
Cruzeiro Seixas, uma vida surrealista entre o céu e o inferno: “Fui mais reprimido como homossexual depois do 25 de Abril"
A Beleza das Pequenas Coisas · Expresso
February 3, 20171h 4m
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Show Notes
É o último representante vivo do surrealismo português. Mário Cesariny foi o homem que mais amou. “Ainda me faz muita falta...” Aos 96 anos, o pintor e poeta Artur Manuel Rodrigues do Cruzeiro Seixas afirma que só viveu metade do que queria e mantém a curiosidade pelo amanhã. “Viver é uma loucura espantosa. É a maior loucura.” Sobre o passado, lamenta ter sido mais perseguido após a revolução, “enquanto o Partido Comunista esteve no poder”. A ideia de partir não o assusta. “Não estou preocupado para onde vou. Já andei por céus e infernos cá por este lado.” Uma conversa especial para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”
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