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Luana do Bem: “Cresci num monte a quatro quilómetros de terra batida da cidade mais próxima. Havia subidas no inverno que eram tão íngremes, que todas as manhãs mudávamos os pneus”
Season 1 · Episode 10

Luana do Bem: “Cresci num monte a quatro quilómetros de terra batida da cidade mais próxima. Havia subidas no inverno que eram tão íngremes, que todas as manhãs mudávamos os pneus”

Geração 90 · Júlia Palha

December 3, 202443m 25s

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Show Notes

Nasceu em dezembro de 1990, no Porto, mas foi a "liberdade" e "isolamento" do Alentejo que marcou a sua formação. Humorista, apresentadora de televisão e comentadora portuguesa, Luana começou a sua carreira na área da publicidade, mas foi na comédia que encontrou a sua verdadeira paixão, depois do casamento de uns amigos. “Foi emocional, engraçado, e vi as pessoas rirem onde não esperava”, lembra. Com os pais, que só mais tarde e depois de conhecer os dos amigos percebeu que eram "especiais", Luana moldou o seu sentido de humor numa terra isolada no Alentejo. No stand-up, encontrou um espaço para explorar os seus medos e paixões, num exercício de autenticidade e superação. “Stand-up é o que mais gosto de fazer e nunca pensei que um dia estaria a esgotar o Tivoli”, afirma a autora do espetáculo "Crente". O seu maior receio? “Tenho medo de morrer engasgada e todos os dias penso: espero que hoje não seja o dia.” Para Luana, o humor é uma ferramenta para lidar com os receios e para conectar com o público, de preferência a "sorrir" e com algumas irrtações. Ouça a conversa com Júlia Palha, no Geração 90.

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Nasceu em dezembro de 1990no Portomas foi a "liberdade" e "isolamento" do Alentejo que marcou a sua formação. Humoristaapresentadora de televisão e comentadora portuguesaLuana começou a sua carreira na área da publicidademas foi na comédia que encontrou a sua verdadeira paixãodepois do casamento de uns amigos. “Foi emocionalengraçadoe vi as pessoas rirem onde não esperava”lembra. Com os paisque só mais tarde e depois de conhecer os dos amigos percebeu que eram "especiais"Luana moldou o seu sentido de humor numa terra isolada no Alentejo. No stand-upencontrou um espaço para explorar os seus medos e paixõesnum exercício de autenticidade e superação. “Stand-up é o que mais gosto de fazer e nunca pensei que um dia estaria a esgotar o Tivoli”afirma a autora do espetáculo "Crente". O seu maior receio? “Tenho medo de morrer engasgada e todos os dias penso: espero que hoje não seja o dia.” Para Luanao humor é uma ferramenta para lidar com os receios e para conectar com o públicode preferência a "sorrir" e com algumas irrtações. Ouça a conversa com Júlia Palhano Geração 90.