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João Queirós, do banco Carregosa: “Estamos numa economia em K: há um bracinho superior que representa 20% ou 30% que compensa os outros 80% ou 70% que estão aflitos”

João Queirós, do banco Carregosa: “Estamos numa economia em K: há um bracinho superior que representa 20% ou 30% que compensa os outros 80% ou 70% que estão aflitos”

Money Money Money · João Vieira Pereira e João Silvestre

December 24, 202532m 54s

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Show Notes

O mercado reagiu mal ao negócio da Galp com a Total na Namíbia. O head of trading do Carregosa explica o que se passa com as ações da petrolífera. E olha para o que 2026 nos trará. No início de dezembro, a Galp anunciou um negócio com a Total na Namíbia. Ao contrário do muitos investidores pareciam esperara, a entrada da empresa francesa não fez através de dinheiro mas por troca de participações noutras explorações. O mercado não gostou e, desde então, as ações da petrolífera têm estado a ser penalizadas. Estão cerca de 25% abaixo do pico de novembro, o que representa um importante rombo no valor de mercado da empresa que vale quase €10 mil milhões na bolsa de Lisboa e, entre as maiores, só é ultrapassada pela Jerónimo Martins (€12,7 mil milhões) e pela EDP (€15,9 mil milhões). Este episódio teve moderação de João Silvestre, editor executivo do Expresso, e contou com a participação de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e João Queirós, head of trading do Banco Carregosa. A edição esteve a cargo de João Martins.

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MMM  João Martins ​ João Silvestre​ Excelente. Muito obrigado e boas férias! AbraçoJoão Martins 🎙️ Podcasts ExpressoSIC e SIC Notícias expresso.pt/podcasts Inimigo Público [email protected] 918608308 Se esta mensagem for recebida durante o período de descansofolgasférias ou fins de semanaposso esperar pela resposta  João Silvestre ​ João Martins​ João Queirósdo banco Carregosa: “Não parece que a gestão da Galp tenha cometido um erro para poderem ser despedidos” João Queirósdo banco Carregosa: “A substituição do Presidente da Fed não altera por si só a política monetária dos EUA” João Queirósdo banco Carregosa: “O acordo da Galp na Namíbia faz mais sentido no atual contexto do que se estivéssemos numa economia dourada” João Queirósdo banco Carregosa: “Estamos numa economia em K: há um bracinho superior que representa 20% ou 30% que compensa os outros 80% ou 70% que estão aflitos” O mercado reagiu mal ao negócio da Galp com a Total na Namíbia. O head of trading do Carregosa explica o que se passa com as ações da petrolífera. E olha para o que 2026 nos trará. No início de dezembroa Galp anunciou um negócio com a Total na Namíbia. Ao contrário do muitos investidores pareciam esperaraa entrada da empresa francesa não fez através de dinheiro mas por troca de participações noutras explorações. O mercado não gostou edesde entãoas ações da petrolífera têm estado a ser penalizadas. Estão cerca de 25% abaixo do pico de novembroo que representa um importante rombo no valor de mercado da empresa que vale quase €10 mil milhões na bolsa de Lisboa eentre as maioressó é ultrapassada pela Jerónimo Martins (€127 mil milhões) e pela EDP (€159 mil milhões). Apesar do sobressaltoJoão Queirósque esteve no episódio desta semana do MoneyMoneyvê algum racional no negócio ainda que perceba que alguns investidores tenham optado por vender. O responsável de negociação (head of trading) do Banco Carregosa começa por dizer que “não parece que a gestão da Galp tenha cometido um erro para poderem ser despedidos”. E explica porquê. Primeiroporque a queda não veio do nada: “A Galp deu um pulo há uns 1214 meses atrás e agora corrigiu parte dessa subida.” Depois porqueno atual contexto globalde incerteza e tensões geopolíticas“o acordo faz mais sentido do que propriamente se estivermos numa economia dourada”. Por fimgarante que poderá trazer vantagens a longo prazo para a petrolífera portuguesa. Este episódio teve moderação de João Silvestreeditor executivo do Expressoe contou com a participação de João Vieira Pereiradiretor do Expressoe João Queiróshead of trading do Banco Carregosa. A edição esteve a cargo de João Martins. João Silvestre Editor Executivo [email protected] Tel.: 214 544 113