
Matraquilhos - Um Podcast de Futebol
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Footbhall of Fame #14 - As Argentinas de 1978 e 1986
Num curto de espaço de tempo, a selecção argentina conseguiu vencer dois títulos mundiais com duas gerações de jogadores diferentes, com estilos de jogo opostos, com treinadores que cravaram uma divisão ideológica no futebol argentino e mundial. São duas formas distintas de chegar ao mesmo objectivo: vencer um Mundial. Neste episódio, colocámos ambas as equipas lado a lado, dando a conhecer os seus protagonistas e histórias.

Futebol Turístico #1 - Minho
O Matraquilhos dá o pontapé de saída ao sucessor do Futebol Numérico. O Futebol Turístico terá uma periodicidade mensal e, mês após mês, falará de uma região de Portugal. Neste primeiro episódio, o Pedro Fragoso e o Rui Silva centraram-se no Minho para falar de clubes históricos, estádios, jogadores, jogos importantes, as presenças nas competições profissionais e as perspetivas para o amanhã. No final, recomendam um jogo, um estádio e um clube para o futuro e dão notas de 1 a 5 em quatro critérios: peso histórico no futebol português, jogos para ver ao vivo, clubes e combinação lazer/futebol.

Segundo Amor #1 - Uma paixão colchonera (com Rui Silva)
Segundo Amor é uma rubrica onde conversamos com adeptos de futebol que, para além da paixão futebolística principal, têm espaço no coração para um outro clube. Neste primeiro episódio, o “convidado” é o Rui Silva para nos falar sobre a sua paixão pelo Atlético de Madrid.

Grandes Substituições #1 - Quando Vialli lançou Zola para fazer história
Gianluca Vialli foi um extraordinário avançado, conquistando quase tudo o que havia para ganhar. O seu último grande título internacional foi ao serviço do Chelsea enquanto treinador-jogador e tudo graças a uma substituição mágica na final da Taça das Taças.

Rei Pelé - A história de Edson Arantes do Nascimento
Pelé será sempre Pelé. Será sempre a luz que se acendeu em três corações e deu três estrelas de campeão ao Brasil. Será sempre o rei que catapultou o futebol para outra dimensão e quebrou fronteiras com múltiplas digressões. Será sempre o negro que garantiu o orgulho de um povo e de um continente mesmo que nunca o tenha feito de braços verdadeiramente abertos. Será sempre um dos maiores de sempre, será sempre um capítulo obrigatório na história do futebol. Será sempre Edson Arantes do Nascimento. Uma estrela que nunca se vai apagar.Rei Pelé é mais um audiodocumentário do projeto Hemisfério Desportivo, narrado por Rui Silva e com os contributos de Manuel Neves, Miguel Lourenço Pereira, Nuno Madureira, Pedro Fragoso e Sergio Vilariño.

Futebol Numérico #12
Neste último fascículo da rubrica Futebol Numérico, viajamos por guarda-redes suplentes mas também falamos de adeptos, o chamado décimo segundo jogador. Uma conversa sem guião sobre os números de futebol à moda antiga.

Futebolítico #29 - O nascimento do orgulho germânico
A vitória na Suíça fez os alemães acreditarem no seu valor, no seu potencial, na sua relevância enquanto país desacreditado a nível mundial e que ainda estava em processo de reconstrução. Das ruínas, nasceu uma fonte inesgotável de talento. Sem a magia dos húngaros, sem o brilho dos brasileiros ou o pragmatismo dos italianos. Mas com a inevitabilidade germânica. Como Lineker explicou.

Futebolítico #28 - Sócrates também fez política num Mundial
Sócrates, médio brasileiro dos anos 80, é provavelmente aquele jogador que mais nos lembramos quando queremos nomear personagens que jogaram futebol mas que nunca deixaram de pensar no que os rodeava. Talvez seja, por isso, um dos jogadores mais politizados da história, com impacto directo na história dos Mundiais de futebol.

Futebolítico #27 - Portugal transferido de Liverpool para Londres
«Por que é que o país se queixa do que poderia ter sido? Mas nunca é, e a culpa nunca é nossa: é do árbitro, é do campo, é de quem nos deu uma coça». Os versos de um anúncio da Galp para o Euro-2004 encaixam na perfeição no passado de Portugal nas grandes competições e vão até 1966, quando Eusébio e companhia levaram os Magriços a atingirem a meia-final. Perdida em Londres para a Inglaterra, a partida está envolta em polémica. Os mitos proliferaram, mas onde está a linha que separa a realidade da ficção?

Futebolítico #26 - Um Mundial que mudou a alma de uma nação
O ano de 1990 é marcante para os irlandeses por várias razões. A principal, segundo muitos analistas, prende-se com a campanha da selecção treinada por Jack Charlton no Mundial de 1990, em Itália. Foram quatro empates e uma derrota, uns quartos-de-final e um povo em delírio nas ruas irlandesas como há muito não se via.

Futebolítico #25 - Roger Milla e a ordem presidencial
O núcleo duro da seleção não olhava para o caráter de Roger Milla da mesma forma e estava pronto para dar um novo fôlego aos Leões Indomáveis. Por outras palavras, o avançado exuberante tinha-se deixado domar. Mas continuava a ser um herói do povo. Dos milhões de camaroneses no geral, mas de um em particular: Paul Biya. Não estava diretamente ligado ao desporto e não tinha crescido a admirar Roger Milla, até porque tinha nascido 19 anos antes, em 1933. Mas era desde 1982, e continua a ser, o presidente dos Camarões. Como tal, decidiu intrometer-se nas escolhas do selecionador e exigir a convocação de Roger Milla para a fase final do Itália-1990. Esta é a história de como uma ingerência presidencial mudou a história de uma fase final para sempre.

Futebolítico #24 - o Mundial da Ditadura Militar Argentina
Embora a organização do Mundial de 1978 tenha sido atribuída pela FIFA antes do golpe militar, a verdade é que a ditadura de Videla apropriou-se do torneio e fez dele um evento para unir o povo e mostrar ao mundo a normalidade argentina. Só que o fez a todo o custo: económico, político, desportivo e humano.

Futebolítico #23 - Maradona e a ferida napolitana
O confronto das meias-finais teve três dias inteiros de aperitivos. Maradona, igual a si mesmo, puxou a si o crédito que tinha em Nápoles e tentou virar os napolitanos contra o país que os discriminava durante 364 dias por ano. A cidade tremeu. Ficou dividida. Maradona estava a brincar com fogo mas não era a primeira vez. Quatro anos antes, fez questão de tornar o jogo dos quartos de final com a Inglaterra um assunto de estado. A Guerra das Malvinas ainda estava fresca na memória e o golo do século, aliado à mão de Deus, foi uma vingança servida fria no calor abrasador do Azteca. Agora, em Nápoles, Diego quis semear a discórdia e inflamar as assimetrias políticas internas em Itália para garantir um ambiente hostil à própria Itália ou, pelo menos, e ao contrário do que tinha acontecido até então, impedir que os argentinos continuassem a ser desrespeitados em qualquer estádio que entrassem.

Futebolítico #22 - Um Mundial para promoção do fascismo
Em 1934, Benito Mussolini aproveitou a organização do Mundial para promover o seu regime fascista, interna e externamente. Desde a construção de novos estádios, passando pela propaganda das suas ideias até à vitória final, o torneio de 1934 foi uma vitória em toda a linha para Il Duce.

Futebolítico #21 - De capitão de França a tenente de Hitler
Em julho de 1930 entrou na história como o primeiro capitão da seleção francesa na fase final de um Mundial. Mas Alex Villaplane não é recordado como um herói: vivendo uma vida de vigarista, acabou a torturar e matar em nome de Hitler. A 26 de dezembro de 1944, foi executado por um membro da Resistência Francesa depois de ser julgado e condenado à morte em tribunal.

Futebolítico #20 - Quando um Sheik anulou um golo
O Kuwait estreou-se em Mundiais no torneio de 1982. Com um seleccionador que viria a tornar-se campeão do mundo na década seguinte e num grupo bastante competitivo. Se é certo que nunca mais vimos o Kuwait num Campeonato do Mundo, não se pode dizer que a passagem desta selecção pelos Mundiais tenha sido apagada já que o presidente da sua federação conseguiu anular um golo directamente da bancada.

Futebolítico #19 - O boicote africano ao Mundial-1966
Eram 15 seleções em campo mas não havia garantia de uma vaga na fase final de Inglaterra. A inflexibilidade da FIFA forçou a CAF a cumprir a ameaça de boicote à qualificação, abrindo uma autoestrada para o apuramento da Coreia do Norte e para a mudança de acessos a partir de 1970.

Futebolítico #18 - Argentina vs Inglaterra como continuação da guerra
Poucos são aqueles que não associam o Argentina vs Inglaterra do Mundial 1986 ao conflito armado que opôs as duas nações uns anos antes. Goste-se mais ou menos de futebol, a maior parte das pessoas sabem que aquele jogo no Azteca foi uma continuação da guerra ocorrida quatro anos antes. Mas desta vez o General era Diego Armando Maradona.

Futebolítico #17 - Matthias Sindelar diz não aos nazis
Matthias Sindelar estava na fase final da carreira mas a geração de ouro austríaca tinha garantido o apuramento para o Mundial-1938, quatro anos depois de ter atingido as meias-finais. A anexação da Alemanha impediu a participação e nove internacionais acabaram a jogar pelos nazis. A maior vedeta recusou-se… e acabou morta sete meses depois.

Futebolítico #16 - Boicote soviético ao apuramento para Mundial 1974
Para carimbar a qualificação para o Mundial de 74, a vice-campeã europeia União Soviética teve de jogar um playoff no final do ano de 1973 contra uma equipa sul-americana. Só que os caprichos da história colocaram frente a frente em plena Guerra Fria os soviéticos perante chilenos, cujo país tinha acabado de sofrer um golpe de estado militar.

Futebolítico #15 - Lutar pela vida num Brasil vs. Zaire
A participação africana no Mundial-1974 foi uma das melhores notas de rodapé da fase final na República Federal da Alemanha. Mas havia muito mais em jogo do que goleadas humilhantes: Mobutu tinha a mira apontada às costas dos futebolistas se a vergonha se repetisse. Em tempos de aflição, houve um jogador que foi obrigado a adotar uma medida desesperada.

Futebolítico #14 - A batalha de Berna
O Mundial de 1954, que se disputou na Suíça, deu-nos um milagre e uma batalha. Neste episódio, centramo-nos no jogo dos quartos de final entre Hungria e Brasil, que acabou com as duas comitivas ao soco e pontapé.

Futebolítico #13 - O duelo das Alemanhas em Hamburgo
O Mundial-1974 marcou a primeira e única presença da República Democrática da Alemanha numa fase final de uma grande prova. O confronto com a RFA, anfitriã e futura campeã, foi o ponto mais alto e o golo marcado por Jürgen Sparwasser contribuiu para uma vitória histórica e com grande peso simbólico. Aquele 22 de junho de 1974 ficou recordado como «o dia em que até as mulheres ficaram fãs de futebol». O peso político era impossível de ignorar.

Futebolítico #12 - O caso Saltillo e outros semelhantes
O caso Saltillo marcou o futebol português, pois trata-se de um momento que serviu para modernizar a federação portuguesa após uma luta dos jogadores pelos seus direitos. Mas não é caso único no que toca a reivindicações de jogadores de futebol e ameaças de greve durante um Mundial.

Futebolítico #11 - O rei da Roménia não roeu a corda
A Roménia vivia um momento delicado. As ideologias extremistas estavam a ganhar espaço na Europa Central e havia muito espaço para melhorar a situação do país. Mas a prioridade de Carlos II foi outra: garantir a presença da seleção no Mundial-1930.

Futebolítico #10 - Uma guerra no apuramento para o Mundial
No apuramento para o Mundial de 1970, na zona da CONCACAF, Honduras e El Salvador protagonizaram três jogos em três semanas na luta pelo apuramento para o Mundial de 1970. Poucas semanas depois, El Salvador declarou guerra ao país vizinho, um conflito que até ficou conhecido como a Guerra do Futebol.

Futebolítico #9 - O último adeus da Sérvia e Montenegro
Quando a Sérvia e Montenegro entrou em campo pela primeira vez, em Leipzig, a 11 de junho de 2006, já o país não existia. As duas antigas federações jugoslavas que se tinham mantido unidas desde o início da década de 90 tinham promovido um referendo para a independência do Montenegro a 21 maio. Com menos de 14% de abstenção, mais de 400 mil pessoas foram votar e os resultados, apesar de não terem sido contundentes, garantiram a independência montenegrina. Era preciso atingir a fasquia dos 55% e tudo se decidiu por 2300 votos, o que equivaleu a meio ponto percentual acima do necessário. O resultado pôs em marcha o processo de independência que ficou selado a 3 de junho, oito dias antes da estreia no Mundial.

Futebolítico #8 - Reinaldo, um golo contra a ditadura
Não é nome mais óbvio quando pensamos em jogadores brasileiros que tenham tido intervenção política. Mas Reinaldo, para além do seu enorme talento futebolístico, aproveitou o maior palco mundial para mandar uma mensagem à ditadura brasileira. Em 1978, fez o que sempre fazia quando marcava golos: erguer o punho direito bem alto.

Futebolítico #7 - O assassinato de Escobar
Andrés Escobar tornou-se uma figura mítica da Colômbia, recordado por todos com carinho, e um dos momentos mais dramáticos na história dos Mundiais. Fazia parte de uma seleção forte, vista como candidata ao título e acabou assassinado mesmo antes do início dos jogos dos oitavos de final. O mundo nunca mais foi o mesmo e a expressão «autogolo fatal» deixou de poder ser usada com leviandade.

Futebolítico #6 - Nacionalismo albanês num Suíça vs Sérvia
Em 2018, a Suíça defrontou a Sérvia e onde se festejou mais a vitória helvética foi…no Kosovo e na Albânia, tudo por culpa dos golos de Granit Xhaka e de Xherdan Shaqiri e dos seus festejos.

Futebolítico #5 - A Batalha de Santiago
Chile era o anfitrião e queria defender a sua reputação, a Itália tinha o sangue latino a correr no sangue e não estava ali para ficar a ver jogar. Perante a impotência de Ken Aston, a agressividade subiu de tom acompanhando as polémicas dos dias anteriores. O árbitro britânico acabou por ser o criador dos amarelos e vermelhos no futebol.

Futebolítico #4 - Um título em plena reunificação (1990)
Quando o muro de Berlim caiu, RFA e RDA ainda lutavam pelo apuramento para o Mundial 1990. Quando a RFA venceu o título em Roma, a sociedade alemã ainda estava a festejar a unificação que ocorreria uns meses mais tarde. O título de 1990 da RFA não foi apenas um pequeno pormenor durante todo um processo económico, político e social.

Futebolítico #3 - A vitória da diplomacia num EUA vs. Irão
A FIFA temia as implicações que o jogo de 21 de junho de 1998 em Lyon pudesse ter mas o balanço foi tão positivo que as duas seleções até decidiram fazer um encontro particular nos Estados Unidos um ano e meio depois. O triunfo do Irão, o primeiro em fases finais, não podia ter sido mais emblemático.

Futebolítico #2 - A visita de Wim Rijsbergen (1978)
O Mundial de 1978 é reconhecidamente um dos mais polémicos de todos os tempos. A ditadura de Videla tinha cerca de dois anos, houve muitos a apelar a boicotes mas o torneio organizou-se, com várias tentativas para se ignorar as atrocidades do regime argentino. No entanto, durante o Mundial houve quem não o fizesse, como foi o caso de Wim Risjbergen, jogador dos Países Baixos, que visitou as mães da Praça de Maio em pleno Mundial.

Futebolítico #1 - A revolta que fez desaparecer a mágica Hungria
Se o futebol magiar era mesmo mágico, Nandor Hidegkuti era um verdadeiro Houdini da equipa orientada por Gustav Sebes. Era o ilusionista que devia ser o avançado centro, que jogava com o nove nas costas mas que estava sempre a desaparecer dos terrenos em que os centrais esperavam por ele. E, com isso, abria espaço para nomes como Puskas, Kocsis e Czibor brilharem. De 1950 a 1956, foram reis do mundo mesmo perdendo a final para a RFA. Subitamente, tudo mudou e a fase final de 1958 foi marcado por uma mudança drástica na lista de convocados apesar de os seus grandes nomes ainda estarem a brilhar pela Europa.

Futebolítico #0 - Apresentação
Episódio zero em que apresentamos a nova rubrica do podcast que trará para o ar episódios diários durante as próximas semanas. Todos os dias, de 20 de Novembro a 18 de Dezembro, um episódio sobre protagonistas e histórias em que a política e os mundiais de futebol se cruzaram.

Flashback #53 - Brasil vs. Alemanha (2002)
Foi um Mundial muito esquecível mas acabou com o penteado mais ridículo de uma fase final a garantir o quinto título da competição para o Brasil de Luiz Felipe Scolari que tinha Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos e Cafu como elementos nucleares. Este não é um episódio qualquer: pela primeira vez em três anos e três meses de Hemisfério Desportivo, o Pedro Fragoso e o Rui Silva gravaram frente a frente. Será que houve química ou está tudo acabado?

Futebol Numérico #11
O mês de Novembro remete-nos para o típico extremo canhoto. Será que ainda existem? Será que o número 11 ainda é tão mítico como antes? Décima primeira etapa desta viagem pelos números de futebol à moda antiga.

Flashback #52 - França vs Brasil (1998)
A final do Mundial 1998 foi aquela sonhada por muitas pessoas. De um lado, a organizadora França, que tinha estado ausente dos últimos dois Mundiais mas com uma geração renovada e talentosa, com Zidane à cabeça. Do outro, o Brasil campeão em título e com Ronaldo em grande forma no futebol europeu. O jogo foi, no entanto, desequilibrado. Recuperámos a história do jogo e do torneio destas duas equipas em mais um episódio do Flashback.

Futebol Numérico #10
Em Outubro, a conversa é simples: falar de números dez para quem cresceu e viu futebol nos anos 90 é como dar rebuçados a crianças. Mas também tentamos explicar as razões pelas quais o futebol de hoje em dia já não tem estes craques diferenciados.

Flashback #51 - Brasil vs Itália (1994)
O Mundial de 1994, realizado nos EUA, foi um torneio vibrante, cheio de boas histórias, grandes jogos e onde vários craques se destacaram: Hagi, Stoichkov, Brolin e, claro, Baggio e Romário, estrelas de Itália e Brasil, respectivamente. Foram estas as duas selecções que chegaram ao jogo decisivo e quem ganhasse seria tetracampeão, feito único até então. Só que a final não teve o brilho do torneio, embora haja demasiados mitos em torno deste jogo. Recuperámos a história do jogo e dos seus protagonistas com o João Tiago Figueiredo.

Travessia para o deserto #12 - Mundial 2018
É muito recente e nem por isso está tão presente nas nossas memórias. Neste episódio, recuperámos as histórias do torneio realizado na Rússia, numa espécie de aquecimento para o mundial 2022.

Futebol Numérico #9
Sabemos que já é Outubro mas vamos sempre a tempo de falar de golos. Neste episódio, recuperamos alguns nomes históricos que vestiram a camisola 9, ou seja, que na maior parte das vezes foram sinónimos de golo. Futebol numérico é uma rubrica mensal, uma conversa livre em torno dos números de futebol à moda antiga.

Flashback #50 - RFA vs Argentina (1990)
Em Roma, a RFA jogava a sua terceira final consecutiva, depois de dois desaires nos torneios anteriores. Tinha sido a melhor equipa do torneio até ao jogo decisivo, tinha uma geração no auge mas o adversário era o mesmo de quatro anos antes, a Argentina de Maradona. Só que a equipa de Bilardo não era a mesma do mundial mexicano: faltavam jogadores por castigo e faltava o melhor Maradona. A final de Roma do Mundial de 1990 que consagrou Brehme, Voller, Matthaus ou Beckenbauer analisada neste Flashback, com o Miguel Lourenço Pereira.

FLASHBACK #49 - Argentina vs RFA (1986)
No Azteca, a 29 de Junho de 1986, o mundo do futebol coroou um mês de futebol estratosférico. Numa final em que teve sempre o controlo do jogo frente à RFA, a selecção argentina comandada por Bilardo conseguiu ignorar a marcação cerrada de Matthaus a Maradona e vencer por 3-2, mesmo tendo permitido o empate a poucos minutos do fim. Com o Miguel Lourenço Pereira analisamos o jogo decisivo de um torneio marcado por três palavras: Diego Armando Maradona.

Travessia para o deserto #11 - Mundial 2014
Para recordar o Mundial 2014, não abandonamos totalmente o formato quiz mas fizemos algo diferente: convidamos o João Tiago Figueiredo, que esteve em seis jogos do mundial brasileiro enquanto jornalista, para nos contar a sua experiência nessa fase final, algumas histórias e recordar um pouco como foi esse campeonato do mundo. Pelo meio, um ou outro desafio.

Flashback #48 - Itália vs RFA (1982)
A final do Mundial de 1982, em Espanha, está longe de ser o jogo mais lembrado ou mesmo o mais bem jogado deste torneio. No entanto, é o jogo que nos deu o grito de Tardelli, a consagração de Zoff, o júblio de Bearzot e de toda a comitiva italiana, contrastando com uma RFA que esteve muitos furos abaixo daquilo que se esperava. Com o Miguel Lourenço Pereira, revisitamos o jogo que deu o tri à squadra azzurra.

Futebol Numérico #8
O episódio de Agosto é diferente dos restantes desta rubrica. Com a ajuda do Tomás da Cunha, Pedro Barata, Rui Miguel Tovar, João Castro, Filipe Inglês, Jorge Bertocchini, Miguel Lourenço Pereira e Márcia Pacheco (por ordem de aparição), fizemos uma viagem diferente pelos oito do futebol mundial.

Travessia para o Deserto #10 - Mundial-2010
A África do Sul recebeu um Mundial de festa, vuvuzela, alguns grandes jogos, uns momentos míticos e um golo comovente. Mas será que o Pedro Fragoso tinha a lição estudada?

Flashback #47 - Argentina vs Países Baixos (1978)
Tal como na edição anterior, em 1978 o anfitrião chegou à final e teve de defrontar a selecção dos Países Baixos. Só que agora não estávamos na Alemanha, mas sim na Argentina, no meio da ditadura dos generais. Em campo, a equipa de Menotti superou uma “laranja mecânica” em final de ciclo e sem Cruijff, embora Rensenbrink tenha estado muito perto da glória. Revisitamos a final do Mundial de 1978, por entre “papellitos”, fintas de Bertoni e defesas de Fillol.