço Pereira Coutinho convidaram o fotojornalista João Pinaautor do livro “Tarrafal”para conversar sobre a tristemente célebre prisão do Tarrafal. Esta foi inaugurada em outubro 1936 por 157 presos políticosa maioria com ligações à greve geral de 1934 e ao PCP ouentãoà “revolta de marinheiros” de setembro de 1936. Recebeu então o nome oficial de “Colónia Penal de Cabo Verde”. Encerrada em 1954em parte por pressão da comunidade internacionala prisão do Tarrafal reabriu em 1961então como “Campo de Trabalho do Chão Bom”. Entre 1961 e 1974estiveram presos no Tarrafal vários lideres dos movimentos independentistas africanos. Como era o quotidiano no Tarrafal? Quais os castigoso trabalhoe a relação entre guardas e prisioneiros? Em que medida contribuiuembora involuntariamentepara a reorganização do PCP? E que testemunhos de homens privados da liberdade por motivos políticos chegaram até hoje?