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Episódio especial ao vivo com Pedro Nuno Santos: “A minha maior desilusão é o país ainda não ter conseguido reduzir de forma drástica o número de pobres. É o maior fracasso da nossa democracia e temos de tentar resolver isso nos próximos anos”

Episódio especial ao vivo com Pedro Nuno Santos: “A minha maior desilusão é o país ainda não ter conseguido reduzir de forma drástica o número de pobres. É o maior fracasso da nossa democracia e temos de tentar resolver isso nos próximos anos”

Geração 70 · Bernardo Ferrão

January 5, 202444m 51sbonus

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Show Notes

Pedro Nuno Santos, líder do PS e que quer ser o próximo primeiro-ministro, nasceu em São João da Madeira em abril de 1977. Deu cedo nas vistas no mundo da política. Começou na associação de estudantes, passou pela JS onde se filiou com 14 anos, foi vereador, deputado e governante. Assumidamente de esquerda, foi crítico da terceira via, herdou aliás do pai, empresário, esse lado mais ideológico e de combate. A mãe era mais conservadora. Faz questão de se apresentar como neto de sapateiro, mas já se passeou de Porsche. Em tempos esteve a marimbar-se para a dívida, mas também está na fotografia do primeiro superavit da democracia. Depois foi a tap, o whatsapp de Alexandra Reis, a habitação e agora os CTT. Cicatrizes que carrega para o seu mais importante desafio: se chegar ao lugar de António Costa diz agora é que é: quer fazer algo decente e de jeito pelo país e pelas pessoas. “Havia sempre muita política em minha casa”. Sobre o passado de José Sócrates e António Costa no PS e os planos de futuro ao lado de Galamba, prefere olhar para o dia de hoje: "cada coisa no seu tempo", diz. Oiça aqui o episódio especial ao vivo no Festival de Podcasts do Expresso

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“Havia sempre muita política em minha casa”. É com esta afirmação que o atual líder do Partido Socialista se apresenta no Geração 70. Nascido em 1977Pedro Nuno Santos cresceu em São João da Madeirano norte de Portugalnuma família privilegiadasem problemas de dinheiro. “Eu disse uma vez que tenho muito orgulho em ser neto de sapateiromas criou-se uma ideia errada de que queria dizer que era coitadinho. Não foi nada dissoo meu avô tinha uma pequena oficinao meu pai era empresário e eu tinha uma vida boa”. Pedro Nuno Santos tem a certeza que essa vida com autonomia financeira lhe deu a liberdade que sente hoje“sem receio de defender e discordar”. Oiça aqui o episódio especial ao vivo no Festival de Podcasts do ExpressoEpisódio especial ao vivo com Pedro Nuno Santos: “A minha maior desilusão é o país ainda não ter conseguido reduzir de forma drástica o número de pobres. É o maior fracasso da nossa democracia e temos de tentar resolver isso nos próximos anos”politicapspartido socialistacongresso