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Bruno Vieira Amaral: “Há muita coisa que o escritor pode ir buscar ao futebol; a emoção, as pequenas histórias dos treinadores e adeptos ou até uma ida ao estádio”
Season 2 · Episode 22

Bruno Vieira Amaral: “Há muita coisa que o escritor pode ir buscar ao futebol; a emoção, as pequenas histórias dos treinadores e adeptos ou até uma ida ao estádio”

Ontem Já Era Tarde · Luís Aguilar

March 21, 202457m 37s

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Show Notes

Noutros países, há o hábito de ver escritores consagrados entrar, pelo menos uma vez, num livro sobre futebol. Eduardo Galeano (“Futebol ao sol e à sombra”), Javier Marías (“Selvagens e sentimentais”) ou Nick Hornby (“Febre no estádio”) são alguns exemplos. Por cá, não são muitos os autores de literatura que se aventuram na crónica de futebol e a publicam em livro. Bruno Vieira Amaral escreve há seis anos para o Tribuna Expresso crónicas de futebol e preenche essa lacuna, mas aponta algumas exceções: “O António Lobo Antunes tem crónicas sobre futebol maravilhosas. Dinis Machado escreveu crónicas de futebol e estão publicadas num pequeno livro chamado “Liberdade do drible.” Fernando Assis Pacheco foi outro caso.” Apesar dos exemplos, Bruno Vieira Amaral acredita que “ainda se mantém um certo preconceito intelectual da literatura em relação ao futebol e a tudo o que seja entertenimento de massas”. O autor revela que, para ele, é precisamente o contrário. “Há muita coisa que o escritor pode ir buscar ao futebol. Há a parte da emoção, das pequenas histórias dos treinadores e adeptos ou até de uma ida ao estádio”. Ouça o novo episódio de Ontem Já Era Tarde.

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Noutros paíseshá o hábito de ver escritores consagrados entrarpelo menos uma veznum livro sobre futebol. Eduardo Galeano (“Futebol ao sol e à sombra”)Javier Marías (“Selvagens e sentimentais”) ou Nick Hornby (“Febre no estádio”) são alguns exemplos. Por cánão são muitos os autores de literatura que se aventuram na crónica de futebol e a publicam em livro. Bruno Vieira Amaral escreve há seis anos para o Tribuna Expresso crónicas de futebol e preenche essa lacunamas aponta algumas exceções: “O António Lobo Antunes tem crónicas sobre futebol maravilhosas. Dinis Machado escreveu crónicas de futebol e estão publicadas num pequeno livro chamado “Liberdade do drible.” Fernando Assis Pacheco foi outro caso.” Apesar dos exemplosBruno Vieira Amaral acredita que “ainda se mantém um certo preconceito intelectual da literatura em relação ao futebol e a tudo o que seja entertenimento de massas”. O autor revela quepara eleé precisamente o contrário. “Há muita coisa que o escritor pode ir buscar ao futebol. Há a parte da emoçãodas pequenas histórias dos treinadores e adeptos ou até de uma ida ao estádio”. Ouça o novo episódio de Ontem Já Era Tarde.Ontem Já Era TardeTribunapodcastfutebolLuís Aguilarbola