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Tiago Mota Saraiva: “Para mim a luta contra o fascismo era passado. A minha desilusão é saber que as minhas filhas vão ser confrontadas com essa luta”
Season 2 · Episode 3

Tiago Mota Saraiva: “Para mim a luta contra o fascismo era passado. A minha desilusão é saber que as minhas filhas vão ser confrontadas com essa luta”

Geração 70 · Bernardo Ferrão

April 24, 202447m 30s

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Show Notes

Nasceu em 1976, cresceu e viveu no Estoril. O pai trabalhou em vários sindicatos, nomeadamente no sindicato do metalúrgicos, foi artista gráfico e plástico e desenhou alguns dos autocolantes do PPD que fazem parte da coleção de José Pacheco Pereira. Em criança passava tardes nos centros de congressos do PCP. Depois dos grandes incêndios em Pedrógão, fez parte da equipa responsável pela construção das casas naquele município. Na semana dos 50 anos do 25 de Abril, Bernardo Ferrão recebe no Geração 70 o arquiteto Tiago Mota Saraiva, numa conversa sobre política, sobre o comunismo, o fascismo e sobre o resultado das eleições legislativas. O crescimento do Chega e do ódio e os problemas, como o da Habitação, que se mantém há 5 décadas. E de como esta pode “salvar a democracia”.

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Topics

Nasceu em 1976cresceu e viveu no Estoril. O pai foi artista gráfico e plástico e desenhava os autocolantes do PPD de José Pacheco Pereira. Em criança passava tardes nos centros de congressos do PCP. Depois dos grandes incêndios em Pedrógãofez parte da equipa responsável pela construção das casas naquele município. Na semana dos 50 anos do 25 de AbrilBernardo Ferrão recebe no Geração 70 o arquiteto Tiago Mota Saraivanuma conversa sobre políticasobre o comunismoo fascismo e sobre o resultado das eleições legislativas. O crescimento do Chega e do ódio e os problemascomo o da Habitaçãoque se mantém há 5 décadas. E de como esta pode “salvar a democracia”.habitaçãoportugaltiago mota saraivageração 70bernardo ferrãoarquitetura25 de abril