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*Especial Natal* Maria Teresa Horta: “Os poemas continuam a assaltar-me em alturas impróprias”

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A Beleza das Pequenas Coisas · Expresso

December 23, 20221h 26mbonus

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Voltamos a republicar uma das conversas mais marcantes do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, com a escritora e poetisa Maria Teresa Horta, gravada em novembro de 2019, na sala da sua casa. Feminista e insubmissa, ela é uma das poucas poetisas portuguesas a afirmar o desejo na sua escrita, e sempre lutou pela liberdade. Autora de obras polémicas, como “Ambas as Mãos sobre o Corpo”, “Minha Senhora de Mim” e “Novas Cartas Portuguesas” (esta última assinada com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, conhecidas como “As Três Marias”), que escandalizaram um certo Portugal puritano, valeram à escritora um espancamento na rua e a quase prisão. Diversas vezes premiada, aqui fala do último livro “Quotidiano Instável”, que reúne as crónicas que escreveu no jornal “A Capital” entre 1968 e 1972. Um quase romance, que descola da realidade para contar vida(s). E, neste episódio, a poetisa fala do seu desassossego que a deixa acordada a escrever madrugadas inteiras e conta algumas páginas do bom livro que a sua vida de daria. Boas escutas!

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Voltamos a republicar uma das conversas mais marcantes do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”com a escritora e poetisa Maria Teresa Hortagravada em novembro de 2019na sala da sua casa. Feminista e insubmissaela é uma das poucas poetisas portuguesas a afirmar o desejo na sua escritae sempre lutou pela liberdade. Autora de obras polémicascomo “Ambas as Mãos sobre o Corpo”“Minha Senhora de Mim” e “Novas Cartas Portuguesas” (esta última assinada com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costaconhecidas como “As Três Marias”)que escandalizaram um certo Portugal puritanovaleram à escritora um espancamento na rua e a quase prisão. Diversas vezes premiadaaqui fala do último livro “Quotidiano Instável”que reúne as crónicas que escreveu no jornal “A Capital” entre 1968 e 1972. Um quase romanceque descola da realidade para contar vida(s). Eneste episódioa poetisa fala do seu desassossego que a deixa acordada a escrever madrugadas inteiras e conta algumas páginas do bom livro que a sua vida de daria. Boas escutas!