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António Miguel: “Nasci no ano em que Portugal entrou na CEE, sou da geração do sonho europeu, a geração Erasmus, a primeira geração qualificada que mais emigrou. Cresci com o Maradona, o Ayrton Senna, a última volta da Fernanda Ribeiro, e sei que a nossa geração tem a capacidade de mudar a narrativa”
Season 1 · Episode 8

António Miguel: “Nasci no ano em que Portugal entrou na CEE, sou da geração do sonho europeu, a geração Erasmus, a primeira geração qualificada que mais emigrou. Cresci com o Maradona, o Ayrton Senna, a última volta da Fernanda Ribeiro, e sei que a nossa geração tem a capacidade de mudar a narrativa”

Geração 80 · Francisco Pedro Balsemão

March 28, 202445m 58s

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Show Notes

“Se nós não alterarmos a forma como as grandes empresas trabalham, em prol da sociedade e do planeta, não vamos durar o tempo que gostaríamos de durar. Temos de mudar o paradigma”. O apelo é do diretor executivo da Maze, uma organização de investimento de impacto, que fundou há dez anos. “A Maze tem uma missão muito clara pela qual acordo todos os dias: mostrar que investir em impacto social e ambiental é uma oportunidade económica muito grande, talvez a maior dos nossos tempos”. Nascido em 1986, António Miguel cresceu em Sintra e até emigrar para Londres jogou hóquei, fez surf e bodyboard. Com a licenciatura e o mestrado em gestão, decidiu seguir pela área da inovação social depois de ter passado pelo México e pela Noruega ainda enquanto estudante. Trabalhou em Londres durante alguns anos, mas regressou a Portugal para criar os filhos com uma rede de apoio familiar. Aos 38 anos, olha para si próprio como "ingénuo", mas de forma positiva: “Considero-me uma pessoa positivamente ingénua, nunca tive um plano de negócios e hoje em dia faço a gestão de um fundo de capital de risco, estou sempre a tentar fazer coisas acima das minhas capacidades e a ingenuidade vem daí, de não achar que é impossível fazer alguma coisa”. Oiça aqui a conversa com Francisco Pedro Balsemão.

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“Se nós não alterarmos a forma como as grandes empresas trabalhamem prol da sociedade e do planetanão vamos durar o tempo que gostaríamos de durar. Temos de mudar o paradigma”. O apelo é do diretor executivo da Mazeuma organização de investimento de impactoque fundou há dez anos. “A Maze tem uma missão muito clara pela qual acordo todos os dias: mostrar que investir em impacto social e ambiental é uma oportunidade económica muito grandetalvez a maior dos nossos tempos”. Nascido em 1986António Miguel cresceu em Sintra e até emigrar para Londres jogou hóqueifez surf e bodyboard. Com a licenciatura e o mestrado em gestãodecidiu seguir pela área da inovação social depois de ter passado pelo México e pela Noruega ainda enquanto estudante. Trabalhou em Londres durante alguns anosmas regressou a Portugal para criar os filhos com uma rede de apoio familiar. Aos 38 anosolha para si próprio como "ingénuo"mas de forma positiva: “Considero-me uma pessoa positivamente ingénuanunca tive um plano de negócios e hoje em dia faço a gestão de um fundo de capital de riscoestou sempre a tentar fazer coisas acima das minhas capacidades e a ingenuidade vem daíde não achar que é impossível fazer alguma coisa”. Oiça aqui a conversa com Francisco Pedro Balsemão.António Miguel: “Nasci no ano em que Portugal entrou na CEEsou da geração do sonho europeua geração Erasmusa primeira geração mais qualificada que mais emigrou. Cresci com o Maradonao Ayrton Sennaa última volta da Fernanda Ribeiroe sei que a nossa geração tem a capacidade de mudar a narrativa”