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Maria Teresa Horta (1937-2025): “Sou uma pessoa extremamente triste, mas não sou frágil. Sempre lutei pela liberdade, desde os 15 anos”

Maria Teresa Horta (1937-2025): “Sou uma pessoa extremamente triste, mas não sou frágil. Sempre lutei pela liberdade, desde os 15 anos”

A Beleza das Pequenas Coisas · Expresso

February 4, 20251h 23mbonus

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Show Notes

No dia da morte da escritora Maria Teresa Horta voltamos a republicar uma das conversas mais marcantes do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, gravada em novembro de 2019, na sala da sua casa. Feminista e insubmissa, Maria Teresa Horta tornou-se um símbolo da emancipação das mulheres portugueses, por ter lutado sempre pela igualdade de direitos e pela liberdade. Recorde aqui a conversa com Bernardo Mendonça

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Topics

Voltamos a republicar uma das conversas mais marcantes do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”com a escritora e poetisa Maria Teresa Hortagravada em novembro de 2019na sala da sua casa. Feminista e insubmissaela é uma das poucas poetisas portuguesas a afirmar o desejo na sua escritae sempre lutou pela liberdade. Autora de obras polémicascomo “Ambas as Mãos sobre o Corpo”“Minha Senhora de Mim” e “Novas Cartas Portuguesas” (esta última assinada com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costaconhecidas como “As Três Marias”)que escandalizaram um certo Portugal puritanovaleram à escritora um espancamento na rua e a quase prisão. Diversas vezes premiadaaqui fala do último livro “Quotidiano Instável”que reúne as crónicas que escreveu no jornal “A Capital” entre 1968 e 1972. Um quase romanceque descola da realidade para contar vida(s). Eneste episódioa poetisa fala do seu desassossego que a deixa acordada a escrever madrugadas inteiras e conta algumas páginas do bom livro que a sua vida de daria. Boas escutas!mortepoetisamaria teresa hortaliteraturanacionalfeminismo