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Luís Castro não se acha um romântico, mas vê “a fama da vitória” como “efémera”. Já o prestígio, esse é “eterno e conquista-se a jogar bem”

Luís Castro não se acha um romântico, mas vê “a fama da vitória” como “efémera”. Já o prestígio, esse é “eterno e conquista-se a jogar bem”

No Princípio era a Bola · Tribuna Expresso

December 3, 20241h 4m

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Show Notes

O último trabalho foi no Al-Nassr de Cristiano Ronaldo, mas antes esteve no Botafogo e no cosmos futebolístico do Brasil. Foi por aí, face à vitória recente de Artur Jorge na Libertadores, que arrancámos a conversa com Luís Castro neste episódio especial do ‘No Princípio Era a Bola’. Aos 63 anos, e depois de experiências também no Shakhtar Donetsk, Rio Ave ou Vitória, o treinador português confessou como tenta compensar o tempo que sente a escapar-lhe na bola, elaborou sobre o seu romantismo no futebol e a insistência em “jogar bem”, e fartou-se de agradecer a todos os jogadores que já teve - porque é a eles que “deve” a sua carreira

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