
Fronteiras no Tempo
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Ep 70Fronteiras no Tempo #68 Independências na América Espanhola
Na virada do século XVIII para o século XIX as Américas viveram tempos de profundas transformações sociais, econômicas e políticas: ao norte as 13 colônias inglesas declararam sua independência e, em 1804, a Revolução do Haiti abalou todo o mundo colonial. As independências na chamada América Espanhola ocorreram no contexto das Guerras Napoleônicas, de difusão do ideário liberal, de expansão do império britânico e, especialmente, em um cenário de convulsões sociais internas no extenso território colonial espanhol que opunham múltiplos interesses, indo das disputas de poder entre as elites econômicas locais e espanhola, os anseios dos povos indígenas e o desejo de liberdade presente entre o enorme contingente de trabalhadores escravizados. Embarque nessa viagem no episódio que comemora o 8º aniversário do Fronteiras no Tempo. Arte da Capa Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #68 Independências na América Espanhola. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 04/08/2022. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=53973&preview=true Programas relacionados Fronteiras no Tempo #67 Escravização nas Américas Fronteiras no Tempo #47 Os Piratas Fronteiras no Tempo #49 Independência dos EUA [PILOTO] Fronteiras no Tempo: Pequenas Histórias #00 – Revolução Francesa Fronteiras no Tempo #32: A Revolução Francesa A imprensa da época e o processo de independência do Brasil – 25 Irisian (Spin #1032 – 07/09/20) Fronteiras no Tempo #9 – Independência do Brasil Material Complementar ANDREWS, George Reide. América Afro-Latina (1800-2000). trad. Magda Lopes. São Carlos: EDUFSCAR, 2007 BAILYN, Beranrd. As Origens Ideológicas da Revolução Americana. Bauru: Edusc, 2003. BETHELL, Leslie (org.). História da América Latina. (Coleção em 15 volumes). São Paulo: Edusp; Brasília, DF: Fundação Alexandre Gusmão, 2004. DORATIOTO, Francisco F. M. Espaços nacionais na América Latina: da utopia bolivariana à fragmentação. São Paulo: Brasiliense, 1994. FRASQUET, Ivana; CHUST, Manuel. Las independencias en America. Madrid: Los libros de la Catarata, 2009 FUENTE Alejandro de la; ANDREWS George Reid. Estudios afrolatinoamericanos: una introducción. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: CLACSO; Massachusets : Afro Latin American Researcher Institute. Harvard University, 2018, GOUVÊA, Maria de Fátima. Revolução e independências: notas sobre o conceito e os processos revolucionários na América Espanhola. Estudos Históricos. América Latina. Rio de Janeiro, CPDOC/FGV,n°20, 1997. Disponível em: https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2056 LYNCH, John. Las origenes de la independência Hispanoamericana. In: BETHELL, Leslie (org.). História de América Latina. 5 La independência. Barcelona: Crítica, 1991, p.1-40 MORSE, Richard M. O espelho de Próspero. Cultura e ideias nas Américas. São Paulo: Cia. das Letras, 1995 POMER, Leon. As independências na América Latina. 3 ed. São Paulo: Brasiliense, 1981. PRADO, Maria Lígia. A formação das nações latino-americanas. 2 ed. São Paulo: Atual; Campinas: Unicamp, 1986. PRADO, Maria Lígia. América Latina no século XIX: tramas, telas e textos. São Paulo: EDUSP, 2004. Trilha sonora do episódio 01. El Pájaro Chogüí – Rigo Tovar 02. Napoléon – Richard Grégoire (Napoléon – 2002 OST) 03. People Disappear All the Time (Outlander, Vol. 1 OST) – Bear McCreary 04. Flor Amorosa Instrumental – Catulo da Paixão Cearense 05. Skye Bout Song (Outlander Tema da Série, Vol. 1 OST) – Raya Yarbrough 06. Polca Rural (Folclore Argentino) – Desconhecido 07. Lundu – Mário de Andrade 08. Índio Arara Azul – Cantos Indígenas Kariri-Xocó 09. Música Afro Brasileira Instrumental Berimbau, Tambor e Samba – Mestre Suassuna e Dirceu 10. Son De La Negra – Mariachi Vargas de Tecalitlán 11. El Sinaloense – Pedro Fernandez 12. Viva Veracruz – Mariachi Vargas de Tecalitlán 13. Mexico Lindo Y Querido – Valente Pastor, Alberto Angel e Humberto Cravioto 14. Las Chiapanecas – Mariachi Vargas de Tecalitlán 15. Viva México – Aida Cuevas 16. Colombia Tierra Querida – Hijos Del Tambor 17. Che Cumbia – Hijos Del Tambor 18. 1812 Overture – Piotr Ilitch Tchaikovsky 19. La Dessalinienne (Hino Nacional do Haiti) – Nicolas Geffrard 20. Lamento Quinchua – Luis Gianneo 21. El

Ep 67Fronteiras no Tempo #67 Escravização nas Américas
O Fronteiras no Tempo desta vez volta ao tema da escravidão para entender como funcionou este sistema de exploração de mão de obra nas Américas. Uma questão fundamental deste episódio é dar continuidade ao debate sobre como este processo não tem limites geográficos claros, estando todo o chamado mundo atlântico conectado pelas suas consequências. Neste sentido, vamos falar sobre como espanhóis, ingleses e franceses participaram do tráfico, mas nada disso está separado totalmente da forma como os portugueses agiram. Nosso papo também caminha para reflexões sobre os impactos do tráfico e da escravização nas Áfricas e nas Américas, com a introdução de populações e suas culturas, técnicas e saberes. Ouçam nossas reflexões, conheçam as principais interpretações historiográficas e questões que vêm motivando a criação de um campo de pesquisa rico e fundamental para o entendimento da história da sociedade ocidental. Arte da Capa Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Mencionado no Episódio Slave Voyages – Comércio Transatlântico de Escravos – Base de Dados https://www.slavevoyages.org/voyage/database Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #67 Escravização nas Américas. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 23/06/2022. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=53301&preview=true Programas relacionados Fronteiras no Tempo: Historicidade #46 História das Áfricas e Literatura Fronteiras no Tempo #54 Mitos da Escravização Fronteiras no Tempo: Historicidade #35 Família Escrava Fronteiras no Tempo: Historicidade #26 Direitos Humanos e Racismo Fronteiras no Tempo #4 – Raça e Racismo no Brasil América Latina ou América Afro-Latina? – 5 Borean (Spin#1546 – 03/02/2022) Spin #333: Dicionário da Escravidão e Liberdade – 01L18 (09/10/18) Fronteiras no Tempo #30: Abolição da Escravidão Spin de Notícias #170: 24 Driadan 2018 (19/04/2018) Memória, Escravidão, IPHAN e História comparada Colonização Anglo-Francesa na América (SciCast #409) Material Complementar ALENCASTRO, Luís Felipe de. O trato dos viventes. Tráfico de escravos e paz lusitana no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000 ANDREWS, George Reide. América Afro-Latina (1800-2000). trad. Magda Lopes. São Carlos: EDUFSCAR, 2007 BETHELL, Leslie (org.). História de América Latina. (coleção em 15 volumes). Barcelona: Crítica, 1991. FERREIRA, Roquinaldo; SEIJAS, Tatiana. El comercio de esclavos a américa latina: una evaluación historiográfica. In: FUENTE Alejandro de la; ANDREWS George Reid. Estudios afrolatinoamericanos: una introducción. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: CLACSO; Massachusets : Afro Latin American Researcher Institute. Harvard University, 2018, p.41-69. FLORENTINO, Manolo. Em Costas Negras: uma história do tráfico de escravos entre a África e o Rio de Janeiro (séculos XVIII e XIX). São Paulo: Ed. Unesp, 2015. FLORENTINO, Manolo. Tráfico atlântico, mercado colonial e famílias escravas no Rio de Janeiro, Brasil, c. 1790-c. 1830. História: Questões & Debates, [S.l.], v. 51, n. 2, dez. 2009. ISSN 2447-8261. Disponível em: <https://revistas.ufpr.br/historia/article/view/19985/13171>. Acesso em: 21 jun. 2022. doi:http://dx.doi.org/10.5380/his.v51i0.19985. FUENTE Alejandro de la; ANDREWS George Reid. Estudios afrolatinoamericanos: una introducción. Ciudad Autónoma de Buenos Aires : CLACSO; Massachusets : Afro Latin American Researcher Institute. Harvard University, 2018. HALL, Gwendolyn Midlo. Escravidão e etnias africanas nas Américas: restaurando os elos. São Paulo: Vozes, 2017. REIS, João José; SILVA, Eduardo. Negociação e conflito. A resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. SCHWARCZ, Lilia; GOMES, Flávio. Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Cia das Letras, 2018. SCHWARTZ, Stuart. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. SILVA, Alberto da Costa e. Um rio chamado Atlântico. A África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: UFRJ/Nova Fronteira, 2003. THORNTON, John [1992]. A África e os africanos na formação do Mundo Atlântico. Rio de Janeiro: Campus, 2004. Trilha sonora do episódio 1. Africa Unite – Bob Marley 02. Evidências – Chitãozinho e Xororó 03. A Luta Continua – Mariam Makeba 04. Luxury – Jonatan Szer 05. Think – Aretha Franklin 06. A. Free

S4 Ep 11Fronteiras no Tempo: Historicidade #47 Memórias e usos da cidade
Neste episódio entrevistamos o professor, pesquisador e doutor pela UFABC em planejamento e gestão do território Leandro da Silva Alonso. Nessa conversa retomamos e ampliamos consideravelmente o papo que batemos em outras ocasiões aqui no Fronteiras no Tempo sobre as questões que envolvem a preservação da memória histórica relacionadas as vivências nos espaços urbanos. Uma das principais reflexões trazidas por Alonso, a partir do seu estudo de caso, relaciona-se a forma como as práticas de preservação dos chamados patrimônios históricos são pensadas e concebidas pelos representantes do poder público e por outros agentes sociais e, especialmente, as distancias entre essas concepções do conceito de pertencimento e significado de quem faz uso destes territórios. Arte da Capa Arte do Episódio: Augusto Carvalho Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) https://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais do nossa convidado Leandro da Silva Alonso Currículo Lattes Vídeo Tertúlias Portugal – Brasil (ep. 22): “Patrimônio: os olhos de quem usa” Website do Grupo de pesquisa Patrimônio e Pertencimento https://www.patrimonioepertencimento.com.br/quem-somos Podcast Fronteiras no Tempo: Historicidade #6 História, Memória e Cidade Fronteiras no Tempo #62 Patrimônio Cultural e Memória Indicações bibliográficas sobre o tema abordado Livros e artigos acadêmicos, vídeos, podcasts e links HALL, S. Da diáspora: Identidades e Mediações Culturais. Tradução: Adelaine La Guardia Resende; Ana Carolina Escoteguy; Cláudia Ávares; Francisco RUdiger; Sayonaram Amaral. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011. Luiz Antonio Simas, 2019 CIP-BRASIL. CATALOGACAO NA PUBLICACAO SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ POULOT, Dominique. 2009. Uma História do Patrimônio no Ocidente, Séculos XVIII-XXI: Do Monumento aos Valores. São Paulo: Estação Liberdade. A edição francesa deste livro foi publicada em 2006. QUIJANO, A. Colonialidad del poder, Eurocentrismo, America Latina. In: Edgardo Lander (ed). La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciências sociales. Perspectivas latino-americanas. Caracas: Clacso, pp. 201-245, 2000. RIBEIRO, Edgar Telles. 2011. Diplomacia Cultural: Seu Papel na Política Externa Brasileira. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão. RIEGL, Aloïs. O culto moderno dos monumentos, sua essência e sua gênese. Trad. Elaine Ribeiro Peixoto e Albertina Vicentine. Goiânia: UCG, 2006. SILVA, Cesar Agenor Fernandes da. “Rodrigo Christofoletti – Bens Culturais e Relações Internacionais: O Patrimônio como Espelho do ‘Soft Power’”, MIDAS [Online], 9|2018, Resenha. posto online no dia 25 janeiro 2018, consultado no dia 17 novembro 2021. URL: http://journals.openedition.org/midas/1337; DOI: https://doi.org/10.4000/midas.1337 SILVERMAN, Helaine; RUGGLES, D. Fairchild.Cultural Heritage and Human Rights. Nova York: Springer, 2007. DOI : 10.1007/978-0-387-71313-7 SIMAS, Luiz Antonio. O corpo encantado das ruas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019. Vídeos SERRA DA CAPIVARA Podcast A Guerra às estátuas e a disputa histórica – 20 Irisian (Spin #1392 – 02/09/21) Fronteiras no Tempo: Historicidade #2: Patrimônio Histórico e Cultural Fronteiras no Tempo: Historicidade #11 Serra da Capivara Links La UNESCO reúne a los agentes internacionales para luchar contra el tráfico ilícito de bienes culturales Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #47 Memórias e usos da cidade. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Leandro da Silva Alonso. [S.l.] Portal Deviante, 03/05/2022. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=52584&preview=true Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Barbara Marques, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael

Ep 66Fronteiras no Tempo #66 Afrofuturismo e História
Fronteiras no Tempo #66 Afrofuturismo e História Nesta semana C.A. e Beraba conversaram com Ale Santos, escritor e intelectual, autor da obra de literatura Afrofuturista “O último Ancestral”, publicada pela editora Harper Collins Brasil. Falamos sobre diversos assuntos que circundam a produção de sua obra, desde a sua formação intelectual até as bases do movimento Afrofuturista na literatura, e como eles se relacionam com as discussões sobre História e a questão racial no Brasil. Em um papo profundo, mas também descontraído na medida do possível, pudemos conhecer o trabalho e os pensamentos do autor a partir dos quais foi possível fazer reflexões sobre a importância da História no combates às injustiças e às desigualdades, especialmente aquelas ligadas às práticas racistas de apagamento do passado de diversos grupos étnicos e culturais. São, portanto temas sobre os quais vimos falando em muitos outros episódios, desta vez abrilhantados pela criatividade e reflexões críticas deste importante autor e intelectual brasileiro. Ouçam, compartilhem e nos enviem seus comentários! Arte da Capa Publicidade – Livro O Último Ancestral Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Mencionado no Episódio / Programas relacionados Fronteiras no Tempo: Historicidade #46 História das Áfricas e Literatura Fronteiras no Tempo #54 Mitos da Escravização Fronteiras no Tempo: Historicidade #35 Família Escrava Fronteiras no Tempo: Historicidade #26 Direitos Humanos e Racismo Fronteiras no Tempo #4 – Raça e Racismo no Brasil Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #66 Afrofuturismo e História. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Ale Santos e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 19/04/2022. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=52312&preview=true Material Complementar SANTOS, Ale. Rastros de resistência: histórias de luta e liberdade do povo negro. São Paulo: Panda Books, 2019. ERNESTO, Luciene Marcelino. Sankofia: breves histórias sobre o afrofuturismo. Rio de Janeiro, 2018. GOMES, F. S.; DOMINGUES, P. (orgs.). Políticas da Raça: experiências e legados da abolição e da pós-emancipação no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2014. GOULD, S. A falsa medida do homem. 3a Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2014. NASCIMENTO, E. L (org.) Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora . São Paulo: Selo Negro, 2009. SCHWARCZ, Nem preto nem branco, muito pelo contrário. São Paulo: Claro Enigma, 2013. Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Allen Teixeira Sousa, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Álvaro Vitty, Anderson Paz, André Luís dos Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Barbara Marques, Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi Souza e Silva, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Willian Spengler e padrinho anônimo See omnystudio.com/listener for privacy information.

S4 Ep 10Fronteiras no Tempo: Historicidade #46 História das Áfricas e Literatura
Neste episódio entrevistamos a professora, pesquisadora e doutoranda pela UDESC Tathiana Cassiano, que falou conosco sobre seu trabalho de História das Áfricas a partir da Literatura. Nossa relação com essas histórias tem sido há muito tempo mediada por leituras que nos foram legadas pela historiografia europeia. Para criar um canal direto com o continente africano, local onde repousam muitas de nossas raízes, Tathiana desenvolveu um trabalho sobre a escritora nigeriana Flora Nwapa, em busca de conhecer e analisar as histórias sobre as Áfricas, especialmente das experiências das mulheres da etnia Igbo, do sudeste nigeriano. A partir das pesquisas de Tathiana passamos a conhecer esta autora, suas obras e os impactos que elas tiveram na sociedade nigeriana e, também, em outras partes do mundo, como no Brasil. Ouçam este episódio, leiam literatura africana! Enviem seus comentários e perguntas! Arte da Capa Arte do Episódio: Augusto Carvalho Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) https://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais da nossa convidada Tathiana Cristina da Silva Anizio Cassiano Currículo Lattes Instagram Twitter e-mail: [email protected] Laboratório de Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais – AYA – https://ayalaboratorio.com/ Literatura Africana ACHEBE, Chinua. O mundo se despedaça. São Paulo: Cia das Letras, 2009. ACHEBE, Chinua. A flecha de Deus. São Paulo: Cia. Das Letras, 2011. ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Hibisco Roxo. São Paulo: Cia das Letras, 2011. MUKASONGA, Scholastique. A Mulher de Pés Descalços. São Paulo: Ed. Nós, 2017. NWAPA, Flora. Efuru. Londres: Heinemann, 1966. Produção da convidada e indicações bibliográficas sobre o tema abordado Laboratório de Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais – AYA – https://ayalaboratorio.com/ Mulheres na História da África – Projeto da Unesco – https://en.unesco.org/womeninafrica/ CASSIANO, Tathiana Cristina. História das Áfricas e Literatura: as mulheres igbos na escrita literária de Flora Nwapa. Revista Transversos. Dossiê: O protagonismo da mulher negra na escrita da história das Áfricas e das Améfricas Ladinas. Rio de Janeiro, nº. 21, 2021. pp. 114-132. Disponível em: . ISSN 2179-7528. DOI: 10.12957/transversos.2021.54915. ACHEBE, C. Morning Yet on Creation Day: essays. New York: Anchor Press and Doubleday, 1976. AMADIUME, I. “Macalester International African Women: Voicing Feminisms and Democratice Futures”. Macalester International, v. 10, 2001, p. 47–68. BALLESTRIN, L. M. de A. “América Latina e o giro decolonial”. Revista Brasileira de Ciência Política, n. 11, 2013, p. 89–117. CALHEIRO, I.; OLIVEIRA, E. D. “Igualdade Ou Desigualdade De Gênero Na África? Pensamento Feminista Africano”. Revista Brasileira de Estudos Africanos, v. 3, n. 6, 2019, p. 93–110. CARNEIRO, A. S. A construção do outro como não-ser como fundamento do ser. 2005, Tese (Doutorado em Educação) Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005. CHUKU, G. “Nwanyibuife Flora Nwapa, Igbo culture and women’s studies”. CHUKU, G. (Ed). The Igbo Intellectual Tradition: Creative Conflict in African and African Diasporic Thought. New York: Palgrave Macmillan, 2013. p. 267–293. EVARISTO, C. “Literatura negra: uma poética de nossa afro-brasilidade”. Scripta, v. 13, n. 25, 2009, p. 17–31. FALOLA, T.; HEATON, M. M. A History of Nigeria. New York: Cambridge University Press, 2008. HALL, S. Da Diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003. HOUTONDJI, P. J. “Conhecimento de África, conhecimento de africanos: duas perspectivas sobre os Estudos Africanos”. Revista Crítica de Ciências Sociais, n. 80, 2008, p. 149–160. LEITE, A. M. Oralidades e Escrita pós-coloniais: estudos sobre literaturas africanas. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2012. LUGONES, M. Colonialidade e Gênero. Disponível em: . Acesso em: 13 set. 2020. M’BOKOLO, E. África Negra História e Civilizações: tomo II (Do século XIX aos nossos dias). Salvador: EDUFBA, 2011. MARTINS, C. “Nós e as Mulheres dos Outros. Feminismos entre o Norte e a África”. Geometrias Da Memória: Configurações Pós-Coloniais. 2016, p. 251–277. MEILASSOUX, C. Antropologia da Escravidão: o ventre de ferro e dinheiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1995. MORTARI, C.; WITTMANN, L. T. “O equilíbrio de histórias: experiências no ensino de história por meio de narrativas africanas e indígenas”. SILVA, G. J. DA; MEIRELES, M. C. (Eds.) A Lei 11.645/2008: uma década de avanços, impasses, limites e possibilidades. Curitiba: Editora Appris, 2019. p. 15–41. NNAEMEKA, O. “Feminism , Rebellious Women , and Cultural Boundaries : Rereading Flora Nwapa and Her Compatriots̶

Ep 67Fronteiras no Tempo #65 História dos Carnavais
Em nossos dias, o Carnaval é uma das principais festas do ano. Momento marcado por diversão, inversões de papéis e por uma ideia de liberdade que ocorre na extrapolação dos limites sociais. Nesse episódio C. A. e Beraba iniciam o bate papo muito alegre sobre o significado das festas e dos ritos sociais que praticamos no dia a dia e, a partir daí, voltam no tempo para descrever e analisar como era o Carnaval na Europa durante a Idade Moderna. Arte da Capa Arte do Episódio: Augusto Carvalho Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Mencionado no Episódio / Programas relacionados Scicast #182: Carnaval Fronteiras no Tempo #51 O Absolutismo Fronteiras no Tempo #33: Inquisição Fronteiras no Tempo #20 – Reformas Protestantes Fronteiras no Tempo #17 – História Medieval Fronteiras no Tempo #7 – Mundo do Trabalho Fronteiras no Tempo #6 – Revolução Industrial Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #65 História dos Carnavais. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 15/03/2022. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=51831&preview=true Material Complementar BURKE, Peter. Cultura popular na Idade Moderna: Europa 1500-1800. 3ª reimpressão. São Paulo: Cia. Das Letras, 2010. CUNHA, Maria Clementina Pereira (org.). Carnavais e outras f(r)estas: ensaios de história social da Cultura. Campinas, SP: Ed. Unicamp, CECULT, 2002. DAMATTA, Roberto. Carnavais, malandros e heróis: Para uma sociologia do dilema brasileiro. Rio de Janeiro: Rocco digital, 2022. E-book. ELIAS, Norbert. O processo civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994 (2 volumes). Trilha sonora do episódio 01. Marchinha Ô Abre Alas – Chiquinha Gonzaga 02. Voa Voa – Chiclete com Banana 03. Parabéns da Xuxa – Xuxa 04. Doce Mel (Bom Estar Com Você) – Xuxa 05. Marchinha Turma do Funil – M De Oliveira / Mirabeau / Urgel De Castro 06. Pra você gostar de mim (Taí) – Carmen Miranda 07. Piuí Abacaxi – Trem da Alegria 08. Chariots Of Fire – Vangelis 09. Marcha Nupcial – Felix Mendelssohn 10. Super Fantástico – Balão Mágico e Djavan 11. Saltatio Vita – OMNIA 12. Então é Natal – Simone 13. Vai Começar a P*taria – Mr. Catra 14. Fee Ra Huri – OMNIA 15. Seven Nation Army – The While Stripes Medieval Style Cover 16. Neo Medieval & Folk Music – Strella do Dia 17. Blinding Lights Medieval Style – The Weeknd 18. Dragostea Din Tei Medieval Style Cover – O-Zone 19. Canção de Carnaval de Veneza 20. Get Lucky Medieval Style Cover – Daft Punk 21. Voltei Recife – Alceu Valença 22. Cromwell | Soundtrack Suite – Frank Cordell 23. Taj Mahal – Jorge Ben Jor 24. Músicas de Rua do Séc XIII a XVI – Autores Desconhecidos 25. Músicas Medievais – Autores Desconhecidos Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Álvaro Vitty, Anderson Paz, André Luís dos Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Barbara Marques, Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi Souza e Silva, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Willian Spengler e padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 64Fronteiras no Tempo #64 Revolução Puritana
Chegando ao novo ano, o Fronteiras no Tempo traz como tema a Revolução Puritana, ou Guerra Civil Inglesa, cujos impactos puderam ser sentidos por várias partes do globo a partir do século XVII. O período das chamadas revoluções burguesas na Europa começou motivada por questões econômicas, políticas e, essencialmente, religiosas. Após as reformas do século anterior, os praticantes das novas religiões passaram a disputar espaço e poder político, inclusive levando a perseguições e conflitos variados. Vamos descobrir neste episódio quem eram os Puritanos, como pensava e agia o seu principal líder, Oliver Comwell, e como o conflito com os reis da dinastia Stuart levou a Inglaterra a uma sangrenta guerra civil que acabou extinguindo, por um tempo, a monarquia naquele país. Venham conosco nesta viagem para um tempo de conflitos que deu origem a uma série de instituições e ideologias que ainda hoje fazem parte e influenciam o nosso cotidiano. Arte da Capa Arte do Episódio: Augusto Carvalho Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Mencionado no Episódio / Programas relacionados SciCast #265: Inglaterra: do Coração de Leão ao Coração Valente SciCast #244: Inglaterra – a Batalha de Hastings e os Normandos Robin Hood (SciCast #464) Fronteiras no Tempo: Historicidade #43 História dos EUA e Literatura Colonização Anglo-Francesa na América (SciCast #409) Língua Inglesa (SciCast #381) Fronteiras no Tempo #20 – Reformas Protestantes Fronteiras no Tempo #51 O Absolutismo Fronteiras no Tempo #6 – Revolução Industrial Fronteiras no Tempo #5 – Ficção e História: uma História de Amor e Fúria Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #64 Revolução Puritana. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante,26/01/2022. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=51128&preview=true Material Complementar ARRIÉS, P. DUBY, G. História da vida privada, volume 3: da renascença ao século das luzes. (Ed. de Bolso). São Paulo: Cia das Letras, 2008. BURKE, Peter. A fabricação do Rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994 BURKE, Peter. Cultura popular na Idade Moderna – Europa, 1500-1800. São Paulo: Cia das Letras, 2010 FLORENZANO, Modesto. As Revoluções burguesas. São Paulo, Brasiliense (col. “Tudo é história”, 8), 1981 FRASER, Antonia. A conspiração da pólvora. São Paulo: Record, 2000. FRASER, Antonia. Oliver Cromwell: uma vida. São Paulo: Record, 2000. HILL, Christopher O mundo de ponta-cabeça. Ideias radicais durante a Revolução Inglesa de 1640. São Paulo, Companhia das Letras, 1987. HILL, Christopher. “Uma revolução burguesa?”, Revista Brasileira de História, 4 (7), mar. 1984. HILL, Christopher. O eleito de Deus: Oliver Cromwell e a revolução inglesa. São Paulo: Cia das Letras, 1988. MICELI, P. História Moderna. São Paulo: Contexto, 2013. MONDAINI, Marco. Revolução Inglesa: o respeito aos direitos dos indivíduos. In: PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla B. História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003, p.115-133. THOMPSON, E. P. As peculiaridades dos Ingleses e outros artigos. 2 ed. Campinas, SP: Ed. Unicamp, 2012. THOMPSON, E. P. Costumes em comum. São Paulo: Cia das letras, 1998. Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Álvaro Vitty, Anderson Paz, André Luís dos Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Barbara Marques, Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi Souza e Silva, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Willian Spengler e padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 63Fronteiras no Tempo #63 As funções dos guerreiros na cultura Tupi Guarani
O ano de 2021 está terminando e honrando a tradição criada por esse programa trazemos ao nosso ouvinte o nosso especial de fim de ano. Neste episódio recebemos a contribuição do historiador Cleirray Wera Fernando, indígena do povo Guarani Mbya, residente da aldeia Aguapeú localizada em Mongaguá-SP. Cleirray nos conta as funções dos guerreiros na cultura tupi guarani e nos faz perceber como a história é viva, rica e importante no universo e na organização social dos povos indígenas do Brasil. Adentre conosco nessa jornada de descobrimento e de contato profundo com o outro. Arte da Capa Arte do Episódio: Augusto Carvalho Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #63 As funções do guerreiros na cultura Tupi Guarani. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Cleirray Wera Fernando e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 29/12/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=50667&preview=true Cleirray Wera Fernando Material Complementar Podcasts Chute 216 – Garimpo e madeira em terras indígenas Qual a atuação dos indígenas na história do Brasil? – 8 Electran (Spin #537 – 01/05/19) Fronteiras no Tempo #35: Indígenas na História do Brasil Chute 237 – Genocídio indígena no Brasil Spin de Notícias #22: 9 Lunan 2017 (17/10/2017) O ensino crítico de História, o patrimônio histórico no soft power e o protagonismo indígena Links Instituto socioambiental [site] Povos índigenas no Brasil Livros e artigos acadêmicos ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. A atuação dos indígenas na História do Brasil: revisões historiográficas. Revista Brasileira de História, v. 37, n. 75, p. 17-38, 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-01882017000200017&script=sci_abstract&tlng=pt ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os índios aldeados: histórias e identidades em construção. Tempo, v. 6, n. 12, p. 51-71, 2001. Disponível em: http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg12-3.pdf ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2010. CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1978. CUNHA, Manuela Carneiro da. História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras: Secretaria Municipal de Cultura: FAPESP, 1992. CUNHA, Manuela Carneiro da. Índios no Brasil: história, direitos e cidadania. São Paulo: Claro Enigma, 2012. Dossiê Protagonismo Indígena. Revista Brasileira de História, v.3, n.75, mai/ago, 2017. disponível em: https://www.scielo.br/j/rbh/i/2017.v37n75/ FAUSTO, Carlos. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2010. FLORESTAN FERNANDES. A Função Social da Guerra na Sociedade Tupinambá. Edição Mimeografada. São Paulo, 1951. MELATTI, Julio Cezar. Índios do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014. MONTEIRO, John Manuel. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. Trilha sonora do episódio 01. Itsari – Sepultura 02. Nhamandu Miri – Memória Viva Guarani 03. Adxo Verendxa – Yskurua Mix – Coletivo da Aldeia Nova Esperança 04. KWORO KANGO 05. Tupinambá – Déa Trancoso 06. El poder del cristiano – Oscar Medina 07. You get what you give – New Radicals 08. She will be loved – Marron 5 Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Barbara Marques, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner d

S4 Ep 9Fronteiras no Tempo: Historicidade #45 Escravos da Nação
Neste Historicidade recebemos a Profa. Dra. Ilana Peliciari Rocha (UFTM) para conversar sobre a sua obra “Escravos da Nação“, publicada pela Edusp, fruto de sua tese de doutorado em História pela mesma instituição. Na entrevista, o principal tema foi a definição do termo que dá título ao livro, mas antes disso, falamos sobre o trabalho com fontes históricas e como se constrói um trabalho como este que ela realizou. Ela explicou, ainda, como surgiram estes trabalhadores escravizados, pertencentes ao Estado, quais as diferenças tinham em relação aos escravizados privados, e de que forma isso ajuda a compreender a dinâmica social e econômica da escravidão. Falamos também sobre a vida e o trabalho desses personagens, assim como de suas estratégias de resistência ao regime escravista. Por fim, pudemos compreender, a partir das reflexões propostas pela professora Ilana, como a escravidão deixou marcas profundas na sociedade brasileira. Ouçam e enviem seus comentários! Arte da Capa Arte do Episódio: Augusto Carvalho Participe do sorteio do Livro “Escravos da Nação“ É bem simples. Você tem até o dia 7 de janeiro de 2022 fazer as seguintes ações: 1. Seguir o @fronteirasnotempo no Instagram 2. Divulgar esse episódio no seu feed ou no stories marcando o @fronteirasnotempo 3. pronto, era só isso! Boa sorte Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais da nossa convidada Ilana Peliciari Rocha Currículo Lattes e-mail: [email protected] Produção da Convidada ROCHA, I. P. Escravos da Nação: o público e o privado na Escravidão Brasileira, 1760-1876. São Paulo: Edusp, 2018. ROCHA, I. P. Inmigración Internacional: las mujeres em el reflujo inmigratorio. In: GUARDIA, Sara Beatriz (org.) Viajeras entre dos mundos. Dourados: Editora UFGD, pp. 437-453, 2012. ROCHA, I. P. Imigração Internacional em São Paulo: retorno e reemigração, 1890-1920. Saarbrücken: NEA, 2013. ROCHA, I. P. Demografia escrava em Franca: 1824-1829. Franca: UNESP-FHDSS, 2004. Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado ENGEMANN, C. Os Servos de Santo Inácio a Serviço do Imperador: Demografia e Relações Sociais entre a Escravaria da Real Fazenda de Santa Cruz, RJ (1790-1820). 2002. Dissertação (Mestrado em História Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2002. ENGEMANN, C. AMANTINO, M. (org.). Santa Cruz: de legado dos jesuítas a pérola da Coroa. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013. FLORENCE, Afonso Bandeira. Resistência Escrava em São Paulo: A luta dos escravos da fábrica de ferro São João de Ipanema, 1828-1842. Afro-Ásia, 18, pp. 16-17, 1996. LIMA, S. O. Braço Forte. Trabalho escravo nas fazendas da nação no Piauí (1822-1871). Passo Fundo: UFP, 2005. MOREIRA, Alinnie Silvestre. Liberdade tutelada. Os africanos livres e as relações de trabalho na Fábrica de Pólvora da Estrela, Serra da Estrela/RJ (c. 1831 – c. 1870). 2005. Dissertação (Mestrado em História Social) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas). Campinas, 23-02-2005. NETO, M. D. Escravidão e Indústria: um estudo sobre a Fábrica de Ferro São João de Ipanema – Sorocaba (SP) – 1765-1895. 2006. Tese (Doutorado em Economia Aplicada) – Instituto de Economia, UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas). Campinas, 15/12/2006. SANTOS, A. C. dos. Os Músicos Negros: Escravos da Real Fazenda de Santa Cruz no Rio de Janeiro (1808-1832). São Paulo: Annablume, 2009. SANTOS, F. L. A Expulsão dos Jesuítas da Bahia: Aspectos Econômicos. Revista Brasileira de História, vol. 28, n. 55, pp. 171-195, 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-01882008000100009&script=sci_abstract&tlng=pt Acesso em: 26 fev. 2019. SOARES, Carlos Eugênio L. Clamores da escravidão: requerimento dos escravos da Nação do Imperador, 1828. História Social. Campinas, nº. 4-5, pp. 223-228, 1997-1998. Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #45 Escravos da Nação. Locução Marcelo de Souza Silva, Ilana Peliciari Rocha, Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 14/12/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=50438&preview=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Barbara Marques, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr.,

S4 Ep 8Fronteiras no Tempo: Historicidade #44 Agência negra e usos da Justiça no pós-abolição
Neste episódio do Historicidade conversamos com a pesquisadora Cleudiza Fernandes de Souza, da UFRJ, sobre Agência negra e usos da Justiça no pós-abolição. Nesta entrevista, ela explicou como a historiografia tem estudado as diversas estratégias de sobrevivência dos homens e mulheres negros após a abolição, estudos estes baseados especialmente nos processos criminais em que se viam envolvidos. Analisando os documentos judiciais fica evidente que estes personagens faziam escolhas sobre as suas formas de viver a liberdade, ainda que, para isso, fossem obrigados a enfrentar uma série de obstáculos, muitos dos quais, senão todos, advindos do racismo vivido por eles cotidianamente. Por fim, ouça esta entrevista e entenda, ainda, sobre como se dá a formação do pesquisador e pesquisadora em História e como os objetos de pesquisa sobre o passado refletem as questões do presente. Arte da Capa Arte do Episódio: Augusto Carvalho Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais da nossa convidada Cleudiza Fernandes de Souza Currículo Lattes Instagram e-mail: [email protected] Produção da Convidada SOUZA, Cleudiza Fernandes de. Protagonismo negro e lutas jurídicas no Pós-Abolição mineiro. Portal Geledés. Disponível em: https://www.geledes.org.br/protagonismo-negro-e-lutas-juridicas-no-pos-abolicao-mineiro/ Rede de Historiadorxs Negrxs no Instagram @historiadorxsnegrxs Coluna Nossas Histórias da Rede de Historiadorxs Negrxs e Portal Geledés https://www.geledes.org.br/guest-post-categoria/nossas-historias/ Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado CHALHOUB, Sidney. Visões de liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. FRAGA FILHO, Walter. Encruzilhadas da liberdade: Histórias de escravos e libertos na Bahia (1870-1910). Campinas: Editora da UNICAMP, 2006. MATTOS, Hebe Maria. Das cores do silêncio: Os significados da liberdade no Sudeste Escravista. Brasil, Século XIX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. SOUZA, Cleudiza Fernandes de. O pós-abolição a partir de perspectivas de gênero e raça: processos criminais envolvendo ex-escravas em Oliveira, Minas Gerais (1890-1905). 2019, 179 p. Dissertação (Mestrado em História) Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de São João del Rei, São João del-Rei. VELLASCO, Ivan de Andrade. As seduções da ordem: Violência, criminalidade e administração da Justiça. Minas Gerais, século 19. Bauru, SP: EDUSC; São Paulo: ANPOCS, 2004. Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #44 Agência negra e usos da Justiça no pós-abolição. Locução Marcelo de Souza Silva, Cleudiza Fernandes de Souza [S.l.] Portal Deviante, 30/11/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=50102&preview=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Barbara Marques, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Thomas Beltrame, Willian Spengler e ao padrinho anônimo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 62Fronteiras no Tempo #62 Patrimônio Cultural e Memória
Os patrimónios culturais, também chamados de bens culturais, tanto os materiais quanto os imateriais, são, antes de tudo, um cenário aberto para construções, perpetuações e ressignificações. Como os palimpsestos medievais, os bens culturais tiveram e têm uma gama variada de funções e de usos, contando com narrativas que transitam entre a tradição e a modernidade, a identidade local/nacional e a pertença a uma cultura/comunidade maior, no qual são, por vezes, regionalizados internacionalmente como elementos da cultura ocidental, oriental, latina, europeia, etc., e, em outras ocasiões, universalizados – no sentido iluminista do termo, ou seja, que engloba a humanidade. Para conversar sobre essa temática recebemos os historiadores Rodrigo Chistofoletti (UFJF) e Leandro Alonso (UNISANTOS) que nos brindaram com reflexões extremamente interessantes e pertinentes. Arte da Capa Arte do Episódio: Augusto Carvalho Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #62 Patrimônio Cultural e Memória. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Rodrigo Christifoletti, Leandro da Silva Alonso e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 17/11/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=49893&preview=true Produção dos convidados Leandro da Silva Alonso Currículo Lattes Podcast Fronteiras no Tempo: Historicidade #6 História, Memória e Cidade Vídeo Tertúlias Portugal – Brasil (ep. 22): “Patrimônio: os olhos de quem usa” Rodrigo Christofoletti Podcasts Fronteiras no Tempo: Historicidade #2: Patrimônio Histórico e Cultural Fronteiras no Tempo: Historicidade #11 Serra da Capivara Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira Vídeo Ciclo de lives || Patrimônios em rede: Direitos e Resistências Livros e capítulos de livro CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; SILVA, Cesar Agenor Fernandes Silva. Na epiderme da rocha: história, educação e patrimônio na Serra da Capivara. Santos: Leopoldianum, 2014. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; OLENDER, M. (Org.) . World Heritage Patinas: action, alerts and risks. 1. ed. Zurique: Springer International Publishing, 2021. v. 1. 589p . CHRISTOFOLETTI, RODRIGO; BOTELHO, MARIA LEONOR (Org.) . The Latin American Studies Book Series. 1. ed. Genebra: Springer International Publishing, 2021. v. 1. 578p . CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; OLENDER, M. (Org.) ; SAPORETTI, C. M. (Org.) . Anais o I Congresso Internacional Gestão dos Patrimonios da Humanidade Urbanos – I Simpósio Internacional Patrimonios da Humanidade Mineiros no contexto Internacional. 1. ed. Juiz de Fora: , 2020. v. 1. 607p . CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; BOTELHO, M. L. (Org.) . LOCUS – Revista do PPGHis UFJF – Dossiê Patrimônio e Relações Internacionais. 26. ed. Juiz de Fora: LOCUS – UFJF, 2020. v. 1. 1p . MARINS, C. F. (Org.) ; CHRISTOFOLETTI, Rodrigo (Org.) . Urdiduras de Ariadne. Contribuições da História Cultural aos labirintos do Patrimônio, Linguagens e Movimentos Sociais. 1. ed. São Paulo: Desconcertos Editora, 2020. v. 1. 285p . CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Bens Culturais e Relações Internacionais: o patrimônio como espelho do soft power. 1. ed. Santos -SP: Leopoldianum, 2017. v. 01. 466p . CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; SILVA, C. A. F. (Org.) . Na epiderme da rocha: História, Educação e Patrimônio na Serra da Capivara. 1. ed. SANTOS: Editora Leopoldianum, 2014. v. 1. 179p . CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Illicit trafficking in culture assets: a genealogy of the concept and actions in contemporany Brazil. In: Fabiana Lopes da Cunha e Jorge Rabassa. (Org.). Festivals and heritage in Latin America. 1ed.Zurique: Springer International Publishing, 2021, v. 1, p. 217-238. CHRISTOFOLETTI, RODRIGO; ACERBI, V. S. . ‘Blitzkrieg Against Black Magic’.. In: Naomi Oosterman & Donna Yates. (Org.). Crime and Art Sociological and Criminological Perspectives of Crimes in the Art World. 1ed.Cham: Springer International Publishing, 2021, v. 1, p. 234-254. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Patrimônio e Relações Internacionais. Dicionário Temático e Patrimônio: debates contemporãneos. 1ed.Campinas: Editora Unicamp, 2020, v. 1, p. 285-299. Ensaio Sobre estátuas, efemérides e funções do passado: reparação histórica ou apagamento da memória? Fala ICH! nº 3 – Setembro e Outubro de 2020 Material Complementar Livros e artigos acadêmicos, vídeos, podcasts e links HALL, S. Da diáspora: Identidades e Mediações Culturais. Tradução: Ade

S4 Ep 7Fronteiras no Tempo: Historicidade #43 História dos EUA e Literatura
A relação entre a História e a Literatura é extremamente rica, tanto do ponto de vista das pesquisas históricas que tomam as obras de ficção literária como fonte quanto de sua dimensão artística – ao observamos e pensarmos na história da literatura em si. No sétimo episódio da 4º temporada do Historicidade recebemos o historiador Lucas Kölln (UNIOESTE) para bater um papo sobre as relações entre a história e a literatura a partir de suas pesquisas sobre a história social do trabalho nos Estados Unidos da América no final do século XIX e início do XX. Neste episódio entenda como uma ética do trabalho liberal predominante em discursos políticos distintos e as transformações profundas do capitalismo foram lidas nas obras de Sherwood Anderson e Jack London. Arte da Capa Mencionado nos recados do Episódio Literatura como fonte histórica (SciCast #455) Fronteiras no Tempo #7 – Mundo do Trabalho Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais do nosso convidado Lucas A. B. Kölln Currículo Lattes Twiiter Produção do Convidado KÖLLN, Lucas A.B. Trabalhadores rurais e migração na Califórnia dos anos 30: John Steinbeck e os “ciganos da colheita”. Revista Tempos Históricos, Marechal Cândido Rondon, v. 24, n. 1, pp. 130-164, 2020. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/24920 tradução de: STEINBECK, John. Os ciganos da colheita [1936]. Revista Tempos Históricos, Marechal Cândido Rondon, v. 24, n. 1, pp. 563-580, 2020. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/25635 KÖLLN, Lucas A.B. História social do trabalho e literatura: esforços para uma calibração dialética. Revista Espaço Plural, Marechal Cândido Rondon, Ano XVII, n. 34, pp. 56-82, 1º semestre 2016. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/espacoplural/article/view/14984 tradução de: MERRILL, Michael D. “Dinheiro serve para comer” – Autossuficiência e trocas nas origens dos Estados Unidos da América. Revista Tempos Históricos, Marechal Cândido Rondon, v. 24, n. 1, pp. 581-621, 2020. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/25641 Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado BECKER, Howard S. Falando da Sociedade: ensaios sobre as diferentes maneiras de representar o social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009 BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1993. CANDIDO, Antonio. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática, 1987. _______. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos (2 vols.). 12ª ed. São Paulo: FAPESP, 2009. CHALHOUB, Sidney. Machado de Assis historiador. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. HOLANDA, Sérgio Buarque de. Capítulos de literatura colonial. Organização e notas de Antonio Candido. São Paulo: Brasiliense, 2000. SEVCENKO, Nicolau. A literatura como missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. 3ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1989. SCHWARZ, Roberto. Ao vencedor as batatas: forma literária e processo social nos inícios do romance brasileiro. 5ª ed. São Paulo: Editora 34; Livraria Duas Cidades, 2000. _______. Um mestre na periferia do capitalismo – Machado de Assis. 3ª ed. São Paulo: Editora 34, 1997. Indicações de referências sobre o tema abordado: História dos Estados Unidos: CARROLL, Peter N.; NOBLE, David W. The free and the unfree – A new history of the United States. 2ª ed. New York: Penguin Books, 1992. COCHRAN, Thomas; MILLER, William. The Age of Enterprise – A social history of Industrial America. Revised edition. New York: Harper Torchbooks, 1961. DEBOUZY, Marianne. O capitalismo “selvagem” nos Estados Unidos (1860-1920). Tradução de Maria de Lurdes Almeida Melo. Lisboa: Editorial Cor, 1972. FONER, Eric S. A short history of Reconstruction. New York: Houghton Mifflin Press, 1990. FONER, Philip S. History of the Labor Movement in the United States, Volume IV – The Industrial Workers of the World, 1905-1917. 2ª ed. New York: International Publishers, 1973. GAIDO, Daniel. The formative period of American capitalism – A materialist interpretation. New York: Routledge, 2006. GEISMAR, Maxwell. The last of the provincials. The American novel – 1915-1925. New York: Hill and Wang, 1959. GUTMAN, Herbert. Work, culture and society in industrializing America – Essays in American working-class and Social History. New York: Vintage Books, 1977. HOFSTADTER, Richard. Social Darwinism in American thought. Philadelphia: University of Pennsylvania Press, 1955. KOLKO, Gabriel. The triumph of conservatism – A reinterpretation

Ep 61Fronteiras no Tempo #61 Guerra do Paraguai
A Guerra do Paraguai, também chamada de Guerra da Tríplice Aliança, foi o maior conflito militar que ocorreu na América do Sul e marcou profundamente a História dos países envolvidos. Neste episódio, recebemos o professor Flávio Saldanha (UFTM) e nosso parceiro Willian Spengler para discutir em detalhes todo o contexto de antes, durante e depois da guerra. Arte da Capa Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #61 Guerra do Paraguai. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Flavio Henrique Dias Saldanha e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 19/10/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=49410&preview=true Material Complementar Podcast Fronteiras no Tempo: Historicidade #16 Guarda Nacional no Império do Brasil Sugestão de livros ARAÚJO, Tiago Gomes de. A identidade nacional brasileira na Guerra do Paraguai (1864-1870). Rio de Janeiro: AR Editora, 2016. BORGES, Fernando Tadeu de Miranda; PERARO, Maria Ademir (orgs.). Brasil e Paraguai: uma releitura da guerra. Cuiabá: Entrelinhas; EDUFMT, 2012. BOTELLHO, José Francisco Botelho; LIMA, Laura Ferrazza de. Guerra do Paraguai. Rio de Janeiro: HarperCollins, 2021, Coleção Guerras do Brasil.Doc. CERQUEIRA, Dionísio. Reminiscências da campanha do Paraguai, 1865–1870. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1980. COSTA, Wilma Peres. A espada de Dâmocles: o Exército, a Guerra do Paraguai e a crise do Império. São Paulo: Hucitec – ed. UNICAMP, 1995. ESSELIN, Paulo Marcos; FONSECA, Vinicius Rajão da (orgs.). O expansionismo brasileiro sobre a Bacia Platina e a Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai. Porto Alegre: PPGH; FCM, 2019. DONATO, Hernâni. Dicionário das batalhas brasileiras. São Paulo: IBRASA, 1987. CUNHA, Marcos Antonio. A Chama da Nacionalidade — Ecos da Guerra do Paraguai. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2000. DORATIOTO, Francisco. Maldita guerra: nova história da Guerra do Paraguai. São Paulo: Cia. das Letras, 2002 DORATIOTO, Francisco. Guerra do Paraguai. In: MAGNOLI, Demétrio (org.).História das Guerras. São Paulo: Contexto, 2008 DOURADO, Maria Teresa Garritano. A história esquecida da Guerra do Paraguai: fome, doenças e penalidades. Campo Grande: Ed. UFMS, 2014. DOURADO, Maria Teresa Garritano. Mulheres comuns, senhoras respeitáveis: a presença feminina na Guerra do Paraguai. Campo Grande: Ed. UFMS, 2005. DUARTE, Paulo de Queiroz. Os Voluntários da Pátria na Guerra do Paraguai. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1981. ESSELIN, Paulo Marcos; MARTINS JÚNIOR, Carlos (orgs.). Grande Guerra: A Tríplice Aliança contra o Paraguai — Visões e Revisões. Porto Alegre: FCM, 2017. FIGUEIRA, Divalte Garcia. Soldados e negociantes na Guerra do Paraguai. São Paulo: Humanitas FFLCH-USP; FAPESP, 2001. FRAGOSO, Augusto Tasso. História da guerra entre a Tríplice Aliança e o Paraguai. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1960, v. 1–5. IZECKSOHN, Vitor. O cerne da discórdia: a Guerra do Paraguai e o núcleo profissional do Exército Brasileiro. Rio de Janeiro: E-Papers, 2002. MENEZES, Alfredo da Mota. Guerra do Paraguai — como construímos o conflito. São Paulo: Contexto; Cuiabá: ed. UFMT, 1998. PEDROSA, José. F. Maya. A Catástrofe dos Erros. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2004. QUEIROZ, Silvania de. Revisando a revisão: Genocídio americano: a Guerra do Paraguai de J.J. Chiavenato. Porto Alegre: FCM, 2014. SALLES, Ricardo. Guerra do Paraguai: escravidão e cidadania na formação do Exército. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990. SALLES, Ricardo. Guerra do Paraguai, memórias e imagens. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2003. SILVEIRA, Mauro César. A batalha de papel: a Guerra do Paraguai através da caricatura. Porto Alegre: L&PM, 1996. SQUINELO, Ana Paula (org.). 150 anos após — a Guerra do Paraguai: entre olhares do Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. Campo Grande: Ed. UFMS, 2016. TAUNAY, Alfredo d’Escragnolle. Diário do Exército, campanha do Paraguai, 1869–1870: Comando-em-chefe de S. A. o Sr. Marechal de Exército Conde d’Eu. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2002. TAUNAY, Alfredo d’Escragnolle. Recordações de guerra e de viagem. Brasília: Senado Federal/Conselho Editorial, 2008. VAS, Braz Batista. O final de uma guerra e suas questões logísticas: o conde d’Eu na Guerra do Paraguai (1869-1870). São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011. Sugestão de links: Guerra do Paraguai — Atlas Histórico do Brasil. https://atlas.fgv

S4 Ep 6Fronteiras no Tempo: Historicidade #42 Engenheiros e o combate a seca
Podemos dizer que o problema da seca no nordeste do Brasil é histórico, pois a região, por uma série de fatores geográficos e climáticos é suscetível a vivenciar grandes períodos de estiagem. Porém, não é de hoje que o Estado brasileiro busca por soluções para resolver o problema, seja na transposição de grandes volumes fluviais de rios, na construção de açudes, com medidas paliativas e também com tentativas de aplicação da ciência e da engenharia. É justamente sobre as ações estatais realizadas nas últimas décadas do Império e no início da República que recebemos a historiadora Aline Lima (Museu da Indústria), que nos brindou com um papo sobre o papel dos engenheiros, a história da ciência, a cultura popular e as relações históricas entre os sertanejos e o clima. Arte da Capa Publicidade Instituto Contexto Faça sua inscrição e participe do curso “Novos Combates pela História” https://bit.ly/fronteiras-novos-combates Utilize nosso cupom de desconto e ganhe um desconto de R$50,00. Cupom: fronteira21 Lembrando que todos os alunos ganharão ainda 50% de desconto nos livros da Editora Contexto, até o final do curso. Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais da nossa convidada Aline Silva Lima Currículo Lattes Instagram Twitter Produção da Convidada LIMA, Aline Silva; XAVIER, Patrícia Pereira (orgs.). O canto das garças me contou. Fortaleza : Iphan, 2017. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/o_canto_das_garcas_me_contou.pdf LIMA, Aline Silva. Um projeto de combate as secas: os engenheiros civis, as obras públicas na Inspetoria de Obras Contra as Secas-IOCS e a construção do Açude Tucunduba (1909-1919). Fortaleza, 2010. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal do Ceará. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/2842 Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado NEVES, Frederico de Castro. A multidão e a história: saques e outras ações de massas no Ceará. Rio de janeiro: Relume Dumará, 2000. NEVES, Frederico de Castro. Imagens do Nordeste: a construção da memória regional. Fortaleza; SECULT, 1994 THEOPHILO, Rodolpho. A Fome/ Violação. Ed. Fac-símile da edição publicada em 1898, Fortaleza:Academia Cearense de Letras, vol. Nº I, 1979. CÂNDIDO, Tyrone Apollo Pontes. Trem da Seca: sertanejos, retirantes e operários (1877-1880). Fortaleza; Museu do Ceará/ SECULT, 2005. COELHO, Edmundo Campos. As profissões imperiais: medicina, engenharia e advocacia no Rio de Janeiro: 1822-1930. Rio de Janeiro: Record, 1999. MORAES, Kleiton de Sousa. O Sertão descoberto aos olhos do progresso: a Inspetoria de Obras Contra as Secas (1909-1918). Dissertação. (Mestrado em História Social) Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro: 2010. MONTEIRO, Renata Felipe. Um monumento ao sertão: Ciência, Política e Trabalho na construção do açude Cedro (1884 – 1906). 2012. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em História, Fortaleza (CE), 2012. (http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/6146) Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #42 Engenheiros e o combate a seca. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Aline S. Lima, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 05/10/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=49135&preview=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Thomas Bel

Ep 60Fronteiras no Tempo #60 História da Ásia
O continente asiático abriga as mais diversas etnias, culturas, idiomas e concentra uma parte considerável da humanidade. Habitado por povos milenares e com culturas extremamente refinadas, o seu passado ainda é pouco conhecido por nós. Neste episódio contamos com a presença do historiador Alex Degan (UFSC), que rendeu uma conversa muito instrutiva e divertida sobre a História da Ásia, ou melhor a História das Ásias. Embarque conosco e descubra como se construiu a visão e o conceito de Ásia desde os gregos da antiguidade até o tempo presente. Esta conversa foi baseada em um texto do Alex Degan presente no livro Novos combates pela História – https://bit.ly/NovosCombates Arte da Capa Publicidade Instituto Contexto Faça sua inscrição e participe do curso “Novos Combates pela História” https://bit.ly/fonteiras-novos-combates Utilize nosso cupom de desconto e ganhe um desconto de R$50,00. Cupom: fronteira21 Lembrando que todos os alunos ganharão ainda 50% de desconto nos livros da Editora Contexto, até o final do curso. Desconto na compra de Livros 25% de desconto em livros de História da Editora Contexto – https://www.editoracontexto.com.br/categoria/historia Basta adicionar o código promocional Fronteiras25 É necessário clicar em “Adicionar” para ativar o desconto. O cupom estará válido até o dia 30 de setembro. Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais do nosso convidado Alex Degan Professor do Departamento de História da UFSC e coordenador do Laboratório de estudos das Histórias Asiáticas (LEHAs UFSC). Curriculo Lattes Academia.edu [email protected] Confira como foi a primeira participação do Alex Degan no Fronteiras no Tempo: Fronteiras no Tempo: Historicidade #17 História das Religiões Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #60 História da Ásia. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Alex Degan e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 21/09/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=48843&preview=true Material Complementar DEGAN, Alex. A Grande Ásia e o Ensino de História. In: Jaime Pinsky; Carla Bassanezi Pinsky. (Org.). Novos Combates pela História: Desafios – Ensino. São Paulo: Contexto, 2021. FRANK, Andre Gunder. Re-Orient: Global Economy in the Asian Age. Los Angeles: University of California, 1998. FRANKOPAN, Peter. O coração do mundo: Uma nova história universal a partir da rota da seda. São Paulo: Planeta, 2019. GOODY, Jack. O roubo da História: Como os europeus se apropriaram das ideias e invenções do Oriente. São Paulo: Contexto, 2008. HOBSON, John M. Los Orígenes orientales de la civilización de Occidente. Barcelona: Crítica, 2006. HOLCOMBE, Charles. Una historia de Asia oriental: De los orígenes de la civilización al siglo XXI. México: Fondo de Cultura Económica, 2016. POMERANZ, Kenneth. A Grande Divergência: A China, a Europa e a construção da economia moderna. Lisboa: Edições 70, 2013. SPENCE, Jonathan D. Em busca da China moderna: quatro séculos de história. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Otras Asias. Madrid: Akal, 2012. Madrinhas e Padrinhos Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Álvaro Vitty, Anderson Paz, André Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eliezer Ferronato, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi Souza e Silva, Jackson Luiz De Marco, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Marcos Pinheiro, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Machado Saldanha, Rafael, Ramon Silva Santos, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Raphael Bruno, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Romulo Chagas, Thiarles Klaza, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e um padrinho anônimo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

S4 Ep 5Fronteiras no Tempo: Historicidade #41 O Clube de Engenharia e as reformas urbanas no Rio de Janeiro
O surgimento da engenharia civil no Brasil trouxe consigo a possibilidade de formação de novos profissionais que se propuseram a resolver problemas do país e dar soluções técnicas para uma série de questões como os transportes, as edificações, o saneamento, a higienização dos espaços públicos, e, consequentemente, a reformulação dos espaços urbanos. No entanto, os engenheiros também foram importantes no mundo político, responsáveis por ações civilizatórias e de modernização das cidades. O clube de engenharia foi peça chave nesse processo. Porém, essas mudanças não levavam em conta grupos sociais diversos e excluídos, muito pelo contrário. Para falar sobre essas questões e como elas impactaram a capital do Império e, posteriormente, da República, recebemos a historiadora Fernanda Barbosa (Museu de Astronomia e Ciências afins – MAST). Ouça agora o 5º episódio da quarta temporada do Historicidade, o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. Arte da Capa Aniversário do Fronteiras no Tempo com desconto e sorteio de livro Para comemorar nosso aniversário de 7 anos, neste episódio estabelecemos uma parceria com a Editora Contexto que dará a você DOIS PRESENTES. 1º 25% de desconto em livros de História da Editora – https://www.editoracontexto.com.br/categoria/historia Basta adicionar o código promocional Fronteiras25 É necessário clicar em “Adicionar” para ativar o desconto. O cupom estará válido até o dia 30 de setembro. 2º Sorteio de um exemplar do livro “Novos Combates pela História” Como faço para participar? É simples, basta você compartilhar a publicação desse episódio em uma de suas redes sociais (Instagram, Twitter ou Facebook) e marcar o Fronteiras no Tempo e a Editora Contexto. Participarão do sorteio quem realizar esse compartilhamento até o dia 7 de setembro. Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais da nossa convidada Fernanda Barbosa dos Reis Rodrigues Currículo Lattes e-mail: [email protected] Produção da Convidada RODRIGUES, Fernanda Barbosa dos Reis. Engenharia e política: os debates ferroviários no clube de engenharia e a organização econômica e social do rio de janeiro (1880 – 1900). In: GASPARETTO JÚNIOR, Antonio; BÔSCARO, Ana Paula Dutra. História [recurso eletrônico]: espaço fecundo para diálogos 3. Ponta Grossa, PR: Atena, 2020. Disponível em: http://educapes.capes.gov.br/handle/capes/564344 RODRIGUES, Fernanda Barbosa dos Reis. A cidade e os engenheiros: o Clube de Engenharia e a organização econômica e social do Rio de Janeiro. ANAIS do 17º Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia. disponível em: https://bityli.com/IAYnI Próximo volume da Revista História e Economia, prevista para lançamento ao longo deste segundo semestre. Link do site da revista: https://www.historiaeeconomia.pt/index.php/he Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado CURY, Vania Maria, Engenheiros e empresários: O Clube de Engenharia na gestão de Paulo de Frontin (1903-19033). Doutorado em História. Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2000. CURY, Vania Maria, O Clube de Engenharia no contexto histórico de nascimento do moderno urbanismo brasileiro (1880-1930). Anais: Seminário de História da Cidade e do Urbanismo 8.1, 2012. KROPF, Simone Petraglia, Sonho da razão, alegoria da ordem: o discurso dos engenheiros sobre a cidade do Rio de Janeiro no final do século XIX e início do século XX. In: Missionários do progresso. Médicos, engenheiros e educadores no Rio de Janeiro 1870-1937. Rio de Janeiro: Diadorim, 1996. LAMARÃO, Sérgio Tadeu de Niemeyer. Dos trapiches ao porto: um estudo sobre a área portuária do Rio de Janeiro. 2ª. Ed., Rio de Janeiro: Coleção Biblioteca Carioca, vol. 17, 2006. MATTOS, Ilmar Rohloff de (2004). O tempo saquarema: a formação do Estado Imperial. São Paulo: Hucitec. MARINHO, Pedro, Ampliando o Estado Imperial: Os engenheiros e a organização da culturado Brasil Oitocentista (1874-1888). Niterói. Tese (Doutorado em História), Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2008. Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #41 O Clube de Engenharia e as reformas urbanas no Rio de Janeiro. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Fernanda Barbosa, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 07/09/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=48616&preview=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Fi

Ep 59Fronteiras no Tempo #59 Negacionismo e Revisionismo histórico no século XXI
Em tempos de tempestades torrenciais de informação e comunicação, temos que conviver diariamente com enxurradas e deslizamentos de notícias falsas, desinformação, negação das metodologias científicas e a tentativa constante de ataques a produção acadêmica no Brasil, especialmente das Ciências Humanas e Sociais. O Negacionismo e o Revisionismo Ideológico histórico estão no centro do debate político e cultural da nossa sociedade e nos últimos anos ganhou reforço e impulso. Para tratar desse tema, C. A. e Beraba recebem Marcos Napolitano (USP), historiador que tem se dedicado a entender e explicar esse fenômeno de forma aprofundada. Esta conversa foi baseada em um texto do Marcos Napolitano presente no livro Novos combates pela História – https://bit.ly/NovosCombates Arte da Capa Aniversário do Fronteiras no Tempo com desconto e sorteio de livro Para comemorar nosso aniversário de 7 anos, neste episódio estabelecemos uma parceria com a Editora Contexto que dará a você DOIS PRESENTES. 1º 25% de desconto em livros de História da Editora – https://www.editoracontexto.com.br/categoria/historia Basta adicionar o código promocional Fronteiras25 É necessário clicar em “Adicionar” para ativar o desconto. O cupom estará válido até o dia 30 de setembro. 2º Sorteio de um exemplar do livro “Novos Combates pela História” Como faço para participar? É simples, basta você compartilhar a publicação desse episódio em uma de suas redes sociais (Instagram, Twitter ou Facebook) e marcar o Fronteiras no Tempo e a Editora Contexto. Participarão do sorteio quem realizar esse compartilhamento até o dia 7 de setembro. Saiba Mais do nosso convidado Marcos Napolitano Departamento de História USP Currículo Lattes Academia.edu Nexo Jornal Foto: Cecília Bastos/USP Imagem Publicidade – Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #59 Negacionismo e revisionismo histórico no século XXI. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Marcos Napolitano e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 24/08/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=48360&preview=true Material Complementar – Produção do convidado Ensaios A guerra às estátuas e a política pública de memória. Nexo Jornal Livros NAPOLITANO, M.. História Contemporânea 2 – Do Entreguerras à Nova Ordem Mundial. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2020. v. 1. 159p . NAPOLITANO, M.. História do Brasil República: da queda da Monarquia ao fim do Estado Novo. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2016. v. 1. 172p . NAPOLITANO, M.. 1964: História do Regime Militar Brasileiro. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2014. v. 1. 365p . Artigos Acadêmicos NAPOLITANO, M.. Desafios para a História nas encruzilhadas da memória: entre traumas e tabus. História, Questões e Debates, v. 68, p. 18-52, 2020. NAPOLITANO, M.. O golpe de Estado (1964) no Brasil visto por um cinejornal soviético. Fotocinema. Revista científica de cine y fotografía, p. 29, 2020. NAPOLITANO, M.; MORETTIN, E. . História e Audiovisual: formação e percursos de um grupo de pesquisa. Revista Antíteses, v. 12, p. 563-578, 2019. NAPOLITANO, M.. Golpe de Estado: entre o nome e a coisa. Estudos Avançados, v. 33, p. 397-420, 2019. NAPOLITANO, M.. Cartografias transatlânticas da música popular nas Américas. Revista USP, v. 123, p. 45-58, 2019. NAPOLITANO, M.. Latinskaya Amerika: as relações entre a União Soviética e a América Latina (1957-1962). Revista Eletrônica da ANPHLAC, v. 27, p. 379-402, 2019. NAPOLITANO, MARCOS. La crise politique brésilienne : histoire et perspectives d?une `terre en transe? A crise política brasileira: histórico e perspectivas de uma `terra em transe? The Brazilian Political Crisis : Historical Narrative and Future of an `Entranced Earth?. BRÉSIL(S) – SCIENCES HUMAINES ET SOCIALES, v. 1, p. 1-10, 2018. NAPOLITANO, M.. Aporias de uma dupla crise: história e memória diante de novos enquadramentos teóricos. Saeculum (UFPB), v. 39, p. 205-218, 2018. NAPOLITANO, MARCOS. A imprensa e a construção da memória do regime militar brasileiro (1965-1985). ESTUDOS IBERO-AMERICANOS (PUCRS. IMPRESSO), v. 43, p. 346-366, 2017. NAPOLITANO, M.. Entre o imperativo da resistência e a consciência da derrota: a literatura brasileira durante o regime militar. Literatura e Sociedade, v. 23, p. 232-243, 2017. Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Alin

Ep 58Fronteiras no Tempo #58 Proclamação da República
O Fronteiras no Tempo está de volta para discutir as origens da República e o fim do Império. C. A. e Beraba abordam as interpretações clássicas do fim do regime monárquico e a construção da ideia da República como evolução natural da política nacional. Neste episódio: entenda as forças políticas e ideológicas que disputavam a hegemonia política desde o início do segundo reinado, compreenda com quantos Lusíadas se faz um Saquerema, surpreenda-se com a origem da ideia de reserva moral dos militares contra a corrupção e o sistema político e presencie bestializado o golpe de Estado que inaugurou o regime republicano no Brasil. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #58 Proclamação da República. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 20/07/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=47750&preview=true Mencionado no Episódio Podcast Medo e Delírio em Brasília Medo e Delírio em Brasília | Podcast on Spotify Material Complementar Podcasts Fronteiras no Tempo #34: Sistema Político na República Velha (1889-1930) Fronteiras no Tempo #30: Abolição da Escravidão Fronteiras no Tempo #8 – Guerra de Canudos Livros e Artigos Acadêmicos LYNCH, Christian Edward Cyril. Necessidade, contingência e contrafactualidade. A queda do Império reconsiderada. Topoi (Rio de Janeiro) [online]. 2018, v. 19, n. 38 [Acessado 20 Julho 2021] , pp. 190-216. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/2237-101X01903808>. ISSN 2237-101X. https://doi.org/10.1590/2237-101X01903808. CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: a elite política. Teatro das Sombras: a política imperial. 5ª edição – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010. CARVALHO, José Murilo de. A formação das Almas: o imaginário da República no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1995. CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro: Brasiliense, 2009. CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados. Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Cia. Das Letras, 1991. FERREIRA, Jorge, DELGADO, Lucilia de Almeida N. (Org.) O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo excludente. Rio de Janeiro. Civ. Brasileira, 2002. GRINBERG, Keila; SALLES, Ricardo (org.) O Brasil Imperial (coleção em 3 volumes). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. MATTOS, Ilmar Rohloff de. O tempo Saquarema. 7.ed. São Paulo: HUCITEC; Brasília: INL, 2017. SCHWARCZ, L. M. STARLING, H. Brasil: uma biografia. São Paulo: Cia das Letras, 2015. Links ROSSI, Amanda. Abolição da escravidão em 1888 foi votada pela elite evitando a reforma agrária, diz historiador. BBC Brasil, São Paulo, 13 de mai., 2018. Diponível em: <<https://bbc.in/2KTy5OR>> (entrevista com Luís Felipe de Alencastro) SCHWARCZ, L. M. Por que temos poucos memoriais de abolição da escravidão? Nexo Jornal, 9 de abr., 2018. – https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-que-temos-poucos-memoriais-de-aboli%C3%A7%C3%A3o-da-escravid%C3%A3o SCHWARCZ, L. M; Gomes, Flávio. O passado e o presente: os sentidos da escravidão. [Vídeo] https://www.nexojornal.com.br/video/video/O-passado-presente-os-sentidos-da-escravid%C3%A3o Vídeos Histórias do Brasil – A proclamação da República Dramatização do Discurso de Márcio Moreira Alves contra a ditadura em 1968 AI-5 cria ditadura dentro da ditadura Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Albino Vieira, Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp,

Ep 57Fronteiras no Tempo #57 A Era Vargas parte 5: o segundo governo (1950-1954)
Bem-vindos ao tão esperado final da nossa gloriosa trilogia de cinco episódios sobre a Era Vargas! Partimos do final da década de 1940, com o governo Dutra e chegamos no início da década de 1950 quando teve lugar o segundo governo, dessa vez eleito, de Getúlio. Foram anos conturbados, cheios de intrigas e ameaças que deixaram o cenário político instável. Mas também foi uma época de importantes definições sobre temas como o papel do Estado na condução da vida econômica brasileira, os direitos políticos dos cidadãos, o lugar do Brasil no contexto internacional, dentre outros. Carlos Lacerda, Dutra, os trabalhadores, Vargas… os personagens dessa história são muitos e o final, bem, o final já sabemos, mas não deixe de nos acompanhar para saber como a vida deste ex-presidente acabou entrando para a História. Neste episódio: Conheça as principais características do governo Dutra e o que Vargas ficou fazendo neste período. Entenda o contexto das eleições de 1950, como foi a vitória de Vargas e os problemas que enfrentou depois, tendo que governar em uma democracia. Entenda a ação dos principais nomes da oposição, especialmente os da UDN, as estratégias e argumentos que utilizavam para atacar Vargas. Entenda o papel dos militares no contexto político da época e de que formas Vargas pretendeu resolver as crises que surgiram. Conheça as políticas econômicas do governo Vargas, seus objetivos e impactos. Por fim, entenda toda a história da crise que levou ao final trágico do governo e reflita conosco sobre os significados do legado varguista para o Brasil atual. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #57 A Era Vargas parte 5: o segundo governo (1950-1954). Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 07/06/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=47023&preview=true Material Complementar Podcasts Fronteiras no Tempo #56 A Era Vargas parte 4: o fim do Estado Novo e a redemocratização Portal Deviante / Spotify Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 3: O Estado Novo (1937-1945) Portal Deviante / Spotify Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937 Portal Deviante / Spotify Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930 Portal Deviante / Spotify Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira Portal Deviante / Spotify Spin de Notícias #61: 08 Nixian 2017 (11/12/2017) Queremismo, Imprensa e Biblioteca Mundial Vídeos Biografia | Getúlio Vargas – Lili Schwarcz Livros, capítulos de livros e artigos CAPELATO, Maria H. R. Multidões em cena: propaganda política no Varguismo e no Peronismo. 2ª. Ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2009. CAPELATO, Maria Helena. Estado novo: o que trouxe de novo? In: FERREIRA, Jorge (org.) O Brasil Republicano v.2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. Diário pessoal de Getúlio Vargas (2 volumes). Rio de Janeiro: FGV, 1995. FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997. FIGUEIREDO, Luciano (org). História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013 GIAMBIAGI, Fabio et al (org.). Economia brasileira contemporânea [recurso eletrônico]: 1945-. 2010 / [organizadores .]. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. recurso digital – DE CASTRO GOMES, Ângela. Ideologia e trabalho no Estado Novo. Repensando o Estado Novo, Rio de Janeiro, Ed. FGV, p. 53-72, 1999. NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013. OLIVEIRA, Josivaldo Pires de Oliveira; LEAL, Luiz Augusto Pinheiro Leal. Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil. Amazon: eBook Kindle. PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. PARANHOS, Adalberto et al. Os desafinados: sambas e bambas no” Estado Novo”. Intermeios, Casa de Artes e Livros, 2015. QUELER, Jefferson José. OS SENTIDOS DO QUEREMISMO: disputas políticas em torno do conceito na redemocratização de 1945. História, Franca , v. 35, e104, 2016 . Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742016000100513&lng=en&nrm=iso RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020. SEVCENKO, Nicolau; NOVAIS, Fer

S4 Ep 4Fronteiras no Tempo: Historicidade #40 Desventuras de Hypólita - luta contra a escravização ilegal no século XIX
Hypólita foi uma mulher que lutou contra a escravização ilegal da qual foi vítima na região de fronteira entre o Ceará e Pernambuco durante o século XIX. Falamos hoje no Historicidade com a doutora Antônia Pedroza sobre a pesquisa que ela fez a respeito deste tema. As desventuras de Hypólita representam a luta de incontáveis personagens que viveram todos as ameaças e obstáculos que se apresentavam naquela sociedade escravocrata. Ela passou muitos anos escravizada ilegalmente e teve que ir à Justiça para conseguir a liberdade. Venha descobrir conosco o final desta História. Neste episódio: Entenda o que foi a escravização ilegal no Brasil do século XIX, quais eram as formas como ela acontecia, de que maneira atuavam juízes, promotores, delegados e outros agentes da justiça para combater esta situação. Surpreenda-se com a história de Hypólita e saiba, a partir dela, o que os próprios indivíduos conheciam sobre seus direitos e quais estratégias utilizavam para se verem livres do cativeiro ilegal. Entenda quais são os significados da luta de Hypólita e porquê é tão importante que conheçamos cada vez mais as histórias como a dela para que possamos entender as dinâmicas da sociedade escravista e, ainda, as permanências que esta instituição de trabalhos forçados tem ainda hoje no nosso tecido social. Arte da Vitrine Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais do nosso convidada Antonia Márcia Nogueira Pedroza Currículo Lattes – http://lattes.cnpq.br/0970898610409210 Produção da convidada PEDROZA, A. M. N. Desventuras de Hypolita: luta contra a escravidão ilegal no sertão (Crato e Exu, século XIX). Natal: UFRN, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/25756 PEDROZA, Antonia Márcia Nogueira, “Hoje vou tratar de meus direitos”: liberdade precária, escravização ilegal, reescravização e o apelo à justiça, no Ceará Provincial (1830-1888). 2021. 384 f. Tese (Doutorado em História) – Programa de Pós-Graduação em História, Centro de Humanidades, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2021. Disponível em: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/57518?mode=full. PEDROZA, A. M. N. Tramas do direito e da justiça local: a luta de Hypolita pela sua liberdade e de seus filhos em Crato (Ceará) e em Exu (Pernambuco) no século XIX. Afro-Ásia, n.51, p.137-176, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/21883/0 PEDROZA, A. M. N. Hypolita e sua luta para se manter livre dentro do escravismo no Crato (Ceará) e no Exu (Pernambuco) em 1858. IN: Temporalidades –Revista Discente do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG, Vol. 4, n. 2, Ago/Dez 2012 Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/temporalidades/article/view/5468/3398 Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado AZEVEDO, Elciene. O direito dos escravos: lutas jurídicas e abolicionismo na província de São Paulo. Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 2010. AZEVEDO, Elciene. Orfeu de Carapinha: a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo. Campinas/SP: Editora da UNICAMP; Cecult, 1999. CHALHOUB, Sidney. A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. COSTA, Francisca Raquel da. Escravidão e liberdade no Piauí oitocentista: alforrias, reescravização e escravidão ilegal de pessoas livres (1850-1888). Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2017. DANTAS, Monica Duarte. Constituição, poderes e cidadania na formação do Estado-Nacional brasileiro. In: SOUZA. Maria das Graças de. (org.). Fórum rumos da cidadania: a crise da representação e a perda do espaço público. São Paulo: Instituto Prometheus, 2010. v.1. MAMIGONIAN, Beatriz G. et GRINBERG, Keila, « Le crime de réduction à l’esclavage d’une personne libre (Brésil, XIXe siècle) », Brésil(s) [En ligne], 11 | 2017, mis en ligne le 29 mai 2017, Disponível em : http://journals.openedition.org/bresils/2138DOI10.400/bresils.2138. Acesso em: 28 set. 2018. MAMIGONIAN, Beatriz Galloti. Africanos livres: a abolição do tráfico de escravos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. MACHADO, Maria Helena P. T; CASTILHO, Celso Thomas. Corpo, gênero e identidade no limiar da abolição: a história de Benedicta Maria Albina da Ilha ou Ovídia, escrava (sudeste, 1880). Afro-Asia, Salvador, v. 42, 2010. GRAHAM, Sandra Lauderdade. Caetana diz não: histórias de mulheres da sociedade escravista brasileira. Tradução de Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. CARVALHO, Marcus J. M. Liberdade: rotinas e rupturas do escravismo no Recife: 1822-1850. Editora Universitária da UFPE, 1998. GRINBERG, Keila. Liberata: a lei da ambiguidade as ações de liberdade da corte de a

Ep 56Fronteiras no Tempo #56 A Era Vargas parte 4: o fim do Estado Novo e a redemocratização
O Fronteiras no Tempo volta a contar mais um capítulo da chamada Era Vargas: agora vamos falar sobre a redemocratização após o final da ditadura do Estado Novo. Com um mundo em transformação após a Segunda Guerra Mundial, restavam a Vargas poucas alternativas para se manter no poder, ainda mais tendo em conta o crescimento dos grupos que lhe faziam oposição, especialmente entre os militares. E são dois personagens deste grupo que vão concorrer à sucessão de Vargas. Ouça este episódio, descubra quem são eles e entenda a referência que pusemos na vitrine deste episódio! Neste episódio: Conheça quais foram as circunstâncias que levaram ao fim do Estado Novo. Entenda como Vargas atuou para abrir o regime e, ao mesmo tempo, buscou meios de se manter no poder. Reflita conosco sobre o papel dos militares na história política daquele momento. Conheça os candidatos à sucessão de Vargas, seus perfis políticos e atuação durante a campanha eleitoral. Saiba quais foram os principais partidos políticos criados, suas plataformas ideológicas e os principais personagens. Conheça como se deu o retorno de Luiz Carlos Prestes ao cenário político nacional e como foi a atuação do Partido Comunista ao qual ele estava ligado. Surpreenda-se com o Queremismo e o grande apoio que Vargas gozava junto às classes trabalhadoras e como ele soube explorar isso mesmo fora do poder, mantendo seu capital político intacto. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #50 A Era Vargas parte 4: o fim do Estado Novo e a redemocratização. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 04/05/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=46438&preview=true Material Complementar Podcasts Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 3: O Estado Novo (1937-1945) Portal Deviante / Spotify Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937 Portal Deviante / Spotify Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930 Portal Deviante / Spotify Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira Portal Deviante / Spotify Spin de Notícias #61: 08 Nixian 2017 (11/12/2017) Queremismo, Imprensa e Biblioteca Mundial Vídeos Biografia | Getúlio Vargas – Lili Schwarcz Livros, capítulos de livros e artigos CAPELATO, Maria H. R. Multidões em cena: propaganda política no Varguismo e no Peronismo. 2ª. Ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2009. CAPELATO, Maria Helena. Estado novo: o que trouxe de novo? In: FERREIRA, Jorge (org.) O Brasil Republicano v.2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. Diário pessoal de Getúlio Vargas (2 volumes). Rio de Janeiro: FGV, 1995. FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997. FIGUEIREDO, Luciano (org). História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013 DE CASTRO GOMES, Ângela. Ideologia e trabalho no Estado Novo. Repensando o Estado Novo, Rio de Janeiro, Ed. FGV, p. 53-72, 1999. NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013. OLIVEIRA, Josivaldo Pires de Oliveira; LEAL, Luiz Augusto Pinheiro Leal. Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil. Amazon: eBook Kindle. PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. PARANHOS, Adalberto et al. Os desafinados: sambas e bambas no” Estado Novo”. Intermeios, Casa de Artes e Livros, 2015. QUELER, Jefferson José. OS SENTIDOS DO QUEREMISMO: disputas políticas em torno do conceito na redemocratização de 1945. História, Franca , v. 35, e104, 2016 . Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742016000100513&lng=en&nrm=iso RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020. SEVCENKO, Nicolau; NOVAIS, Fernando A. História da Vida Privada no Brasil: República: da Belle Époque à Era do Rádio. Vol.3. São Paulo: Cia das Letras, 1998 SIQUEIRA, Magno Bissoli. Capítulo VI: Instrumento de política de conciliação. In: ___. Samba e Identidade Nacional. São Paulo: Unesp, 2012. SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010. SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Let

S4 Ep 3Fronteiras no Tempo: Historicidade #39 A infância em Frida Kahlo
Frida Kahlo é uma das pessoas mais reconhecidas no mundo, seu legado artístico e sua história de vida são fonte de inspiração para movimentos artísticos e políticos. Conversamos com a professora doutora Silvia Mello (UNICENTRO-PR) sobre A infância em Frida Kahlo e pudemos descobrir muito mais sobre esta personagem e como o trabalho da historiadora possibilitou que pudéssemos dar um novo olhar para os trabalhos desta que é, sem dúvida, das artistas mais importantes do século XX. Neste episódio: Conheça os diários de Frida Kahlo e como eles servem de fonte para a escrita da história da infância da artista. Entenda como podemos pensar os significados da infância e de que maneiras isso pode ser lido nos escritos de Frida e percebido em suas obras. Entenda a relação da personagem com a Revolução Mexicana, se surpreenda com suas histórias de vida e superação. Por fim, viagem conosco pela sensibilidade e percepções desta artista que, entre o lúdico e o trágico, soube expressar de diversos modos as belezas de viver. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais do nosso convidada Silvia Gomes Bento de Mello Currículo Lattes Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado CONDE, Teresa del; TERCERO, Magali. Frida: Una mirada crítica. Cidade do México: Editorial Planeta Mexicana, 2007. HERRERA, Hayden. Frida: a biografia. São Paulo: Globo, 2011. JAMIS, Rauda. Frida Kahlo. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2015. KAHLO, Frida. O diário de Frida Kahlo: um autorretrato íntimo. 3ª ed. Rio de Janeiro: José Olumpio, 2012. PERES, Urânia Tourinho. Frida Kahlo: dor e arte. Salvador: Colégio Psicanálise da Bahia, 2007. Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #39 Infância em Frida Kahlo. Locução Marcelo de Souza Silva e Silvia Mello. [S.l.] Portal Deviante, 20/04/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=46109&preview=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Albino Vieira, Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 55Fronteiras no Tempo: #55 Para que serve um Museu?
Olá, amigos e amigas do Fronteiras no Tempo! Afinal, para que serve um museu? É com esta pergunta que partimos para um papo com a profa. Dra. Janaína Mello (UFS), uma grande pesquisadora da área e profunda conhecedora de vários museus mundo afora. Os museus são espaços que guardam parte do legado produzido pelos humanos ao longo do tempo, seja para mostrar suas conquistas, sua identidade, uma história ou até mesmo para que possamos vislumbrar o futuro. Existe museu de tudo, todo mundo já foi a um museu, mas será que compreendemos a importância destas instituições? Venha refletir conosco sobre este tema! Neste episódio: Entenda como surgiram os museus e como foram se transformando no que são hoje. Reflita sobre as questões que envolvem a museologia e como atua o profissional desta área para ampliar as experiências de quem visita estes espaços. Compreenda as relações entre os museus, a história, as identidades sociais e culturais. Se surpreenda com a diversidade de tipos de museus e com as histórias que eles contam. Por fim, pense conosco acerca da importância destas instituições e como elas servem a um propósito fundamental para a constituição de uma sociedade consciente de toda a diversidade das produções dos homens e mulheres ao longo do tempo. #OPodcastÉdelas2021 – https://opodcastedelas.com.br/ Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de várias formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais da Nossa Convidada Janaina Mello Bacharel e Licenciada em História (UERJ, 1997), Especialista em História Contemporânea (UFF, 2000), Mestre em Memória Social (UNIRIO, 2001), Doutora em História Social (UFRJ, 2009) com período de pesquisa sanduíche na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Portugal (FLUP, 2008). Pós-Doutoranda em Estudos Culturais (PAAC-UFRJ, 2014-2018). Professora Adjunta na Universidade Federal de Sergipe (UFS). Foi professora do PROARQ – Mestrado em Arqueologia da UFS (Linha: Arqueologia Histórica) de 12/2010 a 07/2014. Foi professora do PROHIS – Mestrado em História da UFS (Linha: Cultura, Memória e Identidade) de 01/2012 a 04/2015. Foi professora do PPGH – Mestrado em História da UFAL (Linha: Cultura, Representações e Historiografia) de 01/2012 a 07/2019 e é professora do PROFHISTÓRIA ? Mestrado em Ensino de História da UFS (Linha: Saberes Históricos em Diferentes Espaços de Memória) desde 2015. Coordenou a área de Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes da Comissão Coordenadora do Programa de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (COMPITEC-CINTTEC/UFS) de 29/07/2014 até 2018. Foi membro da Comissão de Projetos de Bolsas de Iniciação Científica (COMPIBIC-POSGRAP/UFS) de 2014 a 2018. Investigadora na Rede de Estudos de Geografia, Género e Sexualidade Ibero Latino-Americana (REGGSILA) da Universidad Autónoma de Barcelona desde 2014. Em 2015 integrou o Processo de Avaliação no PNLD/2016 – História (MEC). Consultora de Tecnologias Sociais do Museu Bacia do Paraná (UEM) de 2016-2018. Coordenou o COMFOR ? Formação Continuada em Educação Básica ? UFS, de 2017 a 2019. Mestre em Turismo no PPMTUR-IFS, área de Gestão de Destinos Turísticos: Sistemas, Processos e Inovação (DTPI), concluído em 2018. Ganhadora do Prêmio Prof. Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, 2016, categoria Economia Criativa e do Prêmio do Itaú Cultural para pesquisas em Economia da Cultura, 2017-2018. Pesquisadora Multidisciplinar por excelência com ênfase na área do Patrimônio Cultural, Turismo, Museus, Desenvolvimento Sustentável, Ensino de História e Tecnologias Sociais. Membro do Comitê Científico do II Congreso Iberamericano de Turismo y Responsabilidad Social (CITURs 2018), Universidade da Coruña (Galicia-España); Membro do Comitê Científico da 4th International Conference on Advanced Computing (ADCOM 2018) em Copenhagen, Denmark e da 5th International Conference on Advanced Computing (ADCOM-2019) em Chennai, India; Membro da Red de Cooperación Académica en la Cátedra Patrimonio Cultural Inmaterial de Latinoamérica y el Caribe/UNESCO, em universidades na Argentina e/ou Colômbia. É Coordenadora do Mestrado Profissional em Ensino de História (ProfHistória/UFS) desde 08/2019. E-mail: [email protected] Mencionado no Episódio Museus do Rio Google Arts & Culture Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #55 Para que serve um museu?. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Janaina Mello e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 31/03/2021. Podcast. Disponível em http://www.deviante.com.br/?p=45689&preview=true Material complementar Referências Sites https://historiadamuseologia.blog/ Museus

S4 Ep 2Fronteiras no Tempo: Historicidade #38 Ensino de História e tecnologias digitais
Neste segundo episódio da 4ª temporada do Historicidade, no mês em que #opodcastédelas, recebemos a professora e historiadora Vanessa Spinosa (UFRN) para um papo sobre Ensino de História e tecnologias ditais. Todas as professoras e professores, historiadoras e historiadores estão há um bom tempo se envolvendo cada vez mais nas questões que envolvem a forma como aprendemos sobre o passado, seja na escola ou fora dela. E nesse contexto, a difusão das comunicações com o uso de tecnologias digitais tem papel central na nossa reflexão sobre as formas de melhorar a qualidade de ensino. Venham conosco conhecer estas reflexões e ações! Neste episódio: Conheça as reflexões sobre as relações do ensino de história com as tecnologias digitais; entenda algumas das questões levantadas nas últimas décadas, veja como se relacionam com a formação de professores no ensino universitário e a atuação destes nas salas de aula nos demais níveis de ensino; compreenda de que forma as pesquisas têm ensejado a criação de formas mais interessantes de ensinar história, aproveitando-se da expansão das comunicações via tecnologias digitais. Por fim, reflita sobre os obstáculos enfrentados por professoras e professores neste processo de mudança nas maneiras de ensinar, e surpreenda-se com os resultados que vêm sendo alcançados e as implicações para o futuro deste campo. #OPodcastÉdelas2021 – https://opodcastedelas.com.br/ Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais do nosso convidada Vanessa Spinosa Currículo Lattes Instagram: @metaclio Twitter: @missspinosa Facebook: vanessa.spinosa Produção do convidada SPINOSA, Vanessa. Ciberespaço, letramento e docência: experiência com TDIC’s no Ensino de História. In: Oliveira, Airan Borges de. Costa, Maria da Conceição da Silva (orgs). História em jogo : as questões do tempo presente e os desafios do ensino de história. São João de Meriti, RJ : Desalinho, 2020. SPINOSA, Vanessa. Experiência interdisciplinar com TDICs no ensino superior: o projeto de ensino no âmbito da história. In: Educação e tecnologias [recurso eletrônico] : experiências, desafios e perspectivas 3, 2019. SPINOSA, Vanessa. Há Futuro para o Passado? Experiência Interdisciplinar com TDICs no Ensino Superior. ANAIS do III Congresso sobre Tecnologias na Educação. Fortaleza, 2018. pp. 173-181. (ISSN 1613-0076 Vol 2185). Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado Ensino de História no Brasil FERREIRA, Marieta De Moraes; Oliveira, Margarida Maria Dias de (coords.). Dicionário de Ensino de História. RJ: FGV, 2019. SCHMIDT, Maria Auxiliadora Moreira dos Santos. História do ensino de História no Brasil: uma proposta de periodização. Revista História da Educação, v. 16, n. 37, p. 73-91, 2012. COSTA, Aryana Lima; OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. O ensino de história como objeto de pesquisa no Brasil: no aniversário de 50 anos de uma área de pesquisa, notícias do que virá. Saeculum–Revista de História, João Pessoa, n. 16, p. 147-160, 2007. Ensino de História e Ciberespaço BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia – de Gutenberg à internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. LÉVY, Pierre. O que é o Virtual?. Editora 34, 2003. MALERBA, Jurandir. Os historiadores e seus públicos: desafios ao conhecimento histórico na era digital. Revista Brasileira de História, v. 37, n. 74, 2017. MAYNARD, Dilton. Escritos sobre história e internet. Rio de Janeiro: FAPITEC/Luminárias, 2011. MAYNARD, Dilton Cândido Santos; SOUZA, Josefa Eliana (orgs). História, Sociedade, Pensamento Educacional: experiências e perspectivas, Rio de Janeiro: Autografia, 2016. PONS, Anaclet. El desorden digital: guía para historiadores y humanistas. Madrid : Siglo XXI, 2013. DUDENEY, G.; HOCKLY, N.; PEGRUM, M. Letramentos digitais. São Paulo: Parábola, 2016. FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação?. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 2014. Outras mídias: @batepapoensinodehistoria Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #38 Ensino de História e tecnologias digitais. Locução Marcelo de Souza Silva, Vanessa Spinosa e Cesar Agenor F. da Silva. [S.l.] Portal Deviante, 09/03/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=45305&preview=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Albino Vieira, Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henriq

Ep 54Fronteiras no Tempo #54 Mitos da escravização
Estamos de volta com o Fronteira no Tempo! E desta vez C. A. e Marcelo Beraba vão debater com vocês a respeito de alguns dos mitos que cercam o processo de escravização dos africanos ocorrido entre os séculos XVI e XIX. Diante de um tema bastante complexo as pesquisas historiográficas têm encontrado cada vez mais formas de entender as relações dentro do sistema escravista, porém, ainda são muitos os enganos e interpretações equivocadas povoando a nossa visão sobre este passado. Venham conosco em mais essa viagem ao pretérito, sempre de olho nas questões do presente em relação a este tema. Neste episódio: Entenda os significados da escravidão moderna e as diferenças entre regime e os que existiram em outras sociedades. Reflita sobre o processo de escravização como forma de criação de relações sociais, políticas e culturais no mundo moderno e contemporâneo. Entenda como se desenvolveram as pesquisas históricas, as principais interpretações e autores, e de que forma essas leituras sobre a escravidão moldaram nossa identidade nacional. Analise como a escravidão se relaciona com o desenvolvimento do sistema capitalista. Conheça o processo do tráfico negreiro e, ainda, as diferenças entre a escravidão que existia em África e a que foi sendo criada pela demanda europeia por mão-de-obra. Se surpreenda ao perceber como um sistema que terminou há tanto tempo ainda traz consequências graves para todo o conjunto da sociedade brasileira e, também, de todas as regiões que formavam o que hoje em dia conhecemos como mundo atlântico. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de várias formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Mencionado no Episódio “2º CURSO DE INTRODUÇÃO À HISTÓRIA PÚBLICA” https://doity.com.br/historiapublica Comissão Pró-Índio de São Paulo https://cpisp.org.br/ Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #54 Mitos da escravização. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 17/02/2021. Podcast. Disponível em http://www.deviante.com.br/?p=44900&preview=true Material complementar Referências ALENCASTRO, L. F. DE. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Cia das Letras, 2000 CHALHOUB, S. A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil oitocentista. São Paulo: Cia das Letras, 2012. COSTA E SILVA, Alberto da. Um Rio Chamado Atlântico: a África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: UFRJ, 2005. FLORENTINO, M. Em costas negras: uma história do tráfico de escravos entre a África e o Rio de Janeiro (séculos XVIII e XIX). São Paulo: Ed. Unesp, 2014. RODRIGUES, Jaime De Costa a Costa: escravos, marinheiros e intermediários do tráfico negreiro de Angola ao Rio de Janeiro (1780-1860). São Paulo: Cia das Letras, 2005. SILVA, Ligia Osório. Terra devolutas e latifúndios: efeito da lei de terras de 1850. Campinas: Unicamp, 1996. THORTON, John. A África e os africanos na formação do mundo atlântico (1400-1800). Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. COSTA, E. V. Da senzala à colônia. 4a ed. São Paulo: Ed. Unesp 1998. FERNANDES, Florestan. O negro no mundo dos brancos. 2a ed. São Paulo: Global, 2007. FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. 43.ed. Rio de Janeiro, São Paulo: Record, 2001. GENOVESE, Eugene D. A terra prometida: o mundo que os escravos criaram. São Paulo: Paz e Terra, 1988. NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. São Paulo: Perspectivas, 2016. ROSSI, Amanda. Abolição da escravidão em 1888 foi votada pela elite evitando a reforma agrária, diz historiador. BBC Brasil, São Paulo, 13 de mai., 2018. Diponível em: <<https://bbc.in/2KTy5OR>> (entrevista com Luís Felipe de Alencastro) SCHWARCZ, L. M. Por que temos poucos memoriais de abolição da escravidão? Nexo Jornal, 9 de abr., 2018. – https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-que-temos-poucos-memoriais-de-aboli%C3%A7%C3%A3o-da-escravid%C3%A3o SCHWARCZ, L. M. STARLING, H. Brasil: uma biografia. São Paulo: Cia das Letras, 2015. SCHWARCZ, L. M; Gomes, Flávio. O passado e o presente: os sentidos da escravidão. [Vídeo] https://www.nexojornal.com.br/video/video/O-passado-presente-os-sentidos-da-escravid%C3%A3o SCHWARTZ, Stuart. Escravos, roceiros e rebeldes. Bauru, SP: Edusc, 2001. SKIDMORE, Thomas. Preto no Branco: raça e nacionalidade no pensamento brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 2012. FRANÇA, J. M. C. FERREIRA, R. A. Três vezes Zumbi: a construção de um herói brasileiro. São Paulo: Três Estrelas, 2012. GOMES, F. S. De olho em zumbi dos palmares: histórias, símbolos e memória social. São Paulo: Claro Enigma, 2011. GOMES, F. S.; DOMINGUES, P. (orgs.). Políticas da

S4 Ep 1Fronteiras no Tempo: Historicidade #37 Elites e trabalho escravizado no sul do Brasil
A história da escravização dos africanos no Brasil está intrinsicamente ligada à formação e consolidação de uma elite política e econômica que, por muitas décadas – e por que não dizer, até hoje – definiu os rumos do país ao mesmo tempo em que acumulava grandes fortunas. Para falar dessa interseção entre diversos aspectos da vida brasileira no passado, especialmente na fronteira sul, recebemos o Prof. Dr. Jonas Moreira Vargas (UFPEL). Venham conhecer essas histórias conosco! Neste episódio: Conheça a importância dos trabalhos historiográficos sobre a atuação dos grupos de elite na história e entenda de que forma eles nos ajudam a entender o país. Conheça a indústria do charque que se desenvolveu no Rio Grande do Sul durante o século XIX, como seus produtores ganharam status de elite e de que forma atuavam no cenário político nacional. Entenda como os estudos historiográficos têm dimensionado a riqueza gerada na economia do charque. Surpreenda-se com o papel que a escravização africana teve neste desenvolvimento e como este produto alcançou impactos em todo o mundo atlântico. Por fim, conheça o trabalho e as reflexões que os historiadores fazem quando estão desenvolvendo uma pesquisa e como vai se desenrolando um emaranhado de situações e processos diferentes que formam um quadro cada vez mais completo do passado brasileiro. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] [email protected] Saiba mais do nosso convidado Jonas Vargas Currículo Lattes – http://lattes.cnpq.br/6511913807881617 e-mail: [email protected] Produção do convidado VARGAS, Jonas. Entre a paróquia e a Corte: os mediadores e as estratégias familiares da elite política do Rio Grande do Sul. Santa Maria: Ed. da UFSM/Anpuh-RS, 2010. VARGAS, Jonas. “Os Barões do charque e suas fortunas”: um estudo sobre as elites regionais brasileiras a partir de uma análise dos charqueadores de Pelotas (RS, século XIX). São Leopoldo: Editora Oikos, 2016. Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado CHALHOUB, Sidney. Visões da Liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na corte. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 1990. FRAGOSO, João L. R. Homens de Grossa Aventura: acumulação e hierarquia na praça mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998. FLORENTINO, Manolo. Em costas negras: uma história do tráfico atlântico de escravos entre a África e o Rio de Janeiro (séculos XVIII e XIX). São Paulo: Companhia das Letras, 1997. MARCONDES, Renato. Desigualdades regionais brasileiras: comércio marítimo e posse de cativos na década de 1870. Tese de livre-docência. Ribeirão Preto, USP, 2005. MATTOS, Hebe. Das cores do silêncio: os significados da liberdade no Sudeste escravista (Brasil, século XIX). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1995. Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #37 Elites e trabalho escravizado no sul do Brasil. Locução Marcelo de Souza Silva e Jonas Vargas. [S.l.] Portal Deviante, 03/02/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=44482&preview=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

S3 Ep 12Fronteiras no Tempo: Historicidade #36 Neuromitologia
O Historicidade encerra sua terceira temporada com mais uma entrevista especial e interdisciplinar: conversamos com o professor Doutor Hertz Wendel de Camargo, do curso de comunicação social da UFPR, sobre Neuromitologia. Venham conosco nessa viagem pelas ciências humanas e biológicas para entender o que vem sendo estudado neste campo de estudos! Neste episódio: Conheça as relações que os pesquisadores vêm fazendo entre a neurociência e as ciências humanas e sociais. Entenda as principais questões levantadas no campo da comunicação social e as relações com a antropologia e a história do consumo. Reflita conosco, por fim, sobre os impactos destes processos de investigação para a nossa compreensão da sociedade. Arte da Vitrine Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Saiba mais do nosso convidado Hertz Wendel de Camargo Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2778413245735367 Facebook: hertzwendell e Linked In = Hertz Wendell http://www.hertzwendell.com.br/ e-mail: [email protected] Produção do convidado e indicações bibliográficas sobre o tema abordado Mito e filme publicitário: estruturas de significação, Hertz Wendel de Camargo (livro, 2013) EAGLEMAN, D. Cérebro, uma biografia. Rio de Janeiro: Rocco, 2017 DAMASIO, A. E o cérebro criou o homem. São Paulo: Cia das Letras, 2011 DAMASIO. A. A estranha ordem das coisas. São Paulo: Cia das Letras, 2018. LINDSTROM, M. A lógica do consumo. São Paulo: Harper-Collins, 2018. LINDSTROM, M. Brandsense: segredos sensoriais por trás das coisas que compramos, São Paulo: Bookman, 2011 Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #36 Neuromitologia. Locução Marcelo de Souza Silva e Hertz Wendel de Camargo. [S.l.] Portal Deviante, 12/01/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=44055&preview=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fronteiras no Tempo #53: Especial de Natal - A Vida de Brian
É Natal aqui no Fronteiras e para encerrar esse ano mais do que atípico nós resolvemos que era o momento ideal para discutirmos um dos nossos filmes de comédia prediletos: A vida de Brian, do grupo inglês Monty Phyton, 1979. Esta obra causou muita polêmica quando do seu lançamento, pois o enredo acompanha um personagem, Brian, que viveu na mesma época que Jesus Cristo. Em meio à ocupação do Império Romano, o grupo de humor criou um filme que traz divertidas situações com referências históricas e com o olhar muito preciso para o nosso tempo, fazendo possível traçar vários paralelos. Recebemos como convidado o jornalista Thiago Meister Carneiro, o “quase maior especialista” na obra do Monty Phyton no Brasil, além de um convidado surpresa ao final. Venham conosco se divertir e refletir sobre cinema e História neste nosso Especial de Natal Fronteiras no Tempo. Neste episódio: Conheça a história do grupo Monty Phyton, seus trabalhos para a TV e filmes anteriores ao “Vida de Brian”. Conheça como cada uma das suas obras traz questões importantes para refletirmos sobre o contexto político e social dos britânicos nos anos 1970, mesmo que estivessem falando de épocas distintas, como a idade antiga e medieval, por exemplo. Reflita conosco sobre questões históricas levantadas pela obra e como elas dialogam com uma percepção geral acerca destes períodos e com a própria história do cristianismo. Se surpreenda com as repercussões quando do lançamento do filme e a polêmica especialmente entre os grupos religiosos. Por fim, divirta-se conosco enquanto contamos e analisamos as principais – e mais engraçadas – partes do filme! Arte da Capa Mencionado no Episódio Thiago Meister Carneiro A História (quase) Definitiva de Monty Python Site: www.andartolo.com Twitter: @andartolo Insta: @andartolo Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Divulgação Científica Instituto Contexto promove o curso: ‘A profissão e o papel do historiador’ Estão abertas as inscrições. O curso abordará os desafios colocados para o exercício das atividades profissionais nessa área e mostrará a conexão entre o conhecimento histórico e o papel que cabe aos professores e pesquisadores de História. As inscrições podem ser feitas no site: https://www.institutocontexto.com.br/courses/a-profissao-e-o-papel-do-historiador Duração: Seis horas – sendo 2 horas em aulas ao vivo (Live) e 4 horas em conteúdo gravado disponível na plataforma do curso; O curso ocorrerá a partir de 11/01/2021 Os inscritos receberão também: – 01 exemplar de Práticas de pesquisa em história autografado pela professora Tania Regina de Luca; – Cupom de desconto de 50% para compras em livros no site da Editora Contexto (até o limite de 500 reais líquidos); – Os alunos que cumprirem o programa poderão baixar o certificado de conclusão diretamente no site. Professores: Marcos Napolitano (professor titular da USP) Pedro Paulo Funari (professor titular da Unicamp) e Tania Regina de Luca (professora livre-docente da Unesp); Coordenação pedagógica: Jaime Pinsky (professor, historiador e editor da Contexto); Mediação do curso: Ana Paula Tavares (Mestra em História e editora do site Café História) Para quem é o curso? Profissionais em início de carreira na área de História Para quem acabou de se formar e quer conhecer mais sobre as possíveis atuações do historiador. Interessados em geral Para quem gosta de História e quer se aprofundar nos debates sobre o que caracteriza a profissão e seus caminhos. Inscrições: De 25 de novembro a 14 de janeiro. Investimento: R$ 390,00 (em até 10x sem juros); Jaime Pinsky explica porque devemos estudar História e apresenta o projeto do curso: https://youtu.be/ER2hiiPJSX8 Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #53 Especial de Natal – A vida de Brian. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Thiago Meister Carneiro e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 22/12/2020. Podcast. Disponível em http://www.deviante.com.br/?p=43665&preview=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY, Instagram Contato [email protected] Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos

S3 Ep 11Fronteiras no Tempo: Historicidade #35 Família Escrava
Existem muitas formas de família e é sabido que a configuração de redes de afetividade deste tipo é essencial para todo ser humano e os historiadores não poderiam negligenciar esse aspecto da vida das pessoas africanas que foram escravizadas ao longo dos séculos de nossa história. A família escrava, portanto é um tema de fundamental importância para entender as estratégias de sobrevivência e resistência dos cativos, além de mostrar que eles buscavam e conseguiam certa autonomia em suas ações, independente de continuarem na terrível condições de escravizados. Conversamos com o Prof. Dr. Jonis Freire (UFF), um dos maiores especialistas no tema. Venham conosco conhecer melhor estas histórias! Neste episódio: Compreenda como a pesquisa histórica sobre temas que parecem consolidados podem nos surpreender e mostrar como esta ciência é viva e está em constante transformação. Entenda os papeis, as formas, as variedades e , sobretudo, os afetos existente no seio das famílias que os escravizados formaram ao longo do tempo na América portuguesa e no Brasil imperial. Surpreenda-se ao descobrir como o conceito de sociedades escravistas contribuí para ampliar nossos olhares sobre o nosso passado e os desdobramentos destas relações em nossos dias. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Saiba mais do nosso convidado Jonis Freire Currículo Lattes e-mail: [email protected] Jonis Freire: Quem pesquisa o que na UFF? Produção do convidado FREIRE, Jonis; CARULA, Karoline (Org.). Raça, gênero e classe: trabalhadores(as) livres e escravizados(as) no Brasil (no prelo). Rio de Janeiro: Mauad X, 2020. FREIRE, Jonis; SECRETO, Maria Verónica (Org.). Formas de Liberdade: Gratidão, condicionalidade e incertezas no mundo escravista nas Américas (México, Cuba, Porto Rico, Santo Domingo, Caribe Francês, Brasil e Argentina). Rio de Janeiro: Mauad, 2018. FREIRE, Jonis; CHALHOUB, Sidney; ABREU, Martha; RIBEIRO, Gladys Sabina (Org.). Escravidão e cultura afro-brasileira: temas e problemas em torno da obra de Robert Slenes. Campinas: Editora da Unicamp, 2016. FREIRE, Jonis. Escravidão e Família Escrava na Zona da Mata Mineira Oitocentista. São Paulo: Alameda, 2014. AMANTINO, Marcia ; RODRIGUES, Claudia ; ENGEMANN, Carlos ; FREIRE, Jonis. Povoamento, catolicismo e escravidão na antiga Macaé (séculos XVII ao XIX). Rio de Janeiro: Apicuri, 2011. Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado SLENES, Robert. Na senzala uma flor: esperanças e recordações na formação da família escrava, Brasil sudeste, século XIX. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora da Unicamp, 2011. ROCHA, Cristiany Miranda. Histórias de famílias escravas: Campinas, século XIX. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2004. REIS, Isabel Cristina Ferreira dos. Histórias de vida familiar e afetiva de escravos na Bahia do século XIX. Salvador: Centro de Estudos Baianos, 2001. MATTOS, Hebe Maria. Das Cores do Silêncio. 3. ed. Campinas: UNICAMP, 2013. FLORENTINO, MANOLO; GÓES, J. R. . A Paz das Senzalas (Famílias Escravas e Tráfico Atlântico, Rio de Janeiro, c. 1790-c. 1850). 2. ed. São Paulo: Editora UNESP, 2017. PETIZ, Silmei. Caminhos Cruzados: Famílias e Estratégias Escravas na Fronteira Oeste do Rio Grande de São Pedro (1750-1835). São Paulo: Baraúna, 2020. ROCHA, Solange Pereira. Gente Negra na Paraíba Oitocentista: população, família e parentesco espiritual. São Paulo: Editora da Unesp, 2009. Podcasts relacionados Fronteiras no Tempo: Historicidade #26 Direitos Humanos e Racismo Fronteiras no Tempo: Historicidade #21 Relações étnico raciais e educação no Brasil Fronteiras no Tempo: Historicidade #18 – Negros escravizados na guerra civil Farroupilha Fronteiras no Tempo: Historicidade #16 Guarda Nacional no Império do Brasil Fronteiras no Tempo #36: Zumbis, História e Consciência Negra Fronteiras no Tempo #33: Inquisição Fronteiras no Tempo #30: Abolição da Escravidão Fronteiras no Tempo: Historicidade #7 História da África e da cultura afrobrasileira Fronteiras no Tempo #19 – Tráfico Negreiro Fronteiras no Tempo #4 – Raça e Racismo no Brasil Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #35 Família Escrava. Locução Marcelo de Souza Silva, Jonis Freire, Cesar Agenor Fernandes da Silva. [S.l.] Portal Deviante, 03/12/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=43315&preview=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade

Ep 52Fronteiras no Tempo #52 Imigração no Brasil
O Fronteiras no Tempo viajou para o Brasil dos séculos XIX e primeiras décadas do XX junto com os milhões de imigrantes que aqui aportaram em busca do sonho por terras e liberdade. Mas a realidade foi bem diferente e vários obstáculos surgiram nas trajetórias destes grupos ao longo do tempo. A imigração também é parte de uma história que foi pensada pelos intelectuais e burocratas do Império: quais imigrantes trazer, o que eles fariam por aqui e como contribuiriam para tornar o Brasil uma nação “moderna e civilizada”. Sobre tudo isso C. A. e Beraba conversaram. Venham ouvir esse papo! Neste episódio Conheça o que é migração, imigração e emigração e como os historiadores trabalham com estes temas. Entenda os principais motivos que levaram à criação de políticas de atração de imigrantes para o país, surpreenda-se com o que planejavam os burocratas do Estado Imperial. Compreenda a relação entre a imigração e o trabalho escravizado. Conheça a história de diversos povos que vieram para o Brasil, os choques culturais, as influências de variados tipos – o CA e o Beraba se empolgaram pra falar sobre comidas haha – por fim, compreenda as razões por que estudar este tema é tão importante para a História do Brasil. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #52 Imigração no Brasil. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 11/11/2020. Podcast. Disponível em http://www.deviante.com.br/?p=42587&preview=true Material complementar Podcast Fronteiras no Tempo: Historicidade #4 Histórias da Imigração no Brasil Sites Museu da Imigração: https://museudaimigracao.org.br/ Livros ALENCASTRO, Luiz Felipe de. RENAUX, Maria Luiza. Caras e modos dos migrantes e imigrantes. IN: _____. (org) História da vida privada no Brasil. Império. São Paulo: Cia das Letras, 1997. ALVIM, Zuleika. Imigrantes: a vida privada dos pobres no campo. IN: SEVCENKO, Nicolau. História da Vida privada no Brasil. República. São Paulo: Cia das letras, 1997. FAUSTO, Boris. (org). Fazer a América. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 2ª ed., 2000. COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república: momentos decisivos. São Paulo: Unesp, 2010 Artigos PEREZ MELENDEZ, José Juan. Reconsiderando a política de colonização no Brasil Imperial: os anos da Regência e o mundo externo. Rev. Bras. Hist., São Paulo , v. 34, n. 68, p. 35-60, dez. 2014 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-01882014000200003&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 09 nov. 2020. http://dx.doi.org/10.1590/S0102-01882014000200003. OLIVEIRA, Márcio de. Origens do Brasil meridional: dimensões da imigração polonesa no Paraná, 1871-1914. Estud. hist. (Rio J.), Rio de Janeiro , v. 22, n. 43, p. 218-237, jun. 2009 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-21862009000100012&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 09 nov. 2020. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-21862009000100012. FREITAS, Nelly de. Retrato de mulheres migrantes: o perfil socioeconômico e as trajetórias das imigrantes madeirenses no Estado de São Paulo, 1886-1899. História, Franca , v. 33, n. 2, p. 288-306, dez. 2014 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742014000200288&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 09 nov. 2020. http://dx.doi.org/10.1590/1980-436920140002000014. SCHULZE, Frederik. A constituição global da nação brasileira: questões de imigração nos anos 1930 e 1940. Hist. cienc. saude-Manguinhos, Rio de Janeiro , v. 21, n. 1, p. 237-246, mar. 2014 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702014000100237&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 09 nov. 2020. Epub 25-Out-2013. https://doi.org/10.1590/S0104-59702013005000014. Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara A

S3 Ep 10Fronteiras no Tempo: Historicidade #34 Ofensas verbais e conflitos na história
Neste episódio do Historicidade, o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo, conversamos com o Professor Doutor Deivy Ferreira Carneiro (UFU), sobre as ofensas verbais e os conflitos na História. O ato de ofender alguém com palavras ou xingamentos sempre esteve presente na atuação da justiça criminal, e hoje, por meio dos documentos produzidos na repressão a esses crimes, podemos entender o que significava esta ação, os conflitos que desencadeava e, ainda, vários outros aspectos da história cotidiana das sociedades passadas. Nesta entrevista: Entenda como o historiador trabalha com as fontes da justiça criminal e quais são os caminhos para compreender os conflitos e ofensas verbais naqueles documentos. Conheça os tipos de xingamentos estudados e porque alguns ofendiam mais do que outros. Surpreenda-se com a relevância que um ataque verbal poderia ter no início e/ou no desenrolar de um conflito e, ainda, saiba por que se fazia questão de que fossem punidos os que cometiam este delito. Por fim, reflita conosco sobre o papel da justiça criminal no contexto social e político brasileiro do século XIX e XX e em como a atuação dos seus agentes, em interação com a sociedade, ajudaram a conformar formas de comportamentos e valores. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Saiba mais do nosso convidado Deivy Ferreira Carneiro Currículo Lattes Produção do convidado CARNEIRO, Deivy F. A Microstoria italiana e os desafios biográficos na historiografia recente (1980-2000). Locus: Revista de História, v. 26, p. 211-234, 2020. CARNEIRO, Deivy F.. Norbert Elias e a história da violência no Brasil. ArtCultura_Revista de História, Cultura e Arte Uberlândia, v. 19, p. 189-206, 2017. CARNEIRO, Deivy F.. Micro-história e uma análise da relação entre a população e a justiça criminal. In: Maíra Vendrame e Alexandre Karsburg. (Org.). Micro-história: um método em transformação. 1ed.São Paulo: Letra e Voz, 2020, v. 1, p. 309-336. CARNEIRO, Deivy F. Microanalise e o Leviata: uma homenagem a Antonio Manuel Hespanha.. In: Diego Nunes; Gustavo Ferreira Santos; Jonatan de Jesus Oliveira. (Org.). Linhas Juridicas do Triangulo: estudos em homenagem ao Professor Antonio Manuel Hespanha.. 1ed.Uberlândia: LAECC, 2020, v. 1, p. 37-57. CARNEIRO, Deivy F.. Bares, jogatinas e cultura popular na Zona da Mata mineira (1854-19410. In: Cleber Dias; Maria Cristina Rosa. (Org.). História do Lazer nas Gerais. 1ed.Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2019, v. 1, p. 113-136. CARNEIRO, Deivy F.. Micro-História, História do Crime e da justiça Criminal: um diálogo possível e desejado. In: Maíra I. Vendrame; Cláudia Mauch; Paulo Roberto S. Moreira. (Org.). Crime e Justiça: reflexões, fontes e possibilidades de pesquisa. 1ed.São Leopoldo: Editora da Unisinos, 2018, p. 33-66. CARNEIRO, Deivy F.. Os usos da biografia pela micro-história italiana: interdependência, biografias coletivas e network analysis. In: Alexandre de Sá Avelar; Benito Bisso Schmidt. (Org.). O que pode a Biografia. 1ed.São Paulo: Letra e Voz, 2018, v. 1, p. 33-58. CARNEIRO, Deivy F.. Apontamentos para uma História Eliasiana da violência no Brasil. In: Célia Nonata Silva; Francisco Linhares Fonteles Neto. (Org.). Discere criminum: crime, violência e poder – uma abordagem nacional. 1ed. Maceió: Imprensa Oficial Graciliano Ramos, 2017, v. , p. 111-144. CARNEIRO, Deivy F. Uma Justiça que seduz? Ofensas verbais e conflitos comunitários em Minas Gerais (1854-1941). 1. ed. Jundiaí: Paco Editorial, 2019. v. 1. 368p . CARNEIRO, Deivy F.; Bretas, Marcos Luiz ; Rosemberg, André . História, violência e criminalidade: reflexões temáticas e narrativas regionais. 1. ed. Uberlândia: Edufu, 2015. v. 1. 332p Indicações bibliográficas sobre o tema abordado GARRIOCH, David. Insultos verbais na Paris do século XVIII. In: BURKE, Peter & PORTER, Roy. História social da linguagem. São Paulo: Edunesp, 1997, p. 121. FLYNN, Charles. Insult and society: patterns of comparative interaction. Port Washington / New York: Kennikat Press. 1977, p. 3-6. LEACH, Edmund. “Aspectos antropológicos da linguagem: categorias animais e insulto verbal”. In: DA MATTA, Roberto (org). Edmund Leach. Coleção grandes cientistas sociais. São Paulo: Ática, 1983, p. 170-98. BURKE, Peter. “L’art de l’insulte en Italie aux XVie et XVIIe siècles”. In: DELUMEAU, Jean. Injuries et Blasphemes. Mentalites: Histoire dês cultures et dês sociétés. Vol. 2. Éditions Imago, 1989 PITT-RIVERS, Julian. “Honra e posição social”. In: PERISTIANY, J. G. Honra e Vergonha: valores das sociedades mediterrânicas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, s/d. WADDAMS, S. M. Sexual Slander in 19th century England: defamation in the ecclesiastical courts. 1815-1855. Toronto: University of Toronto Press, 2000. SHOEMAKER, Robert. “The Decline of Public Insult i

Ep 51Fronteiras no Tempo #51 O Absolutismo
Afinal o que é o Absolutismo? “Poder concentrado nas mãos dos reis!”, eis a resposta que você provavelmente pensou, e não está incorreta… mas há mais história ai, claro. Este é um tema de destaque no ensino básico do qual muitos de nós guardamos na memória especialmente a imagem de Luís XIV, o rei sol, da França, cujo modelo de absolutismo acabou, erroneamente, sendo generalizado para diferentes países e contextos históricos europeus. Como tudo que tratamos aqui no Fronteiras, vocês poderão entender que essa não é uma história assim tão simples – mas que também não é difícil de entender! Venham conosco nessa jornada de conhecimento e reflexões até os primórdios da modernidade europeia em busca das origens e das características do sistema absolutista! Neste episódio Descubra quais são as caraterísticas do absolutismo e entenda a relevância deste conceito para a nossa história. Conheça quais as teorias desenvolvidas pelos historiadores para explicar o surgimento deste regime na Europa ocidental, entenda o papel da Igreja e do contexto econômico e social neste processo. Analise conosco algumas das ideias dos principais pensadores do absolutismo e descubra como justificavam a concentração de poderes nas mãos dos monarcas. Por fim, entenda como eram as diferentes dinâmicas deste sistema de governo em diversas regiões europeias, quais eram e como funcionavam as limitações aos poderes reais. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #51 O Absolutismo. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 22/09/2020. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=41681&preview=true Material Complementar Podcasts Fronteiras no Tempo #20 – Reformas Protestantes Fronteiras no Tempo #18 – Grandes Navegações Fronteiras no Tempo #33: Inquisição Fronteiras no Tempo #37 A Conquista da América Fronteiras no Tempo #47 Os Piratas SciCast #190: Estado e Nação Guerra dos 30 anos (SciCast #375) Renascença (SciCast #385) Leonardo da Vinci (SciCast #353) Livros e Artigos ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. 3.ed. São Paulo: Brasiliense, 1998. BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, N.; PARQUINO, G. Dicionário de política. Brasília: UnB, 1998. BURKE, Peter. A fabricação do Rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994 CAMPOS, Wellington José. O Absolutismo e a formação dos Estados Nacionais. História, imagem e narrativas, n.8, abr., 2009. DARNTON, Robert. Poesia e Polícia. São Paulo: Cia das Letras, 2014. HILL, Christopher. O mundo de ponta cabeça: ideias radicais durante a revolução inglesa de 1640. São Paulo: Cia das letras, 1997, 481p. HOBBES, T. Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2019. MAQUIAVEL, N. O príncipe. São Paulo: Edpro, 2018. MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2011 [Coleção Livros que mudaram o mundo] MORE, Thomas. A Utopia. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2011 [Coleção Livros que mudaram o mundo] SILVA, K. V. SILVA, M. H. Dicionário de conceitos históricos. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 2005. THOMPSON, E. P. Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular e tradicional. São Paulo: Cia das Letras, 1998. WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 15.ed. São Paulo: PIONERIA, 2000. 233p WELFFORT, Francisco (org). Os clássicos da política. 14.ed. São Paulo: Ática, 2.v., 2006. v.1 e v.2 Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

S3 Ep 9Fronteiras no Tempo: Historicidade #33 Política no Império Romano tardo-antigo
A história de Roma, da República ao Império, exerce grande encanto sobre muitos historiadores, juristas e entusiastas da história. Para conversar conosco sobre essa temática, especialmente sobre um momento específico do Império Romano, situado no limite entre o que convencionamos chamar, para fins didáticos, de História Antiga e História Medieval, recebemos o Prof. Dr. Moisés Antiqueira (UNIOESTE). Nesse episódio Entenda como as configurações políticas do Império Romano no século IV da nossa era estavam em transformação, compreenda a mudança de sucessão dos imperadores nesse momento, imagine um grande tabuleiro contendo três imperadores romanos disputando o poder, surpreenda-se com a desconhecida história do imperador Vetranião e com os números gigantescos de mortes que a guerra civil romana causou e, mais do que isso, sinta-se instigado a saber mais com a reinterpretação do papel dos usurpadores do trono no Império Romano. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Saiba mais do nosso convidado Moisés Antiqueira Academia.edu Lattes Produção do convidado ANTIQUEIRA, Moisés. A abdicação de Vetranião (350 d.C.) e os resquícios do modelo tetrárquico. História (São Paulo), Assis/Franca, vol. 37, e2018016, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742018000100615&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt DOI: https://doi.org/10.1590/1980-4369e2018016 ANTIQUEIRA, Moisés. Vetranião salvator rei publicae. História Unisinos, São Leopoldo, vol. 23, n. 1, p. 1-12, 2019. Disponível em: http://revistas.unisinos.br/index.php/historia/article/view/hist.2019.231.01 Indicações bibliográficas sobre o tema abordado Os estudos do prof. Gilvan Ventura da Silva (UFES) sobre o período indicado se encontram entre os mais importantes feitos em nosso país. Embora mais antigos, recomendo a leitura de dois artigos em particular: “A domus imperial e o fenômeno das usurpações no IV século” (1995) e “Interesses subjacentes e interesses manifestos no contexto das usurpações romanas (284-395 d.C.)”, publicados na Revista Phoînix, nos. 1 e 2, respectivamente. Os dois textos oferecem ao leitor um panorama mais amplo e didático sobre o fenômeno das usurpações durante a Antiguidade Tardia. Livros CORASSIN, Maria Luiza. Sociedade e política na Roma antiga. São Paulo: Atual, 2001. FRIGHETTO, Renan. Antiguidade Tardia. Roma e as monarquias romano-bárbaras numa época de transformações (séculos II-VIIII). Cutitiba: Juruá, 2014. VEYNE, Paul. O império greco-romano. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Artigos sobre Império romano e os imperadores GUARINELLO, Norberto L. Ordem, integração e fronteiras no Império Romano: um ensaio. Mare Nostrum. Estudos sobre o Mediterrâneo Antigo, São Paulo, vol. 1, n. 1, p. 113-127, 2010. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/marenostrum/article/view/105764 DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2177-4218.v1i1p113-127 WINTERLING, Aloys. Loucura imperial na Roma Antiga. História (São Paulo), Assis/Franca, vol. 31, n. 1, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742012000100003&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0101-90742012000100003 Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A e Beraba. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #33 Política no Império Romano tardo-antigo. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Moises Antiqueira, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 01/09/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=41201&preview=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy informatio

S3 Ep 8Fronteiras no Tempo: Historicidade #32 A História em Olavo de Carvalho
Polêmica é pouco para definir essa figura que ganhou tanta notoriedade nos últimos anos. Nós aqui no Fronteiras no Tempo somos diametralmente contrários a tudo que este senhor representa assim como os seus seguidores, porém, não deixamos de reconhecer que é um fenômeno sobre o qual os historiadores também devem se atentar para uma compreensão mais ampla da sociedade presente e passada. Para isso, trouxemos o professor doutor Marcus Vinícius Oliveira, para falar conosco sobre como o pensamento olavista enxerga a história e de que maneira isso influenciou tantas pessoas da direita brasileira nos últimos tempos. Nesta entrevista: Entenda o contexto do surgimento e algumas das ideias que sustentaram as principais obras de Olavo de Carvalho. Conheça as bases do seu pensamento, as críticas à sociedade moderna e as suas propostas para a solução das crises que ele enxergou vivermos. Surpreenda-se com a sua visão sobre a História, suas leituras equivocadas a respeito de outros autores e os motivos da sua obsessão contra seus maiores inimigos, os comunistas e pessoas de esquerda em geral. Compreenda as diferenças do Olavo escritor para o Olavo da internet e, por fim, reflita conosco sobre como podemos encarar esse movimento com a devida responsabilidade, sem fugir do embate sério de ideias e com proposições e leituras que visem enriquecer a diversidade de pensamentos, ampliar o diálogo com a sociedade e ajudar a superar a ignorância e a intolerância que passaram a ser lugar comum nos debates políticos brasileiros. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Saiba mais do nosso convidado Marcus Vinícius Oliveira Currículo Lattes Academia.edu Instagram e-mail: [email protected] Produção do convidado OLIVEIRA, M. V. F. da S. Em rabo de foguete: trauma e cultura política em Ferreira Gullar. São Paulo: Fundação Astrojildo Pereira, 2016. OLIVEIRA, M. V. F da S. A arquitetura fractal de Antônio Gramsci. História e política nos cadernos do cárcere. São Paulo: Fundação Astrojildo Pereira, 2020. OLIVEIRA, Marcus Vinícius Furtado da Silva. Gramsci no jardim das aflições. IN: Anais VIII EPHIS. BH: UFMG, 2019. Indicações bibliográficas sobre o tema abordado CARVALHO, Olavo de. O jardim das aflições: De Epicuro à ressurreição de César: ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil. 3.ed. Campinas: Vide Editorial, 2015. LILLA, Mark. A mente naufragada: Sobre o espírito reacionário. São Paulo: Record, 2018. MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Em guarda contra o perigo vermelho: o anticomunismo no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 2002. Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A e Beraba. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #32 A história em Olavo de Carvalho. Locução Marcelo de Souza Silva, Marcus Vinícius Oliveira. [S.l.] Portal Deviante, 11/08/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=40892&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fronteiras no Tempo #50 A Era Vargas parte 3: O Estado Novo (1937-1945)
Chegamos ao episódio 50 do Fronteiras falando mais uma vez sobre a Era Vargas, especialmente sobre os anos do Estado Novo, momento de ditadura que durou de 1937 a 45. Após sete anos no poder Vargas deu um golpe, impôs uma nova constituição e passou a implantar uma série de reformas que já vinha desenhando nos anos anteriores. O projeto de Brasil criado durante essa fase do governo Vargas ainda hoje está presente na maneira como organizamos nossa indústria, o trabalho, como vemos nossa identidade nacional, em como pensamos as nossas relações políticas e em muitas outras áreas. Preparem-se, essa nossa quinquagésima viagem no tempo está repleta de momentos emocionantes e pontos para reflexão! Neste episódio: Descubra como Vargas deu o golpe e implantou a ditadura do Estado Novo, conheça quem o apoiava, os motivos alegados e como conseguiu se manter no poder. Reflita conosco sobre o caráter fascista do governo, buscando entender as relações deste com outros movimentos autoritários que coexistiram com ele naquele momento. Entenda o poder da propaganda política do governo e como isso se consolidou num projeto cultural para a nação, algo que se refletiu na música, nas artes e até mesmo na forma como enxergamos a nossa história. Compreenda a política varguista para o trabalho, na qual o trabalhador passou a ser considerado importante, porém, sem autonomia, devendo ser tutelado pelo Estado em diversos âmbitos. Entenda, por fim, as relações com os Estados Unidos, a participação na segunda guerra mundial e como isso ajudou a terminar com o regime e 1945 com o final do conflito. (spoiler: vamos precisar de mais episódios para terminar essa história toda). Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #50 A Era Vargas parte 3: Estado Novo (1937-1945). Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 28/07/2020. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=40628&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true Material Complementar Podcasts Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937 Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930 Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira Vídeos Biografia | Getúlio Vargas – Lili Schwarcz Música e Trabalho: O Bonde São Januário (Cyro Monteiro)* Livros, capítulos de livros e artigos CAPELATO, Maria H. R. Multidões em cena: propaganda política no Varguismo e no Peronismo. 2ª. Ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2009. CAPELATO, Maria Helena. Estado novo: o que trouxe de novo? In: FERREIRA, Jorge (org.) O Brasil Republicano v.2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. Diário pessoal de Getúlio Vargas (2 volumes). Rio de Janeiro: FGV, 1995. FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997. DE CASTRO GOMES, Ângela. Ideologia e trabalho no Estado Novo. Repensando o Estado Novo, Rio de Janeiro, Ed. FGV, p. 53-72, 1999. NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013. OLIVEIRA, Josivaldo Pires de Oliveira; LEAL, Luiz Augusto Pinheiro Leal. Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil. Amazon: eBook Kindle. PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. PARANHOS, Adalberto et al. Os desafinados: sambas e bambas no” Estado Novo”. Intermeios, Casa de Artes e Livros, 2015. RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020. SEVCENKO, Nicolau; NOVAIS, Fernando A. História da Vida Privada no Brasil: República: da Belle Époque à Era do Rádio. Vol.3. São Paulo: Cia das Letras, 1998 SIQUEIRA, Magno Bissoli. Capítulo VI: Instrumento de política de conciliação. In: ___. Samba e Identidade Nacional. São Paulo: Unesp, 2012. SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010 Links Diretrizes do Estado Novo (1937 – 1945) > Lista de temas [CPDOC/FGV] Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC). A Era Vargas, anos 20 a 1945. IN: https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/apresentacao Trilha Sonora do Episódio 01. Aquarela do Brasil – Francisco Alves 02. Quindins de Yaya – Emilinha Borba & Cesar de Almeida 03. Frenesi – Artie Shaw 04. Bahia com H – Fancisco Alves 05. Leva meu Samba – Ataulfo

S3 Ep 7Fronteiras no Tempo: Historicidade #31 Ferrovia e Desenvolvimento na 1ª República
Em nossa memória coletiva o primeiro período republicano do país é lembrado de forma chapada, sem muitas cores e matizes, cuja vida econômica e a política se resume a simplificação da chamada fase do “café com leite”. Perguntamos: como podemos dar movimento, cor e vida a esse período pensando-o a partir do seu interior? As elites das outras regiões dos Estados Unidos do Brasil aceitaram de forma passiva ao crescimento dos paulistas? E como as ferrovias contribuíram nesse processo? Para responder essa e a outras perguntas recebemos o professor doutor Paulo Roberto de Oliveira (UFOP) no mês de aniversário de 6 anos do Fronteiras no Tempo. Nesta entrevista: Entenda como as elites de Goiás, um dos Estados com maior território no país do período, compôs suas alianças com os paulistas. Conheça quais eram as rivalidades e interesses que envolviam a tão cobiçada região central do Brasil e as disputas por hegemonia no mercado interno. Reflita sobre os processos históricos que contribuíram na construção do país nos dias de hoje e compreenda um pouco mais sobre o como se escreve a história. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Saiba mais da nosso convidado Currículo Lattes Produção do convidado OLIVEIRA, P. R. Entre rios e trilhos: as possibilidades de integração econômica de Goiás na Primeira República. CURITIBA – PR: Editora Prismas, 2017 OLIVEIRA, P. R. Rosa e Gabriel entre o litoral e o interior do Brasil na Primeira República. Nova Economia (UFMG). , v.29, p.651 – 675, 2019. Indicações bibliográficas sobre o tema abordado CANO, Wilson. Raízes da concentração industrial em São Paulo. Campinas: UNICAMP, 2007. CHAUL, Nasr Fayad. Caminhos de Goiás: da construção da decadência aos limites da modernidade. Goiânia: UFG, 1997. FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. Brasília, DF: UNB, 1963. MELLO, João Manuel. O capitalismo tardio. Contribuição à revisão crítica da formação e do desenvolvimento da economia brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1998. MOTTA, José Flávio. Agonia ou robustez? Reflexões acerca da História Econômica brasileira. Revista de Economia. PUC São Paulo, n. 1, 2009. SAES, Flávio Azevedo Marques de. As ferrovias de São Paulo (1870-1914). São Paulo: HUCITEC,1981. Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A e Beraba. Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #31 Ferrovias e Desenvolvimento na Primeira República. Locução: Cesar Agenor Fernandes da Silva, Paulo Roberto de Oliveira, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 14/07/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=40298&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

S3 Ep 30Fronteiras no Tempo: Historicidade #30 Joana D'Arc
‘Eu nunca tive nada com Joana d’Arc, nós só nos encontramos pra passear no parque. Ela me falou dos seus dias de glória e do que não está escrito lá nos livros de história […]”, porém, nós aqui do Fronteiras no Tempo gostamos também de explicar para vocês o que os historiadores estão pesquisando sobre personagens como ela, que foi já retratada de diversas formas na literatura, cinema e, como no caso da citação inicial, em uma música. Personagem emblemática para história francesa, esta guerreira que virou santa tem uma trajetória que até hoje desperta curiosidade e paixões. Para nos levar nessa viagem, chamamos a professora doutora Flávia Amaral (UFVJM). Esta é uma longa história e que não terminou com a execução de Joana D’Arc. (aliás, não custa lembrar que “ontem eu nem a vi, sei que não tenho um álibi, mas eu, eu não matei Joana d’Arc”) Neste episódio: Entenda a importância de se conhecer a trajetória de Joana D’Arc e as diversas narrativas sobre ela que surgiram na literatura durante os séculos. Conheça o contexto em que ela viveu, especialmente a guerra dos cem anos, com os problemas na sucessão ao trono francês devido às disputas contra os ingleses. Surpreenda-se com as ações de guerra realizadas pela jovem Joana D’Arc, de onde ela alegava vir a inspiração para sua missão e, ainda, como e porque ela conseguiu convencer as pessoas a segui-la. Por fim, entenda quais valores e normas ela quebrou e que a levaram a ser condenada à morte. *Este episódio é patrocinado pelo CAMBLY Arte da Capa CAMBLY Código que dá uma aula experimental grátis: FRONTEIRASNOTEMPO App do Cambly para iPhone App do Cambly para Android Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Saiba mais sobre o nosso convidada Flávia Amaral e-mail: [email protected] Currículo Lattes Facebook Instagram Produção da convidada Artigos acadêmicos AMARAL, F. Guerra dos Cem Anos e Cruzadas: a literatura entre a verdade dos fatos e a verdade do sentido. Em tempo de Histórias, v. 35, p. 84-103, 2020. AMARAL, F.; BOVO, C. R. ; SILVA, C. G. . Do verso à prosa: o potencial histórico dos romances de Cavalaria – séculos XII a XIV. História e Cultura, v. 2, p. 1-28, 2013. AMARAL, F.. História, Revolução e Ressignificação: Joana d?Arc na historiografia francesa da primeira metade do século XIX. AEDOS: REVISTA DO CORPO DISCENTE DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DA UFRGS (ONLINE), v. 3, p. 111-127, 2011. AMARAL, F.. Pecado, Penitência e Ordenamento Social no Romance de Melusina. SIGNUM – REVISTA DA ABREM, v. 11, p. 159-182, 2010. AMARAL, F.. Linhagem, território e memória na Idade Média: o exemplo do Romance de Melusina. Escritas (Goiânia), v. 1, p. 11-36, 2008. Livros e Capítulos de Livros AMARAL, F.. História científica e verdade sobre Joana dÁrc. In: NEMI, Ana; ALMEIDA, Néri de Barros; PINHEIRO, Rossana. (Org.). A construção da narrativa histórica – séculos XIX e XX. 1ed.Campinas: Unicamp, 2014, v. , p. 157-178 AMARAL, F.. Os Evangelhos Apócrifos e as Cantigas de Santa Maria. In: Angela Vaz Leão. (Org.). Novas Leituras, Novos Caminhos – Cantigas de Santa Maria de Afonso X, o Sábio. 1ed.Belo Horizonte: Veredas e Cenários, 2009, v. , p. 15-35. Indicações bibliográficas sobre o tema BEAUNE, Colette. Joana d’Arc. Trad. Marcos Flamínio Peres. São Paulo: Globo, 2006. CASTOR, Helen. Joana d’Arc – A surpreendente história da heroína que comandou o exército francês. São Paulo: Gutenberg, 2018. PERNOUD, Régine. Joana D’Arc, a mulher forte. São Paulo: Paulinas, 1996. Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo: Historicidade #30 Joana D’Arc. Locução: Marcelo de Souza e Silva, Flávia Aamaral [S.l.] Portal Deviante, 30/06/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=40054&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Seraf

Ep 49Fronteiras no Tempo #49: Independência dos EUA
A independência da primeira colônia das Américas foi um dos fatos mais importantes da história moderna e nós aqui no Fronteiras não poderíamos deixar de tratar desse tema. O surgimento da nação estadunidense já nos foi narrada em inúmeras peças da cultura pop, filmes, desenhos animados, músicas… mas que história foi essa? Por que os homens da independência escreviam nos documentos liberty e não freedom? Quais foram as causas e as consequências desse movimento? Afinal, o que nós, os demais americanos, podemos aprender estudando a independência dos Estados Unidos? Para conversar sobre estas e outras questões, tivemos o prazer em receber nossos amigos Willian Spengler e Marcos Sorrilha, e foi no perfil do Instagram dele que encontramos essa citação para convidá-los a virem conosco em mais essa viagem.:“Não há nada melhor que possa merecer o seu apoio do que a promoção da ciência e da literatura. Em todos os países, o conhecimento é a base mais segura da felicidade pública” (George Washington, 1790) Neste episódio Entenda como se deu a colonização das regiões da América do Norte, como era o modelo de colonização britânico e quais comparações podemos fazer com os modelos ibéricos aplicados nas outras regiões americanas. Conheça quem eram os colonizadores, quais atividades desenvolviam, como sua religião influenciou no processo. Reflita conosco sobre as causas da independência, desde as várias guerras que a precederam até as ações do governo britânico que foram criando cada vez mais rusgas entre ingleses e americanos. Entenda como cresceram as ideias de liberdade e direitos entre os cidadãos das colônias e como este processo que os tornou americanos, fazendo da ideia de independência algo irrefutável. Por fim, conheça as nuances das guerras de independência e as dinâmicas políticas entre as ex-colônias para a criação da federação que hoje conhecemos como Estados Unidos da América. *Este episódio é patrocinado pelo CAMBLY Arte da Capa CAMBLY Código que dá uma aula experimental grátis: FRONTEIRASNOTEMPO App do Cambly para iPhone App do Cambly para Android Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Mencionado no Episódio Canal do Marcos Sorrilha Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #49 Independência dos EUA. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Marcos Sorrilha Pinheiro, Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 17/06/2020. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/fronteiras-no-te…endencia-dos-eua/ Material Complementar Podcasts Fronteiras no Tempo #32 – A Revolução Francesa: https://fronteirasnotempo.com/fronteiras-no-tempo-32-a-revolucao-francesa/ Fronteiras no Tempo – Historicidade #20 – Thomas Jefferson, o advogado: https://fronteirasnotempo.com/fronteiras-no-tempo-historicidade-20-thomas-jefferson-o-advogado/ [PILOTO] Fronteiras no Tempo: Pequenas Histórias #00 – Revolução Francesa https://www.deviante.com.br/podcasts/piloto-fronteiras-no-tempo-pequenas-historias-00-revolucao-francesa/ Livros, capítulos de livros e artigos AQUINO, Rubim Santos Leão de. História das Sociedades Americanas. Rio de Janeiro: Record, 2010. ARMITAGE, David. “The Declaration of Independence in World Context.”. OAH Magazine of History, vol. 18, no. 3 (April 2004), 61-66. Disponível em https://academic.oup.com/maghis/article-abstract/18/3/61/1034944 ARMITAGE, David. Declaração de Independência: uma história global. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. 264p. BAILYN, Beranrd. Fontes e Tradições. In: ___. As Origens Ideológicas da Revolução Americana. Bauru: Edusc, 2003, p. 41-66. COGLIANO, Francis. The Imperial Crisis. In: ____. Revolutionary America, 1763-1815: A Political History. 3a ed, New York: Routledge, 2016, 27p. KARNAL, Leandro. Estados Unidos: da Colônia à Independência. São Paulo: Contexto, 1990. LIMONGI, Fernando Papaterra. “O Federalista”: remédios republicanos para males republicanos. In: WEFFORT, Francisco (org). Os Clássicos da Política. v.1. São Paulo: Ática, 1993, p. 243 – 255. MAIER, Pauline. American Scripture: making the declaration of Independence. New York: Vintage Books, 1997. NARO, Nancy Priscilla S. A formação dos Estados Unidos. São Paulo: Atual, 1987. RÉMOND, René. História dos Estados Unidos. São Paulo: Martins Fontes, 1989. RICHARDS, David A. J. A Intenção dos Fundadores e a Interpretação Constitucional. In: BERLOWITZ, Leslie; DONOGHUE, Denis; MENAND, Louis. A América em Teoria. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 24 – 49. SELLERS, MAY e McMILEN. Uma Reavaliação da História dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. TAYLOR, Alan. Republics. In: ____

S3 Ep 5Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira
A Ação Integralista Brasileira (AIB) foi um movimento político organizado que teve seu ciclo de vida original na década de 30 do século XX. Em seu período original de existência teve penetração em diferentes camadas sociais da sociedade brasileira, tendo adesão de intelectuais de diferentes áreas do saber, clérigos, líderes de movimentos populares, militares, entre tantos outros. É justamente sobre a trajetória histórica desde movimento, incluindo suas releituras, que recebemos pela segunda vez o Prof. Dr. Rodrigo Chistofoletti. Neste episódio: Entenda quais eram as principais bandeiras políticas e sociais da AIB, quem foram os intelectuais e líderes políticos que participaram de sua formulação e agiram politicamente. Descubra as relações entre os membros da AIB com o Fascismo italiano e, também, com Getúlio Vargas e, sobretudo, surpreende-se com as releituras e reorganizações da AIB ao longo do século XX e entenda a trajetória da direita conservadora no Brasil até os nossos dias. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Saiba mais sobre o nosso convidado Rodrigo Christofoletti Currículo Lattes Mencionado no Episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #2: Patrimônio Histórico e Cultural Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930 Fronteiras no Tempo: Historicidade #28 História, Economia e Café Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937 Produção do convidado Livros e artigos CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. O integralismo do pós guerra: jornal de si mesmo?. In: Leandro Pereira Gonçalves e Renata Duarte Simões. (Org.). Entre tipos e recortes: histórias da imprensa integralista Vol 3. 1ed.Rio de Janeiro: Autografia, 2019, v. 1, p. 219-248. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. A ENCICLOPÉDIA DO INTEGRALISMO FRENTE A EDUCAÇÃO, ESTÉTICA E POÉTICA: CIÊNCIAS DA MENTE E DO CORPO. Domínios da Imagem, v. 10, p. 113-132, 2016. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Rapsódia Verde: as comemorações do jubileu de prata integralista e a manutenção de seu passado / presente (1957-1958). Revista Brasileira de História (Impresso), v. 61, p. 98-124, 2011. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. ” Gumercindo Rocha Dórea: guardião controvertido da memória integralista no pós-guerra”. Revista Ágora (Vitória), v . 7, p. 01-26, 2011. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; GONCALVES, L. ; SIMOES, R. D. . Integralismo e carictarura de si mesmo: apontamentos sobre um projeto de análise das caricaturas integralistas no pós guerra (1945-1964). In: Leandro Pereria Gonçalves e Renata Duarte Simões. (Org.). Entre tipos e recortes: história da imprensa integralista – vol. 2 (2ª edição). 2ed.Porto Alegre: ediPURS, 2017, v. 1, p. 435-462. CAMPOS, M. T. A. ; DOTTA, Renato Alencar ; CHRISTOFOLETTI, Rodrigo . Idiossincrasias no canto da estante: a Enciclopédia do Integralismo como objeto de estudo. In: Maria Cristina Arruda Campos, Renato Alencar Dotta. (Org.). Dos papéis de Plínio: contribuições do Arquivo de Rio Claro para a historiografia brasileira. 1ed.Rio Claro- SP: Oca Editora Ltda, 2013, v. 1, p. 155-168. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Retomando questões esquecidas ? a análise de alguns jornais de grande circulação e suas críticas ao integralismo dos anos 1950. In: GONÇALVES, Leandro & SIMÕES, Renata Soares. (Org.). Entre tipo e recortes: histórias da imprensa integralista – Vol. 2. 11ed.Guarapuava- PR: , 2012, v. 1, p. 234-256. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Integralismo: caricatura de si mesmo. Apontamentos sobre um projeto de análise das caricaturas integralistas do pós-guerra (1946 -1965). In: Leandro Pereira Gonçalves; Renata Duarte Simões. (Org.). Entre tipos e recortes: histórias da imprensa integralista. 1ed.Guaiba – RS: EDITORA SOB MEDIDA, 2011, v. 1, p. 356-378. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Breves comentários sobe a historiografia do integralismo no pós-guerra e o cinquentenário da publicação da Enciclopédia do Integralismo. In: Gielda Brito Silva, Leandro Pereria Gonçalves e Mauricio B. Alvarez Parada. (Org.). Histórias da Política autoritária: Integralismos, Nacional Sindicalismos, Nazismo, Fascismos. 1ed.Recife: Editora da UFRPE, 2010, v. 1, p. 365-386. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Um passado que não queria passar: contradições sobre o projeto de nação dos integralistas no período pós-guerra e os usos de sua memória.. In: FERREIRA, Marieta de Moraes.. (Org.). Memória e Identidade Nacional. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, v. 1, p. 303-326. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; SILVA, G. B. . Integralismo Proh Puder! A crítica da grande imprensa frente ás comemorações dos 25 anos do Integralismo. In: Giselda Brito da Silva. (Org.). Estudos do Integralismo no Brasil. 1ed.Recife – PE: Editora Universitária da UFRPR, 2009, v. 1, p. 183-197. CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. A publicação da Enciclopédia do Integralismo: reavaliação sombólica de

Ep 48Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937
Voltamos a falar da Era Vargas! Neste segundo episódio abordamos o período de 1930 a 1937, logo após o movimento que deu fim à primeira república e no qual Vargas se tornou presidente, primeiro provisório, depois constitucional. Foram anos conturbados em que os anseios de setores variados da sociedade estavam em jogo: operários em luta por direitos, militares em busca de modernização, classes médias, industriais, profissionais liberais, intelectuais, todos tinham um projeto de país que ansiavam ver realizado. Vargas se tornou a figura central nesse processo, fazendo as negociações com estes grupos tão distintos, mas também perseguindo e prendendo oponentes, fazendo alianças odiosas com quem quer que lhe pudesse garantir o poder, inclusive com os fascistas brasileiros da década de 1930. Venham conhecer essa história intrigante e refletir conosco sobre seus impactos no Brasil até hoje. Neste episódio: Descubra como se deu o processo de estabelecimento do governo provisório e como ele foi, aos poucos, deixando marcas indeléveis na estrutura política nacional pós-1930. Surpreenda-se com as movimentações políticas que desembocaram em uma guerra civil entre os paulistas e o resto do país em 1932. Conheça os principais grupos daquela época e suas formas de atuação: comunistas, liberais e integralistas. Compreenda como Vargas consolidou seu poder e se tornou presidente oficial em 1934, mesmo ano em que começou a valer uma nova constituição. Por fim, entenda como ele conseguiu criar condições para dar um golpe em 1937, quem ele perseguiu, com quais argumentos e quais as consequências. Venham nessa viagem no tempo para conhecer esta que é das mais importantes e controversas épocas da nossa história. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Material Complementar Livros e Artigos Acadêmicos RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020. CANDIDO, Antonio. A revolução de 1930 e a cultura. Novos estudos CEBRAP, v. 2, n. 4, p. 27-35, 1984. CARONE, Edgar. A República Velha no Brasil II (evolução política). São Paulo: Difusão Europeia do livro, 1971 CARVALHO, José Murilo de. Formação das almas. São Paulo: Cia das Letras, 1990 Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC). A Era Vargas, anos 20 a 1945. IN: https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/apresentacao FAUSTO, Boris. A revolução de 1930: história e historiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997. FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilla de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008 FERREIRA, Marieta de Moraes; PINTO, Surama Conde Sá. A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930. FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucília de Almeida Neves. (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p. 387, 1930. GOMES, Ângela Maria de Castro. “A representação de classes na Constituinte de 1934”. Revista de Ciência Política, v. 21, n. 3, p. 53-116, 1978. LANNA JÚNIOR, Mario Cléber Martins. Tenentismo e crises políticas na Primeira República. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilla de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p.313-350 LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. 7. ed. São Paulo: companhia das letras, 2012. LOVE, Joseph LeRoy. O regionalismo gaúcho e as origens da Revolução de 1930. São Paulo: Perspectiva, 1975. MENDONÇA, Sônia Regina de. Estado e sociedade: a consolidação da república oligárquica. IN: LINHARES, M. Y. (org.). História Geral do Brasil: Rio de Janeiro: Campus, 1990. NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013. PAIXÃO, Cristiano. Direito, política, autoritarismo e democracia no Brasil: da Revolução de 30 à promulgação da Constituição da República de 1988. Araucaria, v. 13, n. 26, 2011. PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. REIS, Daniel Aarão. Luís Carlos Prestes: um revolucionário entre dois mundos. São Paulo: Cia das Letras, 2014. SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010 SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010 VERISSIMO, Erico. Inci

S3 Ep 28Fronteiras no Tempo: Historicidade #28 História, Economia e Café
A cultura do café foi, e ainda é, uma das mais importantes na história econômica brasileira, tendo marcado lugar central, desde meados do século XIX e por quase toda a primeira metade do século XX, como principal produto de exportação do país. O café foi tema de obras clássicas e ainda atrai interesse de pesquisadores de diversas áreas. Neste episódio conversamos com o professor Leandro Salman Torelli sobre sua pesquisa a respeito da política econômica de valorização do café, ocorrida durante as primeiras décadas do século XX. Nesta entrevista: Entenda quem era e quais os objetivos da elite cafeeira, seu alcance e influências políticas. Conheça os debates parlamentares sobre a criação da legislação federal que visava valorizar o preço do café no mercado internacional e impedir o prejuízo dos fazendeiros nacionais. Entenda as políticas de valorização do câmbio e como isso trazia impactos para as dinâmicas de relação do Brasil com o mundo e também entre as elites locais dos diversos estados da federação recém criada. Reflita conosco sobre a importância da história econômica e da política para conhecermos melhor nosso país e como chegamos ao contexto atual dos debates sobre nossa situação econômica. Venham conosco nessa viagem pelo mundo da história e da economia! Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Saiba mais da nossa convidada Leandro Salman Torelli Currículo Lattes e-mail: [email protected] Produção do convidado Livro A política econômica de defesa do café: os debates parlamentares (1898-1920). São Paulo: Chiado Editorial, 2019. Opções de compra: direto da editora, link 1, link 2 Artigos na Revista Leituras de História “Sal nosso de cada dia”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 132. Novembro de 2019. “Estado-Nação x políticas sociais”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 131. Outubro de 2019. “Parlamentarismo à moda brasileira”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 127. Junho de 2019. “Os últimos dias de Dilma”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 126. Maio de 2019. “(Re)Construção democrática”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 124. Março de 2019. “Anos da ditadura: 1964-1985”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 123. Fevereiro de 2019. “Quase democráticos”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 122. Janeiro de 2019. “O mal-entendido da democracia”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 119. Outubro de 2018. Artigos científicos Os interesses da elite paulista na criação da Caixa de Conversão: os debates parlamentares (1898 – 1914)”. Leituras de Economia Política (UNCIAMP), v.12, 2007. Estado, Câmbio e Café: o trinômio articulador da política econômica durante a Primeira República, 1898-1920. Revista Cadernos de Economia, ano 11, nº 21, jul-dez/2007. Indicações bibliográficas sobre o tema abordado CANO, Wilson. Raízes da concentração industrial em São Paulo. 4ª edição. Campinas, SP: Unicamp/IE, 1998. CARDOSO DE MELLO, João Manuel. O capitalismo tardio. 10ª edição. Campinas, SP: Unicamp, IE, 1998. FURTADO, Celso Monteiro. Formação econômica do Brasil. 25ª edição. São Paulo: Companhia Editora Nacional/ Publifolha, 2000. SILVA, Sérgio. Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. São Paulo: Alfa-Omega, 1976. SINGER, André. O lulismo em crise: um quebra-cabeça do período Dilma (2011-2016). São Paulo: Companhia das Letras, 2018. Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram, SPOTIFY, Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Henry Schaefer, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, Jonatas Pinto Lima, João Gentil de Galiza, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler, Yuri Morales e 2 padrinhos anônimosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 47Fronteiras no Tempo #47 Os Piratas
O Fronteiras no Tempo saiu em viagem pelos mares e deu de cara com a Jolly Roger, a bandeira pirata! Os temidos piratas, cujos valores e comportamento tantas dores de cabeça causaram por onde passaram, são o tema deste episódio. Estes personagens foram representados de muitas maneiras na literatura, no cinema, nos quadrinhos… as pessoas se fantasiam de piratas, as crianças brincam, há diversos jogos e canções populares que tratam destas figuras. O termo pirataria significa até hoje uma ação que dispensa explicação. Em resumo, piratas estão por toda parte e, como não poderia deixar de ser, têm história, e uma das mais interessantes! Sobre tudo isso falaremos neste episódio que conta com a participação especial do nosso amigo historiador Rodolfo Neto (Unicentro/PR). Neste episódio: Descubra como se estabeleceram as atividades que deram origem à pirataria, entenda o contexto do seu crescimento e, especialmente, as diferenças entre corsários e piratas. Entenda como a pirataria se tornou atividade essencial na constituição dos Estados Nacionais europeus e posterior fortalecimento do sistema econômico capitalista a partir do século XVI. Conheça quem eram os piratas, como eram suas embarcações, o que cada um fazia, como viviam. Por fim, divirta-se conosco neste papo leve a respeito destes que são, sem dúvida, personagens históricos dos mais interessantes. Arte da Capa Publicidade Seja nossa Madrinha ou Padrinho. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo Conheça nosso convidado Rodolfo Grande Neto Perfil do Rodolfo na Unicentro Twitter Currículo Lattes Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Mencionado no Episódio Fronteiras no Tempo #15 – História e Cultura Pop Fronteiras no Tempo #18 – Grandes Navegações CHAPOLIN COLORADO – Os Piratas do Caribe Completo ( Pirata Alma Negra) Os Trapalhões – Os piratas briguentos Material Complementar Artigos, livros, monografias e teses ALBERTO, Edite Martins. Corsários argelinos na Lisboa do século XVIII: um perigo iminente. Cadernos do Arquivo Municipal, Lisboa , v. ser2, n. 3, p. 127-147, jun. 2015 . Disponível em <http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2183-31762015000100007&lng=pt&nrm=iso>. BRUNSMAN, Denver. Piratas vs. Bandos de Recrutamento: A Batalha pelo Atlântico. História, Assis/Franca , v. 38, e2019004, 2019 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742019000100404&lng=pt&nrm=iso> CABRERA, Geniber. Revisión historiográfica aproximada al tema de la actividad pirática en la provincia de Venezuela y en su principal ciudad/puerto de la borburata: (siglo XVI). Tiempo y Espacio, Caracas , v. 24, n. 61, p. 171-192, jun. 2014 . Disponible en <http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1315-94962014000100010&lng=es&nrm=iso> CABRERA, Geniber. Indígenas, españoles y piratas en el nuevo mundo: Una guerra en el caribe. Tiempo y Espacio, Caracas , v. 20, n. 53, p. 002-029, jun. 2010 . Disponible en <http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1315-94962010000100002&lng=es&nrm=iso> CARDOSO, Alírio. “UN PICCOLO PATACCIO AL RIO DELL’AMAZZONI”:PIRATARIA EUROPEIA E PROJETOS ITALIANOS NA AMAZÔNIA NA ÉPOCA DA MONARQUIA HISPÂNICA. IN: rev. hist. (São Paulo), n. 170, p. 175-199, jan.-jun., 2014 . Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rh/n170/0034-8309-rh-170-00175.pdf FRANÇA, Jean Marcel C. HUE, Sheila. Piratas no Brasil: As incríveis histórias dos ladrões dos mares que pilharam nosso litoral. São Paulo: Globo, 2014 MACLEOD, M. J. A Espanha e a América: O comércio Atlântico, 1492-1720. In: BETHELL, Leslie (org) História da América Latina: América Latina Colonial. São Paulo: Edusp, 1997, v. 1. p. 339-390 . SECRETO, Maria Verónica. Territorialidades fluidas: corsários franceses e tráfico negreiro no Rio da Prata (1796-1799). Tensões locais-tensões globais. Topoi (Rio J.), Rio de Janeiro , v. 17, n. 33, p. 419-443, Dec. 2016 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2016000200419&lng=en&nrm=iso>. ANCHIETA, Karlla Raphaela Mendes. Piratas, corsários e negociantes: Maranhão, Grão-Pará e Cabo do Norte na rota holandesa (século XVII). São Luis, 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História) – Universidade Federal do Maranhão. Disponível em: https://monografias.ufma.br/jspui/bitstream/123456789/2196/1/KarllaAnchieta.pdf OLIVEIRA, Bruno Macchiute Neves de. Nas margens do mundo: a construção do imaginário político moderno a partir dos relatos de navegação nos séculos XVI e XVII. Rio de Janeiro, 2018. Tese (Doutorado em História) – PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO – PUC-RIO. Disponível em: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?st

S3 Ep 3Fronteiras no Tempo: Historicidade #27 Amazônia, Estado e História
O Historicidade, programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo, neste episódio vai conversar com o Prof Dr Tassio Franchi da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), sobre Amazônia, Estado e História. Nesta entrevista o professor Tassio nos explica como os historiadores trabalham com o meio ambiente enquanto objeto de pesquisa. Nessa investigação, pergunta-se como os homens percebem o meio ambiente no tempo, como interagem e, ainda, de que forma os diversos biomas influenciam as relações sociais, políticas e econômicas. Ele também nos ajuda a refletir sobre a Amazônia e seu papel no desenvolvimento do Estado nacional brasileiro, especialmente ao abordar como foi pensada pelos seus agentes, quais políticas de ocupação e desenvolvimento empregadas ao longo do tempo e, também, quais foram os problemas que isso trouxe, e ainda traz. Por fim, pudemos conhecer suas análises sobre a ação do Exército Brasileiro na região amazônica durante o século XX e de que maneira essa atuação se relaciona com questões brasileiras mais amplas, como os modelos de desenvolvimento econômico, dentre outros. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo Saiba mais da nossa convidada Tassio Franchi Currículo Lattes e-mail: [email protected] Produção do convidado e indicações bibliográficas sobre o tema abordado FRANCHI, Tássio; BURSZTYN, Marcel; DRUMMOND, José Augusto Leitão. A questão ambiental e o adensamento da presença do Exército Brasileiro na Amazônia Legal no fi nal do século XX. Novos Cadernos NAEA, v. 14, n. 1, 2011. DE ALMEIDA PAIM, Rodrigo; FRANCHI, Tássio; FRANÇA, Rodrigo Lima. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM E DE FAIXA DE FRONTEIRA. Revista da Escola Superior de Guerra, v. 34, n. 72, p. 141-166, 2020. FRANCHI, Tássio. Medo e Miscigenação: a visão dos povos da floresta nos relatos dos militares brasileiros no século XX. Revista Silva, v. 1, p.48-65, 2017. FRANCHI, Tássio; MIGON, E. X. F ; JIMÉNEZ, R. X. V. . Taxonomy of interstate conflicts: is South America a peaceful region?. BRAZILIAN POLITICAL SCIENCE REVIEW, v. 11, p. e0008 – 1/23-e0008 – 23/23, 2017. MAIA, João Marcelo Ehlert. As ideias que fazem o Estado andar: imaginação espacial, pensamento brasileiro e território no Brasil Central. Dados, v. 53, n. 3, p. 621-655, 2010. Buzan, B., Wæver, O., Wæver, O., & De Wilde, J. (1998). Security: A new framework for analysis. Lynne Rienner Publishers. LE PRESTRE, Philippe; GORENDER, Jacob. Ecopolítica internacional. Senac, 2000. MEDEIROS FILHO, Oscar. Desafios do Exército Brasileiro nas fronteiras amazônicas. Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares, v. 14, n. 49, p. 77-97, 2020. RONDON, Cândido. Missão Rondon: apontamentos sobre os trabalhos realizados pela Commissão de Linhas Telegraphicas Estrategicas de Matto-Grosso ao Amazonas. Editora do Senado: Brasília, 2003. MENDONÇA, Belarmino. Reconhecimento do rio Juruá (1905). Editora Itatiaia, 1989. SANTANA, José Carlos Barreto de. Euclides da Cunha e a Amazônia: visão mediada pela ciência. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, v. 6, p. 901-917, 2000. DA CUNHA, Euclides. Um paraíso perdido: reunião dos ensaios amazônicos. Editora Vozes, 1976. Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY, Instagram Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Henry Schaefer, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, Jonatas Pinto Lima, João Gentil de Galiza, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler, Yuri Morales e 2 padrinhos anônimosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 46Fronteiras no tempo #46 Cavalaria Medieval
A Cavalaria Medieval O que foi a Cavalaria Medieval? Alvo de muitas interpretações midiáticas contemporâneas, esta classe de guerreiros está no imaginário social ocidental desde há muitos séculos, na literatura e na história, despertando curiosidade. Ser um cavaleiro implicava seguir um conjunto de normas e cultivar um conjunto de valores, algo digno daquilo a que poderíamos chamar de um herói, aquele que protege os fracos e desamparados em nome de uma causa sempre tida como justa. Para que vocês possam entender os significados destes personagens ontem e hoje, neste mês em que #oPodcastÉdelas, o Fronteiras no Tempo traz como convidada a professora Doutora Cláudia Bovo (UFTM), especialista em contos de cavalaria medievais. Neste episódio: Descubra o que foi a cavalaria medieval e conheça os debates que os historiadores travaram a respeito desta classe guerreira. Entenda suas origens e composição social, como se tornaram guerreiros e nobres bem antes do período medieval. Conheça a relação da cavalaria com as cruzadas e com a Igreja. Entenda o papel social e político que desempenharam naqueles séculos e como isso ajudou a deixá-los em altas posições sociais. Reflita conosco sobre como os cavaleiros se transformaram em personagens importantes dos mais populares contos e romances medievais, com protagonismo mesmo séculos depois. Por fim, ouça nosso debate e se surpreenda com a força da imagem que o cavaleiro carrega ainda hoje e o quanto é importante conhecermos esta história para nos deixarmos enganar por quem quer usar essa figura para fins políticos torpes. Acesse o site da campanha: http://opodcastedelas.com.br/campanha/ #OPodcastÉDelas2020 Arte da Capa Publicidade Seja nossa Madrinha ou Padrinho. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo CONHEÇA MELHOR NOSSA CONVIDADA Claudia Bovo Professora Cláudia Bovo no site Academia.edu Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY, Instagram Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Mencionado no Episódio Fronteiras no Tempo #17 – História Medieval Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975) O incrivel exercito de brancaleone Coração de Cavaleiro (LEG) Material Complementar Livros e Artigos AMARAL, Flávia; BOVO, Cláudia Regina; Silva, Carolina Gual. Do verso à prosa: potencial histórico dos romances de Cavalaria. Revista História e Cultura, v. 02, n.03 (especial) Franca-SP, 2013, p. 414-441. Disponível em: https://ojs.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/1115 BARTHÉLEMY, Dominique. A cavalaria: da Germânia antiga à França do século XII. Campinas (SP): Editora Unicamp, 2010. BOVO, Cláudia Regina. Filiação, vassalagem e matrimônio no Tristan de Béroul (Século XII). Dissertação de Mestrado do Programa de Pós- Graduação em História da Unesp-Franca. Franca: 2004. Disponível em: . Contexto, 2019. DUBY, Georges. A Sociedade cavaleiresca. São Paulo: Martins Fontes, 1989. DUBY, Georges. As três ordens ou o imaginário do feudalismo. Lisboa: Estampa, 1982. DUBY, Georges. Guerreiros e camponeses. Lisboa: Estampa, 1980. DUBY, Georges. Guilherme Marechal ou o melhor cavaleiro do mundo. RJ: Graal editora, 1988. DUBY, Georges. O Domingo de Bouvines. São Paulo: Paz e Terra, 1993. FLORI, Jean. Guerra Santa. A Formação da ideia de Cruzada no Ocidente cristão. 1a. Edição Campinas: Editora da Unicamp, 2013. RILEY-SMITH, Jonathan. As Cruzadas – uma história. São Paulo: Ed. Ecclesiae, 2019. SALLES, Bruno Tadeu. Constituir a amizade, romper os vínculos, estabelecer compromisso: a dinâmica dos equilíbrios senhoriais sob a perspectiva das comendadorias templárias de Vaour, Richerenches e Bayle (Séculos XII e XIII). Tese de Doutorado do Programa de Pós Graduação e Historia da UFMG. Belo Horizonte, 2013. Disponível em: SILVA, Paulo Duarte; NASCIMENTO, Renata Cristina. Ensaios de História Medieval: Temas que se renovam. Curitiba: Editora CRV, 2019. TYERMAN, Christopher. A guerra de Deus. Uma nova história das Cruzadas. 2 Vol. Rio de Janeiro: Imago, 2010. TYERMAN, Christopher. The Debate on the Crusades. Manchester: Manchester University Press, 2011. Podcasts SciCast #211: Cruzadas SciCast #273: Revolução Industrial Medieval Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Henry Schaefer, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, Jonatas Pinto Lima, João Gentil de Galiza, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias,

S3 Ep 2Fronteiras no Tempo: Historicidade #26 Direitos Humanos e Racismo
O Historicidade volta em 2020 trazendo a entrevista com a professora Doutora Isis Aparecida Conceição, Professora de Direito Internacional Público da UNILAB-MAlês e também docente da cadeira Martin Flynn Global Faculty da Faculdade de Direito da Universidade de Connecticut. Nesta entrevista falamos sobre Direitos Humanos e Racismo e a professora explica como os conceitos sobre raça e racismo são fundamentais para a leitura crítica dos Direitos Humanos. Ao ignorar a realidade complexa herdada da nossa história de escravismo e preconceitos, as instituições como a justiça acabam por ferir os princípios básicos da dignidade humana e, ademais, perpetuam a ordem social desigual em que vivemos.Também pudemos conhecer as suas interpretações sobre o racismo no sistema criminal brasileiro e como a Teoria Critica Racial pode nos ajudar na compreensão deste fenômeno. Um papo sobre a nossa sociedade do passado e do presente de uma perspectiva interdisciplinar, o que atesta a importância de conhecermos e debatermos com as demais áreas do conhecimento das ciências sociais. Acesse o site da campanha: http://opodcastedelas.com.br/campanha/ #OPodcastÉDelas2020 Arte da Vitrine Publicidade Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo Saiba mais da nossa convidada Isis Aparecida Conceição Currículo Lattes Twitter e-mail: [email protected] Produção CONCEIÇÃO, Isis A. As Lições da teoria crítica racial para o Brasil racialista.in. Encrespando – Anais do I Seminário Internacional: Refetindo a Década Internacional dos Afrodescentendes (ONU, 2015-2024) / FLAUZINA, Ana; PIRES, Tula (org.). – Brasília: Brado Negro, 2016. CONCEIÇÃO, Í. A. . Justiça Racial e a Teoria Crítica Racial no Brasil. In: Denise Auad, Bruno Batista. (Org.). Direitos Humanos, Democracia e Justiça Social. 1ed.São Paulo: Letras Jurídicas, 2017, v. 1, p. 167-204 CONCEIÇÃO, Í. A. . Justiça ou Injustiça Criminal? A Importância da Cor no Sistema Jurídico Penal. Revista dos Acadêmicos de Direito da UNESP, Franca, v. 05, p. 121-134, 2010. CONCEIÇÃO, Í. A. . Racismo Estrutural no Brasil e Penas Alternativas: Os limites dos direitos humanos acríticos. 1. ed. Curitiba/Paraná: Juruá, 2010. v. 1. 136 p. CONCEIÇÃO, Í. A. . Direitos Humanos. Suas Origens e seus Limites. IROHIN, Brasília, 26 dez. 2008. CONCEIÇÃO, Í. A. . O que estamos esperando?. Irohín (Brasília), Brasilia, 01 abr. 2009 CONCEIÇÃO, Í. A. Brazil’s laws on quotas and the road to racial equality. Available in : http://ohrh.law.ox.ac.uk/brazils-laws-on-quotas-and-the-road-to-racial-equality/ CONCEIÇÃO, Í. A. Not There Yet and Running Against the Clock: The New Ordinance Regulating Racial Classification for Racial Quotas in Brazil. Available in: http://ohrh.law.ox.ac.uk/not-there-yet-and-running-against-the-clock-the-new-ordinance-regulating-racial-classification-for-racial-quotas-in-brazil/ CONCEIÇÃO, Í. A. . EPISTEMOLOGIAS, INTERSECCIONALIDADES E INTELECTUALIDADES: O GÊNERO E A RAÇA NO ESPAÇO JURÍDICO. In: XXVII ENCONTRO NACIONAL DO CONPEDI, 2018, Salvador. Direito internacional dos direitos humanos I. Florianópolis: CONPEDI, 2018. v. 1. p. 285-303. CONCEIÇÃO, Í. A. Gentrifying Intersectionality in Brazil. Available in: http://ohrh.law.ox.ac.uk/gentrifying-intersectionality-in-contemporary-brazil/ Entrevista Jornal do Encontro de Jovens Cientistas. 2018.. “Precisamos que se Pense fora da Caixinha”. Entrevista com Isis Conceição. Disponível em Geledés. Tag: mulher Negra. Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado Sugestões sobre o tema em Português: Teoria crítica racial, a brancura em questão. In: NASCIMENTO, Elisa L. O sortilégio da cor: identidade, raça e gênero no Brasil. 2003. SILVA, Caroline Lyrio; PIRES, Thula R. de O. Teoria crítica da raça como referencial teórico necessário para pensar a relação entre direito e racismo no Brasil. 2015 CONCEIÇÃO, Isis A. As Lições da teoria crítica racial para o Brasil racialista. 2016. CONCEIÇÃO, Isis A. Justiça racial e teoria crítica racial no Brasil. 2017. FERREIRA, Gianmarco L.; QUEIROZ, Marcos V. L. A trajetória da teoria crítica da raça: história, conceitos e reflexões para pensar o Brasil. 2018 Dossiê sobre justiça racial e teoria crítica racial da Revista Liberdades do IBCCRIM (Instituto Brasileiro de Ciëncias Criminais) e foi desenvolvido em parceria com a revista da ABPN – Associação Brasileira de Pesquisadores (as) Negros (as). Editoras Adjuntas da edição: Prof. E. Tendayi Achiume (UCLA/ONU) e Prof Ísis Aparecida Conceição ( UCONN/ USP) . Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY Contato E-mail: [email protected] Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur He

Ep 45Fronteiras no Tempo #45 Primeira Guerra Mundial
A Grande Guerra. A guerra para acabar com todas as guerras. A Primeira Guerra Mundial. Assim ficou conhecido o conflito entre as potências europeias, ocorrido entre 1914 e 1918, que trouxe consequências diretas para todo o globo. Uma guerra com milhões de mortes que inaugurou a era das grandes barbaridades até então não vivenciadas em outras guerras anteriores: armas mais letais, gases venenosos, lança-chamas, tanques, aviões, tudo isso foi utilizado nos campos de batalha e também vitimaram milhares de civis. Neste episódio, que conta com o apoio da Universal Pictures Brasil, falamos também sobre o lançamento do filme 1917, no qual parte dessa história que iremos discutir é narrada sob o ponto de vista de dois soldados. Venham conosco refletir sobre este momento importantíssimo da nossa história! Neste episódio: Descubra os motivos que levaram à guerra e entenda como ela foi gestada por mais de 50 anos antes da sua eclosão. Compreenda as configurações políticas e econômicas que marcaram as relações entre as potências europeias no período anterior ao conflito e surpreenda-se com as histórias das batalhas que se desenrolaram após agosto de 1914. Conheça as relações do contexto histórico e o que é apresentado no filme 1917, entenda como as inovações técnicas apresentadas na película nos ajudam a vivenciar as experiências dos soldados que lutaram no conflito. Conheça os motivos da entrada dos Estados Unidos, da saída da Rússia e da derrota alemã. Por fim, reflita conosco sobre os horrores da guerra e a importância de conhecê-la para promover a cultura da paz. #advertisement #1917filme *Este é um conteúdo patrocinado pela Universal Pictures Brasil Arte da Capa Publicidade 1917 O diretor vencedor do Oscar®, Sam Mendes (Beleza Americana, 007: Operação Skyfall, 007 Contra Spectre), traz sua visão singular ao épico da Primeira Guerra Mundial, 1917. Em um dos momentos críticos da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos recebem uma missão aparentemente impossível. Em uma corrida contra o tempo, os soldados devem cruzar território inimigo e entregar uma mensagem que cessará o ataque brutal de milhares – entre eles, o irmão de Blake. TRAILER Estréia: 23 de janeiro de 2020 Universal Pictures Brasil Redes Sociais: Facebook, Twitter, Instagram #1917filme Se você quiser e puder, faça parte do grupo de pessoas que participam do nosso financiamento coletivo. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Mencionado no Episódio Os relatos lidos ao longo do episódio foram retirados da seguinte fonte: REVISTA HISTÓRIA VIVA, Primeira Guerra Mundial: o fim dos impérios. Edição Especial Temática, n. 24, Editora Duetto. Acervo digital de documentos da Primeira Guerra Mundial – Europeana Colletions / Projeto “1914-1918 – Histórias inéditas e histórias oficiais da primeira guerra mundial” Material Complementar Livros ARTHUR, Max. Vozes esquecidas da Primeira Guerra Mundial. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. BEST, Nicholas. O maior dia da história. Como a primeira guerra mundial terminou. São Paulo: paz e Terra, 2009. CLARK, Christopher. Os sonâmbulos: como eclodiu a Primeira Guerra Mundial. FERGUSON, Niall. O Horror da Guerra. São Paulo: Planeta, 2014. FERRO, Marc. A Grande Guerra, 1914-1918. Lisboa: Edições 70, 2008. GAMA, Arthur Oscar. A marinha do Brasil na Primeira Guerra Mundial. Rio de Janeiro: Capemi, 1982. HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos: o breve século XX. São Paulo: Cia das Letras, 1995. HOBSBAWM, Eric. A Era dos Impérios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2012. SOUNDHAUS, Lawrence. Primeira Guerra Mundial: História Completa. São Paulo: Contexto, 2013. Trabalhos de Divulgação Científica CHALTON, Nicola; MacARDLE; A história do século XX para quem tem pressa. Rio de Janeiro: Valentina, 2017. GARCIA, Bruno; SCARRONE, Marcelo (org). Dossiê Primeira Guerra Mundial: o fim de uma era. Revista de História da Biblioteca Nacional. ano 9, n.106, jul., 2014. PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL: Resumo (série fatos históricos). Amazon, 2018. E-book. Podcasts Notas Históricas #2 (Scicast #172 Especial): Tensão na Belle Époque – Bolero de Ravel SciCast #262: Os “Ismos” da Política 2 – Nacionalismo e Nazi-Fascismo Como os submarinos foram usados nas grandes guerras? – 28 Auroran (Spin #445 – 29/01/19) Fronteiras no Tempo #14 – Partilha da África Fronteiras no Tempo #23: Revolução Russa Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura,

Fronteiras no Tempo apresenta: MeiaEntradaCast #150 Bingo, o rei das manhãs (e a bizarra década de 80)
Orgulhosamente apresentamos aos nossos ouvintes o segundo Crossover entre o Fronteiras no Tempo e o podcast de cinema MeiaEntradaCast! No Fronteiras no Tempo/MeiaEntradaCast de hoje, Renan Fileto e os professores Cesar Agenor (Fronteiras no Tempo e Scicast) Marcelo Silva (Fronteiras no Tempo), ligam uma louca máquina do tempo e voltam à década de 80 para debater “Bingo, o Rei das Manhãs”, filme que conta a incrível trajetória de Arlindo Barreto, o Bozo! É muita nostalgia no nosso último episódio de 2019! Venha para o programa e se prepare para saber: 1) como foi a doida década de 80; 2) como o Bozo conseguia ter um programa que durava o dia todo; 3) e porque as crianças daquela época são todas meio estranhas hoje em dia. Arte da Capa Publicidade Se você quiser e puder, faça parte do grupo de pessoas que participam do nosso financiamento coletivo. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Host: Renan Fileto, Convidados: C. A e Beraba, Vitrine e Edição: Renan Fileto Mencionado no Episódio Wagner Moura e Lázaro Ramos tentam roubar o papel de Vladmir Brichta: https://www.youtube.com/watch?v=df5D5Jc31j4 Bozo e o pozinho: https://www.youtube.com/watch?v=dLe1_5YgRwI João Gordo x Sérgio Mallandro x Bozo: https://www.youtube.com/watch?v=8KZ0s36ry2Q Material Complementar ALEXANDRE, Ricardo. Dias de luta: o rock e o Brasil dos anos 80. Rio de Janeiro: Arquipélago, 2017. Disponível em: encurtador.com.br/nuyCH BERTOLLI FILHO, Claudio e AMARAL, Muriel Emídio Pessoa do (orgs). Pornochanchando: em nome da moral, do deboche e do prazer. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2016. Disponível em: https://www.faac.unesp.br/Home/Utilidades/pornochanchando-online.pdf FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lúcilia de Almeida Neves (org.) O Brasil Republicano v.5: O tempo da Nova República – Da transição democrática à crise política de 2016. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018. FICO, Carlos. História do Brasil Contemporâneo: da morte de Vargas aos nossos dias. São Paulo: Contexto, 2015. REIS, Daniel Aarão (org.). Modernização, ditadura e democracia: 1964-2010. São Paulo: Objetiva, 2014. REIS, Daniel Aarão. Ditadura e democracia no Brasil: do Golpe de 1964 à Constituição de 1988. Rio de Janeiro: Zahar, 2014. Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Henry Schaefer, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, Jonatas Pinto Lima, João Gentil de Galiza, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler, Yuri Morales e 2 padrinhos anônimosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ep 44Fronteiras no Tempo #44 Queda do Muro de Berlim
Por várias décadas os alemães viveram em seu país a divisão marcante da segunda metade do século XX entre os blocos comunista e capitalista. Separados por um muro na década de 1960, os moradores de Berlim finalmente se reencontraram dia 9 de novembro de 1989, num ato inesperado, mas ao mesmo tempo fruto de tudo que vinha acontecendo desde pelo menos a década passada no mundo sob influência da União Soviética. É sobre a criação e a queda do muro de Berlim que vamos conversar. Venham conosco nesta viagem! Neste episódio: Entenda como se deu o processo de divisão da Alemanha após a segunda guerra mundial e se surpreenda com as razões por trás da criação do muro. Reflita sobre os vários aspectos do funcionamento da União Soviética e suas consequências na Alemanha, analise conosco as nuances da política internacional durante a Guerra Fria e como o Muro de Berlim se encaixa em todo este contexto. Por fim, reflita conosco sobre o processo de queda do muro, entendendo a situação do bloco soviético desde o começo dos anos 80, com crise econômica e cada vez maiores protestos nas repúblicas satélites, e se emocione com as narrativas da queda do muro. Arte da Capa Publicidade Se você quiser e puder, faça parte do grupo de pessoas que participam do nosso financiamento coletivo. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Talk’nCast Mencionado no Episódio Documentário da Rede Globo sobre a cobertura jornalistica da Queda do Muro de Berlim 1989 e Reunificação da Alemanha 1990 Street Fighter: The Later Years eps 1-9 Street Fighter the Later Years P 1+2+3 LEGENDADO Material Complementar Podcast A queda do Muro de Berlim – 27 Maian (Spin #752 – 02/12/19) Fronteiras no Tempo #38 Guerra Fria Fronteiras no Tempo #1: 2ª Guerra Mundial – 1ª Parte Fronteiras no Tempo #1: 2ª GUERRA – 2ª Parte Livros FIORI, José Luís (org.) Estados e moedas no desenvolvimento das nações. Petrópolis: Vozes, 1999. MEYER, Michel. 1989: o ano que mudou o mundo. São Paulo: Zahar, 2009 KEMPE, Frederik. Berlim: 1961. São Paulo: Cia. Das letras, 2013. REIS FILHO, Daniel Aarão. As Revoluções Russas e o Socialismo Soviético. São Paulo: Unesp, 2003. TAYLOR, Frederic. Muro de Berlim: um mundo dividido. São Paulo: Record, 2009. Artigos REIS, Daniel Aarão. As revoluções russas e a emergência do socialismo autoritário. Estud. av., São Paulo , v. 31, n. 91, p. 67-79, Dec. 2017 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142017000300067&lng=en&nrm=iso>. POMERANZ, Lenina. A queda do muro de Berlim: reflexões vinte anos depois. Revista USP, n. 84, p. 14-23, 2010. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revusp/article/download/13781/15599 Matérias Jornalisticas Queda do Muro de Berlim: Como os eventos de 1989 mudaram o mundo. BBC News Brasil, 9 de nov. 2019. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-50323088 [texto e vídeo] Por que o Muro de Berlim caiu? BBC News Brasil, 9 de nov. 2019. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-50360623 Números mais relevantes do Muro de Berlim. Terra Serviços, 8 de ago. de 2011. Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/mundo/numeros-mais-relevantes-do-muro-de-berlim,4bb82352316fa310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html Vídeos Fim da URSS | Nerdologia Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Henry Schaefer, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, Jonatas Pinto Lima, João Gentil de Galiza, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler, Yuri Morales e 2 padrinhos anônimosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fronteiras no Tempo #43 Egito Antigo
As pirâmides. A Esfinge. As histórias sobre tesouros e segredos de um povo que viveu há milhares de anos. O Egito Antigo é a única civilização que tem uma área de estudos com nome próprio: a egiptologia. Isto mostra o quanto as obras destes povos que viveram às margens do Nilo por milhares de anos, instigaram e até hoje instigam grande curiosidade. Para falarmos sobre este tema tivemos a honra de receber o professor Fábio Frizzo (UFTM),, que compartilhou conosco as principais questões sobre as quais os historiadores têm se debruçado ao longo da trajetória de pesquisas sobre os egípcios. Venham conosco nesta aventura pelo nosso passado longínquo! Neste episódio: Descubra porque ainda é importante entendermos mais sobre a cultura e a vida dos egípcios da antiguidade. Entenda o papel do Rio Nilo na formação daquela sociedade e surpreenda-se ao saber como os historiadores interpretam esta questão. Reflita conosco sobre a cultura, a sociedade e a política egípcias, passando por aspectos fundamentais como a religião e a escrita. Por fim, compreenda a questão que envolve o debate atual sobre o Egito Antigo, encarado como parte de uma história da África negra. Arte da Capa Publicidade Se você quiser e puder, faça parte do grupo de pessoas que participam do nosso financiamento coletivo. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY Contato [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Talk’nCast Material Complementar Podcast Scicast #40: Antigo Egito Fronteiras no Tempo: Historicidade #23 Ensino de História Antiga no Brasil Livros ARAÚJO, E. (Org. e Trad.) Escritos para a Eternidade. Brasília: Editora da UNB, 2000. CARDOSO, C. Deuses, Múmias e Ziggurates. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1999. CARDOSO, C. O Egito Antigo. São Paulo: Brasiliense, 1988. DAVID, R. Religião e Magia no Egito Antigo. São Paulo: Bertrand Brasil, 2011. DONADONI, S. (org.). O Homem Egípcio. Lisboa: Editorial Presença, 1994. GRIMAL, N. História do Egito Antigo. Rio de Janeiro: Forense, 2012. MOKHTAR, G. (Org.) História Geral da África. Vol. II, África Antiga. Brasília: UNESCO, 2012. PEREIRA, R. Gramática Fundamental de Egípcio Hieroglífico. Lisboa: Chiado, 2014. PEREIRA, R. Texto, Imagem e Retórica Visual na Arte Funerária Egípcia. Rio de Janeiro: Autografia, 2019. SHAFER, B. (Org). As Religiões do Egito Antigo. Deuses, Mitos e Rituais Domésticos. São Paulo: Nova Alexandria, 2002. Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Henry Schaefer, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, Jonatas Pinto Lima, João Gentil de Galiza, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler, Yuri Morales e 2 padrinhos anônimosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fronteiras no Tempo #42 História Social do Açúcar
O açúcar, este alimento que hoje nos parece tão comum, já foi um artigo de luxo e fonte de muitas riquezas às custas do árduo trabalho de indígenas e africanos escravizados ao longo mais de três séculos do período colonial. Foi um tempo em que a produção do açúcar, para além da relevância econômica, moldou a sociedade colonial de diversas formas, hierarquizou-a pela cor da pele transformando os engenhos em geradores e espelhos das formas sociais presentes desde então. Uma história do encontro de muitas pessoas diferentes que criaram um mundo doce e amargo ao mesmo tempo. Venham conosco conhecer a História Social do Açúcar! Neste episódio: Entenda de onde surgiu o interesse pelo produto e como Portugal começou o plantio no Novo Mundo. Conheça os debates entre os estudiosos que mostram a importância da mão de obra indígena na criação da estrutura de plantio e produção do açúcar. Se surpreenda com o nível de exploração da mão de obra dos africanos escravizados e com a riqueza dos senhores de engenho. Compreenda as várias etapas de produção desde o plantio, passando pelo beneficiamento que gerava os torrões de açúcar para exportação. Conheça a sociedade que vivia no entorno dos Engenhos e, por fim, reflita conosco sobre como a história da produção do açúcar pode nos ajudar a compreender muitas das nossas características sociais ao longo do tempo e no presente. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY Contato WhatsApp: 13 99204-0533 E-mail: [email protected] Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Talk’nCast Material Complementar Livros FRAGOSO, J. GOUVÊA, M.F. (orgs.) O Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. 3v. FRANÇA, Jean Marcel Carvalho. História da Maconha no Brasil. São Paulo: Três Estrelas, 2015. FREYRE, G. Casa-Grande e Senzala. Introdução a história da sociedade patriarcal no Brasil. 40ª Edição. Rio de Janeiro: Record, 2000 MONTEIRO, John. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo: cia. Das letras, 1994. PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. 23ª Ed. São Paulo: Brasiliense, 2004 RUSSEL-WOOD, A.J.R. Escravos e libertos no Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005. SCHWARCZ, Lilia Moritz ; STARLING, H. M. M. . Brasil: uma biografia. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. v. 1. 792p SCHWARTZ, S. Segredos internos: Engenhos e escravos na sociedade colonial. 1550-1835. São Paulo: Cia das Letras, 1995. SCHWARTZ, Stuart. Escravos, roceiros e rebeldes. Bauru: EDUSC, 2001. SOUZA, L. de M. (Org.) História da vida privada no Brasil. Cotidiano e vida privada na América portuguesa. Vol. I. São Paulo: Cia. Das Letras, 1997. VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil colonial (1500-1822). Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. Artigos MAIA FILHO, Fernando Cezar Cardoso. Indústria escondeu relação do açúcar com doença cardíaca. Portal Deviante, 2017. CABRAL, Debbie. O papel das especiarias nas Grandes Navegações – parte 1/4: a química das especiarias e o seu uso na Idade Média. Portal Deviante, 2019. Sites Engenho dos Erasmos Documentário Muito Além do Peso [Documentário] Podcasts Scicast #157: Açúcar Grandes Navegações (SciCast #298) Fronteiras no Tempo #18 – Grandes Navegações Fronteiras no Tempo #19 – Tráfico Negreiro Contrafactual #90: E se o açúcar fosse criminalizado? Spin de Notícias #185: 14 Electran 2018 (07/05/2018) Quetamina, Depressão e Açúcar Spin de Notícias #120: 23 Borean 2018 (21/02/2018) Bebidas açucaradas, Álcool e Planta Opioide SciCast #291: A História do Mercado Financeiro Trilha Sonora do Episódio 01. Com Açucar com Afeto – Nara Leão 02. Doce Mel – Xuxa 03. Nordestina – Dj Dolores 04. Cio da Terra – Milton Nascimento & Chico Buarque 05. Cio da Terra [Instrumental] – Uakti 06. Morena Tropicana – Alceu Valença 07. Engenho Novo – João Eloy 08. Engenho Massangana – Luiz Gonzaga 09. Engenho Novo (1973)- Quinteto Violado 10. Cana Caiana – Alceu Valença 11. Engenho Novo [Canção folclórica brasileira] – Bidu Sayão | Arranjo de Ernani Braga 12. Engenho de Cana – Galvan & Galvãozinho 13. Santana – Quinteto Violado 14. Cana de Engenho – Amauri Romano 15. Chocolate – Tim Maia 16. Engenho da Dor – Josyara 17. Cachaça – Rick & Renner 18. Que som é esse? – Dj Dolores & Orchestra Santa Massa 19. Não é Proibido – Marisa Monte 20. A todas as Comunidades do Engenho Novo – O Rappa 21. Engenho Velho – Flávio José 22. Vide vida Marvada – Rolando Boldrin 23. Stayin’ Alive – Bee Gees Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artu