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Raquel Freire (parte 2): “Sou uma radical do amor. É através do amor que vivo, que me exprimo, e é a luz que me guia em todas as minhas acções”

Raquel Freire (parte 2): “Sou uma radical do amor. É através do amor que vivo, que me exprimo, e é a luz que me guia em todas as minhas acções”

A Beleza das Pequenas Coisas · Expresso

April 11, 202440m 44s

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Show Notes

Na segunda parte deste episódio, a cineasta Raquel Freire responde emocionada ao testemunho do irmão Vasco. Qual a sua próxima revolução? Quais são as revoluções que importa fazer agora nos 50 anos do 25 de abril?

Raquel Freire partilha como enfrentou a doença oncológica que descobriu ter no final do ano passado, deixa um elogio ao SNS e conta como superou o medo, com o apoio do irmão, da família e das suas amizades. “A todas as pessoas que passam ou que um dia passarem por isto, não se isolem”, afirma.

Raquel repete com a escritora, poetisa e ativista Maya Angelou a frase “Não trocaria esta jornada por nada.” Mas Raquel acredita que é possível criar mundos novos com o cinema e planeia filmar até aos 100 anos.

Raquel Freire conta ainda aqui um pouco do que poderá ser visto no filme e série “Mulheres de Abril”, com estreia marcada para 2025, que acaba de receber o apoio do ICA.

E ainda partilha as músicas que a acompanham, lê um excerto do livro “Tudo do amor”, de Bell Hooks, e outro texto de Audre Lorde, que tem sido um mantra para si:

“Quero viver o resto da minha vida, seja ela longa ou curta, com o máximo de gentileza que conseguir gerir decentemente, amando todas as pessoas que amo e fazendo o máximo que puder do trabalho que ainda tenho para fazer. Vou escrever fogo até que ele saia dos meus ouvidos, dos meus olhos, do meu nariz - de todo o lado. Até que seja cada respiração minha. Vou-me libertar como um maldito meteoro!”

Boas escutas!

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Na segunda parte deste episódioa cineasta Raquel Freire responde emocionada ao testemunho do irmão Vasco. Qual a sua próxima revolução? Quais são as revoluções que importa fazer agora nos 50 anos do 25 de abril? Raquel Freire partilha como enfrentou a doença oncológica que descobriu ter no final do ano passadodeixa um elogio ao SNS e conta como superou o medocom o apoio do irmãoda família e das suas amizades. “A todas as pessoas que passam ou que um dia passarem por istonão se isolem”afirma. Raquel repete com a escritorapoetisa e ativista Maya Angelou a frase “Não trocaria esta jornada por nada.” Mas Raquel acredita que é possível criar mundos novos com o cinema e planeia filmar até aos 100 anos. Raquel Freire conta ainda aqui um pouco do que poderá ser visto no filme e série “Mulheres de Abril”com estreia marcada para 2025que acaba de receber o apoio do ICA. E ainda partilha as músicas que a acompanhamlê um excerto do livro “Tudo do amor”de Bell Hookse outro texto de Audre Lordeque tem sido um mantra para si: “Quero viver o resto da minha vidaseja ela longa ou curtacom o máximo de gentileza que conseguir gerir decentementeamando todas as pessoas que amo e fazendo o máximo que puder do trabalho que ainda tenho para fazer. Vou escrever fogo até que ele saia dos meus ouvidosdos meus olhosdo meu nariz - de todo o lado. Até que seja cada respiração minha. Vou-me libertar como um maldito meteoro!”Raquel Freire (parte 2): “Sou uma radical do amor. É através do amor que vivoque me exprimoe é a luz que me guia em todas as minhas acções”podcastexpresso