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Uma agressão nuclear deve ter resposta idêntica ou ser combatida com diplomacia?

Uma agressão nuclear deve ter resposta idêntica ou ser combatida com diplomacia?

Expresso da Manhã · Paulo Baldaia

November 21, 202414m 3s

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Show Notes

A reiterada ameaça de Vladimir Putin de usar armas nucleares como resposta à ajuda do Ocidente à Ucrânia volta a ser vista como de concretização muito pouco provável, mas não pode deixar de ser tida em conta. Estas armas de uso tático têm menor potência que uma bomba nuclear tradicional mas têm um grande poder de destruição. Como deve a Europa reagir se algum dia a Rússia der este passo? A solução pode não passar por responder na mesma moeda, mas aproveitar para lançar uma grande ofensiva diplomática para colocar até os aliados do Kremlin, como a China, contra Putin, defende  o general João Vieira Borges, coordenador do Observatório de Segurança e Defesa da Sedes.

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A reiterada ameaça de Vladimir Putin de usar armas nucleares como resposta à ajuda do Ocidente à Ucrânia volta a ser vista como de concretização muito pouco provávelmas não pode deixar de ser tida em conta. Estas armas de uso tático têm menor potência que uma bomba nuclear tradicional mas têm um grande poder de destruição. Como deve a Europa reagir se algum dia a Rússia der este passo? A solução pode não passar por responder na mesma moedamas aproveitar para lançar uma grande ofensiva diplomática para colocar até os aliados do Kremlincomo a Chinacontra Putindefende  o general João Vieira Borgescoordenador do Observatório de Segurança e Defesa da Sedes.Alinhamento e som inicial Paulo Baldaia ​ João Martins ​ Expresso e plataformas áudio Uma agressão nuclear deve ter resposta idêntica ou ser combatida com diplomacia? SICN No casopouco provávelde uma agressão nuclear russa na Ucrâniaa resposta diplomática pode ser a melhor arma A reiterada ameaça de Vladimir Putin de usar armas nucleares como resposta à ajuda do Ocidente à Ucrânia volta a ser vista como de concretização muito pouco prováveldefende o general João Vieira Borgescoordenador do Observatório de Segurança e Defesa da Sedes …………………………. https://www.youtube.com/watch?v=H4E8uMQJZjE 0’18 the irresponsible 0’28 Ukraine Assinatura Há uma escalada evidente na guerra da Ucrânia que não passa apenas pelo endurecimento da narrativa russabem perceptível na ideia de que perante a iminência de uma derrota do seu exércitoo Kremlin não hesitará em dar ordem para que sejam utilizadas armas nucleares de uso tático. Do lado ocidentala decisão do presidente Biden de autorizar a utilização de mísseis norte-americanos de longo alcance em território russo foi seguida por uma autorização semelhante dos britânicossegundo relato do jornal The Guardian. Washington deu novo passo nessa escalada ao permitir o uso de minas terrestres anti-pessoalproibidas por vários países entre os quais alguns aliados dos Estados Unidos. Tudo isto acontece na sequência da entrada de dez mil militares norte-coreanos para ajudar o exército russo a recuperar Kursk. O número elevado de vezes que o Kremlin gritou “vem aí o lobo”ou seja que usou a ameaça nuclear neste conflitofaz desconfiar das reais intenções de Vladimir Putin mascomo na história de Pedro e o Lobomentir muitas vezes faz com que a mentira deixe de ter eficáciamas não impede que um dia seja mesmo verdade. Partimos para a conversa com o general João vieira Borgescoordenador do Observatório de Segurança e Defesa da Sedes SEPARADOR PATROCÍNIO BPI SEPARADOR ————————————— ENTRA CONVERSA ————————————— ENTRA MÚSICA FINAL A Guerra do Vietname foi um conflito complexo quenuma perspetiva abrangentedurou cerca de 30 anos (1945-1975)e que ganhou mediatismo com o envolvimento direto dos Estados Unidoso que aconteceu entre 1964 e 1973. Quais as origens da guerra do Vietname? Como é que os Estados Unidos se envolveram no conflito? Henrique Monteiro e Lourenço Pereira Coutinho conversam sobre a guerra do Vietname no podcast A História repete-se Ricardo Araújo Pereira fala sozinho sobre as vantagens e os inconvenientes de estar morto. Alega que determinada categoria de pessoas não está exactamente viva nem morta. No fim DESTE EPISÓDIO DE COISA QUE NÃO EDIFICA NEM DESTRÓIfala com Guilherme Fonseca sobre o sentido de humor de HamletCharlie Chaplin e Deadpool A SONOPLASTIA DESTE EPISÓDIO FOI DE JOÃO MARTINS NÓS VAMOS VOLTAR AMANHÃ ATÉ LÁ TENHA UM BOM DIA